Olá, alunos. Mais uma vez estamos aqui para conversar um pouquinho com vocês sobre os tipos de atividades que vocês devem se preocupar no momento da elaboração do projeto de literatura infantil. São dois tipos de atividades que vocês têm que se atentar, uma atividade coletiva e uma lúdica.
E eu novamente convidei a professora Amanda para participar dessa nossa aula e nós vamos ter uma conversa aqui a respeito eh desses tipos de atividades, tá? Eh, talvez você entenda e compreenda o que se refere a uma atividade coletiva, uma atividade lúdica, né? Mas nós temos que nos atentar que são atividades voltadas para educação infantil, tá?
Porque elas são bem diferentes, né, professora Amanda? A atividade lúdica um aspecto, né, olhando para um aspecto de umas de crianças maiores é um, né, a coletiva já é outra, né? Então, eu queria aproveitar a professora Amanda para assim eh vamos assim tentar clarear um pouquinho mais o que se refere à atividade.
Vamos começar pela coletiva, né? Depois a gente pode dar exemplos. >> O intuito é de facilitar para eles, né, professora Renata?
Acho que >> isso é o objetivo nosso é esse, >> facilitar para vocês pensarem como vocês, né, dialogarem ali com as crianças, de que forma vocês vão planejar então uma atividade coletiva. O que que é uma atividade coletiva? Uma atividade coletiva é uma que envolve a a a os alunos.
Claro, primeira coisa que vocês devem ter pensado, ah, envolve o coletivo, mas não somente na realização, não somente num registro em folha, mas de forma realmente coletiva como um todo. Então pode ser um teatro, né, professora, >> que você vai trabalhar, que você vai, é, a partir da contação da história, daquele projeto de literatura que vocês trouxeram, vocês vão fazer uma dramatização ou vão ensinar um final diferente para aquela história que vocês pensaram em conjunto, de repente na produção de um texto coletivo. >> Isso, >> né?
Então são infinitas possibilidades, mas eu acho que o importante é que eles percebam que a atividade coletiva não precisa ser necessariamente é aquela atividade com registro em folha. Então, tem aqui uma folha de sulfite com o cabeçalho, tudo bonitinho e o personagem, por exemplo, o camaleão. E aí eu vou sentar eles em dupla e eles vão grudar pedacinho de papel picado ou vão colorir ou vão fazer bolinha de papel crepom da cor que eles querem que o camaleão fique.
É uma atividade que envolve o coletivo, é, mas não é uma atividade que vai ter significado paraa criança. Pense que pras turmas maiores, de repente depois, né, nos anos iniciais, fazer um desenho, eles terem todo esse trabalho de debruçar, fazer um personagem diferente pra história, pensarem nessas questões é válido, mas pra educação infantil no momento ali que vocês estão atuando, não é? Então, qual que seria uma produção de um texto coletivo, a confecção de um jogo, a dramatização da história, né?
Eh, tem infinitas possibilidades até de vocês montarem com os recursos que vocês tiverem, como de dispor dos recursos da escola também. >> Isso, aproveitar bem o momento ali a sala, né? que eh tem alunos que às vezes eles querem contar a história em outro local da escola, não necessariamente dentro da sala de aula, no pátio.
Já teve alunos que fala assim: "Ó, professora, no dia da minha regência, a diretora chamou todas as turmas da educação infantil para ouvir a história, né? Claro que aquele momento de contar a história é uma coisa. agora da atividade, né, você vai focar só para aquela turma, né?
Porque a atividade coletiva eh vai é assim, é algo que você tem que perceber nas crianças a o interesse, tá? Aquela criança que tá, ai, eu gostei muito, porque tem criança, né, que pode expor isso, né? Mas aí você tem que chamar ela, tem que despertar nela para participar dessa atividade.
Muitos alunos gostam de fazer dramatizações, né? Olha, a dramatização é uma atividade coletiva. É uma atividade coletiva.
A ensinação, né? Então aquele momento em que você for fazer, né, a atividade coletiva, você vai eh trazer algo a mais que você de repente não utilizou. Você de repente até ensenou, usou recursos de voz, recursos eh fanto com brinquedos, com aparelhos, de repente usou um trechinho de um vídeo, né, não muito extenso, você complementou com alguma coisa que para enriquecer aquele momento, mas o momento da atividade você tem que trazer coisas diferente, porque se for as mesmas coisas que de repente você utilizou não vai chamar tanta atenção.
