Pra gente começar aqui o assunto sol, sol, né, já pros íntimos, né, Solange, eh, falando de dependência emocional, né, eh, a dependência emocional, ela impacta, eh, chega a impactar nós na vida adulta de uma maneira até um pouco mais doída, digamos assim, né? Então, a dúvida que a gente começa esse nosso bate-papo é a seguinte: por que que a dependência emocional impacta na vida adulta com problemas de escassez, de Ausência de amor próprio, entre tantos outros problemas? Por quê? Na verdade, a dependência emocional, ela nasce da carência eh de você perceber o seu alto valor.
Não é apenas carência emocional. você não percebe o seu alto valor, porque lá na sua infância você tá presa numa criança ferida, numa criança que precisou ser vista, uma criança que precisou ser amada, ser acolhida por esses pais e muitas vezes não foi. E aí essa criança, ela não se sentiu Importante para esses pais. Ela sentiu que ela não tinha muito importante. Então esse valor não nasceu ali dentro dela, geralmente mais da mãe, né? Eh, eu sei que as mães ficam chateadas comigo, fala: "Tudo a mãe, tudo a mãe". Mas é verdade, essa questão de
valor vem muito mais da mãe, mais do feminino, da menina se sentir, do menino se sentir acolhido pela mãe. E ao invés da criança ser, vamos dizer, nutrida, ser vista, ser acolhida, a criança ela vai fazer pelo Pela mãe, pelo pai. Ou seja, uma mãe que está emocionalmente indisponível por qualquer motivo, ou por fragilidade emocional dela, ou por um luto que ela esteja vivendo, ou por qualquer por ausência, o pai igual, por ausência, por não est muito presente ali. Então essa criança, ela sente essa ausência e vai fazer, ela vai querer eh compensar isso tudo
lá, vai querer fazer pelos pais. E aí ela entra querendo, ao invés de receber, ela vai fazer pelos pais. E Quando ela vai paraa adulta, ela tem essa falta, essa carência, esse vazio. E esse vazio que precisa ser nutrido, que vai realmente trazer pra adulta, que é a boazinha, a salvadora, que depois a gente já vai falar sobre isso tudo, eh ela entra nessas nessas, vamos dizer, nessas identidades de boazinha, de salvadora, dentro da família. Ela vai lá salvar a mãe, salvar o pai, salvar a família. Ela vai ser a boazinha. Por que que ela
vai ser a boazinha? Porque a Boazinha eh ela ela acha, ela percebe que ela só tem valor quando ela faz coisas, quando ela eh está fazendo do jeito que os pais querem, da forma que os pais querem. Então, ela abre mão dela própria, da identidade dela, ela abre mão da autenticidade dela, ela abre mão dela para fazer o que o outro quer que ela faça e assim ela vai sendo moldada. Por isso a boazinha, por isso a salvadora. A salvadora, ela ela nem lembra que ela existe. Ela começa Simplesmente a fazer pelos pais aquilo que
ela acha que vai de fato fazer os pais felizes, deixar os pais bem. Então ela fala: "Ah, eu fiz isso aqui, deu certo, a mamãe ficou bem, então eu vou por aqui". Eh, eu fiz aquilo ali, deu certo, o papai ficou bem, então é por ali. Então, é aquela, muitas vezes a bozinha é aquela que quer não ser vista. sabe, dentro da família, é aquela que quer ser a que passa desapercebido ali, ela fica é como se ela um cadiuvante. É, Na verdade como caduvante, mas na verdade ela é invisível, sabe? Quanto menos ela parece,
melhor, porque muitas vezes os pais são agressivos, muitas vezes nós estamos falando de dinâmicas disfuncionais, não é? E essas dinâmicas disfuncionais é as quais os filhos ou as filhas vão entrar em dinâmicas eh para eh que a gente não sabe na vida adulta. A gente nem sabe que essas dinâmicas estão aqui conosco. Então são dinâmicas ocultas familiares Que estão aqui no adulto e que estão impactando a minha vida diretamente, que eu não sei que tá, mas está. está impactando minha vida profissional, está impactando minha vida relacional, está impactando a forma como eu me relaciono com
as pessoas. Eh, porque geralmente quando eu estou dependente emocional, eu faço qualquer coisa para me relacionar. Eu vou para um trabalho, eu vou para esse trabalho, me sentindo menos que o outro. Hum. Nunca me sinto o Protagonista, nunca me sinto valorizada, nunca me sinto, eu sou o cara. não sente essa não é essa pessoa é aquela pessoa que vai com medo, que vai ansiosa, que vai eh não é o centro da vida dela. O centro da vida dela é qualquer pessoa menos ela, não é? Então por isso que ela vai assim, ela vai insegura, vai
despreparada. Muitas vezes ela, aquela pessoa que sabe muito, mas quando chega lá na vida profissional, ela é uma pessoa insegura, que não confia nela, Não acredita em si, porque ela não teve essa referência lá na criança. Então, ela teve lá a ferida da rejeição, ferida do abandono lá na criança quando ela era criança e ela traz isso. Então, fica aprisionada nas questões da criança. E ela não tá aqui, na verdade, ela não tá aqui. Cada coisa que acontece aqui nas relações, ela projeta aquela criança lá que precisa ser vista, validada e amada. Mas a essa
dependência emocional, ela é muitas vezes ela é silenciosa, né? Não, Mas ela é silenciosa. Ela é silenciosa. E qual que é o principal problema que pode acontecer, dado que ela é meio imperceptível? É você não saber e achar que que a maioria das pessoas falam qu o tempo vai passar. Não vai. Se você não resolver a questão, não vai passar, não adianta jogar debaixo do tapete. Hum, hum. É, essa é a questão. Porque, por exemplo, enquanto você não vê o seu autovalor, o seu autoamparo, o seu autoamor, você não tem essa percepção de Valor de
si, você vai pro mundo assim. Então, se você não tem essa percepção de si, o outro também não vai ter, porque o outro só tem a percepção de valor em você se você tiver, inclusive de amor, de tudo. Se você não se amar, o outro não vai te amar. Então, a gente entra numa relação querendo amor, vamos dizer, você vai lá querendo amor na relação, mas você não se ama. O outro já sabe que você não se ama e ele vai te tratar exatamente como você se trata. O, você Não se valoriza, você não vê
o seu valor, você vai trazer relações abusivas para você, você vai trazer abusadores. Por quê? Porque você tá ali louca para fazer pelo outro. Eh, simplesmente não está no centro da sua vida. Você coloca qualquer pessoa que venha para ser o centro da sua vida. Então, geralmente é o abusador, geralmente há uma dinâmica de relacionamento abusivo. Eh, os narcisistas adoram pessoas assim, porque justamente essas pessoas com essa Dependência emocional, eh, o narcisista tem um faro fino para isso, um faro de que essa daí vai fazer tudo por mim. Então, eh, não é à toa que
se encontra um narcisista com uma dependente emocional. É, é assim, parece que tá feitinha a coisa, sabe? É um né? É um ímã. [Música] Atrai, né? É, um atrai o outro pelas disfuncionalidades. É, quando você fala do no gênero feminino, é legal lembrar o Pessoal que também tem a narcisista, também tem a abusadora, né? Com certeza. Aí tem o dependente emocional. Com certeza. Eu falo porque a grande maioria dos meus das minhas clientes, dos meus clientes são mulheres, né? Então eu falo, mas aqui nós estamos falando para uma para um para um universo muito maior.
Mas só ficou uma dúvida para mim sobre tudo isso que é, pô, fantástico, mas se é uma coisa que tá lá na minha infância, que eu seria a minha Criança ferida e hoje eu tô adulto, como que eu vou conversar com essa criança para curar ela e consequentemente me curar no hoje? Na verdade, é aí que a gente precisa trabalhar a ressignificação dessa história, né? Porque que faltou para essa criança? Não adianta a gente arrumar culpados aqui. Ah, meu pai é culpado, minha mãe é culpada, foi isso que aconteceu. Nós não queremos arrumar culpados. Não
é sobre isso. Não é sobre pôr culpa em ninguém, É sobre assar soluções. E outra coisa, só as pessoas só dão o que tem. Ninguém dá o que não tem. Se teu pai não tinha para te dar, não. Aí, por exemplo, estava no momento que ele era indisponível emocionalmente, a mãe indisponível emocionalmente. Você não tem como cobrar algo de alguém que não tem aquilo para dar, né? Se a pessoa é muito frágil emocionalmente, muitas vezes ela vai buscar no filho a segurança que o filho precisa. Então, Esse filho vai entrar no lugar de fazer por
essa mãe e aí inverte as ordens. Ao invés do grande fazer pelo pequeno, é o pequeno que faz pelo grande. Essa inversão de ordens, inversão de hierarquia traz uma um vazio interno muito grande. Hum. Você fica num lugar de vazio e esse vazio vai continuar na sua vida lá. Então lá na sua adulta, como é que você está? vazio de pai e de mãe. E diz o a sistêmica que 50% de mim sou meu pai, 50% de mim sou minha mãe, Mais a minha evolução. Então você é 50% seu pai, 50% sua mãe, mas a
sua evolução. Então não é sobre arrumar culpados, é sobre você preencher esse vazio de pai e de mãe dentro de você para que você possa ir pra vida preenchido de pai e de mãe para você entender esse valor. Então você interrompe o ciclo, esse ciclo de se sentir vazio, certo? Ou seja, eu teria que perdoar eles, talvez. Não é sobre Perdão. É mais profundo que isso, na verdade, é sobre assentir. Assentimento. É, assentir é muito mais do que concordar até não é aceitar. É assim, ah, ah, vou aceitar fazer o quê, né? É assim mesmo
que foi, mas não é bem assim. É que assim, ó, o pai e a mãe já deram tudo que podiam dar para nós e deram o essencial, deram a vida. E a vida é é basta. a vida, se não fosse o pai e a mãe, não estaríamos aqui. Não estaríamos aqui. Então, Independente de como foi, eh, da forma que foi, com quem foi, e aí a grande polêmica, as pessoas ficam falando eh sobre isso, né, que ah, eu tenho que perdoar meu pai, eu tenho que perdoar minha mãe, não é? é sobre você abrir o
fluxo da sua vida para fluir, porque a fonte de vida é pai e mãe. Se você não abre o fluxo da vida para que todo o fluxo venha da ancestralidade para você, você fica vazio, nada chega até você. A gente abre esse fluxo através do sentir, Do sim, de um grande sim a tudo que é como é. Você diz sim a tudo que é como é. Aliás, todo o sofrimento brota daí. Por exemplo, a dor é real, ela existe, a dor existe, certo? Mas o sofrimento advém do apego, do ego, de ficar lá preso naquela
história e falar: "Não, eu não quero que seja assim. Eu não aceito que seja assim. Eu não gosto que seja assim". Adianta você gostar ou não gostar? Adianta você eh querer que seja diferente? É desse jeito, tem que Aceitar. Então, é o adulto olhando para isso e falar: "Bom, foi como foi, o que eu faço com isso agora?" É diferente. Então, por isso que a gente precisa olhar para essa criança, acolher essa criança, resgatar essa criança. Tem técnicas para isso, tem forma de fazer isso. É esse o meu trabalho. Uhum. Também, não é? para que
o adulto esteja inteiro preenchido de pai e de mãe, para que esse fluxo de amor volte a fluir no sistema familiar, para que eu receba Esse fluxo e essa força de estar no meu lugar, na família. E o meu lugar é só um. Geralmente, quando eu estou nessa carência, nessa nessa dificuldade emocional, eu estou fora do meu lugar. Eu tô lá fazendo por mãe, fazendo por pai, fora do meu lugar de filho. Então isso me enfraquece. Em casos que o os pais já faleceram, mas a pessoa ainda continua agindo com a mesma programação mental que
ela tinha quando eles estavam vivos, Né? Pois é. Isso é um lugar eh que a gente vai na alma, né? Não é se ele tá vivo, se tá vivo, se eu me relaciono ou não me relaciono. Na verdade, eu vou fazer o movimento sistêmico em direção a aos pais para deixar os pais no lugar de pais, eu no lugar de filho, eu assentir, eu tomar esses pais como eles são. Independente de como eles são, de como foi, eu simplesmente digo sim ao pai como foi. Então, não é sobre julgar, não é sobre eu estar e
querendo que seja Diferente, vivendo a ilusão da criança. Eu queria ter um pai perfeito, eu queria ter uma mãe perfeita, eu não tenho. Uhum. É esse aí que tem pro momento. Então é esse pai. É. É. E outra coisa, gente, não é sobre o pai, é sobre nós. É sobre a nossa vida. Quando eu tomo esse pai como ele é, sem eu entrar nesse espaço de julgamento, sem eu entrar no espaço e si e si e si, eu simplesmente falo: "Sim, é esse pai, é assim que é. Eu só sou quem sou por causa disso.
