Fala galera, sejam todos muito bem-vindos aqui a mais um episódio do Vendcast. Esse podcast aqui você vai aprender sobre vendas, sobre marketing digital, sobre empreendedorismo, sobre negócios. E sempre, toda semana aqui eu tô trazendo alguém de resultado, alguém que fez aquilo que você quer fazer ou às vezes alguém que chegou onde você quer chegar e você vai aprender com quem fez na prática. Beleza? Já se inscreve aí no Canal, deixa seu comentário, deixa seu like também. E antes da gente começar, vamos agradecer aqui o nosso patrocinador Arrisca Placas. Se você quer fazer a sua placa
de premiação pros seus alunos, pros seus mentorados, pros seus parceiros, pros seus clientes, você vai ler o QRCD que tá aparecendo aqui na tela agora e vai fazer o seu orçamento sem compromisso. Eles vão te indicar a melhor placa, o melhor material para você atender aí os seus mentorados, seus Clientes e com certeza dar a melhor experiência para eles. Fechou? E antes da gente começar também, eu quero que você entenda que toda semana a gente tá trazendo aqui um conteúdo novo. Então compartilha esse episódio com aquela pessoa que você quer ver crescer junto com você,
que eu tenho certeza que você vai agregar muito na vida deles. Fechou? Hoje a gente vai falar sobre um tema muito legal que é sobre gestão comercial, é sobre venda, sobre Marketing, sobre muita coisa que você vai aprender aqui. Vai ser literalmente uma mentoria. A gente tá com um convidado aqui muito especial, ele ali que é sócio e fundador também da Foss. >> Comprou aí é que é bom a gente vai entender essa história. Ele é sócio da Full SeiS. Os caras já vão faturar no próximo ano aí mais de R$ 100 milhões deais. Esse
ano já foi 40 milhões. >> Isso aí. >> Isso aí o Mateus Matuta. E aí, meu Querido, seja muito bem-vindo. >> Obrigado, viu, pelo >> presentinho aí da Risca Placa para você. Isso. Pode abrir, >> pode abrir aí pra galera. >> Nossa, ó, seja muito bem-vindo aí ao podcast. Não, já comecei recebendo presente. Vou voltar >> aqui. O negócio é diferenciado. E antes da gente, antes da gente começar, >> ó, vou mostrar aqui, ó. >> Ó >> que isso a plaquinha da prosperidade. >> Opa. >> Arrisca placas. >> Olha só, >> irmão, antes da gente
começar, você apresenta aí pra galera, galera que não te conhece ainda. >> Quem é o Mateus, o que que ele faz hoje? E tem muita coisa aí que a gente vai começar hoje. >> Boa. Para quem não me conhece, meu nome É Mateus Garcia. O pessoal me chama de Matuta. É meu apelido, era o nome da primeira empresa que eu tinha e também era o apelido que eu tinha na época da escola, porque eu era meio, eh, ficava pensando demais, sabe? Aí a galera ficava me zoando. Mas eu hoje em dia eu sou sócio da
Full Salos, sou noivo da Jenny, que é minha noiva querida, aliás, beijo amor, que ela sempre assiste meus podcasts depois. >> Top. E cara, eu hoje eh dentro do Brasil acredito que sou uma das pessoas que mais estuda sobre oferta, sobre funil. Então, todo mundo que eu conheço, que eu converso bastante, eu consigo pelo menos ajudar a ajustar detalhe. E quando você fala de volume muito grande de vendas, um detalhe às vezes é 2, 3, 5, 10 milhões a mais de lucro, >> uma perda de parafuso. >> É, então eu comecei como eh infoprodutor também,
mas eu não sou da escola do Éco Rocha, né? A gente tava conversando aqui, eu sou da escola dos americanos, cara. Ah, que top. Eu até cheguei a comprar o Forma de lançamento, fiz eh três lançamentos, só que o que fez com que eu conseguisse realmente emplacar, fazer eh múltiplos seis dígitos, depois sete dígitos quando eu tava começando, foi aprender lá com o Russell, com a galera da gringa. >> É isso que eu perguntar. Então t da escola do do Russell ali. >> É da escola do Russell. >> Tráfego direto. >> Tráfego direto e funil,
né? >> Funil de vendas. Upscell tal venda. Upell. Order bump. Down cell. Eu comecei primeiro fazendo empilhamento. Então eu fazia um lançamento de um tio meu que é especialista em controle de glicemia para pessoas que têm problema de pressão alta, diabetes, né? Tem problemas. É. >> E a gente vendia tickets muito baixos. Então a gente fazia lançamento, chegou a Fazer o primeiro lançamento em 2020. Eu entrei no mercado digital em 2019 por influência de um amigo meu que é o Mart, o Mac. Não sei se tu conhece o Mac. >> Conheço, conheci. Conheci o Mac
antes dele começar a entrar no mercado digital. E aí eu eu comprei com ajuda de Mati Mino, fórmula de lançamento na época era R$ 8.000. >> É caro. >> Em fevereiro de 2000 e eu não sei se foi 2019, 2020, mas >> eu só assisti porque me deram para mim assistir porque eu não tinha, [risadas] eu falei, era e pouco, nove e pouco. Aí >> falei esse dinheiro não tinha nem na minha carteira, como é que eu ia comprar um negócio desse? >> É cara, eu falei com a minha uma tia minha, ela me deu
esses R$ 8.000. R000. O ano depois eu devolvi 10.000 para ela, né, em gratidão, correção, juros Monetários de juro. Melhor que a poupança >> foi, foi legal. [risadas] E aí, cara, eu comprei o FM de lançamento. >> Mas tu conheceu pelo pelo através do do Éco o mercado digital ou tu conheceu? >> Não, por causa do Mart, né? >> O Mac ele começou a vender, caraceu um perfil no Instagram para mais de 100.000 seguidores. >> Naquela época que tinha os perfis nichado, né, que você criava perfil de emagrecimento, perfil de >> Exatamente. Aí ele vendia
um ticketezinho muito baratinho. Me lembro que, cara, eu comprei o comprei não, né? Ele me deu o e-book, me passou e falou assim: "Cara, grava um depoimento para mim, começa a colocar em prática, grava um depoimento." Eu tive um resultado numa postagem na época, gravei um depoimento, chamava Instagringo. >> Caraca, >> que ele falava que ele aplicava, tu lembra disso ou não? Ah, que legal. E aí ele aplicava alguma alguns conceitos lá da gringa, né, de que ele aprendia com alguma galera da gringa para conseguir viralizar no Instagram. Ele cresceu um perfil nichado, tipo, para
mais de 100.000 seguidores. E aí depois disso eu gravei o do Pamento para ele e foi assim que eu entrei no mercado digital. >> E antes tu fazia o quê? >> Antes eu era programador, >> era analista de sistemas numa empresa do ramo portuário. Cara, interessante essa história. Eu me formei em sistema de informação em 2000. 18. Entrei em 2015 na faculdade, me formei em 2018, fiz sistema de informação eh de TI, trabalhava na empresa do ramo portuário e fui demitido da empresa porque a empresa tava sendo investigada pela Lava-Jato. >> Caraca. >> É, na
época tava tendo mudança de governo. O Temer era eh padrinho de casamento do presidente da empresa que eu trabalhava. Existia algum tipo de ligação que até hoje não entendo muito bem, mas que fez com que o cara fosse investigado e preso na época. >> E aí, cara, a Polícia Federal bateu na porta, cara. Aconteceu, foi uma loucura. >> Vai dar um corte bom isso aqui. >> Não, foi surreal assim, tipo, a a o pessoal da Polícia Federal tinha tipo um HD, um negócio que colocava no computador. >> Tu trabalhava lá presencialmente? presencialmente. Eu era na
época, já era na lista júnior, eu acho. Não sei, acho que eu já era, porque eu entrei como estagiário nessa empresa, travou tudo lá a empresa, >> cara, surreal. Aí ajudei os caras, tava eu, o meu supervisor direto, né, que era o Tico, o apelido dele, o Anderson. Cara, ele eles colocavam uma parada no HD da empresa para puxar os dados. Era tipo um chupacabra que eles chamavam, né? Alguma coisa assim. >> Corre de filme mesmo. Você sabe? >> É, cara, foi surreal. A gente no dia da investigação nem podia entrar na empresa, quando entrava
era para ajudar os caras lá. A polícia federal foi surreal. E aí a empresa começou em mal, né? Mudou até de razão social na época. >> Quebrou praticamente. >> É, eu acho que pode. Não, não assinei Nenhum contrato, nada pode falar, porque hoje em dia eu acho que a empresa deve estar melhor, né? >> Uhum. da das pernas assim, não sei na verdade como é que o pessoal tá, mas te >> botaram para fora. >> Me botaram para fora. E aí eu comecei a procurar emprego em São Paulo. Então é interessante porque a gente tá
alugando um escritório agora de 100 m². >> Que loucura. >> Em São Paulo na Vila Olímpia. Aliás, Quando a gente for inaugurar, eu quero até te convidar para tu ir lá. Top. Com certeza legal. Aceito. >> É, cara. 1400 m². E o prédio, >> essa empresa era onde >> então? Lá em Santos. Mas o que eu ia falar é que o prédio onde hoje eu tô alugando o escritório de 1400 m², eu vinha para fazer entrevista. >> Caraca, mano. >> Sacou? Tipo, há há uns 4, 5 anos atrás, não mais foi 2018. >> 2018 já
faz quantos anos? 9, 10 faz, >> cara? Quase 7 anos. >> Quase 7 anos. >> A gente tá quase em 2026, né, cara? Surreal. E aí eu fui entrevista a Google nesse mesmo prédio onde hoje eu tô alugando lá o escritório de 1400 m². A Google tem quatro andares nesse prédio. >> É um prédio que foi do lado do JK Guatemi. E eu ia muito direto e para essa região porque como eu trabalha trabalhava na área a primeira vez que eu Fui lá, eu lançava um cara de língua de sinais. >> E aí, cara, ó,
a doideira. >> Fala aí, fala aí. >> A gente tinha um canal no YouTube, a gente era o de língua de sinais, a gente era o maior do do Brasil, da América Latina. Lua de >> sinais. Mas para quem que vocês ensinavam? >> Ensinava para professor, para dono de farmácia, tipo assim, pro cara que, por Exemp, >> dono de farmácia. Você tem um estabelecimento, se chegar um surdo lá, como é que você atende? >> É, eu vou ter que >> Não tem como, irmão. Então você você tem que treinar seu time para aprender pelo menos
o básico de Libras. >> E para quem não sabe, Libras é a segunda língua brasileira. É uma língua mesmo brasileira. Tipo assim, igual tem o a língua brasileira, aí tem a língua, a a Libras, >> que é a língua brasileira de sinais, né? A língua brasileira de sinais. Então é é é uma língua mesmo, igual inglês e tudo, só que a galera não tem essa noção. Aí a gente tinha um canal no YouTube e o maior curso de Libras do Brasil, tipo assim, a gente fez 5 milhões com esse com esse curso em língua de
cinais. Legal. E aí, cara, o Google ele achou estranho, tipo assim, porque nessa época 2018 ali, foi bem 2018 também, não tinha Muito canal no YouTube, foi época tava ali, tinha só os caras, tipo Nunes, a galera tipo assim, canal de conteúdo mesmo, de ensinar não tinha muito. Aí a Google chamou a gente para dar uma palestra lá no Google. Aí foi a primeira vez que eu vim para São Paulo, tipo assim, mano, tava começando no mercado, não entendi nada. Falei: "Cara, que tô fazendo aqui no Google". Aí você falou: "Lembrei do prédio lá". Foi
muito doido. >> Não, muito legal. E aí, cara? Eh, eu Tentei procurar algumas empresas, mas o processo seletivo de empresa muito grande demora muito, né? Eu precisava ganhar dinheiro. Aí eu, o Mac já conhecia, eu me lembrei agora que também peguei um acesso de um amigo meu que tinha comprado a comunidade Sobral. E aí de início eu fazia parte de redes sociais e também tinha uma vizinha minha que queria se candidatar à política. Aí ela me pagava um dinheiro para eu fazer meio que o tráfego dela na época, não Tinha nem computador, >> porque meus
pais vieram de eu vim de uma origem humilde, né? Tipo, meus pais, minha meu pai é caminhoneiro aposentado, minha mãe é manicuri. >> Caraca. >> Então eu não tinha nem notebook, não tinha grana para comprar o notebook. Eu fazia tráfego do celular, colocava em modo computador, como era programador conseguia fazer, né? E aí, eh, porque eu ganhava pouco da Empresa na época, ajudava meus pais, mas tipo, não dava para comprar o notebook ainda. Eu fazia tráfego do celular, fiz uma gambiarra, conectei no Bluetooth, um um tecladinho que eu tinha. >> Caraca. E você aí? Ah,
não, não tenho um celular bom, não tenho um computador, não vou começar, né? >> Ela, mas isso aí, nossa, que loucura, né? Já até me esquecido. [risadas] Tô falando. >> Só para para lembrar quando tá nesses Tipo de conversa aqui. >> É. E aí uns amigos da igreja na época tinha uma empresa de cosméticos. Aí eles pediram para que eu ajudasse eles também na parte do tráfego. E >> aí você começou então na gestão de tráfego. >> Comecei com gestão de tráfego. >> Que doideira. >> Comecei com gestão de tráfego. E aí? Mas eu ganhava
pouquíssimo. Tinha um amigo meu que ele ele sempre fala que eu tenho Que dar royals para ele, porque eu conto essa história, que ele tinha uma hamburgueria na casa dele, era tipo uma chapinha assim. Comecei a fazer tráfego para ele, pensava noss anúncios muito [ __ ] na época, Walir. E aí ele saiu da chapinha na casa dele para construir realmente uma hamburgueria por causa porque a gente começou a crescer, >> gerar demanda. >> Ele me pagava na época, no início R$ 70. Às vezes ele me pagava tudo em lanche, Né? Eu comia o hamburgão.
