Chegamos. Fala galera. >> É isso aí. >> É verdade. Você dormiu bem hoje? >> Eu não dormi nada. [risadas] Eu fui dormir às 4 da manhã. >> Ah, galera, vamos tentar quebrar o recorde da maior live da história da educação brasileira. Não existe nenhuma live educacional, nenhuma. A gente investigou, tá bom? Não tem nenhuma live Em que alguém ficou 12 horas dando aula. Nem perto disso eu não encontrei. Tá bom. Encontrei uma tipo sete. É, tá ali, tá certinho já. E a gente vai tentar fazer 12 horas. Por que que eu digo tentar? Porque eu
não sei, eu não sei se a gente vai conseguir. Hoje de manhã eu acordei, sabe quando você acorda, você abre o olho e tem alguma coisa muito difícil acontecer na sua vida e você fala assim: "Nossa, não acredito que eu fiz isso". Sabe >> por que que eu fiz essa [ __ ] É tipo, sei lá, você bateu o carro de noite, destruiu ele, foi dormir. Aí no dia seguinte você acorda, tu faz o download daquela realidade, fala assim: "Meu Deus, que droga, vou ter que resolver isso". >> Eu falei assim: "Cara, eu vou cancelar.
>> Juro, eu falei assim: "Não, mano, isso é loucura. Por que que eu fiz isso? Por que que eu falei que ia fazer toda a biologia em 12 horas?" >> Porque a gente é louco. Então, >> e agora a gente vai ter que fazer, tá? A gente vai ter que fazer. A gente vai fazer. Eu não tô vendo aqui os comentários deles. Deixa eu pegar aqui para dar uma olhada pelo pelo iPad mesmo. >> Aham. >> Galera, sejam todos muito bem-vindos. Primeira coisa, curta a live, né? Fala sério. A gente vai ficar aqui o dia
todo hoje, né? Temos aqui no momento, deixa Eu ver aqui. Nossa, que isso, né? Só tem 1000 pessoas na live. É muito pouco, galera. Eu tô, eu vou vou falar bem sério com vocês. Se chegar um momento da live que tiver pouca gente, eu vou interromper a live. Não vou fazer, vou interromper porque eu tenho eu tenho muita coisa para fazer hoje, mas muita coisa mesmo. Isso aqui é uma tarefa muito difícil, muito complexa, vai exigir muita concentração. Então curtam a live se vocês realmente quiserem que a Live e ela vá até o fim, tá
bom? Porque pra gente manter isso aqui até 11 horas da noite, basicamente, né? Agora são 10:50, então a gente vai até e até 10:50 da noite. E detalhe que tem um limite pra live do YouTube é no máximo 12 horas. Ele não deixa passar disso. Então a gente realmente vai ter que fazer desse jeito, tá? Então, a gente vai começar o que que vai ter aqui, tá? Para quem não conhece, eu sou Pedro Assad, passo em medicina todo ano, dou aula de Todas as coisas, melhor didática do Brasil, eu digo que eu tenho, tem gente
que concorda, tem gente que não concorda, você vai descobrir se eu tenho ou não tenho. E esse aqui é o Mário. >> Que Mário? >> [ __ ] eu sabia, mano. É, é porque eu sei que eles perguntaram. É, mano, eu sabia, eu senti a pergunta chegando. >> Exatamente. Quase que eu falei também. meu professor de biologia na época que eu fui aprovado em medicina pela Primeira vez em 2018, o cara que mais me ensinou biologia na vida e é um cara brutal de prova, vai ser professor inclusive da SAD de vestibulares tradicionais, preparando para
full vest específica, avançada de biologia, Unicamp, o ERGE, segunda fase discursiva de biologia, ele já faz isso há 15, 20 anos e ele vai fazer agora na sá de vestibulares tradicionais com a gente, tá? >> Isso aí. >> E eu sou especialista em preparação por Enem. Ele também é óbvio. Inclusive eu aprendi com ele o que eu sei de biologia para Enem. E a gente hoje vai puxar tudo aqui. Vamos puxar toda a biologia. E detalhe, são 15 questões de biologia que eu garanto que tu vai acertar. Tu vai acertar no máximo das 15 vai
ter uma que a gente não vai tocar aqui porque é uma inesperada, mas a gente vai passar o circo em tudo, tá? A expectativa é aquela. ou vai ser uma prova com muita Ecologia, duas, três questões de ecologia, às vezes duas questões falando de DNA e genética no total, às vezes uma questão de citologia, duas de fisiologia, uma, duas ou até três em de botânica, dependendo do ano. >> Às vezes vem, vezes vem, >> às vezes não vem nenhuma. Às vezes, >> ano passado não veio nenhuma de botânica. É, >> e nem de ecologia zona
não, ecologia veio, claro, aquela das plantas lá, Cara, a gente vai pegar o raciocínio completo aqui. E muito importante, amanhã às 7 da manhã eu vou abrir e vai voar muito rápido apenas 1000 vagas para Black Friday da plataforma SAD. Você leva nova plataforma SAD, tem tour aqui no meu canal pela nova plataforma SAD, se você quiser olhar, você leva ela vitalício, você leva 24 meses de acesso ao assadibulares tradicionais, tá bom? com aulas específicas avançadas de física, química, biologia, matemática, História e geografia para FVEST, US Unicamp. O preço dessa oferta total seria R$ 24.000,
sem inflacionar o preço, só somando mesmo. Só só a sá de vestibulares tradicionais é 6.000 por ano, só aí tem 12.000. Aí junta com a plataforma, junta com os livros didáticos, junta com os simulados autorais, tem banco de questões na plataforma, tem aulas ao vivo, tem mentoria, tem tudo, tem monitoria de dúvidas e vai sair por 2497 amanhã. É a Melhor oferta de todas que eu já fiz. a gente abre amanhã às 77. A minha perspectiva é que as 1000 vagas elas acabem em torno de 30 minutos, tá bom? E tá aqui o QR Code.
Basta você escanear esse QR code aqui que você vai entrar em um dos grupos e amanhã quando for 77 da manhã eu vou abrir essas vagas. Inclusive quando for mais ou menos umas 6:40 da manhã eu vou estar aqui em live falando sobre isso, né? Para mostrar para vocês aquela antes de antes de Vocês fazerem a matrícula, não vou estar com vocês acompanhando o pré-momento. Beleza? Tem gente perguntando, tem gente perguntando se vai ter aulão de 12 horas de de química. Tem, galera, vai ter toda a química do Nem em 12 horas. A gente começa
2as da manhã, tá? Assim que eu terminar essa live de biologia, quando é 2 da manhã a gente vai começar e vai até 2 da tarde. >> A morte virar depois, né? E depois ainda vai fazer o Enen. É, galera, já tem, tá Bom? Aqui no canal já tem uma aula com toda a química básica e toda a química geral do Enem, já tem uma com toda basicamente tudo já aqui, tá bom? Então, ã, vamos para cima, vamos começar isso aqui. Vou ficar de olho aqui, cara. Nunca fiz isso. Vai ser uma live brutal e
imensa. Vou ficar de olho aqui de às vezes nos comentários da galera. E cara, tá na hora. Não adianta. A gente a gente falou que ia fazer >> agora. >> Agora a gente vai ter que fazer. Eu vou tirar esse rec da frente, tá bom? Você você escaneia aqui se você quiser se matricular amanhã na plataforma SAD. Deixa eu tirar o QRC da frente porque agora é hora de aula. Tá bom. Eu pedi pro Mário começar por citologia. Posso colocar só o panorama da introdução aqui. >> Olha só. Citologia no Enem. Não vou ficar aqui
falando que tu já sabe. Outro dia apareceu para mim um vídeo, tava Super viral e o vídeo era uma musiquinha assim, uma uma mulher cantando uma musiquinha assim, mitocôndria. Mitocôndria produz energia, produz energia. Cara, isso não vale de nada para Enem, não vale de nada. Você saber mitocôndria produz energia. Ribossomo, ele faz síntese proteica. Ai, retículo, gravei hair, retículo endoplasmático rugoso, ele também faz síntese proteica. Complexo de go, ele entrega. O Enem cobra bem mais do que isso. O Enem ele Cobra um raciocínio intrincado, um raciocínio interpretativo. Então vou colocar a base aqui e a
gente começa em cima dessa base, tá bom? Primeira coisa, citologia, a gente tá falando aqui >> de célula, tá bom? Célula é a estrutura viva que compõe a gente, né? Então tem que lembrar que pela teoria da evolução, pela teoria mais aceita para surgimento da vida, aqui no universo tinha um super sopão primitivo, aquecido, cheio de de cheio de moléculas, cheio de de átomos Ali que foram se colidindo, foram se combinando. Um belo disso aí formou uma membrana plasmática, se isolou, criou um mecanismo para manter a concentração de sódio, de potássio equilibrada para que a
célula não explodisse e conseguiu um mecanismo de autorreplicação, que a gente vai chamar aqui de DNA. E agora essa célula vai se multiplicando, vai se duplicando, vai se conservando e um dia isso vira a gente de alguma forma, tá bom? A gente vai entrar aqui em evolução Ainda, mas a primeira coisa que eu gostaria que vocês soubessem pro Enem, a gente vai ter teoria e questões aqui, é que a célula e a gente vai ter que ir nesse ritmo a partir de agora, vai ter que começar rápido, tá bom? Quando eu parar aqui, você já
entra, tá? Você tá preparado? Tem que tá esperto, energizado, hein? Então vamos lá. O que o Enem quer que você sabe, primeira coisa é que isso aqui é feito por uma membrana plasmática. Membrana plasmática Todo mundo tem. Todas as células tm. Célula de bactéria, célula de planta, célula de fungo, célula de animal, tudo tem membrana plasmática, exceto o vírus, porque vírus é um uma situação controversa. O vírus não é totalmente vida, não é totalmente não vida, ele não tem uma membrana plasmática, ele tem muito mais um capcídio proteico, >> cheio de proteína, material genético. >>
Exato. Mas sobre essa membrana plasmática, o que que o Enem quer que Você saiba? Ela é feita de fosfolipídeo, tá bom? Então, fosfolipíde, tu vai pensar sempre numa moléculazinha, tem essas duas perninhas aqui, tem essa cabecinha aqui. Essas perninhas aqui são a parte apolar, como se fosse a parte gordurosa. Sempre que a gente falar apolar, estamos relacionando com parte lipídica, parte gordurosa, beleza? Então essa perninha aqui é a parte apolar, que não gosta de se misturar com a água. E essa cabeçota aqui de fosfato é a parte Polar que se mistura sim com água, tá
bom? Por que que isso aqui é uma bicamada fosfolipídica, tá bom? A membrana plasmática, ela vai ter uma parte assim e uma parte assim. Claro que o desenho tá grosseiramente fora de escala, mas pode ver que essa parte fica em contato com essa água interna, essa parte fica em contato com essa água externa e são vários fosfolipídeos aqui, um ao lado do outro, fosfolipídeo, fosfolipíde, um ao lado do outro, um Lado do outro. Isso aqui forma um modelo que a gente chama de mosaico, fluida essa membrana plasmática, ela pode ir se mexendo, ela pode ir
trocando um com o outro, >> as próprias proteínas que estão ali em cima, né, podem se modificando e se se objetivo disso aí é objetivo disso aí. Para que que existe membrana plasmática? É basicamente para isolar dois ambientes acuosos. Se você não tem membrana, tu não tem célula, né? Então você, primeiro Tu delimita o espaço da célula, né? Porque se não tiver membrana não tem célula. Segundo, né? A membrana plasmática, ela vai decidir o que que vai entrar e o que que vai sair da célula. Ou seja, qual é o nome disso? Permeabilidade seletiva. Beleza?
>> Permeabilidade deixa passar, mas não é qualquer coisa. >> Isso. Ele é permeável, mas não é qualquer coisa. Ele seleciona aquilo que entra e aquilo que sai. Beleza? Então Tem várias maneiras de selecionar. A gente vai falar mais disso daqui a pouco, >> tá? Então ela delimita o território interno da célula, ela faz permeabilidade seletiva, >> isso. E ela acaba protegendo também a célula contra choques mecânicos, né? Agentes infecciosos, né? Que querem detonar aquela querem, é que nem a parede da minha casa. Ela ela diz o que que é minha casa, o que que não
é. Se Não fosse ela, qualquer pessoa poderia entrar dentro da minha casa. Ela tem uma, tem portas nela. Eu escolho o que que entra, o que que sai. >> Nem tudo eu quero que entre, nem tudo eu quero que saia. Ah, lixo. Eu quero que saia, mas eu não quero que saia o meu notebook, por exemplo, né? De preferência. >> É, de preferência. Não, eu não quero pegar o lixo da rua e botar aqui para dentro, né? Então, regula o que que ela Bota para dentro, para fora. E ela me protege do vento, das coisas
ruins. Tá bom? >> Protege. Exatamente. A membrana inclusive ela pode, ela não é igual em toda a célula, né? Você vai ver que existem algumas adaptações de membrana, por exemplo, né? Células lá do intestino, né? Elas vão ter o quê? Dobras dessa membrana plasmática aqui que a gente vai tomar de microvelosidades, né? Achei que a gente Ia no beabazinho da citologia lá. Bonitinho. Faz isso mesmo. Vocês querem? Acho que você é isso que vocês querem, né? Eu acho que assim fica melhor. >> Vamos puxando, vamos conectando isso aqui. Então, >> vamos conectando. Tem microvelosidade. Porque
em biologia para que que serve dobra, galera? sempre dobra para aumentar a superfície de contato, para ter, né, maior absorção. Se tu tá falando de célula intestinal, além da Parede do intestino ter as velosidades intestinais, as células que compõem aí aqui o epitélio, né, do intestino também tem as microvelosidades, essas dobrinhas aqui. >> Tá falando então do meu intestino? Aquela parada que tem aqui em formato de cobra que absorve comida. Examente. >> Quando eu como, passa pelo meu estômago, a comida vai passando ali pelo meu intestino. E aí os nutrientes dessa comida, depois que sofrem
digestão, eles Tem que entrar no meu sangue. Mas para entrar no meu sangue eles têm que atravessar a barreira intestinal. E aí as célulazinhas aqui do intestino, que são os enterócitos, tudo que é tem a ver com o intestino, elas têm essa, a membrana plasmática delas não é normal. Ela tem uma especialização chamada microviolosidade, que é para aumentar a superfície de contato. >> Brutal. >> Exatamente. Muito bom, né? E aí o que Que acontece? Essa membrana plasmática daqui, ela vai então permitir que entre o que sai da célula e a gente precisa conhecer os tipos
de transporte, né, que acontecem aqui. Beleza? Basicamente quando a gente fala de transporte, tu vai lembrar logo de quê? Difusão, osmose. Beleza? >> Tá? Osmose tem que lembrar não. Transporte de água. >> Transporte de água. A água vai pro lugar que tá mais concentrado. A água ela é Polar. Já vamos ficar com essa. Vamos, não vamos, não vamos no beabazinho deles, não. Vamos, vamos forte para puxar vocês para cima também, pro raciocínio ficar bom. Água a gente sempre vai lembrar que ela é polar, tá bom? Água, ela é feita aqui de H2O. Então ela fica
aqui com um polo positivo perto dos hidrogênios e um polo negativo aqui perto dos oxigênios. Aqui é pela questão das ligações, o oxigênio tem muito mais eletronegatividade, puxa os Elétrons para perto dele, gera ali um momento de polar negativo. Então isso aqui, a água tem atração eletromagnética. Por exemplo, tem um ambiente ali que tá com pouco sal, tem um ambiente que tá com muito sal. A água vai para ambiente que tá com muito sal. Beleza? >> A água vai assim, ela vai pro lugar mais concentrado sempre. >> Isso. Mas as moléculas elas fazem, né? sempre
o contrário. Vai do meio mais Concentrado pro meio menos concentrado. Na verdade, gente, é é bem simples a coisa, né? É uma questão de manter uma concentração. Pô, tu vai fazer um suco, né? Se esse suco ele tiver com muito açúcar, tu tem que botar muita água, porque senão ele vai ficar doce demais, né? Se ele tiver aguado demais, tu bota mais açúcar. Então, na verdade, você tem que manter a concentração interna e externa da mesma maneira. E isso vai, a gente vai acabar vendo em vários Processos fisiológicos dentro da natureza acontecendo. Então a gente
fala disso em célula, mas por exemplo, vou pegar um exemplo do reino animal, né? Pega lá um tubarão, por exemplo. O tubarão ele faz uma coisa muito interessante que pode cair na tua prova chamada de uremia fisiológica. >> Mas que que é isso aqui no tubarão? >> Isso daqui é a boca dele. >> Caraca. >> Beleza. >> Parece um bigode. >> É. Calma aí. Deixa eu então fazer um tubarão mais bonito. Pô, esse tubarão ficou meio zoado, né? Mas vamos lá. Parece o Leon do Picau aquele >> p que isso, né? Olha só aqui, ó.
Pô, não tá dando muito certo esse tubarão, mas OK. Qual o nível desse tubarão aqui? >> Fala aí para ele. >> De um a 10 quão tubarão ele é, sendo que 10 é muito tubarão. Vai, que que você acha? >> É isso aí, ó. Uremia fisiológica. Que que é isso, né? Olha só. Tubarãozinho vive num ambiente quê? Salgadão. Beleza. >> Vocês estão vendo que esse safado tá fazendo? Eu achei também que você ia fazer, sabe quê? Eu eu ia fazer isso, eu ia cometer esse erro aqui. Eu ia assim, >> retículo, agora não sei quê,
só que tu já tá puxando o negócio de tubarão de >> porque tá todo interligado. A biologia é uma coisa só, pô. >> É que é isso que você tem visto cair nas Provas, né? É isso que >> vocês estão gostando? É para ele puxar assim mesmo. É para ele começar a tudo que vem na cabeça dele, todas as vozes que aparecem é para ele passar pro quadro mesmo, porque ele vai nesse ritmo. >> Então vou eu vou vou mandar isso aqui, ó. Que que acontece? Qual é a tendência? O tubarão perder água pro meio
ou ganhar água do meio? perder água pro meio. Se é mais concentrado. >> Ah, tá. Porque tem sal lá fora. >> Porque tem sal lá fora. Ele tá É só que, pô, isso é maior saco. Aí o peixe que e normalmente vive num ambiente salgado, aí tem que ficar bebendo água, né? Para >> é, ele tem que acabar bebendo água para repor água que ele fica perdendo pro meio, né? Só que essa água é salgada, ele tem que ficar escretando pela branca. Pô, tem todo um estresse fisiológico ali. >> Isso é real. Texto tem uma
vida de Merda, >> pô. É o que tá na água salgada tem uma água salgada. Aí na água salgada, a água do corpo dele sai lá para fora. Aí ele fala: "Ai, desidratei, vou beber água". Aí puxa a água. Só que a água vem com sal agora. >> Aí tem que escritar sal para dentro. >> Aí é aí, ah, botei sal para dentro. Legal que minha água não vai fugir de mim. Só que agora tem muito sal no meu corpo, aí tenho que jogar sal para fora. >> Exato, pô. E e até a urina, pô,
tem que concentrar, porque aí tu vê, pô, o ambiente ele já perde água naturalmente pro ambiente, então ele pode ficar perdendo muita água na urina, não, porque senão ele vai acabar ficando desidratado. Então esse peixe que tá numa água salgadona, né, o peixe de água salgada, ele tem que ter uma urina um pouco mais concentrada, menos. >> Então tá falando discreta nitrogenada de fisiologia escretória do peixe. Como é Que funciona mesmo? Não vai. Agora você vai ter que não tem que clicar aqui primeiro no move, ó. Move, move, >> move. E agora você, ó, se
você quiser dar algum grito na aula, você me avisa que eu tenho que desativar o cancelamento de ruído. >> Na nossa última aula de botânica, a gente dava um grito, não saía, ele corta. >> Ah, entendi. >> Tá. Você avisa que a gente grita junto. É. >> Então você vai falar discreta nitrogenada. Já, >> já vou falar. Então, olha só, galera, >> para contextualizar ali, enquanto ele ele ele esquematiza, é o seguinte, quando quando falar de nitrogênio na prova, a conexão que você tem que ter com nitrogênio, ah, nitrogênio é isso aqui, né? um elementozinho,
eu sei, mas o nitrogênio ele é estrutura de Proteína. Proteína é a molécula mais importante que tem, tá bom? Proteína é uma molécula muito versátil. Carboidrato serve para dar energia. Ah, carboidrato dá energia. Às vezes faz um glicocallixezinho ali na célula. Carboidrato tem um macronutriente bem mais restrito. A gente usa mais mesmo para quebrar ele, para extrair energia. A gente vai falar disso metabolismo energético. Lipídio. Lipídio também a gente faz energia com ele. A gente a Gente extrai a energia do lipídio, oxida ele, a gente armazena ele como um estoque mais durável de energia. a
gente faz hormônios lipídicos, proteína não. Proteína é tudo. Todas as nossas enzimas elas são proteínas. Os nossos anticorpos, eles são proteínas. Muitos dos nossos hormônios são proteínas. Os transportadores são proteínas. Proteína é a molécula mais versátil que tem, mas a proteína ela é feita de nitrogênio, porque a proteína é feita de aminoácidos E amino vem de função amina. Ácido vem de ácido carboxílico. Então a gente vai encontrar uma amina e um ácido carboxílico e na amina tem nitrogênio. E o nosso DNA, que é a molécula informativa que preserva a nossa hereditariedade, que faz a gente
ser quem a gente é, também é feito de bases nitrogenadas. Então também tem nitrogênio. Então faz parte, uma das partes do metabolismo humano é você escretar nitrogênio, tá bom? Você vai Degradando o nitrogênio ao longo do dia da musculatura e você tem que escretar ele. >> É. É. Até porque parte desse nitrogênio tu usa, mas parte dele acaba formando esses pode formar esses três compostos aqui que são tóxicos. >> Essas três coisas são tóxicas e tem na gente, tá bom? Então, meu sangue tá rodando cheio de nitrogênio, cheio de proteína. Tem uma hora que eu
vou degradando isso, tá bom? Vai passando Pelo meu fígado, vai passando pelos meus rins. E aí eu eu preciso escretar esse nitro. Olha só, esses três produtos, amônia, ureia e ácido úrico, entenda bem, são tóxicos, mas não é todo mundo que tem os três. Cada tipo de organismo tem um. A gente já tá aqui numa matéria avançada, aula acabou de começar e o Mário vai explicar agora nitrogenadas. Por quê? Eu, eu quero que você explique daquele jeito que você explicava em 2018, qual é a vantagem de cada um deles Evolutivamente. Já agora, você vai ter
que ir. >> Olha só, primeira coisa que tu tem que ter em mente é que você tem que avaliar dois fatores, né? A toxicidade, tá? Então, a amônia é o mais tóxico. Beleza? O >> amônia é tóxico. >> É o mais tóxico de todos. >> É fácil de lembrar porque amônia parece tóxico. Nome lembxico mesmo, né? Ácido úrico é o menos tóxico de todos e aureia É o mais ou menos. É menos tóxico do que a amônia, mas é mais tóxico do que o ácido úrico. Beleza? >> Tá >> aí agora solubilidade. Esse daqui é
o mais solúvel. Esse aqui é o menos solúvel. E aureia mais ou menos, tá? Você precisa, galera, você vai fazer a prova agora no domingo. Você precisa da tua memória visual conservada. Então, tenta escrever um esquema. Eu vou tentar lembrar. Olha só, o Mário botou primeiro Amônia e aí, qual foi que ele botou lá no outro extremo? Ele botou o ácido úrico. Aquele que tem nome de ácido, ele botou no extremo. E justamente esse que tem nome de ácido, ele botou como menos tóxico. E a amônia botou como mais tóxico. No meio só pode ser
aureia. Então, ureia ele botou como mais ou menos em termos de toxicidade. Agora embaixo Mário, ele botou outra outra linha da tabela que era uma tabela sobre solubilidade em água. E o que que ele Botou nisso? A amônia ela é o mais tóxico e também o mais solúvel. Aham. >> Perigoso para [ __ ] Então >> é >> perigoso. >> É isso daqui, pô. Não é qualquer C que pode ter amônia dentro do corpo. >> A gente não pode, >> a gente não pode, a gente morreria, né? >> Porque ela vai se solubilizar no meu
sangue todo. >> Exato. E aí tem um problema, né? Por Exemplo, quando tu tem uma coisa que é muito tor, >> 2100 pessoas, hein? >> Curta a live. Porque se, deixa eu falar um negócio, se você não curtir a live, que que vai acontecer? Vai chegar lá no Enem, domingo, tudo certo na na porta, quando tu for entrar no portão, tu vai ver um pombo. No que tu olhou para ele, ele vai voar, vai bater na tua cara, vai entrar uma uma peninha na tua boca de e já vai entrar desestabilizado. A menos Que você
curta agora a live, você vai ver. Vamos lá, >> então. Vamos lá. Então, o que que rola, cara? Quanto mais tóxica uma parada, né, para ela não te fazer mal, tu tem que diluir aquilo. Beleza? Se eu cons se eu tiver muita água para diluir, aquilo ali não vai me matar, aquilo ali não vai me fazer mal. Só que olha só para quem rola diluir bem isso daqui, quem tem muita água no ambiente, beleza? >> Não é a gente, >> não é a gente, né? Então quem tem muita água, tá no ambiente cheio de água,
né? E vai poder pegar isso aqui, diluir bastante para escretar, ou seja, fazer xixi para caramba, fazer muita urina muito diluída, aí beleza, pode ter amônia. Beleza. >> Então, peixe, você tá falando de peixe. >> Então, peixe, só que aqui é peixe ósseo. >> Ósseo >> é porque o cartilaginoso é aquela parada do tubarão que vou voltar daqui a pouco. Você tem não tem osso. >> É cartilagem. Ele é um peixe cartilaginoso. É um condrict. Beleza. Condrict ou elasmobranquios, né? Caraca, que isso, né? O bagulho é doido. Então, ó, peixe ósse, mas não é só
