Scribe
Scribe

Gostou? Torne o Scribe ainda melhor deixando uma avaliação

Obter Extensão do Chrome

Navegar

  • Vídeos Populares
  • Vídeos Recentes
  • Todos os Canais

Ferramentas Gratuitas

  • Baixador de Legendas de Vídeo
  • Gerador de Marcadores de Tempo de Vídeo
  • Resumidor de Vídeos
  • Contador de Palavras de Vídeo
  • Analisador de Títulos de Vídeo
  • Busca de Transcrições de Vídeo
  • Análises de Vídeo
  • Criador de Capítulos de Vídeo
  • Gerador de Quiz de Vídeo
  • Chat com Vídeo

Produto

  • Preços
  • Blog
  • Obter Extensão do Chrome

Developers

  • Transcript API
  • API Documentation

Legal

  • Termos
  • Privacidade
  • Suporte
  • Mapa do Site

Direitos Autorais © 2026. Feito com ♥ por Scribe

— Se isso tornou sua vida mais fácil (ou pelo menos um pouco menos caótica), deixe-nos uma avaliação! Prometemos que vai alegrar nosso dia. 😊

Related Videos

40 MINUTOS DE LIÇÕES BILIONÁRIAS PARA QUEM QUER ENRIQUECER | Flávio Augusto

Video thumbnail
40.44k8,408 Palavras42m readGrade 10
Compartilhar
Channel
Motivação Hub
O ser humano tem o seu comportamento [música] como animal, digamos assim, né? Uma abordagem mais antropológica do ser humano ao longo da história, utilizou a sua capacidade de se adaptar para sobreviver. Então, ou seja, mudanças climáticas, tudo que aconteceu nos últimos milhares de anos, desde a época das cavernas, início da civilização, toda a jornada da humanidade nos últimos anos, daquilo que nós conhecemos, o ser humano, por conta da sua capacidade de se adaptar, conseguiu sobreviver e mudar o que era necessário, se adaptar ao que era necessário para poder sobreviver. E hoje somos 8 bilhões de
habitantes no mundo. Mas se por um lado a capacidade de nos adaptarmos faz com que a gente consiga superar mudanças radicais, é só a gente imaginar se existisse uma guerra nuclear e a gente tivesse que ficar num bunker no subterrâneo por pelos próximos 20 anos, como seria? Você pode ter certeza que a sociedade iria se organizar e a se adaptar. As novas gerações já nasceriam nesse contexto? Os que se adaptam mais rápido venceriam mais rápido. Os que demoram a se adaptar sofrieriam mais. Mas em suma, essa capacidade de se adaptar faria com que a gente
sobrevivesse mesmo numa situação extrema como essa. Então, se por um lado isso é positivo, se por um lado a raça humana ela conseguiu sobreviver por essas adaptações, por outro lado são essas adaptações que fazem com que as pessoas tolerem o intolerável. São essas adaptações que fazem com que as pessoas acabem se acostumando, se adaptando com aquilo que elas deveria rejeitar. Então eu dou [música] um exemplo bem simples, que uma pessoa que mora perto de um rio fedido, aquele que você chega perto, você teu olho já arde, você nem aguenta, mas aquela pessoa tá ali todos
os dias, todas as semanas, [música] todos os meses, começa a se adaptar com com aquela situação e para que ela sobreviva, ela se adapta a ponto daquilo não incomodar mais. Por um lado, como eu disse, é bom, mas por outro é uma situação que vai criar um senso de urgência muito menor para ela resolver aquele problema. [música] Uma das razões fundamentais para que alguém mude a sua vida é ela rejeitar aquela etapa que ela [música] tem, aquele momento que ela vive. Enquanto ela se adaptar ao que não deveria se adaptar, enquanto ela tolerar o que
deveria ser intolerável, enquanto ela aceitar o que deveria ser inaceitável, ela ainda vai permanecer naquela condição sem uma mudança. Para você mudar de uma situação A para uma situação B, você precisa criar uma ruptura com a situação A. Não é na boa, é uma guerra, precisa ser um um tapa na mesa, precisa ser um conjunto de decisões, muitas vezes radicais, que vão definir a mudança, a saída daquela situação, o rompimento daquela situação intransponível [música] que a pessoa vive. Não tô dizendo que basta não aceitar, basta ser intolerável, basta bater na mesa e decidir pra tua
vida mudar. Não, [música] não basta. Mas uma coisa é certa, se não houver a batida na mesa, nada muda. Isso é certo. >> Mas Flávio, empreendendo tá dentro do sistema também, tá? Mas a cabeça de um empreendedor fora do sistema é diferente. Eu estou no sistema, mas não pertenço ao sistema. Vendas mais empreendedorismo é a liberdade [música] do sistema. Você não vai depender de um patrão, você não vai depender do Estado, você vai criar sua independência financeira, você não depende nem de um país, porque você sai do país e vai para qualquer outro país na
hora que você quiser. E as portas estarão abertas, porque os países recebem de portas abertas quem tem dinheiro. É chocante isso. Talvez seja, mas essa é a realidade. É o que é. Grande parte dos empresários, apesar de serem empresários, [música] trabalham para ganhar o seu lucro no final do mês. E não tem nenhum problema você ganhar o seu lucro no final do mês. O problema é que um empresário que pensa como empregado do seu próprio negócio, modelo [música] mental dele é: eu preciso trabalhar, ganhar um salário e com esse salário eu pago as minhas contas.
Esse é um modelo mental industrial. Quando a pessoa acha que o único caminho da vida é aquele que a sociedade apresentou para ela, que é fazer uma escola, uma faculdade, um emprego e se aposentar pelo INSS, quando ela acha que esse é o único caminho, ela vai ficar bitolada nesse caminho. Esse não é o único caminho. Modelo mental do ideal do empresário não é esse. É ele trabalhar pelo valor do negócio dele e não pelo que ele ganha no mês. Eu costumo dizer que o lucro, o dividendo, ele é a gorgeta do empresário. Grande parte
dos empresários, maioria não consegue nem ter lucro. 80% quebra. E dos 20% que não quebram, talvez 10% fica andando de lado e 10% tem lucro, mas 0,1% constrói valor, constrói riqueza, constrói equity. Então, a melhor mentalidade do empresário não é ele trabalhar para ser funcionário do seu próprio negócio. Porque o modelo industrial criado na revolução industrial [música] do século XIX, no final do século XIX, criou aí o modelo de escola que a gente conhece, não é? É um modelo de escola, um senta atrás do outro, uniformizado, p sinal. É um modelo industrial. Por quê? Porque
