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VALÉRIA BOLSONARO ( Deputada estadual de São Paulo ) - YonderCast #57

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YONDER CAST
Boa noite. Boa noite, pessoal. Tudo bem? Começando mais um Yondercast, o canal que vai te trazer informação, te traz conhecimento, te tira do ostracismo, né, Castrão? Boa. >> Canal que vai fazer você conhecer um pouco mais, entender um pouco mais e ser um ser humano melhor. Cada dia que tem um podcast aqui, eu cresço, eu aprendo, Castrão aprende. Você que tá em casa, que tá junto com a gente também aprende. Cada dia um convidado diferente, cada dia uma história diferente, cada dia uma pessoa que vai fazer você tirar essa bunda do sofá, mudar tua vida,
parar de ouvir reclamação da sua esposa e falar: "Eu consigo mudar e ser uma pessoa melhor". Boa. >> É isso. >> É isso aí. Você, a sua vida, para mudar sua vida, só depende de você. Não fica pensando, ah, eu não posso, ah, eu não consigo. Você consegue tudo. É só você Ter força de vontade e assistir EO, né, Yercast, que você vai conhecer pessoas que eh cresceram na vida e estão aí para mostrar para você que há possibilidade de você mudar. Então, boa noite a todos. Agradeço a Deus, a minha família, os seguidores, todos
os empreendedores do país, que hoje vão ter um podcast aqui muito top, com uma pessoa muito, uma, uma deputada muito simpática, já aqui nos bastidores aqui, já viemos batendo um papo aqui, detalhe, ela acompanha o Meu trabalho, falou que é que é minha seguidora, então nós vamos bater um papo top aqui, né? Não, >> é isso aí, Castrão. Não, já começou a tietagem. A hora que aqui coletar demais também já, já. Pô, >> gente, não se não se esqueçam de se inscrever no canal, meter o dedo aí no like aí. É muito importante você compartilhar
com sua família, compartilhar com seus vizinhos, compartilhar com todo mundo, porque isso O YouTube vai jogando a gente lá para cima e faz a gente ser mais visto. E esse conteúdo, que é um bom conteúdo, é divulgado para mais pessoas. Então, se inscrevam no canal, senta o dedo no like aí. Vamos que vamos. Ó, olha o currículo. Olha o currículo. Segundo mandato, como deputada estadual, ex-vereadora de Santos. >> Não, >> de Santos não, perdão. Campinas. Não é de Campinas, foi vereadora. >> Vereadora. Foi o que que a gente não ah, não elegeu. Então a gente,
eu entendi errado aqui. Então, duas vezes deputada estadual, formada em biologia pela PUC Campinas, atuou como professora por mais de 30 anos e resolveu se aventurar aí na vida pública. A gente tá vai começar hoje um papo com a Valéria Bolsonaro. Salas para ela. >> É, Valéria, obrigado, obrigado por você ter Vindo. Estamos honrados de ter a tua presença aqui. Então, o microfone é seu, dá boa vinda, boas-vindas pro pessoal aí. Vamos que vamos. >> A câmera aqui, ó, você pode direcionar um boa noite pro pessoal aí. >> Eu que agradeço. Eu agradeço a oportunidade,
agradeço. Tá aqui. Eh, boa noite a todos. Pra gente é sempre importante, né? Político precisa prestar conta, falar quem é, o que faz, como faz. A gente tem aí um uma confiança de Um público que vota na gente, que acompanha o nosso trabalho e quem não acompanha que venha acompanhar, que venha saber o que a gente faz, como que a gente faz, por que a gente tá aqui, que é importante. Então, a gente agradece imensamente. Muito obrigada a vocês dois por essa por essa oportunidade. E eu não sou sua seguidora, sou sua fã. sua coloca
dia, hein? >> Essa semana para mim tá sendo Espetacular. Falei assim, pô, muito bom. E >> a senhora a senhora falou um um coisa interessante. O brasileiro ele tem que começar a aprender a a conhecer as o o os políticos, né? Porque a pessoa vota e se afasta ou vota e esquece. A pessoa tem que votar e tem fazer uma cobrança mesmo, né? Conhecer o trabalho do do deputado, >> entender entender como é que funciona. Às vezes as pessoas perguntam: "Ah, a Senhora é deputada?" Falei: "Sou, sou deputada estadual". Ai, como é que é Brasília?
Falei: "Olha, [risadas] vamos começar de novo, >> vamos começar do zero." >> Eu sou deputada estadual. Então assim, as pessoas não têm esse conhecimento, não sabem a diferença de um deputado, de um senador, de um vereador, de um de um governador, de um prefeito. O SPB faz muita falta, sabe?B faz muit. Se a gente tivesse, voltasse à USB, seria muito bom. >> É impressionante. O pessoal fala: "É ditadura, sabe o que que é USB? >> Sabe o que?" Não. Ah, então vamos buscar, eu explico. Organização social e política brasileira. >> Só isso. Como que funciona?
O que cada poder tem que fazer? O que cada parlamentar tem que fazer, qual é o trabalho de cada parlamentar? Isso daí é fundamental, porque senão fica aí essa coisa que não sabe o que cobra, para Quem cobra. Vota em qualquer pessoa, depois não sabe o que que fazer. A senhora, a senhora sendo uma deputada estadual e uma professora, né? Não tem, teria condições de fazer um projeto para tentar voltar, igual a senhora falou, eu sei, eu sei que é e o pessoal não quer nem e eh aprovar a escola cívico-militar, né? >> Mas a
a dificuldade, na verdade, é assim, mas eu eu você vai falar que é a esquerda, né? Mas eu acho que a Dificuldade não é só na esquerda para poder colocar uma cívica-militar para colocar tudo isso. Não é só da esquerda. >> Ah, infelizmente é >> é só da esquerda. São eles que, porque eu vou ser muito sincera para você, eu fiquei 32 anos dentro de sala de aula e, infelizmente existe muitos professores que não tão nem um pouco, aliás, se a gente fizer uma conta mesmo, há uns de uns 20 anos para cá, muitas pessoas
estão dentro de sala de aula, eu tô Falando isso de escola pública, estão dentro de sala de aula porque não conseguiram outro emprego, >> ó. não estão ali por por amor, por por eh profissão. Essa é a profissão que eu escolhi. E muitas dessas dessas eh pessoas estão lá para fingir que ensina, o aluno tá lá para fingir que aprende e a coisa vai caminhando. Você entendeu? O o o nós temos um problema de construção. Essa construção tripartite da educação é uma Desgraça. É uma desgraça, porque o o federal não consegue colocar no estadual. O
estadual tem autonomia, o municipal tem autonomia, todo mundo tem autonomia, ninguém faz porcaria nenhuma. Entra governo, sai governo, muda tudo. E o professor fica lá feito uma barata tonta, porque você tem uma construção de um projeto educacional, muda o governo, cai tudo, >> cai por terra, né? >> Cai tudo. >> Mas deputada, mas deixa eu te perguntar, a senhora, a senhora atuou no estadual e municipal? Escolas? >> Estadual e municipal. E como é que aí eu entendo que a escola particular hoje no país ela tem eh parece que não, mas tem metas também de metas
de de ensino, tal. O que que falta na municipal, na estadual para poder ter isso? Falta alguém cobrando? Falta existe uma existe uma meritocracia? Eh, não existe. Então, o que que falta? Já chegamos no assunto Polêmico. A escola hoje, no seu tempo para hoje mudou? muito, muito, mas muito porque desconstruiu tudo, desconstruiu >> eh toda a forma de educação que nós tínhamos quando eu iniciei lá atrás, quando eu entrei para dar aula lá atrás, em 1987, 86, 87, quando me formei e e em magistério ainda, porque eu sou do tempo do magistério, eu fiz fiz
magistério. Fiz aquele Magistério com 4 anos com especialização em educação infantil. E aí eu comecei dar aula e entrei na faculdade. Então eu tava fazendo a faculdade, mas eu já tava dando aula durante o dia. Então assim, toda essa desconstrução com os especialistas de educação que nunca educaram ninguém, nunca entraram numa sala de aula, nunca fizeram nada, entendeu? E aí vem dizer como é que tem que ser a escola. Paulo Freire, essa desgraça totalça. É um câncer para educação. Esse cara nunca teve nada. Ele falou lá de um método que ele descobriu para eh eh
alfabetizar, >> acabar acabar com a educação >> adulto. a metodologia que ele desenvolveu era para >> alfabetizar adulto e alfabetizar já colocando ali uma ideologia por trás, um Gés, porque ele fazia a alfabetização já mostrando que a pessoa eh tava ali Recebendo, sendo doutrinada, porque ela tava ela toda pessoa que trabalha é um é um subjulgado porque o empresário capitalista, porque isso, porque aquilo. Então, a pessoa já ela ela aprendia a escrever e a ler já se sentindo uma desgraça, porque era a metodologia que ele tem. E pegaram aquilo e transformaram numa metodologia de alfabetização
que é triste, é o que a gente tem aí de Resultado. Alunos analfabetos funcionais. Eu tenho amigos que davam aula em faculdade, hoje já estão aposentados, que falaram: "Olha, eu não tenho mais condição de eh eh baixar a qualidade da minha aula para conseguir atender essa turma que tá entrando na faculdade. Então assim, é muito difícil e você entra com essas teorias fantásticas que vão resolver o o quando o Bolsonaro entrou que ele Fez ele trouxe o Nadalin e o Nadalin fez a Secretaria Especial de Alfabetização colocando ali toda a metodologia de fonética, tudo ali.
