O que aconteceu na Venezuela foi devastador. Se liga nisso. O terremoto mais forte ali daquela região da Venezuela dos últimos 127 anos.
Agora, Cris, olha o que eu falei. Olha o que a gente falou aqui no canal há três dias. Vídeo postado aqui no canal, ó.
Olha ali embaixo. Há três dias. Ó lá.
Vamos dar uma avançadinha. Começa a dar uns pipocos ali, ó. Ó, aqui eu tava falando sobre a explosão solar forte que a gente teve, ó.
Olha aqui, ó. Ó, Bang! Quando tava no fim da tarde de hoje, 21 de junho de 2026.
Olha onde pega o lado da Terra, Cris, que tava virado pro Sol. Lembrando, diversos estudos eles alertam que a explosão de classe X, isso foi próximo do classe X, tá? Quando ela acontece, o lado da Terra que tá virado pro Sol, ele fica mais suscetível a erupções vulcânicas e a terremotos.
Cris, quando eu vi essa notícia do terremoto, eu já pensei: "Meu, mas foi justo naquele lugarzinho que eu lembro de eu comentando aqui o vídeo com você". Sim. Não, foi absurdo, assim, ah, foi de uma forma exatamente como os estudos apontam.
E pessoal, tem estudo pesado sobre isso. Parece até um tapa na cara de negacionista, não? Tem estudo pesado, pessoal.
A ciência tá descobrindo cada vez mais que o Sol ele manda em tudo, que o Sol ele pode ser gatilho para grandes terremotos, para erupções vulcânicas. Essa não é a primeira vez que isso acontece e provavelmente, com certeza, não será a última vez. Infelizmente não será.
Além disso, além daquela explosão solar, ainda tem esse buraco coronal que os efeitos dele, acreditem, chega junto com o terremoto, tá? dá um turbo ainda, tá? Ele dá um turbo ainda junto com o terremoto, exatamente, Cris, como a ciência tá descobrindo recentemente.
Mas negacionistas insistem em esconder isso de vocês. Além disso, tem um vídeo aqui que me chamou atenção, que eu acho que vai começar a circular na internet, que é de um avistamento de um suposto avistamento de OVNE na Venezuela antes do terremoto acontecer. A gente vai analisar isso, Richard, afinal de contas, o que que tá acontecendo?
Devemos correr para as montanhas, Cris, foi devastador. O negócio foi muito, muito forte. Como eu disse, foi o maior terremoto daquela região da Venezuela em 127 anos.
Foi de magnitude 7. 5. E pasm, foi raso, pessoal.
Foi um terremoto raso. E o que que quer dizer isso? Exatamente como mostram os nos estudos científicos.
Por quê? Aqui a gente tem porque foram Cris dois terremotos seguidos com diferença aí de 1 minuto mais ou menos. Dizer falar que foi duplo.
Foi duplo. Olha aqui, olha onde acontece. Esse foi com profundidade de no máximo 20 km, o que não é nada, viu?
O que não é nada. Até 60, 70, 80 km de profundidade é considerado um um terremoto raso, tá? E aí teve esse de 7.
2 2 às 6:4 tarde já da noite ali no horário de Caracas. E aí 1 minuto depois teve esse de magnitude 7. 5.
Então foram dois. Esse foi mais raso ainda, foi de 10 km e ainda por cima, Cris, depois teve um no Japão também de magnitude 6. 9, forte para caramba, a 51 km de profundidade, que também é raso.
Também é considerado raso. Nota que as coisas lá estavam acontecendo em cadeia. Exatamente.
Acontecendo em cadeia. E Cris, os estudos, deixa eu deixar no mudo aqui agora, os estudos eles falam o seguinte: é exatamente o que é esperado para quando a gente tem uma atividade solar intensa, terremoto raso, terremoto que e é por gatilho do sol, que acontece no máximo 11 dias depois de uma atividade solar intensa. E a gente já vai explicar porque que isso acontece de acordo com diversos.