É, >> mas era tipo, foi bom para aprender na época, sabe? Porque eu não tinha experiência de empreender, sabia programar, sabia tipo criar processo de empresa, ajustar processo em programa, né? Porque na empresa, na época da do ramo portuário, o que que eu fazia? Eu pegava a ideia do software, conversava com a equipe técnica e eu lidava o processo com a equipe técnica que manjava de programação, manjava do Processo da empresa, juntava os dois para conseguir desenvolver algum tipo de solução. >> Cara, hoje essa habilidade tá bem escassa, viu? É, é difícil achar uma pessoa
que, porque você sabe, comunicar com um time técnico é uma coisa e com um time que vai executar é outra e tem que ter essa pessoa para ligar esses dois pontos. >> E aí na época fazia implementação de sistema também da galera técnica dentro Da empresa, sabe? Então não manjava de empreender, né? Nessa época entrei em Rinodê também para aprender. Foi ótimo também, né? >> Um amigo meu, Mendola, cara, hoje em dia ele ele tem um um projeto interessante, talvez vale a pena até trazer ele aqui. Que que ele faz? Ele vende foto de polaroide
na praia. >> Caraca, que >> ele chega a fazer uma boa grana, fazendo venda um a um assim na praia, sabe? >> Então ele tira a foto dos gringos na praia e aí cobra pela fot >> pela foto e já entrega na hora. >> Fotinha, já entrega na hora. Aí na época o esse meu amigo, ele tava no Rena me chamou, eu entrei com a grana que eu tinha, paguei, fiz uma dívida na época, só que, mano, não me via vendendo perfume, saca? E também, tipo, nunca consegui colocar ninguém abaixo de mim lá na Rinod,
né? Não, não consegui fazer o marketing multinível ali, porque eu Não consegui, tipo, comprar a ideia. >> Aham, entendi. >> Tipo, eu caí no pit, né? Foi ótimo, porque eu aprendi o mundo de desenvolvimento pessoal, aprendi o mundo de vendas, eles ensinam muito você a conseguir vender. >> É, eu falo que muita coisa que eu aprendi, tipo assim, até de conversar com as pessoas, até de se relacionar no sentido de network, primeira escola foi o multinível mesmo. Eu tinha entrado Antes naquela upa, veio é antes da É, antes da Rinod, né? Sim, sim. >> Mas
cara, eu também nunca consegui fazer uma rede e tal. Eu acho que tinha umas duas pessoas lá, amigo meu, que vendia junto. >> Que legal. >> Mas cara, toda reunião, eu acho que eu, não sei se aconteceu para você, mas acho que lá que me despertou essa ambição >> é de ganhar dinheiro. É isso aí. >> De ganhar dinheiro quando e e aí a há os Seus prós e contras de quem mostra as coisas, né? Mostra carro, viagem, cara. Mas eu lembro que meu start assim de ambição foi ver aqueles vídeos da galera no Cruzeiro,
ver aquelas Ferraris, aqueles carros me possibilitou. Esse é possível. Tipo assim, cara, esse cara, ele falou que saiu de tal lugar, que é parecido com o lugar que eu saí e ele chegou nesse nível. Então, é possível. Talvez não seria com aquele modelo de negócio para mim, mas foi o que me deu Essa essa virada de chave de tipo assim, cara, dá para chegar aí mesmo da onde eu saí. >> É, >> mas eu queria te perguntar falando falando desse desse ponto. Me >> guia aí que eu >> tá não pode ficar tr >> tô
falando >> não, mas tá muito bom. O que que eu queria te perguntar que até uma parada pra galera que tá assistindo, a galera Hoje quer as coisas muito rápido. >> Legal. >> E e eu vi que você falou: "Pô, eu comecei fazendo um servicinho para um ali de R$ 70, de 50 para outro, troquei em lanche e tudo mais. Cara, eu queria que você contextualizasse pra galera a importância de você entender o processo e que não dá para chegar faturando 100.000 por mês, 50.000 por mês, 200.000 por mês. E o quanto é importante você
ter essas experiências para você Aprender e colocar em prática? Tipo assim, para você, qual foi a importância dessa fase para construir o que você construiu hoje? >> Legal, cara. E a gente lida com muito empresário lá na Full Sales, né? E existe uma diferença muito grande do cara que tem um resultado muito rápido, do cara que não tem, que é o track record. >> Uhum. Tipo assim, o que eu percebo é que faz o que faz com que a pessoa consiga Vender tickets mais altos e ela consiga vender eh com muito mais facilidade ela conseguir
ter uma coisa que eu chamo de ponto de precedência, que são histórias pelas quais ela passou, que faz com que ela consiga se tornar uma autoridade ou ser percebida como autoridade para outras pessoas. Então, quando você tem um track record, você consegue vender qualquer coisa, porque você entende qual a lógica por trás do consumo daquela determinada coisa. Independente do que Seja, tipo assim, o ontem tava conversando com um cara que tem uma loja de roupa feminina e aí herdou do pai dele, a gente tá fazendo um treinamento. Eu conheci esse cara, o Denis, >> gente
boníssima, coreano, cara. Troquei uma ideia com ele e assim dá para ver que ele entende do negócio, que ele tem uma história por trás daquilo, ou seja, ele tem um track record. >> Sim. >> Então, >> skin de game ali na parada. >> É, tipo, ele tem a pele em jogo, né? Aham. >> Tipo, é um cara que ele manja do que ele tá falando, então ele tem os pontos de precedência, ele tem ali a, eu vou usar essa palavra, mas talvez não seja melhor a aura do cara que manja da parada, saca? Tipo, você,
se você aprofundar um pouco mais, fizer algumas perguntas, você consegue entender que a pessoa sabe do que ela tá falando. E muitas vezes a Melhor, a única forma que você tem de conseguir fazer isso é por meio de se [ __ ] É isso. Essa é a verdade, né? Verdade. >> Então você aprende com que a água bate na bunda, você precisa, que falam que quando a merda é muito grande, a água bate na bunda, né? É isso. [risadas] Você precisa se virar e aí se precisando se virar você precisa fazer alguma coisa. E aí
você ganhando essa experiência e entendendo isso, você vive Na pele aquilo que outras pessoas talvez vão viver ou então você vive na pele aquilo que vai te ensinar a não errar, né? Porque o eu conheço pessoas que, cara, em um ano foram para 10 milhões ano, sabe? A primeira primeiro ano da empresa da Full Sales, a gente bateu 10 milhões. >> Primeiro ano, >> primeiro ano da empresa. Só que qual que é o ponto? O ponto é o Vinícius, que é meu sócio, já tinha 10 anos de Estruturação comercial, não para ele, mas fazendo em
outras empresas. >> Meu sócio Yuri já tinha feito acho que mais de 400 eventos, negócio assim, >> cara, surreal, sabe? desenvolvimento pessoal, fazendo eh treinamento de venda direta até para Mar K também, que é de eh multinível. >> Então o e eu já fazia muitos seis dígitos em tráfego direto, já tinha faturado alguns milhões já na internet, né, no vendendo infoproduto, vendendo Produto físico também. Então, quando juntou o track record dos três, ficou claro não o caminho para onde a gente poderia chegar, porque o caminho todo mundo ensina, >> mas quais são os riscos que
poderiam acontecer durante o caminho que a gente poderia de alguma forma mitigar se organizando, criando processo, ajustando e a importância disso, entendeu? >> Eu acho que assim, a pessoa ela pode eh ou comprar isso caso ela tenha dinheiro, Porque ela pode, por exemplo, ou assistir, né? Uhum. >> Por exemplo, a pessoa assiste um podcast, ela entende os problemas que existem ao tomar determinada decisão e aí ela pode entender coisas que ela entenderia na prática fazendo ou ela faz, mas se ela não tem track record, não tem como ela já chegar vendendo muito caro, sabe? É
muito complexo você conseguir vender algo caro em escala, né? Ou então algo, qualquer coisa em Escala, se você não tem esse track record. Por quê? Porque você tá vendendo algo vazio. >> Sim. >> E aí, por mais que você fature muito, a chance de você quebrar no curto, médio, longo prazo é muito muito alta. >> Então eu eu enxergo que o track record é o é o principal. E se você tá no início e você quer construir é algo muito grande, agora você deveria, cara, entender como funciona. Então, a melhor Forma de você entender como
construir um e-commerce, por exemplo, lucrativo ou então uma empresa de serviço lucrativa, é estando na empresa que já tá, >> pô. >> É, foi igual eu, que tipo assim, quando eu eu fui começar a fazer lançamentos, eu não tinha feito nenhum curso de lançamentos, >> só que eu conheci um cara que conhecia um cara que tinha feito seis em sete. >> Ó, que legal. E aí, que que eu na minha Cabeça contra intuitivamente? Eu falei: "Cara, eu preciso ter acesso a esse cara para mim saber se é real. Então, tipo assim, se eu conseguir ter
acesso a ele, eu acho que eu consigo desenvolver, aprender isso de fato." E eu acho que hoje a galera, ela tá, ela tá querendo pular as etapas, >> tipo assim, ela quer vender um um serviço de R$ 5.000, R$ 10.000, você não tendo experiência nenhuma. E se você pegar a trajetória de todo mundo que fez Sucesso e você não é diferente da minha, que se eu for pegar a mesma coisa, eu comecei a trabalhar porque esse cara de graça, aí depois esse cara começou a me pagar R$ 400 por mês, depois ele começou a pagar
R$ 1.000 por mês. >> Só que ele me deu acesso ao Fórmula, eu comecei a estudar o Fórmula, eu comecei a ajudar ele nos lançamentos. Aí o primeiro lançamento que eu fiz para ele sozinho, eu eu guiando ele, escrevendo todos os Scripts dos vídeos, escrevendo todas as cópias dos e-mails, dando direcionamento para ele, a gente fez R$ 540.000. >> Legal. >> Em três dias, aonde eu conseguiria fazer esse resultado sozinho, não tinha como, >> não tinha estrutura, né? >> Então, entrei num ecossistema onde eu aprendi com o dinheiro do cara. >> É isso aí. Então,
acho que a galera hoje elas elas não elas não estão sabendo lidar com passar por esse processo de Aprendizado e de experiência até para criar as novas oportunidades. Porque o que que você fez quando você começou a gerar tráfego e fazer tráfego para essas pessoas, prestar serviço, trocar uma ideia com um, aprender com outro, você tava gerando novas oportunidades, tanto de network, tanto de aprendizado, tanto de novas habilidades, beleza? que você já era programador e tudo mais, mas o universo do Mark Digital era novo para você, >> não é? Então eu acho que a galera
hoje eles precisam entender que eles precisam criar oportunidade, mas precisa ter esse tempo. Tipo assim, cara, quantas pessoas se chegasse para você gerando um valor muito grande, você não daria uma oportunidade? Hoje falta pessoas prce >> falta muitas pessoas prontas. É o que a gente passa muito lá dentro da empresa. Eu falei: "Cara, se alguém chegasse para resolver isso aqui, velho, >> às vezes eu dava até porcentagem para Essa pessoa." Só que aí as pessoas não querem aprender, não querem ir pro campo de batalha. Cara, mas me fala aí questão de full seios, como foi
