Descobriu o que quebrou aquele dia? Sim. Chama energia carregada. Tem uma eh um suporte de de papel de papel. Foi que eu imaginei pelo barulho. Exato. Ai como você está? Semana tá mais tranquila, exaustiva de trabalho, mas emocionalmente mais tranquila. Sim, né? Consegui elaborar algumas coisas ao longo da semana partindo daquilo que a gente falou, da retomada do básico, do começo, da Compreensão de mim, das minhas necessidades, daquilo que eu talvez tenha deixado passar. Eu comecei a retomar algumas falas nossas, pensando assim, se eu começasse hoje comigo, se eu fosse meu terapeuta e eu começasse
hoje, que que é a primeira coisa que eu falaria, né? E aí eu parti daquela pergunta, que que eu quero para mim? E aí eu retomei que hoje eu só quero leveza. Partindo disso, eu quero, por conta dos Trabalhos, já há muito peso e muita responsabilidade. Eu acho que eu gostaria para mim nos momentos de lazer é leveza. E aí a ideia de como conquistar essa leveza, aí ela passa para um processo um pouco mais mais eh mais linear, por eu tenho a impressão que para eu ter a leveza eu tenho que fazer o que
ele quer. E aí para se eu faço o que ele quer, eu também tô abrindo mão de mim só para Fazer o que ele quer. Aí eu fiquei nessa dicotomia e foi aí que eu travei. Sim. Exato. Mas quando você fala, por exemplo, eh, nesse sentido de fazer o que ele quer, eh, você consegue dar algum exemplo? Sim. Por exemplo, um dos motivos do conflito foi querer ir para a sauna com acesso ao corpo do amigo. Nós não levamos nós, ele, eu acabei de sair daqui, ele mandou uma mensagem exatamente sobre a sauna. Uhum. Aí
eu Fui responder na sexta, no sábado. É porque a pergunta foi: "Você gostaria de ir?" A resposta é sim. Você, se a pergunta fosse, você precisa ir? Não, mas como eu também gostaria de ir para entender como em que momento eu a gente chegou, a gente foi, eh, para mim não foi satisfatório. O espaço não me contemplou, não me relaxou. Eh, eu não consegui me excitar, não consegui sentir desejo, por mais que muit muitos caras me acessaram. Mas sabe quando não Não quando eu digo assim, parece que eu não deveria estar ali, né? Mas ah,
é errado. Não, não é errado, não é suje, né? Só que tipo, não era ali que eu queria tá. Quando você me fala que você respondeu no sábado, eh, só para eu entender, né? Vocês moram juntos ou não moram juntos? Não, nós somos casados e moramos juntos há 15 anos. Exato. Até foi isso que eu entendi. Mas aí você respondeu: "Ah, Pergunta dele no sábado." No sábado. É, não. Ele falou: "Ah, você pode pensar". E eu realmente parei para pensar e enquanto eu digeria a nossa sessão, eu tive que lidar com mais isso, né? E
aí eu falei: "Ah, eu vou olhar primeiro para mim, vou vou fazer vou sair daqui, vou fazer as reflexões que eu preciso para só depois se eu tiver bem, se eu conseguir chegar e aí no sábado lá por volta de umas 11:30, meio-dia, eu chamei ele para conversar, falei: "Ó, você me Fez essa pergunta". Eu fui como se fosse tópico, a pergunta dele vieram vieram em blocos. Eu fui respondendo o bloco por bloco. Uhum. Né? E você acabou ali fazendo aquilo que ele queria. Hum. Teoricamente? Sim. Teoricamente sim. Mas eu queria ir para entender. Não
tinha, eu não estava com necessidade de ir. Mas como ele fez o convite, eu pensei: "Bom, eu posso experimentar o espaço e entender como eu me sinto diante da dele. Porque se fosse um espaço em que Eu fosse fal: "Não, não quero mais voltar, para mim não dá". Eu ia jogar no peito dele. Acabou. Então você foi ali para mensurar ali um pouco para mensurar como eu me sentia, né? Esse espaço é um espaço que você não frequenta? Hoje não mais. Nós frequentamos durante mais de 10 anos é uma sauna, né? E a sauna ela
sempre serviu para que eu me aliviasse, porque como eu sou casado com homem ativo, ele não não faço passivo, né? E lá eu me aliviava. E aí a sauna, ela ela Saiu da rotina por uma outra situação, não foi por nada que aconteceu lá, foi por uma situação externa num outro espaço. E aí eu trouxe o fechamento de novo do relacionamento. Uhum. Pra estruturação. E foi nesse fechamento pra estruturação que os problemas começaram, né? O que eu o que eu trago na sempre na terapia deal é quando eu faço aquilo que ele quer, meu relacionamento
fica bem. Quando eu digo não e falo que eu não vou fazer, aí ele começa a trazer Problemas. E aí, eh, pensando nesses problemas que ele traz, o que que você imagina que pode ser de pior, né? Por exemplo, esses problemas eu preciso resolver, esses problemas interferem na minha relação, né? Esses problemas me faz pensar, por exemplo, uma possibilidade término. O que que esses problemas que ele te traz, né, move dentro de você? Na realidade, o término não, para mim não passa uma como uma possibilidade. Já já usei como forma de Manipulação de dizer: "Ah,
se for assim, for continuar assim, eu vou terminar". Mas nunca foi intenção, era sempre da boca para fora. Quando eu trago problemas é assim, o contato já é pouco por conta dos trabalhos e o pouco contato que eu tenho, ele ainda faz tratamento de silêncio. Já sinalizei, já expliquei para ele. Eu não sofro com tratamento de silêncio, porque quando eu quero acessar, eu chego e falo o que eu quero. Se eu precisar pedir alguma Coisa, se eu precisar fazer alguma coisa, o tratamento de silêncio dele não é uma barreira para mim hoje, porque eu já
aprendi a lidar. Mas quando eu falo assim, ah, os problemas, ou seja, eu fico mais sozinho, porque daí ele faz tratamento de silêncio e aí eu não tenho com quem dividir. E aí o processo de solidão todo ele vai se ele vai se acumulando. E aí quando eu falo o problema é isso, porque eu continuo com todos os encargos e os benefícios que Deveriam vir dentro dessa relação, eles cessam. Já são poucos benefícios, já é uma relação aonde os benefícios para mim são poucos, né? Qual que é a qual que é o que que ele
fala? é que os meus padrões são muito elevados, porque eu tenho coisa, eu quero, eu desejo coisas que ele ainda não consegue. Uhum. Dentro desses processos. É isso que eu chamo de problema. E pensando em tudo isso, por que que você imagina que não passa na sua cabeça Uma questão de término? Você consegue descrever para você? Acredito que não chegou numa situação que ao ponto de me incomodar, sabe? aquela situação que você fala: "Não, isso aqui é inaceitável para mim. Ainda nunca chegamos ao longo desse tempo com nessa métrica de isso aqui é demais". Porque
como eu desde o início nós sabemos que nós somos dois ativos, que nós precisamos fazer sessões e concessões ao longo desses anos para que O relacionamento funcionasse, né? Mas até pelo pró pelo outro pelo terapeuta do casal, ele disse você que eu estaria até, se pensasse em momentos, eu já estaria no momento de uma adulteza, já tô indo ali paraa maturidade e ele ainda tá passando ainda pela fase do início da fase adulta por conta das da eh da aceitação da sexualidade. Eu me aceitei com 17 anos. Eu fui viver minha vida, fiz o que