peixe óoso também não. Por quem tá aqui também nessa parada? E aí eu já vou puxar um negócio aqui para você entender, ó. A gente depois vai falar disso melhor, mas peixe, falando aqui dos cordados, filo, cordata, peixe, anfíbio safado, já tá Entrando em filogenética, tá entrando já em classificação dos seres vivos. >> É isso aí. >> Alguém esperava? Me diga aí nos comentários. Você estavam esperando por isso? >> É isso aí, ó. Aves namíferos, tá? Isso daqui tu tem que ter na mente, porque a biologia é toda integrada, tá? Então, a gente vai trabalhar
com fisiologia, classificação, tudo junto, beleza? >> Ó, os peixinhos eles, Opa, os peixinhos Estão onde? ão na água. É beleza? Na água, >> então, super adaptados à vida na água. O que que é o anfíbio? Anfibios, vida dupla. Esse ser aqui é o ser que tá ali no meio, no meio termo, né? Ele tá na transição. Ou seja, >> safado vive tanto na água quanto na terra. >> É porque ele tem uma larva que é o girino aqui adaptado à vida na água e tem um adulto >> que é adaptado, já tem adaptações pra vida
na terra. >> O RIB faz fecundação externa ainda, né? >> Ainda faz. Ele depende, ele ele tá na terra, mas ainda depende muito da Opo meio que ele tem que ejacular na água >> e aí a fêmea tem que soltar os óvulos dela na água >> e lá na água tipo brióf piteridofta, sacou? Tipo brioófito piteridofta, depende da água pra reprodução. O sapinho ele vai dar o abraço nupcial. Aí Tu pensa: "Caramba, né? Ele pegou a sapinho ali, vai acontecer alguma coisa, não acontece nada". Ele fica fazendo carinho na barriga dela. Ela libera os óvulos
na água, ele libera os espermatozóides. Na água ocorre a fecundação externa, fecunda fica trás do outro, ele faz um carinho ali, aí ele joga na água, ela também joga na água e na água o espermatozóide e o óvulo >> sem a fusão. Então, ó, isso é que o o Enem é uma prova >> que não é apenas de de conhecimento, é muito uma prova de tradução vocabular. Às vezes no texto ele vai te contar isso que a gente acabou de falar e a resposta vai tá. Eles fazem fecundação externa em meio acoso. Isso é fecundação
externa. Tá bom? O encontro dos gametas do sapo e da sapa, da rã é feito na água, tá? Gameta, que que é gameta? É aquela célula que possui metade do número padrão de cromossomos da espécie e que está destinada a se reunir com outro Gameta, fazer uma fusão e se tornar um zigoto, tá bom? Se tornar de fato um zigoto que depois vai virar um embrião que vai começar o desenvolvimento. E esse bicho e esse bichinho aí fecundou o espermatozoid do sapo, encontrou o gameta lá, o óvulo da fêmea. Aí ali na água mesmo ele
se desenvolve. Isso vai formar ali um um ovo, né, que é envolto só por uma membraninha. >> Forma um ovinho, >> um ovinho, né, mas é só uma membrana Meio gelatinosa que cobre ele ali, porque ele tá dentro d'água, tá protegido, tá hidratado, então tá de boa. Só que o lance todo é que assim, ele já dá um primeiro passo pro ambiente terrestre, beleza? Porque ele agora já vai ser, enquanto a larva ela excreta aqui, ó, larva de anfíbio excreta amônia. >> Ah, então a larvinha já tem metabolismo de nitrogênio, já excreta amônia. >> Já
escreta amônia. Mas o adulto depois Que sofre a metamorfose ele passa a escretar o quê? Ureia. Beleza? Então aqui, ó, safe. Se isso cair, isso vai arregaçar os anfíbios. Então, >> os anfíbios adultos, >> os anfíbios, eles têm tanto uma fase da vida deles, quando eles são pequenininhos, larva, que eles usam a amônia comooscreta nitrogenário escolhido, né? Então eles pegam o nitrogênio deles e simplesmente combinam >> com três hidrogênios. Só que essa merda É muito tóxica, vai fazer mal pro corpo, mas não tem problema porque ele tá cercado de água. tentando diluir, dilui, diluir, >>
vai diluir isso tudo. É isso aí. >> Quando vira um sapinho adulto, >> aí já tem que economizar a água. Ele não pode ficar perdendo água que ele agora foi pro ambiente terrestre. Então ele tem que passar a escritar ureia, porque a ureia eu não preciso diluir tanto, porque ela não é tão tóxica. Então eu Consigo eliminar a ureia sem ter que eliminar tanta água, sem ter que perder tanta água. Ou seja, a ureia é mais econômica do ponto de vista da excreção do que a amônia. Beleza? menos tóxica e ela é >> e menos
solúvel também do que a amônia. >> Preciso de tanta água para lidar com ela. >> Não preciso. Eu não vou perder água pro meio com tanta facilidade. Então o anfíbio adulto tá aqui. Sabe que tá aqui Também? Ah, só um detalhe interessante, né? Aí tu fala Mário, então ele sofre metamorfose e aí ele então muda. Ele muda um monte de coisa. Aqui tem caldinha, aqui tem pata. Aqui é tetrápode. Pata é importante para quê? Pra água? Não, pra terra. >> Tetápode. Tetra qu e pó de pé. >> Pó de pé. Tetápod é o esse é
o sapo, eu lembro. >> É o sapo, né? Então ele vira isso. Ele escritava ureia, agora ele escritava Alumânia, agora escreta ureia. >> Pô, ele respirava por >> como aqui na água. >> Ah, sei lá. Ele pegava oxigênio por difusão, recebe ox. >> Então, mas já tem branca. >> Já tem branquia, >> já tem branca. Já tem branca. Define branquia para eles. >> Branquia é uma superfície de troca gasosa. Não, você tem pulmão. É uma superfície de troca gasosa e Especializada em trocar com a água. Beleza? Então a água passa pelas brancas e dali o
oxigênio é retirado, o gás carbônico é lançado, tá? Você não consegue fazer essa troca qu você disse, é uma é uma superfície de trocair de troca gasosa >> especializada em troca com a água. >> Troca com a água. >> A nossa não, o meu pulmão eu tenho alvéulos pulmonares. É uma superfície de troca gasosa especializada em trocas com Ar. >> Com ar. Com a beleza. Tanto que até o ser que vive na água que tem pulmão, tipo golfinho, baleia, tem que vir a superfície para respirar, para pegar. Beleza. Tem canalha aí falando bem aí. É
ao vivo, é gravado, ó. É ao vivo para caramba, hein? Que que eu posso dizer para provar que é ao vivo? Aqui, ó. >> Ver o último comentário aí. Fala aí, ó. Agora é 11:14. Os comentários estão assim, ó. É ao vivo, não é gravado. >> Pode ler o nome >> rei do Free Fire. Ah, tá. Valeu aí, Marie M. Diniz e os peixes pulmonados? Tipo a piramboia, peixe pulmonado, né? E aí, eh, Sofia, Branquia, superfície. É, tá todo mundo aqui. A gente tá lendo os comentários agora, porque se a gente ficar aqui o dia
todo, Mário tem quatro filhos, eu tenho três. Se a gente ficar aqui o dia todo fazendo essa live pra Negra falar, é gravado. Como >> a gente acabado no final, >> pô. Ó, mas já que tu falou, eu vou responder, não tem problema não. Olha lá. Aí aqui, galera, pô, fez a transição. Ainda vou te dar um brinde agora, né, que o Enem pode cobrar isso daqui, porque ele já cobrou isso de outras formas, né? Qual é a vantagem de você ter uma fase de larva aquática, uma fase de adulto terrestre do ponto de vista
ecológico? Cara, tem um >> Qual a vantagem disso? Eu tenho uma fase que é larval e uma e uma que eu sou >> uma fase adulto que sofre metamorfose. Quando sofre metamorfose muda completamente o estilo de vida, o que ele se alimenta, o onde ele vive. Ou seja, o que que eu tô mudando ali? Os nichos ecológicos. Que que é nicho ecológico? >> Nicho ecológico é cuidado para não confundir com habitate, tá bom? é on espieo Ecológico é muito mais o papelase como se fosse o papel social é o comportamento da espécie naquele lugar o
que que ela faz, o que que ela come, onde que ela cruza, o que em que árvore ela gosta de ficar, que horário, que horas ela sai para caçar. Isso é o nicho ecológico. A gente tem competição na ecologia quando dois seres ocupam o mesmo nicho ecológico. >> Ex. Exato. Quando os nichos ecológicos se sobrepõem, compete. Mas qual foi a Coisa inteligentíssima da natureza, da evolução? Cara, tu tem uma fase de larva e uma de adulto com nichos ecológicos diferentes, porque aí não tem mais competição. >> Diminui a competição, >> diminui a competição. Isso acontece,
sabe, com quem também? Artrópodes. Quando você tem lá, por exemplo, os insetos que sofrem metamorfose, os insetos que são olometabólicos, ou seja, que sofrem metamorfose completa. Tu olha Lá pr, pô, a lagarta, aquele bicho gordinho, come folha o dia inteiro, fica se arrastando, é um artrópade, né? Aí daqui a pouco vira uma borboleta, vai se alimentar de néctar, voa. >> Isso é metamorfose, é. Total, muda totalmente a larva de mosca, o tapuru, aquele bichinho que dá no teu lixo branquinho. Aí tu olha a mosca depois, cara, é totalmente diferente. A larva não compete com adulto.
Beleza. >> Não tinha essa conexão na minha cabeça. >> Acertaria se eu ficar parasse para pensar, se caíse uma questão. Mas eu não tinha já essa conexão de por que que evolutivamente alguém tinha essa conexão já fala e eu tinha ou não tinha. Por que que evolutivamente o anfíbio tem do tem dois momentos de vida em ambientes, em nichos completamente diferentes, fazendo coisas diferentes? Por que que a borboleta ela faz isso? Porque evolutivamente isso reduz a competição. >> Aham. >> Então aumenta o quê? Tudo que tudo da evolução é feito com um único objetivo, aumentar
o sucesso reprodutivo, que é aquele bicho conseguir passar o DNA dele, né? Adiante, cara. >> Exatamente. Sacou? Então assim, aí quando chega aqui e emia a gente tem também quem? Nós mamíferos, tá? Os mamíferos aqui também excretam ureia. Beleza? Eu e você. Agora também tem aqui peixe cartilaginoso. Por que o peixe cartilaginoso? Aí é Aquela parada que eu falei, né? Deixa eu mover aqui. Deixa eu puxar meu criat ureia, são anfíbios adultos, mamíferos, a gente escreureia. Então, >> por isso que faz o exame, né? Ah, vou vou ver quanta ureia tem na minha urina. Então,
a gente esqueria. >> E peixe cartilagoso, tá? Fal tubarão. >> Pô, mas é tubarão, raia. Pô, mas o peixe não tá na água, não tem água para caramba. Então, mas tem aqueles aquele problema que eu calma aí, deixa eu Voltar pra canetinha aqui. Mas tem aquele probleminha que eu te falei, ó. Tá lá o tutuba feliz, contente, ser pimpão, brincando lá na água. Só que aí de repente, pô, esse tubarão ficou marcão, he? Pô, ficou mais tubarão branco esse, né? Só que aqui, pô, sal dorme ou não dorme? É verdade que não dorme? >> Oi?
>> Tubarão não dorme, >> ô? Então ele, eu não lembro exatamente o Que que acontece com o tubarão. Os golfinhos, como tem que ficar vindo na superfície, são mamíferos, tem que ficar vindo na superfície para respirar, porque tem pulmão, eles dormem só com um hemisfério cerebral de cada vez, né? É, [ __ ] seria fantástico a gente poder fazer isso, né? Pô, tô na live de 12 horas, tô cansado, vou dormir só com um hemisfério e o outro continua, né? >> Mas eu tô fazendo isso agora, sabia? [risadas] Eu não consigo nem mexer meu braço
esquerdo. >> É verdade. >> Cuidado. Se isso pode ser sinal de derrame se acontecer com da sua família. Se ele não está mexendo no braço esquerdo, é porque ele está dormindo com o hemisfério direito, já que é cruzado o controle motor. >> Verdade. Se alguém da tua família, se alguém da tua família do nada começou a ter uma falência em um dos lados, a boca Começou a cair aqui, isso é sinal de derrame. O que que é o derrame, né? Provavelmente teve alguma ruptura de algum vaso sanguíneo no cérebro e agora o sangue tá perdendo
pressão, tá bom? Então a gente tem a gente tem um sistema de tubulação, que é o nosso sistema cardiovascular, nosso sistema sanguíneo, tem artérias e veias, o sangue circula dentro de um ambiente fechado e esse sangue ele tem uma pressão constante que é feita pela bomba cardíaca. Porém, a Gente também tem uma coisa chamada pressão intracraniana, que é a pressão do sangue lá dentro. Se a gente começou a ter uma ruptura ali, começa a vazar aqui dentro do teu crânio sangue. Então, seria um AVC de caráter hemorrágico, tá? Porque ia ser um AVC e existe
AVC hemorrágico isquêmico, tá bom? Um AVC hemorrágico é aquele em que você tá me me corrige se eu tiver errado, tá vazando sangue no seu cérebro, teve uma ruptura, estourou alguma coisa por um Pico de pressão, por alguma condição e parou de chegar sangue com sucesso, com pressão suficiente no seu cérebro, ele vai começar a morrer, porque as células quando não recebem sangue, não recebem nutrientes, não recebem oxigênio, a célula começa a entrar numa pane completa, ela começa a ter falência total dos mecanismos dela que dependem do oxigênio, porque com oxigênio ela faz metabolismo energético,
produz ATP e o ATP é a moeda energética necessária para Manter processos metabólicos funcionando. Dentre os processos metabólicos que mantém uma célula viva, sem dúvida alguma, o mais vital é a manutenção constante da expulsão de sódio de dentro da célula. Porque se o sódio ele, o sódio tá sempre tentando entrar na célula, sempre entrando agressivamente na célula, a bomba de sódio potáso serve para ficar constantemente gastando energia, expulsando esse sódio. Porque se, Pessoal, só para você saber, toda essa manutenção eletrolítica, né, são eletrólitos que a gente joga para fora e joga para dentro, é sempre
para manter o quê? A homeostase, via de regra, o equilíbrio osmótico, o equilíbrio hídrico da célula. Se for um AVC isquêmico, pode ter sido um AVC por um coágulo que apareceu no seu cérebro, né? E entupiu uma certa artéria e aí o sangue não tá conseguindo passar por ali, tá? E aí você tem uma isquemia que É uma privação de sangue levando uma privação de oxigênneo do mesmo jeito, tá bom? A live vai ser assim o tempo todo, cara. A hora que você quiser me interromper, a gente vai se interromper o tempo todo, vai tacar
conhecimento e vai fazer efeito. Você vai ver, >> tu vai entender que a biologia é uma coisa só, né? A gente não compartimentaliza aqui não. E aí, qual o lance, galera? O tubarão pensou o seguinte: "Pô, meu irmão, maior saco Esse negócio de ter que ficar, pô, perdendo água pro meio, bebendo água, tendo que concentrar a urina." Aí que ele falou: "Pô, se eu colocar alguma coisa dentro de mim que eu jogaria fora, tipo amônia, eu vou jogar fora no xixão. Ao invés de jogar fora, eu vou deixar dentro de mim, porque aí se eu
deixar dentro de mim, eu posso ficar aqui com a minha concentração igual do meio isotônica, né? Com a mesma coisa. Entendi. Eu mosquei, mosquei aqui. O Tubarão ele tem amônia como como chetraada? Ele não, ele tem ureia, mas vamos dizer que ele como um peixe que tá dentro da água tivesse amônia antigamente é tinha amônia. Aí ele pensa: "Porra, tô perdendo água pro meio, não quero perder água pro meio, vou começar a acumular uma coisa que eu jogo fora. Ao invés de jogar fora, vou deixar dentro do meu sangue. Para quê? Para aumentar minha concentração
interna, ficar igual do meio, ficar com Com a mesma osmolaridade, ficar isosmótico, né? E aí com isso eu paro de perder água, porque se ele aumentar a concentração interna fica igual. Só que, pô, ele pode acumular amônia dentro dele. >> Tu tá falando de, tu tá falando que ao invés de jogar a amônia para fora e perder água, ele poderia ter escolhido guardar a amônia. Mas agora vem o problema disso. >> Qual o problema disso? A amônia é tóxica Para caramba. >> Não pode, né? Vai dar ruim para ele, né? Então o que que ele
resolveu fazer? Ele converte amônia, converte a amônia em ureia, que é menos tóxico, e a ure ele consegue armazenar aqui dentro, entende? E aí com isso ele fica isosmótico em relação ao meio e para de perder água pro meio. >> Ele faz uma reação química e transforma a amônia em ureia e agora a ureia não vai não vai fazer tão mal para ele Assim. Ele conseg >> não vai fazer mal, ele consegue guardar. Por isso que ele esquereta ureia ao invés de amônia mesmo sendo ser que tá na água. Tá bom? É óbvio que o
tubarão não escolheu nada disso, tá gente? Isso daqui foi um processo de seleção natural. Eu tô seleção natural muita gente pensava, né? Quando a gente pensa no no darwinismo, no no lamarquismo, a pessoa pensa o quê, né? Aquele exemplo que você sempre deu, né? A girafa tá lá E aí a girafa olha para uma árvore e vê uma folhinha lá em cima. A girafa começa a fazer o quê? Vou até Calma aí, deixa eu desativar o cancelamento de ruído. >> Faz aí. >> Começa a fazer o quê? Ela vai esticando ali o pescoço >> e
aí um dia o pescoço dela cresce um pouquinho, cresce um pouquinho, daqui a pouco ela tem um filho e ela passa aquilo ali para ele. Isso é lá marquismo. E você consegue por uso e Desuso, o que é verdade. Uso e desuso realmente influencia um pouco nas funções do nosso corpo. Se a gente usa muito o bíceps, ele cresce. Mas é totalmente errado que esse é o mecanismo evolutivo principal, nem de longe. E também é totalmente errado que o que a gente adquire por uso e desuso passa pros descendentes. Não passa, tá bom? Se eu
ficar forte, meu filho não nasce forte. Embora a gente também já saiba que existe a epigenética, que não são Modificações propriamente genéticas, mas modificações em cima do teu DNA, que elas têm uma correlação assim com pessoas que vivem a vida numa dieta muito restritiva, sem comer nada, o filho já nasce com umas modificações metabólicas em que ele tem muita fome, tem muito desejo de comida. >> Isso. Mas aí tu não, tu não altera o seu genótipo, você não altera ali, né, os teus gênes, você altera apenas a expressão deles. Beleza? Então, >> perfeito. E quando
e aí quando a gente pensa agora no certo, na evolução certa, que é a luz de Darwin, ele vai dizer o quê? Que esse bicho aqui, um tubarão um belo dia, não, uma girafa um belo dia, ela ela nasceu com pescoço maior. Nasceu, cadê a cagada de nascer com pescoço maior? por ter nascido com um pescoço maior, ela consegue pegar aquelas folhas ali. Chegou e aí o o meio ele exerce uma pressão seletiva, o meio exerce uma pressão de fome e acaba que Ela, por ter dado a cagada aleatória de nascer com pescoço maior, ela
tem mais chance de se alimentar, tem mais chance de se reproduzir e de perpetuar a espécie ao longo do tempo vão prevalecendo as girafas. Então um dia surgiu um tubarão que aleatoriamente ele conseguiu transformar a amônia em ureia. >> Isso. Em oreia, né? Davi não saberia explicar o porquê, porque Davi não conhecia ainda de genética, né? Então ele não podia. Sabe que Davi aí deu? Eles até viveram em épocas ali parecidas, tiveram momentos que se cruzaram. Mendel chegou a ler os trabalhos de Darwin, mas Darwin não chegou a ler os trabalhos de Mendell, né? Então,
pô, ia ter revolucionado a parada, né, se ele tivesse lido. Mas enfim. Então, no final das contas, a gente vê que houve aqui um processo de seleção, algum tubarão um dia. E aí, de acordo com o neodarwinismo, que aí sim a gente considera genética, algum tubarão Que teve ali algum tipo de mutação que permitiu essa conversão de amônio e ureia foi selecionado e isso trouxe uma vantagem adaptativa. Aí tu pergunta assim: "Ah, mas por que que todo peixe então não faz isso?" Porque não surgiu essa mutação em todos os peixes. É aleatória. Mutação é uma
coisa aleatória. É o acaso. Pode acontecer ou pode não acontecer. Não acontece por causa daquilo para adaptar o indivíduo. Não. Lamarc dizia o quê? Que o indivíduo Se adapta ao meio. Mas para dar não. O meio seleciona o adaptado. É diferente. Beleza. Legal. Aí agora óarãozinho. Ureia. Vamos mexer aqui aqui. Quer mexer até lá? Vamos move. >> Calma aí, ó. Calma aí. Deixa lger. É, >> deixa eu. Calma aí. Agora tem que esperar ele atualizar a resolução, ó. Isso aqui, ó. Aí, pá, fetinha. Agora vamos lá. Aí o ácido úrico, Mário. Então, o ácido úrico
é o mais econômico de todos, né? Em relação à água. Pô, Seres que excretam o ácido úrico quase não perdem água. E aí aqui você vai ter quem? Repte. Conquistaram ali definitivamente, né, o ambiente terrestre, pô, super adaptados. aves. Beleza? E a gente pode botar aqui também insetos que não são não tão aqui nos cordados, mas também é importante saber. >> Faz total sentido. Acabei de perceber porque tu disse que o ácido úrico ele é o menos tóxico, então você pode manter ele no seu corpo por muito tempo e diz Que ele é pouco solúvel
em água, então você não precisa ter uma grande quantidade de água para lidar com ele. >> Todos os bichos que você falou aqui, eles têm pouquíssima água à disposição. Um rap, pô, ele vive geralmente num ambiente mais seco, ele não tem, não guarda água dentro dele. >> Aham. Também se fala, por motivos aerodinâmicos, a avea quer é guardar água dentro de si, que é uma coisa de alta densidade. Inclusive, ela faz o Oposto. Ela não guarda água dentro de si, quase nada. E ela tem ossos pneumáticos, ela tem ossos com ar dentro, porque ela aí
se cair na física. Por que disso? Porque ela reduzindo a própria densidade, né? Ela reduzindo a própria massa dela em relação ao próprio volume, reduz a própria densidade e aí ela facilita a flutuabilidade dela em um certo fluido. E esse fluío é o ar, tá bom? O fluido é aquilo que escoa, tanto os líquidos quanto os gases, né, quanto O ar são fluidos e aí a ave consegue ter muito mais, ela consegue receber aquele empuxo com mais eficiência. Então tudo numa ave é sobre a aerodinâmica, tá bom? Formato corpo, formato da expri, >> é tudo
adaptação ao voo. Ela não tem nem bexiga, cara. >> Não tem bexiga. >> Não tem bexiga para não ficar pesando ali, porque sabe, sabe que nem a gente quando vai na academia, a gente mija antes de se pesar, né, para ficar mais Leve. >> É por isso que quando dá vontade de cagar eles cagam. >> É porque sai tudo, a gente tem cloaca, né? É uma abertura que é como um aparelho escretor, digestório, reprodutor. Eles não têm anos, né? Eles têm cloaca os répteis e aves não tem toba, né? Répteis, aves e mamíferos primitivos, tipo
ornitorino, tem cloaca. Beleza? >> Perry ornitorino. >> É Perry, ele mesmo, né? E aí o que que rola aqui, galera? Eh, esses aqui são seres então uricotélicos. Uricotélicos. Escretam ácido úrico. Nós somos ureotélicos. Beleza? E os outros aqui são os seres amoniotélicos. Beleza? Então, espero que vocês tenham entendido aí porque do ponto de vista evolutivo existe essa diferença daqui de excreta nitrogen. Você já tá pegando fisiomorfologia comparada brutal. >> Para onde a gente vai agora? Que a gente estava emologia. Pera aí, deixa, deixa eu ajeitar aqui, ó. Aqui, ó. Vamos voltar lá pra céula aqui
do lado. Vamos voltar lá pra célula, galera. >> Importantíssimo. Eu vou explicar, então. Vou manter o ritmo que você tá mantendo. Você tá você tá sentando além. Olha só, citologia. O que o Enem vai cobrar para além de ah, o retículo endoplasmático ele faz tal coisa, ele cobra sempre muito a a aplicação das coisas, uma Cultura de células que ela tem mais ou menos de uma certa organela. Vamos lá. Tem aqui a célula, aqui no meio tem o núcleo dela, tá bom? Lembrando que a gente tá falando aqui o tempo todo de célula eucariótica, que
é uma célula mais sofisticada, tá bom? Eucariótica são as nossas células, elas são eucarióticas. As células dos vegetais, elas são eucarióticas. As células das bactérias, elas são não são eucarióticas. bactéria tem uma célula Chamada célula procariótica, tá bom? Então, uma célula procariótica, a tem duas diferenças assim muito marcantes, tem várias diferenças muito marcantes, mas essa aqui é a nossa célula eucariótica. Quando a gente esver falando de uma célula bacteriana, primeiro que ela vai ser bem menor, tá bom? E ela é uma célula procariótica, ela não tem esse núcleozinho aqui guardando o DNA dela, não. O
DNA dela fica já aqui disperso no citoplasma. O Nosso DNA não, ele fica aqui guardadinho, dividido em vários cromossomos dentro do núcleo. O nome desse núcleo aqui é carioteca. E esse DNA aqui contém todas as informações para comandar a nossa vida. Tudo que a gente precisa está dentro desse DNA. Mas como que o DNA exerce esse controle? O DNA ele é o chefe da célula e ele é o chefe do organismo. Mas para ele exercer esse controle, ele precisa gerar uma proteína, tá? E como é que ele gera essa Proteína? O DNA ele é basicamente
um livro de receitas. E esse livro de receitas ele é sobre o quê? Sobre proteínas. Então tudo que o DNA, tudo que a gente é, é por causa das nossas proteínas e o código para fabricar as proteínas, a receita de fabricação, porque uma proteína ela é um polímero, tá? Então, uma proteína é um polímero. O que que é um polímero? Um polímero é um tipo de molécula que é caracterizado por uma repetição, por uma repetição de Vários monômeros, de várias unidades. Então, a proteína ela é uma molécula que é feita pela repetição de vários aminoácidos.
