[Música] [Música] [Música] [Música] เฮ [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] เฮ [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] Boa tarde. daqui a pouco. Mas pode Chegar não. Eu acho Ô Fred, a contagem é boa. Pode uma compensação, né? As inscrições, jeito, tá? as inscrições. O pessoal formou uma fila ali no naquele tótem lá. Pera aí, deixa eu entre vocês controlar isso. Pode dar o play. Bom dia a todos os Presentes. Sejam muito bem-vindos. Pedimos a gentileza de que coloquem seus celulares no modo silencioso para que possamos garantir uma audiência clara e tranquila para
todos os participantes. Para quem ainda não pegou os lanches, os mesmos se encontram disponíveis na entrada. Antes de iniciarmos formalmente esta audiência, eu gostaria de informar algumas orientações importantes para a Segurança de todos. O local deste evento conta com saídas de emergência claramente sinalizadas à esquerda do palco e ao fundo. Em caso de necessidade, solicitamos que todos mantenham a calma e se dirijam às saídas mais próximas, seguindo as instruções da equipe de apoio presente no local. Brigadistas estão posicionados estrategicamente para qualquer necessidade de emergência. Informo também que este evento está Sendo transmitido ao vivo pelo
canal do YouTube da Verids Mining com acessibilidade em Libras. Está disponível no salão em versões impressas e também em braile do Rima, relatório de impacto ambiental. Os documentos se encontram à esquerda, à esquerda da entrada, ao lado do espaço kids e sinalizadas através de tótem orientativo. Este evento será conduzido pela Fundação Estadual de Meio Ambiente Por meio da Unidade Regional Ambiental Sul de Minas. E para compor a mesa diretiva estão aqui presentes o senhor Frederico Augusto Massote Bonifácio, chefe regional da Ura Sul de Minas, e o Senr. Anderson Ramiro de Siqueira, coordenador de controle processual
da Ura de Minas. Convidamos também neste momento para que subam ao palco para acompanhar a abertura da audiência pública os representantes das instituições Solicitantes. Aliança em prol da APA da Pedra Branca, representada por Daniel Tigel. [Aplausos] ONG Planeta Solidário, representado por Maria Carolina Nacif, Associação Pósos Sustentável, representada pelo Sr. José Edilberto Silva Rezende [Aplausos] Associação de Líderes Comunitários, representada pela senora Iula de Lima Merola. [Aplausos] Em representação ao excelentíssimo prefeito Paulo Neid Castro Júnior, os secretários de Meio Ambiente, Desenvolvimento e Trabalho Stefano Zincone e Franco Martins, [Aplausos] respectivamente. E o professor Dr. Dean Fresh da
Universidade Federal de Alfenas, campus Poços de Caldas. [Aplausos] Solicitamos aos que puderem que se levantem para execução do hino nacional brasileiro. [Música] [Aplausos] [Música] pirando as mortes básicas de um povo herói com bravo retundante e o sol da liberdade rúgou no seu trabalho até nesse instante se o renou desta igualdade conseguimos estão braço forte Em teu seio, ó liberdade, desafio o nosso filho da própria morte. salve Brasil ninguém de amor e de esperança a terra desceu o céu límpido. A do cruzeiro resalece gigante pela própria natureza as m dooso e o esurada entre outras viu
do Brasil patria amada dos filhos esses são Bastante de patri amada [Música] [Música] Deitado eternamente se esplê ao som do mar e a luz do céu profundo. Fuguras ao Brasil da América iluminando o sol do novo mundo do que a terra mais ainda. Deus os santos tem mais flores. Nossos tem mais vida. Não te amores, ó pá, só salve Brasil de amor eterno seja o barulho tenha esperado e digam de desta flam futuro e glória do passado. [Música] justiça clama forte verás o filho teu não pode luta e agora a própria mortear entre as línguas
do Brasil Pátria amada somos mim pil [Música] Agradecemos a presença de todas as autoridades, assim como de todos os presentes aqui nesta audiência. Solicitamos que os solicitantes legitimados desta audiência pública se acomodem na primeira fileira nos assentos reservados com seus respectivos nomes. Solicitamos à mesa diretiva que assuma Os trabalhos para dar início à presente audiência. Passamos agora a palavra ao senhor Frederico Augusto Maçote Bonifácio, chefe regional da URA Sul de Minas, para abertura formal dos trabalhos. Bom dia a todos. Eu consegui ligar o microfone aqui já, já tá de bom tá mãe, né, pessoal? Bom
dia. Então, pessoal, eh tô declaro aberto, então, a audiência pública relativa ao Processo. Eh, deixa eu procurar o número do processo aqui, só um segundo. Você tá com número para aqui? Fácil. Tô pelo retorno, tá joia? Processo 63425. Eh, eu peço a vocês que naturalmente desculpem a a minha condição hoje de saúde não tá 100%, mas não me impediu de estar aqui com vocês, de prestigiar e de respeitar esse evento que já tá eh agendado há Algum tempo. Eh, vez ou outra eu vou precisar me deslocar ao banheiro, né? O Dr. Anderson estará aqui para
me substituir com grande maestria. Eh, a minha voz também não tá das melhores, mas eu vou tentar falar de uma maneira bem pausada, paulatina, para que e todos os meus atos aqui sejam devidamente compreendidos pelo público em geral, pelo público que nos assiste pelo YouTube em profundo respeito que eu tenho eh por essa cidade e pelos Munícipes e por todos os interessados nos temas que nós vamos debater aqui hoje. Bom, eh, aqui presentes e a todos que nos acompanham pela plataforma do YouTube, eu sou Frederico Augusto Maçot Bonifácio, como o nosso eh mestre de cerimônia
já eh eh já nos relatou, eu sou chefe regional da unidade regional de Regularização Ambiental do Sul de Minas e vou estar presidindo essa reunião. Eu agradeço imensamente a presença de Todos e nós vamos iniciar a, aliás, perdão, eh vamos dar início aqui eh asseverando que a reunião foi requerida pelas seguintes entidades: ONG Planeta Solidário, Associação Posto Sustentável, Aliança em Prol da APA Pedra Branca, por Paulo Nei de Castro Júnior, prefeito do município de Poste Caldas, Jean Paulo Giovani Fresch, representante eh de 50 cidadãos Organizados e associação de líderes comunitários de Post de Caldas. A
audiência é relativa à licença prévia do empreendimento Virides, Mineração Limitada. O tipo de regularização é licença ambiental trifásica. Então, nós estamos eh nesse momento em fase de licença prévia, cujas atividades eu vou relatar para vocês. Eh, no âmbito da deliberação normativa 217, a primeira Atividade listada no processo de licenciamento é a A02011, lavracel aberto de minerais metálicos, exceto minério de ferro. A05020 unidade de tratamento de minerais UTM com tratamento a úmido. A50 disposição de estéreo de rejeito inérte e não inerte da mineração, classe 2A, 2B, segundo a NBR 10.004 em cava de mina, em caráter
temporário ou Definitivo, sem necessidade de construção de barramento para contenção. A5045 para pilhas de rejeito estéreo, F067, postos revendedores, postos ou pontos de abastecimento, instalações de sistemas retalhistas, postos flutuantes de combustíveis e postos revendedores de combustíveis de aviação. A audiência foi publicada na Imprensa Oficial na quinta-feira, dia 17 De abril de 2025, na página 39. Eh, vamos expor algumas regras para que a gente tenha uma organização plena deste momento. Eh, solicitamos a todos que mantenham seus celulares desligados ou no modo silencioso quando da impossibilidade. Quem não assinou a lista de presença geral, nós solicitamos que
assinem logo na entrada do evento. As inscrições poderão ser realizadas até 60 minutos a partir da abertura desta sessão. Portanto, Até 10:35 limitadas a 36 inscritos, de acordo com as regras do artigo 15 da DN 225. Informamos ainda que a lista de inscrição consta na recepção e o e rima está eh disponível para consulta durante a sessão. Eh, a equipe técnica da GST, que é a gerência de suporte técnico da DGR, da diretoria de gestão regional, tem a função nessa audiência de perceber todos os pontos levantados que serão tratados Posteriormente na análise do processo de
licenciamento. ela não se pronunciará. Portanto, caso existam dúvidas pertinentes ao licenciamento ambiental ou protocoladas ou protocolos a serem realizados, os interessados poderão fazê-los formalmente até 5 dias úteis via SE, que é o sistema de peticionamento eletrônico do estado de Minas Gerais. Segundo o artigo 10, parágrafo primeirº da deliberação normativa 225, a Audiência pública será integrada pela mesa diretora, pelo plenário e pela tribuna. O plenário é composto por todos os convidados. Eh, a tribuna é o espaço físico destinado aos oradores devidamente inscritos e identificados para fazê-lo o uso da palavra. Eh, é válido explicar neste momento
que as regras que regem essa audiência pública estão em consonância com a DN 225 de 25/07/2018, conforme o artigo primeiro Dessa referida deliberação normativa, perdão, audiência pública é a reunião destinada a expor à comunidade as informações sobre a obra ou atividade potencialmente causadora de significativo impacto ambiental e o respectivo estudo. de impacto ambiental, Eia, dirimindo dúvidas e recolhendo as críticas e sugestões a respeito para subsidiar a decisão quanto ao licenciamento. Ela é composta por cinco partes. A primeira parte é essa, que eu Faço a expor as normas e regras segundo as quais se processará a
audiência pública. A segunda parte refere-se à exposição, momento importante em que a empresa apresentará o empreendimento à sociedade. virides mineração, através do seu representante contará com 45 minutos para a apresentação. Os solicitantes, através de seus representantes contarão com 8 minutos cada, sendo reservados. Eh, aliás, deixa eu explicar isso aqui um Pouco melhor, porque é uma temática que a gente sempre enfrenta dúvidas e eu vou me permitir não eh seguir o roteiro naturalmente aqui. A deliberação normativa 225, ela estabelece que os solicitantes das audiências públicas têm 30 minutos para fazerem as suas manifestações. 30 minutos divididos
entre quantos forem os solicitantes. Neste caso que a gente tá eh neste processo que nós estamos trabalhando, Temos então seis solicitantes, conforme bem dito no início da nossa reunião. Eh, seis solicitantes, se nós dividíssemos por por eh 30 minutos, 30 minutos por seis solicitantes, nós teríamos então 5 minutos para cada. eh de forma discricionária e aqui atendendo a um apelo, a um anseio que eu já eh verifiquei em outras oportunidades, eu resolvi aumentar esse número para 8 minutos para cada solicitante e eles Poderão utilizá-los a maneira como entenderem. Então, aos solicitantes já ficam essa ressalva
de que terão 8 minutos cada para fazer a sua exposição. Na terceira parte, chamaremos os inscritos para a manifestação, que se dividirá em 12 blocos de perguntas e respostas, com cada bloco composto por três falas ou questões dos presentes, de até 3 minutos cada, seguidas de resposta única, de até 6 minutos pelo empreendedor, totalizando um máximo de 180 minutos. Então, a gente vai ter 12 blocos em que ouviremos de três em três inscritos e ao final a empresa fará a sua manifestação de até 6 minutos. Eh, a quarta parte consiste nas considerações finais, cabendo ao
representante do empreendimento e ou a equipe técnica deste 10 minutos para a manifestação. Aos solicitantes, eh, será concedido um total de 10 minutos para manifestação. Finalmente, chegaremos à quinta parte, eh, onde ocorre o Encerramento da reunião. Bom, eh, então lido o roteiro para que a gente exponha aí as regras, né, que regem a nossa audiência pública, regem esse momento para que elas fiquem claras e não haja nenhum nenhum desconforto quando da da sequência e da dinâmica da reunião. Eu passo então a a explicar eh de maneira bem singela o que é uma uma o que
é uma audiência pública dentro de um processo de licenciamento ambiental. eh o processo de licenciamento Ambiental, tal qual todos os processos que a gente tem, né? O processo é um é um uma sequência de atos e que vai ter como fim uma decisão, seja ele um processo administrativo, um processo judicial. Nesse caso do processo administrativo do licenciamento ambiental, ele nasce com a formalização. O empreendimento junta toda a sua documentação. Quando ele eh decide realizar uma obra, uma atividade, ele junta uma gama de documentação, Apresenta junto ao órgão ambiental e aí o processo estaria estará formalizado.
Após esta formalização, é destinada uma equipe técnica que vai ser a equipe gestora daquele processo. Essa equipe então ela começa a fazer a análise desses destes documentos e vai dar sequência a alguns atos. Bom, eh como surge a necessidade ou a obrigação de se fazer uma audiência pública? Todos aqueles empreendimentos que são eh considerados de significativo impacto Ambiental pela nossa normativa, eles têm essa necessidade de dispor, né, a possibilidade de que a a alguns legitimados solicitem uma audiência pública para que a gente possa discutir melhor questões afetas ao processo. Isso garante, de fato, a participação
social. Eh, isso garante que a equipe técnica que analisa o processo tenha esse termômetro daquilo que o público local entende sobre os sobre os eventuais impactos daquele empreendimento e as Medidas que são eh clamadas por esse público. Bom, a audiência pública ela não tem um caráter resolutivo. Então, veja bem, eh não, hoje não caberá a mim, nem ao Anderson e e nem a equipe da GST tomar qualquer tipo de decisão referente à concessão ou não do processo de licenciamento. Nós não sairemos daqui hoje com essa decisão tomada. Naturalmente, existem muitos outros atos ainda a serem
realizados no âmbito desse processo. Este momento é um momento de Captação de informações, de percepções do público em geral. É o momento em que a equipe técnica, representante do estado, se comunica com o público local e e capta e absorve dele tudo aquilo que eh existe de percepção em relação à pretensão do empreendimento de se instalar naquela localidade. Então, dito isso, importante ressaltar aos senhores que eh a o nosso papel neste momento é organizar, mediar a audiência pública, trazer uma formalidade, uma autoridade Natural nas discussões. A gente eh eh aqui eh eh catalisa, né, alguns
vetores de interesses e manifestações e torna esse esse momento um momento formal. para que a gente tenha um ambiente democrático e que seja garantido a fala dos legitimados, seja garantido a fala dos inscritos e também, por que não seja garantido a fala do empreendimento. Mas, repito, não há aqui uma tomada de decisão referente ao licenciamento. aqui, daqui surgirão muitas eh dúvidas Ou muitas questões que deverão necessariamente serem analisadas e resolvidas durante o que resta aí da do tempo de análise do processo de licenciamento. Bom, então, eh, mais uma vez eu eu deixo eh rechaçado que
que irei seguir os o os ditames da DN 225 com relação a falas, manifestações e principalmente ao tempo. Então, estejam atentos ao aos seus tempos de fala para que a gente não tenha de sabores em eventualmente eh Interromper a a o microfone, né, ou mesmo interromper a fala, sejam sejam eh cuidadosos com relação ao tempo de fala e à conclusão das suas falas para que todos vocês que estão inscritos tenham eh direitos, os seus direitos resguardados e e que possam fazer suas manifestações. da da melhor maneira como desejarem. Eh, eu tô aqui à plena disposição
de vocês. Estamos localizados na URA eh em Varginha. eh não é uma distância tão Considerável assim. Então, eventualmente, se remanecerem dúvidas ou questões que sejam necessárias serem resolvidas ou dirimidas através eh de uma reunião, nós estamos lá à plena disposição para recebê-los com total acessibilidade da nossa equipe técnica e da minha eh chefia também. Bom, dito isso, então vamos dar sequência a à reunião propriamente dita, eh, para que vocês se manifeste muito mais do que essa presidência, né? Eu tô aqui, de Fato, para mediar desse inóito e estamos aqui para ouvi-los dentro do roteiro que
passamos. Então, e esse primeiro momento é o momento que a o empreendimento é o momento que o empreendimento apresenta, é o momento que o empreendimento apresenta a sua atividade, seu processo. Eu convido aqui quem for fazer a exposição, o representante para que ocupe a sua parte na Tribuna. Eh, relembrando que teremos 45 minutos. Bom dia a todas. Meu nome é Carla, sou responsável pela coordenação ambiental do projeto Colossos e é com muito respeito e satisfação que iniciamos essa audiência pública. Gostaria de agradecer a cada um de vocês que está aqui conosco hoje, dispensando um pouco
do seu tempo no sábado de manhã para contribuir com a construção desse projeto, assim como Demonstrar a sua preocupação com o futuro de Poços de Caldas. O estudo de impacto ambiental que vamos apresentar hoje é um dos estudos mais robustos requeridos atualmente pelo licenciamento ambiental. Nossos estudos levaram meses de elaboração, foram realizados por especialistas multidisciplinares que fizeram monitoramentos, modelagens, diagnósticos socioculturais. Nossos dados foram coletados diretamente em campo para poder instruir esse Processo e apresentar de hoje para vocês. Avaliamos temas como água, ar, solo, fauna, flora e aspectos humanos. Dialogamos com diversas lideranças para garantir que
nossos estudos refletissem a realidade do território e não apenas dados técnicos. Os resultados demonstram que o nosso projeto é viável ambientalmente, desde que cumpridos todos os compromissos que serão aqui expostos. E é para isso que estamos aqui hoje, para reforçar o nosso compromisso. Desde o início de nosso trabalho em Poços de Caldas, vimos agindo com responsabilidade e muita regulamentação e apoio do poder público. Acima de tudo, diálogo com a comunidade. O projeto Colossos representa uma oportunidade para o município e para o Brasil, mas isso só faz sentido se for realizado com equilíbrio ambiental, social e
cultural. Essa audiência faz parte do processo de licenciamento ambiental e assim como Quase 50 reuniões prévias que fizemos apresentando o nosso projeto, é o momento de escutarmos. Todas as contribuições, dúvidas e preocupações serão levadas em consideração com muita seriedade, porque acreditamos que um processo de valor só faz sentido se construído com diálogo e respeito múo. Gostaria de agradecer novamente a presença de todos e convidar o nosso diretor executivo no Brasil, José Marques, para apresentar um pouco Mais do nosso projeto. Obrigado. [Aplausos] Bom dia a todos. Sejam muito bem-vindos a essa audiência pública. É com muito
orgulho que a gente tá aqui hoje para apresentar os resultados de um trabalho longo feito pela equipe ambiental e pela equipe operacional da VIDS. se puder botar a apresentação. Eh, a verides está atuando no município há aproximadamente 1 ano e meio. Desde então a gente realizou Diversos trabalhos focando principalmente na parte de exploração, no qual a gente conseguiu determinar um recurso significativo de terraçaras. Essa é a nossa base pro desenvolvimento do projeto. Eh, o projeto está sendo desenvolvido pelo Virides, que é uma empresa australiana que possui uma subsidiária aqui no Brasil, que é a Virides
Mineração Limitada. E o projeto está focado na região de postos de Caldas. O estudo ambiental, ele foi embasado com relação a dados conceituais do projeto que foram desenvolvidos com muito critério, inicialmente pela Ansto e pela RET, que são empresas eh australianas referência no setor de mineração paraa exploração de terraçaras. E apesar de serem dados conceituais, obtidos principalmente por ensaios laboratoriais, modelagem de fluxo, de processo, eh, e referências Bibliográficas. Eh, a expertise acumulada por essas empresas ao longo de anos traz uma certa tranquilidade com relação às informações que foram eh disponibilizadas pro estudo ambiental. Eh, com
a evolução do projeto, na medida que a gente migra para uma fase mais executiva, a gente tem um compromisso de eh testar o nosso processo em uma escala piloto. Isso será feito a partir da construção de um centro de pesquisa que ficará localizado na cidade de Poços de Caldas. Nesse centro de pesquisa, a gente testará, ele servirá de prova de conceito para que a gente consiga testar todas as etapas do processo e caso seja necessário fazer qualquer alguma alteração para atender a legislação vizente, a regulamentação, isso será feito de forma eh com antecedência para que
a planta industrial atenda toda a especificação necessária. Bom, dito isso, eu gostaria de apresentar o nosso fluxo de processo Que tá sendo concebido. Ele se inicia, ele se inicia pela lavra do minério, que vai ser feita em cavas a céu aberto, cavas de no máximo 40 m de profundidade com desmonte mecânico. Isso significa que o material eh será eh desagregado utilizando tratores e caminhões. Não será necessário a utilização de explosivos. E o material será carregado em caminhões de até 40 toneladas de Capacidade e transportados até os hubs de beneficiamento eh que ficarão próximos à esta
minas, né? Esses hubs de beneficiamento servirão para desagregar o material e diluir o minério com água para que o parte do transporte seja feito por bombeamento, reduzindo assim a necessidade de circulação de caminhões com a longas distâncias, reduzindo a emissão de gases e reduzindo também a poeira. A partir daí, o material é transportado paraa unidade de beneficiamento, onde nós temos três principais etapas de processo. A primeira etapa é uma etapa de listiviação, a segunda etapa uma etapa de remoção de purezas e a terceira etapa é onde ocorre a formação do nosso produto final, que é
o mix de carbonato de terrassaras. Na primeira etapa, o principal reagente Utilizado é o sulfato de amônio, que é um fertilizante. Ele é utilizado pra gente fazer a separação dos terraçaras da argila. E a partir desse processo, os terraçaras eles ficam dispostos na forma de on. E após a etapa de filtragem, a gente tem o primeiro resíduo, né, na forma sólida. Esse resíduo para tem despecificação ambiental. ele passará por etapas de lavagem. Essa etapa de lavagem não Estava prevista inicialmente no nosso processo. Foi necessário incluí-la na medida com que os estudos foram avançando para atender
a exigência de quantidade de substâncias no resíduo final. Eh, dito isso, o resíduo ele é classificado como inerte e pode retornar paraa cava paraa recomposição das áreas sem eh prejuízo para o meio ambiente e pra população. O concentrado de terraçaras, que vai est na forma de Licor, é encaminhado para a etapa seguinte, onde ocorre a remoção de impurezas. Para fazer a remoção de purezas, a gente adiciona bicarbonato de amônio como principal reagente. Esse bicarbonato de amônio tem como objetivo elevar o pH da solução para aproximadamente 5,5. O pH da reação anterior era de aproximadamente 4,5.
Com isso, a gente precipita as principais impurezas, sendo o alumínio a principal impureza. Nessa etapa, a gente Tem uma outra filtragem para remover as impurezas que também são classificadas como inerte e vão retornar paraa cava paraa recomposição das áreas. O licor obtido, que agora é um concentrado de terraçara sem purezas, é submetido a uma etapa de precipitação de carbonato. Nessa etapa adiciona-se mais bicarbonato de amônio e com isso o carbonato de terraçaras é precipitado. A gente faz então uma nova filtragem. E agora na na fração sólida, a gente tem O carbonato de terraçaras como produto
final, que é um produto composto basicamente por 60% de terraçaras, 40% de carbonato e menos de 1% de impureza, sendo que do da parte de terraçaras, aproximadamente 40% são os terrassaras magnéticos que possuem alto valor agregado. a a solução gasta, que seria a água que será submetida a um tratamento por osmose reversa, eh vai ser enviada por uma estação de tratamento. Antes a Gente faz adição de ácido sulfúrico para fazer a regeneração da do sulfato de amônio que poderá ser utilizado na etapa inicial de liiviação. Com esse tratamento por água, a gente espera recuperar mais
de 75% da água industrial, fazendo com que o projeto ganhe sustentabilidade. Eh, dito isso, as áreas serão recuperadas, principalmente com os resíduos que são que serão gerados Durante o processo. Essa recuperação se dará primeiramente através da deposição desses resíduos na cava. Posteriormente a gente fará a cobertura do material com o estéreo eh removido da cava também. E por último, o topsoil, que seria uma camada orgânica de material também removido da área de aproximadamente 2 m, fazendo com que a área tenha plena capacidade de ser reaproveitada para agricultura ou qualquer outra destinação, né? Eh, dito isso,
eu Gostaria de apresentar agora um vídeo que resume principalmente o nosso trabalho desenvolvido ao longo do período. Obrigado. [Aplausos] Estamos aqui não só por estar, mas para fazer parte e somos. Desde que chegamos, nossa proposta foi ir pensar verde e transformar a partir da mineração. Transformaros acolhidos comção e rapidamente entramos em casas, instituições e passamos a sentir orgulho de pertencer. Estivemos focados em construir um futuro mais limpo e sustentável, ouvindo as pessoas para juntos planejarmos um lugar melhor enquanto comunidade. E por falar em estar aqui, quem melhor do que aqueles que fazem a vir ser
de verdade? Cada amostra aqui carrega um pedacinho do futuro. Estamos mapeando o que há de mais valioso no solo. A precisão é a nossa base para resultados confiáveis. [Música] A química das Terras Raras é fascinante e essencial para o mundo. Nossa missão é entender o que a Terra nos revela. Aqui ciência e tecnologia andam lado a lado. Nossa prioridade é minerar com Responsabilidade social e respeito ao meio ambiente. Cada plano de recuperação ambiental é parte do nosso compromisso. Aqui sustentabilidade não é um processo, é um valor. [Música] Todo grande projeto começa com planejamento sólido. Cada
decisão que tomamos reflete a nossa visão de unimos o esforço para garantir o máximo de impacto Positivo. Construímos relações fortes e geramos resultados que hoje são a porte para novos passos, novas metas e muito mais conquistas. Hoje queremos apresentar o projeto Colossos, uma iniciativa da Viides que se une à rica e tradicional história mineradora de Poços de Caldas, onde empresas renomadas vem atuando com responsabilidade há décadas. Vamos juntos conhecer os detalhes e benefícios Dessa iniciativa que fortalece ainda mais a nossa tradução. Ah, e é claro que quem pergunta são vocês. Bom dia, meu nome é
Edson Rui Costa. Eu sou técnico em logística e queria saber o que é esse projeto Colossos. O projeto Colossos é o empreendimento de mineração que está chegando aqui em Posto de Caldas. A mineração será feita com tecnologia moderna, sem barragem de rejeitos e com o mínimo de riscos para as fontes de água da cidade. O foco é extrair os Elementos terras raras, que são minerais essenciais para fabricar celulares, computadores, turbinas eólicas, equipamentos de raio X e até carros elétricos. Voltando à terra tratada pra cava. Meu nome é Tatiele Carvalho, atleta olímpica de Poços de Caldas
e eu gostaria de saber como é que vai funcionar a mineração. A mineração no projeto Colosso será feita com muito cuidado, usando máquinas modernas no Lugar de explosivos. A escavação será rasa. Além disso, todo o planejamento foi feito para que o impacto no ambiente fosse o menor possível. À medida que uma área for sendo minerada, a anterior já começará a ser reabilitada. Esse processo de recuperação será rápido com ciclos de aproximadamente um ano, garantindo que o local retorne suas características iniciais o quanto antes. Meu nome é Marcos Paulo, tô atual presidente aqui do bairro do
Parque das Nações e gostaria de saber, né, o em relação a esse projeto bolosso, o que que ele vai trazer de benefício para a nossa comunidade. Ótima pergunta. O projeto Colossos vai trazer muitas coisas boas pra cidade e para quem vive aqui. Para começar, ele vai gerar empregos. Serão cerca de 2.000 vagas durante a fase de construção e depois mais de 1000 oportunidades entre empregos diretos e indiretos. Isso significa mais gente trabalhando e mais Dinheiro circulando no comércio local. Além disso, a cidade vai arrecadar mais impostos que podem ser usados para melhorar a saúde, a
educação, as ruas e outros serviços públicos. A Viides também já tem ajudado a comunidade com cursos gratuitos, doações e apoios a projetos sociais. E com o crescimento do projeto, essas ações vão ganhar ainda mais força, alcançando mais pessoas e instituições. Meu nome é Laila Junqueira, eu sou coordenadora da Associação Bem Viver no Jardim Kennedy 2 e eu gostaria de saber se o meu ambiente estará [Música] protegido. Proteger o meio ambiente é uma prioridade para viras, tanto que o verde está tendo nosso nome. O projeto Colosso foi planejado para ter o menor impacto possível na natureza,
sem uso de explosivo, sem barragem de rejeito, sem rejeitos tóxicos e com recuperação das áreas mineradas durante o próprio Andamento do projeto. Além disso, a Verites investe em pesquisa e tecnologia para reduzir os impactos ambientais aqui na região e também contribuir para descarbonização global. Sou Iago, estudante de biomedicina, tenho 20 anos. Sobre as águas, esse projeto vai afetar as águas termais de pós de Caluddas? Essa é uma preocupação importante e queremos tranquilizar a todos. As fontes termais e o abastecimento da cidade não serão Afetados pelo projeto Colossos. Importante ressaltar que além de estarem em um
nível mais profundo, essas fontes se encontram geograficamente distantes do projeto, há mais de 4 km de empreendimento, o que assegura que nenhuma dessas fontes será afetada. Além disso, o fornecimento de água pro uso administrativo e o tratamento do esgoto da unidade industrial serão feitos pelo DEMAI. Já a água utilizada no processo industrial virá de fontes próximas à Unidade que não são utilizadas pelo sistema público. Além disso, a Verides vai investir na captação e armazenamento de água da chuva para ser usada no processo, bem como recircular mais de 75% da água utilizado no processo industrial, reforçando
o nosso compromisso com o uso responsável desse bem mineral que é a água. [Música] O meu nome é Ato Far da Silva e eu gostaria de saber se vai haver muito Buraco para extrair o minério e se vai haver também barragem. O nosso projeto não terá barragem de rejeito. O principal resíduo será uma argila que é lavada e depois filtrada. Ela é considerada inerte e com o mínimo de risco ao meio ambiente. Essa argila será utilizada na reconstituição das cavas de onde o minério foi extraído. Investindo em pesquisa, a virides já reduziu o uso do
reagente previsto pro processo, usando 40% a menos de sulfato de amônio Sem perder a eficiência. Isso faz com que o resíduo final conten. Além disso, esse material passará por várias lavagens. para remover o excesso de sulfato de amônio, tornando tudo mais seguro e sustentável. Viu só? O projeto Colossos está sendo desenvolvido em Poços de Caldas, Minas Gerais, e tem um compromisso forte com a sustentabilidade e transparência, ou seja, ele foi planejado para trazer desenvolvimento Econômico com o mínimo de danos à natureza e à pessoas que vivem na região. Para garantir que tudo seja feito de
forma segura, responsável e obedecendo a legislação pátria. O projeto Colossos está passando por um rigoroso processo de licenciamento ambiental dividido em três fases principais. Licença prévia, que avalia se o projeto pode ser feito sem grandes impactos negativos. Licença de instalação que dá permissão Para construir a estrutura necessária, licença de operação que autoriza o funcionamento do projeto após todas as verificações. Cabe a SEMAD a gestão ambiental e a FEAN o apoio técnico aos processos de regularização ambiental. Esses órgãos também são responsáveis pela análise e decisão dos processos de licenciamento ambiental. Além disso, foram feitos estudos detalhados
sobre o meio ambiente, a água, o solo e os Impactos na comunidade, tanto positivo quanto negativos. Isso tudo é chamado de Eia Rima e serve para garantir que o processo seja seguro para todos. Projeto Colossos segue todas as normas do setor minerário e está alinhado com os esforços do governo federal, que tem incentivado projetos por meio de programas como Fundo de Investimentos de Minerais Estratégicos, criado pelo Ministério de Minas e Energia e o BNDS para apoiar a transição energética do País. O projeto Colossos marca um novo capítulo para Postos de Caldas. Ele traz empregos, movimenta
economia e ajuda a melhorar a vida de quem vive aqui. Mas o impacto vai além da nossa cidade. O que vamos produzir aqui é essencial para reduzir os gases que causam aquecimento do planeta. A Verites tem o compromisso de fazer tudo isso junto com vocês, ouvindo a comunidade, cuidando das pessoas e do meio ambiente. Queremos construir juntos Um futuro mais justo, limpo e sustentável. [Música] Bom dia a todos. [Aplausos] Bom dia a todos. Meu nome é Jéssica, sou engenheira ambiental e faço parte da equipe técnica que atuou na elaboração dos estudos do Eia Rima, do
projeto Colussos. Eu quero começar agradecendo, né, todos aqui presentes. Esse é um momento de diálogo com a Comunidade. Eh, durante um ano, as nossas equipes estiveram aqui na região estudando todo o território, eh estudando, conversando com as comunidades, trazendo informações sobre a água, ar, solo. Tudo isso embasou a elaboração dos nossos estudos. O Eia, ele é uma ferramenta muito importante. Eh, ele nos permite anteceder, né, eh, algumas ações e entender o que que o que que o empreendimento pode causar naquele Território que ele vai ser inserido, né? E isso traz aí uma contribuição importante pra
gente prever medidas de mitigação para poder evitar e para poder também compensar esses efeitos. Eh, dito isso, eu gostaria de convidá-los para poder acompanhar a apresentação do estudo técnico. Muito obrigada. Trazendo um pouco sobre a clã e sobre a nossa experiência, nós temos mais de 28 anos de experiência em estudos ambientais, mais de 750 Colaboradores entre especialistas e equipes técnicas. Eh, temos atuação em todo o território nacional, hoje com sedes em Minas Gerais e Para Opebas e já realizamos mais de 1800 projetos. O conteúdo do Eia Rima seguiu eh etapas importantes, né, como a definição
das áreas de estudo regional e local, a elaboração dos diagnósticos ambientais, o levantamento e avaliação dos impactos socioambientais, a Definição das áreas de influência direta e indireta e propostas de medidas de compensação e mitigadoras. Eh, tudo, todo esse escopo, né, ele foi amparado pelos requisitos legais. Seguindo algumas premissas básicas, né, fomos orientados pelo termo de referência e toda a legislação aplicável, bem como eh também pelo escopo do projeto, que é a extração de argilas iônicas, que contém elementos de terras Raras. Além disso, também foi considerada a vida útil do projeto estimada, que é de 13
anos, e as quatro fases, né, e todas as fases aí de planejamento, eh, encerramento das atividades e reabilitação das áreas. As nossas equipes multidisciplinares estiveram aqui no território durante um ano, coletando informações durante as estações de seca e chuvosa. Isso tudo trouxe uma robustez de dados pro estudo Que foi elaborado. A partir dessas premissas, foram definidas as áreas de estudo projeto. As áreas de estudo, eh, elas se basearam principalmente na disponibilidade, né, de dados dos órgãos oficiais. E essa espacialidade nos fez eh definir as áreas de influência direta, desculpa, gente, as a delimitação das áreas,
né, de estudo regional e local. Eh, essas áreas elas consideram, né, as Interações entre, pro meio físico, as interações entre ar, água e solo. Pro meio biótico, as interações entre animais terrestres, aquáticos e vegetação. Pro socioeconômico, populações e também comunidades. Temos então as definições das áreas de influência para o meio físico que considerou, né, a direção dos ventos, relevo e barreiras físicas. a direção das a definição das áreas de estudo para o meio biótico que Considerou as interações de continuidade dos fragmentos e também a disponibilidade dos hábitas para o meio socioeconômico. nós consideramos eh as
comunidades e as principais populações do entorno. A partir das áreas de estudo, dessa definição que é feita, partiu-se pra elaboração do diagnóstico ambiental. os diagnósticos ambiental, eles consideraram, né, todas essas interações que foram citadas paraa definição das Áreas de estudo e trouxeram alguns resultados importantes que serão eh explicados aqui. Agora paraa qualidade do ar, tem-se que foi identificada uma concentração um pouco elevada de MP2,5, que é um tipo de poluente, em uma amostra específica. Eh, e isso ocorreu principalmente a atribuição de focos de queimadas e também ao trânsito intenso de veículos nas proximidades dessa coleta.