eu quis, tive, eu tive oportunidades e Repertórios para isso. E agora com 40 eu tô numa outra fase. Eu quero viajar para fora, eu quero, eu quero coisas que a minha idade me proporcionaria com a maturidade, com dinheiro que eu tenho, só que ele ainda está num outro momento. Esse e os momentos não estão compatíveis. Exato. Com as buscas, né? Exato. E isso é uma das causas de conflito pra gente parar para pensar. Quando você fala, por exemplo, nessa situação da sauna, né, eh, só para eu Poder entender, tá? E essa sauna é uma sauna
na qual vocês se relacionam ali entre as pessoas, é uma sauna LGBT, então resumidamente é um espaço seguro pr os caras se pegarem. Tem a sauna, húmida seco, espaço social, dark room, sala de vídeo pornô, tem toda essa construção, né, mas não obrigatoriamente precisa fazer. Teve vezes que eu fui para papear com com os meninos que eu criei, acabei criando o vínculo lá. Dessa vez nem muito a vontade de Conversar. Eu conversei, fiz trocas com as pessoas que já frequentavam, com pessoas que a gente conhece há 10 anos. Uhum. Não são amigos, mas são conhecidos
que teve uma época que nós íamos todo domingo. Então é como se a gente fosse fosse um clube mesmo, um clube social que você que a gente poderia desdobrar para uma ali para uma satisfação, uma masturbação, um sexo oral, né? O sexo mesmo propriamente dito. Certo? E aí essa sala na qual vocês frequentavam era Num período a qual o relacionamento era aberto. É isso só para ventilado. Ventilado. É, o nosso relacionamento nunca foi aberto, né? Teve uma época que a gente recebia as pessoas em casa por conta dessas traduções, da das necessidades mesmo, né? Porque
eu não faço passivo, ele não faz passivo. Somos, por sermos dois ativos, as necessidades. A diferença é que ele se satisfaz com com guion, com masturbação, né? Com oral. Ele não faz oral, ele não Faz passivo. Então assim, o repertório sexual com ele é muito limitado. E como que você se satisfaz? Geralmente ou me masturbando ou com outras pessoas. E aí era a ideia dessas outras pessoas virem pro relacionamento para que a gente transasse a três, né? E algumas pessoas eu dispensava, falou: "Olha, vamos vamos parar aqui porque você está transando com ele e comigo".
Não, não estamos nós dois, nós três transando. Perfeito, né? Então havia Esses limites também. Entendi. E aí se você fosse me descrever assim, hoje a gente tem uma relação sexual assim, como que seria, por exemplo, você e o seu esposo apenas? Basicamente eu chubo o peito dele, bato uma para ele, massageio a bunda dele, né? Lambo o corpo deles como se eu satisfazesse ele e eu ficasse na Mas se ele bater uma para mim, não tem graça, porque se fosse para bater uma eu bato sozinho, Eu não preciso dele para isso, entendeu? E aí acabam
sendo nessas questões. Sim. E isso eh está dentro de um período de 15 anos que vocês né? Então, teoricamente, se vocês sempre incluíram ali pessoas nessa relação nos primeiros 5 se anos, não. Depois que chegou no momento de insustentabilidade, que a gente não tava conseguindo lidar com isso, aí nós sentamos e fizemos os acordos nesse sentido. E pensando lá no começo, né, o que te fez olhar para Aquela pessoa ali, né? O que te fez nessa convivência você querer estar e morar com essa pessoa, né? Porque assim, existem, para que eu possa entender ali o
seu ponto de vista, né? Existem alguns fatores aí a qual você me relata. Óbvio que o relacionamento ele não é só o sexo, mas é uma parte importante. Exato. Mas é uma parte importante. E aí quando a gente pensa sobre isso de duas pessoas ativas, né? E ele, por exemplo, você, pelo que você me relata, você satisfaz Ele, mas teoricamente ele não te satisfaz ou ele te satisfaz de alguma outra forma. Como é que você consegue descrever isso? O motivo pelo qual eu fiquei com ele, nós temos uma divergência sobre esse período da vida. Na
Eu já trabalhava com a terapêutica, eu já atendia, eu atendia a igreja, fazia grupos de vivência com outras amigas também, terapeutas, psicólogas. E eu trouxe uma vez da conversa, falando: "Nossa, conheci uma Pessoa, essa pessoa se preocupa comigo, pergunta se eu tô bem, eu acordo com de dia com ele me mandando SMS ou comecei em gero. Olha aí, você dormiu bem, você tá bem?" Eh, quando a gente dormia junto, apresentava-se, né? esses cuidados. Então para mim eu escolhi ficar com ele pelo cuidado que ele tinha comigo, porque nos meus antigos relacionamentos só eu cuidava. Vendo
então ah, o que fez você ficar com ele? O fato de eu ser cuidado. Coisas bobas, como você já comeu hoje, ó, vou levar um lanchinho para você aí no trabalho, né? Ó, eu tô indo para casa que a gente trabalhava junto no começo do relacionamento. Eu era eu era coordenador da escola e ele era um professor. Então ele ia pra casa mais do que eu. Então ele voltava com lanche, com pãozinho, com chips que eu gosto, com suquinho. Então ele trazia, me nutria de outras formas que eram superiores à relação sexual. E aí chega
um momento em que eu começo a trabalhar fora, vou viajando muito pela escola, para Curitiba, São Paulo, Maringá, Curitiba, São Paulo. Então, cada dia eu tava num lugar e aí isso começa a fazer falta o sexo. E aí foi quando a gente traz esses componentes das outras pessoas. Sim. Então, vocês est me dizendo teoricamente que eh você teve uma atenção ali a qual ele te forneceu e diante disso, isso foi maior do que uma questão de relação Sexual. Sim. nesse momento. E falando sobre relacionamentos, você teve algum outro antes dele? tive tive vários relacionamentos antes
dele da Mouros e tive uma relação maior com um rapaz chamado André que nós ficamos três anos juntos. Nós morávamos juntos, só que era uma república. Então a gente dividiu o quarto e a gente era um casal, era a irmã dele, a mãe, tipo assim, era a família dele que dividia, tipo, não é uma pensão porque eles não sublocavam, Mas era a mãe veio depois, a irmã veio depois, então acabou a família dele ficando, mas eu, ele, a irmã, mas uma amiga nossa. Então a gente ficou dois anos nesse rolê e aí ele me traiu
com uma mulher, casou com essa mulher, traiu essa mulher comigo e hoje ele não tá nem com ela, nem comigo e tá com uma terceira pessoa. Sei. E eu sei que ele de vez em quando, a última vez que que eu fiquei sabendo dele foi na morte da mãe dele, que no Velório a gente usava o grinder naquela época, tem uns 4 anos isso, e meu marido achou ele no grinder e me mostrou, ó, né, que é onde a gente buscava pessoas. Falei: "Ah, é bonito, né?" né? Veio pro velório da mãe e tá caçando.
