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MaterniDelas - Thaeme com Tata e Cláudia Raia

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Oi, gente. Voltamos, >> voltamos. Tudo bem com vocês? Saudade >> por aqui. Tudo ótimo. >> A gente prometeu, a gente cumpriu, né, Cláudia? >> A gente voltou, >> a gente volta sempre. Amor, ó, antes da gente começar esse episódio, deixa eu falar de um perrengue universal da maternidade, que é a hora de passar a pomada antiassaduras. Gente, aquela Meleca na mão, bebê que se mexe, vira para lá, vai, fica uma uma lambança, não fica? >> Nossa, gente, total. e fora de casa. Então, meu Deus, é um desafio. Mas olha, se eu te disser que a
gente descobriu uma solução, que acaba com isso de uma vez, gente, é uma daquelas inovações que a gente pensa, como é que não inventaram isso antes, gente? >> Gente, é o aerogloss. Ele é simplesmente um antiassaduras em formato de spray Contínuo, tá? Acabou a sujeira, acabou meleca, você só aperta e pronto. Aplica uma camada fininha e uniforme na pele do bebê, sem precisar encostar a mão. >> Além de prático, é muito mais higiênico, gente, porque não tem risco de contaminar o produto do tubo. >> E para aplicar com o bebê em pé ou se mexendo,
olha, uma mão na roda. Um único jato já cobre tudo, então rende muito mais do que pomada e não acumula, sabe, aquele excesso de produto. Ai, gente, Fica super sequinho. É maravilhoso. >> É verdade. E você pode aplicar até com o bebê em pé, gente, se mexendo, sem estresse. O Caio, amor, ele foge, tá? >> Nossa Senhora. >> É a tecnologia a favor da nossa sanidade mental na maternidade, tá? E a fórmula é ótima, super segura, com vitaminas A e E óleo de amêndoas, que a gente já conhece, né, e confia para proteger a pele
dos nossos filhos. É a combinação perfeita de eficácia com a praticidade Que a gente tanto precisa, gente. >> Exatamente. Não. Sim. E olha, gente, tem mais uma coisa. Por causa desses ingredientes, ela é super hidratante. Agora vem a dica de ouro, tá? O pulo do gato que eu descobri. >> As mães também podem usar aeroglos na barriga durante a gravidez para prevenir as estrias. Então, produto dois em um é maravilhoso, que cuida do bebê e da mãe ao mesmo tempo, não é maravilhoso, >> gente? Genial. Eu não sabia. E ó, é Super fácil de achar,
tá? Tem o site é do Aerogloss aqui pelo Qode e pelo link também que tá na descrição. E o melhor é a gente conseguir um presente pras nossas asas nossas telespectadoras, mamães aqui do matern delas, que é o cupom matern delas. Vocês ganham 10% de desconto na compra pelo site oficial e o frete é grátis para todo o Brasil. Graças, >> a gente conseguiu, a gente lutou e conseguiu. >> Aproveita, a gente escanei o Qcode aqui. >> Conheça Eurogloss, gente. Depois conta pra gente o que vocês acharam, tá? Que o seu feedback é super importante.
>> É verdade. Já deixa nos comentários. Olha, [Música] imagina ter genes tão compatíveis com os do parceiro que isso, na verdade impede que a gravidez evolua. É assim que funciona a incompatibilidade genética. O corpo, ele não reconhece o embrião como Algo parcialmente diferente e que consequentemente tem que ser protegido, entendeu? Gente, que loucura isso. Olha, esse é um diagnóstico mais comum do que se imagina, gente. >> Mas é que é pouco abordado. Muitas mulheres passam por perdas gestacionais sucessivas, sem entender o motivo e sem o suporte necessário para entender e buscar respostas. >> É, gente,
infelizmente muitos médicos ainda só recomendam investigação após Três perdas seguidas, prolongando a dor, né? Foi o que aconteceu com a nossa convidada de hoje. Infelizmente, >> ela ela passou, gente, por seis abortos espontâneos e só foi orientada a investigar depois da terceira perda. Hoje vive a alegria da maternidade em dobro, compartilha a sua jornada com outras mulheres e mostra que mesmo nos momentos mais difíceis é possível encontrar a luz. >> Com vocês, a mamãe da Ive e da Alice, Taem. Gente, que prazer imenso. Ah, muito obrigada. Eu tô muito feliz de estar aqui hoje com
vocês. Pessoalmente >> nossa, vocês são maravilhosas. Muito obrigada. >> Ai, fico tão feliz quando elogio ela, porque eu sei que a gente é parecida. Gente, eu não sei vocês, mas eu acho a gente muito parecida. >> Você acha? >> Vocês não acham? >> Não acho. >> Ninguém acha. Você não acha? >> Eu acho. É, >> eu acho. Eu acho que tinha >> várias vezes já eu te olhava até antes, eu falava: "Nossa, mas ela parece com alguém ainda." >> Aí um dia eu falei: "Nossa, não é comigo mesmo, comigo com as minhas irmãs". Inf, >>
que doideira. Mas, ó, muito bem-vinda, viu? Prazer ter você aqui. Obrigada por estar aqui dividindo >> então, porque acho que a gente, o matern delas, a gente é realmente esse é o propósito do do programa que é trazer histórias diferentes para que isso sirva de exemplo de informação pras mães que acompanham, porque com certeza tem muitas mães passando por isso e talvez é e talvez não tenham entendido que pode que pode ser eh, né, que possa ser a incompatibilidade genética. Conta um pouco pra gente como você descobriu que que esse era o motivo da das
perdas. >> Então, na verdade é a seguinte, >> começa do comecinho, >> do início mesmo, tá? Que eu tava até relembrando isso, olhando meus exames, vindo para cá, >> de quando eu comecei a pensar em ser mãe, tipo antes de ser mãe, tá? Para vocês terem uma ideia, eu fui numa médica que algumas amigas aqui em São Paulo ia, muito boa, por sinal, >> e ela pediu vários exames quando eu falei que eu tava com intenção de me Tornar mãe. >> Você tinha quantos anos? Eu tinha 31, tá? >> Isso sempre foi um sonho teu
desde desde criança. Nossa, sempre eu queria formar família. >> Fofo. >> É, queria outras coisas também, mas formar família. Ser mãe era o principal da minha vida, o maior sonho. >> E aí quando chegou, né, o a hora de pensar, né, eu me organizando, né, dessa Vida doida da Ta Thiago, né, de conciliar um filho, eu procurei a médica para poder fazer os exames, né, né, pré-natal e tal. não entendia nada disso que tinha que fazer paraa trombofilia, para isso. E eu fiz antes, na verdade. Ah, >> eu fiz tudo antes da eu descobrir que
eu tinha trombofilia antes. Eu descobri que a gente tinha, a gente fez o exame de crossmetic, depois a gente fala mais a respeito, né, com a doutora. V antes, Masfilia você não tinha nenhum sintoma, nada. Você nunca soube, >> nada. Nunca tive. Eu tinha um pouco de dor na perna assim às vezes, mas nem acho que talvez seja disso. Talvez era uma dor de >> crescimento, sei lá, de malhar. >> Mas eh eu não tinha ideia que eu tinha trombofilia, não tinha menor ideia. Daí eu descobri. Ah, eu também não tinha. Eu descobri depois de
perder. Você tinha? Eu tenho. >> Você tem trombofilia? >> Tenho. Eu tomei injeção gravidez toda do car. >> A Bia foi um milagre. É a primeira. A Bia que eu não tomei. >> Você não tomou nada na dela. Nossa, não tinha diagnóstico ainda. É perigo. >> É. Deus me livre. Aham. E para mim também, né? Depois depois do par, inclusive. É, exatamente. >> Bem milagre mesmo. >> Então, eu fiz eu fiz o crossmet, mas eu Não fiz tantos exames genéticos assim. Eu lembro que ela pediu crossmet e pediu alguns outros, né, de pra e trombofilado.