essa transição? O que que você tava fazendo antes, >> ótimo. >> E como foi que chegou essa oportunidade e o que que você enxergou para poder comprar uma parte da empresa e entrar de sócio com os caras? Cara, eu eu vou responder cada uma das perguntas. A primeira, como que eu Cheguei nisso, cara? Eu eu conheci o Vinícius Yuri num grupo de negócio chamado Adamantum, que era de um cara chamado Fábio Soares, não sei se você o conhece >> do nome, eu conheço assim, não tô lembrado. >> Ele é ele é o brasileiro que mais
vezes foi premiado no palco do Russell nos Estados Unidos. E aí ele abriu na época o mastermind, o Fábio. E aí, cara, todo mundo que Manjava do Russell e percebeu que o Fábio era meio que a ponte brasileira para chegar lá, porque na época essa era a promessa, né? >> Uhum. >> Eh, se entrou nesse Masterm. Então, eu conheci muitas pessoas grandes lá, >> como se ele traduzisse o que tava rolando lá pro pro >> Acho que nem traduzir, porque a galera que tava lá já sabia falar inglês bem. Hum. Só que eh é um
cara que criou uma Comunidade de pessoas que poderiam conversar sobre aquilo. >> Entendi. >> Criou uma ambiência para que eu conseguisse discutir com outra pessoa sobre o funil que eu tava rodando. Porque, cara, até o pessoal do formulamento às vezes não entende muito bem o que a galera do seu faz. >> Sim. Outra parada. >> Porque, pô, como é que tu faz uma venda pro público frio? O cara tá acostumado a Fazer montinho montão, tá acostumado a fazer Nutella e raiz, entendeu? Uhum. >> que são as coisas que o o Érico criou que eu acho
[ __ ] muito legal. Então, eh lá dentro eu conheci o Yuri, o Vinícius, e aí que que aconteceu, né? A minha empresa junto com o meu tio começou a faturar bem, a gente começou a escalar bastante. Chegamos a fazer aí uns R$ 400.000 de receita mensal, é, com vários funis, né? A gente rodava o webinári, a gente rodava o VSL, >> do low ticket lá. >> É, o ticket maior que a gente vendeu foi tipo 2500. >> Caraca. É, mas a gente conseguia escalar bem, então eu tinha essa habilidade de escala e aí eu
comecei a chamar atenção de pessoas que rodavam um funil semelhante, né? Porque eu comecei a fazer amizade. Não sei como é que chegou nisso. Depois eu preciso até pensar melhor para quando eu for contar essa história, né? Porque mas assim, eu Cheguei no Brão, não sei se tu conhece o Fernando Brão, >> e aí eu comecei a acompanhar o Brão. Ah, lembrei, eu fui num grupo de negócios em BH, conheci um sócio do brasão que era o Felipão, que é um amigo meu, cara. >> E nessa época você era low profile ainda, você não postava
nada. >> Low profile, não postava nada. E aí eu comecei a trocar ideia com o Felipão sobre o que eu tava fazendo com o sócio da Mcfunnels, tá ligado? >> Sim, sim. >> Que é o Brasil é sócio lá. E aí, pô, o Felipão virou meu amigo, a gente começou a trocar muita ideia e aí ele me apresentou o Brasão. Aí o Brazão, cara, me deu a oportunidade de entrar no Masterm. Entrei no Masterm do Brzão, junto com o Guerra, um outro amigo meu também. E lá dentro eu comecei a falar sobre o que eu
fazia. Em outros masterminds, grupos de negócio que eu tava também, eu comecei a falar sobre o Que eu fazia. A galera começou a ver que eu era bom naquilo e começou a me chamar como consultor. >> Que da hora. >> Então eu comecei a entrar a operação que faturava múltiplo 7. eh múltiplos seis dígitos no mês, >> entra naquilo que a gente falou, tem acesso a a muita informação, a muito >> eu sempre fui muito nerd, tipo assim, eu estava muito na gringa, comprei a série de livros lá do Russell, cara, e comia Com farinha,
assim, estudei muito, muito, muito, eu gosto muito de ler, sabe? E eu acho que assim, o livro é a melhor forma de você conseguir ter uma informação completa. Eu eu hoje até tenho uma opinião que é um pouco polêmica assim, que eu acho que livro é melhor que curso, cara. >> Caraca. >> Só que a mar >> fala mais sobre isso aí, por quê? >> Não é porque assim, eh, o curso, o cara Ele tenta de alguma forma simplificar o que eles geralmente escreveram no livro para fazer com que a pessoa ela tenha uma base
prática para conseguir executar. Só que no livro, às vezes, o cara ele ensina o fundamento pelo qual ele chegou naquela parte prática. E se você entende o fundamento pelo qual o cara chegou na parte prática, você consegue ajustar e modelar de acordo com a tua situação. >> Mas faz sentido que tu tá falando, sabe Por quê? Porque se for pegar as maiores trilogias que tem no cinema, >> o cinema é como se fosse o curso. >> Exatamente. >> Então a história mesmo, porqu lá no livro. Não faz sentido. Eu gostei dessa tonal. >> Não, e
mas assim, o brasileiro não tem muito hábito de ler, então quem lê tá três, quatro, cinco passos na frente. >> Ó, você imagina, você falou que estudou muito os livros do Hussel. >> Aí pensa comigo, cara, os livros do Russell foi ser traduzido aqui pro Brasil, acho que foi ano passado, ano retrasado. >> Foi ano retrasado. É, o Ícaro, né? >> É. Então você imagina, cara, o tanto de ano que tu tá na frente da galera que agora que teve acesso a isso, e sendo que isso já funciona desde 2017. coisas assim, por exemplo, que
o Russell fala que a pessoa ela vai enxergar e aplicar na prática. Por exemplo, ele Fala no livro dele de funnel stacking. Cara, eu não vejo nenhum brasileiro que lêu o livro do Russ falando sobre isso. >> F stacking é tipo empilhamento de funil e eu já aplicava lá em 2020, entendeu? Só que o que eu achei interessante de você que, tipo assim, muita galera que veio da escola do Russell foram pessoas que acabaram entrando também na linha do PLR, >> do PLR, >> que eu acho que é uma linha que escala Muito, mas você
não tem uma longevidade ali do negócio. Só que você pegou esse conhecimento e foi pra linha realmente do Russell, que era a linha de ter um expert, de ter uma pessoa ali com conhecimento, você foi criando literalmente os empilhamentos de funil, porque na linha do PLR aqui não tinha funil, sentia. >> É porque assim, ó, o que o Rus, geralmente a galera que veio do PLR veio do Fint, né? >> Uhum. >> E aí o Fint falou muito sobre Russell porque ele estudou muito Russell também. Ele tem essa mesma escola. Só que o Russell, se
você for ver quem tá no mastermind dele, quem faz dele, não são pessoas de infoprutos, sabe? Ao contrário do que as pessoas pensam, ele é o maior cara do mercado digital. Só que o mercado digital nos Estados Unidos, ele tem uma concepção diferente do mercado digital brasileiro. Aqui no Mercado digital brasileiro, você fala assim: "Eu sou do mercado digital". Os cara fala que tu vende curso. >> Exatamente. >> Lá nos Estados Unidos não. Lá nos Estados Unidos tem muita gente de serviço que escala muito. >> É um canal de aquisição. >> É um canal de
aquisição. Então a galera, tem galera de hospital, tem uns caras que vendem no investimento imobiliário, tipo o Fábio Soares, ele fez 250 milhões De dólares, quase R bilhão deais, >> não vendendo curso, vendendo investimento imobiliário, usando o funil de vendas, entendeu? >> E ele é o cara que mais subiu no palco do Ruster para receber premiação. >> Então o cara que mais subiu no palco do Ruster para receber premiação não vende curso, >> sacou? Entendi. >> E então quando eu comecei a aplicar e conhecer, eu também conheci o o Sim do Frank Kern, que é
o Hernan, super gente boa, fala português porque namora uma brasileira, >> argentino. >> É, tu tu m de Frank Curne ou não? >> Não, não. >> Então, Frank Kne o God, o o poderoso chefão do marketing digital nos Estados Unidos. >> Caraca, >> para você ter uma ideia, o Erico Rocha conheceu o Jeff Walker do Fórmula de Lançamento porque seguia o Frank Kn. >> Que da hora. Ele conheceu o Frank KN, ganhou uma comissãozinha porque quando o Erico comprou o PLF, né, que é o Prod launch Fórmula, que é um fórmula de lançamento do Jeff
Walker, ele comprou com o link de afiliado do Frank Kne. >> Caraca mano, >> histórias aí, né? Então o Frank Cur essa parada aí >> ou ele contou num podcast do Primocast que ele seguiu o Frank Cne e comprou pro Link de afiliado dele. Ele comprou o Eric Rocha. >> Não sabia essa história, não. >> É, eu também não sabia. Descobri no podcast do Primocast do Erico Rocha. E aí o Frank Curne, cara, é um cara de tráfego direto. Até hoje ele vende um curso de 4, então ele comprava um monte de cliente com curso
de 4, depois ele vendia serviço. Hoje dia ele tá vendendo um uma umas paradas de a super legal assim, sabe? E ele era o consultor de Marca digital do Tony Robbins, ele era o consultor de marca digital do Russell, ela era o consultor de marca digital em 90. >> Que loucura. >> Sacou? O Frank Kn. O do Frank Kne foi o Hernan, que ser meu amigo. >> Uhum. E aí, eh, como eu consegui ter contato ao Fábio, ao Hernan, a essa galera da gringa, né? O pessoal que tava lá no Masterm do Russ também, que
eu tinha acesso pelo Fábio, porque o Fábio Começou a trazer esse pessoal pro Brasil, eu comecei a entender um mercado digital que era diferente do mercado digital brasileiro. >> Que tu já tinha contado isso, velho, em algum lugar? Porque eu não lembro, >> cara. Eu acho que não. Acho que não. >> E é legal a galera. >> Mas eu troco muita ideia com muita gente, né? Sobre isso. >> É, eu digo mais no bastidor, mas eu digo de soltar pra galera assim. Não, não vai Virar corte, hein? A equipe vai trabalhar. >> Mas é é
o que que eu gosto aqui de entender a engenharia reversa da parada, entendeu? Assim, como foi que eu falei, mano, esse cara ou ele é doido, não sei não. Ele não é normal não, esse cara. Aí dá para entender o porquê. Eu falo no bom sentido, né? No bom sentido do cara. >> Não, eu sou doido mesmo. Não tem [risadas] uns parafuso ou a mais, né? >> Mas tipo assim, você entende que o o Sucesso ele deixa a pista, né, velho? Deixa o rastro, né, velho? Deixa, é legal. E aí, como foi a virada pro
Fios, que eu nem falei que eu comecei, né, desenrolar, tem que voltar que senão eu me perco aqui. Eh, eu conhecia os dois lá e aí eu tava como consultor de funis, né? Então, entrava nas empresas, ajustava o funil, fazia os paraças, para serviço, infopruto, pegava várias empresas e ajustava isso. Beleza? E aí eles viram que eu era muito bom. O Vinícius tava começando a Fonce junto com o Yuri. Teve a ideia num evento do Fábio. O Fábio teve um problema, acho que foi um AVC ou ao neurismo, não me lembro exatamente o que foi.
