Bom, pessoal, eh muito boa noite. Agora, de forma oficial, como vocês já podem ver ali ao lado esquerdo de vocês ali, o sinalzinho vermelho, o sinal que a aula já tá gravando, tá? Qualquer coisa que acontecer, a conexão cair, alguma coisa nesse sentido, eh, não se preocupe que a aula amanhã vai estar disponibilizada, tá bom? Sempre à tarde a gente disponibiliza a aula gravada. Eh, antes de mais nada, antes até mesmo de eu me Apresentar, deixa eu falar uma coisa para vocês. Coisas que podem acontecer no EAD, tá? Internet cai, eu travo aqui para vocês,
não se preocupem que eu volto eh rapidamente, tá? As mesmas a mesma coisa pode acontecer com vocês também. Caso eu esteja conversando, disciplina eh e travar e vocês não entendem, eh, abram o microfone e me chamam, tá bom? Podem me chamar. Tudo bem, turma? Tudo bem? Eu vou pedir dentro das possibilidades de Vocês, que quem puder abrir a janelinha eh, para mim ver o rosto de vocês, por favor, abram as janelas. Isso Eloá, obrigado. Obrigado. Ali tá como Lilam, mas eu não sei quem é que tá participando. Muito obrigado. Bom, antes de mais nada, vamos
aprender a trabalhar com o dispositivo, né, pra gente não ter problema durante o curso, antes mesmo de eu me apresentar para vocês. Bom, para quem tá no computador e para quem também está aí no dispositivo móvel, tem o Sinalzinho do microfone aí, né, no qual vocês estão quase todos, aliás, todos eles com exceção do Danilo. Tranquilo, tranquilo, Silas. Eh, é é questão da internet aí, foge do nosso controle, tá? Mas vai ajeitando durante a aula. Aí vocês que estão com os microfones desligados, já repararam esse sinalzinho do microfone aí no aplicativo de vocês? Tá, vamos
aí. Liga o microfone, todo mundo dá um boa noite para mim aí, por Gentileza. Podem ligar os microfones no aplicativo. Dá um boa noite para mim, por favor. Boa noite. Boa noite. Boa noite. Boa noite. Boa noite. Muito bem. Esse Muito bem. Obrigado. Boa noite, pessoal. Boa noite para vocês também. Esse microfone precisa. Esse microfone ele precisa estar desabilitado durante a aula, tá bom? Então vou pedir que vocês desliguem os microfones mais uma vez, por gentileza. Certo. Vou desligar aqui, viu, Maria? O seu, você pode estar com dificuldade de des Isso, Maria. Muito bem, muito
bem, parabéns. Muito bem, pessoal. Do lado do microfone, vocês estão vendo uma câmerazinha aí, né? Um iconezinho de uma câmera, né? Essa câmera aí eu prefiro que vocês mantenham ela ligadas durante o curso, tá? Se vocês forem fumar um cigarro ou para os homens eh que não podem assistir a aula sem camisa, por Favor, mantenham essa câmera desligada, tá bom, turma? Tá bom. Tudo bem? Tudo bem? OK. Eh, agora tem uma diferença do microf do do computador para quem tá no computador e tem uma diferença para quem tá no celular. No celular, por exemplo, tem
três pontinhos. Aí, vocês já notaram três pontinhos. E vocês que estão no computador, vocês notaram que tem um emojizinho de um rostinho aí, como aqueles mesmo que a gente utiliza no WhatsApp, né? Um rostinho, um sorriso. Muito bem, vamos clicar nesse emoji, nesse rostinho aí, por gentileza. Cliquem todos aí. Quando vocês clicarem, vocês vão observar que aparece um monte de emoji, um coração, um joinha. Isso. Isso, Ravi. Muito bem. Então, quando vocês quiserem eh mandar um sorriso, manda um sorriso, um coração, manda um coração, enfim, aí vocês estão demonstrando a emoção de vocês durante a
aula, tá bom? Beleza? Tranquilo? Sem nenhuma dificuldade, Podem abaixar aí esses emojes, por favor. Agora, eh, no computador e também no celular, nos três pontinhos, é, no celular, tá? No computador tem uma palma da mão assim. Vocês estão observando essa palma dessa mão assim? Já conseguiram localizar esse ícono, esse ícone da palma da mão? Caso sim, por favor, levantem todos essa mão, por gentileza, que eu já explico o que que significa. Podem levantar as mãos, por favor? Apliquem isso. Muito bem, Lucas. Muito bem, pessoal. Muito bem. Todos aprenderam o que que significa essa mão. Podem
abaixar a mão, por gentileza. Podem apertar e e desativar essa mãozinha, por favor, todos. Obrigado, Ravi. Obrigado, Marcelo. Obrigado, Natan. Podem desabilitar a mão. Obrigado, Marcelo. Podem desabilitar. Obrigado, Jadi. Pode desabilitar a mão. Gente, essa mão é para quando vocês quiserem fazer alguma contribuição ou se vocês quiserem pedir A palavra para fazer alguma pergunta, vocês levantem essa mão porque aparece aqui para mim em ordem eh de sequência e aí eu vou dando a palavra para vocês. Tudo bem? Jadi, pode desabilitar a sua mão, por favor, porque ela está levantada. Clica lá na palminha da mão,
por favor. Muito bem, parabéns. Nenhuma dificuldade, né, turma? Apenas isso, tá? Apenas isso. Eu só vou pedir que vocês desabilitem os microfones e dentro das Possibilidades mantenham as câmeras ligadas com o emojizinho, aquele emojizinho do rosto, do rostozinho que eu que eu que eu expliquei para vocês agora a pouco. Eh, sinaliza aí para mim com joinha que todos estão me escutando bem. Por favor, podem sinalizar com emoji. Obrigado. Obrigado. Muito bem. Muito bem, Eloar. Esse não tá, Willer. Esse aí é a mão para pedir a palavra. É o emojizinho, aqueles mesmos que nós utilizamos no
WhatsApp, tá? É um Rostinho que tem aí. Todos compreenderam bem, turma? Podemos seguir, então, com a aula. Podemos dar início, podemos dar o pontapé. Muito bem, pessoal. Antes de mais nada, deixa eu me apresentar para vocês. Para quem não me conhece, eu sou o professor Adriano, eu sou gestor da Fenated, faço parte do corpo docente desse curso, né? Vocês terão terão aulas também com alguns Outros professores. Muitos de vocês, acredito que a grande maioria já tiveram um primeiro contato comigo no ato da inscrição, né? Então assim, ó, fiquem bem tranquilos que eu sou, apesar de
gestor, apesar de ter estudado, né? Apesar de hoje ser um dos professores de vocês, eu sou um cara extremamente acessível, muito tranquilo na hora de atender vocês. Tô sempre de prontidão no privado. Não utilize o grupo para perguntar nada, sempre me chamem no Privado que eu tô sempre à disposição de vocês. Tem muito adictos na sala? Fala, levanta aí com emoji para mim se tem muito adictos na sala. Tem muito adictos. Muito bom, Natã. Muito bom, Ravi. Legal. Eu também, pessoal, sou um adicto em busca em processo de recuperação, obviamente já na caminhada aí há
bastante tempo, né? Eu venho de uma sociedade com rato na lata de lixo. Ô, Eloá, viu, Jeferson, viu, Gustavo, para hoje ser gestor de um polo de Faculdade, né? A nossa instituição não é uma federação, a nossa instituição é um polo de faculdade, tá bom? Então, eh, antes de ser um profissional, antes de ser um professor, eu também sou um adicto. Então, do lado de cá, essa pessoa que vos falam também é um aprendiz. Eu não sou dono da verdade, mas tudo aquilo que eu estudei quando eu entrei no processo de operação, que eu me
formei, né? Eh, eu vou tentar compartilhar um pouco do meu Conhecimento e um pouco da minha experiência com vocês. Sinalizam aí, se vocês entenderam bem, com emoji. Sinalizem sempre com emoji, tá? sinaliza mais uma vez se vocês estão me escutando bem, por favor. OK? Muito bem, pessoal. Hoje se preocupem porque hoje eu vou estar apresentando o curso apenas para vocês, embora não deixa de ser disciplina, tá? Não se preocupem que hoje não tem slide, hoje é um bate-papo Mais saudável, mais tranquilo para mim apresentar esse curso para vocês. E eu já começo, vocês sempre vão
vão ouvir eu falar em sementes do coração que eu vou estar lançando para vocês, tá, Maria? Então eu já começo assim, ô Patrícia ou Elo me direcionar para vocês daqui para frente, tá Marcelo? Como professores, tá Jad? Como professores, apesar de muita gente aí fazer parte da adicção, ser adictos, né, Felipe? Aqui eu vou tratá-los como professores, como Terapeutas, como monitores, como coordenadores, tá OK? Sinaliza para mim que vocês entenderam. Muito bem, Silas. Estamos junto, gente. Tem o microfone ligado. Desabilita para mim, por favor. Muito obrigado. Muito obrigado. A primeira semente que eu quero lançar
para vocês com relação a esse curso, eu quero falar sobre a luz na escuridão, turma, tá? Porque esse chamado, o chamado do conselheiro independência química, do Monitor, do coordenador, né, pessoal? Porque assim, ó, nem todos, né, nem todos os heróis usam capa. Alguns, alguns usam a escuta como ferramenta, o acolhimento eh como arma, usam o amor, o amor ao próximo como missão. Faz sentido para vocês, queridos? Faz sentido para vocês? Hã? Sempre me sinalizem aí com emoji, tá? se faz sentido. Obrigado, tamos junto. Então, assim, ó, eh, são homens, são mulheres que escolheram caminhar ao
lado daqueles que perderam Eh se perderam nas trilhas aí, infelizmente, tortuosas da dependência química, como aconteceu com muitos de nós, né? Uma doença que nós sabemos, né, pessoal, rouba sorrisos, desintegra famílias, apaga sonhos, mas onde muitos vem apenas ruína, principalmente o estigma da sociedade, né, pessoal? Nós como profissionais, vocês como profissionais, como professores, como terapeutas enxergam potencial. Onde outros viram as costas, Somos nós que estendemos a mão. Microfones, por gentileza, pessoal, tem microfone ligado. Eu peço humildemente que vocês desliguem os microfones. Vamos tentar manter uma certa disciplina, tá? Porque se não interfere, eu não consigo
escutá-los. Então, o conselheiro Independência Química, ele é o primeiro a entrar em territórios, digamos assim, em territórios abandonados pela esperança, né, Pát? Ele ele adentra as Vielas. Sabe de qual viela, pessoal, que eu tô falando? Da alma humana. Então, ele entra dentro dessas vielas com coragem, com empatia, ele ilumina eh com palavras e presença principalmente esses caminhos escuro pela dor eh eh e pelo vício, esses caminhos que foram eh escurecidos, né, digamos assim. Então, meus irmãos, eu lanço a semente no coração de vocês. É um trabalho que vai muito além da técnica, porque envolve alma.
