Uhum. No ensaiou. >> Boa noite. Boa noite a todos e todas. Sejam bem-vindos a um mais um sábado formativo, né? Hoje eu estou aqui com as professoras moderadoras da turma 18, professora Mara, que você já conhece, a professora Celiane, primeira vez, né? Daqui a pouco elas vão se se audiodescrever. Então, ah, para quem é a primeira vez Que tá aqui nos acompanhando, eu sou o professor Ademar Alves dos Santos. Eu sou um homem de pele parda, né? Eu tenho mais ou menos 1,70, 80 kg, sou calvo, bem calvo, né? Olhos castanhos, sobrancelhas espessas, estou usando
uma máscara de proteção, né? Eh, por recomendação médica. Estou usando uma camisa polo marrom. Ah, uso também óculos de grau, né, de armação preta. Estou usando fone de ouvido headset e lá no meu fundo uma Parede desbotada, né? Então essa é minha audiodescrição, OK? Então, mais uma vez, bem-vindos a esse sábado, dia 28 de fevereiro de 2026, né? às 8 horas, graças a Deus, né? Conseguimos entrar às 8 horas e nós eh esse encontro terá a mediação das professoras já apresentadas. Daqui a pouco elas vão se audiodescrever. Eh, esse encontro dirigido, ele tem a sua
marca é a reflexão, né? é um convite para podermos refletir sobre eh pontos Importantes desse curso de formação, que hoje nós vamos falar especificamente, né, da avaliação pedagógica e o acompanhamento educacional na perspectiva da inclusão, né? Essa temática faz parte do texto três, né, da unidade unidade três, semana três, de minha autoria, né, junto com os com os pesquisadores aqui do grupo Leges de pesquisa da UFO, do qual eu coordeno. É um texto que traz elementos, né, eh, bem atuais, né, com Referências atuais, autores atuais, dados atuais. Eu espero que vocês tenham gostado. E quem
não está fazendo o curso, mas está participando das formações, não se preocupe, porque vocês estão estão tendo as referências eh tão bem detalhadas, né? E é como se tivesse estudando, fazendo curso conosco, tá? E claro, com a certificação do dia, né? Não se esqueça que cada encontro formativo vocês têm direito a um certificado, né? não é o certificado do Curso, é um certificado da parte. Tudo bem? Então, nessa semana nós eh discutimos, né, sobre essa temática e no encontro de hoje, né, se organiza, vamos assim dizer, em três momentos, vamos eh foram pensados em três
momentos bem articulados. Inicialmente, vamos retomar a crítica, a a lógica classificatória da avaliação escolar. faz parte, né, da concepção de avaliação. Em seguida, vamos discutir um pouquinho sobre o acompanhamento, né, educacional, seu Desdobramentos. Por fim, aprofundaremos a articulação entre avaliação aí plano de atendimento educacional e se der tempo, espero que dê tempo, as moderadoras também vão falar um pouquinho, né, sobre o relato de experiência, tá certo, meninas, professores? Isso mesmo. Então, muito bem-vindos e bem-vindas. Passo agora a fala para as professoras moderadoras, né, professora Celiane e em seguida professora. >> Boa noite a todos e
a todas. Meu nome é Celiane Maria de Oliveira. Eu sou moderadora voluntária da turma 18 no curso de capacitação educação especial na perspectiva da inclusão. Então eu vou fazer minha autodescrição. Eu sou uma mulher de pele clara, eh cabelos e olhos castanhos. Eh meu meu cabelo é liso, um pouco eh abaixo dos ombros. Eh, estou usando como acessório um brinco, uma argola de cor dourada, Um um fone fone de ouvido com fio de cor preta e usando uma blusa de cor azul escuro. E ao fundo tem estou tem uma parede de cor bege. Bom, meu
nome é Mara Lúcia Nigili Oliveira, eu sou a moderadora voluntária junto com a Celiane da turma 18. Eu sou uma mulher branca, tenho olhos verdes, estou usando um óculos prateado, tenho cabelos castanhos escuros na altura, um pouco abaixo da altura do ombro. Tô tô Vestindo uma camisa azul escura em gola V. Ao meu fundo nós temos a minha cortina rendada e também tô usando o acessório, que é um colar de pedra verde e um brinco no formato de flor na cor preta. Bom, vamos começar. >> Vamos começar então. Bem-vinda todas. Então, para iniciarmos a nossa
reflexão desta semana, eu quero convidar vocês a olharem com atenção para o próprio título deste encontro, a avaliação pedagógica na perspectiva da inclusão. Então, nós estamos falando de uma mudança profunda de paradigma. Durante muito tempo, a avaliação esteve associada ao diagnóstico, ao laudo, a classificação. A lógica era primeiro identificar o problema no estudante, muitas vezes por meio de um documento clínico e depois decidi o que fazer com ele. Mas a perspectiva inclusiva propõe outro caminho. É exatamente isso que aparece nesse subtítulo, Do laudo médico ao planejamento pedagógico. Então isso não significa negar a importância da
área da saúde, significa compreender que o direito à aprendizagem não pode aprender, no caso, depender de um laudo. A escola, ela não pode terceirizar sua responsabilidade pedagógica. Avaliar na perspectiva inclusiva é um ato de justiça educacional. É perguntar como esse estudante aprende, que barreiras estão presentes no Currículo, que apoios precisam ser organizados. Então, a imagem do slide, como vocês podem observar, é exatamente essa transição da fragmentação do isolamento para um cenário de crescimento, construção, possibilidades. Então, desde já, guardem essa ideia central. A avaliação não é para rotular, a avaliação é para planejar, a avaliação é
para garantir direito. Esse é o eixo que vai sustentar toda a nossa Discussão. Mara, >> bom, agora observem esse dado. Mais de 2 milhões de matrículas na educação especial e mais de 90% desses estudantes dentro da sala de aulas comum. Isso significa que a inclusão do ponto de vista do acesso já aconteceu, a matrícula já tá garantida, mas matrícula não é sinônimo de aprendizagem. Está dentro da sala de aula não significa automaticamente participar. E participar não significa automaticamente aprender. E é por isso que o slide vai afirmar. O desafio agora é pedagógico. Se o estudante
eh eh se os estudantes eles já estão dentro da sala de aula comum e estão, então agora nós precisamos nos perguntar como que nós vamos incluir ele. E por isso nós vamos também nos perguntar como que nós estamos organizando as avaliações para esse estudante, como que nós estamos acompanhando o processo de aprendizagem, Nós estamos apenas registrando notas. ou nós estamos produzindo informações que vão orientar as decisões pedagógicas. Essa frase, no final do slide, ela é muito potente porque a presença está garantida, mas estar dentro da sala de aula não basta. É preciso garantir a participação
e a aprendizagem. E é exatamente aí que entra a avaliação pedagógica como um instrumento de inclusão. Sem a avaliação formativa, sem O acompanhamento sistemático, a inclusão ela corre o risco de se tornar apenas uma estatística. E nós não estamos aqui para poder produzir números. Nós estamos aqui para garantir o direito à aprendizagem. Então agora entramos em um ponto muito sensível da nossa cultura escolar, a chamada pedagógica do exame. Então durante muito tempo, a avaliação teve como foco classificar, selecionar, hierarquizar o estudante. O erro era Entendido como falha individual, o resultado, a produção do fracasso escolar.
