E aí [Música] Ah que bom estamos juntos de novo para mais um programa Capelania gente cuidando de gente meu nome é eleny vassão sou Capelão hospitalar pelo Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil há 38 anos e venho desenvolvendo esse trabalho junto com as nossas equipes de capelães e visitadores em hospitais de São Paulo onde nós treinamos capelães para todo Brasil Então temos muitas Capelania centenas de Capelania se graças a Deus espalhadas por todos por muitos hospitais do Brasil e também 13 países e eu quero contar para vocês Talvez um dos casos que mais impactou
a minha vida em se tratando de cuidados paliativos e você vai começar a entender o que quer dizer Este termo e eu quero lembrar é que eu estou com meu celular aqui porque você pode fazer as suas perguntas envie as suas considerações porque nós vamos aproveitar e muito vamos estar conversando com você um dos casos que muito me impactou eu havia acabado de treinar uma médica cirurgia de cabeça e pescoço do Hospital das Clínicas de São Paulo que também era médico assistente do pronto-socorro do Hospital Doutor acionar which Will uma amiga muito querida quando ela
me trouxe o seguinte relato de caso Olha eu tenho um paciente hospitalizado ele está lá no setor de cabeça e pescoço ele tem 30 anos trabalha na limpeza pública e ele vem tratando de um tumor na cabeça há muito tempo mas não trataram em vários postos de maneira de o tanto que avançou esse tumor e parte do crânio está bastante A comida já infectada e o Pablo tá muito feio e nós estamos há semanas tentando reunir uma equipe de áreas diferentes de Cirurgiões para fazermos essa cirurgia aos precisamos de um cirurgião de cabeça e pescoço
outro neurocirurgião outro cirurgião plástico e outro outro outro rimos para lidar com essa esse caso só só com esse caso mas será impossível nós não conseguiremos reunir todo esse monte de áreas profissionais e infelizmente nós teremos que mandaram para o hospital de retaguarda porque o câncer está muito avançado só tem muitas metástases e nós não e teremos fazer mais nada no sentido curativo gente como foi difícil porque a missão que ela me deu foi eu quero que você vá conversar com esse paciente e vá prepará-lo Porque em seguida eu vou entrar e vou dizer que
nós não vamos fazer a cirurgia vamos mandá-lo para esse hospital de retaguarda e ele vai ficar vai ficar ali esperando até o final da sua vida eu não sabia nem por onde começar o que fazer o que falar eu fui me dirigindo ao setor ao quarto desse paciente em oração e eu clamava ao senhor por favor senhor me mostra o que falar o que fazer eu não sei por onde Mas foi interessante que quando eu cheguei ali alguém havia deixado no criado-mudo do paciente uma seleção Bíblica da sociedade bíblica do Brasil e um texto bíblico
muito interessante falando sobre diferentes tipos de solo na semeadura e o texto Eu quero ler para você diz assim está em Lucas 8 de 4 até 8 quando uma grande multidão se reuniu e pessoas de todas as idades vieram até Jesus ele disse por parábola o Semeador saiu a semear e ao semear uma parte caiu à Beira do Caminho foi Pisada e as aves do céu a comeram ou e caiu sobre a pedra e tendo crescido secou por falta de umidade outra caiu no meio dos Espinhos e os espinhos ao crescerem com ela a sufocaram
outra enfim caiu em Boa Terra cresceu e produziu a sem por um dizendo isso Jesus clamou Quem tem ouvidos para ouvir ouça quando eu vi esse texto nesse nesse folheto à cabeceira dele eu perguntei você leu esse folheto ele falou eu li e aí eu fui conversando com ele descobrindo onde estava o coração dele quais as nossas preocupações Qual o suporte social ele possuía Como estava a crença fé a paz e se ele tinha uma fé em Deus e conversamos bastante e eu falei eu gostaria de ler esse trecho para você novamente depois de lido
eu perguntei para ele e tipo de solo é o seu coração apresentei o evangelho falando de Jesus como Salvador e ele me respondeu é o tipo fértil eu estou pronto para receber essa semente e naquele dia ele orou comigo aceitando a Cristo como Salvador em seguida a médica entrou e deu as más notícias mas aquele rapaz já estava em paz com Deus EA resposta dele foi muito melhor do que a esperada pelos médicos porque ele tinha paz com Deus e ele sabia que Deus tinha tanto poder para curá-lo mas também o rapaz para dar a
ele para que Ele pudesse enfrentar esse tempo tão doloroso com dignidade firme na certeza de que um dia ele Estaria morando no céu com o novo corpo perfeito eternamente de arte do senhor como a importante nós termos uma mensagem de esperança mesmo a sombra da morte e cuidados paliativos que é o nosso tema hoje vai lidar com essa Esperança mas eu convidei uma pessoa muito especial para estar aqui conosco é o pastor Bruno Bruno e eu quero ler para vocês o curriculum dele bom e depois eu vou deixar que ele fale muito sobre esse tema
