Não, então é. >> Pronto. >> Ai, Vera, você vai gravar bem a hora que eu vou fazer a propaganda do produto. Problema >> é pra gente saber depois. >> Fica gravado. Pelo menos fica gravado. É um sabonete que tem óleo. É um sabonete líquido que tem óleo. Pera aí que eu vou pegar aqui no banheiro, vou mostrar para vocês. >> É da Nívia. Eu comprei pela internet aqui em Bauru, na farmácia custa R$ 45. Achei caríssimo na internet. Paguei 27. >> É um sabonete líquido. Quase um mês. Oi. >> É um sabonete líquido da Nívia.
>> É um sabonete líquido que chama óleo de banho da Nívia. >> Ah, eu já usei. É muito bom. >> É. Não sei como é que eu faço para mostrar. Pera aí. Vou pôr aqui na minha frente, ó. >> Isso. >> Hum. >> Ele é muito bom. >> Ele é muito bom. Então você toma banho, põe na esponja, toma banho e não precisa passar. Ah, hidratante. Eu só tô passando assim nas canelas e no pé porque fica mais exposto. E para acabar com esse mundel de creme que eu tenho aqui também não vou comprar mais.
Agora é só sabonete. >> Legal. Eu vou usar. Eu eu gostei do que você falou, porque, por exemplo, quando eu tomo banho à noite, eu não uso creme, né? Mas aí por uma meia hora eu fico com a pele muito ressecada até ela hidratar naturalmente. Então eu vou comprar para mim tomar banho à noite, mas meu creme vou continuar passando porque o a pele precisa muito do hidratante, né? Nem sempre o óleo faz o mesmo efeito. >> Eu uso >> eu preciso do hidratante também. >> É, ainda mais a pele que tá envelhecendo, né? É,
se deixar vira uma lixa. >> Nossa, vira. É. >> Aí uso aquele uso um hidratante caro, caríssimo, mas ele dá para mim por um mês. Todo mês eu compro ele. >> Eu uso esse daqui. É muito bom, >> né? >> Ah, não conheço. >> É muito bom. Eu gosto. >> Eu uso um vegano até que a primeira que eu que eu conheci foi a Paulinha que me deu de aniversário uns anos. atrás. Agora eu compro sempre. Ele é bom, não tem não tem nada químico, né? >> É, eu uso o Bepantol para minha idade >>
é espetacular. Esse daqui, ó, da >> Claro, mas ele deixou a minha pele muito bem, muito. >> Ah, esse daí não adianta para média. >> A América me deu quando eu fiz a cirurgia. >> É, você não resolve. >> Qual Edina que é o seu bem? >> O neutrodina hidrata e repara. Ajuda bastante. >> Para mim não adianta. >> Mas eu tenho aquele da Lucitâneia, aquele de pote lá que é bem >> É, aquele é poderoso. >> E aí mulheres? Bom dia. Silvê Tata. >> Bom dia. >> Bom dia. E aí? Tô tô ouvindo aqui.
Vocês não fizeram as tarefas? A tarefa, né? é que a gente se reuniu e a gente combinou de resgatar todo o material porque a gente tava meio desconexa do material. >> Uhum. >> E aí a gente dividiu para cada uma pegar ali a a sua parte, ouvir os áudios, pegar a sua parte para depois a gente juntar as quatro e fazer uma um apanhado geral. >> É, entender qual era a tarefa, né? É, é, mas é só que não era para apresentar para você agora. A gente tá, >> eu não sei que não passei tarefa,
né? Agora ninguém >> a gente tá resgatando o material porque a gente teve muito intervalo, né? Importante, bem importante. >> E aí, como é que foi nosso último encontro para vocês? >> Tava ouvindo ele agora. Foi muito, muito bom, >> foi bom. Tá, tá, fica. Só que ficou devendo o meu, né, a minha parte. Foca, >> faltou a minha para compor aí. Mar, >> comecemos por você, >> né? Começamos com a veroca. Eu quero dizer para vocês que eu não tô muito bem. >> A minha meta foi ontem diagnosticada com influenza, então ela tá bem
malzinha. >> Só que ela esteve conosco e eu tô com dor de cabeça já tem uns dois dias, né? E hoje amanheci com a narina escorrendo. Eu tô com o corpo mal, mas tô tomei vacina tudo, tô tô tranquila. Mas a dor de cabeça é uma coisa que incomoda. Aí esse meu olho já tende a ficar pequenininho. Meu olho direito vai me per >> fic meio inchadinha, né? >> É, Veroca? É todo seu esse espaço. Nós damos tudo para você. Vixe, Marina, >> olha, você ganhou mais espaço, né? É, pode nadar de braçada aí. pode
ir perguntando. Eh, eu não sei, até tá tava lando, tava ouvindo hoje, né, da forma que você começou, né, a outra, a última reunião, >> perguntando se a gente identifica, né, o o sistema, né, girando. >> Sim, e do anti >> o movimento, né, do sistema de automático. >> Movimento. Isso é isso. Eh, é, é assim, eu não, eu identifico que tenho tido mais, eh, mais foco, né? Mas como eu até comentei, eh, a maior parte do do tempo, a maior parte das vezes, você vai analisar depois que você identificou a reatividade, né? O que
que eh a questão, né, do que você julgou, do que que você dirigiu ao outro, né, sendo que minimamente eu já tenho, né, uma noção de que tudo tá aqui dentro, né, então tudo movimenta, se movimenta, né, aqui dentro. Eh, então eu não, eu vejo assim a a minha grande, até diante da primeira tarefa que você eh proporcionou, né, que você direcionou para nós, foi a minha parte foi os ressentimentos, né? >> Então, >> eh eu sou, assumo que eu sou bem ressentida mesmo, arroada, tem a tendência uma vingancinha, né? de alguma forma, né, eu
me vingo sutilmente ou mais ou mais >> sutilmente ou incisivamente, né, Ver? >> É, é, mas é bem comum mesmo. Eh, admito, eu acho que >> sim, >> começando a a ver e admitir mesmo, né? Então assim, não tem, especificamente agora no momento, não tenho nenhuma situação, né, que possa assim exemplificar. né? Então, não sei, as amigas podem até sinalizar, >> ajudar, né? Nesse aspecto. >> Não percebi nada de diferente, Vera. Não notei nada assim, abundância não deu para perceber. >> Eu sou você. >> É, ouvindo você, né, na última, né? revindo. Eu também, eu