Mais ou menos isso. Então, me relacionei com o André, o término foi bem conturbado e aí fiquei alguns anos sozinho. E aí quando eu conheço o Alfredo, o Alfredo é o seu meu marido, meu atual marido. Isso. Exato. E aí, pensando na questão de de Afeto ali, a qual você sentiu por ele, você continuou a relação. E aí, pensando, por exemplo, no fator de atenção e se sentir cuidado, se você fosse descrever há quanto tempo isso durou, é, é como se fosse ondas. Tem uma época que ele cuida muito, daí ele para de cuidar, aí
ele volta a cuidar e aí quando eu quando eu reclamo da ausência do cuidado, ele retoma alguns meses. Aí vai caindo na normalidade, ele vai parando. Aí eu eu cobro, falo: "Ó, tá Deixando de cuidar de mim". Aí ele retoma. Então é como se fosse uma oscilação, né, uma curva semal, assim, de tempos em tempos eu sinto que eu preciso sinalizar ou chamar para uma conversa, né, um alinhamento falar, ó, não tá ficando legal isso, tá ficando legal isso, tá ficando, tá deixando isso, deixando fazer isso. Eu trago pra conversa os comportamentos que ele tem,
tinha e deixou de ter. Perfeito. É, interpretando essa situação, você, né, Pensando sobre essa situação, o que vem na sua cabeça assim, tipo, eh, será que ele gosta de mim, mas ele acaba esquecendo de cuidar de mim ou será que ele cuida de mim apenas pelo fato de eu sinalizar? Acho que as duas são verdades. Acho que os dois pontos são verdades. Mas como ele faz processo terapêutico também e acredito que uma das formas de abordagem que aplicam nele, pelo que ele já me trouxe, é que Ele se cuide mais. Só que o cuidar de
mim não significa deixar de cuidar do outro. E é onde eu sinalizo, ó, quando o terapeuta traz, o psicólogo traz que você precisa se cuidar, não é parar de cuidar das outras pessoas, é você se cuidar e também cuidar do outro. né? Um ponto quando você coloca isso para ele, né? Eh, e ou pelo menos quando ele te traz isso, então você acredita de uma certa forma que o cuidado que ele tem com você talvez é excessivo. Em algum Momento, por exemplo, será que ele interpreta, né, pensando exatamente, pensando o que o outro pensa, vamos
colocar assim, será que agora pensando sobre isso faz com que ele leve para o terapeuta dele de que ele está cuidando de forma excessiva de mim, talvez? E aí o terapeuta coloca para ele que ele precisa cuidar dele o contrário, ele deixa de se cuidar. Perfeito. E aí quando ele fala, você tá, você não se cuida, você não se não se protege, você Não se prepara, você não se capacita. E aí nas ausências, porque quando, como você trouxe semana passada, ah, você é muito acelerado. Em compensação é literalmente um casamento entre a tartaruga e a
lebre, né? Eu sou muito mais pra frente, sou muito mais acelerado, enquanto ele é muito mais calmo, muito. Hoje ele é mais acelerado de conquência, porque quando eu conhecido era literalmente estático. Uhum. Trabalhava no mesmo lugar, fazia As mesmas coisas, era sempre muito lento e hoje ele é mais acelerado e eu acalmei muito, entendeu? Exato. Então seria o contrário, por exemplo, né? E ele não ele não se cuida e ele cuida excessivamente do outro ou não. Eu acho que ele abandona os dois. Abandona os dois. Ele deixa de se cuidar e consequentemente também deixa de
cuidar de mim. Entend? É quando eu sinalizo, ele dá aquele tranco e fica um tempo bom até Ele vai. Sei. Então isso você acredita que seja algo natural dele assim de Sim. Acho que é dele. Dele não é comigo, é dele. Porque quando eu conheci já era assim. E aí pensar nisso, isso te traz um alívio um pouco maior para Sim. Pensando por essa perspectiva, sim, né? que não seria o fato assim, pô, ele está fazendo só porque eu estou não sinalizando. Algumas coisas eu sei que ele faz só e somente ser se eu falar,
se eu f se eu Parar de falar, ele para de fazer. Mas são coisas importantes para mim. Uma coisa delas é o cuidado com a casa. Essa semana o terapeuta, a gente tava falando, falando: "Porra, mas do apartamento a gente comprou e ele não cuida". Eu trazendo essa questão do cuidado do nosso espaço, o psicólogo perguntou: "Mas e essa casa é sua?" Ele não souber responder? Ou seja, nitidamente a casa não é dele. Ele não sente a casa, o apartamento como um Lar, né? Não sente como dele ou aí é uma umas construções dele, né?
Exato. Eh, mas esse lar, né? Você olhando para você mesmo, você acredita que você coloca que esse lar é dos dois ou esse lar é meu? Hoje é meu. Hoje eu não vejo, eu vejo ele morando lá, mas eu não vejo ele se apropriando do espaço. Mas essa colocação, por exemplo, hoje é meu, né? Você acredita que ele sente o impacto nisso? Por exemplo, né? O apartamento ele é do mil. Então, Talvez é por isso que eu não me sinta pertencente, mas quem quem escolheu foi ele. Quem fez todo o processo foi ele. O apartamento
tá no nome dele. Ainda assim ele é meu, entendeu? Exato. Ele não, ele não fala o nosso apartamento, ele fala o apartamento. Ele não fala a minha casa, ele fala o apartamento. E quando ele traz essas colocações, né, eh, você sente mal em Relação ao apartamento? Não. Em relação ao lar, sim. Exato. Porque o lar talvez seja uma construção ali do casal, se a gente parar para pensar. E aí quando ele traz uma ausência de de fala sobre se colocar no ar, você se sente mal. Acho que eu nunca parei para pensar nesse nesse aspecto.