Vocês que entraram para esse Curso, se preparem, se preparem, porque não é só um curso, não é apenas um curso simples, livre. Aliás, digas de passagem, certificado do conselheiro terapeuta de vocês, ele vem reconhecido pelo MEC. Então, repito, não é um trabalho que eh eh que envolve apenas a técnica, envolve alma, requer sensibilidade pra gente ouvir os silêncios e firmeza pra gente enfrentar eh inclusive as recaídas. Porque o conselheiro, vocês professores Como profissional, vocês são tradutores de quê? da dor. Vocês são aquele que vocês são alguém que que entende o peso que cada lágrima carrega
e que transforma o julgamento em acolhimento. Esse é nosso papel. O profissional independência química esquece, ele não aponta o dedo, pessoal. Ele oferece o ombro. O profissional ele não dita regras, ele pega junto, ele caminha junto. Quem já testemunhou uma vida que Foi eh resgatada das garras da adicção sabe exatamente que eu tô falando agora. Sabe o brilho nos olhos que que vai voltar, que retorna, o abraço dos filhos que antes se que antes se afastavam, a voz embargada de uma mãe que, enfim, vai voltar a dormir em talvez, muito provavelmente graças ao trabalho desenvolvido
por vocês. Tão me ouvindo bem? Tá fazendo sentido? Podem me responder. Faz sentido, Pessoal? Muito bem. Deixa eu ver o que colocaram no chat aqui. Tá tudo bem, pessoal? Aviso ali do do companheiro, né? Deixa eu dar um uma ajuda o pessoal quer entrar aqui. Só um minuto, turma. Muito bem. Para quem tá chegando agora, boa noite, seja bem-vindo, tá? Então, tudo isso que eu tô passando para vocês tem por trás o trabalho silencioso, constante, apaixonado de vocês professores, de vocês Profissionais, terapeutas, monitores e coordenadores, porque a dependência química, nós sabemos que ela é uma
doença que tenta pagar a identidade de quem atinge. E o conselheiro é aquele cara que relembra a pessoa de quem ele é de verdade. Esse é o nosso papel. Ele diz com presença, ele diz com verdade. Olha só o que ele fala assim, ó. Você não está sozinho porque eu acredito em você. Essa frase que nós precisamos Dizer a quem preciso tanto da nossa ajuda. É um chamado, repito, de alma, turma. E não é uma profissão qualquer, porque requer entrega, Patrícia, requer preparo, requer um coração pessoal disposto a se quebrar junto para depois ajudar a
reconstruir. Uau. Então, o conselheiro independência química, ele é ele é ele é um farol na tempestade. Ele é a ponte, turma, entre o caos e a recuperação. Vocês são aqueles que Quando todos desistem vocês insistem. E muitas vezes vocês são os primeiros a ver a chama da vida receber em alguém que já se considerava perdido. Turma, faz sentido para vocês, professores? Faz sentido até aqui, Marcelo? Tudo bem? Faz sentido, meus irmãos? Muito bem. Muito bem. Muito obrigado. Então, por isso quando falarmos de vocês, quando a gente fala desses profissionais, do terapeuta, do conselheiro, do monitor
e outros Profissionais da área, nós estamos falando de guerreiros, que é isso que eu olho para vocês e enxergo, guerreiros da vida. Vocês são pessoas eh que escolheram amar onde tem dor, cara, lutar onde tem desespero e servir, obviamente, onde quase ninguém, olha aqui, ó, quase ninguém quer tá, cara. quase ninguém. Eu espero que o mundo veja, reconheça e valorize esse trabalho tão essencial de vocês. Que nós possamos Honrar cada conselheiro, cada conselheira, cada monitor, cada cada coordenador que com coragem, que com paixão, professores, e compromisso, obviamente, ajudam a transformar histórias e salvam vidas, uma
alma de cada vez. Então, sejam muito bem-vindos a essa jornada de cura. Opa, para aí, professor. Cura? A dependência química não tem cura. Dependência química tem cura, pessoal? Qual a opinião de Vocês? A dependência química tem cura? Eu acabei de falar de cura. A dependência tem cura? Pode abrir o microfone. Eu quero ouvir barulho. Quero ouvir o barulho de vocês. Professor Marcelo. Tem acredito que tem. Exatamente. Não, só tem controle. Muito bem. Muito bem, não só tem controle. Podem desligar o microfone. Anota no bloquinho de anotações de vocês. Vocês estão corretos? A dependência química não
tem Cura, mas o ser humano tem. Uau, hein, Silas? O ser humano tem, pessoal. É uma diferença enorme. Então, bem-vindos a essa jornada de cura, de conhecimento, de transformação. Sejam todos profundamente bem-vindos ao curso de dependência química e, principalmente, a importância do trabalho focado no tratamento humanizado, a qual o qual eu, professor Adriano, e a Fenated não abre mão. E Hoje, mais do que iniciar uma formação eh acadêmica, pessoal, técnica ou profissional, nós todos nós juntos estamos dando o primeiro passo em direção a algo muito maior. É uma travessia que vai tocar a alma, que
exige coragem de vocês, exige entrega e e o mais humano dos dons, sabe qual é, turma? o de cuidar do outro com respeito e compaixão. Porque hoje, meus queridos, nós vivemos tempos em que a dor da Dependência química tá se alastrando de forma silenciosa e bastante avaçaladora. É ou não é? Porque não escolhe mais classe social, não escolhe crédito, não escolhe idade, não escolhe endereço. Ela tá se instalando nas famílias, aliás, já se instalou em várias famílias, nos lares, nas esquinas da cidade e muitas vezes no mais íntimo do coração humano. Cara, quem nunca ouviu
um grito de socorro velado, escondido entre entre o silêncio de um comportamento alterado ou No olhar distante de alguém que já não encontra mais nem sentido para viver, cara? É um curso totalmente atualizado, muito mais do que aquelas abordagens simplistas que nós já conhecemos. Se preparem que vocês vão ser desafiado, desafiados a até mesmo a autocrítica. Dependência química é um dos fenômenos mais complexos e urgentes da atualidade. Por isso que eu tô trazendo para vocês Um curso atual, inclusive tem disciplinas que vocês não vão encontrar em em especialização. Por exemplo, professor Edoar, viu Danilo, viu
professora Maria? Viu Jad? Viu, Gustavo? Vocês não encontrarão isso em faculdade. Não se trata apenas de uma relação com a substância, mas de um grito por cuidado, por pertencimento, por uma chance de viver diferente que Essas pessoas estão estão querendo, estão precisando. E é aqui nesse ponto que a nossa missão vai começar, porque esse curso ele nasceu do desejo de formar profissionais que não apenas compreendam eh, por exemplo, os aspectos técnicos do tratamento, mas que estejam preparados para colher a dor humana em toda a sua profundidade. profissionais que saibam com equilíbrio, obviamente, transitar entre o
saber acadêmico e o olhar Compassivo. Porque tratar, tratar, pessoal, é antes de tudo escutar. Cuidar é antes de tudo reconhecer o outro na sua humanidade. Se faz sentido para vocês, abre o microfone e dá um grito assim: "Tamos junto, vai. Eu quero ouvir o barulho. Vamos fazer barulho. Junamos juntos juntos. Estamos junto. Junto. Estamos juntão, cara. Estamos juntão. É aquele negócio que eu falo para vocês, gente, é Conhecimento com propósito. É quando a ciência encontra em vocês a compaixão. O nosso curso, ele foi cuidadosamente desenhado para oferecer mais do que conteúdo, turma. Ele é um
convite à reflexão, ao questionamento, ao autoconhecimento. As disciplinas, por exemplo, que compõem essa jornada de três semanas de aula, pessoal, os microfones, por gentileza, porque tô escutando barulho aqui no meu microfone, me atrapalha um pouquinho, por favor. Então, essas disciplinas que a gente vai começar agora, elas foram escolhidas com zelo, com propósitos. Nós vamos mergulhar, por exemplo, vou dar alguns exemplos para vocês, tá? Nos aspectos neurobiológicos da dependência. Muita gente já sabe, mas a gente vai entender como as substâncias de uma forma muito mais mais abrangente, muito mais aprofundada, mas como as substâncias atuam no
