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DOMINE OS 5 SHAPES DA PENTATÔNICA MENOR!

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RUAN DE CASTRO - GUITAR MAPS
Fala, meu amigo guitarrista. Você provavelmente já sabe os cinco shapes da penta menor, mas talvez você não saiba que cada um tem uma sonoridade específica e você precisa aprender a improvisar em cada um deles. Sonoridade do Shape 5 é essa aqui, ó, que é totalmente diferente da sonoridade do shape [Música] on.
Isso acontece porque a distribuição de intervalos em cada um deles é diferente, o que faz com que a gente tenha notas diferentes na região aguda. E isso vai proporcionar uma sonoridade bem específica para cada um desses shapes. Na história da guitarra, o fraseado é desenvolvido dentro dos shapes e dentro dos fragmentos da pentatônica, que é um conceito que eu venho desenvolvendo.
Se você ainda não sabe o que são os fragmentos, procura aqui no canal, tem um vídeo explicando o que são os fragmentos e como eles funcionam. Assim como os shapes, esses fragmentos têm sonoridades específicas. E se você souber localizar esses fragmentos dentro de cada um desses shapes, você vai improvisar com muito mais consciência.
Mas vamos falar um pouquinho mais dos shapes. Um grande problema do estudo dos shapes é que a maioria dos guitarristas aprende ele de forma sequencial. Ou seja, começa na sexta corda, vai até a primeira [Música] corda.
Aí na hora de improvisar, o que que o cara vai fazer? É, isso aqui não é nem um pouco musical e na verdade nem soa como a pentatônica. menor.
Então, se você não domina a sonoridade dos cinco shapes, fica aqui comigo que é isso que eu vou te ensinar hoje. Se você não me conhece, eu sou o professor Juan de Castro, criador do método dos fragmentos da pentatônica. Nesse método, eu divido a pentatônica em três fragmentos que vão se repetir em todos os shapes ao longo do braço.
E a gente vai usar um pouquinho desse conhecimento aqui hoje. Se você não sabe nada sobre os fragmentos, dá uma olhada aqui no canal que tem outros vídeos sobre isso. Se você tem interesse por esse tipo de conteúdo, improvisação, blues, blues, rock, clica no fucking sininho, deixa o seu like, deixa o seu comentário aqui depois da aula.
Quero saber o que que você achou e me segue lá no Instagram. Esse aqui é meu @uandastrot. Lá eu compartilho várias dicas sobre improvisação, blues, blues, rock, técnicas e etc.
Então, cumpridos os devidos protocolos, bora pro conteúdo. Então, antes de começar a falar de shapes, eu vou falar um pouquinho sobre escalas. Toda escala tem uma hierarquia e essa hierarquia é baseada na tônica.
A tônica define a função dos outros intervalos da escala. Então é bem importante você saber encontrar a tônica em todos os lugares do braço. Aqui a gente vai fazer em lá.
Então em cada um desses shapes, a gente vai ter uma tônica que vai ser uma espécie de âncora para onde a gente sempre vai voltar, ou seja, vai ser uma base pra gente orientar o fraseado. E eu vou mostrar onde fica essa âncora em cada um dos cinco shapes. Então vamos fazer em lá.
A gente vai começar com shape 5, só que a gente não vai tocar dessa forma. A gente vai pegar essa tônica aqui e essa tônica vai ser a nossa âncora. A gente tem uma tônica aqui em cima, tem outra tônica aqui embaixo, tá?
A gente vai usar elas de formas específicas, mas a nossa âncora vai ser essa aqui. E a ideia dessa âncora é você ter um lugar seguro pr você sempre fechar suas frases, tá? Isso não quer dizer que você vai improvisar sempre dessa forma, mas o importante é você ter isso para entender a sonoridade de cada um dos shapes, né?
Uma vez que você consegue escutar essa hierarquia, seu fraseado já vai ficar muito mais orgânico. Então, dá uma sacada só nisso aqui. A gente vai começar aqui.
