Vamos retomar então a segunda parte da aula sobre crista neural e agora a gente vai falar então dos derivados das células da Crista neural na região do tronco tá então a gente já conversou anteriormente sobre Os Dois Caminhos de migração que essas células podem ter na região do tronco tá ou elas vão migrar por um caminho dorsolateral tá E vão se misturar as células da do equiderm superficial E essas células vão dar origem então melanócitos ou elas vão seguir um caminho de migração ventral passando por meio pelo meio das células rostrais do somito tá e
seguindo adiante o caminho ventral tá Parte dessas células que seguem o caminho ventral vão parar sua migração aqui na região lateral do tubo neural para dar origem aos gânglios da raiz dorsal tá que são os gânglios que que são os gânglios sensoriais essas células vão vão se diferenciar ou em neurônios sensoriais como tá escrito aqui ou em células gliais satélite também desse ganglio tá bom Parte dessas células continua migrando e vão parar um pouquinho mais à frente para formar gânglios ah da cadeia de gânglios simpáticos então uma parte delas vai parar aqui e vai diferenciar
para dar origem a neurônios simpáticos e células gliais satélite do gango simpático tá outra parte das células não para nem aqui nem aqui e continua migrando uma parte delas vai se encontrar com o córtex da medula adrenal para formar elas as células da Crista neural a região da medula da glândula suprarrenal tá então as células da medula da glândula suprarrenal são derivadas de células da Crista renal da Crista da Crista neural tá o outra parte dessas células vão migrar para invadir sistema digestório informação tá mas isso gente só as células de qual região do eixo
ântero posterior de duas regiões como a gente viu da Crista neural vagal e da Crista neural sacral só células dessas duas regiões crista neural vagal e crista neural sacral são capazes de invadir sistema digestório informação e aqui elas vão dar origem aos gangos do sistema nervoso entérico tá aqui elas vão dar origem à células do sistema nervoso entérico bom ah essas células que vão formar sistema nervoso periférico na região do tronco elas podem se diferenciar em neurônio periférico em glia satélite periférica ou em célula glial que que um outro tipo de célula glial que a
gente chama de célula de shivan tá então tá até aqui um esqueminha a célula de chivan é aquela que vai circundar os axônios dos neurônios Então aqui tem um axônio de neurônio e aqui a célula de shivan que se enrosca em volta desse axônio para fazer mielina tá então gente a mielina dos neurônios periféricos a bainha de mielina dos neurônios periféricos ah são derivadas a bainha de mielina é derivada das células de chivan tá e a bainha Vamos fazer um parêntese aqui e a bainha de mielina dos neurônios que estão dentro do sistema nervoso central
dos axônios que fazem parte do sistema nervoso central quem faz essa beinha de mielina o z oligodendrócitos Tá ok bom Vamos então aqui olha a gente tem um tubo digestório tá de endoderma do lado de fora A gente tem uma camada muscular e essas células que vão formar os gânglios entéricos elas vão se organizar em plexos nervosos nas camadas musculares Tá mas a gente já vai já vai olhar sistema nervoso entérico com um pouquinho mais de cuidado daqui a pouco aqui nesse embrião da direita é para mostrar em maior detalhe pra gente perce receber o
longo do eixo rostrocaudal a disposição dos gânglios da raiz dorsal Então olha reparem aqui que a gente tem gangos da raiz dorsal olha apontados aqui gangos da raiz dorsal então forma uma cadeia de ganglios aqui tá no tronco e existem a cadeia de gangos simpáticos que estão que que estão os gangos simpáticos estão em roxo aqui a cadeia de gangos simpáticos Então tem um gânglio aqui e outro aqui tá se a gente pega um recorte disso aqui para olhar em maior aumento a gente vê essa imagem aqui tá então gangos da raiz dorsal olha reparem
aqui esse recorte só mostra um mas aqui embaixo teria outro aqui embaixo teria outro e assim por diante tá e aqui a gente vê a cadeia de ganglios simpáticos por que que se chama gânglio da raiz dorsal porque é um gânglio que tá justamente ligado à medula espinhal pela raiz dorsal Então aqui tem a medula espinhal Essa é a raiz dorsal e essa é a raiz ventral existe um gânglio ligado à medula espinhal através da raiz dorsal Esse é o gânglio sensorial é o gânglio da raiz dorsal essa cadeia de gânglios são gânglios sensoriais tá