sou sou bem parecida também. Acho que somos muito, né? Temos nós muitas coisas, né, em comum. Mas eu me vi bastante, você me espelhou bastante na sua colocação, né? >> E aí fica, né, ficou claro, né, de como a gente que, eh, se coloca, né, nas situações, quer dizer, a gente, o sistema, né, é que nos leva a a nos sentir da forma que nos sentimos, né? É, enquanto a gente não estiver presente, a força é arrastadora. É. E vocês três percebem os ressentimentos ou eles acabam passando e são justificados pelo outro e não há
percepção de que ele está ocorrendo? Ah, eu percebo sim, percebo que que eh que fico ressentida. H, minimamente assim, eu tive um, até comentei com a Paulinha essa semana e vou levar pro pro dependentes emocionais uma percepção de de o quanto que o ressentimento me arrasta e quanto que eu me coloco na situação de vítima e quanto que eu o processo é único e é meu. Eh, falando brevemente da situação que ocorreu e que eu tive essa percepção, foi eu me, como dependente emocional me coloco eh na situação de buscar as migalhas que me abastecem,
né? e tem toda a relação com a família da Mariana, ela e os filhos. E no sábado passado eu estive numa doceria comprando uma sobremesa e liguei para ela dizendo: "Olha, tô aqui em tal lugar, quer que eu posso ir aí, né? Quer que eu leve um bolo para você? Que que vocês estão fazendo?" Ah, nós estamos com dois casais amigos fazendo um churrasco e você pode vir sim, traz um bolo tal. Eh, do que que tem? Tem disso, tá? Então traz, tá? Comprei e aí o Marcos não queria ir. Eu dei uma chamada de
atenção nele, porque ele tá sempre se esquivando de ir lá. Ah, vamos, vamos. E ele acabou indo. E quando cheguei na portaria, era uma uma moça nova na portaria do condomínio dela. A moça não me reconheceu, tentou notificar a minha presença para que houvesse permissão lá na casa dela, mas que com barulho, música, criança correndo e eles não ouviram. E aí eu falei pra moça, mas não tem aí uma liberação, né, de algumas pessoas para para entrar sem ser anunciado? Aí as dei o meu nome, não tinha permissão. Dei o do Marcos, não tinha permissão.
Falei: "Mas não tem de ninguém?" É, tem de algumas pessoas, mas não tem o nome da senhora. Putz, mas eu fiquei posteta. Aí vem, né, o sai, né, caramba, essa menina mora numa casa dentro de um condomínio, uma casa imensa, fomos nós que compramos e não existe essa liberalidade do pai e da mãe adentrarem sem serem anunciados. Aí eu levei o bolo, entreguei o bolo para ela. A moça acabou permitindo porque ela viu que eu fiquei muito sem graça. Falei: "Ah, tudo bem, então deixa eu tinha carro atrás, deixa eu entrar, faço meia volta e
volto." Aí a moça ficou condoída e me permitiu entrar. Aí cheguei lá, dei o bolo e o meu genro e o e um rapaz do das pessoas que estavam levantaram para nos cumprimentar. Os outros ficaram sentados, oi, oi, oi, só de longe, inclusive ela. E eu dei o bolo, ela guardou, voltou para sentar lá e eu me senti completamente sem ambiente na casa dela e fui visitar as crianças, mas eles estavam brincando, ocupados lá com as brincadeiras. E eu me senti péssima, péssima. Aí fiquei por lá um período, esperei o Marcos achei justo também tirá-lo
da rodinha dos homens e eu fiquei sentada na sala sozinha e ele acabou tomando um drinkzinho lá e não demorou muito. Questão de 1 hora e meia mais ou menos, já estávamos de volta. Aí ela assim: "Ah, mas você veio tomar café? Eu faço, papá?" E eu falei: "Não quero, não vou tomar café. Eu tava já com o estômago embrulhado e ela pôs a mesa com o jeito que ela faz lá, com tudo muito arrumadinho. E eu não abri o bolo, ela também pôs lá em cima da mesa e mas eles estavam ainda terminando o
almoço e e eu vim embora. Ah, antes eu falei para ela que eu estava muito aborrecida do fato dela não ter colocado o nosso nome na portaria para uma liberalidade. E ela disse assim: "Ah, mas é que a porteira é nova". Ela desconversou como boa narcisista, né? A culpa não é nunca dela, né? Sempre do outro. Enfim. Aí eu fiquei muito aborrecida, vim embora. Aí até comentei com a Edna, com a Silvia, com a Paulinha. Mas engraçado que isso foi no sábado, no domingo não nos falamos. Na segunda-feira eu tive um contato com ela na
clínica que eu tô fazendo um tratamento de laser e de LED lá na clínica dela. E sempre assim, eu tô sempre preocupada porque sempre ela me denigre, né? Ai, mamãe, nossa, eh, você usa esse vestido ainda, como dizer, que coisa mais antiga, né? Então eu tô sempre preocupada em estar mais ou menos em ordem para não ser chamada atenção. E nesse dia eu não me preocupei do jeito que eu estava, eu fui, passei um pente no cabelo só e fui. E eu não sei a razão, mas eu me senti tão segura, tão dona das minhas
atitudes, que eu cheguei lá e eu eu ela veio me cumprimentar muito. Eu achei muito desinchada e eu tranquila, cumprimentei, conversei, ela me atendeu pela primeira vez ela me colocou de bruços, coisa que ela não costuma fazer, porque ela ela sempre me atende e eu fico de frente porque é no joelho e no quadril, eu fico de frente conversando com ela. Ela me pôs de bruo e eu saquei. Falei: "Ah, ela não tá conseguindo me encarar". Aí quando eu entrei, que ela saiu da sala dela, eu tava na sala de espera, eu a vi muito
pequenininha. Eu a vi pequenininha. E a aula da Cláudia na quinta-feira daquela semana me veio assim com a Cláudia enxergava a irmã muito grande e eu sempre enxerguei a Mariana maior do que eu. E eu não sei explicar, mas eu senti uma diferença tão grande no tratamento. Senti que até a minha dependência com as crianças mudou. Eu tô mais segura. Eu não estou, não fui lá, não fui lá na casa dela mais. Ela veio duas vezes essa semana aqui. Ela trouxe as crianças, veio fazer o atendimento em casa, coisa que nunca ela tinha tempo, mas