cérebro e por a recuperação exige mais do que força de vontade. Ela Precisa de suporte, ela precisa de estrutura, ela precisa de segurança. Vamos estudar os modelos de tratamento baseado em evidências, pois a ciência ela caminha ao nosso lado, ela oferece caminhos sólidos, mas também vamos nos aprofundar nas abordagens terapêuticas que valorizam o vínculo, a escuta, o afeto, turma, porque nós sabemos que o simples ato de ser ouvido com atenção, acreditem, pode salvar uma vida. Vamos falar sobre espiritualidade, óbvio. Vamos falar sobre resiliência também. São temas muitas vezes esquecidos manuais técnicos, cara, mas que são
pilares importantíssimo e às vezes silenciosos da recuperação, cara. E vamos refletir sobre ética, sobre redes de apoio, sobre políticas públicas, sobre práticas integradas, porque tratar dependência química é também um ato político, é um ato social, mas Principalmente um ato espiritual. Sinaliza com emoji se faz sentido para vocês. Ravir, é Ravir ou Ravir? Per, pero, perdão, meu irmão, vou te perguntar. Oi. Eh, Ravi mesmo. Ravi. Ravi, obrigado, professor Ravi. Obrigado. Obrigado. Obrigado. Muito obrigado. Estamos junto. Boa noite aí, pessoal. Então, é boa s mesos. É isso aí. Tamamos junto. Boa noite. Aqui você aqui não vou
olhar vocês como adictos, tá? Aqui eu tô Olhando vocês como terapeutas, como professores. Fechado. Estamos junto. Estamos junto. Aqui a gente vai aprender junto como entrar na vida do outro ser humano, tá bom? Então, formar terapeutas que inspirem, que transformam e que lutam. Mas talvez o maior diferencial desse curso, pessoal, seja esse. Ele forma pessoas que se tornam faróis. Faróis que iluminam o caminho daqueles que que estão mergulhados na escuridão, já não acreditam mais que haja uma Saída. Cada um de vocês que agora está escutando, né, cara, eh bom, enfim, cada um de vocês carrega
um potencial imenso, eu tenho certeza. Potencial de quê, professor? Potencial de escuta, potencial de presença, potencial de acolhimento, potencial de ser ponte entre a dor e a possibilidade. E por isso que precisamos ir além da técnica, pessoal. Nós precisamos abraçar a responsabilidade de sermos presença curadora, de sermos Profissionais éticos e acima de tudo, acima de tudo, humanos. Nós estamos aqui para aprender e inspirar uma nova geração de conselheiros e terapeutas. Uma geração que não aceita mais, por exemplo, a invisibilidade, que se posiciona, que se forma com seriedade e que entende que quem cuida de vidas
merece reconhecimento, merece estrutura, merece dignidade. Para quem não sabe, tá vindo aí um novo tempo, tá? Depois eu vou Passar um link para vocês entrarem no grupo para participarem de uma de uma reunião conosco aí. É a construção do nosso conselho profissional. É um outro um outro um marco bastante bastante importante aí. A criação do nosso conselho profissional é um espaço de representatividade, de união, de fortalecimento da nossa categoria. Estamos lançando as bases de um órgão que vai lutar por regulamentação, reconhecimento, Condições dignas de trabalho, que vai erguer a voz de vocês, de todos aqueles
que atuam, muitas vezes até de forma anônima, tão atuando em clínicas, comunidades terapêuticas, centros de acolhimento, unidades de saúde, enfim, gente que doa a vida todos os dias, muitas vezes sem salários justos, sem proteção, sem apoio institucional. E nós vamos brigar por isso. É uma nova visão para velhos problemas. Checa de olhares moralistas, Chega de punição disfaçada de cuidado. É hora de quebrar, meus irmãos, os antigos paradigmas que marginalizam, criminalizam e silenciam. Porque a dependência química, ela é uma condição biopsico social. Isso nós já sabemos. E o nosso olhar precisa ser tão amplo quanto ela
é complexas. Então nós estamos aqui para formar profissionais que entendam o ser humano em toda sua totalidade. O seu Corpo, a sua mente, a sua história, a sua dor, a sua fé, as suas potências. Porque no final das contas tudo se resume, sabe como, pessoal, no encontro. O encontro entre o terapeuta e o acolhido, entre dor e esperança, entre escuta e transformação. Então, a relação terapêutica é o solo pessoal, onde tudo vai florescer. Quando um paciente de vocês ou quando o acolhido ele sente que pode confiar, quando ele percebe que não vai ser Julgado por
vocês, acreditem, algo mágico vai acontecer. E aí a cura do ser humano que eu tanto falei lá no início, começa um detalhe, um detalhe que me chama muita atenção às vezes que eu saio visitando as unidades, né, e até mesmo pela própria experiência, gente, a fissura, por exemplo, aquele comportamento de risco, o isolamento, tudo isso pode começar a ser compreendido, trabalhado e ressignificado, porque somos mais, Repito, nós somos mais do que técnicos. Nós somos testemunhas, vocês são testemunhas do renascimento de vidas. E isso é, sem dúvida, para mim um dos maiores privilégios que alguém pode
ter. Sejam bem-vindos a esse chamado. Que esse curso seja um divisor de águas na sua trajetória. Que vocês se sintam parte de algo maior, turma, de uma rede de cuidado, de coragem, de mudança, Patrícia. E vocês saiam daqui eh não só mais Preparado, mas inspirados, mais conscientes, mais vivos. Porque quando um terapeuta, um monitor, um coordenador se forma com o coração, o mundo se torna um lugar muito mais humano. Sejam bem-vindos a essa caminhada que começa agora. Tamo junto. Pode gritar, abre aí. Estamos junto. Estamos junamos junto. Estamos junto aí. Estamos juntos juntos. Tudo bem?
Estamos junto. Bem, tamos junto. Muito bem. Obrigado. Sabe por quê, Pessoal? E aí eu viro para vocês como profissionais se formando. Eu lembro da minha própria história e analiso até a história de vocês. Nós vamos lidar os microfones, por gentileza. Nós vamos lidar com sentimentos como medo, né? eh sofrimento, dor. E isso é um grande desafio, professores, na vida dos seres humanos. E por diversos motivos, nem todos estão preparados para enfrentar isso. Só que assim, ó, deixa eu jogar outra semente no coração de vocês. Esses Momentos difíceis, eles são responsáveis por uma parcela extremamente significativa
da formação de um indivíduo. Inclui, sabe o quê? O seu caráter, a sua maturidade, a sua a sua força emocional. E é importante aprender a voltar para vocês mesmos, ajudar eles a voltar para si, a fim da gente se conhecer, de se entender o que que sente e a partir do que sente, o que que as emoções estão gerando. Porque quando se fala em fuga Da realidade, não é isso? A gente não conhece muito essa expressão, turma. Quando se fala em fuga da realidade, é um mecanismo que muitos costumam usar, sabe quando? quando não se
sente fortes o suficientes para enfrentar uma determinada situação, que pode ser, por exemplo, a perda de um ente querido, não é verdade? Pode ser uma demissão, pode ser uma insatisfação com algo, fim de um relacionamento. Então, se você, se você está passando por isso ou Se você conhece, já é a linha de frente, conhece alguém que esteja passando por isso, saiba, turma, saibam que o poder pra gente superar esses problemas tá dentro de cada um de vocês. E é perfeitamente possível a gente encontrar e fazer dele o nosso aliado pra gente vencer os nossos fantasmas.
