Vamos lá os padrões que vieram à tona. Quem você tem sido? Agora eu quero ouvir alguns de vocês que queiram compartilhar ou que tomaram de conferência. Silvana aqui aqui rapidinho, rapidinho. Vai lá, Silv. Então, foram foram dois pontos que me chamou muita atenção. Até tava comentando com uma da minha equipe lá, que assim, nós, todos nós aqui, somos pessoas já que buscam evolução, já tem um uma abertura maior, né, de entender as coisas, de conexões, né? Então, tu já tem um nível de consciência mais elevado. Nós, acho que um grupo só, né, que se preocupou
em perguntar e descobrir real perguntando mesmo, que ele falou bem forte aqui, onde é que tá, não sei. Enfim, perdi o rapaz, ele tava por aqui na na hora que, ah, o que que o outro faz? Eu disse: "Nossa, se nós que estamos aqui não tomamos cuidado de perguntar o por que o outro tá querendo comprar ou porque que o outro tá querendo vender, imagina o povo lá fora, imagina. Então assim, e a gente precisa extrair do outro aquilo que nem ele mesmo sabe, isso, né? Então isso foi uma das coisas que me chamou muita
atenção, um dos pontos, as pessoas negociam no raso, mas raso, raso, raso, que não dá nem para molhar a ponta do dedo. E a outra coisa Que eu percebi, por exemplo, se nós estávamos comprando porque nós queríamos expandir e a gente realmente tinha uma necessidade, senão a gente ia perder contratos, né, e corda no pescoço. Aham. Mas o outro lado que tava vendendo, eles estavam com processo. Então assim, eles tinham o caminhão para converter em recurso para sanar. E eu vejo na minha empresa acontecendo o que aconteceu em muitos grupos. Cara, se tu já tá
ferrado, tu tem um recurso para converter em moeda para resolver um problema, foi aonde a gente ficou assim: "Ah, é uma concessionária, a pessoa se perde no que ela faz, no objetivo do negócio. Como que tu oferta dois tanques cheio, pneu, revisão, um monte de coisa que você tá quebrado totalmente endividado?" Então tu vai além da tua obrigação, do que é teu de fazer e aí tu oferta pro teu cliente na negociação algo que nem compete a ti. Não faz parte do teu negócio fazer aquilo. Exato. Então eu disse, cara, por isso que a gente
assim ó, a gente ouviu assim, ó, não, porque a gente tá com uma frota, tá chegando, isso aqui é direto da concessionária. A gente deduziu, que uma vez eu ouvi da Neia, quem deduz erra. Muito obrigada por isso. E é isso, mas assim, com base no que eles trouxeram, no fim, se perdeu a linha do que a pessoa faz. Isso. Exato. Ó, uma coisa muito importante no que no que a Sil tá trazendo aqui, ó. Vários de vocês devem ter tido essa mesma sensação de que você entrou para negociar tão o micro do micro do
micro do micro. Ah, é o pneu, é a carroceria que você se esqueceu do macro. Quem se identificou com isso? Quem, honestamente, quem se identificou com isso? Eu fiquei tão no detalhe, cara, eu esqueci. Chegou uma hora que eu nem lembrava o motivo pelo qual eu tinha que comprar, nem lembrava o motivo pelo qual tinha que vender. E aí quando a gente se se esquece da missão original do macro, a gente facilmente se distrai e se perde com isso. E próximo ponto realmente muito muito importante, essa coisa de pressupor também é perigosa. E mais um
ponto, entrar numa negociação mentindo ou escondendo é perigosíssimo. É perigosíssimo. Tem vários de vocês aqui que decidiram esconder ou omitir ou até mentir. Tiveram caso aqui que eu sei que intencionalmente mentiram durante a negociação. Sim ou não? Sim. Já foi a dinâmica. Já foi a dinâmica. Agora já estamos aqui livre, né? Mas vários de vocês mentiram ou omitiram informações intencionalmente durante sua negociação. Sim ou não? Cuidado com isso, porque como é que você vai construir uma parceria realmente duradora em relação a isso? Ai, eric, eu tenho medo de abrir ali os os a situação, abrir
ali com transparência e o cara se aproveitar da minha situação. Então, se o cara for se aproveitar dessa situação, este não é um parceiro para fazer negócios a médio e longo prazo. Aca, mas era só uma transação de uma negociação mesmo assim, cara. Quem disse? Eu não disse para vocês que era a única venda de caminhão, a única opção que você tinha. Você poderia ter negociado com mais transparência durante o processo, sabe? Muitas vezes a gente vai pra negociação escondendo como se o outro fosse um inimigo. E sabe qual o problema? Vou repetir uma frase
que eu falei ontem. As pessoas são mais inteligentes e sensíveis do que você imagina. As Pessoas são mais inteligentes e sensíveis do que você imagina. As pessoas são mais inteligentes e sensíveis do que você imagina. A pessoa vai detectar inconscientemente. Lembra daquele raio X do inconsciente detectar sutilezas e incongruentes na comunicação? A pessoa vai detectar que você deve estar mentindo ou omitindo parte da informação. Ela pode não saber o que você tá mentindo. Ela pode não saber o que você tá omitindo, mas o inconsciente dela vai pegar. E se pegar, sabe o que que vai
dar? Aquela sensação. Hum, não sei. O meu santo não bateu com dele ou com dela. Eu não sei se a gente deve fechar esse negócio. Eu não sei se a gente deve dar esse próximo passo. Galera, vocês conseguem enganar a mente consciente dos outros? Eu tenho certeza que sim. Você não consegue enganar a mente inconsciente dos outros. Você tá perdendo negociação por vir com esperteza demais paraa negociação. Às vezes o outro pega isso. O outro pega isso. Eu, Eric, prefiro fechar negócio ou uma parceria com alguém que talvez seja menos capacitado. Eu prefiro, eu prefiro
às vezes contratar pessoas menos capacitadas, mas que a congruência, a confiança é absoluta. Nós fizemos um recentemente na no lugar onde nós fazíamos nossos treinamentos. No começo de 2023, nós movemos para Florianópolis. Aquele hotel não era o mais capacitado. Aquele hotel que inclusive os donos de lá são os mesmos donos daqui, o diretor de lá, mesmo diretor daqui. Eh, tem um livro ali da história da família, da família Dalks ali na frente. Então, tudo o é o nome do salão, inclusive é o nome homenagem ao José Carlos Dales, que é o pai do Dr. Ronaldo,
que é o o dono daqui, o dono de lá. Nós fomos para lá e o salão era pior. O salão era pequeno. Eu falava, toda a turma que vocês que a gente der aqui, vocês vão ter um treinador angustiado com esse salão. Eu não gosto desse salão. Pé direito é baixo, o salão é pequeno. Só que tinha um ponto, uma relação de extrema confiança. Quando nós fomos projeto de construir aquele pavilhão novo do do dos treinamentos nossos, que agora já tá pronto, eu desenhei, eles me deram a planta para eu desenhar o pavilhão, eu desenhei
como eu queria que fosse as especificações do pavilhão e nós fizemos um acordo. Nós equiparíamos o pavilhão, fal, fizemos todo um acordo lá com eles. E eu falei, eu imagino que você queira uma garantia do meu lado de de fidelidade, de que eu me mantenha dando treinamentos aqui por tantos anos para que você retorne o investimento. Eu sei que você tá fazendo conta, imagino que sim. Se você quiser botar esse contrato na mesa, eu assino esse contrato. Me diga quanto tempo você precisa e eu assino esse contrato. Porque nós não estamos vindo aqui para fazer
turmas por dois meses ou se meses. Nós estamos aqui para conseguir uma parceria, meu amigo. O último parceiro nosso que tinha inúmeros desafios na parceria, nós ficamos lá por 7 anos. Nós estamos vindo aqui para uma parceria, nós nós nos calcamos em visões de médio e longo prazo. Aí ele falou: "OK, posso colocar o contrato na mesa?" Pode. Fou. Eu não tô dizendo que você não deva ter contrato. Não tem. Eu não ficaria nada ofendido se ele colocasse um contrato. Estaria tudo certo, mas o grau de transparência e confiança dos dois lados foi elevado. Eu
falei: "Me diga, me diga você quantos anos forem. Eu te assino quantos anos você me pedir? Eu não estou com joguinho com ele. Ele não estava com joguinho comigo. Flui perfeitamente bem a negociação. É, eu vou numa negociação maior. Eu preciso de Contrato, respaldo jurídico. O mercado não é só flores, como é por aí. Eu sei. Ainda assim, cuidado, porque às vezes por com medo de se machucar, você se esconde, se coloca tantos escudos, tantas armaduras de proteção, que o outro pega essa incongruência e ele fala: "Cara, até me parece bom esse parceiro, mas ele
parece que tá sempre escondendo alguma coisa". Quem aqui já negociou com alguém que você falava: "Esse sujeito está mascarado, ele não está agindo com a verdade". Você fala: "Tem algo errado". E você não sabia o que era, sabia? Conscientemente você não pega, mas você fala: "Tem algo de mascarado nessa pessoa". Tem gente do nosso convívio pessoal que é assim, sim ou não? Só: "Cara, essa pessoa é mascarada, velho. Essa pessoa mostra uma coisa daqui pela frente e faz ou faz ou falar outra coisa por trás. Essa pessoa me mostra uma informação, mas eu sinto que
essa informação não tá verídica. Tem coisa aí. Conscientemente você não vai detectar. Talvez, talvez a pessoa possa enganar por um tempão conscientemente. O inconsciente pega em algum grau, maior ou menor, mais cedo ou mais tarde, isso vai empatar parcerias de médio e longo prazo. Você você conviveria, casaria com alguém que você não confia 100%, você fala: "Cara, tem algo errado, tem algo errado, tem algo errado". Todos os dias, todos os dias, cara, você faria uma sociedade com alguém, você fala: "Cara, tem algo errado, tem algo errado, tem algo errado. Essa pessoa faz uma coisa pra
frente e outra por trás". todos os dias, não importa qual motivo seja, não importa qual motivo seja, você pega a incongruência e a incongruência perde o negócio. Faz sentido isso? Sim. A mesma coisa vocês com a equipe de vocês. Nós na Elos, nós adotamos de um tempo para Cá operação de gestão à vista. Nós abrimos o número de faturamento, uma vez a cada três meses, nós juntamos todo o time, todo time, não importa do operacional ao estratégico, e nós abrimos todos os números e indicadores da do instituto. Aí no começo chacoalhava o sistema de crença
de alguns fal: "Mas Éric, a gente vai abrir faturamento, a gente vai abrir margem de lucro". Aí os caras vão lá, falam: "Os caras estão nadando no dinheiro, então eu quero mais dinheiro para cá". Cara, nós temos que abrir. Sabe por quê? Porque as pessoas fazem conta e geralmente a conta delas vai ser pior que a sua conta. Carinha ta falava assim: "Nossa, 157 pessoas fazer esse treinamento a 6.000 conto cada um. Nossa, fizeram um pit, fizeram uma oferta aqui, venderam. Nossa, eu ouvi não parou de comemorar ali. Tem gente ali, pagou 29 conto, né?
