Aprendi com ela a vender algumas coisas, né? Então, desde criança eu vendia até [música] com eh catava latinha na rua, a gente vendia. Teve um setor da sua empresa que foi demitido, você fazia parte disso. Exatamente. Exatamente. Porque foi algo assim, foi a primeira vez que Deus me mostrou que ele tinha algo melhor para mim. O meu desejo era assim: "Nossa, eu preciso ganhar R$ 2.000 [música] pra gente mudar para outro setor. Pelo menos R$ 2.000. É isso, eu vou trabalhar com isso. E esse que é o presente que Deus tinha para mim, com quem
que eu ia deixar o meu filho ou filha para cuidar, né, enquanto eu estava trabalhando, que é um ser um closet. Para quem ainda não conhece, essa profissão caiu aqui agora. Que close é esse que a Ju tá tanto falando aí? O que é ser um close? E melhor ainda, o que que é ser close digital? A arma que a gente tem mais poderosa, eu volto nela, é o quê? Saber perguntar, né? Se fosse o contrário, se eu dissesse para você assim, vou pensar, como é que você mudaria essa minha cabeça? Naquela época, então era
assim impossível você fazer um anúncio falando de closer. Fala galera, sejam bem-vindos ao Kcast, o podcast da Kify. Eu sou Marcelo Galberto e para quem não conhece, Kcast é o podcast que traz toda semana pessoas que fazem dinheiro através do marketing digital. E se você quer aprender uma das profissões mais fáceis de iniciar no digital, sem risco e claro, trabalhando de casa, esse episódio é para você. A nossa convidada de hoje deixou de lado o diploma de zootecnia, ignorou as ofertas de CLT e começou literalmente do zero no digital. Poucos anos depois se tornou referência
em vendas no 1 a um. Fundou a maior formação de closers do Brasil, que já formou mais de 7.000 alunas que faturam de 3 a R$ 10.000 trabalhando de casa. Hoje ela é responsável por abrir portas para milhares de mulheres que querem liberdade financeira e geográfica vendendo todos os dias através do digital Bruninho. Vai dar bom ou não vai, Martielo? Deu bom, né, Bruninho? Já deu bom demais. Já deu bom, que é uma oportunidade boa pra galera. Então, simbora. Vou chamar, hein? Vem para cá. Seja muito bem-vinda, Juliana F. Olá, pessoal. Vai ser um prazer
falar dessa profissão que tem mudado a vida de tanta gente. Perfeito. A gente tá muito curioso para entender melhor como é que funciona isso, porque pelo almoço é uma baita oportunidade pra galera, né? E eu tenho certeza que a galera não vai querer perder. Inclusive, Ju, antes de você se tornar essa referência que você é no digital, sua trajetória era bem diferente. Não, você não imaginava você entrar para esse caminho, na verdade, né? Onde é que você tava antes de tudo isso começar? Conta aqui pra gente. Bom, vou contar aqui um pouquinho da minha história,
né? Eu vim assim de uma família bem humilde. Eh, sempre morei com a minha mãe, minha mãe solo. E desde pequena minha mãe, ela sempre nos incentivou e sempre viveu isso de empreender em alguma coisa, né? Então assim, ela veio do baixo mesmo, muito baixo. Eu quando eu nasci era um cenário pobre, mas ela veio de um cenário assim de miséria. Aí criança eu aprendi com ela a vender algumas coisas, né? Então, desde criança eu vendia até com eh catava latinha na rua, a gente vendia, eu já tive um carrinho de cachorro quente, a gente
trabalhava em estacionamento. Então, para mim vendas era algo assim meio que natural, né? Já tava acostumada com isso, com as vendas, mas fui garçonete e tal e me formei em zootecnia. Eu passei numa universidade pública pra zootecnia e falei: "Nunca mais vou mexer com esse negócio, né, de vender alguma coisa. Agora eu vou prestar serviço como zotecnista". Trabalhei numa empresa assim que eu me formei, numa área comercial, só que sendo zootecnista. Diferente, né? muito específico, na verdade. É, exatamente. Eu lidava com produtores, né, de gado, de corte, essas coisas, mas estava nessa área aí de
fazer vendas, né, especificamente aí, mas num ambiente que era nada digital. E meu marido em 2019 ele era trabalhava também com vendas, né? Ele vendedor de uma malharia. E um dia ele foi numa num evento do Érico e ele já tava comprando alguns cursos de, como chama? De afiliados. Uhum. Aí esses cursos de afiliados ele não tava conseguindo ganhar dinheiro, não tava conseguindo rampar, né? Aí ele foi num evento do Érico, ele saiu desse evento do Érico decidido a pedir demissão do CLT. E ele pediu demissão. A gente viveu aí uns 3 anos com ele
eh nesse período aí iniciando no digital. E para mim era uma coisa assim só dele, porque eu já tinha meu trabalho, trabalhava trabalhava numa multinacional já tinha alguns anos, né? estava crescendo nessa área aí de vendas e nessa área continuei, tava achando que tava bafando, [risadas] é assim, tendo bastante resultados lá, né? Só que, como eu disse, na multinacional, eh, as coisas acontecem e, tipo assim, não é igual uma empresa pequena que você tá do lado da pessoa, você consegue convencer ela de não te demitir. A multinacional vem ordens de outro país e demite todo
mundo que tá ali, o que eles quiserem demitir. Então, no caso, você teve um layoff, teve um setor da sua empresa que foi demitido, você fazia parte disso. Exatamente. Exatamente. Nesse momento, né, nessa, mais ou menos nesse momento, era quando o meu esposo começou a ter resultados no digital, que ele começou a prestar serviço para uma empresa e ele começou a ganhar alguma coisa ali. E foi exatamente nesse momento que eu fui demitida. Hum. Aí assim, o meu mundo caiu, caiu porque eu já ganhava bem, a gente já tava aí, enquanto meu esposo tava começando
no digital, quem tava tendo suporte financeiro, né, acabava que era eu ali no na trabalhando nessa empresa. Tinha mais segurança, né? Tinha mais segurança. Aí de repente eu sou demitida dessa empresa e ele falou assim: "Amor, não, não vamos para eh continuar indo pro CLT, não, calma". não vai aceitar qualquer proposta, porque se você aceitar qualquer proposta, a gente não vai viver o sonho de ter liberdade financeira, né, essas coisas. E geográfica que era muito importante também. A gente começou a ver esse mundo. Aí eu, beleza, ele não, eu acho que você vai ter que
ir para alguma coisa do digital. Aí eu comprei alguns cursos, né, mas cursos assim nada a ver de trade. Eu eu comprei um curso até de tráfego, tá? tava tentando ir tudo, ó. Mas eu sou assim, eu não, eu não iria dar certo com esse negócio de tráfego, essas outras coisas, né? Aí eu fui demitida no dia, gente, eu quero contar assim detalhes porque dessa demissão porque foi algo assim, foi a primeira vez que Deus me mostrou que ele tinha algo melhor para mim. Caramba. Nesse dia que eu fui demitida, foi aquele choque, né? A
gente tava numa mesa, todo o setor foi demitido. Eu olhava para um lado, uma pessoa chorando, olhava pro outro, outra pessoa desesperada, né? Tipo, o que que a gente vai fazer da vida? Aí naquele dia eu fiquei um pouco perdida. Aí à noite eu fui em uma célula. E nessa célula, eh, Deus falou muito comigo que o seguinte, ele era meu pai, né? E um pai, ele não pega uma coisa do filho para dar algo pior, né? Ele não vai pegar um brinquedo para dar um pedaço de pau, um pedaço de pedra, alguma coisa assim.