Não me sinto mal, mas me incomoda dele não cuidar. Não porque assim, ah, ele não está cuidando de mim ou do lar, não. Não me incomoda a Casa suja. Aí fica neutro. Não é sobre a casa, não é o meu reflexo, mas eu não vou ficar na sujeira. construção sobre o que é meu, eh, o que que você tem de conceito? Vamos pensar, eh, aquilo que é meu, automaticamente eu cuido ou tem coisas que são minhas e eu não cuido? Não sei se você conseguiu entender, mas tipo, isso me pertence, então logo eu cuido. Isso
não me pertence, logo eu não cuido. Na verdade, eu acho que por conta da criação, tudo Tem que ser cuidado, sendo o meu ou sendo o do outro. Eu não posso quebrar o brinquedo do amiguinho. Se o brinquedo do amiguinho tá tá tá no chão, põe num lugar que não vai quebrar. Então, meio que fui, né? Aprendi que não se quebra nada porque as coisas têm custo e é caro. Então tem que cuidar. Quando eu trago a o apartamento é meu, é como se o apartamento fizesse parte das dos meus ganhos, dos meus crescimentos, daquilo
que eu estou Almejando. Só que o apartamento é pequeno para onde eu quero chegar, tendo mais ou menos um aspecto, eu quero uma casa mais ou menos com uma clínica grande, espaçosa, que eu possa fazer meu escritório, escritório dele, uma sala de TV, uma sala de jantar, uma sala de comida, uma sala de não, eu quero espaços para que eu possa ter receber pessoas, conviver com pessoas. O que o apartamento, por ser um apartamento só de 2 quartos, é um apartamento pequeno Que hoje ele me não me operacionaliza, entendeu? Porque eu sempre gosto, como eu
cresci em casa a vida toda, para mim uma um lar é uma casa, não um apartamento. O apartamento para mim ele é temporário, sempre foi, entendeu? E ele já me falou assim: "Ah, vamos vender o apartamento e vamos comprar essa casa". Falei: "Não, não, não se vende móvel, nós nós vamos pagar esse e nós vamos comprar outra". Não, mas não tem dinheiro. Eu falei: "Querido, não é difícil comprar. Eu só preciso saber o quanto eu preciso. Dinheiro, dinheiro se faz." Nessas colocações você percebe que ele se sente por quem sente? Não. Por quê? Porque ele
não ele atribui que não consegue bancar. Porque hoje quem banca a casa, quem banca o carro, quem banca os financiamentos, quem banca as dietas, quem banca todos os luxos da casa sou eu. Por isso que eu ganho, tenho que ganhar muito, porque Hoje só a renda fixa, aquelas contas fixas da minha casa, é quase R$ 6.000. R$ 1.000 e é um salário que é quatro vezes mais do que ele ganha, entendeu? Hoje, basicamente, o que que ele arca dentro de casa? Com a faculdade dele e com o estacionamento onde ele deixa o carro que fica
na faculdade. O restante, tudo, qualquer saída, qualquer comida, qualquer roupa, qualquer remédio sempre. Sou eu quem banco tudo. Uhum. Sou eu quem financio Esse essa esses essas etapas. Exato. Então, pensando na no que eu te perguntei, né, a respeito, eh, isso é meu, logo eu cuido para você, né, teoricamente aí o seu conceito é que independente se é meu ou não, eu cro. Sim. Certo. Eh, e que talvez para ele não seja. Ah, muito possivelmente. Exato. O fato é não o que ele pensa ou deixa de pensar, mas o que eh como que ele leva.
E isso teoricamente impacta diretamente você, por exemplo, pensar Que eh eu gostaria que ele pensasse sobre ele ser pertencente ao ar, né? Isso é ruim para mim, talvez. Será que em algum momento isso me afeta a ponto de eu querer me movimentar para que ele senta pertencente de ele ainda assim não se senta, talvez? Sim. Sim, esse movimento é real. Esse movimento é real. E esse movimento ele tem uma resposta, mas por exemplo, uma resposta a qual você espera que tenha ou não? Eu espero mais comportamento, né? E aí sim, sim. Eu gostaria que ele
não tivesse problema para acordar e que ele levantasse, arrumasse a cama, enquanto faço café, a gente que a casa ficasse como se tivesse limpa, com os dois levantando juntos. Eu acho para mim a questão de casamento, o que eu sempre tentei construir na relação, era o momento A2. Isso é uma coisa que falta muito, o momento A2, construção de casamento. Exato. Acho que isso é um Ponto X. O que que é o construção de casamento para você? É o momento a dois ou que mais? São é conquistas. Para mim, casamento é viagem, casamento é presente,
casamento é festa, casamento é jantares, casamento é é móveis novos, casamento é uma louça bonita, é uma mesa posta, é receber. Então assim, casamento ele não é uma coisa só. Eu dou nome de casamento, uma tenda que um monte de coisa fica debaixo, entendeu? Não. Ah, o casamento se faz a dois. Eu não acredito Que se faz só a dois. Acho que a base do casamento são duas pessoas, mas o casamento é muito mais do que só duas pessoas. Se eu te perguntasse aonde que você construísse esse conceito de casamento, que você me responde? Que
é o que eu não via nos meus pais? Porque o que eu sempre vi nos meus pais, é, eh, meu pai, por ser alcólatra, a minha mãe sempre focada no meu pai e a gente sempre viajando só nós e a minha mãe, meu pai ficando ou meu pai ou a Gente ia fazer um churrasco que meu pai estragava porque tava alcoolizado. Então, sempre tinha algum interferente. Então, assim, ah, quantas viagens você fez da infância? Um monte. Só que era eu, a minha mãe e meus irmãos, né? Então, a a e quando meu pai ia, era
sempre aquele caso, minha mãe, meu pai brigando, porque o meu pai bebia e fazia graça com alguma mulher. E aí minha mãe mega controladora, quase como, né, onde eu aprendi bastante sobre isso. Eh, e aí eu falo, pô, não é esse tipo de relação que eu quero, né? Eu quero uma relação em que a gente possa fazer coisas juntos e aonde eu não consigo ter hoje. Sim. E aí um pouco de falta de paciência, porque eu tenho a impressão que sempre eu tenho que esperar o bonito. Ele não consegue. Chega assim, ó. Eh, vamos numa
cafeteria. Ah, vamos. Então, pera aí. Aí ele vai fazer uma coisa no computador, aí ele lembra que tem que tomar banho, Aí eu perco interesse. Porque quando é comigo tem toda uma demora pro negócio, como se sabe para a impressão agora pensando que assim faz de propósito para eu desistir. Já até viver falar: "Olha, eu não quero mais que você vá, tô indo sozinho, pego as coisas e vou. Ah, eu quero ir me espera". Falei: "Eu não posso mais te esperar". E de virar briga porque, pô, era só a do chinelo e nós vamos tomar
um café numa cafeteria. Não quero que você vá para passear, vai fazer barba, vai escovar dente, vai tomar banho e vai terminar uma coisa. Falei: "Porra, não tem nada de tão importante que você precisa fazer agora. Que eu também já não vou no meio do trabalho, eu não vou chegar para ele, não vou pedir para ele sair do meio do trabalho. Isso entendeu? Você se colocando no lugar dele, talvez eh será que é apenas um café e uma cafeteria? Você acredita que ele tem esse Pensamento, esse conceito também ou não? Não sei te responder. Acho
que não. Acho que não. Sim. Mas como eu trago trouxe pra rela pra terapia de casal? Quando é comigo é demorado, quando é pros outros é rápido, quando é comigo é cisudo, é é fechado, é pesado. Quando é com os outros é alegre, é leve, é divertido. E essa é a minha reclamação na terapia de casal que eh e eu vou ficar só com ônus, eu vou ficar só com o problema, eu quero também, eu quero os Benefícios. né? E aí, como eu posso ter esses benefícios? Sei. Então, eu te pergunto, você acredita que você
vai ter esses benefícios? Acho que só por hoje não. Só por hoje acredito que não. Sim. E você aceita isso de uma forma tranquila? Tranquila, de jeito nenhum. É por isso que não terapia de casão, porque eu não aceito, não admito. O terapeuta fez um comentário, eu acho o comentário inteligente, mas me irritou. Principalmente pelo fato de assim, você tá disposto a esperar. Falei: "Mas vou esperar mais quanto? Eu já esperei dos meus 20 meus 40. Eu vou esperar o quê? Quando eu tiver 60 exausto ou se tiver até acamado, porque pelo tanto que eu