Eu tô falando dezenas e dezenas de cientistas. Agora, Cris, o que é mais impressionante é aquilo que realmente eh a gente pensou logo no início, logo quando teve essa notícia dessa imagem, exatamente essa imagem, aquela coisa colorida ali bem em cima da região onde acontece isso agora, ó. Exatamente.
Ó, se liga ali, ó. Ó, olha aqui, ó. Ó, bang.
Quando tava no fim da tarde de hoje. E reparou que a beiradinha pegou ali no Japão também, ó lá. Chega quase, ó lá.
É também. É, exatamente. Foi certeiro isso.
Foi certeiro, ó. 21 de junho de 2026. Isso acontece no dia 21.
O terremoto acontece ontem, dia 24. Lembrando, diversos estudos eles alertam que a explosão de classe X, isso foi próximo do classe X, tá? A explosão de classe X, quando ela acontece, o lado da Terra que tá virado pro Sol, ele fica mais suscetível a erupções vulcânicas e a terremotos.
Isso eu falei três dias antes dessa catástrofe, dessa catástrofe total acontece. Porque tem ainda é mais grave quando acontece aqui, porque tem países que tá uma estrutura, os prédios são projetados para resistir a terremoto. Examente.
Aqui não, aqui na América do Sul não tem esse preparo todo como a gente tem, por exemplo, no Japão, né? No Japão teve um terremoto lá de magnitude 6. 9.
Tudo bem, foi 6. 9 para 7. 5, 5 pode não parecer, mas é uma diferença muito grande.
Ainda por cima de lá foi 50 km. Foi raso, mas não tão raso quanto esse na Venezuela. Então o chacoalhará quando ele é muito raso, ele é maior ainda.
Então esse de 7. 5 a gente pode dizer que teria o mesmo efeito de um terremoto de magnitude 8 pon tralalá se ele fosse muito profundo. Então pra gente ter uma base, pra gente ter uma noção ah do do da intensidade disso que acontece.
E pessoal, eu fico besta de ver uma coisa. Divulgadores científicos que insistem em não falar sobre isso, sobre ciência, pessoal. Isso é assustador.
O que a gente vê acontecendo na internet é assustador, porque simplesmente a ciência não é uma coisa morta, não é o que a gente sabe hoje é a regra pro resto da vida. Isso são achados que estão acontecendo nas últimas décadas. Não é nem muito novo não, porque se fosse muito novo de um ano para cá, ok, daria até para entender.
Tem pessoas que levam um pouco mais de tempo não se atualizou para se adaptar, não teve tempo de se atualizar. Agora, pessoal, a gente tá falando de descobertas de algumas décadas e que agora, nos últimos 5, se anos, tá ficando muito pesadivos científico por aí passando pano, fingindo que não é isso, fingindo que não é, sendo que Cris, isso pode salvar vidas. Eu não me canso de falar, isso pode salvar vidas, porque se você mora num lugar que tem chance de ter um terremoto, que tem chance de ter uma erupção vulcânica e você vê uma atividade solar acontecendo como essa que aconteceu e a gente avisou aqui, você já fica pelo menos sobre aviso.
A meteorologia hoje salva vidas e quando a meteorologia ela foi descoberta, quando os cientistas eles começaram a falar sobre meteorologia, os divulgadores científicos não gostaram também não. falaram que ah, isso aí é bruxaria, isso aí tá errado, é mito, não tem nada a ver. A a meteorologia foi muito criticada.
O que o que falava o que falavam muito sobre meteologia, pessoal, é que não acerta 100%, então se não acerta sempre, então não dá para confiar nem se tinha computador para fazer o nem se tinha computador, porque hoje a gente percebe que precisa de uma máquina muito poderosa para fazer todos os cálculos, porque a gente depende de uma matemática muito precisa pra meteorologia. Só que aí que tá, a gente tá entendendo cada vez mais sobre os nossos divulgadores, a boa parte deles tivessem fizesse trabalho. Sério isso, fazendo um trabalho sério.