tão importante pastor Bruno Oliveira mestre em ciências da religião pela Universidade Federal de Juiz de Fora bacharel em Teologia pelo seminário teológico batista do Sul do Brasil e Instituto Metodista Bennett licenciado em filosofia pela Universidade Cândido Mendes Capelão titular titular do INCA Instituto Nacional do Câncer hc-4 unidade de cuidados paliativos e do núcleo Integrado de geriatria ele também é membro da Diretoria da academia Nacional de cuidados paliativos no estado do Rio de Janeiro membro fundador do comitê de espiritualidade da sociedade brasileira para estudo da dor é docente do curso de extensão em cuidados paliativos do
Instituto Cohen Professor convidado do Instituto israelita de ensino o e pesquisa Albert Einstein com pós-graduação Lato Sensu multiprofissional em dor e professor convidado da puc-rio pós-graduação Lato Sensu em psicologia oncológica e tanatologia estudo sobre a morte vejam que coisa incrível o currículo desse querido que vai estar falando conosco hoje Bruno você está por aí que delícia tudo bem com você Tudo bem graças a Deus que bom vê-lo quanto tempo a gente não se encontra saudades muitas saudades também você que a minha referência e quando eu comecei a trabalhar em Capelania foi onde primeiramente eu fui
buscar ferramentas conhecimentos e também abre Eu também apoio então eu tô muito feliz porque o tempo que eu tenho de vida você tem de Capelania receber um convite é uma grande alegria para mim pois é o Bruno começou lá em casa ou aqui em casa em São Paulo muito ele a sua turma vieram para fazer o curso de Capelania Hospitalar nível 1 e ficaram conosco e depois ele EA sua equipe vinham e viajava noite toda do Rio para São Paulo para o nosso curso de aconselhamento bíblico que meu marido e eu demos no Mackenzie e
eram 8 horas de curso eles não Dormiram a noite toda e ficava o dia todo assistindo esse curso uma vez por mês mas foi muito precioso pelo conosco Bruno e tão bom ver como você cresceu como o estudado e tem participado de eventos tão importantes Fala um pouquinho para gente sobre seu trabalho como é que você começou no Inca Instituto Nacional do Câncer conta pra gente é interessante Porque surgiu de uma demanda inclusive vem de fora em mim a então diretora do Instituto Nacional de câncer Doutora Cláudia Neiva minha amiga sua amiga ela foi na
Inglaterra estudar e passar um tempo no sangue por isso o Serrote é o principal centro de cuidados paliativos do muro e lá ela conheceu uma médica que quem lida com cuidados paliativos já leu e conhece é a doutora se seus Anderson nenhuma conversa para saunas sala o registro para ela que se ela queria voltar ao Brasil para coordenar um trabalho de cuidados paliativos e fosse o Integral e coerente ela não poderia deixar de levar em consideração as necessidades espirituais dos pacientes Ela perguntou então o que que era isso né ela não sabia muito bem e
a sogra nos apresentou para ela o Capelão no centro Cristo e ela passou uma semana com esse Capelão aprendendo e entendendo que seria um cuidado espiritual quando ela volta para o Brasil especificamente por Rio de Janeiro ela pro estava fazendo um trabalho parecido Na época eu era papelão do Hospital Evangélico do Rio de Janeiro localizado no bairro da Tijuca e o que ela me convidou para fazer foi tudo que eu sempre tinha sonhado fazer mas eu tenho então não tinha tido oportunidade nós hoje né depois de três nós somos uma Capelania aqui desde o primeiro
ano nós evoluímos do prontuário de paciente e hoje eu sou professor nos cursos de residência do estudo residência multiprofissional tanto em serviço social quanto em psicologia e a nossa equipe hoje porque na verdade eu só acordei no equipe né a equipe hoje ela participa da equipe multiprofissional do hospital e o nig núcleo Integrado de geriatria eu comecei a trabalhar esse ano paixão recente a diretora domingo Dra Ana Conan ela se matriculou no curso é que eu dou aula lá no estúdio corre uma pós em cuidados paliativos e ela disse que até então achava que a
equipe dela era perfeita Ela completa digamos assim e depois da nossa aula ela percebeu que faltava um atendimento espiritual e foi quando ele se tornando ela nos convidou para ir plantar Esse trabalho lá em uma clínica de transição e recebe paciência o site unidades hospitalares e precisa de trabalho de pouca complexidade Então hoje a gente tem atuado diretamente desses dois é locais Ai que lindo Bruno e como é gostoso a gente ver os profissionais da Saúde se abrindo para o cuidado espiritual em cuidados paliativos porque segundo a Organização Mundial de Saúde a própria organização colocou
como definição dentro da sua apresentação de cuidados paliativos o cuidado espiritual ao lado do Cuidado o médico do Cuidado psicológico e também social então é Cuidado integral da pessoa e eu quero que você fale mais definido quem pode está em cuidados paliativos Quais são os pacientes que estão mas eu quero contar para você também um pouquinho sobre a minha história em cuidados paliativos porque um dia eu recebi o chamado de uma amigo meu médico a dor de uma revista chamada âmbito está lá e ele me pediu para escrever um artigo O que fazer quando não
há mais nada a fazer mostrando que lidando com ar espiritual ainda havia muito a ser feito e eu escrevi esse artigo E logo depois de publicado recebo um telefonema do professor Dr Marco Túlio de Assis Figueiredo e ele fala assim para mim eleny eu acabei de chegar da Inglaterra estava lá junto com o Doutor Assis ele saunders e nós ajudamos a fundar então o movimento Roxy que trabalha com cuidado paliativo eles tive lá no instituto que ela fundou também e eu fui encarregado chegar no Brasil e começar a despertar e preparar profissionais da saúde para