Uau! Em muitos casos, o ato de fugir da realidade, ela se torna um vício e aí o cara passa nem a analisar o que que tá acontecendo de Verdade. Não faz sentido para vocês? Só que assim, ó, saibam, turma, que grande parte dos problemas que a gente acredita ter pode ser muito mais simples do que imaginam. Então, agora é a hora da gente se empoderar. se empoderar para quê, professor? pra gente encará-los, porque isso vai possibilitar que a gente encontre as soluções necessárias pra gente resolver, de repente algumas questões pendentes até na nossa própria vida
e seguir em Frente. Porque uma pessoa, meus irmãos, ela pode fugir da realidade de várias formas, seja através do comportamento, ou seja, do comportamento que distraia ela daquilo que ela esteja sentindo. E aí promova sensações de sensações de quero ouvir, pode falar. Sensações de quê? Ela distrai daquilo que ela tá sentindo e promove sensação de quê? Prazer. Alívio. Alívio de prazer. Um breve esquecimento daquele incômodo, não é verdade? E é bastante comum. Obrigado. Obrigado pela contribuição. É bastante comum os microfones, por favor. Obrigado. É bastante comum que esse seja o início de vários tipos de
compulsões. Nós vamos estudar isso, como, por exemplo, eh, os relacionados ao ao abuso de álcool e outras drogas, os jogos de azar, os transtornos alimentares, os transtornos por sexo, aquele que é relacionado à compra. É. E vale lembrar, turma, eh, um outro Detalhe ainda, que nem sempre a fuga da realidade ela se dá através de alguma atividade que provoque uma clara mudança de comportamento, como é o caso dos de drogas. Hoje, atualmente, pera aí, vocês estão vendo isso aqui? A tecnologia hoje tá oferecendo diversas possibilidades para quem deseja fugir do que tá sentindo, seja através
de um jogo eletrônico ou das redes sociais, por exemplo, esperando um likezinho ali, um coraçãozinho, não é verdade? Por que que Isso acontece? Isso acontece porque enquanto o cara, enquanto o indivíduo, enquanto teu acolhido, ele está realizando uma atividade que considere prazerosa, ele tem a sensação de quê? de que os problemas, Deas, me ajuda, não tô sozinho nessa, de que os problemas o quê? Acabaram, foram embora. Acabaram, foram embora, sumiram. Aí, qual a consequência disso? Dos desejos de se sentir cada vez mais anestesiado e longe Do sofrimento. Qual que é a consequência? Ele começa a
repetir as mesmas atitudes, o que muitas vezes resulta em vícios e compulsões. Faz sentido, meus irmãos? Faz sentido? Sinaliza para mim, por gentileza. Obrigado, pessoal. Obrigado. Se não fizer sentido, podem discordar, tá? Não sou o dono da verdade aqui. Eu sou aprendiz igual a vocês. Então é necessário entender que fugir, muitos de nós já sabemos disso, não vai Fazer com que o problema desapareça ou diminua, né, Patrícia? Na realidade, o que que pode acontecer, turma? É que a situação se agrave. Então, enxergar os acontecimentos de forma racional é a melhor maneira de de parar de
sentir medo e em busca de soluções. Lembre-se, lembre-se de uma coisa, sempre é tempo para mudar algo que esteja impedindo você de ser feliz. Sempre. E isso é uma mensagem maravilhosa para se levar adiante aqueles que estarão sobre os seus cuidados ou que já estão sobre os cuidados de vocês. Sempre turma. Deixa eu falar um pouco mais. Humanamente impossível, gente, formar um profissional em três semanas. Observem a apostila que vocês receberam. São 541 páginas com temas super atuais, mas que vai servir como ferramenta de consulta, ferramenta de Trabalho para vocês, porque tudo que for discutido
nesse curso aqui, vocês ainda vão receber material complementar em PDF, totalmente gratuito. E depois desse curso aqui, professor, acabou. Não, não, vocês não têm essa obrigatoriedade, mas nós temos capacitação continuada desde o EJA até a formação em graduação. Nós temos especialização em dependência química. Eu tô com a psicanálise eh clínica aberta no curso em andamento. Então, Cara, escolheu trabalhar com dependência química, não para de estudar nunca mais. Ah, e um detalhe importante, tá, turma? Se vocês escolheram dependência química esperando ficar rico, esquece, não fica rico. Não fica rico, mas a gente aprende coisa para caramba
e a gente cresce espiritualmente para caramba, não é não, Marcelo? É não, professor Marcelo, para quem já é linha de frente aí, a gente cresce para caramba, mas escolheu ficar rico, ô professor Felipe, esquece, não Fica rico de jeito nenhum. Tamo junto, turma, tamos junto. Nós estamos falando, meus irmãos, de dependência química. Pessoal, sabe aquela frase que nós já conhecemos? É um velho clichê, né? Que que a gente fala de dependência química? Dependência química é uma doença progressiva. Que mais? Me ajuda aí. Progressiva curável. Consequências. Fatal e fatal. Muito bem. Desliga os microfones. Eu quero
que vocês anotem aí. Ela é progressiva, incurável, fatal. E anota mais uma frasezinha aí na frente. Mata desmoralizando. Pode anotar. Mata desmoralizando. Me escutaram bem? sinaliza aí para mim. Obrigado, Luan. Obrigado. Não é legal. Não é legal. Eu sugiro que você faça um primeiro para depois fazer o outro, tá? Ô, Patrícia, agora, agora a psicanálise. Você tá na Psicanálise, né? Foi a psicanálise que você entrou, Patrícia, pode abrir o microfone. A psicanálise já é legal, né? Aí sim, conciliar os dois eu já acho legal, extremamente tranquilo. Mas anotem aí só pra gente não fugir. Legal.
Só pra gente não fugir. Eh, e é uma apresentação, né? Tá os microfones, por gentileza. Tô escutando uma televisão aí ao fundo. Obrigado. Progressiva, incurável, fatal. E vocês Anotaram a frase aí que eu vou cobrar durante o curso. Mata desmoralizando. Porque para quem viveu os horrores dessa doença sabe exatamente o que que eu tô falando agora. Olha só, deixa eu contar uma historinha para vocês. Contar uma historinha, não, eh, debater um assunto com vocês. Vocês concordam que o risco de um usuário hoje morrer por ele estar envolvido em assaltos é grande? Vocês concordam com isso?
Concordam bem. Só que maior ainda, Pessoal, é o risco de dele morrer assassinado por um traficante, porque esse aí não aceita ficar no prejuízo. Por isso que muitas famílias aí, nós vamos falar de codependência também bastante. Muitas famílias estão desesperadas, estão vendendo o que tem, não é verdade? Para que que eles estão vendendo, professor? Para pagar as dívidas adquiridas ali pelo seu dependente, pelo seu ente querido. Só que não para por aí. O cara continua Fazendo novas dívidas, as famílias continuam pagando, no entanto, chega um momento que não dá mais. Aí o que que se
faz? Se faz necessário tomar algumas atitudes drásticas. Aí nesses momentos, o que que surge? As internações, os grupos de terapias, alguns por desespero, a gente tá vendo isso na mídia, alguns por desespero estão amarrando seus filhos dentro de casa, mas não aceitam perder ele para as drogas. Já viram isso? Já viram isso na Mídia? tão amarrando os próprios filhos dentro de casa. Gustavo, vocês já viram isso, professora Márcia? Já viram, turma? Já. E aí, muito desgastada essas famílias. Muito bom. Muito desgastad as famílias, eles já não sabem como agir diante desse problema grave. Porque as
internações, deixa eu jogar outra semente no coração de vocês. As internações nem sempre sultem efeitos. Nem sempre. O cara deixa de usar a droga dele, a substância dele por Alguns dias ou meses, aí depois ele reincide novamente. Não é essa história que a gente conhece? Aumenta o número de internações pro tratamento da dependência. Só que todas as vezes que o indivíduo ele fori exposto, por exemplo, Patrícia, a um local onde se tem acesso fácil à droga, provavelmente ele vai ter uma recaída. Sabe por quê? Porque a gente não conhece aquela aquela aquele outro ditado que
a droga é a cereja do bolo ou é a ponta do iceberg, vamos Dizer. A gente não conhece essa frase. Tudo aquilo que está submerso ao iceberg precisa ser trabalhado. Eu pergunto para vocês, se a droga icebag, o que que tá submerso no icebag ali que precisa ser trabalhado? Abre o microfone aí alguém que queira me dar um feedback. Os comportamentos. Comportamentos. Que mais? personalidade, hã, a mente, a cabeça, a cabeça, a mente, as Frustrações, os microfones, por favor, lugares, carência. Muito bem. Frustrações, inabilidades com dinheiro, porque tem gente que pega no dinheiro já dá
vespa no estômago, meu irmão. É verdade. Não é verdade? O cara pega no dinheiro, não sabe nem o que que faz, já dá vespa no estômago. Traumas na infância, feridas emocionais, traumas emocionais, tudo isso precisa ser trabalhado, meu irmão. E é innegável, meus irmãos, que Muitos desses usuários já nem enxergam sentido para continuar vivendo dentro de casa, vivendo, porque eles estão deixando seus lares, eles estão indo pras ruas, eles estão usando droga o dia inteiro, estão dormindo debaixo de viadutos, estão dormindo nas calçadas, nos bancos das praças, enfim, os caras estão passíveis a agressões e
humilhações e vou dizer mais a sérios riscos de morte, porque na minha época Eh, não que eu seja velho, obviamente, né? Vamos dizer assim, experiente. Na minha época, professor Danilo, na minha época, professora Jadi, eh, tão me ouvindo bem aí? Sinaliza porque as câmeras fecharam todas, tá? Obrigado. Na minha época, quando eu saía para uma padaria ou para um cinema ou ou comer uma pizza, o máximo que eu via um cara fumando baseado na esquina e isso já era condenável, professor Danilo, já era demais. Hoje você pega sua família ou pega seu filho ou pega
a sua filha para ir no num no panificadora, por exemplo, para ir comer uma pizza fora. Professor Marcelo, vocês estão vendo é droga em cada esquina. Vocês estão enxergando verdadeiros zumbis andando para cima e para baixo de madrugada, geralmente com a mochila nas costas ou com material reciclável para trocar por droga. Faz sentido, professor Danilo, faz sentido. É isso que a gente Tá enxergando. E o estigma da sociedade chamam essas pessoas de zumbis, professor João. Até até em referência à droga zumbi, né? A a a linhagem dos casos, K2, K9, enfim, né? Tão chamando os
caras de zumbi. Legal, Patrícia. Tô tô vendo que você colocou ali no chat. Só que deixa eu falar uma coisa para vocês aqui, ô Natã. Porque as pessoas, o que a sociedade chamam de zumbi, as mães ainda chamam de filhos, Jeferson, as mães ainda chamam de filhos. Prestem atenção no nosso papel, queridos. E aqui no âmago e e aí eu me dirijo a vocês para quem é adicto obviamente para quem passou por isso. Aqui dentro os caras sentem um vazio sem explicação e passam a buscar a a a a a buscar de forma insensantemente momentos
de quê? De prazer que leva muitos a saírem de suas casas. Porque diante da pressão da família para Deixar de usar droga, para deixar de usar o craque, para deixar de usar a K9, os caras não vem mais sentido em continuar vivendo dentro do seu lar, mesmo sabendo que em casos de emergência eles sempre vão recorrer a quem? A família ou a Deus? Seja agnóstico, seja ateu, seja o evangélico, seja o católico, enfim, sempre, sempre. E nós vamos nos aprofundar mais sobre isso. Por isso aqui nós vamos tratar, meus irmãos, E falar de dependência química
com muita responsabilidade e importância que o assunto requer. Dependência química, anotem aí, é tratar com muito amor e respeito o que é o que essas pessoas merecem de nós enquanto ser humanos, enquanto profissionais. Talvez nem todos de nós, para quem foi internado, foi tratado dessa maneira, mas a Fenated não abre mão disso. Claro que nós estamos num curso com foco no conhecimento, né, Patrícia, mas também No tratamento humanizado, que não deve ser diferente. Aliás, deixa eu até fazer uma menção aqui para ver se vocês se faz sentido. Sim, obrigado. Obrigado. Obrigado, obrigado, obrigado, Silas. Obrigado,
muito obrigado, Silas, pela contribuição. Eh, bom, como bom adicto, eh, eu não tenho mais memória, eu tenho uma vaga lembrança. Ah, tava tava falando do tratamento humanizado. Hoje as unidades, professor Marcelo Ravi, Professor Jefferson, professora Eloa, professora Maria, professor Danilo, as unidades estão colocando assim na fachada. Clínica fulano de tal tratamento humanizado, comunidade terapêutica, tão tentão, tratamento humanizado, ou seja, estão utilizando a palavra humanizado hoje como maro de propaganda, como se existisse uma outra forma de entrar na vida de um ser humano que não for, que não seja de forma humanizada. Faz Sentido para vocês?