a revolução industrial, o início do capitalismo, trouxe a necessidade de você preparar a mão de obra pra indústria, pro mercado de trabalho. Tá tudo certo, [música] cara. O mercado de trabalho é importante, a gente contrata, nós temos vários funcionários, é importante o mercado de trabalho, ele é importante, mas se o empresário decidiu por livre espontânea vontade não fazer parte desse mercado de trabalho, ele precisa ter uma outra mentalidade. O problema não é você ter uma carreira numa empresa. O problema é você decidir ser empresário, mas manter o pensamento, o padrão de pensamento de uma carreira
do mercado de trabalho. Você tem que pensar de outra forma. Então, qual é o pensamento comum do mercado de trabalho? Eu vou trabalhar, vou ganhar um salário e isso aí vai pagar, eu vou me sustentar, pago minha despesa, pago meus boletos, tá [música] tudo certo. Então não tem nenhum problema esse modelo. Agora, se o cara decidiu ser empresário, ele precisa jogar um jogo diferente desse. Porque se é para ser empregado do [música] seu próprio negócio, eu dou um conselho pra pessoa, seja empregado de alguém, é melhor, porque você vai trabalhar numa outra empresa, você vai
ter o salário, você não vai ter risco, você vai ter 13º, você vai ter fundo de garantia, você não vai ter o risco. Agora o cara resolver ser empregado dele próprio, [música] então ele não vai ter 13º, não tem hora extra, ele não tem fundo de garantia, não tem nada e ainda tem um risco, é melhor trabalhar para outra pessoa. Então se é para se se o indivíduo decidiu ser empresário, então é melhor que ele faça o quê? Tenha um padrão mental diferente. [música] Ah, mas Flávio, mas isso só funciona para quem já é grande?
Não, você tem que ser desde o início. Ainda que você ainda esteja vendendo o almoço para comprar a janta numa fase da sua vida e todo empresário tem essa fase, [música] é preciso entender que eu estou construindo riqueza e não lucro. [música] Vou explicar um pouquinho mais. Vamos imaginar aqui que esse meu celular fosse uma impressora e essa impressora imprime 1 milhão por ano. Ainda imagine que o Banco Central criou um produto que seja uma impressora para imprimir dinheiro. E é legal só é um faz de conta, tá gente? É um faz de conta. É
só uma uma imaginação, exercício de imaginação. E essa impressora é capaz de de imprimir R 1 milhão deais por ano. OK. Por quanto o Banco Central poderia vender essa impressora? Quanto você pagaria numa impressora que imprime R 1 milhão deais por ano? >> No mínimo 5 6 milhões disposto a pagar. >> Você estaria disposto a pagar seis 5 se anos? >> Sim. >> 5 se anos. Cinco, seis vezes. [música] >> Sim. >> Mas o Banco Central por Não, posso vender por 10 milhões, 10 vezes. Ele poderia negociar. Talvez pagasse também. E aí talvez você pagasse,
talvez criar, tentasse criar uma forma dela imprimir 1,200 de repente melhorando formato. Ou quem sabe você compraria, botaria painel solar para não consumir energia. De repente você criar, tentar criar alguma coisa dela de ser mais eficiente. >> Sim. >> E você melhorar o teu ROI. Então o que eu quero dizer aqui é o seguinte: uma empresa que gera lucro é como uma impressora que imprime dinheiro. A maior riqueza não está no lucro. [música] A maior riqueza está no valor da impressora. O nome disso se chama equity. Tem várias formas técnicas de você calcular um o
valor de um negócio. Já a mais conhecida se chama discounted cash flow [música] disf, fluxo de caixa descontado, que você projeta pra frente, traz para valor presente descontado, com taxa de risco, taxa de juros, custos de capital, etc e tal. Aí você tem um valor que geralmente vai variar entre 7, 8, talvez até 10 vezes, dependendo do momento do mercado. Depende de muitas coisas, não é? Mas o ponto é o seguinte, a maior riqueza está na construção do valor da sua impressora. >> [música] >> A maior riqueza não tá na gorgeta, o lucro é gorgeta.
>> É, o modelo exponencial é o seguinte, quando era dono de escola, acho que todo dono de escola pensa: "Eu vou ter um lucro nessa escola". Esse é o modelo linear, eu vou trabalhar e ter lucro nessa empresa eu nunca pensei assim. Eu sempre pensei assim: "Essa empresa que eu tenho tá dando lucro. Logo, esse conhecimento que eu tenho, se qualquer pessoa tivesse esse conhecimento, ele também teria lucro. Logo, o meu produto não é o produto que eu tenho lucro. O meu produto ele é ensinar a outras pessoas a terem o mesmo lucro que eu
tenho com esse produto. Esse é o exponencial. >> A maioria das pessoas não sabem da existência do modelo de negócio. Eles não sabem que sequer existe essa história do modelo de negócio. Ele trata o negócio como se fosse algo aleatório, né? Ah, meu pai fez assim, meu avô fez assim, então eu faço assim também. É meu síndrome de Gabriela, né? Eu nasci assim, vou viver [música] assim, vou morrer assim. Não é verdade. Não precisa ser assim. Um modelo de negócio bom, ele faz com que pessoas medianas se tornem extraordinárias. Um modelo de negócio ruim faz
com que pessoas boas tenham performances medíocres, porque o modelo é ruim. É como se o negócio fosse a semente. Você planta a semente para poder a árvore nascer e dar frutos e você lucrar com a venda da sua colheita. O modelo de negócio é o solo. Você pode ter uma semente boa, mas se você for plantar essa semente no concreto, não vai nascer. Se você for plantar essa semente no asfalto, [música] não vai nascer. Se você for plantar essa semente nesse carpete aqui, não vai nascer. Então você pode ter uma semente muito boa, o produto
ser bom, a sua ideia ser boa, você ser bom, mas se você plantar isso numa terra que não é fértil, não vai adiantar. O modelo de negócio determina se a terra é fértil ou não é. Faz muita diferença. E, infelizmente, grande parte dos empresários sequer sabem que isso existe. E eu sei disso porque eu não sabia que isso existia, entendeu? tive que aprender. Eu já já tô na estrada há há 30 anos. Hoje para mim pode ser óbvio, mas não é óbvio pra maioria dos empresários. Eu montei a minha primeira [música] escola em 1995. Mais