Na Estação chuvosa, todos os parâmetros ficaram dentro do esperado. Os níveis de ruído estiveram em conformidade com a legislação, com exceção em algumas áreas residenciais e com um tráfego intenso de veículosal. sedimentos. Só, só, só um minutinho. Dá licença, para um pouquinho. Eu vou eh me descul para o tempo. Só um minutinho. Eu vou eu vou solicitar a a à comunidade de de maneira geral, a todo ao plenário de maneira geral, que a Gente aguarde a manifestação do empreendimento, assim como as manifestações dos legitimados e a manifestação dos inscritos. Eu também vou resguardar para que
todos tenham o seu momento de fala. Senão a gente eh se nós fizermos manifestações junto com o empreendimento, a gente não vai ter um resultado profío e além de desrespeitar tanto quem tá falando quanto quem tá aqui eh tentando se concentrar na fala. Então, após a a a manifestação, quem não eh se as perguntas remanecerem, a gente vai pro púlpito e vamos fazer ela dentro da organização. OK? Pode pode retornar ao prazo. Com relação aos solos, eh, foram identificados eh alguns limites também acima dos valores de referências para sedimentos, né? A a granulometria predominante, ela
é de silt e de argila. E foram observadas concentrações também Superiores. Essas concentrações superiores, elas estão relacionadas à geologia local e também a atividades antrópicas, que são atividades humanas já realizadas nas áreas. Para águas superficiais também foram identificados, né, alguns parâmetros que estão fora, mas também relacionados às atividades humanas e as características geológicas da área. Com relação às nascentes, foram cadastradas 89 nascentes perenes, sete Temporárias e duas de drenagens secas. Partindo pro pros resultados do diagnóstico do meio biótico, temos então a identificação de aproximadamente 500 espécies de animais na área de estudo local. Dessas 500
espécies que foram identificadas entre as espécies terrestres, cinco delas são ameaçadas de extinção, como a onça parda, eh, a jaguatirica e também o lobo guará. Nos ambientes aquáticos temos registros de 15 espécies de peixes Nativos e a e uma espécie exótica. Partindo então pros resultados do diagnóstico que foi realizado para a Flora, nós temos que 90% da área tá localizada em uma em uma área já consolidada por usos antrópicos, que são atividades humanas, como pastagem, civicultura, agricultura. Os outros 10% eles refletem eh classificações aí de floresta em estágio inicial e médio de recuperação. Trazendo os
resultados do Diagnóstico do meio socioeconômico, eh historicamente o município ele é conhecido, né, pelo turismo das termas e também pela exploração de recursos minerais. o que impulsionou, né, todo o desenvolvimento econômico aí nos últimos anos. O o município também teve uma um crescimento expressivo entre os anos de 1950 e 2000. possui um alto IDH, que é o índice de desenvolvimento humano, baixo baixo índice de analfabetismo e um Uma boa infraestrutura de saneamento. Além disso, a economia local, ela é fortemente baseada aí no comércio e serviços, seguido pela indústria. Com relação aos povos indígenas, né, e
comunidades quilombolas, considerando a legislação aplicável, que é a OIT, e também a portaria interministerial, os estudos confirmaram que não há eh comunidades quilombolas e indígenas nas no entorno e não há impacto nessas comunidades Também. Para o patrimônio arqueológico, o município ele não possui sítios arqueológicos cadastrados, mas mostra uma preocupação com o seu acervo cultural, né, e a valorização também do patrimônio. Durante o diagnóstico de socioeconomia, foram realizadas diversas entrevistas com comunidades, com moradores do entorno, com lideranças locais, com Representantes das instituições. E essas entrevistas que foram realizadas, elas nos trouxeram alguns apontamentos, né, de percepções.
Como oportunidade, e a principal que eles perceberam foi a geração de empregos, o fortalecimento da economia local, os investimentos e inovação tecnológica relacionada e ao projeto. Como preocupação foi sinalizado a disponibilidade hídrica, a degradação e alteração da qualidade ambiental. Também, já como possíveis sugestões de melhoria, foram indicadas pela comunidade uma maior fiscalização, ações de monitoramento e também investimentos sociais voltados paraa comunidade. Esses foram os resultados que nós trouxemos dos diagnósticos. A partir desse ponto, a gente avalia então os impactos ambientais relacionados ao projeto. Eh, o diagnóstico ele traz algumas respostas, né, com relação a isso
e Percebe-se eh nos resultados uma possível alteração, né, com relação ao à dinâmica hídrica, superficial e subterrânea e também a disponibilidade, principalmente aí no meio físico. Com relação ainda ao impacto de solo, tem-se às alterações na qualidade do solo. E como sugestões de ação, nós temos a conservação das nascentes, a manutenção e humectação de vias, o controle e de velocidade e os monitoramentos contínuos de qualidade do Ar. Com relação aos impactos de água, alterações na dinâmica hídrica superficial subterrânea, na disponibilidade e na qualidade das águas. ência, a conservação das nascentes, eh, a manutenção dos sistemas
de drenagem, contenção de sedimentos e recirculação dos efluentes. Para a alteração na qualidade do solo, prevê-se os programas de gestão de resíduo, a recirculação desses efluentes E também eh a gestão, os programas de gestão de afluentes. Para o meio biótico tem-se uns impactos aí relacionados à fauna, que é a possibilidade de afugentamento e atropelamento da fauna e perda de indivíduos da biota aquática. Para isso, prevê-se o resgate e monitoramento da fauna de espécies ameaçadas, controle de velocidade dos veículos e também ações de educação ambiental. Ainda paraa fauna, eh, tem-se Retorno de espécies de fauna a
partir da recomposição florestal e para isso estão previstos o monitoramento da fauna terrestre e também das comunidades aquáticas. Para flora, ter tem-se um aumento no efeito de borda, fragmentação da paisagem, perda de conectividade e também eh de indivíduos da flora. Para isso, prevê-se o programa de recuperação de áreas degradadas, eh Produção de mudas também para os plantios compensatórios. Ainda em Flora. foi foi identificado nos estudos, né, como resultado dos estudos, a redução da cobertura vegetal e do banco de sementes, perda de hábit e mudança nas condições naturais do solo. Para isso, tem-se ações de prevenção
e controle de incêndios florestais dos corredores da biodiversidade e também eh a partir aí da recuperação dessas áreas. Os impactos que avaliamos para o meio socioeconômico são de uso de solo e paisagem, que prevê uma alteração na paisagem. E para isso a gente tem o método de backfield progressivo, que é eh o preenchimento das cavas com o próprio rejeito, o programa de recuperação de áreas degradadas e a idenização de superficiários. para a dinâmica sociocultural, que é uma geração de expectativa, né, com relação ao empreendimento que vem, também o Aquecimento das atividades de comércio e de
serviço. Eh, para isso, prevê-se a monitoração dos indicadores socioeconômicos, ações de comunicação, de educação ambiental e também um fortalecimento da cadeia de fornecedores. Com relação à alteração no nível de emprego e renda e também fluxo migratório e na acessibilidade das condições de tráfego, prevê-se um relacionamento com as comunidades eh Capacitação e contratação de mão de obra local, apoio às atividades econômicas da região e programas de comunicação social para as finanças públicas com alteração na arrecadação pública, demanda por serviços de infraestrutura no cotidiano da população. prevê-se o monitoramento dos indicadores socioambientais, socioeconômicos e também a capacitação
de profissionais e um programa de prevenção de acidentes. A partir do da elaboração, Né, dos diagnósticos e da avaliação dos impactos, foi possível definir as áreas de influência do projeto. Essas áreas de influência, elas são eh percebidas aí como direta, indireta, né? direta é aquela em que a gente tem eh os efeitos e das intervenções sentidas mais diretamente e indireta é aquela que a gente tem os efeitos aí sentidos de forma mais abrangente. Para o meio físico, nós temos a definição da área de influência Direta, sendo o ribeirão das vargens localizados ao localizado ao da,
o ribeirão da ponte alta ao norte e o córrego retiro dos moinhos ao sul. Para a área de influência indireta, nós temos ao norte pelo planalto de Poços de Caldas e a leste pelo limite da bacia do Ribeirão das Antas. Para o meio biótico, as áreas de influências direta e indireta foram definidas da seguinte forma: ao sul pelo córrego retiro dos moinhos, a norte pela Rodovia 146 e a leste pelas microbacias do Ribeirão das Antas e Fragmentos vegetais contínuos para a área de influência indireta, ao norte pelo Ribeirão da Ponte Alta, ao pelo adençamento urbano
do município, e a leste e sul pelos fragmentos contínuos da vegetação. Já para o meio socioeconômico, foram consideradas para a ID 28 propriedades rurais e 17 bairros Urbanos. Para a área de influência indireta, considerou-se o município de Pos de Caldas. a partir da avaliação de impactos, né, vence-se então a proposição dos programas. Eles foram estruturados de forma que o empreendimento consiga seguir aí com uma implantação responsável e socioambientalmente eh com compromissos socioambientais. Para essa para esses programas, nós Trouxemos aqui os programas que foram propostos então pro meio físico. Nós tivemos o programa de monitoramento de
ruído, de controle e monitoramento da qualidade do ar, eh o programa qualitativo e quantitativo das águas subterrâneas e também superficiais. Ainda para o meio físico, foram previstos aí os programas de monitoramento e controle dos processos erosivos. eh o programa de gestão de afluentes e Também o programa de resíduos sólidos. Para o meio biótico foram previstos os programas de resgate da flora, programa de monitoramento da fauna, de monitoramento de bioindicadores, de acompanhamento de supressão de afangentamento de fauna. Ainda no meio biótico, também temos o programa de monitoramento de espécies, o programa de recuperação de áreas degradadas
e o programa de prevenção e resposta a incêndios florestais. Já para o meio socioeconômico, nós temos o programa de comunicação social, o programa de educação ambiental, de desenvolvimento econômico local, o de monitoramento de indicadores socioeconômicos e o programa de segurança e alerta. Trazendo então as conclusões sobre o estudo, né, tem-se que a partir de todo todas essas coletas de dados que fizemos e todas as informações que trouxemos pro Estudo, eh, desculpa, vou voltar aqui. As análises, elas foram essenciais para uma avaliação de impactos ampla e objetiva, permitindo a a proposição de programas robustos e viáveis.
Os impactos sobre solo, ar, água, eh, fauna e flora, né, eles são passíveis de serem mitigados, controlados ou compensados. O estudo traz ainda eh a importância aí do impacto positivo na economia local com a geração de empregos. e também aumento da Arrecadação e fortalecimento do comércio e dos setores de prestação de serviço. A extração de terras raras também impulsionará, né, toda a os setores da economia, os setores estratégicos de alta tecnologia da economia, como a fabricação de celulares, aviões, computadores e ainda produtos essenciais para transição energética, como placas solares, carros elétricos e turbinas eólicas. Com
a execução do projeto Colussos e Também com a implementação de todos os seus programas ambientais e medidas, o tem-se como a conclusão do estudo que o projeto considera-se viável e alinhado aos princípios de desenvolvimento sustentável. Agradecemos a atenção de todos. Obrigada pela presença, né? E a gente segue aqui com o compromisso e com a responsabilidade de trazer todas as respostas aí possíveis nessa audiência. Obrigada. [Aplausos] [Música] [Aplausos] fora fora fora fora fora fora fora fora forora agradeço a primeira parte do empreendimento, a exposição e até que a gente encerrou esse primeiro momento eh das fases
que eu expliquei no nosso roteiro. A empresa ainda tinha mais um minuto, mas encerrou dessa forma, né? OK. Até para garantir o direito eh Temporal de fala de todos. É interessante que eu faça essas abordagens eh pelo nosso tempo aqui. Eh, os 60 minutos a partir do da abertura da audiência também já se passou, já se passaram. Então, a nesse momento está encerrada a a a estão encerradas as inscrições eh para fala. Eu aguardo aqui por parte da organização a lista para que no na fase três da nossa audiência eu possa eh chamar os os
inscritos que oportunamente fizeram as Suas inscrições. Dando início então à fase dois, que é a fase em que os legitimados eles fazem as suas manifestações. Eu vou chamar ao ao a nosso púlpito o por ordem de recebimento das dos pedidos de audiência, tá? Então essa essa organização que nós fizemos aqui, ela é tão somente pela ordem que fizemos o saneamento do processo quando eh recebemos os pedidos de de audiência pública. Eh, repito aos interessados que Vocês terão 8 minutos cada para poder fazer as suas manifestações. E aí eu peço à equipe que disponha no cronômetro
eh individualmente os 8 minutos para cada um, para que a gente não tenha eh nenhum tipo de confusão quando for computar. Então, dando início à nossa terceira fase, eu chamo a ONG Planeta Solidário para que faça aí sua manifestação no âmbito dos seus 8 minutos. a a [Aplausos] [Música] representante só um segundinho. foi me foi feita uma pergunta pela representante da ONG Planeta Solidário e e aí a cada pedido que é feito aqui para essa para essa mesa diretora, para essa presidência, existe necessariamente uma decisão para que a gente possa fazer organização e cabe a
mim também dar a decisão e publicizar a vocês. Ela me questionou e me solicitou que eventualmente o tempo remanescente que Ela tiver, se ela poderia passar aos interessados. Como o prazo, nesse momento, é um prazo global em que os interessados, solicitantes, eles dividem esse esse tempo, o que remanecer de algum deles, eles podem transigir e um aproveitar o do outro. ou se alguém eventualmente não quiser fazer a sua fala, só somente eh solicitou a reunião, solicitou a audiência, pode transferir o seu tempo para o colega, não há problema nesse sentido. O que não pode acontecer,
E aí eu já aviso de antemão, é na fase dos inscritos, que um eh ultrapasse o seu tempo, passe o seu tempo para o outro, porque aí são prazos pessoais de 3 minutos para fala, OK? Então, quem estiver inscrito vai fazer o uso dos seus 3 minutos. Se não utilizar esses 3 minutos, esse tempo eh naturalmente vai se perder, tá? Então, com relação aos legitimados, se vocês quiserem transigir e quiserem eh deixar os seus tempos remanescentes, por acaso houver, podem Eh transigir dessa forma, eu não me oponho. Obrigado. Bom dia a todos e a todas.
Eh, falo aqui em nome da ONG Planeta Solidário. A ONG, para quem não conhece, ela tem 16 anos de atuação no município. Eh, estamos aí com representantes no CONSEIA, né, no Conselho de Segurança Alimentar, fazemos parte da rede de economia solidária, estamos atuando também aqui nos conselhos municipais. O nosso foco é a questão ambiental e Social. Eh, então nada mais do que justo da gente solicitar essa audiência, porque estamos sempre atentos a essas questões ambientais no município e na região, né? Eh, bom, quero começar aqui pelo primeiro ponto que nos chamou atenção, eh, que a
gente considera até como uma irregularidade na emissão de certidão de uso do solo fornecido pelo município. Por quê? Eh, aa apresentada e que consta em toda a documentação tanto da empresa Quanto eh do sistema, né, de licenciamento ambiental, eh ela ocupa ali, tem duas dois pedaços da área que ocupa uma área urbana, né? E pela nossa legislação municipal, tanto a lei eh do plano diretor quanto lei de uso e ocupação do solo 92, ela não permite atividade de extração de minério eh em área urbana, né, sobretudo na zona em que se enquadra ali eh essa
região da zona sul, que é zona de adensamento restrito, né? Então, Foi emitida uma certidão de irregularidade, eh, sendo que que nós temos aí dois pedaços da ADA, que elas ocupam área urbana e área de adensamento restrito Azer, né? Então, gostaríamos que isso fosse olhado aí pelos órgãos ambientais, porque eh isso para nós está como como irregular, né? Eh, o segundo, né, trago depois aqui dito isso, eh, algumas preocupações nossas em relação a a toda a documentação apresentada. Primeiro assim, né, é um um Empreendimento de grande impacto, grande porte, né, e a gente não tá
falando só desse momento, né, começa agora, isso vai se expandindo. Então, a nossa preocupação também é com essa expansão futura. Eh, o primeiro ponto que a gente traz é a proximidade com a área urbana, né? A gente tá falando de uma uma ada que tá totalmente colada a região da zona sul, que já é uma região eh que já sofre com vários impactos, né? Ela tá ali muito próxima a INB, muito próxima à Alcoa, já é uma área de risco da Alcoa. Eh, é uma área extremamente vulnerável, né, com pouca arborização urbana. é uma das
regiões com menos arborização, menos área verde, né? Então, já é uma região que sofre muito, já é uma região periférica, que foi uma ocupação ali que veio na década de 70, 80, eh, com pessoas que vieram buscar uma oportunidade de emprego no município. Eh, então assim, essa Proximidade, o primeiro ponto que nos assusta além da paisagem e de toda essa questão ambiental que já já é uma região vulnerável, é a poeira, né? Então, nem nem na apresentação, nem nos estudos foi apresentado algo que vá mitigar essa questão da poeira, né? E a gente sabe que
a poeira é uma coisa inerente a esse processo de mineração com cavas, né? Então, eh, isso não foi apresentado, né? E não foi respondido a contento. O que vai ser feito com isso? Então, nos Parece que assim não tem o que fazer. E aí, esse é um ponto que assim a gente entende que a poeira vai trazer inúmeros problemas de saúde, né? Eh, esse é um dos pontos principais que a gente traz aqui. Então, gostaria muito que isso fosse considerado nesse processo de licenciamento, porque isso precisa ser respondido, né? Isso precisa ter um um plano
aí eh que realmente não é nem não diria mitigar, né? Porque eu acho que mitigar é é assim realmente o que que Vai ser feito, porque a poeira vai existir, então a gente vai só jogar água onde os caminhões transitam, não vai resolver o problema, né? Então essa é uma das principais preocupação nossa. E depois em relação à contaminação da água, né? Eh, é um processo muito novo, então tem temos muitas dúvidas, não tá? Eh, a entendo que é um processo longo, são três fases, mas a gente precisa saber agora, né? Eh, se Não der
certo lá na frente, na segunda etapa, o que que vai ser feito, né? Como que isso vai funcionar? Então essa contaminação com a água pra gente também ainda é uma preocupação muito grande. Bom, tem inúmeras outras preocupações, mas eu vou deixar esse restinho do meu tempo, vou passar paraa aliança, porque a gente tem desenvolvido esse esse estudo juntos, né, um uma junção de várias pessoas. Então eu vou deixar esse restinho de tempo, Frederico, por favor, Paraa aliança e agradeço. OK. Só só um minutinho. Eh, a sua inscrição, a sua, eh, o seu pedido chegou para
nós pela com pelo nome da da ONG Planeta Solidário. E eu cometi a indelicadeza de não te chamar nominalmente aqui. E como esse é um evento feito de pessoas para pessoas, eu queria saber o seu nome, Maria Carolina. Tá joia, Maria Carolina, obrigado pela sua manifestação. Eu peço à equipe que compute aí os 2 minutos e 30 que ela Cedeu a APA da Pedra Branca e a gente computa e acresce no tempo deles. Obrigado. Tá bom. [Aplausos] Próxima eh próximo solicitante, próximo legitimado, associação pós suustentável. Eu eu eh também tá aqui dentro do nosso processo
como uma instituição. Eu gostaria que o senhor se identificasse para nós, né? Gostaria de terlo chamado pelo nome. Obrigado, José Gilberto. José Gilberto. A gente já é, nós já somos antigos conhecidos aí de dessa, dessa temática, né, da regularização ambiental. Agradeço. Agradeço a palavra é contigo. É um prazer de ouvir. Bom dia a todos. Como o presidente da sessão eh mencionou, sou José Edilberto, represento aqui a associação Poss Sustentável. O Jeiro, eu tenho aquele slide para projetar aí, por favor? Bom, eh, bom, é isso. Esse QR code aí tem o estudo que foi elaborado e
Preparado pela Associação Post Sustentável. Das 3053 páginas que foram disponibilizadas para o documento, nós a transformamos em 122. É o documento que tá disponível nesse nesse QRcode aí. Portanto, foi testado o link. Eh, se não falhar, eh, se certamente vai funcionar. Mas é isso, tá aí o documento, tá disponível, vai ser o que nós vamos protocolar no sistema depois sobre as nossas as questões que foram abordadas. Eh, Basicamente nós vamos trazer aqui na na na nossa fala aqui eh sobre o projeto e uma abordagem técnica jurídica e ambiental do elementos da estação de elementos terras
raras. Eh, como já foi dito aqui, a análise da da eh da área diretamente afetada está inserida majoritariamente na zona rural de proteção ambiental, conforme o plano diretor da Lei Complementar 225 assim define: essas zonas, pessoal, exercem Uma função do plano diretor e é primordial, da preservação dos recursos hídricos, na recarga dos aquíferos, na conservação da biodiversidade e da e do controle da expansão urbana, ou seja, plano diretor, quem decide é quem vota e quem elege. Então, portanto, cobrem do executivo o papel do plano diretor, que é nessa hora que a gente manifesta quanto ao
destino do município. Então, é, é basicamente é isso. A proposta de instalação da atividade minerária nestas Áas configura um grave conflito com os objetivos legais do ordenamento jurídico e de sustentabilidade. Adicionalmente, os registros do sistema do cadastro rural SICAR. Pessoal, prestem atenção nisso. A propriedade rural existe ali. Esse cadastro rural lá, ele vai trazer para esse processo alguns passivos ambientais que vai fazer parte do estudo que a Suprana tem que fazer. Então é, a Suprana tem que avançar nesse processo, nessa transição, para identificar que Ali já tá eh algumas áreas de preservação permanente na propriedade
rural já tá gravada e cravada como área de preservação permanente. Então não é a mineração chegar e ocupar sem antes estabelecer esse processo lá. Então, a lei que prevê isso aqui eh eh é a lei federal 2651 e isso compromete a legalidade eh eh dos imóveis do passivo ambiental que vai tá ali nesse processo, ou seja, é a ausência dessa consolidação das reservas Legais. Então, o pedido aqui nesse ponto eh tem que ser consolidado previamente. Eh, por outro lado, eh quando foi dito ali que a eh a o recurso hídrico que vai ser utilizado são
de pequenos reservatórios que estão ali no local ali. Basicamente, nós estamos falando aqui da política nacional de segurança de barragem. Eh, meu tempo já tá chegando no meio, eh, política e segurança de de barragem que exige o licenciamento e o cadastro daqueles Daqueles corpos hídricos. Então, tem que ser para e em momento algum na documentação disponibilizada cita o as outorgas. Então vai, eh, já consta do documento, não há qualquer comprovação da torque de uso, ou seja, da política nacional de recursos hídos. Água bruta, gente, água bruta é o papel tem valor econômico, dotado de valor
econômico, então passa por um processo e foi ventilado em algum momento na audiência pública aqui que o DEMAI fornecerá essa Água para o empreendimento. A função do DEMAI é a água tratada. Eu acho que aqui há um equívoco muito grande. Não sei se o se o legislativo local vai debruçar sobre essa pauta, porque na na Constituição e na previsão do demais não consta isso, é água tratada. Aí, exceto se a gente se vai ser colocado um hidrômetro lá e vai ser listiviado com água tratada. É possível. Portanto, eh eh vamos lá. Então, o povo tem
direito de decidir se a vocação do município será preservada ou subordinada ao interesse eh eh da mineração e da do processo em curso, como foi dito aqui anteriormente, se do futuro outros não virão. Diante da soma dessas omissões, já foi dito, das fragilidades da incompatibilidade territorial, das ameaças ambiental, recomendamos o indeferimento e o licenciamento ambiental desse projeto em face da da das exigências que ainda não Foram demonstradas, a a regularização fundiária, a obtenção das outorgas, o licenciamento e a regularização dos barramentos e a revisão integral do estudo e rima, com base nos princípios da prevenção
e da precaução. a proteção da zona rural de preservação ambiental, das fontes termais, dos mananciais, da biodiversidade e da é a condição fundamental para um futuro sustentável. Aqui eu faço um parêntese bem breve sobre e as fraturas geológicas. Pessoal, A água no subterrâneo ela não tem limitação, não, ela circula. Então ali não é porque tá 4 km distantes, mas ali há uma fratura geológica, não tem como escapar dessa condição do Planalto aqui. E os tópicos mais importantes aqui, eh, a estação de terras raras, o a natureza do projeto, a lavra cu aberto beneficiamento químico. Nos
estudos das 3053 páginas que foram que foram eh estudadas, não há menção nenhuma de ácido sulfúrico. Me chamou atenção quando eu ouvi aqui hoje o ácido sulfúrico no processo eh a incompatibilidade da da do zoneamento, o conflito com o plano diretor, a incidência de de áreas de recarga hídric da biodiversidade, eh o passivo ambiental e ilegalidade fundiária. Então aqui eu já já chamei a atenção sobre o cadastro do SICAR, pessoal. Isso é público. Se você entrar lá no SICAR lá, você vai fazer o acesso, colocar o município de Caldas e E fazer a a a
conclusão que você quiser com relação a a às áreas que estão disponíveis lá, os barramentos irregulares, ou seja, ou seja, esse aqui é um ponto, vai usar muita água. vai usar muita água. No estudo que tá disponível aqui, se tiver a possibilidade ou se entrar um mineroduto na na na no processo, há de se refazer todo esse esse esse estudo aqui para que a gente entenda efetivamente de onde que vai sair, de Que forma esse mineroduto vier a a a no processo. A falta de autó, que eu já falei, eh bem como a irregularidade no
forcimento de de água bruta. Tem que ser averiguada isso aqui. Eu não sei, não vi nenhum vereador aqui ainda. importante a eh e a e a participação popular aqui, gente, é muito importante. Tem muita cadeira vazia. Então, para quem tiver assistindo aqui, dá tempo ainda de vir assistir e compartilhar esse processo aqui, porque não é só os legitimados que Que estão aqui para falar ou ou para tornar público esse processo. O objetivo nosso aqui é eh julgar a luz nesse processo e ao final a gente recomenda alguma coisa, não é só criticar, não. Há há
há alternativas e esse processo de de trazer academia, de buscar solução, tudo isso faz parte do do processo. Então eu encerro aqui é do papel da associação, da das outras dos outros legitimados aqui, citando o Plano Solidário, aliança, Associação dos Líderes E no estudo que tá aqui tem os precedentes da SPRAN, sete estudos do município de Ponche de Caldas que interferiram alguns processos classe dois e três. Fala do aeroporto, fala do de de abastecimento, fala do solo, fala da ausência do Codema e manifestar nesse processo. Então aqui, cadê o Codema? O Codema tinha que ter
aparecido em algum momento e o Codema não foi. E a minha última fala aqui é o seguinte: solo e água é ativo de produção. Sem solo, só Conclua, por favor, seu Zé Jeto. Só sem esse ativo a gente não vai ter futuro. É isso. Obrigado. Desculpe o excedente aqui. [Aplausos] Obrigado. Obrigado. Obrigado pela fala. Agradecemos. E e chamo agora aqui para sua manifestação eh Aliança em prol da Pedra Branca, da APA da Predra Branca, Sr. Daniel Tigel. [Aplausos] No no no prazo de no prazo de fala do no Prazo de fala do Daniel tem que
acrescentar os 2 minutos 30 que foram concedidos pela pela ONG Planeta Solidário, cedidos, né? Por favor, Daniel. Eh, boa tarde, bom dia a todas e todos presentes. Bom dia, senhor Frederico. Bom dia aos companheiros da FEAN que vão estar fazendo a análise da GST. aos companheiros presentes da Aerides também vejo presente aqui a Meteori, que eu acho que é algo importante estar presente também aqui, e A população que tá aqui se manifestando de maneira voluntária num sábado e sempre tem que receber uma salva de palmas a cada vez que há uma manifestação pública ao invés
da coção. Que bom que temos gente se manifestando nesse município. Bem, gente, para a FEAN que vai fazer análise, não será a URA, não vai ser a Supran, será a GST, a gerência de suporte técnico, antiga SUPRE em Belo Horizonte. Então, o nosso pedido ele é Muito claro e gostaríamos aqui de deixar plasmado. A SEMAD, a Secretaria de Meio Ambiente, ela fala da avaliação ambiental estratégica. Não é possível licenciar Aiddes sem a realização da avaliação ambiental estratégica, porque a nossa região está sendo considerada por essas quatro empresas australianas como uma zona de sacrifício. Portanto, eu
peço a FEAN, a análise não pode se restringir o aí rima. O interesse que está em jogo aqui É o licenciamento da unidade de tratamento de minérios, que é um comedor de terra. E depois que passou boi, passa boiada. Nunca mais eles sairão. O que nós estamos fazendo aqui hoje nesse processo não é avaliar o empreendimento. Nós estamos avaliando o futuro de toda a região. Poços de Caldas, Águas da Prata, Caldas, Andradas e toda a região. É isso que está sendo licenciado nesse momento. Uma análise cega do ensaio sobre a cegueira eh sobre o Erima
é uma análise Burra que nós não podemos fazer. Eu queria, por favor, apresentar o primeiro mapa, se for possível, que nós pedimos para ficar aí, gente. Tá ali em cima, eh, naquele canto lá, lá no alto, é o da zona sul, o atual que nós estamos avaliando. Mas embaixo amarelo, já em Caldas, também é da Virides. Entre os dois, tá a Avenida do Contorno. Vocês estão vendo o verde lá em cima e esse amarelo embaixo também é da Virides. é onde tem mais terras raras de metal mais Pesado, terras raras mais pesadas que são de
maior interesse. E é engraçado que sempre fala transição energética, transição energética, transição energética. As de maior peso são importantes porque são resistentes à temperatura para mísseis balísticos e drones de guerra. Pelo amor de Deus, o Trump está vetando a produção de carros elétricos. O Trump tá vetando os processos de transição energética e o Trump quer terras raras. Não é possível Que a gente não consegue perceber isso ali embaixo. Não é possível o trânsito de caminhões daqui paraa unidade de tratamento que vai ficar ali onde era a ideia do tchau Navarro do Passo Municipal. Nessa região
de um pro outro vai ser necessário a construção de um mineroduto. Gente, nós estamos falando de que daqui há no máximo 10 anos nós estaremos tendo uma audiência pública aqui paraa avaliação de um mineroduto que pode tirar água, que poderia Abastecer cidades de 400.000 pessoas. É disso que nós estamos falando. Nós não estamos falando só aqui e do impacto da zona sul, que também tá sendo considerada uma zona de sacrifício. Nós estamos falando da expansão ali para baixo. E vocês sabem que tem naquele vermelhinho ali? É a meteoric ali embaixo. Aquele verde é a APA,
ali é pedra branca. E no meio entre aquele amarelo e aquele vermelhinho embaixo é a INB. Por que que não entrou como área Indiretamente afetada Caldas e a INB? Por que que não entrou como área indiretamente afetada águas da prata? que tá diretamente relacionada com os impactos, diretamente relacionada com os impactos dessa atividade. Por que que não tá andradas? Porque tem outras ali. Eu queria passar pra segunda imagem pra gente ver o que que a Axel quer fazer para cá. Outra empresa júnior, outra empresa da Austrália. Vejam as áreas de interesse de terras raras que
eles estão Tendo aqui. Não é só poligonais que eu tô falando. Aí já tem estudos de frente de Lavra. Vejam a ocupação que eles querem ter. Ali tá Caldas, ali tá a APA da Pedra Branca, o vermelho de baixo é a Meteoric, o vermelho de cima ali é o que nós estamos avaliando agora. E tudo isso aí tá envolvendo Ibitiura, tá envolvendo Andradas, tá envolvendo uma série de locais. Se não houver uma avaliação ambiental estratégica desse todo, nós estamos perdidos, gente, como futuro Dessa cidade. O que está sendo avaliado aqui é o futuro da nossa
região. E assim deve ser tratado. Aqui na década de 90, quando foi discutir plano diretor. Foram dois anos de debate. Nós só vamos ter essa única audiência pública. E até agora só um grupo falou. E aí eu quero falar claramente pro colega que está aqui, diretor da UNIFA, eu tô tendo vergonha da postura da Unifal. Vergonha da postura do UNIFA. Vergonha. A Unifal ela é uma excelência acadêmica, assim Como o IF Sul de Minas. Nós precisamos fazer, e eu peço a vocês, um estudo independente, contratado por universidades, poder executivo e legislativo, pois nós não estamos
inicenciando mais uma atividade. Estamos mudando completamente a característica e o futuro desse local. Nós precisamos ouvir outro que não seja a empresa contratada pela Virides. A eles sempre vão botar cor-de-rosa. Nessa apresentação eles nem falaram do Monitoramento de 5 milhões de toneladas de argila listiviada quimicamente com ácido sulfúrico e amônia. Nem foi tratado aqui, gente. É parcial. É parcial. E aí vai dizer: "Concluímos, concluímos que é viável". Claro, ela foi contratada para dizer que é viável. Não há independência. E nós temos duas universidades, nós temos a UNIFA, professor Gunter, nós temos o IF Sul de
Minas, nós temos capacidade de contratar com recurso do poder executivo e Legislativo essas universidades para fazer um estudo independente, técnico e claro. Porque, gente, esse método não está validado no mundo. De você pegar a totalidade das 5 milhões de toneladas e listiviar todas quimicamente. Todas as 5 milhões de toneladas serão listiadas quimicamente. a inspiradora desse método chamada empresa A Clara sequer conseguiu licenciamento lá no Chile. E sabe por quê? Porque a Câmara de Vereadores e a Prefeitura Municipal de Penco no Chile Disse não a esse processo. Disse não e apresentou 2700 questionamentos técnicos, que é
o que nós precisamos fazer, gente. Nós precisamos compreender que isso precisa ser alterado. A China baniu o processo de listiviação, listiviamento usando amônia. A China baniu pelos impactos que eles tiveram ambientais na lei agora que eles têm a política de terras raras, agora estão substituindo amônia por magnésia e estão avançando muito bem em Guanzul com o Processo eletrocinético magnético que não usa água e não usa ácidos e não contamina as nossas águas com listiviação. É possível a gente conseguir explorar essa riqueza, essa riqueza que é nossa. Porque eu fico vendo, gente, as comunicações da Virides
e da Meteoric e da Axel junto aos seus acionistas. Eles estão dando risada, eles estão falando: "Nossa, tá fácil demais. Eu tô impressionado como o poço de Caldas, Caldas estão entregando para Nós de bandeja essa riqueza. Eles estão dando risada. Nós precisamos qualidade técnica e avaliação. A China tá alterando o método. O que tá vendo aqui não é novo. O que tá vindo aqui é o novo velho não testado. Essa empresa Viridídios foi criada em setembro de 2023. Ela não tem nenhuma experiência em inovação, nenhuma experiência em mineração, nenhuma experiência em terras raras. E isso
na UNIFA tá dizendo no edital que precisa ter experiência, Inovação. Qual experiência? A reciclagem de imã. Sim. que é uma outra empresa de Belfast maravilhoso e vou apoiar sempre a reciclagem de imbas e a produção e separação de óxidos, porque eles têm experiência, mas Avirides, experiência zero, zero. Esse método não é comprovado. Estamos servindo de cobaias e como zonas de sacrifício. Gente, eu não tô ganhando nada para estar aqui. Eu podia estar com meus filhos, podia estar com a minha esposa curtindo um dia lindo Desse nosso inverno maravilhoso na nossa região. Eu poderia est surfando
na onda. Eu sou físico, físico teórico. Eu podia estar ganhando dinheiro. Eu podia estar surfando nessa onda do benefício de curto prazo, desses 2000 empregos só para os primeiros 10 meses. Eu podia estar surfando na onda, mas eu tenho uma obrigação. Como cidadão do Planalto Vulcânico, dessa terra que eu tanto amo, com cidadão de Minas, do Brasil, enquanto profissional, enquanto pai de Família, os meus filhos que eu amo e que vão estar aqui para sempre, eu tenho obrigação de estar no lado certo da história. Nós precisamos outras vozes, precisamos fazer estudos técnicos, qualificados e aprofundados.
