Olá, [música] família. Sejam todos muito bem-vindos a mais um Family Cast, podcast oficial da Family Church Brasil. Me chamo Christopher Baron, serei o seu anfitrião, seu apresentador de hoje em uma conversa muito, muito, muito especial. Um tema sério, difícil de ser tratado, porém muito importante, que eu tenho certeza que pode transformar sua vida e das pessoas ao seu redor. Você só precisa prestar atenção nisso aqui e aprender absorver todo o conhecimento que vai ser passado, tá bem? trouxe uma pessoa muito especial para tratar desse tema aqui, uma pessoa que entende do tema, trabalha com isso
e aprende através dos seus atendimentos, é terapeuta e você vai ver mais um pouquinho daqui a pouco. Antes disso, só queria te pedir aquele favor, curte esse vídeo e também compartilhe já desde agora. Não passa desse momento sem compartilhar aí nos seus grupos de WhatsApp, no grupo, grupo de família, grupo de futebol, aquele esquema todo. Compartilha em todos os grupos possíveis, tira um print, posta nos stories, marca a gente @familycashbr, @Cristopherboaron e também o @ da nossa convidada. Você marcando a gente, a gente reposta e é isso aí, você ajuda a espalhar essa mensagem, tá
bom? Valeu. E é isso, vamos pro episódio. Doutora Ângela Cirino, Cristofer, que bom estar aqui. Que prazer mais uma vez. Isso mesmo. Mais uma vez, que esse menino tão abençoado nesse lugar que tem de ficar tantas pessoas, né? Amém. Amém. Eu falei que não era a última, né? [risadas] A gente tinha que fazer mais um. O último episódio deu muito certo. O pessoal foi abençoado. Muitos testemunhos. Até hoje faz o quê? Faz uns dois meses aquele episódio. Até hoje eu recebo testemunhos. Até hoje eu recebo mensagens. Até hoje comentários naquele episódio de pessoas sendo edificadas,
abençoadas, dizendo que aprenderam muito com aquilo. Então isso é muito bom. Foi e foi tão interessante, né? Porque é um assunto que não dá para falar muitas vezes no altar. É, né? Culos é muito delicado. Então é assunto que tem que ser falado aqui, né? Delum. É isso aqui. Passo pra conversa. [risadas] E sem mais delongas, então pessoal já te conhece, você já é de casa, vamos direto pro assunto porque a gente tem que assim aprender mais, certo? Como eu falei aqui, você trabalha muito com isso, né? Eh, já fiz uma uma introdução aqui. Como
que é? Só pro pessoal entender um pouco melhor, como que é a questão dos atendimentos? Bom, pessoal acha que quando a pessoa vai buscar uma terapia é só porque ah, ela tá com depressão, é falta de Deus, nessa é frescura, é porque não conseguiu eh realmente acessar a nova criatura. Gente, nós temos histórias que vieram da nossa vida, da infância, do adolescente, da juventude e muitas vezes coisas que acontecem na nossa vida adulta. E no universo psicanalítico, a gente assusta com coisa que a gente achava que só tava em filme, que a gente achava que
era uma lenda, que isso não acontecia, que era exagero das pessoas. Por exemplo, a questão da pornografia, que é um dos temas, o tema que nós vamos abordar hoje, é assustador, como é muito mais comum do que a gente pensa entre homens, mulheres, mulheres e crianças, e que geralmente os pais não estão sabendo, os adultos não estão sabendo lidar com isso. E se não for tratado lá na frente, essa conta vai chegar de uma forma muito difícil, muito complicada. É o que a gente tá vendo hoje. Pera aí. hoje, será que tá tendo realmente uma
ah, vamos ter vamos aceitar liberdade de gênero, liberdade de expressão. Pera aí, mas não tá tendo uma decadência moral. E onde começou essa decadência moral? Onde começou essa bagunça? No contexto da pornografia. Meu Deus. E aí, então, a pornografia eh, a maioria das pessoas acredito que sabem o que que é. Pode ser uma foto, pode ser vídeo, pode ser livros. Isso. Hoje existem muitos livros pornográficos e isso aborda muito o público feminino. Aham. E deixa eu te contar uma coisa, esses dias me chega, me cham, me chegou mensagem para mim lá no meu direct assim:
"Mas doutora, eh, me falaram que não tem nenhum problema a gente ler contos eróticos e a gente até criar um conto erótico com Cônjuge." Eu falei: "Isso é conteúdo pornográfico, porque se você tá criando um conto erótico, não vai ser uma história normal do que acontece. E outra coisa, ué, conversa não sei se eu conto sobre aquilo que é a vida de vocês. Agora, pegar uma história, isso é um conteúdo pornográfico, ouvir, né? Às vezes, ah, você tá ouvindo, só tá ouvindo gemidos, né? Que também é conteúdo pornográfico, tá? É tipo de gemido de ruivos,
é conteúdo pornográfico. Se uma criança escuta aquilo, o adulto que escuta aquilo, dependendo do ambiente, ele tá com fone de ouvir, tá andando na rua, tá ouvindo aquilo, quando ele olha para uma mulher, o que que vai acontecer? Ele vai acessar uma outra parte do cérebro dele. Então, é visual. OK? Eh, aquilo que tá na internet, pode ser foto, pode ser visual, televisivo no sentido de imagem, né? Pode ser eh o conto erótico, pode ser uma uma coisa escrita em todos esse contexto. E a insinuação, uma pessoa que olha paraa outra e insinua algo com
o conteúdo sexual ilícito, né? Porque se não é seu cônjuge, é ilícito. Então é o quê? É um conteúdo pornográfico também. Eita! Então, tudo que envolva atividade sexual fora do ambiente do casamento, isso é pornografia. Basicamente tudo isso pornografia. Infelizmente muitos livros de romance hoje são completamente pornográficos. E aí você vê adolescentes lenda, é bizarro. Nossa, mulheres casadas que inclusive alguém dá uma uma palestra e fala: "Gente, você tem que ler para apimentar sua relação a me poupe, né, gente? [risadas] Meu Deus". É, o povo tá meio esquisito, não tá, meu irmão? Tá um pouco.