OK, Tá tudo bem, a vida basta, o resto eu faço por mim." Quando você faz isso, a sua vida entra em fluxo, a sua vida que estava estagnada financeiramente, principalmente a parte financeira da vida, o trabalho onde não pode fluir, volta a fluir. Mas uma dúvida, eh, esse acessar a criança que a gente fala, eh é por meio do nosso subconsciente? Eu acesso a criança no campo de constelação, mas eh eu eu faço isso através da dinâmica da dinâmica Sistêmica, né? Eu faço isso também por outras maneiras. Eu faço isso através de técnica que eu
faço de reprogramação mental, aonde eu faço regressão, aonde eu faço outras coisas que eu levo essa pessoa que está ali a entender, a se conectar com a criança, né? A criança, ela tá no nosso subconsciente, certo? No subconsciente. É, é o nosso subconsciente. É, é uma parte dele. Nossa, interessante, hein? Interessantíssimo. É uma parte dele. Está lá guardadinha. Então, mas ela tá lá e ela tá ela tá falando todos os dias com a gente ou só quando a gente acessa e ela tá adormecida? Não, geralmente é ela que está no comando. Essa é a grande
dificuldade nossa, né? que geralmente é a criança que manda na vida do adulto. Por isso que eu vou infantilizada pro trabalho, por isso que eu vou infantilizada paraa vida profissional, por isso que eu vou infantilizada pros Relacionamentos, porque geralmente é a criança que comanda a minha vida. Se eu não sei que é o adulto que tem que tomar conta de mim e se eu não entro em contato com essas questões mais profundas e eu tomo frente disso, eh é o subconsciente que vai que vai tomar, né? Sim, mas e eu vou chamar isso de destino.
Sim, mas o meu ponto é tipo e tem aquela frase famosa, né? Ah, nunca deixe sua criança interior e sucumbir, morrer, né? E de fato, a criança interior, ela tem um lado muito positivo, certo? Como que a gente faz para distinguir o lado da criança que a gente precisa cuidar e tratar e deixar ele embora de uma maneira? Vai embora. Ele participa da sua vida. Essa alegria da criança, esse bem-estar da criança, essa leveza da criança, você precisa ter, só que você não tem porque tem uma dor. Enquanto você não trata essa dor, essa criança
fica mostrando a dor. O seu Subconsciente ele projeta isso através de gatilhos no nas pessoas onde você se relaciona. E aí você vai, você não sabe porque aquilo tá ali, não é? Mas aquilo está ali para ser visto, ser curado e acalmado. Quando é visto, curado e acalmado, essa criança fica calma. Você já teve algum caso de alguém que você não conseguiu acessar o campo? Porque eu pergunto isso? Eu já fiz um trabalho bizarro dentro de mim para tentar acessar a minha criança e conversar com A minha mãe que já faleceu, que tem algumas coisas
para serem conversadas, né? Mas eu nunca consegui, nem por hipnose, nem por regressão. Então a minha dúvida é no caso do seu campo, né, que você faz ali a questão sistema, é o da pessoa, mas você entendeu você ali agindo, existiu já algum caso que você não conseguiu acessar ou todos os casos fenômeno sempre está presente no campo? Fenômeno sempre está presente. O o fenômeno É o fenômeno é algo eh que não dá para ser explicado, é inexplicável, né? O Russia, um filósofo alemão, ele traz o, ele que estudou, né, a fenomenologia e o Bert
trouxe para a constelação familiar, mas eh é algo inexplicável. É aquela historinha assim, você não sabe por, mas de repente arrepia, você arrepia inteiro. Hum. Você não sabe porque arrepia, com certeza tem um porquê de você arrepiar. Não é à toa. Tem uma informação ali. Você só não sabe disso, Né? Aquela pessoa que chega na casa da outra e fala assim: "Nossa, depois que aquela pessoa veio aqui, a minha ruda morreu". Eh, ou você chega num lugar, você vai a um lugar e você fala: "Nossa, que energia pesada, eu preciso ir embora daqui". Eu sou
muito assim. Tem lugares que eu não vou, mas nem que me convide. Shopping é um deles. É, esse é um ponto muito legal, né, que a trouxe, tem muitos convidados que vêm aqui que falam assim: "Nossa, foi um assunto denso, não Sei o que lá". Acaba, desliga a câmera, o cara fala: "Meu, posso falar? Que leve o ambiente aqui? Super gostoso. Então, realmente tem essas coisas, né? A gente se sente em casa aqui. O Lin é muito maravilhoso. Então, eu fui no shopping esse final de semana lá, minha namorada precisava trocar uns presentes. Nossa, quando
eu voltei para casa eu tava esgotado. Você não entendeu, né? É exatamente isso. Olha, entendi. Que que será que rola lá? Pois é, rola muita coisa, né? É muito é muita energia. Na verdade, tudo é energia, né? A gente sabe que tudo é energia. Quando você vai no shopping, muitos tipos de energia diferente. É muita gente que passa muito ali. Eh, eh, eh, né? Várias pessoas com várias pessoas com desejos, pessoas que de todas as formas. Então, ali fica uma energia pesada dentro do shopping para mim. E onde tem muita gente me suga muito, me
exige muito, eu sinto muito, Eu sou uma pessoa bem sensitiva, então essa sensibilidade que eu tenho aos locais, aos Então, eu não vou em qualquer lugar, eu tomo cuidado com muitas coisas que eu faço, não é? Então, eh, essa é uma das coisas que eu não faço, ir a shopping com muita facilidade. A não ser que eu precise muito, entro, faço o que eu tenho que fazer e saio, geralmente fora de de datas assim e de forma não vou ao mercado, não vou, quem vai é meu marido. Então, tem várias questões assim que eu me
preservo. Por quê? Porque é realmente assim que as coisas são, tudo é energia. Então, eh, voltando ao fenômeno lá, então, o fenômeno ele emerge no campo de constelação. Quando você quando uma pessoa entra para representar, ela traz a informação daquele campo. É como se fosse um Google, tem uma nuvem, a nuvem lá do do campo do Ricardo, lá da família do Ricardo. E lá nessa nuvem tem toda a informação. Quando o representante entra No campo, ele capta, como se ele fosse uma antena, como se ele fosse um telefone celular, ele capta aquela informação e traz
a informação no campo. Traz a informação e traz. Quando ele traz aquela informação familiar de outras gerações, de, né, provavelmente você vai compreender o que tá acontecendo ali. Esse é o fenômeno. Esse é o fenômeno. É inexplicável. é uma coisa que vem naturalmente, traz essa essa informação. Eu vou vou citar aqui Dois exemplos bem interessantes que aconteceu já no campo de constelação sobre isso. Eh, uma vez nós estávamos constelando e todo e eu comecei a sentir cheiro de álcool e fumaça no campo. E as pessoas começaram a relatar: "Meu Deus, que cheiro de ala, que
cheiro". Aí começou a ficar enfumaçado mesmo. Parece que era tudo uma fumaça assim. Meu Deus, que que é isso? Que que é isso? E eu perguntei pro constelado, eh, alguém eh tem alcólatras na família e Que teve alguma questão com fogo, com alguma coisa assim? Ela falou: "Sim, meu pai, meu pai era alcólatra, ele morava sozinho e ele tava fumando e bebendo e o cigarro pegou na cama e pegou fogo e ele morreu queimado dentro da casa." Nossa. Então, quer dizer, esse tipo de coisa, esse tipo de informação vem outro dia, são os fenômenos. Esse
é o fenômeno. Outro dia eu estava constelando e também apareceu um, é muito comum acontecer isso, apareceu um segredo de família, Segredo de família. E eu via o segredo lá, falei: "Meu Deus, que que será isso, né?" E segredo de família e eu e vinha muito para mim, assassinato, assassino, blá blá blá. Você vê? Eu percebo, eu sei. Você vê, eu é cognição, é percepção, é quase que uma mediunidade agada. Na hora que eu tô ali é o fenômeno. É o fenômeno. Aham. Então eu percebo ali aquela, eu começo a perceber, vem imagens para mim.
Ah, vem imagens, vem imagem. imagem, por Exemplo, e vem tipo assim e fica claro para mim que é o eh eh acontece isso mesmo, que tem um uma pessoa que assassinou alguém ali nesse campo. E aí eu perguntei, porque tinha bastante gente e eu perguntei pra pessoa mais velha da família, tem alguma eh estranho perguntar, né, se tem uma coisa oculta, um segredo, se tá oculto, se é um segredo, como é que as pessoas vão saber, né? Aham. Mas eu me arrisquei e perguntei, falei assim: "Tá, tem um Segredo de família que é tudo meio
por baixo dos panos aí que as pessoas Olha, nossa família tem um livro. Esse livro é um livro escrito por um dos nossos das pessoas que fez um grande, sei lá, uma grande pesquisa e descobriu que um dos nossos bisavôs lá matou alguém e teve que fugir, matar o irmão dele. Nossa! E aí ele matou a pessoa que matou o irmão e aí teve que fugir, que fugir da lá do lugar que eles viviam para outro lugar. E aí ficou isso aí meio meio oculto no Campo. E eu tava constelando eh uma pessoa com adição.
Com o quê? Perdão. Adição com eh dependente químico. Ah, tá. E eh esse esse fato tinha toda a relação, os excluídos, né? as questões excluídas que precisam ser incluída. Por quê? Todo excesso mostra uma falta. Todo o excesso mostra uma falta, uma adição, um adicto, algo compulsivo ali mostra que tinha alguma coisa que precisava ser incluída. Então, quando a gente dá luz a Esse segredo, quando a gente dá luz a esse a esse a essa pessoa que foi assassinada, o assassino, assassinado dá lugar no sistema familiar, porque quando há um grande uma grande história entre
pessoas ali, grandes eh entrelaçamentos, eh essa pessoa faz parte do nosso sistema familiar. E por que que a família é tão importante para nosso vida que a gente vive agora? Porque igual você falou, nesse caso, é uma coisa que ela não tem nada a ver com Isso e é muito engraçado. Ela carrega isso sem saber, carrega. Ó, por exemplo, tem tem a tem a, vamos lá, nós temos também lá na teoria dos campos morfogenéticos, nós temos a teoria do centésimo macaco. Vocês dev já devem ter ouvido falar, né, do Rupert Sheldon. Conta pra gente aí
para contextualizar. É assim, é assim. Eh, na ilha A, uma espécie de macaco, eh, fazia um comportamento, por exemplo, batia os cocos lá na na pedra e o e comia os Cocos eh com areia. Um determinado dia, um resolveu lavar o coco e todos eles começaram a lavar os cocos. Depois de 100 macacos, macacos de 100, o centésimo, elementos da mesma espécie, fazendo o mesmo tipo de comportamento na ilha B, o mesmo macaco daquela espécie, por ressonância amórfica, por fenomenologia, começa a ter o mesmo tipo de comportamento que os macacos da ilha A, sem nunca
ter aprendido, sem nunca Terem tido contato entre eles, nem nunca ter tido contato com o com a com a ilha, não foi o passarinho que voou e contou, não foi, né? E aí o que que acontece lá nas gerações anteriores? Tudo que aconteceu, é por isso que a gente tem que assentir, lembra do começo de tudo? Assentir tudo que foi e como foi. Então, não importa aí eu julgar, não importa eu excluir, não importa eu tirar de lado, eu falar: "Não, essa esse aqui é muito pesado paraa minha família, quero não, Vamos deixar para lá".