10 conto." Nossa senhora. O cara vai fazer conta, irmão. Ele vai fazer conta e geralmente a conta dele vai ser pior do que a sua, porque ele não vai, ele vai ignorar quanto de custo você tem, quanto de comissão, quanto de taxa bancária, imposto. Ele não vai lembrar de tudo isso. Então não adianta você esconder os números, não adianta você esconder as coisas, porque de uma forma ou de outra isso pode vir à tona e geralmente vai vir à tona de um jeito pior do que é para você. Então é muito mais honesto. A gente
abre o faturamento, a gente abre os números, a gente abre os indicadores e agimos com transparência. Isso cria uma cultura de transparência e na negociação a mesma coisa. A mesma coisa. Nossa, os caras estão nadando dinheiro, não se vê o que sai, só se vê o que se entra, né? O vendedor e o comprador, a mesma exata coisa. Faz sentido? Muito bom. Excelentes Aprendizados. Excelentes, excelentes, excelentes. Quem mais? Quem mais gostaria de comprar o César aqui? Pois vamos lá. Vamos lá. Muitos aprendizados, muitos. E inicialmente eu gostaria de pedir desculpa aqui porque quebrei a empresa
[Risadas] e agradecer agradecer a compradora lá que me apertou. A Mari a Mari só não só a Mari só não ralou mais porque não deu tempo. Não deu tempo. Mas o acaso a Mari MF Mão de Ferro Mão de Ferro não é simples o o acaso nessas situações que você aprende, né? E eu já venho identificando isso, esses padrões desde de ontem, das primeiras dinâmicas, né? É um padrão, vamos lá para me apresentar aqui. Tem uma empresa de tecnologia em Itajaí, também sou sócio na empresa de caixas de papelão com a Silvana e com Rock.
Como vendedor eu sou um ótimo comprador. E nessa vez você tava do outro lado da história. Tava do outro lado da história. E é não é uma posição confortável para mim. Eu compro mais, eu gosto, negocio melhor comprando do que vendo. Ainda bem que a minha esposa é vendedora, então é a minha sorte. E vamos lá. Eh, na área de tecnologia, recentemente, a gente eh vem passando por um mercado bem eh conturbado, concorrência, pega o seu colaborador, enfim, é o dia a dia, o nosso dia. E a gente já identificou isso Lá na empresa também
como o nosso overdelivery. A gente entrega na ânsia de satisfação do cliente e tudo, a gente acaba entregando mais do que a nossa margem aceita. Aham. Mais do que a margem aceita. E identificamos também já os nossos clientes que nos apertam muito e criamos agora estratégias para isso. Agora as propostas elas vão com 40, 50 até 70% de margem acima. Ótimo. Por quê? Porque você entrega lá um orçamento de R$ 10.000, o cara quer fazer por cinco. Você coloca 100, ele quer fazer por 50. Ah, é 50% o o que você faz? Então agora o
meu é 70. detectou o padrão. Agora detectamos o padrão, é 70%. Ele tá lá com oito propostas em cima da mesa. Nos bastidores, eu já sei pelos colaboradores da empresa que a proposta tá assinada e ele não envia. Exato. Ele não envia. tem quatro propostas assinadas há três semanas que os caras que precisam da necessidade, que a empresa tá lá sangrando, a gente sabe que tá e nós estaríamos fazendo já de bom coração, porque é um cliente da nossa carteira, estaria resolvendo esse esse sangramento deles resolvendo e a gente decidiu, não vamos fazer isso. Por
quê? Porque nós detectamos o padrão. Ele detectou o nosso, nós tínhamos um padrão De de desconto e tal e de ajudar. Não, coloca mais isso aqui. O cara pensa, tá, vou fazer, vou fazer para manter o cliente, tal. Só que começou a doer, começou a sangrar, claro. Entendeu? Então assim, agora tem margem e vamos ver o que acontece. Então assim, esse esse padrão de ontem, por exemplo, pô, por que eu não levantei e peguei os R$ 100? Porque, cara, eu não suei por esse dinheiro, mas quem disse que precisa? Você me conhece, você me conhece
já de 6, 7 anos. já t bem os meus padrões e assim se eu sair daqui com esse aprendizado, já muda tudo, muda tudo, muda tudo, muda tudo. Quando vocês se coloca na situação mais desconfortável possível, você acha que é gostosinho para mim me conhecendo, olhando aquilo lá? Não é. Você sabe que não é. Você sabe que não é gostosinho. E é isso. Nas situações mais difíceis, onde mais me doeu, onde mais pegou o meu calo, foi onde eu aprendi a não repetir os meus padrões. É isso aí. E assim, ó, assumir isso tudo aqui
na frente é delicioso. Aham. passado. Cara, eu acho que eu me esconderia embaixo da mesa. É isso aí. Então assim, muito bom. São os aprendizados. Se coloquem em situações, assumam. Essa treta aqui fui eu que construí. Essa treta aqui é minha. É minha. Fui eu que construí. Eu sou responsável por ela. Isso aí. Muito bom. Assume. Assume isso aí e resolve. Assume e resolve. Né? Eu acho que a primeira questão para você corrigir algo é assumir que você tem uma fragilidade. Exatamente, né? Eu eu sei meus pontos fortes. Eu não sou só fragilidades, eu tenho
pontos fortes, mas em alguns pontos eu preciso melhorar. Esse é um Deles. Eu preciso melhorar as minhas vendas. Eu preciso ter mais margem. Porque abaixo de mim não é só mais eu e alguns sócios. Existem colaboradores. Existem o uma empresa depois de um tempo, ao meu ver, ela se torna parte da sociedade. Em algum momento ela não é mais sua. Uhum. Se ela se torna uma empresa como aqui em Santa Catarina, uma veg da vida, cara, ela não é mais deles, pessoas, é há muito tempo, ela é uma ação social praticamente. Então assim, esse é
o compartilhamento que eu gostaria de fazer com todos aí, agradecer lá pelos aprendizados, me desculpar aqui por quebrar a empresa e tudo mas sobrevivemos, sobrevivemos, sobrevivemos. Obrigado. Muito bom. Ó, reforçar uma aprendizada aqui. Vários de vocês não fecharam o negócio, não resolveram o problema de vocês porque apertaram demais ou porque perderam o timing. Teve gente aqui que um monte de gente aqui. Quem fechou o negócio no último? Quando eu falei 1 minuto e meio, vocês [ __ ] que tem que fechar negócio. Tem que fechar negócio. Quem fechou o negócio no na reta final? 5
segundos. 5 segundos. Faltando 5 segundos. Vários de vocês para fazerem a negociação hiper perfeita, mega vantajosa para vocês, vocês fizeram talvez uma das piores negociações ou nem fizeram negociação, como aconteceu com vários, tanto no online quanto aqui presencial. Faz sentido isso? E principalmente uma coisa importantíssima, percebam que nesse exercício veio à tona padrões inconscientes, porque nós abrimos pra negociação, o que acontece lá fora acontece aqui dentro. Vamos ver mais mais uma pessoa, depois nós avançamos para uma jornada, mais um exercício Muito amalucado. Ó, um monte de gente quer compartilhar aqui. Vou aqui depois depois vai
ter exercício para vocês mais compartilharem. Vai lá. Bom dia, Eric. Bom dia. Então, eu vi duas coisas que eu achei legal até eu acho que foi a nossa amiga que também é de uma imobiliária lá em Recife que falou é aqui o Dieg. Conheço bastante técnica de venda, de negociação, já conhecia a Rabor. Ontem a gente teve um monte disso, nem lembrei de olhar essas coisas. Aham. Acho que foi uma das primeiras coisas que me chamou atenção quando ela falou assim, porque ele já tava angustiado, ele tava agoniado ali e tals e eu, putz, eu
nem reparei no nosso comprador como é que no no vendedor como é que ele tava. Isso, isso isso, isso. E a segunda coisa que pegou muito é que assim, a gente fez uma boa negociação porque a gente ficou dentro do orçamento e eles não faleram a empresa, então tá ótimo. Só que eu anotei aqui, ó, ele mudou o argumento no meio. Uhum. E aí a minha intuição naquele momento disse: "Ele tá mentindo". Isso. E a do Víor também ele falou depois eu, pô, ele mudou, ele tá mentindo. Isso. Só que ele mentiu que eles não
eles não estavam falindo. E aí no fim o nosso, o meu inconsciente detectou isso, mas eu não consegui trazer a tona na hora, né, de talvez a gente cavocar um pouquinho mais ali e tentar descobrir a real, o real problema da necessidade deles ali. Exatamente. Muito bom. Muito bom. Muito bom. Muito bom. Você tocou um ponto chave aí para mim. É, nós aprendemos rapora ontem, sim ou não? Sim. Resposta honesta, totalmente honesta, combinado? Você lembrou de verdade de fazer um rapor super fino na rodagem de negociação? Rapor foi pro buraco. A hora que meteu pressão,
a hora que eu botei a competição a pressão, cadê o rapor? E eu Vou te dizer, parte de vocês não obtiveram mais informações da do outro lado por causa de falta de raportó. Parte de vocês não fizeram a melhor negociação por falta de raportó. Nós falamos sistemas representacionais ontem, sim ou não? Hum. Vocês, vamos ser honesto. Honesto, sim ou não? Vocês de verdade ficaram observando qual sistema representacional o sujeito tava operando durante a negociação? Ao longo da negociação? Foi tudo pro saco, sim ou não? Foi tudo pro buraco. Algum, alguns conseguiram aplicar um pouquinho mais?
A gente nossa equipe. Eu tô muito orgulhosa. Vocês conseguiram fazer? Vocês não fecharam negócio. Vocês quebraram, mas você tá orgulhosa. Fala por que que você não fechou. Quebraram com orgulho. Olha só que equipe demais, de excelência. A gente chegou lá fora, a gente já entendeu o perfil de cada uma. [Música] Tempo encerrado. Barco tá [Risadas] chegando. Tempo encerrado, senhoras e senhores. Tempo encerrado. Voltem para seus lugares. Voltem para seus lugares. [Música] [Risadas] Eu preciso ouvir um representante de cada um dos trios. Quer dizer, fiquem no lugar de vocês. Perdão, perdão, perdão. Fiquem onde vocês estão.
Perto dos trios. Fiquem perto dos trios. Fiquem perto dos trios. Deixa eu vir onde vocês estão. Mais fácil. A logística vai ser mais fácil. Vai lá. Tão comigo? P pararã pam pararã pam. Muito bom. Eu quero ouvir de vocês, senhores. Se silêncio, senhoras e senhores. Preciso ouvir vocês agora. Venham comigo. Venham comigo. Venham comigo. Tão comigo aqui? Fecharam a lista? Sim ou não? Sim. Bora lá. Eh, eu quero ouvir dos grupos de vocês quem vocês elegeram como a melhor pessoa e a pior pessoa. OK. Vou começar por aqui. Vai lá. Eh, a pior pessoa pra
gente foi a Luía. Luía. E a melhor pessoa foi Maria. Maria. OK. Por quê? Eh, a Maria ali, na nossa opinião, ela deixou as pessoas tomarem suas próprias decisões. Ela disse assim: "É um assunto complexo, mas você sabe o que é o melhor para você. Ela não influenciou a pessoa a fazer nada, né?" OK. E a Luía ali, no caso, ela foi seguir os desejos dela, não pensou nos princípios, nos valores. Pra gente pareceu que ela não tinha valores e princípios definidos. ainda, sabe? Ela foi moldando ao que ela queria, tanto Que ela ficou com
carros, ela ficou com Eduardo e com Caio ao mesmo, né? Basicamente foi se moldando ao que tava confortável para ela em momento algum a falou porque o Carlos fez a proposta e ele ela poderia ter dito não, né? Então ela foi indo nos impulsos dela, em momento algum ela avaliou que aquilo ali realmente faria sentido na vida dela. Ok, muito bom. Outro grupo. Quem para vocês foi a pior e a melhor pessoa? A pior pessoa foi o Carlos. O Carlos, porque ele aproveitou de uma situação, então a gente viu ele como uma pessoa oportunista, OK?