Então esse modelo parte de uma lógica muito simples. Quem atinge o padrão permanece, mas quem não atinge fica para trás. E mas a perspectiva inclusiva, ela rompe com essa lógica. Ela desloca o foco. Não é mais quem é capaz e quem não é. passa a ser quais barreiras estão impedindo esse estudante de aprender. A dificuldade deixa de ser vista como defeito do aluno e passa a Ser compreendida como algo que pode estar relacionado ao currículo, a metodologia, ao tempo e a forma de mediação. E isso muda tudo, porque quando a avaliação deixa de ser um
instrumento de exclusão e passa a ser instrumento de tomada de decisão pedagógica, ela se torna ferramenta de transformação. E a inclusão não cria novos problemas, ela torna visíveis contradições que sempre existiram. Esse é o ponto de virada. >> Pera aí. >> Pode, pode, pode. >> Então, no slide anterior, nós falamos da mudança da mentalidade e aqui nós vamos falar da mudança legal, tá? O decreto 12686 de 2025, ele estabelece que o acesso ao AE pedagógica e não na exigência de um laudo médico. Isso é um marco muito importante, porque significa que o professor ele deixa
de ser alguém que ficando esse diagnóstico e passa a ser o Sujeito central dessa avaliação. Então a pergunta ela deixa de ser qual que é o laudo que ele tem e começa a ser como esse estudante aprende. Essa mudança ela rompe com as práticas medicalizantes nas quais a escola transfere para a saúde a responsabilidade pelas dificuldades de aprendizagem desse aluno. Agora, a avaliação, ela precisa analisar o contexto escolar. E como que ela faz isso? Se perguntando, o currículo é Acessível? As estratégias são diversificadas, os apoios estão realmente organizados. Esse deslocamento ele fortalece a autonomia da
a autonomia pedagógica e assim reafirma o papel da escola como um espaço de garantia de direitos. >> Então, se a avaliação mudou de lugar, as perguntas também precisam mudar. Durante muito tempo, perguntávamos: "O que o aluno tem?" Essa é uma pergunta diagnóstica centrada na falta. Mas a perspectiva inclusiva, ela nos convida a perguntar como ele aprende, quais barreiras encontra no currículo, quais apoios favorecem a participação desse aluno. Então, não estamos mais eh procurando um rótulo, estamos investigando condições de aprendizagem. Avalar passa a ser um processo investigativo, é observar, registrar, analisar e tomar decisões. Então, como
afirma Santiago, a avaliação ela deve indicar as condições reais de Aprendizagem oferecidas pela escola. Ou seja, quando o estudante ele não aprende, precisamos perguntar também o que a escola pode fazer para que esse aluno aprenda. Essa mudança de pergunta é o coração da avaliação inclusiva. Camara, >> eu só faço da se é a bússola. Bom, aqui nós estamos em um nós estamos dentro de um instrumento que é central, Que é o plano de plano de atendimento educacional especializado, pae. Muitas vezes o plano ele é visto como um documento burocrático, algo que é fixo, que é
fechado, que ele é feito no início do ano e ele é guardado ali, ó, dentro da gaveta. Mas a perspectiva inclusive ela propõe uma outra compreensão. O paê ele é uma bússola, ou seja, ele vai orientar e não inessar, tá? Ele nasce da observação pedagógica, não da Burocracia. E então a gente entende que ele é orgânico. Por quê? porque ele se ajusta conforme o estudante vai avançando e conforme as novas informações vão surgindo ao longo do caminho. Conforme esse processo vai se transformando, ele também vai se moldando ali. Isso significa que revisar o paê não
é uma falha, é sim uma coerência pedagógica. O plano é uma síntese provisória do que nós já sabemos naquele momento e nós Precisamos estar abertos à revisão contínua. Quando nós compreendemos dessa forma, o pai, ele deixa de ser um papel e passa a ser um instrumento vivo no acompanhamento. >> Então, chegamos agora a um ponto central da nossa discussão. Avaliação e acompanhamento não são etapas separadas. Muitas vezes na prática escolar avaliamos, registramos, damos nota e seguimos adiante. Mas a perspectiva inclusiva, ela nos mostra que avaliar Sem acompanhar transforma a avaliação em uma ação pontual de
baixo impacto. Avaliar é identificar barreiras e potencialidades. Acompanhar é monitorar as respostas às intervenções e reorganizar o planejamento. Então, percebam o ciclo apresentado no slide. avaliar, né? Planejar o paê, intervir, acompanhar, reavaliar. Isso é movimento, é um processo. Se não há acompanhamento, a avaliação vira Fotografia. Então, com acompanhamento, ela vira filme, mostra percurso, avanço, tentativa, ajuste. E é exatamente esse ciclo que sustenta uma prática inclusiva real. Bom, agora nós entramos em um ponto que parece simples, mas é extremamente profundo, o registro pedagógico. Existe uma grande diferença em registrar para cumprir a exigência e registrar para
compreender o processo. O registro Burocrático, ele é feito para arquivar e o registro analítico, ele é feito para orientar as decisões. Então nós devemos evitar algumas coisas, por exemplo, notas soltas, conceitos genéricos, foco apenas no erro, documentos que ficam ali dentro da gaveta. E nós devemos optar por outro ângulo, que seria esse, selecionar informações relevantes, interpretar as ações do aluno, atribuir sentido pedagógico aos dados e também utilizar o registro para sustentar Tomadas de decisões. Quando nós registramos de forma analítica, nós estamos construindo uma memória pedagógica. Então nós conseguimos revisitar essa trajetória, identificar ali os possíveis
avanços e também reorganizar os caminhos que nós vamos seguir. Registrar não é um ato de responsabilo pedagógico de responsabilidade. >> Isso mesmo. Então esse slide aqui, esse próximo, ele traz um conceito muito Potente baseado em numo a avaliação assistida. Tradicionalmente, a avaliação ela mede o que o aluno faz sozinho, mas a avaliação assistida observa também como ele responde quando recebe mediação. Perguntamos: "O que ele faz sozinho? Como ele responde ao apoio? Que pistas ele demonstra quando recebe orientação?" Então isso nos permite enxergar o potencial de aprendizagem, né, desse aluno, algo que uma prova estática não
revela. Então, na Perspectiva inclusiva, é a gente não avaliar apenas o desempenho atual, avaliamos possibilidades de desenvolvimento e essa é uma mudança profunda de medir resultado para investigar potencial. Bom, aqui nós chegamos numa numa articulação que ela é essencial. Nós temos aqui o AE e a sala de aula comum. Eles não são espaços paralelos, eles são complementares. O A não existe para criar um currículo à parte, ele existe Para remover as barreiras no currículo comum. Então isso exige o diálogo, tá? O planejamento ele deve ser conjunto o compartilhamento sistemático de registros com decisões coletivas. Quando
a EA trabalha isolado, a articulação ela vai se fragilizar. Mas quando existe uma ponte, vai também haver uma coerência. O estudante não pertence um pouquinho paraa sala de aula do AE e um pouquinho pra sala de aula comum. Ele pertence à escola. Então o acompanhamento Educacional ele precisa estar integrado de maneira colaborativa e articulando ao que acontece no cotidiano da sala de aula regulada. Essa é a lógica da inclusão orgânica e não fragmentada. Então, chegamos agora a um elemento estruturante do acompanhamento educacional, que é o estudo de caso pedagógico. É importante entender que o estudo
de caso ele não é um relatório descritivo sobre o estudante, ele é um processo investigativo contínuo. Então, Como mostra no slide, ele é um percurso muito claro. Aí, ó, observação no contexto real, registro das interações, análise dos dados, planejamento do PAE. Então, percebam que não começamos planejando, começamos observando e isso evita generalizações, evita rótulos, evita suposições. Então, o estudo de caso, ele permite compreender o estudante em sua singularidade, mas sempre articulada ao contexto em que aprende. Então, ele transforma Impressões em evidências. Então, quando o planejamento ele nasce de evidências, ele se torna coerente, responsável e
