interna do quadril e por consequência uma torção no joelho. Por isso, tantos problemas no quadril e tantos problemas na articulação do joelho. pra gente entender os principais problemas que acontecem na articulação do quadriladora, causado justamente por causa da rotação interna do quadril, que é o síndrome do imp da do impacto fêmuroacetabular, pinçamento no músculo ilopessoas e por consequência, depois de muito tempo, depois de muito impacto, a lesão na região anterior de um labro da fossa acetabular.
Tudo isso por causa da rotação interna do quadril. Então o que que a gente precisa fazer? Tratar, manipular e alongar esses músculos que estão tensos e encurtados e por consequência hiperativados para que eles diminuam essa ativação e aumentem a sua flexibilidade.
E os músculos que fazem isso são bíceps femoral, cabeça longa, semitendinoso, semimembranácio, que auxiliam também para poder fazer a rotação interna, tensor da faceata. principalmente. Então, o que que a gente vai precisar fazer?
Sobe um pouco, Débora. Quando a gente for tratar aqui o tensor da face lata, a gente vai precisar colocar o quadril da nossa Luna em uma posição de flexão de quadril, porque assim a gente consegue observar melhor o tensor da face lata. Então, é aqui que a gente vai apertar na nossa luna para fazer a manipulação manual, fazendo a massagem em direção das fibras.
E as fibras, a gente sabe que é em direção de cima para baixo ou de baixo para cima, numa direção em linha reta. Então o que que a gente vai fazer? Manipular colocando uma certa pressão e empurrando esse músculo na direção das fibras para que a gente consiga empurrar o sangue e ao mesmo tempo que esteja empurrando o sangue na direção das fibras, a gente também esteja estimulando o OTG para que o OTG mande uma sinalização pra medula espinhal.
da meda espinhal, mandando a sinalização de volta para os fusos musculares, relaxando a musculatura. Relaxando o tensor da face lata, o que que vai acontecer? A gente, por consequência, vai diminuir também a tensão no trato ilutibial.
E lembra, a tensão no trato ilutibial é a causa maior da bucite trocantérica. Então, quando a gente for tratar a rotação interna e por consequência a a bucit troca antérica, a gente vai precisar fazer a manipulação no tensor da face la que fica logo abaixo aqui da espinha ilíaca, descendo em direção ao trocânter. E também a gente vai precisar manipular toda essa região aqui do trato tibial, que a sua aluna vai sentir um desconforto muito grande, mas vai precisar fazer, principalmente se ela tem a bcite trocantérica.
Então pra gente tratar a bcite trocantérica é muito fácil. Fez a liberação aqui do tratorio tibial, liberou, manipulou o tensor da faceata e a gente vai precisar fazer o alongamento do trato ilho tibbial e do ilho pissoas. Então, Débora, faz o alongamento pijon para mim, por favor, que é aquela sentada no quadril, tá?
Tá lembrada? Perna na frente cruzada e ã, essa perna direita vai para trás e a perna esquerda fica na frente. Lá atrás, lá atrás, lá atrás.
Essa dobra, viu? Aí e essa lá atrás. Perfeito.
Perceba como a gente vai alongar aqui o tensor da face lata. Por quê? O tensor da faceata, lembra?
Faz a rotação interna e a flexão de quadril junto com a abdução. Nesse caso aqui, a gente tem uma máxima flexão de quadril, mas a gente também tem uma máxima rotação externa do quadril. E olha aqui o trato lbiel para onde vai.
Se ele tá indo aqui pra lateral e normalmente ele faz a rotação interna por causa do tensor da faceata, aqui a gente tem uma rotação externa muito grande, por isso um alongamento do tensor da faceata, não só do tensor da face elata, mas também do glúteo mínimo. Porém, o glúteo mínimo ele não é um músculo chave, então ele não vai entrar aqui na sacado, ele não vai entrar aqui na lógica, só simplesmente o tensor da faceata. E grande detalhe, lembra que o bíceps femoral, ele também é um rotador interno do quadril.
Então, nesse alongamento aqui, especificamente, o que que a gente tá fazendo? Alongando também o bíceps femoral, porque ele é rotador interno e ele é extensor do quadril. Só que nesse caso aqui, o que que a gente está fazendo?
uma grande flexão do quadril e uma rotação externa do quadril, fazendo com que o bíceps femoral ele seja alongado na sua região proximal. Por que na região proximal, ou seja, na região próxima do quadril, porque a região distal está com o joelho em flexão. E se o joelho tá em flexão, significa que essa parte, essa parte mais distal do bíceps pulmoral, ela tá encurtada.