E o Eduardo como a melhor pessoa, que independente das ações dos outros, eh, não atrapalhou ele. E ele viu que, tipo, eh, o que os outros fizeram, não, como é que a gente falou mesmo? me confundir, né? Ele não teve interferência, né, na nas decisões, então ele gostava dela, ela chegou para ele, tipo, caiu para ele, ele aproveitou a oportunidade e se ficou junto com ela. Ok. Ok. Muito bem. Outro grupo ali, quem é a melhor e a pior pessoa e por quê? A melhor pessoa, a Maria. Maria. E a pior pessoa também, a Luía,
tá? a Maria porque ela não influenciou realmente tem gente que deve ter colocado a Maria como a pior pessoa. Falou: "Ela não acolheu a amiga. Caraca". É. Então, ou em cima do muro como terceira, né? Mas não é a questão, né? É porque assim, na verdade, eu até perguntei pro pessoal da equipe, né? Qual é a palavra? Aí você falou: "Qual é o mais íntegro?" Ígro, decente, coreto, íntegro, né? É dia inteiro. Então, a Maria ela dis: "Olha, eh, a decisão ela é sua, eu não, né? Você que é delicado, OK? Mas você que precisa
tomar essa decisão". E a Luía, eh, na questão de ser íntegra, de ser inteira, ela mudava, conforme a situação mudava, ela ia, né, pulando de galho em galho. Então, né, então ela não não foi íntegra, né, ela não teve a opinião dela e seguiu aquilo, foi moldando. Muito bem. Excelente. Quem mais? Mais o grupo. Ó lá, quem mais? Como é que foi de vocês? Vamos lá. A gente ficou em um debate aqui, concordância e não concordância entre Maria e do como a melhor pessoa. Eh, a gente entende que a Maria ela tava ali tentando fazer
com que Não foi a Maria, tá? Foi, foi o Eduardo, a gente colocou o Eric. Ah, o Eduardo. Tá bom. Isso, isso. O Eduardo. É porque a Maria ali, no caso, ela tava, cara, ela recuou várias vezes, fazendo com que a pessoa chegasse na na própria decisão, mas ainda assim acho que faltou um pouco de empatia, de ouvir, de tentar ajudar aquela pessoa, sabe? a melhor amiga dela. Exato. E o Eduardo, ele foi totalmente totalmente sincero. Ele foi, cara, eu sou apaixonado por você, sempre gostei de você. O Kai é meu amigo, ele não foi,
não teve falta de transparência em nenhum momento. Ó, acompanha que o bicho tá falando. Acompanha aqui. Acompanha aqui. Tudo isso que ele tá trazendo é material de aprendizado, tá? Venham comigo. Venham comigo. Vamos, vamos prestar atenção no que ele tá dizendo. Vai lá. Boa. Ele não teve nenhum nenhum momento ó. Silêncio no salão, rapaziada. Silêncio no salão. Pã pam. Acompanha o bit. Vai lá. Valeu. É ele. Quem quem que foi o pior? O pior foi a Luía. A gente colocou a Luía. Por mais que ainda a gente debateu bastante se colocaria ela no final, porque
ainda assim pode ser é muito relativo. Falta de aprendizado, falta de maturidade, falta de entendimento, de autoconhecimento, tem n coisas que podem acontecer para ela tomar as decisões e alcançar o desejo dela, né? Então foi esse cenário. Muito bom. Excelente, excelente, excelente. Vamos aplaudir essa galera que tá contribuindo, compartilhando. Muito bom. Quem mais aqui? Vamos aqui. Então, a gente não entrou num consenso, não conseguiram. Não conseguimos de novo. Vocês não batem a meta? Esses vendedores não batem meta. Meu Deus do céu. Meu Deus. Eh, porque assim, são vários mapas, né? São e foram, foi muito
legal porque foram três mapas. E o que que eu achei para mim essa atividade tá sendo bem importante, porque eu mudei de opinião, assim, eu tinha uma opinião e aí o meu colega aqui, o Adriano, botou o ponto de vista dele, disse: "Pois é, eu não tinha pensado por esse lado". E agora a moça, a a falou lá, eu disse: "Mas pois é, que é verdade que o que ela falou não se meu Deus". Mas vamos lá. Então, assim, a ã a gente teve dois votos pra Luía da Mais íntegra, que eu vi que foi
na Ah, a Luía mais decente. Por quê? Mais íntegra. Aham. O que que a gente a gente discutiu aqui entre ela mais decente, entre nós duas, porque ela errou, ela ela ela fez algo, pelo menos porque assim, o que ficou apaixonado, eu não lembro, o Caio, Caio, o o Caio se apaixonou, mas ela fez algo, ela errou. Ela poderia ter atravessado a ilha, ficado com ele e não ter contado nada. Ele nunca iria saber. Só que era o princípio. Ela fez algo errado, mas ela se arrependeu. Ela foi verdadeira com ele. Ela podia não ter
sido verdadeira. Ela entendeu que ela tinha errado. E ela ela só o fato dela ser verdadeira e contar para ele, isso para mim vale muito ponto, porque na vida a gente erra. O importante é a gente ser íntegro o suficiente para reconhecer o nosso erro e contar pro outro, que foi o que o Adriano acho que falou. A gente tem que assumir essa responsabilidade é minha. Eu fiz isso de errado, eu podia não contar, mas eu contei. Então, para mim, isso é uma integridade muito melhor do que não errar, é errar e ser verdadeiro. Interessante.
Muito interessante. Ã, e vocês viram, vocês viram que interessante, ó? A Luía, para vários aqui, tinha sido a pior pessoa e esse ponto de vista da Luía é interessante, sim ou não? Sim. Quem aí ouviu o ponto de vista da Luía? É interessante esse ponto que a Sheila levantou. Que mais? Eh, e aí a questão e aí é isso que a gente ficou daí pro nosso colega, o Carlos, não é o Eduardo foi o melhor. O melhor. O pior, o pior é o Carlos. É o Carlos para vocês o pior ainda não tem con tem
grupo aí que ainda tava decidindo qual que é o pior. É exato. É que eu eu erro o nome, gente. Meu TD a Maria para eles dois, a Maria foi o a Pior porque não não não opiniou e podia ter ajudado. E para mim não. Para mim eu também acho que ela foi não ficou da pior porque ela ficou na dela. Ela não ajudou e não atrapalhou. Ela fez na dela. Para mim o pior foi o que propôs para passar. Não, desculpa. o que propôs para passar a noite lá e e foi oportunista para mim
é uma pessoa que eu não queria do meu lado. Então vocês não formaram consenso, ficou entre Maria e Carlos, mas dois dois votaram na Maria e você votou no Carlos. É isso. Não vou pela maioria, a Maria foi a pior para vocês, então ex é. E a melhor a Luía. E a melhor é a Luía. Eu acho isso aí. Eu concordo. Certeza. Acho que a Maria tá maisonada. Eu também acho. Eh, outro grupo muito bom. Excelente. Excelente. Excelente. Muito bom, queridos. Mais um grupo aqui. Mais um grupo aqui. Bom, no nosso aqui nós tivemos um
consenso em relação a quem ficou como melhor, que foi o Eduardo. Melhor o Eduardo. Eh, a gente entende assim que ele foi a única pessoa que ele tava apaixonado pela pela menina, ele não falou nada, ele ele não tentou atravessar essa situação em nenhum momento. Ele não tentou se aproveitar da situação em nenhum momento. Então, a gente entende que ele lidou com a situação do jeito que deveria. Ele não feriu nenhum princípio, não feriu nenhuma pessoa. Tá bom? Então beleza. Quer dizer, ele era o melhor amigo do Caio, né? Sim, mas ele não tentou atravessar
essa situação. Ele lidou depois. Então, OK. Furou os olhos do Caio, mas tá tudo bem. O cara ignorou, né? É, caiu, caiu para ele, né? Caiu para ele, né? Exato. Esqueceu da amizade, né? Amizade. Depois, depois foi empurrala. Amigo, amigo, mulheres à parte. E como pior, a gente assim aí teve discordância, né? Nós tivemos dois votos aqui pra Luía. Eu aconteceu a mesma coisa comigo, eu mudei de opinião, tava com o Carlos e voltei pra Luía e um voto pro Carlos aqui. Eh, o paralelo que a gente fez aqui, os dois votos de vocês foram
pra Luía. Então, R aqui, ó. Dois votos foram pra Luía aqui. Luía, tá? É o paralelo. O paralelo que a gente fez foi e assim, o caso do Carlos, ele fazendo paralelo com a vida real, aquela pessoa que, putz, ela tem um desvio de caráter, a gente espera esse tipo de coisa numa pessoa dessa, tá? Eh, esse cara dormiria com consciência limpa na cabeça dele. Agora, no caso da Luía, foi uma pessoa que o paralelo que a gente faz é o o quanto você tá disposto a abrir mão de princípios ou valores para você conquistar
o que você quer. E ela abriu mão de algo que ela sabia que era duvidoso. Por isso que ela foi consultar uma amiga, porque se ela tivesse em paz ela não consultava. Mas ela resolveu abrir mão de algo para conseguir constar o que ela queria. E aí até que deu errado. Então, nesse quesito de integridade, eu entendo que ela abriu mão de um princípio, de um valor para conquistar algo naquele momento. Então, muito bom. Foi nosso interessante. Interessante. Daqui a pouco eu falo qual a resposta certa. Daqui a pouco eu falo qual que é a
resposta certa que eu esperava ver. Vamos lá. Eh, outro grupo. Outro grupo. Quem mais? Vai lá. Na opinião de vocês, quem que é a melhor, quem que é a pior pessoa? assim, a gente reduziu um pouco as pessoas aos seus arquétipos, vamos dizer assim, do que que meio que a Dinâmica queria trazer. Depois eu explico quem foi o primeiro e o último, mas dava para ver que dependendo da situação, cada um reagiu de uma forma. Sim. Então, por exemplo, a Luía, ela como se fosse querendo, ela precisava de alguma coisa, ela queria comprar algo, aí
ela tinha um preço a pagar, que é o preço que o Carlos botou. Falou: "Putz, eu vou pagar?" Paguei, pagou. Para vocês ela é a melhor, então? Talvez. Não, pr pra gente acabou sendo Eduardo. O Eduardo, o Eduardo e o Carlos o pior. Mas assim, a questão é tudo vai depender da sua, de como você enxerga a situação. A gente acabou colocando o Carlos por último porque ele, pô, trocar uma um barco por uma noite não é algo muito íntegro, né? E o Eduardo foi o cara que resolveu a situação ali, mesmo com a questão
do outro, que o outro já falou que não queria, né? É para vocês, a Luía foi um meio termo, então, por causa desse preço a pagar, ela aceitou pagar o preço, nem aqui, nem aqui. É, ela foi sendo jogada pela situação, ela não sabia o que ia acontecer depois, né? Então, sei lá, comprou um carro, não era bom e aí descobriu depois. É, comprou um homem e descobriu. É, é muito bom, muito bom. Excelente, excelente, excelente. Quem mais? O melhor, o pior e por quê? Vai lá, Danilo. Melhor e o pior e por quê? Aqui