Só que nós sabemos, sem generalizar, obviamente, que de trás dos muros tem muita gente morrendo, tem muita gente apanhando de um profissional mal preparado, aliás, totalmente despreparado. E eu vou falar uma coisa para vocês muito séria, profissionais, vocês estão se capacitando dentro da fenatético. Bateu em acolhido dentro de clínica, distratou um adicto que perdeu o controle da própria vida. Esse cara não me Representa. Não me representa. Principalmente com poucas políticas públicas hoje profissionais de combate ao uso de drogas. Milhares de famílias sofrem. Por quê? Por quê? Pode abrir o microfone e me responder por qual
a opinião de vocês? Por que que diversas famílias estão sofrendo hoje? Qual que é a opinião de vocês? Porque pode falar, Ravi. Porque não tem Oi, boa Noite. Porque não tem lugar para colocar o adicto, né? Não tem tratamento correto, não tem. Eles não encontram na rede pública, né, o tratamento. Eh, que recebe o adicto sem, mas é mais forte. Isso faz sentido, mas é mais forte. A gente, só lembrando, né, só me corrigindo um pouco aqui também, que a gente não pode generalizar porque tem muita gente fazendo um trabalho lindíssimo por aí, não tem,
turma, tem muita gente que faz um trabalho Maravilhoso aí, né? Mas, Danilo, qual a sua opinião? Por que que muitas famílias estão sofrendo? Professor Danilo, professora, professora Maria, ô Natã, Gustavo, na opinião de vocês, professor Marcelo, por que que muitas famílias sofrem? Porque eu acho que não tem o apoio, né, adequado. Obrigado. Até porque eles são seres humanos e e pra maioria eles são tratados como lixo, né? E eu não concordo porque é uma doença, né? E essa Doença, como ela não tem cura, ela tem que tem que ter o tratamento, então eu acho que
deveria ter mais atenção. E cada dia que passa eles estão crescendo cada vez mais. E aí, como é que vai ser isso? Vai jogar fora? Sim, é um tratamento contínuo, contínuo. Há um descaso muito grande, né? Há um descaso muito grande. Muito legal. Muito grande. Muito bom. Geralmente eles eles culpam a mãe, a Família por eles estarem neste estado. Muito legal, Patrícia. Muito legal. Gente, deixa eu jogar uma semente no coração de vocês. Pode votar. Só um minutinho, posso falar? Eu, por experiência própria, vou te dizer assim, ó, que eu acredito muito na falta da
da do entendimento. eh já vem de de de, né, da da criação, enfim, por causa que eu agora, para honra e glória de Deus, faz 3 anos e meio que tô eh limpa do álcool, Mas eu assim tenho por sofrimento, a minha filha passou, né, pelo sofrimento da mãe ter aquilo ali, eh, veio problema judiciário, divórcio, enfim, tudo por causa do álcool. Só que eu vejo que eu fui taxada a tudo isso que as pessoas não entendem em família e nem na sociedade, né? Eu fui o monstro que quis acabar com a família e então
eu tive que eu sozinha buscar ajuda, tanto que eu vim parar aqui com vocês, né? E tô fazendo terapia em curso de terapeuta, Enfim, eu quero salvar vidas. Opa, manda manda um monte de energia de eme lá pra professora Maria, gente. Dá um salve para ela igual a todos nós. Nós estamos na pegada. Tamamos junto. Todas lives. Gente, deixa eu falar uma coisa para vocês. Deixa eu falar uma coisa para vocês. Hoje os órgãos reguladores, por exemplo, como Anvisa, o próprio Ministério Público, já estão chegando na unidade, tá falando assim: "Ah, ô terapeuta Maria, ô
terapeuta Natã, ô terapeuta Ravi, tô vendo aqui que você tem um plano terapêutico patos para seus acolhidos, mas o que que vocês estão oferecendo pra família? já estão fazendo essa cobrança dentro das unidades. E eu falo todos os meus alunos que entram para fazer o curso, o profissional que não está preparado ou que não queira se preparar para enfrentar os transtornos de uso de substância que inclui tratar a família, Eu já dou uma sugestão bem legal. pega um carrinho de picolé e vai paraa praia vender. Vai paraa praia vender, meu irmão. Não serve para ser
terapeuta. Então aqui, ó, só para deixar uma semente no coração de vocês. Milhares de famílias hoje estão sofrendo por todos esses motivos que vocês trouxeram, mas principalmente os microfones, por favor, tá dando interferência. Obrigado. Milhares de famílias sofrem Por todos esses motivos que vocês trouxeram para nós aqui, mas sofrem porque eles amam alguém que perdeu o controle sobre a própria vida. Vou repetir. Eles sofrem porque amam alguém que perdeu o controle sobre a própria vida. Só que nós sabemos hoje, né, que a dependência química, a dependência química, ela é uma doença com tratamento. Hoje, hoje,
turma, e vocês devem ter sentido isso na pele, para Quem é dito, a dependência química, ela é vista hoje pela sociedade, eh, o dependente químico como marginal, mas nós aqui na Fenat não. Aqui não, queridos, a Fenated vê, vê cada um de vocês, vê cada dependente químico como doutor, como um professor. Por isso que eu trato vocês como professores, como terapeutas, como médico, que seja um trabalhador braçal honrado. Não gosto de falar de mim, mas vou falar bem rapidamente, tá? Não vai Levar nem 30 segundos. Eu venho de uma família muito humilde, mas funcional. Todos
são trabalhadores e um dia eu desandei. Eu não sabia que tinha essa doença, como se fosse uma válvula de escape, né, dentro do meu cérebro. E quando eu usei droga pela primeira vez, pum, deu aquele estal, parecia que tudo que eu queria eu tinha encontrado. E de fato eu tinha mesmo. Então eu usei droga e depois eu fui escolhido. Sabe por quê? Porque eu não conseguia mais Parar. Mas eu me internei e eu fui tratado com muito respeito na minha internação e com muita dignidade. E é dessa forma que eu vou passar pra frente e
cobro dos meus alunos. Eu, professor Adriano, sou muito realizado com o trabalho que eu faço. Cada um de vocês que entra por essa janela para participar do nosso curso, é como se fosse uma espécie de afiliado meu. Eu tenho essa necessidade. Eu sinto esse dever de trazê-los, de tratá-los com Muito respeito, com muito amor, porque vocês merecem isso de nós. Eu já fui plantonista, eu já fui conselheiro, já fui monitor, mas eu sempre tentei mostrar para eles que nós somos portadores de doença que não tem cura, mas é tratado. Eu sempre estive com eles o
mais próximo possível. Eu fazia, sabe, aquela rotina, aquele cronograma maçante de todos os dias da mesma coisa, sabe, turma? Eu fazia noite de churrasco, eu fazia noite de pizza, eu fazia reuniões, Dinâmicas, eventos, situações diferenciadas, tudo para mostrar para eles que é possível viver sem álcool, sem drogas. Agora, por que que eu fazia isso, professor? Senhor, fazia isso porque se eu queria conquistar eles? Se eu queria com alguma obtenção de benefício ou algo assim? Não. Olhem aqui, presta atenção no que eu vou falar. É porque eu me vejo neles, assim como eu me vejo em
vocês. Aliás, o poder superior da forma que eu Compreendo se manifesta a cada olhar de vocês. Portanto, vou jogar uma semente, vou dar na rótula de vocês agora, mas com muito respeito, tá? E eu tenho certeza que vocês vão me dar um crédito por causa disso. Se for para ter uma CRT no final desse curso ou um certificado pregado na parede para servir apenas como status, que não seja para entrar na vida de outro ser humano com muito amor e respeito, meu irmão, sabe o que que vocês fazem? já recebe a carteirinha, já Quebra, já
pega o certificado e já rasga, porque não tem validade nenhuma, não tem valor algum se não for para entrar na vida de outro ser humano com muito respeito. Abre o microfone aí e fala assim: "Tamos junto ou não? Estamos junto, pode fazer barulho. Estamos juntos. Estamos juntos juntos. Estamos juntos. Estamos juntos juntos. Estamos juntos. E vocês olhando queria dar uma palavrinha, não sei se eu Posso. Pode. Sabe o que que eu percebo? Sim. Eh, a sociedade é uma sociedade muito complicada, muito moralista, muito preconceituosa. Sabe? Falar de adicção é um tabu muito grande que a
