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MARCAS DE SUCESSO - TAY DANTAS - KRITIKE PODCAST

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Kritikê Podcast
Existe um momento em que uma marca deixa de disputar atenção e passa a dominar a conversa. Não é sobre aparecer mais, é sobre ser impossível de ignorar. O brand virou estratégia de poder. É sobre influência, percepção e, no fim, sobre quem define o jogo. Hoje no Critiqu recebemos taidantas para abrir os bastidores de como as marcas deixam de competir e passam a dominar. [música] >> [música] >> Tá no ar. Critiquei podcast que as empresas não mostram. A gente mostra. E vocês que vieram daí da live da Tai. >> Já viram que a gente vai começar
com o que é uma pessoa polímata? Certo, Tai? Bem-vinda, Tha. >> Obrigada. Prazer demais estar aqui com você. >> Como é que você chega hoje a esse podcast? >> Como eu chego? >> Sim. Como é que foi seu dia? Meu dia foi corrido, vim direto eh da XP, que é um cliente nosso para cá. Cheguei, fui muito bem recebida pelo seu cachorrinho, cachorrinho Sancho. Sancho, >> super me recebeu bem. Alá, chamamos ele, ele até veio aqui, >> então eu tô ótima. >> Eh, queria começar com um pouco de carreira, né? Obviamente você teve várias passagens
e quando você olha para trás, acho que passa um filme, né, sobre As mudanças que aconteceram. Eh, nós podemos dizer que você já é a pessoa, talvez a políata mais hypada dessa, desse ano na internet. >> Ah, sim, sim, sim. Acho que assim, a chegada de uma outsider, mesmo estando já presente na no que era o dia a dia de várias marcas conhecidas, como G4, azul, a Boca Rosa, eh você era uma pessoa que estava lá no escritório, mas era uma outsider pra internet. Então, fazer essa esse deb debilt, né, pr para sair e você
Dar cara, eu acho que é uma coisa bem relevante. Como que foi esse processo de transição para você? Ah, eu acho que ele tá sendo ainda. Eu confesso que eu me considero muito melhor nos bastidores do que sendo uma pessoa pública. Mas, bom, não não me sinto uma pessoa pública, não sou uma pessoa pública, mas entendo que eu ter construído a minha marca pessoal é fundamental para que o meu negócio tivesse um resultado mais rápido, eh, e Conseguisse ter resultados financeiros melhores. Então, eh, considero que eu ainda tô bem engatinhando isso do ponto de vista
de pessoa física eu mesma, e acho que eu faço isso muito melhor pros outros do que para mim. >> Você é uma pessoa que é muito mão na massa. >> Sou extrema. >> Como que é isso? Não não é difícil ter que lidar com internet, com demandas de produção audiovisual. Você também fazia, Começou com isso, na verdade, né? >> Aham. >> Eh, isso é um prazer para você, isso é um trabalho para você? Para mim é um prazer muito grande eh a criação da estratégia, escrever o conteúdo, dirigir um set, eh pensar em como é
que eu crio conteúdos, como é que eu crio campanhas que geram de fato resultado financeiro para as empresas. Mas eu na câmera na hora ele é até legal, mas a Consequência disso, tirando a parte financeira pra empresa, que é muito importante, eu não acho tão agradável não, porque eu sou muito tímida. Eu sou tipo tímida, extrema. Eu acho que as pessoas não acreditam quando eu falo isso, >> mas eu sou muito. Então, às vezes as pessoas chegam para mim em algum lugar e puxa, pedem uma foto, falam que me admiram muito, cara, aquilo >> eu
fico super lisongeada, mas eu fico Vermelha. eu fico sem falar, puxa, que que eu falo agora, como é que eu lido com isso? Então, é bem mais desafiador. >> E as pessoas que ela, esqueci, é um é um tipo de é um efeito, né, que esqueci agora o nome quando as pessoas eh vêm e parece que te conhecem já. >> É >> porque elas te vem às vezes o dia, todos os dias nas redes sociais. >> Como você se sente, >> cara? Eu me sinto que não é comigo. Várias vezes me pergunto assim: "Você que
é o André?" Eu falo assim: "Não, não, deve deve estar confundindo". André Geiger, o que era do Flow, eu era senhor do Flow, né? Então assim, sim, sou eu. Nossa, eu gosto muito de você. F assim, que engraçado, porque para mim eu sempre fui uma pessoa que não aparecia nas câmeras, né? >> Mesmo aqui no Critique, eu me coloco na posição onde eu sou o cohost. Então, tem o Mário, que é o host principal que tá Aqui em 99% da das lives. Eu tô em 90% das lives. A gente tá em que episódio, Bia? Eh,
>> 500 e >> 500 e alguns já. 510, talvez 507. Estamos no 507. Eh, mas aí todos os dias ainda é um começo que é um pouco mais tenso, a conversa é um pouco mais menos fluida. Eh, você fica batendo nas paredinhas, né, para onde vai chegar. >> Uhum. >> Eh, para você isso começou a acontecer Na rua também ou não? >> Poxa, de assim, demais não, né? Óbvio, mas muitas vezes assim as pessoas vêm e falam comigo, ah, puxa, me reconhece em algum lugar ou às vezes nem vem falar. Algumas pessoas que sabem que
eu sou super tímida, mas mandando: "Olha, acabei de te ver em tal lugar, eh, poxa, não fui falar com você porque eu sei que você é tímida, mas te vi aqui." Isso para mim é muito honroso, mas ao mesmo tempo é esquisito. Não vou negar. Acho Estranho, porque eu sou uma pessoa bem >> Mas as pessoas elas vêm para apresentar projetos para você ou não? vem direto direto no Instagram e até algumas pessoas imaginam que eu tenho algum tipo de toque de Midas assim, sabe? Puxa, se você tiver comigo, esse negócio vai dar um baita
resultado e quem dera, não é assim que funcionam as coisas, né? >> Eh, e acho que a internet popularizou muito isso, a ideia de que existem algumas mentes que são capazes de Transformar pessoas em pessoas muito ricas. Eu não sou uma dessas mães, >> então. Mas aí talvez vem um pouco da dessa sua da expectativa das pessoas, né, que já te conhecem, sabem, já deve ter falado algumas vezes dessa questão polímata que você tem. >> Explica um pouco mais que que é isso para você. Eu descobri que eu era uma polímata para tentar me defender
eh do fato de eu ser uma pessoa sem foco. Então, basicamente eu gosto de dizer que Eu acredito muito que todos nós t algum talento muito forte dentro de si e que muitas vezes eles vêm com cara de defeito. >> Uhum. >> Então o que eu percebia que era um um defeito meu quando eu era mais nova e eu descobri isso escutando minha mãe atrás da porta é que eu era uma pessoa meio sem foco. Eu gostava de muitas coisas. as coisas me encantavam e eu ficava meio vidrada naquilo. Eu tenho um hiperfoco Bizarro assim
nas coisas. E aí isso não era muito bem visto. Até minha história mesmo, não é uma história padrão. Puxa, eu segui o mesmo caminho sempre, não. Eu fui me descobrindo, eu fui testando várias coisas e no fim esse é o meu super poder, é conseguir me aprofundar em diversos temas que, pros olhos mais distraídos, não fazem nenhum sentido entre si. E a grande habilidade que eu tenho, talvez a única, seja conectar esses pontos que aparentemente não fazem Sentido e achar uma uma solução mais efetiva ou diferente através dessa conexão dos saberes. Você você não sente
que eh às vezes parece é mais difícil de explicar para as pessoas, porque assim, eu entendo, eu acredito que você tendo isso, você vai enxergar algumas coisas antes das outras. >> Uhum. >> E aí até a coisa acontecer, às vezes demora anos. >> Uhum. >> Eh, eu tenho algumas também habilidades com algumas coisas que eu costumo enxergar que elas demoram uns dois anos para acontecer. Então demora às vezes um processo de dois anos as pessoas duvidando o que eu estou falando >> até que aquilo acontece. >> Só que às vezes nesses dois anos já perdeu-se
oportunidades, perdeu-se alguns caminhos que assim chegou quem chega primeiro chega muito mais forte, Né? >> Lógico. >> Como que é para você viver antecipando um padrão? Agora, obviamente com clientes isso é mais fácil, mas você teve que conquistar isso, certo? como que foi o processo para para que as coisas que você trazia como eh futurismo, vamos trazer assim, eh não fossem só papo de estudos que estão sendo feitos numa universidade lá de fora. >> Uhum. Então, como o que eu sempre tentei fazer é não contar a minha visão completa das coisas, mas ã guiar a
pessoa para aquela visão, levando ela a conquistar os objetivos mais claros para ela no curto prazo. Então, por exemplo, lá >> cheguei eh no G4, fal, a gente quer ter uma marca super legal, a gente quer ter uma marca forte e quer ser tipo na época assim, puxa a marca de educação para negócios mais [ __ ] do Brasil, a gente Não tem nenhum real. E aí, bom, não era G4 na época, então você não vai ter grana, tu tem esses essas pessoinhas aqui e você tem esses canais aqui de rede social, inclusive do G4
que era gestão 4.0, Aqui não faz nenhum tipo de sentido esse canal. Se é mais pra gente ter mais seguidor, pra gente ganhar notoriedade. E aí eu falei: "Cara, mas e se é gente, puxa, para eu conseguir isso daqui, eu eu consigo construir essa marca, eu vou Precisar de grana. Mas como é que eu vou conseguir grana e posicionar essa marca aonde eu acredito que faz muito sentido? Antes eu preciso gerar dinheiro para essa empresa. Então eu preciso transformar esse recurso básico que eles estão me dando aqui em algo que gere muito valor. >> Uhum.