Aqui a gente tem o fragmento um. Aqui embaixo começaria o fragmento dois. Dá certinho.
Uma oitava de pentatônica. Isso aqui a gente vai usar essa tônica aqui da ponta para construir o fraseado também, mas eu vou buscar criar um caminho até chegar nessa tônica aqui que é a nossa âncora. [Música] Então, dessa forma, a gente vai estar mapeando a sonoridade que vai ter entre essas duas tônicas e você vai construir várias frases diferentes dentro dessa primeira oitava.
[Música] Só nesse trechinho por [Aplausos] [Música] enquanto. Então, perceba que a sonoridade desse shape tá ligada à distribuição dos intervalos, né? O fato de eu ter a tônica aqui na ponta, né?
Aqui eu tenho a quinta, terça, vou fechar nessa tônica aqui que é a nossa âncora. Então, pensando também nos intervalos da ponta, nessa região, a gente vai ficar um pouquinho limitado com relação aos bends, porque os bends aqui da ponta são bends de um tom e meio, então são bends pesados para executar nessa [Música] região. Aqui na corda de cima, em regiões mais agudas, vai ficar um pouco mais fácil de executar esses vendes, né?
Então, perceba que essa disposição de notas vai fazer diferença com relação à sonoridade e à mecânica, né? Ela vai influenciar na forma como a gente vai construir o fraseado dentro desse [Música] shape. É, de certa forma, a gente vai ficar limitado ao que a gente tem dentro do shape, né?
Aqui, por exemplo, a gente teria bend aqui nessa corda ainda rola de boas. A corda réja não é tão fácil, né? E esse fragmento vai aparecer na região aguda de outros shapes.
Então a gente vai ter essa sonoridade aqui do meio, né, disponível em outros shapes. Então a gente vai vendo isso aqui com calma. Mas o principal aqui é você perceber que tudo isso vai determinar a sonoridade do [Música] shape.
Aqui no shape 5 a gente ainda tem o fragmento do aqui em cima. [Música] Mas não é comum você ver os guitarristas descerem o shape por [Música] aqui. Isso não quer dizer que eu não possa fazer isso, também posso subir por aqui, [Música] né?
O que acontece é que a maioria dos guitarristas vai optar por usar esse fragmento como um acessório do shape um. E a gente vai ver isso na sequência. Então aqui dentro do shape 5, né, esse trecho aqui vai ser menos utilizado pensando nessa região aqui, né, pensando como shape 5.
Eu vou usar mais a parte aguda. Usei aqui, mas como eu falei, não é tão comum, né? Então, pratique tocar o acorde, fazer umas frases, voltar sempre pra [Música] tônica.
Eu posso terminar minha frase na tônica mais aguda? Eu posso, não tem problema nenhum, tá? Mas a ideia aqui é fazer um mapeamento e ter um porto seguro para você sempre voltar.
Então essa é uma forma eficiente de você mapear a sonoridade do shape [Aplausos] [Música] 5. Então agora vamos falar um pouquinho do shape um, o shape mais conhecido da pentatônica. [Música] Esse, sem dúvida, é um dos shapes mais fáceis de usar.
É um shape que você encontra muito repertório para estudar. Foi um dos primeiros shapes a serem desenvolvidos em termos de sonoridade fraseado na história do blues e do rock. Então tem muita coisa mesmo para você estudar dentro desse shape.
Então nesse shape a gente tem o fragmento um aqui, o fragmento dois aqui e o fragmento três aqui. Para esse estudo que eu tô propondo, a gente vai ter como âncora essa tônica aqui que tá no fragmento [Música] dois. A gente vai poder usar o grave, o agudo, não importa.
A gente pode usar todo o shape, inclusive as extensões que eu vou mostrar para vocês, porém a gente vai ter sempre como âncora essa tônica aqui do meio. Isso vai ajudar a guiar a construção do nosso fraseado. Então esse fragmento aqui no meio do shape, ele é muito estratégico pra construção de frases por conta dos intervalos que estão nele.
