de 5. 000 news. apoio de FAPESP, com apoio de FEP, com o apoio de toda a academia também e toda a indústria e sempre como uma empresa interveniente para que a gente possa não só desenvolver um protótipo, mas fazer algo que possa realmente fomentar a indústria, gerar empregos, eh auxiliar em todo o desenvolvimento do Brasil.
Esse é o nosso, essa é a versão do protótipo, né, uma versão carenada. A gente tem também uma outra idêntica ali dentro. E isso aqui foi o início para que a gente pudesse aprender a fazer.
É algo que pouquíssimos países do mundo fazem, quatro ou cinco. E o Brasil se coloca como um deles que domina todo esse ciclo. A gente sabe fazer os compressores, a gente sabe fazer a câmera, a gente sabe fazer a turbina, a gente consegue fabricar, a gente sabe como eles funcionam, a gente consegue expandir isso para para diversos usos.
Então, a gente tem versões menores e aí talvez o senhor Roman possa explicar melhor, mas esses essas versões menores vêm do no que a gente conseguiu fazendo aquela ali. A gente aprendeu a fazer fazendo TR5000, desenvolvendo, fazendo protótipo, rodando com a infraestrutura laboratorial que a gente tem aqui, que é uma infraestrutura única na América Latina. vários bancos de ensaio que foram construídos, um laboratório para motor completo.
Recentemente foi inaugurado um banco de ensaio de compressores e agora a gente tá continuando para que a gente possa não ficar só no protótipo. Perdão, é a falta do uso, é falta de costumes. Quantos países do mundo produzem turbira hoje que dominam o ciclo todo?
São cinco, cinco, os cinco. Estados Unidos, China, China, Rússia, França, Reino Unido. E o Brasil agora?
E o Brasil entra como como China, Rússia, Estados Unidos, França, Reino Unido, Reino Unido e Brasil. Brasil. Então, o Brasil seria o sexto.
O sexto seg. Então eu posso dizer aqui recado no seu braço de que o Brasil já pode ser considerado o sexto país do mundo a produzir turbina. Mas eu posso dizer também que é o primeiro país que está produzindo uma turbina 100% etanol.
É o primeiro país produzindo uma turbina 100% etanol. É algo que a gente desenvolveu aqui, foi modificado. E posso dizer e posso dizer que vocês aqui na aeronáutica, aeronáutica ou Ita, o que que eu falo aqui?
É, posso dizer que aqui na Força Aérea Brasileira vocês detém conhecimento de todo processo. Nós detemos junto com a com a empresa parceira. Nós detemos eh junto com a empresa parceira, junto com o ITA, a gente detém todo o conhecimento, a gente detém todo o projeto e todo o no de como fazer do começo ao fim a turbina.
E você pode você pode garantir de que uma turbina como essa colocada num avião vai embora? Essa turbina, presidente, ela é, o porte dela é mais adequado para drones, para aviões como aquele ali, que são de menor porte e que são hoje essenciais para todo toda defesa. Turbina tá mais preparada pro drone?
A do drone é essa aqui. É uma turbina menor. Isso.
Ela foi o desenvolvimento de uma dessas depende do que a gente aprendeu com aquela ali maior. Aquela maior ela é feita para um veículo de até 100 kg. Então ela consegue um drone razoavelmente maior do que aquele e que são hoje elementos essenciais paraa defesa.
É o que tem sido essencial na defesa na na guerra da Ucrânia, agora na no Irã. Tudo todas essas guerras tm sido essencial uso de drones. Então é algo que coloca o Brasil como um país que consegue desenvolver todo esse equipamento, que é algo essencial paraa defesa.
Também é algo que essa turbina além dos drones, ela pode ser usada para para equipar mísseis de cruzeiro, que é algo que interessa também as três forças, não só a força aérea, mas também o exército e a marinha, que é algo essencial pra nossa defesa, para realmente mostrar, colocar o Brasil como um país que tem soberania nesse sentido, soberania para defesa e para dissuasão. Cara, você sabe, você sabe que eu vou sair pelo mundo afora dizendo que a gente faz turbina agora. Se você me fizer passar por mentiroso, a gente sabe como fazer.
Você não vai ganhar patente de promoção. A gente sabe como fazer, gente. A gente tem todo o ciclo.
E o senhor com certeza tem. E se for necessário produzir escala, a gente tem condições de produzir escala? O nosso papel é aí o senhor, mas aí já é a empresa, o nosso papel é o desenvolvimento ali da tecnologia e por isso a gente tem uma empresa interveniente que pode eh responder por essa parte de fabricação e de escala.
Tudo bem, presidente? Porque tá tudo sendo gravado aqui. Tudo tá sendo gravado.
Bom, eh, meu nome é Alexandre Roma, sou o proprietário da empresa Aeroconcepts. Tô nesse, nesse mercado há 30 anos, já fiz parte já com o senhor eh do programa Luz para Todos, que a gente colocou uma turbininha bem pequenininha lá pro pessoal da eh do Pará, pros pescadores. Isso vem me mov vem me movendo aí para para esse assunto já um bom tempo.
Eh, eu vim de fora com a tecnologia de turbinas por país, uma empresa chamada TGM Turbinas e depois comprado pelo grupo Veg. E a parte militar desse grupo eu eu comprei, né, porque a gente já tinha 20 anos de desenvolvimento dessa turbina aqui, que era a turbina que o senhor nos deu a missão de transformar para etanol. Na verdade, quando o senhor pergunta eh se existe outras empresas, outras países no mundo que tem a tecnologia para etanol, eh, sim, né?
Eh, existem outras empresas no mundo, Sien e GE, tá? Que mas são turbinas grandes e que todo o mundo agora busca uma alternativa de combustível frente a todo o cenário mundial. quando o senhor eh sendo transparente, quando o senhor deu essa missão em 24, eu falei ass tá bom, é o presidente que tá pedindo, mas eu não sabia que tinha eh uma visão que tudo isso iria ser uma necessidade e uma demanda absurda agora, principalmente por conta de data center, vários outros mercados que que de repente abriu um caminho enorme por conta de eh do senhor ter falado sobre o etanol.
