Olá pessoal então vamos dar início ao segundo vídeo aqui da disciplina de propriedades físicas e secagem da Madeira tá sou Professor Fernando Andrade e é um prazer recebê-los aqui bom então falando agora sobre as características anatômicas da madeira a gente vai relembrar um pouquinho alguns conceitos que vocês já viram na disciplina de anatomia PR que a gente possa ter um melhor entendimento do comportamento físico da Madeira também tá a madeira é um material altamente heterogêneo né então ela é composta por diferentes tipos de tecido Então eu tenho lenio Inicial lenio tardio que vão formar o
an de crescimento eu tenho cnio alburno dentro do esema secundário eu tenho a madeira juvenil e a Madeira adulta né em função da idade do câmbio eu tenho a madeira normal e a madeira de reação né dentro da e em árvores que são plantadas em em encosta né ou árvores que sofrem influência do vento né e eu também tenho as tensões de crescimento Então essas são algumas das variações que a gente encontra dentro da madeira que pode influenciar no seu uso a madeira tem variações tanto em escala macro quanto escala micro né Tem variações também
na parede celular na parede na na ultra estrutura da parede celular e também tem variações a nível molecular tá então sempre que a gente faz inferência sobre eh amostras de madeira muito grandes Baseado Em pequenas amostras de madeira a gente precisa levar em consideração que esse material ele tem ali ele pode ter anormalidades né como presença de nós presença de Gran né assim o ângulo da grana na verdade né algum outro fator que pode influenciar no comportamento desse material no comportamento físico no comportamento mecânico levando a a a reduções eh significativas no desempenho do material
tá então a gente precisa ter sempre cuidado e levar sempre em consideração que a madeira é um material altamente heterogêneo tá bom a madeira ela vem basicamente de dois grandes grupos né essa madeira que a gente encontra hoje no comércio né Ela vem basicamente das minos permas né conhecidas também como coníferas né em função eh do fruto do tipo de fruto que elas produzem né Eh frutos mais cônicos né ou também são conhecidos como softwoods né Essa terminologia é mais utilizada do cenário internacional né E também elas podem vir das angiospermas de cotiledones né conhecidas
como folhosas em função eh do seu da sua Copa né e da do tamanho das suas folhas tá E no cenário internacional elas s mais conhecidos como hardwoods né Essa terminologia e inglesa né hardwoods softwoods Essa diferenciação se dá em função da densidade do material e da dureza do material então madeiras mais duras né em geral São são as angiospermas né e As madeiras mais moles em geral são as de minos permas embora né seja importante a gente ressaltar que há exceções tá eu tenho madeiras duras também dentro do grupo de ginospermas né e eu
tenho madeiras moles também dentro do grupo de angiospermas Então essa diferença ela ela é mais então a madeira é um tecido altamente Complexo da planta né composto por diferentes tipos de célula né quando a madeira tá no estado adulto né A grande maioria das suas células elas são mortas né e vazias tá eh resultando assim no que a gente conhece como esema secundário tá esse esema secundário ele é composto basicamente então de parede celular e de vazios né o são os poros da Madeira tá ou os lumens né Eh então quando a gente fala em
conífera né a a conífera basicamente ela tem de 90 a 95% da sua composição são os traqueídeos né que tem função tanto de sustentação quanto função de condução né e os traqueídeos também vocês vão encontrar eles sendo denominados como fibras também tá então a gente fala fibra longa ou fibra curta né fibra longa seria a madeira de conífera E fibra curta seria a madeira de folhosa tá bom e as folhosas né por outro lado elas são compostas basicamente fibras né e também por elementos de vaso né então há uma uma distribuição maior entre esses esses