Não, existe uma lei aí, né? que é o pertencimento. E nós somos muito mais leais que livres. Olha, muito mais leais que livres. Então é uma coisa incrível. Por exemplo, a gente muitas vezes quer quer ser, vamos dizer, fazer sucesso, não é? Ter dinheiro, mas eu não tenho permissão. Por quê? Porque o meu pai não teve. Porque alguém da minha família não pôde, porque teve alguém lá atrás, teve alguém Lá atrás na família que eh levou alguma coisa à banca rota ou perdeu tudo, não é? Então essa pessoa, alguém fica leal a essa perda, a
essa falência. E por muitas vezes eu vou constelar alguém que está com problemas de sucesso, de com problemas de ganhar dinheiro. Está lá este ancestral que não pôde, né, ganhar dinheiro, que perdeu tudo. Meu Deus, esses dias fiz uma constelação linda de uma empresa. Foi incrível que a mãe da, o pai da moça da empresa tinha tido Falência, o vô tinha tido falência e o bisavô tinha tido falência. E aí era assim um padrão e ela estava muito bem, mas assim era difícil para ela. Parece que as coisas não fluiam, não fluíam como deviam, sabe?
E aí ela veio para constelar e aí ela viu, falou assim: "Meu Deus, tava tão na minha cara e eu não percebi". Eh, essa coisa de somos mais leais que livres é assim: "Eu como você, papai, eu como você. Eu como você, eu pertenço, ó como eu Faço igualzinho você. Eu pertenço ao sistema familiar. Hum. É que eu acho que a pergunta do Maurício é a seguinte, você falou, né? Somos 50% pai, mãe, mais a nossa evolução pessoal. Beleza. Beleza. E a gente fala muito aqui no Lind como o ambiente nos molda, né? É, e
como a gente tá aqui, né, passando por uma transição planetária e a gente veio aqui para essa terra pra gente evoluir, né, até a gente veio para cá para evoluirmos. Acho que a pergunta do Rosa, Se eu tô entendendo, é assim: "Poxa vida, realmente, né, tem a parte mãe e a parte pai, a parte familiar, mas poxa vida, por que não o ambiente que a gente tá eh inserido, ele não tem um peso tão tão maior assim para definir as nossas dependências emocionais? Por que que tá tudo em cima do familiar?" Eu estou falando, eu
estou falando segundo o viés sistêmico. E na verdade, eh, se vocês começarem a perceber, e tem uma facilidade muito grande de você perceber Que é projeção, não é real aquilo que você tá vivendo aqui. Aliás, as pessoas que você atrai pro teu campo já são eh as pessoas pelo o tipo de pessoa que você vibra, não é? Não, não vem uma pessoa muito diferente da sua vibração perto de você, porque você conta lá uma historinha na sua cabeça. Somos a história que contamos, não é? Então, a partir da sua família, você conta essa história. A
partir do que você viveu na sua infância, você conta essa história. Você não tem um outro script. É esse programa, é esse script familiar que define a sua vida. Então você é claro que existem exceções. Eu não estou falando que todo mundo igual, mas a grande maioria é. Entendi. Então claro que existe exceções, é óbvio. Tem Tony Robbins que mostra isso, tem um monte de gente aí que teve uma vida bem difícil, que superou e saiu e vive maravilhosamente bem, mas não é a maioria. É a e essas são as exceções, Não é? E aí,
por exemplo, quando você descobre a história, por você deu o exemplo lá da moça que o avô faleceu, o bisavô faleceu. O fato de eu descobrir a história, qual que é o seguinte? Faliu. Faliu. Exato. Descobriu a história que eles falam e tal. Que que é o passo seguinte para romper ou então se a palavra certa? Realmente é romper mesmo. É romper o padrão, né? Na verdade, você rompe o padrão através no campo. Quando você está no campo e vê, você pede Permissão a eles. Você fala assim: "Me abençoe e me libere se eu faço
um pouquinho diferente de vocês. Nem melhor, nem pior, só diferente. Porque é essa diferença e essa permissão você me abençoa e me libera?" No campo, geralmente os ancestrais liberam para que a pessoa possa estar livre para fazer um pouquinho diferente, porque somos mais leais que livres. A gente quer porque quer pertencer. É, é visceral essa necessidade de Pertencimento. Então, eh, pertencimento e hierarquia, né, e equilíbrio de trocas. Então, isso é visceral, é, são leis e você está sujeita a elas, ponto e pronto. É como se fosse uma hierarquia. Então, meus os meus ancestrais eles comandam
como eu a minha realidade atual, uma parte dela. E aí eu tenho que pedir uma permissão a eles para eu romper com essa história. Na verdade, se você eh se você estiver no programa, se você estiver eh preso nessa nessa Lealdade sistêmica, porque o nome disso é lealdade sistêmica, se você tiver presa na lealdade sistêmica, sim. Uhum. Se você estiver fazendo por esta, então você precisa ver algo ali e liberar-se disso. Sim, isso é uma disfuncionalidade eh eh sistêmica, né? Isso. Eh, e por exemplo, né, vamos pensar aí eh nem nem todo mundo se cuida
e tem o autocuidado de autoconhecimento, né? Mas vamos pensar aí que essa geração dessa pessoa que você fez aí o trabalho, Essa menina, ela se cuidou, ela cuidou do autoconhecimento dela, ela foi pedir aí pros ancestrais, então ela ela teoricamente fechou essa ferida, né? As gerações seguintes dela aqui, interrompe aqui, corta o padrão. Então, se ela permitiu, se ela deu lugar, se ela olhou pra dor familiar, que é a dor da perda, né? Se ela olhou para essa dor, deu um lugar, incluiu, acabou o problema, porque toda exclusão exige compensação. Como incluiu, deu lugar, isso
eh pode Reverberar ali no campo novamente. As pessoas estão todas incluídas e aí e o amor volta a fluir. Em relação à realidade que a gente vive, achei muito interessante que você falou, eh, a realidade atual que eu crio na minha vida, ela é totalmente autorresponsabilidade minha. Tudo que acontece é de acordo com a história que eu criei sobre mim mesmo. Na verdade, a história que você criou sobre você tem um viés sistêmico, não é? Tudo que você Viveu na sua vida, você vai criar uma historinha que você conta. Eh, percebam quando você não está
falando nada para você no dia a dia, naturalmente assim, que história que fica ali dentro de você? Qual é a história que você conta? É uma história de sucesso? É uma história de você uma pessoa eh firme, forte, valorosa, guerreira ou não? É uma história de você vítima, de uma história triste, onde você não foi visto, não foi amado, aonde o seu pai eh foi embora e Te abandonou. O que você faz com o que te aconteceu é primordial. O que você faz com o que te aconteceu, é aí que tá a grande a grande
jogada. Porque o que você faz com que te aconteceu? Pode ter acontecido coisas muito piores com você e você vê de uma forma a isso ser edificante para você. E tem uma pessoa que aconteceu coisas muito mais simples, mas ela, essa pessoa não consegue. Uhum. Entendeu? Então, o que você faz com o que te aconteceu e a História que você conta para você vai definir a sua vida. Então, por quê? Porque isso é uma história, isso é um script, é um storytelling, não é? É historinha que você tá contando todo dia, toda hora, todo momento.
Você é o protagonista dessa história. OK? Certo? O que que você faz nessa história? Você atua ou você Então, você atua e dirige. Você atua, você dirige, você faz tudo na história, certo? Você é o protagonista dela. Certo. Aham. Então, Nessa história que você atua, você dirige, você faz tudo, você é quem? É o bem-sucedido, é o herói, é o incrível, é o maravilhoso, é o que vai adiante, é o que encontra emprego, é o que tá lá no topo ou você é o cara que, ih, nada dá certo para mim, aquele cara lá, ó,
todo mundo me ferra nessa vida. Eu não sei por, mas olha, as pessoas parecem que tudo que eu faço não dá certo. Que que você acha que vai acontecer com a tua vida? Vai ruir, vai para baixo. Olha, Gente, isso, olha, eu acho assim que é a virada assim, ó. Tch tch tch. Se você puder mudar a história que você conta, você muda a sua vida. Se você escrever uma nova história, você muda a sua vida. Escreva uma nova história. Vai lá, pega aquela história, escreva pela última vez, queima o papel, deixa aí, agradeça. E
depois você escreve a sua nova história, o que você quer ser agora. E conte essa história mil vezes até você acreditar nela. Isso tem muito cara de Lei de atração, hein, Rosa? Total, né? Não falo que é lei de atração, mas sim é a lei da vibração. Eu acho assim, você só pode ter o que você é. Você só pode ter o que você é. Você não pode ter o que você não é. Não adianta você ser vítima na historinha e querer ser uma pessoa de sucesso. Você não vai ser. Sinto dizer, eu sinto dizer
para vocês. Então, eh, a virada de chave mesmo da vida é quando você, eh, pega o que aconteceu com você e faz disso algo Menos pesado, algo mais palatável. Escreve uma nova história, uma história de sucesso para que você possa ver o seu valor, aonde você esteja centrado no seu mundo, aonde não seja o teu pai que te abandonou, a tua mãe que não te viu, a, sabe? não seja sobre ninguém, porque enquanto você estiver falando para os outros e dos outros, você não está no centro da sua vida. Então, mas aí, Sol, eu concordo
com tudo o que você falou, né? Muitas pessoas estão no estágio lá do vitimismo, de crenças limitantes, que acabam impactando toda a vida delas, né, toda a história delas que elas contam para si mesmas. Sim, mas aí a partir do momento eu também já vi esse processo das pessoas que mudam esse esse essa história e começam a se achar a última bolacha do pacote, não é sobre isso. E aí ela, em vez de ela vibrar num num um sentimento com uma frequência alta, ela se torna uma pessoa egóica, egoísta, o Ego comanda ela. Mas você
já percebeu que essas pessoas também não vão muito longe? Exato. Pois é. Por quê? Porque a frequência é a pessoa que não se sente poderosa, ela faz isso. Uhum. Porque ela quer falar que é, mas não é. É fake. É fake, não. Não é o que que eu disse? É montado. É montado. É uma pessoa que quer. É por isso que eu falo, gente, esse negócio de empoderamento, esse negócio. Eu tenho uma cuidado com essas palavras. Eu tenho muito cuidado com Tudo isso, porque é assim, não é sobre ego, é sobre ser. É sobre ser,
é sobre você ser, você ser o seu referencial. O alovor vende você, sabe? Você vê o seu alto valor só não tem alto valor. Gente, para mim as ordens da vida é Deus e toda a tua eh ligação com o sagrado e não morno. Não morno, não. Deus morno. Você gosta de café morno? Não é? É morno, né? Não é? Você não gosta de café morno, não. Não, né? Tem que ser gelado ou quente, né? Então, mordo ninguém gosta, né? Deus também não gosta. Então, você tem que ter uma fé avivada, tem que ser uma