gente tem que quebrar. Sabe? Eh, eu tive internada há três meses no centro terapêutico lá, até que era bem Humanizado, por isso que eu tava doida para poder falar assim, era bem humanizado, não tinha agressões, era bem tranquilo assim. E foi um divisor de águas na minha vida. Eu precisava muito. Eu eu eu fui fiquei três meses, já voltei, já tem um mês e meio. E Adriana, assim eh não não usar, não fiquei tanto tempo no uso, fiquei durante uns 7 meses antes da minha Internação. E e é um assunto que tem que ser falado
sim. E a questão da espiritualidade é muito é muito interessante porque eu tive uma conexão com a espiritualidade muito forte que lá a gente fala. Como que é seu nome? Ana Paula. É Ana. Ana Paula. Você você é de Minas, Ana? Oi. Você é de Minas? Não. Sou de Minas. Uai. Ué, não nega, né? Que não nega. Mas olha só, mas olha só uma coisa interessante que a Ana Trouxe para nós, turma. Ana, obrigado pela coragem. Obrigado. Para mim, eh, não interessa o que aconteceu na vida de vocês, sabe? Não interessa o que o que
que a gente faz com que aconteceu na vida da gente. Vocês estão de parabéns. Ana guerreira, viu, guerreira, tamos junto. A Ana tá me mostrando uma coisa que eu preciso passar para vocês, eu preciso passar para vocês, Ana. Eh, eh, os microfones, por gentileza, Patrícia. Ana me fez lembrar uma coisa que eu Preciso passar para vocês e vocês precisam passar pros acolhidos, professor Flávio. Parar de usar é o mais fácil, permanecer limpo é que tá aí a grande pegada, não é, Maria? Não é não, gente? É, né? Então, aproveitando, eh, aproveitando que a Ana falou
de espiritualidade, gente, nós vamos falar de 12 passos no curso. Claro que sim. Primeiro que é o meu programa de recuperação. Sou da irmandade desde 1996. Eh, e mesmo que vocês não gostem, não tem jeito. Tem que falar de 12 passos. Hoje o terapeuta que não fala da metodologia dos 12 passos, ele tá fora do mercado de trabalho. 90% todas das unidades têm a metodologia 12 passos como como uma das ferramentas de de de abordagem terapêutica. Porém, eu vou pr vou vou vou plantar outra semente no coração de vocês como profissional, porque eu falei para
vocês que eu sou da irmandade, mas como profissional, se eu Ficar eh eh apenas ficando facilitando reunião de primeiro passo, aí eu vou ali no PPR, vou pro segundo passo, aí chega, chega um acolhido novo, volto lá pro primeiro passo, aí vou para aquela espiritualidade. Gente, a espiritualidade, a a da maneira que é conduzida hoje arrebenta meu coração. Acaba com o acolhido, destrói com o acolhido. Porque geralmente, vê se concordam comigo aqui, gente, eu não tô aqui para mudar a forma de como a Instituição trabalha, não, tá? Mas de como nós, como profissionais, podemos conduzir
uma uma reunião espiritualidade de forma diferente. Geralmente é o quê, Luá? Geralmente é o quê, Patrícia? Geralmente é o quê, professora Ana? Geralmente é, faz um ciclo, não é? Tem um cara que toca um violão. É ou não é, professor Marcelo? É ou não é, gente? Aí tem um lá que vai toca um louvor, aí o outro fala um pouco da da palavra, o que que foi dito na leitura bíblica. Daqui a Pouco encerra com louvor de novo. Aí oração da serenidade, não é verdade? Filosofia de top, reflexões diárias. Ou então a leitura do sol
por hoje. Pronto, mecanizada. 5 minutos depois, gente, pode chegar no seu acolhido e perguntar: "Ó, o que que foi dito hoje na passagem bíblica?" Comumente, a resposta vai ser assim: "Não lembro". O que que foi dito na reflexão de Áries de hoje? Não Lembro, porque é mecanizada. Não dá oportunidade para quem é do espiritismo, dá não dá oportunidade para quem é evangélico, não dá oportunidade para quem é católico, não dá uma oportunidade para quem é do tambor. Tem gente dentro da espiritualidade que tem dificuldade com poder superior. Tem gente que é agnóstico. Tem gente que
que que temar em algo maior do que ele. Os caras estão vindo com o rafo dação ativa e trouxe tudo para dentro. Vocês querem Uma experiência? Abre a janelinha, olha para mim. Uma experiência bem legal para quem trabalha hoje aí, se vocês têm uma área verde, pega de manhã essa turma em silêncio. Pedem eles para fazer uma caminhada em silêncio, ouvindo apenas o barulho da respiração, o sopro dos do vento, o barulho das águes, o barulho das águas, o barulho eh eh eh dos pássaros cantando. Isso é conexão com algo muito Maior. Respeito à diversidade,
respeito a crença de cada um. faz uma fogueira, cantam filhos de Deus, seja lá qual Deus você acredita e deixe que cada um se manifeste espiritualmente da forma como compreende. Isso é espiritualidade. E eu vou me tornar um profissional engessado se eu ficar fazendo passa. Deixa eu falar uma coisinha que eu não aguento. Pois não. Isso é super Interessante. Sabe por quê? Pois é. Porque é uma coisa assim que fala sobre, no centro terapêutico que eu fiquei, fala sobre eh o poder superior, porque ali são pessoas de são cada um de um jeito, são evangélicos,
são são cada um de uma cultura de su de uma crença diferente. E muitas, e aonde eu fiquei era feminina, só mulheres e muitas não não eh participava da lá na da reunião nossa, não Participava da espiritualidade, sim, muito não participava da espiritualidade e era muito mecanizado mesmo. Só que eu, como eu gosto muito de tentar fazer a diferença, eu sempre dava opiniões, eu pegava a Bíblia, às vezes era só ler algum alguma coisa e pronto. Não, mas eu falava, gente, e eu perguntava, sabe? Eu já tava, acho que já tava exercendo já o meu
meu meu de uma certa forma, né? De uma certa forma. Falava, gente, vamos aí, vamos falar Cada um, vamos falar um pouquinho, sabe? Então assim, é bem mecanizado mesmo. Eh, não dá tanta a palavra pros outros falarem o realmente o que que é. Gente, gente. Ô, Ana, se você reparar, pessoal, isso que a Ana tá trazendo, se vocês repararem nessa reunião mecanizada, se vocês olharem, gostaria de uma velinha, tá? Depois se vocês olharem 20 minutos no grupo, tem gente batendo o pé no chão, tem gente pedindo para ir no banheiro toda hora. Já tem gente
Passando a mão no cabelo, coisa que eu não tenho mais, né? Mas a tata tá passando a mão no cabelo, é doido para eu não acabar porque não aguenta mais aquilo. É verdade. É verdade. Não é só na espiritualidade não, doutor. É até na reunião com terapeuta quando tá junto, sabe? Eles fazem isso. Gente, ó, olha aqui. Olha aqui. Depois, quando vocês forem facilitar uma reunião, principalmente depois da sonoterapia, tem os caras que mandam a reunião de 2 Horas meia depois da sonoterapia. Vai perder o grupo, cara. vai perder o grupo porque depois de um
certo momento já não entra mais nada. Não entra mais nada. Faz sentido para vocês? Sinaliza aí para mim se faz sentido para vocês tudo. Então, eh, professor, eu aonde eu fiquei, eh, eu, eu tenho comigo assim, ó, que eu tive um contato, eh, íntimo, direto com Deus, ele comigo, não foi nem eu, na época que eu que eu tava no uso do álcool, né? Eu tive assim um uma hora De de decidir, tipo assim, ou é aqui ou ou ou ou tu vai tu não sai daqui agora, né? Aí eu decidi. Então o que eu
digo assim, sempre foi Deus e eu. Lá na na aonde que eu pedi, eu busquei, foi eu sozinha em tudo. Hoje aparece os os endeusados, né? Mas foi eu de fato sozinha mesmo, aonde eu tive quando quando eu pedi, quando eu eu fiquei que eu fiquei 14 dias internada só, e a minha psicóloga falou que o meu caso era curar a doença para daí me livrar do Álcool, que meu problema não era o álcool, era o que tava me levando ao álcool como válvula de escape. Então eu percebia muito lá em toda a rede de
acompanhamento, porque como eu falei, veio justiça, enfim, tudo, né, por causa de processos e muita coisa. Aí lugares nenhum dessa rede toda de acompanhamento que eu tive em 3 anos é falado sobre o Altíssimo, sobre o nosso Deus, sobre a a fé. Lá mesmo, lá dentro, eu tive que Pedir para que a minha psiquiatra colocasse no laudo que ela teve que levar pra juíza, que não fui eu, foi Deus. Porque mesmo lá dentro, em todos os lugares, eles falam para mim: "Como tu é forte! Olha como tu hoje pode tudo porque tudo que tu superou,