agora ela traz os aparelhos, faz o atendimento aqui em casa e vem tomar lanche. Trouxe uma porção de salgados, outro dia trouxe um doce. Então eu achei, tá muito diferente a situação. >> Por que que você acha que ela mudou? >> Ah, ela mudou porque eu porque eu tô vendo ela diferente. Eu não sinto mais aquela necessidade. Eu até tentei, falei: "Não é possível, essa coisa da minha cabeça, não é possível, eu vou." Mas meu Deus, eu ligo pro Mateus todo dia, se ele não me atende, eu fico jururu. Eu fal não, eu falei esse
essa autoaprendizagem mexe com os conteúdos da gente, que a gente fica muito diferente. A risadinha da Marlete. Que linda. Pessoal fala sempre da risadinha do Carlos, né? >> Do Carlos falou da Marl. Ele tá com você. Hum. >> Aí eu falei: "Ai, mas esse Dr. Carlos mexe com esses conteúdos e a gente vai caminhando?" Nem que seja uma coisinha pequenininha, mas foi bom. >> É no no início do nosso trabalho que foi aí dividido, né? A Vera ficou com o ressentimento, a Silvia ficou com a personalidade narcisista. A Edna ficou com os arquétipos, né? >>
Hum. E eu com a infância. >> E a TT com a infância aqui, Vera Terezinha infância. E foi interessante porque olhando aqui pro âmbito do ressentimento, eu vou ler só a observação, né, que eu fiz. Dor inferiorizada, ter que ser o que esperam de mim, não poder ser eu, vingança como forma de me sentir superior, ilusoriamente vencendo a inferioridade, que eu considero que foi o que aconteceu com a Terezinha, mas essa troca de posição, né? Ela colocou a Mariana no lugar dela, como ela se sentia, pequenininha e inferiorizada pela filha. E agora ela tá no
lugar da Mariana, o lugar que a Mariana ocupava na mente dela, que era poderosa, que era grande. Agora o isso é o que o seu sistema faz. Tem momentos que ele vai te dar essa posição de inferioridade e tem momentos que ele vai te dar essa posição de superioridade. Mas acho legal a gente poder olhar essa dinâmica do sistema de autoimagem, porque uma pessoa que você julga superior e que ela te fere, você se sente, na verdade ferido por ela, machucada, eh desprezada, deixada de lado, eh isso vai criando uma determinada rivalidade originária, né? o
arquétipo originário, ele tende a se sentir escanteado e consequentemente ele vai reagir a isso, né? E aí o sistema funciona de uma forma que ele se torne superior e aquela pessoa se torne inferior mediante o que ela fez. Eu eu achei interessante o percurso. Você tava na sua casa, se liga, pergunta com quem ela está e ela fala e ela libera dizendo que vocês podem ir. E aí quando chega na portaria não tem liberação e tem uma pessoa nova, né? E você insiste e aí você pergunta se não tem liberação e o a porteira te
diz que tem de outras pessoas, mas não tem de vocês. >> Pois é. Pois é. E >> isso vai te emputecendo, né? ressentimento vai virando ódio e esse ódio vai reforçando a mágoa e isso vai trazendo a vingança. Aí os seus argumentos, puxa, ela mora numa mansão dentro de um condomínio, que fomos nós que compramos e agora ela nos trata assim, não tem liberação paraa nossa entrada, aí entro, nem se levantam para me cumprimentar. E no meu conceito, isso é importante, que se levantem, quem chega precisa ser cumprimentado, tal. >> E ela não faz isso.
E eu falo para ela depois como eu me senti. E ela devolve a responsabilidade pra porteira, né, não para ela. Porém, isso já tinha se alterado em você lá na portaria. Ela já te tinha se tornado inferior lá na portaria. E aí quando você entra, você só vai tendo uma visão maior de que ela tá sendo inferior, inferior. Inferior. Quando você vai no dia seguinte pro tratamento, ela é pequenininha, você é grande, né? >> É. >> E e é interessante, por isso que eu perguntei para vocês se vocês viram o sistema girar, né? Em contrapartida,
aqui seria a observação pro ressentimento. A observação para dor, eh, o adolescente é o escudo ilusório da criança com a sensação de inferioridade. Então, a criança tem essa sensação de inferioridade. O quando você adolece, você vai pro bando, você vai pro grupo e você vai enfrentar o mundo aí, né, nas suas eh dinâmicas. No na observação aqui da Silvia, que ficou com a personalidade narcisista sedutora no adolecer, a observação é que a necessidade de encontrar sempre um cenário adverso para nele me sentir superior através da dissociação, que é algo que é muito importante para você,
TT, eh, buscar essa sensação de superioridade, né, de que eu não sou tão inferior quanto eu me sinto, mas ao mesmo tempo tá sempre encontrando esse cenário adverso que te inferioriza também e que em determinado momento vai converter seu sistema >> para uma outra eh circunstância. Em contrapartida, vamos entender o movimento sistêmico que ocorreu com você, a mãe domínio e potencialização, que foi aqui a parte que a Edna eh trabalhou, né? Os arquétipos que ela encontrou. Então, o que o que agiu em você diante da situação que você colocou? A mãe, o arquétipo de domínio
e potencialização, te colocou grande de novo. A filha obediente, cega e pertencente à mãe e não proprietária dela mesma, né? A menina romântica que sonhava encontrar alguém do jeito que ela idealizava. A dramática histérica que superlativa em tudo. Teatro para conseguir o que querer. A dissimulada não mostrar o que sentia, né? Eu tava superior a ela ou inferior a ela. O competidor, a a eterna disputa fraterna, né, que é a disputa entre irmãos, o justiceiro que é fazer justiça a qualquer custo pela situação vivida. E aí entra a vingança, né? É o sádico, trágico desejo