Porém, essa parte aqui mais proximal está extremamente alongada. Então, por isso a gente consegue alongar também o bíceps femoral cabeça longa, fazendo o alongamento do pidion, que é um dos grandes alongamentos que vai fazer com que a sua aluna pare de sentir dor na bolsa da do Trocânter. Além da bullit troca antérica, a gente também tem aí um grande uma grande vantagem que é, lembra que o grande problema do quadril, do pincelamento do quadril, é justamente por causa da rotação interna do quadril.
Como aqui a gente tá estimulando ao máximo a rotação externa do quadril, significa que isso também vai auxiliar para que eu não tenha uma rotação interna durante o agachamento. E lembra, pode ficar em pé, Débora para mim, por favor, de frente, de lado pra câmera, faz o agachamento. Lembra que os músculos que fazem a rotação interna do quadril é tensor da face lata, porque ele tem um vetor de força que nessa posição aqui vai puxar para cima, fazendo a rotação medial do quadril.
E a gente tem também outros músculos, como por exemplo o semimembranácio, semitendinoso, que vai puxar o quadril em adução quando ele está nessa posição. Por quê? Porque muitas vezes ele não tem flexibilidade suficiente.
A pelinação anterior natural para poder se manter em neutro. E por isso há uma tendência à inclinação posterior. E por causa do semitendinoso e semimembranáos há também o impacto fêmoracetabular.
Pode subir, Déborar. Então o que acontece? Eu preciso alongar os músculos que fazem a rotação interna.
que eu alongo aqui com o alongamento pigeon, que é principalmente o tensor da face lata, o trato tibbial e o bíceps femoral. Nesse alongamento pidion, eu consigo alongar todo esses três aqui, porém não é só eles que fazem a rotação interna, porque não é só a rotação interna, é também a adução do quadril. E se é também a adução do quadril, eu vou precisar alongar também semimembranácio, semitendinoso.
Por quê? Porque esses dois, além de fazer a adução do quadril, principalmente quando a nossa luna ou nosso aluno tá agachando, eles também fazem a inclinação posterior da pele. Lembra que a inclinação posterior da pelv é o que vai gerar o slide anterior da cabeça do fêmor.
Então eu preciso evitar esse slide anterior da cabeça do fêmor, porque se eu tenho uma inclinação posterior da pelv, eu tenho um mau funcionamento da articulação do quadril. Esse mau funcionamento da articulação do quadril é o que vai fazer a minha aluna, meu aluno, sentir o impacto fêmoracetabular durante o agachamento, porque eu não vou ter a congruência ideal do quadril fazendo a torção e também fazendo o deslizamento enquanto meu aluno, minha aluna, tá agachando. Ou seja, o encaixe da articulação do quadril não vai est o ideal e por isso ele vai estar sempre pinçando o quadril e sempre impactando na fossa acetabular.
Então eu preciso corrigir o posterior de coxa para poder corrigir a inclinação posterior da pelva. E para isso eu vou precisar fazer o alongamento. Pode deitar, debrar do bíceps femoral.
Estica essa perna aqui fazendo da seguinte forma. O bíceps femural a gente sabe que ele vai fazer tanto a extensão de quadril e auxiliar a abdução do quadril ou a rotação interna do quadril. Mas nesse caso, se ele tiver estabilizado, ele vai fazer a rotação externa do quadril.
Se o joelho, no caso, tiver estabilizado, ele vai fazer a rotação externa do quadril. Então, o que que eu vou precisar fazer? movimento contrário ao que o bíceps femoral está proposto a fazer.
E o movimento contrário é: se ele faz a extensão, eu vou fazer a flexão. Se ele auxilia na abdução, que que eu vou fazer? A adução.
E se ele auxilia na rotação externa, eu vou fazer a rotação um pouquinho interna e fazer a dorso flexão do tornozelo para que eu tenha um alongamento dessa linha posterior aqui, alongando o bíceps femoral. fibular até chegar a face a plantar. E com essa rotação interna aqui, eu aumento ainda mais o alongamento do bíceps femoral.