coisa forte. Então, Deus em primeiro lugar, para quê? Para você colocar realmente ser pautada nisso, em Deus, para você poder relaxar, porque você sabe que tem uma força maior que conduz. Hum. Então daí você, se eu tô entendendo, em vez de você criar essa história na tua mente, eu sou isso, eu sou aquilo, você Coloca na nas mãos de Deus, você coloca numa fé de que você realmente é aquilo e não uma coisa mental egoica. egoico, não. Você trabalha o sagrado, não é como você perceber, tipo Deus, o sagrado, uma força maior, o universo, o
que você acreditar, algo que você sabe que é maior que você, para você não entrar nessa pira de se achar a última bolacha do pacote também, né? Uhum. E aí quando você tem esse esse ser que é superior, que que você tá realmente conectada a Ele, como a sua centelha divina com você nesse lugar de centramento em Deus, de de avivada a fé, não morno, mas no quente, no fervendo, de preferência, não é? Aí você, você e os seus cuidados com você, os cuidados reais com você, cuidados de inclusive olhar para suas sombras, principalmente olhar
paraas suas questões, para o que precisa ser visto, curado em você. Depois as relações. Depois as relações, porque aí você é o centro da sua vida. E uma Mulher, um homem que é o centro da vida dele, ele ensina o mundo a olhar para ele como uma pessoa digna. E como que eu faço esse contato com Deus? Quem tá muitas pessoas estão meio vazias, né, nesse aspecto. Pois é. Pois é. Justement. Quais são os primeiros passos? Primeiro você se preenche de pai e mãe. Uhum. Pai e mãe aqui na terra para que você possa entrar
nesse lugar de eh não ter mais esse vazio emocional em você, fazer as pazes com isso em Você. com o pai que sou, a mãe que sou, porque eu sou 50% meu pai, eu sou 50% minha mãe. Então eu se eu excluir eles, eu não tenho força, entendem? Então, quando eu faço as pazes com pai que sou, o pai em mim, mãe que sou, mãe em mim, aí eu estou preenchida disso. Preenchida disso, eu vou a Deus. ou eu vou a Deus para poder trazer esse pai que sou, porque eu não dou conta. E depois
que eu me preencho disso, eu me Preencho de mim mesma. Porque quando eu estou preenchida de mim mesma, eu posso transbordar na vida das pessoas. E como se preencher de si mesmo? cuidando de você, cuidando de da sua da sua aparência, cuidando das da sua higiene, porque tem gente que não cuida nem da higiene própria, cuidando da sua cabeça, da sua mente, das suas sombras, cuidando das suas dificuldades pessoais, acolhendo a sua criança, dando um lugarzinho pra sua criança, acolhendo Ela, que você fala: "Nossa, eu não quero". Não acolhe. Ela sentiu alguma coisa, viu, emergiu
emoção, você não joga fora. Você não joga fora. Você acolhe, você abraça e fala: "Eu vejo você. Tá tudo bem. Uhum. Eu acolho você. Eu acolho essa emoção. Eu acolho esse sentimento. O que que você tá contando para mim aqui? Ah, e eu falo para ela: "Você está segura? Eu estou aqui. Você está segura? Eu estou aqui. Você faz esse tempo? Por exemplo, para vir aqui No podcast, eu estava com medo, eu estava ansiosa, normal, apreensiva, né? Não é medo, é apreensão. Aí eu peguei e falei para ela: "Fica tranquila, sou eu o adulto que
vou lá, você não precisa se preocupar, fica tranquila, relaxa, relaxa, tá tudo aqui." Eu falei: "Você pode relaxar?" Ajudou? Eu tô aqui para você. Nossa, acalmou na hora. A criança ficou tranquila, fica em paz porque é ela que que fica assustada, né, com as com as coisas da vida. Entendi. Se você Mostra que é o adulto que tá tomando conta, agora se você vai na pira, se você vai na pilha e e se e se desespera, aí é ela que domina. Agora, se você acolhe, dá um lugar para aquela emoção, para aquele medo, para aquele
desespero, para aquele qualquer coisa que vier ali emergir, você dá um lugar para aquilo, você acolhe e fala: "Tranquilo, você está segura, você está segura, tá? Fica aí, tá tranquilo, eu tô aqui. Eu, o seu Adulto tá aqui." É como se quanto mais emoção você desse para si mesma, mais racional você fica. Quanto mais você acolhe você mesmo, mais preparado pra vida você fica. Hum. Racional você quis dizer no controle, né, Rosa? É exato. No controle do bom sentido. Sim. Não é no controle de controlar a criança, não. No controle controle de estabilizar estável. Estável.
Adulto estável. De tomar as decisões mais maduras. Perfeito. Isso. De estar nesse lugar de tomar decisões adultas. Pô, incrível. Eu nunca tinha parado para pensar por esse Comecem a fazer. comecem a fazer. Só de fazer isso, você vai ver assim, meu Deus, como é que pode? Eu e um e também vou dar mais um mais uma técnica que eu uso bastante, é quando eu não tô nada bem. Quando eu não tô nada bem, que parece assim que a sombra vem e vem, tem dia que acorda que a gente não tá legal, não é? Eu vou
paraa frente do espelho, olho Lá nos meus olhinhos na frente do espelho e começo a conversar comigo e falo: "Calma, mas você conversar com você ou com a sua criança?" Com a minha criança. Ah, tá. Eu acolho ela. Eu acolho tudo que tá acontecendo. Eu acolho o momento que tá acontecendo. Eu acolho. Se isso tá acontecendo aqui, é por algum motivo que eu tenho que aprender com isso. Mas eu acolho você, eu vejo você, você sempre faz parte. E eu tô aqui. Eu tô aqui. Eu te apoio. Eu Te vejo. Eu te amo. Eu tô
aqui. Eu tô aqui com você. Você pode relaxar? pode deixar que eu como adulto cuido disso. E cara, é incrível como a gente vai melhorando. Você vê, você chega a ver, dado que você tem uma sensitividade agostada, aí você chega a olhar nos seus olhos e de fato vê você só com 10 anos, 15 anos. Sou intuitiva, eu sou muito, muito intuitiva. Então, as coisas emergem muito para mim. Tem uma amiga minha, Tai, que ela sabe, às vezes ela Me liga, a gente fica conversando horas justamente para para trazer essas coisas todas à tona, essas
intuições todas. E a gente assim, a gente viaja muito juntas. Eu gosto bastante. Por quê? Porque ali a gente pode curar muitas coisas que geralmente sozinha você não vai curar. Viaja no bom sentido, né? Viaja no bom sentido. Viaja no sentido de trazer as coisas que a gente não fala nem pra gente mesmo, que a gente fica quietinho e não quer nem conversar consigo mesmo Para pr porque é uma sombra. Uhum. E aí a gente quando não quer ver a sombra, né? Ver é ser livre, só a verdade vos libertará. Não existe uma outra forma.
Ver é ser livre. Então, enquanto você não ver, enquanto aquilo não emergir, para que você possa lidar com aquilo, com aquela sombra e trazer luz para ela, porque quando ela emerge, você faz o quê? Traz luz. Uhum. Quando você traz luz, aquilo pode pode você espanta a sombra. Aham. Não é expansa, você pode Dissolvê-la, né? Porque você entende qual é a função dela ali. Hum. E aí chegando nesse ponto, hum, quando o Ricardo falou da lei da atração, você fala que a lei da atração não existe. O que existe é lei da vibração, certo? Então,
quando eu tô nesse, eu eu consegui dar luz às minhas sombras, eu consegui entregar a minha vida a Deus, eu consegui resolver os meus problemas com os meus ancestrais, minhas histórias, eu começo a vibrar em uma Outra frequência. Totalmente. E aí com isso eu consigo atrair coisas que eu quero, problemas financeiros começam. Você consegue materializar coisas que antes não poderiam estar no seu campo porque não fazia parte daquela frequência. Hum. Por exemplo, eu tive esses dias eu tive uma moça que foi constelar comigo, isso é muito legal de falar, e ela já tinha feito, ela
faz 5 anos que ela tentava vestibular, estudava, estudava, estudava, estudava e Não conseguia passar, mas não conseguia mesmo. Parece que aquilo não estava na vibração, no campo dela. fala assim: "Mas eu não nasci para ser médico, eu não nasci para ser isso, mas aí a mãe dela, conhece meu trabalho, falou assim: "Eu, ela falou: "Não vou mais, eu não vou mais tentar, mãe. Eu vou fazer outra coisa, porque eu tô 5 anos aí tá demais para mim já tô cansada, estafada." Aí a mãe dela falou: "Tá, eu deixo você não fazer mais depois que você
constelar com A sol". Vai lá, Constela com a Sol. Daí depois pode fazer o que você quiser. Ela foi constelar comigo em novembro. Ela passou em quatro vestibulares em janeiro. Caramba. Então, ela não tinha essa permissão, alguma coisa dentro dela. E eu vi no campo, lógico, nem vou falar sobre isso, mas o fenômeno traz pra gente o que é que o que é que ela estava, na verdade, ela estava fazendo por por alguns excluídos, ela estava em lealdade sistêmica e ali, naquele lugar Onde ela estava, não era o lugar de força dela. Se a gente
tá fora do nosso lugar na família, a gente tá fora do nosso lugar de força. E por lealdade sistêmica a gente faz isso sim. Às vezes a gente faz pelo nosso pai, às vezes a gente faz pela nossa mãe. É aquela a aquela que vai fazer a boazinha, que faz tudo pra mãe, que toma as dores da mãe, que fala: "Coitadinha da minha mãe, puxa vida, eu preciso ajudar". Você inverte as ordens quando você faz isso. Quando Você vai fazer pelo um grande, achando que você é melhor que e você faz melhor que a própria
mãe, você vai pro lugar da avó. Pensa, ninguém pensa nisso, né? É a mãe da mãe. Ó, a mãe tá aqui, você teria que estar aqui e você está aqui atrás. Então, para para você entrar no lugar da avó, você tem que excluir a avó. Veja o tamanho da da bucha, da bucha que você pega. E aí, no lugar da avó, você também eh tem um peso muito grande, não é? Tem um peso muito grande. E geralmente quando você faz pelo pela mãe no lugar da avó, coitadinha da mãe, que dó da mãe, puxa a
vida, toma as dores da mãe, geralmente com relação ao pai, né? Então você fica fazendo pela mãe, você faz pela criança da sua mãe, na verdade. E aí você se coloca maior. Quando você faz isso, sua vida estagna financeiramente, de todas as formas. E existe casos eh de, por exemplo, porque a mãe, eu acredito que a gente receba a Energia feminina, nosso pai da energia masculina. Existe casos que essa energia tá desbalanceada nas pessoas e isso acarreta em problemas, escassez? Sim, sim, sim, né? O masculino é o que nos leva pra vida, né? O pai
é a energia masculina. O pai é como eu vou pro mundo, porque o pai é o primeiro outro que eu conheço. Eu tô lá dentro da da barriga da mamãe e lá dentro da barriga da mamãe eu sou um com a mamãe. Então eu não sei que existe outro. Hum. Aquilo é Eu sou um. Hum. Eu não sei que eu sou outro serzinho lá. Eu vou longe pensando que eu sou um com ela. Então o pai é o primeiro outro que eu vou ver. Então, o primeiro vínculo que eu tenho é com a minha mãe.