E ele não pôde entregar um evento que ele prometeu, que era o Advância de Marketing. >> Que loucura. >> E ele pegou a galera que tinha algum tipo de resultado dentro do mastermind dele e chamou para palestrar. O Vinícius Fez a primeira palestra da vida, da vida dele, não sei, né, mas uma das primeiras palestras dele dentro desse mastermind falando sobre estruturação comercial. >> Hum. Terminou a palestra, todo mundo virou em volta do Vinícius e falou assim: "Pô, Vini, fala sobre isso, pô. Tu devia criar um produto disco que não sei o quê." Nasceu ali,
>> não tinha ideia, porque o Vinícius era um cara do mercado de propriedade compartilhada De venda de imóveis, né? Rci via call. Ele vendia imóvel na reunião. >> Que doideira. >> Então ele fazia forma de lançamento, foi do insider também, mas não para vender produto, >> vender imóvel. >> Para vender imóvel. E o Yuri era o cara do do market no do Closer Águia, né? Ele tava fazendo uma formação de vendedor. >> O Vinícius saiu da palestra, escutou todo mundo virar para ele e falar que Queria fazer um negócio. Chegou para Yuri, mano, >> falou
assim: "Pô, Yuri, vamos abrir uma empresa disso, cara. A gente presta serviço, começa a fazer uma grana, acho que é um negócio muito promissor". >> Ele falou: "Não, que isso?" >> 2023, >> [ __ ] Foi em abril, abril, junho de 2023. >> Beleza. Aí vamos ver, vamos ver se tem demanda. Aí eles chamaram três pessoas e Venderam na época um serviço de estruturação comercial por R$ 240.000 no >> fizeram, eu lembro desse número, não sei se foi R$ 240 exatamente, mas foi R$ 658.000 primeiro mês, só fazendo prospecção Outbound, levando a galera pra reunião,
fazendo prospecção, né, e fechando o serviço de 240, que eu não sei se era 240, mas o valor total ficou 658 primeiro mês. Pô, esse negócio da grana, né? >> Aham. >> Pô, primeiro mês 658.000. Os caras viram que tinha uma demanda ali. >> Viram que tinha demanda e aí eles começaram a crescer. Eles tinham um terceiro sócio, só que esse terceiro sócio tinha algumas questões pessoais, era para eles ser o cara do marketing. >> Uhum. >> Só que por umas questões pessoais não deu certo, não rolou, saca? E aí eu no primeiro, no final
do primeiro mês, >> você acompanhando aquilo tudo, >> acompanhando. Eu fazia minha grana, né? Um dinheiro lá, o meu ti tava escalado com consultoria, eu já fazia ali meus seis dígitos mês já para mim sozinho, né? Sem ninguém. já tava legal já. >> Caraca. >> E aí, eh, ele, eles fizeram a empresa e o Vinícius me prospectou para vender para mim. E aí ele fez uma reunião de vendas comigo, cara, seguindo o processinho. Chegou no final, ele perguntou a de 0 a 10, quanto você compraria? Eu falei para ele, cara, na moral, seis, cara, não
tenho vontade de comprar. >> Caraca. >> Só que mesmo assim ele reverteu minha objeção, ajustou e fez eu comprar. Colocou uma p de bônus, condição lá, né? falar: >> "Não, você é um cara bom, vou te dar uma palestra, vou te colocar em tal lugar". Colocou uns bônus lá, umas coisas dando Que queria me fechar. >> E na época eu fui um dos primeiros clientes do programa que ele tinha, que na época era o programa de aceleração comercial, que era que era programa de full seios, negócio assim, programa de vendas completas, era um nome assim,
não me lembro. Tu entrou? >> Entrei >> como cliente >> como cliente. >> É isso em agosto. >> E tu nem imaginava ainda que ia ser dono da empresa? >> Não, nem imaginava. Só que eu era bom. né? E aí eu comecei a compartilhar no grupo, como eu tinha feito antes, o que eu fazia >> e aí começou a chamar atenção da galera. >> E aí eles me chamaram para dar uma aula lá. Eu dei uma aula de funil, o pessoal curtiu para caramba. >> Sua história bem parecida com a minha, velho. >> É parecida.
Legal. >> Eu cresci muito entrando, a galera me chamava. Eu tinha muito conhecimento, né? Porque imagina 2018 eu já tinha a pulseirinha da Hotmart Black enquanto poucas pessoas tinha. Só que não era o dinheiro no meu bolso, era porque eu lançava o cara da Libras. >> Legal. >> E sabe quanto é que eu ganhava com cara da Libras? R$ 2.000 por mês. >> [ __ ] >> eu não sabia que dava para ser cprodutor. >> Entendi. >> E eu fazia todo o trabalho de um coprodutor. >> Que loucura, cara. >> E aí, cara, eu entrava
muito. Aí eu comprei um treinamento, um grupo de network que era da Jéssica, que hoje é minha esposa. >> Olha só >> que loucura. >> Deu Ry. >> Deu Ry. O Roy foi o maior roy da minha vida. >> É isso aí. Tá vendo só? >> Aí é aí, cara. Eu entrava na SC e a galera. Pô, mano, esse cara é bom e tal. Aí eu ia, um chamava para dar uma call paraa outra, aí eu fui ficando conhecido no bastidor desse jeito. Então é muito parecido. >> Legal, muito legal, cara. >> Aí chegou lá,
virou cliente dos caras, Começou a chamar, >> chequei dois meses, comecei a ter muito resultado com o que eles faziam, né? Que é o processo de vendas ali, meu. >> Tu aplicou pro teu tio lá? Pro pro pro ex >> Não, pro meu tio não, mas pra minha consultoria sim. >> Aí tu começou a vender consultoria nessa época? >> É. E eu comecei a vender consultoria minha, cara. e comecei a vender mentoria Em grupo também. Na época eu comecei a vender por 5.000, só que aí com as técnicas que eu aprendi com eles, eu subi
de cinco para 15.000, cara, em grupo, né? Porque eu não tinha muita demanda, não tinha muita audiência. Mas, cara, eu vendia até que bem, tipo, eu cheguei a fazer quando era R$ 20.000, quando eu subi para R.000, cheguei a fazer uns R$ 200.000 no mês ali, sabe? É, só que sem ninguém, né? Só eu >> vendendo, entregando. Então, tinha uma Margem legal. Em novembro eles me, ele eu tava indo pro evento aqui em Alfaville, o Vinícius me ligou falando que se eu não queria me tornar sócio da empresa >> no >> porque eles estavam com
problema com esse terceiro sócio, estavam pensando em eh comprar a parte dele e eles precisavam de alguém para tocar a parte de funil da empresa. Eles sabiam que eu era muito bom. E aí ele me ligou, a Gente veio conversando de São Paulo, eu morava nos Jardins ali. >> Uhum. >> Vim já com a minha noiva já vindo para um evento aqui em Alfav para palestrar. ficou conversando por uma hora, cara. Ele me contando as dificuldades, né, como é que tava a empresa na época. Eles saíram de 653.000 para faturar uns 300.000 mais ou menos,
né, ali por mês. Eh, eles queriam crescer muito, queriam fazer uma empresa gigantesca, queriam Fazer 10 milhões no primeiro ano. E eu enxerguei muito potencial naquilo. Na época eu entrei com uma porcentagem pequena, pagando um valor, né? Eh, paguei o o valor do que que eu tinha pagado. Eu não me lembro se eu paguei um valor a mais. Depois essa história também já contei algumas vezes, mas eu não não me lembro exatamente, mas eu tenho na minha cabeça que eu paguei uns 70.000 mais ou menos para comprar uma parte. Não me lembro se é exatamente
Esse valor, mas acho que foi mais ou menos isso. E aí eu comprei uma parte da empresa, depois de um tempo, a empresa cresceu para caramba. Quando a empresa já tava fazendo 1 milhão por mês, eh, o primeiro primeiro mês da empresa, eu investi R$ 5.000 em tráfego, ajustei alguns funis, a gente fez 519.000. >> Caraca, mano. Aí você falou: "Opa, aqui tem tração". Aí é, eu tinha uma paragem da empresa. Dezembro a gente fez uns 44, foi mais ou menos isso. Janeiro a gente Caiu um pouco porque precisava organizar a casa, mas em março
a gente fez 1 milhão, 1 milhão e alguma umbradinho. Beleza? Aí que eu falei, eu falei: "Cara, esse negócio é promissor". Eu tinha minha consultoria e esse negócio. Eles falaram: "Pô, Matuta, faz o seguinte, vende tua consultoria pra gente, aumenta tua porcentagem pra gente ficar mais igual, né?" >> Uhum. E aí tu foca 100% na full sales, Porque se hoje você focando metade a gente tá conseguindo fazer isso, >> se tiver full, >> se tiver full, pô, a gente vai conseguir escalar muito mais. E aí assim eu fiz, eu tinha uma sócia, eu tinha acabado
de fazer uma sociedade com uma outra pessoa na minha consultoria, né, que ela tava me ajudando ali, porque senão não conseguia fazer sozinho, >> que era a Pris. E aí eu tinha tudo que tinha no caixo, eu dei pra pris, a minha Noiva me ajudou a cobrar também, quem tava eh pagando ali mês a mês, já tinha entregado quase tudo, entreguei tudo a parada e vendi a minha empresa para Full Salos. Então a Full Seos, ela não entregava só comercial, ela começou a entregar funil também. >> Caraca. >> Aí começou a acelerar ainda mais o
resultado dos clientes. >> Aí tu vendeu em troca de e aumentar tua participação. >> Aumentar minha participação. E aí, pô, aumentou minha participação, >> focou energia 100%. >> Foc energia 100%. primeiro ano da empresa que terminou em agosto, julho, agosto de 2024, a gente tinha batido ali 10 milhões deais. Na verdade, em 365 dias a gente bateu 8.6, só então que a gente tava no meio de um evento presencial >> no >> E aí com 380 dias a gente bateu 10 Milhões. Tipo 20 dias a mais ali, a gente fez uns 2 milhões ali no
evento, né, >> car? >> E aí bateu os 10 milhões mais ou menos no primeiro ano. Foi muito legal. Segundo ano a gente cresceu, fez 30, né? Porque o segundo ano que eu falo é de Não, de agosto a agosto, entendeu? >> Ah, de agosto a agosto. Entendi. >> Só que ano passado inteiro a gente fez 15.7. Esse ano a gente bateu 44. 44 mais ou menos, né? >> Caraca. >> Agora vamos ver quando vai fechar aí, mas eu acho que vai ser uns 44. E aí, cara, a empresa quando eu entrei e faturava lá
os seus 300.000. Hoje em dia a empresa, esse mês, vai fazer 4 milhões, mais ou menos. Um pouco mais de 4 milhões >> no nesse mês. >> Não, não tá batendo mais que quatro. >> Isso. Um mês de dezembro que tem um monte de >> É, mas é porque a gente fez um evento presencial, deu um boom, assim, o evento ajudou bastante. Aliás, uma dica, cara, faça um evento presencial em dezembro. Isso ajuda para caramba, porque é um mês ruim, né? >> Aham. né? A gente tá colocando sempre algum tipo de campanha nos meses que
a gente sabe que tem algum tipo de sazonalidade. Então, cara, evento dá um Boom porque a pessoa lá comparece, a taxa de conversão que a gente tem evento é absurda, então gera um resultado absurdo. >> Cara, qual que tu acha que é as maiores dores hoje das empresas que procuram vocês? Tá? >> Tipo assim, hoje a gente vê muitas pessoas falando de de implementação comercial, de escala, mas a gente vê poucas pessoas que realmente t resultado igual a vocês, tipo assim, vocês falam Uma parada, só que vocês têm muito resultado com isso. >> Então vocês
que atendem muito essa demanda, tipo assim, qual hoje que você acha que é o maior erro da galera, os maiores dificuldades? O que que eles procuram quando eles vão procurar vocês ali para resolver os problemas? >> Geralmente o que o cara procura não é o problema que ele tem. Ele acha que é um problema, mas não é. >> É um sintoma. >> É um sintoma. o cara ele tá no platô de vendas dele ou ele depende dele. Tem três tipos de caras, né? O cara que ou ele tem uma margem muito baixa, ele quer aumentar
