Você já parou para pensar quais seriam as seis dicas para fazer as suas redes sociais alavancarem de vez? [música] >> Mais um The Marketing Club. >> Oi, meu nome é Luana e hoje você tá em mais um episódio do The Markering Club.
Muito feliz de estar aqui com vocês. Eu tenho uma marca de roupas há uns 5 se anos que nasceu e cresceu no digital. Então, esse é um assunto que eu amo muito.
E de onde eu tiro essas teorias que eu trago para vocês, eu sou formada em marketing e por isso eu acho que eu sei um pouco do que eu tô falando. Então, hoje a gente vai falar sobre como fazer as suas redes sociais alavancarem de vez. Um, é a maior mentira.
Não existe isso que a plataforma não gosta de você. Bom, eu comecei esse perfil que é da minha loja Alas assim e hoje em dia ele tá assim, assim como o meu perfil pessoal, ele tava assim quando eu comecei a ela hoje hoje em dia, ele é assim. o nosso daily, que é o nosso insta fechado, o TikTok da marca.
Então, acho que uma coisa que eu gosto muito de falar é sobre como fazer as suas redes sociais crescerem de verdade, não só com regras genéricas, enfim. Isso tem uma coisa que eu tenho certeza é que você tem que entender que as redes sociais elas são um robô, elas são um sistema e não necessariamente ela gosta de você e ela não gosta de você, isso vai fazer o seu perfil crescer ou não. Você tem que entender o seu objetivo ali com aquela rede.
Uma vez que você traça esse objetivo, você tem que entender como eu vou decifrar esse sistema para chegar nisso. No meu caso, meu objetivo era crescer as minhas redes, ganhar seguidor, ganhar visibilidade, ganhar engajamento para aumentar minhas vendas e consequentemente crescer a minha marca. A explicação disso é que as redes sociais elas são sistemas baseados em dados e inteligência artificial.
Decorem isso. Ou seja, elas são robôs. E os robôs eles não têm opinião, eles não têm sentimento de gostar ou não de você.
Eles não sabem se você é uma pessoa boa, uma pessoa ruim. O que eles sabem é interpretar o comportamento, os números, o quanto de engajamento você tem, o quanto de compartilhamento, o quanto de tempo as pessoas ficam retidas na tela ou naquela rede em si, observando que você posta. Essas plataformas elas funcionam com uma inteligência artificial que é totalmente baseada em dados.
Ou seja, elas analisam o comportamento, como eu acabei de falar, quanto tempo alguém fica no seu vídeo, se a pessoa assiste até o final, se ela salva, se ela compartilha, se ela comenta. Por exemplo, se você tá vendo esse vídeo agora e você sair, esse segundo agora que tá marcando o vídeo, o YouTube vai me passar. Tantas pessoas abandonaram o vídeo nesse momento.
É através desses dados que você vai conseguir construir o seu plano. E aí o robô, no final das contas, ele só traz para você qual que é a sua performance. E é por isso que criar é muito importante para que você observe os resultados dessa criação.
Com isso, você ajusta através desses dados que você viu dessa criação e aí você vai repetir para cada vez você ter uma performance melhor. Eu tenho um exemplo que eu amo e com certeza vocês conhecem esse caso. Sabem o Mr Beast?
Aquele que tem o canal gigante, a gente ele tem uma marca de chocolate, enfim, ele tem muitas visualizações. Eu lembro que a primeira vez que meu namorado mostrou um vídeo dele, eu fiquei assim: "Como que esse cara tem tanta visualização? Isso não é possível.
" E aí uma coisa que faz muito parte da história dele é que ele se tornou um obsecado na análise de dados dos vídeos dele. Então ele vê quanto tempo de retenção, que horas que a pessoa abandona o vídeo, o que que faz a pessoa sair do vídeo, o que faz a pessoa ficar mais, quais os vídeos que performam melhor, luz, cenografia, cenário, áudio, língua gravada do vídeo. Ele se tornou obsecado por dados.
E não é a toa que ele é um dos maiores canais do YouTube. Ele tem mais de 250 milhões de inscritos no YouTube, vídeos que passam de 50 a 20 milhões de visualizações e é um negócio que movimenta mais de 500 milhões de dólares por ano, considerando produtos, marcas, enfim, chocolate que eu acabei de contar para vocês. Isso é genial.