lidarem com essa área em todos os pais do Brasil em seu artigo eu quero convidá-la para fazer parte da minha equipe gente eu corri para descobrir o que era cuidado paliativo porque eu não sabia e tendo descoberto eu já tratava de pacientes em fim de vida já tinha Tratado de muitos mas o termo era novo no Brasil e a partir dali comecei a fazer parte dessa dessa equipe tão Preciosa a partir dali dos nossos cursos que nós somos dando cinco anos na Unifesp dando aulas de tanatologia pacientes terminais cuidados paliativos também surgiram vários grupos no
Brasil um deles foi o meu Emilio Ribas Hospital Instituto de infectologia Emílio Ribas onde nós fizemos parte da equipe também e fomos adotados pelo Ministério da Saúde como referência em cuidados paliativos em AIDS e aí começamos a dar cursos pelo Ministério da o que nos preparam muito bem mas em todo o Brasil depois o Hospital do Servidor Público do Estado também com a doutora Maria Goretti muito querida que fez um trabalho e tem feito um trabalho lindo com equipe multidisciplinar multiprofissional então é um trabalho maravilhoso de se fazer Bruno fala para gente quem é o
paciente que pode participar dessa equipe como como atendido por uma equipe de cuidados paliativos e fala para gente também um pouquinho sobre os profissionais que fazem parte dessa equipe nós estamos falando com o público muito diversificado e por isso é importante detalharmos tudo isso é perfeito perfeito e Danilo primeiro eu queria só dizer que quando a Doutora Cláudia me chama para ir para o HC quatro eu levo que o dia do meu primeiro plantão eu liguei três vezes para o celular dele é porque é para mim era uma realidade muito nova também para quem não
conhece a unidade quatro do INCA é uma unidade exclusiva de cuidados paliativos ela não é um setor no Inca é o hospital inteiro sob pacientes em cuidados paliativos então eu lembro de três vezes Depois da terceira ligação aí ele falou comigo Bruno vem para cá para gente conversar e eu fui então né e o mesmo a pizza na casa de Leninha com gaze Washington e eleny a gente conversando um pouco sobre esse trabalho que que é eu poderia fazer Nelly desenvolver então assim a importância da situação da espiritualidade é tão grande que o Rio de
Janeiro é a primeira primeira estátua que tem uma Regional da MCP academia Nacional de cuidados paliativos e na primeira diretoria já tem um papelão né então assim tem-se reconhecido a sua importância e hoje o paciente em cuidado paliativo é reconhecida como aquele que tem uma doença ameaçadora da vida é infelizmente é o cuidado paliativo ainda é muito associado ao paciente que está em fase final de vida mas cuidados paliativos pelo menos se deveria começar é bem antes né é o paciente em chefe ver você já cuidados ao final de vida ele tá pode estar em
cuidados paliativos senhora tá em cuidados paliativos mas não é apenas ele que está então qualquer pessoa que tem uma doença ameaçadora da vida é ele é legível nesse caso para os cuidados paliativos as função Nossa que ela tá um tanto quanto de fazer com outros locais do mundo enquanto na Inglaterra já se discute questão de cuidados paliativos por exemplo na população carcerária com população de rua e ainda tem que ficar reforçando isso Brasil já que o cuidado paliativo não é só pra paciência para correndo né mas é paciente que tem uma doença ameaçadora da vida
é exatamente por conta disso e as definições de cuidados paliativos o foco Deixa de ser a doença e passa a ser o doente seja não é doença quando eles têm mais o doente que tem a doença e por conta disso a importância de uma equipe multiprofissional para cuidar do paciente e é até difícil a gente falar de cada integrante dessa equipe o que a cada dia tem esse acrescentando novos integrantes quando se observa né É nos últimos anos a Capelania um exemplo disso mas por exemplo no nível e a gente tem a musicoterapia e eu
nunca tinha trabalhado com o terapeuta no Inca não tem nada dá certo não tem o terapia e hoje quando eu olho por exemplo need o trabalho da Bom dia eu vejo quanto isso é essencial o banco que faz falta mas o trabalho ele é sempre um trabalho multiprofissional a gente tem os rounds que suas funções dos casos clínicos exatamente por entender o contexto o conceito da dor Total seus alunos ou seja não é toda dor e a gente trata aumentando a dose de mocinha da solão opioide mas é preciso que se entenda essa dor do
paciente é que muitas vezes é de origem espiritual e muitas vezes é de origem emocional e pode estar somatizando e isso só com o trabalho eu diria até mais mim pergunta para o trabalho transdisciplinar é que a gente vai conseguir de fato é alcançar e atender esse paciente da melhor maneira possível é muito importante você lembrar desse termo dor total e muitas vezes a gente vê que o próximo opção o profissional de saúde não sabe responder a questões espirituais como culpa ansiedade sem uma que não é uma coisa patológica em si uma tristeza excessiva que