Se ele pegou, se ele permitiu que eu perdesse meu emprego, né, é porque ele tinha algo melhor para me dar. E ficou assim muito forte na minha mente a o versículo de que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus e foram chamados segundo seu propósito. E eu tive assim a a revelação muito real que Deus estava me dando um presente. Tipo assim, ele pegou o meu trabalho, mas ele tinha algo muito melhor. E eu me alegrei muito com isso e até compartilhei com as pessoas que trabalhavam comigo, inclusive até tirei
print recentemente, né, de o de ter compartilhado isso num grupo nosso e tive essa revelação. E nesse tempo foi esse tempo que eu fiquei procurando alguma saída, né, para trabalhar, para ter essa liberdade e tal. Aí dois meses depois que eu tirei eh essa eu tive essa revelação e fui demitida, eu comecei a a atuar como closer. Olha isso. Por uma loucura. Por quê? A gente eu sempre trabalhei perto da minha casa. Uhum. Só porque eu fui demitida. Então ali eu tinha liberdade. Sim. E eu morava num lugar assim, eh, tipo cidade satélite, sabe? Não
era Goiânia. numa cidade assim, a gente tinha o desejo de morar num lugar melhor, só que eu tava desempregada, sem dinheiro. Aí que que eu, mais, meu esposo, nós pensamos, vamos arrumar um trabalho. Os amigos dele que era do digital tinha uma vaga para social mídia, só porque eu não sou social mídia. Aí eu fui, entrei, eh, a gente entrou no carro e foi, vamos oferecer esse trabalho de social mídia para esses amigos. Beleza. A gente foi, quando eu cheguei lá, eu vi a gente conversando e tal na mesa assim e eu observei que eles
tinham eh um problema na empresa e eles queriam muito resolver, que era o problema de quê? De vendas. Hum. Em 2022 não era comum, né, assim, na verdade nem hoje é tão comum, né, questão de vendas no X1, assim, de quem faz lançamento, essas coisas, né? agora que tá começando. Mas naquela época não era comum isso. E ali naquela conversa eu percebi que eles precisavam de alguém para fazer fechamento ali. E eu já [risadas] me ofereci para isso, coloquei o preço lá em cima, porque a o meu desejo era assim: "Nossa, eu preciso ganhar R$
2.000 pra gente mudar para outro setor, pelo menos R$ 2.000. Aí, nesse dia eu fechei com eles, fechei uma comissão bem baixa, né, e comecei a fazer essa venda aí no X1 como closer deles, sem saber o que que era closer, sem saber o que que era X1, sem entender direito o que que era esse universo do digital. E fui aí no primeiro mês, eu faturei aí mais de R$ 4.000 e trabalhei assim duas semanas. Quando isso aconteceu, que que eu pensei? Eu lembrei da palavra do assim que eu tive convicção quando eu fui demitida.