e aqui a cadeia de gânglios simpáticos bom e os gânglios parassimpáticos é a crista neural também que vai dar origem a eles sim é a crista neural também que vai dar origem aos gânglios parassimpáticos mas os gânglios simpáticos que se localizam longe dos órgãos que eles enervam vão tá então a partir dessa desse gânglio simpático Ahã os prolongamentos as projeções neuronais vão se juntar aqui nesse nervo espinhal e esse nervo vai enervar os órgãos os músculos do nosso corpo e aqui inclusive existem axônios simpáticos Então os neurônios simpáticos os ganglios simpáticos se localizam longe dos
órgãos que eles enervam já os gânglios parassimpáticos eles se encontram adjacentes aos órgãos que eles inervam adjacentes às vezes mesmo eh encrustados na parede desse desse órgão tá então a gente não consegue representar aqui cada um vai est conectado ao seu órgão de que ele nerva tá então a gente não consegue representar aqui mas da mesma forma eles vão ser compostos por neurônios derivados de crista neural e células gliais satélite derivadas de crista neural também Ok mas eles também vão eles também vão ser dessa migração pelo esclerótomo né E aí seria seria abaixo do gânglio
simpático digamos assim mas não não a ponto de chegar no sistema nervoso entérico entre os dois é na verdade eh vai depender um pouco cada cada gang simpático vai ter a sua rota de migração diferente tá a gente não vai é difícil deixa eu ver aqui se eu se eu tenho alguma informação ó na verdade gambro simpático vai ser derivado dessa região que tá em amarelo aqui crista neural cefálica tá eles não vão formar uma cadeia de ganglios igual o ganglio simpático cada um vai se localizar na sua região enfim vai se localizar próximo ao
órgão que ele enerva mesmo não vai formar uma cadeia bem organizadinha assim não Então olha outra imagem para mostrar a rota de migração tá Doo lateral ou ventral tá bom as células vão entrar aqui aqui na Região do tubo digestório informação para formar sistema nervoso entérico Ah aqui mais uma imagem daquela olha para mostrar aqui a rota de migração do orço lateral mostrando aqui e a migração ventral essa aqui dá uma dá uma ideia melhor de que tá passando por dentro do somito né e e vão seguir adiante ventralmente para formar osângulos Então olha repare
aqui os gânglios da raiz dorsal e os gulos e a cadeia de gânglios simpáticos tá bom aqui no indivíduo adulto a gente vê a medula espinhal medulo espinhal é parte do sistema nervoso central que é tubo neural certo então medula espinhal raiz raiz dorsal da medula raiz ventral da medula a essa raiz dorsal tá ligada tá ligado um gânglio sensorial que é o gânglio da raiz dorsal a projeção desses gânglios se junta com a com os com com as projeções neuronais da raiz ventral tá até formar esse ramo o ramo espinhal que depois se separa
olha aqui desse lado o nervo espinhal esse aqui é o nervo espinhal tá que tem a junção da raiz dorsal com a a raiz ventral depois esse ramo esse nervo espinhal ele se divide em ramo dorsal que tá subindo para cá e ramo ventral tá o ramo dorsal ainda vai se ramificar algumas vezes e o ramo ventral a mesma coisa tá lembrando que o ramo dorsal vai enervar falando agora de músculos para vocês tentarem conectar com as informações da aula de mesoderma o ramo dorsal é o que vai inervar os epímeros né o miótomo quando
o miótomo ele se divide em duas partes epímero e hipó mero o ramo dorsal vai inervar o epímero e o ramo ventral vai inervar o hipó Ok Isso aqui foi um parêntese para vocês tentarem conectar com as informações da aula de mes modna é o ramo dorsal e ramo versal de que que vai se ligar a esses vamos lá o nervo espinhal vou mostrar desse lado aqui que tá mais fácil aqui tem o nervo espinhal o nervo espinhal ele é a junção da raiz dorsal com a raiz ventral Tá certo ramo nervo espinhal esse aí
vamos olhar o nervo espinhal aqui desse lado esse nervo espinhal ele se divide em ramo ner dorsal e ramo nervoso ventral o ramo nervoso dorsal vai inervar o epímero epímero vai dar origem aos músculos dorsais aos músculos das costas e o ramo ventral vai inervar o hipo hipo vai formar os músculos das laterais e das da região ventral do corpo Tá bom mas aí eu tô já tô entrando mais em anatomia do que na embriologia tá bom gente agora eu gostaria de falar um pouquinho mais para vocês sobre sistema nervoso entérico tá eu acho muito