Eu descobri que eu tinha trombofilia e descobri essa certa incompatibilidade, que na verdade é uma compatibilidade excessiva. >> Até demais. E olha, é muito legal falar que você fez todos esses exames, porque normalmente eu tinha essa visão de que, ah, depois que eu engravidar, aí que eu começo a procurar as coisas. E o quanto É importante você se preparar para ser mãe, né? >> Fazer antes. Todos os médicos que fazem isso também, né? Que pedem essa essa bateria de exames. É muito importante. >> A minoria, eles pedem só o de praxa ali, dependlasmose, citomegalovírus, alguns
que você não pode estar positivada, né? Enfim. Então, algo assim. E aí ela pediu e descobriu tudo isso antes. Aí eu falei: "Meu Deus Do céu, eu lembro que eu cheguei, liguei pra minha mãe e falei: "Mãe, acho que eu nunca vou conseguir ser mãe na vida, porque eu tenho um monte de questão, né?" >> Mas esse exame é feito com você e com o seu marido? >> Sim. Com os dois. Então, quer dizer, aí que você descobriu a incompatibilidade, ou seja, a compatibilidade excessiva. >> Exatamente. E aí ela falou assim: "Não, ela falou assim:
"Não é impossível, só Pode ser que demore um pouquinho mais ou que, tipo, aconteça, ela já sabia, já me alertou que poderia acontecer algumas perdas na época, né? E aí, enfim, deixei o tempo passar. Aí depois de um tempo eu acabei procurando um médico de trombofilia mesmo que era um obstetra que era era especialista nessa parte de trombofiliac. E falei: "Se eu tenho essa trombofilia, deixa eu tentar, >> né, ir com algum médico que acompanhe de perto essa essa questão." E aí que Aconteceu? Tive a primeira perda gestacional que foi da Yasmin, foi a primeira,
né? Sim. >> Que foi com 10, quase 11 semanas. E eh eu não sei se foi por trombofilia, porque eu comecei ele ele ele ele como era muito especialista, ele cuidou de perto, ele falou: "Tá, os exames estão todos normais no momento, você não precisa entrar logo de cara comulante, espera." Ele era bem cauteloso. E aí quando deu minha proteína S alterou e Que eu precisava realmente entrar, ele falou assim: "Não, pode entrar". Daí eu entrei e em seguida eu perdi. Mas eu descobri, eu em seguida eu já quis saber a a causa. >> Uhum.
E e aí eu falei: "Doutor, preciso saber a causa". Eu falei: "Eu não quero nem esperar liberar, eh, esperar expelir sozinho." Falei: "Não quero, eu já quero tirar para eu saber, descobrir, né? Fazer a análise do embrião para entender o que aconteceu." E aí eu descobri que Tinha uma síndrome que era síndrome de Turner. >> A minha exatamente >> é uma síndrome, não sei que eu não acabei não estudando a fundo porque me machucava muito, né? Não, não queria na época saber, mas enfim, foi síndrome de Turner que é compatível com a vida, na verdade,
né? Você pode eliminar antes, mas pode nascer a síndrome de Turner. E aí, então eu não sei exatamente se foi por trombofilia e eu acabei tomando um Pouco mais tarde onde coagulante, se foi por conta da síndrome mesmo, mas acabei perdendo. Aí depois um monte de perda consecutiva que deve ser por conta dessa questão que genética mesmo. Foram quantas então a partir? Seis auto. Foram seis. Meu Deus, que >> Mas foram três antes da >> Ó, foi assim, a Yasmin, uma outra veio a Alice, então foram duas antes. Alice foi a terceira, então >> Alice
foi a terceira. >> Foi a terceira, >> mas foi tudo muito rápido porque eu sou extremamente fértil. Eu e o meu marido tor engravidou. Incrível. É, não é impressionante. É esse lado assim, é abençoado assim, é engravida mesmo, é muito rápido. >> Então foi assim, eu engravi. Aí no no próximo mês até o médico me orientou, espera três meses, né, para voltar a tentar engravidar, mas eu naquela ansiedade, >> né? >> Dá um sentimento de culpa, de de ser nunca vou vou conseguir, não, não. Vamos lá, quero tentar de novo. Aí tentei, perdi, só que
eu nem me liguei que eu tinha perdido, porque minha menstruação veio seguida, deu um atrasinho ali, eu falei: "Ah, acho que eu tô >> e tal". Só que na verdade eu fiz um teste, olha como eu descobri, gente. Fiz um teste de gravidez, olhei e falei: "Ah, não deu nada, nem esperei". Falei: "Não, não tô grávida não". Tom, enfiei na bolsa. Depois que eu fui descobrir que eu fui pegar positivaço assim na na bolsa. >> Demora uns minutinhos. >> Ai, você não esperou. >> Mas não, depois depois de um tempo, tá? Que eu fui usar
a bolsa. Eu fui usar a bolsa no próximo mês, que eu já estava grávida da Lis, >> porque eu engravidei no próximo mês da Lis. >> Eu já grávida da Lis, fui trocar de bolsa. Calma, >> fui trocar de bolsa, eu fui pegar, daí eu olhei e falei: "O quê?" >> Eu tava, >> eu falei: "Não fiz esse teste no da Lice". Eu falei: "Fiz o teste na outra". Falei: "Ah, eu tava grávida". Falei: "Graças a Deus que eu não soube na época. Imagina se eu tivesse, se eu tivesse visto na época que carga pro
teu corpo, né? Também esse monte de gravidez E essa perda gestacional e aí vem a gravidez. O que que isso danifica? Óbvio que mentalmente a sua alma é uma coisa horrorosa, mas fisicamente em relação ao nosso corpo, eu acho que tem um desequilíbrio hormonal muito grande ali, né? Depois a gente pode até perguntar para pra doutora, né? Que eu não sou tão profissional da área assim, eu sou farmacêutica, pós-graduada na parte de indústria farmacêutica, mas eu não, >> o que eu sei dessa parte da da de perda gestacional é de vivência mesmo, né? Sim. Ô,
gente, só para vocês saberem, vocês aqui do episódio, a gente achou esse assunto tão eh profundo que a gente trouxe a Dra. Isabele, depois a gente vai chamar ela aqui, >> para tirar dúvidas e realmente explicar eh a fundo o que é, como funciona, porque para mim não, e para mim foi assim, oi, como assim? O excesso de de compatibilidade Causa perda para mim foi, >> nunca ouvi falar, já da médica explicando assim para mim, ela falando assim: "Olha, >> eu vou te tentar te explicar assim mais simples possível". É como se vocês fossem irmãos,
vamos colocar assim. É muito parecido. >> Daí eu falei, gente, mas é possível isso? Não é possível, né? Eu falei, vai que alguém, né? >> Vai dar aquela pesquisada. Falei, na Verdade não. Na verdade, assim, quando você tem etnias muito parecidas, a gente ambos de descendente italiano, enfim, eh, tem possibilidades de ter parecido mesmo. E é parecido. >> Meu Deus, coisa doida. >> O que que é que você tinha perguntado? Eu tinha perguntado do que isso eh eh danifica fisicamente, mentalmente e a alma a gente já sabe, mas fisicamente, né? Porque uma gravidez em seguida
da outra e perda gestacional, o tempo que o Corpo volta a recetar, né? Porque tem que voltar a zerar para engravidar de novo e você teve uma gravidez atrás da outra. >> A irresponsabilidade da minha parte, né? Que eu não penso bem. Não, eu acho que foi, na verdade, >> pensando bem, foi. Mas assim, >> vocês estavam animados, né? É. Não, não é animados. Eu tava, tava triste, na verdade, mas eu queria muito, tava muito ansiosa. >> Essa era a palavra, né? Mas >> eu acho que essa questão de de de do tempo de espera,
realmente o médico falou assim: "Taem, por mim você esperaria de três até 5 meses, seis a pro organismo voltar ao normal, realmente. Mas eu teimosa, né? Mas me diz uma coisa, aí a sua primeira gravidez que vingou >> ela, a Lis, ela foi por Five, >> não foi natural. Natural foi no próximo Mês. Acho que Deus falou assim: "Ai, que dóa, tá muito ansiosa, vai toma". >> Mas e? E a gente e a insegurança de >> muita insegurança de perder no vou perder. Imagina, >> eu fiquei assim, eu lembro que eu tava fazendo show minha
vida normal, né? Porque quando você tá não tá com sangramento, com nada, você tem que continuar sua vida normal. Não tem trabalha até o final da gestação. >> Claro. >> Eu lembro que meu psicológico tava tão afetado que quando eu fiz 10 semanas, que foi o tempo, né, que eu tinha perdido >> a outra, você deve ter acontecido isso com você também, né? >> Meu Deus, era um pânico tão grande, já esperava, eu tava com tanta, eu tinha, passava muito mal, né? Muito, muito enjoo, muito enjoo, nossa, muito enjoo. >> Deu o tempo, meu enjoo
parou. E foi exatamente o que aconteceu com a Yasmin, Com a primeira. Meu joo parou. É assim que eu falei assim que minha mãe falou: "Tem, você fez ultrassom?" Falei: "Nossa, mãe, meu joo parou. Olha que maravilha dela. Você fez ultrassom? Minha mãe na hora, né? >> Claro, >> já captou, falou: "Ai, meu Deus, será que ela perdeu?" E aí que aconteceu quando com a Alice? Parou meu enjoo. Eu lembro que eu tava fazendo o show lá em Irati, nunca vou esquecer. E eu falei Assim: "Parou meu enjoo". Eu falei: "Pronto, perdi." Falei, "Perdi de
novo, eu não tô acreditando, já esperava que fosse perder, né? já ficava com essa expectativa. E aí eu procurei, era um feriado, a gente fazendo show lá, não tinha nada aberto, eu procurei um hospital lá e eu falei: "Pelo amor de Deus". Falei: "Deixa eu fazer um ultrassom, deixa eu fazer, deixa eu fazer, deixa fazer". Só que ao mesmo tempo eu não queria que ninguém Descobrisse que eu tava grávida. Ai que situação, meu Deus. Mas aí foi que foi a hora que colocou o traçom, tava batendo o coração, deu, ai, graças a Deus tá batendo
ainda, tá tudo certo. E aí em seguida eu saí dali, o enjo já voltou, mas eu fiquei umas 12 horas sem enjoo e eu tava passando muito mal o tempo inteiro. >> E depois continuou passando mal gravidez toda fiquei não, fiquei até 14 semanas na >> na gravidez da Bia eu ia toda semana fazer ultrassom. Toda semana. Ainda bem que assim, que eu realmente achei uma médica que me acolheu no momento e falou: "Pode vir toda semana". Eu ia toda semana, >> porque o certo é fazer o que? Uma vez por mês a consulta, né?