Não podemos aceitar de mão beijada e de joelho o que eles estão nos entregando através do novo velho. Eu conclamo a população de Poço de Caldas, conclamo a população de Águas da Prata, conclamo a população de Caldas, conclamo a População de Andradas. Vamos ter orgulho de quem somos e vamos lutar e negociar até o fim pelo respeito às nossas vidas, a nossa água, a poeira, porque nós merecemos viver. E essa riqueza os terras raras é nossa, não é da Austrália, é nossa. [Aplausos] [Aplausos] Obrigado, Daniel pelas suas palavras. Daniel também é um velho conhecido nessa
lida nossa da regularização ambiental, a Quem eu tenho profundo respeito. Eh, eu chamo agora a Associação de Líderes Comunitários de Poste Caldas, me parece que são duas pessoas também. A a inscrição foi feita em nome da associação. Eu gostaria muito que vocês se identificassem até para que eu possa desconhecer também. Tá bom? Pode vir. Vocês têm 8 minutos e aí vocês transam aí eh a divisão, tá bom? Tá joia. Script bonitinho aqui. Então, bom dia, pessoal. Me apresentando. Eu sou Iula Merola, presidente da Associação de Líderes Comunitários de Poos de Caldas. Pode falar você também,
né? Eu sou Rudra das, secretário e líder comunitário do Jardim Calter Clube. Pode ir, então. Tá. Eh, então a gente vai apresentar, primeiro eu vou apresentar para vocês a Associação de Líderes Comunitários de Poços de Caldas. Ela foi fundada em 2016, hoje ela conta com 16 líderes, já Chegando alguns, né, entrando nesse nesse movimento que qual que é o objetivo da associação de líderes comunitários? a gente representar e defender a sociedade com demandas do poder público. A gente se une para melhorar os nossos bairros, porque uma cidade só é boa quando ela é boa para
todos. e o lá que nós moramos. Então, a gente se uniu com esse objetivo de defender e de melhorar a sociedade, representando os moradores Perante as autoridades locais e outros órgãos governamentais, promover a participação cidadã e a mobilização comunitária. Por isso que estamos aqui, porque o empreendimento vai acontecer na zona sul e nós temos líderes comunitários na zona sul. organizar eventos e atividades de educação, a gente trabalha com isso, defender os direitos e interesses dos moradores e trabalhar em parceria com as organizações sociais e entidades Empresas privadas. Nós somos do diálogo. Eh, só para vocês
terem uma ideia, a gente já vem conversando com a Virides, participamos da Câmara Municipal, da audiência eh pública, onde levamos as demandas da população. Tivemos uma reunião com todos os moradores, eles trouxeram as demandas para a gente trazer para Viides e já entregamos uma carta compromisso para Viides dizendo quais são as preocupações e as demandas da sociedade. Agora você Termina. Não, calma aí, a gente não terminou. Eu preciso começar dizendo que eu tô até nervoso para poder falar dessa vez. E olha que isso não acontece com frequência. Eu anotei algumas coisas aqui para não deixar
passar nada o que a gente vai falar. Primeiro eu gostaria de falar o que são os líderes comunitários. Muitas vezes os bairros da cidade, a população em si, às vezes nem chega até os órgãos públicos para fazer as reclamações. Então os líderes Comunitários nos bairros são a ponte entre a população e o poder público. Então muitas vezes nós somos os primeiros a saber buraco na rua, problema no postinho e todos os problemas que nós sabemos que às vezes as pessoas nem sabem. Então, a importância da Associação de Líderes Comunitários é ser essa voz na cidade
como um todo. Nós estamos em diversos bairros na cidade, especialmente na zona sul. Nós temos ali os nossos líderes da Zona sul que vão falar posteriormente na hora que for a parte da fala deles com as perguntas. Eu gostaria de pedir por gentileza os líderes da zona sul. Arlene também. [Aplausos] Então, quando a Iula e eu falamos aqui, nós não estamos falando simplesmente a visão da Iula e a minha, mas a visão dos moradores da cidade como um todo e dos líderes em si. Nós buscamos realmente um uma um diálogo com a empresa. Tivemos Várias
reuniões com a empresa e várias reuniões com a população também para saber como que a população entendia o projeto e quais eram os problemas que a população via. E para nossa surpresa, muitas vezes a população nem conseguia entender a dimensão do projeto em si. Então nós acabamos fazendo um processo até que educativo para levar uma linguagem acessível pra população entender o que que estava se falando. Então nós sempre buscamos essa questão Do diálogo, tanto com a empresa quanto com a população. Na audiência pública que nós fizemos na Câmara Municipal, nós entregamos 24 questionamentos. Estudamos o
Aia e o Rima, né? Teve até um comentário muito interessante do vereador Dinei que eu vê ele em algum lugar por aqui, que ele até comentou que nós havíamos feito um trabalho que deveria ser feito talvez pelos órgãos públicos de rer lealmente o e a rima e fazer os questionamentos. Então nós já Contribuímos com essas 24 questionamentos. Nós deixamos várias perguntas também nos nossos questionamentos e os líderes vão fazer em várias áreas como empregabilidade. Então, como serão feitos essas contratações na zona sul? Serão feitas por moradores da zona sul? Serão feitas por pessoas de postos
de caudas? Como que isso será feita? Se os moradores da zona sul não tiver a qualificação educacional, como será Feita a capacitação para eles? Isso é extremamente importante que nós discutamos sobre isso. Nós também trouxemos questionamentos sobre biomonitoramento, eventuais partículas que vão ter de poluição na zona sul. Como que a gente vai verificar isso? Isso vai ser verificado onde e principalmente onde vão estar essas zonas de monitoramento como Kenned 1, Kennedy 2, Vila Matilde. Nós precisamos desses Biomonitoramentos sobre a infraestrutura, como será feita essa infraestrutura, o trânsito dos caminhões, como que isso será feito. E
também nós pedimos com bastante importância, sim, a transparência nesses dados que vão acontecer. Nós da população, nós precisamos saber como está sendo o projeto, a questão do biomonitoramento, nós precisamos ter informação, isso em tempo real e principalmente a participação da População. Então eu fico até com uma certa tristeza de olhar aqui e não ver isso aqui lotado. Uma cidade de 170.000 pessoas, nós não temos nem 1% da população aqui que não faz nem ideia do impacto que isso vai ter. Então, faz parte até mesmo dos líderes comunitários provocar ainda mais a população para tá realmente
participando desses momentos. Nós também nos nos preocupamos com a gentrificação. A gente entende que quando um projeto desse tamanho chega na Na região, isso tem melhorias de infraestrutura, isso tem melhoraria na nos serviços como um todo, mas nós sabemos também que existe o deslocamento dessa população que muitas vezes vai para outras regiões, a perda da identidade. E a gente pergunta essa gentrificação que pode acontecer principalmente na zona sul, quem será beneficiado com isso e quem pagará o custo? Então nós da associação nós vimos que tem enormes questões técnicas Ambientais que muitas vezes isso vai além
das nossas capacidades. Então nós focamos na antropologia da coisa, nós focamos no impacto da população da zona sul, no impacto das pessoas que muitas vezes não sabe nem o que é amônia, o que é ácido sulfúrico, mas sabe que vai ficar doente de repente pela emissão de partículas, vai saber várias outras questões. Então nós e a falta d'água, que era uma questão que nós tínhamos muito importante da zona sul. Quem é Daqui de Poste de Caldas sabe a questão que nós temos como a questão de água que nós temos na cidade. Então o que faz
a gente pensar como que isso será para a zona sul depois da implantação do empreendimento. Então nós trazemos esses questionamentos, questões mais específicas os líderes comunitários vão trazer para vocês, que aí realmente a gente vai trazer pontos muito direto para vocês. Muito obrigada. [Aplausos] Obrigado. Obrigado. Eh, dando sequência, a próxima próximo legitimado. Eh, pera aí, deixa eu deixa eu trocar um arquivo aqui. Eh, sor Paulo Neid Castro Júnior, prefeito municipal de Pós Caldas. Ele eh nós recebemos um ofício que ele seria Representado por dois secretários, o senhor Franco Otávio Tobias Martins, secretário municipal de desenvolvimento
Econômico e Senor Stefano Albino Zincone, secretário eh municipal de meio ambiente. [Aplausos] Eh, eu peço que identifique-se, por favor, secretário, e o senhor tem 8 minutos para fazer sua manifestação. Peço a equipe, ao plenário, que seja respeitado, sejam respeitados os 8 Minutos do do solicitante. Bom dia a todos. Eu sou o Franco Martins, secretário de pós de Caldas da parte econômica e trabalho, junto com o meu amigo Té aqui estamos representando o nosso prefeito. Eh, primeiramente eu gostaria de cumprimentar, agradecer a mesa e a todos presentes nessa audiência pública. É um espaço fundamental para o
diálogo democrático, para ouvirmos a sociedade, os especialistas, os órgãos públicos, o setor produtivo sobre terras Que impactam o futuro da nossa cidade. fazendo um paralelo aqui entre passado e futuro, eu sou nascido e criado aqui em Poços há mais de quatro décadas, então conheço um pouco da cidade, já vive vários momentos da de Poços de Caldas. Posso sempre conviver com a mineração de forma próxima e positiva. A história do nosso município está profundamente ligada à exploração mineral. Desde o fim dos anos 60, com a instalação da Alcoa, a época maior Produtora de alumínio do Brasil
e aeração curimbaba, vivemos uma fase marcante do movimento industrial de nossa cidade. Esta transformação foi essencial para PSO, deixasse de ser apenas um ponto turístico e passasse a ser também um polo industrial importante para o sul de Minas. A industrialização corada numeração gerou emprego, renda, infraestrutura e progresso. Foi graças à abundância de bachita, argilas repratárias e outros Minerais que podemos atrair grandes indústrias para a nossa cidade. Indústrias como eh fábricas de alumínio, fios e cabos, fertilizantes e refratários. Essa diversificação econômica foi continua sendo decisiva para o desenvolvimento de nossa cidade. Hoje estamos diante uma nova
oportunidade histórica, o projeto de exploração de terraçaras em nosso planalto. O projeto Colosso da Verides marca o início de uma nova etapa de Desenvolvimento econômico social para poos de Caldas. É importante destacar que a prefeitura municipal tem acompanhado esse processo de perto, com total consciência de seu potencial positivo para a cidade, assegurando que ele seja conduzido com responsabilidade, sustentabilidade e compromisso social. Terraçaras são elementos estratégicos para a economia do século XX, põe insumos fundamentais para a transção energética global e para os setores Tecnológicos de alta complexidade, como veículos elétricos, turbinas e painéis solares, microchips e
indústrias eletrônicas. Isso acho que todo mundo já sabe, né? Vivemos um novo momento deção no Brasil com modelo baseado em sustentabilidade, baixo carbono e inovação tecnológica. Como bem destacou o ministro Alexandre Silveira, a nova política mineral brasileira está fundamentada em três pilares: estimilar, estimular umação Sustentável, agregar agregar valor à produção nacional e bonizar licenciamento ambiental. O Brasil possui umas reservas expressivas de lítio, nióbio, cobre, cobalto e claro terraçaras, que são ativos geopolíticos estratégico para o futuro do planeta. Nosso foco precisa ser cada vez mais o desenvolvimento da cadeia produtiva completa que impostos, a geração de
emprego qualificado, a promoção de pesquisa científica, atração de Investimentos com segurança jurídica, arrecadação de tributos locais são elementos fundamentais para que essa riqueza mineral se traduza em bem-estar real para a nossa população. E os núbios comprovam isso. Um estudo recente do Ibran mostra que cada de 10 e de 10 dos 15 municípios com maior arrecadação do CFM, compensação financeira pela exploração de recursos minerais, o Brasil tem esse desenvolvimento, o IDH í desenvolvimento urbano superior à média Nacional. Isso demonstra de forma clara que a mineração, quando aliada a políticas públicas estruturadas e uma gestão municipal responsável
pode ser um verdadeiro motor de transformação social. É preciso também enfrentar os preconceitos históricos que ainda servem com a mineração. Sabemos que noss que no passado a falta de tecnologias adequadas e deselações ambientais resultou em impactos negativos, mas os tempos Mudaram. Os avanços técnicos com controle e fiscalação são rigorosos. É possível explorar com responsabilidade, minimizando os impactos e promovendo o desmentento sustentável. Portanto, posso que já viveu ciclos de ouro com turismo e indústria, agora tem diante de si um novo promissor se um novo e promissor capítulo com as terras saras na história de Poos de
Caldas. Com trabalho sério, transparente, compromisso ambiental e Foco no desenho social, teremos de tudo para transformar essa riqueza mineral em qualidade de vida para nossa população. Esse é o momento de unimos forças, poder público, iniciativa privada, cade civil. A mineração, como sempre foi de nossa história e pode pode ser e deve ser aliada ao progresso e inclusão do futuro promissor de Poos de Caldas. Obrigado. [Aplausos] Bom dia. É uma honra estar aqui hoje nessa audiência pública representando a Prefeitura Municipal de Poos de Caldas por meio da Secretaria do Meio Ambiente e Sustentabilidade. Quero iniciar saudando
a todos os presentes nessa audiência e todos que nos acompanham pelo YouTube. Estamos aqui hoje para discutir um tema de grande importância para o desenvolvimento sustentável do nosso município, que envolve a explotação mineral de um grupo de elementos químicos, que são os terras Raras. Se a nossa sociedade busca a independência dos combustíveis fósseis e a diminuição da emissão dos gases do efeito estufa, os elementos terras raras possuem fator preponderante neste processo. De maneira geral, correspondem a um grupo de metais relativamente leves, de importância estratégica para uma economia de baixo carbono e alta tecnologia. O Brasil
e especialmente o estado de Minas possuem enorme potencial na Exploração desses recursos, o que pode nos trazer um grande desenvolvimento econômico para a região, mas também exige uma gestão ambiental responsável e transparente. Sustentabilidade significa preservação dos recursos naturais, o que exige a implementação de processos minerários que minimizem impactos ambientais e sociais e não provoquem prejuízos irreversíveis. Poços de Caldas tem uma identidade minerária profundamente ligado à sua História e sua identidade. No início do século passado, destacou-se pela exportação de Zircônio. Desde a década de 50 participa ativamente de todo o ciclo do alumínio e agora presencia
o surgimento da cadeia produtiva dos elementos terra-çaras. O Estado de Minas, por meio da Secretaria Estadual do Meio Ambiente, tem conduzido um rigoroso processo de licenciamento ambiental para garantir que essas atividades sejam realizadas com Segurança e dentro das melhores práticas ambientais. É importante esclarecer que a competência para avaliar o pedido de licenciamento ambiental cabe ao estado de Minas, por meio da Secretaria do Meio Ambiente e a Fundação Estadual do Meio Ambiente. Ou seja, a SEMAD e a FEAN são os órgãos estaduais que avaliam e licenciam a exploração mineral na nossa região. No entanto, a Prefeitura
Municipal de Poços está acompanhando Todo o processo com muita atenção, preocupando-se com os riscos e impactos ambientais que essa atividade pode causar a nossa região. A missão da FEAN é desenvolver e implementar políticas públicas voltadas para a preservação ambiental. E o objetivo da Secretaria Municipal do Meio Ambiente é acompanhar de perto todo o processo, sugerindo estratégias para preservar nossos recursos hídricos e ecológicos. promovendo um modelo de desenvolvimento Sustentável para nosso município. As medidas mitigatórias e compensatórias serão definidas por estes órgãos e o nosso papel como poder executivo é manter uma interlocução com estes órgãos para
que as demandas do município sejam contempladas neste processo. reafirma o compromisso da Secretaria Municipal de Meio Ambiente com a transparência, a responsabilidade e o diálogo contínuo com a sociedade e as empresas do setor. Muito obrigado. Obrigado, secretário. Obrigado, secretário. Eh, o último dos legitimados agora dentro da nossa listagem é Jean Paulo Giovanini Fresch, representante de 50 cidadãos organizados. Boa tarde a todos. Meu nome é Jean, eu sou professor da UNIFA. Eh, atualmente sou presidente da comissão de implementação do Parque Tecnológico da UNIFA e o pedido foi no sentido da gente explicar um pouquinho o que
a UNIFA tem como parceria com a Virides e os frutos Que ela pode dar, mas também associado a outros fatores que t preocupação e acho que a associação a gente pode responder muitas perguntas que foram questionadas aqui. Eh, eu conheço outras universidades, sei da importância dos parques tecnológicos de outras universidades. Desses parques, eh, surgiram inúmeras empresas importantes mundo, por exemplo, a Google. Eh, e é um sonho da universidade há muito tempo ter esse parque Tecnológico e e a gente vem trabalhando por isso há muito tempo. Com isso, foi criado então a a legislação dentro da
universidade para isso. Foi aprovado todos em todos os órgãos, né, o Conselho Universitário e foi publicado um edital com sessão de quatro áreas. Eh, dessas quatro áreas, uma das áreas foi solicitada pela Virides. Eh, isso é extremamente importante paraa universidade, paraa ciência, para tecnologia. foi falado Aqui em processos mais antigos, processos mais novos e a universidade pode, como conhecimento que ela tem em ciência e tecnologia, melhorar esses processos, eh eh atualizar esses processos, diversificar esses processos, uma vez que a universidade tem como pilar três eh direções, o ensino, a pesquisa e a extensão. O ensino,
muitas vezes, os nossos alunos não têm um conhecimento prático, então essa essa parceria, esse parque Tecnológico vai nos fornecer ou pode fornecer esse conhecimento. A pesquisa, o desenvolvimento de novos materiais, materiais menos agressivos, tecnologias novas que podem associar a qualquer uma das empresas. Hoje nós temos mais três áreas de sessão e outras áreas de sessão podem ser colocadas à disposição de qualquer empresa que tem interesse em qualquer área de conhecimento que necessite de uma parceria com a universidade. Ah, isso vai nos dar uma potencialidade muito grande, uma autonomia do conhecimento, uma diversificação do conhecimento para
que a gente não dependa de tecnologias externas e aprenda a fazer a nossa a nossa maneira com relação à ciência, com relação à mineração, com relação às outras áreas. Neste mesmo parque, eh, vai ser construído ou tá sendo proposto, tá sendo trabalhado um centro de monitoramento ambiental. E estamos torcendo para que isso saia logo, né? Estamos trabalhando para isso. E nesse centro vai ser monitorado a água, o solo, o sedimento e o ar. Então, nós podemos como universidade propor novas tecnologias de monitoramento, coletar o ar em diferentes regiões da cidade, levar para a universidade, fazer
esses estudos, acho que muito mais do que bioestudos, químio estudos, né, vamos dizer assim, dos compostos químicos e a Gente poder ter essas informações. Como universidade pública, o dado da universidade é público, tá? Eu acho que o grande problema para qualquer indústria no mundo ou qualquer eh perigo da indústria no mundo não é o a implementação da indústria ou ativação da indústria ou ação da indústria. É sim o não conhecimento do que tá sendo produzido. Se a gente monitorar a todo momento todos os pontos de perigo que podem ter, a gente pode descobrir se Esses
pontos são reais, como mitigar ou como remediar, né, e como tratar esses processos. Eu acho que o grande problema é a falta de conhecimento desses pontos. Vamos dar um exemplo bem fácil. A gente pode ter uma plantação de laranja aqui perto que não tá sendo monitorada. e que tá descartando pesticida na água e a gente tá consumindo esse pesticida. Então, o mais importante talvez seja a gente monitorar isso, desenvolver Conhecimento, desenvolver tecnologia para que a gente possa conhecer o problema e remediar. Essa é a função da universidade, tá? Por fim, eu gostaria só de colocar
que a universidade ela é pública federal. Qualquer ente de qualquer região, municipal, estadual ou federal pode se associar à universidade para fazer qualquer tipo de estudo, qualquer tipo de pesquisa que seja importante pra sociedade. Tá bom? Muito [Aplausos] Obrigado. Pesquisa financiada, pesquisaada. Pesquisa financiada, pesquisa enviesada. Pesquisa financiada, pesquisa enviesada. Pratos, [Música] pessoal. Vamos lá. Eh, vencemos então a segunda etapa da nossa da nossa do nosso roteiro da organização da audiência pública, que foi a fala dos legitimados. Agradeço a participação de todos e vamos partir paraa terceira parte que é a a Parte de fato da
participação social que a gente vai correr à lista de inscritos e ouvi-los aqui na na nossa plenária. Eh, algumas alguns detalhes antes da gente abrir essa terceira fase. nós nós chamaremos eh nominalmente os os inscritos. Eu vou questionar e aí é importante que estes inscritos declarem, né, sobre a sua eh convicção se são representantes da comunidade ou se tem alguma ligação com a empresa para que a gente registre. aja Vista que dos 36 inscritos, oito eh são destinados pelo regimento a a pessoas ligadas ao empreendimento, tá? Então, assim que você for chamado, eu vou lhe
vou perguntar o nome. A pessoa vai dizer o nome e vai dizer se ela é ou não vinculado a empreendimento. Nós faremos aqui a anotação a fim de que a hora que tivermos os oito inscritos, esta eh e esta esta esse benefício, essa prerrogativa do empreendimento estaria aí eh saturado e observado. E aí os Demais necessariamente têm que ser eh membros da comunidade em geral. Uma outra questão que eu quero advertir ao empreendimento é que atentem-se às perguntas, atentem-se às questões que estão sendo levantadas e façam respostas diretas e coerentes àquilo que os os membros
da comunidade, os inscritos, eh, estiverem questionando, tá? Eh, eventualmente se a gente verificar algum alguma solicitação, Daniel, Eh eventualmente se a gente tiver alguma resposta que esteja tangenciando, evasiva pelo regimento, eu posso solicitar que vocês eh repitam e se aprofundem, tá? Então esse é uma é um cuidado que eu solicito à empresa para que as respostas, para que as abordagem abordagens estejam eh intrinsecamente ligadas àquilo que esteja sendo solicitado ou manifestado pelos inscritos. Bom, dito isso, eh, eu vou iniciar aqui então a terceira fase e Chamo a a nossa plenária, eh, Natália Francisco, [Aplausos] senhorita
Natália, então a senhora tem 3 minutos e eu questiono se a senhora é representante da empresa. Com certeza. Não. Inclusive é bom você perguntar se é direta ou indireto, porque são oito diretos. Sen, eu faço a gestão, a gestão aqui, fique tranquilo, tá? A senhora é ou não representante do empreendimento? Não sou. Ok. Então a senhora tem 3 Minutos. Ok. Olá a todas e todos. Eu me chamo Natália Francisco, sou pesquisadora da UFMG e do Observatório das Metrópoles. Eh, mas eu tô aqui hoje para falar, não como pesquisadora da dos impactos socioambientais, que é a
minha área de pesquisa, mas eu tô aqui para falar como a Natália, que é poços caldense e moradora da zona sul, essa região da nossa cidade que já sofre com vários processos de vulnerabilidade social e ambiental que são Historicamente sobrepostas. Eh, a gente a gente é afetado nos períodos de seca por falta de água e nos períodos de cheia por inundações. E quem vive na zona sul sabe que é recorrente que a gente tenha problemas associados à respiração por conta da poluição. E não é difícil imaginar por quê? Porque há mais de 50 anos nós
somos expostos aos efeitos, aos impactos negativos de atividades poluidoras que se instalam na nossa região. Eh, o Jardim Kennedy, por exemplo, ele tá na zona de alto salvamento de sete das nove barragens de rejeito de de resíduo de bachita da Alcoa. E entre essas barragens, inclusive elas estão na lista de barragens prioritárias para a gestão de segurança, que foi publicado no último relatório de segurança de barragens. Então significa que essas barragens não estão atendendo aos critérios de segurança estabelecidos. O que significa que a gente tem uma Questão ambiental super delicada ali no Jardim Kennedy. Não
bastasse isso, agora a nossa população está sendo submetida a um novo projeto de grande impacto ambiental, que apesar do discurso da Virides de falar que a mineração sustentável, mineração sustentável não existe, é um empreendimento considerado classe seis de maior impacto ambiental que mais uma vez está recaindo sobre a população da zona sul. Isso que eu tô falando aqui tem um nome, se chama Racismo ambiental ou injustiça [Aplausos] ambiental, que é um processo de violentíssima produção do espaço que empurra as populações mais pobres, a classe trabalhadora e as minorias étnicas para as áreas ambientalmente fragilizadas, ao
passo que ao mesmo tempo colocam as atividades de grande impacto ambiental, recaindo sobre essa mesma população, criando ciclos sistêmicos de vulnerabilidade Socioambiental para uma mesma população. Eh, eu me pergunto se algum dos funcionários de alto escalão da Virides moram no Jardim Kennedy, no conjunto habitacional, no Vila Matilde. É uma pergunta retórica, porque eu tenho certeza que não moram. Inclusive, tem até que tomar cuidado para não dar ideia paraas eh paraa equipe de marketing dessas mineradoras, senão daqui a pouco tão colocando alguém Falando que mora na zona sul, só para poder usar de propaganda. Enfim, eu
poderia falar várias coisas porque tem várias coisas que estão erradas no estudo de impacto ambiental. Eu vou citar uma delas. Pra prazo encerrou, senhorita. Já deu seus 3 minutos, por gentileza. Eh, a próximo. [Aplausos] A próxima inscrita, Camila Aparecida Ferreira. Me desculpe, Carolina Aparecida Ferreira. Mil perdões. Senhorita. Eu questiono se é preposta ou eh funcionária da empresa de forma alguma. funcionário dessa empresa. OK. Então, a senhora tem 3 minutos. Bom dia a todos. Meu nome é Carolina Ferreira, eu sou cientista ambiental, poços caldeense e moradora da zona sul. Eu gostaria de falar com vocês hoje
uma questão muito importante, pelo Menos para Virides, né, que é a questão do da CFM. Vir tem falado bastante aí nas redes sociais dela de forma equivocada, inclusive, né, nas postagens, a empresa afirma que, entre aspas, a virides impulsionará o desenvolvimento econômico de Poços de Caldas ao contribuir significantemente com a arrecadação de impostos como a Cfé, compensação financeira pela exploração dos recursos minerais. É importante que fique claro Que a CFEN não é imposto, taxa ou contribuição social. Ela é uma compensação financeira, jurídica e obrigatória, novamente obrigatória que decorre da exploração dos das nossas terras ou
do nosso bem público, que são os nossos minerais. Em outras palavras, essa compensação é uma obrigação de pagamento ao estado por parte das empresas que exploram os recursos que pertencem à União. Então, a Virides está disseminando uma informação equivocada para a população. É muito importante que nossa população tenha muito claro isso, porque existe uma distorção nesse discurso sobre arrecadação. Segundo informou o diretor da empresa, será está previsto 148 milhões de dólares de lucro por ano, já que eles gostam tanto de falar de lucro e de dinheiro, né? E a nossa vida não vale nada para
eles. Isso R37 milhões deais. Então, pessoal, a gente tá acompanhando as contas aqui, né? Eles vão causar buracos de 40 m de profundidade em uma área que será maior do que a área da Serra do Cristo, numa atividade de alto impacto ambiental para nosso território, ameaçando a nossa qualidade de água, o nosso ar, a nossa vida, para que eles lucrem R 840 milhões de reais por ano e vão deixar pra gente cerca de 20 milhões apenas de Cfé. Esse valor para Eles é troco de pão. E o que é mais assustador que a gente que
que a gente nem sabe se esse valor é capaz de compensar os possíveis gastos públicos que a cidade vai ter com a saúde, com a infraestrutura pública de modo geral. Porque esses estudos sobre os impactos da mineração na infraestrutura pública que eu estou expondo aqui é que estamos diante de uma proposta indecente. Indecente. Conclua, por Favor. Avirides fica com lucro e posse os caldenses com a destruição. 20 milhões. 20 milhões por ano. Seu tempo acabou, se acabaram acabou o tempo de 3 minutos. [Aplausos] Eh, senhora Natália Fernandes Pena. Natália Fernandes Pena. Pessoal, eu eu sugiro
mais uma vez que atentem-se ao prazo regimental, tá? Para que a gente não tenha eh que ficar interrompendo a fala nem o raciocínio de De ninguém. Senhora, eh bom dia. Eh funcionária ou preposta da empresa? Funcionária. OK. Então primeiro primeiro dentre as vagas de eh a senhora tem 3 minutos para fazer uso da palavra. Posso começar? à vontade. Bom dia a todos e a todas. Eh, meu nome é Natália, eu sou engenheira de Minas, formada pela Universidade Federal de Alfenas e completei neste mês um ano atuando junto com a equipe da Virides. Mas hoje eu
não tô aqui falando como trabalhadora da Virides, e sim como moradora. A minha história com a mineração, ela sempre esteve presente na minha vida, mesmo antes de eu entender o que ela realmente significava. A minha mãe hoje, infelizmente, ela não está aqui presente, mas ela trabalhou por 10 anos na mineração Curimbaba. Ela começou, né, no empreendimento antes mesmo de eu Nascer e foi com o fruto do trabalho dela na mineração Curimbaba, que eu herdei a casa hoje, que eu nasci, cresci e moro aqui na zona sul também. Então, eu estudei a minha vida toda em
escola pública e foi ainda no ensino médio que eu tive a oportunidade de participar de um de uma bolsa de iniciação científica júnior na Universidade Federal de Alfenas, que foi onde eu descobri a minha vocação como Engenheira de minas. A mineração, então, ela fazia parte somente da minha história, da minha família, somente da história da população de Poços de Caldas. Só que durante a a minha faculdade eu tive a oportunidade de fazer estágio na Agência Nacional de Mineração, que poucos sabem aqui em Poços de Caldas nós temos uma unidade, sendo que nos outros estados a
Agência Nacional de Mineração, ela fica localizada somente nas Capitais. E nós temos uma unidade aqui em Poços de Caldas de agências de mineração, agência nacional de mineração, que ela fiscaliza as atividades de mineração de perto. Então nós temos aqui uma ANM, coisa que outras outras cidades não têm essa oportunidade de falar. E com isso eu ganhei a expertise, né, na parte do direito minerário. E ao me informar eu recebi outras propostas, né, de empresas na Área de mineração, mas a Virides me acolheu. A Virides me acolheu antes mesmo de eu formar, não foi como estagiária.