ajustável. Então isso qualifica o pai e fortalece o acompanhamento. Bom, esse slide talvez seja um dos mais sensíveis da nossa apresentação. A avaliação ela constrói narrativas. Ela pode definir um estudante como incapaz ou pode reconhecer a sua singularidade. Avaliar não é apenas medir o desempenho dele, é produzir sentido sobre o que o Estudante faz dentro da escola. Por isso que nós falamos em olhar ético, valorizar a presença, reconhecer o vínculo, identificar as barreiras. Quando avaliamos apenas o resultado do aluno, nós corremos o risco de invisibilizar processos, esforços e contextos. Mas quando nós avaliamos com ética,
nós avaliamos para reconhecer. E essa frase resume tudo. Avaliar é um ato de reconhecimento. Reconhecer o potencial, reconhecer o percurso, Reconhecer a humanidade. >> Então agora, Cis, eu quero propor uma pausa reflexiva. Esse checklist, ele não é técnico, ele ético e pedagógico. Então, precisamos nos perguntar: "Estou avaliando o contexto e as barreiras ou apenas culpando o estudante?" Primeira pergunta. A segunda pergunta: "Meu pai, é um documento vivo ou é algo fixo que não aceita revisão?" Terceira, estou dialogando com o professor da sala comum Ou estou trabalhando de forma isolada? Quarta, meus registros narro trajetórias ou
apenas produzem notas? E e a pergunta final, minha avaliação, promove participação ou reforça a segregação, separação? Então, essas perguntas elas não são para responder aqui, elas são para relevar para a prática, né? Então, fazer uma autoanálise, porque inclusão não se sustenta apenas em documentos, ela se sustenta em postura profissional. Bom, nós encerramos o estudo do Material, né, do texto da semana, né, com uma afirmação bastante forte. Avaliar, ela é um ato político, tá? É político porque ele envolve escolha. Então, quando nós avaliamos para selecionar, nós estamos escolhendo quem avança e quem fica para trás. Quando
nós avaliamos para desenvolver, nós estamos escolhendo garantir o direito. A avaliação na perspectiva inclusiva é um ato de esperança, porque ele acredita no potencial de Aprendizagem. Ele recusa a lógica de seleção e abraça a lógica do desenvolvimento. E essa frase final que vai sintetizar a essência da inclusão. Deixamos de selecionar os melhores para garantir que todos aprendam. Esse é um compromisso pedagógico que vai sustentar a educação inclusiva. Compreender tudo isso é essencial para nós realizarmos a atividade da semana, porque quando nós analisarmos o PPP da escola, nós não estaremos apenas lendo um documento, nós Estaremos
nos perguntando: Essa escola ela valia para selecionar ou para garantir um direito? Eliane, >> agora entramos na atividade avaliativa da semana, que essa atividade ela não é apenas um exercício teórico, ela é um convite à leitura crítica da realidade escolar. Então vocês irão analisar o projeto político pedagógico da Escola Municipal Professora Helena Caquitani, referente ao ano de 2022 e propor ajuste Pro ano seguinte, né, do 2023. Então, percebam que não se trata de reescrever o documento inteiro, trata-se de analisar, fundamentar e propor mudanças coerentes com a avaliação pedagógica inclusiva que estudamos no texto texto que
é elaborado por pelo professor Ademar. Então, o prazo ele vai de 23 de fevereiro e encerra amanhã, primeiro de março. Então, leia com atenção, organize o tempo e produzam com calma. Essa atividade ela exige reflexão. Bom, aqui nós vamos nos perguntar qual que é a missão dessa atividade. Bom, essa atividade tem a missão de transformar o PPP de um documento que é burocrático em um instrumento que garanta direitos, tá? Então, o que que vocês vão fazer? Vocês vão analisar o PPP de 2022, vão identificar os limites e as lacunas e também propor ajustes concretos para
2023. O objetivo é compreender que a inclusão ela não vai se efetivar apenas dentro da sala de Aula. Ela precisa estar expressa no documento que orienta a prática dentro da escola. Se o PPP não contempla a avaliação formativa, acompanhamento educacional a articulado ao currículo, então a inclusão corre muito, corre assim um risco bem grande de ficar apenas um discurso, tá? Então nós queremos sair do papel e chegar à prática. Então, talvez alguém se pergunte por analisar o plano político pedagógico? Porque o PPP é a identidade da escola. Essa é a resposta. Então, ele orienta todas
as práticas. Então, se a inclusão não aparece no documento, dificilmente ela se conferiza na sala de aula. Então, além disso, essa análise ela evita termos como ae e inclusão sejam apenas palavras bonitas em relatórios para incluir lá, né? Então vamos, vocês irão então verificar como a avaliação ela é concebida. A diversidade é tratada como problema ou como característica? O ae está visível e articulado a exigências de laudo médico, o que vimos que é vedado, né? Então essa análise conecta teoria e prática. Então vocês não estarão apenas opinando, estarão fundamentando com base no texto três. Bom,
agora, antes da gente começar a fazer a análise do PPP, que que vocês vão fazer? Definir a lente teórica que vocês vão utilizar. Sabe qual que é a lente? O texto três, tá? Então, no slide Aparecem duas lógicas. Aí nós temos a lógica classificatória tradicional e a lógica formativa inclusiva. Quando forem analisar o PPP, vocês se perguntem: "Aiação descrita no documento é apenas classificatória? Ela está centrada na seleção ou na aprovação? ou ela assume um caráter processual contínuo e mediador. O texto três, ele nos lembra que avaliar deixa de ser um ato técnico neutro e
passa a ser uma Prática ética e política. Isso significa que a avaliação deve identificar as barreiras institucionais, valorizar os potenciais dos alunos e ainda orientar decisões pedagógicas. Então atenção, não basta dizer que o PPP fala da avaliação. Vocês precisam analisar qual a concepção de avaliação que tá presente ali. E essa articulação teórica que vai garantir a pontuação máxima desse critério da para a fundamentação. >> Então agora vamos para um ponto central da análise. O AE e o PAE aparecem no PPP. E se aparece, como é que eles aparecem? Lembre-se, o AE é um serviço pedagógico
complementar e suplementar. Ele não é clínico, ele não substitui ensino comum, ele deve estar articulado ao currículo da sala regular. Então, se o PPP apresenta o AE como algo isolado ou paralelo, isso é um ponto crítico que vocês podem destacar. E o PAI, ele deve ser entendido como uma bússola, né, que orienta o acompanhamento educacional. Então, não é um formulário fixo, não é burocracia, é um documento vivo construído a partir de evidências pedagógicas. Então, na análise, né, quando vocês forem analisar, observem. O PPP menciona acompanhamento sistemático, ele prevê revisão de estratégias. Fala em articulação entre
AE e sala comum. Esses elementos eles fortalecem a proposição de ajustem ajustes. Então precisa fazer os ajustes necessários. Bom, aqui tá um dos pontos mais estratégicos dessa atividade, os registros pedagógicos. PPP ele menciona como que a escola registra os acompanhamentos dos estudantes. Existe alguma orientação sobre esses registros analíticos ou apenas menção a notas e pareceres genéricos? Bom, boas Práticas de registros necessitam de evitar pareceres medicalizantes, sustentar decisões pedagógicas e tornar visíveis o percurso do estudante. Se o PPP ele não explicita o papel do registro no acompanhamento educacional, isso é uma lacuna muito importante. E o