importante falar de sistema nervoso entérico porque o nosso intestino ele tem um sistema nervoso próprio tá ele e é um sistema nervoso robusto tá o nosso intestino por ter esse sistema nervoso próprio robusto ele é inclusive conhecido como nosso segundo cérebro tá não sei se vocês já ouviram esse termo o nosso intestino é conhecido como segundo cérebro devido à presença do sistema nervoso entérico o sistema nervoso entérico seria então a terceira divisão do sistema nervoso autônomo o sistema nervoso autônomo ele se separa então em simpático parassimpático e entérico tá o entérico antigamente fazia parte era
era classificado dentro do sistema nervoso parassimpático hoje em dia ele já é colocado com uma como uma classificação independente Tá certo bom o sistema nervoso entérico ele tem mais neurônios do que o sistema nervoso simpático e parassimpático juntos ele tem mais neurônios do que a nossa medula espinhal para vocês terem ideia do quão complexo e robusto é esse sistema nervoso entérico e ele tem capcidade de promover reflexos independente do sistema nervoso central então ele tem uma grande autonomia tá ah por exemplo pessoas que às vezes sofrem acidentes e ficam tetraplégicas que tem acidente aqui que
Que lesa faz lesão na medula elas perdem os movimentos por exemplo dos músculos dos braços das pernas mas o seu sistema digestório continua funcionando o seu o músculo do sistema digestório continua realizando os movimentos peristálticos por quê Por causa dessa independência da atuação do sistema nervoso etério mas ele se comunica com o sistema nervoso central sim se comunica Existe uma grande interação entre o sistema nervoso central e o sistema nervoso entérico e isso a gente chama esse complexo todo de eixo cérebro intestino Tá mas ok tudo isso para apresentar o sistema nervoso entérico para vocês
como uma porção muito importante do nosso sistema nervoso periférico que é muitas vezes negligenciado nos livros didáticos tá nos últimos 10 20 anos é que ele tem uma ganhado uma importância maior tá então ele é uma subdivisão importante do sistema nervoso periférico é capaz de operar independentemente ah os seus neurônios eh existem neurônios com neurotransmissores os mesmos neurotransmissores do sistema nervoso central então serotonina dopamina GL e glutamato ah noradrenalina acetilcolina todas essas H são também são neurotransmissores presentes no sistema nervoso entérico tá contém mais de 100 milhões de neurônios e esse circuito de neurônios de
gânglios no sistema nervoso entérico vai então controlar as diferentes funções do sistema digestório tá que funções são essas motilidade intestinal troca de de fluidos através da mucosa fluxo sanguíneo do sistema digestório e a secreção de hormônios Ah e enzimas necessárias paraa digestão tá que as células da mucosa elas realizam essa secreção Mas quem controla isso é o sistema nervoso entérico também tá então tem muitas funções importantes esse sistema nervoso entérico a gente tá falando dele aqui nessa aula porque ele é derivado da Crista neural Como já comentei com vocês então qual região da Crista neural
da Crista neural a crista neural vagal que é essa que vai do somito um ao somito sete e a crista neural sacral que é essa a partir do somito 28 células da Crista neural vagal colonizam todo o trato gastrointestinal todo o sistema digestório e células da Crista neural sacral vão colonizar vão se juntar as células da Crista neural vagal somente nessa região mais posterior do intestino a partir do C tá então só o sistema só o intestino grosso aqui vai ter contribuição de células da Crista neural sacral da Crista neural sacral para formar sistema nervoso
entérico tá então aqui no esquema no embrião de camundongo a gente tem crist vagal do somito somito 7 contribuindo para todo o sistema nervoso entérico e crist neural sacral contribuindo apenas pra região mais po a crista neural entérica a crista neural assim que ela entra no sistema digestório antes de se diferenciar em neurônio ou glia entérica em neurônio entérico ou glia entérica ela pode ser chamada também de crista neural entérica e aqui a gente encontra por exemplo SX 10 que é aquele marcador que identifica as células da Crista neural tá essa célula progenitora crista neural
entérica quando ela se diferencia em glia ela mantém a expressão de Sox 10 e quando ela diferencia em neurônio ela perde a expressão de Sox E vai ganhar a expressão de outros genes típicos ah de neurônios tá a glia entérica além de manter esses ela também adquire a expressão de marcadores típicos de glia tá de célula glial tá é uma célula diferente da célula progenitora professora você disse que se as células da quista neural sacral E qual é outro vagal vagal na verdade é que faz a contribuição mais importante é essa daqui ao nível do