eh, o pior foi o Carlos. O Carlos, porque no nosso consenso aqui foi ele que começou a história toda da bagaceira. Então ele fez essa essa Proposta extremamente, né? Como como você frisou muito integridade, uma proposta dessa de íntegra, ela não tem absolutamente nada. Então foi ele que foi o o menos aí. E o nosso mais íntegro foi o Caio. O Caio. O Caio. OK. Porque na verdade ele, a forma como ele falou com a Maria, com a Luía, pode ter sido, não a mais eh correta possível, mas ele foi íntegro nos valores dele. Para
ele aquilo não servia. E como ela falou de passar uma vida inteira com ele, eh ele falou: "Não, desta forma eu não quero". Porque se ele aceitasse por uma ocasião do momento deles eles estarem numa ilha e etc, etc, eh ele poderia machucá-la ou acabar isso e isso se tornar muito pior do que já se encerrar ali no começo por uma por uma decisão. Muito bem. Excelente. Excelente, excelente. Lá mais um grupo. Eh, quem é o pior e o melhor? E por o pior para nós foi só confirmando, Carlos deve ter mudado até a última
hora. Não, não, não. A gente definiu bem mesmo. Ela só teve uma troca de nome das meninas aí, quem era, mas, mas a gente já entendeu o Carlos porque nossa, a postura dele, você vê, ele foi um manipulador ali, um aproveitador, se aproveitou da situação, viu aquela jovem ali que apaixonada, precisando urgente de algo e ele se utilizou daquilo para ter um benefício ali, mesmo que por uma Noite mais utilizou-se. E mais íntegro pra gente é a Luía, né? Porque imagina todo o cenário, né? São duas ilhas. O risco, o desconhecido, o amanhã não sabe
se amanhã vai dar certo, se não vai, eh, o risco da travessia, a paixão ali em tinha várias várias vários pontos ali para ela. E ela pensou bastante. Ela cometeu ali uma uma um pequeno desvio, não pode se dizer se foi uma grande falha, mas se se ela se entregou para pro rapaz por conta que ela queria muito o amor dela que estava do outro lado. E ela pagou um preço muito caro por isso ao se ao fazer essa entrega. E mesmo assim quando chegou lá, a primeira coisa que ela fez foi o quê? Ser
honesto, falar real para ele, mesmo sabendo que aquilo ali poderia custar, né, o que custou. Uhum. Então assim, mostra um um um uma parte muito forte dela como mulher, né, do que ela teve que ceder, de entregar o corpo dela para por conta disso e ao mesmo tempo ser verdadeira, ser honesta para falar, correndo o risco de perder o amor e ela perdeu. Mas, né, quem é íntegro sempre é recompensado e aí ela teve a recompensa de um amor ali que tava próximo e viveu feliz para sempre. É isso. Muito bem. Quem mais? Mais um
pra gente. A gente colocou o pior como Caio, porque ele demonstrava afeto por ela e não fez nada, não construiu um barco, não foi pro outro lado e quando ela chegou ele já falou assim: "Não, você errou, eu não quero você". E e A não fez nenhum esforço para ir atrás dela. E a melhor pessoa a gente colocou a Maria porque ela não deixou não deu opinião, né? fez com que a amiga pensasse o que seria melhor para ela. Aham. Na vida dela. É isso. Muito bom. Excelente. Excelente. Muito bom. Quem mais? Bom, a gente
escolheu o Eduardo como sendo o olhando a melhor pessoa com menos defeito. Então, olhando assim, olhando a essência de todas as pessoas. Então, que aquilo seria essencial? Eu sou o amor de verdade, ele não vai olhar só comportamento. É uma coisa que tá tá conversando de alma para alma. Então, ele tá olhando muito mais. E como eles eram bons amigos, eles já se conheciam, sabiam melhor quem era um, quem era outro, né? O pior é o Carlos por ter se aproveitado da situação. Acho que assim, imagino assim, entendendo que existia uma relação entre Caio, Luía,
Maria, Eduardo, tal, ele tava de fora, ele foi o cara rejeitado, ele aproveitou, ele é o pior, mais fácil. No segundo colocaria a Maria. Não ponho a Então, deixa falar assim da porque da Luía, se eu amo o Caio, primeira coisa que ele fala de mim que não gostou, eu já mudo de amor e amo o Eduardo, né? Como é que eu vou trocar? Amor não é assim, né? Eu não troco numa atitude, tá? Então colocaria ela no terceiro porque seria a menos ruim, tá? O Caio porque, cara, ele olhou, se existe o amor, uma
atitude, eu não perdoo. Amor, tem que perdoar, faz parte, tá? Então, faltou esse essa parte dos três. O Eduardo foi, olhou por cima de tudo. Ah, e a amizade, eu te conheço, Eu amo, te respeitei até agora. Você chutou o balde no última hora, agora você vai fazer o quê? Vem, vem atrás, briga, fala comigo. Você é amigo, né? Mas se é amigo, vem falar comigo, pô. Vem discutir comigo, né? Ó, eu queria mais ela do que você, tá? Então não somos nós que decidimos, ela que decide, né? Não é minha decisão ficar com ela.
Eu vou perder o meu amor porque meu amigo gosta. Ah, não, pera. Quem é que ela gosta? né? Então fica nessa nessa ordem. Muito bom, muito bom, muito bom. Excelente. Daqui a pouquinho eu falar a resposta correta. Vamos lá. Mais um. Para nós aqui, o pior deles foi o Caio. Caio. Caio. Porque ele foi omisso. Ele não lutou pelo por ela em nenhum momento. Ele ele mesmo. Ó, acompanha a gente aqui. Acompanha a gente aqui. Vai lá. O Caio foi o misto, não lutou por ela em nenhum momento. Ele tava em uma ilha com o
amigo dele. Os dois poderiam ter construído uma jangada às vezes até maior pros dois passarem para lá. né? Ele não fez nada. Foi para mim foi um bosta. Um bosta fraco. Um frouxo. Frouxo. Ele poderia ter ele e deix quase semifouxo esse moço e deixou ela se arriscar a morrer. Ele deixou. Então para mim ele é o pior porque ele foi fraco de todas as formas. E é. E o mais decente, vocês adoram um caso, vocês adoram um um babado. Vocês adoram babado. E o mais decente foi Eduardo. Por para mim ele não furou o
olho do cara. Muito pelo contrário, o cara chutou a menina. O que, qual a atitude que ele teve? Ele já gostava dela, em nenhum momento fez nada, tá? Ele poderia talvez ter feito antes, mas não fez. às vezes bloqueio dele, mas no momento que a menina precisou, que todo mundo virou as costas, amiga filha da mãe virou as costas, o cara que ela gostava não deu bola para ela e o outro foi lá, bom vendedor entendeu a demanda do negócio. Essa é a realidade. O Eduardo, porém o Eduardo não, ele foi lá, ouviu, ela entendeu,
viu, ó, não vou furar o olho do meu amigo porque ele não quer, já chutou a coitadinha, mas eu quero. E e o que ela fez não me importa. Então assim, para mim, o Eduardo cai o o mais vagabundo e a Luía, a Luía eu colocar não, a gente colocou em segundo por conta disso. Ah, a gente pode julgar se ah, ela ela ela se vendeu de uma certa forma, mas porque ela apostou no amor, ela foi atrás, mas também se arrependeu e foi muita mulher de contar na cara do cara e ela tinha feito
antes. E é isso aí. Muito bom. Muito muito babado. Casos de família aqui na frente. Quem mais? Já era. Quero tom uma porrada. Quem mais para vocês? Então, eh, a gente chegou num consenso aqui e a gente elencou o Caio como a melhor pessoa, eh, porque ele foi a pessoa que se manteve íntegro nos valores, ele tinha princípios, valores e ele não saiu disso em nenhum momento. Ele disse: "Não, dessa forma não dá e eu não vou mudar", né? E não perdoou a Luía. E a Luís em último, porque eh ela sobrepôs todos os valores
que ela tinha, eh não dividiu isso também com o Caio de talvez, né, dizer: "Olha, eu tenho que passar por isso. Se for, se se tu aceitar, a gente vai", né? Mas ela foi de qualquer jeito. Eh, e depois de ser rejeitada ali, ela trocou aparentemente muito fácil pelo Eduardo. E eu nem sei se ela gostava do Eduardo, mas tipo, ah, azar, é esse aqui que tem, então vou ficar aqui mesmo. E não correu mais atrás do Caio, então ela trocou muito fácil para dizer que amava assim. Então, por esse motivo a gente elencou dessa
forma. Muito bom. Muito bom. Muito bom. Mais um grupo. Vai lá. Vamos lá, cara. Eh, primeiro de tudo, acho, acho que é impossível a gente dizer quem que é o mais íntegro, quem não é, porque a integridade, pelo que a gente discutiu até nos nossos três mapas, a integridade tá em lugares diferentes. Ah, Lucas, todo mundo sabe o que é integridade, é a mesma coisa para todo mundo. Se fosse, ia tá tudo igual. Então, a gente partiu desse princípio. O que que a gente pensou? A gente foi por eliminatória. O Carlos, por que que a
gente enxergou que o Carlos foi a pessoa menos íntegra de todos eles? Eu volto no exemplo, por exemplo, do da dinâmica do caminhão. Se eu soubesse que a tua empresa ela tá quebrando, que você vai falir, que isso vai afetar você, a sua família e mesmo assim eu quero lucrar em cima disso, se eu soubesse desconscientemente, eu vejo isso como uma falha de integridade muito grande. E provavelmente nós como vendedores, é muito duro dizer isso, mas nós como vendedores, com as programações que nós temos, qual a nossa primeira reação? Lucrar em cima da dor do
outro. Então, por isso que nós enxergamos, chegamos no consenso de que o Carlos seria o pior. A Luía, eu vejo, a gente cogitou colocar a Luía por por último com uma pessoa menos íntegra, mas a gente esbarrou numa linha muito tênue. A que ponto uma pessoa deixa de ser íntegra por uma decisão errada que ela tomou? Porque se a gente fosse por esse ponto, todos nós não seríamos pessoas íntegras, entende? Pelo menos na nossa cabeça faz sentido. Não sobrava um nessa sala, né? é uma pessoa que ela tomou uma série de decisões ruins, mas olhando