a margem dele. Então ele quer de alguma forma vender algo que seja mais lucrativo, quer aumentar o lucro dele. Se ele escalar mais, ele vai perder margem. >> Uhum. Um cara que tem uma conversão baixa, então ele quer melhorar a taxa de conversão e quer melhorar o recebimento De caixa dele, ele quer melhorar o fluxo de caixa dele, ele quer ajustar a forma como ele recebe dos clientes, quer melhorar o processo comercial dele ou o cara que a venda depende dele. Então o cara que chega >> é, então ele não tem um processo comercial, claro,
ele quando entra na reunião vende para caramba, mas ele coloca um vendedor para vender. O vendedor não consegue fazer a venda da forma como ele quer. ou vende muito Parcelado ou vende muito com desconto, sabe? >> Tipo, se ele não entrar para vender, o vendedor >> dá um problema. >> Uhum. >> Então, o cara não tem um processo comercial. Claro. Esses três são as principais dores que eu percebo que a galera tem. >> Tanto que posso fazer um cir do meu evento? >> Pode. >> Tanto que no evento, vai ter um evento agora em janeiro,
dia 23, 24, 25. Vai levar Alfredo Soares, Fernando Miranda, Carlos Bush, cara, uma galera de peso. Nicolas Ferreira vai palestrar, que é nosso cliente, aliás, >> que top. Ele tem uma empresa chamada Destra que é de educação para cristãos no exterior. >> A gente vai deixar o link aqui na descrição do episódio, tá galera? >> Boa legal. Depois te mandar um link de afiliado. >> É boa. >> E aí cara, vai ser dia 23, 24, 25. Lá a gente vai ensinar o quê? Vamos ensinar como fazer o cara vender mais caro, até 10 vezes mais
caro, porque a gente tem case de vender 50 vezes mais caro. >> Que top >> o que a pessoa vende. Como triplicar, quadruplicar a taxa de conversão. Então, O cara que vendia para 10%, então cada 10 clientes chegavam para ele, ele vendia para um, ele começa a vender para 2, 3, 4, cuns casos até oito de cada 10 que ele vendia, aumentando o preço e com o sistema de vendação dependia dele. Então, a ideia nesse evento é cumprir essas três promessas que são as três principais dores que você comentou. E aí quando o cara chega
ele tem esse problema. >> Uhum. Que dia é o evento? Repedi aí pra Galera. >> Dia 23, 24, 25 de janeiro, tá? >> Você começar o ano já resolvendo os problemas. >> Aí o que que eu tô fazendo? Eu tô fazendo uma aposta com o pessoal que participa. Se o cara for lá e ele a gente, todo evento o pessoal sabe, né? Não é bobo, a gente vai vender alguma coisa lá. >> Claro. >> Se o cara não quiser comprar, tudo bem. Mas vai ser difícil porque a oferta vai ser muito boa lá dentro. Mas
assim, o primeiro ponto, né? O ingresso a gente não tem para ter lucro. Então eu tô fazendo uma aposta com um cara que é o seguinte, se ele for lá e ele gostar, porque o ingresso é muito baratinho, a gente tá vendendo por tipo milão, sabe? >> É o mais barato que a gente já vendeu. >> Geralmente evento com a gente, a gente paga de 7 a R$ 12.000, né? Só pra galera ter uma ideia. >> Sim. Então eu não quero ter lucro ingresso. Se o cara for lá e ele gostar, ele continua com a
gente. Se o cara for lá e por algum motivo ele não quiser continuar, ele pega tudo que ele aprendeu, ele aplica e baixe todas as metas do ano. Se ele bater uma meta, depois ele entra com a gente. Então ele vai ganhar o dinheiro para depois voltar. Sacou? >> Caraca, >> essa é a aposta. >> E se o cara não curtir, ele pode me cobrar lá presencialmente, porque eu vou est lá, né? >> Aí você truca. >> Aí eu truco. Pô, o cara não tive resultado com a tua parada, pô. Então vamos resolver essa parada
agora, então bora. Sacou? Tá bom. >> Então, tem um anúncio meu que eu falo, né, que eu tô investindo mais de 1.300.000. Eu falo assim, meu nome é Mateus, eu Tenho 27 anos, tô investindo R 1 milhãoais nesse evento aqui para fazer você vender mais. Se você não gostar, você vai me cobrar presencialmente. Eu tô falando assim na tá tá dando bom esse anúncio. >> Bom, muito bom, mano. >> E aí, cara, é essas são as principais dores. O empresário chega com isso, só que geralmente o problema dele não é esse, >> cara. Eu eu
vejo muito isso. A galera Vem por um achando que é um problema e você vai você dá uma de médico ali, né? Você vai fazer o exame no cara ali e o problema é outra coisa, não tem nada a ver com o que ele falou. >> O problema geralmente do cara tem a ver com dois pontos. Primeiro, oferta. Então, o cara não sabe fazer uma boa oferta. Quando o cara aprende a fazer uma boa oferta, ele começa a vender mais caro. Quando o cara aprende a fazer uma oferta, ele começa a ter uma taxa de
Conversão melhor. Quando o cara aprende a fazer uma boa oferta, o vendedor dele começa a vender, porque fica mais fácil e palpável pra pessoa explicar. >> Muito bom. >> Então, o primeiro ponto é esse. O segundo ponto é falta de processo comercial claro, né? Quando o cara tem um processo comercial claro e uma oferta boa, que que ele consegue? Ele sai de uma taxa de conversão de 20%, vai para 40. sai de uma taxa de conversão de 40, Vai para 80, porque ele ajusta a oferta e enquanto ele cresce a taxa de conversão, ele aumenta
o preço. Eu tenho cliente que entrou eh com um preço de R$ 2.000, por exemplo, o cara conseguiu sair de dois para 20.000 >> e a taxa de conversão dele era 10%, foi para 50. >> Que loucura. >> Entendeu? Então ele aumentou a taxa de conversão enquanto ele aumentava o preço, sacou? Investindo a mesma coisa. Então o geralmente o problema tem a ver com essas duas coisas, ajuste de oferta e com processo comercial. E quando o cara tá mais grande tem a ver com o cara conseguir gerar a demanda, né? Então chegam uns caras para
mim lá, por exemplo, que faturam 5 R 6 milhões deais por mês, né? >> Sim. >> O Antônio que veio aqui, aliás, Antônio tá me devendo um Rolex, viu? >> Ó, >> eu vou cobrar aqui publicamente, o Antônio, depois eu vou mandar mensagem para ele. >> Antônio, paga o Rolex do cara, hein, mano. >> Paga, paga o meu Rolex. Aí que aconteceu? Eu fui num evento do Antônio. >> Uhum. >> E o Antônio é uma máquina de conteúdo, um cara muito bom demais, né? >> Aliás, eu tô aqui porque eu vi ele que ele veio
aqui que da hora. >> E aí eu você já me seguia, tinha até trocar ele ideia comigo no direct, >> mas eu não conheci o podcast, cara. Conheci pelo Antônio. >> Não faça o podcast, o cara nunca me deu moral. Aí foi na hora que eu tenho um podcast, eu cara me deu moral. É, não, geralmente rola também para mim eu tentando fazer reunião, mas funciona, >> cara. Funciona demais. Eu aprendi isso com o Dema de Oliveira. Ele falou: "Chama os caras muito grandes para Almoçar, para conversar, o cara nunca tem tempo. Agora chama para
podcast, o cara vem". >> Todo mundo vem. >> É, então >> que que massa. >> E aí o Antônio, eu fui no evento dele, ele é um é um case da empresa, ele faturava cerca de R$ 400, R$ 500 R 500.000 por mês. >> Com o Antônio fez isso. >> Hã? >> O Antônio fez isso. >> Ah, é? Chama pro podcast. >> E aí o Antônio, cara, eu palestrei no evento dele e eu falei para ele assim: "Antônio, cara, com a o número de leades que você gera, ele gera meu cliente". >> Uhum. Você não
tem como você não faturar 4 milhões no mês, cara, >> porque ele gerava muito, muita demanda. A taxa de conversão dele era mais baixa, né? Mas, cara, era ajustezinho, sabe? Porque ele já tinha a faca e o queijo na Mão, >> que era o volume. >> Era o volume. Então o cara já tinha porque ele é uma máquina de conteúdo. O cara tem, ele vende tudo. Ele falou aqui como ele não fala, né? Como é que ele vende. Ele falou aqui, abriu segredo, abriu tudo aqui. Caraca, >> é difícil, viu? O Antônio Abri que ele
fala que ele não ensina o que ele faz. Não, meio que ele, tipo assim, ele não, ele não abriu tecnicamente, né? Ele Falou o conceito. Ah, >> tá, falou o conceito. Legal. Mas o Antônio é um cara que é velhaco. Mas aí, qual que é a parada? >> Só que ele vende sem vender, né, mano? >> Ele vende sem vender. >> Tipo assim, você não. Eu que eu até foi a chamada que eu fiz podcast. Eu vou hoje eu vou descobrir porque o Antônio vende, como que ele vende. A galera ficou doido, ele vai falar
mesmo. >> Então, ele já tinha essa geração de Demanda. Com base no número de que ele batia por dia, eu fiz uma conta rápida e eu percebi que dava para ele bater 4 milhões. >> Eu falei para ele: "Cara, se tu bater 4 milhões, tu me dá um Rolex?" Ou ele falou, "Não me lembro, se eu bater 4 milhões, te dou um Rolex". Ele falou: "Acho que foi, >> cara". >> Aí levou um tempinho, eu fiz uma reunião com ele, a gente ajustou parte do Processo comercial dele. Ele também foi pro comercial, teve um boom
gigantesco, né? Eh, que ajudou muito, né? Eli pro presencial. E mas cara, ele bateu os 4 milhões >> e Rolex, ele pagou? Ainda não. >> Ó, já pega o corte aqui, galera, ó. Pega esse whels aqui, ó. Comendo marca o Antônio aqui para ele pagar o Rolex do Mar. Paga o Rolex. Ele até postou na rede social dele lá falando, pô, um amigo meu falou que eu conseguira Faturar R 4 milhões deais no mês. Eh, e eu não acreditei. Aí eu falei para ele, se eu bater, eu te dou um Rolex. E eu bati, né?
>> Caraca, >> bateu. E aí é muito legal isso, né? >> Esse conteúdo para ele vai fazer o o dinheiro do Rolex facinho. Só postar. >> É, então só postar. Mas aí, cara, o Antônio acredito que vai crescer bastante ainda. >> Qual a diferença que você acredita de um de um case que nem do Antônio para um para um cara que ainda não participou de uma de uma implementação com vocês? >> Eh, do Antônio, cara, tem a ver com essas duas coisas também, processo comercial e oferta. Ele ajustou a oferta dele, ajustou o processo comercial.
>> Isso é loucura, né, mano? A gente sempre quer procurar algo, tipo assim, a bala de prata, né? Mas isso é a bala de prata. >> Aham. Mas eu digo assim, o cara essas coisas meio que tá no subconsciente da galera, >> só que eles eles acreditam que não é isso porque é muito óbvio. >> É, não é real. Mas é geralmente, cara, quando você faz o básico que funciona mais vezes e melhor, você tem muito mais resultado. Dá mais dinheiro pro teu bolso tu fazer mais vezes a mesma coisa do que fazer coisa nova,
entendeu? >> Verdade. >> Então, as pessoas e subvalorizam a o a rotina. A rotina dá muito resultado, sacou? Tipo assim, >> e o cara fica caçando outras coisas para fazer no dia, sendo que se ele focasse 100% da energia dele na na rotina. >> É o custo de oportunidade. Meu sócio, ele é fissurado pelo custo de oportunidade. Esses dias eu tava o Fint me ligou >> e aí eh eu tava trocando ideia com o Fint, ele falou assim para mim: "Cara, eh, ele tá tá fazendo uma proposta lá de uma parada e ele falou isso.