enfim, mas tu não fui eu. Eu digo, tem muitas vezes que eu não caminhei por mim, foi Deus caminhando em mim, sabe? Mas eu identifico. O que eu tô tentando trazer Para vocês é exatamente basicamente isso, porque hoje como profissional eu tô falando, eu preciso entender que existem outras técnicas de tratamento, não existe? Existem outras disciplinas que precisam ser abordadas. Vou citar uma para vocês, como por exemplo, eh, a inteligência emocional. Isso precisa ser discutido. A espiritualidade precisa ser discutida de uma forma mais livre e menos dogmática. Deixa eu jogar uma semente no Coração de
vocês, porque eu tô vendo que tem muito adicto na sala. E vamos lembrar que nós estamos num curso de capacitação, por isso que nós precisamos pegar algumas coisas, alguns alguns alguns mans. E eu vou lançar essa semente no coração de vocês, meus irmãos, eh, com todo respeito e carinho. E talvez doa olha aqui, ó. Olha para mim. Talvez doa, professor Gustavo. Talvez doa, Luan, talvez vai doer, professor Silas. Talvez vai doer, Felipe. Quantas vezes? E essa mensagem precisa ser levada adiante aí paraos seus acolhidos, hein? Mas quantas vezes por causa de droga? E álcool também
é droga, né? Né? Né, professora Maria? Você foi embora, você partiu, você deixou para trás olhares perdidos, lágrimas que ninguém enxugou, corações sangando em silêncio. Quantas vezes? Precisa responder, não. Faça uma Reflexão. Quantas vezes seus filhos perguntaram por você e receberam sabe o quê, turma? Apenas o eco do vazio. Quantas quantas noites a sua família passou em claro rezando para para você voltar, para você voltar inteiro, para que você simplesmente voltasse vivo? As drogas tomam tudo, tudo. Elas roubam o o sorriso de quem? De quem você ama. Elas destróem lares, elas rasgam a alma, mas
há um caminho de volta. Sempre há. Tá aí Vocês. Vocês são mensagem viva. Vocês para mim são um milagre vivo. E se hoje, depois disso que eu falei, você tá sentindo medo da dor que causou, lembra de uma coisa, irmão, ainda há tempo para recomeçar. Ainda existe amor esperando por cada um de vocês. Responde uma coisa, só sinaliza assim com a mão. Por exemplo, quem tem filhos pequenos, por favor, quem tem filhos pequenos, sinaliza aí com emoji. Silas, já passo para você, tá, querido? Já passo aí a palavra, tá bom? Só um minutinho. Legal. Deixa
eu jogar uma semente no coração para doer também e para vocês mandarem essa mensagem adiante. Professor Casa, já passo pro senhor, tá? Só um minutinho. Quantas vezes? Até quando, aliás, a sua mãe Ah, tá beleza, professor C. Obrigado. A sua mãe ou o seu pai ou ou ou o seu seu avô ou seu tio vai ter que ir lá na escola do seu filho e eh receber o presentinho do dia Das mães ou do dia dos pais, porque você não tá presente, você tá se drogando. Até quando isso vai acontecer? Qual que é o legado
que vocês querem deixar com pessoas, seres humanos e como profissionais? A luz na vida do outro ou aquela pessoa que foi no fundo do poço e preferiu ficar por lá mesmo porque sempre existe uma saída. Porque a dependência química, ela é uma condição devastadora que impacta, como a gente a gente comentou aqui Agora, não apenas a pessoa que enfrenta doença, mas também todos, não é, Ana? todos que estão ao seu redor, especialmente a família, o sofrimento, as dores, os ressentimentos causados por essa realidade cria um cenário de profunda dor emocional, meus irmãos. Dor emocional e
desestrutura todos os laços afetivos. As famílias e pessoas em situação de dependência química, elas enfrentam um Desgaste emocional intenso. Imagina que olha para mim aqui, vê um ente querido se autodestruir por meio do uso abusivo de substância é uma experiência dolorosa marcada, sabe por quê, pessoal? por sentimentos de impotência, de tristeza, de frustração. Esse é o sofrimento agravado pelo comportamento imprevisível que muitas vezes acompanha a dependência química. Sabe o quê? Mentiras, manipulações, crises de agressividade. Essas são as dores Causadas da dependência química, porque ela não afeta apenas o o aspecto, perdão, emocional. Muitas vezes as
famílias enfrentam dificuldades, inclusive financeiras, por causa dos gastos descontrolados com com droga ou abandono de responsabilidade pelo dependente. Outra coisa, a convivência com essa com essa instabilidade que é gerada pela dependência, porque eu fui o terrorista da minha família, tá? Aquilo aqui é um adicto, não é Sant? Eu fui o Terrorista da família. Então essa instabilidade que é gerada pela dependência pode levar ao esgotamento físico, pode levar o esgotamento mental das pessoas que cuidam de familiares mais próximos. É o ressentimento que emerge. O ressentimento, turma, é um sentimento comum em famílias com que convive com
a dependência química, porque ela pode subir, ela pode surgir e como como resultado de De Vamos lá, vou dar na rótula vou dizer vocês de novo. Sinaliza para mim se vocês estão escutando bem. Não deixa a lágrima cair, não tem problema não. A gente precisa sentir. Nós somos servidores e e e e servidores aqui da alma, irmão. Precisa sair da alma. Tudo que nós foros fazer vai doer. Mas a dependência química, ela surge como resultado, sabe de quê? De promessas Quebradas, de decepções repetidas. aquele sentimento de abandono emocional e esse ressentimento pode se tornar uma
barreira paraa reconstrução de laços familiares e a própriação do dependente. Te digo, professor, que eu hoje já me considero uma fênix, porque eh foi eh fugindo de um relacionamento narcisista que eu caí no álcool e fugindo do álcool, glória a Deus, eu caí aqui e daqui para frente só, só só bênçãos. Eh, hoje tô bem com a minha filha, graças a Deus tô com a guarda dela, que conseguiram até isso me fazer durante o processo de recuperação, me tirar, enfim, né? Foi, caiu, caí, eh, caí no fundo do poço e cavei mais um pouco. Daí
lá eu conheci olhar para cima. Mas ela cria, ela cria, de uma certa forma um ciclo de dor que perpetua o sofrimento. Eu chamo isso de maldade da dependência química. A dependência química, ela é descrita como ela ela é descrita como uma doença cruel. Mata desmoralizando, porque ela transforma o comportamento do indivíduo, leva ele a agir de maneira alheia aos seus valores e à suas relações. E essa transformação pode ser percebida como uma forma de maldade por aqueles que sofrem as consequências, mesmo que seja um reflexo, turma, da condição de saúde e não de intenções
conscientes. Apesar da Oi, você falou uma coisa importantíssima, que você faz coisas que Você não quer. Ela tira todo o seu senso crítico. Uhum. Todo o seu, toda a sua razão, você perde o senso crítico. Eh, é uma coisa assim que é é cruel. é cruel, é triste e e e uma coisa muito falade dependência química é muito cruel. E e eu falo uma coisa que eu aprendi na na minha terapia, no meu estudo, é assim que primeiro você tem que parar de usar e você tem que se Aceitar, tem que ter aceitação. Os primeiros
e antes de Ó, uma coisa muito interessante, ô Ana, antes de entrar na aceitação, e aí e aí quando a gente entrar em 12 passos, que vai ser comigo 12 passos, inclusive. Sim. Se preparem, hein, que o chicote vai estar lá nos passos. Ai, ai, ai. Muita água vai rolar debaixo da ponte, mas isso eu explico durante a a disciplina, tá bom? pra gente não não cara, porque apesar dessa profundidade Das dores, dos ressentimentos, turma, é possível encontrar caminhos para superação. Olha aí, vocês são exemplo. Então, a educação sobre a dependência química como uma doença
crônica é essencial para reduzir o estigma que vocês estão falando e trazendo para nós e promover a compreensão. Por exemplo, famílias, grupos de apoio como Aranon, Naranon, eles oferecem suporte emocional para as famílias, ajuda a lidar com o impacto da dependência química nas na Nas na na nas vidas deles. Outra coisa, terapia familiar, eu tô com com outro curso em andamento que é eh psicopatologia com viés na codependência familiar, na codependência emocional. Então, a terapia familiar aqui já peguei aqui, eu já peguei bem uma parte ali que tu falou sobre o o acompanhamento da família.