ou menos eu fiz um desenho de modelo de negócio baseado na referência que eu tinha e que não era o melhor modelo, mas era o suficiente para eu começar naquele momento. [música] E aí eu dei muito certo naquela escola e abri a segunda, a terceira, quarta, 10ª, 20ª. Abri 24 escolas em 3 anos. Cara, eu inaugurei uma nova escola a cada 45 dias. E uma escola tem 400 m², é como se fosse uma clínica, sabe? Uma escola mesmo. Então, foram 24 obras em 15 cidades do Brasil. Eu tinha entre meus 23 e 26 anos de
idade, ou seja, eu terminei meus 26 anos de idade com 24 imóveis alugados, com 1000 funcionários. Eu comecei a pensar em modelo pela primeira vez, na realidade, pela segunda vez. A primeira vez eu pensei quando eu montei a primeira escola, mas eu não sabia nem que eu tava pensando em modelo, mas eu tava, eu já fiz uma coisa legal que já era melhor do que eu conhecia, mas não era nem perto do que poderia [música] ser ainda, mas para mim tava ótimo. Eu dei certo naquela escola. Depois eu peguei aquela escola que eu dei certo,
eu fui repetindo, replicando o que deu certo em uma. Abri a segunda, a terceira, eu fui até 24. Então [música] eu peguei a primeira que deu certo e repeti 24 vezes o que deu certo. E aí acontece já alguns problemas, porque a maneira de você tocar uma escola é uma, 24 é outra. Qual era o meu modelo para tocar 24 escolas? Era repetir 24 vezes o que eu fiz em uma. Faz [música] é certo que uma hora vai dar pau, porque o teu tempo é limitado, teu esforço é limitado, tua visão é limitada, é tudo
limitado. Então, para você dar conta, depois eu cheguei a ter mais de 400 escolas, você tem que fazer a mesma coisa de um jeito diferente. E esse jeito diferente envolve gente, envolve gestão, envolve tecnologia, envolve vários fatores e naquele momento eu não sabia ainda. Então tava ali tentando fazer com 24 o que eu fiz em uma 24 vezes. O que que aconteceu? Óbvio, eu fiquei estafado, cansado. E aí o o dia que eu pensei em modelo de negócio pela segunda vez foi quando eu tava em Maceió. Nesse dia eu tava indo para Curitiba. Você vê
que Maceió para Curitiba é uma viagem internacional. E aí eu peguei aquele voo da VASP, lembra da VASP? Voando aleatoriamente, sem previsão. E aí eu saí de Maceó, [música] parei em Salvador para fazer a escala. Depois saí de Salvador, parei em São Paulo para fazer uma conexão. 2 horas de espera, pegava o voo para Curitiba. Levava 8 horas esse voo. Quando eu cheguei em Curitiba, o gerente de Curitiba me recebeu, a gente foi jantar. Durante o jantar eu recebi a ligação do gerente de Maceó. Cara, deu um problema aqui. [música] Teve um professor aqui, saiu
na mão com o aluno, deu polícia, deu imprensa. Confusão, cara, preciso que você ven aqui me ajudar para resolver esse problema aqui. E aí eu falei: "Cara, fica tranquilo, eu tô indo aí amanhã." Voltei pro gerente de Curitiba. Ó, vamos desmarcar aqui. Eu tenho [música] pepino ali para resolver. Vou lá em Vou lá em Maceó resolver. Meu voo saí 7 horas da manhã do aeroporto. Acho que eu acordei umas 4:30 da manhã para ir pro aeroporto até chegar, enfim, ter que chegar com aquela antecedência. Cansado devo ter dormido umas 3 horas, 4 horas daquela noite.
Fui para Maceó, pousei em Salvador, que que aconteceu em Salvador? [música] Sentei naquela poltroninha gostosinha, confortável na sala VIP e apaguei. Cara, eu devo ter dormido umas 4 horas seguidas sentado na poltrona do aeroporto, cara. deve ter babado, roncado, sei lá [música] o que que eu fiz, cara, aquele dia. O problema é que quando eu acordei, eu acordei, cara, onde é que eu tô? O que que eu tô fazendo aqui? Tô aonde? Tô indo para onde? Eu não me lembrava o que eu tava fazendo e para onde eu tava indo, cara. Eu levei um tempo
para entender. Depois eu peguei no meu bolso o ticket e olhei, ticket era assim, tipo 11 horas meu voo para Salvador e era 1 da tarde, uma coisa assim. Eu não entendi. Eu levei um tempo, devo ter levado uns 5 minutos que pareceram uma eternidade [música] para eu entender o que tava acontecendo naquele momento. Eu falei quando eu entendi que eu tava indo para Salvador, que eu para Maceó, que eu me lembrei qual era o problema. E eu que eu dormi [música] e perdi o voo, eu pensei: "Cara, alguma coisa tá muito errada, eu preciso
repensar, preciso pensar na vida". É, pensar na vida é quando tu para e pensa, né? Para e reflete. Você precisa refletir, não é? Então, naquele momento, eu preciso pensar na vida significa alguma [música] coisa não está na direção certa. Eu tava bem, tava ganhando dinheiro, o negócio tava crescendo, mas aquela situação, opa, minha meta era ter 100 escolas próprias, pô, com 24 eu tava dormindo no aeroporto com, sei lá, com 100 fazer acordar sonâo, andar pela rua, você entendeu, cara? Que que ia acontecer? Então, assim, não tava legal. Eu sou um cara entusiasmado, trabalho para
caramba, motivado, mas não tava legal aquilo ali. Preciso pensar na vida. Foi quando eu comecei a pensar na vida e foi quando eu fiz uma mudança muito forte no nosso modelo. A gente saiu daquele modelo, reestruturou o negócio, a gente fez franquia, reestruturou paraa editora. A gente mudou completamente o nosso modelo de negócios e o negócio não só ficou muito melhor, mas lucrativo, como valeu quase 1 bilhão quando a gente vendeu. >> Queira eu ou não, queira você ou não, seja [música] quem for, goste ou não, vendas é fundamental, em especial em momentos de crise
que nós vivemos hoje no Brasil, onde a demanda tá mais fraca, né? Que crise significa o quê? A diminuição da demanda. Com a diminuição da demanda, menos pessoas vão buscar e procurar produtos e serviços para comprarem, porque não tem dinheiro, porque não tem interesse, ou porque estão inseguras com o futuro. Nesse cenário, quem domina a arte da venda, ela navega num mar em tempestade com tranquilidade, que ela vai vender independentemente do que é crise, você vai ver índices de PIB caindo e você vai ver empresas crescendo. Por quê? Porque a força de vendas é movida