Eu já entrei ali eh, como CLT e eu acolhei o projeto juntamente porque hoje eu tenho orgulho de ser engenheira de minas. Senora, senhora, conclua, por favor. Acabou. Acabou seu tempo. Acabou o tempo. Eu tenho orgulho de ser engenheira de Pode cortar o microfone, [Aplausos] pessoal. Vamos lá. Acabou seu tempo. Eu vou chamar o próximo. Pessoal, calma. Vamos. O tempo vai ser respeitado. Meu microfone estava desligado, por isso que eu não interrompi antes. Vamos lá. [Música] Eh, agora eu chamo, já foram as três, foram as três, eu chamo os representantes do empreendimento para que façam
as eh devidas abordagens as Falas eh reiterando para que a as respostas venham de maneira assertiva aos questionamentos que foram feitos. Bom dia a todos e a todas. Senhora tem 6 minutos, tá? Tem. Obrigada. Bom dia a todos e a todas. Meu nome é Márcia Cunha. Eu sou gerente corporativa da empresa Virides Mineração. Eu reitero os agradecimentos pela presença e reafirmo a importância deste momento para a construção do processo democrático. Respondendo de forma bem objetiva a Carolina Aparecida Ferreira, agradeço inclusive a contribuição. A Cfem realmente é uma contribuição financeira pela exploração mineral. Nós sabemos que
é uma obrigação da empresa, assim como pagamento, desculpa, assim como o pagamento dos demais impostos em determinado momento. Pode ter sido manifestado juntamente falando juntamente com impostos, mas realmente é uma compensação financeira. Eh, a CEFEN, eh, ela É verificada com base, ela é somada, né, calculada, desculpa, com base em 2% do valor da arrecadação da empresa. A gente estima mais ou menos 50 BIB. E a soma dos impostos eh da empresa chegam a superar 30% do seu faturamento, o que significa mais ou menos 50.000. Acredito que obrigada. Bom dia. Novamente, complementando algumas informações, né, que
foram apresentadas, eh, a poeira foi um dos impactos identificados no nosso estudo Ambiental. Sem dúvida, um impacto relevante, que a gente vai tomar bastante cuidado, mas é muito importante a gente apresentar que o diagnóstico apresentado foi realizado dentro dos bairros, tá, pessoal? Então, é exatamente o objetivo de garantir que não haja alteração, de acordo com monitoramento pela legislação, pela resolução CONAMA e pelos parâmetros da Organização Mundial da Saúde, que valores não sejam eh ultrapassados Próximo às comunidades do empreendimento. Para isso, serão implantadas diversas medidas de mitigação. Nós temos controle de velocidade de veículos, manutenção preventiva
de máquinas e equipamentos, aspersão de vias não só de transporte, mas de áreas não pavimentadas, a implantação de uma cortina arbórea em volta de toda a área do empreendimento e o combate a incêndios florestais que são recorrentes na região. A gente tem uma Brigada aqui e eu acredito que tem esse mapeamento. Aproveitando o tempo que a gente tem, queria reforçar a informação de que não há uso de barragens no empreendimento. E, eh, com relação ao que foi trazido pelos solicitantes, né, vou aproveitar e responder alguns itens. Eh, a lei, a, o decreto estadual 47749 apresenta
a possibilidade de intervenção em APP e relocação de reservas legais para empreendimentos de utilidades públicas, declarado pela pelo Pela lei estadual florestal número 2922. Então, para isso, eh, estão sendo mapeadas todas as reservas legais e áreas de app. Para intervenção das áreas de APP, serão solicitadas possíveis eh autorizações, obviamente, que são competentes paraa próxima etapa, que é a licença de instalação. Vou aproveitar e reforçar a a, vamos falar assim, o que a obrigação, a obrigação legal nos traz, é que a gente está em fase de licença prévia. Por isso também as outorgas não São requeridas
nesse momento. As outorgas são requeridas a partir da licença de instalação, quando haverá efetivamente a intervenção para uso de recursos hídricos. Acredito que eh a gente conseguiu passar bastante dos pontos. Mais algum ponto para complementar? Obrigada. [Aplausos] Eh, bom dia a todos. Eu gostaria só de corrigir os valores informados pela Massa durante o discurso com relação à Arrecadação da CFEM. Eh, a gente tem estimado que será arrecadado aproximadamente R$ 50 milhões deais eh anualmente pelo Pera aí só um minutinho. Precisa do do prazo do cronômetro com o tempo remanescente. Eram 2 minutos e 39 quando
o representante do empreendimento começou a falar. Coloca para mim, por favor, para que a gente tenha igualdade. Senhores, se identifique, por favor, e aí a gente dá o prazo Remanescente. Põe aí para mim. Bom, meu nome é José Marques, sou diretor executivo da Verides. Eh, somente para corrigir os valores informados pela Márcia com relação à arrecadação da Cfé, a gente tem estimado que vai ser arrecadado aproximadamente R$ 50 milhões deais por ano com a título de pagamento de Cfem, correspondendo a 2% mais ou menos do faturamento da empresa. E, e, e além disso, e estima-se
que os pagamentos de impostos vão Totalizar aproximadamente 30% da arrecadação da empresa e esse valor seria acima de R$ 600 milhõesais, pagos anualmente também a título de impostos que vão ser convertidos paraa saúde, educação e diversas outras áreas eh que serão revertidos paraa população, né? [Aplausos] [Música] [Aplausos] Mais mais algum representante da empresa? Vocês ainda têm um Minuto. Bom, então vamos passar pro segundo bloco. Eh, senora Isabel Regina Figueiredo Espina [Aplausos] [Aplausos] Alves. Senhora Isabel, eu questiono se a senhora é funcionária ou preposta da empresa. Não, representa a OAB. OK. A Comissão de Direito Ambiental
e Minerário. OK. A senhora tem 3 minutos, Então, para fazer uso da palavra. Eh, bom dia a todos e a todas. Eh, a cumprimento a mesa, senhores todos presentes. Eh, em nome também dos representantes aqui da Comissão de Direito Ambiental, Dr. José Edberto e a Kiara. É com grande responsabilidade que a Ordem dos Advogados do Brasil, por meio de sua Comissão de Direito Ambiental e Minerário, participa dessa audiência Pública, reafirmando seu compromisso com a defesa do estado de direito, da justiça socioambiental, do desenvolvimento sustentável. O licenciamento ambiental é um instrumento central da política nacional de
meio ambiente, instituída pela Lei 6938/81 e visa compatibilizar o desenvolvimento econômico com a proteção dos recursos naturais. No caso da mineração, reconhecida como atividade de significativo impacto Ambiental potencial, nos termos da resolução do CONAMA número 0186 e da deliberação normativa COPAN número 217/17. Licenciamento adquire natureza estratégica e obrigatória. Mais do que um procedimento administrativo, o licenciamento representa a concretização do princípio da prevenção previsto no artigos 225, parágrafo 1º, inciso eh 4 da Constituição Federal e dos princípios da transparência e da participação Cidadã, assegurando a lei número 10.650/2003, 650/2003, acesso público à informação ambiental e do
decreto lei 99274/90. O licenciamento ambiental de empreendimentos minerários, em especial, exige a realização de licenciamento ambiental de empreendimentos minerários. em especial, exige a realização de estudo, impacto ambiental e seu relatório de impacto ambiental com Audiência pública obrigatória. É dever do Estado garantir que esse processo seja técnico, transparente, eficaz e juridicamente válido, respeitando as normas constitucionais, infraconstitucionais e tratados internacionais sobre o meio ambiente e direitos humanos. Isso inclui o respeito direitos da comunidades potencialmente afetadas à consulta prévia, livre e informada, conforme determina a convenção número 169 da 8 incorporada ao Ordenamento jurídico brasileiro decreto número/4. Neste
contexto, o papel da advocacia ambiental é essencial para assegurar que o licenciamento não se reduza a uma formalidade administrativa, mas que efetivamente preserve os direitos fundamentais, entre eles direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, o direito à informação, o direito à participação. Senhora, seu tempo acabou. Eh, só para finalizar, Senhora, seu tempo já acabou. Eh, vou chamar o próximo inscrito, Sr. Hamilton Vuô, né, Hamilton? Voou, voou. OK, senor Hamilton, o senhor é funcionário ou preposto da empresa? Não, não sou. OK. O senhor tem 3 minutos. O senhor tem 3 minutos para fazer o uso da palavra.
Senhores membros da mesa, senhoras e senhores, pessoal, só um minutinho, só um minutinho. Suspende O prazo. Isso é autode declaratório, pessoal. Eu fiz uma pergunta e ele tá dizendo que não é, a gente não tem, não existe a possibilidade aqui que eu faça uma obrigação do que eu faça uma conferência minuciosa, gente. Vamos lá. É autode declaratório, pessoal. Vamos lá. Vamos organizar. Vamos todo mundo respeitar. Vamos lá. Todo mundo respeitar. O senhor, eu vou perguntar mais uma vez, o senhor é funcionário preposto da Empresa? Não sou. OK. Então o senhor tem 3 minutos. Eu peço
que os senhores respeitem a fala do interessado. Conforme registrado na inscrição, eu represento a Associação dos Mineradores do Planalto de Poos de Caldas. Senhores membros da mesa, senhoras e senhores, ainda bom dia. Antes de falar sobre a mineração de terraçaras, devemos nos lembrar do que representa a mineração em nossas vidas e Que muitas das vezes nem nos damos conta. Ela está nas casas e prédios, nas ruas e rodovias, nos meios de transporte, de comunicação, na energia, na energia elétrica e na água tratada, em nossa alimentação, em nossos utensílios, nos equipamentos médicos, nos eletrônicos em geral,
ou seja, em praticamente tudo que a sociedade humana desenvolveu e faz uso desde a idade da pedra até os dias de hoje. Como se vê, a mineração é Imprescindível. desde que, por óbvio, seja realizada de acordo com as leis, regulamentos e princípios consagrados em todo o mundo para esta que é uma das atividades mais regulamentadas e fiscalizadas atividades econômicas deste país e a mineração em Poços de Caldas. A mineração por estas terras tem mais de 100 anos e ao longo desses anos gerou milhares de empregos e pagou milhões em Salários. Recolheu milhões em impostos e
taxas. Pagou milhões em royal aos proprietários dos imóveis rurais. Ampliou as áreas de matas com medidas compensatórias e voluntárias. Implantou unidades de conservação particulares, desenvolveu programas de educação ambiental, firmou parcerias diversas com entidades públicas e privadas, realizou inúmeras ações sociais com destaque para as doações dos Terrenos onde foram construídos os bairros São Sebastião 1 e 2, Vila Matilde, o terreno onde foram instalados a ETA 5 e a ETE3. TR e os prédios do Jardim Botânico. Adotou programas de voluntariado envolvendo seus empregados. Participou e ainda participa de colegiados que auxiliam o poder público, como o Codema,
o comitê de bacias do Mogipardo e Conselho Curador do Jandim Botânico. Desenvolveu métodos de Recuperação de áreas mineradas que são exemplo e modelo para todo o país. E as terras raras. As pesquisas realizadas até o momento mostram que os elementos de terras raras ocorrem em toda a caldeira vulcânica. revelando tratar-se simplesmente do melhor jazimento de terras raras até hoje encontrado no mundo. O empreendimento hora em licenciamento permitirá cortar pr lá. Seu tempo acabou, eu vou chamar o Próximo, senhora Virna Lígia de Santos de Araújo. Virna Líia Santos de Araújo. Eu questiono a senhora se a
senhora é funcionária ou preposta da empresa. Sim, sou funcionária. OK. Bom dia, pessoal. Senhora, tem 3 minutos para realizar sua fala. Obrigada. Bom dia, pessoal. Me chamo Virna, trabalho na Verites, coordenária financeira e de RH. Eh, sou nordestina de nascença, Mineira de criação. Cheguei em Postos de Caldas, muito nova, criança ainda. Estudei na no colégio municipal, Dr. José Vargas de Souza, me formei na Unifenas aqui de Poços de Caldas. Eh, e minha trajetória profissional, ela teve início quando na minha adolescência eu fiz trabalho voluntário. Eu trabalhei na clínica da alegria, onde eu visitava os hospitais
como doutora palhaça. E nessa época o pessoal da clínica da alegria iniciou uns trabalhos eh na zona sul. E Aí que minha história com essa com a zona sul começa. É um trabalho que através do teatro passava valores paraas crianças, adolescentes e jovens. Eh, e hoje é o local onde eu habito logo após que eu me casei. Enfim, eh, eu fui pra faculdade, trabalhei na Felps, hoje atual Prismia, trabalhei na Alcoa, trabalhei em uma startup de educação aqui em Poços de Caldas da ZUB. E hoje eu tenho a alegria de fazer parte do time da
Verites. Hoje eu gostaria de reforçar um pouco sobre esse lado humano da Verides. Ouvimos muito que a empresa ela é uma empresa australiana e de fato ela é, mas que emprega em quase sua totalidade brasileiros, pessoas comprometidas, fantásticas, eh, para fazer com que o seu trabalho, né, dê certo e que esse projeto possa acontecer. Eh, me lembro quando eu cheguei na Verides como a primeira CLT contratada para fazer parte da área administrativa e algumas pessoas Já estavam lá, né, nesse projeto, tocando projeto Éder, Claus, José e Maria, citando alfabeticamente. Eh, foram eles que me entrevistaram,
fizeram proposta e desde esse momento eu vi que era uma empresa séria e que o projeto era diferente e tinha tudo para dar certo. Eu pude ver como essas pessoas pensavam no melhor para cada um que ia chegando, é, para fazer parte do time. E por fim, montamos um time forte, comprometido, que ama o Que faz e faz de forma correta. É maravilhoso fazer parte desse time da Viides, pois nós somos pessoas cuidando de pessoas, eh, em muitos casos somos amigos. Somos um time que trabalha junto para que o projeto possa fazer eh possa dar
certo. E fazemos isso com muita responsabilidade, respeito com cada um de nós e respeito com o meio ambiente. Eu acredito que Postos mereça uma empresa séria como a Verites, que assim Tão jovem já fez diferença nas nossas vidas e na na e na nossa cidade. Eu agradeço a todos. Muito obrigado pela atenção. OK. [Música] [Aplausos] Obrigado. Encerrado o nosso segundo bloco, eu chamo os representantes do empreendimento para que faça abordagem acerca das questões que foram levantadas. Pessoal do empreendimento, quem for se manifestando, identifique-se Antes para que a gente deixe registrado até para que as pessoas
que estão nos acompanhando aí pela plataforma do YouTube tenham ciência de quem tá falando, por gentileza. Você tem, o senhor tem 6 minutos, tá? Ok. Boa tarde a todos novamente. Meu nome é José Marques, sou o diretor executivo da Verrides. Eh, como esse bloco não teve perguntas específicas, né, sobre o nosso projeto, eu gostaria de fazer referência a a uma fala específica do Daniel Durante o discurso dele com relação ao processo tecnológico que a Viides está empregando para fazer o beneficiamento do minério, né? Eh, para isso, eu gostaria de esclarecer um pouco os tipos de
depósito de terraçaras que existem, que podem ser simplificados em dois tipos, né? A gente tem os depósitos de terraçaros do tipo rochadura e os depósitos de terraçaras do tipo argiliônica, né? O depósito de terraçaras que ocorre em Poços de Caldas É do tipo argile e isso representa uma grande vantagem em relação ao de rocha dura, não só do ponto de vista econômico, mas também com relação aos impactos eh ambientais negativos que os de rocha dura geram, né? A título de exemplo, os depósitos tidos como rochadura, eles normalmente apresentam grande quantidade de elementos radioativos e exige
um cuidado muito especial eh durante o processo de Beneficiamento e exposição dos resíduos em virtude disso, né? Além disso, os terraçaras estão na forma mineral, o que requer um gasto energético muito alto para fazer a extração deles e a concentração na forma de sulfato de terraçara, de carbonato de terraçaras. Eh, eu sei muito bem disso porque eu vivi durante 12 anos trabalhando na CBMM, que é uma empresa de referência que gastou eh recursos significativos desenvolvendo projeto de terraçaras do Tipo Rochadura. Eh, enfrentou diversos desafios e durante mais de 10 anos de desenvolvimento de projeto, o
projeto não se demonstrou economicamente viável. Em contrapartida, os depósitos de argila iônica, os terraçaros ocorrem absorvidos ionicamente nas argilas. E a extração dos terraçários nessa forma é muito mais simples e pode ser feita através de uma solução salina. Essa solução salina seria basicamente a adição de algum sal, Que pode ser o sulfato de amônio, o sulfato de magnésio, cloreto de sódio, deixando bem claro que a empresa testou diversos tipos de de sais em diversas concentrações até chegar no que seria um processo otimizado, eficiente, no qual a gente consegue ter uma extração eficiente, eh, reduzindo o
consumo ao máximo da adição do sulfato de amônio. Eh, inicialmente o processo estava sendo concebido com a adição de 0.5 molar de sulfato de amônio para fazer a Listiviação dos terraassaras. E com esses desenvolvimentos tecnológicos, a gente conseguiu reduzir em 40% o consumo desse sulfato de amônio que hoje tá na concentração de 0.5 molar. Então, são inúmeras vantagens eh e que os depósitos da geliônica apresentam e a gente tem trabalhado com as melhores empresas. eh de pesquisa, empresas de engenharia para garantir que o nosso processo seja eficiente. E a gente tem isso Demonstrado pelo baixo
custo operacional e que coloca o projeto Colossos como o projeto econômico, o projeto com menor custo operacional dentre os projetos da mesma categoria e que gera um menor impacto ambiental. Mentira também, né? Eh, essas empresas, tanto a Red quanto aito, são referências mundiais em projetos de extração de terraçaras, fazendo com que a gente tenha tranquilidade de estar utilizando o que há de melhor de tecnologia Atualmente. Obrigado. OK. Obrigado. [Música] Mais algum representante do empreendimento vai fazer uso da palavra? Perdão, cara. Nada. Imagina Carla, gerente de sustentabilidade da Viides, complementando dúvidas previamente apresentadas, a água utilizada
no processo industrial do projeto não será fornecida pelo DEMAI. O demain fornecerá água apenas para o uso humano e administrativo. A água será captada em Barramentos já existentes que hoje são utilizados para irrigação. Apenas trazendo um dado que foi retirado do manual de outorga do IGAN, o consumo de água para irrigação é cerca de 18 vezes maior do que o consumo de água proposto pro nosso uso industrial na mesma área. Logo, esse uso não será aumentado em relação ao que já acontece hoje. Aproveitando mais uma mais nosso tempo, é, o empreendimento está localizado na zona
sul, considerando a rigidez Locacional dos minérios existentes na região, obviamente obedecendo todas as legislações municipais, inclusive o plano diretor. Não há extração de minério em zar. O que acontece na área é apenas um acesso já existente. Por fim, o ácido sulfúrico foi previsto nos estudos ambientais no item de caracterização do empreendimento, como insumo e correção de pH. Mais uma informação trazida anteriormente. Os veículos pesados Circularão apenas dentro da área do empreendimento, sendo previstos no nosso estudo de tráfego, no máximo 10 veículos por dia, utilizando as vias públicas. Obrigado. Obrigado. Vamos abrir o terceiro bloco, eh,
chamando a senhora Milena Nascimento Rodrigues de Oliveira. Senora Milena, senhora é funcionária ou preposta da empresa? Sou da Federação das Indústrias de Minas Gerais. Bom dia a todos. Cumprimento a todos Aqui, a empresa, as ONGs ambientais, as instituições de ensino, prefeitura e todos aqui presente. Venho falar ao nome da Federação das Indústrias de Minas Gerais, a qual sou responsável aqui pelo Sul de Minas e pela zona da Mata Mineira. O projeto Colossos, que visa a extração de elementos de terras raras da empresa Virides, Mineração, tem a maior porção da ADA em área já antropizada. possuem
um modelo que abre caminho para ciclos sustentáveis, utilizando uma Metodologia do processo de backfield, que permite o retorno dos materiais sem valor econômico de volta para cava após o processo de lavra, reduzindo o impacto visual sobre a paisagem natural e apresenta soluções ambientais capazes de minimizar os impactos, incluindo a ausência de barragens de rejeito, reutilização de água e um consumo relativamente baixo de energia. Esses minerais desempenham papel crucial na transição energética Global, sendo indispensáveis para a fabricação de tecnologias limpas. Além disso, as terras raras são essenciais na produção de equipamentos eletrônicos de alta tecnologia, como
smartphones, computadores e equipamentos médicos, impulsionando a inovação, o desenvolvimento econômico e o bem-estar da população. algumas informações que foram nos questionadas. As fontes de águas termais, as atividades desenvolvidas Pelo projeto Colossos não influenciarão as fontes sermais do município de P de Caldas, uma vez que a cava atingirá uma profundidade máxima de 40 m. Enquanto as fontes termais estão associadas a um sistema de aquío fraturado com zona de circulação profunda, com profundidades superiores a 200 m e a 4 km de distância da área diretamente afetada. A estrada vicinal. A estrada vicinal Padre José, entre o acesso
ao Santuário da Mãe Rainha, será utilizada pela empresa, a Qual irá promover a gestão e planejamento de tráfego e sinalização, com parcerias com o poder público para a melhoria da manutenção das vias, especialmente nas localidad nas localizadas nas comunidades. Não há, não está previsto no projeto a intervenção em unidade de conservação. Portanto, a mineração responsável de terras raras não só atende a demanda crescente por energia limpa e tecnologias avançadas, mas Também desempenha um papel fundamental na promoção da sustentabilidade ambiental e no crescimento econômico de Poços de Caldas. Obrigada. [Aplausos] Mentira, mentira, mentira, mentira, mentira. Senor
Marcelo Viana Portela. Senhor Marcelo, o senhor é funcionário preposto da empresa? Não. Ok. Bom dia, pessoal. Senhor tem 3 Minutos para fazer uso da palavra. Senhor, obrigado. Bom dia, pessoal. Eu sou o Marcelo Portela. Eu sou gerente de unidade de operações da FIENG, né, representando aqui o SENAI, né, que trabalha para o desenvolvimento e qualificação profissional eh para a indústria, mineração e todas as outras indústrias no estado. Ao mesmo tempo, eu agradeço a presença do Rodrigo, que é o nosso presidente da FIeng Regional Sul, que está conosco aqui hoje participando. Agradeço a Virides, agradeço a
vocês da banca e a todos que estão participando e a oportunidade de eu poder falar um pouquinho sobre, né, quando a gente fala de mineração. Nesse momento eu não vou falar mineração, mas eu vou falar oportunidade. Oportunidade busca possibilidades e possibilidades traz o quê? Sonhos, tá? Então é muito importante a gente olhar isso. E só uma estatística muito só um minutinho, pessoal. Travo o prazo. Quer só Recontagem, por favor, para me interagar. Ok, pessoal. Vamos manter o respeito com a fala do do inscrito. OK. Vou solicitar vou solicitar que a gente tem mantenha o decoro,
mantenha o respeito para que nós possamos tocar nossa audiência pública, por gentileza. Senhor Marcelo retome sua fala. Obrigado pessoal pela compreensão. Então, então voltando no assunto, como eu tava falando, então a gente fala de Oportunidades e aí a gente vai muito no viés do ISD. E quando a gente fala de terras raras, né, quando a gente pesquisa o banco, né, de reservas de terras raras no mundo, o que que a gente vê? China em torno de 49% das reservas. Quem tá em segundo lugar? O Brasil com algo em torno de 23%. O terceiro lugar é
a Índia lá com 8%. Então, percebam o potencial que o Brasil possui hoje para poder ser um agente de mudança nessa transição que nós temos, que é a Energética. Então, hoje a transição mineral ela é necessária porque nós precisamos de de fazer acontecer a transição energética. E como que o SENAI tá nisso, né? Então assim, posso estar num meio de uma grande oportunidade de provocar esta mudança. Então hoje aqui nós temos empresas e nós temos muitas outras oportunidades que se mapeadas forem e como que o SENAI participa disso, né, dentro da Federação das Indústrias de
Minas Gerais. Dois Memorandos, né, de entendimento entre o SENAI e a St. George Brasil, né, foram assinados, né, em relação a terras raras com site, SENAI e TR, que é bom todo mundo conhecer, porque às vezes a gente fala muito, mas a gente não busca tanta informação e tanta referência. E esse site, né, é o nosso centro de inovação tecnológica do SENAI. E o ITR é o quê? É justamente o íã de terras raras. Então, na vanguarda da modernidade, através de uma transição energética, o SENAI já Está à frente com vários benchmarkings realizados. ao longo
do mundo. Então, o SENAI já tem o seu laboratório criado com esse MOW que é o memorando de entendimento. E a Fieng também por meio do SENAI, né, e a outras empresas multinacionais que têm o estado da arte nessa exploração também assinou um outro memorandum MOW para cooperação de desenvolvimento e para pesquisa. E nós temos também um outro ponto que é um instituto de terras raras do site, do Centro de Inovação Tecnológica, né, do do Terras Raras, que abrange um projeto que chama Caladão, que é uma área do Padre Paraíso no seu tempo acabou. Agradeço
pessoal. Obrigado pela sua fala. Senhora Ana Beatriz Sulato. Questiono se a senhora é funcionária ou preposta da empresa. OK. Então a senhora tem 3 minutos para fazer uso da palavra. Boa tarde a todos e a todas. Falo em nome da Investe Minas, a agência do Governo de Minas dedicada a atrair e apoiar investimentos para o estado. E é com muita convicção que afirmamos o projeto da Virides é extremamente bem-vindo. Estamos diante de uma oportunidade histórica. Pessoal, para o tempo para Vou pedir mais uma vez encarecidamente que respeitem a fala do inscrito. Estamos diante de uma
oportunidade histórica. Essa iniciativa está colocando Minas Gerais e Especialmente poços de Caldas no centro das atenções mundiais no setor de terras raras e da transição energética. Um setor estratégico altamente tecnológico, hoje concentrado na China. A implantação desse projeto é desenvolvimento econômico em sua melhor forma. Mais de 1000 empregos a serem gerados com prioridade para mão de obra local, formação técnica e qualificação profissional, incentivo à inovação e à pesquisa aplicada com transferência de Tecnologia e geração de impostos que retornem benefícios para a própria população. E vale lembrar, quando uma mineradora se instala, ela não vem sozinha.