né? E e o o dependente, a gente como que que passou, já passou por isso. Eu acho que nós, mais do que qualquer outros, né, ainda já por ter passado por Isso, é mais forte ainda que tu entender a pessoa também que fica nessa crise e fica sozinho, abandonado, porque o o pessoal não quis saber, sabe? Me largou lá. Quer dizer, me largou não, eu fui, né? Mas gente, vocês nas visitas, desculpa Maria interromper uma coisa muito importante que vocês estão trazendo, vocês como funcionários também precisam ajudar as famílias, tá? Porque a terapia familiar, ela
pode ser um instrumento, ela é um instrumento Extremamente valioso para reconstruir relações, restaurar confiança, estabelecer limites saudáveis, priorizar o autocuidado. A Ana, a Ana trouxe uma coisa interessante, porque isso também são passos fundamentais para preservar saúde mental e emocional de todo mundo que tá envolvido, de todo mundo. Gente, gente, gente, a dependência química, ela é uma doença que deixa marcas profundas, mas que também pode ser uma oportunidade de resiliência, Oportunidade de crescimento, reconhecer a dor, Ana, enfrentar o ressentimento e buscar ajuda são passos fundamentais para transformar ado uma grande força da mostrar também para para
o próprio dependente que quer sair, que claro, se tiver o apoio, né, familiar. Ótimo. Se não tiver, não tá sozinho. Estamos junto. Porque muitas vezes a gente não tem o apoio familiar ou outros que tiveram lá onde que eu tive, ninguém largaram lá e tchau, né? Então é Muito importante também. É hoje eu espero que hoje eu falei, prometi para vocês que amanhã a gente já entra com disciplina propriamente dita, mas hoje também foi disciplina. Olha o tanto que nós aprendemos juntos. Eu espero que a aula de hoje tenha sido um mergulho profundo na alma
de vocês. Eu espero que tenha sido um momento carregado de muita emoção, de reflexão, sabe? Para quem já sofreu com a dependência química ou ainda vive essa realidade aí, cada Palavra pode ter suado aqui. Eu espero que tenha tenha suado para vocês como um abraço, como uma lembrança, ao mesmo tempo uma esperança. A dor, aquela dor que muitas vezes é invisível, ela aqui hoje ela ganhou voz. Tenho certeza. como se finalmente a gente pudesse ser, ela pudesse ser ouvida em toda a sua plenitude, professora Ana, mas a mensagem mais poderosa hoje foi destinada a todos
nós profissionais que estamos ao lado dessas pessoas todos os Dias. Uma lição que eu espero que tenha tocado no fundo do coração de cada um de vocês, lembrando a todos a importância da empatia, da paciência, da resiliência. Então hoje, se vocês perceberam e tiveram essa sacada, o foco não foi apenas na técnica, mas na conexão humana. Eu pens cada palavra que eu escutei, só um minutinho, só para mim não me perder, cada história que eu ouvi e cada frase que eu distribuí através Das minhas mensagens, através da aula de hoje, né, cara, foi um convite
para vocês enxergarem além do sintoma, para ver o ser humano que luta, que luta e que sofre. E e quanto eh essas palavras lindas de vocês, eh partiu de mim também, os colegas que emprestaram ouvido com muito respeito em silêncio, quando elas desenrolaram aí, cara, eh, eu tenho certeza que foi impossível não sentir o impacto, como se nós estivéssemos todos em um corpo só, Carregando um pouco dessa dor na alma, sabe? para vocês conselheiros, demais profissionais, eu espero que essa aula tenha sido o encontro de hoje. O primeiro de três semanas tenha sido uma reafirmação
de propósito. Se cai o lágrima, meu irmão, cada porque vai cair mais, tá? Vai cair mais. se prepare, porque cada lágrima que ameaçar a cair, quando a gente ouve essas histórias, vai lembrar o a todos nós o quanto que é necessário, Professores, um olhar que cura, uma disputa que acolhe, Adriano, uma presença que não julga. Foi, pode falar. Eh, eu nunca utilizei, né, nenhum tipo de droga, mas vivi com uma pessoa que utilizou muitos anos. Vivi com ela momentos horríveis, dos quais que ela vendeu tudo que eu eu tinha dentro da minha casa por causa
de droga. Eu vi minha casa sendo invadida por Traficantes por por conta de dívidas, né, de droga. Infelizmente tudo que eu pude fazer na época eu não tinha esse entendimento que eu tô tendo hoje, né? Eu não tinha essa explicação, eu não tinha esse acolhimento. Aí e eu entrei nesse nesse curso para tentar fazer eh passar paraas pessoas o que eu passei e que eu não desejo que ninguém passe. Hoje, infelizmente, a Pessoa já veio a falecer devido a isso, né? Foi assassinado e só tem dois caminhos. No caso, no três, né, que agora eu
venho aprendendo, ou ele procura essa ajuda aqui que você vem nos ensinando, ou ele vai pra cadeia, ou ele vai pra cova. E não é fácil, não é fácil isso. E não é necessariamente nessa ordem a morte pode chegar primeiro. Não, porque afinal nesse caso, é, nesse caso dele chegou, veio a a cadeia, veio a clínica e depois Veio a morte. Entendeu? Entendi. Aqui, ó, gente, eu respeito, eu respeito. Podem desligar os microfones, por favor, pessoal, por gentileza, para não dar interferência no meu aqui. Eu entendo e recebo com muito respeito, muito carinho e admiro
a coragem que vocês têm de às vezes até compartilhar um pouco da história, mas nós precisamos entender que aqui nós estamos para aprender como levar essa mensagem adiante, porque afinal o caminho paraa recuperação ele Não é feito só de ciência, ele é feito realmente do que vocês trouxeram hoje para nós, de amor e compreensão. E para mim são ingredientes essenciais aí, professores, para quem escolhe estar na linha de frente dessa batalha. contra a dependência química. Porque um filho, presta atenção aqui, ó, nós temos 10 minutos. Um filho, presta atenção nessa história. Um filho que depois
depois que ele exigiu ali, muito antes do tempo Dele, ele exigiu a sua herança, né? Ele abandonou a sua casa, ele gastou tudo de forma muito responsável, tudo aquilo que ele havia recebido. Ele ficou numa situação de tamanha miséria que ele chegou a desejar a comida dos porcos. Só que ele se arrependeu. Ele ficou arrependido daquela decisão que ele tinha tomado, decisão obviamente errada, né? Decidiu voltar para casa e quando o pai dele avistou, ele ficou compadecido, correu, abraçou e beijou. Porque a Alegria do pai, professores, era pelo filho em casa. Eu pergunto para vocês,
do que que eu estou falando. Nosso pai, nosso pai todo- poderoso, nosso pai. Eu tô falando do filho pródico. Tô falhando, tô falando, tô falando do Eu lá ia falar do filho pródigo que voltando e o pai recebeu filho, né? É incrível. Hoje hoje, mas hoje nós estamos vivendo uma epidemia de filhos pródigos que por causa de droga não Consegue mais conviver com as suas famílias. Os caras abandonam, olha aqui, vê se faz sentido. Vê se faz sentido. Os caras abandonam suas casas. Repito, vão morar lá nas ruas, vão dormir debaixo das marquisas, os viadutos
dentro de boeiro vão dormir no meio do mato e gente, gente, são homens, são mulheres, são jovens, são idosos, são nossos pais, são nossos filhos, são nossas esposas, são nossos maridos, pessoas que há pouco tempo, meus irmãos, estavam em casa com As suas famílias e hoje vivem em situações humilhantes. Repito, mata desmoralizando e a sociedade não não, né? Não, não, não tem e essa esse entendimento que a gente tá buscando por ter passado, por isso eh que tu tá passando para nós, né, de que todo mundo somos iguais, todo mundo erra, todo mundo merece a
a se reerguer a a uma nova vida, né? Claro, claro. Mas eh dificilmente, Dificilmente ter essa oportunidade, essa chance. Por falar em oportunidade, eu gostaria, antes de encerrar parabenizar a todos vocês. Espero que tenham gostado dessa apresentação. Hoje é o primeiro dia de três semanas. Vocês se preparem, gente. Mas eu gostaria de parabenizar por estarem na aula presente, na aula ao vivo. Claro que a gente eh eu vou vou liberar a aula gravada, mas gente, mas não tem igual isso aqui, ó. Não é igual Isso aqui, não é igual essa troca de experiência, essa troca
de conhecimento, nunca nunca vai se comparar. Então, parabéns para vocês. Vocês poderiam estar escolhendo aí, sei lá, um futebol, uma novela ou comer uma pizza com a família, não. Vocês estão aqui compartilhando conhecimentos junto comigo e eu farei parte desse com você. Por, doutor, isso aqui para mim, com certeza, para todos os meus amigos aqui, é prioridade. Muito bem. Muito bem. É isso, ó. Eu acredito uma coisa, eh, o melhor na vida de cada um de vocês ainda está por vir, tá bom? A minha palavra de hoje é gratidão. Gratidão me define. Muito obrigado por
vocês estarem aqui. Amanhã estaremos juntos. Espero vocês às 19:30. Um detalhe, hein? Um detalhe, um detalhe. Pense no Enem. Se vocês chegarem para pra prova do Enem 19:31, vocês entram, não entram, né? Não Entra. A aula é 19:30, não é 19:35, tá? Quem chegar atrasado amanhã vai lavar a louça da janta de novo, tá bom? Ô, gente, ó, beijo no coração. Espero que vocês tenham gostado e a gente se encontra amanhã às 19:30. Valeu, fiquem com Deus. Pessoal, até amanhã pessoal, boa noite. Boa noite, tchau pessoal, boa Noite. Tchau, gente. Tchau, gente. Tchau. Tchau, gente.
Deus te abençoe.