Dois, entender quais são os gatilhos sensoriais. Eu tenho uma confissão para fazer para vocês. Eu demoro para responder o WhatsApp.
Não é por mal, eu acabo trabalhando muito por lá. Então, quando eu vejo mensagem pessoal, eu acabo pensando: "Je já eu respondo". E aí vai indo, vai indo e quando eu vejo, eu não respondo meu WhatsApp.
Mas se você mandar uma foto de visualização única, eu vou largar tudo que eu tô fazendo, infelizmente, e ver essa foto, porque eu não aguento de curiosidade de saber o que que tem ali. Isso é considerado um gatilho sensorial. Eu não sei se vocês já ouviram falar, mas a explicação disso é que existem alguns componentes químicos no cérebro enquanto a gente consome as redes sociais, né?
E o cérebro, ele tá sempre buscando recompensa, sensação de recompensa, principalmente a tal da dopamina. E os estudos já mostram que os conteúdos rápidos, né, que a gente consome ali nas redes, eles podem aumentar em até 47% essa dopamina, justamente porque tem muitos estímulos constantes. Ou seja, isso que eu contei é um fato.
Cabe nós utilizarmos esses dados ao nosso favor, que é vamos ativar então os gatilhos sensoriais para crescer as nossas redes. E aí que entra toda essa parte, porque a retenção ela não vem só da ideia, ela vem de como o conteúdo ele é sentido na pessoa que tá assistindo. Então você tá ali passando o TikTok, pode ser o jeito que a pessoa põe o celular na hora de gravar o vídeo, o ritmo, né?
Então ritmo muito acelerado. Você f como que a pessoa tá dançando tão rápido? A estética, nossa, parece que gravou nos anos 90.
O som, então assim, tudo tá meio que falando baixinho assim e aí você fica com vontade de assistir. Isso é muito surreal. Isso são gatilhos sensoriais, não é achismo, são recompensas químicas que a gente tem.
Inclusive os conteúdos que acabam misturando estímulos visuais, né? Então eu chegando aqui para vocês e fazendo toda um visual, esse sofá branco tudo clean, com estímulos auditivos, então por exemplo, fazendo assim, chegam ativar em até 40% mais áreas neurais, que aumenta diretamente o tempo de permanência que você vai ficar e querer consumir aquele conteúdo. Hoje mesmo, antes de vir pra cá, eu estava vendo vídeo de uma encravada que juntava o estético quer ver aquela coisa ali com sensorial, o barulho espirrando a água, cortando a unha.
Bom, e assim o gatilho ele leva a ativação neural que faz você querer permanecer, ou seja, leva a permanência e com isso a escala do seu conteúdo, que pode ser uma das formas de escalonar as suas redes sociais, o seu perfil. Tem uma marca muito legal que a minha cunhada que me apresentou, a Fer, que é Jim Shark. E aí eu tava dando uma olhada e é uma marca que entendeu muito bem como prender atenção nos primeiros segundos de vídeo através dos gatilhos sensoriais.
Em vários conteúdos eles não começam mostrando o produto, a camiseta, por exemplo, eles começam com uma quebra de padrão. Às vezes é uma cena meio caótica assim, que você fica, nossa, deixa eu entender o que tá acontecendo, alguém fazendo algo inesperado, uma cambalhota, aí sim mostra roupa, uma situação que parece até desconectada, tipo alguém caindo, sabe? E começando uma pergunta direta assim, por que que ninguém fala sobre isso?
Você já ativa um gatilho de, opa, como assim? Deixa eu entender, eu tenho que prestar atenção nisso. E isso é uma forma muito eficaz de fazer as suas redes sociais alavancarem.
Aas, minha marca entendeu que rasgar suas embalagens quando a gente começa os nossos vídeos, pelo barulho, pelo prazer, pelo sensorial, pelo susto que você leva ali, é um gatilho sensorial muito forte na hora de você fazer com que a pessoa continue assistindo o nosso vídeo e ela chega até o final vendo essa camiseta. Eu vou fazer isso aqui para vocês. Todos os nossos vídeos ultimamente para falar sobre os nossos básicos estão começando assim, ó.
Olhem isso. Muito prazeroso, né? Três.