Tem outras formas bagunçado, né? É outras formas. Manda mensagem pro cônjuge bonitinha conversando entre vocês, né? É isso. É tão interessante que eu fico, sabe que que que me assusta, que que me choca que eu falo muito pros meus clientes e pacientes. Eu falei, pera aí, se você pode construir uma relação sexual, uma vida de intimidade sexual saudável com seu cônjuge, conversando coisas legais entre vocês, fazendo coisas legais entre vocês, fazendo o filme de vocês sem ser filmado, digamos assim, a história real, gente. Isso é incrível. Tenho 31 tem um monte de casada. Isso é
maravilhoso, gente. O que faz a pessoa pensar que eu tenho que ligar uma TV para assistir uma outra pessoa interpretando outra coisa, que eu tenho que ler um conto. É muita falta de criatividade, é muita, como é que eu posso dizer? Preguiça até, né? É preguiça de viver o mundo real. Aham. De viver a vida real com o seu cônjugo. Ah, não, deixa eu buscar algo que me inspire. É falta de criatividade, preguiça mesmo. Tá certinho. [risadas] É preguiça de fazer o seu, né? E por que Que as pessoas preguiça, então é um dos motivos,
né? Mas quais são os motivos por trás do consumo de pornografia? Por que alguém consumiria pornografia? Interessante. Primeira pessoa pode até ir por curiosidade. O adolescente tem curiosidade, o adulto não, mas estão falando tanto. Deixa eu ver por que as pessoas estão falando. Primeiro, por incrível que pareça, a chave de acesso é a curiosidade. E alguns até assim, ó, duvido, vou ver, vou testar. Isso aí não me seduz, não. Vai por curiosidade, certo? Mas quando você vai e olha qualquer conteúdo pornográfico, por incrível que pareça, ele traz uma uma descarga de dopamina, né? É um
neurotransmissor. Então, daquela descarga de dopamina que é a sensação de prazer. Imagina, você viu algo, é aquela sensação de prazer, você segura: "Meu Deus, misericórdia, eu não posso ver isso". Mas a sensação de prazer, a descarga já foi feita. E aí você fica, não, mas vou ver mais um pouquinho. Então vai te dando aquela sensação de prazer que ela não é cara, que ela é barata. Eu só abro aqui, tem uma sensação de prazer, pronto, eu fecho. Mas daqui a pouco eu tô irritada, eu tô nervoso, eu tô estressado, deixa eu ter outra sensação de
prazer. Daqui a pouco eu vou lá ter uma vida sexual com a minha esposa, mas tá demorando, eu tenho que conversar, eu tenho que adular, eu tenho que, ai, meu Deus, tá magoada comigo, deixa eu ter outra sensação de prazer. Aí eu corro no banheiro, tô lá fazendo alguma coisa, simulando que eu tô fazendo alguma coisa. Aí eu abro, de repente, tem aquela sensação de prazer, vou lá paraa minha esposa, aparentemente eu tô me excitou, pera aí, tá dando aquela descarga de sensação de prazer, mas Daqui a pouco acabou. Por quê? Porque você imagina aquela
descarga o tempo todo de sensação de prazer, daqui a pouco ela chega no ápice que você já superou. Aí você vai buscar o nível mais, o nível a mais e aí você vai se afundando. A pessoa vai se afundando na pornografia. Aí chega no ponto que ela é tão viciante como o uso de droga. Meu Deus. E aí o que é mais complexo é porque para consumir uma droga a pessoa às vezes tem que vender alguma coisa, ela tem que comprar. E hoje, infelizmente, com um cliquezinho no na internet, num site qualquer, qualquer pessoa tem
acesso à pornografia desgraça. E aí fica viciante. A pessoa demora no banheiro, o filho adolescente demora no banheiro, o o cônjuge demora no banheiro. E você sabe o que que me assusta muito, Cris? Porque há tempos passados era lá, né, na você não é dessa época, né, que tinha volocadora com a salinha fechada, reservada, que você falava: "Meu Deus, o vizinho tá naquela sala pervertida, né?" Então a gente sabe que o que tava lá era o pervertido. Meu Deus, misericórdia, né? Beleza. Então era tudo muito reservado, tinha leido pudor e tudo. O tempo foi passando
com vento da internet, as coisas foram ficando muito fáceis. E aí o que que me assusta hoje? Não é só mais homem que é viciado em pornografia. Nós temos mulheres. Eu tenho paciente, mulher. E foi, ó, um Deus no sacuda para ajudar ela a sair do visto da da pornografia. Eu tenho uma paciente que o marido dela começou a trair ela, né? Eh, ponto. Começou a trair por quê? Porque ela trabalhava demais, ele também um dava atenção pro Outro, né? No ambiente de trabalho, infelizmente teve um erro, uma fatalidade, né? Enfim, como se diz, se
deixaram se perder e o cara traiu a sua esposa. Não, não vou culpar nem um nem outro. Os dois falharam. Beleza. Ela foi conversar comigo, falou: "Ai, mas a minha concorrente é muito difícil, a amante do meu marido é muito simpática, é muito bonita, é muito e eu não sei se eu dou conta de desempenhar bem a minha vida sexual. Doutora cristã, tá? Doutora, eu tô pensando, me sugeriram uma psicóloga que eu tratei antes para mim contratar um profissional do sexo. Deus me livre! para me ensinar algo novo para mim voltar a conquistar meu marido.
Na hora eu falei: "Meu Deus, me dá paciência, me dá graça, mas eu vou ter que falar". Eu falei: "Querida, só um pouquinho, você vai contratar o que mesmo?" Aí ela sentada, de perna cruzada, fina, um profissional do sexo. Eu falei: "Um garoto de programa?" Eu falei, "Desculpa a expressão, um pu, um puo quer dizer." Aí ela não não eu falei issso é isso é isso é pecado, isso é prostituição, não é psicóloga enviada do demônio, néado. Aí ela não, eu até vim aqui porque eu achei assim chocante, mas eu sei que como a senhora
é sexóloga, a senhora vai validar isso. Eu falei: "Não vou, querida. Sabe o que eu vou falar para você? Pega aquilo que é bíblico, pega aquilo que Deus colocou em você, a sua sedução feminina, o seu poder de ser mulher, a sua inteligência. O sentar com seu marido, o pedir perdão pelo tempo que você foi omissa, o orar juntos. Resgata isso. E eu vou te contar Uma coisa. Na própria Bíblia, no livro de Cantar de Salomão, tem en ideias para você melhorar sua vida sexual. E se nada disso funcionar, vai paraa oração. Deus coloca em
mim aquilo que vai conquistar o meu marido. Mas olha o que que me que que que eu fiquei assustada, Christopher, a ponto de mulheres começarem a ter o vício de pornografia e começar tá achando, tá, tá normal, porque a descarga de dopamina ela é muito grande e aí a pessoa fica simplesmente neutraliza a consciência. E é um tabu muito maior ainda, né, o vício da pornografia pra mulher do que pro homem, né? Que que é isso? É muito mais difícil de abordar isso em público. Uhum. Não é porque quando você fala isso, miser misericórdia, quantas
estão viciadas e quantos filhos estão viciados. Homem já a estatística que é 90%. É assustador, né? 90% estão incluindo cristão. 90% de quem tem coragem de declarar. Uhum. Né? E os que são viciados e não falam, né? Porque tem vários que são viciados e não falam. OK. Já é surpreendente 90% admitirem, né? 90% isso. Admitirem. E e você sabe por que hoje, né, eu eu falo que eu sou sexóloga tem mais de 20 anos, então no Passado ninguém admitia. Meu Deus, quando era cristão, meu Deus, eu sou cristão. Só que com o tempo, o que
que foi acontecendo? Porque o vício em pornografia ele vai gerar hipotência sexual. Olha que coisa mais forte. Porque a pessoa tá lá gerando dopamina. Daqui a pouco acabou a reserva que ela tinha de dopamina vai chegar no ápice. Aí então já não vai mais conseguir liberar dopamina com aquela ceninha que ele via que já é absurda. Então ele vai precisar de uma cena que não tem mais só um casal praticando pornografia, que tem mais um terceiro, um quarto, que aí já vira orgia. Aí daqui a pouco aquela cena de orgia também, a dopamina já acabou
a reserva. Aí vai para um bicho. É. Aí põe um animal no meio, aí põe um objeto no meio. O dia que você trouxer o Doutor aqui, você vai ficar chocado. E aí que que acontece? Aí a gente pensa assim: "Meu Deus, mas isso não acontece, gente. Isso é a coisa mais, infelizmente comum de se ouvir num ambiente terapêutico." Eu vou te contar uma que você vai ficar chocado. Uma mãe de um adolescente com 18 anos me procurou em prantos de choro, arrebentada. O filho ministro de louvor, uma gracinha. menino íntegro começou a assistir, aliás,
assistir não, começou ver revistinha pornográfica, falou: "Olha, seu pai, pai não vai te mostrar, tem que saber o que que é." pelo amor de Deus, mas dopamina liberou, pois ele foi escondido, teve acesso a naquela época falava tanto internet Que foi meu paciente, né? E aí olha que coisa interessante. Aí tá aí a mim me procura desesperada por quê? O filho demora no banheiro. Aí mãe já desconfia. Meu filho, sai do banheiro. Não, mãe, tô tomando banho. Não, mãe, eu tô apertado. Só que aí a mãe começou a desconfiar, mas o menino bonitinho, tocando na
igreja, né, e tal, tal. Um dia a mãe falou assim: "Vou pegar esse menino de surpresa". E era sempre depois que ele voltava da escola. Uhum. Aí, olha que assustador. Olha que assustador. Menino tá no banheiro, a mãe deu uma andada na casa silencioso. Ela pá, pum, quando ela fez isso, vai ficar chocado. Ele estava sentado no vaso com órgão genital ereto e o cachorro dele lambendo o órgão genital. Pode chocar, né? Só que a gente trabalha na área, a gente tá muito mais chocado do que você. Quando essa mãe me contou isso, você pensa