Ele falou: "Cara, tô fissurado pelo custo de oportunidade". >> Fissurado pelo por quê? Porque se você gasta energia com uma coisa, eu concordo 100%, gasta energia com uma coisa que essa coisa ela não vai tirar um resultado que é maior do que você tá fazendo, você deveria colocar energia naquilo que você tá fazendo agora, Sacou? >> Uhum. >> Porque senão não vale a pena. Pode ser uma parada surreal com alguém maravilhoso. G4 pode vir aqui, entendeu? >> Sim. >> Tipo, uma empresa de que tá faltando 500 milhões e fazer um deal para Mas será que
o custo de oportunidade vale a pena? Entendeu? Quando você faz essa análise, faz muito sentido. Bom, mas é, foi oferta e processo comercial, ajustou a Oferta, ajustou processo comercial, eh, e também ganhou visibilidade pela questão do presencial. Acho que isso ajudou muito também ele ter é uma um track record, né? Porque o cara ele mostra a operação dele na prática. Isso faz com que a pessoa queira ter aquilo que ele tá vendo. >> E cultura também, né? Muito forte a cultura dele lá. É, então eu acredito que é isso. E assim, quem não tem audiência
e tem muito resultado Comigo também tem a ver com essas duas coisas. Porque eu não tenho audiência, mano. É, no meu Instagram tenho 16.000 seguidores, entendeu? >> Isso é uma loucura. >> Então eu se juntar todos os meus sócios, todo mundo, cara, não dá 200.000 seguidores. O Antônio tá batendo 1 milha de seguidor, sacou? E a gente tá batendo no mês o que o Antônio faz, sacou? >> Então assim, a galera acha que só é porque tem seguidor e não é. Não tem a Ver também tem a ver com você ter, vamos entrar na oferta,
tipo assim, você falou muito que a oferta é muito importante, >> é o que eu mais manjo mano. >> Pois são bora dar >> na humildade. Eu sou um dos melhores. Eu acho que o melhor, cara. Vou falar que eu sou o melhor de oferta do Brasil, cara. Na humildade esse assunto ser domino, pr [ __ ] Vamos bora lá. Quais são os três pilares mais importantes de uma boa oferta? >> Três pilares mais importantes de uma boa oferta. ou se tiver mais também não tem problema. >> Tá bom, cara. Uma boa oferta, ela não
tem que prometer um benefício. Isso é o que geralmente as pessoas falam, mas não é verdade. Uma boa oferta, ela além de prometer um benefício, tem que mostrar pro cliente que existe um risco de a pessoa não conseguir chegar naquele benefício e a oferta em si já foi pensada para conseguir mitigar esse Risco. Exemplo, eu vou te vender a oportunidade de conseguir pros Estados Unidos. >> Uhum. Certo. Então, tô te vendendo a oportunidade de conseguir paraos Estados Unidos. >> Tô querendo mesmo. >> Beleza. Eu vou te vender a oportunidade de você ir de carro. Você
iria? >> Não. >> Por quê? >> Porque demora muito. Não sei nem como é Que chega lá de carro. >> Legal. Mas o benefício de pros Estados Unidos você quer, não quer? >> Sim. >> Então, a oferta de pro de carro é uma oferta boa mesmo te levando para onde você quer chegar? >> Não. >> Por quê? Porque ela não consegue mitigar um risco que existe, que é o risco de você ficar totalmente cansado pela viagem, de levar um tempo gigantesco, Não é verdade? Vamos pensar numa outra oferta específica de você ir de avião. É
bom já, né? >> Sim, >> já é melhor. Agora você ir de jato. >> Aí é top. >> Então você pagaria mais para ir de carro ou ir de jato? >> De jato, com certeza. >> Por quê? Porque mitiga mais risco. Quanto mais você consegue mitigar o risco que existe em a pessoa não Conseguir chegar no benefício, mais caro você consegue cobrar. Então aí eu vou não vou responder em pilares que eu acho que >> tá não, tranquilo. >> Eh, beleza. Mas assim, desse jeito porque a pessoa consegue entender a lógica por trás. >> É,
vamos lá. O que que é uma boa oferta, né? >> Que é uma boa oferta. Então, por exemplo, eu preciso fazer com que a Pessoa saia do ponto A e chegue até o ponto B. No meio existe uma transformação, passo a passo. Quero fazer a pessoa emagrecer, vai nutricionista, ó, você vai precisar fazer exercício, você vai precisar comer de tal forma, fazer tal coisa. Nessa ordem aqui, eu te passar essa dieta, você vai comer por esse tempo, pá, pá, pá. E aí a pessoa consegue chegar no objetivo. Qual que é o risco que existe? A
pessoa ter vontade de comer doce, não É verdade? >> Falhar de falhar. >> Uhum. >> Então a pessoa não ir todos os dias na academia. Que tipo de coisa eu posso colocar na minha oferta para garantir que isso não vai acontecer? Então, por exemplo, eu vou colocar no nutricionista. Eu posso ter alguém que vai ser um tutor dessa pessoa, um personal trainer dentro da minha oferta. Por quê? Porque ela se compromete com o Personal e vai correr ela falha menos. Vou te dar um plano, uma prova de falha. >> Exatamente. Aí ou então, por exemplo,
eu vou te dar alguns tipos de doces ou frutas que você pode comer para que você não fique com vontade de comer doce >> e que não vai atrapalhar sua dieta. >> Que não vai atrapalhar a tua dieta. Então ele começa a pensar em coisas que vão mitigar os riscos que ela já sabe o que vai acontecer durante a implementação do processo, certo? Quando Eu faço pela pessoa, eu cobro mais. Exemplo, academia e lipa HD. Academia. É por quê? Porque eu tô mitigando mais risco, né? Academia, quanto que é a academia na Você mora aqui
a Favil? Não. >> Uhum. >> Quanto que é academia? >> 380, eu acho na área. É 380. >> É beleza. E aí tu precisa ir lá, tu precisa fazer sozinho, né? Tu vai na academia, treina sozinho. Com personal é Quanto? >> Aí depende de personal, mano. Tem personal que eu cobra o quê? R$ 2.000. >> R$ 2.000 por mês. >> É por mitiga mais o risco. E existe uma vou fazer com você, certo? >> Agora você vai fazer uma ali para HD para ficar trincadão. Quanto tu acha que vai pagar? É 70 conto, >> 70.000
um cara bom. É, >> vocês conseguem perceber que tá levando do ponto A e chegando até o ponto B da Mesma forma, só que o risco de você não conseguir chegar no resultado que você quer, né, >> brab >> com ALIP HD é muito menor do que se você somente contrata a academia, o personal tá ali no meio do caminho, né? >> Uhum. >> Então, a percepção de que você vai chegar onde você quer chegar é o que faz com que a pessoa compre a tua oferta. Se ela não tiver essa percepção, mesmo que A
tua oferta seja ótima, o benefício seja maravilhoso, é tu vender de carro para os Estados Unidos, sacou? E essa a tem correlação à oferta com o cara aumentar o ticket ou existe mais elementos? >> Tem um cara nos Estados Unidos chamado Alex Ormozi, que é um cara que escreveu um livro muito bom de ofertas chamado H Million Offers, né? Que é a oferta de 100 milhões. >> Sim. Aham. Já vi. >> Cara, um livro maravilhoso de oferta, muito legal. E lá ele fala sobre uma correlação que ele fez conversando com um outro cara que é
o meu principal professor de oferta, que é o Jason Fledin. O Hermoso pagou $25.000 para ter 6 horas de conversa com Jason Fledin. >> Cara, e >> ele é um cara dos bastidores, né? Ele que hoje faz os bastidores do Imanadzi. Tu conhece o Imanadzi? Não. >> Imangad hoje é uma das maiores Referências de marca pessoal do mundo. Vendeu mais de 100 milhões de dólares investindo 1 milhão em tráfego. >> Bravo. >> Surreal. do Dan Henry, que é um outro cara que fala muito de oferta do estado no e vem tipo 35, 40 milhões de
dólares por ano. Eh, e também o Ormose, ele que fez o pit, que fez o hormose bater o recorde do Guinness agora, né? Não sei se tu viu. >> Eu vi do livro verde lá, >> é do 100 million money models, né? Que é 100 é modelo de monetização de 100 milhões. >> Ele fez o pit da parada. Ele fez, tipo assim, ajudou o Ormo a escrever o script Dison Feder. >> Que loucura. Então, só para conseguir contextualizar quem é esse cara. Esse cara fez a reunião cormoso e a partir disso saiu sua oferta. Essa
é a equação. Que que ele colocou na equação? Dois pontos acima, dois pontos abaixo. Dois Pontos acima. Eu tenho a vontade e o desejo que eu tenho de conseguir chegar onde eu quero. Eu tenho vontade de ter um corpão trincado. >> O quanto? >> Muito. >> Entendeu? Beleza. [risadas] Se fosse muito já tinha, não é verdade? Eu também, >> né? Então existe um desejo com relação à aquilo. Desejo de ganhar dinheiro, no teu caso foi maior do que te construir Um corpo do seu. O meu também, não é verdade? É maior parte dos empresários também,
que eu acho que é mais fácil ganhar dinheiro do que fazer um >> muito mais fácil. >> É, então >> muito mais fácil. >> Então, e aí esse é o primeiro desejo. O segundo tem a ver com a percepção da probabilidade da conquista, que é isso que a gente tá conversando aqui agora. Que loucura, mano. >> Para mim na equação, né, lá que tá em cima é o mais importante, porque essa pessoa quer muito, mas ela não enxerga que ela vai chegar, ela não vai comprar de você. Beleza? Tem a ver com o risco. Dividido
por dois que tem que ser baixo, que é o quê? O tempo que a pessoa vai levar e o esforço que fiz que ela tem. São coisas relacionadas a risco. Te deu o exemplo aqui da Lip HD e dou o exemplo aqui da academia, né? O esforço e sacrifício na Lip HD é menor ou maior do Que da academia? menor, >> menor. E o tempo que a pessoa consegue chegar lá >> também, >> muito menor. Então, quanto mais você consegue diminuir o tempo, esforço, sacrifício da tua oferta, cara, se eu falo para você que você
vai ganhar R$ 100.000, para você é bom ou ruim? >> É bom. >> Bom, se eu falo que você vai ganhar em um ano, >> aí para mim não faz sentido. >> Em um dia e numa hora. >> Aí já é ficando. [risadas] >> Até o semblante da pessoa mudando. >> Muito bom, [risadas] >> cara. Mas falando, você tá, você tava falando aí, >> tem muita coisa, cara. Dá para fazer um podcast só de oferta, >> n? Vai marcar outro. Então vamos falar >> a melhor oferta para 2026 em janeiro. Quando você vi pr evento,
você me fala: "Vem um dia antes que a gente grava, >> tá bom? >> Antes do evento, >> cara. Mas beleza. Depois o cara alinhou a oferta dele. >> Legal. >> Beleza. Qual o próximo passo? >> Ele alinhou a oferta dele. Primeira coisa, assim, para você fazer uma ótima oferta, você precisa entender quem é teu cliente ideal. A oferta. Eu acho que esse é o maior erro de todo mundo. E eu Falo por mim mesmo, muitas das vezes a gente quer fazer um produto [ __ ] uma entrega [ __ ] só que a gente
não dá um passo para trás e não entende para quem que a gente quer vender. Cara, >> como vamos falar disso aí que isso aí até para mim >> como, qual a melhor forma >> de de eu desenhar o meu ICP, o meu cliente ideal, >> tá? O teu ICP, o cliente ideal, ele definido por duas coisas, a capacidade Que você tem de ajudar e gerar resultado para ele. Então, se tu consegue gerar resultado muito rápido para esse cara, ele é um cara muito bom. >> Uhum. >> Independente do que você venda, de exemplo de
corpo, de exemplo de dinheiro, né? Independente do que você venda. ou então de, por exemplo, a pessoa ter mais paz espiritual, cara, a pessoa consegue ter eh eh um relacionamento saudável, Então conseguir salvar o teu casamento em um ano ou em um mês, olha que loucura, entendeu? Então se eu tenho algum tipo de terapia que ajuda os casais a conseguir desenvolver uma relação para conseguir em um mês resolver o casamento e eu tenho uma de um ano, pode um mês vale mais, sacou? >> Uhum. Beleza? Então, o cliente ideal tem a ver com gerar resultado,
que é o primeiro ponto, e o segundo é capacidade de pagamento. Capacidade de pagamento. E capacidade de pagamento é muito diferente de acordo com o que você faz. Eu vou dar um exemplo de dois extremos para conseguir pegar um advogado, que eu atendo muito essa galera, advogado que tem trabalha com crédito bancário. O advogado que trabalha com crédito bancário, a capacidade de pagamento do cliente dele é o cara ter pelo menos 100.000 em dívida. Se um cara chega com 100000 dívida para Você, você consegue vender para ele? >> Não. >> Não. Por quê? Porque com