Pô, isso é fantástico. Isso em todos os países desenvolvidos usam esse tipo de metodologia para alfabetização da criança. Tava tudo ali funcionando, entrando os estados, a a alfabetização tá ali na mão da do município, os municípios fazendo os cursos e entrando. Aí entrou essa tristeza desse governo. Primeira coisa que eles fizeram foi destruir essa secretaria. Mas vamos lá, a gente, >> deixa só fazer umas pergunt rapidinho aqui que não vai sumir. A Jaqueline Moura Palhares falou: "Boa noite a todos". >> Opa! >> Principalmente a deputada estadual Valéria Bolsonaro. Obrigado, Jaqueline, tá tá assistindo a gente
aí. A Carolina Carolina Junqueira, deputada Valéria Bolsonaro, é uma representante de peso para as mulheres do estado de São Paulo. >> É. E tem outro aqui que fez uma uma menção também muito legal, é o cadê? Tá aqui. Ah, o Paulo Chuchu mandou um um super chat aqui, falou: "Manda um beijo pra deputada Castrão." >> E e deixa eu ver, depois eu vou fazer essa outra pergunta aqui do do Cecílio. Eu vou segurar, depois a gente já faz. >> Segur. É. Então, deputado, agora fala pra gente primeiro, né? Da onde vem o Nome Bolsonaro. Você
é qual o grau de parentesco com o nosso ex-presidente? É, vamos, vamos explicar isso daí porque amor, olha, isso daí já deu tanta confusão, [risadas] vamos confusão. Não tem noção da confusão. Tem hora que a senhora fala assim que ai que bom que eu sou bolsonar, tem hora que fala: "Ai, meu Deus do céu". >> Não, [risadas] não. O problema é que o pessoal me coloca em situações complicadas, porque Eu tenho marido, ele tem esposa e a gente fica ali numa situação difícil. [risadas] >> A senhora não foi casada com o Bolsonaro? Não, com o
Jair Messias Bolsonaro. Não, eu sou casada com meu Bolsonaro. Eu tenho um Bolsonaro só meu. >> Ah, só meu. [risadas] >> As mulherada pegou. O meu Bolsonaro. Meu marido é primo do Jair Messias Bolsonaro. Os avós eram >> os mesmos avós. >> É. É. Os avós não. Os avós eram irmãos. >> Ah, entendi. >> Não é o mesmo avô. Os avós eram irmãos. o pessoal que veio da Itália, etc. O avô do Bolsonaro que veio da Itália, era irmão do avô do meu marido que veio da Itália também. Então esse é o parentesco. E eu
sou casada, eu brincava, né? Eu sou agregada da família Bolsonaro porque eu sou casada, >> só que eu sou uma pessoa recém casada Porque eu sou muito nova. Esse ano eu faço 34 anos de casada. >> Tá novo? Então, há 34 anos atrás, a mulher não tinha o direito que ela tem hoje de escolher se ela quer ou não colocar o sobrenome do marido. Era obrigatório. E não tenho nenhum problema. Tenho o maior orgulho do sobrenome do meu marido. Tenho o maior orgulho do meu marido, da família que nós dois construímos. Mas o sobrenome vem
daí. E o e já me Chamaram, já perguntaram se eu era mãe dos meninos, já perguntaram se eu era ex-mulher do Bolsonaro, irmã, tia, avó, tudo. E o maior escândalo que teve foi quando eu fui expulsa do então PSL em 2021, que eu fui expulsa do partido e a isto é postou bem grande: ex-espesosa de Bolsonaro, é expulsa do partido. Aí meu marido ficou chateado. Ele olhou, falou: "Poxa, corno não, né? Assim, [risadas] >> assim na revista, né, meu?" Mas então, eh, e conta pra gente então como é que começou essa carreira política, porque você
era professora, eu >> como é que começou essa carreira polí, como é que resolveu largar >> o ensino, a eh tá lá ensinando as crianças, ensinando todo mundo para virar uma, na verdade, a primeira vez que você se candidatou foi pra vereadora. >> Foi em 2016. Eu tive eu tive um convite do então partido que era do Bolsonaro, tá? Ele se elegeu no Rio de Janeiro pelo partido. Pessoal entrou em contato comigo, perguntou por que que eu tinha sobrenome Bolsonaro no meu Facebook. Na época eu tinha um perfil de Facebook. >> Só pra gente entender,
Valéria, o o partido te ligou porque você tinha um sobrenome no Facebook. >> Pessoal, é o pessoal ali da cidade, do Município, né? Do partido ali do município, viu o Facebook, viu, >> entrou em contato. Por que que você tem o sobrenome? Aí eu falei do do parentesco do meu marido, perguntou se eu era afiliado a algum partido. Falei: "Não, não sou. Você não quer se filhar?" Falei: "Uai, vamos lá, >> bora. >> Vamos, né? Vamos entender o que que é isso. Me filiei uma semana depois. Você não quer sair pra vereadora?" Falei: "Oxe, vamos
ver o que que é isso." >> Será? >> Aí fiz uma campanha que era eu, minha mãe, minha irmã, meu sobrinho distribuindo panfletinho na rua. Tive 640 votos, se eu não me engano, foi alguma coisa assim, sem dinheiro, sem absolutamente nada, >> né? E aí nós fomos para Brasília, eu e meu marido fomos para Brasília eh conversar com o Bolsonaro. Chegamos lá, Fomos muito bem atendidos por ele, conversei, falei, meu meu marido levou árvore genealógica da família, brincamos, tiramos sarro, tudo. Falei para ele que eu queria ser vereadora lá em Campinas. Ele falou: "Pô, legal,
vai lá". Aí quando eu perdi, eu falei para ele, ó, não deu. Ele não, mas não desiste, não. Continua, vai dar, vai dar certo. Quando foi 2018, eu fui para lá de novo, falei: "Você vai Mesmo sair a presidente? Não, tá tudo dando certo para isso. Eu vou." Falei: "Bom, então vou fazer o seguinte, eu vou me candidatar a deputada estadual, porque o Eduardo era o federal, eu me candidato à deputada estadual porque daí eu faço o meu nome, as pessoas vão saber que eu existo lá em Campinas para 2020, quando eu me candidatar à
vereadora, aí eu ganhar. >> E boa. Então, então então a intenção da senhora não era nem ganhar para Estadual. >> Estadual. Imagina se eu não tinha conseguido pra vereadora, eu não ia ganhar para estadual de jeito nenhum. E aí foi a estratégia foi essa, >> ó. Eu tenho um dado aqui que eh pro seu segundo mandato você foi reeleita com 131.557 votos. Expressivo. >> Foi. Eu sei. >> E a primeira votação da senhora qu >> 54 >> 54.000 >> 519. >> Prática quase triplicou, né? >> Quase. Foi exatamente o susto. A primeira campanha foi o
seguinte. O meu comitê de campanha era o meu Fox. Eu tinha um Fox branco, >> adesivado, >> nada, >> nem adesivou, >> branco, sem nada. O o todo o meu material de campanha cabia no porta-mala Do Fox, que era o dinheiro que eu tinha. Eu recebi uma quantia da da do especial da mulher do partido e o restante e o restante foi meu salário. Então eu fiz a minha campanha com R$ 17.000 R$ 1.000. E eu ligava pro Eduardo Bolsonaro, pra assessoria dele, pro Paulo Chuchu, que tava com o Eduardo na época. >> Eu ligava
onde vai est? Ah, vai est na cidade tal. Eu ia dirigindo meu carro, ia até lá, subia no caminhão, >> distribuía meu santinho e fazia minha Campanha. Assim que eu fiz a minha campanha, >> sem incomedida, >> sem nada. Não tinha, não tinha nada. E aí o susto foi no dia da eleição, porque meu marido falou a campanha inteira: "Você sabe que você não vai ganhar", né? Eu falei: "Lógico que eu sei, já nós não combinamos que eu vou fazer". Ele falou: "Não, olha, se você fizer uns 25.000 votos, nossa, você tá eleita como vereadora
em 2020, vai dar Tudo certo." >> O foco mesmo era vereador. >> O foco era vereador 2020. E aí a gente tava lá contando, quando abriu, já abriu com 25.000 votos. Eu já tomei um susto. O pessoal entrava, eu tinha um perfil de de Facebook, >> olha, tá? >> Nós abrimos cinco porque fechava 5.000 pessoas, abria outro, né? >> Uhum. >> E o pessoal entrava: "Você é parente do Bolsonaro?" "Meu marido que ficava ali sou: "Sou prima". Aí a gente mandava por correio, os santinhos, e mandava por correio pro pessoal. E aí eu fui fazendo
a campanha assim, quando chegou no dia lá, abriu 25.000 votos, [ __ ] susto. E vai, vai, vai, vai. Daqui a pouco liga uma amiga minha, Valéria, você tá eleita, >> entra na All colocou um pontinho vermelho na frente do nome das pessoas e Você tá eleito. Falou um [ __ ] susto. >> E aí? >> E o marido? E o marido? O marido >> o marido olhou para mim e falou: "Eu falei que você é louca. E [risadas] agora? E agora? >> Mas aí >> eu falei, eu não sei. >> Eu tava preparada para
ser vereador [risadas] agora. Eu não sei. >> Valera, foi muito bom. Foi muito bom, na verdade. Mas aí como é que foi? Porque isso aí foi, né, quando saiu os resultados na eleição. E quando é que foi? No dia primeiro de janeiro, que é primeiro que foi, >> não, o nosso da Lesp é 15 de março e agora mudou. 2027 vai ser 1eo de fevereiro como os deputados federais. >> Legal. E quando é que como é que foi Aquele choque de realidade o primeiro dia? >> Nossa senhora do céu, foi um susto enorme. Eu não
sabia nada. Eu tava pisando em terreno completamente arenoso. Não tinha menor noção, não tinha equipe. Eu fui fazer, fui buscar a equipe, fui, fui fazer tudo. Eu comecei do zero. Eu não tinha nada, nada, nada, nada. >> E hoje, para quem não sabe, em casa, como é que é essa equipe? Como é que é o Direito que um deputado estadual tem de equipe? Hoje >> você tem um número de de o deputado estadual e deputado federal é muito diferente. >> O deputado federal ele tem lá um o a verba de gabinete dele e ali ele
fala quanto vai ganhar cada assessor. Ele que ele que define. Na Lesp não. da você tem assessor parlamentar tal, assessor parlamentar tal e tem os valores e e aí você valor pode ter >> depende. Você tem cargos que você pode dividir em dois, você tem cargos que você eh não pode dividir. Eu tenho em média 20 assessores. >> 20 assessores. É, mas tem que ter o estado inteiro. Poxa, >> tem exato. Principalmente eh assessor externo, >> que é o pessoal que tá fora, que não tá ali dentro do gabinete, ele tá fora. Então, tem tem
a assessoria também técnica, né, deputado? Tem assessoria Técnica, jurídica, de, é, assessoria jurídica, assessoria de de projetos, você tem assessoria de marketing, você tem tudo ali. Tem >> um deputado, ele vai ele vai fazer um projeto, não é ele falar, eu quero fazer isso todo, tem que ter toda uma análise para saber se tá dentro da legislação. >> Exato. E além dessa análise, porque essa, essa já é a parte jurídica, >> mas você tem que entender o que a população tá te pedindo, qual é a Necessidade, né? Qual que é a necessidade da população, daquela
população, daquela região? Porque a gente tá falando num estado de 645 municípios. Então você tem diferenças gritantes de regiões. Você tem região que é mais e eh rural, você tem região que é mais industrializada, você tem região que é mais trabalho artesanal, você tem a a o pessoal da da do litoral, você tem o pessoal do interior, você então é é tudo é muito Diferente e você vai buscando nesses locais ali quais são as reais necessidades necessidades. E eu fui trabalhar com o que eu conhecia, que que eu conhecia? Educação, toda essa parte de inclusão,
que para mim é uma exclusão, mas tá aí posto, né? Então, o trabalho com pessoas com deficiência sempre foi uma pauta muito grande minha, porque dentro da escola a gente sabe o que a gente passa. >> Crianças autistas, né? >> Todas todas as deficiências dentro da sala de aula, menos uma. que você não encontra de educação infantil até a o quinto ano do fundamental um. >> Que que é? >> Que é o surdo. >> Surdo >> é não tem >> não consegue. >> Não tem alfabetização de surdos em escola pública, nem em escola Particular. >>
Não tem. E como é que faz? >> Existe. Pois é. Bom pergunta. >> Como é que faz? A lei, né? A lei diz que toda criança, a partir dos 4 anos, obrigatoriamente tem que estar dentro da sala de aula. Eu não me recordo da vírgula menos os surdos, mas os surdos não estão dentro das escolas, nem públicas, nem privadas, porque não tem, >> não existe alfabetização, não tem universidade, não tem nada que fale Isso. Então, é o pessoal de Libras que faz esse trabalho em entidades específicas, >> mas que não tá ligada a a a
educação formal pública, nem privada. >> E o que impede de de de ter essa inclusão? >> Boa pergunta. >> Essa [risadas] essa é uma das minhas pautas. Eu falo que algumas pautas eu não morro antes de resolver. Eu já falei que eu vou morrer com 250 anos, porque Essa é uma das minhas pautas. >> Por que que não existe alfabetização de surdos dentro das escolas públicas e privadas? Não tem, não tem universidade, não tem quem forme esse pessoal, não tem uma faculdade com a matéria de Libras, de alfabetização de Libras. Não tem. Você tem dentro