>> Pô, por que que ao invés da gente fazer por seguidor se é a nossa métrica, a gente não não olha pra receita gerada Por esse canal aqui, >> que é a métrica de vaidade, né? >> Exato. Que a gente não olha pra receita? Pô, mas não tem como gerar receita nesse canal. Falei, cara, posso tentar? Tipo, me dá dois meses, é a coisa mais importante pra empresa, não é receita nesse momento. Então, posso tentar fazer esse canal aqui ser gigante? >> Me dá essa chance assim, tipo, ah, beleza. Mas pra gente o importante mesmo
agora era seguidor, mas não era assim no Fundo. >> Então, puxa aí, beleza, eu fiz o canal ganhar mais dinheiro. Se eu fiz o canal ganhar mais dinheiro, opa, tem algum sentido aqui, vamos ouvir um pouco mais essa menina. E aí a você vai ganhando espaço. Então eu sempre tentei primeiro gerar valor para depois conduzir a uma visão um pouco mais difícil. >> Uhum. eh eh sempre entregar primeiro o que a pessoa quer e depois levar para onde ela vai ter mais resultado, mas ela Ainda não sabe que ela quer aquilo. >> Basicamente isso. como
que foi essa sua experiência eh profissional eh do ponto de vista de amores e desamores no sentido pelo paixão pelo trabalho, a paixão pela pelos ensinamentos, como que você se comportava quando você ainda estava no modo corporativo pros outros? >> Eu tenho uma facilidade muito grande de me apaixonar pelo sonho dos outros. Eu acho que eu consigo tornar o sonho dos outros meu sonho também, sabe? >> Então, eu acho que em todos os lugares que eu estive, enquanto eu estive, eu estive muito apaixonada. Eh, para pessoas da minha família, por exemplo, eu tinha pessoas, puxa
que trabalhavam eventualmente com no G4 mesmo, que às vezes reclamavam bastante assim da empresa e e demoraram muito tempo para sair. Eu nunca, tipo assim, enquanto enquanto eu tô no negócio, eu tô muito apaixonada. Hum. >> Quando eu perco a minha paixão por Alguma coisa, aí eu saio. E assim, não é não é aquele negócio de pô ficar ali inflamada, achando tudo ruim, reclamando. É assim, bicho, eu só consigo trabalhar movida a paixão. Você também? >> Também, também, também. Eu coloco na acho que meu, meu LinkedIn deve estar alguma coisa assim que eu sou trabalho
que eu acredito, eh, apaixonado por projetos, que é algo do tipo também, porque assim, senão, eh, não dá. Eh, eu Comecei a trabalhar muito, comecei a trabalhar na PG, né? >> Uhum. >> E aí para mim o trabalho era a prioridade 1 2 3. Eh, eu feliz, eu era feliz respondendo e-mails 1 da manhã. Não façam isso em casa, tá pessoal? Eu sei que a geração Z vem aí já com outras questões em relação ao trabalho, mas eu achava que assim, quanto mais eu aprendesse no começo, melhor. Tinha uma Tinha uma teoria, né, que eu
lia quando era 2007, a chamava Fire, que era fast income retirer earlier. E eu falei assim: "É isso, vou para cima, pras cabeças, eu queria ganhar prêmio, eu queria ganhar prêmio seguido, eu queria ser o melhor, não competindo contra os outros, mas como que eu posso aprender mais e você mesmo. Exato. E aí eu fui só fui contratado porque tinha um projeto que era o SAP que o SAP parou de dar parou de dar suporte a versão antiga Deles e falou pra PG: "Ou vocês contra ou vocês mudam a plataforma ou vocês vão ter que
indo pro mercado para ter um terceiro eh atendendo vocês." E aí fui contratado para isso. Era uma equipe de 300 pessoas na América Latina inteira, >> sendo que eram, acho que era eu e mais uma brasileira só. E eu não falava espanhol, eu aprendi em três meses. >> Caraca. >> Então, em três meses eu aprendi Espanhol, porque aí na reunião, imagina, 300 pessoas mandando e-mail um pro outro, falando um com o outro e eu falando inglês com eles, porque só eu não falava espanhol. Falei: "Não, eu aprendo, é hiperfoco total". Eh, a mesma coisa em
inglês. Quando precisei aprenderem inglês foi, eu chegava em casa, assistia um filme em inglês com legenda em inglês, depois assistia inglês com legendem português e aí com isso eu fui aprendendo. Então eu Sempre fui apaixonado assim num nível bizarro. Mas isso também gera algumas pressões, né? Porque quando você quer fazer o bem pela companhia, mas você vê que começa a ter uma politicagem, aí eles começam: "Hum, será que eles realmente querem mudar?" >> Uhum. você >> isso desanima demais. >> E você agora tá no nível cliente, né? No nível cliente você tem que ser um
pouco Mais permissivo com talvez ele não está maduro o suficiente para mudar ainda. >> Uhum. >> Como que é para você lidar com isso? Porque quando você tá na numa companhia você pode sair, você tá numa empresa, você tem um cliente, você não sai do cliente eventualmente, você tenta dar novas eh dar novas opções, trabalhar aquele ponto com outra com outros outras formas. como que é para você trabalhar com clientes em Estágios diferentes de maturidade? >> Esse é um ponto muito legal que você trouxe e e é um desafio, tá? Assim, quando você tá quando
você tem muita convicção de que alguma coisa faz muito sentido e você tem insumos, dados e e a pessoa simplesmente puxa, não quer por qualquer motivo que seja, é desafiador se você tem convicção de que aquilo é o melhor, né? é desafiador demais, assim, eh, eu tô desenvolvendo uma uma habilidade Minha de entender o meu papel e, cara, qual é o é o valor que aquela pessoa realmente precisa, mais do que o que ela pode, >> o que que ela precisa naquele momento. E e eventualmente é é uma qualidade quase de terapeuta assim, de você
entender que puxa pô igual terapeut deve ter hora que o cara olha para você e fala: "Cara, queria falar para esse cara que ele é um idiota, que ele pôra não tá vendo que é óbvio isso, isso ele não pode, porque Não é o que você precisa. talvez seja o melhor se fosse muito rápido, mas você não vai conseguir ter aquela aquela evolução. Então, para cada cliente entender o que que ele precisa e o que que ele é capaz. Tivemos uma mudança de cenários aqui. >> A pub a pubigas, entrou uma pub da da LG
Channels aqui no >> ao vivo. É assim, >> ao vivo é assim. Mas vai assim, >> sim. Eh, cara, mas é entender exatamente O que ele precisa e o que ele tá disposto. >> Uhum. >> E aí eu vou jogar o melhor possível dentro dessa zona. Qual que é o melhor possível nessa zona? Então isso, mas mas não não acho fácil porque a minha natureza é uma natureza um pouco tratora, assim, eu quero entregar resultado, eu quero fazer acontecer, eu quero, tipo, caraca, fazer um negócio mais [ __ ] >> você ainda vai 100% focar
na sua tese, você construiu uma tese, né? Eu li li um pouco sobre, viu alguns podcasts que você fez também eh sobre isso. Você ainda mantém a sua tese e tenta reaplicar como base para todos os seus clientes. >> Sim, até porque as pessoas me contratam muito por isso. >> Uhum. >> Agência de publicidade normal, agência de marketing normal, tem um monte. O que A gente faz de melhor é justamente aplicar essa tese, que foi o que a gente conseguiu gerar resultado pra gente, para outras empresas que a gente trabalhou, paraa empresa que a gente
atendeu. Então o cliente já chega com essa expectativa também. um pouco um pouco mais de como você vê essa tese, como que é sua tese, >> pô, total, cara, no fim do dia, o nosso único objetivo é construir as marcas mais desejadas dessa geração e das Próximas e mais geradoras de receita. Então, para isso, a gente une um sistema que, na cabeça da maior parte das pessoas é desunido, que é construção de marca, geração de demanda e arquitetura de receita. >> Uhum. Então, basicamente a gente soma essas três coisas em um sistema único. E além
disso, como tempero, a gente usa a nossa tese de linguagem, que é basicamente transformar uma empresa em si, um negócio em si em influenciador. E Isso não necessariamente passa por transformar o fundador num influenciador ou numa celebridade. >> Até porque nem todo fundador pode ser influenciador ou deveria. Exatamente. Exatamente. Nem todo fundador pode ou deveria e nem não faz sentido para todos os fundadores. Acho que hoje as pessoas têm muito essa máxima que puxa, faz muito sentido. Depende. Não acho que seja extremamente ruim para nenhuma empresa, mas não é extremamente bom para Todas as empresas.