somito um ao somito s tá tá bom obrigado bom então tá lá mais uma imagem daquelas mostrando a migração ventral da Crista neural por meio por dentro do escler essas células elas invadem o sistema digestório qual região do sistema digestório que elas invadem a camada muscular tá inicialmente Então esse esquema mostra é a representação disso aqui que é um embrião mesmo tá um embrião de camundongo onde a gente vê crista neural migrando aqui e aqui olha o sistema digestório se formando tá e crista neural migrando para invadir o MZ inma de mesoderma que tá aqui
em volta tá as células mesodérmicas que ficam em volta da camada interna de endoderma se a gente faz um corte isso aqui num camundongo bem novinho tá de 10 dias de desenvolvimento se a gente vai para um camundongo um pouco mais velho de 14 dias do desenvolvimento a gente já consegue ver isso aqui é um corte transversal do intestino a gente já consegue ver a camada interna de endoderma o tubo interno de endoderma e daqui para fora célula mesoderma formando duas camadas musculares tá e as células da Crista neural elas invadem essa camada muscular essa
região do mesoderma que vai se diferenciar no músculo liso que fica ao redor ah do tubo intestinal de endoderma tá 75 é um marcador de crista neural então tudo que tá em vermelho é porque tá expressando p75 ou seja é crista neural entérica essa o nosso epitélio intestinal ele expressa uma molécula chamada Sonic head hog que já apareceu em outros contextos para vocês tá quem expressa Sonic Red hog o tubo de endoderma Então olha Sonic Red hog tá sendo essa o RNA mensageiro do Sonic tá identificado em azul aqui tá então só o epitélio de
endoderma que tá expressando aqui tá mostrando a expressão da proteína Sonic também produzida na região do endoderma reparem que proteína sônica é um fator de crescimento ou seja ele é produzido na células de endoderm ele é secretado para fora da célula então a gente consegue ver um pouquinho de vermelho a gente consegue ver um pouquinho de vermelho aqui para fora do endoderma por quê Porque ele foi produzido pelas células do endoderma mas foi secretado para fora das células então o snic ainda alcança tem algum alcance aqui ainda para essas células para algum das células mesodérmicas
aqui tá bom Aqui se Nesse artigo eles fizeram um experimento eles identificaram a proteína Sonic desculpa eles identificaram brdu o que que é brdu brdu marca células que estão proliferando tá então a gente sabe que o Sonic ele induz proliferação das células proliferação de quais células das células onde ele Principalmente as células do próprio endoderma o snic ele é produzido nas células do endoderma e ele vai atuar nas células do endoderma só células do endoderma algumas vai atuar um pouquinho ainda também lembra daquele conceito de morfógenos aqui ao redor tá então Sonic induz proliferação dessas
células aqui da região no endoderma e e reparem que eu tenho pouca proliferação aqui na região do mesoderma então ele induz proliferação dessas células que estão aqui reparem que tem bastante brdu aqui tem célula é isso isso é sinal de que tá proliferando e as células mais periféricas aqui não expressam muito brdu tem alguma coisa tá tem uma outra célula que tá proliferando mas não é muito e as células em verde são células de crista neural entérica tá células em verde são células de crista neural entérica tem algumas células da CR entérica proliferando aqui tá
Quando ele adiciona Sonic aumenta a quantidade de Sonic então a própria célula já produz Sonic mas se ele faz um experimento de colocar ainda mais Sonic Nesse contexto nesse tubo intestinal a gente vê que a região onde tem células proliferando aumenta muito eu tenho muito mais células proliferando aqui em volta do que eu tinha antes tá do que eu tinha antes o snic ele inibe proliferação de células da Crista neural e ele induz proliferação de células endodérmicas tá então isso aqui tá falando com relação a células de crista neural se eu boto mais Sonic eu
diminuo a quantidade de células verdes que é a quantidade de células da Crista que são as células da Crista neural por quê porque eu tô inibindo a proliferação dessas células verdes tá então eu tenho menos dessas células tá quando ele utiliza um inibidor da via de Sonic Ou seja eu diminuo o Sonic aí eu tenho o aumento da proliferação das células da Crista neural E aí eu aumento a quantidade de células verdes que são as células da Crista neural aqui tá certo e aqui esse gráfico mostra que quando eu tenho Sonic eu tenho diminuição de