Falei: "É isso, eu vou trabalhar com isso e esse que é o presente que Deus tinha para mim". E foi aí que eu iniciei mesmo como closer. Falei: "E fechei minha primeira comissão e foi nesse dia que você tomou a decisão de seguir por esse caminho." Era isso? É. E exatamente. Aí eu fui, foi o primeiro assim passo para começar como closer. Falei, agora eu preciso estudar mais, entender mais esse mercado e me especializar na parte fechamento. Por quê? Eu venho do mercado tradicional de vendas, onde o vendedor faz todo o processo de venda. E
o processo de venda, ele vem prospecção, né, que você vai atrás, você corre atrás. para o infoprodutor, a empresa que faz um lançamento, que vende no digital, ele faz a captação do lead, né? Então assim, eu precisava entender um pouco mais, né? E me aperfeiçoar e até mesmo na prática trabalhando. Então foi aí que eu comecei a ficar mais forte na questão do fechamento. Aí a mês após mês, né, eu começava a ganhar mais, ganha 4, 6, 10, mais de R$ 10.000 R$ 1000 trabalhando aí de casa. Para mim foi assim, meu Deus, como assim
eu consigo ganhar mais do que eu ganhava na multinacional trabalhando de casa, porque eu tirava livre. No CLT tem muito desconto. É, nem fale. [risadas] Agora me tira uma dúvida, Ju. Você tava seguindo uma carreira já no CLT, você tava em uma multinacional, então não era uma uma empresa de bairro, uma empresa pequena, uma empresa com 150.000 1000 colaboradores é uma coisa absurda, né? São mais pessoas do que a cidade de Balniário, né, Bruninho? Que é onde a gente tá gravando esse episódio aqui. Ou seja, você tava com uma carreira consolidada, tava bem, tinha tinha
regalias na posição que você tava, como é que foi para você recomeçar, né, iniciar tudo do zero novamente? Ó, apesar de ter muitas regalias e a empresa ser maravilhosa, o que que me prendia nesse trabalho? Era a questão do da dessa desses benefícios que eu tinha em relação à empresa. Mas eu estava desgastada e pensava muito no meu futuro. Por quê? Porque eu pensava assim, eh, eu quero ter filhos mais paraa frente, mas como que eu vou ter filho? Eu moro longe da minha família, não tenho rede de apoio. Como que eu ia ter filho
e tá trabalhando numa empresa que mesmo que seja maravilhosa, eu tinha que estar ausente várias vezes. Com quem que eu ia, hum, exatamente com quem que eu ia deixar o meu filho ou filha para cuidar, né, enquanto eu estava trabalhando. E isso assim me angustiava muito. Tanto que uma semana antes de da gente ser demitida, eu e uma amiga minha que eu eu quero falar dela ainda, porque ela tá hoje, né, como closer digital, nós indo pro almoço, a gente estava comentando isso, falando: "Nossa, eu não tô aguentando mais, né? A pressão de fazer vendas
no mundo físico é muito maior. Caramba, como closer digital, você vai prestar serviço numa empresa do digital e a empresa do digital ela faz o fechamento, você vende um negócio, chega pra pessoa no e-mail, acabou. Pior, né? É, você só vai leva lá pro pessoal lá de fazer o pós-venda e e tá ótimo. Agora, o produto físico, você precisa de ter estoque, você precisa de se preocupar com a entrega. E tem assim todo um rolê de de uma empresa às vezes gigante que, para você ter ideia, eu trabalhava na empresa multinacional, tinha assim tal coisa
para você fazer, você pedir tal coisa, tinha oito dias úteis. Dias úteis, gente, dias úteis é em coisa pública, né? Agora, tipo assim, você não conseguia eh mexer, então era muita burocracia, muita dor de cabeça, entendeu? Então assim, para mim isso eu tava assim já angustiada, apesar de tá confiada nos benefícios e no salário que não era ruim, né? Eu tirava assim uns uns 8.000 livre, legal. Tirando os descontos, né? Mas aí quando acabou aquilo, né, que foi na demissão, foi um susto. Apesar de que você assim, tem coisas que a gente deseja, não tem
coragem de fazer, mas quando acontece você fica assim, ai, por que que eu desejei isso? Nossa, por que que eu pedi isso? Por quê? Porque tudo que a gente vai iniciar, né? É, dá um medinho e quando você tem que iniciar é obrigado a iniciar do zero, o medo ainda é maior. Uhum. É verdade. E assim, pra galera continuar entendendo um pouco mais sobre o que que é um ser um close. Para quem ainda não conhece a profissão, caiu aqui agora, que close é esse que a Ju tá tanto falando aí? O que é ser
um closer? E melhor ainda, o que que é ser close digital? Então, o closer ele é um especialista em fazer fechamentos de vendas. Então assim, ele não precisa fazer toda a etapa da venda, que é grande, né? Então assim, o closer, eh, ele tá na parte final, a parte principal, que é a parte que entra a receita na empresa e vem a comissão para ele. Ele entra na na estrutura de uma empresa, né? E essa empresa, ela já tem um processo de qualificação. A empresa já faz a prospecção, vai atrás do cliente. O cliente chega
até a empresa, a empresa qualifica o cliente. Então o closer, ele pega o cliente, né, o futuro cliente que a gente chama de leado. E o closer ele faz essa etapa de fechamento, podendo fazer esse fechamento ou por ligação, por WhatsApp ou por call, né? É. É, é basicamente isso que o closer faz. O Closer digital, [risadas] ele é um especialista, né? Ele é esse, é o mesmo closer, inclusive, né? Meus alunos, eles tem alunos que trabalham tanto no digital como no mercado que não é digital. Uhum. O closer digital, ele está mais voltado pro
digital, para atender empresas do digital, embora tenha muitos que atendem empresas físicas, né? Então ele vai chegar numa empresa, prestar serviço nessa empresa, essa empresa vai captar leads através do tráfego pago, né, ou de forma orgânica. O closer, ele não vai gastar dinheiro com isso e essa empresa vai eh passar esses leads pro closer e o closer vai lá e faz o fechamento, né? A habilidade que o closer precisa é essa habilidade de fazer o fechamento. Não precisa ter habilidade com tráfego, não precisa criar página, não precisa entender de marketing digital. Já te falei, né,
[risadas] que eu não sou especialista em marketing digital de entender toda a área do marketing. Seu negócio é vendas. Negócio é vendas. Inclusive, já aproveitando esse essa brecha, você pensando na profissão closer digital, você acha que qualquer pessoa pode se tornar um closer digital ou existe um perfil ideal para atuar nessa profissão? qualquer pessoa, porque assim, se eu te contar dos meus alunos, eu tenho alunos de todo jeito. Tipo, [risadas] ó, tem alunas aqui que ainda tão e no terceiro ano. Uma aluna minha, né, até que eu fiz live com ela, para quem não sabe,