Segundo alongamento que eu vou precisar fazer é com a minha Luna em posição sentada. Pode sentar, debrar. Afasta bem as pernas.
Ãã, esticadas. Isso. Com os joelhos esticados.
E por que os joelhos esticados? Porque o semitendinoso e o semimembranácio, eles cruzam a articulação do joelho. Então, se a minha aluna, se o meu aluno flexionar o joelho, que é que vai acontecer?
Eu vou encurtar o semitendinoso, semimembraná na sua porção distal, ou seja, na porção do joelho, enquanto eu tô tentando alongar na porção proximal, que é do quadril. Para eu ter o máximo estiramento nas duas porções, eu preciso esticar o joelho para que eu tenha o máximo estiramento e, claro, fazer a máxima abdução do quadril em posição horizontal para que as o meu aluno, minha aluna sinta alongar exatamente o semitendinoso e o semimembranácio nessa região aqui, alongando esses dois músculos ou esses dois grupos musculares, no caso três, né, semitendinoso, semimembranácio e bíceps femoral cabeça longa, eu auxilio na correção da inclinação posterior da peluer acrescentar também o músculo, o alongamento pidon, para poder auxiliar ainda mais no alongamento do bíceps femoral na cabeça longa, na parte mais proximal, você pode adicionar sem problema nenhum. Esses alongamentos é os que vão gerar mais resultados para você corrigir a inclinação posterior da pelva do seu aluno, da sua lona.
Ao contrário, pode deitar, Débora, do que se você fizer simplesmente estica, sobe essa perna esticada. Se você tentar fazer simplesmente esse alongamento, ele não vai ser o mais eficiente. Sim, você pode sentir alongar o posterior de coxa.
Isso não quer dizer que seja o mais eficiente. Por quê? Porque pra gente alongar o máximo a musculatura, a gente precisa alongar fazendo o movimento contrário ou todos os movimentos contrários que a musculatura faz.
Nesse caso, a gente vai ter semembranaço semitendinoso, que auxiliam na adução e o bíceps moral, que auxilia na abdução. Logo, se a gente só faz a flexão, a gente está fazendo parcialmente o movimento contrário que esses grupos musculares fazem. Por isso que o ideal é fazer os dois, tanto fazendo a flexão mais a redução horizontal para alongar o bíceps moral, quanto a flexão.
Pode sentar, Débora. Isso, pernas afastadas mais a abdução para alongar o semitendinoso e o semimembranaço. Perceba aqui que a gente tem exatamente a flexão de quadril mais a abdução.
Por isso que ela vai sentir alongar bem o músculo semitendinoso e semimembranácio. Exatamente. Por causa dessa flexão aqui ao máximo, que é justamente o movimento contrário que o músculo semitendinoso, semimembembranaço vão fazer junto com a abdução.
Esses aqui são os melhores alongamentos para você que quer auxiliar ainda mais os resultados. Por exemplo, se a sua aluna, seu aluno tem uma buscite na busa, você é uma buscita na busa, né? uma bsite no na bolsa do semitendinoso, semimembranácio, o que é que você pode fazer?
Auxiliar com a manipulação manual no semitendinoso e semimembranácio para que acelere ainda mais a recuperação do seu aluno, da sua lona. Quando a gente vem falar de ciatalgia, por causa do ciático e por causa principalmente não só do ciático, mas do músculo piriforme. Deita de barriga para baixo, por favor.
Primeiro, a gente vai precisar entender se é mesmo piriforme que tá gerando essa dor no ciático da sua aluna. E se for o periforme, a gente vai precisar fazer a manipulação. E a manipulação no piriforme da sua Luna.
Deita de lado para mim, por favor, Débora. Isso vai precisar acontecer com a sua Luna de lado para que você consiga acessar o ciático. E como é que a gente, aliás, para que você consiga acessar o piforme.
E como é que a gente vai conseguir acessar o piforme? Você vai achar o trocante maior do femo. Achando o trocante maior do femo, mais pra parte posterior do trocante maior, você pode pressionar com seu dedão que você vai perceber que você vai encontrar um músculo piriforme, que é um músculo lá profundo.
E é a sua Luna vai sentir um desconforto muito grande nessa região. Por quê? Porque o piriforme é um músculo chave que tem a tendência ao encurtamento e também a hiperatividade.