pro cenário que ela estava, uma ilha deserta, todas as emoções que ela tem, eu não sei a idade que ela tem, eu não sei o mapa que ela tem, eu não sei o que ela tem de experiência de vida. Então, uma pessoa que tomou uma série de decisões ruins e só tava tentando ser feliz no fim das contas, fez do melhor jeito. Não, negativo, muito pelo contrário. Olhando por eliminatória, quem que a gente colocou como a pessoa mais íntegra? A Maria. Ah, mas a Maria não se comprometeu em nada. Ela não foi lá e não
ajudou a amiga dela. Mas ela também não fez nada que demonstrasse uma falta. de integridade. Ela não me deu material suficiente para dizer que ela não é uma pessoa íntegra, ao contrário de todos os outros que tiveram alguns detalhes. Aí os outros, a gente colocou a Luía em segundo porque tomou decisões ruins, tomou atitudes não íntegras, mas isso não a torna uma pessoa menos íntegra. A gente colocou o Caio em terceiro, porque por mais que ele tivesse os valores dele, o que aconteceu antes aconteceu antes. É a mesma questão da decisão. Eu até certo ponto
da minha vida, era uma pessoa, tomei decisões, falei: "Cara, isso aqui para mim não é legal, eu quero ser essa pessoa agora". E a partir dali a história poderia começar diferente. Então a gente colocou ele em terceiro e o Eduardo a gente colocou em quarto. Confesso que agora por tudo que a gente ouviu das pessoas não faz muito sentido ele estar em quarto, mas eu colocaria ele por eliminatória ali em menos íntegro, porque enquanto tudo acontecia o Eduardo não foi lá e tomou posse daquilo que ele queria. E quando caiu no colo dele fácil, ele
tomou a atitude, foi lá e pegou. Mas a gente entra numa contraditória por conta da nota, por exemplo. Por que que é errado só ir lá e pegar de novo uma programação que nós temos na nossa cabeça que precisa ser mudada? Acho que essa é a conclusão que nós três chegamos. Muito bom. Muito bom. Muito bom. Boas reflexões. Boas reflexões. Interessante. Tem coisas muito interessantes do que o Lucas acabou de falar. Quem mais? Quem mais? Vá lá. Fala, Eric. E aí, Dan? Eh, então a gente resolveu trazer um pouco mais pro nosso mapa de vendas
em vez de seguir sua história, né? E partindo isso, vamos ver o mapa de vendas deles, para onde vai levar isso aí? Partindo desse ponto, a Maria ela não fez nada. Ela nem fez pro bem e nem fez pro mal. Foi uma pessoa morna. E se tu olhar uma pessoa morna dentro da tua empresa, não serve para nada, porque aquela que errou, pelo menos ela tentou e tu tem uma chance de ter uma conversa, ver o que que pode melhorar para tomar uma decisão depois. Então ela não fez nada, simplesmente estava lá existindo. Foi a
pior, a pior. E o Eduardo, isso. E o Eduardo ele acabou ficando em em melhor Porque ele tava, ele tava do outro lado da ilha, ele não tava acompanhando nada da situação. Ele escutou o cliente dele, ele entendeu que ele precisava e ele marcou um gol. Oferta e demanda. Oferta e demanda, né? Ele simplesmente ele não, ele teve uma oportunidade e ele foi lá e fez que tinha que ser feito. Muito bom. Muito bom. Excelente, excelente, excelente. Daqui a pouquinho eu falo com a resposta certa. Vai lá, mais um grupo. Existe resposta certa, então. Existe
resposta certa. Vai lá. Bom, então a gente já sabe que não vai ser a nossa. Será? Bom, eh, como a pessoa mais íntegra, a gente colocou a Maria, analisando o conceito ali de integridade, né, que seria ser uma pessoa imparcial, ética, justa. A Maria, ela acabou sendo imparcial nessa história, né? Ela acabou não dando a opinião dela, que poderia ter influenciado algumas questões ali da Luía ou enfim. E aí, como a pessoa menos íntegra, a gente colocou a Luía, porque em todo esses todas essas histórias assim, ela não acabou agindo de forma íntegra, porque ela
mudou totalmente a opinião dela. Ela: "Não, eu amo o Caio, mas para conseguir o Caio, eu vou lá, vou ficar com com o Carlos". Vai, foi um meio que ela encontrou sim, mas não foi íntegro na nossa opinião. Eh, e acabou que depois eu também não sei, né, se ela ficou com o Eduardo, porque ela ficou com raiva do Caio, alguma coisa assim, poderia ter acontecido. Então, a gente colocou ela como menos íntegra. Muito bom. Excelente. Excelente. Excelente. Quem mais? Quem mais? Mais grupos aqui palavra. Tubarão, o o Tubarão foi o grande campeão. Para nós,
a pessoa menos íntegra foi o Carlos, porque Carlos diante de uma de uma necessidade, ele aproveitou, foi oportunista. E a pessoa mais íntegra foi o Eduardo, porque ele ouviu, ele ele escutou a dor dela e ele aproveitou eh para acolhê-la, né? E então pra gente, o Eduardo é o mais íntegro. Muito bom, muito bom, muito bom. Excelente. Quem mais? Quem mais? Mais grupos que não falaram ainda? Tem mais algum grupo presencial aqui? Tem grupo presencial lá? Depois a gente vai para online. Tem presencial? Tem. Bom, que que você quem vocês elegeram? Bom, a gente chegou
numa conclusão que, na verdade, todos têm uma integridade abaixo do que a gente acha íntegro, né? Perfeito. Todos tiveram erros. Então, a gente alencou como menos íntegro o Carlos. O Carlos, que além dele ter os conhecimentos dele, ele fez uma proposta indecente paraa Luía, que onde a Luía também teve em segundo lugar como menos. E o mais íntegro pra gente chegou o Caio. O Caio. Perfeito. Por quê? Porque na verdade eh temos várias questões de integridade, né? E ele não não quis aquelação porque eles já tinham olhares, então quer Dizer, aqueles olhares eles já estavam
se encontrando. Então acabando que ela fez uma traição a respeito ao Caio e eles com a sua integridade ele não quis ela. Perfeito. Muito bem. Muito bem. Muito bem. Excelente. Mais algum grupo aqui presencial? Mais grupo presencial aqui? Tem aqui. Aqui. Aqui. Por favor. microfone aqui. É, foi para lá. Vai lá. A nossa decisão foi que a Maria seria a mais íntegra por a não não se não influenciar nas próprias decisões da Luía. Perfeito. E a a menos eh seria a Luía por falta de posicionamento e acertar todas as decisões, né? Então, pagar pagar qualquer
preço para supostamente conseguir o que precisa, né? Então, foi nesse, nessa linha que a gente chegou. Muito bom. Excelente. Excelente. Excelente. Mais algum grupo aqui? Presencial? Mais algum grupo aqui? Mais um aqui. Vai lá, cara. Ninguém quer falar aqui, viu, Eric? É porque não deve ter tido um consenso muito fácil. Não, não temos um consenso, cara. Não temos. Tem consenso. A única certeza é que os mais são os tubarões. Os tubarões. Não houve consenso. Não houve, mas houve uma votação. E aí é Maria eh como mais íntegra e o Carlos como menos íntegro. Pela votação.
Pela votação. Então não houve um consenso. OK. Muito bom. Mais algum grupo? Mais algum não houve consenso? Mais algum grupo não houve consenso? Não. Vamos ouvir a galera do online agora. Galera do online, um representante de cada grupo aí, levanta a mão para poder falar que eu quero saber de vocês. Vamos lá. Deixa eu virar aqui a página. E aí, Rafa, tudo bem? Então, nosso grupo também eh aqui do do primeiro ponto de vista conversou mar coloquei aí mais tinha um objetivo bem definido que teve congluência comportamento para atingir esse objetivo com os recursos que
ela tinha no momento que ela ela estava lá de pior uma amiga ali houve quase consenso a respeito do carros porque o cai também O pior por conta da poxa, esse cara tá apaixonado da mulher, né? Uma mulher, né? Como outros colegas falam, poxa, um parceiro lá balsa lá e ali, faz uma mímica aí que eu tô chegando, eu vou aí, tudo fica aí, né? Tá tudo certo. Muito bom, muito bom, muito bom. Excelente. Excelente. Excelente. Quem mais do online? Quem mais online poderia compartilhar com a gente? Levanta a mão assim. Quem do Online? Levanta
a mão aí, Juliane. Lá tá aí. Aí vai lá, Juliane. Quem é o mais íntegro, menos íntegro e por quê? Certo. Nossa, é muito difícil decidir porque se olhar cada um, né, na na situação, então realmente não é fácil. Tanto que a gente tomou uma decisão, depois começou a conversar e repensou isso também. Então nós mantemos é que veio o primeiro, né? É o que o inconsciente trouxe. Então nós contamos com menos íntegro com o Carlos, né? porque ele se aproveitou da situação realmente e como eh como mais a Maria porque ela não interferiu, deixou
que a Luía tomasse as decisões, né? Muito bom, muito bom, muito bom. Excelente. Excelente. Quem mais do online? Quem mais do online? Tem mais alguém do online que possa compartilhar com a gente? Mais alguém do online aí, Henrique? Aí? Tá me escutando bem? Sim. Tá dando? Estamos te ouvindo. Eu não escuto. Eu não escuto. A gente escuta você, você não escuta a gente agora? Escuto. Isso. Bom, colega. Ah, botamos o Eduardo. Botamos o Eduardo como melhor assim, mais íntegro número um. pelo fato de famoso, eu já tô aqui, vou tentar, né? para ela, mas não
teve nada do tipo assim, fiz algo de errado. Que que é o má foi do hotel ou não? Então vou tá a oportunidade na mão, vou vou abraçá-lo. E por último o Carlos, que sabendo da necessidade da Luía, poderia apenas ter ensinado ela ou compartilhado de alguma informação, acabou se aproveitando da situação da na nossa visão, foi eu e a Tática que visamos juntos, eh, que foi o mais aproveitador de todos os contextos, não é? Claro, a gente trocou bastante vezes nessa sequência aí e acabou como particular, mas essa foi a nossa análise. Muito bom,
muito bom, muito bom. Excelente, Henrique. Obrigado, meu caro. Quem mais? Mais alguém do online? Mais alguém do online? Levanta a mão assim. Se mais alguém quiser compartilhar, levanta a mão assim. Aí tá com Mateus. Aham. Eh, colocamos o Carlos como o último, né, pela situação e pela proposta diante do do artigo e colocamos a turista como primeira pela coragem, né, de envolver ações, né, pelos seus objetivos aí que ela que ela estava trabalhando para conquistar. Muito bom, muito bom, muito bom. Excelente. Mais alguém do online? levanta a mão se tem mais alguém para compartilhar. Não.