Normalmente. E eu ia, nossa, cada vez que ia lá e tinha o coração, ai graças a Deus. Aí >> e não era um fio na espinha quando você ia lá, ainda mais eu que descobri a Primeira perda gestacional na ultrassol. >> Eu também. >> Sim. >> Ai, o coração não tá batendo. Aham. >> Nossa, meu Deus do céu, que trauma, né? Meu Deus. Agora me conta essa como é que foi a sua gravidez, que foi natural >> eh você não ter feito nenhuma preparação para sua trombofilia, como é que foi esse esquema todo? >> Aí
nessa daí >> desde o positivo, pá, injeção, já desde O positivo, aí foi a trombofilia. Eu falei disso eu não vou perder, vamos lá. Aí foi disso aí não vai. Se pôr incompatibilidade que tem. >> E você tomou progesterona também? progesterona também, né? Essa daí tive um pequeno sangramento no início da natural, >> então também suplementei progesterona, né, um um tempo a mais, mas a a questão da queda de progesterona, que eu já falei, né, algumas vezes em entrevista, Foi da Ive, foi na fertilização. >> Ah, lá eu tive uma queda muito grande de progesterona
e eu tive que >> e e a a gravidez da Alice, eh, como você já sabia dessa que poderia talvez ter a incompatibilidade? Sim. >> Isso tem alguma prevenção? Você tem que tem alguma coisa para você fazer para também não perder por conta desse motivo? >> Isso aí acho que a gente vai ter que perguntar pra médica porque eu não sei. Ou para entender se o feto tá desenvolvendo normalmente, se não tem nenhum contra aos poucos mesmo, sabendo, mas acho que de prevenção. Eu não sei se a fertilização acaba. Eu acredito que a fertilização é,
eu acho que a fertilização sim, porque você consegue analisar o embrião, né? Então, pode ser que sim, pode ser que ajude nessa parte, mas aí eu prefiro que a profissional responda mesmo do que eu falar aqui sem sem ter certeza, sabe? >> E como foi a gestação em si? Eu imagino que deve ter sido, né, >> a dais, né, >> é da não. E a sua, por conta do seu psicológico mesmo, do medo, você fez show até quando? Fez show até 37 semanas, bem no final. >> Mas aí foi muito bem. Depois de 14 semanas
ali, que eu já tinha feito, né, o primeiro morfológico, tal, que tava tudo bem, eu falei: "Pronto". Falei: "Deus não vai dar um milagre pela Metade, agora vai dar tudo certo e vamos que vamos". Então, daí foi e fiquei super tranquila depois disso. Dava aquele medinho, claro, às vezes, mas aí aquele medo do início que foi a a marco da minha primeira perda, já tinha passado a incompatibilidade. Falei, já não já não tem mais aqui. Acho que já veio uma uma diferente da gente aqui. >> E ela nasceu com quantas semanas? >> Ela nasceu com
39 mais um. É. perito. Foi normal, >> não foi normal porque acabei não conseguindo. Foi 36 horas de trabalho. >> Ave Maria, >> demorei muito tempo. Isso aí, isso é um arrependimento. Eu tenho. >> Não deveria ter esperado tanto tempo. Poderia ter dado um problema. >> Na verdade foi uma uma vontade sua de ser normal. >> Vontade minha de ser normal, porque era melhor para ela. E eu fiquei teimando, teimando. Mas assim, eu o tempo inteiro Eu falava assim: "Ai, não, vamos para cesariana". Daí meu marido: "Não, mas é melhor". Porque eu já tinha conversado
com ele, eu falei: "Eu vou est em ar, né? Você tem que ficar falando para eu continuar". E ele falava: "Vamos continuar, vamos continuar". Deu tudo bem, então vamos, tá tudo bem, né? Porque eles estavam ficava um tempo inteiro com cardiooco, tudo certinho, né? Olhando. E até o médico falou: "Não, tem tá tudo bem ainda, tá tudo Tranquilo". >> Mas tava evoluindo o a dilatação tava evoluindo a dilatação, mas aí parou, tava indo muito devagar, aí parou em 7,5. Parou em 7,5, daí no demorou um tempo, tinha aumentado só meio. Eu falei: "Sem chance". Eu
falei: "Eu não aguento mais esperar". E eu falei: "Meu coração de mãe tá pedindo para parar, tá pedindo para ir pra cesariana. Então >> Deus que me livre". Aí foi. Daí me levou para cesar 5 minutos depois tirou. Falei: "O que que eu fiquei todo esse tempo? E foi super rápido." Eu falei: "Não tô acreditando nisso." Mas enfim, pelo menos eu tentei, né? Pelo menos eu tentei, mas eu me arrependo profundamente de ter tentado por tanto tempo assim. >> E ela nasceu super bem, gordinha, maravilhosa, >> super bem perfeita, perfeita. Gordinha não foi muito não,
foi. Ela era até magrinha, bem grandona, mas saudável, Super saudável, perfeita, maravilhosa. >> Saud. E você amamentou? >> Amentei até quase dois anos, Alice. >> Que linda. >> Só parei de amamentar porque eu ia fazer a fertilização na semana seguinte. >> Aí minha mãe veio conversar comigo porque eu tava lá na na a gente tava de férias. >> Uhum. >> Na casa da praia. E aí a Lisa acordou para mamar 17 vezes. 17 vezes durante a Noite >> com dois anos. Quase >> com quase dois anos. Aí minha mãe falou assim: "O quê? Isso é
vida, você tá ficando doida?" Ela falou assim: "Para começar você tem essa questão de perda gestacional". Falei: "Semana que vem você vai colocar". Ela falou: "É, já é. Não é uma gravidez natural, é uma gravidez que você tá forçando para para engravidar e aí você vai ficar amamentando ainda. >> Não, não dá. >> Você tem que separar as coisas. Por mais que muita gente amamenta grávida, nesse teu caso não tá. O mãe falou, por favor, já deu. Fora que não tá saudável para ela mais. Ela tá acordando em boa preocupada com você, né? >> É,
ela falou: "Não tá, não tá saudável nem para mim e nem para Lis, né? No caso, >> eu falei: "Quer saber?" Eu falei: "Então tá bom". Eu coloquei um bandade de Smame, né? Ai, que dó, meu Deus. >> Como foi desmame? Nossa senhora. Gente, eu só esse é assunto muito de boa para mim. Eu falei: "Acabou, não tem mais, se quiser tá aqui uma madeira". E eles aceitaram. Nossa senhora. É, eu também. Eu também não. >> Não, mas a Lis aceitou. Acabou. >> A Lis foi >> você que ficou sofrendo, né? >> Eu que sofri.