que é que vocês podem fazer com relação a isso? a inserção de diretrizes para os registros analíticos, a articulação entre registro e planejamento do PAE e o Fortalecimento do acompanhamento contínuo. Registrar não é provar o que foi o que foi feito ali, é organizar as evidências para orientar a prática. Então, o próximo passo, então vamos ver diagnóstico. Antes de criticar, antes de propor, é preciso ler com atenção o PPP de 2022. E aqui eu quero que você consiste assuma uma postura investigativa. Ao ler o documento, observe quatro aspectos centrais. Primeiro, a concepção De avaliação. Ela
está centrada apenas em notas e aprovação ou menciona acompanhamento processual? Segundo, como a diversidade é tratada, como problema, como exceção ou como característica natural da escola? Terceiro, o AE aparece no documento, ele é mencionado como serviço pedagógico articulado ao ensino comum ou parece algo invisível? Quarto ponto muito importante, né, ser destacado. A exigência de laudo médico para oferecer Apoio? Então, se houver, isso é um problema, pois o decreto vigente veda essa exigência como condição. Então, esse diagnóstico ele precisa ser objetivo e fundamentado. Então, vocês não vão achar, ah, eu acho isso, vocês vão identificar evidências
no texto do PPP. Depois do diagnóstico, nós vamos fazer a análise crítica. E é aqui que vai entrar o texto três do professor Ademar. Vocês precisam conectar o que vocês Encontraram ali naquele documento do PPP com os conceitos que foram estudados. Por exemplo, se o PPP apresenta avaliação rígida e centrada em resultados, vocês podem articular com a crítica a pedagogia do exame. Se o AEE aparecer isolado, então vocês podem dialogar com dois autores. Eh, eu vou tentar falar o nome deles, se posso falar errado. Eh, eu não sei falar direito. É Cristofari e Baptista sobre
a necessidade de articulação em sala de Aula comum. Se há foco excessivo no erro, podem mobilizar a ideia de avaliação como a identificação de barreiras institucionais e não como a culpabilização do estudante, tá? A análise crítica, ela é o momento de mostrar o seu domínio teórico. Não basta apenas dizer que é inadequado ou que está inadequado. >> É preciso explicar o porquê com base no que tá sendo trabalhado ali no texto três >> aí. Tá. Aí depois de vocês fazer essa análise, né? Então vocês precisam propor, e aqui eu reforço, propor não é escrever algo
genérico, como a escola deve ser mais inclusiva. propor indicar mudanças concretas. Vocês podem sugerir revisar as sessões do PPP que apresentem linguagem excludente, eh, inserção explícita da avaliação formativa com o princípio institucional, então, fortalecimento do papel dos registros docentes, inclusão clara e Articulação entre a PAE e o currículo comum. Então, a proposição ela precisa ser viável, coerente com a realidade da escola. Esse é o critério que avalia a clareza e pertinência das sugestões. Então, o diagnóstico mostra que vocês leram, a análise mostra que vocês compreenderam e proposição mostra que vocês sabem intervir. Então, uma boa
resposta, ela não apenas identifica problemas, ela aponta Caminhos possíveis. fundamentados e pedagogicamente consistentes. Bom, agora nós vamos falar da estrutura da resposta de vocês. A atividade, ela exige um texto analítico e propositivo com no mínimo 300 palavras. Então, o que que eu vou recomendar vocês? que vocês se organizem um texto, organizem um texto em quatro partes. A primeira parte seria a introdução, onde vocês vão contextualizar a escola e destacar a importância do PPP, como que esse Documento ele orienta as práticas ali, como ele é um orientador de práticas dentro daquela escola. Depois vocês vão fazer
uma análise, né? Nesse documento vocês vão apontar as lacunas do PPP de 2022, sempre articulando com os conceitos do texto, tá? Depois vocês vão tratar das proposições. Então, apresentem ali sugestões que sejam concretas para 2023, como a revisão de sessões, eh, inclusão explícita da avaliação formativa, fortalecimento do AE, do PAE, enfim. No na conclusão, vocês precisam reforçar como que essas mudanças vão contribuir para garantir o direito à aprendizagem. A organização textual, ela é um critério de avaliação. Um texto bem estruturado, ele demonstra clareza do pensamento. Então, atenção, vocês agora as diretrizes obrigatórias. Primeiro, a extensão
mínima. Textos com menos de 300 palavras, elas não serão avaliados. Autoria: O uso de inteligência artificial resultará em nota zero. Escreva com suas palavras. O objetivo é avaliar a compreensão de vocês, né? O que que vocês entenderam. E terceiro, base teórica, é obrigatório citar e articular os conceitos dos do texto três, né, do professor Ademar. Então, sem fundamentação, a resposta perde pontuação e que vocês tenham um foco. Evitem respostas genéricas, falem da realidade Da escola Helena, conforme o PPP analisado. Então, essas orientações, elas não são detalhes, são critérios eliminatórios. Bom, agora nós vamos entender como
que a atividade vai ser avaliada, tá? Dentro do que tá proposto ali no barema. São quatro critérios, valendo 2 pontos e meio cada um deles e totalizando 10 pontos. Então, o primeiro critério vai ser a análise crítica do PPP. Vocês vão vão precisar identificar o limite, as os Limites e as potencialidades do documento, tá? Depois vem a fundamentação teórica, demonstrar domínio do texto e dos vídeos que foram propostos ali, tá? A, depois vem a proposição dos ajustes, sugestões que sejam claras, viáveis e coerentes. Não vamos inventar, né? E por último, a coerência e a clareza
e autoria, tá? Texto organizado, argumentativo e com identidade própria. Percebam, não basta escrever um texto gigantesco. É preciso Que vocês escrevam algo que tenham qualidade, fundamento e clareza. Então, encerrando a orientação da atividade, eh a gente vai reforçar uma ideia central. Um PPP alinhado à avaliação pedagógica, inclusive, é a base para práticas mais justas e coerentes. Então vocês não estão apenas cumprindo uma tarefa, vocês estão exercitando uma leitura crítica de um documento que orienta o Trabalho escolar. Então essa atividade ela fortalece a compreensão de que a inclusão não é apenas presença, é planejamento, acompanhamento, compromisso
com o direito à aprendizagem. Então o prazo é é até amanhã, né, no domingo. Organizem-se cursista, leiam com atenção, fundamentem sua análises e proponham mudanças concretas. Então, assim que a gente transforma a teoria em prática. Aqui nós temos as referências E aqui nós temos a sistematização da unidade três, que seria ali a parte do relato de experiência, né? é uma parte muito importante da da do estudo do de todo o nosso curso. O relato de experiência, ele não é apenas a última atividade do curso, ele vai apresentar a culminância entre todo o percurso formativo de
vocês, tudo que vocês construíram na unidade 1, 2 e 3 vai estar aqui. É aqui que vocês vão demonstrar a maturidade acadêmica de Vocês. É aqui que a teoria, a legislação e a prática vão deixar de ser apenas conteúdos que foram estudados. e vão passar a ser decisões pedagógicas fundamentadas. Esse momento ele exige responsabilidade intelectual. Vocês não estarão apenas escrevendo um texto, vocês vão estar produzindo um material que tem um potencial de circulação científica. E é por isso que nós chamamos esse momento de síntese intelectual do percurso Formativo. Então a gente precisa ser muito claro
nesse ponto aqui. Então o relato de experiência ele não é apenas a última atividade do curso, um diário de bordo, um texto descritivo de prática uma tarefa burocrática. Na verdade, o relato de experiência é uma síntese intelectual do percurso formativo, uma produção com intencionalidade pedagógica, uma demonstração de maturidade acadêmica e Uma articulação entre teoria, legislação e prática. Então isso significa que não basta narrar o que foi feito no AE. Então, é preciso explicar porque as decisões foram tomadas, quais fundamentos legais sustentam essas escolhas, quais teorias dialogam com a prática e quais transform quais transformações ocorreram.