Então o negócio é deixar a empresa ser um influenciador cultural, porque com isso ela vai conseguir gerar demanda e construir marca e receita de uma forma mais barata do que a média do mercado. Agora, não adianta eu tornar ela uma um baita influenciador cultural, gerar um baita desejo, se eu não tenho do outro lado uma arquitetura de receita capaz de converter desejos em dinheiro. Se eu não tenho do meu lado aqui, puxa, se eu tô Fazendo um marketing super agressivo, super destruidor de valor ao longo do tempo, eu não tô construindo ativo, eu tô só
extraindo o valor. Então, na nossa metodologia, a nossa visão é, cara, a gente sempre desenha todas as ações de maneira que a gente gere valor mensurável de receita no curto prazo, mas que a gente sempre deixe residual de construção pro médio e pro longo. Então, valor no curto prazo e um valor mais eh tipo maior ainda no longo prazo. E isso Ancorado muito nessa tese de linguagem social first, de construção de influência cultural. >> É isso que vai ramificar as as linhas editoriais. Então, >> é isso que vai ramificar como a gente vai atuar nos
canais, porque a maior parte das empresas já está em todos os canais. maior parte das, principalmente as grandes, tá no TikTok, tá no Instagram, tá no YouTube, tá eh na televisão, no outdoor, faz evento. Puxa, Mas como é que a gente utiliza esses canais que essas empresas já estão de uma forma que seja muito mais efetivo pros resultados dela e que gere resultado mensurável no curto e no longo prazo de uma forma muito mais eficiente? É, eu eu fico às vezes assustado com algumas mecânicas que são tentadas pela por algumas companhias, porque tudo é novo,
né, com a internet. >> Uhum. >> E os limites são muito difíceis de ser Encontrados. Por exemplo, vi algumas algumas campanhas eh de alguns clientes que faziam, ah, quem fizer a a uma entrega com mais views ganha o bônus. >> Hum. >> E todos os outros não ganham nada. E aí você começa, é legal, uma, uma você faz, dá certo. A segunda, todo mundo que perdeu fala assim: "Pera aí, nariz de palhaço para mim, né? >> Porque vai ganhar, obviamente vai ganhar alguém que já é da patotinha >> ou que já é muito gigante e
o resto fez de graça uma p. >> Eh, como que é para você tentar posicionar as companhias que você trabalha e seus clientes num num mercado em que a cultura, o Brasil é uma cultura muito dicotômica também, né? Nós temos um país polarizado, a gente tem uma discussão cultural sempre sendo feita em estados de maneiras diferentes. Como que esse refino passa ou a ideia é tentar sair dessa dessa casta de refino? >> Deixa eu te entender melhor. Você diz: "Puxa, de como é que a gente faz uma coisa que eventualmente não gere uma crise". >>
Exato. Isso pode ser um dos caminhos. Perfeito. Bom, a gente sempre se ancora muito junto com quem tá dentro da companhia há mais tempo. Então, eh, vamos lá usar aqui o case da Havaianas, que eu não participei. Eh, aquela crise, ela não pode ser considerada >> a crise do pé esquerdo, né? É exato. Ela não pode ser considerada uma crise da agência que produziu aquela campanha, >> nem mesmo só do diretor de marketing. Eu tenho convicção pelo tamanho da empresa que aquilo passou pela mão de muitas pessoas. E na minha cabeça, eu não acredito que
eles queriam intencionalmente fazer aquilo. Posso estar equivocada, mas pelo tamanho da marca, por ela por ela ser uma marca democrática que precisa agradar a um Volume muito grande de público, eu acredito que genuinamente passou. Então, eh, puxa, muito ruim, né, dado que aconteceu, o que pode ser feito em cima disso, mas eu não acho que a culpa é da agência ou de ou de qualquer um dos atores. Quando você tá numa empresa, principalmente uma empresa grande, que é muito diferente de uma empresa pequena, ou até de um creator, que a gente tava comentando aqui sobre
estratégias específicas de creators para ganhar Atenção. uma empresa grande, você precisa defender patrimônio, defender o patrimônio et criado, que é a empresa. Então você precisa ter um rito de que aquelas coisas que vão sair passem por muito mais gente, porque é muito rápido de fato você gerar uma crise numa empresa muito grande. Então, como a gente se defende disso? a gente tenta do nosso lado fazer o máximo possível de leituras que estão disponíveis para que a gente evite um posicionamento que Traga problemas pro pro negócio e compartilhar isso com os atores que estão dentro do
negócio e que podem também trazer outros inputs pra gente ter o máximo possível de leitura. Essa é a única forma que eu conheço para você evitar uma crise. Agora, em empresas pequenas, a chance de uma crise acontecer já é muito menor. Existem empresas, inclusive, que que gostam da crise, que usam a crise como estratégia, usam posicionament, >> lançaram inclusive o pé direito, né? >> Exato. Fizeram um um chinelo pé direito. Acho que não deu certo, né? Essa empresa nunca mais fala, mas pegaram R. Exato. Talvez talvez pro tamanho dele, ele até hoje tá super feliz
ainda, porque, né? Pode super ser, >> mas não vai se manter no hype por causa disso, obviamente. >> Exato. Mas existem empresas, por exemplo, o G4, ele já é uma empresa muito mais posicionada. O Thales tem um Posicionamento político claro, ele sempre deixou claro o posicionamento, ele sempre deixou claro a cultura da empresa. Então ele tomou uma decisão ali que algumas pessoas vão odiar e outras vão amar. Até nesse sentido, por exemplo, ele é mais blindado a crises do que a maior parte das pessoas. Ele tem tido uma grande crise, mas o nível de eu
acabei caindo nessa pegadinha dessa crise aí. >> E do quê? >> De pegadinha do Deus me livre de mulher. Se >> caiu na pegadinha. Em que sentido? >> Eu tava com duas coss mulheres na minha na minha gestão, eh, viajando com a minha mulher, foi no meio do grande caos, assim, uma coisa que eu nunca fiz. Eu fui lá e falei assim: "Isso é um absurdo". Nunca, nunca. Tales. E ó, me desculpa, eu sei que é um personagem construído ali e pros seus clientes faz todo sentido que aquilo que você falava. Então, enfim, só para
deixar é um um ponto assim, um pingo no i. Eh, mas eu acabei caindo na numa nessa provocação que ele faz provocações também. >> Eu eu não acho que essa daí, no caso, tenha sido uma provocação para para gerar um um tipo de ruído desse, tá? Eu acho que ele quis colocar ali um pouco o posicionamento dele e ele faz isso, né? de colocar o posicionamento dele, seja contra ou a favor a maior parte das pessoas, mas eh o limear de crise do G4 É maior, ele ele tem mais capacidade de entrar em assuntos espinhosos
do que uma empresa que >> majoritariamente foi neutra durante toda a vida, >> porque também já conhece muito mais quem é o seu cliente, né? Exatamente. Ele já t muita clareza do cliente deles. O cliente que veio já veio a partir desses valores. Então o limear de crise dele é muito maior >> eh do que o da Vinci, por exemplo. A Minha empresa não é uma empresa polêmica. >> Eu, Tai, não sou uma pessoa polêmica. Eu tenho uma fama de eh criar marketing polêmico para pessoas. Calhou de eu ter trabalhado para algumas pessoas que se
sentem confortáveis com a polêmica, o que não é o meu caso. Se olhar minha minha rede social, você vai ver que eu não >> Você caiu numa polêmica também recentemente, né? >> Cai numa fofoca, né? >> É isso. Polêmica. Eu digo assim porque era de uma outra pessoa que aí as pessoas acharam que era você. >> É exato. >> Que foi com a boca rosa. >> Como é que foi isso, >> cara? Foi uma fofoca que, bom, leram um momento errado. Ela tava falando de um momento bem antes da minha entrada e aí Big Brother,
né? >> Exato. E aí aquilo virou uma fofoca e eu Tentei responder de uma forma bem clara. >> Uhum. >> Mas você vê meu estilo, eu sou muito bom, eu acho, né? Posso estar errado, mas eu sou um pouco mais leid nas respostas, tipo assim, puxa, eu não tenho interesse em entrar nessas polêmicas, assim, não é parte da minha marca pessoal. Eu te falo que eu nem tenho estômago para essas coisas. Eu não gosto. Eu prefiro, pô, ter, tipo, dividir ali o que que eu sei, o meu Conhecimento, fazer um trabalho maneiro que eu me
orgulhe e gerar resultado com isso. Não é, não é a minha praia, assim, eu não me sinto bem pisando em ambientes muito tortuosos para mim. >> Sim, sim, sim. Eu também não gosto não. >> Você não gosta? >> Não gosto. Não gosto. >> Não, de me envolver em polêmica, cara. Odeio sinceramente. >> Não gosto. Eh, assim, eu, se eu pudesse evitar conversas políticas, inclusive, Eu evitava. >> Eu também. >> Mas o Brasil, né? Eh, isso todo dia vira as conversas, né? >> Eh, boa parte do que é o marketing hoje em dia com redes sociais
é participar das conversas. >> Uhum. >> E muito do que é política tá nas conversas, tá no Big Brother, tá no trabalho. Então, as pessoas cada vez mais discutem essas coisas. Então, Quando quando vem um o negócio do pé esquerdo, quando vem o negócio de qualquer polêmica que que aconteça agora que tem um monte de 30 contra um, 50 contra um, 20 contra um, >> vira conversa >> super >> e as pessoas vão querer se apoiar nessa conversa para vender mais, para ganhar atenção, seja qualquer coisa, seja métrica de ego, seja métrica de >> eh
fazer com isso alguma receita que que Seja de fato, ou seja para eh apoiar as próprias crenças, para falar assim: "Tá vendo? Uhum. Uhum. >> Então acho que isso é uma coisa natural. Funciona muito muito cara assim, não vou negar. Eu eu sei fazer isso, sei bastante fazer isso, funciona muito, mas para quem quer >> Uhum. >> Não é a minha a minha visão. Eu não gosto, não é o que para mim faz bem. Acho que você tem que pensar eh o que Que você tá disposto para chegar em determinado resultado. A gente tava falando
isso sobre as pessoas, né? o que que ele tá disposto a fazer, o que que ele precisa e o que que ele tá disposto. Eu não tô disposta assim a entrar nesse tipo de polêmica, a brigar com pessoas que eu amo, pô. Qual que é o meu grande foco na vida, cara? É ter muito orgulho das coisas que eu faço e gerar muito resultado. Eh, fazer trabalhos que eu acho genuinamente [ __ ] >> Você foi seou lá, né, na Boca Rosa? >> Foi, foi. >> Como que foi esse esse >> esse trabalho para você?
Vocês fizeram um lançamento, o maior lançamento que que tinha? Me conta um pouco do desse desse período na >> cara, foi ótimo, assim, acho que aprendi bastante, eh contribuí muito ali com o resultado do que foi gerado. A gente mostrou bastante desse resultado na mídia, na imprensa na época. Eh, Acho que foi um trabalho muito legal, foi um trabalho desafiador. Acho que na época a gente, bom, trouxe muito sobre isso. Tiveram várias polêmicas durante o o lançamento e isso acabou fazendo parte do próprio lançamento em si para gerar conversa e tal. Eh, mas agora essa
essa última esse esse último acontecimento assim, puxa que que eu me vim envolvida numa fofoca [roncando] 1000 anos depois e [ __ ] tava de boa em casa e aí começou um monte de Gente a me marcar. Eu falei: "Caraca, a galera tá meio difamando aqui na loucura". Do nada, tipo, começaram a meter o pau em mim. Pô, >> não, eu preciso simplesmente falar: "Ô, galera, aconteceu isso, a minha participação foi essa". Enfim, aí depois a galera ainda tentou render um assunto, mas eu eu saí fora da >> É porque a galera vem com cortes.
