compreender esta temática e suas implicações é essencial para entender a condição humana em sua dimensão histórica social ideológica a parte biológica a parte da condição física está aqui ela está mas existem essas outras três facetas que os autores estão nos mostrando a histórica a social e a ideológica quando nós lá no primeiro parágrafo qu foi a a o principal termo a principal palavrinha o principal conceito que nós vimos ideal Como que o ideal é formado e de que ideal estamos falando um ideal físico um ideal normalizador o que fica de fora dessa categoria O que
fica de fora dessa categoria faz a gente entender o que é o capacitismo o que é essa prática de preconceito certo uma vez que a definição de um padrão ideal implica em valores você estamos falando de ideal estamos falando de valores de uma época de uma sociedade dentro de relações de poder vou repetir uma vez que uma vez que a definição de um padrão ideal implic em valores de uma época de uma sociedade dentro de relações de poder estamos falando também de relações de poder mas professor em todas as discussões de todos os temas da
da disciplina estamos falando de relações de poder Isso não é um espécie de exagero não pensando dessa forma a gente tá deixando de lado a principal característica da disciplina de diversidade social como compreender essa problemática no seu âmbito coletivo e falar de coletivo é falar de elementos políticos e falar de elementos políticos é Falar de quê poder é falar de estabelecimento de de de categorias e formas de compreender sociedade e quem digamos assim estabelece as normativas quem estabelece as regras quem estabelece os padrões ou seja esses padrões eles são amplamente aplicados eles estão considerando todos
os grupos todos os indivíduos com suas diferentes com suas singularidades bom se estamos falando de racismo capacitismo homofobia misoginia significa que a ordem social está deixando de lado muitos indivíduos muitos grupos sociais Muitas comunidades certo estão sendo negligenciados estão sendo negligenciados politicamente porque quando estamos falando politicamente estamos falando sobre participação nessa comunidade certo então Eh nós estamos se às vezes nós tratamos tudo de forma individual né Estamos tratando pensamos em um indivíduo homofóbico um indivíduo racista um indivíduo capacitismo capacitista a gente deixa de lado que esse indivíduo é fruto de uma crença ou fruto de
ideais ou fruto de valores que são concretizados praticados repetidos numa ordem então aonde que a gente vai atacar digamos assim para resolver esses problemas para tratarmos dessas problemáticas culturalmente falando historicamente falando né academia a a a universidade é o lugar no qual estamos formando né se vamos formar Estamos pensando também nessa propagação de conhecimento e de participação política de uma forma coletiva né então falar sobre todas essas coisas é falar sobre relações de poder quem tá dando as cartas quem decide por elas quem fala por elas quem pensa por elas elas podem e devem pensar
por si mesmas elas devem ter essa possibilidade de voz e de participação política e que muitas e que a gente percebe na história e na cultura elas estão sendo deixadas de lado deixadas de lado porque existe esse ideal que não as considera que não as vê como sujeitos políticos porque novamente vou repetir eles estão dentro desse padrão desse desse dessa condição social que não reconhece nelas participação genuína participação genuína de uma pessoa com potencialidade política digamos assim então por isso que a discussão durante toda Nossa disciplina sempre se pautou paraa discussão de relações de poder
porque estamos falando de padrões normas ideais conceitos hábitos crenças e tudo isso diz mais a respeito de grupos do coletivo do que indivíduos isolados certo pensar as políticas públicas e compreender o impacto social que a diversidade humana possuem em em nossa realidade assim Como avaliar e repensar a diversidade humana é essencial paraa vida social destes indivíduos pois ao promover a autonomia dos mesmos esses esses terão suas potencialidades validadas deixando gradativamente de serem percebidos com discriminação e Piedade isso é bastante interessante por quê Porque quando isso foi dito também quando nós estamos estávamos discutindo as condições
raciais no Brasil é ético raciais no Brasil pensando em racismo estrutural né como que como que o senso comum como que os nossos hábitos e práticas eh revelam muito essa condição de Piedade discriminação quando nós estamos enxergando dessa forma com piedade com com esse olhar redutivo com esse olhar redutivo estamos eh não enxergando essas pessoas como como participantes genuínos da da nossa sociedade e isso se mostra como um problema sério porque o próprio autor tá colocando nesse parágrafo pra gente repensar essa essa essa concepção de diversidade humana e quando estamos falando de diversidade humana às
vezes pensamos em pensamos eh somente na na concepção de discussões ligadas a misoginia a racismo a homofobia ao preconceito racismo com os povos originários a intolerância religiosa mas às vezes deixamos de lado que como que vamos como que a sociedade lida com as pessoas com deficiência com as pessoas que TM deficiência auditiva visual certo como que essa perspectiva esse estereótipo acaba sendo repetido e constantemente inclusive na comunidade clínica porque às vezes às vezes não né em todo momento deixamos de lado de discutir isso no seu âmbito social no seu âmbito até mesmo antropológico histórico né
filosófico Até mesmo porque estamos falando o que é um sujeito O que é um ser humano e se estamos querendo uma definição né se estamos querendo uma definição ser humano uma definição sujeito indivíduo a gente pensa o seguinte ah Quais são as características básicas de um ser humano e a gente percebe que historicamente culturalmente a pessoa com deficiência ela ela acaba se mostrando dentro de uma definição de ser humano dentro de uma definição Sujeito como um sujeito incompleto como um Sujeito inapto como um sujeito que não possui potencialidade de participação social e isso se mostra
como uma problemática porque ele faz parte ele tem potencial de construir conhecimento ele tem potencial de estabelecer uma conduta ele tem potencial de participar disso de de de se mostrar com potencialidade para mudar essa estrutura e para isso a gente precisa repensar essa noção de diversidade humana essa noção de diversidade o quê social Então nesse sentido eh nós temos as às vezes nós temos essa essa essa maneira de pensar muito extremamente radicalmente categórica porque se estamos falando deficiências pensamos em pensamos exclusivamente em indivíduos com deficiência E deixamos de lado o grupo a ordem o contexto
e aqui nesse parágrafo ele tá enfatizando a dimensão histórica como que a história nos mostrou que os grupos e a ordem e as relações de Poder lidaram com as pessoas com deficiência temos casos exemplos dramáticos horríveis na história de sacrifícios execuções né o Foucault fala muito a respeito disso né Nós temos os movimentos antimanicomiais por exemplo que podem mostrar né um passo de política pública de Como reconhecer Esse aspecto na diversidade social na diversidade humana e como não e como que a gente corrige como que a gente completa essa definição de ser humano né que
muitas vezes diz respeito a um tipo de ser humano esp específico né E esse tipo de ser humano específico ele dá as cartas nas relações de poder e deixa de lado outros grupos né então por isso que nunca se deve deixar de lado a concepção histórica social e ideológica nesse sentido estamos falando de ideais padrões práticas e crenças que fazem com que essas coisas essas práticas capacitistas sejam alimentadas e sejam reproduzidas certo então a palavrinha tá aqui tá se repetindo constantemente