Eu acho, sabe que essa questão, esse fog >> mental produzido pelo que você chama de matriz, >> que é uma realidade que eh obnubila, quer dizer, que que que faz com que a mente fique confusa. >> Uhum. >> Não é?
E a pessoa ela se desencontra e muitas vezes ela perde a esperança. Uhum. >> Sabe?
E por isso que é importante ter, por exemplo, programas como esse que ajuda as pessoas a alicerçarem a mente. >> Uhum. >> Mas uma uma questão que eu tenho me perguntado numa numa situação extremamente complexa em que a pessoa tá muito desencontrada, como é que ela tem que fazer?
que ela tá num sofrimento muito grande, considerando que precisa pedir ajuda ou ajuda médica, psicológica de um amigo, da família, de um clérigo, espiritual, seja como for, é importante a pessoa captar a seguinte questão: Deus habita em você. Aí alguém pode dizer assim: "Não, mas eu não acredito em Deus. Mas a questão de acreditar, eu não acho que esse seja o caminho.
Eu acho que é necessário descobrir. É, >> então é é muito importante a pessoa, mesmo que você não acredite em Deus como fonte primária do tudo que que olha por você, é importante abrir espaço para você perceber dentro de você, você fazer uma descoberta exatamente dessa luz interna, porque existe uma imagem semelhança entre o eu e Deus. Então é importante abrir espaço para essa busca de autodescoberta.
Isso pode ser feito agora. Agora. Porque se a gente fica só no desespero e não busca isso, ah, mas eu não acredito.
Não. Faça a experiência de buscar. Se você fizer essa experiência de buscar, espera um pouco.
Você vai ter uma intuição, >> vai? >> Entende? E aí essa intuição leva à inspiração de uma atitude.
E você vai reconhecer que é uma é uma emergência da força divina se for na direção do amor, da paz e da vida. Então, se essa intuição vier na direção da sustentação da sua vida, do amor e da paz, é Deus falando dentro de você. >> Hum.
Nossa, que >> então a inspiração deve caminhar nessa direção, porque às vezes a gente fica muito perdido e sem esperança no meio desse arsenal de coisas confusas que o mundo está. >> Então, a intuição seria o órgão sensorial, certo? Depois que você pensar, você dá um tempo para um para algum órgão sensorial seu, eu te dar um caminho.
É, você é uma busca de si. Pensa pensa comigo o seguinte, começa assim. Isso daí eu já falei em vários programas.
O teu corpo, 70% é água, 20% é areia, que são os ossos. Depois a maior parte da sua célula são bactérias. >> Sim.
>> Depois vem as suas células e as suas células só 12% do DNA você usa. Então o seu corpo, na verdade, é um abraço da natureza. Você não é seu corpo.
Você usa um corpo para estar no >> experimentando a vida. >> Experimentando a vida. Bom, aí é aí você vai olhar a sua mente, na sua mente você fala assim: "Minha mente está confusa, minha mente é agitada.
Minha mente não para. Por minha mente transitam pensamentos ruins. Pela minha mente eu tenho confusão.
Veja, se você pode observar a sua mente, então você não é sua mente, você é a pessoa que o ser que observa a sua mente. Pronto, você vai se localizando. Esse ser que você não é, talvez vha a pena fazer um exercício vocal.
Eu sou, eu sou. Então você começa a se perceber como Jesus fazia. Eu sou caminho, verdade e vida.
Uhum. >> Como um exercício de autoencontro, >> de autodescoberta, >> é de de sustentação da da estrutura dele. Porque Jesus se incomodava com a ambiência.
Quando antes de entrar em Jerusalém, ele pergunta pros apóstolos: "Quem vocês acham que eu sou? " Aí Pedro diz: "Sois o enviado de Deus". Ele fala: "A luz fala por você".
Aí ele explica que vai entrar em Jerusalém e que ele iria sofrer. Aí Pedro fala: "Então não vá". E ele fala: "Agora a sombra fala por você tentando me demover da missão a qual eu vim".
Então ele tinha uma uma preocupação na sustentação do seu princípio. >> Então ele dizia que é uma experiência que você pode fazer. Eu sou caminho, verdade e vida.
Para encontrar esse ser que tá por trás de todo sofrimento e toda confusão mental. Aí você identifica a força divina dentro de você. Esse é um exercício a toda hora >> da gente tá encontrando, porque aí nós vamos receber a inspiração e vamos saber que é uma inspiração divina quando está eh na direção do amor, da paz e da sustentação da vida.