Tranquilo, tranquilo, tranquilo. Muito bom. Excelente. Vamos lá, vamos revisar as respostas que a gente teve, então. Bora, sim ou não? Para o grupo um, a melhor Maria, pior Luía. Grupo dois, melhor Eduardo, pior o Carlos. Terceiro, melhor Maria, pior Luía. Quarto grupo, melhor Eduardo, pior Luía. Quinto grupo, melhor Luía, pior Maria. Sexto grupo, melhor Eduardo, pior a Luía. Sétimo grupo, melhor Eduardo, pior o Carlos. Oitavo grupo, melhor o Caio, pior o Carlos. Nono grupo, melhor a Luía, pior o Carlos. 10º grupo, melhor a Maria, melhor o Caio. E o 11º grupo, melhor o Eduardo, pior
o Carlos. 12º grupo, melhor o Eduardo, pior o Caio. 13º grupo, melhor o Caio, pior a Luía. 14º grupo, melhor a Maria, pior o Carlos. 15º grupo, melhor o Eduardo, pior a Maria. 16º grupo, melhor a Maria, pior a Luía. 17º grupo, melhor o Eduardo, pior o Carlos. 18º, melhor o Caio, pior o Carlos. 19º, melhor a Maria, pior a Luía. 20º grupo, não houve consenso, mas melhor a Maria, pior o Carlos. No online, melhor a Luía, pior o Caio. Segundo, melhor a Maria, pior o Carlos. Terceiro, melhor o Eduardo, pior o Carlos. E quarto
grupo, melhor a Luía, Pior o Carlos. Carlos. É, o Carlos meio que tá ganhando aqui a ponta, mas há um consenso. Agora vamos pegar uma coisa aqui. Nós estamos lidando com o suposto consenso dentro dos grupos de vocês. Se a gente olhar isso aqui de verdade, de verdade, de verdade, isso era um consenso das três pessoas ou das dois ou dos quatro que antes fizeram juntos. Eu posso chamar de consenso, consenso, consenso. Ou não. Vocês fizeram uma escolha, talvez a menos mal, a que dava fazendo o tempo que vocês tinham para poder elaborar isso. Sim
ou não? Sim. comigo. Isso, esse é o grande ponto, Elvis. O Elvis matou aqui a pau. Nem você com você tem um consenso. Porque se hoje mais tarde você lá descansando lá à noite, você fala: "Cara, deixa eu pensar sobre aquele causo, aquele babado foi cabeludo para caceta, velho. Os car os caras criaram um negócio, eu não sei o que que eles tinham tomado quando criaram aquela história, mas aquela história cabeluda." Aí se você fosse pensar e você revisar a lista que você sozinho teria elaborado, hoje à noite talvez a lista teria mudado. Sim ou
não? e amanhã de manhã, quando você acordasse e pensasse um pouco mais sobre o caso, talvez poderia ter mudado, sim ou não? Sim. Então, percebe uma coisa, não é só que não há um consenso no trio ou no quarteto ou na dupla, cara. É difícil ter um consenso de você com você mesmo para você julgar e opinar sobre uma situação dessa. Sim ou não? O que que faz gerar esse efeito? Vocês querem saber qual que é a resposta? A resposta certa, sim ou não? Querem saber qual que é a resposta certa, sim ou não? Quem
é o melhor? Quem é o pior? Certa. Não tem resposta certa. A resposta certa é depende do quê? Não só da situação, porque nós estamos com a mesma situação. A situação vocês tinham. Se dependesse da situação, eu contei a mesma situação. O contexto você também já tinha. Eu contei a situação, contei o contexto. Não depende disso. Depende do quê? Depende do quê? Depende do quê? Do teu mapa. Em relação a que parte do seu mapa especificamente? seus suas crenças e valores. O que você acredita e o que você dá de valores depende do seu mapa
em relação às suas crenças e valores. Não há um consenso e mesmo as suas crenças e valores, como muito bem levantou o Elvis, não é uma coisa tão blocada, tão preto no branco, tão linear, não é binário, não é sim nem não. É complexo o sistema de crença, o sistema de valores. Nós temos hierarquias de valores. Então a resposta certa é depende. Depende e depende. Ajudo para caceta. Depende do quê? depende dos seus dos seus valores e crenças, mas sobretudo os seus valores. Opa, valores não, valor depende dos seus Valores. Por que que depende dos
seus valores? Cara, vai ter gente aqui que vai valorizar mais a amizade. Talvez tenha achado um absurdo a Maria não ter sido amiga da Luía na hora que ela mais precisava. Sim ou não? Vai ter gente que vai achar um absurdo o que o o vai vai valorizar muito o perdão e vai achar um absurdo que o Caio não perdoou. Sim ou não? Vai ter gente vai achar um absurdo que o Caio não fez um esforço para ir lá. Vai ter gente vai achar, cara, a gente ouviu um monte de relatos diferentes. Então depende. E
por que que uma pessoa tem opinião de um lado, outra pessoa tem outra opinião de outro lado? Porque os valores não são os mesmos. O que faz você comprar uma pessoa ou não comprar uma pessoa? Porque o que vocês fizeram aqui no final das contas foi vocês compraram, por exemplo, o grupo oito comprou o Caio como melhor. Se o Caio estivesse numa prateleira entre cinco opções de produtos ou de serviços para você comprar, grupo oito compraria o Caio num consenso maior ou menor, mas comprou o Caio e rejeitou e decidiu não comprar o Carlos. Se
fosse cada uma dessas pessoas, produtos e serviços, vocês escolheram um produto. É fácil escolher um produto entre cinco opções, sim ou não? Não é fácil escolher uma empresa parceira entre cinco opções, sim ou não? Não. O que que você vai colocar no ali na balança para você tomar sua decisão? Os seus valores, as suas crenças. Quando a gente fala de pessoas, de situações, a gente fala de valores. Quando a gente fala de produtos, de serviços, de parceiros, nós chamamos de critérios. Os seus valores ou os seus critérios. Por que que um compra um carro e
outro compra outro carro? Por que que um compra uma casa e outro Compra outra casa? Por que que um faz negócio com uma empresa, outro faz negócio com outra empresa? Por que que um contrata o serviço de um e não de outro? Por causa dos seus valores e dos seus critérios. Valores e critérios são conscientes ou inconscientes? Inconscientes. Num exercício como esse, você tomou consciência de uma parte dos seus critérios, de uma parte dos seus valores, de uma parte das suas crenças, que foi o que vocês comunicaram para mim. O que que vocês comunicaram? O
sistema de crenças de vocês, o sistema de valores de vocês. Mas de novo, não é fácil formar um consenso, cara. É que para mim é incorreto. O Caio foi um frouxo. Aí pro outro lá, o Caio foi o melhor. Porque não, o Caio não se envolveu em encrenca. O Caio não quis começar um negócio errado. Não, mas o Caio foi um frouxo. O Caio fez a mulher se colocar em situação complicada. Percebe? O Caio é o mesmo Caio, o produto é o mesmo produto. E todo esse julgamento, essa percepção de comprar ou rejeitar o Caio,
ele é o melhor ou pior produto, ele é o melhor ou pior serviço, é inconsciente. Quando a gente faz um exercício como esse, as coisas que estavam inconscientes vem à tona, vem a sua consciência e aí isso muda o seu jogo. Quando você começa a tomar consciência dos seus critérios e quando você consegue trazer do inconsciente para o consciente os critérios do seu amigo, do seu comprador, do seu prospect, aí muda o jogo completamente. Nós vamos trabalhar hoje, já estamos trabalhando, nós vamos trabalhar ainda mais hoje nas duas coisas. Primeira coisa, você tomar consciência dos
seus critérios e você tomar consciência dos critérios do outro junto com o critério. Ao mesmo tempo que eu tenho critério, eu também tenho alguma coisa que tá no lado oposto do critério. Vocês tiveram critérios que fizeram vocês comprarem algumas pessoas. Sim ou não? Vocês compraram pessoas de uma forma ou de outra. Vocês compraram essas pessoas quando vocês deram o voto de confiança de que fulano foi o melhor, foi o menos mal. Mas vocês também refutaram algumas pessoas ou tiveram dúvida em comprar algumas pessoas? Sim ou não? Quando eu tenho dúvida em relação a comprar um
produto, um serviço, eu chamo isso de que eu tenho uma objeção. Eu tenho uma objeção de compra, sim ou não? Então, da mesma forma como nós temos critérios inconscientes, nós temos objeções inconscientes. Critérios e objeções. Só que se elas são inconscientes, requer duas coisas para que elas venham à tona. Requer do vendedor auto do de quem de quem vai comprar, quer dizer, um autoconhecimento de trazer aquilo à tona, quer dizer, dos dois lados, né? autoconhecimento para trazer aquilo à tona e requer do do vendedor, acima de tudo, uma habilidade para trazer à tona, para extrair
aquilo. Então você como vendedor, o seu comprador vai ter inconsciência sobre os critérios e valores dele, vai ter inconsciência sobre as objeções dele. Você como consegue extrair do inconsciente de verdade qual é a real objeção? Sabe por quê? Via de regra, quando alguém te fala o critério, alguém te fala objeção, sabe o que é aquilo? cortina de fumaça. Quando alguém te fala assim, tá caro, não tenho dinheiro, não tenho tempo, isso não serve para mim, isso não funciona, eu tenho dúvida se é a melhor decisão, eu não sei se no nosso caso se aplica, cara,
de verdade, de verdade, verdade, a maioria das vezes não é aquilo. A maioria das vezes a objeção que a pessoa traz não é objeção, porque se fosse você resolveria e estaria e estaria elucidado. É assim que funciona geralmente? Não, cara, você já deve ter visto uma porrada de negociação que a pessoa traz uma objeção, você limpa aquela objeção, a pessoa traz uma outra Objeção, você limpa uma outra objeção, você fala: "Cara, eu não sei com que objeção tô lhe dando, porque é uma cortina de fumaça". E vou te dizer, não é só que a pessoa
tá escondendo. Às vezes pro comprador falta autoconhecimento, transparência e segurança para trazer aquilo à tona. Nem ele sabe direito às vezes qual é a objeção. Se nós falamos que às vezes a decisão é tomada sem a pessoa saber conscientemente qual é a o motivo da da tomada de decisão dela ou da não tomada de decisão dela. Isso, exatamente. Ah, meu santo não bateu com dele. Por quê? Eu acho que não deve ser por aí. Por não sei, cara. Não sei. Saiu do meu sovaco a decisão. Faz sentido isso? Agora pensa comigo. Se eu chegasse aqui
para, deixa eu ver aqui que grupo. Vamos pegar um grupo aqui para o grupo da Maria, que aqui o grupo três, por exemplo, que elegeu a Maria ou qualquer outro grupo que elegisse qualquer pessoa. Quais será que podem ser os critérios e objeções que essas pessoas têm? Eles falaram mais ou menos, alguns grupos aqui, falaram: "Ah, cara, nosso critério, vocês falaram só com outras palavras, nosso critério para escolher a Maria é que para nós é importante ser imparcial e ela não se meteu em confusão. Se eu fosse vender uma ideia, um produto, um serviço para
uma pessoa que de alguma forma valoriza a imparcialidade, a neutralidade, a razão, os fatos, concorda que eu teria uma informação melhor para eu para eu apresentar na hora de vender?" Sim ou não? Ao mesmo tempo, outras pessoas têm uma objeção. Objeção com o Carlos. Ah, ele se aproveitou da situação. É uma informação. Se você se aproveitar da Situação, nós não temos o negócio fechado. Se eu suspeitar de que você pode estar agindo por benefício próprio, agarrando oportunidade para só se beneficiar de uma situação, nós não temos negócio fechado. Por quê? Para aquela pessoa essa objeção
é grave. Para outras pessoas isso não é objeção tão grave. Cara, ele tá jogando o jogo do mercado, tá tudo bem. não teria tanto problema nesse tipo de situação. Quando você começa a entender quais são a os valores, as crenças, as objeções de quem tá à sua frente, cara, a negociação, você começa a negociar não só na tentativa e erro, você começa a negociar com o código fonte. Você começa a ver o que tá por detrás da interface, você começa a ver o código fonte. Querem ter uma prova, uma instalação no inconsciente de vocês de
forma prática, de como muda completamente a negociação quando você capta o critério do outro e usa o critério do outro para oferecer o seu produto, seu serviço? Sim ou não? Querem fazer isso na prática e instalar isso de verdade um nível mais inconsciente? Sim ou não? Nós vamos fazer um exercício que ele vai ser feito em trios. Então, como é que funciona esse exercício para ser feito em trios? Para isso eu preciso de dois voluntários para que a gente possa fazer uma demonstração aqui em cima do palco. Vou precisar da outra cadeira também. Dois voluntários.