células da Crista neural e quando eu tenho inibição do snic eu tenho aumento das cé da proliferação aumento de células né porque aumenta a proliferação de células da Crista neural Ok E aí quando eu tenho falta do snic eu tenho uma condição chamada hipergliceridemia desse fator de crescimento Sonic R hog sh no desenvolvimento do sistema nervoso entérico então gente o Sonic ele é produzido pela região do endoderma mas ele é um morfo lembrem disso ele vai ter um certo alcance além da região onde ele onde ele é produzido na região na condição normal onde você
não adiciona snic nem você inibe a gente percebe que nessa região mais externa aqui eu não tenho muito snic eu não tenho muito snic chegando lá por quê Porque eu tenho proliferação de célula tem p75 que que tá que que demonstra a presença de crista neural entérica indiferenciada tá Por quê Porque eu não tenho muito Sonic chegando aqui quando eu adiciono Sonic ao sistema e o Sonic consegue chegar aqui o Sonic ele ele induz uma sinalização que inibe a proliferação da Crista neural entérica e induz essa crista neural a se diferenciar em neurônio e iglia
tá então a gente tem esse cenário aqui muito menos células verdes aqui muito menos células de crista neural entérica aqui na região mais periférica Ah que vai dar origem ao músculo tá bom gente Então como que se organiza no nosso organismo nosso intestino no intestino adulto esse sistema nervoso entérico ele se organiza principalmente em dois plexos nervosos dois plexos ganglion ados o que que é um plexo é uma rede de gânglios tá o plexo mais importante é o plexo mientérico também chamado de plexo de auerbach plexo de auerbach é o nome mais comum na anatomia
ele vai se localizar aqui entre a camada muscular mais externa e a camada muscular mais interna tá então entre as duas camadas musculares se encontra o plexo mérico então Aqui nós temos um gânglio do plexo mérico Aqui nós temos outro gânglio do plexo min inério tá o plexo submucoso Como o próprio nome já diz vai se situar na região da submucosa tá então dentro da submucosa a gente tem o plexo de gânglios Ah submucosos aqui também chamado de plexo de meisner tá glia entérica ela se encontra tanto dentro dos gânglios constituindo eh um gânglio junto
com os neurônios ou ela também pode se encontrar ao longo dos nervos isso aqui olha que conecta um gango e outro é projeção neuronal axônio e dendrito formando um nervo que conecta um gânglio ao outro ao longo desses nervos a gente também tem glia entérica tá E glia entérica esses nervos esses neurônios também emitem projeções neuronais pra região da mucosa que não aparece aqui nessa imagem Mas eles emitem projeções neuronais pra região da mucosa ao longo dessas projeções neuronais a gente também tem glia entérica por isso que eu coloquei aqui que também existe glia entérica
na região da mucosa táa poe que entérica por favor Oi poderia repetir o que que é glia entérica eu fiquei meio confuso glia entérica é a glia dos dos gangos entéricos então Gente o que que é um gangli repetindo o que que é um gangli gngl é um pacotinho de neurônios e células gliais tá nos gânglios simpáticos e parassimpáticos a gente chama glia de glia satélite e no gânglio entérico a gente chama glia de glia entérica a célula glial do intestino todo toda e qualquer região de sistema nervoso seja Central seja periférico no nosso organismo
é constituído de neurônios e células gliais as células gliais do intestino são chamadas de células gliais entéricas tá bom E ela tá nos dois plexos é isso que você quis ela tá nos gangos dos dois plexos com indo os gangos mas ela também tá ao longo das projeções neuronais das conexões neuronais aqui entre um gangle e outro então isso aqui olha que tá conectando um gangle ao outro são axônios e dendritos dos neurônios dos gangos tá ao longo dessas projeções neuronais eu também tenho glia entérica aqui esses gânglios tanto do plexo mientérico quanto do plexo