não é depressão mas a palavra de Deus o conforto espiritual trazem este viés de cuidado de cuidado tempo todo e lidando com esses temas tão importantes Bruno fala para mim como você tem lidado com a esperança é possível levar Esperança por uma pessoa que já não tem mais possibilidade de um tratamento o Ivo e sempre que é a gente vai falar em algum local e eu sei que você também ele me passa por isso nós explicamos contexto onde nós trabalhamos a pergunta óbvia que vem é mas o que que você fala e eu tenho muito
aprendi isso que a gente tem que estar no local ou de Deus é que a gente esteja e as oportunidades elas vão surgir ONG Eduardo um texto em inglês chamado home é a produção é a esperança é como como fonte da resiliência eles apresentam pesquisas de indivíduos com idade avançada e eles afirmam através de sua pesquisa publicada no médio tem esperança atua como fator de proteção para resiliência visto que pelas contratações dele se associa com menores índices de Emoções negativas se relaciona com melhores respostas de recuperação e adaptação a situações estressantes da vida ou seja
os indivíduos com maior com níveis mais elevados de esperança segundo esses autores segundo essa pesquisa o menor reatividade ao stress e maior capacidade de recuperação emocional eu diria nanica Esperança ela é mais sua virtude ela é uma força que penetra todas as virtudes E que nos estimula para mantermos completamente abertos para o novo nós poderíamos pensar essa Virtude das virtudes como metáfora que eu costumo utilizado o combustível e torna possível a locomoção dos veículos desde os mais gastos e Antigos até aqueles recém-saídos de uma concessionária Isso parece ser alimentar por esse elemento propulsor Ou eles
ficaram imóveis estáticos a esperança esse combustível se ela for pensada apenas como um objetivo futuro com o ilusão presente ela está privada dessa dinâmica de empoderamento então pensar Insper e a partir dessa metáfora é free entender que apesar de precisar dela em toda jornada o seu nível vai oscilar também nem sempre da forma como a gente deseja como nos lembra o professor lá da UFJF onde eu estudei Federal de Juiz de Fora no seu Edson Fernando a dor é aquele estremecimento que comprova a vida e o nosso poder de recuperação não se morde dor enquanto
a dor também temos força para combatê-lo e a continuar a viver Então eu acho que não é Esperança na solidão das nossas próprias seguranças das nossas próprias expectativas a esperança é sempre se realiza nesse encontro com o outro que nos impele a sair a caminhar a narrar os outros ou percebeu dentro da gente a esperança dizem alguns que é o canto que ativa a coragem dos corredores escuros da história mais tá trazendo para Capelania eu acho que interessante a gente pensar que não basta tem esperança é preciso ser esperança o ser humano vive de esperança
ele acredita na esperança Mas ele também é Esperança já eu só uma história curtir Eu me recordo uma vez que eu fui atender uma paciente quando eu me apresentei ela olhou para mim disse assim você quer me ajudar se você quer me ajudar Só responda a uma pergunta que eu tenho a fazer onde está Deus e onde está Deus Aí eu disse para ela assim é eu gostaria de tentar responder sua pergunta mas para entender de onde essa pergunta vem Eu precisaria a conhecer um pouco mais a sua história de um passo à frente perguntei
a senhora poderia me contar um pouco abrir um pouco da sua vida para mim e ela me contou que o pai dela teve câncer ela cuidou do pai o pai morreu a mãe teve câncer ela cuidou da mãe a mãe morreu o marido teve câncer ela cuidou do marido o marido morreu a filha estava com câncer enquanto ela cuidava da filha ela descobriu que ela tinha tanto e agora ela estava no hospital internado sem ninguém para cuidar dela e a cabeça preocupação na fila que estava em outro hospital sem também ninguém para cuidar dela diante
desse quadro ela me pergunta onde está Deus e eu respondi para ela Ah que bom que você me fez essa pergunta é o que eu sou a resposta para sua pergunta e enquanto ela me olhava assustado disse sim à sua pergunta não é onde está Deus em meio a tudo isso você passa e eu queria dizer que eu sou a resposta para sua pergunta no dia de hoje porque eu tô aqui porque ele irmão eu sou a resposta de Deus da sua vida hoje para poder se a companhia que você precisa para poder hoje seu
abaixo os e para poder hoje se a lufada de ar fresco nos pulmões que talvez não consegue mais respirar o fados da falta de esperança eu sou a resposta hoje vamos fazer bom então talvez para a gente se danifique a lição da gente muito mais que nos preocupar com as respostas ter essa resposta ser essa Esperança na vida de levar essa Esperança através das nossas vidas né Muito bom Bruno e é isso mesmo e é isso que nós ensinamos em Capelania Hospitalar nós damos cursos ensinando as pessoas a darem ouvidos a quem está sofrendo muitas
vezes você vai pensavam eu vou visitar alguém e eu vou preparar até uma mensagem ou eu vou pegar um trecho do sermão de domingo e vou chegar lá e apresentar para pessoa mas não é isso Capelania Hospitalar com nessa na dependência de Deus sabendo que você é um instrumento usado por Deus para levar o seu consolo a nossa vida e meio ao sofrimento e a dor e você vai aprender também a dar ouvidos a levantar a história dessa pessoa para que você saiba Quais são as aflições maiores que ela está enfrentando naquele momento não adianta