dois tipos de célula a fibra fazendo a função de sustentação cerca de 50% da folhosa fibra E também temos os elementos de vaso fazendo aí a função de condução de solutos tá bom os vasos eles são ligados idades né uns aos outros né permitindo com que a a folhosa consiga conduzir e líquidos Né desde a raiz até a Copa das Árvores tá então é uma é uma adaptação né que as folhosas sofreram ao longo do tempo essa diferenciação aí então o traque ele tinha as duas funções né condução e entação e as folios diferenciaram e
entre fibras e elementos de vaso aqui nessa imagem a gente consegue lembrar um pouquinho lá da aula de anatomia né então aqui na parte mais Central eu vou ter a medula que é o resquício do crescimento primário da da planta tá aqui eu vou ter o CNE mais mais Centralizado né próximo à medula e o alburno Né que é um um um tecido também eh do esema secundário mas ainda com funções fisiológicas ativas ele consegue ainda fazer condução né E esses dois têm eh diferenças né embora não Eles não sejam dois tecid Diferentes né eles
são o mesmo tecido Ambos são chema secundário só que eles t e composições aqui distintas né mas os dois são chema secundário Ok E aí aqui entre o floema e o chema eu vou ter exatamente a zona cambial né que dá origem aos dois né forma e madeira para dentro e forma floema para fora tá então essa aqui é a estrutura macroscópica básica aí de da madeira aqui nessa imagem a gente consegue ver bem a diferença entre a folhosa e a conífera né então a folhosa ela tem uma estrutura mais porosa né Tem elementos de
vaso maiores aqui os poros são maiores tá E aqui eu tenho eh isso aqui são as fibras da Madeira tá E aqui no caso da da conífera eu tenho eh basicamente trío aqui ó então é uma estrutura mais homogênea né embora ela também tenha heterogeneidade mas ela tem uma uma composição mais Eh mais simples né quando eu comparo com a folhosa tá até em termo de identificação é muito mais fácil você identificar uma conífera do que você identificar uma folhosa né a as folhosas têm e muita similaridade entre entre uma espécie e outra né exatamente
pela quantidade muito grande aqui de e de elementos né que fica difícil você diferenciar aqui na na conífera você bate o olho você já meio que identifica Qual é a espécie então a madeira basicamente é formada por meristemas né E e esse meristema né no caso do meristema é o meristema cambial né então eu tenho uma zona cambial na verdade né porque não é só um uma faixa né eu tenho uma grande variação aqui de de zona cambial Então essa zona cambial ela vai formando madeira para dentro e vai formando FL para fora e ela
sofre muita influência do meio ambiente e essa essa ela influencia diretamente aqui na formação do tipo de de lenio que eu vou formar se vai ser lenio eh lenio Inicial lenho tardio né se vai ser lenho juvenil se vai ser se vai ser madeira juvenil se vai ser madeira adulta né Exatamente porque o câmbio sofre muita influência tá aqui a gente consegue perceber bem aqui a gente consegue ver uma árvore né um corte aqui eh em perspectiva né da da árvore e aqui ó na base a gente tem a primeira madeira formada né pelo câmbio
né Então aquela primeira madeira ela se encontra exatamente na base e aí a madeira vai crescendo em altura né E aí a gente vai vendo aqui ó essa aqui já é um segundo ano de crescimento terceiro quarto quinto sexto Ou seja a madeira mais nova tá aqui no topo ó né Exatamente porque aqui eu tenho o câmbio mais Eh mais novo né formando essa madeira aqui e eu também tenho a madeira mais nova aqui próximo a casca né essa madeira próximo à casca ela foi formada que o câmbio tá aqui próximo então ele vai formando
madeira para dentro né então ele vai sendo empurrado para fora e aí a madeira vai crescendo em eh em diâmetro também tá aqui ó Nessa seção transversal aqui dessa Cunha eu consigo ver bem também as diferenças dos tecidos né Então olha só eu tenho aqui a medula né E aí em direção à casca o que que eu vou ter eu vou ter o meu CNE aqui próximo à medula e o meu alburno né dentro aqui da é tanto do serne do alburn eu vou ter lenio Inicial né poros maiores tá e Leno tardio aqui ó
paredes mais especes né a união dos dois vai formar Então o meu anel de crescimento tá E aqui eu vou ter a minha zona cambial que vai estar formando a madeira para dentro e o floema para fora tá então essa madeira aqui ó mais próximo à medula eu vou chamar de madeira juvenil tá e dependendo da idade da árvore eu já posso ter aqui a madeira adulta também tá então vocês percebam a madeira que foi formada mais recentemente pelo câmbio dependendo da idade ela já pode ser denominada de madeira adulta enquanto que aquela primeira madeira