mucoso também emitem os neurônios deles também emitem projeções neuronais axônios e dendritos para a região da mucosa e eu também tenho glia entérica ao longo dessas projeções tá por isso que eu coloquei aqui que existe glia entérica na região da mucosa porque a glia entérica ela vai ser muito importante para controlar o papel dessas células epiteliais aqui da mucosa que são as células derivadas do endoderma tá el os dois flexos se comunicam por meio desses se comunicam também por projeções neuronais que não estão representadas aqui mas também existem projeções neuronais comunicando os dois plexos tá
se eu então isso aqui é um corte transversal do tubo intestinal certo mas imagina o tubo intestinal tá aqui se eu faço um corte assim e olho de frente é essa imagem da esquerda que vocês estão vendo aí bom mas se eu pego o tubo intestinal e e tiro a camada faço uma delaminação da camada mais externa descasco ele tiro a casca mais externa tiro a camada mais externa é essa imagem que a gente vê aqui à direita tá e aqui a gente consegue ver Por exemplo quando a gente tira a camada muscular mais externa
quem vem aderido a ele é o plexo mientérico então aqui a gente tem um gânglio aqui a gente tem outro gânglio aqui a gente tem outro gânglio e aqui a gente tem outro gânglio gânglio constituído de quê neurônios e células gliais neurônios entéricos e glias entéricas a mesma coisa no so mucoso tá gente a crista neural Olha isso aqui são as células multipotentes da Crista neural cefálica tá Ah esses artigos Aqui foram os artigos que elucidaram essa árvore aqui de células e do potencial dessas células Então se a gente pega o tubo neural e isola
a crista neural assim que ela sai do tubo neural e investiga o potencial de diferenciação dessa essas células a gente obtém que 7% delas é capaz de dar origem a todos esses fenótipos aqui então g de célula glial n de neurônio m de mi fibroblasto seria fibroblasto né do tecido conjuntivo não m de melanócito me desculpem m de de melanócitos F de fibroblasto c de condrócito e o de osteoblasto então 7% das células pegar uma célula dessa botar numa cultura de células e e dar e deram um meio de cultura que permissivo a todos os
fenótipos dali um tempo essa célula vai proliferar e vai gerar um clone que vai conter melanócito condrócito osteócito neurônio iglia e e fibroblasto a gente vai ter nessa cultura todos esses tipos celulares que são derivados de uma única célula 7% das células eles identificaram tem esse potencial aqui depois isso vai se restringindo um pouco tá então a gente tem essa célula aqui que tem um potencial um pouco mais restrito não faz condrócito por exemplo 10% das células são desse tipo 2% são do tipo que não fazem fibroblasto ã 1,5 por são do tipo que não
fazem melanócito 0% são do tipo que não fazem neurônio Tá mas por que que eu tenho células que fazem menos coisa provavelmente porque já foi eh já estão numa num etapa adiante do desenvolvimento embrionário tá então essas células na sua origem elas são multipotentes elas são capazes de fazer todos esses tipos de derivados mas conforme elas elas saem do tubo neural com todo esse potencial conforme elas vão migrando elas vão recebendo informações de fatores de crescimento diferentes dependendo do tempo em que elas saíram Então as primeiras que saíram vão encontrar um ambiente do lado de
fora que é diferente do ambiente que a que saiu por último vai encontrar Além disso tem a questão do caminho se ela migra por um por um caminho dosol lateral ela recebe informações diferentes do que aquelas que vão migrar por um caminho ventral e tem toda essa questão então a questão espacial e temporal vai influenciar nas informações que essas células recebem e que vão direcionar essa célula para se diferenciar num tipo celular específico tá é isso que essa árvore retrata retrata que inicialmente todas as células seriam então teriam Então esse potencial de dar origem a
todos os tipos celulares Lia neurônio melanócito FIB blasto condrócito e osteoblasto tá gente precisa decorar essas porcentagens aqui pelo amor de Deus não tá bom isso aqui é para mostrar que o que que é importante tirar dessa imagem não são as cél neural elas não têm um potencial restrito conforme elas elas saem da sua região de origem não é essa condição aqui embaixo que esses trabalhos investigaram Será que existe uma linhagem porque a crista neuroaid conjuntivo a Cristal do tronco não faz então será que são células que já saem definidas pré-determinadas na sua origem ou