das universidades, por exemplo, eh os cursos de Libras, formadores de de liv de intérpretes de Libras, mas a formação alfabetização tem. A criança surda, ela fica numa entidade que pode ser de ONG, pode ser de igreja, pode ser de >> tudo, de qualquer tipo de instituição >> não ligada a ao público, >> não ligada à educação pública e nem a educação privada. Não tem. Você só vai ter inérprete de Libras escolas a partir do sexto ano. >> A escolas públicas >> e privadas. Era um dado, era uma informação que eu não não >> é uma
novidade, na verdade eu também não sabia. Desconhecia isso. Ninguém sabe, >> ninguém fala sobre isso. É um assunto que não vem à pauta, >> entendeu? E quando você busca, que você fala, que você faz. Ah, tá bom. Ah, tá bom. você recebe um monte de tá bom. >> Vou mandar até o link para um amigo meu que ele tem uma escolinha e ele lida com Crianças assim eh não, autistas, né? E eu vou, ele vai falar para ele, para ele, para ele vir aqui. >> É, para ele vir aqui, ele >> o foco e nesse
primeiro momento que que a senhora foi deputada estadual, o foco, pelo que pelo que eu tô entendendo, foi 100% na parte de ensino, na parte >> Eu fiz a Frente Parlamentar de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência e Doenças Raras. Eu fiz a Frente Parlamentar de Combate ao Câncer, que Também é uma pauta muito importante pra gente, principalmente o terceiro setor e a parte do voluntariado, que faz um trabalho excepcional de de ajuda à pessoas que já tiveram câncer, as pessoas que estão em tratamento e as famílias, né? E também é um pessoal muito
esquecido, ninguém fala muito desse pessoal. E nós fizemos já no eu tava quase no Final do meu primeiro mandato, eu fiz uma frente parlamentar também que fala sobre a o tráfico humano, porque as mulheres e as crianças são o grande número eh eh de vítimas nessa situação terrível aí. E foi esse trabalho que eu fui fazendo. E o que que eu fiz com essa Frente Parlamentar das Pessoas com Deficiência? Eu comecei a andar nos municípios do estado do do nosso estado e levar para dentro das câmaras municipais Essa frente parlamentar para que as câmaras, as
câmaras municipais também tivessem, pudessem desenvolver esse trabalho. >> Poxa, legal. E aí a gente começou a descobrir que no estado de São Paulo nós temos ainda pessoas com deficiência trancadas dentro de quartos, pessoas que não recebem o LOA, não recebem o BPC porque não sabe, não tem conhecimento. E aí nós começamos a fazer Um trabalho através do do meu gabinete de levar essas informações para essas famílias. Então, conseguimos através do gabinete que pessoas que não recebiam começassem a receber, tivessem a documentação. Ajudamos muitas OSQs, ONGs que ajudavam essas pessoas, mas não sabiam como captar recurso,
como desenvolver um projeto. Então, esse foi o trabalho que nós fomos desenvolvendo durante esse primeiro mandato. E aí o resultado foi esse aumento de voto pro Segundo mandato, [limpando a garganta] >> excessivo pro segundo mandato. Tem um tem algumas características, eu até coloquei aqui e eu vejo que a senhora atende muito pelo lado social, pelo lado eh para pela por parte de ajuda das pessoas mesmo, né? Tem também aqui uma uma parte chama muita atenção, é a trajetória da senhora com a unidade móvel de atendimento multidisciplinar. Isso aí fez, teve fez muito sucesso. Você pode
falar um pouquinho qual que é A ideia disso? Qual que foi a ideia? >> Isso daí foi um projeto que nós desenvolvemos quando eu entrei na Secretaria de Políticas para Mulher do Estado de São Paulo. Foi em 2024. Em abril de 2024 >> eu entrei na Eu assumi como secretária de políticas para mulher do estado de São Paulo. E aí vendo esse país de esse esse estado desse tamanho, né? Eu falei, um trabalho para ser desenvolvido para o estado de São Paulo tem que ser um Trabalho itinerante. E a Secretaria da Mulher, ela faz parcerias
com todas as outras secretarias. Então, nós fizemos uma parceria com a Secretaria de Saúde, com a carreta da mamografia e desenvolvemos uma uma carreta de empreendedorismo. Fizemos ali parcerias com o Sebrai, com o SENAC, com o SENAR. E nós, a cada 15 dias, nós estávamos num município polo, que as carretas ficavam ali durante 15 dias e atendia o município e os Municípios em volta, >> todo o entorno. E as pessoas, as mulheres faziam os exames de mamografia e também participavam dos eh cursos de capacitação, porque uma das coisas que a gente sabe é que muitas
vítimas de eh violência doméstica acaba ficando ali apanhando e se submetendo à aquela situação porque ela não tem emprego, porque ela não tem capacitação para arranjar um emprego, Para ter autonomia eh financeira para sair daquela situação, para se livrar dessa situação. >> Como é que ela vai sustentar o filho, como é que ela vai sustentar ela mesma? Você entendeu? Então, nós fizemos esse trabalho e foi um trabalho que teve um feedback muito importante, foi muito legal, foi assim muito gostoso eh eh fazer esse trabalho e e ver as mulheres conseguindo eh entrar no mercado de
trabalho, Desenvolver seu próprio negócio. >> Muito legal. >> Então assim, é é um trabalho que me deixou muito feliz. >> Legal. Do mesmo jeito que você viu. Pode falar, pode falar. Ô, ô, deputado, só só uma a sargento Paula é uma, uma mediadora nossa aqui, minha amiga, e ela e ela falou que que tem uma, acho que parece, não sei, senhora conhece a escola Neusa Baceto da prefeitura? >> Não, >> ela falou que parece que essa escola tá eh implementando, >> ó lá, >> aí já pr pr depois a assessoria da senhora já vê isso
daí parece que já tá tendo já uma, >> né? Então ela tá passando essa informação, é escola da prefeitura que chama da prefeitura que chama Neusa Baceto. >> Ela falou que parece que tá tendo uma já Uma iniciativa para ela falou que tem um parece que um sobrinho neto dela que é atendido na escola. Então depois a senhora já >> eu quero fala para ela depois passar pra gente a o contato pra gente entrar em contato com pess minha amiga. Depois eu passo pra senhora. Joha. Também teve outra marca da senhora, foi a essa carreta
da odontologia. Como é que foi isso? >> Foi nessa nessa esses eu fiquei 1 ano e 8 meses dentro da Secretaria de Políticas para Mulher. Então nós envolvemos essa carreta do empreendedorismo. Depois nós fizemos o ônibus São Paulo por todas. Esse ônibus ele fazia um atendimento de a Defensoria Pública era uma parceira nossa dentro desse ônibus. as DDMs, a Polícia Militar e uma OSC que fazia o atendimento psicossocial. Então essa carreira, esse ônibus ele ficava, ele atendia os grandes eventos, tão os rodeios no Interior aqui, Lula Palusa, esses eventos grandes que tem essas festas regionais,
ele ficava ali como um ponto para as mulheres terem ali uma segurança, um atendimento, porque essa foi uma uma um pedido de muitos municípios que tinham um número muito alto de eh boletim de ocorrência depois dessas festas ali locais. E no finalzinho do ano nós conseguimos desenvolver a carreta da odontologia, também baseado nas mulheres que sofrem Violência, né, e acabam apanhando, perdendo a dentição. Um absurdo >> muitas delas absurdo, >> né? E nessa carreta, além do atendimento eh odontológico, nós também conseguimos fazer a distribuição de prótese. >> Nossa, que legal. >> Para essas mulheres. >>
Vocês também tinham algum tipo de tratamento psicológico também para elas? >> Também. A gente sempre fazia um trabalho Com os ONG dentro da carreta. E aí a professora aqui colocou também o atendimento para as crianças. >> Legal. e uma um atendimento específico para criança com deficiência, porque a gente tem aí o autismo, >> as mães falam que a dificuldade que as mães têm de tratamento odontológico paraa criança autista é muito grande. Precisa de uma pessoa com especialização. >> Ó, a gente tá entendendo que que que o Perfil da senhora, do trabalho da senhora como como
deputada é muito a população, é muito ajuda, tal. Tem alguma parte que ainda você que você acha que ainda precisa de um pouco mais de atenção? Eu tô vendo se já adotologia, tratamento, os surdos, >> os surdos precisam de muita próxima, no próximo mandato, talvez, sei lá, qual que o que que o que que você pensa, qual que é a tua ideia? >> Eu quero ampliar esse trabalho. Eu Preciso ampliar o atendimento das mulheres. A gente precisa fazer um trabalho de mudança de cultura. E eu acho que isso é um trabalho muito forte e que
demanda muito tempo, porque quando você fala de violência contra a mulher, você tá falando de toda uma cultura que você precisa. E aí eu causo polêmica porque eu falo que a gente precisa trazer a família paraa pauta, a gente precisa trazer a sociedade civil pra pauta, >> porque é muito cômodo você falar que o governo precisa resolver, precisa ter política pública, precisa ter eh na escola, a escola precisa ter ali ensinar as crianças, tá? A escola faz, o governo faz a sociedade. >> E a família não. E a família é e a pessoa dentro de
casa que não faz a parte dela. >> Você entendeu? >> É ou não é, deputada? A pessoa dentro de casa, ela tem que Porque a educação, o Pessoal confunde, a educação não é dada pela escola. >> Exato. >> A educação vem da família. E aí eu falo para você, esses estupros coletivos que nós tivemos, é de família de classe média ou é de família de de situação de vulnerabilidade? >> Foi tudo de classe média. E aí eu dentro da escola, há 15 anos atrás eu já falava. E aí aí é a parte que eu gosto
que você fala. O que que eu via dentro Da sala de aula? Pai e mãe. Ai, tadinho. Ai, olha, mas ele é criança. >> Não pode repreender, não pode dizer não, não pode frustrar o alecrim dourado. O alecrm dourado não pode eh receber a palavra, não. Então, dentro da casa dele, ele faz o que ele quer. Ele não tem horário de comer, ele não tem horário de tomar banho, ele não tem, não tem nada. bagunça tudo bagunçado. E aí quando ele chega dentro da escola que Você tem regra, que você tem horário, >> aí ele
quer bater no professor, ele quer bater no colega, ele quer bater em quem? >> O que a senhora tá falando tá acontecendo exatamente na Polícia Militar. O que acontece? O cara é criado do jeito que a senhora falou, né? Não diz não, né? Aí ele entra na Polícia Militar e se depara com o quê? Militarismo, né? Aí ele olha e fala: "Não, mas não é assim que é o que eu entendeu? Aí não Aguenta e vai embora. Vai embora. Se fosse só na Polícia Militar, a gente tava feliz. Isso tá na Polícia Militar, isso tá
na empresa, tá na indústria, tá? >> Nós nós nós temos hoje um problema >> que não tem funcionário. >> Op! >> Ó, ó, quem enfrenta mais do que isso daí. [risadas] >> É, tá difícil. Tá difícil. >> Todos os empresários que a gente chama aqui são unânimes. >> Todos. Hoje eu garanto para você, eu passei 1 ano e 8 meses dentro da Secretaria da Mulher e eu viajei muito para muitos municípios, municípios grandes e municípios muito pequenos. E eu falo para você, não falta emprego no estado de São Paulo. Emprego não falta. >> Não falta.
Falta quem queira trabalhar. >> Examente. Mas por que que você acha que a gente teve essa defasagem de emprego aí nesses últimos anos? Que que você Acha? Quando eu tava na escola dando aula, eu chegava na na educação infantil, eu recebia na porta a mãe com a criança no colo >> indo trabalhar >> e falava assim para mim: "Tia, você criança de 1 ano e meio a 2 anos, tia, você põe o sapato nele, ele não quis colocar". Ah, eu já olhava pra mãe e falava: "Oi, um ano e meio ele não quis colocar". Eu
tive duas filhas. As minhas filhas com ano e meio, elas nunca queriam nada, você entendeu? [roncando] E aí você vê aí a hora que a mãe colocava a criança no chão, a criança se joga no chão >> e se ai. >> E eu ficava olhando, falava: "Senhora, vai fazer ai". Então, eh, ai é duro, né? Eu não sei mais o que eu faço com ele. A senhora não sabe? >> Eu, eu eu zou com o meu sobrinho lá em Caraque. Dou croque nele. >> Você entende? [risadas] Então assim, >> resumo fácil. >> Aí você vai
falar com essa mãe como eu fui, por, por exemplo, proibida de escrever bilhete no caderno dos meus alunos. A minha diretora me proibiu. Proibiu? Por que >> dis que eu era muito ríspida para escrever o bilhete? Porque, por exemplo, eu escrevi um bilhete, mãe, por favor, Fulaninho tá chegando aqui com a boca roxa de frio. Você não põe um agasalho nele que tá tá frio. Nós estamos no inverno. >> Você imagina se eu fosse eu, professor? >> Segundo dia, a criança tá lá com a boca roxa, >> tremendo inteira >> e a mãe não colocou.