eu faço live, né, toda semana com alunos, contando as suas experiências. Aluna de 18 anos, que ganha bolsa família, no primeiro mês fez R$ 75.500, R$ 500 atuando como closer. Alunas mais de 60 anos. Eu tenho várias que já foi pra live ganhando primeiro mês 8 7 R$ 5.000 R$ 3.000. Então assim, não tem um perfil. Que que a pessoa precisa ter? O método. Por quê? Porque vendas, fechamento é algo que é ensinável, né? Se você aprende da forma certa, da forma correta, você consegue aplicar. Então, por isso que tem pessoas assim de diferentes fases,
ó. Tem pais, eh, tem mães de alunos nosso aqui que a aluna entrou, foi lá, a mãe entrou e começou a ganhar dinheiro. São habilidades que são desenvolví, né? No final das contas, às vezes as pessoas elas podem estar estar estagnadas em um local achando que a vida delas é só aquilo, que acabou, que elas não conseguem aprender n. Você tá trazendo o caso aqui de uma mãe, de um aluno que possivelmente deve ter ali, vamos botar uns 40, 50 anos, tava fazendo alguma coisa da vida, talvez parou, se aposentou algo nesse nível e deve
ter pensado na mesma coisa, que que eu vou fazer agora? Encontrou só a profissão, closer. Olha que legal. Exatamente. Sabe essa e a menina que eu falei para vocês, a Ana, que eu tava conversando com ela uma semana antes de ser demitida, é a mãe dela. Olha, a Ana, ela eh sim vivia com essa mãe também, né? Ela morava vizinha da mãe e ela ajudava a cuidar da mãe, por Ana faleceu e a mãe ficou viúva e sempre dona de casa faz alguns artesanatos. Fazia, mas assim, ganhava muito pouco, né? não ganhava, não tirava nem
meio salário, né? E a Ana se preocupou muito porque nós fomos demitidas juntas, né? Aí foi, inclusive ela foi a primeira pessoa que eu assim que eu posso falar, ela é a primeira closer digital, a primeira pessoa que a gente formou no closer digital, onde quando nem existia o curso gravado. Aí eu ensinei para ela e ela começou assim a mudar de vida também. Mudou totalmente de vida. A família dela toda agora tá no digital, né? Até o esposo dela saiu do CLT. E a mãe dela foi uma das pessoas, a dona Ktia, que entrou
pro Closer Digital e entrou em live comigo também. Ela que não tinha renda, não conseguiu aposentar depois que o esposo morreu, agora ela é closer digital e tem mais de 60 anos. É realmente para todo mundo, né? Agora, a título de curiosidade, se perguntassem, se perguntassem para você, Bruninha, qual é a rotina de um host, o que que você diria? Nossa, a minha rotina, ela é sensacional, mas a gente tem muitas coisas para serem feitas nos bastidores antes desse palco aqui acontecer, né? Eu diria que a minha rotina ela é bem puxada desde assim, a
gente acorda, a gente tem que fazer um briefing do episódio de hoje. Só que antes desse briefing acontecer, existem pesquisas a serem realizadas. Antes dessa pesquisa ser realizada, tem a busca das pesquisas dos convidados. Antes dessa pesquisa dos convidados acontecer, tem todo um filtro que os convidados também passam para estar aqui nessa mesa. Então, exato. É algo assim do ponto A pro ponto B, absurdo. São várias, como se eu posso dizer, vários blocos sendo encaixados. Ou seja, parte das nossas atividades, a gente vai fazer pesquisa de convidados, gerenciamento de agendas, desenvolvimento da linha editorial, revisão
da linha editorial, gravação do episódio, debriefing do episódio e vários outros. Se eu te perguntasse qual é a rotina de um closet digital, o que é que vocês fazem no dia a dia pra pessoa que tá ali do outro lado poder visualizar e pensar, cara, eu acho que eu me encaixo com essa rotina. Qual é a rotina de um closer digital? Fala pra gente. Bom, o closer digital ele tem que ter disponibilidade, claro, para trabalhar, né? Mas ele pode trabalhar de qualquer lugar. Uhum. Então o closer, ele acorda de manhã, né? Ele consegue é tomar
o seu café ali. Se ele tiver disponibilidade ali para atender durante o café, pode atender. Mas ele também tem essa, eh, como ele é PJ, ele consegue organizar os seus horários. Legal. Eu tenho alunas que atende a qualquer momento, né? As tem sangue no olho. Seria desse [risadas] dormindo 11:30 da noite. Não, você também a gente é muito. A gente ia ser on esse negócio. [risadas] Esquece. Esquece. Agora tem pessoas, né, que ah, eu atendo só à tarde. Eu tenho muitas alunas e alunos que são CLT, que atendem só à noite e final de semana,
porque é o horário que a pessoa tem. Eu tenho uma aluna, a Fabi, ela é CLT, sim, daquelas assim que trabalha muito. Ela acordava 5 horas da manhã para ir trabalhar e ficava no ônibus 1 hora. Uau! Nesse período de 1 hora30, que que ela tava fazendo dentro do ônibus? Fechando vendas. Fechando vendas. Top. Parabéns para ela. Exatamente. Na hora do almoço, o que que ela fazia? Ela almoçava rapidão e ia atender. Na hora que ela saía do do trabalho, ela ia voltava atender e à noite ela não atendia muito porque ela tem três filhos.
Então para ela ficava meio difícil, né? Na rotina da noite casada. É. Nos primeiros 30 dias dela. Sabe quanto que ela faturou? Quanto? R$ 9.000. Oh, é uma pessoa que quer fazer acontecer, né? Você percebe isso? Exatamente. Que legal, velho. Ela tá de parabéns. Realmente essa é uma história impactante, né? Total. Agora vamos falar um pouco de vendas. A gente falou da profissão, mostrou que é uma oportunidade. Vamos falar agora do que essa pessoa faz. Uhum. Então, a primeira coisa que eu quero saber de você é, chegou um lead, o closer, ele não é a
pessoa que vai até o lead prospectar, ele já recebe um lead que foi prospectado, foi qualificado. Como é que você desenvolve o fluxo de uma conversa de um closer? Por onde é que inicia? Onde é que ela termina? Bom, eh, você vai conversar, né? Eu acho que o ponto chave para você vender qualquer coisa é conexão com a pessoa. Legal, né? Você chega, a pessoa chega no funil, ela chega com dores, com desejos e você vai trocar uma ideia ali, conversar, né, com a pessoa. Para quê? Para entender as dores que a pessoa tem, né?