falar que você vai entrar no setor de Oncologia ou no setor de Queimados ou no setor de cabeça e pescoço e você vai levar uma receita pronta para lidar com aquela patologia não é assim cada pessoa é única responde de maneira diferente ao sofrimento tem uma retaguarda única tem um um sustento diferente para cada pessoa e como a gente precisa dá ouvidos você pode aprender tudo isso no nosso curso de Capelania Hospitalar em EaD em o site Capelania na saúde. Org.br e você terá aulas de 8 a 10 minutos por dia nós gravamos em estúdio
está muito bem feito para que você possa ser capacitado a cuidar de pessoas que estão sofrendo na sua família na sua vizinhança na sua igreja e quem sabe também nos hospitais junto com as nossas equipes porque nós vamos treinar algumas pessoas para darem continuidade a Esse Ministério também nos hospitais mas Bruno você falou sobre a importância de levantar o histórico de vida do paciente e do familiar que dentro de cuidados paliativos a visão é que paciente e familiar forma uma unidade Então nós vamos cuidar deles juntos fala um pouquinho sobre a você a você levanta
o histórico dessa pessoa Belém o headphone ele vai dizer que se eu uso Os Profissionais de Saúde os médicos o médico né especificamente ele disso meditasse alguns minutos de uma primeira consulta de um primeiro atendimento para poder ouvir a história da religiosa da religião né ou os elementos da espiritualidade de um devido a ter tratamento poderia ser feito de maneira muito melhor então nós temos alguns protocolos e anamnese espiritual e muitas vezes são utilizados e eu não quero me prender a eles aqui mas quem tiver curiosidade ter um fita um espírito o rosto mas eu
é o meu grande medo é que a gente transforme isso numa camisa-de-força a ideia desses pronto e quando talvez a gente está com dificuldade de adentrar ali na história do paciente mas e aí a gente pode utilizar o mas talvez não fica lá no Extra a gente já Conseguiu alcançar palavra-chave como você diz o seu livro no leito da enfermidade e no restante ali a gente pode descartar mais importante é é incluir no tratamento após escolher a importância da religião para que não divido a importância da Visão espiritual ou seja conte Deus sempre ele sempre
se relacionou com Deus ao longo da sua vida e como que ele gostaria de lidar com essa relação nesse momento nesse contexto que não tá vivenciando isso é importantíssimo o que se gente fala de saúde a gente tá falando também desses elementos eu sempre quando dou aula e eu tenho um certo ranço me chamar assim ou o conceito de saúde que é definido pela Organização Mundial de Saúde o que ela define saúde Assim saúde é o mais completo bem-estar físico mental social espiritual e não apenas ausência de doença e a pergunta óbvia que sai daí
é quem em sã consciência pode se considerar uma pessoa saudável que a gente não está falando Nem está bem legalzinho não um pouquinho não é completo Bem Estar físico bom eu me mudei há duas semanas estou fazendo CrossFit em casa arrumando as coisas bem-estar físico que eu não estou agora e mental aí a gente nem falo social as nossas relações né ponto afetadas agora agora e espiritual tinha um maioria das pessoas não sabe nem que quer saúde espiritual ou seja esse a concepção de saúde essa definição torna saúde como algo inatingível para o ser humano
e aí eu puxando Brasa começar ginha um teólogo alemão que eu estudo chamado will be Emotion ele no seu a ética da Esperança ele critica esse conceito de saúde do MS e da sua definição quando ele diz a saúde é a capacidade para superação da forma autônoma da dor da enfermidade da morte não é ausência de dor e transtornos mas é a força para viver com ele e a eleny a gente entender como um monte mas entendi a saúde deixa seu sentido da vida humana a gente vive com o objetivo de ter saúde açaí é
só se a consequência de uma vida que é vivida com sentir porque quando ao longo da nossa vida a gente encontra e vai vivendo coisas que trazem sentido a nossa resistência nós nos Descobriremos saudáveis mesmo com alguma patologia se a gente tá falando sentido da vida usando o músculo aqui Popular brasileiro a gente não quer só comida a gente quer comida diversão e arte não basta apenas viver a vida orgânico a gente precisa não basta apenas olhar para o paciente pedir todas as partes do paciente através do hemograma do estetoscópio ou de aparelhos que podem
medir tudo para a gente entender o paciente a gente tem que entender a história familiar Tem que entender como ele lida com as emoções e tem que entender homem vida com tema da fé e qual a importância da fé neste momento nesse contexto do tratamento dele um excelente Bruno deixa eu ler algumas participações aqui no nosso chat a alguém fala assim deixa eu vou citar o nome dela que tá muito interessante aqui a a Daniela Cavalcante fala assim me arrepio só de ouvir tudo isso eu achei muito interessante porque a gente às vezes fica arrepiado