por um combustível. Qual o combustível? O sonho do vendedor, o desejo dele mudar de vida, o desejo dele transformar sua vida. Isso faz com que ele alcance resultados de venda, porque ele está sendo movido pelos seus próprios interesses. O vendedor é um empreendedor que não tem um CNPJ, ele tem uma pasta. A pasta é empresa dele no seu celular, aquilo ali é empresa dele. Ele não tem um CNPJ, mas ele tem um sonho, ele tem um objetivo, ele quer mudar de vida. E ninguém segura alguém [música] que quer mudar de vida. Ele só precisa de
um instrumento. Esse instrumento pode ser um emprego momentâneo, pode [música] ser um marketing multinível, pode ser uma empresa. É um veículo para ele chegar no sonho dele. E ele tem que ter sempre isso em mente, porque se ele começar a achar que o veículo é o fim, ele se perdeu. O veículo não é o fim. O veículo é o meio, não é? Para você atingir o seu fim. Qual é o seu fim? [música] Realizar os seus projetos. Para que você quer realizar seus projetos? Para você se sentir realizado como profissional, para você proporcionar algo bom
pra sua família. Ora você entende isso já é uma grande coisa. Só que alguns não se conformam com isso e vão além. Ele fala: [música] "Eu vou ter sucesso porque eu quero crescer, mas eu quero transcender". O que é transcender? [música] Agora não importa só o meu sucesso e o meu bem-estar, porque se eu ganhar 1 milhão a mais, 1 milhão a menos, não vai mudar nada na minha vida. Agora eu quero beneficiar outras pessoas. Agora eu quero que outras pessoas percebam que não é tão difícil quanto elas pensam, né? O mundo inteiro pinta como
se fosse difícil. E aí entram vários aproveitadores nesse caminho aí. Um deles são os políticos que vão tentar te convencer que você é um miserável e vai morrer miserável porque você é vítima do sistema. E aí você vai ter problemas, [música] você vai ter políticos jogando para baixo. Outros são os abutres, são aqueles falsos amigos que estão torcendo pelo seu fracasso, mas te dá tapinha nas costas quando tá [música] na tua frente. Outros às vezes são os nossos familiares que nos amam, não querem o nosso mal, mas fazem isso com boa intenção. Por amor, ele
não quer que você se decepcione como ele se decepcionou. Ele quer te proteger, não é? Você quer fazer às vezes como alguns animais que para proteger os filhos, a própria mãe come os filhos para proteger dos dos animais. [música] Então você vê que para alguém ter sucesso, ela ela sair da manada, ela romper com a linha de montagem, [música] cara, ela tem muitos obstáculos em volta. Não é simples. Ela tem que vencer muitas coisas e até suas próprias inseguranças. complexo de rejeição, cara que se acha feio, cara que se acha pobre, cara que se veste
mal, cara que é tímido. Cara, eu sou extremamente tímido, as pessoas não acreditam nisso. Eu sou um cara tímido, só que eu, a timidez não me controla mais, me controlava quando era mais jovem. A gente aprende a lidar com isso daí. E qual é o limite pro nosso crescimento? Não tem limite. Você pode ter uma empresa, você pode ter duas, você [música] pode ter três escolas, quatro, pode ter 400 como eu tenho. Pode ter um clube de futebol, um estádio. Não tem limite. O limite é a gente que coloca. Quando a gente acredita que o
mundo que nós vivemos é aquele que nos foi apresentado e ponto. E a gente se conforma. Quando a gente não quer se conformar, a gente começa a olhar o que tem e fala: "Puxa, que bom, graças a Deus que eu tenho isso aqui, [música] mas eu quero mais". E aí, para você ter mais, você vai precisar ter aquela mesma coragem que você teve lá no início, quando você não tinha nada a perder. Hoje, quando você tem muito a perder, é muito mais louvável um cara que tem muito a perder, bota a perder para ir pro
próximo passo do que quando ele era um zé ninguém, não tinha nada a perder. Tem muito mérito. Por isso que muita gente cresce em cresce, cresce e chega um certo ponto param. É o ponto que ela fala assim: "Eu não quero mais arriscar, tá bom". Aí sabe o que geralmente acontece? Ele sai do [música] A pro B, vai do B pro C, C pro D, D pro E, É, pro F, é. Chega no no X, ele fala: "Tá bom, X". E não é que ele vai ficar no X, ele talvez volte pro A, porque outro
tá subindo, outro tá descendo. Não existe acordo com a mediocridade, não existe acordo com fracasso. Ou tu tá espancando o fracasso ou ele tá te espancando. Mesmo que você não saiba, tem tá cheio de morto vivo aí andando que já morreu, o cara não sabe ainda. Daqui a um ano ele vai descobrir que já tá morto. Já tava morto há um ano já. Por quê? Ele morre quando ele desiste dos sonhos dele, quando ele se acomoda dos sonhos dele. Aí esse cara já tá morto. Quando o cara alcança o primeiro sucesso, ele já quer, entendeu?
Aí o cara ver o cara tirando férias quatro vezes por ano, postando no Facebook, a vida dele começa a virar caça like do que de [música] fato ser uma vida mais produtiva. Eu sempre digo que na fase inicial, que que é uma fase que eu respeito muito, né? O cara sair do zero, pô, mas como é que eu mudo a minha vida, como é que eu saio do zero? Essa é uma fase crítica [música] que eu acho que o cara tem que tá a fim de assumir os riscos de sair da boiada, de sair da
linha de montagem, não é? Então isso é muito difícil e o maior erro é o cara ter medo. Então de paralisar >> isso no fundo [música] é assim, o medo de perder impede que as pessoas ganhem. É simples, não é? O que que te move mais? Qual é a força que te move mais? É o medo de perder ou a vontade de ganhar? >> Perfeito. >> Então assim, é uma é uma luta, né? É como se um lado teu quisesse muito ganhar e um outro lado tem medo de perder. O mais forte vai vencer. Se