Então, o relato ele deve demonstrar a progressão formativa. Ele precisa mostrar que o curso produz Uma mudança profissional além da pessoal, com certeza. Bom, aqui nós vamos compreender como que vai funcionar a avaliação dessa etapa. Existem duas dimensões aí nesse slide. A primeira nós vamos chamar de gatekeeper. Eh, antes da submissão à revista, o texto ele vai precisar ser aprovado pelo moderador. Essa aprovação vale três pontos e é obrigatória para autorizar a submissão Externa, tá? Sem essa liberação formal, a submissão não será autorizada. Essa etapa, ela garante um rigor acadêmico. Depois, nós vamos ter a
avaliação técnica que corresponde ao barema do relato totalizando eh sete pontos. Então, aqui serão avaliados os critérios de integração do percurso, a fundamentação teórica, a análise crítica, a organização textual e a adequação das das normas estabelecidas pela revista. Ou seja, primeiro, o texto Ele vai ser avaliado tecnicamente pelos critérios estabelecidos. Depois ele vai ser avaliado tecnicamente pelos, ah, desculpa, depois ele vai ser avaliado eh eh com os critérios da revista estabelecidos pela revista. Então, essa organização ela vai eh eh ela vai ser feita para proteger vocês. O objetivo aqui não é dificultar ou punir ninguém,
não. É garantir que esse texto ele tenha qualidade suficiente para poder circular Externamente. Tá? Agora nós vamos entender o que é o relato e como que funciona a aprovação. Nós vamos analisar detalhadamente o barema e entender também como que nós vamos garantir a pontuação máxima. >> Então agora chegamos a, vamos traduzir o barmem linguagem estratégica. Então o relato ele vale sete pontos, distribuído em cinco critérios, mas nem todos têm o mesmo peso. Então observe que o maior valor está na integração do Percurso formativo, que é 2 e5. Então isso significa que o texto ele precisa
demonstrar articulação real entre as três unidades. Aí depois temos, como vocês ouv, a fundamentação teórica, que é 1 ponto e meio, análise crítica, um ponto e meio, organização textual, 8/1, adequação às normas da revista 71. E percebo algo importante, os critérios com maior peso são os que exigem maturidade intelectual. Então, não é um trabalho de formatação, É um trabalho de pensamento. E por isso o barema ele deve ser utilizado como instrumento de autoavaliação durante a escrita. Siga-o. >> Bom, agora nós vamos entrar no coração do relato. Esse aqui é o critério mais importante aqui. O
relato, ele precisa demonstrar integração entre as três unidades. Unidade um, unidade dois, unidade três. Não basta apenas mencionar os conteúdos que foram estudados ali. Vocês precisam mostrar progressão Formativa. Então, o que que o texto vai precisar evidenciar? a compreensão do modelo social da deficiência, a superação de práticas capacitas, domínio técnico do AE, o uso do desenho universal de para aprendizagem como uma estratégia pedagógica da inclusão, a aplicação do estudo de caso e também da avaliação inclusiva e transformação do dos princípios legais em decisões concretas. Então aqui nós temos uma pergunta chave para essa essa essa
etapa Do nosso estudo. O meu texto ele demonstra transformação profissional ou ele apenas relata uma prática? Bom, se o seu texto apenas escrever o que foi feito, ele não atinge o critério máximo, tá? Ele precisa mostrar como que o cursista, como que você passou a decidir pedagogicamente e precisa estar de forma fundamentada, tá? Então vai ser escolher um pouco mais eh na nessa parte da fundamentação. Então Ele o relato ele precisa mobilizar a legislação atualizada, autores estudados no curso, que foram são vários citações conforme as normas da ABNT, evitem afirmações do tipo: "Ah, a escola
deve incluir todos ou ah, é importante respeitar a diversidade. Essas fases, elas são normativas, mas não são fundamentadas. Cada afirmação, ela precisa dialogar com Um referencial teórico ou legal. O texto ele deve demonstrar que as decisões pedagógicas elas foram tomadas com base em conhecimento científico e normativo. A a fundamentação, ela não é enfeite, ela é sustentação argumentativa. Então, até aqui ou nós vimos o coração do relato e sua fundamentação. Então, agora a gente vai analisar o critério que diferencia um texto descritivo de um texto maduro, que é a Análise crítica. Bom, agora nós chegamos ao
critério que realmente vai diferenciar, né, esse texto que é descritivo do texto, que é uma um texto acadêmico e maduro chamado análise crítica. O slide ele já começa com uma frase que é fundamental: Não basta narrar o que foi feito. Por quê? Porque o relato ele vai precisar de algumas algumas partes para poder tornar ele realmente uma análise crítica. Ele vai precisar identificar os limites da Própria atuação, reconhecer quais são os avanços que foram conquistados, apontar quais foram os desafios reais que foram enfrentados nesse percurso e também analisar as decisões pedagógicas tomadas. Isso significa que
vocês devem assumir uma postura reflexiva. O texto ele deve responder a perguntas tipo: "Onde a minha prática precisou ser revista? Ou o que que eu aprendi com esses obstáculos? Também perguntem-se quais as decisões foram reformuladas ao longo desse processo. Análise crítica, ela demonstra maturidade profissional e ela demonstra que eu e você não apenas aplicou as estratégias, mas também refletiu sobre elas, que vocês avaliaram os resultados e ainda transformaram esses resultados em práticas palpáveis. Isso mesmo. Então agora a gente vai falar sobre algo que muitas vezes compromete bons textos, que é os Detalhes técnicos. Então o
critério quatro que a aval avalia a organização textual. Então o texto ele precisa apresentar introdução consistente, desenvolvimento articulado, conclusão reflexiva, linguagem acadêmica adequada, coesão, clareza e progressão argumentativa são indispensáveis, não podem pautar. Então já o critério cinco lhe avaliar a equação às normas da revista escolhida. Então aqui está um ponto que que tem que ser levado em consideração. Muitos trabalhos são eliminados por não respeitarem número mínimo de páginas, escopo do periódico, normas editoriais, formatação exigida. Então, antes de submeter, é obrigatório ler as diretrizes da revista. Então, não basta ter um bom texto, ele precisa estar
adequado ao espaço científico que o receberá. Bom, para garantir a qualidade, eh, nós Recomendamos o método das três versões. Daíem uma olhada boa nessa, nessa, nessa imagem aí do slide. A primeira versão, ela vai estruturar as ideias centrais. O que que é isso aqui? E o foco vai ser organizar o percurso de vocês e definir o problema e assim estruturar o argumento de vocês. Na segunda versão é a parte da fundamentação teórica e dos ajustes conceituais, a inserção da legislação, autores e revisão da coerência teórica. Depois nós vamos ter a terceira versão que vai ser
o polimento final dessa pedra preciosa. Vai ser a revisão da linguagem, o rigor acadêmico, a adequação às normas da revista. Essa estratégia, ela vai reduzir os erros e assim também ampliar a maturidade textual. O período entre a semana 5 da unidade 3 e o final de abril, ele foi planejado justamente para poder permitir revisões sucessivas com feedbacks progressivos. Então o feedback ele é um Direito de vocês. Ignorar ele, vocês podem não querer eles, tá? Pode comprometer também a qualidade final de vocês. A escrita acadêmica, ela não nasce pronta, ela é construída parte por parte. E
bom, até aqui nós analisamos critérios técnicos, estratégicos de escrita e tal. Agora nós vamos falar sobre uma uma um outro assunto que é bastante importante, que é a postura acadêmica e compromisso ético, que vão sustentar todo esse processo. >> Então, agora a gente vai falar sobre algo que é essencial, é o feedback. Então, o feedback, ele progressivo, é um direito do cursista. Então ele foi pensado como parte formativa da escrita acadêmica. E a sistematização, ela não foi estruturada para vocês escreverem uma única versão e submeter. Então ela foi organizada para permitir revisões sucessivas como devolutivas