em pensar em lidar com a morte com a sombra da morte e com todos os conflitos que quem está enfrentando este drama tem e e vai trazer para serem cuidados também mas qual opção Você tem todos nós vamos morrer os nossos pais os nossos filhos nós os nossos cônjuges os nossos amigos e nós podemos ou ficar fechados e trancados dentro de casa e com os olhos fechados e falar não quero nem ver eu não suporto ver isso eu vou ficar na minha aqui e só pensar em coisas boas que me Tragam alegria esperança ou eu
vou me preparar para enfrentar esses momentos e ajudar as pessoas a enfrentarem com resiliência com sentido na vida como o Bruno falou porque eu vou ser benção na vida dessas pessoas mesmo que eu não saiba nem por onde começar é muito lindo porque quando você se diz Foi nas mãos de Deus ele vai lhe dando o recursos ele vai lidando palavras ele vai lhe dando algumas dicas do que fazer muitas vezes alguém chega na casa de um paciente que está muito grave tem um o que está assoberbado estressado não aguenta mais em pé e tem
que cuidar dela essa pessoa sozinha por noite dia por meses e você chegar lá para lavar a louça e você chegar lá para fazer uma compra e como isso ajuda como isso traz refrigério ao paciente e também ao seu cuidador então quanta coisa a gente pode fazer quero ler também uma participação aqui da Marli Souza e falando que ela estava lembrando de um caso que você relata sobre um paciente que queria dançar Lembra que você escreveu isso no meu livro a esperança para viver e para a partir lembrou um dos Capítulos é seu e a
ponta sobre esse paciente em cuidados paliativos quer contar sua história para gente Claro Claro só então Oi só comentando que você falou né o Victor Franco disse que encontrou o sentido da vida dele ajudando outros encontrar sentido para sua vida e a Capelania trouxe para minha vida eu eu não tenho dúvida nenhuma eu [Música] e eu não seria eu ficar pela minha resumiria assim e essa história é uma das que me marcou muito a gente escuta um calendário costumamos sempre fazer festas né em datas comemorativas Páscoa Natal Dia das Mães e sempre água muita alegria
e mais animado que as festas das famílias de vocês eu tenho certeza e a gente fez uma festa lá a onde eu cheguei na festa um pouco atrasado que eu tava em uma aula e quando eu entrei eu comecei cantar no karaokê e brincar com os pacientes e e Foi lindo mas ele desceu uma fisioterapeuta e começou poder puxar pelo braço para poder dançar forró com ela pode não parecer mas eu sou muito tímido e meu não queria de forma nenhuma dançar com ela além de não saber se tem uma filosofia que eu carrego comigo
a vida inteira quando eu posso evitar o mico Eu evito Então as pacientes todas gritam dança dança e ela puxando meu braço e para eu me ver livre daquela situação e eu cheguei o braço e agarrei ao primeiro que estava do meu lado e une para dançar com ela e era um paciente Nossa e aceitou dançar e eu não só dançou como de um show ele arrebentou bom e quando ele terminou tava todo mundo em pé aplaudindo e ele caiu no choro e eu me aproximei falando que eu não sou tão bonito tá chorando eu
só chorava e eu levei ele até minha sala e perguntei se ele queria conversar e ele me disse um só pastor nunca dei muita moral para Deus não Eu nunca dei muita moral para ele nunca tive religião nem nada é mas hoje quando eu acordei eu tive vontade de falar com ele eu decidi falar com ele é o meu jeito disse para ele assim Deus eu sei que eu vou morrer É eu sei o que que tá acontecendo no meu corpo eu sinto a doença e eu sei que eu vou morrer e já que eu
vou morrer eu tenho último pedido para fazer o senhor Olá eu sou lado interior do Nordeste minha maior alegria na vida sempre foi dançar forró eu queria dançar o último forró da minha vida e eu nem imaginava que nos pão de eu tô internado e acordei hoje eu ia achar um forrozinho que eu dançar e eu comecei a conversar com ele sobre o Deus que nos ouve nos dá atenção se preocupa com a gente e até que me perguntou uma que Deus é esse e eu respondi é o Deus que traz forró para dentro do
hospital Capítulo 1 Oi e ele chorou e depois de chorar bastante disse que queria orar de novo ele fez uma oração que eu nunca vou conseguir reproduzir na minha vida mas com seu jeito simples e sotaque nordestino ele disse assim a Deus eu entendi que o senhor fez isso para dizer que me ama eu entendi que só me ama isso só me ama desse tanto então eu quero te amar assim também já melhorou ele morreu no dia seguinte o que coisa diferente pico essa lindas é interessante porque o trabalho de um Capelão realmente não é
engessado você responde às demandas que vão surgindo você vai adaptando as coisas no meio do caminho e quanta coisa linda surgir de tudo isso como a gente aprende como a gente cresce como a gente enriquece espiritualmente sai dali você não sai dali triste é interessante você sai dali com o coração cheio com alegria por ter podido compartilhar o amor de Deus e viver esse amor de uma maneira tão dinâmica tão cheia de características diferentes como dançar forró no hospital não é com o paciente em sinal de vida ninguém espera isso que realmente treinamos os nossos