Hoje a gente tem corte na internet, né? Então aí vem começa a ser cada >> fizeram vários reacts e e coisas n kisterter. Eu vi um no My Conquister. >> Eu vi um do My Conquister. É um criador de conteúdo. Você não deve ter ser visto. >> Eu acho que eu não vi esse. >> Mas foi muito muito >> My Conquister. É Conquister. Vou olhar depois eu vou olhar. É o que? No YouTube isso >> é no YouTube. É. Não vou. Eu vi também uma um corte seu falando Sobre versões de si. Achei muito interessante.
>> Uhum. >> De todo mundo tem um pouco disso, né? As versões que a gente apresenta no trabalho, as versões que a gente apresenta eh com a família. Como que você vê se vê hoje depois de um ano já eh com a Vince, eu imagino que você tá atingindo novos patamares de eh não que você abandone os seus amigos do passado, né, nada do tipo, >> mas você adquire naturalmente novos patamares quando você começa a ter >> estar próximo da presença de bilionários ou quando você muda de casa, quando você quando você muda de escritório,
você começa a atingir novas versões. >> Como que tem sido essa transformação para você? Eh, essa parte de estar na presença de outras pessoas assim, não, eu juro que não é para tipo, ah, chata para [ __ ] essa menina, mas é, eu juro por Deus, Acho que é até um problema meu, assim, eu tenho muita dificuldade de ler as, tipo, de ter um sentimento diferente sobre pessoas, dado o que elas possuem, sabe? Então, puxa, se eu tô com um cara que é bilionário ou se eu tô com um cara do Uber, o nível de
atenção, de interesse que eu tenho com essas duas pessoas é exatamente igual, o que pode ser até às vezes ruim, porque eu não trato uma pessoa eh [ __ ] que tenha muito sucesso ou muita fama de uma forma Diferente que eu trataria a pessoa que me atende no restaurante de verdade, não é mentira. >> Mas na verdade é bom, né? Porque essas pessoas inclusive não querem ser tratadas com com majulação. >> As pessoas acham que elas querem, mas a maior parte não quer. Quer ser um normal, >> quer jogar videogame, por exemplo, ou quer
sair ou quer pegar uma onda, não quer ficar falando do quer pegar a onda, Meu amigo. A onda, a prancha é igual. Exato, exato, exato. E assim, o que eu acho muito legal é que, puxa, pessoas que eu conheci que fizeram coisas verdadeiramente grandiosas são normalmente no trato pessoas humildes. Então, por exemplo, puxa, o Guilherme, né, um beach, é um cara que conquistou coisas muito grandiosas. sao mas o que que é mais legal é você olhar para um cara como ele. O que mais me chama atenção e me interessa é olhar Para um cara como
ele falar: "Putz, esse cara aqui fez um negócio gigantesco, ele construiu muita riqueza e é até difícil acreditar que ele tenha feito tudo isso, porque o cara é uma pessoa boa. Ele é uma pessoa boa, educada, gentil, generosa. Tipo assim, você tá do lado do cara, o cara não, você não, você não vai olhar pro cara fal: "Puta, esse cara aqui é [ __ ] ou bilionário, o cara não, ele é um cara maneiro assim, sabe? Gente boa, tá Sempre de polo com o garminzinho dele ali, odeia bajulação, ele quer conversar com as pessoas, olha
no olho, pergunta, é humilde". Tipo assim, pô, para mim isso é muito irado. Você fala assim: "Porra, esse esse cara conseguiu fazer isso, bicho". Porque no nosso imaginário é assim, pô, cara, tem que ser muito filha da [ __ ] tem que ser mal, tem que ser escroto, tem que ser egocêntrico, tem que para conseguir fazer isso. E aí eu vi, pô, não é um cara bom que Conseguiu de verdade fazer aquele negócio. Que loucura. E isso para mim eh me interessa muito mais. Mas sobre novas versões de mim, eh eu vou ser mãe, né?
A minha esposa tá grávida. Então acho que essa é uma coisa que eu também nem falo muito aqui. Posso falar que é um que é um podcast. Tô falando no Instagram que putz. pode ser que façam um corte, >> mas que eu não exploro tanto a minha a minha sexualidade justamente porque ser Uma pessoa que não gosta de polêmica ou brigas. Eh, e acho que essa tá sendo a grande mudança assim na minha vida, porque eu tô construindo uma empresa que toma muito de mim. >> Uhum. >> Muito assim. Minha vida é totalmente desequilibrada. Eu
não como bem, gordei para caramba. Eu não durmo bem, durmo pouquíssimas horas. Eu trabalho muito e eu também preciso me dedicar a essa nova vida. E aí eu tô trabalhando Dentro de mim assim, como eu vou conseguir de fato ocupar bem essas duas, esses dois papéis. E isso tem >> mexido bastante comigo. Acho que eu fiquei muito mais sensível, por exemplo, eu era uma pessoa mais um pouco mais fria, assim, sabe? Tentar me distanciar das pessoas. Agora eu já me vejo uma pessoa totalmente fácil de chorar. Então, às vezes eu esses dias eu tava fazendo
entrevista com com um rapaz que Quer trabalhar com a gente eh na área de audiovisual e eu comecei a chorar no meio da entrevista, cara. O cara foi me contando a vida dele. É só de pensar, eu já fico com vontade de chorar. >> E eu comecei a chorar. Eu falei assim, falei até pr pra Renata, que é a nossa rede audiovisual, falei: "Olha, você que vai liderar esse cara, porque esse cara aqui, se ele quiser, me >> é gerente de produto de Car Herreira". >> Ah, que legal. >> E eu vivi 5 anos fazendo
ponte aérea e ponte de carro também. Hoje, inclusive, eu vim de carro de lá. Eh, demorei quase 9 horas para eu chegar aqui, tá? É, você é uma privilegiada. 9 horas para conversar com você. >> Obado. Nem merecia tanto. >> Eh, [limpando a garganta] mas realmente eh, o, eu casei faz dois anos, um ano e um ano e meio, faço dois anos agora. E muda muita coisa assim, o trato com o Time muda. Hoje foi um dia difícil aqui com o time. Eh, o modo como você interage com as pessoas, tudo vai ganhando novos novos
tons, né? Eh, muito interessante você se abrir assim também. >> Hum. >> Eh, fico feliz que tem aqui aqui no podcast. Eh, ó, >> pessoal, por favor, não vem me atacar por causa disso, não. Deixa de boa. >> Não, ninguém vai te ninguém vai te atacar por isso, não, pelo amor de Deus. Eh, como que como que você vê a educação? Você fez, teve uma formação aqui no no Brasil, mas depois foi também estudar fora do Brasil. É uma dropouts, né? Mas como que você vê o papel da educação no que a gente tem hoje
como mão de obra no Brasil? Eh, nós temos uma mão de obra que está atualizada com o que há de mais novo, assim, no mundo que você vive, entendo que assim existem várias dessas viagens pro SX, SW, essas coisas de Inovação. Como que você vê o nível que as companhias estão jogando o jogo da digital? Eu acho que a maior parte das companhias joga esse jogo mal, mas eu não acho que é por falta de informação ou de conhecimento, nesse caso em específico, tá? Eh, eu acho que eu sou uma grande defensora da educação. Eh,
sou totalmente contra essa ideia de, puxa, não, não faça faculdade, não estou no G4, inclusive, né? né? >> Trabalhou no G4 inclusive. >> Sim, mas as pessoas até mesmo por desse desse universo de educação digital são muitas vezes contrárias a você fazer faculdade. Cada um faz o que quiser, mas eu diria que sem a faculdade, sem o ensino formal, eu não teria a habilidade de chegar nos lugares que eu cheguei. A educação formal foi muito, muito, muito importante para mim em todos os níveis, como ser humano, como capacidade intelectual, como profissional. Para mim funcionou muito.
>> Uhum. Eh, agora eu não acho que hoje a gente tenha, óbvio, tirando pessoas que, puxa, estão realmente passando necessidade extrema financeira, pessoas que estão vivendo a miséria, aí obviamente o déficit ali é gigantesco, mas para pessoas >> classe média, classe média baixa, que tão, >> cara, o nível de informação que você tem hoje é maior do que em qualquer outro Século, assim, não, não se compara, né, >> e óbvio que de maneira menos estruturante, menos estruturada, você consegue ter acesso a conhecimentos necessários para você aprender qualquer coisa. Não que você vá aprender, mas você
consegue ter acesso a todo o conhecimento para você aprender qualquer coisa. >> E a IA melhorou ainda mais isso. Por exemplo, >> total, >> eu não tirei ninguém do time. O time é o mesmo que a gente tem, mas todo o time melhorou com Iá. >> Todo time melhorou. Porque uma coisa que eu aprendo, por exemplo, em uma semana o time vê como que a funciona e passa a reaplicar como se fosse uma uma simbiose, né? Todos melhoram, acho. Eu acho que a IA vai realmente trazer uma uma simbiose de melhora geral. >> Uhum. >>
Vamos ver como é que as pessoas vão usar isso, né? >> Também cortes vão acontecer. >> É mas hoje ainda é muito pouca gente que usar, sabia? Tipo assim, cara, quase ninguém é muito. As pessoas que >> é caro também usando as boas é caro, né? Mas mesmo as gratuitas, tipo assim, tem uma parcela pequena da população que já usa a inteligência artificial hoje. Se eu não me engano, eu vi esse dado, posso est falando besteira, mas eu acho que Era algo em torno de 8% das pessoas só. Então assim, tem muita gente ainda para
ser atingida por isso e vai ser um processo de transformação, mais em algum nível, eu acredito que por daqui a poucos anos você e eu vamos ter o mesmo nível de informação, de conhecimento das coisas do que, sei lá, o Zueberg, o Elon Musk. >> Uhum. Agora, o ponto maior para mim e e daí porque as empresas erram no uso do Digital, não é falta de conhecimento, é dificuldade de executar >> e clareza, >> clareza e dificuldade de executar. E existe também eh uma coisa muito grande na nossa geração, mundo internet, que é a gente
tem muita informação, mas o gap de informação, decisão e ação, ele é alto. Então, às vezes a gente passa ali por horas consumindo diversos conos. A gente não sabe nem o que que a gente consumiu no Fim do dia. Você esquece tudo. Você é flodado por informação. >> Você tem um burnout digital cada vez maior. >> Então, em tese, por mais que a gente esteja tendo mais informações, isso não significa que nós estejamos mais inteligentes. temos mais informações, não necessariamente somos mais inteligentes e possivelmente somos menos eh Agimos menos com as informações que temos do
que em outras gerações. >> Então, a gente tá mais lento na tomada de decisão de muita coisa. a gente tá meio afundado assim, sabe, de informação, de >> é acho que a gente tá vivendo um processo que a gente não conseguiu ainda internalizar, mas é o que o GPS fez com os mapas, então ou o que o telefone fez com os Números. A gente lembrava os números de telefone das pessoas, >> depois com o celular já esquece. >> Aí veio o A, por exemplo, e agora ninguém mais sabe os caminhos de nem de nem pré-casa.