o choro dessa mãe? É a vergonha desse menino. Eu chorei com a mãe. Isso deve ter uns 10 anos. Gente, eu olhei para aquela mãe, ela falou: "Meu Deus". Eu falei: "Traz ele para mim". Ele não quis consultar de vergonha. Eu falei: "Olha, não, não, não xinga mais. Não humilha mais, não expõe ele, leva ele então para um terapeuta, Né, um homem, eu vou indicar um que eu conheço aqui em Goiânia, bem legal, eh, leva para tratar. Por quê? Tem que descobrir se só foi essa vez, por que que tá acontecendo. Enfim, a mãe voltou
depois e ele contou pra mãe: "Mãe, eu não vou pecar com a mulher, eu não vou perder minha virgindade". Então, um dia eu tava lá me masturbando após ver pornografia, o cachorrinho tava perto de mim. Eu tava tão envolvido na masturbação e em tudo que acontece e o cachorrinho me lambeu e eu gostei. E aí depois, todos os dias que eu vinha, o cachorrinho ficava desesperado por causa de mim. Você tem noção do tanto que existe casa assim? Você tem noção? Dá vontade de chorar. Cristo você tem noção a degradação moral que tem acontecido dentro
da igreja com os nossos filhos, com casais, por falta de conhecimento? Eu acho que é por isso que eu fico com muita vontade de falar, com muita vontade de falar, gente, busca conhecimento, vai atrás. O negócio não é tão simples como vocês pensam. Aí o que que acontece nesses anos todo como terapeuta? escutando casas e casas, entrando em crise muitas vezes de ouvir. E aí eu começava a perguntar: "Meu Deus, como assim?" E eu começava a falar nas pregações, nas palestras privadas, às vezes eu ia numa numa determinada denominação e guardava domingo à noite para
me falar. Eu falava assim: "Não posso falar à tarde só com mulher, só com casais, mas fechado só com pais. Não, por favor, não quero muita gente, eu quero só gente da igreja, porque eu tenho que trazer um conhecimento do que está acontecendo e muitas vezes os pais não estão percebendo. Bom, então diante disso, choca, porque a pornografia ela começa desse tamanhozinho, ela vai crescendo e é literalmente aquele versículo bíblico, um abismo vai chamar outro abismo até levar a pessoa para um fundo de poço. Nós já tivemos filho de amigos nossos, adulto, que suicidou, casado,
pai, porque havia enfrentado um divórcio, porque ele não conseguia se livrar do vício da pornografia. Ele exigia que a esposa atuasse exatamente como a mulher do filme pornográfico que ele assistia. E de repente ele teve a cara de pau de falar pra esposa: "E se eu pegar um desconhecido e pôr no meio da gente? Porque eu já não tenho mais aquele desejo por você. Por quê? Porque ele tava super viciado em pornografia. E aí ela ficou chateada demais, achou aquilo uma falta desrespeito, pediu divórcio, um casamento completamente conturbado. Ele ela não quis voltar. Ele era
viciado em pornografia a ponto de deixar de trabalhar e ele empresário com 34 anos. Como a esposa não quis voltar para ele, ele tinha vergonha de pedir ajuda, porque o pai era pastor, ele deixou uma carta e simplesmente se enforcou dentro de casa e só achar o corpo sete dias depois, porque fedia mal. Meu Deus, isso tudo consequência da pornografia. Consequência da pornografia. Olha, então leva esse homem para um nível de de dopamina extremamente acelerada que daqui a pouco nada satisfaz mais. A esposa até assistia com ele alguma coisa, falava: "Ai, não gosto, mas tudo
bem". Depois ele começou a falando: "Não, vamos pôr um terceiro igual o filme, vamos pôr um terceiro igual a cena. Não, não, não. Se você permitir, eu fico com a pessoa. Não, tô um casal. Você não vai estar me traindo porque eu tô consentindo. Olha que absurdo que chega. Um abismo chama outro. Aí quando a esposa não quis mais, que ele se viu sozinho, não conseguia se livrar da pornografia e vi que perdeu a família e a esposa realmente falou: "Não quero, não quero, não quero". Por causa do extremo que já havia chegado, ele tirou
a vida. Meu Deus, nessas consequências aí a gente já citou algumas, então, né? por exemplo, caso então de de vergonha, de depressão, esse escalonamento, né, que é você não se sentir satisfeito isso por níveis normais, não são nem normais, né, mas assim, mais convencionais de sexualidade expressa. Então, não basta ser um homem e uma mulher, tem que ser duas mulheres ou não, tem que ser dois homens e uma mulher. Um objeto, mas um objeto. E aí? Não, mas três homens e uma mulher. E aí 10 homens e uma mulher, daqui a pouco um animal. Aham.
Eh, existe, existe um termo que eu eu não entendo muito a respeito, mas é algo parecido com obsessão homossexual. Uhum. Que é gerada também pelo consumo de pornografia. muitos homens que não tem inicialmente um desejo eh por pelo sexo pelo mesmo sexo, mas depois de consumo constante de pornografia acabam desenvolvendo. Exatamente. Aí ele começa a olhar aquele outro homem e a mulher, aquela outra mulher, né? Eles vão observando. Pera aí, nossa, mas o desempenho daquele cara é bom. Uau, nossa, o desempenho daquela mulher é boa. Gente, pera aí. Ah, já que a gente já tá
nessa lambança mesmo, deixa eu aproveitar um pouco mais de tudo isso que esse universo me oportuniza. E é infinito, né? Não, infinito. E aí, que que acontece? Aí sai daquilo que é normal. Uhum. daquilo que é lindo, daquilo que é belo, daquilo que dá prazer e muito prazer. É que só não se trabalha como se ter muito prazer e um prazer gostoso com seu cônjuge. Isso aqui é um exemplo aqui fácil que leva a pessoa pornografia brincando. Facim, facim, facim que não precisa nem consumir vídeo, não precisa conir nenhum conteúdo erótico. Hum. Qual é? É
quando eu escuto alguém falar, gente, leva um objetinho pro quarto. Hum. Um vibradorzinho, leva um brinquedinho. Agora pensa comigo, vamos dar um exemplo aqui. Tem brinquedinhos que é um vibradorzinho ou que seja. Bom, o vibradorzinho já vai te dar um efeito que seu marido não dá conta. Então, se você vai usar um vibrador, não dá conta, como é que o homem vai mexer daquele tanto? Como é que uma mulher? Não tem como, não existe. Então aqui existe uma concorrência para isso, não é desleal. E vai te dar prazer, óbvio. Só que presta atenção, gente. Vai
te liberar uma dopamina anormal. Então vamos pegar aqui um exemplo de carro. Pega um carro aqui, gente, para quem gosta de correr, acelera aqui, ó. 170. Misericórdia, Deus te livrou hoje. Mas é bom, meu Deus. Negó. Ô, meu pai, ainda mais quem gosta de correr, quem gosta de um barulho de carro. Pera aí, mas ele pode ser fatal. Por quê? Porque não é normal, não é correto. Comer um bolo é gostoso, é uma delícia. Não, agora tô com fome. Vou comer o bolo inteiro, vou comer 10 kg de bolo. Vai morrer, gente, né? Então, da
mesma forma é o desequilíbrio. [limpando a garganta] É só para entender, tá? Agora vamos voltar lá, vamos pegar, né? Então, um vibrador vai conseguir fazer o efeito que um marido vai conseguir na esposa? Jamais. Ô, gente, é um objeto, ele tem pilha, sei lá o quê, vai funcionar, não sei nem como é que funciona, mas vai vai não vai conseguir. Beleza? Tá. Agora vamos pegar a questão aí. Tava até eu e o Dr. falando sobre isso na conferência com o pessoal. pega um objeto que é um vibrador que tem, porque tem um um vibrador que
ele tem um órgão genital como se fosse masculino, mas tem uma outra ponta que vai para trás. É, olha que olha o nível de perversão. Eu fico pensando como é que alguém pode falar que leva um fibrador pro quarto? Então, naquele momento, se a pessoa tá usando um objeto que tem duas pontas, então são em dois orifícios. Agora você me fala o que que essa pessoa vai fantasiar. Não, é só só se não for inteligente para saber o que que a pessoa vai fantasiar. Um é com o esposo, um homem. Exatamente. São dois objetos. Quer
dizer, nossa, se eu tiver em vez de dois objetos, pera aí. Aí a mente da pessoa começa a não ter limite e aí um abismo vai chamar o outro. Eu nunca tinha pensado por esse lado. Aham. Mas quando a gente vai falar nas palestras que a gente mostra esse lado, aí a pessoa fica assim: "Ah, meu Deus!", porque é falta de conhecimento, porque ficou tudo muito normal, né? muito modismo, não faz isso. Tudo faz e isso aí tudo faz parte desse mercado pornográfico, né? Uma coisa alimentar outra. O mercado pornográfico ama que existam as indústrias
que produzem esse esse esse tipo de de eh ferramenta e as indústrias amam que exista a indústria pornográfica. Eles defendem um ao outro, você pode ter certeza, né? Por trás das cenas. É. E o povo acha lindo, faz modernidade. Nessa [risadas] nessa nesse caso que você tava contando sobre o cara que queria trazer outra pessoa, Eh, tem uma frase que eu tô tentando arrumar uma forma mais leve de falar ela, mas pornografia ela é uma fábrica de homem que quer ser traído para não falar outra palavra. Ah, não, que forte, Christopher. [risadas] Porque mas é