que fortalecem o texto. Então ignorar o feedback não impede a submissão, Mas pode comprometer a maturidade acadêmica da produção final. Então, o período entre o fim da da unidade 3 da semana 5 e o o encerramento do curso foi planejado exatamente para que houvesse esses ajustes da fundamentação, revisão estrutural e o aperfeiçoamento argumentativo. Então, escrever academicamente é reescrever. Então o feedback não é a correção, não é, não será punitiva, não é punição. Então é um instrumento de Crescimento intelectual. Bom, agora além desses critérios técnicos, vai ter também uma uma coisa muito importante que é a
postura acadêmica. >> Por quê? Porque o relato de experiência, ele vai exigir uma responsabilidade intelectual, ética acadêmica rigorosa, autoria evidente e compromisso com a escola pública inclusiva. Então, prestem atenção, evitem pláia, evitem copiar trechos de sem fazer a citação adequada, Conforme a norma pedida ali, né? E existem textos, evitem textos genéricos, evitem esse tipo de texto sem base teórica. A escrita, ela deve refletir identidade profissional. vocês estão assumindo uma posição no debate sobre a inclusão. Então, a avaliação pedagógica e o AE estão dentro desse debate. Então, assumam essa posição. Isso vai exigir coerência entre o
discurso e a prática. A postura acadêmica, ela é parte da formação profissional. Então agora chegamos ao sentido maior dessa sistematização. O relato de experiência, ele consolida a identidade profissional de vocês. Ele é um exercício real de autoria. É também uma possível publicação científica. >> Só um segundinho, Celiane, eu acho que que o slide tá errado. >> É o 12, esse da teoria da decisão pedagógica. Pera aí que eu vou trocar aqui só um segundo. Pera aí. É porque essa parte aqui ela repetiu >> as enquetes. É aquele que eu fiz errado. Desculpa, pessoal. Eh, eh,
foi mal aí. Deixa eu pegar aqui. Ai, moleca. Gente, tá no 23 já. Pera aí que tá só carregando aqui para poder tirar esse. Desculpa, tá pessoal? Porque na hora que eu fiz ele, eu vi que eu repeti e aí eu troquei, mas aí depois voltou de novo. >> Ao vivo. Quem está faz ao vivo, né? >> Só mais um segundinho, tá? E tá bem no final do, tá bem no final do slide. Aguenta um pouquinho, por favor. Meu chapéu como demora. A gente não quer carregar. >> É o 23 já tá encerrando, mara. Ah,
foi o mesmo. Tá bom. Que certo. >> É esse aqui. 23 da teoria decisão pedagógica. >> Pois é. Não tá, não tô achando ele aqui. Que que eu fiz errado? Pera aí que eu vou tentar fazer ele arrastando que ele tá aqui certinho. Só mais um segundinho. Vamos dar continuidade a a a ao tema, porque aqui no checklist ele tem essa é um pouco aqui que falar assim, então é no caso aqui o que vem falar um pouco mais da sistematização, né, do relato de experiência que ele >> ele vai consolidar a identidade Profissional de
vocês. Então ele é um exercício real de autoria, então possivelmente uma vocês vão publicar numa revista científica. Então, mais do que isso, vou vai representar uma transformação, né? Muitos não, com certeza alguns ainda não fizeram, não tiveram essa experiência. Então, avaliar, acompanhar e planejar deixam de ser conceito abstatos, então passam a ser decisões pedagógicas concretas. Então, o texto, vocês precisam Demonstrar essa passagem da teoria para a prática, mas ela tem que ser fundamentada. Então esse é um movimento que caracteriza a maturidade profissional de vocês. Então quando o cursista escreve um relato consistente, ele demonstra que
o curso ele não foi apenas um conteúdo conteudista, né? Ele foi, ele lhe ajudou na sua formação. Então para finalizar, vamos revisar os elementos essenciais que garantem sucesso nessa nessa etapa Aí que é o cheque. Pode falar, Mara. É aqui nós chegamos no checklist, né, que ela chegou um pouquinho antes da hora. Então, antes de vocês fazerem a solicitação do moderador, tá? Vocês precisam revisar cada um desses pontos. Primeiro, eh, validei a etapa como moderador se essa aprovação, sem essa aprovação, a submissão ela não tá autorizada, tá? Segundo, o meu texto, ele vai, ele articula
de forma real entre as três unidades, a unidade um, a Unidade dois e a unidade três, ou ele apenas menciona o conteúdo superficialmente? E sim, marquem aí no checklist. >> Depois, eu utilizei os autores que foram estudados no curso e a legislação atualizada. As citações estão conforme a norma da ABNT? Se sim, marca também esse daí. Ah, eu analisei criticamente a minha prática. Eu identifiquei limites, desafios e decisões reformuladas? Se Sim, mais um. Depois nós temos ali e eu respeitei o escopo, a formatação, o número mínimo de páginas. Se sim, dá um chun ali também.
E por último ali, no caso, o sexto ponto ali, meu texto, ele vai, ele demonstra um compromisso com a escola, a escola inclusiva. Eu falo muito assim, não só a escola pública, mas a escola de modo geral, tá? Esse checklist ele não é para para ser burocrático, tá? Ele é para ser estratégico, porque ele vai traduzir o Barema numa ação prática. Pode fazer o fechamento. >> Então, pessoal, a gente tá na semana três da unidade da da unidade três, né? Então, ainda temos bastante tempo, então temos a semana quatro e a semana cinco pela frente.
Então, é exatamente por isso que estamos apresentando agora todas essas informações, né, dando o passo detalhado. Então, alguns de vocês começaram a elaborar seus relatos de experiência, outros ainda estão Organizando ideias e há também quem esteja eh aguardando mais segurança para iniciar, então, querendo mais informações, né, de como iniciar. Então este momento é estratégico. Nós estamos antecipando os critérios baremas e exigências editoriais para que vocês escrevam com consciência desde o início e não precisem reconstruir o texto as pressas nas semanas finais, né, naquela coisa agoniada. Então a sistematização ela não começa em maio, ela começa
Agora. E ao longo das próximas semanas vocês terão tempo para estruturar a primeira versão, inserir fundamentação teórica adequada, ajustar a análise crítica, submeter para a avaliação do moderador, receber a e utilizar os feedbacks, né, que terão. Então, quem já está escrevendo, utilize essas orientações como instrumento de revisão. Então, quem ainda vai começar, utilize como guia estruturante. Então nós, a gente não quer apenas que vocês integuem Um texto, a gente quer que vocês construem um relato consistente, maduro e publicável. Ainda estamos em processo formativo. Então é justamente por isso que essa explicação ela acontece agora para
que vocês caminhem com segurança até a a semana cinco. Então sigamos organizados, atentos ao baremas e comprometidos com a qualidade acadêmica. Então, seguimos juntos até a submissão final. Desejo sucesso a todos e obrigado pela atenção. E é assim nós finalizamos. Espero que essa essa explanação tenha abrido um pouquinho a a as ideias de vocês. Eu acho que cada professor tem um jeito de explicar. Então, a nossa ideia é tentar facilitar o máximo, né? eh seguir ali um caminho que vocês possam estar acompanhando. A ideia de tá trazendo a sistematização agora é justamente para vocês conseguirem
se organizar, se projetar, se programar para não deixar ali para paraa última Hora. Ah, eu sei que todos os orientadores estão, todos os moderadores estão fazendo as orientações. Então, eu quero que vocês eh eh só tentem utilizar isso da melhor forma possível. A ideia é facilitar para vocês e tornar o mais acessível possível, porque eu posso entender de um jeito, Celiane pode entender de outro, professor pode entender de outro, mas a ideia é tornar isso universal. Eu amo o desenho universal para aprendizagem, todo mundo Sabe. Então, a ideia da de criar slides e e trabalhar