E aí eu fiz um bilhete um pouco mais contundente. Mãe, >> eu pedi ontem, hoje aconteceu a mesma coisa, vamos eh ter essa atenção, por Gentileza. >> Aí a mãe veio e me respondeu que ela não vai colocar obrigar o filho dela de 2 anos a colocar o casaco se ele não quer. Ah, meu Deus do céu. E como é que é um bilhete que manda pra mãe dessa? Como é que é um bilhete aí? que mando bilhete. >> Como é que é o você mandando um bilhete para uma mãe dessa, como é que você
i escrever? >> Eu ia escrever assim. [risadas] Como é que você vê? Sua maconheira maldita. Você quer matar seu filho de frio, sua FDP? Pronto. [risadas] Assinado. Professor Castro. >> É isso. Você entendeu? Tio >> Castro. >> Tio Castro. >> Tio Castro. [risadas] E aí essa criança que com 2 anos não quer colocar o casaco, quando ela chega lá no fundamental, no sexto ano, essa criança vira para mim quando eu tô lá olhando o caderno e falo para ela: "Você não fez a Lição, eu tô assinando aqui. Se amanhã você não fizer de novo, são
duas assinaturas. Na terceira assinatura, eu vou chamar seu pai e sua mãe aqui. Aí essa criança olha para mim e fala: "Pode chamar, você acha o quê? que eles vão me bater, que eles vão fazer alguma coisa, pode chamar o que você quiser. E aí essa criança vai sair dali e vai pro mercado de trabalho. Você acha que ela vai querer cumprir Horário, >> ter eh eh regras para serem cumpridas, obedecer o chefe, >> obedecer alguém, né? Alguém. Eu eu acho que a na na verdade a minha opinião começou o problema começou com Bolsa Família
>> agravante agravante porque essas pessoas que não tem regra, que não tem disciplina, que não tem nada, para ela vale a pena um bolsa família, porque essa pessoa, ela é imediatista, ela Perde aquela coisa de, nossa, ai, eu queria ter isso, eu queria fazer aquilo, eu queria. Ela vai perdendo, porque o Alecrm Dourado, ele tem ali tudo que ele quer. Eu tive um amigo que ele era dono de uma, ele era dono não minto, ele era gerente de uma rede de lojas de sapato. E ele falava pra gente das mães que chegavam ali, mães simples,
pessoas humildes, que não que eh eh não tinham dinheiro e compravam em várias prestações um tênis de marca, De valor absurdo, porque a criança queria, porque como que ele não ia ter se todo mundo na escola tem? Como que >> aí? Aí as mães antigamente já tinha resposta. Você não é todo mundo. A resposta já vinha automático. Hoje que a senhora tá falando, eu tava no aeroporto lá e as esperando a mala lá e aí um veio a mala, menininha e e acho que tinha uns três, dois tr anos e e eu que tem que
Pegar a mala. Ele não conseguia pegar mala, né? E eu acho que não era nem o pai, era o avô dele. Falou assim: "Tá bom, vou, eu vou deixar você pegar a malinha, não sei o quê." E e eu do outro lado olhando assim moleque assim, ó, já com a mão engatilhada do croque, né? Porque lá em casa, >> fosse o meu era um tapa na orelha, né? >> Não, eu lá em casa eu tenho um croque lá que eu dou no meu no meu sobrinho neto lá que eu faço assim agora não precisa Mais
nem dar o croc, eu faço assim para ele, ó, ele já já era. Entendeu? >> Lá em casa a gente faz assim, >> mas você não criou >> a regressiva, né? Ah, >> dois no dois já parou de par. >> Você não criou os seus filhos com a educação positiva? Não, que educação positiva. >> Não, >> eu criei as minhas duas na educação positiva. Apanha de gato. >> Você vai fazer isso agora ou daqui 2 segundos? >> Aí, ó. Aí é positivo. >> Você vai escovar o dente agora ou você vai ficar sem dente para
escovar? >> A >> essa do dente. [risadas] Nossa, você é um monstro. É >> porque a psicologia e a a psicologia e a psiquiatria, os Especialistas da educação. [suspirando] Ai porque a criança ela traz com ela, ela tem que ser respeitada na individualidade. Tudo balela. E aí você fica olhando e aí você vê a criança que o pai bate na porta do quarto e pergunta se pode entrar dentro da casa dele. >> Meu Deus do céu. Não. Aí eu falo para você, essa criança vai se tornar um adulto que vai querer trabalhar, receber ordem, ter
horário, Ter salário, >> não vai >> construir uma família, ele vai viver de Bolsa Família. Para ele é muito mais tranquilo. Viver de Bolsa Família >> dentro da casa da mamãe até a mãe e o pai morrer para ele ficar com a casa. >> É, exatamente. >> Entendeu? É, é isso que a gente tem hoje. E essa é a educação que a gente tem hoje. >> E as universidades estão lá falando que seis por um é um absurdo, né? Tem que trabalhar um dia e universidades, né? São os professores, né? Porque eu tenho certeza que
o dono da da universidade quer que trabalhe na escala normal. Mas é uma, mas aí já vai entrando numa pergunta polêmica, deputada. Como é? Por exemplo, existe, eu sei que lá na na Lesp lá existe um lado, vamos dizer que é um lado bom da força e o Lado ruim da força, [risadas] vamos dizer desse jeito assim, né? >> O lado bom da força, o lado ruim da força. >> Os embates lá dentro, principalmente com essas pautas, com tudo, eu entendo que eles deveriam ser mais, eu acho que deveriam ser mais acalorados, mais assim, mas
eu, eu vejo algumas coisas só de da câmera para dentro. Quando sai da câmera para fora, os cara vai almoçar tudo junto. É isso mesmo. >> Veja bem, eu aprendi, eu aprendi porque eu também eu enxergava como vocês, né, >> que ali você briga e você não olha mais na cara. Se você tiver uma postura dessa, >> hum, >> você nunca vai ter um projeto aprovado, você nunca vai ter seu nada, porque tudo tem que ser votado. Tudo tem que ser votado. E um dia um deputado falou uma coisa que me levou à reflexão. Aqui
nós discutimos no campo da ideia e da ideologia, não no pessoal. >> Mas deixa eu te cortar, deixa eu te cortar. >> Você nunca deve vontade de avançar em ninguém no pescocinho, dar uma apertadinha lá dentro >> conhecendo a professora. >> Conhecendo a professora. Porque eu já eu já me eu já me simpatizei total com a senhora. Professora, professor, eu tenho, eu tenho, eu tenho uma passagem, Duas, três, eu tenho uma passagem [risadas] >> 15, 20. >> Eu sou uma pessoa muito tranquila até a página dois. >> Uhum. >> E eu tenho uma passagem que
tá no YouTube e eu fui parar até no no programa lá do Pânico por conta dessa passagem. >> O que o que que aconteceu agora? Conta pra gente, ó. Ó o corte. Ó o corte, >> menina. >> Ó o corte, menina. [risadas] >> Aqui a gente adora uma fofoca. A gente adora uma fofoca. >> Não é? Eu sou tranquila. Eu sou da paz e eu respeito essa coisa do >> até pisar no calo da senhora, né? >> Exato, né? Então assim, eh, votação de cassação do Mamãe Falei. Teve isso daí. Artur do Val veio aqui
inclusive, né? Como você estamos >> de É, ele agora ele tá tá aí tentando Recuperar as bobagens que ele fez. Vai tudo bem até até falar no sobrenome da senhora. Aí ele vira o bicho. É. É. Não, ele me odeia. Ele tem uns problemas comigo. [risadas] Falou de um monte de besteira aí. Mas tá tudo bem. Ele é muito novo. Ele ele vai ele vai amadurecer ainda. Ele vai amadurecer. >> Mas enfim. Cação do Artur do Val. OK. Estamos lá na votação. Aí vem um deputado do PT que há uma semana atrás subiu na tribuna
e foi extremamente Mal educado, foi extremamente eh grosseiro, falando mal da Dra. Nísia Maguchi. E foi de uma de uma grosseria, de uma falta de educação, de uma falta de ética absurda. Tanto que eu peguei e levei o caso pra comissão de ética da casa. Perfeito. Aí no dia vem esse deputado no microfone de parte. Eu tô sentadinha ali quietinha. Ele vai no microfone contra a misoginia. Um absurdo quem agride mulheres. Por a fala desse deputado para com as mulheres é um absurdo inaceitável. E eu tô sentada ali. Aí esse deputado saiu e encostou ali
do lado. Eu olhei pra cara dele, eu não aguentei, né? Eu olhei e falei assim: "Sim, entendi aquilo que o senhor falou a semana passada de uma mulher ali. Pode o que esse deputado falou não pode. Não tô entendendo. É você aí? Eu tô sentada. Ele é você me Colocou no na comissão de ética, deputado. Tira esse dedo daí. Senhor tá pensando, você tá falando com quem? Tira o dedo. Não, porque não sei o quê. Eu falei duas vezes para ele tirar o dedo >> do meu rosto. >> É, foi educada. >> Na terceira vez
eu levantei, só que naquele dia eu tava com a minha bota, com o salto mais alto que eu tenho. Foi, foi uma, >> aquela poderosa lá, >> foi, foi uma infelicidade dele, >> dele, dele. >> Eu levantei e falei para ele: "Ah, é, Machão, então vem, que que você vai falar agora? Fala para mim." arrepiou. E >> foi, >> cara, foi muito terrível porque daí o pessoal veio para cima e eu >> Você quer seru grandona? Tava grandona. >> Eu tava tava. Falei: "Cara, você não vai falar assim comigo, você vai falar assim com a
tua Laia lá, com >> as suas negas. >> Vai lá com o seu povo do PT, comigo você não vai falar assim. >> E foi e aparece lá falando que que é, ô Machão? Que que você tá? Aí aparece uma deputada agarrada na minha cintura que eu indo e ela se arrastando. [risadas] Nossa, >> o senhor se transformou? >> É porque assim eu admito muita coisa, tem muita coisa que dá para para levar, mas não não venha ocupar um espaço que Não é seu, não ultrapasse limites, por exemplo, o que tá acontecendo aí com a
comissão da mulher. Então, e já aí vou cair na pergunta aqui do Cecílio Montoca, que é um é um outro moderador nosso aqui, foi boa noite, Washington Castão e deputada Valéria. Deputada, um dos seus projetos se eh se trata da defesa das mulheres. O que a senhora acha desse projeto da lei sobre misoginia? Um forte abraço a todos. Não concordo. Eu já não concordo porque Primeiro que eu acho que a nossa parte jurídica já é muito subjetiva, extremamente subjetiva. >> Pode com a senhora. Eu não me conformo que uma lei pode ser interpretada de várias
formas, >> várias formas, >> por vários advogados, por vários juízes. Isso para mim não funciona. Ou a gente tem uma lei que ela é desse jeito para fazer isso e isso tá certo e Isso tá errado, ou então é essa bandalheira que a gente tem aí. E esse da misia, ele é absolutamente absurdo, totalmente subjetivo. Totalmente subjetivo. Eu não concordo com ele. Não concordo. >> A senhora não acha que esse que esse esse essa lei que essa lei ela vai inclusive >> eh dificultar a contratação de mulheres pelo pelo pelo pela pelas empresas. Porque eu
acho assim, eh, O que que essa lei hoje, o que que a lei hoje ela ela faz? Se a pessoa eh eh realmente faz, tem uma situação de misogenia, o que que a lei faz? Prende? Não, não prende. Vai paraa interpretação, diz que não, diz que isso. O advogado de defesa depende de quanto dinheiro a pessoa tem para o advogado que ela paga. Bom, quantas quantas eh eh liminares e não sei o quê. Adianta não. Só vai criar problema. O que a gente vê é o seguinte, gente. As pessoas precisam entender que tudo que vem
da esquerda vem para separar grupo e minorias para todo mundo ficar brigando e discutindo, enquanto lá em cima eles estão >> rodando tudo, roubando e eh passando a perna e isso fica aqui embaixo. Se se eles se importassem tanto com as mulheres, eles não permitiriam que um transasse a Comissão das mulheres. >> Era outra pergunta que eu ia falar sobre a o deputado Érica Hilton, né? Que isso? >> O que que >> deputado Érica Hilton? >> O deputado. >> Deputado. >> Tá certo assim? Fala assim. Para mim tá >> a lei inclusive o STF inclusive
o STF inclusive a o STF nos deu essa esse direito pra gente não cometer aí é o deputado Hilton para não dizer o nome de de batismo dele que eu esqueci agora. Acho que é Rafael >> Felipe. >> É Felipe. Felipe Felipe Silva Santos ou Santos Silva, uma coisa assim. Então qual qual ele representa? De jeito nenhum. De jeito nenhum. Você me desculpa. Eu briguei a minha vida inteira para conquar conquistar meu espaço. >> Exatamente. >> Eu acho que isso é um desrespeito com mulheres que lá atrás fizeram muito para conquistar o espaço, que hoje
a gente tá aí eh eh usufruindo e conquistando cada vez mais. Agora eu vou ter que brigar para reconquistar meu espaço porque a pessoa vestiu uma saia, porque a pessoa se sente mulher. Você pode se sentir mulher, cachorro, árvore. Você pode se sentir o que você quiser. O que você se sente é um problema exclusivamente seu. O que você faz entre quatro paredes é um Problema exclusivamente seu. E eu sou uma apoiadora. >> Quer? Vamos lá. Eu vou te ajudar você lutar pela sua secretaria, pelo seu ministério, pela sua comissão permanente. Não venha invadir a
minha, não venha ocupar o meu espaço, não venha me falar que eu sou pessoa que gesta. Pessoa que gesta é a mãe dessa deputada aí, desse ser vivo, >> entendeu? Essa é uma pessoa que gesta. Eu sou uma mulher, sou mãe, sou mãe de Duas meninas e jamais vou permitir, eu vou concordar um negócio desse. Não concordo. Sou bióloga. Além de tudo, para piorar o discurso da esquerda, eu sou bióloga. >> Então não vem discutir ciência comigo. Ah, porque uma mulher trans é mais do que a ciência. Não, não é mais do que a ciência.