Então, se você deixa reservado ali algo para esse momento, vai ser muito mais interessante, muito mais significativo. E também algo que os alunos também ficam com dúvida, eh, a questão da escrita, né? Tem porque educação infantil eh eh não são todas, né?
Não são todas as eh escolas que ofertam educação infantil que tem essa questão da da do pedagógico revoltado paraa escrita, né? que as crianças escrevem sozinho. Então, porque eles, né, os nossos alunos já t assim uma uma graduação, uma licenciatura, já tô a já dão uma aula, né, de repente esquecem que essa esse público é diferenciado, tá?
Então, a atividade coletiva também tem que pensar nisso, tá? Se você for fazer um um texto coletivo, obviamente que você não vai fazer um textão, né? Você vai pegar lá os pontos mais importantes para isso.
Você vai chamar a crianças. Isso já vai trabalhando essa questão da narrativa. Mas você não quer falar para ah nós vamos fazer uma narrativa não, né?
Você >> não se esqueça no parágrafo do travessão. Isso não, esse tipo de coisa não vai acontecer, não pode. Senão assusta até o professor de sala de aula.
Mas eh mostrar para criança que existe os personagens e que cada um tem o seu momento de falar é interessante. De repente eles vão ensenar e vão de repente escrever uma frase que chama atenção para aquele momento. Então isso faz parte da atividade coletiva.
Existem outros mais, né, que a gente pode chamar atenção. Acho que a educação infantil é a tentativa da escrita, >> isso. Isso mesmo.
Tentativa de criar pra criança a tentativa da escrita. Então você tem que dar chances e possibilidades com as suas atividades para que ela realize essa tentativa. Mas não se fruste.
>> É, >> e também não fruste os seus alunos que você está estagiando caso eles não consigam, porque isso faz parte da etapa da vida escolar que eles estão vivenciando, né? Eles serão os alunos, os futuros alunos que você terá aí no campo de atuação que você já tá acostumado, na faixa etária que você já está acostumada a atuar pela sua formação inicial. Mas é importante a gente falar, não se fruche, tá?
E não fruche as crianças também, porque eles estão ainda em formação. Então, uma atividade que faz a tentativa da escrita de um nome do personagem, >> que você eh trabalhe com eles a inicial dos nomes dos personagens ou dos locais que os personagens venenciou. Aí vai depender da história que você introduziu o tema da sua da sua regência.
É válido isso. É uma tentativa de leitura, é uma tentativa de escrita, é uma tentativa de identificação, né, das letras do alfabeto. E isso é super válido paraa etapa da educação infantil.
Não pense que isso não dá condições para que ele escreva depois, porque isso é a base que vai dar condições para que ele escreva e depois chegue já com o ápice segurado certinho. Todas as questões que a gente vê já nos anos iniciais e que acompanham até os anos finais do ensino fundamental. E uma coisa assim que é interessante trabalhar, que a criança precisa entender em alguns aspectos, né, se tratando da história, é questão da sequência, né?
Existe a história, existe uma sequência. Então, se você for trabalhar, por exemplo, ah, eu quero trabalhar com as crianças a sequência da história. Então, se você contou, né, fez a ensinação, narrou, leu, né, aí vai da sua a ideia, né, da sua criatividade em elaborar esse esse detalhe da sua aula, da sua regência.
Agora, da atividade coletiva também questão assim, eh, já teve alunos que fizeram trechos da história, eh, digitaram, né, letra cachata, aquelas bem grandes, né, e pegaram trechos da história e falaram com as crianças qual momento da história que aquela frase aconteceria. Ou seja, a criança tem que ficar atenta, porque na verdade vai ser um jogo, né, pra criança, né? Então, quando você for fazer, eh, pensando nesse aspecto de sequência, né, você vai trabalhar outros aspectos, né, da questão da tensão, da percepção, né, a própria sequência mesmo, eh, de tempo, de local, eh, do do do dos fatos que foram sendo desenvolvido com a história, né?