Eu sofri. Daí eu coloquei Da ela veio mamar. Eu filho que mamãe machucou. Não tem como. Agora tem que esperar sar >> e já entende, né? >> Não, já entendi. Tava com quase dois, né? E aí, OK. Metia a mamadeira. Ela mamou super bem e tal, porque elas já mamavam na mamadeira porque eu tinha que fazer show. Sim, quando eu tava no palco tinha mamadeira, não tinha >> aquela questão de a não tinha essa neura de confusão de bico. Eu falei que era Tempo de Deus ou era do teu leite? >> Era o meu leite
nesse dia foi o meu leite e para ela deixava o meu leite, porém às vezes tinha que complementar com fórmula e tudo bem também, não tinha problema nenhum quanto a isso, >> sabe? >> Mas é que era mais um momento de vocês duas, porque você ficava fora, né? Era mais um uma conexão. Ai deus. Mas aí daí ela a gente foi durante o dia super de boa. Ela nem tum durante o dia Mamadeira, tá? A hora da soneca, OK? A noite que ela acordava da ela queria o peitoaro. >> E aí eu já dava uma
madeira. Então foram três noites que ela deu uma choradinha uma vez só. E aí depois disso tipo ela acordou na primeira noite, ela acordou três vezes só. Eu falei: "O quê? Três vezes só?" E era 17 vezes antes. Falei: "Não acredito. Tava no céu." >> Falei: "Por que que eu não meu Deus, né? Eu eu tinha que ter feito antes vai Aprendendo na na luta, né? Não tinha antes. >> Não antes, mas não muito antes, mas um pouco antes, porque ela ela tava fazendo mal para ela. Acordar 17 vezes hoje. >> Não, não descansa, né?
Não dorme. >> Ela não descansa. Ela não desenvolve. Não tava legal. >> É. E eu também. Minha mãe, a mãe sempre se lasca. OK, né? A gente tem de dar um jeito de ter força, mas mais ela ainda. Então foi super de boa. Três dias depois Ela nem tinha, nunca mais pediu. Aí coloquei a Ive. >> Então aí quando você fez esse a FIV, como foi a preparação? Porque você tem que que tomar algum hormônio antes da FIV ou só de colher o o óvulo? >> Hormônio. Não, muitos hormônios para para tudo, né? Na verdade
>> são, na verdade 30 dias de hormônio, né? É de de estrogênio e aí cco dias de progesterona nos cco dias que antecedem a colocação. Olha comigo. Fiz >> aí vai. É. E aí vai fazendo a ultrassolom, tudo acompanhamento para ver como é que tá o colo do úro, se tá, né, o se tá grosso suficiente, enfim, tem todo um acompanhamento, é tudo, é o endométro, então tem toda uma, nossa, é trabalhoso, a fís é trabalhosa. >> Como foi para para você assim fisicamente, né? Como é que você passou? Passou bem e aí teve a
história da progesterona, né? A queda. >> Eu lembro que o meu peito ficava muito Dolorido, eu não sei o teu. Nossa, o meu ficava e eu tava amamentando. >> Ai, coitado. >> Alice, pensa Alice mamando aquele no peito, quase morrendo de dor, >> por causa da da FIV, né? >> Enfim. Então assim, foi tudo isso. Agora que eu lembrei, nem lembrava disso. Então, mas daí daí foi, enfim, eh, até inchou tudo, mas eu não não foi, não ganhei tanto peso na época, não. Foi tranquilo. E eu a gente tava na pandemia Também nessa fase, então
não tava naquela questão daquela correria nossa, a gente tava sem fazer nada praticamente, né? que ficou dois anos sem trabalhar, né, para Thago sem fazer show, né, praticamente os eventos demoraram, >> os shows demoraram muito ao vivo, né, parado, >> parou, mas aí coloquei, eu só tinha um, né? Só tinha só um. vocês terem uma ideia como é que é a nossa Incompatibilidade ou compatibilidade excessiva, >> né? de quatro, só um, só um, que tipo quatro fertilizaram, mas que chegou a Bastoscisto, né, na na a fase. Eh, bem, só ela, >> só ela ainda foi
ainda foi de sexto dia, ela nem recebeu nota muito boa, só tinha ela, não tinha o que fazer, só se eu quisesse repetir tudo de novo. Eu falei: "Não, nem quero repetir tudo de novo." Tem ela >> quantos ciclos para pr pros óvulos? Colheer os óvulos. É, >> eu acho que foi um só que eu fiz, que daí tive seis óvulos, mas foi pouco perto do que as outras. >> De uma vez só. Você ti >> de uma vez só? Foi uma vez só. Ten certeza absoluta. Foi uma vez só. É, eu tirei com 48
anos, tirei seis também. >> É. E o meu, o meu foi com 30 e poucos, né? Foi com 30 e eu tenho 39 hoje. Era Mais nova, né? Sim. Mas mesmo assim foi pouco, >> porque meu antimeleriano, que é aquele exame que mede, né? Uhum. >> Quem tá assistindo, eh, os a quantidade de folículos que você ainda tem para você poder engravidar é super importante fazer, viu, mulherada? Eh, era baixo já. >> Hum. Porque tem mulher que jovem é baixo. É. >> Eu eu conheço várias pessoas, >> não? E a e a e cada vez
mais, depois eu Vou eu vou perguntar pra doutora, porque cada vez mais o estilo de vida, né, que a gente tem, que influencia totalmente, >> alimentação, fís e daí faz com que a gente se torne infértil mais cedo. Isso é normal, né? >> Sim. é uma uma pré-menopausa e eu tava nesse momento assim, não de pré-menopausa, mas eu tava com o meu último libereno lá embaixo também no fre >> falando nisso, eu tô fazendo um espetáculo chamado cenas da menopausa e Cada vez mais tem uma conversa no final que a gente chama de meno talkalk
>> e e as mulheres cada vez mais pelo menos duas ou três por noite estão com menopausa precoce com 35 36 anos. >> É cada vez mais comum isso. Eu tô chocada porque a gente achou que era só com 50. Não é mais gente não. >> Ah, o público que vai no teatro, >> o público que vai no teatro tem uma conversa final e as pessoas falam: "Eu entrei na menopause com 35, com 36, Duas, três pessoas por noite". Olha isso. >> Como é que pode, né? >> É, mas é estilo de vida, é o
que se comou da certeza. >> Uhum. >> Né? Então tem que ficar de olho nisso, viu, mulherada? Tá falando de maternidade, mas estamos falando também. Eu acho que o a vida que que, né, o dia a dia hoje, as as mulheres estão escolhendo engravidar mais tarde. Então Se preparem também, porque a gente fica a vida inteira falando como não engravidar e a gente não fala como engravidar. Então, chega nos 30 anos, amor, vai ver, tá? Se você quer, ah, ainda não encontrou o parceiro, a parceira, ainda não sabe como, vai, mas cuida do seu sonho
de você, né? Enfim, >> é, dos seus óvulos ou retirada de óvulos, sabe? ou se você tá fértil ou se você tem folículos suficiente. Tudo isso tem que olhar >> é eu lembro até do meu médico falando assim taem pela quantidade, é, pelo pela pelo valor que deu seu antimeleriano, isso não adianta a gente não adianta você demorar muito não para tentar ter o segundo, viu? Quando eu engravidei da Lice, ele falou: "Não demora muito não, porque pode ser que o segundo >> não role, >> não role". >> Eu falei: "Meu Deus, eu fiquei mais
apavorada ainda, né?" E aí uma perda Atrás da outra, uma perda atrás da outra. Daí eu falei: "Quer saber?" Falei, já tava no médico de fertilização, né, Dr. Rodrigo, >> ele que fez, ele que ele que me orientou quando eu perdi a primeira, ele me chamou no por direct ali e ele falou assim: "Ó, tô em consultório do lado da sua casa que se você quiser vir aqui conversar comigo só para eu te explicar a respeito de perda gestacional". Ele falou: "Não precisa nem virar minha Paciente, nada, eu te ajudo, eu te auxilio." E aí
ele foi um anjo na minha vida. >> Ai, que fofo. >> Ele foi, meou em relação a tudo. Ele que falou: "Espera tantos meses". Aí eu não obedeci. >> Dá o nome dele, por favor, que é bom a gente saber. Rodrigo Rosa maravilhoso. Ele é incrível. Ele é >> calma. E aí conta do da da FIV aí fez a FIV. Sim, >> deu certo porque tinha uma expectativa de que poderia não não dar. >> Tinha expectativa de que poderia não dar ainda por cima. >> Sim. E já era a sua quarta? >> Já era. Já
era minha. É. Já era. Nossa, até perdi as contas. >> Era. É porque duas depois da perce foi mais duas e depois mais duas que daí foi mais recente agora, né, que eu perdi. >> Então depois da da Ive ainda teve duas Que você perdeu >> duas. É meu Deus. Então foi foram seis ao todo. É isso mesmo. Aí teve essas duas antes, né, que de tentativa de engravidar da Ive. Eu falei: "Quer saber? Eu vou pra fertilização." Daí foi quando eu fui pra FIV. >> Ah, então antes da Ive, que foi essas duas ou