e para fazerem essas festas em todas as datas especiais a gente comemora tudo dentro do hospital não tinha até pouco tempo atrás O Dia do profissional da limpeza no hospital então Nós criamos esse dia e fazemos um café da manhã especial para esses profissionais também com brindes então todas as datas são comemoradas dentro do hospital pela Capelania e esse cuidado humaniza o relacionamento do profissional da saúde com seu próprio colega com a direção do hospital e o trato também com os seus pacientes muda o aqueles aquele não é mais aquele ambiente pesado mas em meio
a tudo isso é todas essas programações além do atendimento diário musical minutos com Deus que a gente faz com os profissionais da saúde que mexem com um deles levando a palavra de Deus mas também fazemos essas celebrações que são tão marcantes tão especiais deixa eu contar para vocês um um causo também um dia eu cheguei na sala dos médicos para a reunião de discussão de casos em cuidados paliativos e uma médica muito querida e muito brincalhona estava com a bula do midazolam aberta e ela falava assim para Residente que era uma oncologista falava para ela
olha aqui tá escrito todos os efeitos do midazolam mas aqui não tem indicação para o tratamento da culpa como a gente vai tratar aquela paciente que não consegue partir porque está cheia de culpa e eu entrei em ela me deu o relato do caso todo colocou como estava sendo o tratamento daquela senhora que ela e para partir mais ela ela se segurava a vida mas com amargura ainda com medo de partir e eu entrei nesse quarto e dei ouvidos a essa senhora ela estava com a filha e com a irmã e eu perguntei para ela
o que está onde está doendo na sua alma e ela falou a culpa porque Eu tratei a minha família de uma maneira muito ruim eu criei muitos conflitos e eu tenho medo de Partir sem lidar com tudo isso e eu creio que eu não estou bem com Deus também e nós podemos medicar a alma que é o ministério da capitania usando a palavra de Deus lidando com todos esses conflitos quando eu acabei de lidar e orar com ela e fazer com que ela fizesse as pazes e pedisse perdão para Oi e para irmã ela falou
pode ir porque agora eu vou partir em paz e era muito interessante ver todos os médicos na porta observando tudo para saber qual medicação para alma eu estaria oferecendo para essa paciente e viram o resultado de tudo isso porque a palavra de Deus Restaura a alma traz perdão lida com a culpa traz esperança então é tremendo não é verdade Bruno conta para gente mais um pouquinho o seu histórico tô vivendo atualmente a ficar marcando muito assim eu de uma paciente que eu tenho e é o amor da minha vida ela é e ela e quando
foi para a nossa unidade da quatro do INCA a médica que atendeu ligou para mim falou Bruno chegou uma paciente para mim aqui ela é sua ela na minha não não sou eu tenho que atender a você e quando chegou até a minha paciente' ela luta contra o câncer há 30 anos Esse é um tumor de cabeça e pescoço ela fez várias cirurgias mutiladoras é o número de cirurgias ela perdeu parte da mandíbula Skull Sônia é a grande dor dela eleny não era o câncer a grande dor dela que ela era solista principal do coral
da igreja dela e agora foi ela não cantava mais na igreja vida dela era cantar louvar o Senhor a vida dela era música e sem música parece que a vida dela não existia mais O Gi eu deixei primeiro atendimento que eu fiz a ela e o segurei na sua mão e disse assim Dona Zezé conta para mim Oi como é que está seu coração neste momento e ela olhou para mim e respondeu Ponha mais afinadinha cantando assim sim para usar mais doce me deres gozar E chegou a mais forte sofrer e o seja o que
for tu me fazes saber que ser feliz com Jesus sempre show e a partir daquele momento eu tinha certeza de que os meus atendimentos com ela precisavam ser musicais e e eu comecei em cada atendimento era paciente ambulatório agora ela tá na assistência domiciliar mas em cada atendimento eu comecei a levar elementos musicais e ela ia para o atendimento já um cantor cristão que a Igreja Batista usa a igreja que ela frequenta ela ia vir pro Cristão na bolsa a família delas criança ela não queria ir para o hospital agora ela estava esperando chegar o
dia da consulta porque ela encontrar com a gente ia tentar até o dia que ela disse que já tratava 30 anos lá que ela merecia até uma festa a gente preparou uma festa para ela e ela chegou no dia de consulta a gente é e o filho a pressão dela para ver se tava tudo bem Me levamos para uma festa da gente tinha preparado há algumas semanas antes e Daniel reunião alguns profissionais do Inter no auditório falei olha só a partir de hoje nós somos um coral Bruno de brincadeira médico marquei assistente social psicóloga mas
a gente é um coral porque Dona Zezé vai cantar de novo e nós vamos ser o cor alguma acompanhá-lo Oi e a gente ensaiou só falo e nesse dia ela foi para o palco e cantou de novo um coral acompanhando e o coral de funcionários 2 e eu nunca vou esquecer a fala dela desse dia quando disse que e há 30 anos ela pergunta a 30 anos eu pergunto ao meu Deus por que que não me cura desse câncer e hoje eu tive a resposta para isso e eu ainda precisava vir neste momento na minha