>> Que exercício, hein? Agora vou ter que falar só um negocinho de um minuto. Acho que a gente já explodiu todos os tempos.
>> Não tem imagina, temos tempo de sobra aqui. >> Pegando essa linda explicação do eu sou, o que que é o processo alquímico? O que que é o eu?
O eu é o indivíduo. >> Sim. >> É onde você vem experimentar a vida.
É esse ser que tá utilizando esse nome, essa classe social, esse trabalho, toda essa experiência material. E o que que é o sou? é o todo, é o espírito.
O que que é alquimia? Quando existe a fusão do teu eu indivíduo com essa presença divina, quando isso se funde, você reconhece: "Opa, esse pensamento aqui, ah, eu vi um filme ruim, euou vi um papo ruim, isso aqui não me fez bem, isso aqui não é meu, ou minha mãe me criou assim, o seu pai, porque eu não sabia também, isso aqui não me pertence, eu tô aqui nessa essência ou essa emoção que me traz, tá? Eu tô sentindo isso, mas eu não sou isso.
O eu sou, ele sintetiza essa fusão, esse eu, esse indivíduo que se funde com todo, que você pode chamar de Deus em si, que é a presença divina em nós, que a gente pode chamar de Deus. Então aí a gente descobre que esse eu é divino e é grande. E aí a medicina acontece, a cura acontece, a transformação ocorre, porque eu deixo de estar só no caminho.
Eu não sou mais um eu, um indivíduo só, desconectado e separado do todo. Sou um eu fundido com esse todo, nessa presença divina que me acompanha a cada minuto, a cada respiração, a cada ato, a cada palavra, a cada instante. Eu sou maravilhoso.
[risadas] >> Caramba, mano. Estamos conectado aqui. É aquela hora eu ia puxar esse gancho que quando você falou dos guias espirituais, muitas vezes eles podem ser nós mesmos em outras dimensões.
Então o conceito de realidades paralelas, ele realmente existe? >> Ó, lembra? E Freud coloca o super ego, é uma estrutura >> Uhum.
Não é, não é que seja uma realidade paralela, é uma estrutura interagente que funciona dentro de nós. Eh, vamos dizer assim, porque o paralelo, linhas paralelas nunca se encontram. >> Perfeito.
>> E essas estruturas são interagentes, tá? Então, por exemplo, o super ego, que é a sua função superior, pega um monte de pensamentos ruins que passam por nós e fala: "Não, pera um pouco, isso daqui não". Uhum.
>> Então você vai atuar, por exemplo, às vezes você pode estar morrendo de raiva de uma pessoa, mas você precisa ser educado com ela, porque o seu supergo que é é o território da tua ética, da tua luz, fala: "Eu preciso ser educado com ela, apesar". E quando a pessoa parte para cima chutando, ela ela perdeu o super ego, ela perdeu a conexão com o superegoo. Hum.
Não é? Por isso tem pessoas que tem uma grande dificuldade de sustentação do superegoo. que que são essas noções superiores.
Então, ela ela delega pra sociedade fazer isso. >> Como que ela acaba delegando isso? >> Ela acaba delegando isso pro sistema judiciário, pra justiça.
Você não pode fazer isso. Então, o o Estado passa a te tutoriar. Ah, >> entende?
Então, a o desenvolvimento de noções superiores faz com que a pessoa consiga conter as pulsões primárias, que são as pulsões do ID, segundo o Freud, não é? Eu tô procurando traduzir numa livre exercício de de reflexão as questões do Freud, não é? E então, eh, e essas e essas questões elas não são paralelas, elas são interagentes.
E o próprio Freud detectou funções eh que reagem em nós que nós não percebemos, é o inconsciente. Hum. >> Não é?
E muita coisa ele percebeu que nem vem do corpo. Tanto que ele ele ele descobre as neuroses que não tem matriz física. Então, quando ele faz, por exemplo, o exercício da psicanálise, ele é, eu vou fazer uma paródia aqui, né?
Joga teu corpo aí no divan, que a conversa de alma para alma. Aliás, ele usava o termo alma. Então, eh, é interessante como todas essas funções, elas são interagentes.
A grande questão é a gente fazer a coesão de tudo isso, >> hum, >> eh, de sorte que a gente possa eh exercitar essa percepção integral. Yeah.