Exato. >> Eh, eu acho que a gente vai chegar num ponto em que as pessoas não vão saber mais como elas estão trabalhando e aí vai gerar um burnout ainda maior daquela questão de quando você sai da empresa, você pode perder tudo. >> Uhum. >> Porque assim, pensa numa companhia hoje, uma grande companhia que te dá acesso às melhores e do mercado, >> tipo >> comparando uma pessoa que não tem que que tinha um papel para escrever e uma pessoa que tinha o Excel. Uhum. >> Era são dilemas dos anos, sei lá, dos anos 2000.
>> Uhum. >> Algumas companhias tinham Excelado e outras estavam ainda fazendo conta no lápis. Daqui a pouco você vai ter um companhias que vão estar com IAS super preparadas para entender exatamente como aquela companhia opera. Quando esse profissional sair, ele tá pelado, ele tá tipo assim: "Nossa, eu sou um idiota, eu não sei fazer nada". Ah, vai ter aspir aprender. Então assim, mas eu não sei se vai ser da mesma maneira como as pessoas Imaginam. Acho que tem tanta coisa que vai acontecer que a gente é incapaz de pensar como que vai ser um profissional
se recolocar no futuro. >> Eu também acho. >> Porque >> também acho, cara, na verdade, qual vai ser qual quais são as profissões do futuro? >> É, >> é difícil. Eu eu eu falava assim desde o do acho que tem um um podcast que eu fiz Em 2021 ainda, que eu falava que eu acho, acredito numa abundância de verdade e eu acredito que eh no futuro todos serão artistas de verdade, porque assim, o que vai diferenciar as pessoas quando elas puderem ter o mínimo água, luz, comida, educação. >> Uhum. E isso pode chegar a níveis
muito muito baratos para uma humanidade, vamos dizer assim. Eh, eu acho que cada um vai começar a trabalhar o máximo possível da sua própria arte. Eh, e aí o que quer que você queira se desenvolver e faça a mesma coisa durante 10 anos, você vai ficar melhor que qualquer um. >> Uhum. >> Então, as pessoas vão passar a viver mais de relacionamentos. Então, como que você se relaciona com outros? >> Isso é uma visão meio otimista. Acho bom isso >> é otimista. Eu sei que é otimista assim, eu eu >> esse futuro >> é eu
vi uma um singleity do Murilugan >> Aham. >> muito tempo atrás, muito tempo 2009 que ele falava disso, né? Falava de telhados que podem ser pintados com tinta que geram energia. Então assim, tem um monte de coisa que ainda mais cunha a gente vai descobrir e eu espero que seja usado por bem, >> né? E seja pelo estado, seja pelo, né? falar para falar das da dos polos, seja Pelo estado, seja pela pelas empresas, mas em um em uma em uma era de abundância, eu acho que tudo vai ficar mais claro. Acho que hoje ainda
tá, a gente tá muito poluído com castas >> Uhum. >> com polos, com eh conversas que não vão para lugar nenhum. >> Você usa muito a inteligência artificial hoje? Eu uso eh eu uso mais para exercícios. Então, por exemplo, eu quero Fazer um uma apresentação para um cliente. Aí vou usar o love, o N8 para fazer especialmente uma apresentação dedicada, como se fosse um PowerPoint antigo. >> Então, o que fazer com o PowerPoint? Eu uso hoje um Lab para fazer >> algo que tem em cadastro, que a pessoa tem uma uma senha, então acho que
é mais apresentável, acho mais asteric. >> Uhum. >> Né? Como diria o Rodrigo Gois. Eh, mas de resto eu uso pouco. >> É, você usa mais para design em si. >> Eu uso mais para design. Uhum. >> Eh, mas por exemplo o aqui no Critiqu nós temos uma designer, aliás, Clara, salve pra Clara. Eh, nós temos uma designer. Eh, eu acho que Mas ela também já está usando IA. >> Sim. >> Então, o Gus, que é o nosso editor, também está tá usando IA. Todo mundo aqui usa IA para alguma coisa. Uhum. >> Então, quando
a gente vai preparar, por exemplo, ah, estou preparando um mês e no meu mês eu tenho quatro pilares: geopolítica, eh, mundo em transformação, mundo dos do do mundo do trabalho e eh política em si. Então, esses quatro pilares vão ter com base na minha audiência dos últimos três meses, quem deveria, quem eu deveria chamar? Ah, deveria chamar esses. >> Legal. >> E aí eu vou olhar desses quem eu tenho afinidade. Aí você vai fazendo filtros. filtros, filtros para chegar aonde a gente quer conversar. E algumas vezes vem de pô, muito legal esse papo, talvez é
um papo que eu deveria chamar no critiqu. Eh, mas eu não acho que vai ter um mundo onde as pessoas não usem mais IA daqui a dois ou três anos. Não existe. Acho que vai vão usar muito e a gente tem que aprender a usar. A, tem, acho que tem Dois lados aqui, eh, que você falou: "Putz, eu gostei muito que você trouxe sobre os mapas, sobre o telefone. A gente viveu, a gente não tava vivo, mas a humanidade viveu um momento que a câmera, por exemplo, começou a existir e achavam que seria o fim
da pintura, por exemplo. E aí isso permitiu que Monê existisse, que pessoas que não eram fiéis a à forma real, dado que a câmera faz isso muito bem, mas que conseguiam criar coisas que eram impossíveis de Serem criadas com a câmera. É, eu acho que a gente vai evoluir muito nesse sentido como ser humano. Então, sempre que algo substitui, é, não significa que aquilo se destrói, mas que aquilo se transforma. Só o minha única preocupação com o uso da inteligência artificial é especificamente sobre um único tema, a escrita. Escrever é o ato prático de pensar.
>> Uhum. >> Puxa, como qual que é o ato prático de Caminhar? Não é você pensar que você tá caminhando, é você de fato andar. Qual que é o o ato prático do pensamento? É escrever. É escrevendo que você consegue deixar o seu pensamento claro, que você consegue afiar o seu cérebro. As pessoas que pensam de maneira clara escrevem de maneira clara. Se as pessoas não escreverem mais, a gente vai ter muita gente que não pensa mais. E aí isso para mim é preocupante porque é estamos de fato delegando a nossa inteligência para Fora. >>
É, o Muriel Lugan falava também sobre isso, sobre a ter dois momentos, né? Ter um momento digital e ter também um momento analógico. >> Uhum. >> Então ele faz alguns planos no computador, por exemplo, mas depois ele pega um papel, caneta e postite. Você vê na parede aqui na no nosso nossa cozinha aqui. >> Uhum. eh, postich na parede. Então, a Gente vai para exercitar eh o que seria o a primeira ideia natural, o primitivo, né? Então, depois você aprimora. >> E eu tô escrevendo um livro também. Como que eu tô fazendo um livro? Eu
tenho muito já na Iá sobre quem eu sou, sobre as minhas teses que eu já escrevi, sobre como como eu gostaria de lidar com os temas. Ele me ajuda a revisar se eu estou Esquecendo de algo e quais capítulos mais ou menos eu deveria ter, >> mas a escrita é minha. >> Perfeito. >> Então eu começo a escrever assim, ó. >> É um e 1 milhão. >> Ah, mas assim, >> das pessoas que vão começar, acho que essa vai ser essa já foi a primeira coisa delegada, escrever. >> É que aí é que aí eles
vão cair na pegadinha, igual quando A pessoa caem com pegadinhas de liga: "Olha, você ganhou R$ 50.000 R e para você resgatar, você tem que me depositar 10.000. Pessoa que caiu nisso, talvez ela mereça cair nisso, com todo respeito. Não, não é polêmico agora, né? Eh, não cai homem em pegadinhas, rapaziada. Mas, por exemplo, hoje já tem milhares de pessoas que fazem os livros com os ghost writers. >> Já. Eu acho uma sacan sinceramente. >> Acho. Assim, escrevam o livro de vocês. Não, >> eu acho muita vergonha para você assinar uma parada lá que você
não foi você que escreveu. Acho loucura, pô. Só que daqui a pouco ess as pessoas vão est fazendo com ghost writers, estão usando o IA para fazer. >> Ah, não, tudo bem essas aí. >> Aí [risadas] >> não, mas é o problema é que a galera tá delegando 100% do da parada. É porque antes assim você tinha assim as pessoas Que não sabiam escrever analfabeto, aí você tinha as pessoas que escreviam mal, você tinha as pessoas que escreviam mais ou menos, pessoas escreviam bem, muito bem. A, no futuro, eu tenho a teoria que a gente
vai ter pessoas que escrevem muito bem, porque elas decidiram fazer isso, não porque é necessário, e pessoas que não escrevem herol. >> Uhum. >> Cara, mas é um downgrade assim de pensamento muito bizarro para mim. Essa É a habilidade pior para alguém da >> Mas será que eles não vão ter outros tipos de pensamento? >> Sim, mas novas habilidades. >> Sim, mas não vão mais ter o ato prático de pensar. Tipo, cara, [ __ ] escrever o negócio, tirei da minha cabeça, coloquei no mundo. >> Eu, eu sou otimista, você já percebeu, eu sou um
pouco otimista. Eh, é que eu acho que sempre a sempre se cria novas coisas. >> Não, concordo. Sempre se >> talvez as pessoas que, sei lá, não precisem mais se preocupar em escrever ganhem domínios matemáticos que a gente é inimagináveis pros nossos pras nossas cabeças atuais, sabe? mais saiar fazer o domínio matemático do que do que o ser humano. Eh, >> é, eu entendo, mas talvez, por exemplo, quanta na nossa história, eh, quantos por cento da população sabia ler e escrever? >> Percentual baixo, >> as pessoas que faziam aquelas aquelas basílicas >> eh incríveis, muitas
vezes não sabiam ler, e escrever. >> Concordo. Mas aquilo era uma forma de escrita. Sim, mas aí é isso que eu acho que assim a porque no final talvez tudo vira arte. Uhum. >> Porque se a pessoa não sabe ler, escrever, mas ela se dedicou a um domínio de um alguma coisa, talvez a Cabeça dessa pessoa, ela vai se transformar em algo incrível. >> Tu tem a sensação que a gente com o o advento das redes sociais, a gente melhorou mais do que piorou? >> Melhorou? >> Você acha que a gente melhorou mais? >> Eu
acho que sim. com a rede social em si, olhando só pra rede social, você acha que ela melhorou a nossa vida ou ela piorou a nossa vida? >> Ela piorou nossa vida por no dar, por nos dar mais liberdade. Nós somos mais livres >> com a rede social. >> Com a rede social >> de conhecimento, de notícias, de >> de tudo. >> Mas do que de o que que você acha de livre? >> Eh, eu eu vou dar um exemplo. Eh, e causas e consequências. Tinha, tem um jogo que Chama Counter Strike. Conhece Counter Strike?