que todos morressem quando contrariada nas suas vontades. Exemplo, se alguém não desce carona, deseja com todas as forças que encontrasse na frente o carro acidentado e a pessoa estribuchando. Quer dizer, esse sádico dramático em você encontrou a filha desse tamanhozinho que era gigante, né? >> Pois é. o sabotador que tentava sabotar levando e trazendo as coisas que via com a mãe para o pai, né? Esse jogo que às vezes você faz entre seu marido e sua filha, ele não queria ir, ele não precisava ter passado por isso, né? >> Pois é. Eh, a boazinha me
fazia de boazinha para conquistar a mãe, o vingador que esperava a hora certa de devolver as supostas injustiças sofridas e a partidarista, que juntava com os fracos e oprimidos para sabotar os considerados fortes >> e consequente o amante, aquele que é capaz de amar os inferiores, né? E aí a observação que eu fiz nesse agrupamento foi sai atuando de forma manipulada e arquitetada para vencer a inferioridade, produzindo a ilusão de superioridade, dissociação da emoção e da realidade. >> Totalmente dissociada, comprovado, né? >> É. e e uma dissociação da realidade, por justamente por esse jogo sistêmico
entre superiores e inferiores. Por exemplo, eh tem o arquétipo da que eu na atualidade eh durante um período o arquétipo servidor ele era visto como o mordomo, né? Aí com o tempo foi com a governanta e hoje é com a doméstica, né? Não é nem com a faxineira, porque a faxineira não tá nem aí poros seus desejos. Ela vem fazer a faxina e vai embora. Mas a doméstica é ali servidora. Ela faz uma coisa, ela faz outra, ela põe isso no lugar, tira aquilo do lugar, põe no lugar adequado, passa o dia inteiro aí se
movimentando. Este é um arquétipo inferior pro dentro do seu próprio sistema existe essa divisão dos arquétipos superiores, inferiores e remediados, tá? Os arquétipos eles são funcionais, mas a maneira como eles são constituídos, nos dando a tpera do nosso movimento e do nosso comportamento, é o que fala mais da movimentação arquetípica. Então você tem essa esse arquétipo servil, né, que poderia ser classificado como a doméstica na atualidade, a diar, a doméstica que é mensalista e ela passa a vida servindo ali a aos patrões, a tirar as coisas do lugar, põe as coisas no lugar, faz comida,
serve, põe a mesa, tira, lava a louça, tal. quer, quer dizer, eh, você precisa identificar, e não só você, eh todos nós, os arquétipos que são inferiores e que garantem esse estado de sentir de inferioridade. Os arquétipos que se sentem explorados, né? Os que se sentem, não, que nos nos levam a sentir explorados. E aí não seria nem um sentir, é um ressentir que tem mais correlação com o arquétipo originário, porque nós sentimos o que recente, né? Nós sentimos o que é ressentido, né? Então, de alguma forma, TT, eu considero que o processo é o
mesmo. Você só mudou, o seu sistema só mudou a sua posição, né? Ele colocou sua filha na condição de >> inferior e você eh assumindo aí o papel materno na condição de superior. Agora o interessante, minha amiga, é por quê? >> Não, mas é engraçado que antigamente eu sentia raiva, agora eu não tô sentindo. Eu não sinto, por mais que eu queira. >> Então, quem sente raiva, Tetê, é o inferior. >> Hum. superior não sente raiva, ele dá o castigo, ele determina quem é que manda. É só isso. É, >> a Vera fez uma pergunta
assim, né? O que que me que me levou a ver essa mudança, né? Então assim, ela continua querendo, porque eu percebo, é muito nítido para mim que ela chega diz assim: "Olha, mamãe, eu vou ter que renovar a matrícula das crianças no colégio. E o pequeno não tem problema nenhum, porque está com o pai, o pai que ela tem um eh um filho de cada marido, né? O pequeno pai paga, não é problema, mas o mais velho, né? O pai paga uma pensão e tal e a matrícula é caríssima e como é para pagar só
em janeiro, eu vou começar a pagar desde setembro para ir diminuindo o montante. E eu falei: "Ai, que bom, ainda bem que tem esse recurso, né, de você parcelar. Maravilha. Eu não entendia, fiz de conta que não entendia a facada, né? Eu desconversei e eu achei que foi bacana ela ter. >> Então, Terezinha, você não percebe que uma área de você está magoada e você se vingou dela? >> Hum. >> Você se vingou dela com a sua superioridade. É você que paga, você que pagava. >> É, >> de conta que nem eu vi. É, >>
mas ficou interessante a inversão, mas quando ela fala: "Eu fui, eu vou, eu i agora ela vem, >> né? Ela traz lanche, ela traz coisas, né?" >> Mas ela não vê que virou aqui. >> O que ela não vê, Tata, é que o que a filha está fazendo era o que ela fazia. >> É. E porque eu tenho uma empregada, eu fiz uma moça trabalhando aqui muitos anos, vocês conheceram a Maria Cândida, maravilhosa, uma menina que eu adoro até hoje. E uma vez a Mariana entrou aqui, era no mês de setembro, e ela falou assim:
"Eu não tô acreditando que você tá vindo aqui". A moça falou paraa Mariana, porque faz vai faz um ano que eu te vi aqui na casa da sua mãe. Você não vem ver sua mãe? Deu uma dura na Mariana. E a Mariana tem horror da Maria Cândida até hoje. Enfim, então é assim, ela não vem aqui, ela não vem ou ela vem para buscar alguma coisa, porque eu vou dispor, vamos dizer, de um vaso, então ela vem buscar o vaso. Outra hora porque ela precisa de uma escada grande aqui, aquela escada que vai emendando assim