Então, e a gente buscou transformar algo essencialmente militar de defesa para uma aplicação de geração de energia que era o nosso mundo, presidente. Assim, a parte de gerar energia é o que a empresa sobrevive, né? A gente não sobrevive da parte de defesa ainda, mas para que exista o produto turbina no mundo, precisa ter essa aplicação do a bot aqui.
Fica aqui para fe na foto, cara. Eu pode ser promovido aqui nessa foto aqui. Me diga uma coisa.
Ah, a gente pode dizer claramente, a tua empresa tá preparada para produzir escala se tiver encomenda. Exatamente, porque da outra vez, vamos, vamos retratar um pouco a história. Vamos retratar.
Eu tive aqui, acho que foi em 2008, com brigadeiro Saito. O site foi a Brasília e me disse que aeronáutica tava desenvolvendo uma turbina etanol. Eu vim aqui visitar a turbina e fiquei fiquei cheio de alegria porque a gente ia fazer uma turbina etanol.
Aí depois passou um tempo, eu deixei a presidência, eu fui embora. Quando eu volotei em 2023, a primeira vez que eu encontrei o Dama Macena, eu perguntei: "Cadê a nossa turbina? " Ele falou: "O projeto foi parado, o projeto tava parado.
Eu vim aqui, tava a ministra Luciana, aí foi em 2024, 24/4. E aí na época faltava 30 milhões para investimento. Falei para Luciana, vamos colocar os 30 milhões e vamos fazer a turbina.
Mas quando eu vim aqui em 2008, o Alexandre Silveira tá aqui. Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia. Quando eu vim aqui, o Lobão era ministro de Minas Energia.
E eu saí daqui convencido porque eu tinha dito pro Lobão, é importante que a gente faça uma encomenda razoável para o programa Luz para Todos, pra gente levar essa turbina para vários lugar do Brasil, porque se a gente encomendar a gente dá escala e aí você vai conseguir produzir. Mas não aconteceu não, só o projeto não aconteceu. Agora você agora pode acontecer, pode acontecer.
O bichinho tá aí, nasceu, nasceu, nasceu. Pronto. Agora se houver encomenda, você tem capacidade de produzir.
Tenho capacidade para produzir e toda a tecnologia, tá? É, não é porque uma coisa, presidente, é a gente juntar a academia, juntar todos os institutos e e gerar desenho. O problema, por exemplo, numa turbina gás, eu preciso, por exemplo, fazer uma um material que aguenta alta temperatura.
Alta temperatura chama inconel e que eu tenho que ter a base níquel. Então, eu tenho que ter níquel. algumas coisas dessa dessas eh desses componentes são importados.
Agora, terras raras, por exemplo, se eu tiver componente, um um dos componentes para colocar dentro do do da fabricação desse desse matériapra, né, eu consigo elevar a temperatura de de uso dessa turbina. Por exemplo, hoje, eh, a gente era limitado até um determinado nível de potência da da turbina, tá? Então, a turbina hoje a gente tinha condições com fornecedores externos, fazer 1 MW só.
MW significa você, o senhor eh distribuir energia para 33. 600 casas, tá? 3.
600 casas. É o é aquilo lá, aquele aquele aquela unidade já tá pronta e ela pode fornecer energia para 3600 casas, tá? a etanol.
O, a gente comprou um forno de microfusão a vácuo, trouxe, tá trazendo da China e a parte de e um forno para fazer a nossa liga. Então, hoje a gente pode dizer que a gente é totalmente independente tanto da matériapra quanto para fabricar. Mas não não usa bióbio.
Pode usar em alguns tratamentos, tá? Da da da dentro da turbina para aguentar caloria. Turbina.
Exatamente. Tem vários estudos para fazer isso daqui, né? O que a gente eh se propôs a fazer, presidente, eh tirar aquela aquela dependência.
Ah, não, a gente não consegue fazer nada, a gente não tem condições, não. Tá provado ou o senhor quiser vender isso daqui, essa turbininha aqui, isso vai vender que nem água. E aí esse a gente fez dois voos com aquele nivel.
Isso aqui é você que fabrica? Fabricamos completamente. Pô, vou ficar sorte da tua empresa.
Bora lá. Quanto é que tá ação. Vamos comprar as ações aqui.
Aí eu tenho que conversar com o Mercadante. Você fez, ele fez a PIO, a IPO da empresa dele já foi no BM. Vamos comprar as coisas aqui.
Isso aqui é para levantar aquele drone. Aquele drone ali. É.
Agora esse drone é um drone de paz ou um drone de guerra? Ambos. Ambos.
É. É. Você tem condições de ser ele de de guerra, tá?
Mas também hoje a gente tem um O que que eu o que que tem? Hoje temos a Embraer do lado, mas se alguém não quiser fornecer motor, pode ser que ela não existe no outro dia. Isso.
Eh, o que tem pros drones? A mesma coisa, né? Então tá surgindo muitas empresas fabricantes de drones, de mísseis e tirou o propulsor, ele vai ficar aí no chão.
Então o que que a empresa Aero tá se dispondo a fazer? É como a gente fala, é a nova Embraer dos motores. É da condição de ter turbina e motores para propular.
Exatamente. Você faz o motor. Vamos começar a fazer a partir de agora, submetendo um projeto paraa FNEP, a questão de uma semana.
né? Para quê? Para que realmente a empresa possa suprir as necessidades do Brasil, porque senão a gente vai fazer drone, não tem e fica dependendo daia de outro.
Turbina é para coisa rápida e consome muito. O motor pra parte não guerra é uma parte que que a gente depende. Eu vou precisar ter um drone de de monitoramento de longa duração ali em cima.