Então essa atividade coletiva, você não vai só trabalhar com uma criança ali, qual, qual que é agora? Ah, faz você agora. Não, você vai trabalhar com coletivo, com todos ao mesmo tempo.
Tá sentado no chão. >> Ah, mas professora, assim não vai ter registro. Como que eu vou pensar enquanto eu tô perguntando para eles se o fulano falou primeiro, se ele acertou a resposta ou se foi o ciclano?
Meu Deus, não precisa. Não é esse momento de uma avaliação, né, professora? >> Não, não é >> não.
Eu vou vou dar mais nota, eu vou melhorar avaliação daquele aluno ali no final do ano enquanto professor, porque ele respondeu primeiro, não é essa questão. O professor de educação infantil, ele é premiado por outras percepções dentro de sala de aula. E por isso que é importante a gente trabalhar com essas atividades, por isso elas são tão ricas e enriquecem tanto também esse cenário.
E assim que é interessante porque antes da regência vocês têm que cumprir uma carga horária de observação. Então você vai observar as os tipos de atividades que o professor ali de sala desenvolve com aquelas crianças. De repente outros professores que são professores daquela turma.
de repente uma atividade coletiva que envolve outros aspectos pedagógicos, não necessariamente uma literatura infantil, mas que de repente vai te dar uma ideia para fazer na sua no seu momento da regência usando uma literatura infantil, tá? Então assim, esse olhar tem que ser, você tem que ficar atento assim, antenado mesmo e pesquisar, ver se aquela atividade propicia realmente o coletivo ou não. Porque olha, às vezes você fala assim, mas olha, na nas observações o professor sempre faz a mesma coisa.
Então vou vou repetir, não seja diferente, mas que esse esse diferencial seja possível, seja eh assim coerente com aquela idade, seja correto, busca eh tirar dúvidas de repente com a professora. Eu lembro uma vez, eu tava fazendo pedagogia ainda, eu na época eu queria trabalhar um gráfico e a professora falou assim: "Ai, meu Deus, eu nunca trabalhei gráfico com os meus alunos e agora estagiária. >> É, e ela ficou super preocupada, mas eu falei assim: "Ah, professora, eu ai, deixa eu tentar, eu quero tentar.
Se de repente não for, eu eu vou descobrir, né? " E de repente a gente às vezes subestima as nossas crianças, né? de achar que aquela atividade não, eles não vão dar conta, mas daí no momento que você estiver trabalhando, você vai dando suporte para ele, né, de algumas palavras, de algum conceito, né, de valores, alguma coisa que faz sentido para ele construir junto com você essa atividade coletiva.
E por fim, a atividade, né, o gráfico, que é o gráfico é uma das atividades assim que a gente consegue fazer muito bem no coletivo. Foi um sucesso, porque eu tive que fazer eh votação da das frutas que eles mais gostavam depois da da das brincadeiras. A eles montaram comigo o grafis, mas para isso eu levei lá para eles um já organizado, um painel, né, que é o supitão que a gente fala, né?
Montei o gráfico, colei lá na frente, né, num local mais próximo da, na questão da altura. deixei já algo já escrito ali, já antecipei alguma algumas informações porque o momento da regência é um pouco corrido, né, mas que são antecipações que não vai prejudicar o momento da construção de um gráfico, por exemplo. E as crianças foram interagindo, foram participando.
No meu caso, eu tive que fazer um registro, porque eu queria fazer o registro em folha, mas aquele momento foi coletivo, tá? Então isso foi muito enriquecedor e depois a professora falou assim: "Nossa, que interessante, olha, eu não sabia que os meus alunos podiam tanto, né? E é engraçado e a gente até se lembra, né, nos remete às nossas eh experiências com quanto éramos acadêmicos e no início ali da >> dos anseios que a gente tinha quando a gente se formou no iní se formou no início, é claro, né, mas quando a gente iniciou a nossa atuação.
E a professora ao falar de gráfico, quando a gente pensa em gráfico e ao vocês também trabalharem dentro das disciplinas que vocês já atuam dentro da da formação inicial de vocês, pensa o quê? Vou ensinar ele a construção no gráfico, no caderno, régua, lápis, venha para cá, venha para cá. E nós fazemos aí a construção do gráfico.