Os desejos. Por mais que já chega qualificado, tem coisas ocultas ali, né? que só através de uma conexão genuína com a pessoa que tá do outro lado. Por isso que eu defendo muito o X1, que não tem assim conversão melhor do que essa, porque pessoas se conectam com pessoas ali, a pessoa se conecta com o closer e o closer, né, vai ali quebrando a objeção. Na verdade, a primeira coisa, conexão, depois entender quais são as dores, os desejos, conectar isso com aquilo que o closer tá oferecendo. Uma coisa importante que eu vejo em vendas é
que vendas é servir. Então, se você é closer, você tem que lembrar que você tá num lado onde você vai servir a outra pessoa, né? você vai resolver um problema da outra pessoa. Então ali você vai entender qual que é o problema dela e você vai mostrar a solução e quebrar os objeções e partir pro fechamento em si. Perfeito. Perfeito. Existe um script ou tudo é adaptável? Já que a gente tá falando sobre criar conexões, nem sempre alguns vendedores usam de um script. Ele tem ali a base, mas não é algo engessado. Outros, por outro
lado, preferem ter ali o script de base. Como funciona esse caso? pensando em a forma como você ensina suas alunas. Uhum. É, tem um script, né? Você você segue uma linha. Perfeito. Mas gente, todo script ele você não tem que seguir engessado porque você tá falando com pessoas diferentes, né? Tem aí no tipo assim, você não vai, porque se fosse uma coisa engessada, uma automação fazia essa venda, então não, não precisa. Exato. Como a gente vê fazendo e [risadas] não dá certo em alguns casos, né? Exatamente, né? Por quê? Porque quem tá do outro lado
gosta de entender que tem uma pessoa real ali, né, para eh resolver aquele problema da pessoa, né? Então assim, você utiliza do script, né? A gente mesmo tem scripts ali que é validado que você vende produto aí de R$ 300.000 você consegue fazer. Mas para isso você tem que adaptar o script com o contexto da pessoa e com o contexto do produto que você vai oferecer. Mas é importante seguir um script, principalmente um script validado, porque vendas, na verdade, ela não é intuitiva, né? Vendas, qualquer pessoa consegue se tornar um especialista forte, né? Uma pessoa
forte mesmo, um especialista em fechamentos, se saber utilizar as técnicas certas. E dentro das técnicas tem os scripts. Uhum. É, vendas é uma ciência, né? As pessoas às vezes confundem, ah, porque fulano ele se comunica bem, tem uma habilidade, não entende que existem métodos, né? Existem processos que garantem uma venda no final. Inclusive, qual é a estrutura? Você falou, existem scripts, existem técnicas, qual é a estrutura de uma conversa que vende na prática? Assim, por exemplo, se eu chegar, seu Manuel chegou e ele, sei lá, ele quer abrir um estúdio de podcast e eu vou
falar com ele, não vou falar assim de cara, tipo, Manuel, primeira coisa que eu falar, tudo bem, eu soube que você quer comprar um um script, um estúdio de WhatsApp, de WhatsApp. agora um estúdio de podcast e eu faço isso dupo R$ 75.000. Você fala: "Cara, não é assim que é a estrutura de uma conversa de alta conversão". Então explica pra gente em média. Claro que vai ter que adaptar para nicho, para produto, audiência, mas qual é a estrutura média por trás de uma conversa que realmente converte no final? Ó, as pessoas não querem comprar
as coisas, elas querem resolver o problema. Se você consegue resolver o problema dela, aí ela te paga. Se você não consegue resolver o problema, então que que tem que tá por trás disso? Boa. É uma série de coisas que você vai fazer para eh quebrar eh não quebrar objeção. Depois vem a quebra de objeção, mas para você entender o problema da pessoa, uma anamnese, fazer um diagnóstico. Exatamente. Por quê? Eh, você vai, essa pessoa que procurou aí pelo um podcast, quer fazer um uma estrutura aí de podcast, por que que ela quer fazer isso? Qual
que é o problema que ela quer resolver fazendo isso? Ou o desejo? Ela vê, né, como algo promissor e tal. Então assim, primeira coisa, você vai quebrar o gelo, né, com a pessoa, né, para gerar aquela conexão, para não ficar aquele tem travado. A pessoa ela não pode entender e você não pode passar que você tá ali só para vender, porque não é isso, né? Você tá ali para resolver um problema e você vai entender o problema da pessoa, fazer perguntas, entender exatamente assim que que a pessoa quer, que que a pessoa precisa, né? entender
a fundo. Isso, gente, é muito importante, porque é através disso que você vai mostrar o benefício do seu produto e que o seu produto pode resolver. Se você tem um problema, uma doença, né, grave aí, sei lá, eh, eu ia falar um câncer, mas é muito forte, né? Não vou falar um negócio desse não. Diabetes tipo um. Diabetes tipo um, né? e uma pessoa falar assim, já chegar, eh, você vê aí algum anúncio, alguma coisa, ah, tal coisa, sei lá, 1000 para curar diabetes, você não compra. Não compra. Mas se alguém chegar até você, mostrar,
provar e não só apresentar um produto, mas mostrar que aquilo ali vai resolver o problema, seu problema de diabetes, você vai fazer de tudo. O negócio pode ser caro, você vai pagar, vai dar um jeito, né? Vai dar um jeito para pagar, porque você entendeu que realmente aquilo ali tem valor, né? E vai resolver exatamente o seu problema. Você tocou num ponto que eu fiquei aqui pensando e agora que eu quero entrar nesse assunto pra gente se destrinchar cada vez mais sobre isso, sobre objeções. Como é que você lida com as objeções sem ser insistente
ou até mesmo agressiva? Tem alguns vendedores que são muito, sabe, ali até perdem por isso, sabe? Aham. Ó, objeção você vai ter em tudo, né? Todas as vezes você vai encontrar aí e que você for conversar, porque é a maneira da pessoa barrar. Então, objeção, tem várias formas de você quebrar essas objeções, mas a arma que a gente tem mais poderosa, eu volto nela, é o quê? Saber perguntar. Legal. Porque quando você sabe perguntar, você conhece o seu cliente. Você conhecendo o seu cliente, você tem mais domínio sobre a negociação, né? E quando você tem