Que que acontece com piriforma? Ele vai sair daqui do trocante maior e ir lá pra parte anterior do sacro. Então, até certo ponto, você vai conseguir apalpar o músculo piriforme, mesmo que ele esteja abaixo do músculo glúteo máximo e do glúteo médio.
Então, apalpando, você já vai gerar uma tensão nessa musculatura que vai fazer com que ative o ATG e o OTG mande uma sinalização pra medula espinhal, mandando a sinalização de volta para os fusos musculares para que ele relaxe. Só que tem um detalhe para você saber se o problema no ciático da sua luna por causa do piriforme ou por causa da lombar ou então por causa do plexo sacral, você vai precisar fazer o teste que é o teste de laz. Fica de barriga para cima, Débora, para mim, por favor.
Como é que vai funcionar o teste do laz? Você vai levantar a perna da sua aluna, fazendo a flexão de quadril até mais ou menos uns 60º. A sua Luna vai precisar tá deitada no chão, totalmente relaxada e o peso da perna da sua aluna vai precisar estar no seu braço.
Você vai subir até mais ou menos 60º e perguntar a ela se ela sente dor no nervo ciático. Se ela sentir dor no nervo ciático, aqui com você segurando o peso da perna, há uma tendência muito grande que o problema seja no músculo piriforme. Se ela não sentir dor no piforme enquanto você tá sustentando a perna dela, o que que você vai fazer?
Você vai pedir pra ela manter a perna aqui nessa posição de mais ou menos 60° de flexão do quadril e você vai tirar a sua mão debaixo do pé dela. Segura a perna, tá? Tá Segura.
Se ela sentir dor aqui, significa que o problema está ou no plexo sacral ou então na região da lombar. Por quê? que o plexo sacral e a região lombar vão ser estimulados pelo músculo ilho pessoas.
E se ela sustenta a perna aqui, sustenta. Se ela sustenta a perna aqui, ela vai precisar fazer muita força noipsoas e essa força no lipsoas pode comprimir o nervo ciático lá no plexo sacral ou então na região da lombar. Sabendo disso, você consegue direcionar exatamente qual que é o tratamento que você vai precisar fazer quando a sua luna estiver com uma dor no nervo ciático.
Além disso, pode deitar com a barriga no chão, Débora. Se o problema for piriforme e for uma tensão do piriforme, você identificar que ela não tem uma rotação interna do quadril, nem uma flexão do quadril e que sim o piriforme tá fazendo uma rotação externa, que é o movimento que ele faz, e que por causa dessa rotação externa ela tá sentindo dor no ciático. O alongamento que você vai precisar fazer depois de fazer a manipulação é: deita a sua Luna em decúbito ventral do jeito que tá aqui.
Flexiona o joelho do lado do quadril que você quer alongar o piriforme. Você vai apoiar o teu joelho na região lombar dela, pegar a tua mão que tá oposta, colocar por baixo do joelho e a mão que tá em cima você vai rotacionar fazendo uma rotação interna do quadril. Enquanto você puxa o pé para baixo, você vai puxar o quadril em extensão.
Essa puxada de quadril em extensão vai fazer com que ela não sobrecarregue a articulação do joelho e por isso ela não sinta dor na articulação do joelho. O teu joelho em cima da lombar vai fazer com que ela não compense o movimento subindo a pelterior para não sentir dor de estiramento no músculo piriforme. E você vai fazer essa rotação interna até um certo ponto onde ela consiga alongar bem o músculo piforme, que normalmente é em um ângulo de mais ou menos 45º entre o músculo, entre a panturrilha dela e o solo.
Se o problema não for por causa de tensão do piriforme, aí a gente vai encontrar o alongamento específico, exatamente lá no módulo de coluna, que é onde você vai ver como que o plexo sacral vai influenciar diretamente no noo ciático e vai gerar dores na região do quadril da sua luna e descendo, enradeando para a perna. Aqui você já entendeu tudo para poder tratar todas as lesões das suas alunas que estejam localizadas na região do quadril. Nas próximas aulas a gente vai entender quais são os melhores exercícios para você tratar essas dores que você pode fazer e os que não pode fazer com a sua aluna, quando elas estiverem presentes com essas lesões.
Então, a gente se encontra na próxima aula. M.