que foi formada pelo câmbio ela é a madeira juvenil tá Embora ela seja a madeira mais antiga né Então essa diferença aqui é importante vocês entenderem isso tá que não é quando quando a gente fala madeira adulta e madeira juvenil não é em função da idade da Madeira tá é em função da idade do câmbio né então Madeira juvenil porque foi formada quando o câmbio era jovem madeira adulta foi formada pelo câmbio quando ele era já Mais maduro digamos assim né ele já tinha uma uma especialização maior nessa função de forma madeira tá então essa
Esses aquii são as estruturas né E aí em termos de plano eu tenho aqui o meu plano Radial né que é exatamente o plano que eu consigo enxergar aqui ó as a parede dos raios né E aqui no plano tangencial eu consigo enxergar a parede dos vasos né então esses cortes aqui ó são importantes para que e eu entenda o comportamento da Madeira quando ela tiver sofrendo secagem tá Porque dependendo do corte que eu faço na madeira o comportamento durante a secagem vai ser diferente Exatamente porque eu tenho elementos células diferent aqui em cada sessão
sessão Tang seão Radial e na sessão transversal também tá então aqui falando de tecidos né eu tenho os anéis de crescimento são regiões de madeira que apresentam uma variação na dimensão da parede celular então pode ser uma uma parede celular mais fina né no caso do Leno Inicial é uma parede celular mais espessa no caso do Leno tardio né E essa variação ela é proporcionada pela existência de períodos vegetativos né mais intensos ou menos intensos tá então aqui eu consigo ver vez num corte numa prancha tangencial aqui ó cada cone desse aqui seria uma camada
de crescimento Então ela se assemelha muito a cones sobrepostos né então a gente fala que a madeira tem um crescimento eh semelhante a cones sobrepostos tá exatamente em função dessas camadas de crescimento aqui ó eu consigo ver bem a diferença entre os dois ó no caso do L Inicial né ou early Wood né como é conhecido na teologia inglês ele é um Leno formado principalmente na primavera né nas zonas temperadas tem uma é uma região de menor densidade tem a parede celular menos espessa né consequentemente eh ele eh é um um lenio um pouco mais
fácil de secar tá ele também é um lenio com maior eh espessura tá porque como ele é formado na zona de de melhor crescimento do Vegetal né a madeira consegue forma mais madeira nesse período já o Leno tardio ele é um Leno formado no outono né então é uma uma região de maior densidade mais compactado né consequentemente ele é um Leno com menor espessura né a parede celular dele é mais espessa né porque nesse período a árvore tende a reforçar sua função eh estrutural né e não a sua função de condução e o Lumen é
menor cerca de duas vezes a espessura da parede tá tá E ele é o último a ser formado num anel de crescimento então quando eu formo um anel de crescimento eu começo com o lenho Inicial e depois forma o lenho adulto lenho Inicial lenho adulto e assim subsequentemente tá E ele é um lenho de de secagem mais difícil exatamente em função da sua maior densidade tá então a gente percebe aqui ó em um anel de crescimento Eu tenho dois tipos de lenio né Eu vou ter esse lenho aqui que é o lenho Inicial mais o
lenho tardio quando essa madeira secar o que que vai acontecer o comportamento do Len Inicial ele vai ser diferente do comportamento do Len tardio essas diferenças aqui em saída de água velocidade saída de água resistência tá vai gerar defeitos na madeira rachaduras Então a gente tem que ter muito cuidado né quando a gente vai secar a madeira para não fazer uma secagem muito drástica exatamente para não forçar essas diferenças aqui então é por isso que a gente precisa entender o comportamento aqui dos tipos de Len presente na madeira aqui como é que se dá a