depois da Ive? É, eu tive duas duas duas depois da Elis. É, não, duas depois da Yasmin, desculpa, eu tô tô falando L falando da Yasmin. Enfim, eu tive a primeira perda gestacional, depois eu tive mais outra, aí tive Lis mais duas perdas, Ive mais duas perdas. >> Meu Deus do céu. >> É, foi assim, é muita perda, né? muito tempo. Agora me diz uma coisa, como é que eh porque eu acabei fazendo todo o processo do FIV, mas eu não fiz o FIV, engravidei naturalmente por causa dos hormônios que eu tomei na menopausa. Uma
loucura minha história, mas a gente não Tá falando de Cláudia Raia hoje, a gente tá falando de Tem. Eh, eu queria saber e como é que você ficou sabendo que você tava grávida depois do fil. Como é que como é que é a a o esquema? Você você faz um exame, você faz ultrassom, você como é que é? Quanto tempo depois? Eles eles pedem para esperar acho que 10 dias, se eu não me engano, >> né? >> Que eles pedem para fazer o teste. >> Sim. >> A ansiosa imagina, né? Eu pisco acho que com
sete dias. Eu falei: "Ah, quem sabe, né? Também que o teste lá". Falei: "Se der negativo, não vou ficar tão triste porque ainda tem chance, né?" Deu positivo. Deu, doutor, deu positivo. "Você já fez?" Nossa, falei: "Já fiz, doutor". Dele agora espera que daí pra gente colher o exame de sangue e tal. Aí a gente colheu o sangue, daí foi subindo, subindo, graças a Deus deu certo. >> E como foi a gestação? Se passou mal, enjoou? Foi diferente? >> Passei muito mal, mas não sei se foi por conta dessa questão hormonal, não sei se foi
porque eu tinha que suplementar muita progesterona, porque deu uma queda de progesterona muito grande na gestação da IV, que foi essa gestação, né, de fertilização. >> Tem uma explicação dessa queda? Ele não falou. >> Na verdade, se esperava que meu Organismo fosse entendendo que eu tava numa gravidez e que era para subindo, né? natural de uma gestação, né? Por mais que não seja uma gestação natural, mas a minha foi caindo, foi caindo. E ele ele explicou, ele ele ele ele acompanhou todos os passos com exames. Ele falou: "Ta tá muito baixo." Eu lembro que eu
tava lá em Prudente, pandemia. >> Uhum. >> Ele falou assim: "Vem para cá agora, tá Muito baixo, muito baixo". E aí já vim, enfim, aí eu já comecei a suplementar bastante a progesterone e era bastante era gravidez do Luca eu tomei pro pass e poucas semanas passando mal. Tomei a gravidez inteira. >> O meu não foi a gravidez inteira, mas foi bastante tempo. Bastante tempo mesmo. Sim. >> Quando que você >> dá, dá um malestar. >> Dá dá dá um joo, né? >> Quando que você parou de passar, de passar mal assim? Você conseguiu curtir?
>> Nada. Nada. Eu cons eu já tava bem porque eu tava muito feliz com tudo, né? E assim, o lado de passar mal, o lado bom de passar mal é que você sabe que tá tudo bem, >> tá? É, >> entendeu? Então assim, eu agradecia. Cada hora que eu ia vomitava, falava: "Graças a Deus tá tudo bem". Então é horrível. Só que eu ficava feliz porque Eu tava tudo bem, entendeu? Vômito, vômito, vômito, vômito, >> vômito. Era de vômito, >> meu. Era assim, era vômito mesmo. E aí daí com 20 poucas, 24 semanas, 25 por
aí, começou a sumir. Só que aí eu já tava com o aparelhinho de escotar o coração, já tava começando a sentir ela mexendo. Então daí já eu já tinha outro parâmetro para saber se ela tava bem ou não. E aí foi super bem. >> E ela, você optou pela cesárea também ou Não? >> Ela, eu tava assim, eu falei, doutor, o negócio é o seguinte, que foi o Dr. Rodrigo Rosa que foi uma obstetra, né? Acabou sendo tudo ele mesmo, natural da Alice, foi ele >> sim >> que fez tudo. >> E aí daí vi
ele de novo, ele já quase não tava fazendo obstetrista, mas ele fez para mim, eu falei: "Não, vai ter que ser você, doutor". >> E aí ele foi, ele falou: "Taem, >> eh, o que que você vai querer dessa vez?" Eu falei: "Doutor, eu sou traumatizada, né? Então eu vou esperar, esperar a hora dela, esperar tipo dar um sinal, >> é para não marcar. Eu não quero marcar, eu quero esperar a hora dela. Porém, eu não passo de 40 semanas, que eu já tinha medo também por causa da trombofilia, porque no final das contas a
gente não pode tomar morticoagulante todos os Dias. Você lembra disso? >> Nossa, esse final para mim é o mais angustiante. >> Angustiante? Por quê? Porque você tem medo de entrar em trabalho de parto e precisar cortar e se acabar de tomar anticoagulante. Ter acabado de tomar anticoagulante, que daí pode dar hemorragia. Inclusive, eu vou falar aqui porque o povo, ai gente que tem um ódio. Eu vou aproveitar para xingar de graça aqui porque o povo >> desabafa tá muito agressivo. Deixa, deixa abafar. Não é porque tem um um corte que eu acho que eu falei
com a Rafa Justos, >> porque ela contou que a Tice foi fazer cesáreo para ela nascer de um signo e tal. E aí eu falei: "Gente, eu também fui induzir pro Caio vir taurino e não vir geminiano, né? Que geminiano já basta meu marido e minha mãe. Mas a isso é uma grande brincadeira, tá? Porque como eu tenho tromofilia, chega no final Da gestação, eu já estava com 39 semanas e 3 dias e a minha médica falou: "Olha só, você já está sem tomar seu anticoagulante, não dá pra gente esperar mais, entendeu?" Então, perigo, perigo
de trombose é muito maior no final da gestação. >> Exato. Então, por isso que eu falei, vamos unir o último, o útil ao agradável. Já tinha que induzir, entendeu? Vocês entenderam, gente? >> Por conta do porque tem uma moça me Xingando na internet que eu fui lá comentar no post dela. >> Ih, a moça levou boió lá lá lá lá lá. >> Ah, gente, não. E ela da área da saúde, eu fico fico fico chateada. As pessoas julgam sem saber. >> E não, uma moça da área da saúde também, tá? Que eu fui há pouco
tempo em outro podcast e aí eu falei a respeito disso, né? E ela falou assim: "Essas artistas que se acham entendedoras da saúde, primeiro que eu sou formada em farmácia, Né? pós-graduada na área de indústria farmacêutica. Eu estudei muita coisa. Segundo que uma mãe que vive a perda gestacional e pesquisa sobre sabe muito mais, sabe muito do que uma mãe normal que passou, que não passa pela situação. Então eu tenho propriedade para falar, mas é claro que eu vou falar de uma maneira, eu não sou profissional, deixo claro que eu não sou profissional dessa área,
né? >> Mas a mulher me arregaçou e ah, porque Tem que esperar três eh três, como é que fala? Três perdas gestacional. Sim. Um absurdo você falar a respeito disso, como se você fosse entendedora e não sei quê. Mas assim, acabou comigo. Ah, mas minhas amigas foram lá e falaram, masalharam, >> elas tomaram minhas dores e falaram: "Ah, mas vai ver só de fã também, né?" Enfim, porque é sacanagem, né? >> Ah, é uma loucura. Não, e é doido esse esse jogo. >> Tentando ajudar. Eu eu tentando ajudar, expondo minha situação para ajudar, para alertar
as mães. E uma menina vem, uma médica vem e começa a >> deixar ela para lá. Lá ela lá. É, >> não, mas é muito doido isso porque você fala: "Pô, eu tô aqui realmente trazendo informação para ajudar, porque você poderia não contar para ninguém, não ajudar ninguém, as pessoas não sabem, não tem como exemplo, mas não, né?" Porque, gente, é difícil falar de uma dor. Vocês já imaginaram como é ter seis perdas? >> É, >> seis perdas. E aí eu te digo mais, eu entendi o sentido da da minha primeira perda gestacional quando eu
comecei a orientar as mães que vinham falar: "Taem, eu passei por não sei quantas perdas, eu acho que Deus não quer que eu seja mãe e não sei que, não sei o que". Eu falei: "Pera aí, vamos lá". Você Pesquisou trombofilia? Você pesquisou isso? Daí não, nunca pesquisei. Eu falei: "Meu Senhor amado, é por isso? Com certeza alguma causa tem que talvez seja algo simples, como a trombofilia, simples entre aspas, mas que é simples de resolver, de ajudar a resolver pelo menos, né, que é as injeções do anticoagulante, que resolveria essa questão. A filha de
uma funcionária minha, gente, esse é esse é o caso assim, um dos mais marcantes que eu pude Ajudar, que ela me agradeceu muito. Ela tem uma Ive também. Ah, >> ela colocou Ive também na filha dela. >> Que amor, >> que é de uma funcionária minha quando eu morava aqui, da Maria. A filha dela, ela, a Maria vem falar a M. Minha filha passou por, eu acho que tinham sido duas ou três perdas, mas foi no final da gestação. >> Bebezão grandão, gente, grandão. Coisa mais linda do mundo, assim, os bebês. Até vi foto tudo.