a solução do problema dessa pessoa, as objeções vão ficando mais eh você vai eliminando muitas objeções, às vezes fica uma ou outra, né? As muitas vezes a objeção é, na verdade alguma dúvida, alguma lacuna que você não fechou lá atrás, entendeu? Então, quanto mais você conhecer do seu cliente, melhor. Perfeito. Perfeito. Eu acho que a objeção, na verdade, é um presente que o lead dá a ao vendedor, porque enquanto ele não te der uma objeção, você não sabe exatamente o que é que tá faltando para fechar a venda. Quando ele fala: "Cara, eu não tenho
dinheiro". Você falar: "OK, então eu preciso trabalhar em cima disso. Se eu solucionar essa dor, eu provavelmente vou conseguir a venda". Ah, mas se ele não vendeu, então tem alg ele não comprou, tem alguma outra coisa que você não identificou? Enquanto ele tiver dando objeção sem comprar, tá de boa. Agora eu quero ver quando ele não comprar e não der objeção, aí vai complicar para poder fechar essa venda. Então objeção, na verdade é uma bênção para a vida do vendedor. No seu caso, obção, quer ver? A objeção, ela é um sinal, gente, de venda, de
assim, a pessoa tem potencial para comprar, porque a pessoa que não tem potencial para comprar é a que não se interessa, te deixa ali no vácuo. Exatamente. Né, nem te responde mais. Exatamente. É um indicador de interesse no final das contas, né? Então você tá tendo objeção, é bom. O pessoal f, ai tá dando objeção. Então é ótimo, porque se você quebrar vai vender. Agora no seu caso, no seu negócio, qual é a objeção mais comum que você recebe e como é que você contorna ela? Boa. No meu negócio, assim, a gente recebe diversas objeções,
né? Mas eu acho que como em qualquer eh negócio, a maior de todas é não tenho dinheiro. Uhum. A não tem o dinheiro, gente, é uma objeção de prioridade. Bruna, deixa eu te falar, [risadas] Bruna, eh, a cobertura do Neymar aqui, você sabe que é uma cobertura valiosa, né? Não sei nem quantos milhões que são, né? Mas você ficou sabendo de uma informação aí privilegiada de que o Neymar vai vender por R$ 100.000 R$ 1.000 essa cobertura dele que vale milhões. Você sabendo dessa informação privilegiada, eu te pergunto, você iria conseguir alguma forma de arrumar
esses R$ 100.000 para comprar essa cobertura? Na hora eu ia resolver, impossível não arranjar, eu ia dar um jeito, não sei como. Percepção de valor, isso se chama. OK. E é é entender o valor e prioridade. Você não tem um dinheiro, você não tem o R$ 100.000 é exemplo, não sei, né? [risadas] Mas trabalhando aqui o Wi-Fi, eu acho que tem. Mas assim, eu não sei, às vezes você não tem para ficar investindo, mas isso tipo assim, é uma oportunidade muito grande. Então você tem a percepção de valor e você coloca o seu dinheiro aonde
você dá prioridade. A questão de prioridade, a gente gosta de ensinamentos com prática, mas e se fosse o contrário? Se eu dissesse para você assim, vou pensar ou como é que você mudaria essa minha cabeça? Vou pensar é bom, hein, Bruninho. Gostei. Essa é uma nova objeção, ó. Vou pensar. Eu gosto. Eu gosto dessa. Sabe por quê? Porque se a pessoa vai pensar, é porque ela ficou com alguma dúvida em algum Uhum. alguma coisa lá atrás. Então, quando a pessoa fala isso, eu falo: "Ah, muitas vezes a pessoa fala assim: "Vou pensar, vou conversar com
meu marido, eh, ah, não sei o quê". Faz, dá uma desculpinha. Sim. Quando a pessoa dá essa desculpinha, eu ah, não. Então, tá bom. Eh, mas me fala aqui, ficou alguma dúvida? Porque assim, se você vai pensar, é porque você tá insegura em alguma coisa. Se você tá insegura, eu queria saber qual que é a sua insegurança. É aí que a pessoa abre a objeção que tava oculta. Verdade, velho. É uma forma simples, né? Querendo, não é uma pergunta que você faz para ter a sua resposta. Simples. Eu trago a pessoa de volta pra negociação
para ela não me dispensar. Que legal. Você tá parecendo esse pincelinho, hein? É, ela é boa, né? Já sabia. Agora me tir uma dúvida assim, eu a gente fala muito sobre as profissões do mercado digital, né? A gente sempre fala que poxa, o mercado de afiliados é uma das maiores escolas do mercado digital. Eh, fazer prestação de serviço como gestor de tráfego é uma das melhores formas de começar no mercado digital. E a gente tá sendo apresentado aqui a uma oportunidade que realmente pode transformar a vida de muitas pessoas, né? Boa parte das pessoas que
estão assistindo esse episódio agora provavelmente já trabalham com vendas, porque tudo no final das contas é uma venda. É, elas poderiam estar vendendo de casa com menos risco, tá tendo várias oportunidades que às vezes a profissão delas atual não entregam. No seu caso, por você acredita genuinamente que a profissão de closer digital, né, que foi o nome que você deu e que hoje já tem até no LinkedIn, é a melhor oportunidade do mercado digital, porque é uma oportunidade zero risco e tem assim, gente, muitas vagas aqui. O IFI tem mais ou menos quantos players? Ai,
[risadas] é um número agressivo. Eu vi eu vi uma vez uma postagem que ela tem 180.000 infoprodutores. Uau! Cada infoprodutor desse tem todo um negócio, né? Vamos falar assim, eu não sei se são todos assim que deslancham, estão bem-sucedidos, mas grande parte dessas pessoas são bem-sucedidas e fazem venda de alguma forma. Cada infoprodutor desse é uma empresa que precisa de um closer. Verdade, gente. A a formação nossa, closer digital é a maior formação de closers. Nós temos hoje 7.000 pessoas. Caramba. Então, eh, o mercado ele está se abrindo cada vez mais. Os closer, o closer