de alumínio, ela vem buscar a escadaria porque precisamos subir no telhado da casa dela. É só porque ela precisa, ela não vem aqui para tomar um café, ela não vem. E ela começou a vir e eu achei estranho. >> Não, não, eu não achei estranho. Ela tá fazendo o que você fazia. >> É. >> E ela faz isso com o objetivo para obter alguma coisa que era também o que você fazia. >> Você era serviu para obter a atenção dela. >> Ah, sim, sim. Ela tem se mostrado eh presente porque ela tem necessidades que você
supria. É. E hoje é aniversário do pai. Então ela falou assim: "Ai, você vai comemorar? Vocês vão comemorar?" Falei: "Ah, não sei. A gente pode ir no restaurante, né, à noite." Aí ela disse: "Ah, não, compra as coisas, a gente comemora em casa, é mais intimista". Ah, tá bom. Então, achei bacana a ideia. >> Então, ela sabe eh, TT como você funciona. Ela sabe como te agradar. >> É. >> E usar subserviência da T, né? Ela usa subservi da T, >> mas a T também sabe como que ela funciona. >> E muito bem. >> Como
a Mariana funciona. Ah, tô aprendendo, Silvia. Sabe, tô aprendendo. >> Não, você sabe direitinho. Sabe sabe tudo do Alan como funciona, certo? Não sabe. Algumas coisas aprendeu, né, Vera? >> Sim, algumas, mas sempre eu ainda >> eles nos surpreendem. Eh, >> eh o importante de conhecer o sistema de autoimagem e como a ciranda arquetípica funciona. Eh, o primeiro aspecto é admitir que você não tem autonomia sobre você que você acreditava que tinha. >> Tem um sistema que te move e ele se move, ele se move de acordo com os movimentos que emocionalmente vão sendo acionados,
né? Agora, isso tem uma razão de ser, né? Por que que é assim? Por que que você tem toda todo esse automatismo que faz toda essa linha protetiva com você? Por que que esses processos se repetem tanto diante de você? Qual é a intenção? Por que que você se sente tão pequena em relação à Mariana? Por que que em determinado momento você precisa ser tão grande em relação a ela? O que que ela traz nela mesmo que você tem tanta inveja dela? Eu usei o termo agora um pouquinho. >> Não, mas é é embora é
pesado, mas é necessário. >> É, >> né? Assim, um dia a Edna perguntou para mim assim, eu tô inserindo as meninas no grupo aqui na conversa. Tetê, você tem orgulho da Mariana? Eu disse: "Tenho." Aí ela disse: "Ah, eu não tenho da Gabi". E eu falei: "Ah, eu tenho, eu tenho sim. Eu acho que ela brilha. Eu acho talvez seja aí, né, o jogo da inveja, né, porque ela ela tem, não sei, eh, eh, uma vez o Dr. Carlos, numa nessas individuais, ele falou para mim que ela ele achava que era para eu olhar, né?
Não que ele dizia, mas ele não afirma, mas ele me levou a entender que eh eu tinha inveja dela em alguns aspectos e ela tinha inveja de mim em outros aspectos, né? Então eu acho que é isso que a gente precisa eh fazer essa essa >> é e não é nem a gente, é você, né? Porque ela não tem condições de fazer isso, né? Não, eu é sim, sim, eu é, >> né? Mas tem alguma coisa nela que te chama atenção e que você inveja. E é importante saber isso, né? O que naquela pessoa me
incomoda, me desacomoda, me deixa conflitivo, né? É importante. >> Sim. Eu acho que eu já sei algumas coisas. [Música] Marl, posso falar? >> Pode, querido. >> Então, quando quando foi você falou o que que cada um era para desenvolver, né, que você falou sobre o enagrama para mim, eu achei estranho, né? Eu achei uma coisa tão, falei, nossa, tão técnica, né? Então eu falei, bom, tá de acordo com aquilo que eu gosto, né, de entender o funcionamento, mas agora, né, ultimamente eu tenho percebido como todos nós temos, né, essa essa tendência, né, cada um de
um jeito. Eh, e aí foi ficando muito muito evidente para mim, né, olhando realmente pra minha para meu tipo de personalidade e e eu fui descobrindo eh não mais intelectivamente falando, mas emocionalmente, sentimentalmente. E isso tá pegando muito em mim, né? Eh, eu tô tô identificando esse conflito, né? a hora que eu tô usando eh esse movimento arquetípo aí do mando, do tem que ser do jeito que eu quero. Meus filhos estão aqui para me servir, porque eu que criei, eu que dei todas as condições para ele, enfim, todo esse eh esse tipo aí, né?
Toda essa aí explica, né, esse característica narcisista. Eh, e aí eu comecei a identificar eh quando que eu entro em contato com aí vem a morte, o processo da morte. Tenho medo da morte, não é medo da morte, é medo da minha história, né? De eu me descobrir, de eu olhar para mim. E e eu comecei a perceber até que eu fui ficando muito, foi tão eh, eu não sei nem explicar, mas mexeu de tal maneira comigo que eu cheguei até ficar, eu até comecei a pensar, falei: "Puxa, agora eu entendo por que muita gente
desistiu no meio, porque é muito doído, é muito sofrido. tá fazendo um movimento que é o da da lógica do do pensar do do eh pensar não é não é sentir, né? Pensar é saber qual é como que eu devo falar, fazer, mas sem entender a origem disso, né? Porque porque essa necessidade do não é mandar. Aí eu fui entendendo melhor, né, que na verdade eu busco fugir de uma de uma situação, né, que eu que com a minha história, eh, para não viver, para não sofrer aquilo, tinha que eh, por exemplo, uma, até vou
dar um exemplo até da T, quando ela me corrigiu ou me corrige, né, que eu escrevi errado, escrevo o quê, nossa, como que isso meitava, como que isso é uma coisa absurda. E isso não acontecia antes. Eu simplesmente falou: "Não, o problema dela". Aí eu comecei a a Não é, eu tô dando um exemplo da Terezinha, porque isso tá acontecendo muito diariamente comigo, continuamente. Não, não me acomodo mais naquela situação de que eh eu tenho razão, tô certa, não, né? Ninguém pode eh me contestar. Ah, agora eu tô sentindo, né? Tô procurando sentir. Então é