Na educação infantil não é assim, não é dessa forma. Então, por exemplo, a cesta da dona Maricota, que é o livro que eu estou aqui, é um dos livros, né, professora, que vocês deixam de indicação para eles, porque é uma uma tem infinitas possibilidades aqui com esse livro da Tatiana Belink. Ele trabalha com as frutas, tá?
Então eu posso trazer a lenda história com personagem, com fantocha, eu vou trabalhar também o gosto deles. Foi lá comida saudável, porque são frutas e legumes. A partir disso, eu posso construir um gráfico, uma enquete, por exemplo, que legume e o que fruta que vocês mais gostam ou da nossa história, o que vocês mais gostaram, o que vocês mais gostam de comer ou que vocês nunca experimentaram ou o que vocês não gostam de comer.
E aí você pode fazer um gráfico, pode ser um gráfico desenhado ali no momento, no pula. Você pega um giz >> e desenha na calçada da escola. Pode, pode ser um gráfico num papel pardo que você constrói a estrutura do gráfico previamente com a pergunta em cima que ela tem um registro, que é algo que eu sei que vocês se preocupam.
É. >> E aí você pode trazer pedaços de papéis picados das cores, né, de >> ou de repente leva até a a a silhueta da da fruta, dos legumes, leva mais, né? Porque não tem problema isso, né?
>> E vai perguntando e vão e vamos fazer então a construção no nosso gráfico. A partir dessa pergunta, qual é a fruta que vocês mais gostam? Qual os legumes que vocês mais gostam?
Ou ou qual, né, o legume é fruta que vocês mais gostaram da história da Tatiana Belink. E aí você vai disparo no gráfico para eles e vai elencando quanto. Isso é aprendizagem matemática também, porque depois tem uma infinidade de possibilidades para vocês trazerem.
Quantos, qual teve mais, qual teve menos, qual ficou em primeiro lugar, em segundo, em terceiro, qual ficou por último, né, professora? >> Tem alunos que às vezes colocam texto. É até importante fazer uma pontuação aqui, já que nós estamos trabalhando essa questão.
Professora, posso fazer uma salada de fruta depois? Não tem problema. Só que eu chamo atenção, já que nós estamos falando, sempre, né, é importante a gente eh destacar o seguinte, >> vê se existe essa possibilidade ali na escola te organizar esse momento da salada de fruta, se tem algum problema, alguma, a alguma fruta tem, alguma criança tem intolerância aquele tipo de fruta, né?
Então esse tipo de cuidado também tem que ter, tá? Eu, por exemplo, enquanto eu atuava, né, nos anos que eu atuei na educação infantil, eu tive um aluno que tinha alergia frutose. >> Aí, ó, >> e eu me recordo dele durante toda a minha atuação, ele sempre teve, então ele não podia comer.
Então, o momento da fruta que a professora, né, eu enquanto professora colocava as frutas picadas no pote para que eles no coletivo comessem e participassem, né, tivesse aquele momento, ele não podia participar porque ele não poderia comer. Então, ele trazia. Quando eu trabalhei a história da da Tatiana Belinque, da dona Maricota, que eu perguntei qual que era a comida, a fruta, né, que nós tínhamos visto aqui mais que eles mais gostavam, qual era a preferida.
Ele me di esse macarrão com linguiça. >> E eu me recordo até hoje. E ele desenhou o macarrão e fez as bolinhas da linguiça porque era o que ele comia.
Ele não tinha essa vivência. E com o passado no letivo, ele pôde iniciar a introdução da frutose. Então ele começou com uva passa, ele trazia.
E eu nunca me esqueço o dia que ele olhou para mim e falou assim: "Professora, eu morro para comer um morango". E aquilo me frustrou até. Eu lembro que eu cheguei em casa e falei: "Meu Deus, ele não poôde comer fruta".
Mas foi algo que a gente foi construindo e a partir do momento que ele pôde comer, eu fui introduzindo com ele, trazendo também. Então, todo esse trabalho foi feito a partir de uma história, de uma prática diferente que eu tive ao contar uma história que estimulou ele, que estimulou ele também ao desejo de comer fruta, que era algo que ele não conhecia. É claro que a primeira vez que ele botou fruta na boca, ele quase vomitou, porque ele não sabia o gosto, ele pôs ele deu aquelância de vômito e aí ele foi conforme também foi uma adaptação dele.