você for um cara que tem mais forte [música] o medo de perder, valores como estabilidade vão te atrair mais, vão te dominar. Se você for um cara que a vontade de ganhar te move muito mais, valores como ambição e vontade de crescer vão te seduzir mais. Então é igual futebol, não é? Quem não faz toma, não é? A maior melhor defesa é o >> ataque. >> Ataque. Então, cara, ou tu parte para cima, outro vai ser goleado. Se tá dando tudo errado para você, você tem que refletir. Você geralmente são por dois motivos, né? Se
você não tá tendo resultados, [música] geralmente é por dois motivos. Ou você não tá trabalhando o suficiente. Aí eu pô, mas tá me chamando de vagabundo, Flávio? Pode ser. É possível. Não tô dizendo que você é vagabundo, porque eu não te conheço. Não sei nem quem tá aí do outro lado, mas pode ser. Pode ser por falta de de trabalho, ou você tá trabalhando errado, ou é por você não está trabalhando suficiente, ou você tá trabalhando errado. Porque se você tentar, você tentar pregar um prego com com punho, você vai machucar tua mão. Você tem
que às vezes usar a ferramenta correta, tem que bater da forma correta. Aí você tem que buscar aprender. Em outras palavras, ou a culpa tá em você ou a culpa tá no processo. Como é que você sabe se a culpa tá em você e a culpa tá no processo? A pergunta pode ser outra também. Quando eu devo desistir? Muita gente pensa, não é? Qual é a hora de parar num projeto? [música] Quem quer vencer? Não, não pode existir nunca. Como? Como assim, Flávio? Mas se o projeto for um projeto fracassado? Não, você troca de projeto.
Mas quando você troca de projeto, você não tá desistindo, você tá perseverando. Você tá trocando de projeto e e perseverando na tua busca. Se o erro tá em você, é quando você tá num determinado setor, eu não tô falando de forma genérica, e tem um monte de gente dando certo, um monte de gente fazendo acontecer e você não. [música] Ô, cara, o erro tá em você. Você pode tá errando no processo, você pode estar errando na técnica ou você pode não estar se dedicando de forma suficiente, você pode, de repente, tá muito ansioso e quem
trabalha com vendas ansiedade é um inimigo muito [música] grande. O cliente percebe que você tá ansioso, aí não se sente segurança, não vai comprar o seu produto. Pode ser em motivos relacionados a você. Você precisa se aprimorar ou na sua inteligência emocional, ou na sua quantidade de trabalho, ou na sua técnica de venda. Agora, se você tá numa área, num setor que você vê que o mercado tá mudando, se você tem uma videolocadora e você tá percebendo que Netflix tá bombando, cara, não adianta você quer perseverar na sua videolocadora. >> Mercado é o mercado. >>
Você tem que observar, então. Ah, então aí nesse caso desiste, né? fala: "Não, cara, se você vai trocar de projeto, você não tá desistindo, ao contrário, você tá perseverando." Então, você tem que est sensível para avaliar se o erro tá em você ou se erro ou se o erro tá no teu setor. Então, [música] acho que geralmente são por esses dois motivos, entendeu, cara? E assim, todos nós um dia começamos e é natural quando quem tá começando pensar e ter aquela certa ansiedade com o futuro, pô, será que eu vou dar certo? Será que eu
vou conseguir? Isso é normal. E vontade de desistir também é muito normal, mas eu acho que você tem que se lembrar sempre, né, os seus motivos, seus propósitos, por que você quer chegar. Ou então se larga tudo isso e vai trabalhar para não levar goleada, vai trabalhar pela estabilidade, vai arrumar um trabalho, um emprego que seja estável, embora a estabilidade não existe, enfim, não tem problema nenhum, mas para quem quer mais não pode ter medo de levar. Essa coisa [música] de missão e propósito, eu enxergo da seguinte forma, não é assim algo que eu tô
num [música] lugar, desce um anjo do céu com pergaminho na mão e uma música assim, ah, as trombetas tocando, pá pá. Este é o seu propósito, Caio. [música] >> E as pessoas às vezes entendem propósito de missão de vida como algo que você descobre, como algo que você é revelado, como algo que você é chamado para aquilo. É possível que uma ou outra pessoa, [música] um anjo do céu, desça dessa forma. Eu não descarto na minha fé. Eu acredito que pode ser que uma ou outra pessoa isso vá acontecer. Mas isso não é a regra
pra maioria das pessoas. A regra geral é algo chamado livre arbítrio. Essa é a regra geral. algumas exceções, pode ser que dê esse tal anjo do céu aí com esse tal pergaminho, com a tal trombeta tocando e vai [música] dizer pro cara, mas nem todo mundo vai ter um chamado retumbante como esse. A maioria, e eu me enquadro nessa maioria, [música] esse chamado e esse propósito é resultado da regra geral, que é o livre arbítrio. Livre arbítrio nos dá a possibilidade de escolhermos o nosso destino, [música] o que nós queremos. Então, propósito e chamado, eu
entendo dessa forma, não é algo que você encontra. É algo que você escolhe, é algo que você decide. Então, por exemplo, numa determinada fase da minha vida, quando eu andava 5 horas por dia [música] num ônibus lotado só para ir para trabalhar e voltar, e eu começava a competir no mercado com 5 horas a menos, o que para muitos é injusto. E eu não discordaria que seria injusto, mas a diferença é que eu não me vitimizei. Eu parti para cima com as as alternativas que eu tinha nas mãos para poder fazer acontecer. E isso foi
uma escolha resultante do meu [música] livre arbítrio. Naquele primeiro momento seria: "Eu preciso mudar minha vida, eu preciso me tornar independente, eu não posso depender dos meus pais. Meus pais ganhavam um pouquinho, mas eu dependia deles." Então eu preciso fazer minha vida acontecer. Quero me casar com a Luciana. Então naquele primeiro momento, não existia nada mais importante para mim do que eu me tornar independente e me casar com a Luciana. Aquele era o meu propósito naquele momento. Eu não pensava em mais nada, só pensava naquilo. Essa era a minha wish list. É isso aí, cara.