base nos conhecimentos que você tem para você conseguir gerar resultado rápido pro cara, você não consegue fazer o que o advogado bancário faz. O advogado bancário, ele processa o banco, recebe um um upfront do cara para conseguir diminuir a dívida ou então zerar a dívida do maluco. Então, pega uma dívida de 200, 300.000, ele recebe 30.000, às vezes 10% do valor que ele retirou da dívida. Eu tenho um cliente que é advogado de eh bancário de holding, que consegue fazer um eh alongamento da dívida. O cara tem uma dívida de, sei lá, 3, 5 milhões
do agro, >> ele ao invés de pagar em 5 anos, vai conseguir pagar em 15 anos. É porque o cara ele tem mais fluxo ali, >> mais fluxo e aí ele recebe tipo 1 milhão por contrato. >> Caraca, >> sacou? Porque tá resolvendo um problema de um cara que a capacidade de pagamento dele tem a ver com a dívida. >> Muito bom. >> Beleza. E é um extremo. O outro extremo é o que a gente vende, por exemplo, né? Então, o que a gente vende é como fazer a pessoa conseguir ganhar mais dinheiro? Pra pessoa
pagar pra gente, ela precisa ter uma margem de lucro maior, ela precisa ter eh um caixa um pouquinho mais gordinho. >> Por isso que é mais fácil ensinar um cara que já fatura a faturar mais do que um cara sair do zero para faturar. >> Exatamente. Por quê? Porque a capacidade de geração de resultado e a capacidade de pagamento desse cara é muito maior. >> Sim, >> isso muda de acordo com o teu negócio. Eu dei exemplo aqui do advogado bancário, mas cara, existem vários outros. Por exemplo, eu tenho um amigo que ele tem a
maior franquia de Minimcados do Brasil, chama Easy Marketing, Lucas Gibson, cara, ele sempre assisti todos os meus podcast também. O Lucas, cara, ele vende para profissional de eh, como fala que trabalha pro governo. >> Servidor público. >> Servidor público. >> Servidor público que tem muita grana e quer investir em alguma franquia, ele verificar ali a renda dele, >> entendeu? >> Uhum. >> Olha o cliente ideal dele. É um cara que não é empreendedor, é um cara que quer se tornar empreendedor, quer começar >> aspirante na empresa. >> É isso. Então, o cara que ele gera
resultado é esse cara. E aí é legal entender quem você quer servir primeiramente. Se tu errar nisso, todo o restante vai para logo abaixo. Tipo um dominó, sabe? Eu tenho um cliente que é o Brandon. Cara, ele teve um problema Muito grande desse. Ele tava focando num cliente ideal, ele mudou o cliente ideal, cresceu pra caramba. Ele achava que esse outro cliente ideal não vendia. Ele é um cara que fala de investimento imobiliário. Ele pega você, você quer investir em imóvel, por exemplo, >> ele pega você e aí ele te mostra uma série de oportunidades,
cria uma forma de você conseguir investir imóvel com pouco. Então ele vendia antes pra imobiliária, a imobiliária tinha um problema de fluxo de caixa, tava gerando e apesar de faturar bastante, tá? Por quê? Porque imobiliário talvez não tenha essa organização. Quando ele começou a vender para esse cara, buf, cresceu, mudou o cliente dela. >> Então tem essas duas coisas, capacidade de geração de resultado e capacidade de pagamento. Se o cara tem os dois, acabou. >> Ele é o ele é o >> ele é o cliente ideal. Então não tem a ver com demografia, não tem
a ver com idade, às vezes tem a ver com sexo, né? Mas não é o público alvo é a persona que a gente aprende no marketing, sabe? É diferente. >> O cliente ideal tem a ver com essas duas coisas. Então eu vou dar um exemplo só para finalizar, cara. >> É igual o cara que fala que tipo assim, quem compra é o leite qualificado, não, Quem compra é o leite quente. >> É, >> é uma boa discussão. >> É tipo assim, porque o cara, beleza, o cara é qualificado, mas se você não for resolver um
problema que ele tem ali, >> é uma boa discussão, >> não adianta ele ser qualificado. >> Olha que isso aí é interessante, cara. Eu tô querendo, eu, eu tenho uma escrever um livro não, irmão. Você tem que escrever um livro. >> Eu tô querendo escrever um livro, cara. >> Você tinha que fazer uma trilogia igual do Russ lá. >> Eu vou fazer um livro chamado Confiança Imediata. O que que é essa confiança imediata? Eu descobri como vender pro Lead Fre o ticket alto, >> mas vou num perse aí é um negócio legal. >> É uma
boa, >> porque nunca ninguém falou sobre isso e eu descobri mesmo. Eu eu posso mostrar Pras pessoas qual foi a linha de raciocínio que eu usei para conseguir chegar nessa parada, sacou? Tipo assim, uma parada nova mesmo. Não li em lugar nenhum, eu fui testando, descob >> que fez com que os meus sócios conseguirem vender solução de R$ 75.000 para um cara que fatrava R$ 10.000. R$ 1.000. É, já tem, já tem até os criativos. >> É lá. Fala aí. Pode continuar. Ô, >> a gente falou do do cliente ideal, Certo? A galera entendeu o
que que é um cliente ideal. >> Beleza, identifiquei meu cliente ideal, só que como eu atraio esse cliente ideal? Muitas pessoas falam que é só gravar um criativo. Ah, por exemplo, falar pro cara, fatura mais. Não, você que fatura de 30 a 60.000, A galera acha que se botar isso no criativo já vai atrair só o cara que tem dinheiro. >> Como que eu consigo atrair o cliente ideal com nos meus criativos? >> Ótimo, cara. Eh, nos seus criativos, o principal ponto é o gancho. O gancho, ele é o que vai fazer com que a
pessoa continue te assistindo ou ela para de te assistir para você conseguir trazer. E aí depende do teu cliente ideal, né? >> Uhum. Se, por exemplo, teu cliente ideal, o cara que joga no tigrinho, se tu falar R$ 1.000 grátis, [risadas] o cara vai apertar e vai comprar. Mas vamos falar do cara que tem um poder Aquisitivo maior. Se você falar de benefício no teu gancho, por exemplo, vou te fazer vender mais. Quem não quer vender mais? >> Todo mundo. >> Todo mundo. Então, vai chegar para você o cara quebrado e vai chegar para você
o cara que tem muita grana. Eh, para você conseguir trazer o cara que é mais qualificado, você precisa falar sobre uma dificuldade, um sintoma ou uma situação que somente o cara que Já fatura bem passa. >> Boa, >> entendeu? Por exemplo, o cara vende muito, mas tem pouco caixa. O cara é meu cliente ideal. O cara vende muito, mas tem uma taxa de conversão baixa. O cara tem um time comercial com 10 pessoas, só que ele não consegue fazer os vendedores venderem todo dia, entendeu? >> Uhum. >> Então, a qualificação eu consigo filtrar pelo gancho.
O gancho eu faço falando de um sintoma, por exemplo. Sabia que não é normal só você vender na tua empresa? Se tu vende pra caramba, mas a venda depende de você, isso não é normal, cara. Quando você começou a empreender, você tinha o sonho de conseguir ter a liberdade, não é verdade? Todo empresário tinha esse sonho. Mas se hoje tu passa o dia inteiro trabalhando porque precisa vender e entregar, tem Alguma coisa errada. O teu vendedor não deveria dar desconto para vender. Olha só, tá vendo? São sintomas, situações e problemas que somente meu cliente del
passa. Se eu falar sobre benefício, vou te fazer vender mais. Eu consigo, né, atrair um público muito maior, só que menos qualificado. >> Sim. >> Então o gancho vai filtrar. Tem muita coisa, cara, que vai >> sim vai ficar aqui tr, >> mas assim, eh, hoje e depende do funil que a pessoa usa. Por exemplo, hoje eu uso muito funil de aplicação. Funil de aplicação é o em que a pessoa ela preenche uma série de questões para que no final eu entenda com base nessas questões se ela é qualificada. Eu pergunto para ela quantos colaboradores
ela tem, quanto que ela fatura no mês, pergunto para ela eh que que ela vende, que tipo de negócio ela tá, porque eu consigo entender mais ou menos a margem Dela. Pergunto se ela tem sócio, quantos quantos colabadores, já falei, né? Mas eh qual que é a principal dificuldade dela? Pergunta uma série de coisas para no final entender se ela faz parte do meu ICP. >> Uhum. >> Capta um lead muito mais caro. Tem, chega a pagar R$ 180 no lead, >> uma taxa de conversão bem maior. >> Só que a minha taxa de conversão
é surreal. Chegou tem um rose de 27 35. >> Caraca, >> cada R$ 1 investido em tráfego volta R$ 35. Isso é bom ou ruim? >> Ah, ótimo. >> [ __ ] né? [risadas] Então, eh, o filtro às vezes vem também do quanto você tá pagando no lead, mas nem sempre. Eu tenho um cliente que capta muito cliente ideal num ticket muito baixo >> e tem a ver com o quanto você conseguiu impactar no gancho. Então o criativo é o Gancho, sintoma, problema, situação. Contextualização, tu pode falar de benefício, >> mas tu já filtrou o
cara no gancho. >> No gancho. Você já aprendeu a atenção de quem é certo, >> já aprendeu a atenção de quem é certo e já filtrou quem não é. No no no no contextualização, você pode falar sobre como que você pode fazer a pessoa ela entender que o problema que ela tá vivendo não é um problema que Deveria acontecer e que você tem uma solução para esse problema. Porque aí tu pega o cara que é totalmente inconsciente do problema, mas tá passando pela situação, por exemplo, o cara que vende todo dia e acha que isso
é normal. >> Hum. >> Tô fiscando o cara inconsciente do problema, que não me conheceu, mas que entende que eu tenho uma solução para aquilo. >> Top. >> Entendeu? >> Muito top. E aí vem até sobre a confiança imediata. É isso, cara. Confiança imediata. Como é que eu crio confiança imediata no cara? Eu preciso ter três pontos. Qualificação, que a gente acabou de falar aqui. Segundo ponto, consciência. Se eu não construo consciência no cara de que ele vender sozinho sem ter o time comercial é um problema, ele continua Fazendo e achando que ele é mal.
Ele tem um problema, mas não sabe que tem um problema. Ele é inconsciente do problema. Que que eu preciso? elevar o nível de consciência dele, que é o segundo ponto. Se eu elevo o nível de consciência desse cara, ele compra de mim mesmo sendo público frio, porque ele sabe que precisa ver um problema. >> Entendi. >> Entendeu? Porque, por exemplo, >> às vezes ele nem sabia que tinha esse Problema e você aumentou a consciência dele na hora ali. >> Exatamente. Então, elevando o nível de consciência, ele tem o nível de consciência inconsciente do problema, solução
e do produto. Quando o cara vem indicado, ele é fácil de comprar. >> Uhum. >> Por quê? Porque o cara tem um nível de consciência muito alto, mesmo sendo público frio. Quando tu vai numa dentista, tu pede indicação para alguém, Né? >> Sim. >> É público quente ou frio do dentista? >> Frio. >> Entendeu? Mas tu compra, não compra. >> Verdade. Você me convenceu. >> Ah, tá vendo só, >> irmão. Pra gente finalizar aqui, eu vou te eu quero que você fale de dois >> só, só para finalizar, pra pessoal não ficar com loop, né?
O terceiro ponto é confiança. >> Sim. Então tem a ver com track record, tem a ver com ponto de precedência que a gente já tinha conversado antes. >> Por isso que entra no dentista lá, o cara, beleza, tu me indicou, eu vou lá no Instagram do dentista, eu vou ver se ele quem ele atendeu, quem ele não atendeu, qual foi a prova social, >> confiança, consciência, qualificação, acabou, >> resolve o problema, >> traz a galera certa. >> Top, irmão, pra gente ir pro pro final aqui, eu acredito que eu eu quero gravar outro podcast com
você pra gente falar só de venda, >> tá? que a gente, a galera já te conheceu aqui, já sabe tua história, então a gente vai falar só de venda no próximo, mas pra gente finalizar, eu quero que você fale como fazer um um de forma mais resumida, mas como o qual a tendência para 2023 e >> 2026 e como a galera pode se preparar Agora? >> Agora todo mundo vai fazer planejamento estratégico, não sei o quê. E qual a importância da IA para 2025? >> Da IA. Ótimo, cara. Eh, eu vou ser sincero, tá? Polêmico.