>> Conheço. Aham. Jogava na L House. >> Jogava aí na L House. Eh, teve no nos anos eh 97 até 2000 e e tanto. Eh, na Itália era proibido, era tipo considerado como se fosse um jogo de cassino. Ah, não pode. Isso aí é um joguinho do mal. >> Então, existia um conservadorismo extremo que achava que lan houseous não podia ter. Então, o LAN Houseous não Existia. 26 anos depois não tem nenhum time profissional ou nenhum pro player italiano no mundo. O Brasil tem eh dois times campeões mundiais duas vezes já fala inclusive tá se
se aposentando agora. >> Uhum. >> Eh porque aqui no Brasil a gente teve essa geração e essa indústria inteira é uma indústria bilionária. Uma indústria bilionária que Tem plataformas, professores que dão aula de CS. Tem pro players, tem roupas para isso, cadeiras especiais, tem um monte de coisa que foi criada >> por liberdades. >> Perfeito. >> Ao mesmo tempo, tem pessoas que não vão se profissionalizar, não vão ser o eh o Falem, não vão ser ninguém, que estão perdendo todos os dias 8 horas por dia jogando um jogo. >> Uhum. >> Então é meio que
causa e consequência um pouco da do Brasil, o país do futebol. >> Uhum. Quantas juventudes estão perdendo a a o a educação que poderiam estar tendo? Porque tem que fazer uma escolha assim. Quando você tem aqui no Brasil, se você vai eh quer ser um jogador profissional, com 13 anos, ou você vai morar no clube ou você muda de cidade, você não vai conseguir manter uma escola Na normal, viver uma uma infância tranquila. É uma escolha de vida que se faz lá cedo. Eh, tem as exceções, tem exceções, mas em geral são pessoas mal instruídas.
Pô, lembro do Amaral que não sabia escrever. Ele falava assim: "Eu não sei >> eh desenhar minha assinatura". >> Então não é escrever, desenhar assinatura. >> [ __ ] >> Então eu eu sou ainda do do Da otimista. Eu acho que tudo que é ruim por um lado cria uma oportunidade do outro. Não sei se fui fui claro. >> Não. Perfeito. Mas no fim do dia você acha que o mundo a que que a vida humana tá melhor com as redes sociais? A vida humana. Tá. >> Você acha que tá melhor? >> Tá melhor por
hã >> eh, TikTok Shop. >> Hum. uma pessoa que talvez não tinha perspectivas ou que há 30 anos atrás ela só ia poder trabalhar em três tipos de indústria, a indústria do automotiva, a indústria do agro ou a indústria, sei lá, do do sei lá, de mobília. Ela hoje ela pode fazer qualquer coisa que ela quiser para ganhar dinheiro. Acho que assim, a única diferença que a gente tem é para que as Pessoas estão usando. Quem tá usando pro bem tá mais livre, mais próspero, mais educado. >> Uhum. >> E com mais com futuro muito
mais eh aberto para pela frente. >> Uhum. >> É muito do que tem se falado de parar de consumir e começar a criar. >> Hum. >> Então as pessoas deveriam criar mais. Quem tá usando para consumir passa só o Consumo, o vício, aí eu acho que é danoso, mas aí você não tem como você tirar uma coisa sem outra. Então se tirar, por exemplo, você tira as lanuses do Brasil dos anos 2000, não teria o Fallen, não teria o Gaulê, não teria a Gamers Club, não teria talvez uns 30.000 1 pessoas que vivem hoje exclusivamente
disso. >> Cara, eu eu entendo 100% seu argumento e eu concordo com ele. Eh, eu acho que é Em partes assim, mas eu tenho dúvidas se a a humanidade tá mais feliz ou tá como a vida a vida humana tá melhor. Eu eu acredito que sim. A internet deu muita oportunidade financeira para muita gente, inclusive para mim. Basicamente os grandes cases que eu que eu escrevi na minha história, >> desde o primeiro deles, foi graças às redes sociais, porque se fosse dependendo da TV, eu não ia conseguir fazer o resultado para empresas pequenas Que não
têm condição de investir na TV, que é super cara. Então, se você tinha uma empresa pequenininha lá no interior eh do Espírito Santo, da onde eu sou, e você eh queria fazer essa empresa ser algo grande, a única chance tinha era você ter um tomar um empréstimo bizarro ou você ter alguém que te bancasse, porque você precisava estar na TV para você ser famoso. Era a única alternativa de você ter um crescimento fora do local num espaço de tempo que não fosse 100 Anos. E isso a internet resolveu. A internet resolveu, ajudou muitas pessoas também,
eh, que putz, eram extremamente pobres a conseguirem ter uma vida mais digna. Ampliou as opções, fez com que a gente não tivesse um único canal como fonte da verdade. Agora você tem várias pessoas que são potencialmente um canal de mídia e de informação mostrando as coisas acontecendo. A única coisa que eu acho é que ela tornou as pessoas menos felizes. >> Sim. Eu também acho, mas eu acho que ainda a gente ainda tá vendo eh uma corda esticando e ela vai voltar. >> Tu acha que ela vai voltar e e que a gente vai eh
ficar mais feliz? >> Sim, em momentos diferentes. Tem pessoas que já estão voltando, tem eh o que mais eh tem crescido, por exemplo, são encontros de pessoas que vão ficar eh vi até um case de pessoas que pagam um clube onde elas vão para ler. >> Sim. Eh, cada vez mais sem se nascido clubes onde as pessoas querem se conectar e não pode entrar celular, por exemplo. Eh, as pessoas estão voltando. >> Então, mas eu acho que você tem que ser muito rico para poder fazer isso. Eu não consigo. Não é assim, tipo, eu não
posso, eu não posso ficar dois dias sem meu celular, cara. É real assim, eu não posso, sacou? Se eu ficar dois dias sem meu celular, cara, muita coisa desmorona. É, >> eu sou uma pessoa que eu não tenho, assim, óbvio, eu tenho essa escolha. Eu posso [ __ ] [ __ ] deixa cair tudo, se ferrar e eu vou passar sábado, domingo sem mexer no telefone. Eu não posso fazer isso. Eu não tenho essa escolha. >> Então é, mas aí é o tal da prisão que cada um se coloca. >> Exatamente. Eu me botei nessa
prisão, mas eu acho que quem não é muito rico não tá não consegue tomar essa decisão. >> Não consegue mesmo. Eh, é que é é difícil. Eu não sei também qual que é a resposta, né, para essa para esse grande ponto. >> Você consegue ficar 48 horas sem tocar no seu celular? Sem tocar. Eu fui meio que obrigada há um tempo atrás a ficar quase um mês. Consegui. >> E não desmoronou a tua vida? >> Não. Eu tive um suporte muito bom na minha família. Mas >> mas por que que você foi obrigado? Porque você
estava certo. >> É. Aí é [risadas] que eu tô falando. É que eu tô te falando, cara. Assim, mas assim, você teve, por exemplo, eu eu de verdade eu não posso fazer isso. >> É, é, é realmente difícil porque como eu disse, várias coisas melhoram, outras pioram. Eu acho que a gente tá voltando da curva, >> mas ainda existe maiores benefícios que a gente vai ter Ao longo do tempo. Por exemplo, sabia que as redes sociais sabem eh até 1 ano e meio antes de você engravidar que você vai engravidar? >> Uhum. Então, por exemplo,
pelo fato de eu começar a mandar, por exemplo, paraa minha mulher, eh, coisas de bebês fofos ou coisa do tipo, hoje, mesmo ela não estando grávida, ela já sabe a rede social que no prazo de 1 ano e meio a 2 anos e meio, eu devo ter um filho. >> Sim. >> E com isso ela começa a jogar no meu algoritmo coisas que eu deveria aprender para me preocupar melhor, para que é eu seja o melhor pai. Aí depende da também a qualidade do que você escolhe consumir. Acho que falta um pouco de educação sobre
o consumo da do algoritmo, mas o algoritmo se ele também é do bem, >> eu eu eu acho que você pode consumir coisas incríveis. O problema é o quanto você Deixa de viver a sua vida por causa disso. >> Uhum. Eh, eu eu acho que assim, é isso, né, que a gente tava falando também foi derivou para uma coisa mais filosófica, mas >> não, mas foi interessante, eu trabalho com isso. Isso para mim é o meu principal canal de aquisição. Todas as empresas que eu trabalhei, eu tornei esse canal, que é um canal gratuito do
ponto de vista de você coloca lá o que Você quiser dentro da lei minimamente, mas e você pode ter um baita resultado financeiro e isso é excelente. E mas a minha questão não é nem a qualidade do conteúdo, que isso é um ponto muito bom, mas é o quanto você se torna um escravo daquilo. Poxa, nó quantos anos você tem? Pode >> 40. Então você é um pouco mais velho do que eu. >> Mas a gente foi a última geração a viver a transição Do mundo analógico, do mundo da vida pro mundo digital. >> Total.