Então, muitas vezes, por isso que é tantas questões com mãe, a gente se identifica totalmente com ela. E muitas vezes a gente tá tão identificado que a gente não se separa, não faz esse essa separação emocional que necessita fazer para poder ir pra vida. E isso é Crucial que seja feito para você crescer e poder ir pra sua vida, senão você fica preso ali. E o pai é a energia masculina. O pai é a energia de você ir pro mundo. Como você vai pro mundo é a sua relação com o pai. Como você se relaciona
com a sua vida, com seu mundo interno, a sua relação com mãe. Relacionamento é mãe. É a vida e a força de ir pro mundo é pai. Com a mãe o dinheiro vem. Com o pai o dinheiro fica. Se eu excluo o pai, o dinheiro vem, mas O dinheiro escorre pelas pelas dedinhos. Então, com a mãe o dinheiro vem, é o sustento. Com o pai o dinheiro fica e aumenta. Então, você já viu casos assim de questões financeiras que impactam? Então, então tod todos temos, né? Tem sim. Questões financeiras. É incrível quando a gente vê
o quanto, por exemplo, eu tive um paciente que tem um trabalho bastante bem remunerado e ele não tinha dinheiro. Não tinha dinheiro do jeito Que o dinheiro chegava ia embora, não tinha jeito, não tinha o que fazer. E depois que ele fez e ele tinha uma questão bem séria com pai, ele excluía totalmente pai da vida dele. Ele tinha um monte de de, vamos dizer assim, é de julgamento, de um monte de coisa com pai. Para ele, pai não. E e quando ele foi fazer esse trabalho, ele fez o trabalho de inclusão do pai, de
aceitar o pai como ele é. Por isso que eu falo, não é sobre o pai, é sobre Você. As pessoas ficam achando que é sobre o outro. Eh, e não é sobre o outro, é sobre você. Como você vê o pai, é como isso vai te impactar na tua vida. Não tem nada a ver com o teu pai. Perfeito. Entende? Então, aí a hora que ele viu o pai, que ele deu lugar no coração dele pro pai, exatamente como ele era, aí ele achou, ele não sabia nem onde o pai era enterrado. Aí ele foi
eh buscar onde que era que tava o túmulo do pai, foi lá, leva a flor, começou a a Fazer essa esse caminho de trazer de fazer com o pai que ele é, o pai nele, não é? Aí a vida dele financeira como mudou da água para vinho. Car, mas aí muito legal essa sua explicação. Só que, por exemplo, homens e mulheres são diferentes. Sim. O homem ele tem que estar com a energia masculina do pai mais forte e a mulher tem que estar com a energia feminina da mãe mais forte ou não? Sim. Sim. Sim.
Só que assim, nós somos in. Nós não somos só e ou só yang, Nós somos masculino e feminino. Nós somos as duas energias. A mulher tem um núcleo feminino, o homem tem um núcleo masculino. Uhum. Tá? Tem mulheres e a maioria de nós hoje estamos despolarizadas. despolarizadas. É como a gente está fazendo pelo masculino, a gente tá eh nas funções do masculino e a gente não sabe mais voltar pro lugar do feminino. Hum. E aí despolarizadas. Então são mulheres que Sai fazendo, acontecendo aquela coisa toda e os homens despolarizados no feminino. Por quê? Porque se
tem uma mulher despolarizada no masculino, precisa ter um homem despolarizado no feminino, senão ele não fica. Muitas vezes o homem despolariza na relação para poder ficar. Nossa, porque a parceira dele tá despolarizada ou vice-versa. Ou vice-versa. Porque assim, ó, você já vai procurar alguém, você não vai procurar Ninguém tipo masculino com masculino, não dá. Feminino com feminino, não dá. Por mais que seja eh um um relacionamento homem, homem, mulher, mulher, cada um tem uma polaridade mais presente. É, um é mais masculino, outro é mais feminino. Independente se é homossexual ou heterossexual. É isso. Não faz
a mesma coisa. Então, um tem então essa despolarização que tá tá havendo com as mulheres, não é? Eh, e com os homens que tá muito homem que Todo mundo reclama que os homens são fracos, que os homens estão tão princesos, que os homens estão, não é? É verdade. Tem todo mundo falando, né? É que a mulher também ela tá despolarizada no no masculino. Ela tá fazendo muito pelo masculino. Então, quando ela faz no masculino, a mulher que faz no masculino, ela vai buscar um homem despolarizado. Que que seria o despolarizado feminino? seria elas estarem eh
trabalhando mais. É isso, Porque isso teoricamente função, a função, essa função é a do homem, né? O fazer é do masculino. O fazer é ação, a liderança, a proteção, tudo isso, ir para cima, isso é coisa do homem, coisa masculin. Então, a proteção eu concordo, né? Mas eh quem sou eu, né? Isso, mas do ponto de vista do mundo atual que a gente vive e até pelas eh a as mulheres foram muito injustiçadas no passado, né? Questão de Sim, sim. Vem essa despolarização, vem daí, vem daí, Vem dessa raiva, vem dessa dessa, vamos dizer, dessa
injustiça, sabe? Sim. Que ficou por muitos anos. Que ficou por muitos anos, que foi patriarcal. Isso. E aí esse aí despolarizou-se por causa disso, porque veio essa já estava já estava despolarizado, já estava eh eh de uma forma negativa isso, desbalanceado, o homem tendo tanto poder, né, nesse patriarcado e a mulher sendo submissa, a mulher sendo eh e sofrendo todos os tipos de de preconceito. É boa palavra. Sim. Então esse é o meu ponto, entendeu? Então, então quando Mas aí você entende que foi muito para cá, puxou demais a corda pro assim, aí por isso
que despolarizou, porque tem um tem um meio, um equilíbrio. Tem um equilíbrio. Tem um equilíbrio. A mulher precisa sim ter o masculino, porque para estar trabalhando a mulher precisa puxar essa força masculina para ela. Hum. Só que quando ela vai para casa, ela tem que soltar essa força masculina e voltar pro Feminino. Então, ela fica durante o dia no trabalho, ela precisa ser eh enérgica, tomar decisões, líder, eh sabe, fazer o que precisa ser feito. E daí ela vai, volta para casa, ela tem que sair desse papel. Lá em casa, ela tem que ser mulher
para poder receber, porque o feminino recebe. E o que é ser mulher? Ser mulher é ser é a leveza da mulher, entrar nesse lugar de de de você poder receber também, né? Não só fazer, fazer, fazer, porque muitas vezes o Nosso fazer, fazer, fazer, e eu já vou chegar lá, vem desse lugar da gente aprender lá na nossa infância, a menininha, que ser, que você fazer era assim que você era amada, que eh a tua utilidade que era importante isso e não ser. Então, mas aí que tá. Eu acho que o ponto central aí é
que o a utilidade que tinha, né, de ser dona de casa, de cuidar dos filhos, isso tudo hoje em dia, eu vejo que graças a Deus que está mudando, né? Porque hoje Em dia o homem ajudar em casa, cuidar do filho também é um papel dele, né? E a a mulher poder ir pro mercado de trabalho é um papel relevante para o homem também é feminino. Não, a gente não sabe que o homem também é feminino, então ele também tem esse lugar de fazer esse papel. Sim, mas isso a gente tá falando de papéis, né?
Nós estamos falando de equilíbrio nos papéis ag agora ser, né? O ser é mais profundo. Então, mas equilíbrio nos papéis, porque você é, Você é yang, você é homem e mulher, você precisa de também eh dançar nessa nesse y yang, você precisa aprender a dançar, assim como a mulher. O que tá acontecendo é que um tá muito para cá e o outro tá muito para cá. Precisa desse equilíbrio. Isso que você falou é o equilíbrio, é o, é o gostoso da vida, né? É o homem que entende isso, chega em casa e sabe realmente chega
lá ajudar a mulher. que que ela também trabalhou, que ela também, né, vocês é de um Carinho, um momento harmonioso. Até tem uma pesquisa recente que saiu que a dizem que os níveis de testosterona nos homens nunca foram tão baixos como os atualmente. Você acha que tem a ver com isso que você tá falando? Tudo tem a ver, claro que tem a ver. Por quê? Porque perde a força. Homem que não faz o que precisa ser feito, perde a força. Ele, quem faz a mulher, se vê os níveis testosteronos da mulher estão muito altos, né?
Olha só, é isso que é Despolarização, gente. É daí que é a mulher não consegue relaxar no feminino se o homem não tem a força do masculino. A mulher só relaxa no feminino, ou seja, se ela tem um bom homem, então ela pode relaxar no feminino quando ela tem ela tem alguém que ela pode confiar. Aham. Então, quando ela tem alguém que ela pode confiar, ela relaxa no feminino, tá? E o homem despolariza mediante a uma mulher muito forte. Para ficar, ele despolariza. Mas isso não quer dizer que Ele já não fosse despolarizado. Isso não
quer dizer que você está num lugar despolarizado, ou seja, fazendo muito pelo masculino. Então você precisa aprender a dar três passos para trás. Não fazer tanto, não cortar tanto, não ceifar tanto, não julgar tanto, não dar, entende? assim, porque senão a mulher, tudo, tudo que o homem faz, a mulher poda. Tudo que o que o homem faz, a mulher fala: "Ah, mas não tá errado. Tudo que não sei o quê, ah, não." Aí vai Cortando, vai castrando o homem. Uhum. E quando vai castrando, ele vai diminuindo realmente o masculino dele para poder ficar. E aí,
se uma pessoa que tá num relacionamento desse, que os dois estão desbalanceados, despolarizados, é, eh, despolarizados, hum, e uma das partes resolve voltar paraa sua essência, que que acontece com a relação? Se só uma das partes voltarem, ela acaba mais cedo ou mais tarde, vai precisar voltar, porque existe um desequilíbrio de trocas Aí e isso é uma lei sistêmica, né? em desequilíbrio, você não fica, não tem vínculo. Então, se a mulher faz demais, ela chega uma hora tá esgotada, exenada, cansada, né? E o homem eh se ele não faz, se ele fica nesse lugar também
de, sei lá, jogar videogame o dia inteiro, de não fazer a parte dele dentro da relação, de estar no lugar de filho da mulher, ao invés de estar no lugar de marido, se ele está nesse lugar, não vai ter futuro essa relação. Hum. Essa Relação mais cedo ou mais tarde acaba. Se tiver futuro é porque ela está na dependência emocional e não consegue sair dali. Hum. Entendeu? Como uma coisa leva a outra? É tipo um trenzinho. Aham. É. E porque se você tá numa relação negativa, ruim, e você não consegue sair, por que que você
não consegue sair? Dependência. O problema é do cara. Não, o problema é seu. É dependência emocional. Daí é sua. É a carência. Aí é A carência. Aí é falta de ver o seu alto valor. Aí é aquele famoso antes acompanhado do que só, entendeu? É melhor com ele aquela aquela fase melhor com ele do que sem ele, sabe? Então, mas você no há um pouco alguns minutos atrás você falou sobre o destino. Hum. O que que você pensa sobre o destino? Eh, cada um tem o seu, não é? E você pode sim estar corroborando com
ele à medida que você vai fazendo o melhor que você pode, mas você pode Pegar também por lealdade sistêmica, tomar o destino de alguém do seu sistema familiar. Se você toma eh se você toma o o destino de alguém eh geralmente da mãe, né? Você acha assim: "Poxa, esse destino é muito pesado, coitada dela, tá errado, não tá legal esse destino aí? Então, quem você está dizendo que fez errado? Hum. Deus, né? Porque esse destino é dela. Então, por isso se chama arrogância sistêmica, porque você arroga Para você responsabilidades que não são suas. Então, você
vai lá e arroga para você responsabilidade do seu pai que não são suas, da sua mãe que não são suas. Você arroga para você essas responsabilidades e aí você fica maior que eles. Sua vida estagna. Hum. Só deixa eu perguntar uma coisinha. E lá no seu processo de e você é terapeuta sistêmica, né? Vocês você faz uma uma espécie de anamnésia assim na pessoa antes dela chegar? Geralmente ela, Desculpe, geralmente ela chega com uma queixa principal. Minha vida está estagnada financeiramente. Então vamos olhar pro financeiro. O que será que está que está lá atrás que
prendeu você, aprisionou você? Qual lei você está violando para que aqui a sua vida não possa fluir? Entendi. E aí a gente não precisa falar isso que é legal. Você não precisa ficar conversando. Você vai colocar isso no campo e você vai ver o que é através do Fenômeno. Entendi. Não, eu perguntei da Anamnese, vamos dar o recadinho aí. R. Olha, temos o recadinho aqui da Beleza e Saúde. Exatamente. Beleza e Saúde é a maior farmácia de manipulação online do Brasil. Ela é parceira do Lim Podcast, então a gente tá super feliz. Aí tem uma
marca que fala a mesma língua que a gente aqui, né, que se preocupa com o autocuidado de quem tá, você que tá escutando a gente aqui, eh, presenciando os nossos episódios aqui no link. Eles Têm um tratamento diferenciado, eh, via WhatsApp. Eh, aqui na descrição do vídeo tem alguns formulários que eles fazem como se fosse uma namnese mesmo, né? Eh, você entra lá, eh, coloca os seus dados, as suas queixas, né, o que você gostaria de tratar e uma uma consultora clínica vai analisar aquilo com maior cuidado, maior dedicação, vai entrar com você para oferecer
aí diversos tratamentos, né? Está em tratamentos para homens, mulheres, inclusive para pets também, Né? esse meio animal aí com muitas eh soluções interessantes aí da de farmácia online de manipulação, tá bom? Então assim, conheçam eles, eles são parceiros, a gente perindica a mãe do Maurício antes mesmo a marca chegar aqui da beleza saúde já é fã consumidora consumidora. E só para quem tá escutando a gente aqui no link acompanhando o canal, tem 10% de desconto. Eles têm frete grátis aí para vários cantos do Brasil. É isso mesmo. Cupom Lim BS tá aí Na tela. Exato.