>> É, então polêmico. Não, tipo assim, eu eu não sei se tu sabe, >> vai substituir todo mundo. >> Não vai não. Não, que eu enxergo assim, eu tenho uma visão muito pragmática da IA. Eu não entendo que a IA é a solução de todos os problemas, mas a IA ela que vai trazer eficiência pro pro empresário, tá? Então, se o cara já tem um processo claro, processo claro, as pessoas certas, ele investir em tecnologia vai fazer ele ter uma eficiência gigantesca. Hoje eu tenho os SDR de A. >> Uhum. >> Um SDR que atendia
25 L por dia, hoje em dia atendi 100. Eu consigo fazer um cara Performar quatro vezes mais usando tecnologia, mas se eu não tivesse processo e a pessoa ia dar ruim, sacou? >> Não ia resolver nada. >> Então chegam uns caras para mim que quer usar IA, mas não tem processo, tá [ __ ] entendeu? Beleza. O primeiro ponto é esse para ano que vem. Eh, eu entendo que esse ano foi, né? Na verdade, se o cara, se o cara tá assim a hoje, ele já, se o cara começar, é, entendeu? O fumo já tá
entrando, né? >> É, o fomo já foi, já >> já foi. >> O fomo, já foi. >> Ano que vem eu vejo que é o custo para aquisição de cliente vai subir, como tendo sobe. Então eu tô investindo em duas coisas que vão ser meus pontos principais chaves para bater 100 milhões ano que vem. Primeiro conteúdo. Então vou começar a construir marca pessoal porque, pô, o Antônio é prova disso. Verdade. >> Eu sem fazer conteúdo. >> Falem mal, falem do Antônio. >> É isso. Não, Antônio, é gente boa. Falou mal de mim, Antônio aquele dia,
mas pediu desculpa depois. >> Mas tá devendo um rolex pro cara. >> Tá devendo Rolex. Eu tava contando aqui pro Pedrão, né? [ __ ] Antônio é [ __ ] cara. Mas >> nós já Rolex lá na banca lá e já >> ótimo. Já vem aí, ó. Já vamos mandar mensagem de sacanagem. Mas paga, paga Paga o Rolex, António. >> Bom, se ele pagar, eu já tenho minha comissão aqui, Pedrinho. [risadas] >> E conteúdo primeiro. Então eu tô montando com time de conteúdo, investindo para caramba, >> montando uma squad, pagando aí 30 pau para squad
nova, para montar um time de conteúdo para os sócios. Já contratei uma pessoa fodástica, Isa, cara, que tá me ajudando a conseguir estruturar essa parada de conteúdo. Vou começar a postar Seis vios por dia. >> Noss, >> vai ser no meu perfil, no perfil dos meus sócios também, a gente vai crescer muito. Ano que vem eu quero chegar em pelo menos 300.000 seguidores no meu perfil pessoal, tão 16.000. Beleza? E aquisição, ao contrário do que as pessoas pensam, para escalar você não precisa vender cada vez mais caro, você precisa vender barato. Isso é meio estranho,
né? Mas por quê? Porque se eu chego para você e eu falo assim: "Mano, bora para Dubai". É de executiva, só que tu vai pagar só o o valor de custo. Tu vai pagar, sei lá, é o valor de custo é milão e o valor da passagem tu sabe que é 15.000, tu pagaria? >> Com certeza. >> Então eu consigo comprar cliente público frio com ofertas em que eu tenho um ticket mais baixo. >> Entra naquele que eu te falei que parei de vender mentoria, entendeu? É exatamente isso. >> O custo, a escala é maior.
>> Exatamente. >> Agora, né, nessa tração. >> Então, o que que eu entendo para todas as empresas que quiser crescer em 2026, primeiro ela tem que vender caro para conseguir consolidar caixa, para conseguir se ajustar. Tu vende consultoria de A também, né? >> Sim. >> Então, >> e aí depois caso ela queira escalar, ela vende barato pras massas. Por quê? Porque aí o produto barato compra cliente para ela depois vender caro. E quando o cara comprou cliente, ele tem lac, que é o lucro de aquisição pro cliente, não tem CAC, que é custo para questão
de cliente. >> Uhum. >> Então se eu faço conteúdo, eu tenho CAC Zero, não é verdade? Porque eu tô trazendo um cara >> e se eu faço funil de aquisição de mais eh muito melhor de comprar, mais pronto para comprar. Verdade. Mais pronto para comprar, porque é o cara consciente, porque no conteúdo e que confia em mim, que é os dois pilares lá que eu comentei, >> que às vezes é o cara que nem vai comentar, ele só vai assistir, ele que aumentou consciência, vai lá no teu link E aplicou. Não é o cara que
eu prospecto ele. Ele curte sem querer alguma parada. Eu entro em contato com ele, agenda numa reunião, o cara fecha, acabou de me seguir, compra no dia seguinte. >> E então aquisição, vender ticket barato para depois vender ticket caro e conteúdo. Eu acho que e cara eu ia talvez eu coloque, mas se tu não tá com >> já tá atrasado, tu >> já acabou, velho. Entendeu? E se tu colocar IA, tu consegue ganhar pelo Menos 10% de margem aí, pô. Se tu fatura 100 milhões, por exemplo, a gente vai faturar 100 milhões ano que vem.
>> Uhum. de lucro vai bater 40 e alguma coisa, 45, né, dos 100 milhões. É, se não fosse coiá, a gente teria fazero 35 milhões de lucro com os mesmos 100 milhões. >> Doideira, >> entendeu? É tipo isso, cara. Eu tô colocando aqui uma mais ou menos, né? Mas é é essa conta. Pode fazer a conta Aí e ganha 10% percentuais de lucro. Então, tu fatura a mesma coisa com mais dinheiro no teu bolso. Isso é bom ou ruim? Não é ótimo. >> É ótimo. Eu tô aprendendo esse bom ruim com o Renato 3ão. Tô
assistindo muito. [risadas] >> E tem outra coisa para 2026, >> a galera participar do evento. >> Galera participar do evento. Não, quem cara, se a pessoa tava cogitando não ir pro Foss Experience, eu quero que você, Cara, entenda que se você quer bater todas tuas metas em 2026, >> tem que tá lá. >> Você tem que tá lá. Tem que tá lá. Pô, e não é só a gente, cara. Alfredo Soares, Carlos Bucho, Fernando Miranda, bora, bora lá com a gente. Arruma para ti, ó. Fechou. >> Estamos junto. Então, Samuel vai tá lá. E >>
Nicolas Ferreira. >> Nicolas Ferreira. Cara, eu vou até pegar Aqui o lineup. Pode pegar. >> Pode faz o É o espaço é teu agora. Faz teu. >> Vou pegar aqui, ó. Deixa eu pegar aqui experience. Eu vou abrir, eu vou abrir a a landing page aqui. Exp, >> galera também, ó. Se você não não segue o Matuto, o Instagram dele tá aparecendo aí na tela, tá aqui embaixo. Segue o cara lá no Instagram também que tem muito. Agora em 2026 vamos postar seis Views por dia. Então você vai ver a cara 24 horas >> aqui,
ó. Ó a galera aqui ó, não sei se acho que não vai dar para ver aí, mas tem Nicolas Ferreira, Alfredo Soares, Davi Braga, Dema de Oliveira, que é o responsável pelas expansão da das lojas da Samsung no Brasil. É o cara que fez a Samsung se tornar aqui no Brasil, quem é? O Carlos Bush, que foi quatro vezes top e vendedor da Oracle. Maluco fodático. Quem conhece o Carlos Bush Sabe. Fernando Miranda que é CEO da Stage, sócio da V4. >> Uhum. >> E Google Ribeiro, que é o maluco, cara, para mim é um
dos melhores de tecnologia do Brasil. Tem uma galera, o Renner Silva, que é um cara que é um dos melhores palestrantes do Brasil, foi condecorado com um dos melhores palestrantes do Brasil. Tem uma galera, André Oliveira e Bruna Guimarães, que tem uma clínica gigantesca de eh Cirurgia plástica. Isabele Polo, que tá fazendo estratégia de marketing e crescimento de base e conteúdo Grof para marcas gigantescas também. É a cara muito boa. Então, a galera time de peso, velho. Time de peso. >> Os melhores, >> os melhores vão estar lá. >> O link vai tá aqui embaixo,
tá, galera? Se você quiser garantir isso. Ainda tem ingresso, tem, né? >> Tem. A maior parte dos ingressos a gente Vende janeiro, né? >> Uhum. >> Você já fez evento presencial? Ainda não >> já, >> cara. Prento presencial, a gente sempre vende cerca de 60% dos ingressos nas últimas três semanas. >> E janeiro também para mim é um dos melhores meses que tem, que é o todo mundo quer resolver os pepinos. >> Já acabou o lote zero, infelizmente, né? >> Mas eu vou dar uma de casazinha. Fala Com o comercial lá que que os caras
conseguem uma condição legal. [risadas] Eh, já tá no lote um agora, né? Acabou os primeiros 400. Já foi. >> Caraca, vai lotar o negócio. >> Vai, vai lotar, mano. Vai ser aqui em Alfaville, na casa de destino que é do Thiago Brunesse. >> Ah, top. Então tem lugar para 2000 pessoas. Se eu vender mais de 1500, >> tá lindo. >> Mas a gente quer colocar 1000 pessoas. Essa é a meta, saca? >> Uhum. >> Então a gente quer vender agora >> janeirão ali. Vocês apertar lota porque janeiro é [ __ ] mano. Beleza. >> Eu
quero. >> Principalmente para quem quer começar o ano um >> agora você ajudando a gente aqui. Só >> bora para cima. Já vem em janeiro de novo antes do, não É só no final do mês, >> pode ser no final do mês. >> Vem de novo. A gente fala de vendas e >> dração ali também. Eu vou usar uns cortes aí. Tô também com um time de corte. Cara, >> sabe o que dá para fazer? A gente tem um outro cenário que a gente vai naquela mesa ali. Dá para vir tu, outro sócio teu ou
os três a gente trocar a ideia aqui >> à disposição aí para vocês. >> Irmão, deixa um recado aí pra galera que acompanhou até agora, ó, >> um dos podcasts mais longos aí nossos. >> Caraca. Deixa um recado pra galera que tá querendo investir nessa parte funil de vendas do próximo ano, que tá abri olho, né, que não era, tá atrasado já, mas dá tempo. >> Fun de vendas. Vixe, >> funil de vendas. >> Tu não colocou IA funil de vendas, tu devia ter colocado digo melhorar o funil De vendas, né? Melhorar ali a a
os funis de vendas, as taxas de conversões, questão de às vezes o cara não tem o ICP ideal, o cara não entendeu o jogo ainda ou entendeu e tá travado. Qual o recado você deixa para essa galera? que precisa acordar agora para 2026 não virar um pesadelo na vida dele. >> Cara, se o cara não quer morrer pobre, eu acho que ele deveria aprender a vender, velho. [risadas] Acho que é isso, né? >> Você vai falar mais >> não. >> Galera, tamo junto. Esse aqui foi mais um episódio do Vendcast com Mateus Matuto. Mano, curti
demais podcast. Vamos já marcar o de janeiro aí pra gente falar só de vendas, funil, oferta, principalmente oferta, a gente estruturar mesmo questão de aprofundar na na criação de oferta ali e a galera entender o que que é realmente uma boa oferta, que eu acredito que o mercado do Infoproduto ele meio que deixou a galera eh cega pro realmente é uma oferta. >> O cara vende pela autoridade do Expert, né? >> É, entendeu? Então, dá pra gente ensinar uma um bom conteúdo aí pr essa galera e eles aprender a vender mais através de uma boa
oferta. Estamos junto. >> As portas estão abertas aí do Vendcast para vocês. >> Galera, encaminha esse podcast aqui para aquela pessoa que você fal, mano, esses Caras são doido, só falar uma loucura nesse podcast, mas você tem que assistir aquele seu amigo, aquele seu sócio que precisa assistir esse podcast, encaminha lá para ele, deixa um comentário aqui, se inscreve no canal e eu vejo vocês no próximo Vendcast. Valeu,