Mas são diversas realidades que a gente tem dentro de sala de aula. E essa questão é importante, né, focar na realidade, porque assim como existe crianças que não podem, mas também tem crianças que não t acesso. Então é um momento em que você pode ter uma conversa, conversar antes, né, com a professora da sala, eh, falar se pode ou não pode, né, conhecer ali, porque isso faz parte do nosso dia a dia, né, de sala, de aula, de escola e que nós não podemos ignorar, tá?
Se quiserem, né, trabalhar com um doce, com uma fruta, com uma salada de fruta, ou de repente, né, a história da Galinha ruiva que tem um bolo, nos queal bolo de >> é gostoso, é válido, mas sempre peço autorização da professora, sempre peço autorização da escola, porque imagina que você está ali >> naquele momento, né? E por mais que você observou ali durante os dias da turma, você não conhece todos a fundo como a professora conhece, como a ficha médica das crianças também conhece. Então pode ter diabético, pode ter doença celíaca, pode ter uma infinidade de possibilidades ali que você vai se deparar que de repente vai causar um transtorno na sua regência.
Então para evitar transtornos, não é não faça, mas sempre faça com autorização. Agora sim, falar sobre atividade coletiva, eu acredito que vocês já conseguiram entender um pouco mais. Então fica aqui a dica de que você tem que se preocupar em realizar essa atividade, mas não necessariamente fazer um registro em folha.
Às vezes a gente até coloca, inclui um nos anexos, mas a gente deixa claro ali, gente, é se houver necessidade, porque pode acontecer da escola pedir, né? uma escola privada, por exemplo, às vezes precisa ter um registro até para eh eh >> ou eles vão ter uma exposição achou vá sua atividade, que tem essas questões que você pode conversar e tirar dúvida com a professora Regente, tá? Não vou, nós não estamos dizendo aqui que é proibido, mas que existe outras possibilidades >> ou que é obrigatório, que vocês saibam.
É obrigatório fazer atividade eh coletiva, sim, mas o como, né, as estratégias, os recursos, aí é outra situação. Além dessa atividade coletiva, nós temos a lúdica. Bom, a parte lúdica, né, o nome já diz, né, lúdico.
É uma um momento de realmente de de prazer em ver as crianças se divertindo e até mesmo você. Mas não se engane. A atividade lúrgica precisa ser bem elaborada, bem pensada.
Você tem que ter uma intenção. Não pode simplesmente pegar uma atividade, minha mãe mandou escolher isso daqui e esquecer que tem um foco. >> Se a temática da sua literatura infantil, vamos colocar o exemplo aqui que a professora pontuou da cesta da dona Maric, de dona Maricota.
Como que você pode trabalhar uma uma atividade lúdica focando na temática, no assunto que foi discutido nessa história? Você pode adaptar eh atividades lúdicas de outras atividades e focar para essa temática, né? Nós temos assim, teve uma vez que um aluno colocou a uma uma atividade da batata quente.
Ah, professor, eu quero fazer da hisó a atividade lúdica da batata quente. Só a batata quente pela batata quente com que o que mais, né? O que mais que você pode despertar ali?
um momento de interação, de socialização, porque essas atividades, né, tanto a a coletiva quanto a lúdica, ela tem o intuito de se as cries se eh eh ter um momento de socialização, tá? E a lutica é um momento extremamente importante, porque além de fazer com que a criança participa, vai dar as suas risadas, aquela risada gargalhada, gostosa, porque pode aconte acontecer isso, você também pode estar ali sentando no chão, ouvindo uma música, de repente um momento de de se organizar para para eh de repente ali você organizou uma uma dinâmica da dramatização. Agora é o momento de é criar outros personagens em cima desse personagem de destaque.
Então tem vários aspectos do lúdico que você pode trabalhar. E outra coisa que também a primeira coisa que vem na nossa cabeça do lúdico é o quê? Música, eh, dança, né?
coisas assim muito do sempre, o sempre tá acontecendo, passanel, essas brincadeiras mais assim, eh, às vezes até da nossa época quando era criança, nada contra, porque muitas crianças não conhecem, mas pense, o meu objetivo do meu projeto tem um eu minha a dar essa atividade, porque a atividade lúdica, como a professora Renata tá explicando >> e eu acredito que ela também vai concordar com o meu posicionamento, Ela é o brincar sobre o olhar direcionado seu enquanto diário, enquanto professora ali. >> Então não é o brincar pelo brincar, não é dispor ali um momento de socialização, eles vão correndo pátio ao som da música da Galinha Pintadinha, não, né? Qual é a sua intencionalidade?