sair de casa, ficar independente, casar com a Luciana e viver a minha vida, ser feliz naquela vida que eu estava escolhendo. Eu escolhi a Luciana, Luciana me escolheu. Eu escolhi seguir esse caminho. Eu escolhi fazer acontecer para eu ser independente. Fui eu que escolhi. Não foi o pergaminho, o anjo, nada disso. Agora, quando eu conquistei aquilo e aos 20 anos eu me casei, eu já era gerente comercial, ganhava ali meus, sei [música] lá, 4.000 por mês ali. Hoje seria hoje algo como 20 e poucos milais ali quando eu me casei. Aliás, aliás, quando eu me
casei, tava um pouquinho menos ali. Acho que talvez eu ganhasse uns 12. [música] E aí depois naquele ano que eu casei, eu dei essa subidinha ali, irmã, naquele momento isso já era suficiente para eu morar sozinho, para eu ter [música] uma vida com a Luciana, para eu começar a minha vida naquele primeiro momento. Agora, quando eu conquistei isso, automaticamente eu tive que fazer o quê? Eu tive que renovar a minha wish list. Wishlist, traduzindo pro português, que [música] nem todo mundo fez Wise UAP, é lista de desejo. >> Uhum. >> Wish list é lista de
desejo. Então eu tive que renovar a minha wish list. Então eu criei um novo, uma nova meta, porque eu já tava independente, já tava morando sozinho, já tinha me casado com a mulher que eu tinha me apaixonado. Tá, e agora? Vou [música] ficar aqui o resto da vida? Comprar uma, financiar um apartamento na Caixa Econômica Federal, comprar um Fusca e viver 30 anos ali pagando aquele apartamento naquela vidinha ali, que é o que a maioria das pessoas faz? Acha que a vida vai se resumir aquilo? Não, naquele momento eu fiz uma nova wishlist, ou seja,
na minha visão, você tem metas, propósitos e meta. Depois você tem que se renovar para uma nova fase, senão você vai ficar acomodado. E é isso que acontece. Até hoje eu morei em oito países, pretendo morar em 12 países até o final da minha vida. [música] Agora, tem gente que mora no mesmo endereço por 40 anos, tá tudo certo, não tem nada de indigno nisso, tá tudo bem, mas isso é resultado daquilo que a pessoa, através do seu livre arbítrio está escolhendo. Aí é que entra um ponto de discordância muitas vezes, porque as pessoas e
escolhemos nosso destino, ou a gente acredita que a gente é vítima do destino. >> É o que sobrou para mim, é o que sobrou para mim nessa vida, é o meu karma. E aí, meu querido, cada um vai viver de acordo com aquilo que acredita. Se tu acredita que é isso que a vida reservou para você, tu tá certo, cara. Eu acredito que não. Eu também tô certo. Porque o que define é o que você acredita, o que eu acredito. E nós seremos escravos daquilo que acreditamos e viveremos na gaiola das nossas crenças sempre, seja
elas quais forem. Aí o que acontece? me casei, renovei, renovei o meu objetivo. Aí eu já queria viver melhor. A gente morava num apartamento que era na entrada de uma favela no bairro Jabur, ali na rua [música] Beirute. Apartamento alugado, é quase que emprestado, né? Não tinha nem geladeira. Porque mesmo eu já ganhando razoavelmente bem, meu amigo, eh quando você não tem herança e não tem e tem 20 anos de idade, >> ou seja, você não deu tempo de acumular, né? >> Deu tempo de acumular nada, acumulei prestação, entendeu? Porque eu não tinha família para
me ajudar financeiramente. Assim, essa é a realidade de milhões de brasileiros hoje. Eu eu eu venho dessa realidade, entendeu? [música] Só que assim, naquele momento, [ __ ] e realizei meu sonho, agora vou viver aqui por 30 anos. Não, aí eu já renovei meu próximo objetivo e minha vida foi assim, renovando, renovando. Hoje também eu tô renovando para novas coisas também que eu quero realizar. É o que nos faz não estagnarmos e ainda termos vontade de realizar coisas enquanto impacta pessoas. Porque para mim não basta eu continuar conquistando na minha vida. E continuo, cada ano
eu faturo mais do que o ano anterior. 2025 eu faturei mais do que 24. Faturei mais que 23, 22, [música] 21. Eu até hoje todos os anos eu faturei mais do que o ano anterior. Mas para mim não basta. Eu eu agreguei aqui na minha missão de vida hoje aproveitar a vida ao lado das pessoas que eu amo e impactar pessoas para que elas descubram que elas podem ser pessoas [música] muito melhores dessa Isso resume o que hoje é a minha missão de vida que eu escolhi. Cada pessoa tem a liberdade, o livre arbítrio [música]
de escolher qual é o seu propósito, que quer viver na sua vida. Então, para quem tem crise de significado, tem crise de propósito, a notícia é você quem escolhe. E aí quando as pessoas ouvem isso, parte é libertador, porque o cara que a liberdade é um valor para ele, ele se sente assim, cara, é isso que [música] eu precisava. Agora a parte ele entra em crise que ele não quer liberdade, ele quer que alguém decida para ele. Ele quer transferir a responsabilidade para alguém. Ele quer acreditar que ele é vítima. E ele contou [música] essa
história que ele é uma vítima. Ele não quer desmontar essa história que ele é [música] uma vítima. Até porque se ele entender que ele não é uma vítima, ele vai ter responsabilidade, cara. Ele não vai poder mais culpar o governo, não vai poder culpar o pai, não vai poder mais dizer lá que foi o fascista [música] que que prejudicou ele ou que foi lá o comunista que prejudicou ele. O Brasil tá pior por causa do comunista ou pior por causa do fascista. Ele não vai poder mais culpar ninguém. E pior, não vai mais fazer sentido
a esperança no político de estimação dele. Ele se acostumou a idolatrar o político de estimação dele. E agora ele vai fazer o que com aquela idolatria? [música] E se ele descobrir que é que depende dele? E agora? E as pessoas todas que ele brigou, as pessoas todas que ele culpou, ele vai fazer o quê? Ele agora vai ter, cara. A mudança de paradigma entre livre arbítrio e o vitimismo muda completamente a forma de vida da pessoa, que toda a vida dela é estruturada na premissa ideológica que ela escolheu. E aí eu eu falo de ideológico,
não do ponto de vista político, do ponto de vista de ideias mesmo. Por isso as ideias são muito poderosas, Caio. Por isso que eu gosto de falar com milhões de pessoas, como eu falo hoje, que as ideias é o que são as ideias que aprisionam ou libertam uma pessoa. Make it until make it significa finja até se tornar. Detesto esse papo. É, >> eu não gosto. Vamos lá, deixa tentar. Vamos primeiro explicar pro pessoal o que que é o fake it until make it. Depois eu vou te dar um outro conceito que eu gosto mais,