porque ele ele se acostuma, ele ele é treinado para ver o sexo acontecendo. É de uma visão exterior na natureza, assim, no na no dia a dia, isso não acontece. Que dia que eu vou ver o sexo acontecendo? Assim, quando eu falo que esse menino tem para terapeuta, eu tô falando a verdade, viu? Quem sabe? Quem sabe [risadas] tem que estudar, tem que fazer o curso de psicanálise. Eh, então, porque no dia a dia, que dia que eu, um homem casado há um ano, vou ver alguém fazendo sexo? Isso. Pois é. a não ser na
primeira pessoa, porque é agora o cara que consome pornografia não, ele é treinado a ver outras pessoas fazendo sexo. É isso que ele quer. Ele não quer fazer sexo, ele quer ver pessoas fazendo sexo. Isso. Isso. E é justamente aí que entra um ponto muito interessante, sem que ele perceba, ele está sendo treinado, né, para querer ver aquela cena. Mas não, eu não quero ver não. Mas é porque ele quer provar para ele que ele é melhor do que o outro. Olha que louco. Ele quer provar que ele consegue fazer o gol lá no futebol,
não é? Uhum. Ele quer provar que ele consegue pegar o maior peixe da turma, não é isso? Então, inconscientemente, quando ele acessa um conteúdo pornográfico e Vai chegando a um ponto que não tem mais limite, a mente dele começa a ficar tão adoecida que ele quer provar para ele que ele é a última bolacha do pacote. Então, como é que a mente pervertida vai provar para ele? Ah, daqui a pouco, ah, não tem nada, eu tô deixando, porque ela gosta de mim mesmo. Quer ver? Vou aceitar ela ficar com o terceiro, mas depois quando eu
tiver no gran final, ela vai olhar para mim e falar: "Você é o rei da cocada preta. Você é o ó do Borogodó". É um engano, gente. E você falou uma frase muito forte, está produzindo a pessoa para aceitar de fato ser corno, ser essa é a palavra. Aham. Porfia. Pornografia é fábrica de corno. Exatamente. Não tem outra forma de colocar para ambos. Uhum. Isso é muito, muito, muito pesado. Eh, nessa questão aí existem várias consequências, então, psicológicas, fisiológicas, consequências no relacionamento. Sim. E é muito difícil de ser vencido, né? Uma algo que eu acho
muito interessante é a questão sobre a conquista. Uhum. Todo prazer que você recebe, que você ganha sem uma luta, sem uma uma batalha, uma conquista, ele te gera um sentimento de derrota. Isso mesmo. Per. E é isso que você encontra [risadas] na na pornografia. Você não batalhou por aquilo. Igual até com o sexo dentro de um relacionamento saudável, de um casamento, você batalha por aquilo de outras formas, né? Não é uma guerra física, é uma florzinha, um beijo, lava uma vasilha, [risadas] trata com carinho. Então é, tem um processo, né, de conquista. E assim na
vida com dinheiro também tem um processo de conquista. Tudo que vem fácil a gente não valoriza e gera um sentimento de Derrota. Então esse prazer que vem da pornografia é um prazer muito falso, é um prazer extremamente eh fugaz, né? É, é exatamente aqui, ó, o reservatório de dopamina do prazer, ele foi esvaziado de uma vez, você entendeu? Então ele não tem mais. Acabou a graça. Se o seu reservator de dopamina de prazer foi esvaziado completamente porque a pessoa acessou um conteúdo pornográfico 10 vezes no dia, daqui a pouco onde é que ele vai ter
prazer? Lugar nenhum. Acabou. Nada se compara nada. Aí fala per aí tá sem graça agora. Não, não, não, não tem prazer em nada. A pessoa, ela simplesmente joga fora aquilo que é o mais bonito da vida, é o lutar para mim ter prazer, ter prazer em comprar algo, em adquirir algo e em ter uma vida sexual plena, porque eu conquistei o meu cônjuge. E é tão interessante que se a gente não tem uma coisa que as pessoas não observam, mas a pornografia ela ela objetiza as pessoas. Hum. Isso também é algo bom de a gente
tratar a respeito. É a pessoa vira um objeto descartável. Ah, não, você não quer não. Pera aí que eu vou acessar alguma coisa, né? Tem homens que nem querem mais as esposas, tem mulheres que nem querem mais os maridos, tem mulher que nunca importou do marido ter uma barriguinha, nunca importou do marido, não sei queele chapadinho, nunca importou. De repente ela começou a ver pornografia, ai que homem feio. Mas engraçado, ela não vai conseguir uma pessoa bonita, porque nem ela às vezes tá daquele jeito. Então a pessoa que começa a ter o vício de pornografia,
ela realmente ela objetiza as relações, ela simplesmente não valoriza mais as pessoas, porque o prazer para ela, ela você liga ali, pum, acabou. Chega um Ponto que até quando ela vai fazer sexo com o cônjude é uma masturbação a dois. El perde a Exatamente. Perde a grav. Ela tá usando outro. Aham. A ponto de fazer o seguinte. Nossa, falar uma coisa que eu achei interessante. Eu tenho uma, eu tinha uma paciente que ela viciou em pornografia e ela tinha sido viciada em droga. Ela ficou um tempo viciada em droga, foi internada, sarou, foi pra igreja
e tal, né? Casou com o cara e por ela ter sido viciada muito tempo em pornografia, tá? Muito tempo em pornografia. e ela conheceu ele também na casa de dependente. Então, os dois tinham passado pela história de ser usuário de droga. Beleza? Então, como ela foi viciada muito tempo em pornografia, ele nem tanto, ele mais era droga mesmo. Então, na hora do sexo, ela disse que não conseguia sentir prazer. Por quê? Porque ele era bom, era, mas ela queria mais, porque ela começava lembrar daqueles episódios que estavam guardados no inconsciente dela. Para limpar isso, meu
filho, não é fácil não. Só que ela nem queria limpar, porque ela falava para mim que quando ela ia ter vida sexual com o marido, ela tinha que buscar uma daquelas memórias. Já é um erro. Uhum. Se a pessoa foi viciada em pornografia, ela não tem que buscar aquela memória, tem que tentar apagar, nem que ela tem que tá conversando, nem quer ter que falar: "Deus, em nome de Jesus, tira essas coisas da minha mente, vem cá, nem que faça gritando os dois um com o outro, conversando, olha para mim, tem que tem que reprogramar".
Que que ela fazia? Ela tentava ensinar ele, ele Não entendia e ele ficava ofendido dela tentar ensinar ele. Então, quando terminava a intimidade, ele deitava ali do lado, ela deitava do lado dele e ela se masturbava. Humum. Que que aconteceu com o marido dela? Ele caladinho, vendo aquela cena, não falou nada, mas ele começou a se sentir inútil. Ele não traiu ela, mas ele voltou usar maconha e cocaína. E ela sabia exatamente que o que ela fez, ela arrebentou com a autoestima dele. Era como se ela dissesse para ele: "Olha, eu te dei sinais, você
não deu conta, você se realizou, chegou ao ápice, então fica aí quietinho agora. Deixa eu me realizar." E ela se masturbava com todas as expressões possíveis e ele do lado. O dia que ela me contou isso, eu olhei para ela e falei: "Você não tinha noção do estrago?" Ela chorando disse: "Não." Então, o problema dela agora não era tirar o marido dela da pornografia, porque ele não teve o vício, era tirar ele das drogas. Você pensa que loucura? E onde começou o vício dela em pornografia? Ambos haviam superado o vício das drogas. Só que aí
na hora da vida do da intimidade sexual, ela tentava aquela cena guardada no inconsciente Dela. Ela buscava, até consciente já nesse caso, ela buscava para tentar ter prazer e não conseguia. Falava: "Não, faz desse jeito, não faz assim". Mas não era o perfil dele tá aqui é louco. Uhum. Meu Deus. Ó, pessoal, vocês estão assistindo aqui agora ao vivo, vocês vão ter oportunidade de fazer algumas perguntas. Então comecem a mandar aí no chat algumas perguntas, daqui a pouquinho a gente vai responder elas, tá? Antes disso, só queria tratar de algo aí que que você falou
a respeito sobre ela limpar a mente, né, dessas imagens. É o que ela deveria fazer. Isso. Então vamos para uma parte muito importante dessa conversa. Uhum. A gente já entendeu, então, por que as pessoas consomem pornografia. Uhum. Por que a pornografia vicia. Sim. Por que que a pornografia é ruim? Sim. As consequências da pornografia. Uhum. Então, já tocamos aí em quatro tópicos. É, e olha que o Cristo foi bonzinho. Ele pôs só as pinceladinha para vocês, porque o negócio é muito mais profundo. Tem coisa. Ele falou: "Ó, vamos, vamos só deixar um gostinho." É, não
tem coisa que é muito complicada até de ser tratada em público, né? Não tem como. E e é um assunto muito extenso. Se a gente ficasse aqui 3 horas conversando, ia ter 3 horas de assunto. É, eu até falei para ele, um dia faz um seminário, né, só sobre esses assuntos. É muito importante porque vocês t noção do tanto de criança que é viciada em pornografia hoje. Esse é outro assunto que a gente não fala tanto assim a respeito, né? Mas nem tempo, né? Eu vi uma pesquisa que diz que a probabilidade de uma criança
de até, não me engano, era 12 anos ter assistido pornografia na escola é de quase 100%. Aham. Os próprios amigos fala: "Digita aí, quase 100%, digita menina de calcinha". Eu lembro uma vez eu estudei em um colégio cristão. Uhum. Colégio cristão, um dos melhores aqui da nossa cidade. Fantástico. Professores fantásticos. Enfim, nada a dizer sobre o colégio, mas é inevitável. Eu lembro de uma vez que no período de recreação eu tava andando pelo pelo pelo ambiente e eu vi uma rodinha de rapazes assim fechada, sabe? Ia ter uns 10 ali. Ui, que que tá acontecendo?