Vem acompanhada de toda uma cadeia de crescimento, movimenta o comércio local, impulsiona pequenos e médios empreendedores e viabiliza melhorias em infraestrutura como estradas, energia e conectividade. Isso tudo está sendo feito com planejamento econômico e Desenvolvimento de políticas públicas sérias. E há um diferencial muito importante. O projeto não se limita à extração. Estamos falando do beneficiamento e processamento do minério aqui mesmo, o que significa agregar valor ao minério na origem. Isso multiplica empregos de arrecadação e oportunidades para a cidade. Além disso, o projeto está sendo rigorosamente regulado por todos os órgãos ambientais responsáveis, garantindo que nenhuma
Norma seja descumprida e que os compromissos ambientais e sociais sejam respeitados. Trata-se de uma iniciativa que respeita os limites legais, sociais e ambientais e que vem se estruturando com diálogo, transparência e responsabilidade. A Viiddes também assumiu compromissos claros com o Estado, como investimento em infraestrutura local, geração de empregos qualificados e desenvolvimento de tecnologias com instituições de Excelência, como as parcerias já em curso em Poços de Caldas e Lagoa Santa. O volume de investimento previsto, mais de R 1.hão300 milhões deais, é muito expressivo e terá impacto direto e duradouro na economia local. Empresas que atuam com
transparência, compromisso social e uso responsável dos dos recursos naturais são parceiras estratégicas para o nosso estado. E é por isso que a Investe Minas seguirá ao lado da Verides, apoiando projetos que Tragam progresso, conhecimento e qualidade de vida para as pessoas. Muito obrigado. OK. [Música] [Aplausos] [Música] Convido destrói a vida do povo. Discurso mentiroso. Mineração destrói a vida do povo. Eu convido o empreendimento para fazer a sua abordagem acerca dos temas que foram trazidos nesse Bloco. Vocês têm 6 minutos e e identifiquem-se quando Meu nome é Márcia Cunha. Nesse bloco não tivemos indagações e eu
queria aproveitar para complementar a fala da Ana e também respondendo já as as indagações dos líderes comunitários eh representados pela Iula e pelo Rudra com relação à geração de empregos e a prioridade local paraa zona sul. A contratação de mão de obra local será priorizada. Aliás, a empresa já vem priorizando a mão de obra Da zona sul. Já foi realizado o primeiro curso junto ao SENAI, Trilhas da Mineração, sem exigência de qualquer escolaridade mínima. Estamos estudando da melhor forma, diagnosticando o que a população necessita e deseja para a capacitação da mão de obra. Diálogo constante
com o poder público e as instituições de ensino t sido a nossa meta como forma de mitigação de todos os impactos da região. Obrigada. [Aplausos] [Música] Mais algum representante? OK. Então vamos abrir o quarto bloco de inscritos e eu convido o senhor César Aparecido Dutra. [Aplausos] Senhor César, o senhor é funcionário ao preposto da empresa? Não, eu sou consciente. OK. O senhor tem o senhor tem 3 minutos para fazer o uso da palavra. O porquê de eu ser contra a mineração de Poços de Caldas, carta aberta à população. Nas últimas semanas, especialmente na aula de
língua portuguesa, ouvi falar bastante sobre começar uma nova onda de mineração em postos de caudas. A mineração pode até trazer algumas coisas boas, assim como empregos, investimentos, mas coisas ruins podem ser muito maiores do que as boas. A mineração destrói o meio ambiente, polui os rios e pode provocar deslizamentos, como por exemplo, em Cidades como Brumadinho e Mariana, sem contar que vai prejudicar a saúde das pessoas que moram perto das áreas que serão mineradas. Poços de Caldas é uma cidade conhecida por suas belezas naturais, pelas águas termais e pelo turismo. Se a mineração acontecer, poderá
afetar tudo isso. A cidade pode perder os turistas e as fontes de água podem ser contaminadas. O que me preocupa é que essa mineração está sendo planejada em bairros onde moram muitas Famílias, como conjunto habitacional, Jardim Esperança, Jardim Paraíso, Jardim Kennedy e o bairro onde moro, São Bento. E saber que isso vai acontecer perto de casa me deixa apavorada. Eu penso nas pessoas ao meu redor, nas crianças, nos idosos e todos que moram aqui. Entendo que se asos moradores desses bairos tiverem que morar, para onde vão? Como vão ficar? Não há dúvidas de que a
população deve ser ouvida. Nós estudantes, professores, Pais e moradores podemos conversar sobre o assunto nas escolas, postar nas mídias sociais, organizar abaixo assinado e fazer reuniões. Em virtude do exposto acima, peço com muito respeito à Câmara Municipal de Poços de Caldas que pense na decisão de não autorizar essa mineração. Nós moradores, principalmente quem vive na zona sul, estamos preocupados e queremos ser ouvidos. Poços de Caldas é uma cidade linda e nós só queremos que ela continue sendo um Lugar bom de se viver. Não deixem que a mineração destrua isso. A nossa cidade vale muito mais
do que qualquer minério. Atenciosamente, GCG, aluna do 9o ano B da Escola Municipal Professor Júlio Bonaz Por Caldas. Essa aluna é a minha. Faço questão de colocar aqui a redação dela. Trabalhei durante dois meses esse tema incansavelmente para alertar pessoas de postos de caudas, pessoas conscientes que isso não faz bem. Sou professor com Muito orgulho, por isso disse que sou consciente. Sou consciente por alertar aqueles que precisam ser alertados, principalmente a população da zona sul, que será mais afetada. me apavora muito quanto numa empreitada para para explicar sobre essa mineração, muitos da zona sul não
saberem o que se trata, principalmente quando mostramos para ele o quão perto essa mineração tá na casa deles. E quando se fala tá longe de água que a que poços usa e aí represa certino De Brito, não usamos para captação de água. Seu caso acabou, seu tempo acabou. [Aplausos] Obrigado. Midação tem que acabar. Não, não vaiar. Eh, se Breno Silva Leal. Senhor Breno, eu questiono se o senhor é funcionário ou preposto da empresa. Sou, sou funcionário. OK. O senhor tem 3 minutos para fazer uso da palavra. Primeiramente, boa tarde a todos. Gostaria de me apresentar.
Meu Nome é Breno Silva Leal, tenho 31 anos, sou casado, nascido e crescido na zona sul aqui de P Caldas, no bairro São Sebastião. Durante a minha vida, minha infância, a minha adolescência, estudei escola pública, ensino fundamental, escola municipal Maria de Junqueira, escola estadual no ensino médio, escola padrão do Parque das Nações e também durante a minha caminhada profissional estudei em várias instituições aqui de poços, como SENAI, SENAC e também o Instituto Federal. Eh, gostaria de falar um pouco sobre a questão da mineração aqui em Postos de Caldas. Desde 2012, assim que eu completei a
maioridade, eu trabalho em mineração aqui em Poços de Caldas. Trabalhei há muito tempo na mineração curimbaba. Eh, meus pais, principalmente, meu pai trabalhou muitos anos em mineração, também na mineração curimbaba, durante 20 anos como mecânico de manutenção industrial e sei, né, eh, Dentro da minha casa a gente sempre usuflo, né, vamos falar assim, dessa forma, eh, agora me fugiu a palavra, mas a o sustento da nossa casa sempre foi através de mineração. Então eu vejo também que a cidade de Postec Caldas não só é uma cidade turística, mas também é uma cidade que é movida
por mineração. Eh, atualmente trabalho na virides mineração, eh, sou tecurança do trabalho e vejo a responsabilidade hoje que a Empresa tem referente à prevenção de acidentes e das doenças ocupacionais. Eh, promovemos diversos trabalhos como conscientização, treinamento, capacitação dos nossos colaboradores. E a intenção disso tudo é promover uma cultura de segurança cada vez mais forte pra gente poder eliminar qualquer tipo de risco que possa eh prejudicar a integridade física e a saúde dos colaboradores. e também a Virides, né, Sobre a sua responsabilidade que tem no suporte financeiro para poder fazer segurança dentro da empresa, que isso
é o mais importante que eu vejo. E no mais, muito obrigado pela atenção de todos aí. Desejo a todos uma boa tarde. OK. Obrigado. [Aplausos] Próximo inscrito, Luciano Bernardino da Costa. [Aplausos] Senor Luciano, eu questiono tal qual Questionei seus pares, se o senhor é funcionário ou preposto da empresa. Só um instantinho aqui. Pera aí. OK. O senhor tem 3 minutos. O senhor é funcionário ou preposto? Eh, só um instantinho. Alô. Eu não sou funcionário. Eu sou nascido e criado aqui em Poo de Caldas, formado pela Unicamp e pertenço ao planeta solidário. E eu conheço bem
esses processos de exploração mineral que estão aqui, tá? Eh, eu gostaria de trazer uma dimensão Que até agora não foi trazida. vocês têm eh trazido até agora uma dimensão técnica, uma dimensão ambiental, social e elas e esses discursos já ficaram repetitivos aqui e elas acabam cobrindo muita coisa. Eu queria trazer agora um uma dimensão financeira, ou seja, que tá ligado diretamente ao quê? Como nós possos caldenses, estamos sendo vendidos no exterior, certo? como que boa parte da da da parte empresarial, tá, que tá no Que tá de alguma maneira correspondendo e andando aqui dentro desse
espaço mesmo, tá nos vendendo e vai ter uma alta lucratividade nisso. Então, por favor, eu vou colocar [Aplausos] aqui inser Bom, isso aqui é uma propaganda da Virco, eu não vou colocar ela inteira, tá? Mesmo porque ela tá em inglês, se eu tivesse oportunidade de mostrar aqui, eu ia aparecer com a legenda. Então vou só Ler o texto que tá dentro desse negócio. O sor house que tá aqui, ele deve conhecer muito bem esse texto. O recurso de classe mundial, no caso aqui da Birides, os custos de produção têm os custos de produção mais baixo
do mundo. Colossos entrega valores superiores, maximizando a lucratividade. Colossos demonstra robustez financeira capaz de superar flutuações financeiras do mercado de terras raras. Continua. O preço de DPI é de 6. Isso é o retorno Que ela tá dando. Por quilograma. O projeto entrega a pré-taxa de NPV de aproximadamente 719 milhões de dólares ou 113 bilhões de dólares australianos. Eu queria sublinhar dólares australianos. Para onde vai boa parte desse rendimento? E continua. Estamos estrategicamente posicionados para capitalizar com máximos custos de CAPEC e custos operacionais. Colossos oferece custos excepcionalmente baixos na vida Da mina a 6 a kilograma.
Ou seja, ela custa com todo esse parafernalha eh de implantação e social 6 g 6 por kg e rende 60, ou seja, 10 vezes mais, proporcionando uma rentabilidade inigualável. Se você for ver, a gente tá dentro da ordem do discurso financeiro. [Aplausos] [Música] Financeiro. Colonialista, Colonialistas, colonialistas, colonialistas, colonialistas. Eu chamo o pessoal representante do empreendimento para que faça abordagem acerca das dos três inscritos. Bom dia de novo. Meu nome é Carla, sou gerente de sustentabilidade da Virites, trazendo um pouquinho das esclarecimentos que o César trouxe, né, dos questionamentos, eh, o empreendimento possui impactos Ambientais, é
por isso que ele é passível de licenciamento ambiental e é por isso que estamos aqui discutindo a construção do projeto. Importante ressaltar que atualmente apenas 10% da área possui vegetação nativa e para cada supressão de vegetação serão realizadas compensações que atingem quase cinco vezes a área suprimida. Então nós estamos tratando aí de uma melhoria de uma área que atualmente é muito antropizada e nós vamos trazer o máximo Possível dessas compensações para pro município e de preferência na zona sul. Cerca de 27 ha de reserva legal serão intervindas. Isso ainda traz, isso significa que nós teremos
que relocar essas reservas legais e recuperar essas áreas. Apesar disso, nós temos que regularizar 13 propriedades rurais que atualmente possuem, por exemplo, eucalipto em suas propriedades rurais. Então, novamente, nós temos um ganho ambiental pela própria proposta de Relocação, trazendo vegetação nativa e regularizando as áreas fundiárias. O empreendimento é próximo à comunidade da zona sul e todos os monitoramentos serão realizados dentro da comunidade. Isso garante que qualquer alteração seja identificada imediatamente de acordo com os padrões da CONAMA e da Organização Mundial da Saúde. Com relação a Saturnino de Burrito, é importante destacar que não há risco
de nenhum tipo de intervenção, uma vez que a Saturnino De Brito está considerada numa vertente oposta ao empreendimento com a rodovia Edmundo Cardilo separando as duas áreas. Isso significa tecnicamente que são subbacias diferentes, então não há nenhum tipo de carreamento, drenagem ou possibilidade de impacto a represa. Obrigado. Bom, boa tarde a todos novamente. É, meu nome é José Marques, sou diretor da Verides e gostaria de responder as perguntas relacionadas aos parâmetros econômicos da da Viides, né, Que foram levantadas pelo Luciano, né? Eh, primeiramente para esclarecer também a posição da Verit enquanto empresa estrangeira. Apesar de
ser empresa estrangeira, ela tá sujeita às regras do Brasil quanto a pagamento de impostos, arrecadações, como é feito para qualquer empresa privada do setor, né? Então, assim como é feito para Vale, como é feito para qualquer outra empresa privada, a Verides eh tem o compromisso de seguir as regras brasileiras quanto Ao pagamento de impostos. Com relação ao baixo custo operacional da Verides, isso foi obtido através de eh investimentos expressivos em tecnologias de beneficiamento mineral, no qual a gente conseguiu reduzir eh significativamente a quantidade de reagente nas etapas de remoção de pureza e precipitação de carbonato
principalmente. Isso porque a gente tá iniciando o nosso processo de listiviação com pH e de 4.5. É um pH Próximo ao neutro, né? Fazendo com que a gente precise de consumir menos reagente nessas etapas posteriores. Então, o nosso custo operacional ele foi reduzido em função disso. Usando menos reagentes, obrigatoriamente a gente eh tem um um impacto positivo e em cima dos resíduos que são gerados. Além disso, a distância de transporte eh da mina até a unidade de processamento de minério é uma distância curta quando comparado com outros projetos, fazendo com que essa Combinação traga um
custo operacional significativamente menor comparado com os nossos concorrentes, né? [Aplausos] Certo técnico já tá cansado de isso, já tá trocando. Vamos ao, a ao quarto bloco. Arlene Nogueira, Mareca. Arlene Nogueira. Boa tarde, senhora. eh funcionária ou préposta do Empreendimento. Boa tarde. Eh, não sou funcionária. OK. Obrigado, senhora. Boa tarde tr todos. Eh, eu preciso agradecer ao a FEAN, né, porque ontem nós tivemos uma uma prévia com ela aqui em Postecudas. Eu fiquei muito grata em conhecer vocês. Eh, e gostaria de fazer uma pergunta à empresa. Eh, nós temos uma concessionária própria que é o DME
com 89.000 unidades consumidoras. Mas a a maioria da população, a maioria da distribuição nossa é feita na zona sul Com 66.000 unidades. É sabido que a empresa Virides utilizará energia elétrica na planta e nas minas. A pergunta é: quem irá fazer todo o investimento em lias energizadas para chegar até o ponto de conexão mais próximo, que é a substação Saturnino de Brito, visto que tudo no setor elétrico é regulado e o consumidor é quem paga. Boa tarde. Obrigada. [Aplausos] Obrigado, senhor Nelson Henrique Filho. Nelson Henrique Filho. Bom dia, senhor Nelson. Questiono se o senhor é
funcionário ou preposto do empreendimento. Não, senhor. Boa tarde a todos. Sou o Nelson, pertenço à Associação dos Líderes Comunitários, represento o bairro Parque Esperança da Zona Sul. Eh, como líder, evidentemente que nós procuramos durante esse tempo ouvir as demandas e os e as perguntas da população local. E dentre elas aí vem Uma pergunta muito respeitosa à empresa. Eh, eu trouxe até por escrito para saber da empresa Virides se existe a pretensão de realizar a extração mineral no Morro do Ferro. A pergunta se baseia porque o Morro do Ferro é reconhecido como uma das regiões com
maior radioatividade natural do mundo, com taxas até 95,5 msv, né? Não sei se sigla técnica aqui que não vou entrar em Detalhes. Localizado na zona rural de poste de Caldas e é uma fonte histórica de preocupação da população devido à associação com casos de câncer e impactos ambientais. A região já foi cenário de mineração de urânio e ainda está em processo de remediação. Airides confirma ou descarta oficialmente esse plano atual ou futuro de exploração no Morro do Ferro. Essa é a pergunta. Essa área está contemplada Neste licenciamento ou será submetida ao novo processo? E na
sequência, nós gostaríamos de saber também através da associação da população da zona sul como líder comunitário da zona sul no Parque Esperança, a captação de água foi devidamente outorgada e como será garantido que o uso da água pela mineradora não agravará a crise hídrica local. O projeto prevê o uso de mais de 3 milhões de litros de água por dia entre beneficiamento, limpeza e aspessão de vias, sendo parte fornecida pelo DEMAI, Departamento Municipal de Água e Esgoto do município de Pocal e parte por reservatórios locais. Lembrando que no ano de 2024 a cidade já enfrentou
a escassez hídrica severa com bairros inteiros sem o abastecimento de água. Como será garantido que a operação Minerária não afetará ainda mais a segurança hídrica da população? É outra pergunta. A captação já está outorgada pelas autoridades competentes? Aí eu finalizo aqui e muito obrigado a todos. Obrigado. Obrigado, senor Nelson. Eh, Débora de Fátima Bernardes, Braga Viana. Senhora Débora. OK. Então eu passo ao É, mas aí a gente põe No final, não tem problema. Nós estamos no 16. Eh, Gleisson Francis Ferreira umtura. Tudo bem? Bom dia, senor Gon. Eu questiono se o senhor é representante ou
se o senhor é funcionário ou preposto do empreendimento. Não sou funcionário. OK. Obrigado. E o senhor tem 3 minutos para fazer uso da palavra, tá? OK. Obrigado. Boa tarde a todos. Meu nome é Gisson Tura, eu sou líder comunitário do bairro Jardim Kennedy 1 e 2. E eu trouxe aqui uma pergunta pra empresa Verides. Como a empresa pretende garantir que a supressão de nascente e atividade minerária não comprometa ainda mais o abastecimento de água na zona sul? Oeia admite a supressão de três nascentes e instalação da mina em torno de outras 14 nascente dentro da
área. É uma região já afetada por escassez hídrica. A zona sul de Poste de Cauras enfrenta problemas frequentes com falta de água, fornecimento e água turva, como nos bairros Jardim Kennedy 1 e 2, São Sebastião, Conjunto Habitacional, São Conrado e também um Jardim Itamarati. Como a empresa pretende proteger a integridade hídrica local, haverá monitoramento do nível do lençol freático? A população será compensada em caso de agravamento de escassez? Na Falta de água, a empresa pretende fazer o quê pra população? Aqui fica a minha pergunta. Muito obrigado. Obrigado, seu Nelson. Eu chamo os representantes do empreendimento
para que façam as abordagens. Eu tomei nota aqui eh a questão afeta o abastecimento de energia que foi questionado pela primeira inscrita, questão de possibilidade ou expectativa de mineração no morro do ferro e a Integridade hídrica. Foram três temas abordados no bloco e que seriam eh necessário que vocês fizessem eh uma participação específica sobre eles. OK? Então você tem se 6 minutos, por gentileza, identifiquem-se antes de falar. Perfeito. Eu agradeço. Meu nome é Márcia, eu sou gerente corporativa da empresa Virides. Eu vou abordar especificamente o eh a manifestação da Arlene e do Senr. Gleisson com
relação à questão do DME e do DEMAI. As demais Indagações serão auxiliadas pelos demais eh prepostos da empresa. Eh, a o município de Postos de Caldas e a empresa Viites Mineração firmou um protocolo de intenções. Esse protocolo de intenções é um ponto de partida, um documento preliminar. Ele não cria obrigações jurídicas imediatas, dependendo de acordos formais firmados por lei, termos, contratos ou convênios. O protocolo de intenções, ele apenas descreve os benefícios que podem ser Pleiteados por uma empresa com base no programa Avança Postos, que é uma lei municipal. A partir disso, se estabelece diálogos entre
as partes para que a parte verifique o que ela precisa de incentivo do município e avalie as contrapartidas para que esse incentivo seja concedido. Então, acho que essa questão é importante que fique clara. E nesse sentido eu já passo paraa questão do DME. Nós realmente necessitaremos de uma ligação eh até o empreendimento, mas Todas vai ser subsidiada pela Virides. Não vai haver investimentos ou recursos públicos. a Avirides vai arcar com os recursos desse investimento com relação à questão do abastecimento de água na zona sul e também na cidade, já estendendo a toda a população postos
caldense. Eh, o município a e a o município através do DEMAI, juntamente com a empresa, iniciaram diálogos para verificar como a empresa pode auxiliar na na captação de água pública. O DEMAI Está na fase de licitação da ampliação que vai dobrar a capacidade da ETA 5. Com essa dobra da capacidade a gente teria uma segurança aí pelo menos pelos próximos 20 anos, pelo que a gente analisou. A empresa vem conversando com DEMEMAI no sentido de estabelecer então a primeira parceria formal no sentido de auxiliarmos eles com recursos próprios para ampliação da ETA 5 e para
a construção da Dra. necessária. [Aplausos] [Música] [Aplausos] Obrigada na Austrália para nós que a nossa vão gastar. Boa tarde a todos. José Marques Davides. Vou endereçar a pergunta do Nelson com relação eh se a empresa tem planos de fazer extração mineral no Morro do Ferro. A gente não tem nenhum título minerário no Morro do Ferro. consequentemente não tem nenhum plano em Vista de fazer extração de minério nessa região. Aproveito para eh e já que a preocupação é com relação a a materiais radioativos, né? Aproveito para informar também que a VerIDS já submeteu à Comissão Nacional
de Energia Nuclear um relatório de informações preliminares contendo dados substanciais de milhares de amostras que foram coletadas na área de estudo, eh, no qual foram analisados elementos radioativos, né, e bem como emissividade. Com base nesse relatório Preliminar, a SENEM concedeu pra gente isenção prévia de licenciamento radiológico, eh porque ficou demonstrado que os, eh, limites de radiação do nosso material estão abaixo do exigido para licenciamento, né? Eh, o compromisso da CNEM com relação a esse projeto eh reavaliar os níveis de emissão radiológica assim que a gente entrar em operação. Então, deixando bem claro que é uma
isenção prévia do licenciamento e que a SENEM vai fazer Todas as verificações necessárias assim que a gente entrar em operação. Obrigado. OK. Bom dia, Carla, gerente de sustentabilidade da Virites. Complementando as dúvidas do seu Glesson, eh, eu queria ressaltar que foram mapeadas 98 nascentes na região, inclusive complementando o mapa base do IBGE, com todos os levantamentos em loco. Não haverá intervenção em 17 Nascentes, são três, realmente, como o senhor falou inicialmente. e a empresa apresentará um plano de monitoramento estratégico de água superficial e subterrânea, garantindo a manutenção da quantidade e qualidade na subbacia, como determinado
pela legislação. Isso será apresentado na etapa de licença de instalação perante o Instituto de Gestão das Águas de Minas, o IGAN, quando requerido às devidas outorgas, tanto para pesquisa subterrânea quanto para Captação superficial nos quatro barramentos que nós tratamos inicialmente. Importante ressaltar que a zona sul é integralmente abastecida pela ETA 5. Então, como a Márcia trouxe, essa parceria com o DEMAI garante a segurança hídrica para toda a região. Obrigado. OK. [Aplausos] Obrigado. Mentira. Mentira. Adaada. Eu fui informado que a senhora Débora já retornou, então, como eu havia pulado ela, eu vou chamá-la novamente e ela
vai abrir o próximo bloco. Débora de Fátima, Bernardes, Braga Viana. Bom dia. Questiono se a senhora é é funcionária ou preposta do empreendimento. Não. Ok. Então a senhora tem 3 minutos para fazer uso da palavra. Ok. Obrigado. Boa tarde a todos. Boa tarde, pessoal da liderança comunitária. Aí eu também faço parte da associação de Líderes comunitárias. Eh, sou vice-presidente, sou representante do São Bento e Santa Teresa da zona sul e eu vim trazer uma pergunta, né, para que possa ser respondida para nós. Como a empresa irá garantir que os resíduos do processamento de terras raras
não afetem o solo e as águas subterrâneas da região? Qual será o sistema de contenção, monitoramento e transparência desses resíduos? Quais penalidades estão previstas caso ocorram Vazamento ou danos ambientais? A minha pergunta da nossa comunidade São Bento Santa Teresa é essa. Muito obrigado e tenha uma boa tarde. Obrigado. Eh, Mateus José Moreira. Bom dia, senhor Mus. Senhor, dia. Eu questiono se o senhor é funcionário ou preposto da empresa. Sim, sou funcionário. OK. O senhor tem 3 minutos e eu advirto que é o quarto funcionário ou preposto da empresa. Boa tarde a todos. Gostaria, primeiramente, de
cumprimentar a mesa e todos os presentes. Meu nome é Mateus, eu sou geólogo e trabalho aqui no projeto Colossos há cerca de 1 ano e meio, praticamente desde o início do projeto aqui na no Imposto de Caldas. E hoje eu tô aqui não só como profissional da área, mas como alguém que vive o dia a dia do projeto e acredita de fato no que está sendo construído pela empresa. O projeto Colossos tem como foco a Pesquisa e futuramente a exploração de minerais de terra saras, elementos estratégicos presentes em tecnologias que usamos diariamente, celulares, carros elétricos,
turbinas eólicas. São insumos essenciais para transição energética e para um futuro mais sustentável. Desde o início, a Vides tem conduzido este trabalho com seriedade, transparência e respeito à legislação ambiental. Buscamos o diálogo constante Com os órgãos reguladores e estamos comprometidos com as melhores práticas de sustentabilidade, como o uso de técnicas de baixo impacto e a recuperação das áreas pesquisadas. Além da relevância mineral e tecnológica, o projeto também carrega um forte potencial de transformação local. A expectativa é gerar empregos qualificados, movimentar a economia da região e promover a captação de Profissionais de poços de caudas. Isso
significa mais oportunidades para quem vive em poços, valorizando o conhecimento, a mão de obra e os recursos da nossa própria comunidade. Como geólogo atuando em campo, posso afirmar que há um esforço real, diário para fazer tudo com responsabilidade, tanto com o meio ambiente quanto com as pessoas. Sabemos que nenhum projeto se sustenta sem respeito à comunidade e à natureza. E é Com esse olhar que a verid tem avançado seus trabalhos no município. Para finalizar, agradeço pela oportunidade de falar com vocês e reforço a importância do diálogo, de ouvir a comunidade e de estarmos sempre abestos
às sugestões e melhorias. Acredito que este projeto pode se tornar uma referência em boas práticas e desenvolvimento sustentável e construí-lo junto com a comunidade de poste de Caldas é fundamental para o futuro da nossa cidade. Muito obrigado. [Aplausos] O próximo agora é o senor Luiz Celso Correia de Souza. Senhor Luiz, o senhor é funcionário ou preposto da empresa? Não, o senhor tem 3 minutos. Tá bom. Boa tarde a todos e a todas. Meu nome é Luís Cels Correa de Souza, sou engenheiro de Telecom, aposentado e eu [Música] considero que o carro chefe da economia Nacional
é o minério e a mineração. Eh, e pós de Caldas tem o privilégio de ter em abundância esses minérios de alto valor. Então, não podemos perder essa oportunidade de arrecadar benefícios para o município e mais uma vez destacar pós de caudas no cenário nacional. Com relação aos impactos negativos que possam vir a ocorrer, cabe aos órgãos fiscalizadores tomar as devidas Providências. Obrigado a todos e até mais. [Aplausos] Chama a empresa para manifestação. Boa tarde, José Marques Daveides. Gostaria de agradecer a pergunta da Débora, líder comunitário do bairro São Bento. é uma pergunta extremamente relevante, eh
porque é um dos cuidados que a gente tá tendo em relação ao resíduo que vai ser gerado e vai ser retornado pras cavas eh com o Método backfield. Inicialmente a gente concebeu um processo no qual a gente havia identificado que não haveria necessidade de uma etapa de lavagem do resíduo, mas aprofundandoos a na aprofundando na caracterização posteriormente verificamos que para atender a legislação brasileira com relação aos níveis e principalmente de sulfato e de amônia, seria necessário eh submeter o resíduo a uma etapa de lavagem. E como Que essa etapa de lavagem acontece, né? É uma
etapa que a gente incluiu no nosso processo, que ela é uma etapa eh cara, né? É uma etapa eh que demanda um investimento significativo, correspondendo aproximadamente 20% do orçamento pro projeto, né? E a empresa faz questão eh que seja feito e com sobra, né? Com relação a isso, o a argila será lavada em tanques de aproximadamente 50 m de diâmetro. São três tanques previstos e é feita a Injeção de água contra fluxo. Com isso, a gente remove o excesso de sulfato e de amônia, garantindo que o resíduo final atenda a legislação brasileira quanto à disposição.