A gente tem a tônica aqui, a sétima antes da tônica, a terça logo depois da tônica. Depois a gente tem a quarta, a Blue Note. Essa é uma sonoridade bem conhecida, né?
E é dentro desse fragmento que tá a nossa âncora. A gente vai trabalhar com os clichês do [Música] [Aplausos] shape. Vai buscar sempre a resolução nessa tônica.
[Música] Perceba que eu tô sempre resolvendo as minhas frases aqui. Então essa é a ideia do estudo. Eu posso começar minha frase em qualquer lugar, né?
Posso começar [Música] aqui. Fechei lá na minha tônica, né? Então, quando eu tô fazendo isso, eu tô mapeando a sonoridade do shape.
Outra coisa importante é perceber qual a sonoridade da região aguda desse shape. Então, aqui nas últimas duas cordas, a gente tem o fragmento três. Então, aqui no fragmento três, a gente tem a quinta, sétima, tônica e terça.
Fechei aqui na tônica, né? [Música] Porque através da tônica que a gente eh mapeia a sonoridade tanto do shape quanto dos fragmentos, né? Esses outros intervalos eles estão subordinados a essa tônica.
E aí só dentro desse fragmento aqui eu já tenho um monte de clichê, [Aplausos] [Música] né? Eu posso começar minha frase em qualquer nota do fragmento ou do shape, né? Mas eu vou buscar esse movimento pra tônica.
Na improvisação, claro que você vai usar outras notas de repouso. Como eu já falei aqui, a gente tá fazendo um mapeamento da sonoridade, tá? Então, pensando aqui no fragmento três, né?
O que que a gente tem na ponta do fragmento, né? A gente tem um band de um tom. A gente pode fazer um band de 1/4arto de tom aqui também.
Na corda de cima, o bend também é de um tom. Esse bend leva pra tônica. Então é muito bom para começar e terminar a [Música] frases, tá?
Mas a ideia aqui é sempre buscar aquela última tônica. Então eu vou fazer isso aqui, [Aplausos] ó. Essa última tônica que eu tô falando é a tônica do meio, né?
A nossa âncora. [Música] Então tem muitas possibilidades aqui para se explorar, né? Só pensando nas cordas de baixo.
Ah, aqui em cima eu ainda tenho fragmento um, né? Eu também posso usar como uma nota de resolução, né? Ou como uma âncora secundária.
Ã, mas essa aqui vai ser mais eficiente no nesse estudo, tá? Enfim, importante você saber onde estão as tônicas, [Música] né? Outra forma aqui de usar esse shape é usar essa expansãozinha aqui que eu vou roubar do shape 5, é o fragmento dois, né, que tem aqui no shape 5.
Vou usar esse fragmento como auxiliar do shape um. [Música] Então, se eu quiser resolver aqui no grave, ao invés de eu fazer isso aqui, posso fazer aqui. É bem comum nos solos do David Gilmore, do Jimmy Page, né?
É um caminho comum usado por diversos guitarristas de blues e blues [Música] rock. [Música] Outra coisa a se perceber é que os clichês determinam a sonoridade do shape, né? É só nesse shape que eu vou ter esse clichê [Música] aqui, porque é só nesse shape que eu tenho fragmento três na ponta, né?
Então até posso reproduzir isso em outros lugares, mas não com essa facilidade mecânica, não com essa tescitura, né? com essas notas na região [Música] [Aplausos] aguda. Outra coisa interessante de se fazer no mapeamento dos shapes é você contornar a tônica, né?
Então vou fazer uma melodia aqui, ó. Essa mesma melodia, ó, vai aparecer em outros shapes também. Eu quero que vocês percebam é que essa sonoridade que eu acabei de tocar, ela pode ser reproduzida em outros shapes também.