Quem quem ainda não tenha vindo antes? Quem ainda não veio antes? Vamos lá. Dois voluntários que ainda não tenham vindo antes. Vai lá. Vai lá. Eh, Sil também não veio. Você não veio não, né? Não, né? Então vem vocês dois. Vem vocês dois. Vai dar bom. Vamos lá. Aqui, por favor. Obrigado. Preciso de dois microfones também, por favor. Equipe, sentem-se aqui, por favor. Queridos, senta aqui, Sil. Aí, pega o microfone, Yuri. Senta Aqui. Pega o microfone. Boa. Como é que vocês estão? Bem demais. Tá, tá funcionando alguma coisa esse curso? Tá tendo insite, aprendizado? Muito.
Serve para algo ou é só perda de tempo? Não. Ó, queridos, o que que a gente vai fazer? Vocês vão ter uma missão de convidar um ao outro para uma viagem. Uma viagem. Pode ser. Silvana convida Yuri, enfim, tanto faz. Que que a gente vai fazer? Eu vou eu vou estar aqui fazendo as minhas anotações, tá? E Silvana, quanto mais doida for a viagem, e para todos vocês, tá? Quanto mais exagerada for a viagem, quanto mais doida for a viagem, mais extravagante, melhor pro exercício, para fins didáticos, tá? Yuri eu quero que você ao longo
do da jornada vá demonstrando se você gosta ou não gosta do que ela vai te ofertando. Total transparência, tá? Não, tipo, hum, meio do mato, acampar 10 dias. Mas que loucura é essa? Aí você vai rejeitando o refutando. Só que assim, você tem que ser ultra transparente, ultra escrachado. Fala: "Não, mas a gente vai fazer um churrasquinho." Ô churrasquinho, eu gosto. Aí, aí tá bom. Então, você vai exagerar se você gosta ou se você não gosta. E você, Silvana, faz um convite muito destrambelhado para ele, tá bom? com riqueza de detalhes. Proponha coisas que vocês
vão fazer, aonde vocês vão, eh, quanto tempo dura a viagem, que que vai acontecer, que plano você tá pensando, que programação você tá pensando, uma doideira toda aí, tá bom? E eu aqui atrás eu vou anotar algumas coisas que vão surgindo, alguns critérios possíveis, algumas objeções possíveis, tá? Eu vou me ater sobretudo Aos critérios. Depois a gente vai lidar um pouco mais com objeções, mas eu vou me ater sobretudo aos critérios. Mas vamos vir critérios e objeções. Eu vou anotar essas coisas todas aqui, combinado? Então vai lá, eu vou só estar anotando, vocês esqueçam de
mim aqui. Pode começar, Silvana, convidando o Yuri para uma viagem muito malucada. Oi, Yuri, tudo bem? Que bom que você já está aqui pra gente já poder planejar, né, a nossa viagem. Eh, então assim, já vou te dizer mais ou menos o que que eu pensei, tá? E aí a gente vai combinando. Eh, serão cinco dias de viagem, né, conforme a tua agenda disponível. E aí, o que que eu pensei de a gente fazer, tá? Inicialmente a gente vai caminhando, tá? de Braço do Norte até Tubarão, tá? Para quê? Porque lá a gente vai pegar
um ônibus, tá? Que vai nos levar até São Paulo. Lá eu vi, cara, a gente tem uma oportunidade de uma passagem, tá? De avião até Goiânia, tá? Por R$ 2.500. Então, né, achei assim super válido, né, lógico. E aí lá em Goiânia o que que acontece? A gente vai parar, tá, num mercadão que tem lá, tá? E aí parece, tá, que lá eles fazem um churrasco de cachorro muito bom. Muito, muito, muito bom. Assim, pelo que eu ouvi falar, já vai dizendo o que que você acha desse negócio aí. Vê se você gosta de falar:
"Nossa, caminhar, nossa, o avião ficou bom. O avião ficou bom. Já Vai dizendo a Yuri. Vai falando para mim que que você acha da caminhada dela. Ah, é uma baita caminhada, né? Eu prefiro mais a parte do avião. É baita, né? Baita caminhada. O avião você gostou? Sim. Eh, não gostei muito da do churrasco de cachorro também. Eu achei não não tô indo pra China, né? Se fosse na China, talvez. Não, não. O final da viagem é no Marrocos. A gente vai pro Marrocos, tá? Mas assim, tem muito chão ainda. Imagina, a gente tá só
no segundo dia de viagem ainda, né? Então assim, eh, pra gente economizar um pouco em questão de hospedagem e tudo mais, né? Eu não sei, tu já fez legendários? Não. Conhece legendários? Não. Meu marido fez. Então, ele tem barraca. Então, a gente vai usar as barracas, tá? Eu vou pegar com o amigo dele, meu primo fez também. Então eu vou pegar as barracas. Gosta de acampar? Gosta de acampar? Show. Muito bom. Então assim, né? Vai ser muito top. Aí o que que a gente vai fazer lá em Goiânia? Parece que o clima lá é bem
bacana assim, sabe? Fresquinho, tal, né? Bem bom. Fresquinho em Goiânia. Deve ser bastante, né? Então assim, aí a gente vai acampar, né? Vamos dormir. Você gosta do clima de Goiânia, Yuri? Gosta. Gosta. Diz pr ela. Diz para ela aí. Ah, o Goiânia é bom. O clima é bom. O clima é bom. Clima é bom. Que bom. É clima agradável, né? Então aí a gente vai dormir ao ar livre, né? Então assim, Não deve ter muito problema com pneo, esses bichos, nada, né? Então bem tranquilo. A gente pode passar, né? À noite lá assim, andar de
de mira das estrelas, tal. Curte? Então podemos levar um telescópio também, né? Que que tu acha? Legal, né? A gente pode aproveitar o momento e tal e curtir. E aí no quarto dia de viagem a gente procura um metrô, né? Para dar uma passeada. Gosta de metrô? Curte metrô? Não, assim, eu procuro aqueles bem lotados, sabe, para, né, contato físico e tal, não é? Então, eu achei que talvez seria uma boa ideia, mas a gente pode também, né, de repente pegar um Uber, algo nesse sentido, aquele sem ar condicionado, sabe que o pessoal quer economizar
bastante, né, o primeiro ali da categoria, não? Então, esses dias eu peguei um, o cara fumava, cara. Meu Deus, pensa que coisa legal que era, né? Enfim. E aí depois de lá a gente vai pegar um voo de 34 horas de Goiânia para Marrocos. Tá bom. 34 horas de voo. Bom, né? Dá assim, pelo menos, né? É no avião, né? Você tinha gostado, né? Antes um voo do que uma caminhada, hein? É que você falou que você gostou da parte do voo, aí eu pensei, pô, ele vai gostar. 34 horas dentro do avião. Legal, né?
É tudo é um tempero muito demais também. É um exagero, né? Então fica. Que que vocês vão comer lá quando chegar lá? Que que vocês poderiam comer? Então, lá a gente já, eu recebi algumas informações, parece que lá o cardápio principal é lagarticha, né? Então assim, lagartiaxa, né? Com açúcar. Eles comem com açúcar. Não entendi, mas tudo bem. E aí assim é um pouco frito, um pouco flambado, assim. Já comeu lagartixa flambada? Não. Você gosta de comida Exótica? Não tenho muito interesse. Não tem interesse de provar? Interesse. Podia ter um prato mais normal, né? Também,
né? Que podia ter um prato normal. É, quem sabe assim a gente consegue no Marrox uma feijoada. O que que tu acha? A gente podia levar daqui alguma coisa, né? Ficar preso, né, no aeroporto assim. Que que você acha, Yuri? Boa feijoada? É boa. Deve ser melhor do que lagartixa. Enfim. E aí, e o que que vocês fariam lá de passeio lá? Então, lá a gente e eu não conheço muito, tá? Então, nunca fui pro Marrocos, vai ser a primeira vez também. Então, por isso que eu tô assim um pouco até preocupada com o roteiro,
né? Mas assim, por isso que eu queria tua opinião, né? Pra gente criar junto isso, talvez, né? andar de camelo, né? Poder passear um pouco. É assim, chega uma hora, eles cansam, né? Aí a gente tem que puxar eles. Tu acha que tu dá conta de puxar o camelo, acho que, né? Pode ser que ele emperre lá, ele empar, não quer ir de jeito nenhum e tal, né? Mas assim, muito bom, muito bom, muito bom, muito bom, muito bom, muito bom. [Aplausos] Excelente. Vamos lá. Vamos ver o que que a gente mapeou aqui. Eh, eu
marquei em verde e em vermelho. O verde seria coisas que o Yuri aparentemente gostou. Em vermelho coisas que o Yuri aparentemente não gostou. Só deve ter vermelho aí atrás. Tem vários. Então, veja aqui, ó. Me parece que o Yuri não gostou da caminhada. Me parece que o Yuri gostou da ideia de de avião. Me parece que o Yuri não gostou de rosa de cachorro. Me parece que ele gostou de acampar. Parece que ele gostou de Goiânia, apesar do calor. Ele gostou das estrelas, etc. e tal. Não gostou do Metrô, não gostou de estar lotado em
lugar de lugar lotado. Parece que não gostou de calor demais nesse lugar lotado. Parece que ele não gostou de 34 horas de viagem. Parece que ele não gostou de comer lagartixa, mas parece que ele gostou de feijoada e parece que ele gostou de andar de camelo. Agora, qual que é o grande lance? O critério dele não é avião. O critério dele não é acampar. O critério dele não é Goiânia e estrelas. Há um critério implícito. Vamos pensar aqui comigo. Eh, andar de avião. Se ele gostou de andar de avião e não gostou de caminhar, que
que provavelmente ele tem de critério sobre meio de transporte numa viagem? Praticidade, comodidade. Então, vou colocar aqui dentro, por exemplo, ó. Talvez ele ele goste de comodidade. Sim ou não? Sim. Comodidade. Até porque quando virou 34 horas ele não gostou mais. Exatamente. Então, mesmo que fosse um avião, quando virou 34 horas ele não foi muito fã. Churrasco de cachorro. Ele gostou? Não. Não. Então, assim como ele não gostou de lagartixa, eu, Eric, teria interesse de comer churrasco de cachorro e lagartixa. Eu já comi tudo, já comi grilo, já comi grilo frito, barata de de cativeira,
comi um monte de coisa doida. Pode levar rabo de jacaré, rã, tudo isso eu adoro. Carne de javali, carne de cavalo, eu já comi carne de tudo quant coisa. Então eu, Eric, gostaria, por incrível que pareça, eu gostaria de comida exótica. O Yuri gosta de comida exótica? Não. Então, comida para ele teria que ser comida mais tradicional, sim ou não? Sim. Tanto que quando falou da feijoada se animou. Para ele fez sentido. Mais tradicional, combinado? Vamos lá. Acampar. Ele gostou de acampar. Ele gostou das estrelas. Não é acampar por acampar. Há um critério Implícito. Qual