digital, ele não tá só no digital, porque eu tenho assim diversos alunos que prestam serviço para médico, para advogado. Ah, como tem, viu, escritório de advocacia. Por quê? Porque o pessoal faz lá a campanha de eh no tráfego lá traz lead, mas não sabe vender, não sabe fazer o fechamento. Aí o closer entra nessa empresa e destrói e vende e muda a realidade da empresa. Tem uma aluna minha que ela entrou numa empresa eh de médicos, né? E nessa empresa eles faturavam assim uns R$ 20.000 com um curso que eles tinham lá. quando ela começou
como closer lá, começou até eles compraram também, entraram numa mentoria que a gente tinha de formação de time comercial, quando iniciou essa aluna entrou e começou a fazer fechamentos. Eles passaram do faturamento de R$ 20.000 para R$ 100.000, meu Deus, cinco vezes uma closer só. Imagina, cara, o potencial disso, né? Então assim, é muito forte. Então é um mercado que você não vai ficar preso também só no digital. Você não precisa ficar preso só no digital, embora o digital é muito grande, né? Aqui a gente tem uma plataforma de pagamento que tem 180.000 pessoas, infoprodutores,
180.000 empresas, né? E no Brasil, gente, e se eu não me engano, todos os dias abre 2000 CNPJ. Olha isso. No digital, 10.000. 1000 CNPJ normais. Olha como é grande o número de empresas. Toda empresa vende alguma coisa, né? Exatamente. A verdade é essa. E Ju, durante todo o nosso podcast, eu percebi que você falava muito resultados das minhas alunas, da mãe da minha aluna. São 7.000 pessoas que já tiveram resultados com você. E eu queria que você trouxesse aqui também pra gente diferenças que você percebe entre pessoas que conseguem ter resultados e talvez pessoas
que não consigam ter resultados dentro dessa profissão. Me conta. Bom, gente, para ter resultado é realmente colocar em prática Uhum. aquilo que a pessoa aprende ali dentro do closer digital mesmo, né? Toda a estrutura, todo o método. Por quê? Porque você vê gente de diferentes níveis, igual eu te mostrei. Eu tenho alunos aqui que eu faço live, faço 70 semanas, né, já consecutivas que eu Que legal isso, parabéns. Muito legal. É muita gente mesmo, né? Nossa. E fora que isso aí é uma engrenagem de prova social absurda, muito boa. Muito. Todos os dias, assim, eu
fico sem postar stories de print de depoimentos de aluno para não ficar aquela coisa chata no meus stories, sabe? Mas é muito bom e me orgulho muito disso, dessa comunidade. Eh, então assim, você vê pessoas simples que às vezes fala o nome do closer na live errado, mas tá ali ganhando dinheiro já. Isso. E que que eu vejo assim, o grande diferencial dessas pessoas, posicionamento, acreditar, chegar no closer digital, a pessoa que chega e já me manda mensagem assim: "Ju, eu ainda vou est numa live com você. Passa poucos meses, você vê a pessoa entusiasmada,
a pessoa que já chega assim com a mentalidade de que agora vai ser diferente. Não é porque eu tô frustrada com outros cursos lá atrás que não vai dar certo dessa vez, porque pra gente chega muita gente frustrado, né? É, que já perderam dinheiro. Já fiz live com gente que perdeu R$ 30.000. Essa era a última chance, a última. Quantas pessoas, né? E chega e faz o negócio acontecer. Hoje a gente tem até uma aluna que muito querida, nossa, ela, quando ela chegou, ela era, ela vendia panquecas. Uhum. E vendia panquecas na cidadezinha dela. E
na cidadezinha dela, eu lembro, ela foi conversar comigo e na época eu tirei print porque ela chegou, eu tinha uns 30 alunos só. Aí eu tirei print, ainda tem um print ainda da do perfil dela de panquecas e ela falou para mim que que queria mudar de vida, né, que tava acreditando muito no nosso negócio e tal, que entrar ia se tornar closer. Você vê aquele posicionamento da pessoa que já vou entrar para fazer o negócio acontecer, não vou ficar dando desculpinha, né, nem nada. E ela ganhava R$ 400 no mês. Uau! Vendendo panquecas, né?
Hoje, esse mês aqui, ela vai bater R$ 10.000. Me falou acho que é uns dois dias. Que legal, sensacional. Incrível. Bom, agora me tira uma dúvida assim, final. 7.000 alunas é muita gente. Você transformou a vida de muitas pessoas aí que esse é um exemplo claro. Imagina você sair de R$ 400 para faturar 10.000. É um salto assim de realidade que talvez ela nunca nem imaginou. Então, parabéns por est entregando essa oportunidade pra galera. É muito legal isso. Obrigada. É uma dúvida que eu tenho é beleza, a pessoa encontrou essa oportunidade, ela viu que é
para ela, ela fez a formação e ela sabe que tá pronta para atuar no mercado. Mas como é que ela se insere no mercado? Onde é que ela acha essa oportunidade? Tava vendo agora aquele aquele programa do com canal Foco, com Thales Gomes, que foi um empresário versus 30 demitidos. E eu vi aquela reclamação da galera muito, cara, não acho emprego, não acho oportunidade. No caso das suas alunas, como é que elas encontram essa oportunidade? Onde é que elas acham essa oportunidade para botar em prática o que elas aprenderam? Sabe o que que tem acontecido
muito? Hum, chegando muitos anúncios de infoprodutores querendo closer. Ah, tem uma parte da minha trajetória, né, que eu não contei, que foi uma parte que eu e meu esposo nós criamos uma mentoria paraa implementação de time comercial. E essa mentoria foi muito boa. Nós implementamos time comercial e nessa época, sabe o que que a gente fazia? Hum. Nós gastávamos dinheiro no LinkedIn para captar pessoas e ensinar essas pessoas do zero, porque não Sim, não se falava de closer de jeito nenhum. Se hoje muita gente que tá ouvindo esse podcast aqui, vai ser a primeira vez