É que e já é um já é um começo, já seria um grande começo. Já seria um grande começo. Agora eu vejo uma coisa assim, é muito mais fácil você se agarrar com todas as forças em conhecimentos passados, você poupa trabalho, você não precisa estudar, você não precisa ler ler estudos científicos novos e você não precisa mudar sua concepção sobre as coisas.
É tudo muito mais fácil. Só que não é o caminho certo, pessoal. A gente precisa se atualizar.
A ciência ela se atualiza o tempo inteiro. A medicina se atualiza o tempo inteiro. A verdade paraa medicina que era de 10 anos atrás, ela é completamente diferente em muitas coisas, tá?
Em muitas coisas é completamente diferente. Muitos especialistas eles têm esse medo porque aí eles deixam de ser especialistas, percebeu? É, deixa de ser especialistas.
Eles tem que aprender de novo. Opa, vamos aprender uma coisa nova. Ó, tá aí uma coisa que eu não sei.
Então nisso eu não sou especialista. Outra coisa que eu vejo muito, já tenho nome à mão. Eu vou jogar meu nome à mão fora.
Eu vou jogar meu nome fora. Outra coisa, vai ter que escrever, reescrever os livros de ciência. Calma, pera lá, deixa eu especialista do momento, porque eu sou especialista do momento.
Só que o que a gente aprendia há 50 anos atrás não necessariamente vai ser verdade ainda nos dias atuais. E Cris, é um negócio assim muito evidente, Richard. Por que que isso acontece assim a grosso modo?
A grosso modo, basicamente é o seguinte, pessoal. a gente tem uma uma explosão solar. Isso chega aqui no nosso planeta, gera correntes geomagnéticas induzidas que pegam carona aonde, ó, nas nossas linhas de campo magnético, porque o nosso planeta tem um campo magnético, ainda bem, né?
senão aí seria pior ainda. Mas tem campo magnético. Mesmo com o campo magnético, isso tudo gera uma corrente induzida.
Que inclusive a gente mostra que quando tem tempestade solar, principalmente quando tem tempestade solar de nível G4, G5, que é o tipo mais forte, são os tipos mais fortes, a gente tem um solo carregado, começa a passar eletricidade debaixo dos nossos pés, tá? E a gente mostra isso nos gráficos aqui no nosso canal. E aí o que acontece?
Isso inclusive gera alertas falsas de terremoto. Acredita nisso, queridos? gera alertas falsos em sensores e isso mexe com falhas tectônicas, tá?
Encontros de placas e tudo mais. Então, alguma coisa ali que tá tensionada, inclusive esse terremoto, ele foi duplo. Por quê?
Porque as placas, pessoal, os encontros de placas, eles tendem a ah a aquele exemplo que você me deu com as mãozinhas que você colocou a mãozinha. É, é mais ou menos assim, ó. Você tem dois encontros aqui de placa, tá?
Tem dois encontros aqui. E aí tá aqui tem um movimento, existe um deslocamento de 2 mm por ano mais ou menos. Então vai fazendo assim, só que aqui, ó, tá tensionado, tá tá ficando preso ainda.
Então ele fica travado. Então ele fica travado, só que ele vai indo, ele vai indo na hora que a que desengatilha, ele não faz só assim, como ele tem muita força acumulada de de anos, ele faz isso do nada. Ele vai de uma vez só.
Exatamente. E o que que a gente tem que já é conhecido pela ciência, isso já há décadas e décadas e décadas. Então, só pra gente entender, então tá as duas plaquinhas lá só precisando de um espirrão, de um espirrão, de um empurrãozinho para que aconteça aquele deslocamento.
E aí a gente tem uma coisa chamada pesoeletricidade. O que que é a piesoeletricidade, Richard? É justamente isso.