Você vai colocando, tem vários tipos de aminoácidos que você vai colocando aqui, tá bom? Então, ah, amenácido aqui, sei lá, eh, glicosina. Não, glicosina não, aminoácóido, valina, >> isoleucina, eh, triptofano e vai metionina. Tem, tem 21 aminoácidos, se eu não me engano. Tem Algum algum número assim, >> tem 20 aminoácidos ali, >> 20 aminoácidos. E uma proteína, ela tem um uma codificação única de aminoácidos. Então, você tem primeiro a estrutura primária de uma proteína. A estrutura primária é o seguinte, cara. Quais aminoácidos tu vai botar nela? Então aqui, ó, vou botar aqui um aminoácido que
é avalina, botar aqui um que é leucina, botar aqui um aminoácido que é o triptofano, botar aqui um que é Meionina. Isso é estrutura primária. A estrutura secundária é tu começou a dobrar isso aqui, começou a fazer uma dobradura aqui, começou a fazer uma conexão aqui dessa parte com essa aqui. Tem uma interações moleculares polo de pol. >> Exatamente. Isso aqui cai vai cair mais na fullvest assim, ah, eh, ligações folha, folha beta e ligações alfa, as dobraduras em si. Isso aqui a gente aborda para vestibulares discursivos, tá Bom? É hélice plan, etc. Agora, a
estrutura terciária, ela se dobra mais ainda. Na estrutura terciária da proteina, ela se dobra e pega mesmo ali um formato tridimensional. Por que que eu tô falando isso? Porque a função de uma proteína, ó, eu preciso que você entenda, eu te garanto que isso aqui vai cair. Eu te garanto que isso vai cair, porque isso cai todo ano, tá bom? A função de uma proteína depende do seu formato. A função das coisas no Organismo depende do formato. E a proteína ela precisa estar no formato adequado para exercer a sua função, seja de anticorpo, que aí
ela vai se dobrar para ficar aqui meio que nesse formato de Y, para se ligar nos inimigos, se ligar nos invasores e marcar, né, esse safado aqui tá marcado para morrer. seja hormônio, né, a insulina como um hormônio que é proteico para se conectar e abrir os portões de glicose, os portões de glúteo 4 para glicose entrar. A gente vai entrar em tudo isso. Mas eu quero que você grave isso. Por que que eu quero que você grave isso agora? Que a função da proteína depende do seu formato. Porque vamos lá, o que são enzimas?
Enzimas são proteínas, tá? Mas as enzimas, a gente vai dizer que mais especificamente que elas são proteína do tipo catalisador. Signif isso cai todo ano. É isso que eu tô falando que cai todo ano. Não tem uma prova do Enem que não tem um raciocínio sobre Catalisadora, proteína, enzima. Exatamente. Então, >> uma enzima é o quê? É um catalisador. O que que é um catalisador? É, vamos dar várias respostas aqui possíveis, tá bom? E todas são a mesma coisa. Um catalisador é algo que aumenta a velocidade das reações químicas. >> Uhum. >> Plausível. Bacana. Um
catalisador é algo que reduz a energia de ativação necessária para uma reação química Acontecer. >> Aham. >> Bacana. A gente tem aqui um gráfico, tem uma certa reação química, sei lá, digestão de uma proteína no meu estômago. Eu preciso de uma enzima para isso, tá? A gente vai falar disso. E aí, para começar a digestão, eu precisava ter uma energia que batia aqui em cima para depois eu fazer a digestão. Com a enzima, eu vou ver que eu só preciso de menos energia. Enzimas não são Consumidas no processo. Enzimas, elas não são reagentes químicos. A
enzima não vai desaparecer. A enzima, ela vai entrar na reação e ela vai sair da reação. Ela é um mero coadjuvante, acelerador da reação. O que é catalisador? Então, catalisador, olha, isso aqui é até uma um termo que você pode usar na reação, né? Esse processo catalisa a erupção do corpo social. Catalisar é acelerar. Mas a enzima, ela é um tipo de catalisador de natureza Biológica, tá? Então, existem elementos químicos que atuam como catalisadores na química, mas na biologia, quando quando é uma enzima nossa, aí ela é um catalisador natural, orgânico, biológico, que a gente
chama de enzima. E eu disse que ela depende do formato perfeito dela para funcionar. Então, o que que pode influenciar esse formato perfeito dela? A temperatura. Primeira coisa, é a temperatura. Quando a gente aumenta demais a temperatura ou abaixa Demais a temperatura, a enzima ela perde eficiência. Deixa eu, deixa eu pegar. Calma aí rapidinho, ó. Vou deixar no zoom aqui então, para você poder desenhar esses gráficos melhor. Olha só. Beleza? >> A enzima ela só funciona numa temperatura ótima, que dá para ver que é essa temperatura aqui, onde ela tem o maior rendimento. Outra coisa
que afeta a enzima, o pH do meio. PH é o quão ácido está ao meio. Um pH, o pH7 é o pH Neutro. Quando a gente baixa de sete, a gente tá indo para um pH mais ácido. E quando o pH, por exemplo, pH do estômago é 2, 2.4 é um pH bem ácido. E aí a gente tem enzimas do estômago que só funcionam nesse pH ácido do estômago, tá bom? Se você, >> pô, agora, se a pepsina, por exemplo, essa enzima passa do estômago junto com o alimento e vai lá pro intestino, vai funcionar
lá? >> Você poderia pensar que vai destruir o Intestino. Ah, vai destruir o intestino porque a pepsina é uma enzima que tá no meu estômago, ela digere proteínas. Se ela chegar no meu intestino, ela vai arregaçar tudo. Não vai. >> Não vai. Por quê? Porque lá p é >> o intestino tem um pH8. Tá bom? E aí a gente vai chegar nisso, você vai entender daqui a pouco por que o intestino tem um pH8. Você vai vai sacar tudo que é o pâncreas que lança uma secreção, suco pancreático, tem Bicarbonato lá. Esse bicarbonato ele baseifica,
ele alcaliniza o meio, a gente vai pegar tudo. >> Tem a temperatura, então, que é um fator que modifica e cara, a temperatura assim, tem a temperatura, tem o pH e tem a concentração de substrato, tá bom? Então a enzima ela funciona melhor. Vamos supor, tem uma enzima que ela é especializada em destruir ã lipídios, uma lipase. Esse as é uma terminação normal de enzima, tá especializado em Destruir lipídio. Quanto mais lipídio tiver, mais ela vai performar até um certo ponto. Chega num ponto que dá para ver que aqui, ó, cuidado só que aí que
aí tu aqui meu é esse ponto aqui. Olha só, o Mário tá desenhando aqui a ação de uma enzima. Dá para ver que nesse ponto aqui tu foi botando cada vez mais substrato, mas chegou uma hora que não adianta botar mais porque a enzima tá saturada, ela já tá conectada, não tem enzimas infinitas no teu corpo, tá bom? Aqui a gente tem temperatura e aqui a gente tem pH. A enzima funciona com perfeição num certo pH e isso aqui é de enzima para enzima e a enzima funciona com perfeição numa certa temperatura ótima. E isso
aqui é de enzima para enzima, mas isso aqui é muito mais, eu diria que é de organismo, de espécie, >> organismo organismo. É porque na nossa espécie a gente tem uma temperatura padrão, né? É sempre 37, 37,5. >> É porque a gente é o quê? Endotérmico. Aliás, tem uma parada que é super importante aqui, né? Falar sobre isso. Por que que a pessoas na live, hein? >> [ __ ] agora então, ó, agora então vou falar isso, já que chegou em 2005. >> Se você curtir a live vai aumentar a probabilidade cósmica de lá na
hora da prova, tu tá muito inspirado e tu fazer a melhor prova da tua vida. Tu sabe quase todas. E as que tu não sabe, tu maceta, arranca três fora e fica entre duas e chuta a seta. Se você curtir, se Você não curtir o contrário. >> Ex. Curtir vai dar ruim. Então, ó, só uma coisa super importante, por que que teu corpo precisa de enzima? Como a Sad falou, olha só, imagina o seguinte, eu tenho aqui, ó, sei lá, água oxigenada, H2O2 peróxido de hidrogênio. Teu corpo produz isso em algumas reações. >> Isso é
meio tóxico, isso aqui faz mal, >> né? Tanto que tu tem dentro das tuas células uma organela chamada peroxissoma. Que porqueoxissoma? Porque Vem de peróxido aqui. Tem uma enzima chamado de catalase e a catalase ela vai degrada isso aqui, dissociando isso daqui em água e oxigênio. Beleza? Show. Olha só, isso aqui pode acontecer naturalmente, pode. Se eu aumentar a temperatura, o que que vai acontecer com as moléculazinhas aqui? [ __ ] vai começar a agitar para caramba, vai romper as ligações, né? Então eu consigo dissociar isso aqui com o calor. Só que, cara, >> ah,
então pera aí, esse negócio aqui é tóxico, isso aparece dentro de mim, me faz mal, vai gerar radicais livres, vai oxidar meus tecidos, mas se deixar lá quieto, sem enzima, ele vai se degradar sozinho. Naturalmente >> pode se degradar, mas gastaria uma energia do caramba para isso acontecer. E o teu corpo ele tem que ser econômico, entende? Porque a gente já a gente tem que economizar em tudo. Olha só, você gasta boa parte da energia, daquilo que Tu come, né, para gerar ATP e fazer as células funcionarem e também para fazer termogênese, para manter a
temperatura do teu corpo, porque você é um mamífero. Mamíferos e aves são animais endotérmicos, regulam a temperatura através do quê? Do >> metabolismo termogênico por meio de reações mitocondriais. A nossa mitocôndria, ela não serve só para gerar ATP, ela também gera calor, porque a nossa mitocôndria é uma fogueira, ela tá Pegando um combustível, tá bom? E fazendo uma combustão, tá pegando C6 H12 O6, que isso aqui é um combustível. Você tem que encarar isso aqui como se fosse uma gasolina. É um combustível à base de carbono, tá bom? Gasolina, por exemplo, é o octano C8H18.
A gente pega o quê? Queima isso aqui no carro. Queima isso aqui como fazendo combustão, botando oxigênio. A respiração celular que a gente faz na mitocôndria é a mesma coisa. junto isso aqui com oxigênio, vai Oxidar esse substrato orgânico, vai, ó, tá tá tá tá tá arrancar elétrons dele, vai usar esses elétrons para gerar uma turbina. Vamos mostrar isso com detalhe já já. E fazer o ATP. Mas isso aqui também gera calor, da mesma forma que a gasolina a gente queima ela e ela também vai gerando calor. Isso também gera calor. E você tá dizendo
que isso aqui é o que faz o nosso metabolismo ser capaz de regular a própria temperatura. >> Exatamente. Só que, pô, como a gente tem Que ser econômico, até para esse processo de termogênese, a gente a gente economiza de muitas formas, sabe? Como? Tendo água no corpo. Por que que teu corpo é 70% de água? Porque a água tem um alto calor específico, é difícil esquentar ou esfriar a água. Então, se você tem bastante água no corpo, você evita que o teu corpo tenha que ficar gastando tanta energia para produzir calor o tempo todo, porque
é difícil esquentar ou esfriar teu corpo. E aí, Mantendo a nossa temperatura constante, a gente vai ter uma vantagem aqui em relação ao trabalho das enzimas. Agora, para que que a enzima existe? Então, é para eu não ter que depender de calor, por exemplo, ou de gasto energético imenso para esse processo acontecer. A enzima ela diminui a energia necessária para que essa reação química aqui aconteça. Beleza? Então, porque se tu não tivesse enzima, meu irmão, tu ia ter que comer o dia inteiro para gerar Energia suficiente para manter teu corpo aquecido, para fazer todas as
todo o teu processo digestivo. Imagine, pô, digerir a carne, né, sem enzima. >> Três meses para digir um pedaço de carne. >> Tu consegue sim, o ácido clorídrico que é produzido lá no estômago, vai fazer uma hidrólise ácida ali. Mas isso daí demoraria mais. Isso que ele existe. Inclusive, muita gente pensa que ele existe. Ah, o ácido clorídrico do Estômago ele digere a proteína, né? Porque a gente joga a carne lá, o ácido faz assim, ó. >> Não, não. >> A função do ácido ali é ativar a enzima pepsina. A gente vai chegar nisso em
sistema digestório. E a temperatura aqui é muito importante você guardar o seguinte, ó. Você entendeu que a enzima precisa de uma temperatura específica, que é a temperatura ótima de funcionamento. No nosso corpo, todas as Enzimas elas funcionam perfeitamente a 37, 37,5. Se o que que acontece se você começa a subir essa temperatura, se você começa a esquentar, você começa a fazer um processo de desnaturação enzimática? Eu quero que você grave que a desnaturação enzimática é um processo que afeta principalmente a estrutura terciária da proteína. Lembra da estrutura terciária? A estrutura terciária é o formato que
aquela proteína assumiu. Então ela tá assim, Nesse formato aqui. Quando você começa a aquecer, é como se ela começasse a ter um ganho de agitação molecular muito grande e ela se retorce e muda de formato. Agora, ela não serve mais para nada. Isso é bom ou ruim? Ué, por exemplo, tem um monte de bactéria invadindo teu corpo. Evolutivamente, sabe quais são as bactérias mais safadas, as mais danadas para invadir teu corpo? Claro que você sabe, pô. Quem não sabe são esses às vezes, as Bactérias que evoluíram tendo elas próprias enzimas que também funcionam a 37º.
Maldita. >> É porque você tem, ai, tem uma bactéria mortal, brutal, ela mata qualquer ser humano, se pegar tu morre, mas as enzimas dela funcionam só a 20º, então não vai matar ninguém, pô. Não vai, pô, porque no corpo tá 37, vai desnaturar as enzimas dela, vai morrer. E aí as bactérias também funcionam ali, a 37º, Mais ou menos, as que invadem o nosso corpo, as que são especializadas em invadir corpo de mamífero, corpo humano, etc. E aí o nosso corpo muito inteligentemente, ele tem um mecanismo de proteção que é a febre. Quando você começa
a ser invadido por bactérias, o seu hipotálamo, que é a parte do sistema nervoso, que gerencia todos os seus sinais vitais, que monitora tudo, seu hipotálamo começa a dar vários tipos de comandos neuroquímicos, a comandos para Hipófise. O hipotálamo, ele controla a própria hipófe. Só daí tu já vê hipotálamo, ele é o comandante do sistema nervoso, mas ele é ele tá a serviço do sistema nervoso, controlando a hipófise, que é a glândula mestre do sistema endócrino. Teu hipotálamo começa a dar ordem pra hipófise subir tua temperatura, aumentar teu metabolismo termogênico para matar as bactérias. É
tipo, ó, eh, tipo a Rússia, a Rússia fez isso. Ah, Napoleão tá invadindo, queima Tudo, queima essa merda toda e deixa ele passar fome. Ah, a Alemanha nazista tá invadindo, queima tudo de novo e deixa ele passar fome. Só que o nosso corpo faz isso também. Ah, tem bactéria invadindo, sobe a temperatura aí para 38º para matar todas elas. Só que aí tu começa a ficar lesado porque tá com fé. >> É. E aí também as células começam a sofrer. >> Ah, tá invadindo mais ainda esse cara aí, pô. Tomou e pisou num prego Enferrujado,
tomou um corte, deixou o corte aberto, tem bactéria para [ __ ] entrando ali, sobe a temperatura para 39 g5. Ah, mas o corte tá infeccionado, tem bactéria para [ __ ] Sobe isso aí para 41º e tu acaba morrendo às vezes se tu der mole. Por quê? >> É porque também começa a desnaturar as tuas próprias proteínas, tá bom? Então, toda a enzima ela tem um um local aqui que a gente vai chamar de sítio de Ligação e toda enzima age num substrato. Então, isso aqui, ó, cataláia enzima. A, aqui o peróxido de hidrogênio
que eu dei como exemplo é o substrato e isso gera produtos. Beleza? O que que é a velocidade da reação? É a velocidade com que eu consigo gerar esses produtos, beleza? Se a reação ela tá muito rápida, porque eu tô gerando muito produto em pouco tempo, beleza? E aqui e se eu mudo esse formato, então, do meu sítio de ligação, meu substrato não encaixa mais. Beleza? Agora, o interessante inclusive, né, é que é o seguinte, tem moléculas que inclusive parecem comuer o substrato que às vezes podem se ligar a esse sítio de ligação. >> Ah,
tu vai começar a falar de inimidor enzimático, aí não sei que lá. Olha só, então vai falar isso. Aqui é assunto quente, assunto avançado, tá bom? Inibição enzimática, competitiva, não competitiva, aloistérica. Manda abra. A primeira coisa, o que que você tinha Explicado antes? Só para lembrar, galera, >> ele explicou que se isso aqui é uma enzima, por exemplo, essa enzima ela vai ter aqui uma coisa chamada sítio de ligação, tá bom? Esse sítio aqui ele é específico para olha essa enzima aqui, ela nasceu para o objetivo da vida dela é ela eh pegar, encaixar nesse
substrato aqui, finge que isso aqui é uma gordura e ela é uma lipase. Tá, até aí tudo bem. Que que que acontece agora? >> É, o problema é que tem moléculas químicas que podem parecer com aquela ali e conseguir se ligar aquele mesmo sítio de ligação, entende? Então, quando tu, por exemplo, tu pega lá uma hemoglobina, né? Aí hemoglobina, que é a proteína que você tem dentro das emácias, que é responsável por se ligar ao oxigênio para poder carregar esse oxigênio pelo teu corpo, né? A hemoglobina ela se liga ao oxigênio, mas essa ligação ela
é uma ligação que a Afinidade é variável, porque a hemoglobina não quer oxigênio para ela. Ela tá passando lá perto do pulmão, pegou oxigênio. Aí ela vai passando o pé no teu corpo, no lugar que tá precando oxigênio, ela precisa se dissociar, ela precisa soltar o oxigênio. Porque é porque se ela ficar com oxigênio para ela, para quê? Aí o corpo que tá precisando oxigênio não vai ter. >> Então tá. Eu tenho também. Emsia é a mesma coisa que célula sanguínea, a Mesma coisa que glóbulo vermelho, mesma coisa que eritrócio. Tá bom? célula sanguínea. No
caso tem outras células sanguíneas, mas a hemácia é a célula sanguínea vermelha por excelência, é aquela célula mais representativa mesmo do sangue. Função dessa [ __ ] aqui, captar oxigênio e grudar nele. Mas a hemácia não capta o oxigênio por conta própria. Ela tem um pigmento nela que é o pigmento hemoglobina. Então é como se fosse uma tinta que é a base de ferro, Né? tem ferro ali, tem grupamentos M ali, então M com H no caso. E aí ela tem afinidade eletromagnética pelo oxigênio. Porém, ã, ele disse que essa afinidade ela não é uma
afinidade tão forte assim o tempo todo, é uma afinidade variável. O que que eu queria que você entendesse, tá? Que essa afinidade da hemoglobina pelo oxigênio é o quanto que ela gosta de pegar oxigênio. Ela gosta muito ou gosta pouco, a gosta muito, Pedro, porque a hemoglobina tem que pegar mesmo Oxigênio. Depende, tá? Essa afinidade ela vai mudando dependendo de onde ela tá no corpo. Então, por exemplo, >> Uhum. Quando a hemoglobina ela tá aqui nas emácias que estão no meu pulmão, estão nos meus alvéolos pulmonares, ali tem quanta concentração de oxigênio? Presta, presta atenção
nisso, tá bom? Ela ali tá com pouco oxigênio, ela acabou de chegar ali. Então ali ela tá com muita afinidade pelo oxigênio. Ó, vou puxar o ar agora, ó. Puxei, ele tá No meu pulmão. As hem as emácias com hemoglobina que estão aqui no meu pulmão, elas estão assim no oxigênio, não sei quê, estão pegando ele com muita força. Quando ela chegar aqui nos meus músculos para distribuir esse oxigênio, a afinidade dela pelo oxigênio cai. Então ela vai, ela vai, ela vai começar a soltar o oxigêno nos meus músculos, porque o objetivo dela não é
segurar aquele oxigêno, é entregar pro meu músculo para entrar na minha célula, é Entregar pro meu corpo inteiro, tá bom? Inclusive, quando a gente fala de mães, a o bebê tá dentro dela e o bebê também tem a própria hemoglobina. O bebê tem sangue, tá? E a hemoglobina fetal, ela tem mais afinidade pelo oxigênio do que o normal. Por o sangue da mãe tá circulando ali, né? Tá passando pela placenta, tem oxigênio no sangue da mãe, ela tem que entregar pro bebê. O bebê tem uma hemoglobina que evolutivamente foi selecionada para ter muito mais Afinidade
pelo oxigênio para pegar aquele oxigênio da mãe para ele. Então o bebê ele fica tirando ali o nutriente da mãe de certa forma, tá bom? Por isso que a grávida tem todo aquele cuidado, ela tem que, né, ter car >> ex a própria mioglobina que eh tá presente no músculo tem mais afinidade do que a hemoglobina que tá circulante no sangue, porque a hemoglobina do sangue tem que entregar o oxigênio para mioglobina, miomúsculo, né? Então é como Se fosse a hemoglobina do músculo ali. Beleza? Agora, tem moléculas que são parecidas com oxigênio, por exemplo, o
monóxido de carbono, maldito. E aí ele também consegue se ligar aqui. Na verdade, a hemoglobina ela pode se ligar também ao dióxido de carbono, o famoso gás carbônico que transportar ele, uma partezinha do gás carbônico que é transportado pela hemoglobina. Espele isso aqui, aoglobina tem que pegar e jogar para fora, porque ele liga e Desliga, tem uma afinidade também variável. Agora, o monóxido de carbono desgraçado, assim como também o cianeto, tem grande afinidade por quem? Pelo grupamento M, que é o grupamento que contém ferro, que tá na hemoglobina, tá? E é e esse grupamento ele
tem ferro. Ou seja, é por isso que quando a tua alimentação ela tá fraca em ferro e o Enem já cobrou isso, você vai ficar como? Anêmico, né? >> Anemia ferropriva, né? Pode ter anemia Por uma redução do número de emácias, tá bom? que, por exemplo, aquela anemia transitória de quando a mulher tem um fluxo menstrual muito intenso, ela tá perdendo ali muito, muito, muitos glóbulos, mas pode ter anemia ferropriva também, tá bom? Que é uma anemia porque falta ferro. Então tu tem hemácias, mas tu não tem eh ferro para fazer a hemoglobina. >> Exatamente.