Na verdade é uma uma mulher é entendo, na verdade. Olha olha olha o que que ela o que ele falou aqui, ó. As pessoas têm que entender que a mulher Moderna, mulher moderna, ela não menstrua, ela não gesta e ela pode sim ter pênis. >> Ah, tá. >> O quê? >> Quem definiu isso? >> Interpênis. Ela >> quem exato. O grande, o grande cientista, filósofo, o grande. Sabe o que que isso mostra? cientificamente a neurociência E a e a ciência neurociência ela coloca e aí eu falo para quem não leu, leia, tem um livrinho que
chama Poro e as mulheres fazem amor, leiam esse livro que ali a biologia conta. O homem, por si só, eh eh biológico é dele. Ele tem uma autoestima muito maior do que as mulheres. Isso é ciência, ninguém tá discutindo, não é briga. Assim como a visão do homem, ela é de profundidade. A visão da Mulher é periférica. Por isso quando você chega na sua casa, você abre o seu guarda-roupa, você não acha a blusa que você quer. >> Não acho. >> E aí você pede pra sua mulher, aí ela pega e fala pra blusa que
vai esfregar a blusa da [risadas] >> ela acha a blusa e >> isso acontece com a manteiga. >> Com a manteiga dentro da geladeira. [risadas] Nunca acho manteiga. >> Andreia, um beijo. Obrigado por sempre mostrar onde tá a manteiga. [risadas] BR. Eu falo isso e todo, toda vez que eu falo, eu falava quando eu ia abrir as carretas tudo, eu falava, gente, o marido enfia meio corpo dentro da geladeira para procurar a manteiga. A gente nem olha para dentro da geladeira, você só estica o braço porque você sabe que a manteiga tá ali. >> Isso
é biologia, isso é ciência, isso é Fisiologia, isso é metabolismo, isso >> não tem o que fazer. E pode se sentir o que você quiser. Isso não vai mudar. A hormonização muda. A hormonização ela vai diminuir. Ela pode dar uma uma mascarada, mas não vai mudar isso daí. Então vamos fazer o seguinte. Você quer ser trans, você quer ser L, G, B, T, Q, I, mais, menos.Í, o que for. >> Você pode ser o que você quiser. Lute pelo seu espaço. Vai lá buscar um Ministério para você, uma secretaria especial para você. Busque o seu,
não venha tomar o meu espaço. Eu não vou permitar. >> É isso aí. Você tá vendo muito bom. Muito bom. Eu queria, eu queria muito que a mãe dele tivesse pênis. cair ele não tava aqui, né? Porque ele não ia [risadas] o que eu vi, >> ele não ia tá aqui. >> Sabe uma coisa que eu não entendi? Uma coisa que eu não entendi. Eu falei até Pro GG semana passada, ele ela, sei lá, Erica Hilton, ele é casada com a mulher lésbica. É isso? Casada. >> Não é uma é um trans que é uma
mulher que virou homem. >> Então, mas pera aí. Então é assim, >> é, eu também a nomenclatura para mim é impossível. Mas aí que tá na hora do do vamos ver mesmo os dois é configuração de fábrica, filho. >> Configuração de fábrica. >> Configuração de fábrica, filho. Funciona Normal porque é o bagulho na bagulha lá e vai. [risadas] >> Eu entrevistei a Cabelena. Eu entrevistei a Cabelena. É a primeira mulher trans na Polícia Militar, né? Primeira mulher trans na Polícia Militar. E eu estava numa entrevista ali até, né? Legal. >> Aí quando eu peguei e
falei assim e ela falou assim: "Então, eu sou uma, eu me, eu sou uma mulher trans, >> pera aí, detalhe. Ela é tem que Respeitar. Eu achei muito interessante a entrevista. Eu ri bastante, mas a gente tem que respeitar porque é o é o que ela gosta lá. Então é você, eu sou mulher, mas eu sou casada com mulher. >> Pronto. >> Aí eu peguei e falei assim, ela falou: "Não me relaciono com homem. >> Eu me sinto uma mulher, mas eu eu sou casado com com uma mulher." >> Não, pera aí. Ela é um
homem. >> É, ela é um homem que se mulher casada Com mulher, gost de mulher, mulher casado com a mulher. Aí eu falei, aí eu, aí ela pegou, ela pegou, ele pegou e falou assim para mim: "É que me e eu sou e lésbica". Aí me deu um nó, me deu um nó na cabeça e eu tô até agora sem entender. >> Mas aí é que tá tudo bem. >> É, não, tudo >> tudo bem. O que faz em quatro paredes para mim tá tudo OK. Só que não vem a interferir No que é meu,
no que nós conquistamos, no que nós estamos aí >> trabalhando para conquistar duras penas. Não é fácil. >> O mecânico, o mecânico, não, o mecânico alvejado. Eu quero saber [risadas] alvejado, mano. >> Tem um funileiro assim que >> foi que >> que ele falou >> meu. >> Tem um funileiro assim dele. >> Tem um funileiro dele que é assim, >> que é assim, que é desse jeito, [risadas] >> sabe? Tudo bem, vai fazer o que você quer, vai ser feliz. >> E hoje >> vai ser feliz agora não vem falar em hormonização de criança, >>
não. [limpando a garganta] Deus, >> não venha falar para mim que criança trans não venha. Isso não existe. >> Eu dei aula pra criança >> muito tempo. >> Eu trabalhei 32 anos. Não venha você que não conhece, que não sabe, que nunca esteve dentro de uma sala de nunca teve contato com criança, fala besteira para mim. falavam tanto, você não lembra na pandemia, >> a esquerda porque a ciência, porque a ciência, os negacionistas, porque a ciência agora a ciência não presta mais, >> não existe mais. >> Agora não presta ciência agora. A mulher não pode
ser reduzida. Foi na foi na roda viva aí. A mulher não pode ser reduzida a menstruação, a um útero, a genitáli. Falei: "Exatamente, pela primeira vez eu concordei. Exatamente. Nós não somos reduzidas a isso. Nós somos fisiológicas, metabólicas, eh anatomicamente neuro e eh tudo diferente do homem. É tudo diferente, é massa muscular, Constituição óssea, como é que você vai agora a o COI finalmente no fim do túnel, né? >> Passou da hora, né? Que brincadeira. >> Eu vi uma luta de um de uma mulher trans biológica. Pelo amor de Deus, ela ela a o a
o cara, né? Acabou. Como? Agora eu pergunto, o homem a, aliás, a mulher que se sente homem, que é trans, ela quer disputar no no quer aí não quer. Você entendeu? >> Tem um amigo meu que ele tava com Caminhão de de de cimento lá para descarregar, falou: "Procuro e homens trans, né, para descarregar". [risadas] Pareceu nenhum. Não apareceu nenhum para descarregar. Gente, aproveitando, aproveitando [risadas] aqui, ó, 1000 pessoas ao vivo online. >> Deixa um like, hein? >> Deixa o like. Pouco like, hein, galera. Coloca o dedo no like aí. 1000 pessoas ao vivo agora.