Que que esses meninos tá brincando? Eles eram um pouco mais velhos que eu. Que que brincadeira é essa? Que todo mundo fica em roda montuado assim. Eu devia ter, eu já era mais velho um pouco, eu devia ter uns, devia ter uns 11 anos, 12, 13, não lembro, não lembro. Enfim. E aí eu fui achegando, né, para ver que que tá acontecendo, tentando assim me me encaixar ali no meio. Alguma coisa tá acontecendo. Quando eu fui ver, era pornografia. Pois é. E já assustei e vazei. Eu acho que eu devia ter uns 13 já nessa
época. Mas no colégio, no colégio, cristão, todos os meninos ali, filho de crente. É os parentinhos, né? Parentinho, é os parentin também. Nossa, para o colégio, filho de crente dentro da igreja, porque os adolescentes fazem, nossa, se eu fosse contar um caso aqui, esse caso é de adolescente. Esse caso foi um dos piores casos que eu atendi nos Estados Unidos a ponto de a família ter que sair dos Estados Unidos. Meu Deus, do tanto que foi cérina tava sediando as crianças dentro da igreja porque ela era abusada, né? Ela tinha tinha tido abuso sexual pelo
padrasto. Mas o pior ainda era que a avó assistia vídeo pornográfica e achava que ela tava dormindo. E a filha, a a neta absorvendo aquilo, absorvendo tudo, ouvindo, tá? Fazia de conta que tava dormindo, mas ela ouvia. Pais fazerem sexo no mesmo ambiente que os filhos? Não pode. É um tipo de pornograf pornografia pro filho. Porfia. É um tipo de pornografia pro filho. Ele não tá preparado para aquilo e nem que tivesse, né? Não é correto. Mas você imagina uma criança que tá ali, escuta a mãe gemer, a mãe sorrir, a mãe gritar, o pai
chorar, escuta tapinha, seja lá o que for. Isso é uma é um é um tipo de pornografia. Eu tenho um caso, eu não sei se eu contei isso da acho que eu não contei da outra vez não, que a gente fala tanto esses assuntos, né? Tem Um caso que eu atendi que uma menina, ela começou a namorar, filha de um casal muito legal, muito abençoado, casal bom mesmo. Eu acho que eles devem ter mais ou menos também uns 30 anos de casada, assim como eu e Cirino. Essa menina só entrava em relacionamento abusivo, ela só
namorava com gente que batia nela. Isso assustou os pais, porque o pai maravilhoso, a mãe maravilhosa, não tinha uma família disfuncional. E aí eu fui atender essa menina, eu tinha que descobrir porque que ela só entrava em relacionamento abusivo. Faz toda aquela sondagem terapêutica, conversa de cá, conversa de lá. Eu falei, me conta quando foi a sua primeira primeira vez que você acessou conteúdo sexual, né? Conteúdo sexual, porque você tem relacionamento íntimo com esses cara, né? Mas só te seduz o cara que te bate. Não é normal. Não é normal. Não é normal, né? Então
me conta aí a gente conversando com muito jeitinho depois de toda uma pesquisa terapêutica, ela falou assim: "Olha, eu dormia no quarto com os meus pais e aí meu pai falava: "Mas minha mãe dorme?" E eu escutava quando eles falavam: "Será que ela tá dormindo?" Aí eu pensava assim: "Se eu não dormir, eles vão me levar pro meu quarto e como eu tenho mexo medo daquela música do boi boi boi boi da cara preta, pega essa criança que tem medo de careta. Olha que louco, né, gente?" Então ela tinha medo das musiquinhas. Olha que louco.
[risadas] Então eu queria ficar no quarto com meus pais. Então eu fazia de conta que eu tava dormindo e eu escutava: "Saca, dormiu? Olha lá, não dormiu". E eles riam e ficava: "Sacar, não tá fingindo não?" E eu fingia bonitinho. Aí de repente eles começavam a escutar barulho, barulho, um tapinha. Minha mãe gritava: "Ai, meu pai falava umas coisinha". Ela começou ouvir o conteúdo. Ela pensava assim, dia que chorava, será que meu pai é mau? Ele bate na minha mãe depois que eu durmo? Mas a minha mãe parece que gosta porque ela grita, mas depois
ela tá rindo. É confusão na cabeça da confusão na mente, uma criança ouvindo tudo aquilo. Aí ela cresceu, diz ela que no outro dia ela acordava assim: "Deixa eu olhar na cara do meu pai se ele tá bonzinho". Não, mas eles se amam. Que isso? Eu fui quando ela me contou isso, eu falei: "Umum, aí tá resolvido." Pronto. Eu falei: "Minha querida, você teve um acesso a um tipo de som que era um som com conteúdo entre seu pai e sua mãe, mas para você pornografia". Então, por isso hoje você aceita apanhar de e na
cabeça dela, meus pais, casal perfeito, que me inspiram, que eu amo. De apanha eles se amam, de noite meu pai bate na minha mãe, na cabeça dela é isso. Então, tudo bem no meu relacionamento, OK? Posso Aham. Posso apanhar, posso ser maltratada, mas também tem como a gente se amar, dar certo as duas coisas. O cérebro cria todo um sistema, né? É toda uma desculpa para ela entender. Então, para ser leve para ela, ela criou uma historinha na cabeça dela. E a historinha da cabeça dela era essa. Que perigo. Então, mas foi tão gostoso assim
quando a gente conversou, eu falei: "Olha, essa foi a história que o seu cérebro inteligentíssimo contou para você, mas essa história ela é assim, assim, assim. OK? Fecha parêntese. Só que o que você vive não é isso. Você apanha de rapazes. Você vive relacionamentos abusivos. Menina, depois disso, ela chorou, ela falou: "E eu não consigo gostar do rapaz bonzinho". Fica aí o aviso para todos os pais. Meu Deus, que perigo. Então, como que a gente vence isso? Como vencer o vício na pornografia? Primeira coisa, eu tenho que sentar e descobrir a origem. Onde foi que
começou tudo? Por que que eu tenho tanto apego à pornografia? Já sabe, ela vai liberar dopamina, vai. Ela vai me dar uma uma recompensa curta e vai me cobrar cada vez mais igual um sangue suga. Vai. Lá na frente, ela vai me dar problemas no casamento? Óbvio. Lá na frente, se for homem, vai dar hipotência sexual, vai. Se for mulher, vai dar falta de desejo pelo marido, vai. Vai estragar, vai bagunçar tudo. Literalmente é um abismo chamando outro. Então eu tenho que descobrir onde começou e por que eu aceitei isso começar, porque às vezes começou
por um motivo que era aparentemente bom. Quer ver o motivo? Eu tinha uma paciente minha que a pornografia começou com um tio que dava pirito para ela. Enquanto dava pirito, que é o doce que ela gostava, ele Sentava e começava a passar revista pornográfica. E ela gostava por causa do pirorito, não por causa da imagem. era uma criança. Depois disso, esse tio preparou ela tanto que ele se tornou o abusador, pedófilo, que fazia tudo isso com ela. Então, ela tinha prazer a ponto Christopher, de quando o filho dela nasceu, ela pôs o nome do tio.