Poxa, a gente não tem mais um sentimento chamado tédio, por exemplo. >> Uhum. >> O tédio ele ele deixou de existir. Você tá na fila de um banco, você pega o seu telefone, >> é doamina o tempo todo. >> Exato. Mas o quanto o nosso, a impossibilidade da gente estar em um único lugar só Presente, 100% desconectado e sem pensar naquilo, cara, isso não existe mais. A não ser que você tenha muito dinheiro, mas muito. >> Ou que você tem um podcast. >> Hã, >> ou que você tem um podcast. Porque você acha que o
podcast te liberta disso? >> Ele ajuda a presença. Ó, como a gente tá presente aqui. >> Exatamente. A gente tá presente aqui. Isso, isso é um ponto. Isso é um ponto. Mas ó, meu celular tá tocando aqui sem parar. Eu tô, ele tá vibrando. Meu >> tá aqui. Tá aqui, >> ó. Aqui, ó. O meu tá vibrando. >> Tipo, >> eu já tô aí, eu já fico um pouco tensa. Putz, e aí? Tá vibrando, não é? Não tô conseguindo responder. E agora? Que que acontece? Inclusive, vou fazer isso. Amor, eu tô no meio de um
podcast. Eu já te ligo, tá tudo bem? Eu tô ao vivo, tá? Tá tudo bem? >> Não, >> já te ligo. Beijo. >> Então, tipo, é, por exemplo, entendeu? A presença é roubada, assim, você não não tem mais aquilo de poxa, eu vou estar ali num lugar e pô, meu celular não vai estar vibrando no meu bolso, eu não tenho um grupo ali que eu sei que devem tá, eu acho que a configuração mudou e como a gente tem isso aqui 24 horas com a gente, as coisas perderam um pouco o contorno. Então, por exemplo,
você falou do seu burnout, né? Poxa, uma coisa é você trabalhar 10 horas no seu dia, 12 horas, que seja, estuante, mas quando você chega em casa, você tirou aquele seu uniforme e você tá em casa, você não tá mais trabalhando. >> Sim, você voltava do outro trabalho. É, >> agora você não volta mais do trabalho. Eu na minha vida, eu não tenho essa separação do que que é minha vida, do que que eu tô sempre trabalhando 24 Horas por >> a gente tá discutindo 6 por um ainda. >> Então, e Mas você, cara, mas
assim, para mim é 7x7. >> Uhum. Se você tem o seu celular, [ __ ] alguém vai te mandar, você tá trabalhando, o contorno das coisas mudou. Qual é o momento que você tá trabalhando? Qual é o momento que você tá em lazer? Às vezes até trabalho, você tá no trabalho, mas você tá falando com amigo no WhatsApp. Não tem mais o lugar Das coisas aonde você faz uma coisa só. E eu acho que isso pra nossa mente humana ainda é muito desafiador, >> porque foi muito rápido, né? A gente vu que uma evolução de
1 milhão de anos para chegar onde a gente chega hoje e em 10 anos a gente tá onde a gente tá. Mas você não acha que ainda pode piorar de melhorar? Tipo, tem neuralinks da vida sendo discutidos. Imagina quando essas informações que estão ainda num device começam a estar num visor e você ainda Bem que a gente saiu dessa coisa de meta. Mas você imagina, vão ter pessoas que vão querer fazer isso porque elas vão ser mais inteligentes, elas vão ser mais bustadas. >> Mas é o que você falou, mas se isso der dinheiro, todo
mundo vai querer fazer. >> É, >> todo mundo vai querer fazer. E eu sou capitalista, tá? >> Mas é uma loucura. Tipo assim, pô, se der isso, der dinheiro, todo mundo vai Querer fazer. >> Como que você tem que trabalhar o seu time para essa questão da presença? Porque é difícil assim, eu também tava num no mundo corporativo onde assim, gente, celulares para baixo, vamos focar na reunião aqui, >> mas não dá. É assim, é mais realmente assim, é uma força hoje muito mais forte do que a gente consegue imaginar. Eh, então, pro meu time,
por exemplo, eu tento só guiá-los, tipo assim, gente, Consumam, é aquilo, educação sobre que deveria estar nas escolas, educação sobre consumo de rede social, não proibição. >> Uhum. >> Educação. >> Uhum. >> Porque assim, eh, eu não sei como que vai voltar para trás. Não tem como voltar para trás. Pois é, que aí é [ __ ] E eu te falo, eu trabalho com isso. Então, [ __ ] tem Gente do meu time que eu pergunto brincando, quanto tempo você fica no Tem uma menina que é Amanda, que é minha social mídia, se ela tiver
vendo, ela, social mídia da Vince, uma das social mídias, que ela me mostrou tinha 14 horas de rede social no celular dela. 14 horas. Ela trabalha com isso. >> Uhum. >> 14 horas ela fica lá. E é lazer, e é trabalho e é pesquisa, e é referência, e é pá. Eh, mas tem muitos lados bons, não vou negar. Só que a gente também não pode negar que, cara, isso deu uma bagunçada na nossa vida. Não só a rede social. Acho que, cara, é essa falta de contorno, de saber, puxa, agora eu tô no momento que
eu tô trabalhando, agora eu tô no momento que eu tô namorando, agora eu tô no momento que eu tô sendo pai, que eu tô sendo mãe, que eu tô sendo, para mim, Thai, é muito desafiador. Eu não, eu não ainda aprendi a navegar Nisso assim, sabe? E eu gostaria assim de, poxa, conseguir genuinamente, agora eu vou fazer só isso, agora só aquilo, agora só aquilo. Eu vou refletir sobre isso também hoje à noite em relação à à presença e quais são potenciais modos de que isso não seja o empecílio ainda maior, porque nós vivemos num
país que eh as redes sociais elas já estão com parte da cultura >> total 100%. >> E infelizmente num país que não é super educado >> Uhum. ou super bem instruído. Golpes são maioria. >> Uhum. >> Eh, conteúdos fteis são maioria. Conteúdos que não não são agregadores são maioria. >> Defamatórios muitas vezes. >> Eh, Mas eu acho que a esperança não é o possível. Tem que ter. >> Não, não. A esperança, lógico, lógico. É isso. Fal falou, veio com com o lado bom e com o lado ruim. Acho que a presença roubada é um lado
bem ruim. A evolução financeira de muita gente é um lado muito bom. >> Terminar com a questão de onde mora a criatividade para você, porque é isso, no mundo tão barulhento, como encontrar a criatividade Para trabalhar com tantos projetos, né? Porque a cada momento você tá vivendo inputs que vem de lugares diferentes. Como que para você eh trabalhar com isso? Para mim, a criatividade tá justamente na tua capacidade de est presente, cara. As suas melhores ideias vão vir de duas formas, pelo menos em tudo que eu já estudei. A primeira forma é a tua capacidade
de observar e Absorver. Isso é o input. E o output é normalmente o momento que o seu cérebro está se limpando. Então, poxa, você tá fazendo exercício, você tá nadando, você tá tomando um banho. E aí a a a parada para mim é essa, assim, porque se você não tem mais esse momento de higiene do seu cérebro, você fica com mais dificuldade. Então, acho que três etapas assim, primeiro conseguir tá presente para observar e Absorver. ter momentos de nada e momentos de ação. Então, de cara, eu preciso fazer. >> Uhum. >> A criatividade, ela é
sempre um ato de transformar algum problema ou criar alguma coisa nova. E para isso você vai precisar de ação, você vai precisar fazer. Então, Leonarda 20 mesmo falava, tipo, puxa, eu preciso colocar as minhas Ideias no mundo para que elas sejam genuinamente testadas >> pelo mundo para ver se elas de fato fazem sentido. >> Então, acho que essas essas três etapas, estar presente para observar e absorver o nada, a importância do nada e da ação. Acho que quando você consegue ter essas três coisas, normalmente você tem ideias e consegue executar coisas muito bem. tá em
alta ler livros também novamente. >> Hã, >> esse é um bom tá em alta agora ler livros novamente, livros físicos novamente. >> É, ler livro, escrever. >> Eh, e eu acho que também isso é uma parte da educação que tá sendo percebida, que que a escola não consegue mais lidar. Foi realmente, acho que recentemente foi proibido eh uso de direitos eh sociais, né, na escola, >> na sala de aula. Não, não acho que vai ser tão efetiva, apesar de é uma Tentativa. Eh, mas eu acho que isso >> tu consegue ler? >> Eu consigo, mas
tem que ser uma coisa que foi muito recomendada. É tipo assim, o Top Filmes da Netflix. >> Uhum. >> Tipo assim, eu não vou ler um livro que não tá no top 10, entendeu? assim, em geral, >> tem que ter uma validaçãozinha já prévia de alguns ou alguém que eu realmente admiro muito e falar assim: "Esse livro Que nem tem um, tem um que é bom, recomendo, que é um que a PG lá, todo mundo recomenda na PG, que é posicionamento, a batalha pela sua mente." >> Ah, é muito bom do ALS, né? Muito bom,
muito bom. que aí eu sempre lembro do do caso da Hert, eh, e também o 90, primeiros 90 dias, bom, >> sempre que faz transição. Então, esses dois aí para mim, às vezes eu releio, porque assim, eh, às vezes relê um um Bom livro, porque assim, você não lembra de um livro. >> Uhum. >> Ah, tá. Fala de mais ou menos isso. Eu vou reler o livro porque é igual rever um bom filme. Prefiro rever um bom filme do que ver um filme aleatório do nada e ser colocado. Eh, você fala muito também do do
ambiente, né? Sim, >> eu ouvi uma passagem sua falando sobre será que eh o Harry Potter seria o mesmo Se não fosse em Hogwards? >> É, >> qual que que é para você essa importância do ambiente? Como que você tenta construir um ambiente da onde você trabalha? >> Cara, para mim a importância é total do ambiente. Pensa só, falei do Leonarda 20 aqui, né? Na época do renascimento, a gente sabe vários artistas geniais que existiam em Firenze, Leonarda Vin Rafael, Michelâelo, vários. Milão, que era do mesmo tamanho, com a mesma população, na mesma Itália, com