Não, mas é com turbina, né? Então, eh eh isso a gente tá num tempo, num roadmapu aí há mais de 20 anos. Bem, vocês viram aí, né?
Aqui tá o ministro da ciência e tecnologia, aqui tá o ministro do trabalho, tá o presidente do BNDF, ministro de Minas Energia, o vice-presidente da República. Portanto, a turma que pode dizer OK pra gente ser dono do nariz, pode dizer, pode dizer, tá? Porque eu acho que a gente precisa ser dono do nosso nariz.
Eu acho que é tudo muito bonito. A gente produz avião, produz, mas sempre a gente tá dependendo de uma vírgula de tecnologia que não é nossa. E de vez em quando alguém pode dizer: "Eu não vou vender para você".
Exatamente. A gente fica nu diante da história. Então vocês viram, vocês viram, você turquia tá pedindo para olhar para vocês.
Eu eu aqui, cara, eu não posso. Eu tô aqui conversando com o dono da empresa, com o Roma, que é o cara que vai nos tirar da letargia da dependência. Tô aqui com o nosso.
Você é o quê? Capitão. Capitão.
É bom ser capitão. Ser capitão. Ganha bem sendo capitão.
Sustenta minha família. Sustenta a minha família. Mais ou menos.
Mais ou menos. Sustenta a família. Mas se fosse um pouco mais seria melhor.
Se desse para sustentar a família e fazer uma poupançazinha seria muito melhor. Um dia nós vamos chegar lá. Primeiro falta turbina.
Primeiro fato quando ela levantar a voa aí você nós vamos discutir seu salário. Eu estamos fazendo bem. Mas era isso que a gente só queria só queria isso aqui é muito, isso aqui para mim, gente, é muito especial.
é muito especial porque eu acho que todo santo dia a gente tem que levantar com a ideia de provar que a gente é capaz de fazer alguma coisa mais importante do que a gente fez no dia anterior. E se a gente não levantar com essa disposição, a gente vai ficar sempre na mesma, sempre na mesma, sempre na mesma. Eu acho que isso aqui para nós é uma coisa extraordinariamente positiva.
Agora é preciso a gente discutir como é que a gente vai utilizar isso, como é que a gente vai dar escala pra gente produzir isso, quais são as nossas necessidades. Mas o objetivo mesmo é a gente, sabe chegar no momento em que que por que que os aviões nossos não voa só com esse com a turbina nossa? É, é um desafio para nós, pra gente ser independente de verdade.
Por isso, Roman, parabéns, cara. Cabelo caiu, mas valeu a pena. Caiu.
E antes disso cabeludo. Valeu, senhor. Quer e vamos mostrar o Vamos lá, porque quem tem que Eu vou ver a turbina, mas quem tem que falar é o comandante da aeronáutica aqui, não sou eu.
Vamos ver a turbina. Pode ficar, pode ficar. Eu dou dar uma volta por trás aqui.
Tudo bem? Prazer. Vocês quem são?
Tudo olheiro. Tudo. Tudo meu olheiro.
Todo da da empresa e o meu professor que começou tudo isso. Ah, é? Antigo.
Me diga uma coisa, é isso aqui. Vamos lá. Como é que funciona isso aqui?
Vamos lá. Deixa eu só aqui, ó. Ô, ô, ô, Alexandreira, você tem que vir ver isso aqui, cara, porque você é que pode dar escala, não é isso?
Exatamente. Explica aí agora, Roma. Não fica escondido não, meu filho.
Não fica escondido. Fica aqui. Você é capitão da Força Armada, da brasileira, da Força Aérea.
Vamos lá. Vamos lá, presidente. Quando o senhor veio em 24, eh, o senhor viu uma turbina aqui num num pedestal e que a gente utiliza ela como aquela era um mocap, mas aqui dentro de um laboratório, aqui dentro do CTA existe aquela mesma turbina que a gente tá em permanente desenvolvimento e aquele aquele desenvolvimento.
Então o o a sequência do do desenvolvimento era pegar aquilo e colocar um etanol para funcionar. Foi exatamente que a gente fez, foi pegar aquela turbina de uso aeronáutico, transformar ele, todo o sistema de injeção e tudo que é diferente o etanol para um combustível fóssil. o senhor sabe, ela ele o álcool é corrosivo, o outro não.
E assim vai. Tem uma série de mudanças que a gente tem que fazer. E o bom é que a gente tinha uma turbina num banco de ensaios que a gente mudou tudo lá, tá?
Então a gente mudou tudo lá, fez um novo projeto e desenvolveu essa turbina. Então essa turbina é basicamente o que o senhor viu lá, mais a injeção de etanol com uma turbina a mais acoblada num sistema eh de redução. Esse sistema, o que que é?
Quando o senhor passou pra gente, a gente, olha, não vamos fazer uma turbina só para falar que a gente tem condições de fazer turbina o que move a com o que é que funciona com etanol. Que que eu tenho que fazer? um produto que realmente vai atender a população.
Então, vamos fazer um turbo gerador do qual a gente possa carregar isso para uma área isolada. Desenvolvemos com a Veg, com a TGM, esse multiplicador. Isso também é algo que poucos países do mundo fazem.
É reduzir 23. 000 RPM para 1800. Fizemos junto com a Veg, engenharia de ambas, tá?
trabalhar em conjunto e isso já virou um produto da VEG, né? Algo que um foi uma consequência desse projeto e o gerador VEC. Então, tudo isso daqui eh você tem, o senhor tem uma a possibilidade de fazer totalmente nacional.
Aonde estava o nosso gargalo na Superliga? Não adianta nada. a mesma coisa da turbina da da turbina para aeronaves.
Eu ainda ter necessidade de uma matéria-pra de fora. Vamos fazer a nossa matéria-pra. Então, a gente verticalizou isso dentro de casa para que, olha, turbina e motores eu possa falar assim: "Olha, o Brasil consegue fazer, né?