O cérebro dela associou o gostoso do doce com o momento inteiro ser bom. É. E o pai não dava atenção que o tio dava. Ela se tornou uma presa fácil. E aí ela passou a gostar do piruritinho, do doce. E eu lembro que na outra consulta eu trouxe quatro modelos de pilorito de propósito. Pus numa caixinha, eu falei, eu trouxe alguns alguns objetos pra gente olhar hoje. É quando eu abri, foi a partir daquele dia que eu tomei raiva de um pedidorito que você põe o dedinho dentro dele e ele sobra uma ponta. Acho que
aquele aquele pirurito foi feito pedófilo, só pode. Quando eu peguei aquele pirurito, ela não chorou, ela não gritou, ela sorriu. E eu falei: "Isso te traz lembrança boa?" Por incrível que pareça, doutora, lembra o afeto que meu pai não me deu, o colo do meu tio, as brincadeiras e o momento que ele me esperava. Aí vai aumentando a lembrança. Aí sim, aí vem a pornografia, mas que tinha um ganho e depois os abusos. Só que eu literalmente me apaixonei pelo meu tio. Não posso jamais ser dele, mas o meu filho nasceu. Eu pus o nome
do meu tio, do meu filho. E o tio morreu depois. Pensa que louco. Aí chega num ponto, ela não conseguia se livrar da pornografia. Nós descobrimos a origem da pornografia. Primeiro passo é esse, descobrir a origem. É isso. Então eu descobri a origem. A origem dela tava num docinho. Olha que louco. Então a gente começou a trabalhar tudo isso. Ela se tornou compulsiva por doce, tá? Compulsiva ao extremo por doce. Então eu descubro a origem, eu trato a origem e aí é o seguinte, é fumante, vai liber, vai querer, quer parar de fumar, não compra
cigarro. É viciado em doce, não compra. Ah, mas como é que eu vou fazer? Internet tá aí. Então usa um telefone sem internet. Ou então fala pro seu conjuge, ó, eu tô com esse problema, eu preciso ser livre da pornografia. Faz o espelhamento do meu WhatsApp, do meu celular com seu. De prefer então não usa celular, arruma um jeito. Aí o terapeuta vai acompanhar essa pessoa e a gente vai passar tarefas de casa para mostrar para ele percas e ganhos e como é que eu faço o passo a passo para ver o que que funciona
para mim, porque o que funciona para um não vai funcionar pro outro. E aí tem um ponto que é muito complicado. Se a pessoa não conseguir sair disso, porque já virou realmente um transtorno de sexualidade, transtorno de perversões sexuais, aí a pessoa tem que ser medicada. Existe medicamento para isso? Existe medicamento que tira completamente o libro da pessoa, vai trabalhar em todos os aspectos. Aí a gente precisa de um psiquiatra junto, mas existe, que é o caso mais complexo. Sim. É o caso mais complexo. Só que até chegar nesse ponto, a gente que é cristão
arrepende fala para Deus: "Deus, me dá vergonha na cara em nome de Jesus". Contar um negócio que você vai achar interessante. Eu tinha uma paciente que ela era viciada em pornografia, né? Era muita. Aí tá, tá conversando comigo e tal e tal e tal. Ela falou assim: "Olha, eu vou comprar a última revista. Esse dia eu perdi paciência com ela, sabe? Porque ela ia pra igreja, entendeu? Uma solterona, você acredita? Uma beatona. Como era um casava, diz que tinha que ver as coisas. Gente, eu perdi a paciência com ela. Eu falei: "Você vai comprar a
última revista?" Vai. Falei: "Gente, mas eu já falei para ela, já peguei leve, já peguei pesado." Eu falei: "Então tá bom, então eu vou concordar de você comprar a revista, mas eu vou te pedir uma coisa. Você pode tava atendendo online esse dia, você pode fechar seus olhos daí? Posso vai fazer um ensaio mental?" Falei: "Não, fazer algo muito mais profundo que ensaio mental agora. Agora eu vou tirar a nomenclatura de terapeuta, tá? Não se escandaliza com o que eu vou fazer. Senhor, em nome de Jesus, ajuda a tua filha. Quando ela for escolher aquela
porcaria de revista pornográfica. Ajuda ela escolher uma bem feia, de preferência uma que o Satanás sai de dentro das páginas dela. Mas falei mesmo, Cristo, eu falei, [risadas] Meu Deus, senhora louca. Eu falei: "Não, calmaí que eu tô orando ainda em nome de Jesus". Já que ela não tem vergonha na cara e tem coragem de falar para mim desse jeito e ainda se diz cristã a Deus, faz o capeta se materializar ou então ajuda ela a escolher uma revista bonita mesmo. Deus gente, ela ficou com tanta vergonha. Falou: "Como é que a senhora tem coragem?"
Eu falei: "Eu coragem de orar assim, pior é a sua coragem lavada de falar para mim que vai continuar e vai comprar a última". Quantas vezes você despediu de revista? naquela época não tinha acesso tanto à internet com conteúdo pornográfico como hoje. Gente, mas foi muito legal. Ela tinha um conflito de identidade de gênero. Uhum. Né? Por isso ela também não casava. E aí foi muito legal. Aí chegou num ponto que eu falei: "Olha, não tenho mais parimpate com você. Não é que eu desisti de você, é porque eu não tenho paciência de lidar com
quem não quer ser tratado. A partir de hoje eu vou te passar para uma outra terapeuta. Você não quer para médica, você não quer isso nem aquilo. Eu acho que você gosta de me contar esse trem." Eu falei: "Eu acho que você gosta. Então, a sua vergonha já acabou." E eu eu tô me sentindo frustrada porque eu não tô dando conta de você. Literalmente eu falei para ela, a partir de hoje vou te passar pr pra terapeuta X, que é minha colega que vai continuar o processo. A senhora não pode fazer isso comigo? Eu falei:
"Posso, eu tô achando que você tá apaixonando por mim, só pode." Eu falei: "Posso e vou fazer". E um dia eu fui ministrar numa igreja, quando eu eu desci do altar e entrei no meu carro, eu nunca passei um susto tão Grande na minha vida. Não entrou na porta do carro? Abriu a porta do carro. O, você me desce no centro. Aí eu falei, eu vou morrer [risadas] falei: "Não, eu não passo pelo centro. Desce. Meu Deus, que estce aí ela desceu." É por isso que eu falei, não, não dá mais. E aí foi tão
engraçado, passei ela para uma colega, mas você acredita que isso foi choque para de realidade? Passou-se uns 3 anos, ela tinha um contato particular que eu tinha para pacientes com risco suicida e ela era uma, né? E tinha risco de autoestermínio, né? E eu me lembro que ela me ligou e eu não vi que era o número dela. Eu falei: "Ah, eu conheci a voz dela. Calma, só quero te dizer obrigada. Não sei se você tem contato com a ciclana ainda, mas eu tô bem. Tirei vergonha na cara, tomei o VC, que é vergonha na
cara, né? Comprimido, meu melhor dos remédios. [risadas] E realmente me posicionei diante de Deus e tô casadaória de tô casada com homem, tá? Eu falei: "Que bção, que bom ouvir isso". Falei: "Tá bom, obrigado." Outra das soluções, então, além de reconhecer o problema, na verdade vem até antes, é querer resolver o problema. Querer resolver. Muita gente não quer. [risadas] Se não quiser, não vai nem reconhecer, né? Exatamente. É querer resolver o problema, né? Uma uma das questões da pornografia é que ela se torna um hábito também, né? E a gente tem que substituir um hábito
ruim por um hábito bom. Para um hábito bom. Exatamente. E aí tem muitas coisas envolvidas, porque um vício raramente ele vem sozinho. Até nesses casos que estão sendo mencionados aqui, raramente vem sozinho. Vem com a falta de disciplina alimentar, vem com a falta de disciplina espiritual, vem com alguma alguma alguma coisa desregulada na na prática diária mesmo. A pessoa provavelmente não se exercita. Muito difícil você encontrar uma pessoa viciada em pornografia com a vida ativa física. Meu Deus. Olha, se a pessoa soubesse o tanto que exercício produz dopamina. Gente, o tanto que exercício físico é
longevidade, todo mundo faria. É, é tão interessante, você falou uma coisa, né, que a gente às vezes passa é desapercebido, mas é só substituir os hábitos. Se eu vou pro banheiro e levo o celular, então não levo. Se eu vou pro banheiro e vou e vou pôr uma um vou pôr um acesso, já vou já coloco, já falo pra esposa, põe um um música lá rapidinho, um sonzinho daquele pitidiquinho lá no banheiro bem alto. Vamos fazer exercício, vamos vamos fazer tal coisa junto. Tem que tem que substituir. Agora, uma coisa realmente é fundamental, se a