Beleza? Aí o que que acontece? O desgraçado do monóxido Carbon do cananeto se liga aqui e aí quando ele se liga, ele não consegue desligar. Aquela hemoglobina ela fica inutilizada. Beleza? Então é isso, por exemplo, né? Se você tiver num ambiente com muito monóxido de carbono, e aí a gente pode até citar o que aconteceu tragicamente lá na boats, né? As pessoas estavam lá e teve um incêndio, o revestimento acústico pegou fogo e aí liberou monóxido de carbono e ciano. E aí você teve o quê? Esses componentes se Ligando ao grupamento M e acabando aqui
com o transporte de oxigên depois liga já era. Tá bom? Se você inalou muito monóxido de carbono, ele não tem cheiro, ele não tem cor, você nem vai perceber que inalou, mas tuas hemoglobinas vão ficar grudadas, vão formar uma uma ligação estável com ele. E agora não tem mais, ou seja, é tem um tem foi ligado aqui nele, não tem mais como ela se ligar no oxigênio. Agora que tu não recebe mais oxigênio, você vai ter uma Asfixia, não por falta de ar no teu pulmão, uma asfixia por falta da molécula de oxigênio mesmo circulante
no teu sangue. >> Exatamente. E ainda vou só citar, mas não vou entrar nisso agora não, porque depois eu vou entrar porque o Enem cobrou isso também. Tem uma outra molécula que também tem o grupamento M, tá? Que tá lá na respiração celular, na cadeia respiratória, lá no finalzinho, chamado de citocromo >> se oxidade. >> C oxidase. Ela também tem esse grupamento M. É por isso que o monóxido de carbono e o ceneto também se ligam lá. Mas a gente vai falar disso daqui a pouquinho, >> tá? B, a gente tem pessoal perguntando, galera, a
gente ainda vai mostrar tudo de metabolismo energético, vai mostrar tudo de doenças, vai mostrar tudo de zoologia, de fisiomorfologia comparada, vai mostrar tudo, pode pensar aí, vai Mostrar evolução, vai mostrar cara tudo, vai pegar a biologia toda, vamos, >> tal, pode preparar, tá bom? fisiologia humana, eh, intestinal, fisiologia do sistema digestório, fisiologia escretora, fisiologia cardiorrespiratória, fisiologia básica do sistema nervoso, >> tudo que vai cair na prova vai tá aqui nessa >> É, agora sabe o que o Enem gosta de cobrar de desnaturação? A gente tá Falando desnaturação é a perda da forma tridimensional, tá, da
proteína. Mas o Assad tava falando, por exemplo, ele entrou nisso quando ele tava falando da da perda da forma tridimensional, inclusive do DNA, né? Porque o DNA também pode perder a forma tridimensional dele. E a gente aprendeu a usar isso na biotecnologia, tá? Existe um um processo chamado de PCR, o Enem já cobrou algumas questões já. >> É porque, ó, a inclusive, sabe, quando Teve o COVID, a galera botava aquele cotonetão aqui, fazia o suab, pegava amostras ali de material catarrendo seu, né? E ia examinar para ver se ali tinha material viral, né? Material genético
viral. Ficar fedendo. >> É bom porque são 12 horas de live, né? passado ainda. >> Importante. >> Esse aqui não tem alumínio, não tem coisas tóxicas, sabia? >> Esse é moderno mesmo. >> Não me femiliza não. Não tem, né? Eu não sei se tem, né? Mas eu, você tava falando que o PCR, Covid, você explica de novo que eu eu distraí a galera. Eu tô tô atrapalhando a live. >> Explica. Rola o seguinte, galera, quando tu botava aquele cotonete, a galera tava buscando o quê? Ver se encontrava material genético viral lá. E aí uma um
pouquinho de material genético não serve para nada no laboratório, a gente não vai conseguir examinar. Então, a gente Usa essa técnica de PCR, né, de de cadeia, eh, eh, cha, >> cha rea reação de cadeia em polimerase, né? E é, inclusive a técnica que a gente usa é chamado de RTPCR, que foi a que o Enem inclusive citou na prova dele. Ele não cobrou isso, mas citou isso, né? Por isso daqui é a transcriptase reversa, né? >> Nossa, >> transcriptase Reversa. Ah, não, mas aí tu vai passar o cerol neles, tu vai para um negócio
muito avançado. Deixa, deixa eu botar então a prévia aqui. >> Deixa eu dar, deixa eu só fazer o o fundamento, porque ele ele não vai ter pena de ninguém, né? Então eu eu sou eu sou o pai dos oprimidos. Deixa eu só aliviar aqui pra galera que tem gente que não sabe isso aqui não ainda que eu vou falar agora. Tá bom, galera? O que ele vai falar aqui agora, ele vai Começar a entrar como que eu lembra que eu falei que o DNA ele é responsável por controlar tudo. O DNA ele no final das
contas é responsável por gerar proteínas, né? Agora vamos entender como que isso acontece. Isso acontece por meio de uma coisa chamada dogma central da biologia molecular, tá bom? Então vamos lá. Dogma central da biologia molecular. O seguinte, lembra que você tem lá na tua célula? Ah, eu tenho aqui minha célula. Aqui dentro você tem o Núcleo, a carioteca. E aqui dentro eu falei o quê? Você tem o seu DNA. Grava aí. Você tem o seu DNA. Aqui dentro tem 2000 2400 negro aí, quase 2500, né? Então, olha só, >> isso aqui, esse DNA ele tem
ali dentro informações, ele tá destinado a fazer proteínas, tá bom? Como que ele vai fazer proteínas? Ele vai se comunicar com o ribossomo. Quero que você pense que o ribossomo é uma organela formada por duas subunidades e o ribossomo tem a Função de construir as proteínas. Lembra que proteína ela é feita por aminoácidos conectados? Então a gente vai conectar os aminoácidos. Mas meu Deus, como saber quais aminoácidos conectar e em qual ordem conectar? Essa informação está no DNA. Ele só precisa passar essa informação pro ribossomo. Como que ele vai fazer isso? Primeira coisa, tem o
DNA aqui. Pensa no DNA como sendo um livro de receitas gigantesco. Ele é um livro de receitas com receita para todas As proteínas que você pode na sua vida. O DNA ele é muito precioso, ele tem que ficar protegido aqui dentro da carioteca, tá bom? evolutivamente fez muito sentido a gente colocar ele protegido dentro da carioteca, porque o DNA não pode sofrer mutações, ele não pode não mutações maléficas, ele não pode sofrer alterações. Os raios ultravioleta, por exemplo, quando batem no DNA, por ser uma radiação potencialmente ionizante, olha só, Quando cair na prova a palavra
ionizante, eu quero que você pense que que o que que é um íon lá na química. Um íon, ele é uma espécie que ele tem uma alteração na sua carga. Ele perdeu elétrons, ganhou elétrons, tá? Então um íon, on se ele ganhou elétron vai ficar com uma carga negativa. Se ele perderu elétron, ele vai ficar com uma carga positiva. Beleza? Ionização é quando a gente mexe nos elétrons de alguma coisa. Na prática, basicamente, tá bom? Dá para Fazer outros tipos de ionização, mas, pô, vamos lá, joguei em tu uma radiação ionizante, tal, né? Essa radiação
ionizante vem aqui no teu DNA, ó, regaça os elétrons dele, então dá uma destruída na estrutura, faz a estrutura, dar uma quebrada, etc. Então, a gente protege o DNA. Inclusive, a melanina é o pigmento que escurece a pele. A melanina tem essa função de proteger o DNA. Ela se sacrifica, ela ela é um pigmento escuro, então ela absorve radiação Eletromagnética com alta eficiência. E aí quem eh nasceu na África, os povos eh que vêm da África, eles têm muito mais melanina por causa da incidência solar brutal, os povos nórdicos têm menos melanina porque evolutivamente não
é necessário ter tanta proteção ultravioleta quando você tá em países nórdicos, tá bom? A incidência de sol é bem menor lá em cima. Beleza? Teu DNA, então ele tem que dar origem, ele dá uma proteína no final das contas. Mas como Ele vai fazer isso? Ó, tem uma parcela dele que é chamada gene, tá? Que o gene é uma parcela dele que serve para algo, presta mesmo para você fazer uma proteína. Você vai fazer um processo de transcrição. Você simplesmente vai copiar apenas o que te interessa. Vai copiar só o gene. Tu vai copiar um
fragmento aqui do DNA numa fita simples chamada RNA. Esse aqui é o RNA mensageiro, porque ele tá portando aqui a mensagem de qual é o código que eu Preciso para fazer uma proteína. E agora esse RNA mensageiro, ele vai sair daqui. A carioteca, ela tem uma estrutura porosa, tem poros nela. Vai sair daqui o RNAzinho mensageiro e esse RNA mensageiro vai ser lido pelo ribossomo. Vamos lá. Eu tenho aqui o ribossomo. Agora eu dei um zoom no ribossomo. E aí eu quero que você pense que o RNA mensageiro vai ser lido aqui pelo ribossomo. Enquanto
ele vai sendo lido, o ribossomo vai lendo a cada. Então, por Exemplo, a gente falou que o DNA é feito de de bases nitrogenadas. Na prática, que bases nitrogenadas são essas? Tá bom? É A, T C G. Tá bom? Então, pega esse ATCG. Isso aqui é o código do DNA, tá bom? No DNA o que você vai ter o quê? A A T C G G G G G T A A A A A A T T T T T T T. vai ter esses códigos, tá bom? A cada três códigos desses, vamos supor que
aqui no teu DNA você tinha ali um código no teu RNA mensago tá aqui, ó, A U. Vamos supor que você tem aqui A U, tá Bom? Eu vou, você vai ter que, a gente vai ter que explicar aqui porque que feriou U, né? Eu vou explicar já esse processo porque eu vou ter que mostrar código genético degenerado. Vamos ter que entrar nisso com mais calma. Eu só quero que você pegue por enquanto o básico, tá bom? Nem precisa se importar com isso aqui. Vamos pegando aqui do básico que a gente entra nisso já e
fala das letrinhas, fala das trincas, enfim. Lembra que tinha o teu DNA aqui? Um gene Foi transcrito, virou um RNA mensageiro. Esse RNA mensageiro passa no ribossomo e enquanto ele passa no ribossomo, tá acontecendo aqui um processo de tradução. Então o que que é o processo de tradução? O ribossomo vai lendo o RNA mensageiro e ele vai lendo e ele vai vendo qual é a sequência de aminoácidos que ele tem que convocar. Os aminoácidos já estão aqui dispersos no citoplasma e aí o ribossomo lê aquilo ali e fala assim: "Vem meteolina, vem valina". E Ele
vai fazendo o quê? A polimerização da proteína, tá bom? Ele vai montando aqui a proteína na Vamos lá. O que que é uma proteína? É uma junção de vários aminoácidos. Mas não é só isso. A proteína é uma junção de vários aminoácidos que já tá formatada, que já tá dobrada. Quando a gente tem apenas a junção de aminoácidos, a gente pode chamar de peptídio, tá? Então isso aqui é um peptídio, são vários aminoácidos que o ribossoma tá juntando. Mas como é Que ele sabe qual aminoácido tem que juntar? Porque ele tá lendo aqui o RNA
mensageiro que veio do DNA, tá bom? Tá fazendo a tradução dele. E aí cada ligação dessa daqui se chama ligação peptídica, tá bom? Porque tá unindo ali e aminoácidos para criar o peptídio. E aí o ribossoma, ele acabou de fazer aqui uma proteína. Agora que ele fez essa proteína, ela pode ser usada aqui dentro da célula para fazer alguma coisa. Ela pode ficar por aqui mesmo. Essa proteína Que acabou de ser feita, ela pode ser mandada para uma organela chamada complexo de gen. E esse complexo de goge vai pegar essa proteína e vai escretar, vai
mandar para fora da célula, tá bom? E a gente tem uma outra organela aqui em volta, tá bom? Que ela se chama retículo. Retículo é como se fosse conjunto de redes. Então eu quero que você imagine que em volta do núcleo eu tenho um retículo, conjunto de redes. Esse retículo tem algumas funções. Ele Ele é um conjunto de membranas, tá? E é muito importante que você saiba que, eh, as células eucariontes, elas têm essas organelas membranosas, elas têm várias membranas por dentro dela, elas têm um sistema de endomembranas muito eficiente e elas fazem vários organism.
A procarionte não tem isso. A procarionte, a, aquela célula bacteriana, por exemplo, ela é apenas aqui uma membrana plasmática. Tem o DNazinho dela aqui, tem uns ribossomozinhos aqui, etc. Mas Ela não tem um sistema de endomembranas. Cara, eu vou ter que dar mais uma pausa para entrar num raciocínio que esse raciocínio é uma pedrada. Mário, eu tô com um raciocínio aqui na minha cabeça que é uma pedrada. Ai, Pedro, mas eu tô sentindo que essa live aqui tá muita coisa. Ao mesmo tempo, galera, pode confiar que a gente sabe o que a gente tá fazendo.
Se tu conseguir enxergar a biologia com uma coisa, só tu vai tirar onda na prova, porque a prova do Enem é Contextualizada. A questão, ela começa falando de evolução daqui a pouco quando pergunta estologia, entende? Então, se tu não consegue conectar isso, tu vai ter dificuldade. >> Posso soltar a pedrada? Então, me autoriza aí nos comentários. Eu tenho uma pedrada para soltar sobre isso aqui, tá bom? esse raciocínio que vocês entenderam, né? Como que o DNA ele vai dar origem a uma proteína. O ribossoma vai fazer a tradução. E esse processo Todo aqui a gente
chama de síntese proteica, tá bom? Então, a gente fez a transcrição do do DNA em um RNA mensageiro e agora a gente gera aqui no final das contas uma proteína e aí a gente chama isso aqui tudo de síntese proteica. Síntese é juntar, estamos juntando a proteína, estamos construindo ela. Mas cara, eu sou com uma Fala, manda >> só um detalhe, né? Eu acho que vai cair alguma coisa de proteína e lipídio esse Ano. Sabe por quê? Porque eh foi descoberta há pouco tempo uma nova organela, a emfusona. E a emfusona, teoricamente estão desconfiando de
que ela faz reciclagem de proteínas e lipídios. É óbvio que não vão cobrar a função da Mfusona, porque nem os cientistas sabendo o que é, mas >> ciclagem de proteías lipídios, >> é porque essas proteínas elas são utilizadas e depois de um tempo elas deixam de ser viáveis, né? Elas não Precisam mais delas. Eu não vou ficar fazendo aquele processo enzimático, por exemplo, o tempo todo, né? é produzido, não preciso mais, tem que jogar aquilo fora. Então a fusona teoricamente faz isso. A gente ainda não sabe, tá em estudo, mas como descobriram e é uma
coisa contextualizada, o Enem pode acabar querendo falar de proteína e lipíd conta da dessa organiz. >> Eu vou eu vou soltar agora um raciocínio que você me ensinou pela primeira vez em 2018. Eu acho que você vai ficar bem orgulhoso. Galera, escuta bem, eu tô fazendo questão até de falar com calma. Eu vou soltar agora. Escuta bem, tem 2500 pessoas agora na live. Eu vou soltar aqui agora um raciocínio. Mas que é, cara, é uma pedrada esse raciocínio. A tua mente vai explodir quando terminar, você vai soltar o emojizinho da cabeça explodindo, vai curtir a
live, vai comprar a Black Friday amanhã que a gente vai abrir, tá bom? Vai ser por Esse QR code aqui, plataforma sad vitalícia por 2497 com vestibulares tradicionais, com esse cara aqui explicando tudo pra Fullvest, pra Unicamp, para FPR, para discursiva, pra US, pros vestibulares mais avançados, tá? Mas agora eu vou soltar o raciocínio, tá bom? Esse raciocínio aqui é um raciocínio que ele serve para muita coisa, tá? Muita coisa. O nome desse raciocínio aqui, a gente vai falar do raciocínio sobre superfície, superfície Volume, tá? A gente vai falar de relação, superfície e volume. Cara,
isso aqui integra tudo. Isso vai integrar botânica, isso vai entregar fisiologia, vai integrar citologia, evolução, eh, escretor, vai integrar tudo. Vamos lá. Raciocínio de relação superfície, volume. Olha só o que que é superfície. Superfície é isso aqui, que é a sua parte superficial da minha pele, por exemplo. Vamos supor que a gente tem aqui um cubo, tá? Então, imagina você Que eu tenho aqui um cubo, né? Não sei se vai ficar tão bom assim. É, até que até que ficou eh minimamente eh decente, tá? Então isso aqui é um cubo, beleza? >> A gente tem
um cubo aqui. Esse cubo ele tem uma superfície, né? A superfície dele é o que tá aqui fora e ele tem um volume, que é o que tá dentro. Agora eu vou te fazer uma pergunta. Superfície é bom ou ruim? E volume é bom ou ruim? Cuidado, cuidado. Depende de para que tu tá falando. Vamos começar pensando aqui Em célula, tá bom? Eu quero que você pense numa célula procarionte pequenininha. Essa célula procarionte pequenininha, ela tem uma certa superfície. A superfície dela é essa que tá aqui fora dela. E ela tem um certo volume. Para
uma célula. Olha como faz sentido. A superfície é bom e o volume é problemático. Por quê? A superfície de uma célula é o que ela tem para poder fazer trocas com o ambiente. É pela superfície dela que vai o quê? Olha, é Na superfície dela que vai entrando comida. que vão entrando nutrientes. A superfície dela é o que ela usa para jogar no lixo as escretas metabólicas dela. Só que o volume dela é problemático, porque o volume dela é o que exige dela. Quanto mais volume ela tem dentro dela, mais gente ela tem para alimentar,
mais organelas ela tem, mais trabalho ela tem para se manter, porque ela é muito volumosa. Então, pra célula, a superfície representa algo bom, que é O que ela tem para trocar com meio, o que ela tem para receber, para jogar coisa fora. E o volume é algo problemático, tá bom? Ainda mais que eles não aumentam de forma proporcional, porque a superfície aumenta numa proporção quadrática e o volume aumenta numa proporção cúbica, né? Só para você visualizar isso aqui. Se eu tenho um cubo aqui que ele tem aresta igual a um, ou seja, um dos dos
ladinhos dele, né, aqui é um, não é lado, porque lado é Pessoal para polígono é plano, mas tu entendeu? A aresta é isso, né? A junção de duas faces, a aresta dele é um. Me fala qual é a superfície total desse cubo. Olha, tem aqui 1 x 1 e aí dá 1 m. Vamos supor que seja 1 m, dá 1 m² aqui. E aí vezes 6, a gente tem o quê? 6 m² de superfície. E de volume ele tem o quê? 1 m³. O volume é só a gente fazer a multiplicação de 1 x 1
x 1. Pensa em outro cubo agora. Então, olha só, olha que legal. Se esse cubo aqui fosse uma Célula, esse cubo ele tem seis vezes mais superfície do que volume. Top demais. Agora imagina assim, ó. Ele cresceu e agora a aresta dele vale dois. Agora cada quadrado desse aqui tem quanto de superfície? 4 m². Xes 6. A superfície do safado agora já é 24 m². E o volume dele é o quê? 2 x 2 x 2. Então 2 x 2 4 x 2 8. Olha isso aqui. 8 m³. A gente antes a gente tinha seis
vezes mais superfície do que tinha de volume. Agora a gente tem apenas três vezes mais Superfície do que tem de volume. Pensa agora comigo aí num cubo que ele tem cinco de aresta. Se o cubo tem cinco de aresta, então a superfície dele é o quê? Em cada face ele tem 5 x 5, 25. 25 x 6 ele tem 150 m² de superfície. E de volume, o safado tem quanto? 5 x 5 x 5 ele já tem 125 m³ de volume. Olha como a relação está ficando desfavorável. A relação, a razão entre a superfície e
volume agora tá dando 1 v alguma coisa, 150 por 125, tá? Tá dando até isso aqui é a mesma coisa do que é tem aqui tem cinco, aqui tem 6 div por 5, tá dando 1,2 isso aqui, tá bom? Se você pega agora um cubo que tem 10 de aresta, ele vai ficar com em cada face 100, vai ficar com 600 m² de superfície e 10 x 10 x 10 ele vai ficar com 1000 m³ de volume. Cara, >> ferrou. >> Tá muito desfavorável. Então, qual é uma, Isso aqui é sinistro, se cair na prova.
Qual é o mecanismo evolutivo da Célula eucariótica? A célula eucariótica, ela ela é muito maior do que a célula procariótica. Uma bactéria, ela é muito menor do que uma célula eucariótica, via de regra, salvo raras exceções. Olha o que que a célula eucariótica faz. A célula eucariótica, ela quer aumentar de tamanho, mas o tamanho vai ficar desfavorável, porque ela não tem superfície bastante para aquilo ali. O que que ela faz? Ela cria um mecanismo de endomembranas, tá bom? Então as membranas dela entram, uma das membranas dela entra e forma carioteca, outra das membranas entra e
vai, ela vai fazendo invaginações membranosas e ela forma aqui o retículo endoplasmático. Outras, outra membrana entra e forma aqui o complexo de Golge. Outra membrana entra e vai formar aqui um lisossomo. Ela vai, ela vai tendo invaginações membranosas e agora ela tem superfície para [ __ ] Só que tá para dentro dela. Tá para dentro dela. Ela não precisou Fazer isso aqui, ó. Superfície brutal, porque aí o volume dela vai aumentar muito, tá bom? Da mesma forma que acontece num cubo, acontece numa esfera de todas as formas. Então, se te perguntar por que ela tem
sistema de endomembranas com organelas membranosas, que só ocariiontes tem organela membranosa, procarionte não tem. Isso, é para facilitar a relação superfície volume. Ah, Pedro, entendi. Então, tá fechado. Superfície é sempre bom. Cuidado. Quando a gente pensa em superfície volume do ponto de V, cadê a galera? A galera tá botando a cabeça explodindo. >> Vamos ver, ó. Fala inclusive uma coisa, né? Quando a bactéria ela começa a crescer muito, né? E aí começa a ficar desfavorável essa relação superfície de volume, o que que ela faz? se divide, se divide, se divide, é, que é justamente para
ela voltar a essa condição de ter uma relação superfície volume vantajosa. >> Mas que brutal. Agora, superfície muito cuidado porque a galera fica cega para esse raciocínio, pensa assim: "Ah, então você disse que superfície é sempre bom e volume é sempre ruim". Cuidado. Se a gente tiver falando, por exemplo, de metabolismo termogênico, é o contrário, tá? Quando a gente fala de metabolismo termogênico, o volume agora é algo bom, porque o volume, eu sou um, se eu sou um cara volumoso, se eu sou uma baleia, pô, é muito difícil de perder calor. Pensa o Seguinte, que
para perder calor, para perder energia térmica, eu perco pela minha pele. Então, no caso de metabolismo termogênico, a superfície é o negativo. Se eu expuser minha pele aqui, se eu tirar a camisa, que eu não vou fazer, né? Se eu tirar a camisa aqui, eu vou começar a perder muito mais, muito mais energia térmica pro ambiente com ar condicionado ligado, eu vou começar a sentir muito mais calor. Agora, se eu sou grande, se eu tenho Volume, eu produzo muita energia térmica dentro de mim. Por isso que quem é que sente mais frio? Me responde agora
e tu vai acertar. Um pincher ou um pastor belga grandão? O pincher sente muito mais frio, porque o pincher ele é menos volumoso. Tá bom? Mas Pedro, o pincher é menos volumoso, então ele produz menos energia térmica. Sim, mas ao mesmo tempo ele também não tem menos superfície. Mas não é proporcional. Lembra? Quando você pega um pastor belga gigantesco, ele Ganhou superfície e ganhou volume. Mas o que que ele ganhou mais? Ele ganha mais volume. Porque o o volume é cúbico. O volume é é elevado à terceira potência, enquanto que a superfície ela é elevada
à segunda potência. Então o volume quando você cresce, o volume sempre cresce mais. Por isso que você vê aqueles cachorros grandões na neve e o bicho tá tranquilão. Agora eu tenho, eu tinha um pincher, né? Ficou na casa São Bernardo. >> Um São Bernardo, não tá nem para nada. Agora uma pessoa gorda, por exemplo, não não é zoando, né? Mas uma pessoa gorda, ela sente muito menos frio mesmo, ela tem muito volume. Tem também o papel da gordura como isolante térmico. Claro que tem, a gordura é um isolante térmico, mas você percebe aí a necessidade
do raciocínio, superfície volume. Esse raciocínio é muito importante. Ele >> é só pensar o seguinte, cara. Ó, tu pega aqui, por exemplo, um elefante e pega Aqui um ratinho, tá, cara? Para o calor que tá aqui dentro ser trocado com essa superfície aqui, pô, olha o tamanho, o percurso que ele tem. Aqui não, aqui tá pertinho. Então, aí sabe o que que acontece? Se o animal é mamífero, endotérmico, esse animal aqui que é pequeno, ele come proporcionalmente muito mais do que esse do que esse daqui para poder, porque ele gasta muito mais energia, né, para
produzir calor. Proporcionalmente. É óbvio que o Elefante vai comer mais do que o ratinho, né, mas proporcionalmente e com relação ao a comparando a quantidade de comida com o peso corporal dele, esse animal ele come muito mais, porque ele gasta muito mais energia fazendo termogênese do que o elefante. >> Brutal. E por isso que quando tá frio a gente come mais, a gente tem mais apetite, porque no frio boa parte do nosso metabolismo energético mitocondrial vai ser destinado à Produção de calor e não a produção de ATP. Então o nosso corpo sinaliza o quê? Muito
mais apetite por doces. Você sente muito mais vontade de comer Nutella no frio, porque isso é uma medida homeostática, isso é um princípio homeostático. Teu corpo tá tentando compensar aquele desbalanço de temperatura, certo? Agora esse é um animal ectotérmico, um animal, por exemplo, que não regula a temperatura metabolicamente, tá? Não, pera aí. Animal endotérmico é a gente que regula nossa temperatura comismo. Isso aí friável. Agora tu pega, por exemplo, um rptil, o rptil ele não faz a regulação metabólica. É errado você dizer que ele não regula a própria temperatura. Ele regula. Só que é uma
uma regulação comportamental. Aí tu pega, por exemplo, uma cobra, né, tá frio, ela quer ficar perdendo calor pro meio. Não. Que que a cobra faz? Se enrola. Ah, não tá frio. >> Ela se enrola. Para quê? para diminuir Pode ir pro sol também. Ela pode ir pro sol porque o sol é o principal fator que vai controlar a temperatura. É, é, só que quando ela se enrola, ela diminui a superfície dela. Agora tá calor também. Quando tá frio a gente faz, né? Agora calor que ela faz o raciocínio ele agora ilustra tudo. Agora já era.
Quem pegou bota a explosãozinha da cabeça. Ficou bacana esse raciocínio e agora o que que você falar? >> Aí tá calor. Que que ela faz? Ela se Desenrola, ela fica toda espalhadona ali, né? Só que ela só pode fazer isso. A gente faz isso, mas não é o principal pra gente, né? >> Exato. Mas e você vê que ali você eh tá regulando temperatura, só que através ali do próprio formato do corpo, entende? Isso é muito maneiro. >> Aí os animais ectotérmicos, eles fazem isso. Eles caverna vão, >> eles vão fazer a regulação Comportamental, né?
Eh, usando a energia do ambiente. Um lagarto, pô, tá frio, ele vai pro sol, fica lagarteando. Ah, tá calor, ele mergulha, sacou? Ele mergulha que é lagarteando, deve ficar lá na pedra amarradão ali, né? Então, vou ter que abrir uma página agora porque essa aqui já tá muito pesada. Vai falar de inimição enzimática que a gente a gente tava nisso a gente super ultra. >> Eu posso até só para fechar esse assunto te dar só alguns exemplos, né? Eu falei, Lembra que eu falei lá atrás de intestino de microvelosidade, né? Conecta aumento de superfície de
contato para fazer troca. Beleza? A gente pode pensar também, por exemplo, no rim, né? O rim você tem dentro do teu rim, a gente vai falar disso melhor daqui a pouco, mas a unidade filtradora do teu rim a gente chama de nefron. É uma estrutura que ela tem aqui, ó, alguns túbulos, que a gente chama de túbulos renais. E aqui tem um, um a gente chama De alça de Henlyle. Eu vou falar disso melhor depois, mas olha só, um animal, um animal, né, que precisa reabsorver muita água, ou seja, que não pode ficar perdendo água
pro meio, ele tem essa alça de rene maior para ter mais superfície de troca e reabsorver mais, ok? O animal que não precisa reabsorver tanta água, ele vai ter menor superfície de troca. Tubarão, o intestino do tubarão tem uma válvula em espiral que a gente chama de tiflossol. >> Eu per falar ali com ele. Eu vou pedir para você só para mim mesmo, né? E você tá falando aqui do nosso rim. >> Isso. >> Tá falando do nefron. Tem vários desse aqui no rimon. Tem um monte desse. É a unidade filtradora. Que que você falou?