O que acontece é que nessa região aqui tá num lugar muito confortável, né? Além disso, você contornar a tônica te dá uma noção dos intervalos que estão próximos à tônica, né? E assim que a gente vai memorizando a sonoridade dos intervalos também, né?
Por exemplo, aqui, ó. Sonic terça, né? É sempre esse som em qualquer shape.
Então eu sabendo tocar essa terça, né, tônica, terça tônica, eu vou ter sempre esse som. Se eu souber fazer a parte mecânica desse som, né, eu também consigo mapear o intervalo. Então essa melodia que eu passei aqui, ela começa na quinta.
Então é quinta, sétima e tônica. Vai até a terça e volta. Isso aqui também é um movimento melódico comum desse [Música] shape.
Dentro de cada um dos shapes, baseado nos fragmentos, você também consegue mapear as notas alvos da harmonia que você tá tocando, né? Seja uma harmonia de blues, seja uma harmonia de blues rock. Ah, esse não é o assunto agora, mas só para vocês entenderem que o mapeamento dos fragmentos ajuda muito nessa questão de você reconhecer os intervalos e saber aplicar esses intervalos ao longo da harmonia.
Então, para reconhecer a sonoridade desse shape, você vai buscar o máximo de frases, né, que você puder aprender aqui dentro. [Música] Aqui eu já adicionei a terça maior, a nona. São intervalos que a gente pode adicionar nesse shape.
Tem outros vídeos aqui no canal explicando como adicionar intervalos nos fragmentos. Então, dá uma olhada aqui que você vai achar. Mas agora eu vou ficar mais no shape da penta menor, né?
Toquei aqui só para ter uma variação de [Música] sonoridade. Se você já é meu aluno no Guitar Maps, já passou pelo módulo 8 e 9, você vai saber fazer isso. Se você não é meu aluno ainda, aproveita, tem o link aqui embaixo, você pode se matricular no meu curso, você pode aprender tudo isso também.
Então vamos seguir aqui. Então a ideia básica é essa aqui. Eu tenho uma âncora e vou criar várias frases no entorno dessa âncora, pro agudo e pro grave.
[Música] Outra coisa, esse enxerto que a gente fez aqui, né, do fragmento dois que tá no shape 5 também vai poder ser feito aqui, tá? Isso é muito comum e a galera chama isso aqui de shape um estendido, né? Então, além de colocar esse fragmento aqui, eu posso colocar aqui, né?
Eu também posso trabalhar com esse fragmento em 3/8 aqui para conectar os três shapes, [Música] [Música] né? Então, aprenda diversos caminhos melódicos, tá? Cada guitarrista vai ter os seus caminhos melódicos é dentro desse mesmo shape.
Vão ser caminhos melódicos diferentes. Alguns, obviamente vão ser comuns, né? É bem comum você ver isso aqui, né?
Mas também vão ter caminhos diferentes, principalmente na volta, né? Tem guitarrista que vai tocar, tem guitarrista que vai tocar, né? Enfim, uma infinidade de possibilidades aqui, né?
E aí vai de você treinar o seu ouvido tocando esse shape e tirando leques que estão dentro desse [Música] shape. Agora vamos pro shape dois da pentatônica. Se você pegar o shape completo, vai ser isso aqui, ó.
Ele organizado dessa forma nem condiz com a sonoridade da penta menor, né? Ela começa na terça maior, soa muito mais como uma penta maior quando você toca dessa forma. Então, nesse shape, a tônica mais grave vai ser essa aqui.
Então, partindo dessa tônica, a gente tem o fragmento um aqui na parte de cima, o fragmento três. Essa tônica é o que liga, né, o fragmento três, ao fragmento um. E aqui a gente tem o fragmento dois.
Aqui vai ser o nosso ponto de referência, a nossa âncora, tá? essa tônica mais aguda. Esse shape aqui, ele também é conhecido como Albert King Box, mas não o shape inteiro, essa região de baixo aqui, [Música] ó.