com eh eu e Celiane ensaiamos algumas vezes para poder fazer essa apresentação, justamente para tentar fazer da forma mais acessível possível para todo mundo poder compreender o máximo possível. Ah, eu não entendi tudo, tudo bem, a gente nunca vai aprender tudo, a gente nunca vai saber tudo. Faz parte de nós como ser humanos. Então a ideia é essa, tentar esclarecer o máximo possível e Espero que a gente tenha conseguido alcançar isso. >> OK. >> Parabéns, meninas. Mara Lúa, Celiane, foi uma belíssima explanação, né? Um estudo dirigido, realmente dirigido. E os nossos cursistas, os nossos participantes,
aqueles que estão aqui presente, independente do curso ou não, muito elogios, né? Foi bem didático, vocês duas são maravilhosas. OK. Muita interatividade, pessoal participou Bastante. Algumas questões eu consegui mediar, responder, mas não consegui todas, mas anotei, né? Acho que tem uma do Luiz que eu quero responder rapidinho. Hã, acho que tá falando, ele não conseguiu enviar atividade, uma coisa assim, né? Ah, eu quero reforçar aos cursistas principalmente, né, que quem não conseguiu enviar a atividade no prazo, né, tem que aguardar a reabertura, tá bom? Só que não pode Acumular, não, não pode ficar acumulando atividades
atrasadas, né? Por isso que tem o período justamente para não acumular. Aqueles que infelizmente não enviaram tem que aguardar, não consegue enviar. O múdo não permite o envio, tem que esperar a reabertura que vai ser na semana cinco, na última semana. A reabertura vai ser na última semana da semana cinco, né? Então quem atrasou eh terá duas atividades. Se já fez, Ótimo. Se não fez vai fazer na semana, outra semana cinco. Deu para entender? Não pode, não pode atrasar, né? E uma outra orientação, professora Mara Lúcia Celian, se me permitem, né? Deixar claro para todos
aqui que os estudos dirigidos eles acontecem durante a semana com todas as turmas, né? Acontece. >> O estudo dirigido de sábado é aberto para todo mundo, né? Mas durante a semana esse mesmo estudo, claro, com as Suas devidas especificidades, porque cada moderador tem a sua didática. Ele acontece de segunda, né, a sexta. OK. Então tem que participar. Eu vi uma cursista, vários cursos falando que eh muitos não estão participando. Infelizmente não estão participando mesmo, né, durante semana, mas é um momento de vocês. E para finalizar, >> as vídeorias também acontecem durante a semana. Estudo dirigido
e vídeot tutoria acontece desde o início do curso, desde O dia 6 de dezembro. Então participem desse momento, né? Dia 21 de março vão acabar os estudos dirigidos. Finaliza os estudos, mas a videotutoria continua, porque é na videotutoria que as orientações para o relato vão se intensificar, né? Porque daí o cursista terá direito a três devolutivas e os moderadores já estão preparados para isso. Tudo bem? Então eu agradeço, né, a presença das professora Mara Lúcia. Professora Celiane e todos vocês aqui junto conosco nesse sábado muito produtivo. E também quero reforçar que esse material, né, professora
Mara Lúcia e professora Celiane será disponibilizado na descrição. >> Vai respondendo isso agora no chat. >> Ah, é? Então a gente vai disponibilizar quando eu encerrar tudo aqui lá na descrição do vídeo, na gravação, logo abaixo, abra ele no final vai tá o link, Né? Estou conversando com vocês, fazendo esclarecimento, porque daí vocês aproveitam e assinam a lista. >> A lista são duas informações, é o nome e o CPF. Acabou, já deu tempo, acho para todo mundo assinar a lista, pelo amor de Deus, né? Ela é defle. É defleas, >> mas para quem tá bobeando,
né? Todo mundo assinou, responda aí no chat aí. Sim, sim. Já podemos fechar, né, professora Mara Lúcia? Será que podemos fechar todo mundo? >> Eu acredito que sim. Ó, Flaviana, a Flaviana a S. Ah, você perguntou ali o Sim, o slide vai ficar disponibilizado na descrição do vídeo, tá? É só clicar no link e baixar, beleza? >> Se tiver alguma pergunta pode colocar aí rapidinho, tá? Uma outra coisa, né? Quem não tem graduação, não tem problema. Nós temos estudantes aqui, né, no curso. Aí no trabalho formem grupos, né? Na turma tem muitos graduados, é só
fazer grupo Com eles, tá bom? E outra, professores e professoras, estudantes e cursistas, a submissão não é só na em revista, não. Temos vários eventos aí importantes. Eu tô, nós estamos socializando vários exemplos com os moderadores. Eu acredito que os moderadores estão passando para vocês, né? Temos eventos ótimos de educação que aceitam os resumos expandidos, né? Nossa gente, monta o resumo, dê pro moderador, pra moderadora, ela vai corrigir e já libera Para você submeter. E os eventos, a maioria são gratuitos. >> Tudo bem, >> né? Então isso é muito importante. >> Professor, só mais uma
coisa. A os certificados de vocês, quando vocês abrem ali a lista de presença, tem um link CX.F. Uhum. >> E aí vocês vão e ai, Mara, mas eu não consegui copiar o link. Vai lá no Google, escreve SP. Aí já vai aparecer ali uma página, vocês vão clicar e vai em pesquisar. Vocês vão colocar o CPF de vocês do mesmo jeito que vocês colocaram ali, ó. Por exemplo, 021.754.23 tracinho 00. Bom, aí é assim que coloca ali dentro da da dessa lista de presença para poder quando vocês forem pesquisar o certificado de vocês está todos
disponibilizados ali. Se vocês assistiram outros encontros, os certificados estarão todos ali. Demora Cerca de 20 dias úteis, tá pessoal? Não é, vocês assistiram hoje, amanhã tá pronto não, a gente, o professor explicou que tem que mandar a lista e o CX que envia emite essa lista, esse certificado. >> Lembrando, né, que a todos os certificados do ano 2025 todos já foram expedidos, né? Se não aparece no CX por dois motivos, né? ou não assinou a lista ou digitou o CPF errado, porque o CX migra o CPF é da Receita Federal, então Tem que tá com
o CPF bonitinho. Uma outra coisa, o o CX ele conta zeros. Então o zero à esquerda tem que ele é contá, mas se não colocar ponto o CX não considera, por exemplo, 009, né? Se você não colocar assim 009.00 zero zero, nan o sex vai ler nove e continua a leitura. Os dois zeros ele descarta, por isso tem que colocar pontinho, tá bom? E por fim, eu vi a pergunta agora rapidinho. Meu Deus, subiu muito rápido. Ã, tá, eu vou responder de forma geral. O relato e a sua experiência de novo. Só um pouquinho é
a sua experiência no curso, nesses seis meses do curso. Por isso que é relato de experiência. Você vai relatar a sua experiência formativa. Agora, se você está em sala de aula, você pode fazer o quê? Essa articulação. Perfeito. Também. E se você não está em Sala de aula, o seu foco é na sua experiência no curso, tá bom? Então, o relato de experiência tem duas dimensões. Para quem está em sala de aula, vai fazer a articulação dos aprendizados do curso com a sua prática. E quem não tá, quem não está em sala de aula, o
relato de experiência é no curso, nos seis meses de curso. E aí siga o barema direitinho que não tem erro, tá bom? Não pense em recuperação. Eu vi alguém falando: "Ah, eu vou fazer O vídeo". Não, o vídeo é recuperação. Você vai querer ficar de recuperação, sendo que você pode fazer um texto, um relato tão bonito, né, para como produção final. E outra coisa, o relato só vai submeter na revista, submeter o texto aprovado pelo pelo moderador. Não é o aceite, é a submissão apenas, né? O aceite é só nos eventos, nos congressos, nos seminários,