Use e abuse das métricas. Vocês sabiam que tem um estilo de vídeo em específico que mais fez eu fechar a publicidade com meu nome pessoal, né? Então conto muito sobre minha marca que a LAAS.
Mas o meu perfil Luana Ame por crescer junto com a LAS acabou fechando algumas publicidades. Faço alguns projetos que eu acredito. E um dos tipos de vídeo que mais fez isso acontecer para mim foram os meus vídeos de unha.
Eles têm esse estilo de métrica aqui. E o que aconteceu? Desde quando eu criei o TikTok, eu tentava postar vários estilos de vídeo.
PH, aí tutorial do cabelo, aí vídeo de unha, aí meme, aí vídeo com o namorado. E são vários testes. Apesar de alguns uma vez ou outra performar, tinha um que sempre tinha constância.
os vídeos de unha sempre tinha uma constância exata de uma média de visualizações. E era nisso que eu pensei, eu preciso apostar. Então, o meu primeiro crescimento no TikTok, ele se deu muito pelos vídeos de un, ele tinha uma entrega muito grande.
A plataforma entendia que eu era um perfil positivo para continuar entregando os vídeos, porque eu era um perfil que mantinha o usuário ali e com uma taxa constante ali de visualização. E aí, consequentemente também fechei muitas publicidades de unha. E assim, ao invés de eu ficar às vezes pensando horas em horas, que que eu deveria gravar hoje, o que que eu deveria, será que eu deveria fazer isso?
Será que que eu deveria fazer aquilo? Eu sempre pensava, vamos naquilo que os números estão mostrando. É como se os números falassem, oi, olha esse vídeo aqui acho que você devia fazer hoje e a explicação disso.
Os criadores, vocês sabiam que eles gastam em média de 4 a 8 horas para produzir um único conteúdo? Desde gravar, editar e publicar, a gente é prova viva. Chegamos hoje aqui no estúdio 9 da manhã, agora 1 da tarde, praticamente ainda estamos por aqui.
Em pesquisas com os creators, mais de 70% deles afirmam que sentir pressão constante em conteúdos novos com frequência é muito normal. Que que você vai produzir de novo? Como que você vai evoluir?
Cerca de 60% dos criadores dizem que a maior dificuldade não é executar em si, mas é ter novas ideias o tempo todo. E ao mesmo tempo, mais de 50% dos criadores, eles têm muita ansiedade em relação à performance desses mesmos conteúdos. Não sei se vocês faziam ideia disso.
Mesmo com esse esforço, os estudos mostram que a maioria dos engajamentos vem de formatos repetidos que já dão certo no mesmo estilo de perfil, não de ideias novas o tempo todo, a todo momento. Em análises de performance e conteúdos que seguem padrões já validados t de duas a três vezes mais chances de performar melhor do que os conteúdos totalmente novos. E é por isso que eu continuo postando semanalmente meu vídeo de unha.
Mas ainda assim, grande parte dos criadores acabam gastando mais tempo com a criação de conteúdo do que analisando. Diferente do Mr Beit que eu contei para vocês no último exemplo, mais de 65% do tempo dos criadores é gasto produzindo novos conteúdos, quanto menos de 20% é dedicado à análise de métricas e otimização. Deixo até um oi aqui especial pra Malu, que ela me contou.
Eu sou viciada no YouTube estúdio dela ficar acompanhando as métricas de como tá indo os vídeos. O segundo que a pessoa parou quando que ela voltou e ela tem um dos canais de sucesso que eu mais admiro aqui no Brasil, que é a poltrona laranja. Depois vejam esse case.
Isso porque analisar leva a direcionar, que leva a produzir e aí sim a gente escala de novo. Eu sou muito fã do Justin Bieber. Eu não sei se já contei isso aqui.
Eu realmente acredito genuinamente que algum dia eu ainda vou estar andando numa viagem, eu vou encontrar ele e a Hea que eu sou muito fã também, vou pedir uma foto. Mas trago aqui para vocês o exemplo da Hailey. Ela começou no TikTok postando vários tipos de conteúdos, então se vocês descerem mais o feed dela, a gente tem vários estilos.
É trend, é meme, é fit check, é mudança de cabelo, é dublando música, é fazendo uma dublagem engraçada. E depois de um momento, ela começou a centralizar os conteúdos dela no mesmo estilo, que era os arrumices comigo de maquiagem, né? Então, preparando a maquiagem dela desde a skinc até a maquiagem que ela faz e finaliza e tá pronta para sair, mais focado no rosto mesmo, de fato.