tá? Que é parecido, mas não é a mesma coisa. O fake It until Make It diz o seguinte, cara. O cara finge que é alguma coisa. Aí você vai ver um monte de guru na internet postando Ferrari alugada, casa alugada, roupa alugada para dizer que é bem-sucedido, para ensinar o cara a ganhar R 1 milhão deais. sendo que ele nunca ganhou R milhão deais. Ou seja, o cara quer ganhar R 1 milhão deais vendendo um livro, como ganhar R milhão deais. >> Já vi uns caras que ficaram, que ganharam R milhão deais fazendo isso. >>
Não duvido que ganhe, mas não se sustenta. Aliás, você já viu o cara ganhou na loteria e perdeu tudo? >> Já várias vezes. >> Vários. A maioria dos que ganham na loteria estatisticamente perdem tudo. Os caras que fazem o fake until make it até ganham, mas depois fica tudo quebrado, cara. Ele vai ficar faking the entire life. Vai ficar a vida inteira faking, porque ele sempre vai faking pro próximo nível. Ele é um fake. Se o cara fakeou para ganhar uma parada hoje, ele vai ficar só vivendo daquela parada ou vai querer fakear pro próximo
nível? Próximo nível. >> Ele aprendeu. Esse é o método dele. Não se sustenta. Entendeu, cara? Agora tem uma parada que eu acho parecida, que é interessante, que é é o conceito de trazer para valor presente, uma valuation de uma empresa. Igor, ela é a projeção futura de todo o fluxo de caixa que tu vai gerar no futuro, descontado para o valor presente. É um conceito financeiro isso, não é? Então, por exemplo, quando você compra um carro financiado, vamos dar um exemplo aqui pra galera entender, você compra um carro financiado. Se você quiser quitar esse carro,
você não pode pegar o valor da parcela e multiplicar pelo número de parcelas que falta, porque vai dar um valor muito grande, porque ali tem juros embutido, né? O que você tem que fazer é trazer aquela dívida total projetada para o valor presente. Ou seja, você tem que tirar os juros dali e trazer para valor presente. Então, todo número grande tem um outro número menor correspondente no valor presente. O conceito de trazer para o valor presente é algo que eu sempre trabalhei na minha vida. Ou seja, eu vou fazer o que tiver que fazer para
gerar um faturamento tal e que, portanto, daqui a 2 anos eu vou est ganhando tanto. Eu tenho domínio do processo de venda, eu consigo fazer a previsão do que eu vou ganhar. Ou seja, hoje eu posso estar ganhando um e daqui a 2 anos eu posso estar ganhando 1000. Eu posso trazer esse 1000 pro valor presente. Se eu já tenho um projeto que é um projeto real, é um projeto claro que eu já sei o que fazer, eu já tô no caminho para conquistar, eu posso trazer isso para valor presente e me apropriar da autoconfiança
para tal, me apropriar do equity como tal. É parecido com fake it until make it. A diferença é que não é fake. >> Aham. >> Que você tá num você tá num fluxo, num workflow que você vai chegar lá. >> Aham. E você pode trazer isso para valor presente. Eu posso inclusive comprar um carro financiado pensando nisso. Eu posso inclusive me posicionar como tal. Eu lembro que quando eu era vendedor, esse esse conceito eu assimilei nessa época. Eu tinha 19 anos, eu ia vender um curso de inglês para um cara. Às vezes eu ia conversar
com um diretor de uma empresa. Imagina um garoto da periferia, 19 anos, mal vestido, com uma roupinha bem simples. Eu indo atender um diretor de uma empresa numa empresa grande. Eu me lembro [música] bem que eu fui numa empresa de navegação, me lembro hoje no Rio de Janeiro, uma empresa bonitaça, o cara me atendeu lá super alinhado. E eu fui lá conversar com esse cara. Como é que eu pensava nessa época? Eu olhava para ele e falava: "Cara, meu colega, eu vou ser diretor [música] também". Eu tinha um plano de carreira na empresa, inclusive eu
cheguei a diretor em dois anos. Eu, por exemplo, eu me apossei, eu me apropriei da minha convicção de que num determinado período eu chegaria a diretor e ganharia como diretor. Então, eu ainda vendedor ainda, mas convicto daquilo, eu conversava com o diretor, eu não me sentia inferiorizado. Aquilo para mim era muito importante, porque se eu chegasse lá para conversar com qualquer pessoa e me sentindo inferior, eu ia fazer a venda ou não ia fazer a venda? >> Ia ser bem mais difícil fazer a venda. >> Muito mais difícil, cara. Pô, se eu se eu se
eu chegasse para esse cara inferior agora, eu estava me apropriando de uma conquista futura e trazendo essa conquista para o valor presente e agregando na minha autoconfiança, agregando na minha autoestima. Esse é um conceito interessante. >> É mesmo. >> Então eu olhava pro cara, o cara é um colega, pô. E eu era, eu não tirei isso da minha cabeça, eu era treinado para isso, né? Tinha [música] um diretor na época que ele falava isso, ó, cara, você não se inferioriza, daqui a dois anos você vai ser diretor igual o cara, pô. Então, tu é um
colega, olha pro cara como se fosse um colega teu. Ou seja, uma reunião de dois colegas diretores batendo um papo. Eu tinha 19 anos começando ainda. Então assim, eu trazia essa convicção para Valor Presente e aquilo me dava força. Isso não é fake it, porque eu estava me apropriando de uma coisa futura e de fato eu cheguei a diretor em dois anos. Me parece que a grande diferença aí é ter um plano. [música] >> Isso. >> Saber o >> estar no plano. >> Estar no plano, executá-lo com afinco, com vontade. Em oposição a fingir que
tem um plano. >> É, eu não fingi que tinha um plano, eu tinha um plano. De fato, o fake é fingir, cara. Imagina o seguinte, [música] um cara que trabalha, >> tá, trabalha lá no num fast food, >> num fast food, tá? [risadas] [suspirando] >> Cara que é atendente de um fast food muito famoso nos Estados Unidos. Ele casa com outra atendente de fast food muito famoso nos Estados Unidos. Dois atendentes de fast food casados [música] nos Estados Unidos e dois atendentes de fast food no Brasil casados. Qual é a qualidade de vida que esses