Cupom Lim BS tá aí na tela. A Bárbara colocou para vocês. E a beleza está em viver com saúde. Conheçam eles aí. Belezaasaude.com.br. Foi só esse disclaimer rápido aí em relação à anamnese, por isso que eu te perguntei. Eh, e a gente táa falando dos polos, né? No começo do nosso episódio, você falou em relação a narcisistas. Os narcisistas, eles são despolarizados também no que diz respeito a homem e Mulher, a energia masculina e na verdade é uma questão, é uma questão aí narcisista, ele não vê o outro, né? Ele não tem percepção do outro,
é só de si mesmo. Então ele é egocêntrico, ele é autocentrado. Então se ele está bem, tá tudo bem. O que ele faz para isso não importa. Então ele age da forma que você quer que ele age, que ele aja para tomar aquilo que ele precisa tomar. Então eu não sou especialista em narcisistas, mas eles são realmente autocentrados, é tudo Sobre eles. Eles tiveram bastante questões com a criança lá ferida, né? Eh, mas segundo dizem, não tem muito o que fazer quanto a isso. Sério mesmo. Um negócio meio sem cura assim. Mas dá para conversar
com a criança interior dele também? Dá, dá, tá também. Já, já constelei narcisistas. Ah, é? Uhum. E difícil. Que que acontece? É. É quando o cara chega e fala para você, "Eu sou narcisista", é muito legal, né? É. Vamos Lá. Caras. E tem mulheres também. Mulheres também. E quando as meninas, mas olha, nenhuma mulher chegou, sabia? Sério? Nenhuma mulher. Um homem chegou para mim e disse: "Eu sou narcisista e sei que sou e eu preciso olhar para isso". Caramba. Então foi muito legal, foi uma constelação incrível, né? Mas ele estava saindo de uma relação e
ele estava muito muito chateado com a situação. Mas eu incrivelmente, eu nunca vi uma mulher chegar e dizer que é Narcisista. você falou, falei, que interessante, não ouvi. Mas será que a pessoa pode est criando uma história de que ela é narcisista? Essa que essa pessoa, ela realmente era era ou alguém colocou esse driver? Era bem, era bem, era bem. Geralmente ela não sente muito, ela não tem muito essa essa questão da emoção, da emocionalidade. Ela é muito mais racional. Então, ela vive em prol de si mesma, ela vive para si mesma, ela faz o
que é bom para ela. Então, eh, se No momento aquilo é bom para ela, ela faz. Ela não pensa muito no outro. E ela e ela ela distorce histórias, ela ela faz com que você saia totalmente desequilibrado da história através de várias manipulações, com culpa, com manipulação, com love bomber, com questão de de eh gás lighting, que que é isso? Love bomber. Love Bomber é o começo, né, da relação, aonde ele exacerba, de amor, né, tudo que ele entrega para fazer com que a pessoa Tenha assim uma descarga bioquímica incrível no corpo e assim ela
fica o resto da vida dela tentando viver isso novamente com ele, porque a descarga foi tão grande naquele momento onde ele mostrou que ele era o príncipe encantado, o cara mais incrível. E ela ela sentiu algo que ela nunca sentiu. Ela falou: "Puxa, existe um amor, existe isso que eu achei que nem existia." E daí ela ela fica o príncipe do cavalo branco, né? Que a gente fala que a mulher tem essa essa questão de ser, né, o a Cindera, de querer, né, ser a princesa e e ter tudo isso. Então, parece que ali chega
aquele príncipe encantado, parece que ali chega aquele cara que você tanto esperou. É. E aí o Love Bomber é isso, uma bomba de amor que esse narcisista joga em você para que você acredite que ele é tudo aquilo. E quando ele começar a fazer os comportamentos daí não tão legais, abusivos, você não tem a força para Sair, porque você vai falar: "Não, mas isso foi só hoje, não, mas foi só agora, vai melhorar". Aí ele dá um pouquinho ali e aí uma migalhinha e aí assim a pessoa vai ficando, né? E daí ele pode dar
novos love bombers, só que menorzinhos, né, para pessoal lembrar. Isso, isso que eu tô falando. Aí começa a vir as migalhas de amor, né? Porque depois são migalhas. É. Daí uma coisinha, outra coisinha só para mostrar quando ele vê que tá perdendo, ele dá Uma para dominar a pessoa. Aham. Na verdade é manipulação pura. Verdade. É manipulação. E dado tudo isso, só o que você falou, o que que você vê pro futuro da sociedade? Porque a gente caminhou, né, de um passado que tinha alguns problemas e aí de repente a gente puxou essa corda demais
pro outro lado. E agora o que que você vê baseado em todas as suas constelações? Você já viu tudo que você tá vendo, que você sente, que que que tá guardado pr pra humanidade? Eu acredito que a tendência é o equilíbrio. Eu sou uma otimista nata. Opa, que bom, hein? Eu eu acredito que sim. Eu acho que temos muitas, muitas, muitas técnicas novas surgindo no mercado, muitas, eh, formas de fazer diferente, coisas que não se tinham há muito tempo atrás e e essas ferramentas, essas pessoas e e toda e toda essa forma de ser mesmo
do ser humano, eu acho que cada vez mais todo mundo tá buscando mais a si mesmo e Olhar pras sombras e olhar para si. Eu acredito. Acredito sim. Acredito na humanidade. Existe uma luz no final do túnel. Sim, acredito piamente. Eu acredito que vai para um lado, depois vai acabar vindo pro outro e vai acabar eh acho que faz parte do processo. Eu acho que quando foi o patriarcado foi muito pro lado de lá. Daqui a pouco vai bastante pro lado de cá, porque a gente vai tentar compensar. Isso é normal, é uma compensação do
de tudo que foi eh Eh foi trazido naquela época, né, de tanta dor que tem ali nesse sistema feminino. O sistema feminino, quando a gente abre a o lado feminino é muita dor, carrega-se muita dor. E as e as mulheres entram olhando para essa dor, sendo leais a essa dor sistêmica, muitas vezes excluindo o masculino seriamente, muito mesmo. Então, muitas das mulheres estão despolarizadas porque elas estão excluindo o masculino, elas estão fazendo por eles, pela necessidade. Por Quê? Porque tem uma dor no sistema muito grande, elas estão tentando compensar. Hum. Então isso eh essa dor
do feminino é muito grande e ainda está reverberando muito nas mulheres. E daqui a pouco eu acho que a tendência é isso, se acalmar. Os homens também despolarizaram bastante porque nós entramos eh numa fase de muitos muitas separações, né? E os homens são criados por mulheres e daí eles ficam na esfera da mãe. Porque o normal é assim. O filho e a filha nascem Na esfera da mãe. Sim. Tá. Aí a filha vai pra esfera do pai, toma o pai e volta pra esfera da mãe para aprender o feminino. Certo? Certo? E o homem é
diferente. O homem ele nasce, ele nasce na esfera da mãe, toma a mãe e ele precisa ir pro pai e fica lá porque lá ele toma o masculino, lá ele aprende o masculino, ele aprende a referência masculina com o masculino. E o que que tá acontecendo hoje? tem muit não tá vindo pro pai, a maioria eh se separa Antes disso ou tem ou ou a mãe prioriza esse menino e ele vira aí aí fica ali o filhinho da mamãe, ele não pode super protetora. Aí ela entra no lugar de super proteger esse super proteger esse
menino e aí ele entra no lugar do pai, ele vem aqui no meinho, sabe? E fica ali. Ele tinha que ficar um tempo e depois ir para esse pai. Esta é a forma de o homem aprender a polaridade masculina com o pai. Só não tem pai. Eh, o pai foi embora, eh, separou, não é? Não fala mais com a mãe. Sempre tem um homem nesse nesse sistema familiar que a gente pode ter como modelo. Hum. um tio, um avô, um tio, um avô, alguém que ele vai ter o modelo masculino. E essa mãe precisa saber
disso porque senão ele fica realmente infantilizado para sempre, né, o menino, o filhinho da mamãe, ou ele fica o homem fraco, né, o homem sem a potência do masculino. Nossa. E sobre aquela nossa Que a gente vai fazer a dinâmica. Ai, a dinâmica eu já tinha esquecido. Eu não vou explicar, eu vou explicar depois que a gente fizer, tá bom? Legal. Então vamos fazer e daí vai ter a legal todo mundo, todo mundo fazer, porque se eu explicar antes não faz sentido. Então isso você pode fazer na empresa quando você for eh eh contratar alguém
para trabalhar na tua empresa, você pode fazer essa dinâmica. que é uma dinâmica muito legal Para você conhecer mais profundamente a pessoa que está ali. E você pode fazer eh sempre que você for eh querer, quiser saber mais de você mesmo, você olha para você e você pode fazer. Quantas vezes você fizer vai ser diferente. Então não precisa ter medo de, ah, não vai repetir, não vai. Então, se você for fazer uma vez, você faz daqui se meses outra vez, três meses outra vez, para você saber se aquela questão que você precisava trabalhar foi trabalhada.