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novo comandante geral de >> novo comandante geral da >> Tocantins. >> Ah, que Tocantins. Agradecer ao novo comandante geral de Tocantins, ao coronel, ao coronel Cláudio que assumiu lá, né, como novo comandante geral de de de Tocantins. agradecer ao coronel Barbosa que passou o comando para ele, nos convidou lá para participar. Agradecer ao tenente coronel Veiga, que é subcomandante da força nacional, meu meu amigo, gente boa demais, ao coronel Edson Raiado de Goiás, que também estava lá, o ao Silvio, ao Silvio lá, que é o perito lá, que nós fizemos um podcast com ele lá
também, ao Silvio Jaca, né? agradecer a todos. Tem vários coronéis aí, ao ao aos cantores Henrique Juliano que abriram abriram lá. Você andando de BM lá, hein, mano. >> Andiam de BM3, né? >> Acho que foi M3, M2. >> M3, M3. >> M3. >> M3. 800 cavalos. >> Louco. Você é louco. >> Então, agradecer aí o Henrique Juliano, ao pai dele que abriu lá a fazenda pra gente lá passar um dia, uns dias maravilhosos lá. Depois fomos na festa lá na no sítio deles. Quero agradecer a todos e dizer que Tocantins é muito bonito. Gostei
muito da cidade e vou voltar aí para conhecer o Jalapão e mais pontos turísticos lá. A agradecer também A Ana Paula, que ela é a secretária de turismo lá, que fez um convite para mim conhecer lá o Jalapão e outras outros lugares maravilhosos que tem lá em Tocantins. Beleza? Então tá recado dado a todos aí. É isso aí. Aproveita alguma pergunta, tinha uma pergunta aqui pr pra deputada. Pera aí, deixa eu achar rapidinho. Enquanto você acha aí, ó, o Cecílio já mandou dois >> super chat. >> Dois super chat. O primeiro ele Perguntou da deputada,
pera aí, que tá aqui na pauta. Ele perguntou da deputada que ele pagou, inclusive pagou. A gente tem que falar. Boa noite, Won Castão. Você falou, né, >> senhora? Projeto sobre a lei de misia falou e agora ele mandou mais R$ 5 aqui no super chat. falando que mudar para Sorocaba. Sorocaba a gente tá com super projeto, tem mais de 500 milhões de VGV lá. Então temos casas, projet eh um projeto de casa de R$ 600.000, casas de 110 m mais ou menos. Tem que olhar com o Serjão aqui. Projeto Minha Casa, Minha Vida e
Loteamento. Logo logo a gente já vai abrir vendas. E Cecíli, ô, você tá investindo na Ionda, você vai investir lá também, pode certeza. Logo logo você tá mudando para Sorocaba. Valeu, meu irmão. Deputado. E aí, os investimentos da senhora, qual que como é que a senhora faz investimento hoje? [risadas] >> Já querem que investir tijolo aqui, né? >> Tijolo. Você aplica em bolsa? O que que Você faz com seu dinheiro? >> Com aquela bolada lá. >> Faz aquele monte de dinheiro. Monte de [risadas] dinheiro. Muito legal. Quem vê pensa, né? >> Não, então porque as
pessoas, né? Eu sou, eu sou aposentada da, da, do município de, de, de Campinas, né? Professor aposentado, então eu ganho muito. >> Oxe, >> eu tenho um salário imenso e tenho Salário de deputada, >> que não é aquelas coisas toda, né? Que não é, >> a gente vai, eu vivo disso, né? Eu não sou empresária, eu não tenho nada, eu não tenho absolutamente nada. >> Como não tem nada? >> Então, eu tenho minha casinha, meu apartamento, meu carro, meu nada. nosso nosso apartamento, nosso carro e só >> examente vamos investir comprar os tijolinhos, deputada, colocar
um uns Estudiozinho aqui em São Paulo para ganhar uma rendinha passiva. Vamos, eu tenho duas filhas, uma filha morando fora, outra morando aqui, estudando, é faculdade, é não sei o quê, é >> só Jesus da minha causa. >> Mas vamos que vamos. Quiser conhecer www.corporadora.br. Vamos conhecer. >> Vamos conhecer >> e vai. Ah, e outra coisa, você que quer alugar o seu podcast, você não tem Podcast, você quer desenvolver ao vivo 1000 pessoas. Ó, você tá perdendo tempo, você é empresário, tem empresa, quer criar um conteúdo legal, você que quer construir um canal no YouTube
entrevistando pessoas, você tem conteúdo, quer divulgar a tua empresa, quer divulgar uma um um curso, trazer pessoas para ter esse bate-papo legal, criar um conteúdo positivo pras pessoas. Estúdios.com.br. br. Nós temos um estúdio totalmente Estruturado para você que tá em casa no precinho para poder construir o seu podcast, o seu conteúdo pra empresa ou para você se divertir, trazer amigos, conversar. Nós temos agenda livre, entra lá no site, dá para você agendar por ali, fechar por ali, olhar os nossos horários e, ah, eu não tenho corte, a gente faz o corte para você. Ah, eu
não tenho canal, a gente faz o canal para você. Você quer TikTok, a gente faz tudo. Se você quer criar um projeto mais Legal, quer fazer o o podcast na sua casa, a gente tem equipe para atender e fazer seu podcast em casa. Você tem uma loja de carro, você tem um material, sei lá, estética, quer fazer o podcast lá dentro, a gente leva a estrutura toda para vocês. studiososneider.com.br, desculpa, snyiderstudios.com.br. E vamos que vamos. Ô deputada, pedido pra senhora passar o o @ da senhora aí o Instagram. >> O Instagram é Bolsonaro Valéria. O
Facebook é Valéria Bolsonaro. TikTok Valéria Bolsonaro também. E >> só colocar Valéria Bolsonaro que vai vai localizar. O único que é o contrário é o Instagram que é Bolsonaro Valério. >> O restante é tudo Valério Bolsonaro. E a minha pergunta pra senhora. A senhora vai se candidatar a deputado? vai se vai tentar a reeleição esse ano aqui. >> Atualmente eu sou pré-candidata a deputado estadual aqui por São Paulo. Eu Gosto de ficar aqui no estado. Eu >> não quer se aventurar lá no no no lá no no Congresso? >> Não, eu tenho eu tenho esse
trabalho já aqui concretizado. Eu gosto de estar perto da população, eu gosto de estar perto das pessoas. Eu prefiro tá aqui, que eu acho que é mais valioso. Eh, e quando eu preciso de alguma coisa maior, aí eu tenho amigos lá, eu vou pedir pros deputados federais, senador, o que precisar, a gente corre para lá, mas eu Prefiro tá aqui fazendo esse trabalho, conversando com as pessoas, ouvindo o que que as pessoas precisam, que eu acho que que é um trabalho necessário. Gosto muito de município muito pequeno, >> que é onde são os maiores déficits
estão ali nos municípios pequenos que normalmente o político não dá muita bola porque tem pouco voto. Então eu tenho esse trabalho mais de formiguinha. >> É o que mais me interessa. >> Eu eu tenho algumas notícias aqui que eu Queria que a senhora comentasse. >> Diga, >> ó. Feminicídio sobe em 31% em São Paulo no primeiro bimestre de 2026. Que que a senhora acha? Essa matéria, só para complementar, para falar, é da CNN Brasil. Ela foi feita no agora, hoje, na verdade, saiu hoje, dia 31/03, e fala que o estado registra 55 casos nos primeiros
2 meses do ano e foram 42 do mesmo período do ano passado. O que que a senhora acha? >> Eu tenho alguns eh eh é o que a gente estava conversando, nós temos alguns pontos a serem discutidos. Primeiro, nós temos aí uma justiça muito falha, né? Você como policial sabe bem o que é isso. Vocês vão pra rua, vocês vão lá, pega e aí a pessoa vai, fica presa, né, e vai pra rua de novo. Então isso é um caso sério e a gente tem um problema sério com isso. A Secretaria de Segurança Pública desenvolveu
o aplicativo SP Mulher Segura, que ajuda Muito as mulheres. Ali consegue fazer boletim de ocorrência online, consegue entrar com a cabine lilás direto. Então, aciona ali o botão do pânico, cai dentro do cupom, fala com uma policial militar que tá preparada para ajudar essa mulher que tá sofrendo violência. Então você tem todo esse aparato, inclusive tornozeleira eletrônica dos agressores que são linkadas no aplicativo da mulher e ali a mulher que tem medida protetiva e o cupom faz esse monitoramento. Então Se esse esse agressor ele chega, ele ultrapassa a medida protetiva, o cupom manda a viatura
para prender esse cara, esse agressor, e a mulher não fica nem sabendo. Então essa é uma forma e eh que tem ajudado bastante as nossas mulheres, mas mesmo assim a gente tem alguns problemas. Por exemplo, o que eu falei, né? A população, a a sociedade civil tem que ser chamada pauta, porque essa violência toda é aquilo, a pessoa é contrariada para sua vida inteira sendo Eh eh ali tendo tudo que quer. Na hora que é contrariado, a moça falou não pro rapaz, tomou facada. O outro, a moça falou que não queria continuar o namoro, eh
foi morta. Então assim, nós temos que chamar a sociedade civil para sua responsabilidade também. Nós precisamos fazer um trabalho com os homens e esse trabalho tem que ser feito. Nós temos aí alguns trabalhos em alguns municípios que são feitos com os homens, falando sobre masculinidade Positiva, justamente para acabar com esse negócio de quem manda sou eu. essa essa situação que a gente ainda tem dentro das periferias e comunidades. Eu falo, a escola perde um pouco o poder quando ela instrui a criança, mas a criança chega, a mãe tá apanhando do pai, tá apanhando do namorado,
tá? Porque gente, eu só dei aula em periferia. A constituição familiar é complexa lá dentro. >> Então assim, eu dei aula paraa criança de educação infantil que dentro dos dois cômodos que eles moravam eram duas crianças de 4 anos, 5 anos e a mãe trazia o namorado, a irmã de 15 anos trazia o namorado também, tudo ali dentro da casa. Muitas vezes essa mãe apanhava. Então assim, toda essa constituição, a gente tá falando de cultura. Para você mudar uma cultura, você demanda um tempo muito maior. Então é Complicado. >> Ó, outra notícia aqui também da
CNN, essa saiu, saiu no dia 6/03, a cada 24 horas, 12 mulheres foram vítimas de violência em 2025. >> Exato. Exato. >> Que que você acha? Exato. É, é tudo isso que eu falei. E a justiça também que prende, solta, porque a tal da, >> como é que fala? Não sei o que lá de custódia lá, como é que chama? >> Audiência de custódia. Audiência de Custódia. >> Um câncer, >> né? Então assim, o cara bate, espanca, aí a polícia chega, ele chega lá, audiência, vai pra audiência de custódia e sai e sai, sai livre.
E aí ele volta lá e mata a mulher. Exatamente. A o o a impunidade, o >> impunidade é um é deputada, a impunidade tem que ser >> ajuda >> combatida. Porque se o cara, se o vagabundo que bate mulher, porque o cara que bate mulher é um vagabundo, ele não merece nada. Ele soubesse que, ó, você bateu na sua mulher, você matou sua mulher, você vai ficar preso e vai cumprir de ponta. Não vai ter regalia, não vai ter saidinha, não vai ter nada. Mas você tá falando, você tá falando no caso, desculpa, deputada, você
tá falando na verdade no caso de Maria da Penha, tal, essas coisas e também no Caso de mulheres que aproveitam disso, >> que é o contrário, [limpando a garganta] que é, >> eu vi um vídeo, na verdade, a mulher dando vários tapas na cara do cara, vi no Instagram, me dá o celular, me dá o celular, me dá o celular. Deu uns 10 tapas na casa do cara, ele reagiu em um, ela falou: "Você se fodeu, vou pra delegacia, vou acabar com sua vida." >> Acabar com a sua vida o que acontece. E é o
é o que pode piorar nesse negócio da Dessa desse pele da misogenia. >> Só vai piorar porque é totalmente subjetivo. Se você olhar para uma mulher e falar para ela: "Ai, você tá você tá chata hoje, você tá de TPM, isso pode ser considerado uma violência contra a mulher pelo SPL dessa dessa misogenia." Quer dizer, o que você falar paraa mulher, dependendo do que ela considerar naquele momento. Então assim, essa subjetividade ela causa problema, você entendeu? Então Nós temos vários problemas. A a o grande problema, eu acho que o maior problema que nós temos hoje