pessoa não quer, nem reconhece, ela acha que tá tudo bem, né? Esse episódio aqui é para gerar esse essa essa chama de perceber o tanto que é podre, o tanto que é ruim. Exatamente. O tanto que é desgostoso para que desse sentimento gere a cer um um uma repulsa Que então traga mudança, traga pelo menos a vontade da mudança. E agora a gente já tem as ferramentas. Você sabe quando é que as pessoas geralmente querem mudar? quando chegou num ponto que não tem mais prazer por nada, já ficou extremamente viciado, que o cônjug já não
satisfaz, que o pior dos vídeos, o mais inusitado também já não tem mais graça, que já entrou em depressão. E aí então muito pior ainda é quando os filhos começam pro mesmo caminho, principalmente quando eles são novos. Aí a pessoa desespera: "Ops, o que que eu fiz?" ou quando perde o cônjuge, né? E às vezes já é tarde demais. Ah, às vezes é tarde mais. Muito triste. Vamos responder algumas perguntas. [risadas] Tem algumas aí? Puder passar aqui, por favor, para mim, que aí o Cristo já, tenho certeza que esse é um assunto que que gera
muita dúvida e a gente fica aqui preocupado, né, o que que a gente pode falar ao vivo, porque hoje é a indústria do cancelamento, né? Mas gente, é tão necessário falar: "Meu Deus, vamos lá". É um tempo onde falar a verdade às vezes dá problema, infelizmente. [risadas] Quanto me mandam aqui as perguntas, hum, eu raramente faço isso, mas quero falar algo aqui direcionado pro pessoal, se me der licença, raramente eu, acho que é a primeira vez que eu vou fazer isso direcionado. Em relação a esse tema inteiro, não é algo puramente material, não é algo
puramente eh assim só de comportamento humano e puramente um vício. É isso também. Mas é algo também espiritual. Exatamente. Satanás tem um interesse altíssimo em ver pessoas domadas, em ver pessoas escravizadas, em ver pessoas fracas. E é isso que a pornografia faz com você. Ela te torna fraco. Ela te torna fraca. Ela te torna um escravo. Você não tem mais controle sobre os seus desejos. Você não tem mais controle sobre as suas ações e você não tem mais controle sobre a sua vida. Você perde o rumo, a direção da sua vida. Você não se exercita
direito, você não come bem, você não se relaciona bem com sexo oposto e nem com o mesmo sexo. Você não se relaciona bem com a vida. Você não tem propósito, você não, você perde o gosto por viver. E Satanás ama isso. Isso. O diabo tem prazer em ver você na pornografia. Se você acha que você tem prazer na pornografia, você não entende o prazer que o diabo tem em ver você vendo pornografia e o desgosto que isso gera no coração de Deus. Então, se tem uma mensagem que pode ficar aqui como um todo desse episódio,
é que você precisa fugir disso. Não é só um vício, é uma prisão, é uma cadeia, um calaboço e vai acabar com a sua vida. Não seja Fraco, seja forte. O mundo, a igreja precisa de homens e mulheres fortes, livres da pornografia. E é isso. Isso. Vamos pr as perguntas. Olha, tô aqui com algumas. Vamos lá. Não vou ler os nomes por ser um assunto mais delicado. Sim. Mas temos uma pergunta aqui. Como orientar meu esposo que é viciado em pornografia e já está migrando para o adultério? Então a gente lidou aqui em como eu
vencer a pornografia, como eu ajudo alguém a vencer a pornografia. Então, primeira coisa, não adianta brigar, xingar, espiritualizar no sentido de que você sabe que é errado, ele sabe. Vai sentar falar: "Olha, eu estou aqui para te ajudar a sair disso. Vou pegar o gancho do que você falou". Gente, o diabo é para roubar, matar e destruir. Não tem nada de Deus na pornografia completamente maligna. Marido, fala para ele, marido, é uma fraqueza que você talvez entrou sem perceber. Eu estou aqui como sua esposa. O que eu posso fazer para te ajudar? Na hora que
você for pro banho, você quer me dar o celular? Quais são os momentos que você fica aqui viciado em pornografia? Me liga o que que o que que tá acontecendo aí que eu não consigo fazer com você, porque isso vai deixar ele constrangido, né? O que o que que eu posso fazer? Onde é que eu posso te ajudar? Você quer que eu mande os meninos pra casa da mamãe? Que eu faço comida só roupa? Leva para um tom de humor também. O que que é? me mostra aqui. Olha, o que que você quer. Você quer
que eu dance igual elas? Eu faço. Talvez não vou ter a mesma beleza, mas pelo menos eu sou real. Porque leva num tom de humor, mas de amor ao mesmo tempo. E diz: "E vamos ter o nosso período de oração juntos. Qual que é o momento?" Gente, são nes vezes que as esposas sentam sem xingar, sem brigar e fala: "Eu tô com você, vou te ajudar a sair disso. O que que eu posso fazer?" Isso constrange eles. É um ponto muito importante. É muito mais prazeroso você sentar e xingar e humilhar e mostrar que o
outro tá errado. Mas não funciona, não resolve. Funciona. Você vai perder a pessoa. Muito, [risadas] muito bom. Cons. E e quando você faz esse lado inverso, você constrange amor. É isso aí. Pornografia pode gerar o ato da pedofilia. Nossa, grandes partes de filmes pornográficos têm menores. Toda pessoa que vai pro ato os atos das pornografias, eles vão de alguma forma ou outra irem pra pedofilia. Ah, mas aí começa com pedofilia com uma pessoa de 17 anos, de 16 anos, aí aquilo que eu falei, né? Olha aí vai, não funciona mais a pessoa vai para objetos,
né? Então ele objetiza até mesmo a criança, ele erotiza até mesmo a criança e um adolescente. Sem sombra de dúvida. Pode perguntar para qualquer pedófilo. Qual? Todos consumiram pornografia. Todos. 100% consumiram e consomem pornografia. Inclusive um dos mercados pornográficos que é mais procurado e que mais rentável para o mal, né? Né? Aquele que é ilegal, é o mercado pornográfico, onde tem adolescentes e crianças. Triste, né? Muito. Você quer ver que como que é isso? É tão forte. Quantos imagens pornográficas, desenhos hoje e até mesmo músicas, tá? Teve uma época até que saiu muito isso, onde
existia muitas, interessante falar isso, tá, Christopher? Porque tem muita gente que fala música, gente, tem música que tá passando aqui normalzinho no mundo inteiro, no Brasil inteiro, que elas são músicas e são pornografia. Com todo respeito, gente, eu posso falar o nome porque não tem quem não fale sobre isso. Anita são músicas explícitas sobre pornografia. A música que fez sucesso, aquela tal de envolver, aquilo era uma vergonha mundial, enquanto o Brasil tava aplaudindo um ato obsceno em plena rua. Pelo amor de Deus. Então, tem música que as pessoas escutam que a gente tem vergonha de
olhar um pro outro. Aquilo é pornografia audível. OK. Tá. Então agora vamos pegar. Teve um tempo, não muito tempo distante, que muitas músicas, os cantores, né, colocavam roupas infantis, objetos de criança. Uhum. Meninas vestido, mulher vestida para fazer a cena como se fosse uma criança com a chupeta. Aí começaram a mídia, começou a pegar, os defensores dessa Linha começaram a pegar. Aí deram aquela sumida, gente, é muito, muito, muito caso. 100% de pedófilo tem envolvimento com pornografia. Meu Deus. A outra pergunta, eu acho que o pessoal tá bem preocupado com essa parte dos filhos, que
a próxima pergunta é: "Já vimos então como tratar o marido? Eh, o envolvimento do pedófilo com a pornografia? E uma última pergunta pra gente finalizar, como conduzir caso o vício em pornografia acontece com os nossos filhos?" Bom, primeira coisa que eu quero falar é o seguinte: protege seu filho. Então, antes, é, antes de acontecer, protege, conversa aberto, escalize o celular. Ah, mãe, você tá me desrespeitando. Isso é desrespeito. Sim, você é menor e eu vou pegar seu celular. Outra coisa, hoje tem um dedinho. Que ele dormir, pega o dedinho dele, bota no celular, né? Já
fiz cópia do celular dos meus filhos e hoje eles sabem quando eles eram menores, porque eu vigiava 24 horas por dia. Teve mensagem, teve, teve [limpando a garganta] mensagem, teve, chegou vídeo, chegou e eu cheguei, arrumei o jeito de falar. Mas então, primeiro ponto, protege antes de chegar. protege conversando. Não tenha vergonha de falar aquilo que é certo do jeito certo. Porque se você não ensinar o que é certo do jeito certo, o mundo vai ensinar o que é errado do jeito errado. E Satanás faz extra, ele não tira férias e ele tem um punhado