Então nós vamos aí vocês também. Vamos lá. Eh, pega uma folha, gente, e corte assim no meio. Risca no meio. Vamosão fazendo aí, meninos. Eu acho que vai ficar legal vocês fazer. Estamos com o caderno aqui. Isso. Corta no meio. Vamos lá, galera. Peguem a folha de papel. É, peguem a folha. Faz com a gente. Vamos fazer com a gente esse exercício. Faz com a gente para você ver que é incrível. No final você vai descobrir coisas de você que você fala. Eu sei que Muitas pessoas vai ser polêmico. É óbvio. Não ia trazer se
não fosse. Muito bom. Eh, eh, vai ser polêmico, porque quando eu dou isso nos cursos, as pessoas falam: "Não, mas isso aqui tá errado". Mas depois a gente vai conversar, porque eu vou conversar com os meninos e vou trazer isso para vocês. Então, num lugar você escreve pai de um lado da folha, é assim, ó, na vertical. Ó, na vertical. Na vertical. Rosa fez na horizontal Aqui, pai. Então, ele fez na horizontal, mas é na vertical. De um lado pai, de outro lado, mãe. Legal. Tá show de bola. Vamos lá. Então, lá no lado do
pai você escreve três características que você não gosta do teu pai. Vamos lá. Difícil, hein? Aham. Eu falei que se não fosse para causa polêmica, nem fazia, né? Três características negativas que você não gosta muito no seu pai, que você não acha legal. Tem que ser três. Não adianta Falar só um. Eu sei que é difícil. Eu sei que é difícil porque a gente não quer achar características negativas no nosso pai, mas a gente sabe que tem e a gente precisa entrar em contato com isso. Todo mundo tem, gente. Não precisa, não precisa travar e
querer proteger o pai. Não vou poder falar ao vivo em esse episódio, nem vou divulgar pro meu pai. Por que que a gente não quer, de repente três características que você não acha Tão positiva, tão saudável no seu pai e trava mesmo. As pessoas travam. Eu eu tô acompanhando os meninos porque é legal que aí é o tempo de vocês. Fala Sol, eu não vou escrever. Escreva. Você não vai se arrepender. Você não vai se arrepender. É. Escreva três coisas. Três características que você não gosta tanto no seu pai. Você pensa aí, Bárbara também. Muito
bom. Pronto. Pronto. Pronto. Mal. Falta um aqui ainda. Então vamos lá. Esperando o mal. Eh, tá, tá, tá. Então, embaixo vocês colocam três características que vocês gostam bastante, que é muito interessante, muito forte no seu pai. Boa. Aí, ó. É mais fácil, né, Rosa? Aí, ó. Viu como é que é coisa boa? É uma beleza, né? Coisa difícil, negativo, ninguém quer, né? Mas é preciso, gente, é preciso. É preciso a gente conhecer as Nossas sombras, né? Sombras dos nossos pais também existe. E aí, vocês estão fazendo aí, galera? Espero que vocês tenham fazendo aí que
vamos lá, então. Esse daí três, três, pô. Dá, pode escrever quatro, cinco, que é positivo. Tem bastante, viu como é que é? Viu como é que é? Coisa boa. Todo mundo gosta de falar, né? Então, lá do lado da mãe já já conseguiu, Maurício. Não, o Maurício ainda tá fazendo três coisas positivas Do pai. Show de bola. aqui. Pronto. Então, vamos lá. Três coisas negativas sobre a sua mãe, que três coisas que você não gosta muito, que você tem uma dificuldade de lidar com a sua mãe. Então, daí a gente vai poder conversar também, né?
Porque, por exemplo, minha mãe já faleceu, então é muito difícil para mim falar coisa negativa dela, entendeu? Uhum. Mas muito difícil. Pois é. interior precisa trabalhar isso daí, Viu? Mas você lembra que lá no começo você falou que tinha muitas coisas que você precisava conversar com ela? Sim. Então, lembra dessas coisas? Sim. Ah, viu como é que é? Viu como é que é? Terapeuta, sabe? Lembra tudo assim. Caramba. Então, lembra lá no comecinho, você falou: "Tinha uma coisa só que eu queria falar tantas coisas com a minha mãe que ficou mal resolvido, blá blá blá".
Então, essas coisas que ficaram mal resolvidas. Olha aí que fácil que Foi agora. Aí, por mais que a mãe da gente morreu, mas tinha coisas que hum não negativas. E agora três coisas positivas da minha mãe. Três coisas positivas da minha mãe. Positivo é fácil, né, gente? Que coisa fácil. Como pode melhorar? Vocês gostam só da parte boa do negócio, né? A parte não tão boa assim, é mais complicada. Isso é um trabalho que vocês podem fazer quando vocês estão contratando pessoas na empresa, na casa. É legal para você conhecer um pouquinho melhor a pessoa.
Mas daí você também faz da mesma maneira, o pai e a mãe na pessoa. Pergunta para ela. Sim, você não precisa saber de nada, você só vai fazer isso aqui. Entendi. Show de bola. Terminaram? Eu terminei aqui. Vocês aí, a galera de casa aí terminou? Todo mundo, todo mundo aí comigo, todo mundo vai descobrir junto aqui de mim. Tô curioso aqui para saber como é que é. Uhum. Vamos lá. Manda a bala então. Vamos lá. Na primeira na primeira coluna você escreve eu no trabalho. É embaixo do pai, por exemplo. Embaixo do pai. Eu no
trabalho. Eu no trabalho. Eu no meu trabalho. Eu no trabalho. Eu no trabalho. Embaixo da mãe. Eu nas relações. Eu nas relações. Eu nas relações. Embaixo da mãe. É. Eu no relacionamento, né? Eu no meu relacionamento. Como eu sou no meu relacionamento. Show de bola. Entendendo. Já. Já entendeu. Aham. Então, gente, não é sobre o nosso pai e nossa mãe, é sobre nós. Isso é auto é uma é autoconhecimento puro, profundo e sistêmico de um tamanho que vocês não podem nem imaginar. Então, leia aí que pode ler. Posso? Uhum. Tá, entendi. Então, eu no trabalho
tem a ver com o meu pai, não? Eu no trabalho, as coisas negativas que você tem no seu trabalho, quais são? Ah, tá. Ah, tá. Eh, muito coração mole, pronto. Indeciso, pronto. E ansioso. Pronto. Três coisas que você precisa trabalhar. Hum. Legal ou não? [ __ ] incrível. Por quê? Porque você pega três coisas de você, né? Tuas sombras que você não sabe, pontos cegos mesmo, pontos cegos do teu trabalho que nunca ninguém vai te contar. É isso aí. Daí você pode trabalhar isso. Mas eu li os negativos do meu pai. Isso. Mas são seus.
São meus. Entendi. Não é do seu pai. Entendi. É você no trabalho, Teus pontos negativos, ansioso, coração mole demais, não é? Indeciso. Indeciso. E daí, quais são seus pontos fortes no trabalho? Eh, tipo, eu pus coração grande no sentido amoroso, né? Alto astral. Autoastral. Foi organizado, hein, Rosa? Deu certo, hein? Organizado. Então, você é organizado, você tem um coração de mãe, aquele coração enorme. Por isso que eu tenho o coração mole. Aham. Mas assim, pode ter isso como uma coisa Positiva, pode, pode. Mas não pode influenciar negativamente para, né? Porque aí você precisa ser masculino.
Todo. Entendi. Incisivo. Incisivo. Hum. Mandão. Não é mandão. Não é pro lado de mandão. É o lado de líder. Liderança. Uma liderança forte. Sim. Muito bom. Tá. E aí no relá vamos ver o R vai, né? Vamos dividir as atenções aqui. O cara jogou para mim. Dividir as atenções aqui. Né? Como que é? Vamos lá. Que que é que eu falar? Eu no trabalho. Falar nada. Então vamos lá. Com e eu no trabalho. Como é que você é no trabalho? as três coisas que você colocou negativa, sobre negativa. É eh levar as coisas muito a
sério, algumas vezes. Uhum. Perfeccionista. Dificuldade de ser grato. Nossa, você em pessoa e indeciso. Uhum. Então é essas três coisas que você precisa trabalhar em você no trabalho. Caramba, tá? Você precisa ser mais grato, muito mais grato, porque se você Viu isso lá, tem aqui. Uhum. Né? Eh, mais decisivo, mais imperativo, mais e mais o quê? Que que você falou outro? Indecisão. Indecisão. Dificuldade de ser grato e levar as coisas muito a sério. Então, eh, às vezes é uma autocrítica muito grande, isso não é bom também. Hum. Então pode levar as coisas a sério, mas
não pro lado do perfeccionismo, tá? OK. Então, porque que o perfeito não é feito, né? O perfeito, você fica ali, muitas vezes procrastina. Então, quando Você vê isso, eh, você vê o que precisa ser trabalhado em você. Olha que interessante, gente. E e qual e qual quais são as características positivas em você no trabalho? Honestidade. Que maravilha. Cuidado, maravilha. e organização. Pronto, essa parte aí não tô brincando. Você é organizado do seu jeito, né, nas suas coisas e nas suas tarefas, né? É um cuidado, né? É, é organizado no cuidado, provavelmente. Tô brincando. Organizado no
cuidado. E o Primeiro que você falou, o que que é? Honestidade. Honestidade. Olha que coisa incrível. Eh, então quando você faz uma um, por exemplo, uma dinâmica dessa com o funcionário seu e ele diz que ele é honesto, com certeza ele é. Caramba, organizado, com certeza ele é. Então, veja quais são os pontos fracos dele lá e foca de trabalhar se for uma pessoa que vale a pena, se a parte boa dele for tão boa assim que vale a pena, então é legal que você possa trabalhar nas Dinâmicas de grupo dentro da empresa ou com
aquela pessoa, essas questões aí que a sombra traz, né? fala pra galera aí se vocês estão fazendo exercício. Espero que estejam, que tá sendo super legal aqui. E se você quiser, né, compartilhar com o pessoal aí do chat e com a gente também, coloca aí que que vocês são no trabalho, né, negativo e positivo, com base nas suas respostas. Beleza? Isso. Conta pra gente aqui, conta pra gente que a gente quer saber também. Tem com o Pai e a mãe, né? A questão o pai, né? Trabalho é o pai, a mãe trabal pai, relacionamento. É
mãe, né? E aí? Então vamos lá. No agora vamos começar pelo Maurício. Eu já ia fazer isso, Ricardo. O Ricardo já queria que eu come Então vamos lá. Primeiro lá, como que você é no relacionamento? Vamos lá. Os negativos de como você é no relacionamento. Nervosismo. Uhum. Ansiedade. Uhum. E críticas. Então, então vamos pesado. É Na luta bem, hein? pesado. Então você pode perceber isso em você, provavelmente. Crítico. Por que crítico? Se lá no trabalho você é extremamente exigente, provavelmente você seja crítico. Porque se você é exigente demais com você, você vai ser exigente demais
com o outro. Se você busca perfeccionismo, o outro você vai exigir isso do outro. Então você precisa trabalhar essas coisas. Precisa não, né? Eh, dá luz a isso, começa a a perceber Melhor isso. Quando o outro falar, que daí não é sobre o outro falar, é sobre você falar de você, caramba, é muito mais profundo, não é? Quando não é a Ana Lu que fala, quando não é a mãe que fala, o amigo que fala, quando é a gente, nosso subconsciente falando com a gente, é bem mais profundo, não é? Uhum. Então vamos lá. Qual
que é o positivo? honestidade de novo. Força de vontade, carinho. Olha que interessante. Então você é carinhoso, Tem bastante, então você vai precisar dessa força de vontade para trabalhar os teus pontos negativos lá. Então se você realmente tem essa força de vontade, vai ser uma coisa mais fácil para você. Muito bom. Eu nas relações, né, eh, muito rígido, mandona, né? Então, mandão, mandão e quer as coisas muito certinhas. Uhum. Aí, ó. E sou assim mesmo. Fala, é, tem que, primeiro lugar a a a sentir, né? A sentir. Concorda com o que é como É, fico
com o que é como é e melhoro, porque eu só posso melhorar do momento que eu assinto, que eu digo um grande sim e posso deixar aquilo para trás para poder fazer diferente, senão eu não consigo, né? E daí? E os pontos positivos, eh, eu tinha posto trabalho, né? Então, quero fazer acontecer, né? Quero que dê certo na relação, tá? É amoroso e eh cuidado, né? Cuidadoso. Cuidadoso, amoroso, cuidadoso e trabalhador, batalhador. E e Batalhador. Ótimo. Então, gente, vocês viram que é um exercício de uma profundidade incrível, né? não fala, não fala sobre os nossos
pais, fala sobre nós. E é muito interessante a gente saber como a gente é na vida profissional, né, no trabalho e nas relações. Eh, nossa, e a me acendeu uma uma luz aqui, então, porque no fundo às vezes a gente pôs aqui, né, as características dos nossos pais, das nossas mães, mas é a maneira como nós Enxergamos eles. Às vezes eles não são assim. Isso está em você. Ou seja, se eu mudar a jeito que eu vejo o meu pai, minha mãe, eu vou mudar a minha vida, a minha vida no trabalho e nos relacionamentos.