de violência é a violência psicológica com a mulher. E isso é um é um caso grave. Por quê? Porque ninguém vê. E a mulher também muitas vezes não percebe. E é uma coisa muito complicada, porque quando a mulher percebe ela já tá no chão e quando alguém vai ajudar ela já tá destruída também. Então é uma Situação difícil e tem muito homem que faz essa violência de você vai sair para onde? Olha o jeito que você tá gorda, ninguém vai gostar de você. Você tá feia, você tá horrorosa, você tá isso, você tá aquilo e
vai detonando com essa mulher. Esse é um é um é um fator, porque gente, ninguém casa e sai batendo na mulher. O o agressor ele tem um modus operante dele ali já eh decifrado. >> Ex. >> Todos são príncipe encantados que não Querem que as mulheres trabalhem fora, que não sabe essa essa coisa que a mulher, só a mulher que não tem condição financeira é vítima de violência, não é? Não é >> a a subnotificação de mulheres, principalmente em cargos de destaque, é muito maior, porque ela não fala que ela apanha do marido porque ela
tem medo de perder o emprego, de perder a credibilidade na na empresa, >> vergonha, vergonha da família. Então você tem toda uma situação, é um assunto muito complexo, não é um assunto fácil. Ah, ó lá, ela apanhava e voltou com ele. Você tem toda uma dependência psicológica, dependência muitas vezes financeira. Então é um assunto polêmico. Por isso que eu falo, a escola e as famílias precisam voltar a conversar, porque hoje você chama pai e mãe na escola, o pai e mãe não vai saber o que que a criança fez. Ele vai saber o que Que
o professor fez com o alecrm dourado dele. >> Exatamente. >> É isso. >> É o o pai já chega na escola se voltando contra o professor, >> batendo em diretor. É, >> batendo em diretor, batendo em professor, bat, sabe, ameaçando o pai do do Não teve o caso lá do do Aí a gente não vai falar da da de seres humanos, vamos falar do animal lá, mas os pais Não foram ameaçar o o porteiro. >> Exatamente. >> Então, hoje, gente, é o que eu falo, a sociedade não é chamada pauta e aí, como é que
faz? Não, mas é é uma realidade. É uma realidade, é uma realidade. >> Uma pergunta pra senhora ligada à educação, eh, e que tá tem e quando os cara mexe lá dá muito problema. Escola cívico-militar, a senhora é a favor? A senhora é contra? A senhora polêmica? Polêmico. A senhora é é a senhora é a Favor com algumas restrições? >> Não é polêmico. >> Que que qual é qual é a a opinião da senhora sobre? Escola cívico-militar, ela ia resolver mais de 90% dos problemas que a gente tem nas escolas. >> Mais de 90%. Qual
é o problema? Por que que a esquerda não quer escola cívico-militar dentro das escolas? >> Que eficiente? Além de ser eficiente, ela vai mostrar o professor que não quer ensinar e vai Coibir o aluno que não quer aprender. >> Pronto. >> Então isso daí é um problema, porque você me desculpa, nesse tempo todo que eu já dei aula, eu já vi muito professor de história pegar os alunos, sentar e passar filminho e a aula tá dada. E Dane-se. Quem é que controla isso? Então esse tipo de professor não quer alguém ali que pode fiscalizar e
pode falar isso tá errado pode questionar [suspirando] a a liberdade de cátedra dele. >> Um vagabundo de liberdade de cátedra. >> Quem não quer escola cívico-militar não quer porque não quer disciplina, não quer trabalhar, não quer fazer nada. E os eles ficam na cabeça dos pais falando que vai ter que bater continência, vai ter que cantar o hino. Nossa, que gravidade, né? Ter que cantar o hino, vai ter que usar uniforme, vai ter disciplina. Nossa, olha que absurdo ter Disciplina. Então assim, não tem polêmica. E em Campinas eu tentei, eu fiz, eu fui, fui em
várias reuniões, conversei com a população, a população tinha aceitado. Aí um vereador do PCD B que era muito amigo de um procurador e tinha dado uma medalha >> procurador, melou tudo. E o que eu não me conformo, deputada, é professores Contra isso, >> porque eles não querem ser vigiados, eles não fazem nada. >> Aí quando apoia na escola >> isso, eu não tô falando de todos os professores. Veja bem, tem muito professor bom. Eu não, Exatamente. A gente não pode generalizar. Tem muito professor bom, eficiente, com vontade de dar aula. Esse professor aceita a escola
cívico-militar. Ele concorda. Só que se ele falar, ele tá ferrado. >> É lá dentro. Ele vai ser, >> ele tá ferrado porque ele vai ser totalmente eh eh crucificado dentro da escola. >> Crucificado. >> Esse professor aceita e acha super legal porque ele vai ter ajuda. Gente, tem escola que o o professor faltou porque o professor tá lá também acabado, >> estressado, >> né? Ele falta, o aluno vai embora mais cedo. Se acontece alguma coisa nesse percurso, a culpa é da escola. >> Responsabilidade da escola. Você entendeu? Então assim, se você tem ali uma ajuda,
você tem ali um militar, seja ele do exército, seja ele da Polícia Militar, seja ele do bombeiro, seja um militar que esteja ali, ele pode eh desenvolver um um projeto de leitura, de reforço, ele pode dar aula de música >> ou educação física, >> educação física, tudo isso o militar Pode fazer >> e deixar bem claro para quem tá assistindo a gente aí 1000 pessoas, quase 900 pessoas assistindo a gente, que o o policial militar ele não vai lá tá na sala de aula, ele vai administrar a escola porque pessoal, ah, vai tá um policial
armado dando aula pro meu filho, tem nada a ver com isso. Tá aqui a deputada que vai esclarecer isso. >> Não, ele não vai mexer na parte pedagógica. >> Exatamente. >> A parte pedagógica continua exatamente, seja ela municipal, estadual, ela vai permanecer a parte pedagógica. permanece com a direção da escola e com os professores. Os militares estarão ali para suporte, para contribuição, para manter a disciplina, para tirar os os traficantes do lado. Porque eu durante muito tempo na minha escola teve situações que eu Tive que entrar na comunidade para pedir licença para poder fazer a
minha festa junina na escola. Porque se a gente não pedisse licença, não tinha festa junina. >> Situação, né? >> Que absurdo. Agora cabe isso? >> Não cabe. É um absurdo. >> Então assim, aí é é esse tipo. E esse pessoal também não quer escola cívico-militar. >> É lógico que não. >> Esse pessoal também não quer. Traficante também não quer. Também não quer >> porque vai perder ali um soldado. >> Entendeu? Exato. >> É. vai perder um soldado. [risadas] E porque para eles é importante o aluno o aluno tá ali contribuindo com o tráfego. >> Exatamente.
>> Sendo um aviãozinho do tráfego, sendo aliciado. Aliciado pelo tráfego. >> Examente. Não existe polêmica. É muito Claro. É muito claro. Só não concorda quem não quer. Quem não quer e um ensino melhor, quem não quer, quem vota num presidente analfabeto, que que é autodeclarado, preguiçoso, não gosta de ler. É esse tipo de gente. >> Cara aí que a gente não sabe, sabemos quem é. É um só tem nove dedos. É no dedos. >> Ninguém imagina quem é. Essa >> é um que só tem nove dedos, >> entendeu? Ó, Paulo Chuchu falou: "Se você fiz
comprar na moca, ele vai comprar um, se você tiver fazer um vendimento na moca, ele vai comprar." Olha o Chuchu. Não, o pessoal já entrou em contato com o Chuchu aqui. Já tô até sabendo aqui, ó. Tem dois terrenos para vender aqui. Já tô, já tô sabendo. Chuchu, vão te ligar amanhã lá na engenharia, tá? Pronto. >> Aproveitar aí que a gente tá com 1000 pessoas, 960 pessoas. fala do nosso Patrocinador aqui, a magia das pizzas que mandou aqui pra hoje não mandou porque eu que ramelei que não mandou o endereço. Magia das pizzas, melhor
pizza da zona leste na cidade líder 11. Eu vou mandar aqui pra Larissa, ela vai colocar no chat. Magia das pizzas do Wellington, meu investidor. Tem umas 20 pizzarias aqui na região. >> Top. >> 1199438 4806 E 9 8735 7427. Pensa na pizza top. Você lembra que ele mandava aquelas de >> você é louco, mas Wellington é top. Magia das pizzas. Chama lá. A Larissa tá colocando os telefones agora aqui no chat. Você quer comer uma pizza agora? Pode entrar no chat aí que já vai tá lá. >> Ó, não sei se is daqui acontecer
com a senhora também. O Luís Valentinho falou assim: "Trabalho em escola pública, sei que os os únicos pais que comparecem nas Reuniões são pais de alunos que não dão trabalho. [risadas] Os que dão trabalho não vai. >> Pra gente fazer reunião, você só consegue a presença de pais se era para pesar a criança, dia de entregar o vale leite, vale não sei o quê, vale?" Aí os pais iam, >> aí você conseguia fazer a reunião de pais, caso contrário você não consegue. Mas mesmo assim acabaram com o dia dos pais na escola. >> Acabaram. >>
E quando acabaram com o dia dos pais na escola, eu avisei: "Vão acabar com o dia das mães também". >> E fizeram. >> Agora é é o dia da família. >> Dia da família. Só que dia dos pais e dia das mães você tem o apelo >> que é aquele dia. Então você tem inclusive um apelo comercial e etc. Mas que força você fazer ali naquele dia? Dia da família tem algum apelo? >> Nada. >> E aí a escola marca para fazer um mês. Ai esse mês não deu. Nós estamos correndo muito. Marca pro outro.
Marca pro outro. Marca pro outa percebido. >> Acabou. >> Acabou. Você não tem mais nada. Você não tem escola, você não tem família dentro da escola. E aí veio essa desgrameira toda. Aí, >> deputada, qual que é o plano da senhora para daqui 5 anos? Eu sei que você vai Se reeleger, tal, tudo, mas e depois no Senado? >> Pensou no Senado? Não, eu tenho eu tenho um projeto pessoal eh de defesa das mulheres, de continuar trabalhando com mulheres, mas uma coisa maior que que possa trazer eh mais contribuição para paraas mulheres. Eh, e esse
é um projeto grande que eu tô desenvolvendo. Quero continuar na vida pública, assim, porque eu falo que se a gente que quer Fazer alguma coisa pro bem sair, muitas vezes quem entrar não vai fazer a mesma coisa que a gente. >> Eu entendo. >> Então eu acho que esse trabalho que a gente pode fazer, como por exemplo dos surdos aí, que é um trabalho que faz muitos anos que eu tô tentando eh eh trazer isso à pauta e e outras pautas aí que a gente tem para desenvolver no final do mês. eu vou fazer, vou
realizar um sonho muito grande que vai ser um Centro de referência de autismo que a gente que eu consegui desenvolver numa cidade que vai atender a cidade e a região. Então, assim, trabalhos assim, eh esse tipo de atendimento me deixa muito feliz conseguir fazer isso. Então eu pretendo, enquanto eu puder est na vida pública e continuar fazendo isso, pretendo ficar eh Senado, sei lá o quê, sei lá. Isso daí é consequência, né, de trabalho que você vai fazer. Mas eu pretendo continuar na Vida pública e deixar esse legado principalmente pras minhas filhas, para que elas
toquem esse projeto que eu tô. Tenho filhas, eu tenho sobrinhas, eu preciso que elas elas se envolvam e elas gostam disso também. Liga para mim, mãe, você fez isso, mãe, você falou aquilo, mãe, não sei o quê. Então, eu acho que tudo isso eu eu nós fizemos um livro eh eu coordenei um livro com 24 pessoas que colocaram ali suas histórias de vida, porque eu acho que é muito importante Quando você, por exemplo, olham para você, você hoje é um empresário e muita gente olha para você e fala: "Ah, empresário nunca passou nada na vida.