Desde então ela começou a repetir esses conteúdos que apresentaram uma métrica cada vez mais constante se vocês estalquearem ela. Isso não sustentou só o crescimento da RA, o perfil dela, das métricas dela, mas sim também da empresa dela. Então, que comprovou isso em números, em faturamento e mostrar onde o alcance pode te levar.
Eu nunca vou esquecer do momento que surgiu TikTok. Cresci com a muito no Instagram. Surgi o TikTok, falei paraa minha irmã, eu tô fora, eu nunca vou entender a dancinha, eu nunca vou entender a trend.
E aí teve um momento que ela falou assim: "Faz um vídeo mostrando o maior pedido da loja. A marca ainda era em casa, então falei: "Ah, olha, a pessoa comprou tantas peças e comecei a gravar, deu muito bom". Depois comecei a postar vários outros vídeos diferentes e deram, não é que deu ruim, mas cada um era uma métrica muito diferente, mas assim foi por muitos anos, tá?
Até que ano passado a gente virou e falou assim: "Vamos focar, em vez de entrar em todas as trends do momento, que tem umas cinco por semana, né? Vamos focar exatamente no estilo de vídeo que já funciona pra gente hoje. A gente tem um TikTok muito constante, a gente vive tendo até uma conversa, eu e a Gabi, que é o show da Laz, isso vale a pena postar no TikTok, tá?
Lá, ela fala: "Não, não vai forma lá, a gente já sabe. " E aí é sobre isso. Quatro.
Conselho de amiga não de ghosting. No episódio de hoje, eu tô muito focada em contar para vocês todos os meus gostos, né? para um vídeo de obsessões recentes, mas vamos a mais uma.
Eu gosto muito de acompanhar a família Braz num todo assim, a Maria, Maria Antôia, a Silvia. Eu acho muito legal o jeito que eles mostram a rotina deles, mas eu percebi que não sou só eu. Esses dias eu tava num churrasco do Bruno, que é o namorado da minha prima, e a irmã dele falou: "Lu, eu amo a família Bras".
Eu falei: "Eu também a gente se conectou por conta disso. A gente tinha acabado de se conhecer". E aí, no que eu tava outro dia tentando entender o porquê, eu tava refletindo enquanto eu assisti o reality delas, que sai de 15 em 15 dias.
Eu pensei, é isso, assim, é um relacionamento totalmente o topópico online, mas que pra comunidade delas que acompanham elas, elas nunca dão gosting, elas estão ali num relacionamento presente e fixo de 15 em 15 dias no Yarlet Show, de todos os dias nos stories, de todos os dias no feed e isso é muito importante pra construção do seu perfil. A explicação disso. Hoje em média perfis eles perdem de 10 a 30% dos novos seguidores ao longo das primeiras semanas, né?
Eu acredito que é uma coisa que vocês já saibam, porque quando a gente entra para analisar novos seguidores, sempre tem mais tanto e menos tanto e aí chega na média de qual que foi o saldo final. Ou seja, uma parte relevante das pessoas que te seguem simplesmente vai embora, porque acaba não encontrando uma continuidade no seu perfil ou um motivo para ficar além do motivo que fez a pessoa chegar, entendeu? E além disso, estudos de comportamento mostram que maior parte do crescimento sustentável de um perfil, ele vem da retenção.
Ou seja, aumentar em apenas 5% a retenção de seguidores pode impactar o resultado do perfil e até 25 a 95% ao longo do tempo, porque você para de recomeçar do zero. Ou seja, gastar sua energia criando conteúdo para reter os seus seguidores é muito mais valioso do que você gastar energia o tempo todo para atrair novos seguidores e aumentar essa base o tempo todo. E tem outro ponto importante, a frequência ela influencia diretamente o algoritmo.
E aí lembrem do tópico um, que é quando a gente fala de sistema. Por fis que postam de forma consistente tem até duas vezes mais chance de manter alcance estável, porque continuam gerando sinais de atividade e de interesse pros dados da plataforma. Eles não vão virar para você e falar: "Eu gosto da Silvia Braso" entregar não.