É sobre isso que eu falei de assentir. É você ver o seu pai como ele é e não como você é e não como ele é. Esse é o ponto mais. Não como ele é, como você vê que ele é, né? Que ele é. É, é, é justamente controle, não tá no controle do meu pai. Com certeza. Não, por isso que eu digo que é assentir, é deixar o que é como é, para que você possa deixar isso fluir. Porque se você olha e começa a criticar aquilo, tem aquele viés porque você percebe ele. Caramba,
tudo só é o que você vê. Nossa, tirei uma viga da minha frente agora. Que maravilha. Olha só. Excelente. É, então, gente, o trabalho sistêmico é de uma profundidade. Por isso que você quando falou eh quando você falou, Maurício, eh, mas é sobre Coisas que estão lá atrás, que estão acontecendo aqui. Sim. E tiram, meu Deus, tira um véu. Um véu descortina realmente. Descortina realmente, porque não é real o que a gente vive, é o que a gente percebeu. Desculpa. É o que a gente percebeu, não é real, entende? É a minha percepção daquilo que
foi como foi. Não é real. Porque a mesma coisa se eu vivo e você viver a mesmíssima coisa, eu vejo de um jeito, você vê de outro. Exato. Então, eh, o a vida acontece para nós, através de nós. Uhum. A nossa vida acontece pelas lentes pelas quais eu vejo, eu a vejo, eu vejo a vida. Então, por isso que aqui nós temos, nós estamos em cinco pessoas aqui dentro. Cinco pessoas vem a vida de forma totalmente diferente. Por quê? Porque ela acontece para nós a partir de cada crença limitante, a partir de cada percepção que
eu tenho, a partir das das minhas dos meus traumas, das minhas Dores e de tudo que eu vivi. Ou seja, se eu quero mudar minha realidade, eu só tenho que aprender a interpretar ela de maneira diferente. Se eu quero mudar a minha realidade, eu conto uma nova história. Então, eu ressignifico tudo o que eu vi. Eu falo: "Poxa, pode não ser bem assim, igual você fez ali. Puxa, saiu uma viga daqui da frente. Poxa, é, pode não ser bem assim. Realmente pode mesmo. Ô, Sol, você tem uma frase muito legal aqui que É: "O meu
amor é meu e o meu amor sou eu". Se você puder, na verdade, essa frase veio num campo de constelação familiar para mim e eu achei essa frase tão impactante porque ela veio no fenômeno. Porque quando a gente trabalha dependência emocional, e eu também trabalho, porque na verdade dependência emocional todos nós temos e temos que ter um nível eh mínimo de dependência emocional para nos relacionar, senão não tem como a gente Se relacionar, não é? A gente precisa ter um nível de eh saudável de dependência emocional. Então, a gente precisa precisar do outro, sim. Não
é? Então, não é só sobre, ah, eu não quero aquilo que falou o ego, subir lá em cima. Ah, não é sobre isso, né? Então, o meu amor é meu, o meu amor sou eu. Quer dizer assim, eu sou o centro da minha vida. Deus, eu trabalhando as minhas questões, trabalhando as minhas dificuldades, olhando para as minhas Sombras, podendo me curar e transbordar na vida do outro, porque eu só posso ser o melhor pro outro quando eu sou o melhor para mim. Hum. Caramba. Eu queria voltar aqui porque isso aqui realmente me chamou atenção. Ou
seja, se eu quero melhorar no trabalho, na minha vida financeira, hum, eu tenho que melhorar a minha relação com o meu pai, principalmente como eu enxergo ele. Sim. Se eu quero melhorar meus relacionamentos, eu tenho Que melhorar a relação com a minha mãe e como eu enxergo ela. Sim. Por quê? Porque quando você vê o pai é o mundo, como você vai pro mundo, como você vai pro trabalho, é pelo viés do pai. Se você tem uma exclusão de pai, tua vida financeira é um um desastre. Tua vida financeira é um desastre. Eh, a sua
a você vai na na vida profissional, você encontra lá um um chefe meio Complicado? Sim. Por quê? Porque você excluiu o seu pai, daí todo a autoridade lá fora vai mostrar que existe um pai que não é compassivo, né? Porque você excluiu. Então a autoridade lá fora, que é o chefe, vai tá lá mostrando, sempre vai mostrar suas exclusões. Parece que é sobre o outro, mas não é sobre ninguém. É sobre mim e a minha forma de me relacionar. Na vida, mesma coisa. Relacionamento é mãe. Por quê? Mãe é afeto, mãe é amor, mãe é
é é conexão Afetiva ao feminino, acolhimento, nutrição. Caramba. Então, incrível, né? Como tá tudo interligado, né? Porque se olhar o Brunão é essa história, né? [ __ ] mano. Olha isso. Sim. Não, total, total. É, a gente tem um conhecido aqui, né? Quando você foi falando, né? o o cara que tem problema de de trabalho, pô, tem a ver com o pai, né, que ele não acolheu. E essa pessoa que a gente conhece, tem um Pai que não acolheu o o avô, né? E daí essa pessoa, ela não trabalhou isso ainda, então ela tá repetindo
o mesmo padrão do pai dela. Isso, porque não é dela, é ancestral, é lealdade sistêmica. Lembra que eu falei? você está em lealdade a um sistema familiar que teve um movimento de amor interrompido em direção ao pai. Uhum. Então, enquanto isso não for visto e liberado para que esse fluxo de amor do masculino possa fluir para ele, ele não vai ter a força Do masculino, porque a força do masculino vem do pai. Nossa. E daí ainda é um caso onde o pai e ele foi teve abandono também em relação a ele. Então tem todos outros
quesitos aí misturados. Mas entende também que o abandono já vem porque ele foi abandonado. É pregresso. Uhum. Ninguém dá o que não tem. Por isso que não é sobre mim com o meu pai. é sobre eu resolver a minha vida para que isso possa fluir em mim, eu me preencher Disso e ir pra vida e não ser refém disso para sempre, porque senão eu vou ser refém disso para sempre. Hum. Caramba, muito bom, muito profundo, hein? Muito. Temos muitas coisas para trabalhar mesmo em teras, hein? Muitas, muitas mesmo. E familiares também. E você eh fez
um um combo aí de ferramentas sistêmicas, né? Conta aí pr pra galera o que seria isso. Então, o que eu fiz é assim, eu acabei de preparar um e-book Que é o caminho da transformação sistêmica, que que tem bastante 25, na verdade 25 exercícios. Esses exercícios são todos sobre trabalhar, pai, mãe, a criança, eh dinheiro, vida profissional, eh dívidas, eh várias coisas que a gente tem são exercícios sistêmicos reais, os quais você pode e deve fazer esses exercícios. E aonde você entender, compreender que tá mais difícil de de conseguir fazer sozinho, você precisa olhar de
uma forma de uma forma mais Profunda junto com com alguém, né? Uma terapeuta, uma consteladora. Eh, o outro é o ping-pong do amor, aonde você tem que ser o centro da sua vida, Deus em primeiro lugar, você para você atrair, para você trazer, para você poder construir relacionamentos saudáveis na sua vida. Então, é o ping-pong do amor, aonde precisa se ter equilíbrio de trocas para que as relações sejam saudáveis, começando por Deus, por você e depois as relações. E depois tem o Baralho sistêmico da Sol, que vai trazer, que é o bônus, que vai trazer
a um recadinho diário para você, para você refletir todo dia a respeito de uma frase sistêmica de cura. Sensacional. tá na tela aí, né, para quem quiser adquirir. Tá com preço super bacana que a gente já viu. Um precinho especial. Com certeza. É muito legal, né? A Sol, ela já tava esse já é ela veio aqui há um ano, né? Vocês podem aí conferir eh na nossa ABA Lives, né? Aí o episódio Que ela veio foi super bacana e bem desde aquela época ela já vem trabalhando nesse projeto dela e calhou de ela tá já
ter finalizado, tá trazendo aqui em especial para vocês aí nossos queridos liners, né, lovers, como a gente gosta de falar para ele. E aproveita enquanto tá disponível de graça, né, porque daqui a pouco vai ser só para membro essas lives aí quearam lá atrás. a gente vai deixar é uma uma essa aba de lives alguns episódios super Especiais aí para vocês que são nossos membros. A gente agradece bastante, tem um monte de gente e entrando como membro aí para ajudar o canal a crescer, né? E daí uma forma da gente eh devolver para vocês é
deixando materiais exclusivos, né? Então isso é o que a gente tá planejando aí, vamos implementar em breve. Ex. Então, quem quiser adquirir, né, o e-book da SOL, é só entrar aí na descrição do vídeo, tem um link, ou apontar a câmera do celular pra tela no Qcode. Você tiver vendo na televisão. Tem bastante gente que vê na televisão. É, então, bastante gente. 30% aqui, 40 é televisão. Exato. Inclusive a gente sempre fala aqui, né, nossos episódios, poxa vida, se você chegou até agora, se você de certa maneira foi impactado de uma maneira positiva com esse
conteúdo, depois dessa dinâmica que a gente fez aqui hoje, se de alguma maneira isso foi bom para você, imagina que legal se isso, se esse conteúdo chegar para Alguém que você ama. Então, eh, a gente sempre fala: "Bom, se se impactou de uma maneira positiva, compartilha com essa pessoa que você ama, que com certeza ela vai receber e vai eh mudar a forma como ela percebe aí o autoconhecimento, né? Igual mudou pra gente aqui, hein? Exatamente. Exatamente. E para quem chegou até o final, né, pra gente não perder o costume, é, escreve nos comentários. A
palavra da do episódio de hoje é: "Eu amo meus pais". Exatamente. Esse foi um grande aprendizado aí pra gente, né? A gente sempre deixa uma pergunta, uma frase aí que tem a ver com o episódio. Essa frase do Maurício aqui, eu amo meus pais. Escreve aí no comentário pra gente saber que você foi impactar de uma maneira positiva e que você chegou até esse momento, né, Rosa? Já vai melhorar a relação no trabalho e nas relações. Com certeza. É o primeiro passo. Exatamente. Gostou de estar aqui novamente com a Gente, Sol? Conta aí. Foi incrível.
Eu amo estar aqui, gente. Vocês são ótimos. Eu adoro. E assim, quando a gente se falou para vir, para voltar aqui novamente, eu fiquei muito feliz porque ver o crescimento de vocês, ver o quanto vocês cresceram esse ano, eh, foi incrível. Vocês estão super de parabéns mesmo. Muito obrigada pelo pelo convite novamente. Espero voltar outras vezes, né? Com certeza. Com certeza. Com certeza. A gente sempre faz essa Perguntinha aqui que é o seguinte: se você pudesse coxixar ali no ouvidinho das 8 bilhões de pessoas que existem nesse planeta, que mensagem final que você deixaria? Se
eu pudesse coxixar isso, alguma coisa para as pessoas, isso eu coxixaria, eu falaria assim: "Aceite, concorde com seu pai, com sua mãe, como eles são. Eles te deram o que puderam. Não seja refém de uma história que se Você continuar a repetir vai deixar você cada vez pior. Então, quer ir pra frente, quer ir adiante, quer ter sucesso, dê um lugar dos 50% que é pai para o pai, dos 50% que é mãe para mãe e siga o seu caminho. Vai em direção à sua vida. Agora você pode crescer. Nossa, que mensagem linda, hein? Muito
bem. Muito bom. Muito bom. Muito obrigada. Pessoal, ó, sensacional. Espero que vocês tenham gostado. Quem tá aí até o final também deixa um like, né? Inscreva-se no canal. Muita gente que acompanha a gente ainda não é inscrito. Então venha, venha junto com o Lin toda semana aqui com dois episódios, né? Desde do mês retrasado a gente começou aí a fazer dois episódios. Tá sendo super bacana. Toda terça e quinta, quas 8:30 para quem quiser ver, né? Ser os primeiros da fila. Exatamente. Então, muito obrigado e até a próxima. Vamos dar um tchauzinho aqui, Sol. Dá
um tchauzinho aqui, ó. Tchau. Tchau. Tchau, Galera. Valeu. Valeu. Até a próxima.