E tinha perdido. Ai, não sabe o motivo. Eu falei, deve ser, falei, deve ser trombofilia. Eu falei, deve ser trombofilia. Que que eu fiz? marquei uma consulta para ela online. Na época nem tinha consulta online, mas eu implorei pro meu médico de trombofilia, Dr. André, para ele conversar com ela. E aí ele conversou com ela, pediu os exames, ela foi na cidade lá, ela mora na Paraíba, mais perto lá que tinha para Poder fazer os exames, fez os exames, descobriu que tinha trombofilia, tem a IV agora, fez todo o acompanhamento por causa de quem? Isso
é pura falta de informação. >> Porque eu porque eu informei, >> porque eu falei, talvez se eu não tivesse falado, ela nunca teria a filha dela nos braços. >> Você tá entendendo? E imagina a dor dessa mãe, gente. Eu perdi a as dores são sempre válidas, tá? Mas eu perdi Sempre no início. Imagina essas mães que tá com tudo preparado, >> quarto preparado, roupa comprada, tudo pronto, mala de maternidade pronta, vai lá e e volta sem o bebê. >> Não é uma loucura. >> Você tá entendendo? Então a perda no final é terrível. >> É.
>> E aí ela conseguiu ter. Então esse é um dos casos. Se eu conseguir ajudar essa mãe, eu já tô muito feliz. Mas foram Milhares >> que eu orientei e que me agradecem, porque são mães que falam assim: "Sou mãe graças a ta". Quantas mensagens eu não recebo falando isso, >> porque eu orientei e fui lá e descobri. >> Agora isso tinha que ser uma coisa até governamental, né? Para que a gente tivesse informação sobre sobre esses casos, sobre essas patologias, né? A gente não sabe de nada. É, mas o exame de trombofilia no SUS,
por exemplo, ele Só é liberado depois da segunda ou terceira perda, né? >> Não é, não é meu convênio não cobriu isso. >> É, o meu também não. Meu convênio não cobriu, sangue, >> foi tudo exame carésimo, tá? Essa que é uma questão muito importante a ser falada, porque a gente vê gastando com tanta coisa, às vezes até desnecessária, >> que gente, isso é o, pelo amor de Deus, quantas mães que não t condição, que daí Vão no posto, perderam o neném e tal e que realmente desesperam. Muitas vezes é um descaso, nem fazer nada.
É o SUS liberar as injeções, a mãe já perdeu. >> É isso. >> Você tem que começar a tomar antes. Então assim, é bem >> ex é então já tinha que ser de pronto, perdeu. Vamos lá, vamos fazer esses exames. Caramba, gente, faz um >> Isso tinha que ser um um >> Mas não é infelizmente >> uma coisa da saúde mesmo, né? É. É. E aí como foi? Você teve então cesárea? >> Aí eu tive cesariana, né? Falo demais. Meu Deus, ama, >> a gente ama. Pode falar. É que eu tô curiosa para saber. E
aí, aí eu esperei, falei: "Doutor, então vamos esperar, vamos ver." Aí deu a hora dela. Eh, comecei com as primeiras contrações, falei: "Doutor, é, já, já vai ser já, então já vamos, já vamos marcar para Hoje". Então, eu falei assim: "Já vamos marcar para hoje à noite". Ele falou: "Não, você quer marcar para hoje à noite?" "OK, porque eu já acordei com um pouco de contração." Eu falei: "A gente espera até o final do dia, vamos ver." Falei: "Balei, não vou ser louca de demorar tudo aquele tempo de novo." E não tinha não, a bolsa
não tinha estourado. Então, por isso que eu já tava pensando assim, acho que vai ser cesariana >> dessa vez. >> Tudo bem. E aí eu fiquei esperando, esperando, esperando. Aí deu 19 horas a gente, né? Já tirou, já combinou tudo certinho, já foi lá e >> e nasceu super bem, >> super bem. Essa nasceu gordinha. >> Nossa, essa aí foi uma nossa, uma fofa. E também apger super maravilhoso das duas. Tava até revendo isso esses dias. >> Então, nossa, só tenho agradecer a Deus mesmo por esses por esses dois milagres Na minha vida. >> Uhum.
Coisa mais linda. >> E aí depois você teve então duas >> e depois mais duas perdas. Mas eu não tava tentando engravidar. >> É isso que eu queria saber. Se era uma tentfilia eu não posso ficar tomando o remédio, né? O o anticoncepcional. Anticoncepcional. >> Então eu fui falando memória, falei, vamos tentar se cuidar, vamos tentar Evitar. >> Mas você não pensou no D, alguma outra coisa, algum outro método? >> Então, mas o Dil tem o Dil hormonal e tem o Dil de cobre. E eu acho que tem mais hoje em dia. Não, não, não
sei. Tô bem por fora dessa parte. É com hormônio, só que é com hormônio também, não é? E o cobre é questão de, enfim, que pode dar muita complicação e tal. Meu, meu médico também não foi muito a favor não na época do cobre. Eu falei: "Quer saber?" Falei: "Vou esperar um pouquinho, vou começar a falar pro meu marido fazer vasctomia também, né? Porque >> a gente resolve e tal". Aí foi que os dias que nem é a vida de mãe de duas que cuida, que fica a madrugada inteira, né? As filha que minha filha
até hoje não aprendeu a dormir muito bem, tá gente? Até hoje acorda as duas. Senhor, daí fica eu igual barata tonta, vai no quarto de uma, vai no outro, vai no Outro, toda noite assim, eu falei: "Já não é, minha vida já é complicada, eu já viajo, já tudo." Eu falei: "Não quero, já tá bom, já deu." Eu queria até queria. Eu falei: "Se minha vida fosse mais tranquila, até teria". Não dá vontade? >> Dá d vontade de ter mais. >> Só de pensar em engravidar e aí já perdeu. >> Só que daí você é
daí você pensa em todas. >> Eu já falei pr que ela vai ter três. Ela fala: "Pelo amor de Deus". >> Sim, gente, me falam, todo mundo me fala quem vai ter mais uma menina. Mãe de três. É chiquerme. Semã de três. >> É. Ah, não. Deve ser uma delícia. Meu irmã tem três também. Mas aí eu >> eu falei, vamos, >> vamos desencanar. E a gente foi evitando. Mas daí chegou num ponto que quando eu tive a outra perda de novo, que foi no início desse ano, >> caraca, >> foi no início desse ano,
que eu falei assim, Fábio, falei, eu não aguento mais passar por isso, não dá. Era bem no início, são aquelas, >> esqueci o nome da química, né? Gravidez química. É no início que você perde. E aí eu perdi de novo. Eu falei: "Ah, não, não aguento mais olhar". Porque daí você olha o positivo, você se anima, você fala: "Nossa, ainda mais que eu já tive lis natural, né?" Eu falei: "Ai, vai ser Mais um, tal". Daí você começa, se empolga, >> sonha, lógico. >> Aí seg depois de uma semana, pum, >> eu falei: "Ah, quer
saber?" Eu falei: "Não aguento sangramento." >> Falei: "Não aguento mais". Falei, "Não quero mais passar por isso e >> e vamos vamos >> vamos fazerctomia". Daí de tanto eu insisti, ele foi e fez, enfim. A diz que ainda, né? Ainda tem chance, diz que Ainda fica durante um tempo, ainda tem que >> ainda. E vocês que são absolutamente compatíveis, né? Tudo pode acontecer. Mas é isso que eu tava falando. Pro uma mãe de dois que acorda muito à noite, já é mais difícil ter uma vida, né? Aquela vida ativa de quando antes dos filhos, né?