" Então, toda a parte de sistema de controle, que é uma outra contêiner que tá ali também, foi feito tudo dentro de casa. Então assim, eh, como produto, tá? O que tem?
Ah, ele é um produto que agora a gente tem que a partir de umas uns três meses eu vou tô eh selecionando alguma usina de etanol para colocar carga já nela, eu pegar etanol, jogar aqui, acender a luz, olha, isso daqui realmente é um produto, pode sair vendendo, tá? Então assim, todo o processo já tá. Quando é que você vai fazer isso?
Imagino com uns três meses. Então você pode colocar na minha agenda. Pode colocar.
Era para tá já isso a gente vai. Vai ser aqui mesmo? Não, eu tô escolhendo uma usina porque eu quero para para funcionar uma turbina de geração de energia é diferente de forcionar uma turbina num banco.
Por quê? Eu tenho que ter consumidores, eu tenho que ter eh alguém que vai consumir essa energia. Se hoje eu ligar uma turbina aqui, hoje, por exemplo, ela tá aqui sem nada, mas normalmente ela é cheio de manta de isolamento, porque isso daqui ela funciona com esse, esse escape aqui vai est com 530º, que é um projeto inclusive que eu que a gente também submeteu pro pra FEP, por existe o ciclo combinado.
por si só é um eh é um motor que que vai que não é tão eficiente, porém se conjugado com aquela turbina que a gente fez lá no Luiz para Todos, a vapor ela se torna eficiente e começa a competir com esses grandes fabricantes. Ô Roma, deixa eu lhe falar uma coisa. O, se você for inaugurar de verdade ela funcionando, a gente pode trazer por dia muitos ministros de de energia de país africano, porque se tem uma coisa que o continente africano precisa é de energia.
E a gente pode trazer muitos ministros para ver ela funcionar e quem sabe então a gente começar a imaginar, ter uma indústria potente para produzir. Eu não, a gente não tá aqui para fazer protótipo e nada. A gente quer fazer realmente um produto que a gente seja nacional.
Isso daqui não tem venda para fora, né? Então é isso, não, nós temos, presidente, 196 unidades isoladas na Amazônia, todas elas a diesel, a óleo diesel, entre 100 e 4600 unidades consumidoras. E isso na composição da conta de energia, que a gente chama de CCC, custa 12 bilhões 600 milhões de reais de óleo diesel por ano e faz parte e entrega a conta, integra a conta de energia.
Portanto, realmente você poder ter uma usina dessa para poder atender os sistemas isolados do Brasil, nós vamos estar descarbonizando a Amazônia, que é o pulmão do planeta, e vamos estar fortalecendo a economia nacional com combustível adequado, com combustível limpo e fortalecendo esse grande programa que é o programa do etanol brasileiro. Muito bem, só um complemento. Pode falar agora.
Que você pediu pra empresa tirar fotografia disso ou você já tirou fotografia? Porque de lá não tô vendo aqui, cara. Tá bem.
O que que vai acontecer agora aqui, ô igreja? O que que vai acontecer agora? Vai sentar o comandante também vai falar tecnologia.
Muito bem. Agora é você e o Luís Fernando. Tá bem.
Microfone. E aí? Acho que esse aqui tá melhor.
Esse aqui esse aqui. Esse aqui. Obrigado.
para tratar sobre o projeto da primeira turbina movida etanol desenvolvida pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço, faz uso da palavra o comandante da aeronáutica, tenente brigadeiro da Maceno. Senhor presidente da República, Federativo do Brasil, Luís Inácio L da Silva. Senhor vice-presidente da República, Geraldo José Rodrigues Alc Filho.
Senhores ministros do Estado da Educação, Leonardo Barquini, do trabalho e emprego Luís Marinho de Minas Energia Alexandre Silveira da Ciência Tecnologia de Inovação substituto Luís Fernandes, da Secretaria Geral da Presidência Guilherme Bolos. Excelío senhor ex-deputado federal Ricardo Galvão, senhor diretor geral do departamento de cência e tecnologia espacial teradeiro Belintani, senhor chefe do cerimonial da presidência da República, embaixador Igreja, senhor reitor do Instituto Histórico do Instituto Tecnológico da Aeronáutica, professor Dr Guilherme Lourenzi, senhores oficiais gerais da nossa força, senhor presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social, a Luís Mercadante, senhor diretor do Instituto de Aeronáutica Espaço, Brigadeiro Bacelar, senhor diretor de operação engenharia, Deréo Concept, Alexandre Roma, a todos os demais muito boa tarde. Ao longo da história, o progresso das grandes nações sempre esteve associado à capacidade de seus povos de transformar conhecimento e realizações concretas, sendo a ciência a grande força motriz do desenvolvimento da prosperidade e do fortalecimento da soberania nacional.
Assim é com grande honra que na qualidade de comandante da Força Aérea e estando acompanhado do senhor presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, presencio nesta data a apresentação da Unidade Geradora de Energia Elétrica 1000BR, sendo este o marco que evidencia a capacidade brasileira de converter talento, criatividade e pesquisa aplicada em inovações voltadas ao desenvolvimento do nosso país. Senhor presidente, há pouco mais de 2 anos, em abril de 2024, quando o senhor esteve neste instituto, lançou-nos o desafio de desenvolver uma uma solução nacional capaz de empregar a turbina Terra 5000, tanto na geração de energia elétrica quanto em futuras aplicações aeroespaciais, tendo etanol como combustível. Hoje, com enorme satisfação, podemos afirmar que este desafio tornou-se realidade, graças à dedicação ao espírito inovador de nossos pesquisadores, engenheiros e parceiros da indústria nacional que abraçaram esse propósito.
Mais do que o novo projeto destinado à produção de energia elétrica, a UGE 1000BR representa a primeira unidade geradora brasileira movida por turbina a gás e etanol, capaz de gerar 1000 kW de potência. compacta, móvel e integrada em um contêiner de 20 pés. Ela foi concebida para proporcionar rápido transporte, instalação e operação em localidades remotas, em cenários de calamidade ou sempre que se fizer necessária uma fonte confiável de energia.