todo dia, né? Hoje mesmo fui fazer compra com meu filho, como que eu eu comecei a observar como que ele mexe comigo, como que eu sinto, o que que é essa raiva, o que que é essa e esse essa questão de ser contestada, de enfim, eh, é por aí. E aí eu comecei a Terzinha aí. >> Não, eu dei um exemplo só por causa de nós aqui, mas isso tá acontecendo 24 horas por dia comigo. É porque eu não dirijo mais. Eu tinha um carro, o Taiu ficou com carro. Agora eu quero o carro, agora
eu fico enfermizando. É uma coisa absurda o o sentir, o sentir para mim. E até eu tinha comentado com você que eu me sentia sem energia, sem libido, né, para Marlete. A Marlete falou que não, porque o libido tá aí. E eu comecei a a entender que antes eu não tinha essa, eu só focava de um lado. A Libido tava toda lá e sentia, né? Agora não. Agora agora eu sinto e a razão para mim já não faz mais. Já não, já não, não justifica mais. o que eu faço, né? >> Eh, eu vou até,
Silvia, ler para você e para nós, né? Eh, o que você trouxe como material dentro da pesquisa de personalidade que você fez, a personalidade narcisista sedutora eh no adolesc? Então, olha só, eh isso fala muito de você eu, eh, não sei se vocês já entenderam, mas senão eu vou reforçar. ir contra o sistema de autoimagem é dar um tiro no pé e ele ressoar pro coração, porque ele é muito forte, é um sistema protetivo que a a foi aprovado pela seleção natural, tanto que ele está em cada um de nós. Ele tá no nosso meio,
ele está em torno de nós, ele tá na sociedade que nós ocupamos no mundo. Então, olha só a sua dinâmica sistêmica. Você se descreveu com caráter compulsivo, sentimentos de superioridade mais visíveis e presentes na consciência, na atualidade, enquanto os sentimentos de inferioridade são negados e reprimidos. cognitivamente expansiva, poucos limites à minhas fantasias e racionalizações, minha imaginação corre solta e livre das repressões da realidade ou do ponto de vista dos outros. É muito interessante vocês voltarem nesse contexto. E aí você colocou: "Exagero meus poderes transformar os fracassos em sucesso. >> Influ meu valor pessoal com intrincadas
realizações. Para você eh exagerar seus poderes e você lidar com os fracassos com sucesso, você precisa dos fracassos. Exatamente.É. Então você tava falando, me tiraram isso, me tiraram o carro, me tiraram aquilo, me tiraram aquilo outro, agora eu quero de volta. Quer dizer, você precisa sempre de situações que te inferiorizam, que você se sinta fracassada e aí você coloca exagero meus poderes, transformar. Qual é o poder? transformar os fracassos em sucesso. Influo meu valor pessoal com entrincadas racionalizações. >> Deprecio rapidamente aqueles que depreciam minha autoimagem. Minhas características psicológicas com relação ao narcisismo do oral receptivo
é o charme, talento, discernimento, agudez e a habilidade de obter êxito. Tino, trato, persuasão, capacidade de convencer os outros da utilidade do que eu estou vendo e também uma fonte de conhecimento como conselheiro profissional. Minha autoidealização está ligada à negação da culpa com relação à desvalorização da mãe. Me categorizo pela intuição por estar eminentemente voltada para o futuro, capacidade de intuir o que ainda não está visível, que são as futuras possibilidades. Mas o que me chamou atenção dentro da do seu relato aqui é exatamente o que você narrou. Não sei se a as nossas amigas
em comum entenderam da mesma forma, né? Você precisa dos fracassos, das situações difíceis para você transformá-las em sucesso. >> Então agora, o que que você tá percebendo? Tiraram coisa de mim. Qual é o sucesso? Como é que eu vou mudar tudo isso? Eu quero tudo de volta, >> né? E aí estabelece uma demanda, né? com o entorno que te deixa bastante ferida. E aí a conclusão aqui foi final da infância, que foi o período de queda do paraíso, você teve lugar teve lugar uma regressão na atitude passiva e confiante do bebê no seio da mãe,
consequentemente, idealização do pai com respostas às frustrações da vida. Não quero ver os aspectos sombrios da realidade. O assassinato do meu pai pelo irmão, prisão do irmão e de uma mudança para uma nova realidade totalmente desconhecida e sofrida. Só me restou seguir os passos da criança dissociada das emoções para não sofrer, né? Então você agora tá numa reta final da vida. E por que que eu tô falando com você diretamente sobre reta final da vida? É que depois do envelhecimento, humanamente nós não temos para onde ir. Eu me considero na reta final da vida, né?
E quero aproveitar muito esse tempo que tem nessa reta final para que eu me aproxime de mim o mais rápido possível e o mais intenso que eu possa, porque eu sempre tive a eu mesma. porém de uma maneira muito distante e inesperada. Então, eu quero me aproximar de mim nessa reta final. Então, você está na reta final da vida com o seu sistema tentando te dar a mesma temppera de antes, que é sistêmica, não é sua, não, não é você que faz com que as coisas ocorram dessa maneira, é o seu sistema, né? Porque você
não tem como eh deter o seu sistema, você tem como conhecê-lo. À medida que você conhece, você pode estabelecer a gerência. E a gerência do seu sistema neste momento é dizer para você mesma: "Silvia, eu não tenho mais para onde ir, que não seja para mim, né? E as perdas que a vida foi me impondu encarar, que elas realmente acabaram, né? Eu perdi, mas eu estou tendo a oportunidade de estar comigo na reta final da minha vida orgânica, né? Acho que é por aí. >> Então, é, aí eu acho que algumas coisas assim já tão,