trabalho, entendo que isso é um problema hoje. Eh, por que que o que tenho que esperar? Ele também não pode acelerar um pouco? Eu posso reduzir a velocidade, mas não Adianta eu parar, porque se eu paro, ele vai continuar vivendo e eu sei que eu vou virar um trator, um tanque de vidro. Vai. Quando você escuta isso, você acredita que o problema é você? Algumas vezes. Sim. Algumas vezes eu escuto sim, eu personalizo sim. E algumas vezes, tipo, quando você consegue me escurar, a maior parte das vezes eu acho que eu que sou o problema
quando quando eu escuto essas coisas. O Problema é quem está acelerado e não quem está calmo. Quem está desacelerado. Quando eu penso friamente, eu entendo que não, que ambos precisam melhorar. Eu preciso também reduzir um pouco, não preciso parar, só não preciso sair feito um doido na frente. Mas eu também não posso parar, estagnar esperando ele me alcançar, entendeu? E o quanto você para? Muito, muito, muito, muito, muito, Muito, muito, muito, porque eu poderia fazer muito mais em tudo. Sendo bem sincero, o que que você espera dessa terapia de casal mão? Na realidade, eu não
espero nada. Ol, é olhando para você, não, não ol assim, óbvio que a terapia é sobre o casal, né? Óbvio, mas tipo, olhando para você, porque aqui, né, a gente tá falando sobre os seus, teoricamente as suas questões, os seus benefícios, seus Modafícios e tudo mais. Então você não espera nada dessa terapia, não. Porque o que eu entendo, por que que a veio a terapia de casal? Porque ele quer que o terapeuta diga que eu tô errado. O terapeuta nunca vai dizer nem para mim, nem para ele quem tá certo ou tá errado. A gente
sempre vai fazer os questionamentos socráticos no sentido de reflexão. Uhum. Né? E eu tava revisitando as sessões, porque eu sempre chego em casa, eu escrevo. E eu percebi Uma coisa, sempre que o terapeuta vai me devolver, ele rouba o meu momento da terapia. Isso é uma coisa que eu vou trazer pra próxima sessão. Em vários momentos que o feedback tá vindo para mim, na hora deu algo interessante, algo diferente, ele ai, mas então quero, ele ele roubou um momento e eu não tinha, eu percebi essa semana, falei, eu anotei lá no caderninho, retomar que quando
é sobre mim ele rouba os momentos, como se eu não pudesse também ser atendido. E se você não espera nada, Mar, qual a sua própria? Na minha terapia ou na na de casal? De casal. A princípio pagar, porque nós já fizemos um outro ciclo de terapia, chegou o momento, a terapeuta falou: "Ó, vamos parar, Marlon, você não vai mais vir. Eu não preciso que você venha agora porque essas questões já estão elaboradas por você e tarã tarã." E eu acredito que vai ser muito similar o que vai acontecer em Algum momento. Eu gostei de alguns
pontos que que o terapeuta trouxe. Alguns pontos eu não tinha aquela percepção, achei interessante. Outras eu já sabia, mas o que eu espero é que chegue o momento em que ele fala: "Olha, isso aqui não vai resolver. O que você tá buscando, Alfredo, não se resolve em terapia, se resolve em terapia individual e não de casal. E eu não posso dizer que o ma não tá certo ou que tá errado, que você tá certo ou errado. Ele já disse isso algumas vezes. Foi a e meu marido já começa. Ah, então não, será que não precisa
ser todo toda semana? Quem agora está fazendo vinho toda semana sou eu. Porque eu falei que a gente vai fazer esse ciclo. Eu vou pagar até onde for preciso. Porque quando, como ele não ouviu na primeira sessão, porque ele, nós fizemos uma sessão de 2 horas e ele queria que o terapeuta dissesse como a gente resolve o problema. Ele já faz terapia há anos, faz, estuda psicologia, ele sabe ou deveria ou menos saber, não se resolve num dia só. Uhum. Então, muitas muito da terapia é tipo uma terapia assistida, como se eu tivesse quase de
observador e trazendo algum alguns pontos para dentro da conversa, mas pro terapeuta ter uma perspectiva um pouco mais por mais de um de um até de um amp onde nós chegamos lá é é o que nós trouxemos na semana passada, o quanto de intensidade eu Ponho. Essa intensidade ele chamou de poder. Ele disse que eu tenho o poder da relação. faz sentido. Eu tenho poder financeiro, eu tenho o poder social e e eu tecnicamente sou eu quem controlo a relação. E aí onde foi o motivador é como você, como eu posso me vulnerabilizar e casou
com o que nós falamos aqui, entendeu? Então eu volto pra terapia por necessidade, obviamente, mas também para entender o que é essa vulnerabilidade, como ser vulnerável na Relação. Exato, né? E mas se fosse para ter uma resolução rápida, você gostaria? Eu resolveria ser bem honesto. Eu usaria 19 anos de profissão e resolveria, mas eu não vou fazer isso. E por que que você não deve fazer isso? Porque todas as vezes que eu faço, eh, ele atribui que eu tô manipulando, que eu tô mentindo, que eu tô enganando. Então, deixa a terceira pessoa dizer o que
eu ia falar. Você consegue perceber que você sempre Tá no papel de resolução? Sim, sim, muito. E aí, em algum momento ele já resolveu algo? Ele já tentou resolver algo? Na minha cabeça não, mas ele relata que sim. E eu já procurei na minha cabeça o que que ele tentou resolver, eu não sei. Você acredita que esse desacelerar, né, que teoricamente aí é colocado para você, é justamente você abrir mão e deixar com que ele é o que tá o que eu tô fazendo hoje. Ele me Perguntou assim: "É só para eu entender, você não
vai mais arrumar a cama?" Eu olhei para ele e falei: "Só quando eu tiver com vontade, não vou mais arrumar". E o que que você recebe dele, né, a partir do momento que você desacelera? Nada da mesma coisa, não muda nada. Eh, com reclamações é mais, é o leis. Não, porque quando eu desacelero, eu tento sublimar durante um tempo. Não, não vou. Tem muita, eu não falo tudo o Que eu penso, tem tudo que eu quero, porque ele, eu avalio que ele não é capaz de me entregar. Então, não existem coisas que se eu, por
exemplo, eu ia abrir mão da associação dos funcionários públicos por ele, só que eu não percebi nenhum movimento dele abrindo mão de nada ou tentando melhorar. Falei: "Foda-se, vou abrir mão nenhuma. Sair do meu salário, eu que pago. Se ele não quiser ir, o problema é dele." E semana passada eu fui tomar sol, choveu, Choveu, mas eu fui, entendeu? Sim. Porque semana passada ele foi pro coral à noite. Eu fiquei a noite toda sozinho. Ele foi de manhã até a aula, então eu fiquei amanhã, tarde e noite e ele chegou exausto querendo dormir. Ou seja,
eu não fiquei com ele no sábado. Ele saiu de manhã, foi para esse coral de novo, só que ele deve ensaiar o dia todo. Ou seja, eu fiquei sexta à noite, sábado, o dia inteiro. E aí chegou no sábado à noite, ele ai, que que a gente Vai fazer? Eu falei: "Vai tomar no seu cu, fazer nenhuma. Tô abandonado a semana toda. Trabalhei feito um filha da Meu marido não tá em casa na sexta. Chega e já quer tomar banho e dormir. Não me deu atenção. No sábado. Fiquei o dia inteiro sozinho. Ah, tomar no
seu cu. Você tá achando que eu vou querer fazer o quê? Você vai lá, se diverte, faz o que você quer, eu fico trancado. Não sou, meu querido. Não vai fazer nenhuma. Não, você consegue descrever. Eh, semana passada você me trouxe, né, a respeito de um sentimento de culpa a qual você teve ali em uma situação Uhum. Certo? Eh, você consegue descrever se existiu já uma outra situação na qual você se sentiu culpado também de algo assim que você olhou para você mesmo, fal assim: "Puta cara, assim, tipo, nossa, um monte de vez, um monte
de vez." O fato, eu não sei se eu cheguei a comentar que eu sou soro positivo, sim. No início da Relação, uma das coisas fala: "Puta merda, por que que eu fiz?" Foi uma cagada, foi uma vez e foi o sempre numa vez, né? Só preciso de uma vez para fazer isso, né? E aí quando esse foi assim um grande que pariu, olha a merda que eu fiz. E um dos meus bloqueios em emagrecer, por exemplo, em em conquistar o corpo, eu sei que isso pode ser uma desculpa, não tiro isso como uma justificativa plausível.