Mas é óbvio que eu posso usar o shape todo, [Música] né? Mas o que a gente tem aqui na região aguda é o que vai realmente caracterizar esse shape, né? É por isso que a nossa anâncora tá [Música] aqui.
A gente tem um monte de frase, né, só com esse trechinho aqui, que seria o Albert King [Música] Box. E aí o que acontece? A gente tem certos sons que são característicos, né, desse fragmento aqui na ponta.
[Música] Os bends que a gente tem aqui na ponta são bends de um tom, band de meio tom ou bend de 1/4 de tom. Então, a disposição desses intervalos aqui também configuram a sonoridade do shape, né? O que que tem na região aguda.
Ah, isso vai ser muito interessante quando você conectar os shapes, né? [Música] Então a gente vai jogando com cada região do braço, né, com cada shape, ã, pensando nessa sonoridade. O que que tem na região aguda, né, que caracteriza esse shape, isso acontece porque a maioria das frases vão ser criadas na região aguda, né?
A maior parte do fraseado desenvolvido, né, tá nas cordas de baixo aqui. Então, olhando para esse fragmento aqui, a gente vai buscar essa tônica, né? A gente vai tocar o que tá no entorno da tônica, né?
Então, a gente também toca aqui a sétima, né? Terça tônica, eh, quinta, sétima tônica, quinta, sétima tônica, terça tônica, é aquela melodia que eu passei aqui. Se eu sei que essa melodia tá aqui, fica muito mais fácil eu manipular essa sonoridade, né?
[Aplausos] [Música] Então isso aqui já marca um pouco a sonoridade do shape. Você também tem os [Música] leaks bonassa, toca mais [Música] assim, né? O Steel Ray Vogan descasca os bends [Música] aqui.
Então, cada guitarrista vai usar isso aqui do seu jeito, né? Mas são as mesmas notas, né? o mesmo fragmento.
Então você vai buscar explorar esse espacinho [Música] aqui. E aí, se eu quiser ir um pouco mais grave, eu vou ter isso aqui, que é o fragmento um aqui em cima. Então eu já tenho mais um pouquinho do desenho, né, sonoro do meu [Música] shape.
Então é bem importante perceber como o fraseado é construído, né, nessa região. Então essa é a sonoridade do shape 2, principalmente aqui, [Aplausos] [Música] né? Então agora vou tocar um pouquinho dos três shapes que a gente viu até agora.
[Música] [Aplausos] เ [Música] [Aplausos] [Música] Então agora vamos pro shape 3, que é um dos shapes menos usados pelos [Música] guitarristas. Ele tem esse caminho torto aqui para trás, né? Então ele não favorece a digitação também.
Ah, se você tocar ele dessa forma, você não vai ter a tônica como referência, né? Então esse shape a gente vai dividir em duas partes. A região aguda que vai ter essa tônica aqui como âncora.
Aqui a gente tem o fragmento um. Para cima aqui a gente teria o fragmento três. Só que a gente não vai usar tanto esse deslocamento aqui, ó.
Essa região aguda. A gente vai usar até essa nota aqui, ó. Isso não quer dizer que você não possa subir o shape, né?
Mas não é uma coisa que você vai encontrar no fraseado clássico, tá? Você vai encontrar muito mais essa parte de baixo associada ao shape um e dois, né? Então você tá fazendo uma frase aqui, ó.
[Aplausos] [Música] Veja, eu fiz uma sequência aqui subindo, né, pela região aguda do braço, do shape um ao shape [Aplausos] [Música] 3. E aí eu posso usar conexões para ir pros outros shapes, mas pensando em sonoridade, né, o básico vai est [Música] aqui. E aí, nesse shape tem uma coisa muito peculiar que é o BB King Box que eu não vou me aprofundar agora, mas eu vou mostrar um pouquinho, tá?