Ao mesmo tempo, materialismo a tecnologia concebida integralmente em nosso país, demonstrando que o Brasil reúne competência científica, capacidade industrial e visão estratégica para desenvolver soluções alinhadas às suas próprias necessidades. Ao empregar a turbina Terre 5000, desenvolvida pelo Instituto de Aeronáutica Espaço, em parceria com a empresa Aeroconcept, este projeto evidencia o extraordinário potencial da integração entre o Estado, academia e indústria. Sua capacidade de operar com o etanol reforça ainda o caráter pioneiro dessa iniciativa, ao reunir desempenho, versatilidade e sustentabilidade e uma tecnologia desenvolvida de acordo com as potencialidades brasileiras, reduzindo significativamente as emissões de carbono e valorizando uma fonte renovável na qual o Brasil ocupa posição de destaque mundial.
Aliado a isso, cumpre-me ressaltar que poucos projetos traduzem de maneira tão clara o conceito de aplicação dual como este, uma vez que a mesma tecnologia que poderá viabilizar o fornecimento de energia elétrica à populações ibeirinhas, apoiar ações de resposta a emergências, atender o ao agronegócio e suprir regiões distantes dos grandes centros, será igualmente capaz de impulsionar o desenvolvimento de sistemas propulsivos para aviões, drones e outras plataformas aeroespaciais militar. civis de interesse estratégico para o estado brasileiro. Apenas seis países no mundo dominam a tecnologia para o desenvolvimento e produção de turbina aeronáutica a jato.
E o Brasil hoje é um deles. Pode-se dizer que o fato de um drone nacional como o que hoje aqui exposto, o Albatro Vortex, equipado com a turbina ATJ505, já ser capaz de decolar, constitui uma anequívoca demonstração de que o Brasil avança de forma consistente nesse seleto campo do conhecimento, evidenciando o elevado nível de maturidade na nossa base industrial de defesa. Mais do que um feito tecnológico, essa conquista revela a importância de continuarmos fomentando a ciência em nosso país.
Nesse sentido, em um cenário internacional marcado por crescentes desafios geopolíticos e constantes transformações tecnológicas, o domínio de capacidades críticas representa um requisito indispensável para o fortalecimento soberania nacional. Dessa forma, o desenvolvimento das tecnologias como essa reduz a nossa dependência externa, ampliando nossa autonomia e fortalecendo a nossa base industrial de defesa, enquanto prepara o Brasil para responder os desafios do presente e as oportunidades do futuro. Assim como o projeto Aeronave Bandeirante concebida aqui no Instituto de Aeronáutica Espaço, representou muito mais que o desenvolvimento de novo avião, lançando as bases para o surgimento da Imbraer, surgiu neste hangar e para a consolidação da indústria nórica brasileira.
Tenho convicção de que esta unidade geradora poderá igualmente simbolizar o início de uma nova etapa para o fortalecimento da engenharia e da indústria nacionais, bem como da nossa capacidade de desenvolver sistemas propulsivos de elevado valor estratégico, inspirando novas gerações de pesquisadores, engenheiros e empreendedores. Por essa razão, na pessoa do diretor do instituto do IAE, brigadeiro Bacelar, expresso reconhecimento a todo efetivo deste desse instituto, que com grande determinação tornou possível essa importante conquista da engenharia nacional. Estendo o meu agradecimento a todos os profissionais da empresa Aeroconceps, na pessoa do seu diretorgeral, Alexandre Roma, cuja longa, exitosa parceria com comando aeronáutica demonstra o potencial e a importância da cooperação entre o setor público e a iniciativa privada para a construção de capacidades estratégicas nacionais.
Destacoente a liderança do tenente pediro Belintani, diretor de ciência e tecnologia, cuja condução diligente desse complexo científico tecnológico tem preservado o legado construído por seus antecessores. Dirijo ainda meu especial agradecimento ao Ministério da Ciência e Tecnologia e Inovação na pessoa da senhora ministra de Estado, Luciana Santos, pelo permanente apoio conferido dessa iniciativa, especialmente por intermédio da financiadora de estudos e projetos da FEP, cujo fomento foi decisivo para que este desafio se tornasse realidade. Por fim, agradeço ao senhor presidente da República, Luís Nácio Lud da Silva, pela confiança depositada no Comando Aeronáutica, que tem sido fundamental para que empreendimentos como este se convertam em capacidades estratégicas voltadas ao desenvolvimento e ao fortalecimento da soberana nacional.
Assim, ao encerrar essas palavras, faço votos de que a solidade geradora geradora represente apenas o início de uma trajetória ainda mais promissora, na qual a dedicação e a capacidade inovadora do povo brasileiro continue a produzir soluções que contribuirão para um Brasil cada vez mais próspero, sustentável e tecnologicamente independente. E salve o Brasil. Obrigado.
Ouve-se agora o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação substituto Luís Fernandes. Bom, muito boa tarde a todos e a todas. E queria saudar o presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, vice-presidente Geraldo Alkmin, o ministro de Minas e Energia Alexandre Silveira, em seu nome também saúdo a todos os ministros aqui presentes e integrantes do nosso governo.
Almirante Marcelo Demceno, comandante da Aeronáutica. Brigadeiro Marcelo Demceno em seu nome. Eh, também saúdo a todos os dirigentes eh e quadros aqui da Força Aérea Brasileira, a Luís Mercadante, que colega presidente do BNDS e Alexandre Roma, sócio fundador e diretor de operações da de engenharia da Euroconcepts.
É, hoje, como já foi destacado, é um marco importante pra ciência, tecnologia, inovação e soberania tecnológica do Brasil. Este projeto demonstra a capacidade do Brasil de desenvolver soluções tecnológicas complexas por meio da integração entre instituições de pesquisa, universidades, empresas e profissionais altamente qualificados. Apresentação da primeira unidade geradora de energia elétrica baseada em uma turbina gás movida etanol desenvolvida com tecnologia 100% nacional, representa um avanço relevante paraa engenharia brasileira e amplia as possibilidades de aplicação de tecnologias estratégicas em diferentes áreas.