eu tô fazendo ou falando, mas eu tô procurando entender o porquê, né? E eu tô sentindo, eu tô sentindo. >> É, talvez você precise ver primeiro o que você tá sentindo. >> E o que você tá sentindo é o ressentimento de ter perdido tudo na puberdade. E quando você julga que você perdeu alguma coisa, você quer estabelecer uma luta contra esse fracasso e se sair vitoriosa dentro dele, né? E a vitória hoje, minha amiga, para nós é a vitória de caber em si mesma e aceitar que a vida foi o que ela pode ser. >>
É, então é isso, é é isso que eu tô buscando entender, porque aí quando eu comentei com você que eu senti que eu não tinha libido e hoje eu entendo, tô entendendo, tô identificando em mim que realmente essa, essa, como é que fala? eh essa essa essa luta interna, né, em querer eh sentir, pensar, isso é pensamento, isso é lógico, isso é raciocínio, chega disso, eu quero entender, eu quero. Então, >> então, mas você viveu assim a vida inteira desde que eu te conheço, você é uma pessoa que quer entender intelectualmente, você quer saber, você
quer ter o controle e o domínio do conhecimento, porque isso te faz segura. E foi assim, a sua vida se desenvolveu assim. >> Então o fluxo do seu pensamento é muito intenso, querendo corrigir as coisas, resolver os problemas. Só que a vida passou e você continua da mesma forma, porque não tem como alterar isso, nós só podemos gerir isso. Mas para fazer essa gestão, eu preciso ver e aí sim me dissociar do que eu estou vendo para que isso não me machuque, porque eu não precisa mais me machucar porque é passado, né? e poder olhar
para isso e entender como eu agi a vida inteira e como eu posso acalmar o meu sistema hoje para ele me dar a qualidade de vida que eu preciso. Porque eu até anotei aqui, Silvia, que na sua história tem status e poder, mas não tem diversão. Eu nunca vi você se divertindo. Eu não sei as amigas se já viram, mas eu nunca vi você se divertindo, né? E isso faz com que a sua vida ela seja mais uma vida autômata para solucionar fracassos do que uma vida que pode te apresentar nuances que você ainda não
conseguiu ver. >> Sinto muito, não compreendo. >> É, mas não é para você compreender mesmo, Alex. Boa. É interessante olhar, ficar ouvindo vocês falando, né? E aí a gente vai vendo como que a dança dos arquétipos ela vai ocorrendo, né? Ela ela vai tomando posições e e você trouxe as três categorias hoje que eu achei bem interessante, né? Do superior, inferior e intermediário. Eu nunca tinha pensado neles assim. E é bem interessante como como as posições vão se alterando, né, numa dança arquetí >> se alternam, né, se alternam, >> é, alternam, >> se alternam e
a gente tá ali ceguinho no meio disso, né, o o contexto ocorrendo, né? É, ficou bem interessante ouvir as amigas falando hoje e vendo como que que vai se alternando, que dá a impressão, por exemplo, na história da Tuda, >> né? >> É, não mudou, >> não mudou. Só as da a alteração arquetípica. Porque ela só vai conseguir ter controle do sistema na relação dela com a Mariana, no momento que ela descobriu o por que ela inveja a Mariana, por que a Mariana é essa pessoa tão impactante na vida dela. E acho que pode até
ser TT. O que que a Mariana tem que você não tem? omia, talvez >> eu acho que talvez uma vida conjugal >> mais ela teve coragem, por exemplo, de separar do primeiro marido, isso é uma coisa que eu invejo nela. Eh, outra coisa assim, ela eu >> não, você não inveja a coragem dela ter separado porque não foi coragem. você inveja ela ter separado. >> É, >> é, eu invejo ela ter separado. Eh, assim, o fato dela ter conquistado esse segundo marido e assim, aparentemente, pelo que eu percebo, uma vida estável, uma vida mais satisfatória,
a impressão que me passa. Então, e eu não, eu não saí da eu não saí do do limbo, né? Tô no limbo, fico patinando, não sai do limbo e não vou sair. >> Uhum. Uhum. >> Então, eu acho que isso é assim, é uma é bem forte para mim isso. Quando eu vejo os dois bem, sabe, dando risada, se abraçam e não sei se é teatro, mas a impressão que passa que não é assim. Uma ela inveja o status da Mariana. >> Não, talvez não. Talvez seja alguma coisa correlacionada à própria. Talvez não. Sempre é,
né? É o zero a três. >> Então isso tem correlação com a formação da Terezinha e a formação da Mariana, que acabou se tornando tão gigante na mente dela, né? Eh, o meu 0 a3, pelo que eu já consigo acessar e o dela que eu lembro, existe uma diferença brutal, gritante em todos os aspectos, né? Então assim, ela tinha eh o afeto, olha aí uma coisa que me vem agora, ela tinha um afeto de pai e mãe só para ela e eu não tive, >> né? Ela teve uma presença da mãe que parou de trabalhar
para ficar com ela e eu tinha que dividir a minha mãe com 11 irmãos. >> É, talvez, Tetê, até me acender uma luz aqui, eu vou compartilhar com vocês, né? Aí você pensa também por aí. >> Hum. Talvez a o trato de inveja que você tenha com ela é que ela teve pai e mãe dedicados e legítimos. >> Sim, sim, sim, sim. E eu ainda existe uma interrogação, né? >> É, talvez seja por aí. >> É por aí, por aí. >> Dedicação total, né? >> Dedicação total. Total, >> né? E assim, o pouco que eu
>> é ela ela tem a uma origem autêntica, você não tem uma ela tem uma origem autenticada, você não tem. >> Tem, >> talvez seja por aí. E essa sua dedicação a supostamente a ela seja essa devoção que você esperou dos seus pais para você, né? Sim. >> E não vem, não pode vir porque não veio para você. Como é que vai vir? >> Então >> a sua história é que não veio. Não adianta. >> Não adianta, >> né? Nunca nunca é aquilo que a gente idealiza. É aquilo que foi, aquilo que ocorreu de fo.