É o medo de ficar com cara de doente. Mas Aí, ó, não adianta, eu já tenho a marca do rosto. Não é, é por conta da medicação que ela é lipodistrófica, né? Hum. Esqueci de trazer o papel. Foi mal. 50 minutos. É, eu posso deixar terça-feira porque a gente faz terapia de casal aqui. Deixo por aqui. Só peço para te entregar. Eh, então, a questão da lipodistrofia por conta do antirretroviral sempre foi uma coisa para mim, mas assim, todos os meus exames estão certos. Eu tô tô indetável Desde o início do processo, com seis meses
eu fiquei indetectável, nunca tive nenhum problema associado, né, imunosuprimido, nem nada disso. Mas eu acho que isso é uma coisa que eu carrego de culpa muito grande, não com ele, mas em mim, contra mim, sabe? Foi algo que eu fiz contra mim. E nessa culpa, teoricamente ali você acredita que de a nível consciente isso reflete em sempre compensar uma na uma relação, por exemplo, de você ceder o Que ele precisa ou o que ele quer. Eh, porque assim, só pra gente poder entender, né? Como se fosse ali um, né, uma resposta sobre algo que você
fez. eu vacilei, né, a você a situação e aí eu tento de uma certa forma compensar ali para que a relação fique positiva. Não só essa, existem outras situações que Sim. Exato. E aí quando a gente pensa nessas outras situações, né, principalmente nessa que foi um fator assim marcante na sua vida, né, que Teoricamente ele deixou uma marca para sempre, né? Você acredita que os seus comportamentos acabam sendo compensatórios? por exemplo, até hoje assim, referente a essa relação, você acredita que em algum momento, mesmo ele não relatando sobre as coisas que você fez, ele eh
dá indícios ali sobre os vacilos que você deu em algum momento? Como que você se sente com isso? Acho que sou mais eu que penso sobre isso, certo? Muitas das traduções dele Raramente ele joga, ele traz isso pra conversa. Pode ser que lá internamente tenha algum movimento, mas que vem para mim é pouquíssimos. Sim, só no meio das discussões que ele tenta trazer e eu põe a mãozinha e fala: "Ah, ah, nós já superamos isso, a sua decisão. A gente conversou sobre todos os processos que dos meus erros e dos teus erros e nós superamos.
Para mim é o seguinte, eu posso quebrar o pau com você, discutir, falar se terminar você falar, vamos Tomar um café". Eu falei: "Vamos". Porque eu consigo, para mim ele compartimenta, eu terminei, eu resolvi? Você disse: "Tá beleza. Para mim é que apagou, para mim é que apagou. E para mim apagou". Não tenho Alzheimer, eu sei o que aconteceu, eu sei como eu me senti, mas eu escolhi continuar. Então eu não fico retomando assuntos. Quando eu resolvo, eu resolvo. Uhum. Se não tá resolvido, eu não vou Dizer: "Ó, beleza, estamos bem". Isso com outro, com
todo mundo e com você mesmo. Ah, talvez essa é uma pergunta. Não sei. Acho que não. Como outra é mais fácil, né? Porque se a gente parar para pensar, existem as cobranças externas, né? Existe autocobrança. Sim. né? E essa autocobrança me coloca numa situação, talvez ainda num espaço de vulnerabilidade. Você fala de uma relação a qual, né, óbvio ali que você Está ali, você gosta, você ama seu parceiro, mas uma relação a qual está passando por uma crise conflituosa, né, a qual vocês estão buscando uma terapia de casal que você não tem expectativa de que
vai mudar alguma coisa, né, mas de uma certa forma você se mantém, né, algo te não vou te não vou dizer a palavra prende, eu acho que é muito forte essa palavra, mas algo te coloca ali e te mantém ali. né? Então, óbvio que a gente precisa Pensar não só naquilo que vem do outro, mas aquilo que eu tenho comigo mesmo. Sim, né? Será que essa autocobrança? Talvez a outra pessoa nunca fale nada. Eu nunca nem imaginei se ela falou algo mais eu comigo mesmo, olhando para mim mesmo, fal, né? Eu passei por situações ali,
me coloquei em situações que mesmo que a outra pessoa não fale, mas eu sinto no papel de sempre salvar essa relação de algum jeito, não sei, acelerando, desacelerando, indo pra Frente, indo para trás, fazendo terapia, deixando de fazer terapia, abrindo ou ventilando, passando. Não sei se você se eu não sei se você já pensou sobre isso ou se você pensa a todo momento sobre isso, né, ou não. Acho que é não para nenhuma. Eh, nunca tinha parado para fazer a leitura nesse sentido. nunca foi nunca ninguém trouxe essa visão para mim sei dentro desse olhar
porque, cara, e eu me colocando no Seu lugar, né, eu consigo perceber eh algumas coisas assim, tem eh principalmente pelo fato assim de você estar na busca de mesmo você não acredita, não vou colocar no sentido acreditar, acho que essa palavra também não cabe, mas não no sentido assim de ter uma expectativa que vai modificar algo, mas eu não quero sair dessa relação, né? Quando eu te pergunto, por exemplo, por que que não passa na sua cabeça a possibilidade de um término, Né, pensando em todas as relações humanas, pode ser que um dia termine ou
não, não sei por que que não passa na minha cabeça, né, uma questão de de término de relacionamento, mesmo eu em algum momento não tendo uma expectativa de que ele vai acelerar, né, e eu vou ter que reduzir para me encaixar, porque eu já reduzi tanto, já pisei tanto no freio, né? Então, pô, é doloroso assim, eu como se eu tivesse sentado aí. Uhum. Uhum. Me sinto dolorido ao pensar que Talvez eu volte para casa, né? Encontre ele e a gente não sei, né? Não se relacione hoje, ou pelo menos eu penso que eu não
vou ter aquilo que eu gostaria de ter, que é a parte boa que você fala sobre ele. Mas mesmo assim, ele falou: "Vamos tomar café, vamos tomar café". Entendeu? Então, pô, cara, é sofrido se a gente parar para pensar, né? E eu não posso dizer que é um comportamento compensatório. Acho que, Né, não posso concretizar isso porque o processo terapêutico não é concretizado assim em pouco tempo. Sim. Mas acho que é importante a gente, né, é válido a gente poder pensar sobre isso. Sim, porque isso, né, entra muito na questão também da da estrutura familiar,
do que eu tenho como família, né, pô, viajei várias vezes na minha infância, mas em nenhum momento eu achei que aquilo era família, porque meu pai estava de uma forma, minha mãe estava de outra. Então Hoje eu penso que a relação ela se constrói na base com duas pessoas, mas não só são duas pessoas, né? Então eu tenho tudo isso, talvez eu tenha grana, por exemplo, para poder fazer isso, mas mesmo assim não me sinto, né? Talvez realizado, feliz, recebendo aquilo que eu gostaria de receber, né? E tendo que me modificar para eu me encaixar