Qual é o seu direcionamento? Você é o adulto ali, então qual é o direcionamento que você vai dar com essa atividade? de que forma ela se relaciona com o seu, a sua literatura, com o projeto, né, que você está ministrando naquele dia.
Então, isso é importantíssimo. Então, brincar, até no brincar, dentro da educação infantil, o professor exprime a sua intencionalidade. Até no brincar, a criança está aprendendo, então não é porque ela tá descontraindo ali, brincando no pátio que você vai deixar, né, de propiciar para ela um momento de aprendizagem que ela vai ficar livre, solta para fazer o que ela quiser.
É claro que a educação infantil tem esses momentos, sim, mas em todos há a intencionalidade do professor. Então, é importante que vocês eh se não se delimita, mas saibam dessas questões para que vocês possam pensar numa atividade lúdica que seja válida. E se preocupem com o que eu pretendo com essa atividade.
Pensem sempre assim, com essa brincadeira, o que eu pretendo com ela. Ah, eu vou desenvolver ela dessa forma porque ela se interliga com a história da da dona Maric Cotter ou eu vou adaptar a brincadeira da batata quente para que ela se interligue com a minha história e eles possam se remeter à história e a gente continuar trabalhando aí com essa temática. Então, pode ser uma adaptação também, né, professora Renata?
Vocês não precisam criar uma brincadeira que não exista. Você inventa, né? Dá um Esse momento é o momento mesmo que você vai colocar em prática eh algo que você já estudou no curso, né?
Ou às vezes até mesmo na hora da organização ali que você vai criar. Nós aqui, por exemplo, tem uma cestinha, né? Você imagina levar cestinhas com vários objetos, né?
E esses objetos fazem parte de um contexto da história. Quando você deixa na mão de uma criança, eles vão querer o quê? Brincar.
Eles vão querer manipular. Você só com você ali não vai ter graça. Mas a partir do momento em que você explica para essa criança o que vai, o que vai acontecer, né?
Usar uma estratégia diferenciada, >> você vai ter sucesso na sua brincadeira. Então, quando você eh eh, por exemplo, leva uma caixa toda fechada, toda fechada, né? Você fala assim: "Nossa, gente, tem uma caixa aqui que olha, não sei que tá fazendo aqui essa caixa, mas ela tá tão sem graça, tão sem cor, tão sem vida.
Vamos dar vida a essa caixa. Então esse momento você quer adaptar para um lúdico, você pode colocar de repente vamos fazer uma, vamos decorar essa caixa, mas usando o compasso de uma música. De repente a música que pertence ali, ã, pertence não necessariamente, mas que de repente encaixa na temática da sua da sua história.
Quando parar, a gente vai ter que parar. Quando a música parar, você vai ter que parar também. Aí de repente vem agora uma, você dividiu em grupos ou parou em trio, em dupla ou eh meninas e meninos, não sei, né?
Vai criar ali uma condição paraa criança é despertar de dentro dela mesmo a criatividade, a imaginação, o mundo do Faz de Conta >> e a percepção reparar na música que vai parar. Então ela vai, ela tem uma regra que ela tem que seguir, que ela tem que se adequada >> e mesmo sendo lógico, né? >> Então ela ela também vai trabalhar todas as questões, mas ela vai ficar com a atenção voltada para que ela possa parar num determinado momento, porque ela tem que prestar atenção, ela não quer perder, ela não quer fazer errado.
Então eh é importante que vocês trabalham com essas questões. >> O comando das atividades, né? falou: "Olha, vocês precisam fazer a decoração dessa caixa, só que ao mesmo tempo você vai ouvir a música e vai fazer uma dancinha, um exemplo, né?
Então você imagina quantas coisas, né? detalhes que você vai trabalhar. Então, na educação infantil não é nada parado, nada estático.