formação do lenho tardio né aqui ó eu tenho a estação de crescimento Então eu tenho o início da estação de crescimento o meio e o fio então no início da são de crescimento a época mais favorável né então o que que vai acontecer vai haver a formação do lenio Inicial exatamente em função aqui ó início da estação de crescimento tá E aí com o tempo né Essa estação de crescimento ela vai chegando ao fim né então no início eu tenho uma produção muito grande aqui de fotossin né hormônios responsável pelo crescimento em função da grande
eh quantidade de nutrientes que tá sendo absorvida da grande quantidade de água que tá sendo absorvida nesse período né sol bastante sol aqui também tá então ela vai formando esse lenio com a parede mais fina né e o lume maior que é exatamente para facilitar a movimentação de líquidos né E aí conforme vai diminuindo aqui a a quantidade de nutrientes ela vai transicionando né pro fim da estação de crescimento então no meio aqui da estação de crescimento ela começa a formar um lenho com a parede um pouco mais espessa tá chegando então ao fim da
estação de crescimento com uma parede muito mais espessa em relação ao Len Inicial né então nessa fase aqui já não tem mais expansão celular né E não tem mais disponibilização de hormônios na base do furt então eu falo Len Inicial e Len tardio Mas eu também tenho que considerar que há uma zona aqui de transição tá não é uma diferença abrupta né acabou a o crescimento Já vai para pra fase de de formação de Len tard não tem uma zona de transição aqui importante também tá um outro tipo de de lênio existente na madeira né
é o lênio juvenil e o lênio adulto tá eh e esse lenio como eu falei para vocês ele é em função da idade do câmbio né um câmbio jovem vai formar esse lenio juvenil e um câmbio adulto vai formar esse lenho adulto aqui ó mais externo tá bom o lenho juvenil quando eu compar elho com adulto eu vou ter um menor comprimento dos traqueídeos e das fibras Então as fibras aqui são menores consequentemente a resistência mecânica dele é menor tá um menor comprimento dos elementos de também tá o diâmetro celular ele é menor eu tenho
uma espessura de parede celular menor também o ângulo das microfibrilas é maior eu tenho uma maior proporção de fibras aqui no lenho juvenil e Menor proporção de vasos tá maior te liina e Menor te de celulose e maior te de hemicelulose tá então considerando essas características aqui do lenio juvenil que que vocês acham que vai acontecer num processo de saída da água né lembrem aí dos do dos conhecimentos que vocês têm de anatomia vocês acham que a secagem desse Leno vai ser mais fácil ou vai ser mais difícil o que que vocês acham respondam lá
para mim lá no grupo tá lá no Google classroom eu coloquei a pergunta lá para vocês exatamente para vocês pesquisarem e me responder isso aqui tá a secagem do Len juvenil ela é mais fácil ou ela é mais difícil em função do qu tá então Responda lá para mim isso uma outra diferenciação né que seria o CNI alburno aqui do chema secundário né o alburno ele é o xilema funcional porque ele tem ainda a movimentação de líquidos né aqui tá errado tá que seria Sep Wood né o alburn ele é uma região que tem uma
densidade menor tá e tem uma menor proporção de extrativos também consequentemente é uma madeira mais suscetível a ataques biológicos Tá bom mas a secagem dele é mais fácil Exatamente porque a densidade dele é mais baixa tá já no caso do CNE ou do heartwood né Eu tenho um chema não funcional né não funcional no sentido da movimentação de líquidos né porque ele tem uma função estrutural tá ele é uma região de maior densidade exatamente para ter esse esse maior por ter esse maior suporte mecânico né tem maior T distrativo também que dão essa coloração Mais
Escura pro pro CNE consequentemente a resistência mecânica dele é maior tá só que a secagem dele é mais difícil porque ele tem uma densidade maior e um número celular com bastante tilose bastante obstruções tá e muito extrativo depositado E aí na indústria a gente costuma descartar o alburno e Usar somente o CNE Qual é a implicação disso eu vou ter uma secagem mais difícil vou ter que conhecer o comport desse material aqui durante a secagem tá se fosse S alburno seria muito mais fácil não prec não precisaria nem estudar a secagem bastaria colocar o ar