ali não sabendo se eu vou ter a resposta, porque aí quando eu não tenho, eu tenho que cobrar ele de novo. Carol, ó, você tá Esquecendo de cuidado. Cuida de mim, de nada. Beleza, ah, não esqueci de novo, cara. De novo você esqueceu de por aí vai, né? Então, não é simples a gente pensar que um casamento vai ser, pô, é gostoso, é válido, é sempre maravilhoso. Não, mas será que é sempre ao contrário também, né? Se você fosse descrever coisa, não acho que o meu relacionamento seja de todo ruim. Eu sempre, não foi sempre
um, mas desde o começo, né, eu escolho uma pessoa qual tem a mesma Característica que eu, por exemplo, eu sou ativa, ela também é ativa, né? Então isso já implica numa questão sexual. que essa informação não veio na primeira vez, porque na primeira na primeira noite que a gente foi junto, ele fez passivo. Perfeito. Ele já fez passivo outras vezes de de mandar mensagem, porque eu tenho o padrão de como eu gosto de ser desejado, quando a pessoa diz assim, ó, hoje eu tô a fim de dar para você, mano. Passou o Dia inteiro fissurado
naquela pessoa. Sim. Nossa Senhora. Aí eu já quero comprar flor, eu já quero comprar bombom, eu já quero chegar e e tá com a melhor música, eu quero que as coisas estejam pá, porque mano, eu me sentindo desejado, a pessoa vai ter tudo comigo. Sim, sim. E você não se sente desejado rar, muito raramente por ele, muito pouco. Isso teoricamente justifica o seu comportamento de erro ao qual você teve? Sim. O motivo que eu cedi, porque o que aconteceu? A traição foi que eu deixei um dos funcionários do clube entrar no box e me ver
pelado para porque como era na área do banho, então ele tava limpando, eu tava tomando banho, como as portas às vezes não tranca, ele ficou olhando muito, eu abri. E aí quando ele abriu, ele me olhou com desejo, elogiou. Aí eu fiquei ele, né, excitado e aí falou: "Posso entrar?" Eu devia ter falado não, mas a pessoa tava tão, sabe Quando chega lá beu bo, falei a entra. E como que você sente na hora? Ainda ainda assim falava: "Puta que cagada". E aí na hora que o cara saiu, meu marido tava lá esperando. Mas naquele
momento talvez você se sentiu desejado. Desejado. Essa é a palavra. Desejado. E pensar, por exemplo, em justificar isso pro seu marido, talvez isso não, cara. Pô, cara, eu me senti desejado. Não, mas ele sabe, foi dito já. Sim. Quando eu chamo pra conversa e pra Negociação, porque depois disso, porque nós estávamos num relacionamento fechado, eu erro dessa forma, não tento conversar porque eu já entendo que quando há um conflito eu não tenho que tentar justificar. Na hora eu fiquei quieta, dei o tempo dele, chegando em casa, falando: "Não quero falar nada". Eu falei: "Beleza". Passou
no outro dia, isso foi na terça-feira de carnaval. Eu já tinha ido sexta, sábado, domingo, segunda, sozinho no clube, não tinha Rolado nada com ninguém. E naquele dia que ele tava comigo, porque ele tinha ido pro ensaio, ele voltou. Depois que ele estava lá comigo, aconteceu isso, sabe? Como só se como pensando aqui agora como tipo, eu eu vou eu vou mostrar para ele que tem alguém que me deseja. Agora me ocorreu isso agora. Só me ocorreu isso agora. Não tinha elaborado isso antes. Sim, porque eu fui limpar o óculos de Mergulho e aí o
cara passa limpando, me olha, eu vou pra área do banho e aí acontece, entendeu? Exato. Talvez não podemos colocar no sentido de a nível inconsciente, até porque não sabe isso aqui. É, não somos psicanalistas, né? Exato. Mas a gente entende que a psicanálise existe, mas sim, acredito que sim. seria talvez, né, um um movimento mais oculto, vamos dizer assim. Sim. Entende? Então, de certa forma ali o movimento Foi não de uma forma consciente, claro, organizada demonstrar que é isso aconteceu depois, né? Dizer: "Ó, você não me deseja, senhor?" Tem porque é uma coisa que eu
falei na terapia que eu sinto o desejo das pessoas por mim, homens e mulheres, até mais mulheres do que homens, infelizmente para mim, né? Mas e aí o psicólogo falou uma coisa que me pegou, mas eu sei que feriu meu ego. Sei que não foi o que ele quis dizer, Mas pegou no meu ego. Quando eu falei: "Olha, me sinto viril, me sinto másculo, por mais que eu acho que eu tenho uma voz de as pessoas relatam que não, mas eu acho que minha voz é completamente de uma travesti, né?" Eh, e eu tenho essa
questão. As pessoas quando vão me conhecer falando: "Nossa, pô, você é ma gostoso, você é gato". mulheres mesmo, as professoras, as pessoas trabalham comigo, nossa, você é cheiroso, você é bonito, olha que que Homem forte, que homem gostoso, olha aí. Então assim, vão me elogiando, vão me nutrindo e eu não tenho isso em casa, entendeu? Pensando e aí o psicólogo falou assim: "Ah, é assim que você se vê?" Mas eu tava dizendo para ele que é assim que as pessoas falam para mim, não como eu me vejo. Eu tava como se tentando trazer uma validação
social pela fala dos outros, entendeu? E aí quando ele fala, é assim que você se vê? Eu falei: "Puta, filha da não Concorda comigo e acha que eu sou gordo". Aí eu personalizei e aí eu entrei. Exato. Depois eu falei: "Não, na minha elaboração não, ele não disse isso. Ele só perguntou se a forma com que eu expunha também era a forma com que eu me via". Aí eu, né? Sai, mas meu personalizei na hora. Na hora eu falei: "Puta, ele tá, daqui a pouco ele vai querer ficar só com meu marido. Não vou mentir,
filhos". Depois eu tirei o pensamento, eu falei: "Não, isso é Irreal e lógico". Mas até até falando sobre isso, né? Será que eh assim aquilo que as pessoas colocam assim, não necessariamente como você se vê, mas como que você gostaria de ser visto, talvez? Sim, porque eu não, eu me vejo, eu sei das minhas qualidades, mas também sei dos meus, dos meus pontos que não são socialmente, né? A questão da barriga, da gordura. Eu sei que é por conta da medicação, eu sei que ela é hepatotóxica, eu sei que ela vai me Fazer juntar muito
mais gordura abdominal, porque eu tenho pouca gordura no resto do corpo, ela é abdominal, porque a medicação antiretroveral durante 12 anos tem sequelas, não tem como não pensar nisso, entendeu? Sim, exatamente, né? Mas cabe, né, gente para pensar, cabe. Eu gostaria de ser visto assim teoricamente, sim, né? A nível mais mais claro assim na minha cabeça, né? Mas eu acho que eh pensar sobre essas questões é importante. Mais E só te fazer uma pergunta assim pra gente terminar, né? O que que você tem de expectativa de futuro sobre você e esse relaciono dentro de um
casal? Eu espero que daqui 5 anos ele se forme, comece a trabalhar, comece a ganhar dinheiro, eu reduza o trabalho e a gente possa viver, porque eu tô cansado de trabalhar. Sim. Eu tô exausto de trabalhar, porque eu sempre nos trabalhos, mesmo como ambos, como Professores, eu sempre trabalhei muito mais, né? Então, a renda geralmente, por exemplo, eu consegui, trabalhei muitos anos, eu juntei dinheiro para passar um ano sabático para fazer um curso que precisava de internato, que eu precisei lá pro padre Aroldo, eu vi que você também trabalha um pouco com adicção, algumas coisas.