Eles recebem o dado que esse @X ele tá postando todos os dias, ele retém uma comunidade diariamente, ele mantém o perfil ativo, ou seja, ele aumenta o tempo de retenção dos usuários daquela rede social. Ou seja, enquanto muita gente foca em só atrair novos seguidores, existe uma perda constante acontecendo de seguidores também. E se você não cuida disso, você só cresce de um lado e perde do outro.
Por isso que não dá gosting. Não é sobre você ficar postando muito ou pouco, fazer um reality show da sua vida ou não posta nada, mas é sobre você saber oferecer uma constância. Não é porque eu não posto todos os dias no YouTube que eu tô dando ghost em vocês, porque vocês sabem que de 15 em 15 dias eu vou estar aqui.
Da mesma forma que se eu postasse assim todos os dias e do nada não postasse mais, isso seria um gost. Então no final do dia é tudo sobre a constância que vai alimentar o banco de dados que analisa o seu perfil. Isso porque uma vez que você abre a expectativa de quem te consome, é importante que você ofereça certa consistência.
Através disso, você vai ter uma conexão com seu público e assim uma retenção cada vez maior. Um exemplo que eu amo, sou fã também, só das pessoas que eu sou fã hoje é Alex Cooper, host do Cherdery. Vocês já viram um podcast muito legal que ela entrevista vários famosos e ela é um exemplo muito claro sobre não da Gostin.
Ela não tem um volume de conteúdo, você não vê ela postando stories, ela não fica colocando TikTok. Enfim, mas ela tem uma constância muito bem definida. Toda semana você vai falar com ela no podcast dela, seja através de um convidado, seja através do Sunday Session, que eu até já decorei.
Então eu sei que aos domingos eu vou conseguir ver o conteúdo dela e a expectativa ver um hábito. E esse hábito ele mantém a audiência da Alex. Com isso, ela construi uma das maiores audiências de podcast do mundo com milhões de ouvintes recorrentes e contratos multimilionários, tá?
Mesmo sem empresa tá online o tempo todo. A LAAS tem um cronograma no off, que é o nosso trelo, no caso, para que a gente mantenha uma constância de exatamente tudo que a gente faz. Nada é postado solto ou por acaso.
Toda segunda a gente se junta e faz o cronograma do que vai ter na semana. Por exemplo, hoje de cor, eu já sei que vocês vão ver os bastidores da gravação de hoje. Mais tarde vocês vão ver um look de uma pessoa usando regata Bruna.
Já sei que esse final de semana vocês vão ter spoiler, que domingo vocês vão ter post de comunidade e assim a gente mantém a nossa constância. Cinco. Deixe o telespectador em vantagem.
Eu tô numa fase, nossa, tô rindo muito. Esse vídeo é só coisas que eu amo, mas eu tô de fato amando muito ler livro. Vou contar os recentes para vocês, pra gente trocar um pouco.
Deixem nos comentários. Li esse mês os Sete maridos de Avelin Hugo. Tô lendo agora algum romance da AB.
Esqueci sobre o nome dela. É uma capa toda colorida. Antes eu lia muito thriller, então eu li a paciente silenciosa, todos o Rafael Montes.
Então me deixem indicações de livros. Estou tentando sair dessa coisa de thriller e pro romântico para dormir um pouco melhor. Mas enfim, eu sinto que uma coisa que também tá me animando muito nessa fase é o fato de eu sentir que eu tô sendo útil de alguma forma e que eu tô ganhando alguma vantagem com esse hábito.
Então, eu realmente sinto que eu tô ganhando um conhecimento, que eu tô gastando meu tempo com algo sem ser tela. Resumindo, eu me sinto em vantagem, eu me sinto ganhando alguma coisa com aquilo. Isso tem uma explicação.
Hoje já existem estudos mostrando, provando que mais de 60% das pessoas se sentem sobrecarregadas com consumo de conteúdo. Mas mesmo assim elas continuam entrando nas redes sociais todo dia, toda hora, passam 10, 20 minutos direto, só ficando assim, ficam horas a mais no banheiro sem que elas de fato queriam, que elas estão ali vendo as redes sociais. Isso muda completamente o comportamento.