Eh, nesse sentido não haveria risco nenhum, né, retornar esse material para cava e a disposição dele vai ser feito seguindo alguns critérios técnicos para garantir depois que a área possa ser utilizada novamente pra agricultura, como é feito atualmente. [Aplausos] Obrigado. Vamos dar vamos dar início então ao sétimo bloco. Eu chamo o senhor Luan Vittor Dias Damião. Luan, você é funcionário ou preposto da empresa? Sou funcionário. OK. Tem 3 minutos. Bom, boa tarde a todos. Primeiramente gostaria de agradecer a oportunidade de estar aqui falando nessa audiência. Eh, meu nome é Luan, eu sou nascido, criado aqui
na cidade de Poste De Caldas. Sou morador daqui, sou funcionário da Virites e sou estudante de engenharia de produção na PUC Minas aqui em Post de Caldas. E eu gostaria de compartilhar um pouco com vocês sobre a minha jornada na empresa. Eh, em dezembro de 2023, eu recebi uma oportunidade de estágio dentro da Virides e onde eu pude aprender muito com todos os colaboradores envolvidos. E em 2024, em maio de 2024, eu fui Efetivado graças ao apoio e ao incentivo de todos os envolvidos na empresa. E nessa semana eu completei um ano como colaborador efetivo
na empresa. Com certeza que eu faço parte de um de uma jornada que tem contribuído muito pro meu crescimento profissional e pessoal, além de contribuir muito também para pro futuro de postos. Essa minha experiência com Virses é algo que eu considero fundamental para pro desenvolvimento eh profissional Eh de um de uma cidade. A importância da oportunidade para quem tá ingressando no mercado de trabalho ou quem já tá inserido é muito importante e a Virides vem conduzindo iso, conduzindo isso muito bem desde o seu início. Um estádio vai muito além da obrigação curricular que existe nele.
Ele é uma ponte entre a teoria e a prática e pode ser o início de uma carreira sólida, desde que haja espaço, incentivo e valorização. E a Viides tem feito isso Muito bem desde o início, investindo na capacitação de seus funcionários e incentivando. Infelizmente hoje encontrar empresas que realmente valoriza e investe nos seus colaboradores ainda é algo difícil. Por isso, faço questão de reconhecer e agradecer a postura que a Verides tem, que com certeza fez e faz muita diferença no meu desenvolvimento pessoal. Obrigado. [Aplausos] [Música] Eu chamo agora Thomas Alvice de Oliveira. Thomas, o senhor
é Boa tarde. O senhor é funcionário ou preposto da empresa? Não sou residente, morador. Ok, obrigado. O senhor tem 3 minutos. Eh, sou Tomás, eh, cidadão pós-caldense, residente há mais de 40 anos no município. Nessa condição e possuindo eh conhecimento técnico para avaliar o material disponibilizado pela empresa, Eu me sinto na obrigação de informar a comunidade e com todo respeito à apresentação que foi feita pela CL, que o EIA Rima denuncia falta de compreensão quanto à complexidade do funcionamento sistêmico da paisagem correlata ao maciço alcalino de poças de Caldas, sendo essa muito particular e de
exceção. Os estudos, particularmente os estudos do meio físico, são superficiais, dada a complexidade dos ambientes presentes. Além disso, Utilizam dados inadequados para as escalas cartográficas consideradas. A ausência de análises mais detalhadas sobre processo de superfície e subsuperfície. Dados são mal alinhavados e inconclusivos. não raro procura se igualar o impacto que será gerado pela mineração, aquele já produzido pelo meio eh antropizado. O tema recursos hídricos merece destaque, né? O maciço alcalino de pós de Caldas não tem água para sustentar o empreendimento dessa monta. Isso é conclusivo no Eia. E não é apresentada uma medida concreta para
mitigar esse reforço de escassez hídrica. apenas são citados projetos possíveis. A aguarar eh sol e rocha são fundamentais para que os sistemas ambientais mantenham os serviços ecossistemos que prestam o ambiente e a sociedade. Nesse sentido, a dinâmica da paisagem sequer é considerada a partir de uma abordagem integrada do meio físico em contato com o meio Socioeconômico. Pergunto, tem solidez e qualidade o material com essa estrutura? Como como cidadão postaldense, eu peço à empresa que respeite nosso patrimônio, o planalto alcalino de Pos de Caldas e toda a comunidade a ele correlata e aos órgãos envolvidos na
análise, né, do material que vai ser entregue, que sejam duros, né, pois o que está sendo colocado aqui hoje é a sobrevivência e a manutenção sadia, saudável da qualidade ambiental de todo Engendramento sistêmico que garantem o sustento dos municípios de Poças de Caldas, Caldas, Andradas e Águas da Prata. Obrigado. [Aplausos] Chamo aqui agora o senor senor Leonardo Mendonça Figueiredo. [Aplausos] Bom dia, senhor Leoneto. Eu questiono se o senhor é funcionário ou preposto da empresa. Não, não sou. Prendeu? OK, senhor. Tem 3 minutos. Eh, eu sou formado em relações internacionais pela UNESP e tenho uma experiência
de mestrado em território e sociedade e em Budapeste, Paris. E eu estudei Poços, que é uma cidade que da qual a gente tem orgulho. Todo mundo que tá aqui sabe que Poços é um tesouro, não é à toa que chama terras raras. Eh, só que muitas vezes fala das terras raras e tratam as pessoas de poços não como um tesouro, mas como resíduo, como o que resta. Então, as Lideranças de bairro tem que ficar muito atentas à questão. É emprego, emprego para poucas pessoas, nós sabemos disso. Vai desvalorizar quanto a zona sul? Porque não é
à toa que a prefeitura mudou pro lado de lá, não é à toa que o clube de golf mudou pro lado de lá. Tudo que é rico e bom imposto está indo para lá e estão tratando o pessoal da zona sul, que são os trabalhadores da cidade inteira como lixo, como como [Aplausos] Nós da unidade popular, a gente tá sempre na casa das pessoas, a gente vende jornal, a gente vai panfletar, a gente conversou com o pessoal da zona sul, não tá sabendo o que tá acontecendo. Cadê os vereadores para pagar um carro de som
para fazer propaganda disso? Porque quando as pessoas sabem o que tá prestes a acontecer, ninguém tá de acordo. E é horrível ver pessoas que nem de poos são ou que moram lá no Bortolã virem aqui e Falar que tá tudo bem. Pessoal do Zema vem aqui e fala que tá tudo bem. Pessoal da Austrália vem aqui e fala que tá tudo bem. E assim, eh, mais uma vez, é, o pessoal da Austrália, o que vão retirar aqui é matériapra. Matériapra que vai para onde? Porque eles prometem desenvolvimento aqui. Mas a gente conhece essa história. A
gente tem empresa aqui, gente, nem a Nutella aqui é mais barata, nem o Danô aqui é mais barato. Vocês acham que os frutos dessa Empresa vão vir para cá? Fruto de empresa internacional não fica no nacional. Se houvesse uma empresa nacional, se houvesse uma empresa de Minas de Postas, a gente até poderia conversar, mas é uma empresa da Austrália. Vocês acham que o celular de última geração vai vir para cá? Não vai. Vocês acham que o carro de última geração vai vir para cá? Não vai. não vem. E quando vem é um preço que ninguém
pode pagar. Então tem que ficar atento a isso. É, é são promessas. Eu sou a favor de empresário, inclusive empresário postos caldenses. Você tá ligado que eles não vão pagar IPTU? Tá no projeto. Eu tava na Câmara da última vez, a não ser que os vereadores tenham mudado isso, eles ficam prometendo que vão pagar imposto, que vão melhorar a cidade. Nem PTU eles querem pagar. E a gente conhece essa história. Promete emprego, dá 10% dos empregos prometidos. Porque a tecnologia Avança e eles falam: "Ah, gente, não tenho o que fazer. A tecnologia avançou. A gente
viu isso lá na zona oeste, nas empresas da zona oeste. Eu sou da zona oeste, tive que lidar com o fedozão lá um tempão porque eles prometem as coisas e vai vir para cá agora. Esse céu azul que tá lindo hoje em dia. Acabou. Acabou. E a gente vai lá, nós da UP, a gente vai lá vai apontar, tá vendo esse céu azul aqui, ó? É esse vereador que que aceitou esse projeto, ó. Não vota Nisso daqui nunca mais. Vereadores, prestem atenção, a gente não vai deixar o povo esquecer, até porque é algo muito fácil
de se lembrar. vai atrapalhar a vida das pessoas todos os dias. Muito obrigado. [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Aplausos] chama, chama a representação do empreendimento para que Faça um aporte acerca do do dos inscritos no grupo, no bloco. Identifiquem-se e vocês têm 6 minutos. Boa tarde. Eh, meu nome é Priscila, eu sou coordenadora geral dos estudos do estudo de impacto ambiental e do relatório de impacto de meio ambiente apresentado para a FEAN. Eh, gostaria de falar um pouco sobre o diagnóstico que foi elaborado aqui na região no ano de 2024. A CL esteve em campo paraa Realização
do diagnóstico, considerando todas as temáticas envolvidas no estudo de impacto ambiental, desde todas as temáticas do meio físico, incluindo qualidade do ar, ruído, vibração, solos, águas superficiais e subterrâneas, sedimentos, além de monitoramento de fauna, de flora e as entrevistas socioambientais que foram realizadas em toda a comunidade. É, nós gostaríamos de reforçar que alguns estudos ainda estão Em fase eh do licenciamento ambiental, como estudo de modelagem hidrogeológica, mas durante o a primeira fase, eh, entregue na fase agora atual de licença prévia que estamos, foram levantadas em campo 98 nascentes e apenas três destas serão afetadas pelo
empreendimento. Estas 98 nascentes, gostaria de reforçar que sete são intermitentes e duas delas estavam secas. Obrigada. É uma porcaria. É uma Porcaria. Faça um decente porque esse é uma porcaria. Meu nome é Márcia, eu sou gerente corporativa da empresa. Eu queria agradecer a o levantamento do tema isenção de PTU pelo senor Leonardo. Eh, e novamente eu preciso voltar no tema protocolo de intenções. O município e a empresa firmaram protocolo de intenções e esse protocolo ele apenas elenca os benefícios que estão constantes da lei que institui o programa Avança Poços. Então ele elenca as possibilidades que
o município tem para oferecer paraa empresa mediante contrapartidas que equilibrem essa concessão. Eh, em razão disso, não há concessão de IPTU, até porque instalaremos em zona rural. O IPTU é apenas uma modalidade que está dentro, uma possibilidade que está dentro do da lei do avança também a mesma vão pagar. É, com relação ao ISSQN, aproveitando a mesma a mesma Situação. Ele depende de uma lei específica onde a empresa eh faça uma proposta de contrapartidas pro município verificar se é viável ou não conceder o ISSQN. Então, automaticamente ele teria que passar por aprovação da Câmara Municipal.
Obrigada. [Música] eh, José Marques da Virides, eh, gostaria de responder, eh, especificamente algumas questões relacionados à localização do Projeto, né? O projeto ele tá sendo concebido próximo à zona sul em função da rigidez locacional. Eh, a gente tá condicionado aonde o minério ocorre, ele ocorre naquela região e além disso, a gente tá condicionado também aos títulos minerários que a empresa detém, que estão naquela região. Então, em função disso, a gente não consegue eh estabelecer esse projeto em uma outra região. Bom, dito isso, eu gostaria Também de eh falar um pouco sobre um compromisso que a
Verites tem. eh na transparência com relação ao diálogo que a gente estabelece com a comunidade. Eh, foram mais de 40 reuniões prévias feitas com líderes comunitários, com poder público, com instituições, eh, para poder apresentar o projeto, para poder esclarecer dúvidas, para poder eh entender quais são as preocupações das pessoas. E durante esse diálogo, a gente criou Várias conexões extremamente importantes com pessoas, com líderes que com certeza irão contribuir pro desenvolvimento do nosso projeto. Um outro nosso compromisso é com relação ao desenvolvimento industrial eh da produção de terraçaras. O projeto Colossos é focado na produção de
carbonato de terraçaras, mas a gente tem o projeto complementar feito com uma outra empresa australiana, com a Ionic Rare RS, eh, no qual a gente vai trazer Indústrias específicas pro Brasil com o objetivo de produzir óxido de terraçaras de alta pureza. Hoje essa produção de óxido de terraçaras é restrita a pouquíssimos países, eh, fazendo eh eh dessa forma o Brasil seria um dos poucos países capazes de produzir óxido de terraçaras, tanto a partir da reciclagem de ímas permanentes, que seriam sucatas de aerogeradores, eh, de motores elétricos, quanto do refino de carbonato de Terraçaras, né, seria
produzido pela Viides ou por alguma outra empresa. eh de Terraçaras. Bom, dito isso, o nosso compromisso, né, de trazer industrialização, desenvolvimento para o Brasil, eh, mais especificamente para Postos de Caldas, eh, tá atrelado com a política geral da empresa, né? [Música] Obrigado. Acima da vida das pessoas. Essa que é a política de vocês. Vamos iniciar o próximo bloco. Eu chamo senor Ivan Leleco, Filho. Bom dia, senhor Ivan. Eu questiono se o senhor é representante, perdão, funcionário ou preposto da empresa. Não. OK. Obrigado. Esse senhor tem 3 minutos para fazer uso da palavra. Fique à vontade.
Eu só gostaria de fazer uma reflexão com esse momento histórico que Post Caldas está vivendo e que algumas pessoas daqui pudessem refletir no sentido de quantas cidades mundo afora gostariam de ter esta dádiva de Deus, Que é esse jazimento de terras raras do seu município, que que vai poder engrandecer a cidade. engrandecer as pessoas para o tempo. Pera aí, se pera aí só um minutinho, pessoal. Pessoal, vamos esperar o senor Ivan fazer a manifestação dele, respeitar o direito dele de fala e depois a gente faz, vocês podem fazer as manifestações. Acredito também que acredito também
que a que essa mineração Vai trazer mais escolas para dar mais educação pra população também. Muito obrigado. Estuda, estudar. Próximo inscrito, senhor Joanir Oscar de Lima. Joanir Oscar de Lima. É isso. Não, vai pro bolso daí. Tá errado aqui, tá joan. Ah, 23. OK. Então, eu fui informado que é o número 23 na Inscrição, comunicou que não estaria aqui. Eu vou passar pro próximo, lembrando que a gente tem algumas inscrições suplementares para eventualmente substituir. Então, eh, eu passo pro próximo, Sabrina Blau. [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] Bom dia. Olá. Pergunto se a senhora é funcionária
ou preposta da empresa. Com certeza não. Então, a senhora tem 3 minutos. Fica à vontade. Boa tarde. A unidade popular está aqui hoje para se opor e denunciar o projeto Colossos em Poste de Caldas. Temos mais um exemplo aqui da exploração capitalista em sua forma mais contemporânea. A mesma que vende a precariedade como empreendedorismo, agora tenta vender a destruição como Modernidade e sustentabilidade. Afirmamos, sem o menor medo de errar, que esse projeto não é do interesse e não beneficiará as famílias de postos, os trabalhadores e as trabalhadoras da cidade, especialmente da zona sul. Nós da
unidade popular e outros partidos, movimentos sociais temos lutado pelo fim da escala 61, uma escala que condena o trabalhador a uma vida sem tempo adequado para descanso e lazer. Enquanto isso, a prefeitura e e a empresas como Virides lutam para criar um futuro onde as pessoas chegam em casa no final de um dia longo de trabalho, precisando limpar a poeira tóxica de suas casas e das roupas do varal. Em relatório publicado esse mês, o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais apontou que municípios eh mineradores sofrem mais com doenças respiratórias, circulatórias dos olhos e
ouvidos do que municípios sem essa atividade. Até Agora, nem a prefeitura nem empresa estão preocupados com isso. Não estão preocupados com as crianças com bronquite, com os idosos com saúde já frágil. Na audiência realizada na Câmara recentemente, um dos representantes da Verides afirmou que a poeira é inevitável. Não é inevitável se barrarmos esse projeto predatório. Investimentos em projetos sociais não reduzem poeira. A Virice tem falado muito sobre como o diálogo com a Comunidade é um princípio da empresa. Infelizmente podemos concluir que isso é mentira. Nós temos ido a diversos bairros da zona sul, jardim no
Contorno, Esperança, Conjunto, Parque Transações, conversando de casa em casa e das centenas pessoas com quem conversamos, conseguimos contar nos dedos quantas estavam sabendo. Foram pouquíssimas. Nessas conversas com as pessoas nos bairros, identificamos que ninguém, quando informado sobre as dimensões e os Impactos do projeto, conforme descritos pelo próprio relatório da empresa, achou um bom negócio para cidade de população. Mas tá sendo um bom negócio para alguém, para quem? Perguntamos a Fian como como deixar passar algo que ninguém quer a troco de nada. O retorno que a empresa tanto promete não chegará à população. A prefeitura está
dando água, luz, esgoto e apoio, entregando a cidade. Em troca ganhamos 179 empregos. Eles querem convencer as pessoas de que essa Destruição toda prevista vale a pena em troca de 179 empregos permanentes. Não vale, não queremos. As terras raras são utilizadas na fabricação de celulares, carros elétricos, entre outros. Mas a população não consegue nem pagar a passagem de ônibus da própria cidade. Imagina comprar carro elétrico. Mas isso é até no melhor dos casos, o que estamos vendo hoje é o uso de terras raras para fabricação de armas, bombas. Mas é só coincidência. A empresa podia
ter Colocado uma bomba como mascota em vez da onça. Uh. Não poderemos deixar de falar sobre o racismo ambiental do projeto e de como está sendo conduzido. Alguém aqui consegue imaginar um projeto desse porte, desse nível de destruição, sendo levado adiante nas áreas mais nobres da cidade? Não, né? Quando questionamos sobre os diversos impactos apontados pelo relatório, a empresa diz que vai seguir todas as exigências dos órgãos reguladores, mas temos visto em Minas empresas de mineração ignorando até a ordem esgotado. Tempo esgotado. [Aplausos] Senor Daniel Bueno Pisol. OK, vamos passar pro próximo. Eh, Breno Brun
Franca. [Aplausos] [Música] É o terceiro, é o terceiro do bloco. Beleza. Aí começa o próximo com Emílio. Boa tarde a todos presentes aqui. Só, só um segundo. Eu preciso fazer Naturalmente pela formalidade aqui um questionamento senhor eh funcionário ou preposto da empresa. Eh, se eu falar que sim, tira uma vaga. Não, brincadeira. Não, não sou. OK. Eh, a gente tá numa audiência pública e eu acho muito condizente a gente ter mais tempo de fala, né? É até meio ruim assim a população ter 3 minutos, enquanto a mineradora tem 40, mas tudo bem, né? Eu vou
terminar a fala da nossa camarada Sabrina para dar Continuidade ao que a gente quer falar, né? Quando questionado sobre diversos impactos apontados pelo relatório, a empresa diz que vai seguir todas as exigências dos órgãos reguladores, mas temos vistos em Minas Gerais empresas de mineração ignorando até ordem judicial que determinou a interrupção do processo. A realidade desse projeto será um enorme contraste com os vídeos lindos, bem editados, que vimos aqui hoje. Para quem vai ganhar muito Dinheiro com isso, a vida está como nos vídeos, para a população, destruição e depois abandono. não seremos cobaias. Essa fala
é muito importante a gente salientar e eu vou até me contradizer um pouquinho aqui, falar que eu até concordo com o vídeo e institucional da empresa numa única parte que ela fala: "Os impactos vão além da nossa cidade e vão mesmo, né? vão pegar a região inteira, como o nosso querido Daniel trouxe aqui, justamente porque isso não Se trata somente de Poços de Caldas, não se trata somente da zona azul, se trata da vida de milhares de trabalhadores que a partir de postos de caldas como Cobaia vai abrir margem, vai abrir boiada pras outras regiões
do nosso estado. Isso é um perigo. Não à toa a mineração de terras raras, como o próprio nome diz, e é meio difícil ter que falar o óbvio aqui, são raros. A gente não vai perder a oportunidade aqui, porque a gente que deveria estar barganhando com essa Qualidade que a gente tem. A gente que tem o direito, pelas nossas próprias terras, de pautar e debater o que faremos com as nossas próprias terras. É uma empresa australiana que vai chegar aqui, roubar o que é nosso, ir embora, fala de lucro, fala que vai trazer desenvolvimento. Mas
que desenvolvimento é esse que vai para seis dúzias, é meia dúzia de bilionários que vão embolsar. Aí o lucro vai todo para fora, enquanto o prejuízo fica com a população. Isso é Justo? É justo as crianças terem que respirar fumaça tóxica. É justo ter que idoso respirar a fumaça tóxica. É justo a gente ter que viver com precariedade. Poxa, nem contrapartida a gente tem um ônibus caro para caramba. Aí vai falar de carro elétrico sobre celular de ponta. Sabe o que que acontece com a América Latina? Ele não vem, não vai vir em celular, vai
vir bomba. É isso que acontece. A gente não vai ser mais uma vez uma colônia. A gente não vai ser Mais uma vez um projeto de destruição. A gente tem a população aqui presente. Eu queria ver essa audiência toda pimposa num lugar distante lá na praça da zona sul. Eu queria ver essa audiência em outro lugar que não esse de engravatados, né? Porque é difícil. A gente vai toda semana lá na zona sul. De 11 pessoas, 10 ali, a gente não sabe o que tá acontecendo. Uma acha que tá acontecendo em Caldas. Então assim, fala
que a população tá sabendo, mas ó, não Tá sabendo não. E se soubesse não passava boiada, não. Colalista, colalista, colalista, colodalista, colodalista, colodralista colalista. chamo a representação do empreendimento para fazer o aporte do bloco, destacando a questão da comunicação social, que foi Algo que foi reiterado, e também questões afetas à dispersão de particulados e saúde pública. Se vocês puderem eh abordar esses temas, identifique-se, por gentileza. E você tem, vocês têm 6 minutos para fazer uso da palavra. Carla, gerente de sustentabilidade da Virites. Com relação à comunicação social da empresa, eh vimos aí desde o início
da nossa atuação em Poços de Caldas com o diálogo sempre Aberto e transparente, realizando reuniões periódicas, não só para essa audiência pública, mas para acompanhamento dos nossos estudos. Foram realizadas diversas entrevistas em loco para a elaboração do nosso estudo ambiental, como inclusive cumprimento do termo de referência exigida pela FEAN. Até agora fizemos quase 50 reuniões prévias para a apresentação desse projeto com maior tempo de diálogo para que as pessoas tirassem suas dúvidas e Apresentassem suas contribuições que vêm sendo incorporadas no nosso projeto. Importante ressaltar que vimos também tratando um diálogo muito próximo com as as
lideranças locais para garantir que essas informações sejam repassadas ao máximo possível de moradores interessados. foi oferecido como eh preconizado na DN 225 de 2018, que é a legislação que rege a ocorrência dessa audiência pública. Transporte para todos os moradores da zona sul que tivessem Interesse em participar sem nenhum custo a eles. Não tivemos nenhum interessado. É, gostaria de reforçar ainda que a Viídium é a empresa que vai ser e implantada em postos de caudas em parceria com a Ionic Weare Earths, trará ainda mais empregos e desenvolvimento tecnológico com base na nas terras raras, verticalizando o
processo industrial e trazendo tecnologias mais limpas e modernas. Seguimos sempre à disposição para receber quem tiver Interesse de discutir e contribuir com o nosso projeto. Agradeço [Aplausos] [Música] [Aplausos] vocês t mais 4 minutos e 10. Desculpa, Fred. Carla pela Virides, eh, acho que você tinha ressaltado a questão do item da poeira. Eh, mais uma vez eu vou ressaltar que será incluído como condicionante, tanto como exigência do órgão ambiental como proposta do da Empresa, monitoramento de qualidade do ar na comunidade. Esse diagnóstico já foi elaborado e nós temos convicção de que, principalmente com o plantil recuperação
de áreas degradadas, humectação de vias e medidas de mitigação, inclusive na área urbana, com controle de velocidade, sinalização e educação ambiental, é possível contribuir com a melhoria da qualidade do [Aplausos] Ar. Você acredita nisso? Vamos iniciar o próximo bloco e eu convido, eu convido para fazer uso da palavra o senhor Emílio Alves. [Aplausos] [Música] Bom dia. Bom dia. Boa tarde. Questiono se o senhor é funcionário preposto do empreendimento. Não. Ok. Então o senhor tem 3 minutos. Boa tarde a todos. Eu tô aqui como um dos representantes da unidade popular, Mas também como morador aqui de
poste de Caldas. Eh, eu tenho uma pergunta paraa empresa Virides e eu queria dar uma contextualizada na minha pergunta. A empresa vem aqui e fala aos quatro ventos o quanto vai ser bom esse empreendimento pra população e o quanto vai trazer benefícios. Mas eu queria saber se a empresa tem interesse e intenção de fazer um plebiscito para saber realmente intenção da população com relação a esse Preenchendimento e falando eh realmente os impactos reais do desse desse impacto da mineração. Porque quando a gente vai nas ruas, como o Breno mencionou, todos os dias, principalmente aqui na
zona sul, falando com a população, quase ninguém tá sabendo, principalmente, que isso vai acontecer. Mas quem tá fica sabendo que isso vai acontecer quando a gente fala, eles não são a favor. Então, a empresa fala que tá aberto ao diálogo com a população e que tá abrindo Audiência, mas será que eles estão realmente interessados em ouvir a população ou será que eles só fazem porque eles são obrigados por lei a fazer isso? Então, eh, eu queria saber se eles realmente querem, eh, ouvir a população de fato fazendo um plebiscito e se esses eh empregos que
vão ser gerados realmente eh se se vai ser realmente compensado, né, todo o impacto que a gente vai ter, porque uma centena de empregos para 90 milhões de litros de Água que vão sair da nossa cidade por mês, não vai sair lá da Austrália, vai sair daqui de Pos de Caldas, vai sair a terra que vão lavar e depois vai deixar sem Nada. Falaram que vão trazer plantil de mudas, mas essas mudas até onde a gente sabe pode ser eucalipto, pode ser qualquer coisa. Eles falam que vão reflorestar, falam que vão fazer, mas a gente
sabe muito bem qual que é a verdade. Eles estão interessados com o lucro e nada mais. Então a minha Pergunta é se vai ter um plebiscito e a população que não quer esse empreendimento, qual que é o nosso poder real de fala e de decisão? [Música] Obrigado. Já já. [Aplausos] [Música] Chama o próximo inscrito, Dimitri Falvão Wasserman. Boa tarde, senhor Dimitri. Boa tarde. Questiono se o senhor é funcionário preposto da empresa. Não. OK. O senhor tem 3 minutos para fazer o uso da fala. Bom dia. A primeira pergunta que precisa ser feita é: "A quem
interessa a mineração de terras raras? Não é Poços que precisa dessa exploração, é a empresa e a empresa não oferece nada mais do que ela precisa para operar e ter lucro. A compensação financeira pelo dano ambiental é obrigatória e se o valor é 20 vezes a mais do que é pago Por todas as outras empresas atualmente, é porque o impacto é pelo menos 20 vezes maior do que todas essas outras empresas. Poços de Caldas tem receita anual de mais de R 1 bilhão deais. O lucro anual previsto da empresa é de R$ 800 milhõesais por
ano, ou seja, a empresa lucrará sozinha o equivalente a 80% de todo o dinheiro que entra na prefeitura e pagará apenas R milhões deais, 0,2% de tudo que o município arrecada. O Futuro e a saúde de Poços e seu ecossistema e população estão sendo vendidos por 0,2% daquilo que a cidade arrecada e eles levarão o equivalente a 80% de nossa riqueza pública anual. A geração de empregos e a qualidade desses empregos é irrisória, tanto em relação ao lucro que a empresa obterá e que irá todo para o exterior, como para os impactos e destruição que
causará. Ditos 2000 empregos, a maioria dos quais Terceirizados. Não é preciso dizer como essa modalidade de trabalho é precarizada e com baixíssimos salários. Falo em colocar poços de caudas no centro do mercado mundial em transição energética com sustentabilidade. Mas quando nos debruçamos sobre esses temas, nada disso fica de pé. A forma como essa reunião está sendo realizada é uma das provas disso, em local de difícil acesso à população em geral por transporte público e sobretudo a mais interessada Que é a moradora da zona sul. Isso não surpreende porque poços é marcado pela segregação socioespacial. Agora
querem dobrar a penalização sobre essa população que já lida com a tarifa de ônibus mais cara do Brasil, colocando uma atividade profundamente predatória e poluente próxima de suas casas. afastam a população para integrar postos ao chamado mercado global. Só não dizem que nessa integração eles levam o lucro e nós ficamos com a poluição, a Contaminação, as doenças resultantes dessa exploração. Falam de transição energética. Nossa sociedade deseja sim transição dos combustíveis fósseis, porém essa mineração nada beneficia a nossa sociedade. Primeiro porque os lucros e os minérios vão paraa Austrália e pros bolsos privados locais. Segundo, porque
essa matéria-pra será usada por empresas transnacionais voltadas para uma lógica ultraconsumista e, nesse sentido, igualmente poluente, inclusive Da indústria bélica imperialista, que se alimenta de genocídios e guerras por e destruição por todo o mundo. É nesse sentido que postos está será inserida no mercado internacional, da mesma forma que o Brasil foi explorado na época da colonização. Novamente querem levar o nosso ouro em troca de espelhos. Fragmentação da paisagem, perda de comunidade de continuidade da flora, redução da cobertura vegetal, são todos desgraças absolutas para uma cidade que É tempos. Seu Dimitri, obrigado. [Música] [Aplausos] Agradeço. Fora.