que é o critério implícito de acampar e nas e ficar no meio das estrelas? Liberdade. Liberdade. Natureza, sim ou não? a gente vai ter que pressupor um pouco porque a gente não vai ter e vocês ainda não vão ter ferramentas para serem muito específicos. Depois à tarde a gente vai ter essas ferramentas. Por enquanto vamos fazer o melhor de de pressupor os os critérios implícitos. Todo critério levanta uma objeção junto. Então ele no final das contas ele ele gosta de alguma coisa de natureza, parece ser um critério legal para ele. Ele gosta de liberdade, sim
ou não? Muito bom. Agora, por exemplo, ele também falou que ele não gosta do metrô e de lugares lotados. Qual que seria o critério dele? Então, o contrário dessa objeção, que que ele deve gostar? Conforto, lugares mais silenciosos, mais espaço, sim ou não? Então, talvez ele prefira eh espaço, conforto, espaço, silêncio, conforto, né? espaço, conforto, talvez ele prefira silêncio. São possibilidades, já estamos mais precisos e mais assertivos. Me ajudem aí. Calor demais. Ele gosta de calor demais. Não é uma um critério extremo, porque ele falou que tá tudo bem acampar em Goiânia. É que ela
falou que tá fresco em Goiânia. A Goiânia da Silvana, mas calor demais. Ele falou que ele não gosta. Então ele também gosta de um lugar um pouco mais fresco. Sim ou não? um pouco mais fresco. 34 horas de viagem, ele gostou? Não, tem gente que não liga para isso. Ele se incomodou no exato momento que ela falou isso. Então, viagem longa ele não gosta. Então, o que que ele gosta? De viagens mais curtas, mais prática, mais agilidade, praticidade. Vamos colocar praticidade aqui também. velocidade. Velocidade. Talvez ele não goste de perder tempo, então ele gosta de
ter eh produtividade. Produtividade faz sentido? E aqui lagartixa de novo, é comida exótica, ele gosta de comida mais tradicional. Feijoada ele não gosta. Ele gosta de comida mais tradicional. Andar de camelo, hum, não diz muito esse critério. Talvez ele ele se permita uns passeios estranhos, curiosidade. Talvez seja uma coisa, talvez ele tenha ele ele se empolgou um pouco quando ela falou andar de camelo. Então, talvez ele tenha curiosidade. Vamos colocar isso aqui. Lembrando que é são tudo suposições. Nós não estamos hiper assertivos e específicos, mas bem melhor do que sair atirando no escuro. Sim ou
não? Bem melhor. Excelente. O que que aconteceria agora no exercício? Quando vocês forem fazer o exercício, nós mudaríamos a primeira rodada. É somente isso. Nós mudaríamos agora as posições. Vamos mudar de fato. Vamos fazer o seguinte. Então, agora Yuri vem aqui para anotar. Fica aqui de pé para mim, por favor. Aqui, Yuri. Silvio vai para lá e eu venho para cá. Yuri anotaria aqui. Eu ficaria aqui e a Silvana lá. Que que aconteceria? Eu agora seria a pessoa que venderia a viagem pra Silvana e ela é quem vai, quem iria reagindo. Quando vocês forem reagindo,
pode reagir mais Espontâneo e mais marcado do que o Yuri fez até, tá? Hum. Não, mas mas lotado, Silvano. Não, isso não. Ah, vô, legal, hein? Viagem de camelo é bom, hein? É que eu um cara mais silencioso, mais reflexivo e tal, mas podem fazer mais marcada as reações. Tudo bem, combinado? Então, para quê? Para facilitar o trabalho de quem anota. Para que o cara que tá anotando não tenha que ficar perguntando. Eu fiquei perguntando porque eu vi que ele não ia falar muito. Eu eu vi que ele tava expressando um pouco no semblante, mas
ele tá meio comprador mudinho. Então agora a posição seria: eu venderia a viagem pra Silvana e aí percorram coisas malucas e coisas mais normais. Tipo, beleza, lagartixa você não gosta, mas se a gente fizesse um churrasquinho? Hum. Às vezes a pessoa vai gostar da lagartixa logo de cara, vai saber. Fosse eu. E então vai, vai trafegando entre variações. Não gostou disso? E se a gente fizesse tal coisa, vai trafegando tal coisa, tá? A Silvana seria a pessoa que reagiria as as aos meus convites e o Yuri seria a pessoa que anotaria. Daquele jeitinho que eu
fiz, coloca algo que para você parece um critério, algo que teve objeção. Feito essa rodada, aí a gente vai fazer, vai analisar, cada um vai analisar individualmente o que anotou, tá? Ou seja, essa parte de colocar qual é o critério, cada um vai fazer depois, tá? Que que nós vamos fazer aí? Trocaríamos de novo, rodaríamos de novo. Vamos rodar de novo, Silvana, vai anotar. Eu venho para cá, Yuri. Yuri é o vendedor da viagem. Rodamos de novo. Iuri vende a viagem. Eu reajo. Se gosto, se não gosto. Silvana anotaria. Mesma lógica. O que eu gostei,
o que eu não gostei, o que é o critério, o que é a objeção. Fechou? Fechamos as três rodadas. Sim ou não? Sim. Sim. Que que a gente vai fazer depois disso? Cada um vai pegar a sua lista de critérios. Nós temos a lista de Critérios do Yuri. Sim ou não? Sim. Só que a gente também já vai ter nessa altura do campeonato a lista de critérios minha, da Silvana. Certo? Nós vamos usar aí vai ter 3 minutinhos para cada um pegar lista e falar: "Ele deve gostar disso, ele não deve gostar disso, ele deve
gostar disso, ele deve gostar disso, ele deve gostar disso". E vamos começar tudo de novo, tá? Vamos começar tudo novo. O que que vai acontecer? Volta para cá, Yuri. Vai para lá, Silvana vem para cá. Agora o que que vai acontecer? Faç um outro convite. Um outro convite. Só que agora a Silvana viagem certa vai fazer atendendo todos os critérios do Yuri. Então, Silvana, mantenha o mesmo destino. Mantenha o mesmo destino. Apenas coloque foco esses critérios aqui na hora de convidar e faz um ajustezinho no convite para de modo a atender os critérios dele. Vocês
vão para Marrocos, certo? convida ele para Marrocos com aquela lista lá então, Yuri e dar exemplos de coisas que atendeste. Vamos, vamos para Marrocos, então, decidido da nossa viagem, né? Vou te contar um pouquinho como é que vai ser, tá? Então, assim, o que que a gente vai fazer? Eh, eu já contratei um um carro, né? Algum parceiro meu muito querido, tá? Ele vai passar na tua casa, vai te pegar, tá? Depois ele vai passar lá em casa e a gente vai com uma limousine, porque tu merece, né? até o aeroporto, porque tu não me
contratou à toa, né? Então nós vamos até o aeroporto, tá? Lá a gente vai ficar na sala VIP, tá? Então bem tranquilo também vai ter um lanchinho lá esperando também para poder ir, né? Vai ser bem bacana. De lá a gente vai pegar um voo porque a gente vai pegar o voo em Floripa, tá? Então de Lá a gente vai para São Paulo, a gente faz uma pausa, tá? Para fazer uma caminhadinha lá pelo centrinho assim para tu dar uma olhadinha se tu queres comprar alguma coisa, né? Para levar pra viagem. algum item que possa
estar te faltando, né, que às vezes a gente, né, na correria acaba esquecendo para tu ficar bem seguro quanto a chegada em Marrocos não tá te faltando nada, tá? Depois, então ali vai durar o quê? Uma hora máximo, tá? E aí então a gente na sequência já pega um outro voo, tá? Pra Goiânia, tá? Mas assim, tranquilo lá, calor, né? Mas aí a gente vai estar num ambiente climatizado, bem tranquilo, tá? Eh, tu gosta de de fast food, gosta de hambúrguer, coisa nesse sentido ou tu prefere, né, um um churrasco, um almoço, um feijão, né?
Lá a gente vai ter dois restaurantes assim que foram indicações top, tá? Então aí tu vai poder escolher, né, o que que tu vai querer comer, almoçar, mas assim, vai ter uma churrascaria top lá te esperando, tá? Caso tu tenha essa necessidade. E aí, eh, até que o voo chega, né? Tem um, eu soube que lá tem um zoológico na cidade, né? Então, pra gente poder ver os animais, poder dar uma olhada lá, né? Um ambiente assim, já foi no Beto Carreiro? Não, tenho curiosidade. Tem curiosidade? Então é semelhante, então tu vai poder talvez, né,
olhar para isso. E aí assim, eh, como o voo vai ser no outro dia, já Tá reservado um hotel, uma hospedagem topíssima, tá? Banheira de hidromassagem, né? Tem aquele lá tem um spa com massagista, todo um lance bem bacana naquele hotel, tudo disponível, tá? Para tu poder utilizar também. E sem contar, né, o ambiente, né, bem silencioso, né, algo bem tranquilo, tá? E e assim, eu não sei, né, se tu vai sozinho, vai levar alguém contigo, mas o espaço é bem amplo, tá? Tem bastante espaço, se, né, for algum parente, algum amigo, bem tranquilo também,
tá? E assim, eh, chegando, né, no na cidade em que a gente vai, que é em Marrocos, tá? Não precisa te preocupar, porque lá eles têm um ambiente eh bem refrigerado, digamos assim, bem fresco, né, lá no local onde a gente vai ficar, tá? E assim, po tudo que tu a gente vai viver lá, eh, já tá tudo organizado, tá? Então assim, eh, a gente tem um cronograma, vai ser bem prática a nossa viagem, tu vai ver assim que a gente tem um roteiro a seguir para ser bem prático, para tu poder aproveitar o máximo
que tu puder, né? E que que é isso aí? Produtividade para aproveitar bem o tempo. Prodividade. Ah, tá. Então, pode usar. É, aí, né, nesse momento a gente vai ter lá, a gente vai estar provavelmente no nosso segundo momento de viagem, segundo dia, né, daqui até lá. Então são cinco dias, a gente vai poder ter dois dias para, né, passar por todos os roteiros lá para aproveitar bastante e no último A gente volta. Então assim, eh, tem alguma curiosidade que tu gostaria de ver lá? Alguma pirâmide, algum passeio, algo nesse sentido que te atrairia, que
tu já possa ter visto, que eu posso te oferecer? É, talvez passear de camelo. Passear de camelo. Vou agendar então para tu ter essa experiência. Muito bom. Muito bom. Muito bom. Muito bom. Excelente. Feito. Sim ou não? Excelente. Depois rodaria aí novamente eu convidaria a Silvana com os critérios dela e assim sucessivamente. Fechou? Muito bom exemplo, senhoras e senhores. Obrigado. Obrigado, Sil. Obrigado, Yuri. Valeu. Valeu.