Eu fui lá paraa Febract, eu tenho um nível de especialização internacional, os cambal de bico na Febract. Eh, e eu paguei, eu não Precisei trabalhar, eu fiquei um ano sem trabalhar, paguei todas as minhas, as contas da casa, da família, ainda viajei para fora, ainda fiquei internado, tipo, fui fazer curso de 30 dias, voltava para voltei, fiquei, fiquei mais 45 lá. Então assim, porque o dinheiro, eu sei, eu sei fazer dinheiro, talvez eu não saiba gastar, mas fazer dinheiro eu sou bom. Manter o dinheiro não sou tão bom não. E aí quando você me traz
essa resposta, Você imagina então que mesmo eh estando essa crise no relacionamento, você tem a expectativa de que isso vai passar? Sim. Sim. Né? E vocês retomem de alguma certa forma. Eh, pensar, por exemplo, no, né, quando a gente coloca o que a gente fala de saúde mental sobre o limite, né, ainda não chegou no seu limite, não. Ainda não tô perto do meu limite, não. Acho que hoje talvez um pouco mais descansado por conta que eu estou numa Outra escola, que eu não queria estar no porque a clínica não me atrapalha, a escola hoje
me atrapalha. Tanto que olha, eu tenho pensado nisso. Vou vou conversar com a minha mãe, que é uma pessoa sensata, na minha opinião, e vou perguntar para ela que que ela acha de eu exonerado do estado, do município. Ela vai falar: "Não, que é uma idiotice". Mas porque explica para ela, fala: "Olha o do jeito que tá, porque quando eu tava no CME, na creche, eu Brincava com as crianças, eu rodava, eu tava aí vamos brincar e eu conseguia dar vazão a essas coisas." E aí eu lidava melhor. E agora que eu tô numa turma
onde tem um monta pressão, é um novo colégio, um monte de gente nova eu, pô, lá onde eu tava, meu trabalho era validado, as pessoas entendiam o que eu fazia. E aqui eu tô tendo que literalmente, faz um mês que eu tô lá, tá? E eu tô tendo que literalmente começar do zero com bando de gente que Acha que sabe tudo só porque eu sou novo na escola, sabe? E hoje aconteceu uma situação com a orientadora, ela criticou a minha forma de trabalho de forma velada. Aí se você colocasse em filho, dizendo: "Se eu pôr
as crianças em filho, eles conversam mais. A sala dá v a sala é minha, eu vou fazer do jeito que eu quero. Você não vai entrar dentro da minha sala. Quem manda na da porta sou eu." Mas eu me controlei. Fale, vou falar tudo isso. Poisão, eu sou orientar. Ela falou assim: "Eu vou tentar do seu jeito, mas a minha a minha super minha orientadora já eu bato muito de frente com ela. Depois eu falo: "Ai, desculpa". Ela fala: "Eu seio, já tô entendendo como você funciona." Falei: "Ah, tá, que bom". Perfeito. Vai, vai. Mas
assim, né, até pra gente pensar sobre aquilo que a gente conversou hoje, eh, acho que a gente precisa adentrar um pouco mais a respeito da da sua estrutura de, eh, de Desenvolvimento, tanto da parte adulta, quanto da parte, né, como posso dizer assim, infantil e da adolescência, né? Hoje você falou um pouco ali sobre a questão do seu pai, sua mãe, né? Algumas coisas ali precisa ficar em evidência. Acho que isso é muito claro, mas acho que aí é interessante a gente poder pensar sobre esse sentimento de culpa que a gente tem de uma forma
individual, não pelo fato do que do outro apontar, mas sim sobre aquilo que eu carrego Comigo mesmo. Uhum. Entende? Porque eh como eu falei semana passada, aí a gente começa a acessar mais o lado emocional, né? Óbvio que o racional é importante, a gente trabalha com o lado racional, mas o lado emocional talvez ele acabe ficando um pouco de lado e aí a gente não se questiona em algumas coisas emocionais, vamos dizer assim, né? Então vamos trazer e tentar construir algo nesse sentido, tá? Porque assim, é evidente, é claro, né? Que você mesmo Não tendo
uma expectativa de uma melhor na sua gravação e tudo mais, você tem concreto o que você quer. Sim, né? Isso de uma certa forma é excelente. A questão é o que que eu vou fazer com aquilo que eu recebo, né? Ou pelo menos aquilo que eu não recebo. Ausência também é uma recebimento, né? Exato. Que que você achou maior de hoje? Bom, eu gosto, gosto muito de falar, não sei se parece. Gosto muito de falar. E aqui eu eu me Sinto seguro para falar o que eu não posso falar fora, né? Isso para mim é
muito importante poder é e aí a ideia da escolha de um homem exatamente para isso, né? Porque só falh, uma mulher fia, eu já tentei, não fun comigo não funciona, não é por a mulher, é pela carga, né? É muita carga, é muita coisa e às vezes eu sou um pouquinho agressivo, tá tudo bem. E o homem talvez entenda, né? Não, não que a mulher não entenda. É, mesmo sendo um homem gay, eu Entendo que muito das minhas construções ainda são muito heteronormativas. E por mais que eu trabalhe isso com meus pacientes e homens e
mulheres homoafetivos sobre cuidado com a heteronormatização, você não é obrigado a cumpri-la, mas entenda quanto ela interfira. Se a gente fosse ilustrar sobre a estrutura familiar, você é o homem da casa. Sim, mesmo fazendo as ações que são atribuídas à mulher, lavar, passar, Cozinhar, cuidar, nutrir. Ou seja, eu faço os dois papéis, sou literalmente uma fodita na relação. É né, mano? Obrigado. Depois você me manda, você deixa aqui, eu pego com a Bárbara. Terça-feira eu tô aqui, tá? Ter.