Que adicionando a terça maior, a sexta e a nona aqui de forma estratégica, eu transformo é essa parte aqui do shape em Bib King Box. Então vou pegar o fragmento um aqui. Em vez de tocar a sétima, vou colocar a sexta.
Aqui eu vou colocar a nona. E aí eu vou atingir a terça maior com esse band aqui, que é o que o Bib King faz, né? Lógico, tem muito mais para se falar disso, mas a grosso modo e de uma forma superficial seria [Música] isso.
Então, adicionando esses intervalos, eu também vou ter aqui o Bib King Box, mas ficando na penta menor, basicamente vou ter essa nota como [Música] âncora, podendo tocar a sétima. [Música] É, pensando na questão mecânica mesmo do shape, né? Tem várias coisas que eu posso fazer, só que eu não vou pensar muito nesse movimento que eu posso fazer, mas ele não é tão confortável, né?
Então essa região aguda aqui do shape 3 vai tá associada aos shapes anteriores em termos de desenvolvimento de fraseado, né? E bom, as características, né, da desse shape estão muito ligados ao fragmento um aqui na ponta, né, que é o bem de junto. [Música] [Aplausos] Aqui esse fragmento já apareceu nos outros shapes, só que aqui é muito legal de fazer esse bend, né?
Ele tá na ponta aqui, então funciona muito bem em blues, né? Em cima do quarto [Aplausos] grau. Agora, Bib King Box.
Então, pensando nesse shape, é interessante estudar os fraseados do Bib King, né? Que você vai conseguir reconhecer e esses intervalos que eu coloquei aqui, né? E também tentar criar em cima desse fragmento aqui.
É um espaço pequeno, né? [Música] Na maioria das vezes vou optar por usar a sexta aqui, ao invés dessa sétima menor, tá? [Música] Pensando na corda de cima aqui, eu tenho bend de um tom também, um tom e meio aqui.
Pode ser um quarto de tom ou um tom, [Música] né? Então assim, eu posso fazer esse movimento, né? Só que você vai encontrar menos frases usando isso aqui.
Agora a gente vai pra região grave desse shape. A gente vai ter a tônica aqui. Esse aqui é o fragmento [Música] dois.
Vou poder usar isso aqui aqui em cima, que é um trechinho do fragmento um. E aí de novo você tem aquela [Música] frase, a gente tem aqui o fragmento dois, que eu já falei, que tem sétima, tônica, terça, quarta e blue [Música] note. A gente pode pensar nessa tônica aqui como uma âncora secundária, se você quiser pensar o shape como um todo, né?
Esse shape na região grave também é usado muito para construção de rifs, né? Se eu pensar em mi, esse mesmo shape vai tá aqui, ó. [Música] Mas enfim, é uma região aqui que você vai usar um pouco menos do que a região aguda.
E essa região aqui, ela não caracteriza o shape como essa. Por quê? Que eu tenho esse grave aqui.
Aqui também, né? Então acaba que isso aqui não caracteriza o shape tanto quanto isso aqui, né? O esse band aqui na mesinha, né?
só vai aparecer dentro desse fragmento, dentro desse [Música] shape. Outra coisa sobre a região grave desse shape é que ela também vai ser usada como auxiliar do próximo shape. Assim como a gente viu aqui entre o shape 5 e o shape 1, aqui do shape 3 pro quatro, a gente vai ter esse uso [Música] aqui.
Então é muito comum que aqui no shape 4 você faça um fraseado e feche no shape 3, né? Então agora vamos falar do shape 4. Mas a gente também não vai tocar assim, que isso aqui não tem som de nada, né?
A gente vai tocar sempre pensando nas tônicas. Nesse shape a gente tem uma tônica aqui. Em cima dela eu tenho o fragmento três.
Partindo dela tem o fragmento um. Aqui embaixo vai ter o fragmento dois. E aqui na região aguda o começo do fragmento três de [Música] novo.