>> Mas aí, enfim, mesmo assim gravida, você vê como a gente é perde. É que loucura. É, >> mas agora eu acho que d agora vai agora vai resolver que resolverou mesmo. >> Fechou, fechou a fabriquinha, otá. A gente vai chamar agora a Dra. Isabel >> para ela poder contar tudo pra gente. >> A gente tem muitas dúvidas. Vamos tirar gente as dúvidas. >> Vamos pra gente poder falar informações. A gente não, né? Ela informações técnicas, né? Porque acho muito importante. >> Muito importante. >> Vem para cá, Dra. Isabele. >> Bom, gente, estamos aqui com
a Dra. Isabele Malagol. Virou minha amiga, né? Minha amiga, minha vizinha. Aí eu falei, "Isa, por favor, vai lá tirar essas dúvidas pra gente, porque eu fiquei completamente chocada quando eu vi o tema da TAM". Eu falei, "É, eu nunca vi". E aí a gente trouxe ela aqui, ginecologista obstetra, né? Não sei se já falei para vocês, >> pra gente falar, tá, Em? Porque assim, Eu fiquei completamente chocada, chocada. >> A Dra. Isa tava contando agora pra gente o quão emcomum essa história da Taem com o marido, né? Não é uma coisa >> da incompatibilidade,
né? Eu acho assim, eu acho que esse tema que a gente tá falando aqui é super importante. Eh, achei muito legal você dividir isso, porque eu acho que perda gestacional é uma coisa que, como a Tatá comentou, Envolve um luto, né? Então, tem pessoas que não querem falar, que se fecham e não falam sobre o assunto. >> É gatilho, né? Exato. E acho que quanto menos a gente fala sobre um assunto, parece que ele é cada vez mais tabu. Não, a gente precisa entender que uma perda gestacional, se a gente for olhar paraa população geral,
mulheres que estão no período fértil, elas podem ter mais de 80, 85% das mulheres vão ter pelo menos uma perda gestacional ao Longo da vida. >> Ó, você teve seis, eu tive uma, Tatá teve uma, Cláudia. Então, assim, nós quatro já tivemos perda de estacional. Então, falar sobre esse assunto de perda é super importante. É claro que a sua história até me foge um pouco, né, do que a gente tá considerando como habitual. E é por isso que a gente não pede exames assim de cara que estavam discutindo isso. Então assim, por que que a
gente já não pede um rastreamento >> de tudo, de trombofilia, tudo para todo mundo? Porque se a gente for olhar questão estatística, é a minoria que vai ter alteração, entendeu? Então a gente tá falando o quê? de um custo aumentado, o próprio convênio não cobre exames de trombofilia, então assim, não dá para fazer para todas. Então, na verdade, eu acho que vale a pena ter um carinho adicional do do profissional que atende a paciente, uma perda gestacional, a gente chega aqui, já chegou eh nesse Nesse sentido de saber que isso é uma coisa que pode
acontecer e é normal, a gente muitas vezes não vai encontrar o porquê. Agora, depois da segunda perda, aí eu eu sou super a favor de investigação. >> É isso que eu queria perguntar, porque não é comum. Por que depois da terceira perda gestacional, por que fazer a mulher passar por isso três vezes? Na verdade >> é porque essas questões estatísticas Mesmo, Cláudia, porque muitas vezes a gente não encontra o motivo, né? E aí fica essa coisa de de custo. Por isso que eu tô falando para vocês, se vocês forem ver de profissional para profissional, existem
condutas bem diferentes em relação a isso, >> não? E a gente tá falando também da gente aqui uma parcela de% de um privilégio da questão financeira, porque é uma coisa cara. Então é óbvio que o profissional, médico que tá ali Atendendo entende a situação no geral, né? O seu exame de trombofilia, por exemplo, não foi coberto, né? Foi pago. >> A gente até faz uma justificativa explicando que a paciente passou por, né, por tal situação, tudo, mas na maioria dos casos o convênio não reembola. Você imagina pra paciente que tá no SUS, eles vão esperar
três perdas, porque isso é uma coisa que acaba meio que triando essa paciente. Ah, então realmente ela deve ter alguma coisa. Então vamos, né, vamos pensar em vamos pensar em rastrear. >> E aí, o que que eu achei legal da conversa que vocês tiveram, né, quando a gente fala de perdas recorrentes, de aborto, de repetição, acho que a primeira coisa que vem na cabeça é meu, será que eu tô fazendo alguma coisa de errado? Não sei se você passou isso pela tua cabeça, mas será que meu corpo tem alguma coisa de errado? Será que eu
tô fazendo alguma coisa de errado? Muitas Mulheres sentem essa pressão de será que eu fiz alguma coisa? Culpa, né? Será que eu tenho o problema sou eu, né? Exato. Né? E aí vale a pena sempre a gente sentar e orientar. Então, assim, a gente tem as principais causas que estão envolvidas com as perdas gestacionais. Então, a gente tem, >> quais são as principais? >> As principais, a gente tem aí a questão das doenças autoimunes, que a Taí falou da questão eh da trombofilia, né? Existem trombofilias adquiridas, que é o caso da síndrome antifosfolípide, que é
essa que tem o maior impacto sobre a perdas gestacionais. E as hereditárias que são as de vocês, né? A data M, a sua trombofilia, você falou proteína SC, não foi isso? >> É, mas eu tinha outros também. Eu m da da da metil tetrafolatase. >> E a Tatá é o fator C deide, não é? >> Não, >> não. Você não é >> não, eu esqueci. É sei o que é uma coisa de heterozigoto. Não, mas eu acho que é o cinco, pelo que a gente já conversou. Mas assim, a gente tem ter uma e eh
não é a mesma coisa, tá? a gente tem trombofilias que são umas são adquiridas e outras são hereditárias. As hereditárias que são as de vocês, elas têm menos impacto, mas isso não quer dizer que elas não tem impacto. Então quando como você colocou, ai o meu médico prescreveu Enoxaparina, que é o Clexani, e isso provavelmente ajudou muito, porque você já tinha um histórico de perdas, então não adianta, ah, vamos deixar para ver como que não tá corretíssimo, pelo amor de Deus, ainda bem, ainda mais você sabendo dessa história, né? Mas aquelas pacientes que têm essa
síndrome e a a trombofilia adquirida que é antifosfolípide, essa sim normalmente acabam tendo sequência de abortamento de repetição. E o tratamento é basicamente o mesmo, tá? A Inoxaparina é o clexani que é iniciado desde o início e aí vai suspender mais pro final do paro. >> Existe alguma prevenção para isso? >> Para trombofilia? Não, >> não. Eh, quando a gente fala de eh trombofilia eh as adquiridas que são as autoimunes, é uma doença autoimune, né? é uma doença autoimune e as hereditárias são hereditárias, então já vem com você desde exatamente >> mas e é do
uso de anticoncepcional que Às vezes pode causar, não tem alguma coisafia não. O anticoncepcional é principalmente o anticoncepcional que tem estrogênio, a gente tem um risco aumentado de trombose pela questão do impacto do estrogênio. Então mulheres que têm prédisposição, que tem alguma alguma, por exemplo, você até comentou que você tem a trombofilia e você não pode usar anticoncepcional. Você pode usar, mas você não deve usar os que os que tm estrogênio. >> Então, mas o só de progesteron não segurava meu ciclo. Sempre tinha estado. Porque o Mirena, o Kailina, que são os dios, são opções
completamente tranquilas e podem ser seguras e podem ser utilizadas sem nenhum problema. >> Sim. E no caso da da incompatibilidade, agora vamos falar disso, por que que ela acontece? >> E você falou que é raro, né? >> É raro. É. Tanto é que se a gente for pegar assim o pessoal que trabalha com Reprodução assistida, eh, eles assim meio que fica como se fosse um diagnóstico assim depois que a gente tem escalonou tudo, a gente pesquisou trombofilia, alterações anatômicas do úter, então pólipos, miomas, eh doenças infecciosas e enfimose >> endometri, tudo isso a gente vai