Dentro disso, os conteúdos que dão a sensação que você tá ganhando alguma coisa consumir aquilo, igual eu contei para vocês estudos, eles saem na frente. Então, aprender alguma coisa nova, ter alguma referência nova, se identificar com alguma história, ter uma ideia nova, o cérebro interpreta isso como uma recompensa útil e aí você se sente em vantagem. Inclusive, as pesquisas mostram que conteúdos percebidos como úteis ou informativos, acredito que como esse que você tá assistindo agora, eles têm até duas vezes mais chances de serem salvos e compartilhados.
Eu posso de verdade abrir isso com vocês. Se vocês descerem o nosso canal do YouTube, que é por onde você tá vendo esses vídeos, você vai ver que o número de visualização era muito menor do que quando a gente começou a de fato trazer uma informação em que vocês se sentem em vantagem ao consumir. Mais de 70% dos criadores já estão diversificando formatas, migrando também para conteúdos mais longos como YouTube, justamente porque permite aprofundar e entregar mais valor pra pessoa que te acompanha.
Além disso, dados de comportamento mostram que criadores que se posicionam em torno de um tema, ou seja, eles constróem repertório e não só postam aleatoriamente, eles tendem a ter maior retenção de audiência e crescimento constante das redes sociais. E realmente posso afirmar para vocês, a gente nunca ganhou tanto inscrito quanto o nosso primeiro vídeo que foi no ar falando sobre marketing. E isso porque o consumo que tá associado com algum aprendizado, ele leva a sensação de utilidade e com isso a gente tem uma retenção constante em cima daquele conteúdo.
O João Almeida, que é um fotógrafo que eu adoro acompanhar, ele é um exemplo muito bom disso. Inclusive, dê uma olhada no Instagram dele para vocês verem os lugares que ele já viajou, as fotos que ele tira, as pessoas que ele trabalha. Eu conheci ele através da Lari Saliba, que também é youtuber, e ela é muito amiga dele.
E ele tem cerca de 1 milhão de seguidores, assim, outro dia eu parei para estalquear ele e eu vi que ele tem uma estratégia muito valiosa. Ele não é só diferente, é um perfil engajado porque ele viaja o mundo ou fotografa vários famosos ou tem um trabalho excepcional, mas ele sabe fazer disso também com conteúdo que traz a sensação de vantagem para quem consome ele. Ele começou a incluir conteúdos que ensinam dicas de fotografia, explicando sobre câmeras, olhar criativo, forma de capturar imagem, como ele viaja muito.
Outro dia eu até me peguei vendo o vídeo dele falando: "Vocês sabiam que mudou a regra do aeroporto e agora os conteúdos líquidos só pode até tantos mls e vocês têm que vedar em saquinho assim". Eu assisti, eu salvei, eu estalqueei ele depois e isso muda completamente o comportamento de quem acompanha ele, porque você não tá vendo a vida do João, você tá sentindo que você pode aprender alguma coisa com ele. A própria L, que é a minha marca, faz algo que não é recomendado.
Como assim você tá ensenando suas próprias estratégias? Mas é justamente por isso que vocês sentem que vale a pena estar aqui consumindo com a gente, porque não só você tá vendo meu look, minha saia, minha camiseta, ouvindo mais sobre a marca, mas também aprendendo com ela. Isso traz uma sensação de tá, tô consumindo muita tela, mas pelo menos tá valendo a pena.
E por último, todo mundo compra um livro pela capa. Sim, eu odeio cardápio sem foto. Vamos finalizar o vídeo de um jeito diferente, né?
Falei tudo que eu amo, tudo que eu sou obsecada, mas uma coisa que me irrita é em restaurante o cardápio não tem foto. Aí se eu quiser foto eu ten aqui no Q code. Aí eu leio ali, tem a especificação, o nome de várias coisas que eu não sei direito como que elas vão ficar juntas e eu não sei se aquilo vai ficar delicioso ou se não vai ficar bom.
Enfim, vocês também são assim? E tem uma explicação, tá, do por isso. O cérebro humano, ele toma decisões visuais muito rápido, muito, muito, muito rápido.
Estudos mostram que menos de 50 milsegundos a gente já toma uma primeira impressão sobre algo. E é muito engraçado porque eu até tenho mania de me culpar às vezes de reparar tanto nas coisas e penso: "Ai, não devia ter reparado nisso, mas não tenho o que fazer, é o cérebro humano". E antes mesmo de pensar, você já conseguiu sentir se aquilo é bonito para você, feio para você, agradável para você ou não?