>> E aí aqui tem uma região, né, que a gente chama de alça >> de Henley. >> De Henley ou alça néfrica, né? E aí é através dessa região, principalmente Essa parte aqui de cima do túbulo contornado proximal, né? e da alça de rene que a gente vai reabsorver água, aquela aguinha que tu não quer jogar fora no xixi, que tu quer trazer de volta paraa tua corrente sanguínea. >> Que que você posso colocar os vasos sanguíneos aqui? >> Bota aí os vasos sanguíneos. Isso aqui, ó, o o sangue tá vindo trazendo aqui, né? Eh,
as impurezas, >> o sangue ia passar batido ali, só que aí O sangue é obrigado a se espremer aqui nos vasos sanguíneos, como se ele Isso aqui é teu rim, é uma unidade filtradora do teu rim, tá bom? Uma, tem vários que o sangue se pressiona aqui, as impurezas dele migram de dentro dele pro rim, >> só que também vem água junto. >> Não é isso? Vem água junto. >> Vem, vem água, vem monitor. >> E aí aqui agora eu tenho pelo meu meu nefron, pelo meu pela minha unidade de filtradora, eu tenho passando o
meu Sangue, mas ele tá com coisa suja e tá com água também. >> É, aqui a gente já vai chamar de filtrado glomerular. É o líquido. Ah, é a urina. Não é a urina ainda. >> Vai virar urina no final do >> Vai virar quando eu terminar de fazer todo o processo aqui de >> Isso aqui. Então agora é o filtrado globular. Tem aqui então impureza, coisa nojenta, mas também tem coisa que eu quero de volta. >> Tem coisa que eu quero de volta. >> E aí eu preciso reabsorver isso que você tava dizendo, puxar
de volta pro meu próprio organismo. >> Exatamente. Exatamente. >> Tá. E agora para onde que seguia aqui o raciocínio? E aí um animal que precisa reabsorver muito, ou seja, um animal que não pode ficar perdendo tanta água na urina, vai ter uma alça de rene maior. >> Para quê? Porque quando vai passando aqui, vai reabsorvendo, vai Reabsorvendo. Então quando camelo, eu lembro camelo tem uma gigantesca, >> tem que ter uma alça de rein grande, né? >> O maldito não quer perder nenhuma água. >> Exato. >> Nenhuma. Beleza? Então é só para dar mais um exemplo
ali de relação superfície volume. Tem muito gente na biologia é lotado disso, mas a gente tava falando ali antes daquela parte de desnaturação, não é? E aí gente, eu ia falar do PCR, lembra? Do PCR. Então >> tem que mudar, ó. Tá na canetinha aqui. E aí eu falei que o Enem botou lá uma questão que ele botou a transcriptase reversa. >> Ó, perguntar só para falar rapidinho. A hemodiálise, lembra daquele processo que o Rin faz? da hemodiálise é o seguinte: "Teu rim tá uma bosta, você tem insuficiência renal porque você lesionou teu rim. A
melhor forma de lesionar o rim é você sendo um diabético não tratado, porque aí teu sangue tá sempre Repleto de glicose. A tu se tu é diabético, tua insulina não funciona bem, tá bom? Se você for tipo um, você nem tem insulina, porque se você é diabético tipo um, você tem uma doença autoimune que destruiu as células beta do seu pâncreas. E se você é diabético tipo dois, é uma diabetes muito mais adquirida por hábitos e comportamentos. Sua insulina perdeu eficiência, seu sangue tá sempre cheio de glicose. A glicose não entra nas suas células. E
aí Esse sangue passando ali pelo teu gên cheio de glicose, isso eu só fui aprendendo na faculdade, né, que a glicose ela é um a glicose em excesso no sangue ela sinaliza para as células fazerem apoptose. A glicose ela intoxica o ambiente, né? Então quando você tem muita, é só você imaginar quando você tem muita glicose, é como se a glicose fosse enferrujando as coisas dentro de você. Tu vai tendo uma coisa chamada lesão órgão alvo. Por isso que Diabético, que tá sempre com a glicemia 200, 250, 300, ele vai tendo lesão no olho, lesão
nos rins, lesão no fígado, porque o sangue passa por esses lugares e quando passa por esses lugares tem muita glicose, lesiona. Quando o seu rim parar de funcionar, o seu sangue não consegue mais passar pelo seu rim ser filtrado. Você vai precisar fazer um acesso venoso, todo o seu sangue vai sair de você e vai passar dentro de um trambolho, que é uma máquina de Hemodiálise. Então, emoangue, diálise é o quê? Um processo de separação de misturas. E aí vai passar teu sangue todo lá. E passando todo lá, as impurezas vão ser retidas dentro do
do purificador da da hemodiálise e o teu sangue retorna para você. É um processo extremamente >> cansativo. E >> cara, isso destrói muito a qualidade de vida da pessoa, tá bom? E a pessoa geralmente fica aguardando na fila pro Transplante de rim e se o rim tiver muito prejudicado, ela vai fazendo duas, três, quatro sessões de hemodiálise semanal. Beleza? >> Exato. A ideia é tentar, em alguns casos, o rim volta a funcionar com a hemodiálise e aí tá resolvido, né? Beleza? Olha só, a RTR que a o Enem citou lá, ele citou, ó, RT transcriptase
reversa é uma enzima que a gente vai encontrar em retrovírus, como por exemplo o HIV, que é um vírus que Faz, sabe, não tem processo de transcrição que o que o Assad falou que é o quê? Transcrição é fabricar RNA a partir de DNA. A transcript a partir de RNA, beleza? tem essa enzima lá, por exemplo, no vírus HIV. Inclusive, é uma enzima muito porcaria, né? Comete um monte de falha, um monte de erro. É por isso que o vírus HIV é altamente mutagênico. Beleza? >> Então tem aqui agora, dessa vez é o contrário. Eu
tenho aqui o meu RNAzinho >> e com ele eu vou fabricar o DNA complementar aqui. >> Exatamente. Você vai >> transptia de DNA, tá? E o PCR, que é aquela reação de cadeia de polimerase que eu falei, a gente tem qual o objetivo? é fazer um monte de cópia de material genético, tá? Então, primeiro que você faz, às vezes você vai pegar ali um RNA viral, você vai usar a transcriptar um DNA viral lá no caso do do exame da COVID, né? >> Então, então você pegou lá o cotonetão. >> É, aí vamos supor que
eu esteja contaminado com COVID, você botou o cotonete aqui, >> você não consegue saber, mesmo que eu esteja contaminado, você não vai conseguir saber se eu tô contaminado mesmo, porque tem muito pouco, tem pouco material genético do vírus ali. Pouco, >> pouco, pouco, pouco. >> Não dá para ver direito. Aí vai fazer o Quê? É só para ficar aquela assim, o objetivo vulgarmente aqui é vamos pegar o materialzinho genético do vírus e vamos aumentar bastante, vamos fazer se multiplicar com PCR. >> Isso, vamos fazer o que a gente chama de amplificação. Vamos fazer muitas cópias
dele, muitas, muitas, muitas cópias. Cai todo ano, hein? Tem caído todo ano desse >> tem caído muito, né? E aí, por que que isso daqui cai? É para cobrar o PCR, ter que saber o que que é PCR, não é? Porque A primeira etapa disso daqui é pegar o material genético, botar aqui esse DNA e aumentar a temperatura. Para quê? para que eu quebre as ligações aqui que existem entre as bases nitrogenadas para eu desnaturar o DNA. Uma vez desnaturado, eu consigo usar essas fitas aqui como molde para montar novas cópias de material genético. Beleza?
>> Perfeito. Quem tiver TikTok aí, quem tiver TikTok, tá acostumado com TikTok, pode pegar, filmar aqui essa aula Acontecendo, você assistindo e botar alguma legenda polêmica, tá bom? Vai no TikTok e bota Pedro Assad, você vai ver que tem muita gente viralizando com isso. Então, se tu quer viralizar no TikTok, é só falar de mim. Tem muita gente que tá com vídeos com 500. mil visualizações, só porque apontou e falou assim: "E esse cara aqui que fez uma aula de 12 horas, podem fazer o mesmo agora, tá bom? Podem ficar filmando momentos engraçados da aula
o tempo todo E postando lá: "Quem viralizar pesado me chama que eu te mando dinheiro". >> Ô garoto, que isso? >> De R$ 100.000, dependendo da viralização. >> É isso aí. Beleza. Então aqui é só pra gente ver como é que o Enem cobra desnaturação. Beleza? Ele cobra lá com as enzimas, mas ele cobra também aqui com o DNA. Beleza. Aí Mário fiz várias cópias. Sabe para que que a gente pode usar isso aqui também que o Enem gosta De cobrar? >> Teste de DNA. Teste de DNA. >> Ah, como é que é? Como é
que é? >> Porque assim, a pessoa tá lá, pô, nasceu a criança, tu olha a criança tem nada a ver contigo, né? Aí tu fala: "Pô, meu irmão, tá estranho, minha mulher tava estranha, né? Tinha um amigo muito próximo ali. Tu fica mesmo. Aí tu começa a desconfiar o moleque, a cara do amigo, pô". Aí tu fala: "Não, meu irmão, vou fazer um >> sobra nada, né, galera? Brutal, não sobra nada perto". >> Então, então o que que tem que fazer? Tem que pegar o material genético da mãe, da criança, do pai, do amigo do
pai, né? E aí tu pega, bota isso tudo aqui no PCR e faz a amplificação desse material genético. Depois de fazer isso, o que que tu vai fazer? Vai levar para fazer uma técnica chamada de eletrofores, que o Enem também já tetou e geral Errou. Geral errou. Peguei o DNA aqui da galera. Que que é eletroforese, meu irmão? >> Ó, vou pegar aqui, ó. Mãe, >> fores me lembra movimento. Forese é movimento. Foresia, né? É. E eletro vem de eletricidade, né? Então, o que que eu faço? Pego aqui, ó, material genético da mãe. Vou botar
aqui material genético do filho, >> material genético do pai e material genético do amigo, né? Vou botar tudo Aqui, todo o material genético zin que eu já amplifiquei lá no PCR, já fiz muitas cópias e botei o de cada um separadinho. >> Então primeiro você amplificou no PCE porque uma fita de DNA não vai funcionar, não vai funcionar, tem que pegar bastante material genético então o cara pode guardar que PCR é para amplificar as quantidades de material genético que tem. >> Fazer cópia, fazer cópia de DNA. Tá bom? Botei aqui, vou aplicar aqui. Aqui tem
um gel, tem um gel aqui dentro e eu aplico uma corrente elétrica. Liguei aqui, pá, apliquei uma corrente elétrica. A partir do momento que eu apliquei a corrente elétrica, começa uma corrida de DNA. >> O material genético começa a migrar daqui para cá. Beleza? Só que migra tudo igual. Não. >> Moléculas grandes de grande peso molecular, né, elas migram mais Lentamente. >> É, faz sentido. >> Faz sentido, né? E a molécula pequenininha, mais leve, ela migra mais rápido. >> Quando você desliga a máquina, aí você observa que ficam os padrões de bandas, algumas bandinhas escuras,
outras bandinhas claras, né? Aqui no material genético de cada um desses indivíduos. Aí, por exemplo, se o teu material genético, o filho, ele recebe material Genético do pai e da mãe. >> Sim. Então, as bandinhas que aparecem aqui do filho tem que bater ou com um do pai ou com o da mãe. Vou até aumentar aqui, ó. Tem que bater com um do pai ou com o da mãe. Tu concorda comigo? >> Aí, imagina o seguinte, ó. Aqui é a mãe, aí vem o filho, >> ó. Aqui vou fazer assim, ó. Ó. Eh, vou botar
esses dois aqui só para ser prático, tá? Pô, aqui o pai ele tem Uma barrinha aqui pintadinha, não ficou igual o filho, mas a mãe tem igual filho. Então pode ter vindo da mãe. Isso aqui não quer dizer nada, mesmo que o amigo também esteja assim. Agora >> vamos dizer que esse moleque aqui agora tem a barrinha que tá vazadinha. A mãe é pintadinha, o pai é pintadinho e o amigo é vazadinho. >> Aqui um problema. >> Aqui deu um problema. Dois tem essa barrinha pintadinha e o moleque não tem. Mas >> tu já descobriu
que o material genético desse amigo é mais parecido com o do filho do que o do pai. Aí deu ruim aqui, entendeu? Então não é legal, tá? Eh, >> então isso daqui a gente usa para perícia criminal, a gente usa para identificação de paternidade. E o Enem gosta, o Enem usa isso até para planta. Teve uma questão de planta, semente, fruto, depois a gente faz para mostrar para eles como é que resolve, tá? Beleza, tranquilo. Então aqui já toquei em dois tópicos aqui de biotecnologia, tá interessante. Eh, você acha que a gente deve falar agora
então das bases nitrogenadas, desse processo de replicação mais profundamente? >> Eu acho que vale a pena primeiro fechar citologia. Fala o que que você acha que pode cair com cada parte da célula, cada organela dela. Desenha de novo a célula e vai dando assim o que que você tem que levar pra prova sobre cada organela. >> Vamos lá. Então vamos lá. Primeira coisa que tu tem que levar é o mecanismo de secreção celular. Falou de célula secretora. Que que é uma célula secretora? Que secreta. Ela secreta o quê? Secreta alguma coisa. Normalmente a o Enem
cobra proteína, tá? Como é que é uma célula secretora? É, ela tem lá carioteca. >> Uma célula secretora, tipo a célula do meu pâncreas. O pâncreas é um órgão que secreta muita proteína, muito, muito Hormônio proteico, né? Tá. Ele vai ter >> que seja insulina, >> tá? Insulina. >> Vamos dar um exemplo aqui. Insulina. >> Começa que o que dentro da carioteca do meu pâncreas, o DNA dele, ele pode estar no formato de eucromatina ou heterocromatina, tá bom? Então, eucromatina é quando o DNA tá aberto, pronto para ser lido, para gerar proteína >> e heterocromatina
é fechado. Eu é Verdadeiro, tá bom? Então, às vezes já cobrou na prova assim, né? Ele colocava que a heterocromatina DNA fechado ficava tudo escuro aqui, porque ele tava muito fechado, ficava tudo pintado. E aucromatina, que é o DNA aberto, ficava só assim, ó, que aí é porque aí tá aberto, né? Então ele não não é tão opaco a luz. Tá bom? A primeira coisa, isso. Eu preciso, >> então tem que ter gene ativo, >> tá? Genes ativos, >> genes ativos. Esses genes ativos vão fazer o quê? vão ser traduzidos em RNA mensageiro. O RNA
mensageiro vai sair por onde? Pelos poros da cariateca. É por isso que tem poro para fazer troca entre o citoplasma e o núcleo. O en mensageiro saiu, ele agora vem para onde? Vai vir aqui pro retículo endoplasmático rugoso, que é rugoso porque tem o quê? Ribossomo. Se tem ribossomo, o que que vai rolar aqui? Síntese de proteína. Então o ribossomo Vai ler esse RN mensageiro, que é a receita de proteína, vai fabricar proteína, só que vai fazer o que com essa proteína? vai enviar para o complexo gogiense, beleza? Que é ou o complexo de GO,
que é uma organela que faz o quê? Vai pegar essa proteína e vai empacotar em vesículas. Isso aqui, gente, tudo é membrana, né? Tudo fófolipídio. Então aqui tu pega as proteínas, bota numas bolsinhas de fófolipídio, às vezes modifica, bota um Açúcarzinho, aí vira uma glicoproteína, às vezes bota uma gordurinha, vira uma lipoproteína, né? e vai mandar isso daqui às vezes pro meio externo. Se for uma célula secretora, isso aqui foi insulina, por exemplo, ele quer lançar na corrente sanguínea, porque a insulina é um hormônio e todo hormônio é uma substância que é produzida ali na
célula e que é lançada na corrente sanguínea para atuar em alguma célula distante. Aí o que que a célula vai fazer? Vai se Fundir a vesícula de secreção, vai se fundir a membrana plasmática, porque é tudo fosfolipídio mesmo. Então ela só se funde e coloca para fora esse material aqui, fazendo o que a gente chama de exocitose, porque eso é fora citcélula, então tá colocando para fora da célula essa proteína aqui que tá lançando na corrente sanguínea. Falou de secreção celular, tu tem que saber essa sequênciazinha aqui. Não adianta Entender as organelas separadas, tu tem
que entender para que que serve a droga toda, entendeu? >> Então, secreção celular é isso. >> Falou de mitocôndria, a gente tem que ter muita mitocôndria aqui também, geralmente, né? Tem que ter uma porque custa energia, né? Sim, simão que as mitocôndrias são um ponto aqui muito importante. Perfeito. Agora, cara, fizeram uma pergunta muito boa ali que é sobre e os o citoesqueleto, os Microfilamentos, porque o aluno que ele estudou alguma coisa, ele sabe assim, cito esqueleto, ele dá sustentação pra célula, ele faz o formato da célula ficar bonitinho. Você manda uma explicação sobre cito
esqueleto? >> Manda uma explicação sobre cito esqueleto. Sim. Olha só, galera. >> Tem a célula aqui. Que que é o cito esqueleto? Ah, é um conjunto de filamentos que tá ali, tá? >> Ó, t cito esqueleto, né? É o esqueleto Da célula. Obviamente não é de osso, né? que a célula ela é pequenininha, não tem osso ali. Você tem o quê? Um emaranhado de proteínas, beleza? Que vão formar esse formato. Você vê que um neurônio tem um formato diferente do espermatozó, que tem formato diferente de uma massa, que tem formato diferente de uma célula muscular
e cada um tá associado à sua função, entende? O formato do espermatozóide é porque ele tem que ter um flagelinho que bate ali Desesperadamente para chegar ali no óvulo, entende? O neurônio tem que ser compridão para levar impulso nervoso, então ele é uma afiação elétrica, entende? Então o cito esqueleto deles tem que ser diferente. Basicamente três coisas podem formar ali o cito esqueleto, né? Quais são os três componentes principais? Você vai ter ali, opa, calma aí. Você vai ter microtúbulos. Ah, o Enem já cobrou isso? Já, >> cara. Cobrou, >> né? Micro, opa, microtúbulos. >>
Você vai ter microtúbulos, vai ter microfilamento, vai ter filamento. É filamento intermediário, né? Melhor. É isso. >> E microfilamento. Tá bom. Que que você acha de botar o filamento intermediário no meio meio? Intermedi >> que aí exatamente porque assim galera, eu eu só consegui gravar isso. Tem cada um deles. Olha só, que fique claro, Galera, esse é um tema avançado. O discernimento entre os componentes do cito esqueleto não é um tema trivial, é um tema que poucas pessoas dominam. Então, a gente vai falar aqui só para você levar pra prova. Mas que que é a
primeira coisa a saber, cara? Tudo isso aqui é cito esqueleto e o microtúbulo é o mais grosso deles. O filamento intermediário é o mais ou menos grosso e o microfilamento é o mais fino. Tu vê que pelo nome, né? Micro, mas é túbulo, Né? Microtúbulo. Túbulo lembrar algo mais grosso. Filamento intermediário, lembro que tá no meio. E microfilamento, micro e é filamento, ele é o mais fino de todos, tá bom? E aí você tem que saber uma coisinha ou outra sobre cada um deles, certo? Começa com isso, né? Mais grosso, grossura intermediária e mais fino.
>> Isso aí. Exatamente. Então todos eles vão trabalhar juntos para formar o arcabolso ali da célula, tá? Os Microtúbulos a gente vai ver ele aparecendo mais aí para vocês sempre associado a três estruturas básicas. Quais? Centrílo. O centríulo é uma estrutura que participa do processo de divisão celular. Eu posso dizer, Mário, que o centríula é como se fosse um carretelzinho assim enroladinho, que na divisão celular, que a gente vai falar daqui a pouco, ele vai se desenrolar e, ó, para pegar o DNazinho cromossoma aqui no Meio e poder puxar, ele vai migrar pros polos e
tal. Posso ter essa associação na minha cabeça, então, né? >> Falou de microtúbulo, só vou construindo as associações quando você fala, falou de microtúbula, eu vou pensar, pô, ele é o mais grosso, ele é aquele, ele pode estar associado à aquele carretel centrío, é isso, né? E aí ele vai puxar os cromossomos na divisão celular. Quando for quando a gente tiver, por exemplo, a a metáfase, a segunda fase, Ele vai formar as fibras do fuso acromático, vai alinhar os cromossomos depois na anáfase, é ele que vai se retrair, tá? Então ele vai fazer, ele vai
se retrair. Lembrando que o processo, isso aqui acho que é uma coisa bem importante, né? O que tem aqui dentro, na verdade, dentro desse carretel, vê se tu valido o que eu vou falar, é são os ingredientes para você fazer aqueles aquelas fibras do fuso, tá bom? Você porque na divisão solar a Gente vai falar o quê? E você vai polimerizando as fibras do fuso usando os microtúbulos. Então você vai construindo ali na hora, depois você vai porque já já cobraram, né? Por exemplo, como que age a cochicina, aqueles medicamentos anticâncer que impedem a polimerização.
Mas beleza, eu só quis deixar essa associação. Então, primeira coisa, microtúbulo sem tríulo. >> Isso. Sem tríulo. Então é a primeira coisa. A segunda coisa é o quê? Flagelo, Tá? Então o flagelinho do espermatozoide é formado de centríolo. Ou seja, imagine falar de microtúbulo, né? de microtbulo, perdão, de microtúbulo. Inclusive, é, você vê que o flagelo ele tem que se movimentar, né? Tem uma proteínazinha lá. >> Pode mostrar para eles comoentar. Eles se moviment perna, né? Ele se movimenta, >> né? Agora sim. E aí, né? O o >> beleza. Vai lá. Então, o que acontece?
Para bater o flagelinho, né? Tem uma proteína ali chamada dineína, você não precisa decorar. Normalmente a prova te dá esse nome que faz tipo uma engrenagenzinha. ela fica puxando os microtúbulos para que eles possam se movimentar. Tem gente que às vezes nasce com defeito, não produz adineína, que que essa pessoa vai ter infertilidade. Ela não vai conseguir, né, que os espermatozóides dela sejam sagazes para chegar lá e fecundar. Beleza? Assim Também a gente vai ter eh esses microtúbulos formando cílios. Cílios o quê? Esse daqui, meu? Não, não tô falando desses cílios do olho, eu tô
falando de cílios das células. Então, o trato respiratório, por exemplo, ele tem células ciliadas, né? Serve para quê? Para movimentar todo esse catarrão, esse muco que tá aí, filtrar o muco. OK? Então, se uma pessoa, por exemplo, tá com problema de forma microtúbula, ela vai ter problema respiratório também. Beleza? Então, esse daqui é o primeiro que você tinha que saber aqui, microtúbulo, tá bom? Ah, microfilamentos e filamentos intermediários, tá? Vou falar aqui do microfilamento. O microfilamento, aliás, vou falar do filamento intermediário. O filamento intermediário, ele vai est sempre muito associado a junções celulares. Então, tem
células, por exemplo, células epiteliais, que elas tm que ficar grudadinhas umas das outras, OK? Então, Elas precisam ficar ali, eh, formar pequenas adaptações de membrana que para manter essas células unidas. Por exemplo, a gente tem ali eh coisas como desmossomos, interdigitações, que são essas adaptações de membrana. que mantém essas células unidinhas. Preciso decorar esses nomes, Mári? Por enquanto não. O Enem não costuma cobrar muito isso, então fique tranquilo, tá bom? Eh, agora os microfilamentos a gente vai encontrar como, por exemplo, os microfilamentos de Actina e miosina, tá? Eh, que são microfilamentos que formam, por exemplo,
a estrutura do músculo, tá? E os microfilamentos também vão ter uma função de eh determinar como é que é o formato externo ali da célula. Beleza? Então, sempre que eu tiver uma alteração do formato externo da célula ali, daquela forma, eu posso est tendo um problema ali na formação daqueles microfilamentos, beleza? Então, normalmente esses filamentos ali que Formam o citesqueleto, né? E o citesqueleto, ele tem essa essa função muito importante ali de dar o formato e todas essas outras coisas que eu falei. Tranquilo? Legal, né? O citeleto faz parte do citoplasma lá dentro. Tem as
organelas. A gente já falou do mecanismo de secreção celular. E agora, antes de falar de mitocôndria, eu quero falar de uma outra coisa. Deixa eu puxar aqui, ó. O complexo Giens, ele faz o quê? Bolsa com enzima, né? >> Aham. de go ele faz, ele empou exporta, mas ele faz isso justamente por meio de, tô só ajustando aqui, por meio de bolsas enzimáticas também. É verdade. >> Exatamente. >> Tu vai falar que ele gera o lisossomo. >> Ele gera o lisossomo, por exemplo. O lisossomo é uma organela. Opa. É uma organela celular que nada, mais
é uma bolsa com enzimas. Beleza? Botar aqui, ó, lisossomo, cara. E o lisossomo ele faz uma parada, Três coisas muito maneiras, né, cara? Tá. Então, o lisossomo é uma bolsinha, uma membraninha cheia de enzima aqui dentro. Tá >> beleza? E aí ele faz três coisas interessantes. Pô, tu tá ligado no que é fagocitose, >> tá? É você comer alguma coisa, puxar para dentro. >> Fago comer cito, né? Então, por exemplo, eu tenho aqui uma bactéria, né? É uma bactéria, não, vamos pensar num Macrófago, né? Na verdade, um macrófago que é uma célula de defesa do
teu organismo, tá? >> Macrófago é uma célula que faz parte dos nossos glóbulos brancos, tá bom? Glóbulo branco, célula de defesa em geral. Glóbulo branco é isso. Agora, >> também chamado de leucósito, né? É macrófago, um tipo de glóbulo branco que o nome já diz, ele é grande e ele come as coisas, tá bom? >> Cada um deles faz uma coisa. >> Examente. E o macrófago, ele, por exemplo, ele tá lá na tua corrente sanguíneo, amarradão, quando de repente chega uma bactéria maldita que quer destruir tua vida, acabar com teus sonhos e te impedir de
passar no Enem, n? E aí o teu macrófago vai lá te salvar, ele chega no local da infecção e ele consegue inclusive sair do vaso sanguíneo. Ele tem uma propriedade que a gente chama >> de apedese. É isso aí. O vaso sanguíneo Tá aqui. Uma emácia não pode ficar saindo. A hemácia é proibida, irmão. Por quê? Porque a emácia se tiver saindo, vai tá com quê? O indivíduo é tá com hemorragia. >> Hemorragia. >> Por isso, então, que se eu me machuco, se eu tô com um local inflamado, >> esse é um dos motivos dele
inchar, né? Porque tá tão chegando, tá chegando ali líquido, né? Tá chegando mais sangue ali para que também consigam ir mais Macrófagos saindo do sangue, indo ali pro meu tecido, para poder reparar aquele tecido, né? Eh, várias células eh de defesa vão entrar lá no caso. Por isso que a gente incha o local. >> Exato. Incha, porque os mais tócitos, que são também células de defesa parceiras ali, liberam substâncias, como, por exemplo, a estamina. >> Nossa, >> estamina. >> Galera, estão perguntando ali o que que É diapese. Deapes é, >> tá? Beleza. Então, eu, Beleza.