Liv que ia secar Sem problema pessoal faz muito isso com pinos né uma madeira de baixa densidade tá seca o ar não tem problema agora madeira tropical onde o filé da Madeira é o CNE a gente tem que ter um conhecimento pessoal muito grande aqui de como é que é o comportamento desse material por isso que a gente estuda propriedade física comportamento físico durante a secagem por isso que a gente estuda métodos adequados para secar madeira tá bom E como é que o alburno se transforma emem serre né primeira coisa há um distanciamento do câmbio
né porque o câmbio vai formando madeira para dentro ele vai sendo empurrada para fora essa esse distanciamento aqui dessa célula vai fazendo com que ela entre em apoptose né ela começa a morrer e aí há uma perda de água ela começa a secar ela começa a perder amido lipídio e proteína seus os seus componentes aqui há uma diminuição do te de oxigênio então ela vai sofrendo um processo de e de morte mesmo né com deposição aqui de extrativos tá E aí esse material ele fica somente e a Parede celular né revertido com extrativos aqui tá
então ele tem uma alta resistência porque a pared celular tá é bastante espessa né E tem esse preenchimento ainda do lumem tá então aquela região mais fraca foi preenchida com com extrativos então isso faz com que a madeira fique mais escura e mais resistente também tanto mecanicamente quanto a biodegradação um outro tipo de de lenho né presente na madeira é o lenho de reação né E aí ele tem uma diferença em função das coníferas e das folhosas no caso das coníferas eu tenho o Leno de compressão que ele ocorre exatamente nessa zona aqui ó onde
a árvore tá sendo comprimida tá tem uma maior quantidade de lignina e a Madeira é um pouco mais avermelhada né e os os traqueídeos são um pouco um pouco menores aqui nessa região tá e tem maior propensão também a defeito de secagem quando eu comparo com a madeira normal tá no caso de L de tração onde a madeira de reação ocorre aqui ó Nessa zona de tração né eu tenho e uma maior quantidade de celulose e eu tenho também um lenho mais esbranquiçado exatamente pela essa Quantidade maior de celulose aqui tá uma maior resistência à
tração porque como eu tenho maior celulose a celulose é muito resistente à tração isso me dá essa maior resistência aqui tá Então ela é interessante pra produção de alguns tipos de papéis tá eh só que ela tem uma propensão muito grande a defeito de secagem exatamente por ela ser uma anormalidade aqui né um Leno estranho quando eu comparo com o Len normal Então vai ter uma diferença de secagem tá uma diferença aqui na na no comportamento durante a secagem uma última característica pra gente levar em consideração na hora de secar a madeira seriam as tensões
de crescimento né a tensão de crescimento ela é muito importante pra árvore se manter em pé né É um mecanismo na verdade que a árvore utiliza né para regular a posição espacial da Copa para estabilizar fisicamente a árvore para deixar ela reta em pé sobreviver durante eh ventanias fortes né isso faz com que a árvore não sofra ruptura não quebre né então ela funciona muito semelhante ao que a gente faz com uma antena aqui ó então ele tem uma antena e cabo de aço né então o cabo de aço ele faz a função de tração
e a região mais basal aqui da antena Ela tá sofrendo compressão tá mesma a coisa na árvore tá essa região mais de fora da do furt aqui ela tá sofrendo tração e a parte basal aqui do centro tá sofrendo compressão tá isso faz com que haja geração de defeitos durante a o processamento da Madeira o principalmente o corte da Madeira então se você não não souber que aquela árvore tem tensão de secagem quando você cortar ela vai abrir E aí durante a saída da água ela vai começar a sofrer e deformações tá no eucalipto isso
é muito comum tá então eh a serragem do eucalipto inclusive ela ela exige desse cuidado né de você serrar adequadamente usar uma serra fita adequada para evitar esse tipo de defeito bom pessoal era isso nesse vídeo sobre anatomia né para vocês relembrarem alguns conceitos de anatomia que a gente vai ficar sempre puxando né durante a disciplina para que vocês não fiquem muito perdidos né então respondam lá aquela questão que eu coloquei para vocês e até o próximo vídeo abraço