E a nossa âncora vai ser essa tônica aqui do meio. É a tônica que tá no fragmento dois. [Música] [Aplausos] [Música] Na região aguda aqui, esse começo de fragmento três, ele vai ter um band para tônica aqui, que é muito [Aplausos] [Música] usado.
Essa disposição aqui, ó, esse [Música] [Aplausos] clichezinho, também vai aparecer bastante, né? Isso é proporcionado pela posição que essas notas se encontram, né? Eu tenho esse som lá no shape um [Música] também, mas aqui o clichê funciona muito melhor e é muito mais [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] usado.
Então, mesmo que eu use notas da região grave, né, eu vou sempre pensar nessa tônica [Música] aqui. E de novo aquela [Música] frase então na ponta esse bendzinho de um tom vai me levar pra [Aplausos] tônica. Aqui na corda a gente tem um band da quarta pra quinta.
Então uma nota consonante onde diversos solos começam, né? [Música] Sempre lembrando de voltar pro nosso porto [Aplausos] [Música] [Aplausos] seguro. Aqui na corda sol a gente tem esse band de um tom e meio partindo da tônica, né?
[Música] Esse band aqui é usado na mag Guitar Gentle Whips, né? O solo do Clton. [Música] essa subidinha.
[Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] Então, perceba, eu acabei fazendo o solo inteiro aqui, né? E ele tá quase todo no shape 4, né? Ele usa um pedacinho aqui do shape 3, daquela forma auxiliar, como eu falei, né?
Depois ele faz uma subida que vai passar pelo shape 5 e vai acabar no shape um. Então, só de tirar esse solo, você já aprende um monte de frases e um monte de coisas que são clichês, né? E que vão te ajudar a memorizar a sonoridade desse shape, né?
Os leaks são leaksos guitarristas usam aqui. Então, estudando o repertório do shape, né? você consegue dominar o [Música] shape.
É o finalzinho do Stary to Heaven, [Música] né? É construída em cima no do mesmo shape, né? Então a ideia é essa.
Sabendo a sonoridade do shape, você improvisa com muito mais consciência. você vai saber exatamente quais são os sons que vão sair debaixo dos seus [Aplausos] [Música] dedos. Então agora na próxima região eu tenho de novo o shape 5, né?
A gente estudou aqui, né? [Música] A diferença é que aqui eu consigo aplicar uns bendes, né, naquelas regiões mais agudas. Não vai ser tão pesado quanto aqui, né?
[Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] E aí depois vem a repetição, né? Shape um de novo, shape do de novo. Então, a única observação aqui em relação ao shape 5 é que na região mais grave ele vai ficar mais pesado, né?
para fazer os bends de 1 tom e meio, mas eu sempre vou ter a repetição do shape oitava acima, né, na região mais aguda. Então, qualquer shape que você toque na primeira região que fique mais pesado, quando você chegar na região aguda, né, você vai poder executar os bends do desse shape sem grandes dificuldades. uma geralzinha aqui sobre todos os shapes.
เฮ [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] Então é isso por hoje, pessoal. Recomendo que vocês façam esse estudo com calma. Pega um shape de cada vez, ó.
Pega um shape para cada dia da semana, maceta o shape, toca um monte, sabe? Isso tá muito ligado à ideia de restringir para expandir, né? Eu vou restringir o meu espaço de trabalho, eu vou me restringir a um shape para expandir as minhas ideias dentro desse shape ou expandir o meu conhecimento sobre a sonoridade desse shape ou de cada um deles, né?
Então, por hoje é isso, pessoal. Vejo vocês na próxima aula. Um abraço para todo mundo.
Seja sempre muito bem-vindo aqui ao canal e como eu já falei, né? Clica no fucking sininho, deixa seu comentário, aperta o joinha aí pro algoritmo entregar o meu vídeo pros guitarristas invejosos, tá? E é isso, pessoal.
A gente se vê no próximo.
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