Alguns materiais, como quartzo, por exemplo, quando são tensionados, eles geram corrente elétrica. Por isso que tem quartzo no seu relógio, por exemplo, o seu relógio de pulso, caso você ainda use um relógio de pulso, o celular também tem relógio, né? No caso, o quartzo ele quando tensionado, ele gera essa corrente elétrica, que ele vibra justamente certinho numa corrente exatamente, só que existe uma coisa chamada pesoeletricidade reversa, que é o quê?
Ao invés de a tensão gerar corrente elétrica, a corrente elétrica também pode gerar tensão, tá? E aí a gente tem um alofalante, por exemplo, se você tiver aí com fone de ouvido, esse é um exemplo. Correntes elétricas tão fazendo o altofalante do seu ouvido vibrar e se movimentar.
É exatamente isso que acontece com o nosso planeta. Mas, infelizmente, o nega o negacionismo ele toma conta, porque é fácil você falar que uma pessoa é negacionista se ela fala que a terra é plana, porque fica muito escancarado, fica muito evidente você tá se baseando por conceitos que a gente já conhece há séculos. Aí é muito fácil, não esse negacionismo.
Agora o negacionismo, o neonegacionismo, que eu vou chamar assim de neonegacionismo, é um neonegacionismo solar. É um negacionismo não só com relação ao Sol, mas com várias descobertas científicas. Vídeo TR e Atlas.
Vídeo TR e Atlas. Aqui, por exemplo, a gente tem uma coisa muito interessante que eu preciso mostrar para vocês, que é isso aqui, ó. A influência da atividade solar nos rios da América do Sul.
Lembra que a gente teve uma coisa muito forte aí que tá. Lembra no sul do Brasil que a gente teve enchentes absurdas? Foi exatamente no máximo solar.
E aqui nesse estudo a gente tem um gráfico muito interessante que ele mostra o quê? O número de manchas solares que a gente tem lá no Sol, né? Aquelas manchas solares regiões de instabilidade.
Então quanto maior o número de mancha solar, como tá mostrando aqui nesse pontilhado vermelho, olha o o a linha preta mostra o nível dos rios aqui na América do Sul. A linha a linha preta são os rios e a ver é o sol. É o sol.
Olha aqui, ó. Sol, aumento de atividade. Anda junto, pessoal.
Anda junto. Então, assim, o o o neonegacionismo é uma coisa perigosa, é uma coisa que retarda a ciência. É por essas e por outras que talvez a gente não tenha descoberto ainda a cura do câncer e de tantas outras doenças, porque existe um negacionismo muito grande, uma resistência muito grande, muitas vezes até dentro da própria academia para que novas descobertas elas sejam feitas.
Inclusive sobre o super ninho que tá aí, pessoal, a gente já fez um vídeo falando sobre isso. Eu vou deixar no card aqui em cima. Eh, um cientista que estuda atividade solar já tinha previsto super eloninho há 4 anos.
Ele falou: "A gente vai ter um super aluno não teremos um superaloninho até 2026, quando deve acontecer um. " E vê se alguém andou falando por aí, se pessoal não que a gente conhece. Simp não se fala sobre isso, Cris.
Além daquilo que eu mostrei, que a gente falou aqui há três dias atrás, ainda tem uma coisa que também foi mais um empurrãozinho. Se liga nisso daqui, ó. Ó, isso aqui é um buraco coronal.
Olha o tamanho dele. Grave, porque é como você fala que ele atravessa, né, de baixo a cima, ó. É, ele é transquatorial.
Por quê? Ele pega a porção norte e sul ali do do Sol. Ou seja, isso aqui, esse impacto, ele vem direto com a Terra.
Impacto de que, Richard? Esse é o impacto eh de vento solar acelerado. Ou seja, vem um vento solar muito forte, um vento solar eh eh acelerado.
Por isso que chama acelerado. Por quê? Aqui as linhas de campo magnético, repara que aqui elas estão se encontrando, ó.