que eu ouviu esse termo, né? falar sobre essa profissão naquela época. Então, era assim possível você fazer um anúncio falando de closer e as pessoas conseguem, meus alunos conseguem encontrar até assim, muita gente aborda eles e dentro da nossa comunidade nós temos um grupo geral, qualquer aluno da comunidade tem acesso a esse grupo que tem vagas todos os dias. Que legal de closer. Nós temos parcerias com empresas aí grandes, né? de recrutamento, a empresa maior de recrutamento, nós temos parceria com elas, então eles mandam pra gente vagas exclusivas de closer e nós eh recebemos também
igual infoprodutores, né? Se tiver algum infoprodutor tem o desejo de montar um time comercial, pode mandar pra gente a vaga. Nós temos uma ferramenta que chama contrate um closer. Nessa ferramenta, o infoprodutor gratuitamente ele faz a divulgação da sua vaga e os nossos alunos eles têm acesso aí a essa ferramenta e essas essas vagas. Fantástico aquilo do ecossistema que a gente estava falando, né? Muito bom. Olha só. Interessantíssimo. Inclusive agora eu quero saber a gente ir pro nosso momento mais dinâmico aqui para dar aquela folgada, sabe? Juliana, [risadas] se você pudesse dar aquele conselho pra
Juliana lá de três anos atrás, onde que que você falaria? Onde você diria para ela que, nossa, você chegou até aqui? Eu, a Juliana de 3 anos atrás, eh, confia no processo. Boa, né? Confia no processo porque vai dar certo. Às vezes tem dias, né, para quem tá iniciando, para quem quer ter sucesso, né, como closer aqui está ouvindo a gente, só faça o que tem que fazer, né? Confia no processo, vai dar certo. Tem gente que tem um resultado assim, ó, muito rápido, né? E e às vezes a gente fica assim: "Meu Deus, comigo
não aconteceu ainda, né? A a internet ela deixa a gente ansioso em relação a isso, em ver resultados, né? Até minhas lives deixa pessoas ansiosas, porque eu falo lá assim: "Ah, fulano ganhou R$ 10.000 no primeiro mês". Aí a pessoa assim acabou de entrar no curso e já tá assim: "Meu Deus, é, e se eu não ganhar os R$ 10.000 no primeiro mês?" E não sei o quê? Não, confia. Talvez vai ter pessoas que vão ter que eh assistir um método mais de uma vez, né? Outras pessoas que vão ser mais rápido, mas vai dar
certo. Para mim foi rápido. Eu já tinha uma bagagem, né, de vendas. Aprendi muito no processo porque eu precisei aprender hoje pra gente tá com a para montar a estrutura, né, do closer digital, né, montar o nosso método, foi acertando, errando, né? Tanto é que hoje tem alunas que chega no primeiro mês e faz muito mais do que eu fiz no meu primeiro mês, porque ela já tem uma estrutura pr a estrutura pronta e eu não tinha, né? Então é isso, confia no processo, só faz o que você tem que fazer e deu certo. As
pessoas se perdem muito nessa comparação, né? Comparação mata muito. É difícil, é difícil pensando no digital mesmo. Mas é isso. Ela é boa demais, né, Marcelo? Muito conhecimento aqui. Hora da verdade. Agora é a hora da verdade. Tá preparada? Hum. O que é que vai rolar agora? Vai rolar o nosso batebola, jogo rápido. Como é que vai funcionar? A gente vai jogar umas perguntinhas para você e você responde veloz com uma palavra ou no máximo uma frase. Pode ser? Pode. Bruninha, manda a primeira para ela. Ó, um argumento de venda infalível. Um argumento de venda
infalível. É assim, [risadas] tem que numa palavra ou máximo uma frase, frase. Essa agulha de chá. Ai gente, o argumento de venda e eu não sei se seria um argumento, né? Mas pergunta, ó. Justo entender. Legal. E é infalível mesmo. Uma objeção que você ama receber. Uh. Essa de eh vou pensar. Vou pensar. A venda mais marcante da sua vida. A mais marcante. Joga quanto foi. C. Ah, tá. 190.000. Oh. Oh, essa é uma venda forte, hein? Se sua trajetória no digital virasse um livro, qual seria o título? Ai, ai. Como closer digital mudou a
minha vida e a vida de milhares de pessoas. Boa. Top. Um mito que ainda te irrita sobre a profissão. Vendas é intuitivo. Boa. Irrita. E para fechar com chave de ouro, se você não fosse closer, seriaus [risadas] dono de casa mesmo. É isso. Passou, passou na Marcelo, deu aquela relaxada, tá vendo? Mas não terminamos, sabe por Juliana? Temos agora presentinhos que mimos que para você. Não só para você, Lucas que tá ali fora também cuidando lá. E eu amei essa daqui, hein. [risadas] Essa fotinha ficou top. Agora você tem seu própria canequinha aqui. Wi-Fi. Uma
cesta recheada de guloseemas para você. Amigos da dieta total, como sempre, né? [risadas] Esse presente é para agradecer a sua presença, você ter vindo aqui compartilhar tanto conteúdo com a nossa audiência, apresentando uma oportunidade que realmente tem o potencial de mudar a vida de milhares de pessoas, como já fez. Então, muito obrigado. Tenho certeza que a galera vai querer continuar te acompanhando. Então, deixa suas redes sociais aí, Juliana, que vai aparecer na telinha para eles seguirem, tá bom? Minhas redes sociais, né, Juliana Feffer, né, você encontra no YouTube, TikTok e no Instagram também. Tem o
@ o closer digital todos os tanto no o closer digital como Juliana Feffer é verificado. Então é só me seguir. Tem o Luca Feffer também. Perfecto. Que é mentor, é estrategista, é tudo. É pai, é mar, pai. [risadas] Show de bola. Tamo junto. Obrigado pela sua participação. E Bruninha, para quem ficou com a gente até o final, que é que essa galera linda tem que fazer agora? que o lovers que ficaram aqui até o final, que eu tenho certeza absoluta que vocês ficaram, já deixem aquele super like, comentem aqui os insightes valiosíssimos que vocês pegaram
com a nossa querida Juliana Fefer. Comentaram, então agora se inscreva no nosso canal e ative esse sininho, hein, para vocês não ficarem de fora de nenhum novo episódio que sair aqui do Gcash. E aquele ponto bem importante é que vocês já sabem, mas bora lá. O Marcelo, aonde a gente se vê? A gente se vê no próximo episódio. É um compromisso. Eu vejo todos vocês lá. Bye.