Este resultado é fruto de um longo processo de pesquisa, desenvolvimento e inovação. O desenvolvimento da turbina aeronáutica TR000 teve início em 2006 com apoio do então Ministério da Ciência e Tecnologia e da FEP, contribuindo para a formação de competências nacionais em tecnologias aeronáuticas de alta complexidade. Presidente, eu tive a honra de servir o seu primeiro governo como secretário executivo dos então ministros Eduardo Campos e Sérgio Rezende.
E esse projeto a turbina começou lá, né? Eu participei diretamente da negociação e das discussões que resultaram no apoio a essa turbina original. E de lá para cá foi construída uma base de conhecimento que tornou possível adaptar essa tecnologia a uma nova aplicação, a geração de energia elétrica utilizando etanol.
Essa transformação exigiu soluções inéditas de engenharia, intensa atividade de pesquisa e atuação integrada de equipes altamente especializadas. Como já foi dito, poucos países dominam tecnologias desse nível de complexidade. Por isso, este projeto evidencia a capacidade do Brasil para desenvolver conhecimento próprio, ampliar sua autonomia tecnológica e gerar soluções voltadas às necessidades do Brasil e do planeta.
É uma iniciativa que materializa o firme compromisso do Brasil com a transição energética. a descarbonização que sustenta o desenvolvimento sustentável do país e do planeta. também demonstra o potencial, o o potencial das chamadas tecnologias de uso dual, que podem atender tanto aplicações estratégicas quanto demandas da sociedade.
Uma tecnologia originalmente concebida para o setor de defesa, passa agora a oferecer novas possibilidades para geração de energia em localidades isoladas, operações de defesa civil e outras situações que exigem exigem sistemas confiáveis e de rápida implantação. O desenvolvimento dessa iniciativa contou com mais de 134 milhões de investimentos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, FNDCT, destinados a projetos de pesquisa, desenvolvimento tecnológico e infraestrutura laboratorial. Devo dizer, presidente, que nós só podemos fazer esse investimento porque o seu governo cumpriu o compromisso de restabelecer integralmente o orçamento do fundo, proibindo o seu contingenciamento e o seu bloqueio.
Se não fosse essa decisão, nós não poderíamos ter apoiado o projeto até o estádio em que ele se encontra hoje. Esses recursos do FNDCT apoiaram projeto subvenção econômica para empresas e convênios com Instituto de Aeronáutica e Espaço, fortalecendo a infraestrutura necessária ao desenvolvimento dessa tecnologia. Mas não só dela.
Esse investimento se insere em um conjunto maior de investimentos realizados aqui no no instituto que totalizam no valor dos seus projetos 300 milhões. Agora no terceiro governo do presidente Lula, ele temos financiado aqui um instituto, um instituto também através de um programa do do FNDCT, que eu acho que o senhor vai valorizar, que é um programa de autonomia tecnológica na área da defesa, que busca identificar tecnologias críticas para a defesa nacional, que são sujeitas a cerceamento e bloqueio internacional e que, portanto, tem que ser desenvolvidas nacional onalmente e que tem grande potencial de uso dual, como essa turbina que nós aqui estamos vendo hoje. Projetos como esse, estes mostram a importância da cooperação entre instituições públicas, centro de pesquisa, setor industrial, empresarial e agência de fomento.
O avanço tecnológico é resultado da soma de conhecimentos, da continuidade da pesquisa e da colaboração entre diferentes áreas do conhecimento. Mais do que o novo equipamento, esta turbina representa a capacidade da ciência brasileira de transformar conhecimento em soluções concretas, fortalecendo a engenharia nacional, ampliando competências estratégicas e criando oportunidades para novas aplicações tecnológicas. Parabenizo a todas as instituições, pesquisadores, engenheiros, técnicos e profissionais que contribuíram para essa conquista.
O trabalho desenvolvido reafirma o papel da pesquisa científica, tecnológica e da inovação como elementos fundamentais para ampliar a capacidade tecnológica do Brasil e enfrentar os desafios do futuro. Muito obrigado. Ouve-se agora o vice-presidente da República, Geraldo Alkmin.
Presidente Lula, ministros aqui presentes, eh lideranças, amigas e amigos. Vejo aqui dois joseenses queridos, os ex-prefeitos, o Carlinhos Almeida e a Dr. Ângela Guadagnim.
Presidente, uma palavra breve. Nós estávamos praticamente na sua terra, onde o senhor fez a sua liderança como líder dos trabalhadores e na terra do ministro Luiz Marinho no ABC. Agora o senhor chega ao Vale do Paraíba, a nossa terra do aluísio Mercadante, cujo avô, Dr Pompílio Mercadante, foi prefeito aqui ao lado de Jacareí.
a terra do deputado nosso Dr Ricardo professor Ricardo Galvão. E estamos numa grande cidade, a segunda melhor da região, que é São José dos Campos, só perde para Pinda Monangaba, mas ela tá caminhando bem. E essa é uma região eh histórica.
No século XIX, começo, começo do século XX, se dizia: "O Brasil é o café e o café é o Vale do Paraíba". Então, a região foi muito rica, mas como alicerçada apenas na monocultura cafeeira, depois entrou em crise. E aí Monteiro Lobato aqui de Taubaté escreve cidades mortas retratando a decadência do café, dizendo: "Aqui tudo foi, foi isso, foi aquilo, foi.
" Mas esse ciclo, eh, veja que o café foi tão forte para São Paulo, ministro Alexandre Silveira, que o Alberto Santos do Mon, nós temos uma cidade no estado de São Paulo, ao lado de Ribeirão Preto, chamada Domon. A Domon era a fazenda do Mon, do pai do Alberto Santos do Mon, que era um grande caficultor paulista. e engenheiro.