Fora. Fora perío. Fora perío. Fora. Fora. Fora mora. Eu chamo o próximo inscrito, Senhor André de Paula [Aplausos] Simões. Próximo. Boa tarde, senhor André. Boa tarde. Questiono se o senhor é funcionário preposto do empreendimento. Não. OK. O senhor tem 3 minutos para fazer o uso da palavra. Boa tarde a todos. Eu vou ler porque são 3 minutos, né? E tem muitas coisas. Bom, a fixação de 1 tonelada de terras raras produz 2.000 toneladas de resíduos tóxicos. Isso é a média mundial. A pergunta é: quantas toneladas serão geradas para cada tonelada que vai ser minerada aqui
Em Poços de Caldas, especificamente, segundo a empresa, pretende se extrair 1,5 kg de terra rara para cada tonelada de argila listiviada e lavada. Para isso, tem uma estimativa de uso de 3 milhões de litros de água por dia. Quantos litros de água serão usados pela empresa no processo total? Outra pergunta específica. As áreas mineradas são frequentemente abandonadas após a escavação. Essas áreas não são mais Viáveis para o uso agrícola. Qual área já minerada no Brasil pela Virides foi recuperada para o uso agrícola ou florestal? Outra pergunta específica. Segundo a agência, a Agência Internacional eh de
Energia, a insegurança em face ao fornecimento de terras raras vai aumentar porque há uma crescente procura mundial pelas mesmas, estimando-se de modo a atingir, Estimando-se que para que se atinja a meta europeia de emissão Nula de gases de efeito estufa até 2050, a procura de terras raras será seis vezes maior do que a atual em 2040. Aí eu quero eu quero falar um pouco sobre o pouco de semiótica, a gente prestar atenção no que a empresa tá falando aqui, deixando tudo muito verde, muito bonitinho e como se fosse uma coisa pequena. Eh, atenção ao nome
Colossos, esse nome diz muita coisa sobre o que tá por vir por aí nos próximos anos. Então, Não é uma simples atividade mineradora que gera pouco impacto, gera muito impacto, é o impacto colossal, o nome já tá dizendo, é o impacto colossal. E aí eu queria finalizar, queria finalizar eh não deixando, não posso deixar de falar aqui sobre a questão da do amor à pátria, né? A gente tá numa cidade aqui que se julga muito patriótica, né? E todo mundo sabe o que isso quer dizer. Só que esses patriotas estão querendo entregar as riquezas do
nosso solo, do Nosso país para estrangeiros. Inclusive, no início dessa apresentação aqui, a empresa adulterou a bandeira nacional. Que patriotismo é esse? Colocando o logo da empresa no centro da bandeira nacional. Então vou denunciar esse patriotismo de goela dessa galera, entendeu? e que quer entregar as riquezas da nossa nação para a as empresas estrangeiras. Eh, e para ele tá reservado o nono círculo do inferno, o Inferno de Dante. Os traidores da pátria vão para esse lugar. Tempo, seu tempo esgotou. Muito [Aplausos] [Música] [Aplausos] obrigado. Chama a representação do empreendimento para que faça o aporte do
bloco. Mais uma vez no bloco aos representantes do empreendimento. A questão da comunicação social foi novamente Levantada, a relação de de exploração e e rejeito também foi levantada. São pontos eh que a gente precisa tocar. Comunicação social e plebiscito. Pessoal, vamos lá. Eh, Carla, gerente de sustentabilidade da Virites. Queria ressaltar, aproveitando que nós temos alguns canais de comunicação que vão ser divulgados aqui no final da reunião, mas nós temos um 0800, um WhatsApp, um e-mail específico e um site para qualquer Manifestação, denúncia, sugestão e complementação. Eh, só contextualizando um pouquinho como funciona o processo de
licenciamento ambiental, eh, a deliberação normativa 217 de 2017 estabelece que empreendimentos passíveis de impactos ambientais devem ser instruídos com os devidos processos, devidos estudos, de acordo com a sua classificação, como a Natália trouxe bem no início da audiência. Nós estamos Classificados como classe seis e isso nos instrui ao estudo de Eia Rima. Eh, esse estudo foi realizado com levantamento de dados primários, análises de impactos ao meio biótico, físico, socioeconômico. Posteriormente foi aberto, né, o prazo para solicitação dessa audiência pública, que é o principal momento para escuta e eh incorporação de sugestões da população no próximo
etapa, que é a elaboração de parecer técnico pela equipe da FEAN e, Posteriormente a apreciação pelo COPAN para a análise dessa licença. É, falando um pouquinho sobre a vegetação, qualquer intervenção ambiental em áreas de vegetação nativa por empreendimentos devem ser posteriormente recuperadas ou compensadas. Então, o decreto estadual 47749 de 2019 determina a obrigação de que sejam utilizadas plantas nativas de acordo com bioma e fitofisionomia local. Só isso. Obrigada. A gente vai Complementar. [Aplausos] Vocês que não deixava gentear. 400 Minas abandonadas em Minas Gerais. José Marques Davides. Eh, gostaria de complementar a resposta da Carla eh
no que diz respeito à questão eh de outros projetos de mineração da Verrides no Brasil. Atualmente, o único projeto de mineração da Verides é o projeto Colossos de Argiliônica aqui em Poços de Caldas, ou seja, a empresa não tem outro Projeto em andamento no Brasil. com relação à concentração do minério, foi outra eh questão levantada, a concentração no sentido o teor de Terraçaras presente no minério. Eh, o teor médio do minério eh definido pela Virides é de aproximadamente 3.500 partes por milhão, o que quer dizer aproximadamente 2,5 kg de óxido de terra saras por tonelada
de minério. Quando esse material é submetido a um processo de Beneficiamento, a gente consegue recuperar parte desses terrassaras, aproximadamente 65%. Eh, ou seja, de 1 tonelada de minério, a gente conseguiria aproveitar algo próximo a 2, kg de terraçários no final, né? A empresa tem um compromisso eh com o desenvolvimento tecnológico, eh incluindo novas eh tecnologias para aumentar essa recuperação metalúrgica dos terraçaras. E é coisa que deve sair e em Breve com o desenvolvimento de novas tecnologias pro beneficiamento mineral. [Música] Obrigado. Já existe tecnologia. Já existe tecnologia. Meu nome é Márcia, sou gerente corporativa da empresa
Virides. Só respondendo sobre o plebiscito, ele não cabe por iniciativa da empresa e não faz parte das normas que regulam o licenciamento. O que o licenciamento prevê é oitiva ativa da população e essa Audiência é uma prova dessa dessa finalidade. Muito obrigada. [Aplausos] Aação quadrado mais algum mais algum representante do empreendimento? OK, então vamos partir eh pro próximo bloco. Roberto Se da Costa. Bom dia, senor Roberto. Bom dia. Questiono se o senhor é funcionário ou preposto do empreendimento. Poos de causa. O senhor tem 3 minutos. Boa tarde a todos. Minhas perguntas. Cite mineradora de terras
raras, com mais de 5 anos de mineração, que não tenha gerado terríveis impactos no meio ambiente e saúde no mundo. Quais as formas possíveis de se interromper essa terrível mineração? Continuo. Sou bacharel em física, mudei paraos há do anos e achei que poderia morar até o resto da minha vida em Poços. Hoje duvido muito disso. Pensar que Poços de Caldas já foi uma cidade onde pessoas vinham aqui melhorar sua saúde. Temos um condomínio chamado Kissana. Quiiss sana italiano. Aqui se cura em português. Logo moraremos uma cidade onde qui se mata. [Aplausos] Tenho escrito no Jornal
da Cidade sobre os riscos dessa exploração de terras Raras e o trágico futuro que nos aguarda, caso não terminemos com essa mineração. Essas minerações já resultaram em muitos danos ao meio ambiente, à saúde dos moradores do entorno em muitos pontos do mundo, com cidades como China, Califórnia e África. Tudo o que li até agora sobre exploração de terras raras mostra que na medida em que o tempo passa, o ambiente se degrada terrivelmente. As terras raras, como umente ocorrem junto com elementos Químicos pesados e radiativos, como urânio e tório. Aqui esteve explorando o INB, Instituto Nuclear
Brasileiro, explorou nossa terra e sequer nos livrou dos rejeitos radioativos aqui com Tório e urânio. Isso ainda está aqui em Poços de Caldas. Não vi estranho a falta de qualquer estudo sobre a contaminação radioativa que essa mal afamada mineração trabalhará posso se não for Bloqueada. Na China, essa exploração resultou em mortes, doenças pulmonares de pele e vilas de canceros. Terrível que o povo de Poços de Caldas não possa impedir essa [Aplausos] senhora Michele Cristina Batista Soares. [Aplausos] [Música] Boa tarde, senhora Michele. Questiono se a senhora é boa é funcionária ou preposta do empreendimento. Conscientemente não,
graças a Deus. Eh, boa tarde, senhoras e senhores. Me chamo Michele, faço parte da Associação Brigada do Barranco. Eh, somos uma associação de voluntários de brigada florestal e preservação do meio ambiente, principalmente, que acho que é uma coisa que não tá sendo levada nessa audiência pública, porque se a gente olhar pros fatos, né, para lembrar, né, que a o oxigênio que a gente respira através das árvores, ah, mas lá tá Degradado, tá abandonado. Então, por que a gente não forças para recuperar e não deixar desmanchar? Então, assim, eu acho que a gente pode ter caminhos
melhores para isso. Nós não somos contra a mineradora. Nós só não somos a favor dessa forma da mineração que tá sendo apresentada, que é um projeto que acabou de falar aqui que não tem um exemplo, que a gente tá sendo um experimento. Então, então assim, né, vamos ser um pouco humanos, Sair um pouco do lugar que a gente se põe a vida inteira, porque o caminho que todo mundo tá indo, para que rumo que tá levando esse planeta? A gente tá falando sobre questões ecológicas, sério. Então não tem necessidade. Eu quero trazer o dado aqui
de uma coisa extremamente importante. Sou moradora de Águas da Prata, vizinha da de Poços de Caldas, uma área que tá no site de vocês para prospecção do minério, inclusive é uma alta demanda lá. Mas assim, no nosso Terreno não. Aqui pode ser que todo mundo se venda, mas lá não. Lá nós temos uma lei, uma lei municipal para barrar esse tipo de situação. Então assim, sobre a biota aquática, nossa biodiversidade é tão importante e rica que há pouco tempo foi descoberto na área onde a mineradora pretende atuar uma espécie nova aquática de inseto. É, esses
animais são bioindicadores da qualidade de água, ou seja, essenciais para o bom Funcionamento ecológico do sistema aquático. Então, assim, devastando tudo, vamos perder a chance de conhecer animais que nem sequer foram descobertos ainda. Então, assim, não é 1%. Acho que as eh essa audiência pública ela de fato não chegou, porque quando a gente vai nas comunidades, eu venho da comunidade, não daqui da zona sul de Águas da Prata, mas nós somos os últimos a saberem. Então assim, com dados aonde, desde quando, eh, que as pessoas que quando a Gente chega na comunidade não estão sabendo.
Então, é sério que esse é o caminho que a gente vai tomar. A gente tá mostrando que não é esse, mas vocês estão vindo com o lucro, né? Vocês vêm com a força do sistema, mas nós vem com a força da união da população, porque nós estamos aqui para resistir. Obrigada. Obrigado, [Aplausos] senhora. Aqui [Aplausos] aqui não. Senora Cristina Campolina de Medeiros. Bom dia, senhora Cristina. A senhora é funcionária ou preposta do empreendimento? Não. OK. A senhora tem 3 minutos para fazer uso da palavra. Boa tarde a todos e a todas presentes aqui nesse evento.
Eu sou Cristina Campolina da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico do Estado de Minas Gerais. Estou aqui para colocar o apoio, né, da da secretaria ao projeto da empresa Virides, né, lembrando que o Brasil possui atualmente a segunda maior para o tempo um pouquinho, pessoal. Só me perdoe, pessoal. Vamos manter o decor. A gente tá quase encerrando o ciclo aqui. Depois a gente abre para as manifestações que vocês queiram fazer nesse sentido. Deixa a senhora Cristina falar. Várias pessoas de vocês aqui que representam o grupo de vocês falaram, Não foram interrompidas. Por gentileza, tô pedindo
só um pouquinho respeito. Vamos, vamos concluir, por favor. Eh, senora Cristina. OK. O Brasil tem a segunda maior reserva mundial dos elementos de terras raras e dessa reserva mais de 50% se encontra no estado de Minas Gerais. atualmente, em função da transição energética, há um crescimento enorme, né, da busca da procura por esses elementos de terras raras. Na Agência Nacional de Mineração, Atualmente constam 481 processos de 86 empresas, dos quais 35 processos de 12 empresas se encontram aqui no município de Postos de Caldas. a maioria se encontra em autorização de pesquisa e a gente vem
observando realmente uma demanda crescente na procura por esses minerais estratégicos pro país, né? A, esse empreendimento é de relevância pro governo, uma vez que ele representa um um crescimento, desenvolvimento Econômico, não só pra região, como pro estado. uma mineradora que tem práticas de sustentabilidade, uma mineradora que vai trazer, né, não só a parte financeira, contribuição financeira pro estado, mas que tá trabalhando em pesquisa, em desenvolvimento e que vem desenvolvendo um projeto com o menor impacto ambiental possível, tem um processo eh de alta eficiência, de grande produtividade e de menor impacto ambiental. Então é uma empresa
que é considerada tendo responsabilidade social e responsabilidade ambiental. Os 179 empregos eh previstos, né, na operação do empreendimento. Segundo o Instituto Brasileiro de Mineração, para cada emprego direto gerado na Mineração, existem 11 empregos indiretos. Então isso representa um ciclo virtuoso de crescimento econômico paraa região, de oportunidades e de geração de emprego, que é um objetivo maior do nosso Governo. E então esse empreendimento é importante, importante pro desenvolvimento econômico e importante pro país reduzir a sua dependência dos elementos, né, de terras raras, tão importantes para as nossas metas de transição energética também. Obrigada. OK. [Aplausos] [Música]
[Aplausos] [Música] Obrigado. É por isso que vocês são a favor da mineração. Safado. [Aplausos] [Música] Chamo o os representantes do empreendimento para que façam o aporte do bloco. Eh, o sorto fez um um questionamento no sentido de exemplo de outras minerações da natureza do projeto que tá sendo Apresentado. Eu acho que é importante o empreendimento trazer a resposta a ele, tendo em vista que foi inclusive listado dentro da fala dele. Não, perfeito. Eh, José Marques Deverides gostaria de responder ao Roberto sobre exemplos de empresas eh similares ao que a gente quer implementar. E infelizmente a
gente não tem muitos exemplos fora da China com esse tipo de depósito, mas por coincidência tem um Projeto que é fora da China, que é o único projeto que tá sendo operado fora da China, que é um projeto de argile também, que fica aqui no Brasil, lá em Goiás, que tá sendo operado por uma empresa brasileira, a Serra Verde. Apesar de ser um projeto de arte geliônica, também existem uma série de diferenças em relação a como a empresa faz a extração dos terraçaras e como a gente tem proposto fazer, né? Não vou entrar em detalh
sobre o processo da Serra Verde, mas posso garantir que o processo que a gente tem adotado é mais eficiente e mais ecologicamente correto. Além disso, com relação aos passivos ambientais, também questionado pelo Sr. Roberto, eh eu queria reforçar que no nosso projeto não existem barragens de rejeito, o que é uma grande preocupação para projeto de mineração, eh, eliminando esse risco, então, associado à manutenção de barragens ao término da Operação. Além disso, também não temos pilhas permanentes de resíduos temporária. Pessoal, pera aí só um minutinho, para o tempo. A gente não pode entrar nesse debate, senão
nós vamos eh eh nós não vamos cumprir aquilo que tá no roteiro da DN. Vocês não for vocês não Vamos lá, vamos lá. Os o Ele está explorando a pergunta dos inscritos. Se cada vez que subiu que subiu um representante do empreendimento aqui, começar esse começar esse debate, A gente eh eh inclusive desprivilegia as pessoas que subiram aqui, né? Então vamos lá. Eh, eu peço que continue e peço a vocês que continuem respeitando a fala até o final. Bom, reforçando a questão dos passivos ambientais comuns em projetos de mineração, a gente reforça que o nosso
projeto não tem barragens. As pilhas que serão adotadas de forma temporária para armazenar tanto o resíduo industrial quanto o estéreo serão monitoradas eh Tanto do ponto de vista de contaminantes quanto do ponto de vista de drenagem e sedimentos. Eh, e o objetivo no final do processo, me desculpa mais uma vez, o tempo estava parado. Eu acredito que tenha corrido aí pelo menos 1 minuto e meio. Vocês podem decotar esse tempo, podem decotar esse tempo e o senhor continua a partir dos 3 minutos e meio. Bom, reforçando então que o material que for acumulado nessas pilhas
temporárias, Eles vão ser utilizados para recomporra, de minério, fazendo com que não tenha também ao final do do processo eh pilhas de rejeito ou pilhas de estéreo que precisarão ser monitoradas como passivo ambiental. OK. Mais algum representante do empreendimento? [Música] Pessoal, o tempo precisa continuar correndo. Eu peço a equipe de organização nesse Sentido. Vamos lá. Nós vamos partir de 3 minutos, tá, Carla? para para haver uma uma para ver um saneamento dessa questão temporal nessa última fala de vocês. Por favor, parta de 3 minutos decrescentes para Carla poder concluir. Carla, gerente de sustentabilidade da Virites.
Complementando as informações, eh, vou trazer novamente a questão do termo de referência do Eia Rima, que determina a coleta de dados primários, inclusive para fauna. Foram realizados Diversas buscas ativas e outras metodologias, mapeando inclusive insetos aquáticos. E para essa categoria não foram identificados espécies ameaçadas na área diretamente afetada do empreendimento, nem nas áreas de estudo. Então, é importante a gente ressaltar que existe uma área de estudo, como foi apresentado aqui paraa clã, e todos os levantamentos foram apresentados, além de serem propostos programas de controle ambiental com uso de bioindicadores, que São espécies aquáticas. Obrigada. Não
respondu. Mais algum? Não respondeu. Mais al mais algum representante do empreendimento? OK. Então vamos passar ao próximo bloco. Eh, Juraci de Oliveira Luz Júnior. Senhor Juraci, eh, o senhor é funcionário ou preposto do empreendimento? Não. Ok. Obrigado, senhor. Tem 3 minutos. Opa, boa tarde a todos. Queria convidar o José Marques pra gente dar uma Caminhada um dia que eu quero te mostrar a baixo da Nazita em óculos, sabe? A rocha que aqui tem rocha sim, senão a gente não tinha o esses lantaní que é resultado de milhões de anos de uma lixiviação natural. Mas não
saiu só o lantanídio dessas rochas. É que tem a bainaite e a monazite que são as principais. Saiu também o tório e o urânio, que estão espalhado tudo aí. Eu não tô falando em termos de radioativo, mas estão todos disparados pelo todo Aqui planalto. A partir do momento que que vai selecionar isso, eles vão estar empilhados lá no finalzinho, na última pilha, tá? Então queria te mostrar em rocha que não é só argila que tem aqui não. Um diz vamos caminhar para essas montanhas aí. Eu vou te mostrar a batizita em loco. A manazita eu
não consegui achar em loco, mas eu não vim aqui para isso hoje. Eu vim só para poder protocolar o meu meu manifesto que é um que é o Nivalamento de conhecimento da minha parte que já trabalho nisso há muito tempo. A empresa consultora do Guia Rima, ela fez o que o cliente pediu em e mas muitos números precisam ser revistos, não estão coerente com a área com a nossa área aqui do plan de pocaro que a gente vive nela, anda nela, sobrevive dela. Além disso, é um erro para toda a população aqui do Planalto e
do entorno Considerar esse empreendimento como uma coisa só. O que o Daniel mostrou no mapa é muito menor do que já tá sendo proposto lá para seus investidores da das outras firmas também lá no seu país. Eu critiquei muito a meteórica. Se tiver alguém da meteórica aqui, me desculpe, eu critiquei feio isso. Mas lá eu fiz umas contas em termos de recursos hídricos. lá tem capacidade na na segunda planta desde na segunda opção de Conseguir chegar a 12 milhões de toneladas ano de processamento de recursos recursos do local. Daí eu pergunto para para Veres, qual
o motivo uma segunda unidade de beneficiamento tão perto que o planal de Patical só tem 30 km de diâmetro? Por que que precisa de outra? Se se aca for fazer, suponhamos que ela ainda tivesse atividade prena. Se eu fosse tirar de Andrade, ela ia precisar fazer outra planta lá. Por quê? É tão perto. E aí? E eu e eu não eu acredito, segundo os dados que a gente tem da cidade, os estudos que a gente tem da cidade, não consegue, não tem recursos risos suficientes para 5 milhões de toneladas anos. Aí seu tempo esgotou. [Música]
[Aplausos] Eh, como é que é o nome? Senhor Juraci, o senhor disse que tinha algo a protocolar conosco. Nós estamos à Disposição para receber o protocolo. Tá. O senhor quer protocolar algo agora na mesa aqui ou é posterior no prazo da DM? Ok, nós aguardamos, tá joia? Eh, próxima inscrita, Maria Cristina Malta Pret. [Aplausos] Bom dia. Bom dia, senhora. Boa tarde. Eh, não, não almocei, então tô dando bom dia aí. Eh, a senhora é funcionária ou preposta da empresa? De jeito nenhum. OK. A senhora tem 3 minutos para fazer uso da palavra. Meu nome é
Cristina Pret. Eu sou professora aposentada na Unicamp e moradora de Águas da Prata. Vou contar uma historinha rápida para vocês. Em 2012, duas mineradoras queriam cair de paraquedas na cidade. A cidade acordou, mudou a sua legislação. Ganhamos na justiça em segunda instância, graças a uma Legislação municipal bem feita. e a vontade da população junto com o executivo e o legislativo. Eu sei que vocês estão nos ameaçando de novo. Águas da Prata tem uma legislação sólida e tem uma população que se une contra a mineração indiscriminada. Se quiserem minerar lá, vão ter que obedecer as nossas
leis e ouvir a população. Só para completar, ainda tem Tempo. Eu ouvi há 12 anos o mesmo discurso que eu ouço hoje aqui. Os argumentos se repetem, vários deles foram rebatidos por nós cientificamente usando pesquisas das próprias mineradoras. Elas mesmas sabem que não conseguem recuperar nada. Não adianta tirar montanha, tirar floresta, acabar com as nossas águas e dizer que isso pode ser Compensado de alguma maneira. Não pode, não é contra ser contra a mineração. Em Águas da Prata a gente minera água, mas é contra a mineração predatória e indiscriminada e que não ouve a população,
que faz audiência pública para uma população que trabalha seis por um e não pode estar aqui num sábado de manhã. na audiência, na outra audiência pública, tava todo mundo lá na Câmara. Hoje não tem ninguém aqui da população que vai ser mais afetada. Boa [Aplausos] tarde, senor Fábio Martins Navarro Vieira. Fábio Martins Navarro Vieira. Boa tarde, senhor Fábio. Boa tarde, senhor. Eh, funcionário preposto do empreendimento? Não. OK, o senhor tem 3 minutos para fazer uso da palavra. Obrigado. Eh, bastante coisa para falar. Eu vou tentar resumir. Tem algumas Perguntas à empresa, né? Eh, eu tô
estudando gestão ambiental e eu soube de um artigo que fala que, como já foi falado aqui, nós temos um todo um sistema aquío subterrâneo que interliga postos de causas a cidades vizinhas, né? E isso aí é uma coisa bastante importante que tá sendo afetada pelo processo de impermeabilização do solo que a gente tá vendo aí na gestão de post de caudas, né? E eu queria perguntar, primeira pergunta, né? Como que tá sendo feito, se tá sendo feito um estudo avançado da complexidade desses aquíferos, né, e que pedia algum detalhamento, talvez já tenha sido questionado, né,
mas pedi um detalhamento como que vai ser feita a previsibilidade, a modelagem matemática aí do ciclo da água, inclusive afetado pela poeira, que é um particular que vai afetar a condensação das nuvens, como que isso vai afetar o ciclo da água local e regional em volta, que é uma Coisa bem importante pra vida a água, né? Eh, queria trazer um desafio a todos os todas as pessoas aqui presentes também. Eh, sobre o pessoal fala que a mineração não tem como ficar sem a mineração porque tá nos eletrônicos, né? E então assim, queria trazer o desafio
a todos nós, inclusive pro pessoal da mineradora, né, da gente se desapegar um pouco, né, da do excesso tecnológico. Eu, como engenheiro mecatrônico, Especialista em banco de dados, eh, especialista em engenharia de segurança do trabalho, posso falar que isso afeta muito a nossa saúde, né, da minha experiência de vida pessoal também. Eu sei que isso afetou minha coluna, afetou meus nervos, afetou meu psicológico. E então assim, eh, queria convidar todos a procurarem sobre o método Kaising, que é de melhoria contínua, na busca como na busca do quê, né? na busca dos ODI, os objetivos do
desenvolvimento individual Da ONU, que foram surgiram como base pra gente buscar os objetivos do desenvolvimento sustentável, né, que são coisas bem importantes, com apoio da espiritualidade, porque esse é um desafio que pede que a gente vá além do ser humano, né, além do que é humano em nós, né? Eh, mas é necessário essa essas alturas, né? Porque nós estamos lutando pela nossa saúde, né? pra gente não vender a nossa saúde. Eh, e eu queria perguntar também eh uma pergunta Pessoal, como assim, talvez seja um bom indicativo de como que o que que nós estamos fazendo,
se é bom ou mau, né? Como que os filhos dos empresários das virides da viides veem o que ela está fazendo? Será que eles se orgulham? Será que eles vão eh saber se comunicar? Como que eles vão comunicar isso pros seus descendentes? E se vai haver descendentes, se nós vamos conseguir ter descendentes do jeito que a coisa tá indo, né? Obrigado. [Música] Obrigado. Obrigado, senor [Aplausos] Fábio. Convido então os representantes do empreendimento para fazer um aporte referente ao bloco, eh, com ênfase numa questão que foi trazida inicialmente pelo senor Juraci acerca das plantas de beneficiamento
do da proximidade delas. Não, não obstante, sem prejuízo aos demais eh questionamentos, mas eh esse Esse questionamento em si, eu gostaria que fosse dado ênfase maior. Perfeito. Eh, José Marques da Verides, para responder a pergunta do senhor Juraci, eh, especificamente sobre o motivo de duas unidades de beneficiamento, uma próxima da outra, né? Eh, eu queria destacar que a Meteoric e a Viides são duas empresas diferentes, apesar de serem empresas australianas, Cada uma tem um projeto eh na região. Dito isso, eh atualmente mais de 90% dos terraçaras são produzidos pela China. E com o projeto que
a gente tem proposto aqui, o projeto Colosso, a gente acredita que tem condição de atender 7% da demanda dos terraçaros magnéticos, que é uma quantidade comparativa, eh, relativamente baixa em relação ao que é produzido mundialmente. E a gente sabe que a demanda mundial por Esses elementos tende a aumentar. Então, somados o projeto da Verides e da Meteoric, nas condições atuais de consumo, a gente teria condição de atender aproximadamente 14% da demanda global por terraçaros magnéticos. Eh, é uma quantidade considerável, vai colocar o Brasil em destaque eh a nível mundial, uma vez que a China ainda
vai continuar detendo o, eh, a maior parte dessa produção, né? Para responder as questões do Fábio, eu gostaria de chamar agora a nossa colega a Carla. Vergonha, vergonha, vergonha, vergonha. Carla, gerente de sustentabilidade da Virites. Eh, inicialmente, com relação à modelagem hidrogeológica, foi apresentada uma primeira modelagem como anexo do nosso estudo ambiental. Ela, assim como os demais estudos, está em Fase conceitual e nós estamos concluindo a modelagem numérica. Será implantado o monitoramento estratégico para garantir que não haja nenhum tipo de impacto, principalmente no aquífero fissural. Mas é importante demonstrar e ressaltar que os aquíferos são
divididos em três etapas no nosso solo e o fissural está localizado a mais de 200 m de profundidade, logo o risco sobre ele é muito baixo. Eh, com relação ao reaproveitamento, né, de minerais, ele Ressaltou aí essa questão. Eu só queria relembrar mais uma vez que a gente falou da viídium e está prop a Viídium propõe a reciclagem de ímas e equipamentos eh eletroeletrônicos paraa remoção dos elementos terras raras. Então, nós também estamos eh considerando isso no nosso ciclo. A Viídium, obviamente, será objeto de um licenciamento ambiental específico de acordo com as suas atividades, mas
a Virides já tem incentivado toda esse todo esse ciclo. É, com relação à permeabilidade do solo, é, só queria ressaltar também que com o tratamento da argila, inicialmente é removida a camada de tops soóil, depois a camada de estéreo, que são camadas do solo que não serão tratadas, serão apenas armazenadas até o momento que nós vamos retornar isso paraa cava. Quando a argila volta, ela volta com uma permeabilidade do solo já eh confirmada em testes maior do que ela tem hoje, uma vez que existe uma compactação, mas a Compactação é inferior ao empolamento. Com isso,
há um aumento total na permeabilidade do solo. Obrigada. [Aplausos] Obrigado. Mais algum representante do empreendimento? OK. Então nós vamos passar ao 12º e último bloco eh de inscritos e participação. Eu chamo aqui Marina Montaner de Morais Sarmento Montanir. [Aplausos] Boa tarde, Marina. Eu questiono a você Se Boa tarde. Eu questiono a você se você é funcionário ou preposta do empreendimento. Não. Ok. Então a senhora tem 3 minutos para fazer uso da palavra. Eu sou Mariana Montanh, sou bióloga formada pela Universidade de São Paulo e atualmente moro em Águas da Prata. Eu vou ler para para
seguir certinho o tempo. Então, o que a gente tá escutando desde manhã aqui é que aqui é uma tecnologia de ponta, de vanguarda, que Esse minério é o mais importante do país, que vai ter transição energética e que tem sustentabilidade. Mas eu me sinto no século XX, século XIX, a gente tá falando de nada novo. Isso aqui, ó, é história antiga. A vanguarda hoje não é minerar. E o minério mais importante do nosso país é a água. A água inclusive que faz com que a gente consiga minerar a água que sustenta a vida e que
sustenta também as atividades Econômicas. Nesse sentido, eu proponho estudos, inclusive paraa UNIFA, do valor do serviço e a nossa região produz, porque nós estamos numa região produtora de água. Poços de cada paldas produz água. Águas da prata produz água. Caldas produz água, né? Ã, pera aí que eu já passei aqui. E essa água não abastece só a nós mesmos, mas a bacia hidrográfica do Jaguarimirim, de Mojiguaçu e milhões de pessoas que vivem Na nossa numa região muito maior do que onde nós estamos. e que vai trazer para esses locais as atividades agrícolas, industriais, muitos empregos,
a possibilidade de vida não só das pessoas, quanto de todas as florestas e animais e quanto que vale tudo isso que a gente tá falando. Então, eh, eu tô, né, dos serviços ecossistêmicos. Eh, há pouco tempo atrás estimaram que a Amazônia, né, um exemplo, ela produz 1 trilhão de dólares por dia apenas na produção de água das chuvas que vem pro centro sul da América do Sul. 1 trilhão por dia. É mais do que qualquer país consegue produzir. E é graças a essa chuva que a gente no centro sul da América do Sul produz o
maior PIB da nossa região, porque abastece hidrelétricas, os empregos, as indústrias e tudo mais, como já falei. Então, quanto será que a nossa região Aqui de poços de cal das águas da prata produz em riqueza de serviços ecossistêmicos, né, viabilizando economia de toda a região mais ampla ainda. Com certeza é muito mais de 849 milhões por ano. Com certeza essa região em pé vale muito mais do que a empresa pode gerar de riquezas para nós. Então, a sustentabilidade de falar daqui é uma mentira. Porque não está sendo considerado o pilar ambiental, claramente o pilar social,
como o Pessoal falou muito aqui também, e o pilar econômico. Tempo, seu tempo esgotou, Mariana. Eh, eu peço desculpe min. Ninguém miniro. Ninguém mineiro. Mariana, eu peço desculpas, mas o seu nome aqui tava grafado como Marina, tá? Desculpas pelo erro. Eh, o próximo da lista, Alexandre da Costa Junqueira. Alexandre da Costa Junqueira, vem cá falar. Ué. [Música] Eh, boa tarde, senhor Alexandre. Eu questiono se o senhor é funcionário preposto do empreendimento. Com certeza não. Ok. O senhor tem 3 minutos. Boa tarde, gente. Meu nome é Alexandre, eu sou biólogo e sou agroecólogo, trabalho com Agroflorestas
e venho aqui representar Águas da Prata, que a gente percebeu que nos estudos da empresa não foi considerada, isso é um absurdo, é um completo absurdo, ela vai ser impactada No mínimo indiretamente. Eu não gosto dessa palavra e a gente sabe que não há fronteiras no meio ambiente, como a gente concebeu fronteiras ilusórias. ela vai ser impactada diretamente, como todas as cidades da região. Bom, eu subi aqui, eu eu pedi minha fala, eh eu acho que já fui contemplado por várias perguntas, eu só vim eh em forma de manifesto terminar o texto que a Mariana
leu pra gente. E eu queria falar isso de forma clara. Os presentes a favor da mineração são cúmplices do assassinato da nossa região. Muito obrigado. Obrigado, senor Alexandre. [Música] Jonathan Felipe Schmit. Boa tarde, senhor Jonathan. A questão do senhor é funcionário ou preposto do empreendimento? Não. OK. O senhor tem 3 minutos para fazer uso da palavra. Boa tarde, pessoal. Tudo bem? Meu nome é Jonathan. Eu sou prestador de serviço da Virides. Eu tô desde o início de quando eles começaram aqui, então já vamos pro que vai para um ano e meio mais ou menos aproximadamente.