escalonando, não chegamos a nenhuma conclusão. Aí você passa a pensar na questão da da incompatibilidade genética. Então assim, não é uma uma Situação comum, realmente não é um exame assim que você que o médico vai pedir no dia a dia. Ah, vou pedir alguma coisa para saber se você tem uma incompatibilidade. Isso não é a nossa rotina. >> Sabe o que que eu lembro? Eu acho que isso nem deve ser usado mais, mas eu lembro que quando aconteceu isso com as minhas amigas, que eu acabei indo nessa médica, acabei não ficando na médica, mas enfim,
fui nessa médica delas, né? Uma delas tava aplicando o sangue do marido para combatibilizar. Você lembra disso? Você lembra que teve teve esse tipo de tratamento? são coisas que não tem científico para fazer, entendeu? E por isso que esse assunto acho muito legal a gente tá conversando sobre ele, mas a gente precisa alertar as pessoas que o quê? É muito raro e realmente a gente não tem um consenso em relação tanto ao diagnóstico dessa condição quanto ao Tratamento. Você até perguntou, acho que, ah, mas você fez alguma coisa para prevenir? Quando a gente tá pensando
em compatibilidade, a gente tá pensando também numa alteração imunológica. Então, teu corpo, né, reage de uma forma diferente. Então, pela questão da super compatibilidade que você tem com seu marido, ao invés de você proteger o embrião, você acaba eliminando, né? Então, tem uma questão imunológica. Então, o pessoal comenta sobre a questão Dos imuno imunomoduladores, imunosupressores, que vão ajudar o quê? abaixar um pouco essa atividade do sistema autoimune, mas não existe assim um consenso em relação a isso. Então é um meio que fica um diagnóstico é último. É a hora que a gente conseguiu, tentou ver
tudo, não, a gente não achou uma resposta para esses abortamentos de repetição, aí a gente cai nessa, nessa condição de compatibilidade e não tem um tratamento para isso. >> Ro, Cláudia, tem tratamento, mas assim, são coisas empíricas. Então assim, ah, vamos tentar um corticoide, ah, vamos tentar uma imunoglobulina. Então são coisas que assim, não é que tem um protocolo, você deve ter tomado, >> porque o corticoide vai fazer o quê? Ele vai diminuir a atividade do seu sistema imune. Mas são coisas que assim tá tudo ainda meio que acontecendo. Então, >> e é meio qu
em estudo não se tem ainda nenhum nenhuma pesquisa. >> Tá tendo, tá rolando, tá rolando muita pesquisa, né? A reprodução humana, ela é uma área hoje que assim, eh, a ciência tá tá correndo muito rápido, mas a gente não tem ainda respostas, a gente não tem assim aquela coisa, aquela diretriz, algo que direciona a gente em relação a isso. Como eu falei para vocês, a gente tá falando na questão da da incompatibilidade HLA, mas existem outras incompatibilidades também que podem estar associadas também a isso. Então, eh, a gente ainda não tem muito um consenso em
relação a essa doença em si. Então, que bom que a a TM caiu na mão, na verdade, por uma questão das amigas, tal, mas assim, isso não é uma rotina >> e não é incorreto, tá? doençasentão vou pensar numa trombofilia num mioma que pode estar atrapalhando a implantação, eu vou pensar num pólipo, numa cinéquia, eu vou pensar numa endometrite, uma alteração infecciosa. Agora falar que eu já vou de cara pensar numa incompatibilidade genética, não, >> porque não é comum, não é como pedir. Eu não duvido que não tenha sido eu que pedi, que faz muito
tempo isso, mas eu não duvido pelas amigas falando: "Ah, eu fiz e deu e eu: "Ah, então já pede aí, vai." Sim, mas eu não lembro. Eu não lembro mesmo. >> Mas aí a vida te provou que você conseguiu ter uma uma gravidez natural. Então assim, não é uma condição que Limita ou inviabiliza você digestar. >> Ela deixou ela deixou claro que não que não limitava. >> Mas você você como paciente, você acha que isso mudou alguma coisa em relação à sua expectativa da gestação? Porque acho que quando a gente tem um diagnóstico a gente
fala: "Meu Deus, eu não vou engravidar nunca." >> E essa essa questão emocional ela impacta muito, né? gravidez e status emocional assim aqui, Ó. >> Exatamente. >> É na cabeça. >> Exatamente. >> Nossa. Então, calma. A a Lise e a Ive são milagres. >> Ah, acho que a segunda foi Five. >> A segunda foi Mas eu acho FIV também, gente. A primeira tentativa é muito e não é comum também a primeira tentativa dar certo. Você fez em ciclo natural mesmo, né? Você você coletou e já já se Já implantou, foi isso? >> Não, eu não
não implantei porque eu peguei Covid. >> Ah. Ah, você fez um cicelando, chegou o dia, tive que congelar. >> Hum. >> Porque não, porque realmente eu peguei Covid e aí o médico falou: "Sem menor possível de COVID, né?" >> Aí esperei o próximo ciclo, aí descongelou, tadinha. E aí colocou, ó, >> descongelou ela, >> aquela criança congeladinha, gente, mas é muito doido pensar quando eu paro para pensar que congela, >> eu eu >> é muito maluco, né? >> Eu entro em parafuso pensando con ficou congelado dos 48 ou 54. Eu falei, gente, já é um
óvulozinho murinho, um negócio de 48, né? Aí você já fala assim, eu já não dou nada por esse óvulo. Ainda ficou tanto tempo congeladinho, né? E tanto que não fez o embrião. >> Olha só. Não rolou o embrião. E aí, por causa dos hormônios, eu engravidei naturalmente na menopausa. >> Olha só. >> Caso bem raro também, mas mas acontece. Nós somos um milagre, amiga. >> É verdade. >> Ai, muito obrigada por ter essas dúvas. muito importante a gente, porque a gente fica às vezes, ah, eu acho, acho, eu acho. E aí é tão bom ter
realmente uma informação segura, né, de confiança para Vocês. É, muito obrigada. Imagina. E a gente queria pedir antes de finalizar para você mandar olhar para essa câmera, >> mandar uma mensagem pras mamães que estão assistindo e que talvez estejam passando por essas perdas >> e, né, não é fácil >> e com tantas dúvidas, com tantas dores. Então você mandar um recadinho do fundo do seu coração, da sua experiência para ajudar as nossas as nossas telespectadoras. >> É, o que eu sempre falo é que informação é acolhimento no final das contas. Então, quando a gente passa
pela perda, é importante você viver o luto, é importante você conectar com pessoas que se preocupam realmente com você e e que você sabe que tem muito amor por você, pessoas próximas mesmo, para você poder falar a respeito, para você não ficar presa no seu mundo, que muitas vezes a gente se fecha e não quer falar, mas a gente guarda pra gente, isso é péssimo Pra nossa saúde até, principalmente mental. Então é importante falar sobre, mas acima de falar sobre eu sou super a favor de pesquisar. procura, nossa gente, faz uma poupancinha para isso, deixa
um dinheirinho separado, que eu sei que é, eu sei que é difícil, eu sei que não é fácil, eu sei que é caro, mas assim, pesquisa pelo menos trombofilia, pelo menos as a as causas mais comuns, como a doutora tava falando, fazer ultrassom para saber mioma, para saber Formato de útero, tudo isso para ter um cuidado especial para que você não passa, não passe por isso novamente, principalmente para que você realize o sonho de ser mãe. Eu vou est aqui na torcida e a gente espera que, né, tenha sido esclarecedor para muitas mães que já
passaram por isso também. >> Ai que obrigada. >> Obrigada a vocês, gente. >> Doutora Isabele, muito obrigada. >> Que agradeço gente poder contribuir. >> Nossa. E olha gente, se vocês tiverem algumas dúvidas e tal, manda pra gente, né, >> nos comentários que a gente vai tentar sempre trazer o melhor para vocês e a melhor informação, a mais clara e a mais embasada. É verdade. Muito obrigada. Não esquece de se inscrever no canal, tá? Curtir o vídeo, compartilhar pras amigas. Um beijo. Até semana, outra que vem. >> Estamos juntos. Tchau, gente. [Música]
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