E aí que nasce a vocação do Santos Domon, que faz agora 120 anos, pai da nossa aviação, e a sua vocação, o seu dom na fazenda Dom, hoje cidade de Domon. Mas o Vale se tornou a região mais industrializada, das mais industrializadas do mundo comparado ao Vale do Rur da Alemanha. Se nós sairmos de Guarulhos na Dutra, é uma indústria do lado da outra.
Metalurgia, siderurgia, alumínio, aço, química, farmacêutica, avião, automóvel. É um mar de de indústrias. e que também sofreu.
Sofreu. Veja, na Bahia fechou a Ford no governo anterior, aqui em São Paulo fechou a Mercedes-Benz, no Ceará fechou a Troller. E no seu governo, presidente, com o senhor lançou a nova indústria Brasil, ANIB, competitiva, né, sustentável, eh, inovadora e exportadora.
E a indústria vem se recuperando. Aliás, a Embraer é hoje a terceira maior indústria aeronáutica do mundo, voando nos cinco continentes. Veja que a semente caiu em solo forte, fértil e prosperou com o talento brigadeiro da Marceno, da Aeronáutica, do Ministério da Defesa, do ITA, do Instituto eh de Pesquisas, enfim, a defesa, presidente, aí a Vibras aqui do lado tinha fechado em Jacareí, tá renascendo, tá reabrindo, ressurgindo.
Então, a GWM que tinha Mercedes que fechou em Iras Semápolis reabriu agora Great Wall Motors, a GWM, a Ford, nova indústria, a Bid, a Troller no Ceará, nova indústria, General Motors, associada a outros grupos. Então, a retomada da indústria e transformar agricultura em indústria, que é a agroindústria, os biocombustíveis. Nós estamos saindo de São Bernard São Caetano, onde tá sendo lançado no Instituto de Tecnologia Mauá os testes para aumentar ainda mais o diesel, o bio no diesel, ou seja, transformar um produto agrícola em indústria, agregando valor, gerando mais emprego, ajudando o meio ambiente e a saúde.
E agora o etanol, o Brasil que foi campeão da biolargada há 50 anos com etanol. O etanol não só no biocombustível, mas também gerando energia elétrica, né? Abrindo uma nova matriz energética.
A gente fica muito, muito feliz. Parabéns, presidente Lula, pelo seu trabalho. E quando se dizia, não, mas vai competir, né, com o alimento, não.
O Brasil tirou 24 milhões de pessoas do mapa da fome. O Brasil maior exportador hoje de alimento do mundo. Nós vivemos a maior queda de desmatamento na última década, na última década.
e fortalecendo a indústria e gerando ainda mais emprego e renda. Parabéns. Bom trabalho, presidente.
Senhoras e senhores, com a palavra o presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva. Eu eu vim aqui muito mais para tirar uma foto, mas antes eu queria dar uma palavrinha com vocês. A primeira reunião que eu fiz quando ganhei as eleições, um dia depois da posse, foi com os três comandantes das Forças Armadas, foi com meu ministro da defesa, foi com o presidente do BNDS, foi com meu ministro da indústria e comércio, vice-presidente geral do Alc e foi com o companheiro Luciano Coutinho como assessor da indústria aeronáutica, sobretudo Davi Bra naquele instante.
E eu fiz aquela reunião porque eu constatei desde o meu primeiro mandato a fragilidade do Brasil quando se tratava de discuter indústria de defesa. Eu contei outro dia numa reunião na inauguração de uma Fragata lá no Rio de Janeiro, de que quando eu assumi a presidência da República em 2003, foi com muita tristeza que eu descobri que os nossos soldados eram liberados do serviço às 11 horas da manhã, porque a gente não tinha dinheiro para pagar o almoço do nosso soldado. E foi com isso que a gente resolveu então criar uma coisa chamada soldado cidadão para que a gente desse um curso de formação profissional aos nossos recrutas para eles saírem depois da prestação do serviço militar com algum aprendizado profissional para tentarem vencer na vida.
Também quando eu cheguei na presidência, o avião presidencial chamava-se sucatão. Nós tínhamos dois sucatão e dois sucatinha. O Sucatão tinha sido aposentado no governo Fernando Henrique Cardoso porque o motor de um caiu não sei a onde com o vice-presidente da República.
Caiu só o motor, o vice-presidente não. Ou seja, e eu achava uma vergonha. Tava um presidente da República até o avião chamado Fucatão.
Quando a gente ia viajar, que a gente parava no aeroporto, tinha uns 14 mecânicos dentro do avião para catar os parafusos que caía. Eu achava aquilo uma vergonha, sabe? E resolvi e também não era só avião presidencial, a frota da aeronáutica era melancólica.
Eu tinha um avião, eu não sei que avião que era, da Maceno, que toda vez que ele levantava voo, ele cheia de fumaça. E o Celso Sabor voltou duas vezes, 5 minutos depois de voar. O governador do Rio Grande do Sul, eu mandei levar ele em Porto Alegre, com 5 minutos o avião ficou todo cheio de fumaça, teve que votar.
Eu tomei a atitude, ou nós compramos as coisas ou esse país vai falir. Como é que a gente pode pensar sério se a gente não cuida daquilo que é essencial paraa nossa sobrevivência enquanto nação soberana? E na Marinha era a mesma coisa.
Eu lembro da vergonha que eu passei quando eu fui visitar a Antártica naquele aquele navio lá, o o Barão de Tefé, acho que era um navio de pesquisa que a gente tinha, que não cabia dois marinheiros dentro do navio andando no corredor. Então eu resolvi que era necessário a gente equipar as Forças Armadas. A gente não quer Forças Armadas para pagar aposentadoria.