Até mais. Durante todo esse processo, o que eu mais escutei lá dentro é estudo, estudo, estudo. Eu descobri coisas que eu nem imaginava na região de poste de Caldas. Eu sou de poste de Caldas natural de poços. Descobri que tem a quantidade de de partes ali de animais, sejam coisas, por mais que não sejam, vamos dizer assim, Que estejam sumiu a palavra, eh, em perigo, vamos dizer assim, mas são coisas que são para agregar a população, coisas que a gente nem imaginava que teria, que talvez os próprios estudiosos da que fazem a parte da brigada,
o que seja, nem saberiam que existiam. Mas eu gostaria de falar que a prestação de serviço para viides para mim é um é um ponto excelente. Não, obrigado. Não na questão financeira. Hoje a gente conta eh a gente trabalha com três colaboradores e desde o início a gente sempre sentou, conversou, dialogou para poder ter um uma algo que beneficiasse a prestação de serviço, investir em maquinários e equipamentos para poder não sobrecarregar o funcionário na prestação de serviço. Inclusive, como foi muito falado aqui no ano de 2024 que a gente teve aquela crise hídrica, posse de
Caldas não foi tão afetada quanto as outras regiões, Mas ainda assim teve muitos pontos que teve muitos lugares que teve esse esse afeto, né? E durante esse processo, a Virides, eu como à frente da parte da limpeza, a gente sentou e conversou e não tivemos aquela questão de de lavar todo o espaço, porque eu não sei se muitos aqui conhecem como que é lá, se já foram lá, eles mexem muito com terra, então querendo ou não, isso faz muita sujeira, tem muito pó e a gente sempre buscou e sempre tem que manter o espaço Limpo,
porque são reuniões, visitas e vários prestadores de serviços que aparecem no local. Então eles fizeram investimento, inclusive, inclusive quando tava tendo muitas outras pessoas em que até eu mesmo denunciei pessoas que na crise hídrica estavam gastando água, rodo, fazendo o que fosse, a gente tava economizando, tava guardando o máximo possível. a parte de de separação de lixo, que é um que entra na questão da Sustentabilidade, é um ponto também que é interessante porque dentro da birit, quem for lá hoje, se for lá agora, vai ver todos dentro da lixeira, todos os pontos específicos. A gente
só é feita a retirada do lixo, do lixo do banheiro e do lixo da cozinha. Todo o restante do lixo, inclusive EPIs de funcionários que são utilizados, é uma empresa específica que é feita a retirada. Eu gostaria de agradecer e é um prazer prestar o serviço para ver. Obrigado. [Música] [Aplausos] Chegamos ao fim do chegamos ao fim do 12º e último bloco nosso de inscritos. Eu chamo os representantes da empresa para que faça aí o aporte. Vocês têm 6 minutos. Obrigada. Eh, Carla, pela gerente de sustentabilidade da Virites. Eh, eu queria agradecer a Mariana, né,
ela trouxe uma contribuição muito relevante pra gente e todos os moradores de Água da Prata por estar aqui hoje Participando dessa construção do projeto. Eu acho que é importante eh demonstrar, como ela mesma falou, o potencial minerador do município, uma vez que a água mineral é um minério regulamentado pelo Código da Mineração. Obviamente todas as atividades devem ser desenvolvidas de acordo com a legislação e com maior rigor possível. Eh, para monitoramento de águas subterrâneas serão implantados postos de monitoramento com acompanhamento de Nível de água, quantidade e qualidade. Era só essa contribuição que eu queria trazer.
Mais uma vez agradeço a todos pela participação, eh, por desprender seu tempo num sábado de manhã, um dia que foi acordado, eh, juntamente com o estado, pra gente garantir a maior participação possível da população e nos colocamos novamente à disposição para todos que tiverem interesse de continuar essa discussão conosco e a construção do projeto Colossos de maneira sustentável. Obrigado. Você acredita [Música] [Aplausos] [Música] nisso? Mentira. Mentira. Mentira. Mentira. Mentira. Mais algum representante do empreendimento? OK. Então, a gente encerra essa quarta etapa da nossa da Nossa audiência, tendo ouvido aí 36 representantes entre representantes da comunidade
e eh funcionários do empreendimento, como prevê a ADN 225. Eh, a próxima etapa é uma etapa de conclusões em que a própria ADN estabelece que o empreendimento tenha 10 minutos para arrematar a sua fala e depois os legitimados têm 10 minutos para dividir entre si. Naturalmente, como a gente tem seis legitimados, 10 minutos, eh, seria muito pouco entre eh Pela divisão. Vocês querem eleger alguém para para falar, querem ceder seus espaços? Eh, uma outra sugestão, eu posso dobrar o tempo natural que vocês teriam de 1 minuto e meio para 3 minutos para cada um. Aí
se vocês podem decidir se vão eh eleger alguém para falar ou se cada um vai fazer o uso da sua palavra. pelos seus 3 minutos e aí a gente parte para para conclusão, o encerramento. Eh, enquanto o empreendimento, primeiro são perdão, Então, primeiro são vocês. Eh, como que vocês querem trabalhar? Vamos seguir, vamos dar sequência, 3 minutos para cada um e aí se remanecer eu não me importe passar pro próximo. Eu vou vou chamar vocês à medida que eu chamei no início. Então, eh, a ONG Planeta Solidário, 3 minutos para conclusões, sinais. Só um minutinho.
Nós vamos deixar um Então. Mas aí os legitimados legitimados é não. Prefeitura não vai passar não. Não, sem sem assumir o tempo de ninguém. Só um Daniel vai falar para todo mundo solidário e APS. O tempo vai ser passado. Só três. Isso. Três. Isso. São 9 minutos pro Daniel falar, tá? Ok. Aí eu dou mais 3 minutos. Então vai falar 12 Minutos e vocês falam tr e a prefeitura. Fechou. Então três então três tros. OK. Vamos iniciar com a prefeitura então. Tá. Pode ser. Numa breve reunião aqui entre os legitimados e a presidência. Eh, a
a UniF abriu mão da sua última fala. Então, a gente vai passar a fala ao Daniel, assim como ao Planeta Solidário E a PS, eh, também abriram mão em detrimento da fala do Daniel. Eu vou iniciar a a essa essa essas últimas falas pelo pela Prefeitura Municipal. O senhor tem 3 minutos para concluir a sua fala. Por favor, pode dispor a a equipe pode dispor o cronômetro para que a gente faça a a contabilidade do tempo correto. Eh, boa tarde. É o Franco Martins da Prefeitura de Posto, secretário deento Econômico e Trabalho. Eu vou só
além de Antes de finalizar cumprimentar uma uma fala da da Márcia aqui da Virides, quando abordaram a questão do exeção de IPTU para pro empreendimento. é, o município, a gente tem uma uma lei municipal datada de 2009 chama Avança Postos, aonde essa lei ela tem diretrizes onde o município pode trabalhar para trazer empreendimento para poço, não só mineração, sim indústria de de outros setores de ADOCOL, de luz sanitária, ferreiro, Alimentos da non entre outras. E essa lei dá legalidade e mobilidade para que prefeitura consiga atrair novos investimentos. Eu eu queria um pouco de respeito, por
favor. Dá aí na pessoal, pessoal, vamos lá para o tempo. Só um minutinho, pessoal. Vamos concluir. São 3 minutos que a prefeitura tem para falar. É, é pouco, é pouquíssimo tempo para que ele fale. Vamos, vamos manter o decoro. A gente seguiu tão bem até aqui. Vamos lá. Eh, desde 2022 para cá tá Passando na tua maior ascensão industrial, atraindo aí mais de 70 novas empresas para posos, gerando direto e indiretamente mais 16.000 empregos. E isso vem a favor da lei que a gente pode trabalhar. O com a Virides, sim, a gente teve várias conversas
com ele, sim, onde tem um um protocolo de intenções formados, aonde pos de Caldas está trabalhando em cima da lei para somar a empresa e com isso a cidade tá ganhando também. Só que a Birides em nenhum Momento solicitou isenção de PTU porque na zona rural não contempla esse posto e o SS também que foi debatido aqui também é sobre a obra e não sobre operação, não só de vir ou de outras empresas. Então a gente tá sempre na legalidade para atrair novas novas indústrias para poso, sempre conectado ao estado de Minas, ao Romeu Zema,
nosso governador, porque vai est aqui, vai est presente aqui em Post no dia 22. E o outro compromisso que o município Tem sim com a virides é de dar eh sustentabilidade em toda infraestrutura que ela for necessário, energia elétrica, água, esgoto e gás que for preciso. Então é é tudo muito transparente o que acontece aqui em Poos, não tem nada obscuro. Então acho que que é momento que hoje é bom para isso, para se debater, que conste em ata toda essa clareza do que vem que vem acontecendo nos processos. Obrigado. Parabéns Fred. vocês pela pela
condução Aí da da audiência pública. Parabéns à empresa e proporcionar esse momento com todos com toda a população aí e parabéns à população por estar presente aqui para est debatendo esse assunto tão importante para poso. Obrigado. [Aplausos] Obrigado, secretário, pela deferência. Obrigado, secretário, pela deferência. A equipe da mesa diretora, eh, Associação de Líderes Comunitários, Post Caldas. O senhor tem 3 minutos. Obrigada. Eu Gostaria de agradecer a FEIAN. Ontem nós tivemos uma reunião de 2 horas onde gentilmente vocês esclareceram todas as nossas dúvidas e ajudou bastante pro debate. Eu também gostaria de agradecer a Verides por
ter assinado o termo de compromisso que a associação de líderes entregou a vocês. Ah, foi um esforço enorme ter lido tantos documentos do técnicos do Eia e o ARMA. Nós da Associação de Líderes Comunitários não somos da engenharia ambiental, nós não Somos da engenharia de Minas, mas nós somos cidadãos conscientes que juntos tentamos dar o nosso melhor dentro de todas as nossas limitações. A palavra final do licenciamento, do empreendimento, ela não é nossa. E para isso temos aqui a FEAN e pedimos com maior carinho, o rigor e a análise de vocês para o empreendimento, porque
nós contamos com a expertise e a confiança dos órgãos públicos estaduais. Eu encerro aqui a minha fala ah dizendo que Espero que os nossos questionamentos eles puderam contribuir pro debate e que essa decisão ela seja feita um desenvolvimento sustentável e responsável. Obrigado. Obrigado. Eh, Daniel, a sua eh aliança em prol da APA da Pedra Branca. [Aplausos] Como o Daniel recebeu aí o remanescente, eu eu eh solicito 12 minutos no cronômetro. OK, Daniel, por favor. Boa Tarde, amigas. Boa tarde, amigos. pelo correr do tempo. A gente não pode eh tá fazendo todos os agradecimentos pra gente
poder dar conta de alguns temas que não puderam ser tratados, mas agradecer aqui em nome do Frederico pela condução realizada pelo órgão licenciador. Eh, desculpa discordar um pouquinho, Rudra. Eh, o município ele é o primeiro que pode impedir e pode dar condicionantes e pode alterar. Depois é que chega para lá pro licenciamento Ambiental. E eu quero reforçar aqui que nós entraremos com medidas legais com relação à possível irregularidade da emissão da certidão de localização pela prefeitura de Poos de Caldas, que foi feito de maneira absolutamente irresponsável. Em todos os compromissos que a prefeitura apresentou aqui,
nenhum compromisso foi com contratar uma consultoria para um estudo independente sobre os impactos do futuro dessa cidade, da região. Nós precisamos unir Os as nossas forças entre os poderes executivo e legislativo de Poços de Caldas, Andradas, Águas da Prata e Caldas para que nós possamos compreender, porque é o nosso futuro que tá em jogo. Não podemos tomar como única fala da empresa ou de uma empresa contratada pela empresa para dar o resultado. Isso aí é um absurdo. Não tem cabimento. Eu gostaria aqui também rapidamente de dizer e deixar muito claro toda a minha solidariedade com
Todos os funcionários e funcionárias da Virides. A nossa revolta não é pessoalmente com cada uma e cada um de vocês. Vocês, ao contrário de serem colaboradores, vocês são trabalhadores. trabalhadores que dão seu suor e buscam trabalhar com honradez e dignidade. Então, toda a nossa crítica que é feita é, infelizmente, a quem está querendo explorar a vocês e explorar a Bos de Caldas. Então o nosso compromisso sempre será com seus direitos dos trabalhadores Das trabalhadoras também da mineração. Tivemos inclusive a presença aqui do sindicato metabase. Eh, eu não vou poder entrar em questões técnicas que a
Virites colocou sobre o método de listifiação. Nós temos o método inito, que foi muito utilizado na China, temos o método de ciclo fechado, que ainda não está testado em campo e nós seremos cobaias sobre esse processo. Nós sabemos que é de argiliônica, nós sabemos que não se trata de rocha, nós sabemos que Existem alternativas tecnológicas. Agora me dirijo a Feran. É obrigatório pela resolução 1 de 86 do CONAMA, no seu artigo 5º que o estudo de impacto ambiental, além de atender a legislação, em especial os princípios e objetivos da política nacional, ela precisa, no seu
inciso primeiro contemplar todas as alternativas tecnológicas e de localização do projeto, confrontando-as com a hipótese de não execução do projeto. Não foi apresentada a Alternativa tecnológica da eletrocinética magnética. Não foi apresentada a alternativa tecnológica da listiviação com uso de magnésio. E não ficou claro no processo que nós temos de pedidos da região o fato de que nós teremos na região, e agora quero tentar de novo a FEAN, nós teremos aqui quatro processos de licenciamento ambiental de quatro unidades de tratamento de minério, todas dessa dimensão milionária de argila. Nós já temos em processo de Licenciamento a
da Meteoric e a da Virides, muito próxima da outra, cada uma da ordem de 5 milhões de toneladas de argila. Não será possível o licenciamento ambiental, colegas técnicos da FEAN, se não houver avaliação ambiental estratégica que leve em consideração mineroduto, porque não se iludam, haverá um mineroduto construído aqui em Poços de Caldas, caso seja aprovada essa unidade de tratamento de minério. Não há nenhuma dúvida sobre Isso. Mineroduto, quatro unidades de tratamento minério extremamente próximas a indústria nucleares do Brasil, em que nós temos aqui altíssimos riscos, muito pior do que Ternobyl. Nós temos riscos tremendos por
20.000 toneladas de material radioativo. A área próxima que a Verides vai querer daqui a 4, 5 anos, ela vai querer é fica na beira da INB, fica na beira da meteóic, fica na beira das barragens de resíduos, fica na beira da barragem de toro, fica na beira do Barracão com 20.000 toneladas de rejeito radioativo que nós temos na região. Com esses critérios, minero adulto, 4 UTMs, INB, zona de recarga, zona fraturada, zona vulcana, vulcânica, se não for feita uma análise ambiental estratégica que vai além do Eima, nós estamos cometendo um erro crasso. Então eu peço
que a FEAN inove, que a FEAN faça pela primeira vez, porque não existe ainda no Brasil nenhuma análise, avaliação estratégica que é necessária. É, pra FEAN também quero reforçar que existe uma contradição inusitada de backfield de 100% processado quimicamente. Nós gostaríamos de pedir encarecidamente que o backfield seja considerado uma pilha de rejeito definitiva que deve ser monitorada por pelo menos 20 anos com relação a perigos de afetar águas subterrâneas e o o solo e o ar. também para as autoridades locais e universidades. Quero insistir que demos as mãos entre nós e vamos contratar as Universidades,
vamos contratar a auditoria pública independente, um estudo técnico qualificado, independente, financiado pelas prefeituras e as câmaras municipais sobre esse projeto que não é só um projeto de mineração, é um projeto de cidade, é um projeto de região, é isso que está em jogo. E sem análise aprofundada não vai dar. Lembrem-se, o Plano Diretor de Poos de Caldas demorou do anos com estudos e para isso a Prefeitura até agora já deixou claro nos compromissos. Nenhum estudo nos compromissos eles falam: "Nós não vamos estudar, a gente aceita tudo o que a empresa falar para nós". Me desculpa,
me impressiona, me deixa muito espantado o grau de inocência em achar que vai ser tudo cor-de-osa. Vamos crescer, vamos aprender e vamos ludar com lidar com responsabilidade com essa terra que é nossa e que precisa respeitada, ser respeitada com carinho. Qual é o modelo De desenvolvimento que distribui renda, que gera trabalho, que gera alegria, que gera famílias que podem trabalhar, ter sua renda e ser felizes de maneira distribuída? Com certeza esse modelo que foi apresentado aqui não responde à necessidade de um projeto de desenvolvimento sustentável, solidário, soberano e para todas e todos. Muito obrigado e
[Aplausos] parabéns. A terra é moça. A terra é Moça. A terra é moça. Aça. Quase 6 horas de de audiência e eu até agora eu não aprendi a mexer no microfone. Tô apanhando dele. É, Daniel, sempre muito bom te ouvir falar. Eu acho que esses anos todos que a gente tem convivido nessa temática, eh, fez surgiu uma relação entre nós de respeito, nem sempre de concordância, mas de respeito, 15 anos, né? Eh, eh, eu, eu posso de fato às vezes não con não necessariamente nesse Projeto em si, mas em alguns outros momentos não concordar com
alguma coisa que você fala, mas eu sempre quero garantir o direito de você falar, porque sei da sua importância enquanto líder comunitário, enquanto eh cabeça pensante dentro da da temática que a gente tá. Eh, numa última reunião você me fez uma deferência. Eu naturalmente tava envolvido com a com a reunião, não pude lhe agradecer publicamente, faço isso agora. E você sabe que eh eu respeito Muito as suas considerações e e sempre te recebo, sempre lhe escuto, tá? Então, só te parabenizar por por encabeçar sempre esse tipo de de movimento que é sempre que é muito
eh genuíno para nós e legítimo. Eh, a gente compõe um órgão técnico, né, que eh tá longe de ser o melhor órgão técnico, mas existe eh existem muitas virtudes e muitos servidores virtuosos dentro do da FEAN, né? Naturalmente, a gente sempre eh quer evoluir para que esse órgão seja eh o Mais excelente possível. Então, te parabenizo pela sua fala, te agradeço sempre a deferência, tá? Não fiz numa última oportunidade e faço agora publicamente. Eh, eu chamo o pessoal do empreendimento para que a gente possa para que a gente possa fazer a última eh os últimos
apontamentos. Vocês têm 10 minutos para fazer o encerramento. Até 10 minutos. Eh, estejam à vontade para fazer o uso da fala. Boa tarde a todos. Meu nome é Antônio Malar, sou da UGR Consultoria aqui representando a a Virides. Inicialmente eu tenho que parabenizar, Frederico, sua condução que deixou um ambiente ordeiro, né? alguns alguns momentos houve um um pouquinho de excesso, mas o que é natural, né, e é legítimo, as suas ações são sempre legítimas, mas sua condição foi impecável. eh dizer que eu saio muito satisfeito, Verit sai muito satisfeito e podem ter certeza que as
Considerações serão avaliadas, as perguntas foram respondidas nessa audiência, mas com certeza chegarão perguntas formais que serão respondidas também formalmente, tá? Para vocês por meio da FEAN. Eh, o estudo ele é elaborado conforme preceitos técnicos, né? E as respostas partirão dessa premissa, com certeza também para dar segurança, né, legitimidade para todo o processo. Não vou pedir aqui eh para que vocês eh Confiem na empresa, mas peço para que vocês confiem no órgão ambiental. O o órgão ambiental, tenho certeza disso, né? Que vocês tenham certeza. atua com maior rigor possível. são profissionais extremamente eh competentes, que dedicam
a sua vida eh para fazer análises eh complexas, né, como um projeto dessa magnitude. E já encaminharam, né, algumas informações complementares relacionadas ao estudo e vão eh aprovar ou não esse projeto baseado no rigor Técnico que não poderia ser diferente, né? Eh, com o que foi apresentado pra gente, a gente nós vamos eh poder ter a oportunidade sempre, né, de trabalhar na melhoria contínua, aprimorando os processos. Então vamos internalizar o que foi apresentado com sempre preocupação do melhor pro futuro. E aproveitando isso, vou reforçar, visando nessa visão de futuro do empreendimento, da importância que já
foi dita aqui, por exemplo, da criação da da Viídium, que É, né, uma uma Joy Ventury por meio da Viides e também da Ionic, que vai trazer o elo dessa cadeia, né, tão importante das terras raras, desde a a fabricação do carbonato de terras raras, né, passando agora pelos óxos de terras raras. até quem sabe um dia, né? E esse é um objetivo incansável que a empresa vai atuar para que um dia seja produzido também os ías de terras raras aqui na região de Post de Caldas. Queria Aproveitar também esse momento para trazer alguns compromissos
e ratificar eh algumas informações que foram eh colocadas no decorrer dessa audiência pública, né? Eh, primeiro o compromisso de eh ajudar, né, e contribuir paraa garantia do abastecimento público de Poços de Caldas. O projeto é um projeto que não tem o uso intensivo de água pelo e pelo contrário, né, ele vai reutilizar 75% dessa dessa água. captação por meio de três barramentos que não eh são Utilizados para abastecimento público, mas em que pese isso de forma muito voluntária a empresa abrir um diálogo muito importante com o DEMEMAI para contribuir justamente para essa garantia do passerimento
público por meio da expansão da ET5, né, e também da adutora. Então, é um compromisso extremamente voluntário com vários outros que a empresa eh vem adotando e vai adotar no decorrer dos próximos anos, mesmo antes, importante dizer, né, Tendo qualquer tipo de arrecadação, porque a gente ainda tá na fase de licença prévia, né? Importante também reforçar uma grande preocupação de todos que é extremamente válida referente ao tráfico de veículos. como foi dito, eh não haverá tráfico de veículos de argilo, né, portanto, de minério em vias públicas. Todo esse tráfego será feito somente em vias internas.
E nas vias externas a gente vai ter somente dois veículos que vão no máximo, né, a média De 1,25 caminhões por dia. Por favor, presidente. É porque tá, pessoal, vamos lá. convuir, lá para concluir, não é uma mentira, tem outras pessoas também estão interessadas em ouvir. Vamos lá, vamos concluir. Bom, dando sequência, então, que eu tava falando, são em média 1,25, né, no máximo dois caminões por dia que vão trafegar, né, em vias que não são Internos empreendimentos, com o material, né, o produto final que Oi, bom, obrigado, Maro. É, e também no máximo 10
veículos dia, né? E aí com veículos leves, né? ônibus, enfim, o controle rígido também da poeira, como foi muito bem colocado aqui, eh é uma preocupação da empresa e aqui a gente não tá tá eh para falar que não existe impacto. É claro que existe impacto, mas esse impacto ele tem que ser mitigado e tem que ser compensado. Em relação à Poeira, a Carla trouxe muito bem quais são as ações que vão fazer esse controle para garantir que a qualidade do ar da região não será alterada, né? O, podem ter certeza também, como foi colocado,
que a melhor metodologia, né, é a deviação, né, utilizando o sulfato de amôia. Isso vai ser comprovado pela Fian, que inclusive solicitou uma informação complementar nesse sentido. Então, eh, sem sombra de dúvida, essa é a melhor, eh, metodologia e isso será Confirmado, né, no processo. É, e também o compromisso, né, da recuperação da paisagem, ou seja, todo esse material que será e lavrado e depois será processado voltará para para as áreas para garantir justamente que a restauração daquela área, né, seja seja concluída. Eh, eu vou em breve também passar a palavra pro Claus, que vai
fazer a o as suas colocações finais, né, em nome da da Verides, mas dizer também que eh a empresa eh já faz muitas ações Que vão além das obrigações legais, está totalmente à disposição, inclusive se for o caso, para firmar algum compromisso, né, ratificando isso, um compromisso eh formal, mostrando todo o engajamento, né, para para se ter, né, é uma mineração sustentável que é possível sim, tá? ter essa mineração diferente do que aconteceu no passado. Então, agradeço mais uma vez. Foi um momento muito importante de diálogo, transparência, que reforça o que a Viides vem fazendo.
Já foram mais de mais não, cerca de 50 reuniões com diversas entidades. A última, inclusive, foi com Daniel e a Carol na quinta-feira, a qual pude estar presente. E o diálogo tá sempre aberto. Sempre que quiserem conversar, estaremos todos à disposição, além dos claros canais de comunicação que estão também eh presentes, divulgados para todos. Muito obrigado. [Aplausos] Boa tarde. Meu nome é Klaus Peterson, sou diretor junto com o José Marques na Ana Viides. Fazer só uma conclusão aqui depois de 6 horas, né? Eh, para concluir, gostaria de falar sobre futuro, um futuro em que nossa
cidade cresce gerando novos empregos com pessoas da própria comunidade, capacitados e eh capacitadas e atuantes, né? Visualizamos uma economia local fortalecida, caminhando lado a lado com a preservação ambiental. O projeto Colossos é uma iniciativa de baixo impacto socioambiental e alto retorno socioeconômico. É um projeto pautado pela responsabilidade socio pessoal. Vamos lá. Vamos lá. Deixa, deixa ele concluir. Inovação tecnológica e crescimento sustentável. Ao avançarmos com ele, contribuímos diretamente para o desenvolvimento social e econômico de Poços de Caldas, gerando empregos, renda e oportunidades reais para nossa comunidade. Nosso Compromisso com cada um de vocês aqui é ser
um exemplo de mineração responsável, sem barragem ou uso de explosivos e com reuso da água, restauração da paisagem após o término das atividades a lavra, priorizando sempre a segurança, o respeito às comunidades e a proteção do meio ambiente. Esperamos sinceramente que esse encontro tenha esclarecido as dúvidas e aprofundado o entendimento de todos sobre a importância e relevância Do projeto Colossos, não apenas para nossa cidade, mas também para país, para o futuro das mudanças climáticas em nível global. Eu vou que este evento não marque um encerramento, mas sim a continuidade de um diálogo permanente, transparente e
produtivo, trazendo benefícios concretos e duradouros para todos nós e para as próximas gerações. Aproveito aqui para agradecer a mesa. Grande condução, Federico, foi uma excelente condução. Fiquei espantado Com a qualidade do do dessa apresentação, da condução sua. Eh, esperamos ter mais discussões. E bom, senhores, muito obrigado. Obrigado a todos. Toda paciência, 6 horas aqui. Agradeço a todos. Então, boa tarde, [Aplausos] pessoal. Eh, da do ponto de vista do nosso roteiro que tá esculpido na DN 225, nós superamos todas as fases e cabe a mim fazer só um um breve encerramento Aqui. Eu não vou falar
mais do que 3 minutos porque eu fiquei o tempo inteiro aqui cortando todo mundo quando dava 3 minutos. Então, não seria justo que eu falasse mais do que isso, né? Eh, eu quero agradecer as deferências que me foram feitas tanto pela pelos eh legitimados, pelos interessados, quanto quanto pelo pessoal da empresa. Eh, agradecer a todos os presentes, a todos aqueles que nos assistiram pela plataforma do YouTube. Eh, dizer que é Muito desafiador pra gente enquanto eh presidente e e mediador de um de um de uma discussão num ambiente de embate como esse, a gente fica
igual o árbitro de futebol, né? Ninguém tá satisfeito. Ninguém tá satisfeito quando eu corto a palavra eh quando você quer ouvir. E mas é o meu papel, né? O papel o meu papel aqui é garantir que a norma seja efetivamente cumprida. E foi o que eu me comprometi e busquei fazer a todo momento. Peço eh desculpa se em algum Momento houve algum alguma grosseria, algo nesse sentido. Eu respeito demais o processo democrático, respeito todos que estiveram aqui, tanto eh com a intenção de empreender e defender o seu projeto, quanto aqueles que também defendem eh a
negativa do projeto. Acho que o processo democrático ele é uma evolução constante, ele não é um fim em si mesmo e muito menos o processo de licenciamento ambiental resolve tudo que é possível dentro das nossas angústias, Dentro dos nossos anseios. Eh, a gente procura fazer um trabalho extremamente rigoroso, extremamente técnico e assim vai ser dentro da análise desse processo. Eu garanto a todos vocês eh algumas questões pontuais que talvez seja interessante nessa oportunidade que eu tô tendo de falar um pouquinho fora do roteiro. É, a gente a gente já teve outras experi a senhora Maria
Cristina Pret que me que falou acerca do da gente Fazer a audiência pública no sábado. Eh, a senhora me jogou luz numa situação que eu não havia eh talvez mensurado. Eu que eu que solicitei que essa audiência ocorresse no sábado, porque as nossas experiências dentro de outro processo de licenciamento em fazê-la durante a semana, no período noturno, havia uma evasão muito grande. Eu tentei garantir um um maior uma maior participação da população. Foi uma intenção e que talvez tem que ser repensada nas próximas Oportunidades que a gente vê a audiência, porque de fato tem muita
gente trabalhando nesse período também, tá? Não foi algo que eu vou evoluir dentro da minha temática. agradeço a sua a sua manifestação que jogou luz para isso. Eh, no mais, eu agradeço a equipe eh de apoio, a equipe eh do cerimonial, a nossa tradução de Libras que garante acessibilidade a todos, né? é um projeto grande que atinge uma uma comunidade grande, um número grande de pessoas e é Importante essa inclusão para todo mundo. Agradeço ao meu companheiro de sempre, Dr. Anderson, que é o nosso coordenador de controle processual, que teve aqui me assessorando. Eh, é,
é um aqui, eh, vocês tinham que experimentar, é uma situação de extrema, de extrema, eh, tensão e de extrema concentração. Então, um pouquinho de coisas que a gente esquece ou passa, eh, acaba se perdendo dentro da Temática. Então, o Anderson sempre me ajudando aqui. Desejo a todos vocês uma boa tarde, um bom final de semana. Estaremos sempre à disposição aqui. Um abraço a todos. [Aplausos] Ah, pessoal, antes tarde do que nunca vai ficar o e-mail da DGR aqui, que é o órgão que tá fazendo a análise técnica do processo, vai ser responsável pelo parecer único.
Quaisquer contribuições podem ser encaminhadas diretamente pra Equipe da DGR, OK? Em até 5 dias, tá? Em até 5 dias, que é o prazo regimental.