de demônio que trabalha para ele. Então ele vai colocar a gente na escola, vai colocar uma coleguinha na escola. Converse. Que que eu sempre falar pros meus filhos? Olha, vai chegar numa fase que vocês vão ver isso, aquilo, aquilo outro, vão perguntar para vocês sobre isso, vão tentar mostrar. Eu sempre falei muito aberto, por exemplo, eu falar pr as meninas, olha, se alguém oferecer balinha, não pegue. Se um homem for tentar para vocês no colo não pegue. Se alguém tentar mostrar tal coisa, não pegue, tá? As meninas é mais leve, né? Era naquele tempo. Agora
vamos pros meninos. O Júnior semente é aberto com ele. Meu filho, vão tentar te mostrar mulheres sem roupa ou mulheres de calcinha assim, assim, assim até chegar em mulheres sem roupa. Aí eu fui explicando, isso é muito comum com os jovens, com adolescentes, masturbação, tá tá tá tá. Fui expliquei tudo. Se acontecer isso, meu filho, isso é viciante. E outra coisa, é o medo deles, né? E quando você crescer e tiver sua esposa, você não vai dar conta dela. Ô, que pena. Aí é verdade. É. E pelo menos aí já dá um e é o
mais medo. É o que dá mais medo, né? Se eu não vou fazer porque é errado, pelo menos eu não vou fazer porque vou me dar mal. É. É. Depois eu não vou conseguir. E eu me lembro de um dia que eu cheguei em casa, o Junor devia ter aqui uns 13 anos e ele tava sentado no lugar e aí a a o corpo denuncia, né? Eu percebi que ele tava ele tava assim muito com medo que eu chegasse perto dele e eu tentava chegar e ele se esquivava e eu falei assim: "Gente, eu vou
pegar esse menino, quer ver no pul?" E teve uma hora que eu peguei a estra, cheguei perto dele, ele quase inartou. Eu falei: "Ô, filho, o que que aconteceu? Você tá vendo alguma coisa que não pode?" Não, mas isso é Falta de respeito. Eu falei: "Não, filho". Aí eu abracei, não pedi para ver o celular. Falei: "Filho, você tá naquela fase, né, que os meninos querem mostrar as coisas, que você para provar que você é macho, ou você tem que fazer ou tem que ver, ou tem que conversar no assunto. Ô, meu filho, a gente
já passou por isso. Quer conversar com a mamãe? Que mamãe é sexólogo. Papai vai ter mais vergonha de conversar com você sobre isso do que eu. Mamãe é car de pau. Meu filho, deixa eu te falar uma coisa. Pode ver. Não vou te proibir não. Só que você não vai dar conta da sua esposa um dia. Só que esse negócio não vai funcionar. Só que tô ver, não vou te proibir, mas eu tô te contando que vai dar ruim. E aí na hora que der ruim, mamãe capaz não vai dar conta de tratar porque eu
vou chorar tanto ou então eu vou ficar igual a mulher que é comum. Eu te avisei. Aí ele sentou, olhou para mim e falou assim: "Tá bom, não era sem roupa não, olha aqui." Aí tava vendo artista modelos de calcinha sutinha, mas aquilo já é pornografia [risadas] e tá disponível não no Instagram normal. Aí quando ele me mostrou, você acha que eu briguei? Eu falei assim: "Hum, bonito, hein?" Eu falei: "Aqui meu filho, que que você gosta mais, de peito ou de bunda?" Ele falou: "Mãe, você é doido". Eu falei: "É sério, meu filho, que
que você acha mais bonito?" Ele falou: "Traseiro". Eu falei: "Ah, entendi". Pois é, meu filho, mas que que adianta? Não é sua. Ger, um escândalo nele. Como assim? Para depois jogar a realidade. Não é sua, filho. Tem vontade de usufruir, casa logo. Nem é de verdade. Arruma sua. É virtual, é falso, é feitiício. Claro. Arruma que te ama depois. Agora se você ficar olhando, meu filho, daqui a pouco você vai começar a mexer no seu próprio corpo, que é masturbação. Aí fui contando para ele todo o processo. E aí, filho, você não vai dar dar
conta de ter uma vida tão boa quanto o papai tem. Menina, que ele deu uma conscientização nele tão legal, falou: "É verdade, né, mãe? Esse treino é bom, não?" Eu falei: "Posso falar com você?" "Não, não me sinto confortável de orar nesse assunto, não. Foi até eu oro sozinha, pode ficar tranquilo." [risadas] E foi tão legal isso que ele passou a conversar comigo direto. Uhum. direto, direto, direto. E aí ele passou também ser seletivo com o tipo de menina que ele percebi o comportamento um pouco aguçado, porque elas também veem. Agora o que eu achei
mais lindo, Crist, eu acho que ele contou pros amigos dele. Aí um dia falou: "Mãe, o seguinte, meus amigos tava querendo bater um papo assim sobre esse assunto e os pais não conversa. Se eu trouxer um cinco que nós temos mais liberdade, você bate um papo com a gente, explica." Eu falei: "Meu filho, que show". Eu falei: "Meu, pena que a gente não pode apostar, né?" Aí ele riu. [risadas] Eu falei: "Não, eu sento com todos vocês e converso. Então, mãe, pai, conversa". Outra coisa, eu chamei o Cirino. Meu bem, o Júnior tá fazendo tais
perguntas, tá na hora de você conversar. Bom, então o primeiro passo é conversar e proteger. A Bíblia fala que o povo fracassa por falta de conhecimento. Você tem um conhecimento daquilo que vai ajustar no seu casamento? aplica. Tem um conhecimento de como conversar com os filhos, aplica. E se porventura chegou um pouco atrasado, já tá acontecendo, senta, conversa e explica as consequências. Se for necessário, Leve a um terapeuta cristão, vai falar de uma forma que funciona. Se for necessário, pode levar até um médico, homem, urologista cristão, né? Uma ginecristã, que você sabe que vai falar
os prejuízos a longo prazo. E é claro, o que nunca pode faltar é oração. É isso. Perfeito. Muito obrigado, doutora. Foi perfeito. [risadas] Foi muito bom. Ah, é sempre muito bom estar aqui. Eu que fico feliz. É um prazer e é um assunto muito importante. Muito. Quero só dar um aviso pro pessoal aqui antes de a gente finalizar. Pessoal, vocês que estão assistindo esse episódio, semana que vem o nosso episódio já está decidido, programado e o link vai estar disponível para vocês aí na bio ou nos comentários. vai ser sobre domínio próprio. Seguindo a linha
de conversa do que nós falamos a respeito aqui hoje. Nós vamos tratar sobre domínio próprio, como liderar a sua mente, seu, o seu sentimentos, as suas emoções, como ter domínio sobre a sua vida. Você decidir, não, eu vou fazer isso, você vai lá e faz. Eu vou fazer isso. Eu você faz, resolve, vai pra frente para você conseguir cumprir seus objetivos, vencer seus vícios, vencer seus traumas, domínio próprio com o pastor Fernando, que já é inclusive professor lá no instituto. Vocês alunas que estão assistindo aí já conhecem ele e é pastor aqui na Family Church.
Então fique ligado. Semana que vem já entra no link aí que vai estar disponível ou nos comentários ou no link Da Bio para você ativar o lembrete, tá bom? Semana que vem, tudo a ver com esse papo, tenho certeza que vai te abençoar. Doutora, pra gente finalizar, tem alguma consideração final? Só que você não desista de buscar conhecimento e aplicar. A Bíblia mesmo fala: "O povo fracassa por falta de conhecimento." É isso. É isso. Fica aí o aviso. Muito [risadas] obrigado. Muito obrigado pela pela visita, pelo papo. Foi de Deus. Tenho certeza que muita gente
aprendeu aí. Ob e para vocês que assistiram aqui até o final, muito obrigado para você também. Se você tá aqui até agora, significa que você foi abençoado, edificado, aprendeu alguma coisa? Então faz aquele esquema. Se ainda não curtiu, já era para ter curtido. Mas se não curtiu, eu te perdoo. Vai lá e curte agora e compartilha. Pensa em três pessoas, melhor três não, porque às vezes você não vai conseguir pensar, é muito difícil, não. Duas pessoas que você acha que podem ser abençoadas por esse assunto. Não precisa ser uma pessoa que você sabe que tem
problema com isso, mas uma pessoa que tem filhos que podem tá correndo esse risco, uma pessoa que é casada, uma pessoa que é solteira, um jovem da sua igreja, enfim, mandei para duas pessoas para que elas possam aprender com esse vídeo. E por último, para me provar, para mim, pra Dra. Ângela, que você ficou aqui até o final, você vai comentar aí. Hum. Vixe, [risadas] dessa vez assunto pesado, né? É, como é que a gente faz, né? Que que eu coloco aí? Coloca aí. Satanás quer você escravizado. Satanás quer você escravizado. Coloque aí porque é
uma verdade e mais pessoas precisam saber disso. E assim a gente vai saber que você assisti até o final. E é isso, muito obrigado por mais uma vez estarem aqui com a gente. Eu vejo você terça-feira que vem às 19 horas com o pastor Fernando falando sobre o domínio próprio aqui no Family Cast. Valeu, abraço. Tchau, tchau.