Ali, opa, não, é movimento, é ação, é vibração, é alegria. E é algo que os alunos precisam realmente é assim se encorajar e fazer daquele momento o momento especial para você e marcante para as crianças, né? Outra possibilidade que eu que eu pensei aqui agora, normalmente as escolas todas de educação infantil tem um momento de comer fruta.
Em algum momento a criança traz uma fruta ou a escola dispõe ali. >> Você pode ou se ela come depois do lanche guardar aquilo ali para para um momento diferente. E aí vocês vão igual a Maricota, né?
foi comprar, teve toda a cesta dela, vocês vão procurar pela escola as frutas pra cesta de vocês. E aí ou a cesta que eles decoraram ou uma cesta que você dispôs ali bem bonita para eles, vocês vão fazer passeio para ela com caça tesouro, né? caut isso, caça as frutas da dona Maricote.
Depois eles finalizam comendo, eles finalizam tendo essa participação, que é algo que eles já tem na rotina escolar, que é algo que é importante, mas que você trouxe de uma maneira diferente. E esse é interessante, né? Porque é aquilo que nós já até pontuamos em alguns momentos das nossas falas aqui.
Às vezes a gente pensa, ai, será que vai dar certo, né? E você tem que se permitir a a chegar esse momento e ver. É só vai saber mesmo se acontecer, >> tá?
Se você nunca tentar, >> não vai, nunca vai saber. De repente vai ser o único momento em que você vai ter contato com a educação infantil. Então, torna esse momento de fato marcante, né?
>> Exatamente. E fazer com que as crianças, porque as crianças eles amam quando vão estagiários, né? estagiárias ali naquele momento, porque sempre tem alguma coisa diferente.
Então, ó, >> na aula de hoje nós demos algumas dicas sobre atividade coletiva e atividade lúdica. Então cria ali, vamos, né, pesquisar, buscar, interagir também com a professora de sala de aula, perguntar se isso é possível ou não, se você deseja fazer algo um pouquinho diferente, que saia um pouquinho daquela rotina de sempre registro, né, em em folha, algo que você percebeu nas observações, eh, possibilite outros outros momentos para as crianças e você também quanto futuro professor de uma, né, de uma educação infantil e que de repente vai ter um resultado, o produto final vai ser bem diferente daquilo que você imaginou e até serve como eh suporte de compreensão de uma até para um relatório, quando o professor observa o seu aluno, nossa, ele fez essa atividade, eu nunca imaginei uma atividade lúdica, uma atividade coletiva que olha ali com aquela criança, ele se desenvolveu diferente, né, de uma maneira eh eh despertou o interesse de uma outra maneira, né? Ou se socializou melhor.
>> Isso. Então esse é o momento também. >> Isso ajuda também a professora Regente, né?
Então a professora Regente também vai ser muito válida essa sua atuação. >> Exatamente >> porque ela naquele momento, ela também fica um pouco ali condicionada no planejamento. Todas as questões que vocês ao vivenciarem enquanto professor também de dentro de sala de aula vão ter que vocês já têm também na, né, na na área que vocês atuam.
Porém, a o momento da regência de um estagiário é diferente, é um momento diferenciado e é uma possibilidade dela tirar algumas dúvidas também da avaliação das crianças, do posicionamento que elas têm, qual se desenvolveu melhor ali durante o ano letivo, qual ainda tá meio retraída. Então também permitam esse tipo de de posição e esse tipo de possibilidade também pra professora regente da turma. Chegou ao fim de mais uma aula.
Eu espero que você, aluno, né, eh, tenha gostado, né, que nós criamos possibilidades aqui para você pensar um pouquinho mais, refletir um pouquinho mais sobre as essas atividades. Então, desejo fazer momentos maravilhosos e quando você estiver lá na prática, na regência e que esse resultado, esse produto final das dessas atividades realmente eh seja um sucesso tanto para você quanto para a criança e para professora que está ali te observando também atentamente o que você vai criar, o que você vai, o que você parou para pensar em relação às atividades para aquela turma, tá? Eh, agradeço a professora Amanda mais uma vez, foi muito bom.
E até mais, alunos e assistem, procuram interagir entre vocês também de amigos, colegas de polo, qualquer coisa estou à disposição, OK? Até mais. Ciao.
Ciao.