nos simpósios, colóquios, né? Aí sim nos eventos Científicos, né? Aí o é o aceite. O evento tem que falar que aceitou seu resumo. Na revista não. Na revista o texto que a moderadora o moderador aprovou é o que você vai submeter lá. Gente, é tranquilo submeter, é escolher a revista. A gente a gente indicou várias revistas, inclusive essa semana uma revista nova da UFO. A UFO tem duas, a primeira já tá no mundo para vocês conhecerem. Esse mês foi para conhecer as revistas, né? E essa semana eu Divulguei junto aos moderadores mais uma revista para
eles socializar com vocês, né? Então entra lá, uma pessoa só submete, se eu tiver no grupo, né? Uma pessoa submete porque a pessoa daí coloca os dados de vocês. Deu para entender? É tranquilo submeter. E peço ajuda aos moderadores, mas cuidado, quando submeter, anota o e-mail, anota o nome do usuário e anota a senha, porque se esquecer trava. Essa semana a Gente teve cursista que perdeu a senha de acesso da revista de extensão da UFO. A gente não a gente não tem acesso, a gente não sabe, né? A gente não lida com a revista, então
se travar tem que entrar em contato com a revista. Tá bom, professora? >> Pessoal, eu posso fazer só mais uma? Desculpa. >> É, então eu vou passar para vocês fazerem as considerações finais para encerrá-las. Bom, >> só eh só dar uma ideia. Eh, gente, eu vi alguém perguntando se podia utilizar o que foi escrito ali nos fóruns. Como que vocês podem utilizar acompanhando o processo de vocês? Vocês vão notar que cada texto de vocês teve algum, alguma informação importante, alguma coisa que vocês podem trazer pro relato final, não é pegar, copiar e colar, e sim
fazer uma reescrita, um acompanhamento, uma progressão ali de etapa por etapa. Então, tenham paciência na hora de tá elaborando ali, tá? Eh, eh, prestem bastante atenção. O barema ele exige ele existe ali justamente para direcionar vocês. É muito bom, tá? É muito bom. ter o barema ali justamente pra gente ter uma diretriz, é um mapa. Usem esse mapa, tá bom? Então, ó, muito obrigada a todos vocês. Eu convidei muita gente, muita gente falou que vinha. Meus queridos amigos, se vocês vieram, ó, beijo para vocês, minhas alunas da turma 18. Nossas Alunas, né, Celiane? É, nossas
nossas cursistas da turma 18. Ó, coração para vocês todos que estiveram presentes. Espero que a gente possa ter trazido a um esclarecimento para algumas dúvidas de vocês. E é isso. Muito obrigada a todos. Obrigado, professora. Obrigado a Universidade Federal de Uberlândia. Obrigado Celiane por me aturar porque coitada, né? Então é isso. Antes de encerrar, ótimo. Celiana, já dou a palavra para você. Antes de encerrar tem Um cursista que perguntou da videotutoria, meninos e meninas, cursistas, né? As viestrutorias elas são semanais, já são agendadas. Por exemplo, tem moderadora, vamos lá. A Mara Lúcia Celiane é da
turma 18. Que dia da semana é a sua videoutoria, Mara? >> Sexta-feira. >> Sempre a sexta. Ela sabe disso. É sempre as sextas-feiras. O cursista, os cursistas da turma dela sabe que as Sextas-feiras é vídeotoria. Olha outra pergunta pra professora Mara e pra professora Celiane. Qual dia da semana é o seu estudo dirigido? para >> geralmente na segunda-feira, salvo algumas algumas datas que a gente passa paraa terça, mas na segunda-feira o estudo já está ali. >> Isso quer eu quero quero reforçar junto aos cursistas que vídeotorias e estudo dirigido, todas as 18 turmas os Moderadores
são orientados a divulgar as datas. Inclusive no mudo, lá no mudo do lado esquerdo, aonde lá na parte de baixo tá escrito próximos eventos, colocar lá. Lá tá escrito estudo dirigido da turma tal, vídeoria da turma tal. Então cobrem dos seus moderadores os estudos dirigidos e as videotutorias na semana. É o direito de vocês. Cobrem, tá bom? Uma outra coisa, a gente finaliza os estudos dirigidos no dia 21 de março, porque daí O foco todo, como a professora Mária e professora Celiana já colocaram, o foco é na produção. Qual produção? Aquela que vocês iniciaram na
unidade dois. Agora vai o quê? Lapidar, finalizar. Sempre de acordo com o barema da unidade três. Aonde tá esse barema? As meninas apresentaram ele todinho aqui. Ele está na sistematização, aba sistematização. Na unidade três, vai lá no finalzinho, aba sistematização, lá tá o barema. Que é o barema, né? É um quadro avaliativo, Onde você vai seguindo os critérios, né? Quatro, cinco critérios estão lá. Então, antes de enviar o, por exemplo, primeiro, a primeira versão, veja se você tá atendendo o barema, porque daí você ajuda o moderador te corrigir, tudo bem? Então, gente, votutoria é fixa.
Eh, pergunte pro seu moderador qual é o dia. Se você não tá participando, alguma coisa tá errada, né? Se não tem vídeo tutoria ou não tem estudo dirigido, manda um e-mail paraa coordenação. Mara, Por favor, digita. Você tem um e-mail aí de cord? >> Tem. pego aqui rapidinho e coloco. Então é o educamais. @nmail. Informe a coordenação. Professor Ademar, nós da turma 18 não estamos tendo votutoria. Professor Ademar, nós da turma sete não estamos tendo estudo dirigido. Eu vou procurar saber o que tá acontecendo, porque é uma obrigação. É uma obrigação A oferta, né? É
um direito de vocês cursistas e é uma obrigação dos moderadores. Eles sabem disso desde o dia 6 de outubro de 2025. né? Esse curso, gente, ele pode ser puxado, ele pode ser denso, mas ele dá todas as condições para vocês, porque nós estamos tratando de educação. Eu nem vou falar educação especial, nós estamos tratando de educação. Então, a capacitação ela é muito séria. Nós estamos, quem que É nós, quem que é o nosso público, as nossas crianças. Então nós estamos capacitando profissionais, né, que vão trabalhar com sujeitos, sujeitos históricos que t as suas especificidades, as
suas necessidades. É muito sério ser professor. Eu assumo esse compromisso, foi falado aqui, tá no texto, né? Eu gosto muito dessa questão da assunção de compromisso. O que que é o compromisso? É você, né, tomar uma decisão de que você é professor. Sendo professor, você assuma o que o Paulo Freire, né, saudoso Freire chama de autopedagógico. O que que é o autopedagógico? É o querer ensinar. E aí eu trago até comênios, né, até comênio, idade média, comênios, o país da didática. Quem ensina, ensina tudo a todos, né? Então nós temos que ensinar os nossos alunos,
seja a nossa turma com cinco ou Com 37 alunos. Então a capacitação, ela é realmente um curso muito bom e exige isso, né? Exige, tá? Então, vamos contornar a pedra, vamos saltar a pedra com apoio de todos e apresentar um relato de experiência maravilhoso. Vocês têm todas essas condições, né? Eu tenho visto os textos de vocês. Tudo bem? Não é fácil, gente, ser professor não é fácil. Por isso, precisamos nos capacitar. OK? É isso, né? A gente vai ficar aqui 2 Horas. É verdade. >> Boa noite. Tchau, gente. Assinaram a lista, né? Deu tempo. >>
A Celiane, a Celiane ainda não despediu. >> Celiane, por favor, suas considerações finais. >> Pronto. >> Não, eu só quero agradecer a todos que estiveram presentes, né, e pela oportunidade, professor Ademá, por nos dar essa oportunidade de mediar os alunos, né? sei que eh eu já fiz os Cursos outras vezes, esse curso com certeza é bem mais puxado, mas bem mais rico do que os outros. Então, aproveitem eh cursista para ir até o final. Estamos na reta final, não desistam, né? Tenho certeza que será ótimo para vocês, tanto no profissional como pessoal. E estamos aqui
para qualquer esclarecimentos. Eu tenho certeza que os outros moderadores também estão à disposição aí de vocês para os ajudar a qualquer esclarecimento necessário, tá? Então, obrigado pela Atenção e boa noite a todos. >> OK. Então, Luz, Luz, você que tá aqui, que eu tô mostrando você, tô aqui, tá? Peça ajuda, tá bom? Peça ajuda, porque se desistir eu vou puxar sua perna, tá? >> Tchau. >> Eu deixei o e-mail da coordenação, não esquece. >> Tchau. Tchau, gente. >> Tchau. Boa noite a todos e a todas. Boa noite. >> Semana que vem tem mais, se Deus
quiser, Hein? Tá. É só sair.