>> A estamina é o quê? Um vaso dilatador. >> Ah, >> beleza. Ela dilata o vaso sanguíneo. Quando dilata o vaso sanguíneo, o plasma sanguíneo que tá, por que que dilata, né? Pom, local da infecção. Eu quero que mais sangue chegue ali, mais células de defesa cheguem até ali. Mas aqui você então tá falando já de todos os sinais de uma reação inflamatória, né? >> Então, só para lembrar, inflamação não é algo nem ruim nem bom. Inflamação é um conjunto de sinalizações e tomadas de decisão que o organismo faz para lidar com a inflamação. Ela
é uma mensagem pro organismo de que tem algo errado ali. A inflamação, eu vou tentar puxar da cabeça da época da medicina, ela tem cinco sinais cardiais, né? dor, rubor, calor, turgor e perda de função, né? Então, onde tá inflamado dói. Isso aqui tudo pode cair na prova, né? Rubor fica Vermelho, calor fica quente, turgor fica túdido, fica meio duro. E perda de função. Cara, isso poderia cair na prova com uma pergunta do por que isso acontece evolutivamente. Olha só, dor. Vamos, então, vamos, vamos pegar um exemplo aqui agora, né? Peguei tua mão aqui e
tá, cortei fora, né? Tá doendo, >> tá doendo, né? Você fez a cirurgia, já tapou o cotoco, né? Então agora tem aqui o cotoco de mão e ele tá, mas mesmo assim tá doendo. Tá doendo para ele não Encostar em nenhum lugar e não prejudicar mais ainda, né? Tá vermelho. Por quê? Porque tem mais sangue indo para lá um tecido lesionado. Agora turgor tá túrgido porque tem mais líquido ali, né? Então fica assim, ó, >> né? É perda de função. O tomão tá funcionando, não dá para usar direito o tomão, né? E calor, porque tem
muito mais atividade metabólica de reparação aqui, então vai ficando quente. >> E o próprio sangue, né? A vasa Dilatação, ela leva mais sangue e deixa mais aquecido aquele local, né? E aí o que que acontece? O meu macrófago célula de defesa, ele precisa então sair aqui do vaso sanguíneo, porque a estamina faz a vaso dilatação. Para quê? Para facilitar inclusive essa saída do macrófago do vaso sanguíneo, que é o que a gente chama então de diapedese. Galera que perguntou aí que que é diapedese? É o movimento de saída desse macrófago ali do vaso sanguíneo. Para
quê? Porque a Infecção às vezes não é no sangue, é em outro tecido. Então ele tem que ir lá batalhar por você. Beleza? Quando o macrófago chega lá, aí chegou o macrófago boladão aqui, ele viu lá uma bacteriazinha maldita, né? Que que ele vai fazer? Ele vai começar >> o macrófago tá aqui >> e uma bactéria maldita. >> A bactéria maldita tá aqui, >> tá? O nome dela pode ser Jerry. >> Pode ser Jerry. >> Só pr >> ela viu Jerry ali. Maldita leprosa. >> E esse daqui é o Tom, o melhor macrófago, né? E
aí vai ter pego. Marcelo macrófago. >> Marcelo. Marcelo. Marcelo. É Marcelo. Macrófago. Marcelo, né? E vai pegar >> Marcos o macrófago, desculpa interrumpão. Marcos macrófago Jerry. >> E vai pegar ali o Jerry. Jerry a bactéria. E aí o que que ele faz para isso? Ele inclusive vai ter que Movimentar aqui, né, o cito esqueleto dele. Por quê? Porque ele vai começar a emitir pseudópodes, né? Que que é isso? Falsos pés, prolongamentos da membrana plasmática, evaginações, projeções para fora da membrana plasmática. Vai cercar essa bactéria e vai prender ela aqui dentro, ó. vai fazer isso aqui,
vai prender essa bactéria aqui dentro. Ela agora ficou presa dentro de uma bolsinha, de uma vesícula, tá? Que a gente vai chamar de fagossoma. E esse Processo foi a fagocitose. Ó, aqui tu já viu duas propriedades de macrófago muito importante, diapedese e fagocitose. Só que olha só, pô, Mário, por que que ele fagocitou a bactéria? Porque aquela bactéria ele tem que matar ela. Como é que ele mata essa bactéria? Agora os lisossomos dessa célula primeiro pega pro abate, né? >> Pegou pro abate. >> É, guardei, fiz uma projeção com a minha Membrana, usei meu cito
esqueleto. Que parte do cito esqueleto eu uso? >> A gente vai ter ali principalmente, né, os os tem os filamentos, >> os microfilamentos, né, se movimentando ali. >> Eu tinha esquecido, tá? Foi mal. para que a gente consiga, né, eh, pegar aqui essa bactéria. >> É mesmo, porque se se não fosse isso, a membrana plasmática, ela ia ser assim, ó, toda caidona. >> O microfilamento vai lá, projeta, ela, faz o pseudópode, puxa e faz um local ali chamado fagossoma. >> Fagossoma, né? Soma é tipo um lugar, tá bom? É uma estrutura, é um corpo, é,
>> né? >> É. E aí fizemos a bactéria, tá ali presa agora. Isso. >> Agora você vai dizer que eu faço a fusão do fagossomo com lisossomo. >> Isso. Junto isso aqui, ó, lança as enzimas digestíveis e detona essa Bactéria todinha. Beleza? >> E detalhe, essa fagocitose, ela tá dentro de uma classificação maior, que é endocitose. Endocitose é puxar para dentro da célula. Fagocitose é coisa maior, sólida, né? Inocitose, coisa mais líquida, tá? >> E aí agora que tu espancou essa bactéria, leproso, di ali dentro, tá? tá só os pedaços dele, tu vai cuspir essa
bosta para não ficar dentro de tu e aí você vai fazer uma exocitose, inclusive Que o nome é clasmocitose, não é isso? >> Isso. Clasmcitose. Esse tipo de exocitose em que você joga fora aquilo que é resto de de de processo de fagocitose, beleza? De digestão intracelular. Então, nesse caso aqui, o que que o lisossom fez? Digestão intracelular. Beleza? Mas uma outra coisa também é cobrada sobre isso daqui, que é o quê? É o que a gente chama de autofagia. >> Nossa, >> olha só, ô. Fago é comer, fagia, né? Vem de comer. Autofagia é
comer a si mesmo. Como assim, Mário? Comer a si mesmo? É porque às vezes essa célula, ela não tá recebendo nutriente direito. Sei lá, o vaso sanguíneo que alimentava ela não tá, pô, rompeu, né? Tá entupido, não tá recebendo nutriente direito. Aí o que que vai acontecer? né? Ela vai olhar assim, [ __ ] tá vendo que tem uma mitocôndria aqui? O cara tá em jejum há três dias, comer. >> Parou de comer. >> É, situação ficou difícil, o cara não tá comendo nada. >> A célula, ela vai começar a comer as próprias organelas. >>
Isso. Vai ver uma mitocôndria dando mole, vai fazer o quê? Vai englobar aquilo ali, né? Vai lançar as enzimas. >> E é o lisossomo também que faz isso, né? >> O lisossomo chega ali pra mitocôndria, que sempre teve lá >> fazendo o trabalho dela. >> Chega, fala: "E aí, tudo bem?" Já era, >> pega ela e joga e pega os nutrientes dela. >> Exato. >> Novamente, né? Então você falou que o lisossomo tem primeiro papel >> de defesa, né? Papel de digestão intracelular. E aí pode ser digestão intracelular, tanto de de algum tipo de nutriente,
alguma substância, mas também De de patógenos que você englobou, né, que você quer matar. O segundo agora é digestão no sentido autofágico da célula usar a própria organela como fonte nutricional. E o terceiro que você vai falar então deve ser a apoptose. >> Isso. A autólise. >> Quando a célula decide que é o qu é quebra, né? Então autólise é quando esse conteúdo enzimático é liberado na célula e a célula morre. Aí pode ser uma apoptose, como o Pedro falou, né? Que Que é apoptose? É a morte celular programada. >> Programada. É. Mas >> por
que que a célula vai querer morrer, Mário, né? Porque chegou a hora dela. Por exemplo, lembra que eu falei da metamorfose lá do do sapinho? >> Perguntaram agora e tu tá falando já. E viu, eu nem li o comentário, mas, pô, eu li a mente da pessoa, né? Tu tem lá o girininho com aquela caldinha. É porque, gente, na biologia tem uns exemplos Clássicos e tu tem que dominar os exemplos clássicos, entende? Porque eles aparecem. Tu tem um girininho com caldinha, aí depois nasce patinho aqui, nasce esse patinho aqui, nasce esse patinho aqui, nasce esse
patinho aqui. Para que que ele vai querer uma calda em terra? >> A calda era para nadar, agora ele não quer mais a calda. Então, que que tem? Poderia ser ser bacana, estiloso para ele talvez ter uma calda. Alguns mantêm, Por exemplo, os as salamandras mantém ali uma cauda, mas o o o sapinho não quer cauda, né? Inclusive ele usa, ele consome os nutrientes da calda nos primeiros dias em que ele não sabe ainda caçar, né? Aí ele consome a própria calda e aí ele lança enzimas dos lisossomos sobre a própria cauda, >> tá? >>
E perde a cauda, né? Ele faz autólise. >> Legal. Lagartixa também faz isso. >> A lagartixa é um outro processo um Pouquinho diferente, né? Ali a gente tem um processo de autotomia. né? Que que que é isso? Ela quando ela se vê em perigo, ela solta o rabinho dela, ela pede o rabinho dela para o rabinho ficar lá dançando, né? Eu já vi isso várias vezes. Quem tem gato a gente sempre viu, né? E aí o gato fica lá o co se o co ficar preso numa armadilha, ele roia o braço dele, sabia? >> É
mesmo, cara. Isso eu não sabia não. >> Não, eu nem eu. Eu eu eu vi isso uma Vez, mas essa informação >> que doideira. >> Eu posso estar propagando fake news, mas eu achei engraçado. >> Imagine que doideira. >> É, você já sabe, né? Pelo menos vai salvar a vida, né? É um bicho bem agressivo, né? Bem doidão. >> Ah, perde a pata, mas salva vida. >> Exatamente. >> E aí isso acontece também. Um outro exemplo clássico disso é o quê? Membrana Interdigital. Tu não nasce que nem um pato, né? Com membrana entre os dedos.
Por quê? Porque numa fase do seu desenvolvimento embrionário rola autólise. Os lisossomos digerem essas membranas aqui. Beleza? Agora toda. >> Então eu tinha isso aqui quando eu tava na barriga da minha mãe. >> Agora tu não tem mais aqui, ó. >> [ __ ] eu nadaria bemzão se eu tivesse, né? [ __ ] comém, né? >> Nada a ver isso acontecer. Podia ficar Às vezes, né? Mas ia perder função. >> Tem gente que nasce com, né? Tem tem à vezes anomaliza que a pessoa não >> uma coisa importante sobre isso, tá bom? Ele falou do
papel dos lisossomos tanto na destruição, na na digestão intracelular, tanto na autofagia, quando você por uma escassez vai matar o morganelo da célula para para ela se alimentar, quanto no suicídio completo, na apoptose, né, ou na autólise. Agora, eh, vamos lembrar também que é sobre a Apoptose ainda, que a apoptose, Pedro, mas por que que uma célula se suicidaria? Cara, eu acho que um dos motivos que mais pode cair na prova é motivos tumorais. Exato. Tu ia falar isso também. Isso. >> Você para você desenvolver um câncer, um dos mecanismos mais comuns é alguma lesão
no seu DNA que faz com que essa célula adote. Galera, presta atenção agora. Deixa eu ver, deixa eu ver se a galera tá tá firme aqui no chat. Olha Só, vamos reunir concentração agora. Vamos curtir a aula, tá bom? A gente já tá aqui h maió tempão, né? E aí já foi uma boa parte, né? Sabe quanto tempo foi? >> Não. >> 1 hora: 40 de aula. >> Caramba. Já >> não. Achei que foi pouco. Eu achei que eu eu tô eu tenho a sensação de que eu já tô dando aula mais de cinco. >>
Olha só, >> posso lançar? >> Vou lançar. Então, olha só, galera, >> eu quero que você pense, quero que você raciocine que, ã, uma célula para ela virar um tumor, pô, pega um, pede para trazer um café decente para ele. >> Não é que você tá tomando café gelado. Esse café tá aí tem 4 horas, pô. Olha só. >> Olha só. Para uma cé ela virar um tumor, ela tem que ter algum tipo de erro. geralmente no DNA dela que faz com que Ela perca a noção das coisas e ela comece a se replicar indefinidamente.
Então, mas a isso aqui é sobre câncer, isso é tendência de cair. Os casos de câncer no mundo eles aumentam cada vez mais, tá bom? Exatamente. Tem cobrado todo ano, via de regra, tá? Então vamos lá. >> Por que que é um câncer? Ah, um câncer a gente olha, uma massa tumoral gigante, é um conjunto de células lá muito agressivo que tá se multiplicando, tá Crescendo, tá roubando nutrientes do corpo e tá gerando diversas disfunções, tá? Mas como que isso começa? As células, elas naturalmente têm mecanismos antitumorais. Quando uma célula ela vai começar a se
duplicar demais, ela tem vários sistemas de proteínas que vão deixar isso acontecer, que vão matar ela, que vão frear aquilo ali. Uma proteína muito comum, que é uma proteína que mata a própria célula, é a é o é o a P53. P, já cobrou. E eu Aprendi isso na faculdade de medicina e depois eu vi o Enem cobrar. A P53 é uma proteína que mata a célula. Só que às vezes por você ter sofrido uma mutação no seu DNA por conta de cigarro, fatores ambientais que são oxidantes, é falta de de dormir, come muito mal
ou mesmo uma predisposição genética, vamos supor que a sua proteína P53 parou de funcionar. Agora, quando a tua célula for desenvolver uma um comportamento anômalo De eh replicação excessiva, a P53 não tá no formato certo porque teve uma lesão no teu DNA e ela não vai agir como mecanismo antitumoral que vai obrigar aquela célula a fazer apoptose. A célula vai conseguir se dividir, se dividir, se dividir, se dividir e ela vai começar a ter um comportamento de massa tumoral, tá bom? E aí se ela surgiu ali enquanto uma massa, ela apenas se dividiu algumas vezes,
isso é um tumor potencialmente benigno. Se ela começa, o que que vai Caracterizando um tumor maligno? Qual a diferença de um tumor benigno? Que é simplesmente uma massa? Ah, tem uma massa aqui, ela é benigna. Quer dizer, tem uma massa, mas ela não tá tendo comportamento de tumor maligno. Por qu? Qual é o comportamento de tumor maligno? Ele, além de se dividir excessivamente, ele faz angiogênese. Então, o tumor, a massa tumoral, vai secretando citocinas. Isso aqui não vai cair na prova de jeito nenhum. Isso cai na faculdade de Medicina, que eu vou falar agora, né?
Eh, moléculas do tipo Vcan, né? V selectina, tem umas moléculas assim que a a célula tumoral vai secretando e ela vai atraindo tecido endotelial, vai construindo um vaso sanguíneo só para ela. Eu sou uma massa tumoral, tô aqui no corpo, né? Sou aqui uma massinha tumoral e eu vou puxando aqui uma como se fosse assim, tu botou uma casa, tipo parasito, tu botou uma casa ali, tu puxou a luz do teu vizinho e aí >> ela vai, angiogênese pode cair, tá? angiogênese, anjo vem de vaso, gênese vem de criação. Então ela vai fazendo criação de
vasos sanguíneos para ela, para que ela consiga receber mais glicose, mais oxigênio e crescer mais, ter um metabolismo ainda mais agressivo. E além dela puxar esses vasos para ela poder receber mais nutriente, depois ela se desprende, solta as células dela e aí que ela vira um tumor maligno. Ela começa a viajar por esses vasos Sanguíneos e circular no corpo e se instalar em outros lugares. Aí é o que a gente chama de processo de metástase, tá? Então metástase ela tá se espalhando, o câncer tá indo para outros lugares. Muito comum que ele vá pro fígado,
né? Porque o sangue passa todo pelo fígado no final das contas. Então o fígado é um órgão que faz muita desintoxicação, inclusive. Inclusive voltando na citologia, a gente tá em citologia ainda, né? Mas essa é aula de Citologia mais bizarra, né? Mais abrangente de todas que a gente já deu. É. >> E o Mário falou que no pâncreas uma célula, vamos fazer exercício com vocês aqui. O Mário falou que no pâncreas uma célula pancreática ela precisava ter muita eh muita organela voltada paraa síntese de proteínas. do DNA bem no formato de ocromatina, uma boa quantidade
de mitocôndrias, não é super excessiva, mas é uma boa quantidade, né? Quem mais vai ter que ter mitocôndria mesmo é o quê? Tecido muscular da perna, tá? Que fica o dia todo em pé e tal. >> E agora vai ter muito ribossomo na na no no pâncreas. E se eu fosse falar de um hepatócito, uma célula do meu fígado, meu fígado é um órgão ligado à desintoxicação do meu corpo. >> Ele tem 500 funções, mas uma delas é essa, tá? Eu posso encontrar, eu vou encontrar nos meus hepatócitos a predominância do retículo endoplasmático Do tipo
granuloso, repleto de ribossomas para fazer síntese proteica, ou do tipo liso, que é o retículo que faz desintoxiação. Do tipo liso, inclusive, eu aprendi isso também na histologia da faculdade com o professor Crabens, gente, ele falou assim: "Não existe, não existem dois retículos aí, o retículo liso e o retículo rugoso. Existe um único retículo e ele vai ficando mais liso ou vai ficando mais rugoso dependendo do ambiente. Então, quando Você tem um ambiente que pede mais síntese de proteínas, vão grudando ribossomas ali. Isso é muito interessante porque tem uma conexão. O indivíduo que usa drogas
ou que ele toma muitos remédios pesados, vocês conseguem visualizar, né, que ele vai ter uma sobrecarga hepática, tá? E aí, por que que ele vai ter uma sobrecarga hepática? Tô tomando de pirona todo dia, uma cacetada de pirona. aquilo ali é uma droga. Aquilo ali, teu, teu fígado vai Ter que lidar com aquilo ali. O teu fígado, para lidar com aquilo ali, ele vai transformar cada vez mais o retículo das células dele num retículo liso, um retículo de desintoxicação. Só que isso também tem um colateral, porque o retículo liso ele também faz síntese de lipídios.
Por isso que você vai desenvolvendo um quadro de esteatose hepática tóxica. Que que é esteatose? É gordura no fígado. Mas por que que você ficaria com gordura no fígado? Porque Teus hepatócitos estão se transformando, dentro deles, o retículo tá ficando cada vez mais liso, estão soltando ali os ribossomos e você tá tendo que transformar por causa da da exigência. O indivíduo que ele bebe muito álcool, ele também vai ter esteatose hepática. Essa esteatose hepática, ela vai fazendo teus hepatócitos produzirem gordura demais e aí teu fígado vai perdendo a função. Quando ele vai perdendo a função,
você começa a evoluir para quadros de Hepatite, quadros de cirrose, que são hepatite, né? seguite inflamação. Então tem uma inflamação generalizada no seu fígado e ele vai perdendo a função, você vai tendo todo uma uma toxicidade superior no teu sangue. Por isso que para um indivíduo que faz musculação, por exemplo, que quer hipertrofia, o álcool é muito negativo. Porque o que que o álcool é uma droga? O álcool ele é uma toxina. Como é que o álcool funciona? O álcool ele e inibe teu Sistema nervoso central. A brisa do álcool, tem muita gente que não
entende isso, mas vamos supor, né? Maconha faz muito mal na minha percepção, né? Eu sei, eu eu sei bem dos prejuízos que a maconha causa. A maconha ela ela faz muito mal, mas pelo menos uma coisa assim tem que ser dita, a maconha ela tem um um mecanismo em que ela se liga de fato a um receptor do cérebro, que é o receptor endocanabinoide, mas ela ainda assim faz muito mal. Ela tá, cara, Maconha dos e dos 15 aos 25 anos tá fortíssimamente associada a desenvolvimento de depressão, ansiedade, >> exatamente. Transtornos psicóticos em geral, tá?
E e redução de de massa cinzenta do cérebro também, redução de córtex préfrontal. Mas o que eu quero dizer é o seguinte, só para não parecer que eu tô dizendo que a maconha é boa. Não, não é, não tem essa de, ah, é natural, é ruim, tá? Só que a maconha, pelo menos, ela tem um receptor onde ela Vai se ligar. O álcool não, o álcool ele é uma toxina generalizada e ele vai te intoxicar e tu vai ter que gastar tanta energia para lidar com aquela substância tóxica que tu vai ficar sem energia pro
cérebro e tu vai ficar desinibido. É uma perda de função do teu sistema nervoso central, tá bom? E aí por isso que e >> principalmente o etanol, né? Tanto que o pessoal usa etanol para tratar a galera que tá intoxicada com metanol, porque o trabalho é tão intenso. >> Isso. Explica sobre essa parada. Só só uma palinha. >> Não teve a polêmica aí do metanol, pessoal? >> Eu não sei muito bem, eu não entendi muito bem. >> É, então a galera tava tomando drink, aí fazia drink lá com a, enfim, qualquer tipo de bebida destilada
e tal. E tava rolando ali de de tá contaminado com metanol, né? >> Que é um é um álcool só que de um Carbono só em invés de dois. Exato. Só que quando chegava lá para tratar, o que que o pessoal dava para tratar? Dava álcool, etanol, >> né? Por quê? Porque o etanol ele é muito, leva muito mais tempo para ser metabolizado do que o metanol. Então, enquanto o fígado tava ocupado ali com o etanol, o metanol não conseguia ainda a a atuar ali no organismo, porque o organismo estava ocupado com o etanol, entende?
De tanto trabalho que dá ali Para realmente metabolizar o álcool, né? O álcool fica 5 horas na corrente sanguínea, né? uma quantidade normal, né, >> cara? Absurdo, galera. Que que que que e aí? >> Ah, só um detalhe aqui, só um detalhe sobre isso. Ele falou, ó, retículo endoplasmático liso tá sempre associado a processo de desintoxicação do organismo e também uma outra organela que pode aparecer, pero >> ah tá que a gente já falou, tem muita gente, ó, vou falar uma coisa aqui agora, eu quero que vocês confirmem para mim no chat. Quem é aluno
da plataforma não vai não vai se identificar com que eu vou falar agora, porque eu falo muito disso na plataforma, mas deve ter muita gente aqui que sabe assim, ah, ooxissoma ele produz aquela enzima é a catalase e aí a catalase ela vai lidar com peróxido de hidrogênio, mas você não sabe bem o que Que é isso, não é verdade? Não tem gente aqui que não não sabe muito muito muito bem que que é isso. Olha só, lembra que eu falei o H2O2, que é essa água oxigenada, que é ah o peróxido de hidrogênio, ele
é uma substância que aparece naturalmente no nosso corpo por processos metabólicos, só que ele é potencialmente tóxico porque ele é oxidativo, ele vai ter uma ação oxidante, ele vai roubar elétrons do nosso corpo, vai danificar nossos Tecidos, tá bom? Muita gente e concordou aqui, tem dúvida nisso aqui. E aí, como que a gente lida com isso? Isso aqui que o que o Mário vai entrar agora de falar do papel do peroxissomo. Isso aqui são mecanismos antioxidantes do corpo, tá? Então a gente precisa de a gente precisa lidar com estresse oxidativo. Estresse oxidativo são substâncias que
vão surgindo e vão oxidar nosso corpo, vão causar dano no DNA, dano nas células. E aí um mecanismo antioxidante muito Famoso é tu tem uma organela chamada peroxissoma. O peroxissoma ele produz uma enzima chamada catalase. E a catalase vai fazer o quê? Ela vai catalisar a quebra disso aqui. Então ele vai virar coisas inofensivas. Vai virar aguinha e vai virar oxigênio. Tem que balancear aqui com o meio, tá? E assim é muito melhor você consegue se livrar desse desse radical oxidante aqui. >> É isso aí. Inclusive, né, a cataláase ela ela quebra água oxigenada e
libera Bolinha de oxigênio. Já se machucou, jogou água oxigenada, >> né? Aí não sai bolinha. A cataláase tá lá quebrando peróxido de hidrogênio e liberando bolinhas mágicas, né? E isso, inclusive, tua mãe, que é mestre da ciência, ela fazia isso antigamente. Para quê? para que esse oxigênio matasse bactérias anaeróbicas estritas que por acaso pudessem invadir o teu corpo através daquele corte, como a clostede um tetânico, que é causadora do tétano, Tá? A gente vai falar de doença depois, beleza? Então, falamos de reticendoplasmático liso, perxoma, vamos falar de mitocôndria e cloroplástico, >> então vamos ter que
entrar em metabolismo energético agora. >> É, a gente pode falar, vamos fazer um >> vamos seguir pro próximo nível agora. A gente pode fazer um um abra >> assim, um olhar básico ali sobre cloroplastra e mitocôndria, porque tem Algumas coisas ali que são importantes que o Enem gosta de cobrar, >> tá? >> E a gente ou e já vamos embora, já vamos no metabolismo energético ali. >> Show, tranquilo. Metabolismo energético >> e já vai, ó. Já já começa aí. >> E aí, Mário, que que tá acontecendo agora aqui com o meu corpo? >> E aí,
filho, agora tu tá ficando boladão de forte, né? Vamos começar, vamos falar os efeitos biológicos aqui. Vamos lá. Ele está levantando este peso. Para isso, ele precisa fazer contração muscular. Todo mundo concorda comigo? Para que o músculo contraia tem que ter gasto de >> energia. >> Ter gasto de energia. Falou de gasto de energia, vai ter gasto de então >> glicose e oigênio. Eu tô sentindo a frequência respiratória e cardíaca aumentar para puxar mais oxigênio pro meu sangue circular mais. Exatamente. Então, o oxigênio tá entrando. Você já sabe que para fazer, para produzir, para pegar
a energia que tá na glicose, que foi a energia do sol, que a planta armazenou na glicose, para pegar essa energia do sol que tá na glicose e você poder utilizar nas suas células, tu tem que quebrar a glicose para disponibilizar essa energia ali para o músculo, pra contração muscular. >> OK. Essa é a glicose que eu comi mais cedo. Eu tomei café da manhã, comi um Uns ovos, uns cinco ovos e comi um pão com queijo também. Exatamente. Principalmente, perdão. >> Eh, tô sentindo meu meus braços ficarem doendo, né? Meus braços fer, né? E
daqui a pouco tu não vai conseguir mais levantar. Você vai chegar num estado de fadiga muscular, né? >> É, eu tô sentindo fadiga muscular por causa do acúmulo de hidrogênio, provavelmente, né? acúmulo de hidrogênio vai acidificando aqui. E continuando aqui, e agora meu sistema nervoso tá disparando >> estímulos elétricos pela minha medula para gerar essa contração. O estímulo elétrico vai bater no músculo na junção neuromuscular. O impulso elétrico chega e faz a fibra muscular ser contraída e descontraída. A fibra muscular é feita de actina e miosina. Actina e miosina são as proteínas contratem. >> Exatamente.