Sai daqui, vem para cá, a gente percebe pelo fluxo solar, ó, pelo fluxo de material solar. Tá vendo os loops? Então aqui tem um positivo que ele se encontra com negativo ali e por aí vai.
Aqui não. Aqui as linhas elas estão soltas. Então, por conta disso, a atividade solar, ela não fica presa, fica como se fosse um ventilador acelerado.
Isso aqui fica de cara com a terra. O que acontece se você jogar um monte de papelzinho na frente de um ventilador ligado? Acontece que os papeizinhos vão todos se espalhar, chegar mais rápido, fazer uma sujeira mais rápido ainda.
Que acontece, que é o que acontece aí, ó? Essa era a posição no dia 23, exatamente no dia 23. Aí no dia 24, ó, nessa posição é quando o vento solar acelerado ele começa a chegar aqui no nosso planeta.
E eu até guardei aqui, ó. Isso é o observatório exis que tá monitorando o campo magnético interplanetário, ou seja, tudo que vem do Sol chegando aqui na Terra. Repara numa coisa, Cris.
Aqui a gente tem a velocidade do vento solar em amarelo. E o vento solar ele tava beando ali os 500, 480 km/undo, como vocês estão vendo ali, ó, que é o vento solar normal, é a velocidade normal do vento solar. É 400, essa é a marcha lenta, essa é a marcha neutra do Sol, ou seja, 480 mais ou menos km/s, tá?
Só que aí quando chega o impacto do vento solar, repara, a gente tem um aumento bem marcado aqui, ó, onde eu tô passando o mouse, tá? E mais ainda aqui, ó, que é o quê? Por volta das 21 horas, ó.
Repara, ó, 21 horas de ontem, 24 de junho de 2026. Cris, que horário que aconteceu esse terremoto? Aqui, ó, 6:4 pelo horário de Caracas.
Então, GMT - 4. Então, na verdade, você tem que adicionar 4 horas, 6, 7, 8, 9, 10. Ó, uma hora depois.
Uma hora depois, ou seja, uma hora depois a gente tem aqui, ó, ó, exatamente isso aqui. Leva 2 horas meia depois que as placas já estavam lá numa situação deplorada, periclitante, e o sol só deu a aquela forcinha que faltava. Ó, se a gente for pegar o terremoto, ele acontece exatamente, ó, se a gente for converter aqui o horário, vamos converter mais uma vez esse de 7.
5, Cinco, por exemplo, 6 e 5. Então, 6, 7 8 9 10 era 10 horas, 10:05, vai 22:05 pelo horário internacional. 22:05.
Vamos pegar aqui 22,05. É mais ou menos aqui, ó. 22 horas.
Tá aqui, ó. Ó, é na hora que se estabiliza o vento solar acelerado, muito mais rápido, beando aqui os 700, 600 e poucos kilômet por segundo, ou seja, ele quase que dobra de velocidade e esse impacto ele chega aqui. E, ó, ele tá se mantendo já a a desde então, né?
Porque de fato, como a gente consegue perceber, isso aqui vai meio que a varrer aqui o nosso planeta. E isso também, como dizem diversos estudos, são dezenas e dezenas de estudos, pessoal, também é gatilho para terremotos e erupções vulcânicas. Prognóstico, o que que a gente pode ter por conta desse impacto, pessoal?
Vou até colocar aqui em tela cheia de novo. Por conta desse impacto do buraco coronal, a gente tem aí como eu me baseio em estudo científico, tá? Não é achismo não.
De acordo com os estudos, a gente tem 11 dias de chance maior para terremotos. 11 dias, os próximos 11 dias, mas é muito maior ainda nos próximos dois dias, tá? Então a gente, então os próximos dois são críticos e nos próximos 11 ainda é bastante ainda tem uma chance aumentada.
Exatamente. Isso é muito maior para quem tá virado pro sol para caso de explosão solar. Para caso de buraco coronal, não vale para pro mundo inteiro.