A vida sempre foi fácil, sempre foi tranquila. não tem noção do que você fez para você chegar onde você chegou. E quando a gente fala disso, a gente fala de trajetória e fala de inspiração. E esse livro eu convidei várias pessoas, nós foi um grupo de amigos que a gente foi desenvolvendo esse trabalho e trouxe Esse esse essa trajetória dessas pessoas que colocaram ali a sua trajetória de vida, tudo que elas fizeram, tudo que elas se dedicaram para hoje ocupar o que elas ocupam. Então eu coloquei também a minha trajetória de vida, eh, amassei muito
barro para ir da aula, peguei muito transporte público, gastei muito dinheiro do meu bolso, >> é isso, né? >> Fiz muita coisa. Então tudo isso é importante. >> Lógico que é, >> sabe? Tem muita gente que às vezes fica ali, ai, eu não vou conseguir fazer isso, não vou conseguir fazer aquilo. Então são inspirações. E aí eu falo que isso aqui, esse aqui é o nosso livro. E o meu maior legado, eu acho que é desejar para todas as mulheres do mundo o que eu desejo paraas minhas filhas. >> Olha que legal, olha que mensagem
Importante. >> Tudo de bom, tudo de maravilhoso, né, que a gente tem aí para deixar pros filhos da gente, que é a nossa continuação, que é tudo que a gente tem, eu acho que é a nossa melhor parte. Então, é o que eu quero deixar de legado e daqui a 5 anos, se Deus quiser, vai est isso aí funcionando e a gente vai estar com trabalho bem mais amplo. >> Depois a gente vai querer uma dedicatória, né, que você vai deixar um Livro pra gente aí. Dedicatória, vai ser bem legal. Honra, pode ter certeza. E
eu espero que a senhora se assim se empenhe para voltar novamente a a a SPB nas escolas [risadas] para que não aconteça que aconteceu um vexchame nacional da nossa ministra da cultura não saber cantar o hino nacional. >> Nossa senhora. Nem [risadas] nossa, olha, juro por Deus, eu falo >> quando acontecer esse desastre. A gente luta tanto pelas mulheres, a gente fala [risadas] tanto, a gente se empenha, dá mão e vamos e vamos. Aí aparece umas coisas dessa, sabe? A hora que a mulher tá lá, que ela >> a hora de brilhar >> para mostrar,
olha, estamos aqui, olha a minha trajetória, cheguei aqui e faz umas coisas dessa, cara. é muito triste, que nem a outra lá que que junto com o Lindinho lá, que papel foi aquele acusar o o cara porque ele era relator da CPMI, Fazer uma acusação baixa, baixa, sórdida. >> Baixa, >> pô, é uma mulher também, cara. É difícil a gente, >> mas eles são baixos, né, doutor? Eu falo que isso daí não é independe de ser mulher, de ser homem, é ser humano, né? >> É, é duro. E aí eu falo que não é nem
ser humano, é ser vivade. >> Ser vivo. >> É ser vivo. >> É um ser vivo. >> Deputada. E conta um pouquinho mais aí nesse nesse como a senhora é pré-candidata, né? Na verdade não pode falar muito mais. >> É. É hoje o que a gente pode falar é que eu sou pré-candidata a deputada estadual pelo PL, >> que é o maior partido do Brasil e estamos trabalhando bastante eh em prol do nosso também pré-candidato à presidência do nosso país, Né, para que a gente tenha aí uma mudança no nosso país, uma mudança radical. para
trazer de novo pra gente >> esperança, >> esperança de vida, né? Para que a gente consiga ter aí o mínimo de sopro, de dignidade de vida. Então, é isso que a gente tá fazendo. Esse trabalho eh é grande, a gente vai continuar, a correria é muito grande, mas eu tenho certeza que vai dar Tudo certo. Acredito muito em Deus e eu tenho fé que nós vamos conseguir sair dessa situação difícil. >> Será que esse ano foi? >> Com toda certeza. Eu tenho muita fé. >> É, >> eu tenho muita fé. Estamos trabalhando bastante. Ele também
tá trabalhando bastante. Eu acho que a junção de forças, ela faz muita coisa. de forças e de intenções também, porque grande parte do nosso país eh não aguenta mais essa Situação, né? Nem o Bolsa Família tá mais sustentando as pessoas. >> Não mais, não tá mais, >> né? Nem o Bolsa Família tá conseguindo sustentar. Então acho que já deu o que tinha que dar o o que tá aí. Pega aquele aviãozinho que ele ficou rodando lá e vai pra luz, né? dá sossego pra gente. O que eu o que eu fico impressionado, deputado, é que,
pô, não é não é mais dinheiro, né? Não é mais dinheiro. O Cara, a quinta geração dele não vai conseguir gastar o dinheiro que ele tem. Pô, meu, será que que ele não nota que ele é uma doença pelo poder? É uma doença pelo poder. Ele e toda a corja dele ali >> é uma doença pelo poder. >> O que nos o que nos deixa feliz é que a esquerda não tem substituto. >> Graças a Deus. >> Graças a Deus. >> Graças a Deus. >> É só ele e acabou. Não tem outro. Colocaram agora aí
um um para disputar o governo. O Hadad para disputar o governo. Foi a maior alegria do Tarciso. Foi. [risadas] Foi chegar e falar assim, ó, vai disputar contigo o Hadad. Ele falou: "Ô maravilha! De novo, de novo. Que gostoso, que gostoso. [risadas] Randade aqui em São Paulo não ganha nada, >> nada. É empurrar do ganha nem síndico, Mano. Nada. Se ele se candidatar para síndico do prédio dele, ele perde. >> E se tiver só ele, pode ser [risadas] vai ter votos nulos e brancos. >> Não, aqui o Rad ganha nada. [risadas] Aqui em São Paulo
não ganha nada. >> Eu acho que a gente tem aí uma chance muito grande de mudar muita coisa, porque não é possível. A senhora >> não dá, não tem condição, pelo amor de Deus. Acho que mais 4 anos a gente não Sobrevive, não tem condição nenhuma. >> Não dá, não tem condições. Não dá. É o que eu falo, empresariado tá sufocado. Eh, eh, o emprego não, as pessoas não querem trabalhar, quer dizer, tá afundando, o barco tá afundando, entendeu? Por isso que eu falo, pega o aviãozinho que ele tava brincando lá, vai pra luz, dá
sossego pra gente, >> dá paz e alegria, porque a gente merece. É isso, >> deu. >> Estamos torcendo para que a senhora seja reeleita. Foi uma entrevista maravilhosa. Eu agradeço imensamente. Adorei conversar com vocês. Foi muito bom. >> Dei muita risada. >> Entendeu? É que foi, a gente pegou leve hoje. [risadas] Nós pegamos leve hoje. Muita risada. Foi bom. Foi muito legal. Foi muito. É, é e foi muito esclarecedora a entrevistas, a Entrevista. as pessoas aqui tavam, pô, é muito esclarecedor, porque a senhora é uma pessoa, uma pessoa inteligente, uma pessoa que tá trabalhando para
aquilo que a senhora gosta, que a senhora ama, né? Que é educação, que é inclusão, né? Tem muita gente falando: "Ah, nós não temos inclusão". Mas a senhora tá aí lutando para que tenha inclusão, né? Isso é importante. >> Exato. É, eu falo que que eu fui muito abençoada. Eu ganhei. Deus me deu um Poder de poder ajudar tanta gente. É maravilhoso, >> que é fantástico. >> Eu sou muito feliz com isso. Muito feliz. >> Joia. A gente fica feliz também por a senhora ter vindo aqui, ter aceitado o nosso convite, ter dado essa entrevista
maravilhosa pra gente. >> Eu que agradeço. >> Quero agradecer a senhora. Estamos assim, eu confesso que eu não Conhecia a trajetória toda da senhora e eh assim como outros, poucos, a senhora é um uma esperança que a gente tem na política. >> Amém. Amém. >> Porque tem, vou te falar, a gente tá bem desgostoso com com a maioria, né? >> Mas se tiver um, se a gente tivesse um 60% pelo menos igual a senhora, >> tenho certeza que estaria um pouquinho melhor as coisas aí. É, mas tem gente boa, se Deus quiser. Tem gente boa
que Vai entrar também, que vai >> vai ajudar. Deus é pai. >> Amém. >> Deus é pai. [risadas] >> Vamos que vamos. Semana que vem, às 8 da noite, a gente vai falar com Miranda e Jaci. São especialistas em em venda de postos. Meu, uma super conversa legal. Conhecer esse pessoal semana, essa semana lá no escritório. Muito legal. Então, e undercast próxima quarta às 20 com Mirand Jaci. Como é que tá o o Castro Cast >> amanhã? Amanhã Sneidercast vai est eu e o Snyider amanhã no pai dele, se Deus. Ah, inclusive falar pro pessoal
que o Snyider não está aqui na na nossa bancada porque o pai dele teve um problema de saúde, ele tá amparando o pai dele. Pai do Snyider, vai dar tudo certo. >> Saúde aí pro pro pai do Snyider, que dê tudo certo. Então, amanhã vai estar eu e o Snyider lá. Deus Deus abençoar. Vai Est tudo bem com o pai dele, não vai ter acontecido nada, vai estar se recuperando e eu e Snider vamos estar amanhã batendo um papo e falando de tudo que aconteceu durante a semana aí e mais algumas amanhã para deixar vocês
no suspense eu vou comentar sobre o Glauber, beleza? Então amanhã assistam que você vai ver. É isso aí, gente. Agradecer a audiência de todo mundo aí, dizer que vocês que fazem parte aí, vocês que fazem o Eercast acontecer, Então manda o papai, pra mamãe, pra titia, se inscrevam no canal, senta o dedo no like aí e é isso, deputada. Pessoal fazer as considerações finais. Agradeço, agradeço imensamente. Agradeço a tudo isso, a essa oportunidade que vocês me dão. Obrigada. É muito legal isso aqui, poder >> 1 pessoas ainda na live, >> falar com o pessoal, poder
mostrar o nosso trabalho, porque muita gente não conhece, não sabe. Eu falo que a gente, Enquanto muita gente fica gritando, a gente tá trabalhando. >> Então, é, é, muitas vezes você não aparece, você não, porque você tá trabalhando, você tá lá buscando, gritando, não tenho tempo de só grito quando pisam no meu carro. Aí eu grito. [risadas] A última aqui, ó. O Cílio, desculpa, o Cílio tá lembrando aqui só pro Castrão >> comentar. Cecílio acabou de falar aqui, >> o nosso amigo aí, o Felca, Foi a a namorada, ex-mulher dele, ex-namorada, falou que ele foi
violento com ela, agressivo com ela. Que que você acha? >> O Fel desde o começo, quando ele apareceu, eu já arrumei uma treta porque eu sou bem polêmico, né? Falei, é um vagabundo. Desde o começo, falei, é um vagabundo, um maconheiro que ele está trabalhando para o governo. Então aquele papo, tudo bem, ele denunciou lá o o pessoal que eh eh adultizava as Crianças, mas tinha por trás daquilo ali já tinha uma segunda intenção. Porque se vocês fosse dar atenção para quem e adultiza criança, que usa a criança sexualmente, você já tinha ouvido a Damares,
né? Sim, da fal muito perseguida. Ela é foi muito perseguida porque falou isso daí. Então, a Damares, por quê? Porque a a senadora Damares, ela não tinha nenhuma segunda intenção, né? Agora esse felo, é que ele foi, fez tudo aquele barulho e tá trabalhando Aonde? É só vocês ver onde ele tá trabalhando. Hoje ele é funcionário da Globosta. Então é isso que eu tenho para dizer. Para mim é um vagabundo, um maconheiro. E é isso daí. E fui muito criticado quando eu falei isso daí. Nossa, Castro, pelo amor de Deus, o cara tá defendendo as
criancinha, pá. Não denunciou, legal, a justiça vai tomar. Mas tinha uma segunda intenção. Qual que é a segunda intenção do governo? É controlar as redes sociais. >> Sem dúvida. Sem dúvida. >> Porque hoje em dia o a pedra no sapato de do governo é as redes sociais. >> Olha o que aconteceu com o vídeo da Janja, >> o Nicolas >> e o vídeo do Nicolas. >> Olha só o que acontece. É o >> é simples, é simples. Olha só a o seu Alkminuibilidade dele. >> Se não tivesse isso aqui, >> quem ia lembrar do que
ele falou que estava voltando a à cena do crime? >> Ó lá, >> a internet não esquece, caiu na na rede, já era. Então para mim é um vagabundo. É isso que eu tenho a dizer. E amanhã vou falar mais. Amanhã no Sneidercast o a gente vai passar tudo sobre o Felka, tudo sobre a reportagem aqui que ele foi agressivo, abusivo com a namorada. Então amanhã no Fofocast vamos ter tudo. Então não percam amanhã às 8 da noite. >> MC Pose também vou falar dele também, né? >> Outro, né? Abençoado, né? >> É outro abençoado
aí que prega que tem que que que a polícia é vilã e foi os vagabundos entrou na casa dele e roubou ele. Amanhã eu vou mandar um recadinho para ele também. >> Chamou a polícia. >> Chamou. Ah, deputada. Ele não, eu não sei se ele tava seu Telefone do Batman, do Superman. [risadas] Chamou e a polícia tem que ir lá. at está atendendo ele. A polícia civil do Rio de Janeiro está investigando para tentar localizar quem foi que praticou na casa do Alecr dourado. O Alecrm Dourado. Amanhã eu vou usar o Alecrm Dourado que a
deputada >> passou aqui para nós. >> Esquece não, não esquece não. >> Obrigado deputada mais uma vez a >> obé Deus abençoe grandemente. Obrigado pela presença, obrigado pelo carisma todo da da senhora >> e vamos para cima. Boa sorte pra gente aí. Vamos que vamos. E que tenham mais 4 anos da senhora aí paraa senhora poder >> brigar aí e fazer o ótimo serviço que a senhora tá fazendo. Bom, >> estamos junto pessoal. >> Obrigado. Semana que vem. Valeu. Falou.
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