E o cálcio ele tá sendo jorrado, sabe de onde? do retículo Endoplasmático liso, >> que no músculo se chama retículo retículo sarcoplasmático, uma adaptação dele para que ele armazene mais cálcio. >> Exatamente. Ele armazena cálcio. E aí o Assad agora aqui, né, o que que ele fez, né, ele precisou que bastante oxigênio chegasse ali no músculo dele para que ele pudesse fazer esse exercício físico. Só que chega uma hora que o oxigênio acaba, né? Chega uma hora que o oxigênio acaba. Por quê? Porque ele tá fazendo um Trabalho ali que é um trabalho eh de
força muscular. E aí não dá tempo às vezes de repor esse oxigênio e ele precisa via fermentação, >> ele precisa entrar em anaerobiose, ele vai entrar numa via de fermentação onde eu não tenho oxigênio para produzir ATP, para produzir energia, né? >> É detalhe que colocaram ali, só vou botar um ponto, colocaram assim, ó, qual o efeito das bombas no corpo do professor? Então vamos destrinchar isso Também. Primeiro, eu nunca na minha vida usei qualquer tipo de anabolizante, qualquer tipo de nem de leve, nem nunca, nem uma vez, nem outra. Eu tenho 10 anos e
meio de musculação, tô sem treinar inclusive uns 5 meses e continuo forte. Vamos falar um pouco sobre isso agora. A testosterona é um hormônio masculino que tem natureza lipídica e esse hormônio masculino ele é o o ele é o que faz com que você tenha o desenvolvimento dos caracteres sexuais secundários Masculinos, músculo, cordas vocais mais grossas, pelos no corpo, etc. A testosterona, ela facilita a síntese proteica, aumenta sua massa muscular. E aí quando você vê um indivíduo que tem mais massa muscular que o normal, a galera daí que não treina nada, é um bando de
frango, chegou agora na internet, aí tu começou a consumir agora, Renato Cariani, foi conhecer agora, começou a consumir os caras e acha que todo mundo toma bomba. Todo Mundo toma bomba. Eu tenho 10 anos de musculação. Então 10 anos de musculação quer dizer que eu tenho memória muscular, quer dizer que minhas fibras musculares são mais maduras. Então por isso que e eu nem e detalhe, a testosterona quando você utiliza de modo exógeno, isso aqui é muito importante, pode cair na prova, tá? Já caiu. Inclusive utilizar testosterona exógena. Uma coisa é testosterona endógena, que é produzida
de fato por uma glândula que No caso dos homens são os testículos, tá? Então, e são as gônadas também, né, que produzem ali as células reprodutivas. Então, a testosterona endógena, ela vai ter todos esses efeitos. A testosterona exógena, ela vai suprimir a produção da testosterona endógena. Você vai parar de produzir naturalmente e aí você vai ter uma possível atrofia do testículo, que não é legal, os caras ficam com a bolinha de macaco, né? >> Fica mesmo. E você pode ter alterações no teu eixo, a gente vai entrar em sistema endócrino, a gente fala disso, tá
bom? já falar de feedback negativo e tal, né? Ok, legal, né? Então, olha só, para que ele consiga mexer os músculos deles, é necessário que essa glicose que ele comeu lá no café da manhã possa ser quebrada e a energia que tá nela seja disponibilizada pela célula de um modo utilizável. Qual é o modo utilizável pela célula? É o que a gente vai chamar, Então vocês conhecem já. Cadê aqui a canetinha, né, de ATP. Então, eu pego aqui a minha molécula de glicose. É isso aqui. Tem energia para caramba aqui. Eu vou usar uma molécula
de glicose inteira para fazer uma reação química? Não, para fazer uma reação química, por exemplo, para pra miina, né, se ligar à act a actina e puxar o filamento de axtina para que tenha contração muscular, eu não vou gastar uma glicose inteira de uma vez. Eu vou pegar essa glicose aqui E vou dividir ela em 38 pecinhas de ATP, adenosina, trifosfato. Beleza? >> Inclusive, se eu usasse a glicose toda de uma Ah, glicose tem energia, Pedro. Se tu usasse a glicose toda de uma vez, tu explodir tua célula. >> Tem muita energia pra célula. >>
Exato. Exatamente. Tá. Então tu pega aqui adenosina com três fosfatos. A energia que tava lá no sol, que foi parar na planta, que foi parar na Glicose, agora vai parar onde? Na ligação entre um fosfato e outro. E aí quando você precisa dessa energia, o que que tu faz? Tu quebra essa ligação. Se tu tinha ATP, tu passa a ter agora o quê? A DP, dois fosfatos só, entende? Porque você perdeu um. Preciso de mais energia. Pedro continuou lá, pá, pá. Precisou de mais energia, quebrou mais um, gerou o quê? MP. Adenosina monofosfato. Chega uma
hora que se ele não parar, né, vai dar ruim, né? Imagina Teu corpo inteiro, pressão de energia chegou num nível de AMP altíssimo, significa que o nível de ATP tá baixo. Que que tu precisa fazer, meu irmão? Ah, preciso de mais energia, tu vai morrer. Não, não quero morrer. Então, o que que tu tem que fazer? Regenerar o ATP. Como é que eu regenero o ATP? Ligando o fosfato ao ADP e ao EMP, ou seja, fosforilando. Beleza? que fosforilá é adicionar fosfato. Quando eu adiciono fosfato a ODP, OMP, eu formo o ATP. Beleza? >> Tal.
Tá pegando o raciocínio geral aqui, né? >> É isso aí. Então a gente vai ver que o processo de fosforilação, ele é extremamente importante para que você consiga, então, funcionar. >> Então, então eu vou acoplar um raciocínio aqui no tá bom? Preparem-se agora que eu vou acoplar uma estrutura de raciocínio, >> tá? >> Que agora >> vou acoplar uma estrutura de raciocínio aqui. Eu quero que todo mundo se concentre, tá bom? Seguimos aqui com 2400 pessoas. Galera, a explosão de conhecimento que vocês vão ter agora com a estrutura imaginativa que eu vou plantar, porque o
meu método é esse. Eu planto uma estrutura imaginativa e a partir dela a gente emerge os conceitos técnicos, tá bom? Não esqueçam inclusive que amanhã às 7 da manhã a gente abre 1000 vagas pra plataforma SAD, nossa oferta de Black Friday vitalícia, plataforma nova, maravilhosa, vitalício para sempre o acesso. Tu pode passar para um filho teu, depois para um neto teu, para um sobrinho teu, para alguém da sua família. Você pode transferir quando você for aprovado ou pode ficar para você para sempre. E vai sair por apenas 2497. É amanhã a abertura, tá bom? e
ganha o nosso novo curso, nossa nova Plataforma de vestibulares tradicionais, que é a plataforma totalmente focada em FVEST, Unicamp, o FPR, GE, US, vestibulares tradicionais do Brasil inteiro, inclusive os mais avançados, tipo Fullvest, Unicamp, o FRRGS, o FSC, tudo isso você vai ganhar por 2497, só se você for um dos 1000 primeiros, tá bom? Com vitalício, com correção de redação, com monitoria, com aula ao vivo, com tudo que você tem direito, banco de questões, etc. Tá bom? Clica Aqui no QR code para você entrar. Agora vamos lá, vamos colocar, pera aí que uma uma moleque
mandou aqui R$ 28 para ele poder falar assim: "O mestre da didática está mandando uma rosca direta enquanto explica metabolismo energético. O verdadeiro suco do crescimento é a plataforma Side". Ossa >> vamos nessa. Olha só, >> todo mundo tá preparado? Então vamos pra estrutura de raciocínio que eu vou plantar, tá bom? Vamos lá. Como que eu Faço se eu quero gerar energia? Se eu quero fazer uma transformação energética numa usina hidrelétrica, por exemplo? Olha só, numa usina hidraelétrica, eu vou ter que instalar aqui uma turbina. Quero que você pense que isso aqui é uma turbina.
A gente já pegou lá na aula de eletromagnetismo que eu postei ontem que o mecanismo aqui é que a gente tem aqui uma série de ímas, tem umas bobinas, a gente vai fazer a variação do fluxo magnético para gerar corrente induzida. Não vou entrar nisso agora porque é aula de biologia, mas eu tenho uma turbina e eu preciso instalar, eu preciso ter ali um fluxo de energia natural, por exemplo, de um rio, de uma correnteza, de uma água represada. Todo mundo tá pegando. Quando essa água passar por aqui e rotacionar, galera, olha só, presta atenção.
Eu quero sentir aqui um engajamento de vocês mesmo. Eu quero a gente junto para pegar isso aqui, tá bom? Isso aqui é o funcionamento de uma Buzina hidrelétrica. Que que tem a ver isso aqui com mitocôndria? 100% a ver. 100% a ver. E eu posso usar essa energia que tá rotacionando essa turbina para fazer o quê? Eu posso usar essa energia para fazer um monte de atividade. Posso fazer um moinho ali, posso transformar em energia elétrica. Mas enfim, você percebeu que eu precisei de um gradiente de um local mais para um local menos para eu
fazer esse fluxo energético da água rotacionar uma turbina que eu mesmo Instalei lá, tá bom? Olha só, na mitocôndria é the same thing, é a mesma coisa, tá bom? Vamos pegar a mitocôndria aqui, ó. Mitocôndria é essa estrutura, ela tem uma membrana dupla, então a mitocôndria ela é como se fosse uma célula que mora dentro da nossa célula. Então aqui tem a membrana, aqui dentro é a matriz mitocondrial, tá bom? é o espaço interno da mitocôndria. E aqui é a membrana mitocondrial interna e aqui é a membrana mitocondrial externa, certo? Resumidamente, eu vou explicar agora
aqui o processo de metabolismo energético. Resumidamente, eu vou explicar a visão geral, mas que já tu vai entender mais do que tu jamais entendeu na tua vida inteira. O que que é o processo de metabolismo energético visto na na escala macroscópica? Vamos lá. Eu tenho uma planta, a plantinha, vou botar aqui, representada por uma florzinha, por uma árvore que seja, ela é do da da categoria, né, do do nível Trófico dos produtores. Então, o que que a plantinha faz? Ela pega o CO2 do ar, ela junta esse CO2 aqui do ar com a água, tá?
Então, ela junta com a água e ela consegue, no final das contas, transformar isso aqui em quê? Nessa molécula de glicose C6126 ainda consegue soltar oxigênio. Eu preciso que você entenda que esse carbono aqui do CO2, ele é o carbono inorgânico. É um carbono vagabundo inorgânico. A gente não consegue fazer Nada com esse carbono aqui. E ele vai virar, no final das contas, um carbono orgânico. Um, esse aqui é um carbono aqui, ó, se eu tivesse que te perguntar agora, valendo a tua vida, valendo a tua vida, esse carbono aqui, ele tá muito oxidado ou
ele é reduzido? Esse carbono é oxidado. É um carbono grudado em dois oxigênios. Os elétrons ali não estão muito disponíveis pra gente aqui. Não, aqui a gente tem um carbono reduzido. Esse carbono aqui tá cheio de elétrons Nele. É um carbono que tá numa numa forma muito mais energética pra gente conseguir absorver ele. Esse processo aqui é o processo da fotossíntese, tá? A fotossíntese é um processo de construção, é um processo anabólico, tá bom? O processo anabólico é aquele processo de construção. Então as plantas elas constróem algo mais complexo, elas constróem a glicose. E mas
como que elas fizeram esse processo? Porque para eu levantar um prédio, eu preciso empregar Energia para levantar esse prédio. Sim, elas fizeram isso aqui usando energia do sol. Então o sol, a gente vai explicar detalhadamente como que funciona, tá bom? Mas elas usam o sol para fazer a fotólise da água. Elas quebram isso aqui, tiram elétrons da água e constróem uma molécula complexa que é a glicose, que vai alimentar todos nós. O que que agora entenda o que que é o processo de respiração celular dentro do metabolismo energético? O processo de respiração Celular nada mais
é do que o seguinte. Eu tenho aqui a minha célula, tenho aqui o núcleo da minha célula e eu tenho aqui, ó, a minha mitocôndria. Pegou? Tá pegando, né? Eu tenho aqui a minha mitocôndria. Eu vou pegar essa glicose que eu me alimentei dela. Eu consumi essa glicose, fiz a digestão dela e ela tá no meu sangue. Agora a insulina jogou ela para dentro da célula. Então aqui, ó, a glicose entrou aqui, ó. Vamos representar ela como esses pontinhos Brancos dentro da célula. Eu quero que você entenda de maneira resumida o seguinte. Todo o processo
de respiração celular, ele consiste em eu pegar uma glicose, tá tá tal, martelar ela, em outras palavras, oxidar ela, porque aqui eu não tô oxidando. Aqui eu tô construindo a glicose, eu tô reduzindo o carbono, eu tô doando elétrons pro carbono na fotossíntese. Aqui agora dentro da minha célula, eu vou fazer o contrário. Eu tô Querendo pegar de volta aqueles elétrons. Eu tenho aqui dentro da minha célula o C6, H12O6 e eu quero extrair os elétrons dele. Eu quero pegar os elétrons dele para mim, tá bom? Tô quero tirar os elétrons daqui. E aí, como
que eu vou fazer isso? Oxidando ele, eu vou combinar com oxigênio e aí eu vou obter no final das contas essa vagabundagem aqui, ó. CO2 serve para nada. E essa água aqui não é grande coisa. Pedro, então por que que Eu fiz essa essa merda desse processo aqui de respiração celular? Qual foi o meu objetivo com isso? Tu vai entender agora. Olha só, a glicose ela entra na tua célula, você começa a quebrar ela. Quebrou, quebrou, quebrou. O objetivo é sempre o quê? Extrair elétrons. Extrair elétrons. Extra. Vai, finge que você tá juntando os elétrons
aqui, tá bom? E já vou te dar uma dica, Pedro, mas eu tô juntando os elétrons em si. Não, tu leva junto os hidrogênios. Quando tu pega um Elétron, tu pega um hidrogênio junto. O hidrogênio ele traz com ele o elétron, tá? Então tu tá quebrando a glicose, ó, tal, tal, e tá pegando os elétrons, juntando um caminhão. Pedro, mas por que que eu tô fazendo isso? Aí eu vou fazer o quê? No tu vai ter a primeira fase, que é a glicólise e vai ter a segunda fase, que é o ciclo de crebes, e
a terceira que é a fosforulação oxidativa. Na glicólise e no ciclo de crebes, tu tá fazendo a mesma coisa, quebrando, Quebrando, martelando, martelando, martelando aquela glicose para quê? pegar elétrons e pegar hidrogênio. Mas para que que eu quero isso no final das contas, cara? Tu quer isso no final das contas? Para uma única coisa. Uma única coisa. Tá bom? Agora vamos viajar para dentro da mitocôndria. Estamos dentro da mitocôndria. Tem aqui a membrana mitocondrial interna dela. O que tu quer é o seguinte, ó. Juntei ao longo do processo um caminhão gigantesco, cheio De elétrons e
de hidrogênios. A gente já, eu vou entrar nisso aqui, eu vou explicar que isso aqui é o carreador de elétrons, é o NAD, é o FAD, ele vira NAD H, FAD H reduzido, oxidado. Eu vou explicar isso por enquanto. Só entendo assim, quebrei a glicose, Pedro, que veio lá da fotossíntese, recuperei os elétrons que a planta botou ali dentro. O que eu vou fazer com esses elétrons agora? Eu vou ter na minha mitocôndria uma estrutura com várias proteínas aqui Na membrana dela, tá? No final aqui eu tenho literalmente uma turbina, assim como eu tinha na
hidrelétrica. Eu vou depositar esses elétrons aqui. Olha só, eu vou depositar esses elétrons aqui. Quando eu depositar esse elétrons aqui, essas proteínas aqui, elas são cada vez mais eletronegativas. Elas atraem os elétrons com cada vez mais força. Então, joguei um elétron aqui, ele vai pular para cá, pular para cá e vai pular para cá. Quando ele pular para cá, ele vai Rotacionar essa turbina. Eu tô dando a visão resumida. E quando ele rotacionar essa turbina, quem vai est aqui esperando, ó? Eu vou ter uma estrutura chamada ADP. Aqui, ó, adenosina ligada com um fosfato, ligado
com outro fosfato, tá? Então, tem aqui ADP de fosfato. E eu vou ter aqui um outro fosfato inorgânico que tá aqui parado, não serve para nada. Eu vou pegar isso aqui e aí essa turbina rodando, eu vou usar a energia dela rodando para Enquanto ela roda eu ó juntar esse terceiro fosfato aqui e aí eu crio o ATP. Agora que eu criei o ATP, qual é a vantagem dele por ele ser grande? Antes ele tava assim, ó, com dois fosfatos, tá? Adenosina de fosfato, ADP. Quando eu boto esse terceiro fosfato, cara, essa terceira ligação aqui,
ela é brutal. Ela é uma ligação que é muito fácil de romper. É uma ligação fácil de romper. Então, a célula, tendo esse ATP, a qualquer momento, ela rompe essa ligação E usa a energia daquilo ali para fazer um processo metabólico. Conseguiram entender como é que foi isso aí? Hã? E aí >> foi o que foi? Entendeu? >> Pegaram essa visão. Isso é a visão geral. Gostou disso aqui? >> Bacana. Visão geral >> do metabolismo energético. >> Muito bom. Muito bom. Agora eu quero que você passe a lapada técnica aqui agora. >> Agora vamos lá.
Então galera, ó, isso Que o Assad falou, se tu tá em mente agora, fica muito tranquilo, porque agora o que que tu tem que entender que eu vou pegar a glicose e vou primeiro nas duas primeiras etapas que ele falou, né, na glicólise porque eh preciso nem falar, lis é quebra glico, quebra da glicose, a gente vai pegar então a glicose e vai quebrar ela. Quando a gente quebra, vai gerar ácido, duas moléculas de um ácido chamado de ácido pirúvico, tá? OK? E aí, qual é o Objetivo aqui, gente? Toda etapa tem um objetivo de
fazer o quê? >> Quebrar. Oxidar, >> quebrar, quebrar a glicose. Beleza? >> Então, tem três etapas aqui. Escreve as três aqui para eles. >> Botar aqui, ó. Um, glicólise. Dois ciclo. Opa, apagar isso aqui. Ciclo de crédit também chamado de ciclo do ácido cítrico ou ciclo do ácido tricar. Essas duas primeiras fases são a mesma coisa, quebrar, oxidar a glicose Diferente. Mas >> examente e aqui a terceira que é a cadeia >> respiratória. >> Respiratória >> que dentro, ó, às vezes, olha só, isso aqui vai explodir a cabeça da galera. É muito básico. Você escutou
fosforilação oxidativa a vida inteira e tu não entendeu. Tu lembra daquela, tu lembra quando eu falei tem ADP e tu junto o terceiro fosfato? Isso é fosforá. Fosforilá. Tu botou mais um fosfato ali. >> Fosforilação. E por que que é oxidativa? Porque os elétrons estão pulando ali, aquelas proteínas estão perdendo elétrons e aí tem processo de oxidação acontecendo ali, tal. Lembra que cada proteína é mais eletronegativa que a última? Então ela puxa o elétron, ela tá oxidando a outra, tá bom? E aquelas proteínas, por sua vez, aquelas proteínas ali, elas vão ter que pegar os
elétrons dos transportadores. Então elas Oxidam os transportadores, tá bom? Tu vai ver que o nome de uma delas é o quê? NADH deshidrogenase. Porque o transportador que tá carregando os elétrons e o hidrogênio, ele é Nad H. Aí a proteína de membrana é deshidrogenada porque ela vai pegar o hidrogênio elétron dele. Então por isso que é oxidativa, porque ela tá oxidando para pegar elétrons e vai ter uma fosforulação no final. >> Exatamente. >> Explodiu a cabeça. Bota a cabecinha explodindo aí. >> Examente. Então galera, pegou a glicose e quebrou essa droga daqui. Qual é o
objetivo no final? É fosforilar, né? Ah, Mário, já tem fosforilação aqui? Sim, a gente já forma aqui quatro ATPs, mas gasta dois para esse processo acontecer. Fica com um saldo de dois ATPs, tá? Eh, e aqui também a gente vai acabar perdendo uns elétrons, porque que que é glicose, né? É C6, H, H12 A6. Beleza? E O que que é o ácido pirúvico? >> C3 >> C3 H4 >> H4 >> O >> O3 O3. É verdade. >> Tu pensa o seguinte, pô. Metade de seis, beleza, três, metade de seis, três. Aí tu olha aqui, pô,
o Mário burrão, né? [ __ ] 12, ele botou metade de quatro. Não é porque na verdade alguns hidrogênios se perem, né? e junto com os Elétrons. E aí, quem é que pega os hidrogênios elétron? Lembra que o Pedro falou que você vai juntando elétron, né? Quem é que pega isso? É uma moléculazinha chamada NAD, beleza? Nicotinamida, adenina de nucleotídeo, você não precisa saber esse nome, mas o NAD é o quê? É um transportador de elétrons e de hidrogênio. Pronto, é isso. Bota na tua cabeça. Um transportador de elétrons e de hidrogênio, tá? Quem vai
fazer prova Específica vai dar outro nome para isso. Vai chamar isso daqui de quê? Vai chamar isso daqui de >> nicotinamida, né?Então O nome é nicotinamida, adenina de nucleotídeo, tá bom? Eh, mas você vai chamar isso daqui de >> carreador de elétrons. >> É, você pode chamar também de eh >> aceptor intermediário de elétrons. >> Isso também pode chamar, né? É, enfim. >> Tá tentando pensar em mais algum? >> É, eu tô tem um que fugiu aqui, né? É um bem comum. >> Aceptor intermediário, vou lembrar, né? É um aceptor. É, é, é. Vou lembrar
daqui a pouco. Então, os nades aqui você vai pegar dois nades e eles vão então capturar elétrons e hidrogênios, tá bom? Lembrei, é uma coenzima de óxirdução, tá? Coenzima de óxirdução. Beleza? Isso daí é para quem vai fazer específica, o Enem não vai te cobrar esse nome, tá? Ele vai, você só Tem que entender que ele carrega eletrohidrogênio. Show. >> E vai estudar com ele na SAD de vestibulares tradicionais, tá? Aí lá a gente vai falar disso melhor. >> É visão. É engraçado, nada dessa aula aqui hoje é preparado. A gente não ensaia, a gente
não poderiza. A gente chega aqui, você você foi dormir 4:30 da manhã, acordou 6:30, dormiu 2 horas, >> eu dormi 3 horas, a gente chega aqui, mano, vamos lá, vamos começar. >> Vamos para o bagulho é doido. Quebrei a glicose toda, não. Sobrou ácido pirúvico. Tô satisfeito com dois míos ATPs? Claro que não, meu irmão. Então o que que eu tenho que fazer? Tem que continuar quebrando. Eu não fiz a oxidação completa. >> Vou fazer uma demonstração imaginativa para quem tem mais dificuldade nessa primeira fase, tá? Eu tinha ali uma, deixa eu só que eu
não quero bagunçar a tua aula aqui. Eu tinha ali uma glicose. Vou fazer aquela demonstração bem imaginativa mesmo. Tinha ali uma glicose, agora eu vou fazer a glicólise, que é a primeira fase. Ela acontece no citoplasma, não é dentro da mitocôndria. Ela é a única que não acontece dentro da mitocôndria. Bom, que não depende de oxigênio. Oxigênio importantíssimo. Ó, vamos dar uma martelada nisso aqui, ó. deu aquela primeira oxidada brutal aqui, né? Aí ele vai se separar em duas Partes, tá bom? As duas partes vão ser C3, H4, O3. E aí a incoerência é essa,
pô. Por que que eu sei que se virou três, mas por que que 12 virou 4? Porque nessa primeira lapada que tu deu, já pipocou elétron para cima. E no que pipocou elétron, quando tu arranca o elétron, também arrancou hidrogênio. Então tu já vai captar. Tu vai ter aqui um transportador de elétrons, que é esse transportador aqui. Nad, eu quero te fazer uma pergunta. Vamos lá. Oxidar alguém é você roubar elétrons dessa pessoa. Quem tá oxidado é porque perdeu elétrons. Te oxidei. Eu ganhei elétron e tu? >> Eu perdi o elétron ali. >> Porque eu
te oxidei. Reduzi alguém, ó. Te reduzi, te dei elétron. E se eu te oxidei, eu roubei elétron de tu e eu tô me reduzindo. >> Esse nad aqui, ele ainda ele ele é só o Nad. Vamos. Ele só o Nad. Nad mais aqui. >> Nada mais. Ele ele ainda não recebeu os Elétrons, tá? acabou de começar aqui, não recebeu o elétron ainda. Dei aquela martelada, ele recebeu o elétron. Então agora ele tá carregado aqui com dois hidrogênios e com dois elétrons dentro dele. Agora presta atenção, são dois, acho que é um, né? Ele vira nad
H, né? Ele >> vira se forma dois na de H. É, às vezes do H. Exatamente. Tem tem umas variações sobre isso nos livros. Ele vira aqui o NAD H. O que que é o NAD H? A gente Chama de NAD reduzido. Por que de NAD reduzido? Porque ele acabou de receber um elétron. Ah, mas esse hidrogênio aqui veio junto, vai junto. Hidrogênio, ele vai junto com elétron. Entendeu? que o elétron ele faz a ligação, tu rompe o hidrogênio, sai pendurado nele. Então esse aqui é o nad reduzido, galera. Todo o processo de metabolismo energético
consiste em juntando essa desgraça aqui, vai juntando a cada fase, tá bom? Na glicólise você faz dois desse aqui, né? Além de tu já fazer dois ATP aqui, dois ATP vagabundinho, que não serve para nada, né? Pouca coisa, serve na fermentação, né? Na fermentação >> é o que dá, é o que dá, né? É o que >> na fermentação tu só fica fazendo a primeira fase obsessivamente. Tu não vai avança nas próximas. O verdadeiro lucro é você juntar caminhões disso aqui e com esses caminhões aqui tu levar todo mundo paraa mitocôndria. E depois da glicólise,
eu eu tem outra visão que eu Quero muito que eles tenham. As pessoas têm a visão quando olham paraa glicose, o quê? Pô, a glicose ela é top, ela tem energia nela, ela tem coisa ali para tirar. Alguém ia dizer que isso aqui não vale nada? Isso aqui é um lixão que não vale nada. Ninguém. >> É tão importante que tu não joga nem fora da pina, né? >> Exato. Exato. Alguém ia dizer que isso aqui agora, ó, esse aqui, alguém vai dizer que não vale nada. Esse aqui sim. Isso aqui não preste para nada.