dois tem? A dos Estados Unidos. O cara tem casa, o cara tem carro, o cara viaja, o cara tem uma vida digna, porque é só fazer a conta. Aqui no Brasil não dá. Então o que eu quero dizer é o seguinte. Aqui no Brasil, pro cara, o cara que não teve herança, que é o meu caso, o cara que não teve herança, que nunca recebe, assim, eu tive herança de educação e amor da minha família, que eu me doua [música] muito bem com ela sempre, até hoje, mas não financeira. Não ganhei um apartamento, não ganhei
um carro, nada disso, né? Meu melhor presente de casamento foi uma televisão de 14 polegadas usada em 1992. Então você pensa o seguinte, um cara que não teve herança pro cara conseguir sair do nada assim e conseguir ter um apartamentozinho [música] e um carro, isso é uma proeza que o cara tem que fazer no final da vida dele. >> A proeza. Então, a barreira social no Brasil é muito grande e eu acho que isso favorece empreender. Um grande mérito de quem cresce continuamente é saber trocar de ambiente. A pessoa precisa trocar de ambiente. A pessoa
precisa mudar de mesas. Ela precisa ter acesso a outras pessoas. >> Isso pra sobrevivência ou para chegar no próximo nível? >> Dois. Pros dois. É para não errar e para acertar. Ó, por exemplo, eu eu se tivesse dividido com mais três, quatro empresários pedindo conselho sobre aquela cagada que eu queria fazer, se eu tivesse trocado, tal, talvez alguém teria me travado, teria me alertado. >> Mas tu no teu momento de arrogância ia fazer igualzinha, >> claro, no alto da minha sabedoria, [risadas] >> olha que louco, cara. Por um lado, a autoconfiança é importante. O empresário
precisa ser autoconfiante. Mas a a a fronteira entre a autoconfiança e a arrogância é bem pertinho. >> Eu vou sugerir algo bem prático, tá? Primeiro para de ficar naufragando na internet, ficar passando, scrollando feed no TikTok, no [música] Instagram. Para de perder tempo, entendeu? Para de ficar olhando pra vida dos outros, se sentindo o cocô do cavalo do bandido. Para de ficar eh se sentindo [música] um, ah, eu não realizei nada. Para com isso, para de vitimismo, para com essa conversa. Então, primeiro ponto. Segundo ponto, você seleciona aí no máximo umas 10 pessoas. Tu acha
legal para você seguir com foco em você aprender e se desenvolver? Cara, [música] não mato o que é isso. Não mato o que é isso. E mergulha todo o conteúdo gratuito que eu posto, que a gente posta, é suficiente pra pessoa já crescer. Suficiente. [música] Alguns querem comprar alguma coisa, tá tudo certo, compra, não tem problema. Mas só o gratuito já resolve. Eu digo isso porque o cara, ah, tô duro, não tenho grana, cara. [música] Eu hoje tava com uma pessoa numa imersão aqui que consumiu um produto do meu livro. Um livro custa R$ 50,
cara. aquilo mudou a vida dela, transformou a vida dela. Hoje ela tá bem, já fatura alguns milhões, fez esse depoimento chorando lá no grupo. Fiquei feliz pelo depoimento, mas eu não tenho nenhuma dúvida que é por isso que eu faço o que eu faço. É por isso que eu tô há tantos anos fazendo o que [música] eu faço. Então, o conteúdo gratuito já é suficiente. Ah, mas eu quero me aprofundar, então vem. Quero me conectar, então vem. Você tem produto de de R$ 50, que é um livro, até uma palestra de 500, até o curso
de 3.000, imersão [música] de >> de 8, de 15, de 30.000, mentoria de 60 a R 3 milhões deais. Você tem aqui uma esteira gigante de produto para para todos os gostos, pra fase de vida que a pessoa esteja. Mas o mais importante, mais importante é você eleger as suas referências. Eleja ali no máximo as 10 pessoas ali se aprofunda. Para de ficar naufragando na internet, se aprofunda, se conecta, faz uma limpeza na mente para não ficar otimista, cara. E forte, seja forte, seja valente e vá para cima. Uma hora a tua hora chega, a
minha chegou e de muitos outros estão chegando e você não é diferente não, tá? Eu acredito em você, é por isso que eu tô aqui, por isso que eu faço o que eu faço, que eu tenho certeza que do outro lado [música] tem um maluco, uma maluca que vai ouvir o que eu falar, vai colocar em prática e vai ter a vida transformada. >> Eu assisti mais de 100 horas de podcasts e palestras com bilionários, investidores, pessoas que enriqueceram do zero e compilei todas as suas lições num livro chamado O manual não autorizado dos bilionários.
Acesse o link na descrição. เฮ [música] [música]
Vídeos relacionados
My Daughter Survives WORLD'S TINIEST CAR
31:45
My Daughter Survives WORLD'S TINIEST CAR
Jordan Matter
6.1M views
Survive 100 Days In Nuclear Bunker, Win $500,000
32:21
Survive 100 Days In Nuclear Bunker, Win $5...
MrBeast
340M views
Survive 30 Days Chained To Your Ex, Win $250,000
37:04
Survive 30 Days Chained To Your Ex, Win $2...
MrBeast
187M views
50 Ways To Use Chocolate
47:11
50 Ways To Use Chocolate
Nick DiGiovanni
12M views
Destroy Your House, Win a New One!
34:35
Destroy Your House, Win a New One!
Stay Wild
2.5M views
Men Vs Women Survive In The Wilderness For $500,000
31:48
Men Vs Women Survive In The Wilderness For...
MrBeast
217M views
Opening his Dream Christmas Present
24:18
Opening his Dream Christmas Present
The Royalty Family
9.1M views
1000 Players Simulate Civilization: Boys vs Girls
52:36
1000 Players Simulate Civilization: Boys v...
MrBeast Gaming
12M views
Ronaldo vs My Unbeatable Goalie Robot
26:34
Ronaldo vs My Unbeatable Goalie Robot
Mark Rober
29M views
50 YouTubers Fight For $1,000,000
41:27
50 YouTubers Fight For $1,000,000
MrBeast
433M views
Defeat This Minecraft Boss, Win $100,000
26:08
Defeat This Minecraft Boss, Win $100,000
Karl
21M views
Beast Games | Episode 1 (Full Episode)
35:35
Beast Games | Episode 1 (Full Episode)
MrBeast
63M views
BOYS vs GIRLS Trapped in a TINY ROOM
32:40
BOYS vs GIRLS Trapped in a TINY ROOM
Jordan Matter
50M views
Survive 100 Days In Prison, Win $500,000
39:36
Survive 100 Days In Prison, Win $500,000
MrBeast
136M views