A gente quer Forças Armadas para cuidar da soberania desse país, para cuidar da sociedade brasileira, para cuidar de 8 milhões e meio de quad de terra, pra maior floresta tropical do mundo, para 12% da água doce do mundo e a riqueza mineral que a gente nem sabe tantas quantas a gente tem. É para isso que a gente tem uma indúta da defesa altamente preparada e todo mundo sabe o que custou para o Brasil a guerra do Paraguai. Todo mundo sabe o que custou.
Quantos orçamentos da União a gente teve que gastar para vencer aquela guerra? Ou não queremos guerra, mas nós queremos um país altamente preparado para defender a sua soberania. Afinal de contas, nós temos Afinal de contas, nós temos 16.
800 00 km de fronteira seca. Nós temos uma fronteira marítima de 85. 500 km², mas temos 5 milhões700.
000 km de mar a nossa sobre a nossa guarda. Mas então, se a gente não se cuida, quem vai cuidar de nós? Se a gente não toma conta da nossa fronteira, quem vai tomar conta de nós?
O nosso petróleo tá além das 300 milhas. E quem vai tomar conta disso? Quem vai tomar conta da riqueza que a gente não sabe que tem ainda no fundo do mar?
Quem vai tomar conta da riqueza que representa nossas terras raras e o nossos minerais críticos? A gente só vê o mundo falar disso, a China falar, os Estados Unidos falar, a Rússia falar e nós. Então nós precisamos ter consciência de que as forças armadas elas existem para garantir a soberania territorial desse país, a riqueza do nosso povo e defender o nosso povo.
E para isso ela tem que estar preparada. É por isso que nós fizemos a primeira reunião para discutir a recuperação da indústria de defesa nesse país. Não tem sentido um país do tamanho do Brasil não ter o suporte de ser dono do seu nariz num monte de coisa que nós precisamos utilizar.
Ainda porque nós somos um país em que temos o privilégio de ter um dia um brigadeiro que resolveu criar um instituto tecnológico de aeronáutica, o ita, que é uma obra prima desse país. Então nós resolvemos tomar essa atitude e estamos fazendo isso. Estamos fazendo isso.
Então, quando eu venho aqui, eu depois quero tirar uma fotografia na frente daquela turbina, porque veja, o Brasil passar a ser o sexto país do mundo a produzir turbina, não é pouca coisa. Não é pouca coisa. Nós já perdemos a primazia histórica de termos sido a nação que inventou o avião.
Na verdade, roubaram de nós essa primavia porque criaram dois irmãos nos Estados Unidos que inventaram o avião, quando na verdade o único instrumento mais pesado que o ar que levantou durante o tempo da torre foi o avião feito pelo Santos do Mor. Eu tava dizendo ao Damaceno que nós vamos recuperar esse valor histórico e eu vou conversar com o presidente Macron para em outubro deste ano a gente tentar levantar outra vez o nosso aviãozinho lá com o brigadeiro, como o piloto. Não sei se vai conseguir subir, mas vamos tentar.
Porque é o seguinte, se a gente perder a história, a gente perde a razão de muitas coisas. Então eu tô da Marceno muito orgulhoso, mas muito orgulhoso de saber que hoje nós estamos anunciando aqui, sabe, ao mundo inteiro e a nós mesmos, de que o Brasil passa a ser o sexto país do mundo a produzir uma turbina. E não é uma turbina qualquer, é uma turbina movida a etanol para um país que é o país rei dos combustíveis renováveis e que tanto o mundo precisa.
Portanto, hoje é um dia sagrado. É um dia sagrado para esse país. Sabe?
Da mesma forma que nós fomos hoje no Instituto Mauá lá em São Caetano, fazer começar a fazer teste da Maceno de 300 horas, sabe? motor funcionando sem parar pra gente testar o B20 do óleo depois testar o B25 para que a gente possa provar que se o mundo quiser ser descarbonizado, ninguém precisa inventar mais nada. Venha trabalhar com o Brasil que a gente pode mostrar como é que o mundo vai se descarbonizar.
Por isso, eu quero parabenizar o Instituto Tecnológico da Aeronáutica. Quero dar os parabéns a vocês. Quero dar os parabéns ao empresário Roma.
Ô Roma, há uma possibilidade extraordinária para nós e eu te confesso que da mesma forma que quando me apresentar a possibilidade da gente produzir biodívio, eu não tinha noção de que ia dar certo. Mas tudo que é proposta ousada eu gosto de testar. Tudo que é ousado, eu sou desafiado a detestar, porque essa ousadia que às vezes faz com que a gente consiga vencer os obstáculos que muitas vezes nem existe, a gente que cria dentro da nossa mente.
Então eu quero te dar os parabéns e quero te dizer que valeu a pena o esforço que você fez, porque esse país não vai parar. Esse país não vai parar. Eu fizemos uma reunião sexta-feira, nós temos um um conselho, sabe, que vai cuidar dos minérias críticos da terra rara.
A gente não vai mais permitir que aconteça conosco que que aconteceu com o nosso ouro, com a nossa prata, que aconteceu com o nosso minério de ferro. Agora quem quiser explorar minerar crític ter rara vai ter que fazer aqui dentro desse país, porque a gente não vai ser mais exportador de matériapra. A gente quer fazer o processo de transformação aqui.
Então eu queria dar uma ao terminar queria pedir para você, para o comandante dessa base aqui e para os meus ministros vir aqui, mas a Luí Mercadante e o Roma para gente fazer uma fotografia, porque essa fotografia é histórica. Eu só não sei se aqui ou ali na frente da turbina pra gente poder guardar, porque se alguém disser que não fomos nós, nós temos uma fotografia para provar. Eu tenho a foto, eu vou mostrar que fomos nós que fizemos a sexta turbina no mundo.
Um abraço, gente, e parabéns. Não. E e depois a foto com os funcionários que trabalharam na turbina.
Puxar a turbina para cá e pega a turbina. Pode vir para cá. Senhor pode ficar aqui o pega, pega Está encerrada esta visita.
Pede-se a todas e a todos que aguardem em seus lugares a saída do presidente da República.