será que não Ou será que inicialmente todas as células têm um potencial comum e que isso vai sendo restringido conforme o tempo e o espaço daquela célula no final eles montaram essa árvore com o final desses experimentos de clonagem e perceberam que a realidade na verdade é essa daqui tá a hipótese que se confirmou foi essa daqui tá bom então células da linhagem neural melanocítica ou da linhagem neural mítica mesenquimal ou da linhagem mesenquimal na verdade todas essas células Elas têm uma origem elas são Originalmente capazes de fazer todos esses tipos celulares Então essas aqui
por exemplo essa daqui 3% ela é derivada de uma de uma na origem que era como essa daqui certo gente e na região do tronco na região do tronco as células da Crista neural não fazem tecido conjuntivo lembram disso Isso aí gente tem que ficar gravado tá na região do tronco crista neural não faz tecido conjuntivo quem faz tecido conjuntivo osso cartilagem Derme todos os tecidos conjuntivos no tronco são derivados de mesoderma Ok então Originalmente Se tinha essa árvore aqui tá que dizia que a glia as células eram capazes de fazer glia neurônio melanócito e
fibroblasto mas eh esse trabalho que tá apontado aqui embaixo ele quis investigar se a crista neural de fato do tronco a crista neural do tronco de fato não tem o potencial de fazer tecido conjuntivo ou se ela não faz porque ela não recebe as instruções necessárias para fazer as instruções eh na condição do tempo e do espaço necessários tá e a esse trabalho observou que essas células da Crista neural do tronco são sim de fato capazes de dar origem por exemplo a adipócitos e osteoblastos tá osteoblastos aqui ó tá então essas células são sim capazes
de fazer osteoblastos e adiposos se a gente pega uma célula dessa que acabou de sair do tubo neural bota em cultura e dá um meio de Cultura permissivo para todos esses fenótipos essa célula invitro pelo menos ela já foi demonstrado que ela é capaz de diferenciar em AD depósito e blasto ou seja ela tem esse potencial mas no em vivo no em Vivo que é o mais importante para vocês aqui essa Crista neural do tronco faz osso e faz AD depósito não ela não faz mas ela tem esse potencial tem esse potencial foi isso que
esse trabalho mostrou tá então o trabalho identificou essas novas tipos celulares aqui não foi capaz de identificar esse aqui mas ele sugere a hipótese dele é que exista sim na origem todas as células seriam então uma célula que possuiria então todos os potenciais de diferenciação tá E assim como a crista neural cefálica a crista neural do tronco então possui Ah todos os eh o potencial para diferenciar nesse todos esses tipos celulares essas Aqui foram as células onde se identificou capacidade de autorrenovação tá E aí a gente pode então chamar de uma Crista de uma célula
tronco para se chamar de célula tronco tem que ter capacidade de autorrenovação pras outras não foi identificado esse potencial não significa que não exista mas não foi capaz de identificar tá esse trabalho não foi capaz de identificar ok pessoal para encerrar eu queria só mostrar esse esqueminha aqui para vocês tá bom que esqueminha é esse minha para vocês verem a dier as subdivisões sistema nervoso central e periférico tá então sistema nervoso central tem identificado aqui em verde é originado de Qual estrutura no embrião gente tubo neural certo sistema nervoso periférico sistema nervoso periférico vai eh
possuir uma divisão sensorial tá e uma divisão motora divisão sensorial Qual é a divisão sensorial os gânglios da raiz dorsal e alguns gânglios cranianos também fazem parte da divisão sensorial a divisão motora a gente pode dividir em sistema nervoso autônomo e sistema nervoso somático sistema nervoso somático gente é representado pelos neurônios cujo corpo celular fica lá na medula espinhal ou seja neurônios do sistema central do sistema nervoso central com origem de tubo neural mas cujas projeções vão inervar vão sair do sistema nervoso central para compor o sistema nervoso periférico Então o que compõe o sistema
nervoso periférico somático são as projeções dos neurônios motores que ficam na medula espinhal tá neurônios do sistema nervoso central cujas projeções fazem parte do sistema nervoso periférico e o sistema nervoso autnomo que se divide então em divisão parassimpática em divisão simpática e não se esqueçam divisão entérica Tá que não entra na maioria dos esquemas que vocês vão ver aí nos livros didáticos porque muitos ainda consideram que ele faz parte do sistema nervoso parassimpático mas não faz mais já é independente já faz até um tempo isso tá então o sistema nervoso autônomo se dividiria em três
divisões parassimpático simpático e sistema nervoso entérico