Pra explosão solar também vale pro mundo inteiro, mas a chance é maior para que tá virada pro lado da terra, né? Pra face da terra. que tá na linha.
Exatamente. Exatamente. Então, pessoal, é o seguinte, é que eu não me canso de falar.
Vi uma atividade solar forte, viu o buraco coronal? Viu uma tempestade solar forte chegando ou viu uma explosão de radiação. Se você mora numa região que pode terremoto, fica com pé atrás.
Faça. Não é o que o Richard tá falando. Faça o que o governo mesmo manda para essas regiões.
Tenha um kit, um kit de emergência. tenham um plano de fuga, porque o nosso planeta ele é dinâmico, Cris, ele é dinâmico. E as coisas acontecem assim de uma forma eh absurda, tá?
A gente tem aqui só para falar sobre as manchas solares que a gente tem hoje. Tem tanta gente tentando entender isso e tanta gente tentando complicar ainda mais a situação. Tentar, é, mais ainda a situação.
A gente tem, é, a gente tem aqui duas manchas solares fortes, tá? Tem uma menorzinha aqui, mas tem essas duas fortes. Essa aqui foi a que gerou a a explosão quase de classe X, que sai muito ali do gráfico, só que ela, por sorte agora, ela tá muito mais estável.
Repara aqui. Agora essa nova que tá surgindo, ela já tem uma instabilidade maior. Polos positivos e negativos muito misturados.
E isso é uma chance maior. Tanto que a chance pra explosão solar crise de classe X, ela tá em 10%. A gente vai ficar de olho nisso, tá?
E Cris, tá surgindo esse vídeo aqui, ó. Eu vou dar play. Se liga.
Olha esse oven. É uma cena espetacular, hein? Bem diferente, né?
Um pesquisador japonês recebeu isso de alguém da Venezuela. Só que curiosamente, Cris, no dia 23 de junho, um dia antes, não. Movimento que fazem aqueles menorzinhos, ó.
Ó, é, vai saindo. Só que aí que tá, eu notei uma tremida aqui. Percebeu?
Ó, repara com a nuvem, ó. A nuvem tá aqui. Olha eles ali, ó.
Parece que tem uma tremida. Parece é alguma coisa. Parece sobreposta.
Percebeu? Percebeu? E aí, é claro, é claro que eu ia fazer isso.
Eu fiz a análise com IA para ver se tem IA. E como vocês sabem que quando eu mato a cobra, eu mostro a cobra, repara numa coisa, pessoal. deu 49% de chance de ter, ou seja, uma chance muito alta, é muito grande.
E se desconsiderar isso for só pelo meu visual, eu diria que tem a, tá? Eu diria que tem a. Então, fiquem alertas.
Eh, fiquem em alerta com vídeos como esse. Vídeo parece muito, mas pelo jeito. É, só que aí que tá.
Curiosamente, nesse trecho que mostra só a nuvem e o ovne, ele detecta isso. Se a gente coloca aquela parte que pega as luzes da cidade e tudo mais, aí ele fala que não tem a, ou seja, provavelmente nessas luzes tem de fato inteligência artificial. Então não foi dessa vez que eles vieram nos avisar, Cris.
E também não vieram no jogo, né? É, também não vieram. No jogo também não, não vieram.
A gente não tinha comentado muito isso, mas a gente tava de olho porque tava essa conversa aí, mas não aconteceu, não foi desta vez. Infelizmente, eh, teve uma coisa, não, infelizmente teve uma coisa muito pior, né? Muito pior.
Não, infelizmente, felizmente não foi dessa vez agora. O que veio depois aí isso foi o que veio depois. Não, os ETs não vieram nos avisar desse grande terremoto, mas o sol ele tá avisando o tempo inteiro e a gente continua de olho em tudo que acontece no sol, no céu, no espaço.
Basicamente é isso. Até a próxima. Fui.
Tau.