vida e Oi e a experiência foi tão impactante que nós os profissionais depois me procuraram dizendo que querem queriam continuar com Coral porque a Dona Zezé ensinou para eles que a música cantar faz tão bem para eles e para os outros que eles queriam continuar com isso hoje nós temos eleny lá no Inca vai fazer dois anos agora no final do ano Coral couro baleando e cantando e nós nos apresentamos nos corredores do hospital e também o ano passado apresentamos fechamos o congresso da MCP cantando e levamos a Dona Zezé no Congresso inclusive ir para
poder cantar quem quiser conhecer depois vai lá no Instagram rouba para Leandro e cantando e o nosso Coral de funcionários dele o que coisa linda como é bom poder cantar dentro do hospital gente a música toca o fundo da alma e quando ela é recheada com a palavra de Deus Deus Fala ao Coração das pessoas e você vê as pessoas se quebrantando ali no Meio do Corredor Nós levamos corais para cantar andando pelos corredores dos nossos os pais todos os fins de semana e também temos um conjunto instrumental que toca de quatro em quatro para
os pacientes principalmente em cuidados paliativos e faz um bem tremendo tem um trabalho muito lindo de um francês que dá cursos até nesse sentido e tem várias pessoas da nossa equipe treinadas nessa área em chegam e perguntam para o paciente que ritmo você gosta Que tipo de música você gosta e vão levando um instrumento simples para ele batucar aí ou para ele acompanhar com sininho alguma coisa no ritmo e é uma beleza porque traz alegria sua a VISA o ambiente é muito lindo e que linda história da sua paciente Bruna preciosíssimo precioso demais se ouvido
sabe que a nossa amiga da Dra Cláudia neilor eu fiz o primeiro curso de cuidados paliativos com elas no Inca quando ela era a diretora-geral do inca e hoje ela é diretora de cuidados paliativos no Inca 4 e ela me escreveu ela a gente conversa bastante pelo WhatsApp ela é muito preciosa para mim e ela me escreveu outro dia Pedindo dos podcast que eu gravo e mando todos os dias com mensagem é de três quatro minutos podcast medicina para alma e ela falou eleny escolha para mim algumas dessas mensagens porque eu tenho uma paciente de
trinta e poucos anos que está em final de vida Mas ela está revoltada ela está triste ela Ela pediu alta ela tá indo embora para casa eu não sei se ainda amanhã eu vou encontrar lá porque ela voltou depois de algumas horas de para o hospital e foi e internada Mas ela está amargurada fala para mim quais mensagens dessa você me indica porque eu vou lá com o meu celular para ficar ao lado dela e para ela ler ela ouvir essas mensagens a Doutora Cláudia não é evangélica mas ela queria mensagens bíblicas e foi muito
interessante Depois de alguns dias ela me escreve de novo falando olha eu ouvi várias mensagens com ela eu e Deus foi trabalhando no coração dela de tal forma que ela foi recobrando a vida o ânimo a esperança e acredite se quiser ela saiu do hospital muito melhor então é bom demais não é a gente poder ser usado por Deus de quantas maneiras diferentes para levar essa esperança que nunca morre porque vem do Senhor mesmo Bruno nós estamos no final do nosso programa eu quero te agradecer demais pela sua participação que foi preciosíssima louvo à Deus
pela sua vida pelo Ministério que você desenvolve aí no Inca gostaria de dar um pulo aí também para estar mais perto de você como eu fui naquele congresso que vocês organizaram aí foi bom demais mas eu queria que você deixasse algumas palavrinhas finais e eu queria basicamente agradecer primeiramente ele em mim a minha resposta para qualquer convite dela sempre vai ser sim hein queria agradecer cada um participou o carinho EA generosidade cada um é dizer Capelania é eu me fechando muitas vezes se Deus me colocou na Capelania por causa dos outros é por minha causa
eu algumas vezes algumas vezes não uma vez na minha vida eu tentei pastorear igrejo e para perceber que eu tava sentindo falta da Capelania não para dizer e é impossível fazer as duas coisas Mas da forma comer um ovo na Capelania Ué e a minha vida hoje Ela é dedicada apenas aí eu queria dizer para sempre no coração desejo de tarde fazer que vão ser a vida de vocês transformado sim e vocês eu tenho medo de entrar em Pensador uma vez diz algo interessante seu navio ele está em segurança no porto Mas não é para
isso que ele foi criado em e o navio está em segurança longe do mar guardado Mas não é para isso que servem os navios isso possa seguir na sua vida e a gente sempre questionar é onde Deus quer que a gente seja porque independente de qualquer coisa a gente precisa tá aonde ele quer que a gente seja aqui o esse paciente que eu contei a história me ensinou E quando Deus quer fazer alguma coisa Deus quer acalentar um coração Deus preparar alguém muitas vezes eu sempre quisermos um forró e se quiseres o forró gente só
precisa tá onde ele quer que a gente esteja muitas vezes para emprestar o ouvido e passar dentro então é isso obrigado Eliane beijo a nossa saudade de você e do grave Obrigada Bruno muita saudade também um abração para você e para vocês Deus abençoe a vida de cada um de vocês e até a próxima sexta no programa Capelania gente cuidando de gente tchau e