Além disso, cerca de 90% das informações que o cérebro processa são visuais e conteúdos visualmente atraentes t muito mais chance de prender atenção logo no primeiro contato e isso impacta diretamente no consumo desses mesmos conteúdos. Também pesquisas mostram que a estética influencia não só no clique, mas também o nosso tempo de permanência. A pessoa tende a continuar vendo aquilo que ela considera visualmente agradável.
Você já tem alguma amiga que falou assim: "Eu não assisto série que o personagem é feio". Tem uma explicação para isso, né? E quando a gente fala de rede social, o seu perfil ele é literalmente uma vitrine, algo visual sobre você.
Não é só sobre o que você posta, é sobre o que ele parece, o feed, a cor, a luz, o estilo enquadramento, tudo isso comunica antes que a pessoa decida ou não te acompanhar. Nesses 50 milissundos que o cérebro processa isso. E por muito tempo a gente ficou ouvindo muito que não importa se o fed é bonito ou não, se é estético ou não, o que importa é a conexão.
Concordo muito na importância da conexão, mas eu não acho que isso inviabiliza a importância da estética, porque a gente tem sim o senso muito rápido de perceber se aquilo é atraente ou não pra gente. E sim, você não vai agradar todo mundo. Então, não necessariamente o feed bonito é o feed que é bonito para todo mundo, o perfil de rede social que é para todo mundo.
Mas quando você define um público, a estética ela vai precisar fazer sentido para aquele público, pro público que consome a gente. É muito importante que esse vídeo do YouTube esteja clean assim. Mas talvez se meu público alvo fosse outro, deveria estar num outro estúdio com outro cenário, com outra composição.
E isso porque a estética ela atrai, que gera interesse em quem tá consumindo e consequentemente o consumo daquele conteúdo. Um exemplo que eu gosto bastante, deiem uma olhada nas nossas redes sociais, como que a gente faz isso. o feed do nosso Instagram, o feed do nosso daily, o meu feed pessoal, o feed do nosso TikTok, o feed do nosso YouTube e até mesmo o feed do meu TikTok pessoal, que é algo que as pessoas falam: "Não, para que se importar com isso?
" Eu tento ao máximo trazer uma constância de cores, de estética. É meio que se você olha a estética desse meu feed no TikTok, ele é uma leve extensão da las e você sabe qual estilo você tá consumindo se você me seguir. A Jaquemous, que é uma marca que eu adoro também construir uma marca onde a estética não é só um detalhe.
Às vezes você entra no Instagram dele, vocês falam: "Por que que ele postou isso? Não é a roupa, não é uma paisagem, é às vezes um ferro de passar só com o logo. Às vezes é o mar só com o logo.
Por quê? Porque isso traduz a estética. E aí quando você vai numa loja física deles, é exatamente a extensão desse universo.
Olhem aqui alguns vídeos aleatórios que eles postam simplesmente por reforçar a estética. Enfim, e agora, antes da gente encerrar o vídeo, eu vou escolher uma pergunta de uma de vocês que tá sempre acompanhando o nosso canal para responder no dia de hoje. Mas antes queria falar que quem tá patrocinando o episódio como sempre é a Last Closing.
Então vocês tm cupom sempre no site que é The Last Club. A cliente, a Lari Guimarães mandou pra gente assim: "De onde vocês tiram essas ideias geniais de marketing que não parece marketing? " A gente tá muito acostumado associar marketing com aquela coisa muito escancarada de compre esse suco agora na promoção e você tem que entrar nesse link, liga agora pra gente e compra e liga e faz a compra, não sei o que.
Essa é a última chance. O marketing não necessariamente é isso. Então, de onde a gente mais tira repertório na hora de pensar como a gente vai divulgar nosso produto é entender exatamente onde a gente conecta, ativa e gera desejo pro nosso público alvo.
Não necessariamente sendo o gatilho instantâneo de compra, mas posso falar mais sobre isso num vídeo também. Bom, essas são as formas que eu acredito que seja possível você crescer as suas redes e que foi a forma que eu utilizei para crescer as redes sociais da Laz e as minhas. Espero que com o vídeo de hoje eu tenha aumentado levemente o seu repertório, até porque repertório nunca é demais.
E é isso, até o próximo vídeo.