genéticas muito próximas, não produziu ninguém que você consiga lembrar rapidamente. Por quê? Porque não nasceu ninguém lá com esse talento. >> Porque era proibido lan houseous. É porque era PR lan house e a gente não teve os grandes jog, mas é basicamente tipo, cara, porque ali não era, provavelmente nasceu uma pessoa tão boa quanto o Michelângelo, quanto Leonarda Vin em Milão, mas essa pessoa não tinha um ambiente para ela conseguir expor, explorar o talento dela no máximo. E a gente tem isso hoje até hoje. Puxa, no Vale do Silício tem pessoas que estão fazendo coisas
incríveis dentro de tecnologia. É porque lá nasce uma safra de Não, é porque concentra uma grande quantidade de pessoas obsecadas e muito boas em fazer aquilo. Elas estão lá. Então se você vai para lá, a chance de você mandar muito bem é muito maior. Por Isso que a galera vem muito para São Paulo, por exemplo, quem é muito ambicioso. >> Então, se você tem o maior metro quadrado de pessoas ambiciosas, se você é ambicioso, aqui é um lugar muito fértil. Eu tenho um dos meus melhores amigos hoje trabalha comigo, cara. Lá em Vitória ele nem
trabalhava direito, pô. cara bom vivão. Sei, pô, hoje ele trabalha comigo, ele é um funcionário exemplar, trabalhador para caramba. Isso Já tava dentro dele, mas ele tava num ambiente que ser assim não tinha tanto valor. Agora ele veio para um ambiente que estimulou esse lugar dele e hoje ele tá tendo um resultado muito grandioso no trabalho. Então você estar no ambiente certo é para mim mais importante do que a maior parte das coisas. Escolher a cidade que você mora e a pessoa com quem você vai casar e a sua profissão. Eu acho que são as
três verdadeiras Escolhas da humanidade. Muitas outras coisas você não vai escolher, cara. Essas três coisas. A cidade que você mora, ela é propícia pro seu talento, pro seu desejo, pro seu objetivo. Puxa, 10 anos atrás, 15 anos atrás, quem era artista tava no Rio de Janeiro. >> Aham. >> Era ali que as coisas aconteciam. artista era Globo. E aí concentrou muita gente. Puxa, Caetano Veloso morava lá, Gilberto, todo mundo morou lá. >> Uhum. >> Quem quer, quem queria mercado financeiro sempre foi São Paulo. Agora São Paulo não é só mercado financeiro, é [ __ ]
você quer ficar rico é São Paulo. >> Uhum. >> E faz muito sentido. Existe uma uma força do ambiente muito grande. Poxa, se até um cara que nasceu com o mesmo dom, o mesmo talento que Leonardo da V ali em Milão, não conseguiu se sobressair, quem sou eu? Quem é você para brigar com a Força do ambiente? Então, o que eu mais recomendo para qualquer pessoa no mundo é: encontre a sua Firenze, encontre a sua Florença. >> Quais são os ambientes mais sexis do mundo hoje para você? >> Para mim, hoje o ambiente mais sexy
do mundo hoje na minha vida é São Paulo. >> Uhum. Que é onde tá o seu trabalho. >> Que é onde eu tô agora. Eh, em algum momento da minha vida já foi à Califórnia, que é onde eu fui estudar. É Interessante porque eu eu saí da P inclusive porque na época eu lembro que já tinha passado por é várias áreas diferentes, vendas como financeiro sempre, mas sistemas, vendas, marketing e supply. >> Uhum. >> Aí depois eu deveria começar a voltar para uma delas em níveis superiores. Só que quando eu olhava paraa PIG, o meu
teto era Panamá, Panamá ou Panamá. E o teto de cima era Panamá, Panamá, Genebra E Genebra ou esqueci agora do dos Estados Unidos. Eh, mas enfim. E na Aí eu fui para L'Oréal, que a Loral era Rio de Janeiro, Nova York e Paris. >> Uhum. >> Aí eu falei: "Tá bom, se depois do desteto aqui é esse, então vou vou para L'oral". Acabei nem indo para Paris, nem para Nova York, mas mudou, fez uma mudança que impactou 100% na minha vida, foi saberonde era o meu teto na minha Empresa. >> Uhum. Qual era o lugar
que você ia você ia estar >> e ou qual o lugar que eu deveria eh me mudar se eu fosse continuar naquele caminho. É, >> crescendo. Perfeito. >> É interessante mesmo. Eh, é, o Brasil ele tem tem mudado, né? Tem agora criado algumas novas perspectivas, né? tem uma uma célula de novos negócios muito boas em BH agora. >> Uhum. >> Tem uma célula de do que é o novo luxo, muito legal em balneário. >> Uhum. >> Eh, tem algumas células tentando se criar nordeste, que é difícil, é um pouco mais difícil. >> É difícil. >>
Eh, as pessoas ainda vem muito como férias lá. >> Uhum. Mas é interessante, eu vou também pensar Sobre esse movimento no mundo, porque até o próprio Fantástico agora tá fazendo uma matéria, não sei se você acompanhou, comparando Estados Unidos e China. >> Eu vi >> proposta de valor de países totalmente diferentes. >> Totalmente diferentes. Propostas de valores totalmente diferentes. Mas o quanto também o ambiente que cada um tá formando também propicia >> total >> evoluções mais rápidas. Total. >> Se você vai criar uma cidade igual um Lego, você vai ser eficiente. É óbvio que você
vai ser eficiente. >> Uhum. >> Eh, e eu acho que nesse sentido, eh, realmente São Paulo ainda é o lugar no Brasil que mais une liberdade para você ter qualquer tipo de coisa. Tem praia aqui, pô. >> Perfeito. É, e, e, e para mim não é nem Pelo estilo de vida, é mais por esse lugar dá para eu chegar aonde eu quero chegar. Por exemplo, poxa, eh, eu acho que os Estados Unidos tem muito mais grana ali e poderia eventualmente pensar na possibilidade para lá, mas com os meus talentos e a minha história, me daria
pior nos Estados Unidos do que no Brasil. Eu não conseguiria ter um ambiente tão propício para explorar os meus melhores talentos nos Estados Unidos como eu tenho no Brasil Ou na Europa como eu tenho no Brasil. Não vejo. Acho o Brasil um país enorme. Eu gosto muito do Brasil, muito. Acho um país enorme. E eu acho que para os meus talentos em específico, São Paulo faz muito sentido. Tem muita gente fala: "Puxa, eu vou trabalhar online, não sei quê. Eu sou de Vitória". Cara, se eu tivesse trabalhando online em Vitória ou com a minha empresa
em Vitória, eu tenho convicção que eu ia crescer muito menos e muito mais devagar do que eu posso. A Convicção, se eu tivesse na Califórnia, embora eu ame a Califórnia, do ponto de vista de curtir a vida, para mim lá é muito mais legal. Por isso que eu fui estudar lá, porque eu sou surfista também, então eu amo surfar, mas eu não conseguiria chegar no meu máximo potencial do meus dos meus talentos individuais lá. >> Uhum. São Paulo para mim no mundo hoje é o único lugar onde isso pode ser possível. >> É, eu também
acho. Eh, bom, acho que foi isso. Um prazer, Z conversar com você. >> É isso. O prazer foi meu. Obrigada demais. Derivei muito aqui do Imagina. Eu acho isso, na verdade, melhor da conversa é isso, porque assim, acho que muito do que é o começo da conversa é aquilo que tem que situar as pessoas que evidentemente não te conhecem, da onde tá vindo, para onde vem, o que fala. Mas o mais interessante é quando começa o papo começa a vir para lugares que a Gente não imaginava mesmo. Então foi um prazer conversar com você. >>
Prazer foi todo meu. Foi uma honra. >> Eh, espero que a gente marque em breve a gente faz algum collectible talk, uma conversa, você viu ali como funciona. >> Muito legal. >> Eh, vai poder voltar pras suas redes sociais aí, [risadas] pr sua pra mulher. É. >> Eh, recados pr pra audiência, redes sociais, onde te encontrar, quem onde Como trabalha com você, >> pessoal? Eh, quem quiser trabalhar comigo, a gente tem várias vagas abertas. Se você é uma pessoa que é criativa e gosta de executar coisas grandiosas, é só entrar na vince. Socite e mandar
um DM pra gente. A gente tem muita vaga legal e vai ser um prazer ter pessoas que escutam um podcast de alto nível, como eu critiquei aqui, trabalhando com a gente. >> É, a gente vai criar eventualmente um Programa que vai chamar Open to Work. Olha, >> é que aí a pessoa vem aqui, vem com alguma vaga, a gente traz umas pessoas aqui assim e já na hora >> fala assim: "Entrevista, sai com uma entrevista aqui" na hora, >> cara. E eu acho que ach, pô, demais assim, achar talento hoje por, tipo assim, as pessoas
sa, pô, mas o desemprego tal, cara, mas achar gente boa a fim de construir coisas legais é Muito difícil. Você deve saber disso, muito bem. Qualquer empresário vai falar para você, maior dificuldade, achar gente boa, pessoas boas, venham para vin 100%, rapaziada. Ô, Bia, qual que é o próximo episódio? Juca Furi e Andr >> Verdade. Teremos um Collectable Talks pré-copa com o Juca Que Furi e o André que Furi para falar sobre futebol e outras coisas na terça-feira que vem, certo? >> Isso. Quinta-feira Orlando Cintra e o Gustavo Araújo. >> Quinta-feira Orlando Cintra e >>
Gustavo Araújo. >> Gustavo Araújo. E o Ah, é. >> Tá, tá. É isso, rapaziada. Hã, >> 2:30, hora especial. >> Terça-feira, hora especial, às 2:30. Então, sem mais delongas,
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