É. >> E como é que eu faço essa equalização aí? Como é que eu faço esse ajuste? >> Não, aí você tem que ver isso primeiro, né? Eu eu te fiz uma eu sugeri, >> não, eu sei, mas é mas que e confere, entendeu? Eu eu aceito essa essa sua, esse posicionamento seu, justamente porque confere com o que eu sinto, né? Então assim, como é que eu agora preciso olhar, trabalhar, fazer umas particulares aí com o Dr. Carlos para ver se ele >> Certo. É porque pelo que eu já ouvi também de 15 e que
a gente dialoga aqui, por exemplo, eh, você tem adoração pelos seus netos e eu compreendo isso até pelo pelo processo que é ter netos, né? >> É como se pôr no colo através deles. >> Sim. Mas ao seu neto mais velho, você tem uma devoção. >> É, >> porque a história dele, ela pode ser muito parecida com a sua. >> É, eu me vejo nele completamente. >> Nossa, encaixou direitinho na minha história. >> Oi, desculpe. >> Encaixou direitinho na minha história, porque eu também tive pai, pai suposto. Então >> a Gabi teve legitimado, única, tudo
para ela. >> Então >> é >> mesmo. Está >> é por aí vocês podem ver que não foi a filha de vocês, não foi a cria de vocês, eram vocês mesmos >> tentando corrigir alguma que é o que o sistema faz, né? >> O sistema para proteger, ele precisa da ausência de proteção, né? ele para manter a imagem, né, ele precisa esconder uma imagem real. Então, eh, acho que dá paraa gente ir pensando por aí organizar um pouco mais a tanto para Tata quanto para TT, para Silvia, paraa Vera, para mim, a gente ir organizando
um pouco mais, é o que eu não vi, porque justificar, o sistema justifica do jeito ele, ele pode processar isso com ajuda cerebral ou infinito, né? Então, é porque ela não me atendeu, é porque não foi, é porque minha filha não me dá atenção, é porque eu já tô cansada de lidar com essa situação, é porque tiraram tudo de mim. A gente pode dar desculpa que for, mas é o que eu não vi nessa história toda que eu preciso ver, né? >> É muito só assim uma coisa que me ocorreu agora, porque minha mãe ficou
sem nada, né? E é interessante eu repetindo isso, né? Porque o sítio foi dividido a metade pro meu irmão, a outra metade sem nada, Silvia? Você tá sem nada? Você tá sem nada? >> É uma coisa, é muito absurdo isso, porque eu tenho tudo que eu quero, não é nada meu. >> Pois é, >> como a infância reteza. >> Pois é, minha filha, no a nossa história foi constituída de zero a 3 anos. E é isso que se repete. >> É, >> não tem outra. É isso. >> É uma coisa doida. Foi tudo eu que
foi. Minha mãe foi dando. >> Então é o que a gente precisa é ver. É ver. Porque não porque minha mãe não tinha, porque meu pai não tinha, não. É a minha história real, eu preciso caber nela porque é ela que vai me dar pista sobre mim, ela que vai mostrar para mim aquilo que eu não vi, né? Então, de alguma maneira, eu acho muito interessante isso, porque a, no caso, a Terezinha se sente inferior a Mariana, mas hoje a gente acabou de descobrir que ela também se sente superior a Mariana. É só ela tá
muito ferida que o sistema inverte as posições. Isso é só com a Terezinha, não é com todos nós. Isso também ocorre com a Tata, com a Silvia, com a Vera, comigo. E aí o que que ocorre? Quando você tá na posição superior, você quer que se lasque, você quer que se dane, ah, entra aqui, sai aqui, vá. Tô ouvindo, mas não tô nem aí. Afinal de contas, eu sou maior que você. Mas vai chegar aquele momento que você vai ser menor, você vai ser, vai sentir esse quadro de inferioridade, até porque ele faz parte da
nossa formação e organização de acordo com a história real. Então, em determinado momento, eh, por exemplo, quando a TT fala que ela diz, né, limpo casa, faço comida, p em mesa, faço, arrumo aqui, mexo jardim ali, acá. Quer dizer, a Teresinha, ela foi uma serviçal na constituição familiar dela e ela não perdeu essa característica, mas ao mesmo tempo ela queria ser superior e ter a atenção que ela julgou que todos os irmãos tiveram e ela não, né? de de alguma maneira, eh, em determinado momento ela é superior e para manter essa superioridade, ela tem que
pagar as contas da Mariana, porque senão ela se inferioriza, né? Em determinado momento, ela vai precisar eh olhar paraa Mariana e ver que a Mariana é superior para ela sentir orgulho da filha que ela formou. Então vocês estão entendendo o processo e com com a Tata não é diferente. Com a Vera comigo ou com a Silvia não é diferente. Então isso vai dando pra gente uma tpera ilusória da vida. Mas a vida é autômata. Ela obedece os movimentos arquetípicos. Ela existe porque os arquétipos a movimenta aí no comando ou ou na estruturação da sensibilidade psíquica.
Mas o que nós podemos exercer verdadeiramente como poder sobre o sistema é conhecê-lo, não tem outro. OK, gente. >> OK, amiga maravilhosa. É por aí mesmo. >> É por aí. Vamos lá. Vamos lá. E eu espero ver a Silvia eh se divertindo, embora porque é assim, poxa, afinal da vida, ontem à tarde mesmo, eu pude sair um pouquinho com meu sobrinho, com meu neto, minha filha acabou indo, ela decidiu: "Ai, mãe, posso ir?" Eu falei: "Você sempre pode, né? E se você quer ir pra gente, vai ser um prazer. E aí fomos e foi um
momento assim sensível de diversão, de ouvir o Anthony falar um pouco da vida dele, meu sobrinho também, se encontrar nas histórias que o Anthony tava contando sobre ele e da gente poder se abrir com verdade num momento em que estamos juntos não para nos corrigir, mas para nos entender. e eu procurando me entender através da da movimentação deles. E é um processo exigente, mas a gente consegue através da posição da do comportamento deles poder se encontrar também. Poxa, eu fiz isso, né? Eu também me comportei ou me comporto dessa maneira. E espero ver também a
TT poder olhar para Mariana sem sentir inveja, né? e dizer, a minha história não é a dela, a minha história é minha. E foi a minha história que forjou meu caráter, não foi a história da Mariana. E a Tata também poder olhar para Gabi e ver que o quanto a infância foi dolorosa, a puberdade e o quanto ela tentou evitar que a filha passasse por isso ou ela mesma e poder olhar pra filha dela e dizer: "Eu não preciso tirar nada dela. Ela só precisa seguir a vida dela e eu preciso me conscientizar que nem
sempre eu caibo na vida dela e que só vou caber quando ela precisar, que é mais ou menos o que ocorre com a com a TT também. E vê a Silvia brincar, sorrir, ver a Veroca também eh se atrever a olhar pra vida dela com um pouco mais de autonomia e de apropriação, né? me apropriar do que eu sou da minha vida e me lançar para essa aventura, embora que no final da vida, mas eu ainda estou aqui e eu posso me aventurar. >> Isso. >> Ô, a gente vai fazer essa, tentar fazer essa síntese
para aí a gente te manda antes da próxima reunião, >> tá? Eu vou adorar. manda para mim que aí a gente vai organizando melhor e aí nós vamos também para uma coisa mais prática, né, de >> entender o sistema e apresentar isso, né? >> Sim. Você tinha falado numa das >> das anteriores ali que eu ouvi todas, né, que >> que era pra gente trazer o gráfico o gráfico limpo pra gente preencher o gráfico, né? Mas eu acho que é necessário fazer essa síntese antes, né? É, eu é preciso resgatar pra gente ver até por
onde a gente veio, né? E fica muito difícil preencher o gráfico sem a gente entender um pouquinho como essas forças modelares atuam na nossa mente, né? >> Muito legal. Eu agradeço pela oportunidade de aprendermos juntas e por poder olhar para vocês e olhar para mim parcelas do meu ser que eu vou aprendendo também a lidar, a conhecer. Obrigada. Obrigada, amor.