Tu vai tirar elétron disso aqui? Não dá para não tirar elétron não dá para energia que não tem uma energia a ser tirada. As ligações ali são muito profundas. Tá bom? Agora eu quero que vocês criem a visão de olhar para isso aqui que tu pode nem conhecer e tal e enxergar que isso aqui é como se fosse uma meia glicose. Isso aqui não é de se jogar fora. Isso aqui é top. Pô, isso aqui tá é mais um >> ainda tem coisa ali. Já >> tem cois. Exatamente. Tem coisa para tirar. A gente já
deu uma ruída, mas vamos roer mais esse osso. O ciclo de crebes agora que ele vai falar é a continuação de roer esse osso. Vamos roer mais esse osso. É, >> é que nem cocô com milho, né? Tu tem que reaproveitar o milho. É aquilo ali é tipo o milho do cocô que, pô, tu não vai jogar fora. É quando a gente faz cocô, não serve para nada pra gente, mas pras Moscas e minhocas é festa. >> Ela é maravilhoso, >> né? A mosca vira para outro. Ô Jonathan, cagaram aqui, ó. O que que tem
aqui pra gente tal, né? É tipo isso, sacou? Então, olha lá. Eh, >> eu só f aqui do que você falou. [risadas] >> Desculpa, gente. Tem gente que eu não sei nem se tá na hora do almoço eu falando essas coisas aí, né? Mas olha só. Então, peguei, tô feliz com 2000 ATPs. Claro que não. Então, vamos continuar quebrando, já que sobrou coisa para quebrar, pega esse ácido pirúfico e leva para onde? Pra mitocôndria. Beleza. Agora sim vai começar o quê? A segunda etapa. Segunda etapa, o ciclo de crebes. >> Tá, entra na mitocôndria. Então,
>> foi pra mitocôndria. >> É, na matriz mitocondrial, certo? Matriz mitocondrial. Beleza? Agora o que que vai rolar, gente? Olha só. Vou continuar quebrando essa droga. Peguei o ácido Pirúfico, pego o ácido pirúfico, quebra, né? Dou outra martelada aqui no ácido pirúvico para, né? Quando eu quebro isso daqui, eu acabo gerando aqui eh acetil. >> Recebi a informação aqui do Departamento de Tecnologia. Somos a maior live Enem do Brasil o dia inteiro. O dia inteiro. E se somar a galera não baixa a nossa ainda. >> Que isso? Pode somar. >> Muito bom. >> Que [risadas]
isso? Ó, acetil. Formou o acetil. O acetil na quando acontece galera, acaba liberando aqui, ó, gás carbônico. >> Beleza? >> E acaba formando aqui também >> eh mais dois nadzinhos. >> Beleza? Na verdade você tem liberação aqui, então, de gás carbônico e onde veio de onde veio esse CO2 aqui? Visualiza. Tu entrou aqui nessa, tu entrou aqui nessa brincadeira, tu tinha Um piruvato, não é isso? Então, tu tinha aqui o piruvato, era o C3, >> H4, >> O3. Isso. >> Primeira coisa que você faz antes do de entrar mesmo, não sei, é que vários livros
dizem que é parte do ciclo de crebes e alguns dizem que é prévio. O Enem não vai cobrar essa distinção, né? Mas acho que você concorda que o mais aceito é que a descarboxilação, ela é Uma preparação pro ciclo de crebes, né? Então, antes de entrar no ciclo de crebes, você descarboxila. Meu Deus, o que que é descarboxilar? Tirar um CO2. Arranca um CO2 aqui para eu ver. Olha só, tirei um C, vai virar C2, vai virar aqui H4, não muda nada. E aqui a gente vai ter o quê? O eu acho que sai um
hidrogênio também, né? Esse aqui já é o acetil, a fórmula do acetil. >> É, tu vai ter aqui uma descarboxilação e uma uma deshidrogenação. >> Enzima ali piruvato e deshidrogenáis, né? É. Exatamente. E aí você agora avançou para isso aqui. O que que é isso aqui? É o acetil. Eu quero que vocês levem pra prova que esse A7 isso é prefixo para dois carbonos, tá? Então A7 sempre lembra de dois carbonos, só que agora tu tem que quebrar mais. Agora vem um ciclão debes propriamente dito, tá? Pra gente quebrar mesmo isso aqui. Eu costumo dizer,
Mário, vê se você gosta dessa analogia. >> Exatamente. Manda aí. >> É, é fácil você quebrar isso aqui no meio? >> Hum, depende. Você consegue quebrar em 10 segundos se eu pedir para tu quebrar? >> Ah, em 10 segundos talvez não, porque é metal, mas eu consigo. >> Consegue, né? Beleza. É fácil quebrar isso aqui, então >> é porque tu é mais forte, entendeu? >> É. Beleza. Agora >> agora >> tá mais difícil de quebrar. >> Mais difícil. E agora >> mais compactadozinho aqui. >> Tá mais difícil de quebrar. >> Mais difícil ainda. >> Quando
a gente chega naquele estágio, eu costumo, né? Eu percebi isso, eu entendi dessa forma. Quando a gente chega no estágio, tem um acetil que só tem dois carbonos, não dá para quebrar mais. E aí eles vão lá no ciclo de crebes e acoplam quatro carbonos. Eu acho que isso aqui é O ox, ó, não cai na prova, mas é o oxalacetato, né? Que é acopla aqui. Você junto disso acopla uma coenzima A aqui. Galera, isso aqui é só para você entender o mecanismo. Você acopla um monte de coisa que aí como você fala assim: "Mário,
quebra isso aqui." Tu fala: "Pô, não consigo". Aí tu aumenta ele e agora tu consegue quebrar porque tu deu uma aumentada e a gente fica rodando ciclo de crebes assim para fazer essas quebras melhores, tá bom? Tudo Isso sempre para juntar o quê? Juntar nada de reduzido, nada de H. >> O objetivo é capturar eletrohidrogênio, eletrohidrogênio. Ah, mas mas já não tá formando o ATP, não formou lá na glicose? Formou, mas o objetivo >> por enquanto é formar muit é capturar eletrohidrogênio, né? Você vai ver porquê. Tá? Aí, esse acetil aqui se junta com uma
coenzima que mora ali na mitocôndia chamada de coenzima A, e forma um lindo casal acetilco, né? E aí Esse composto, o acetilco é o precursor do ciclo de crebes, é ele que vai começar aqui a brincadeira. E o ciclo de crebes é um ciclo de reações químicas que você obviamente não vai ficar decorando com salacetato, fumarato, camb não precisa, tá? O que você tem que saber é que quando esse ciclo aqui roda, né, vão ser produzidos mais nades, beleza? Mais seis nades, dois fades. Que que é o fad? É o primo do NAD, mesma função.
É o primo do NAD, >> um carregador também. >> Flavina, adenina, dinucleotina. É a mesma droga, tá? Serve para capturar hidrogênios e e elétrons. Ou seja, você tá aqui formando nades reduzidos, fades reduzidos, tá? E vai produzir aqui mais twops, mais dois ATPs. Beleza? E agora lá as dois atpezinhos. Tô feliz com mais dois míos ATPs. Claro que não, ainda é muito pouco, né, pô? Então continua quebrando, Mário. Pô, não tem mais o que quebrar. Já quebrei tudo que Tinha aqui. A gente fez a oxidação completa da molécula da da glicose. Não tem mais o
que quebrar, pô. Então faz o que, Mário? Desiste. Não, pô. Tu não ficou capturando nad FAD. Não ficaram capturando elétrons, hidrogênios. Aqui, ó. Aqui, ó. Seis nads aqui, né? Eh, aqui em cima mais dois nades. Beleza? Então, oito nades só aqui, mais dois fades aqui. Aqui, ó, também fiz aqui em cima, ó. Aqui mais dois nades aqui. Ou seja, no final eu Capturei 10 nades. Eu capturei ali dois fades. E o que que a gente vai fazer com essa droga? Agora a gente vai pegar isso daqui e vai pra última etapa para a etapa da
respiração celular. da cadeia respiratória. Quer dizer, saber se você vai falar de desacopladores de >> inibidor desacoplador. Vou porque o Enem cobrou. Vou porque o Enem cobrou isso daí. Então eu vou ter que falar, é um pensamento mais complexo, é mais avançado. O Enem ele cobra de um modo Simples, mas tu não consegue responder se tu não entende o complexo disso. É uma das poucas coisas que o Enem cobra que se tu não entender o complexo, tu não responde o simples. É uma das poucas coisas. >> Entrou na filação ativa agora. Vou mostrar bem bonitão
na mitocônica. Então aqui vou fazer aqui, ó. A coisa é a seguinte, ó. Vamos fazer aqui a nossa mitocôndria. Beleza? A membrana externa desenhei. Vou desenhar agora aqui, ó. Membrana interna. Faltou desenhar aqui agora as cristas mitocondriais. >> É, essas dobrinhas são as cristas mitocondriais, tá? >> Para aumentar a superfície. >> Ah, moleque, é isso aí. É isso aí. Beleza. E aí, o que que a gente vai perceber aqui, galera? Os nades e fades chegam aqui trazendo os seus elétrons e os seus hidrogêniozinhos, OK? Como grande mestre Sad falou, a gente vai ter aqui o
quê? A Gente vai ter aqui complexos de proteínas que são acceptores de elétrons, ou seja, que recebem os elétrons, beleza? Aí tem aqui complexo um, complexo dois, complexo 3, complexo 4, tá? E aqui vai ter o que que ele falou? A turbina. >> Aham. >> Quem é a turbina? >> ATP sintase. >> Exatamente. É uma proteína chamada de AT sintase. Gente, com esse nome ATP Sintase. Síntese vem de produção. A ATP sintase é aquela que produz o ATP. Beleza? Então a gente já sabe que ela vai produzir o ATP. Que que os Nads e FADs
fazem? Eles estão trazendo ali eletrhidrogênio. Eles estão reduzidos. É nesse momento que eles vão fazer o quê? Vão ser reoxidados, eles vão perder os elétrons e transferem esses elétrons para os acceptores de elétrons. Como a SAD falou, eles vão passando de um acceptor pro outro. Ou seja, começa aqui O que a gente chama de cadeia transportadora de elétrons. Só que tem aqui o pulo do gato. Eu tô entender isso aqui, galera. Quando esses elétrons são transferidos pros aceptores de elétrons, a gente vai ter, pô, queria até botar uma outra cor aqui. Eh, na outra cor
>> na mão, tá? Outra cor. Não, não tá na mão. Tá. Tem o o aqui, ó. Aqui tá o vermelho. >> Onde você quer? Aqui. >> Quero >> tem aqui a crista mitocondrial. Você colocou as proteínas aqui da crista. São aceptores intermediários de elétron. Aceptor é aquele que aceita elétrons. Entendido? O que que você quer agora? Fala. >> Eu quero agora desenhar os íons H+ aqui, ó. >> Ah, tá. Então, pera aí, ó. Vou botar eles aqui, >> ó. Bota aí. Manda aí uns agar aqui. E tá Ficando aqui meio, já ficou meio estranho. Olha
só. Esse negócio aqui é porque quebraram a caneta aqui, sabia? >> Ah, a pontinha de trás. Legal assim. Não, deixa eu ver. Deixa eu ver aqui. Acho que tem. >> Não fui eu dessa vez. >> Não foi tu dessa vez. >> Não tem problema não. Posso fazer dessa cor mesmo. Não tem problema nenhum. >> Olha aqui, ó. H, h, h, h, >> mais. Aí, ó. >> H+. Tem os H+ aqui. Tá bom. Porque quando chega o caminhãozinho com o transporte aqui de NAD de H, ele larga o elétron aqui, só que o hidrogênio fica preso
nesse espaço intermembranas, tá? >> E aí vai ficando cheio de hidrogênio aqui, né? Cheio de H+ aqui. >> Exatamente. Tá? Os os hidrogênios são bombeados pro espaço intermembrana. O nome é óbvio, né? Entre as membranas, tá? Entre a membrana externa e a membrana interna. E aí, galera, tu Concorda comigo que aqui agora tá muito concentrado? muito concentrado, tem muito hidrogênio. Ele tá espaço intermembrana tá mais concentrado do que a matriz. >> Esse hidrogênio começa a ter um profundo desejo de entrar aqui na matriz, não é isso? >> Ele tem esse profundo desejo, passar aqui, não.
>> Ele não consegue atravessar a membrana. Então, por onde que ele vai ter que Atravessar para chegar na matriz? Por dentro da TPsintase. >> Vai ser obrigado a passar por essa estrutura. >> Ele vai ser obrigado a passar por ali. E quando ele passa pela TP sintase, como não é o Assad falou, isso daqui é como se fosse uma uma hélice de uma turbina. começa a gerar o mecanismo. >> Vai surgindo aqui uma força protomotriz, né? >> Protomotriz. [ __ ] falou bonito, né? A força protomotriz. Os prótons vão atravessar aquilo ali, gerando energia cinética,
inclusive, que depois vai ser transformado em energia química. Para quê? Para ligar a DP >> a fosfata, ou seja, para fosforilar. Beleza? >> Um outro nomes chique, gradiente quimiosmótico. >> Gradiente quimiosmótico, né? Esse daqui é a quimiosmose. Então a gente tem aqui um gradiente de concentração. O que que É o gradiente de concentração? Tá esse acúmulo de de nadrar de um ambiente mais concentrado para menos concentrar. >> Detalhe o que que eu observo. Esse assunto é tão antigo na prova do Enem que eles vêm só sofisticando o nível de nas alternativas. Vai ter a formação
de um gradiente quimiosmótico pela presença de H+. >> A gente vai resolver questão daqui a pouco. Vocês vão ver que isso cai. >> Isso tá caindo sim. Belza. >> Não é a respiração celular é o quê? Faz energia. >> Aqui é só pros bravos. Esse tipo de questão é o que vai diferenciar o aluno de alto desempenho do de altíssimo desempenho. É aquele cara que vai de fato conseguir passar pras carreiras de auto desempenho. Ok? E aí o que que rola, galera? O H+ veio para aqui, ó. Chegou aqui desse lado. Mas e os elétrons?
Os elétrons eles vão passar para quem? Para o acceptor final de Elétrons, que é quem? >> Oxigênio. >> Oxigênio. >> Caraca. Então tu chega aqui, tu joga um elétron aqui. Cheguei aqui com o Nad. Tá, joguei o elétron aqui. O elétron vai sendo atraído pela eletronegatividade crescente das próximas. E o destino do elétron é porque primeira coisa, por que que o elétron tá aqui? Cara, isso é só uma consequência. Tu jogou o elétron ali, mas o que tu queria mesmo era jogar O hidrogênio aqui, é que vai junto. Aí tu jogou o elétron aqui. Galera,
quando chega aqui no final, >> o elétron não tem mais para onde ir. O hidrogênio já tá aqui, o hidrogênio vai entrar e o elétron vai para onde? Se o elétron não tiver para onde ir, acabou. Ele não vai desocupar, não vai largar esse lugar. Esse aqui vai ficar lotado. Esse aqui vai ficar lotado. Esse aqui vai ficar lotado. Então, para onde a gente joga esses elétrons? Para esse Doente fanático mental aqui que é louco por elétron. Só quando tu joga elétron para ele, tu joga tu, toma aqui elétron, ele já pega logo dois hidrogênios
para ele e vira água. Por isso que o oxigênio é o acceptor final de elétrons. >> Exato. Junta isso aqui, ó. Aqui, ó. O oxigênio junta com esses H+ aqui, ó. E vai formar água, né? A Sag desenhou lá em cima. Forma gás carbônico no ciclo de crebes, forma água na cadeia respiratória. Beleza? Só que tem um Detalhe, meu irmão, aqui para cada três nads, aliás, para cada NAD que você utilizou, você vai formar três ATPs. >> Aham. >> Beleza? Três ATPs. >> Ou seja, se eu usei >> 10 nades no total, dois lá da
glicólise, mas oito do ciclo de crepe, seis lá embaixo, dois lá em cima, né? Eu vou formar 30 ATPs só com NAAD. Cada FAD tem o potencial de gerar quatro ATPs, aliás, Dois ATPs, perdão, né? Se eu tenho dois FADs produzidos lá no ciclo de crebes, eu acabo gerando quatro ATPs. Se cada FAD gera dois ATPs, eu tenho dois fades, gerei quatro ATPs, ou seja, só nesta etapa, 34 ATPs. Olha só, isso sim ATP de verdade. Agora eu tô usando a glicose, né? Não é aquele míereiro dois atpezinho da glicólise dois do do ciclo de
crebes. Aí junta esses 34 mais os dois da glicólise mais os dois do ciclo de crebes. Qual é o meu rendimento total Aqui de ATP por molécula de glicose? 38 ATPs por molécula de glicose é o meu rendimento energético, tá? Tá? Então por isso que >> Beleza. Agora esse eu não agora vem um grande problema, né? Vem um grande problema que eu vou colocar aqui. Lembra que naquela primeira fase lá, na fase da glicólise, eu já produzi um atpezinho, né? Eu pegava já aqui na glicólise ali, sem nem precisar gastar oxigênio. Eu já conseguia quebrar
isso aqui, Transformava isso aqui em piruvato, que, pô, ele serviria para alguma coisa, eu poderia continuar quebrando ele, mas, infelizmente, o que que vai acontecer aqui agora? Vou vou botar uma outra situação aqui agora pra gente, tá bom? Fizemos a glicólise aqui e a gente produziu. Primeira, a pessoa pode perguntar, mas Pedro, qual que é essa martelada que você deu na glicose? Como que essa martelada acontece? Como é que você quebra ela sem usar oxigênio? Você Gasta dois ATPs para quebrar ela. Então você usa dois ATPs para ativar ela e agora você produz na glicólise
quatro ATPs. Mas aí você fica com um saldo positivo de que dois ATPs. Isso aqui é uma bosta. É muito pouco ATP. Mas >> vem um problema, né? E aí, detalhe, para você fazer isso, você teve que destinar esses elétrons e esses hidrogênios para algum lugar. Você destinou pro NAD, tu pegou o NAD e tu deixou ele carregado. Você botou aqui o H nele. Agora vem um Problema. E quando você não tem como continuar esse ciclo? E quando você não tem tempo para continuar esse ciclo? Quando você não tem oxigênio para continuar esse ciclo, você
vai morrer por causa disso. Por exemplo, eu tô aqui fazendo a musculação, chega uma hora que o meu oxigênio ele não dá conta de sustentar aqui a parada. Boa. Vem para cá, vem para cá. Vem para cá na frente dele. >> Deixa eu ver se eu consigo. Car, eu não Maro não. >> Aqui fazendo a musculação, né? Aí chega uma hora que não tem mais o oxigênio da respiração dele produzindo. Demora para fazer esse processo completo de fosfurulação oxidativa. Ele começa a fazer fermentação. Mas você tá tá tá bacana, mano. Tá. Tu malha sim, seu
safado. Para de falar que não malha, pô. >> Pô, tá um mês sem malhar. >> Eu malho 20 minutos por dia. >> Mas há muito tempo já. Tom malha. Já tu Tem um tem um shapezinho aí, né? Tá bacana. >> É porque eu tenho oito parafusos na coluna. Se eu não malhar dá ruim, >> né? É que que nem o pessoal virou ali para mim. O pessoal teve, eu vi um comentário ali que o ADM até apagou. Nossa, 10 anos de musculação e tá desse jeito, pô, mano. >> Tá, tá gostos. >> Tá bacanaão, >>
pô. Tá, >> tá, pô. Cara, >> vocês querem ficar fortão, eu não quero ficar fortão, não. Acho bonito, acho bonito. Uma grelinha assim, a mulher gosta assim, cara. Exatamente. E cara, eu faço uma, duas refeições por dia, pô, tô no meu terceiro filho agora. Sou empresário, pai de família. Galera, prioridade, né, vida, né? Tem gente que tá aí jovem tomando anaboliçante. >> Eu tô com 41, mas com corpinho de quê? De 40 e5. >> Não, tu tem menos estresse oxidativo que eu, acho. Mano, tu tá mais preservado que eu. >> Claro que isso tu tá
bem, cara. >> Então vamos tomar cuidado aí, galera. Os molequ aí de 20 anos, pô, dedicando à vida, pô, quero ser bodybuil. Não é um bom caminho, tá bom, rapaziada? Pô, só se fosse abençoado com a genética dos deuses, pô. Ficar grande, ficar grande é muito complicado, né? Porque >> é uma sobrecarga para organismo muito Grande, meu irmão. Manter isso é difícil. É o o anabolizante, ele piora muito o teu perfil lipídico, traz muitos prejuízos. Tá bom, galera, não cai nessa não, isso é coisa terrível. Olha só, eu fiz esse processo que uma vez consegui
lucrar dois ATPs, só que agora eu não tô conseguindo repetir esse processo. O que que eu vou fazer? Eu vou, eu não tô conseguindo avançar esse processo, usar esse NH aqui na minha mitocôndria. O que que eu vou fazer? Eu vou ficar repetindo Esse processo. Vou fazer, vou ficar repetindo, repetindo, repetindo esse processo. O único obstáculo é o seguinte, tá, Pedro? Então, tu vai ficar, esse esse processo aqui se chama fermentação, tá bom? Eu vou ficar fermentação, ela é simplesmente uma glicólise com um detalhe, tá? Fermentação é você ficar fazendo só glicólise com um único
detalhe. Qual é o teu limitante nesse caso? É oxigênio? Não, tu não precisa de oxigênio para Fazer glicóle. Ah, é essa quantidade aqui. É, pode ser. Mas se vamos supor que você tenha disponível ali para ti, tu tem bastante glicose. Sabe qual o único limitante? Esse safado aqui. >> Uhum. >> Depois que tu tu jogou os elétrons e os hidrogênios pro NAD, e ele ele fez isso aqui, ó. Ele era o NAD, mais tava tava oxidado, tava disponível. Tu jogou o elétron para ele, ele virou ali o NAD H. Pedro, mas esse cara não é
bom. Ele é Bom se tu for ele até o final. Mas e quando você não tem oxigênio para fazer a última fase da respiração celular? Você precisa dele vazio para ele poder continuar aceitando elétrons aqui dessa dessa parada. Então, >> senão tu para esse processo aqui e nem mesmo e nem mesmo isso tu vai conseguir fazer. Exatamente. >> Sabe quais são os tipos de fermentação? Eles são todos sobre assim, o que que aquele bicho faz para conseguir se Livrar desses elétrons aqui que ele não vai usar. Fermentação alcoólica, por exemplo, ele pega isso aqui e
ele vai transformar. No final das contas, ele vai jogar esse elétron aqui para fazer um etanol, fermentação lática, ele vai fazer uma molécula de ácido lático. >> É uma mera desculpa, né? A fermentação, a gente só pega o ácido períuvo que transforma em alguma coisa só para ter alguma reação química, para ele se livrar do hidrogênio e do elétrico. É Uma mera desculpa. >> Ex. Quando você quebrou ali a glicose, lembra que você quebrou aí, ela virou isso aqui, ó. C3, H4, O3. E tu tá com isso aqui, tu fez teus dois ATPs e tu
tá com esse NAD aqui carregado. Tu quer, tu quer repetir esse processo, mas isso aqui já não te serve para nada. Tu não vai usar isso aqui mais. E tu precisa desse N de H vazio. Tu pega e joga para cá. Tu vai fazer Algumas reações, vai jogar para cá. E depois dessas reações, isso aqui vai virar o quê? Vai virar o C2 H6O ou H5OH. Virou o etanol, fermentação alcoólica. Porque o que que tu fez com aquele piruvato lá? Tu não levou pro ciclo de crebes numa fermentação, tu jogou de volta, tu pegou na
hh, jogou nele de novo, fala: "Toma de volta que você me deu e ele vai virar isso." Ou ele pode virar o ácido lático também. Tá bom? O que tem que saber, na minha Visão, Mário, não vamos entrar aqui na na não dá para entrar com profundidade, não precisa disso, né? O que o Enem vai querer saber é o seguinte: fermentação alcoólica, ela acaba produzindo álcool no final das contas e também ela acaba liberando CO2. Alguém reparou a incoerência, né? Que aqui tinha C3, H4, atpa, mas como é que isso aqui virou C2? Saiu um
carbono aqui, tá bom? Então ela vai liberando CO2, por exemplo, como é que a gente produz vinho? Explica a Produção do vinho aí à luz da fermentação. >> É o vinho, por exemplo, a gente vai pegar o açúcar da uva e vai fermentar, vai utilizar ali algum tipo de microrganismo fermentador, tá? Então, por exemplo, a cerveja, né? Tem, eu tive um aluno que era mestre cervejeiro, ele produzia cerveja, né? Então, ele dizia que ele levava 28 dias para fazer a cerveja dele, né? Por qu ele pegava o sacaromice cereviz, que é isso? O levedo Da
cerveja é um fungo. É um fungo. Ah, mas quando eu bebo cerveja, eu tô bebendo bebida fase feito a base de fungo. Exato, né? Então ele pegava lá o danado do fungo e esse fungo tinha qual papel? Pegar o açúcar ali que ele colocava eh do do E aí depende, cada cerveja é feita de uma coisa, né? É advada, de de trigo, >> mas tem que ter alguma matéria orgânica ali, fonte de glicose. Tem que ter alguma fonte de glicose, >> ou é uva, ou é milho, ou é por isso que a gente pode fazer
álcool com milho, pode fazer álcool com cana de açúcar. A gente precisa de uma glicose para botar algum bicho ali, deixar esse bicho sem oxigênio geralmente para ele ser obrigado a fazer geralmente é. A gente pode até falar, né, que existem bichos que são anaeróbios estritos, o bicho não pode nem viver com oxigênio. Tem o que é geralmente são anaeróbios facultativos, né? É, alguns conseguem usar o oxigênio, Se não tiver não usa. Esses inclusive, né, sempre que tiver oxigênio é óbvio que ele vai preferir usar. Por quê? Porque o rendimento energético é muito maior. Ele
vai produzir 38 moléculas de ATP por glicose. Quando não dá, faz a fermentação, vai usar só dois, né? Vai produzir só dois ATPs. Quer dizer, então é isso. Beleza. >> Exato. E aí agora você tem que tampar o barril, né, para deixar o bicho lá dentro com a uva fazendo o vinho, tá? Fica sozinho aí com a uva e na cadeia, né? Vamos, você, por exemplo, às vezes você tá assistindo a gente, você tá na cadeia nesse momento, vai fazer o Enem PPL, né? Eu eu eu sempre falo assim, cara, se eu se eu fosse
o responsável por criar as questões do Enem PPL, eu só ia eu acho sacanagem com os presos botar questão assim que eles não têm nenhum tipo de contato. Eu botaria só questão com contexto de cadeia. Você está numa célula e você quer fazer a produção de Cachaça, como é que você vai fazer? Aí vai ter lá os preços fazem uma barra cilíndrica da cela tem a sessão transversal, um guarda-apsa em matemática, um guarda passa de cinco em 5 minutos. Qual é o mmc da passagem dele, né? Se você tem uma, se você pode escapar pelo
esgoto da cadeia, quais são os gases tóxicos que vão ter lá? Só questão mesmo de cadeia. Qual é a densidade populacional por célula de uma prisão tal? Se você tem que escolher a Cela que você vai >> aí o que que eu que que eu dizer? Eles fazem como eles botam um monte de fruta, amarram dentro de um saco e cara, eles fazem alguma coisa para botar os microrganismos ali dentro. Sei que eles deixam as frutas lá maior tempão e fazem uma cachaça. Não tem isso. >> Eles vão, é, eles eles deixam fermentar mesmo, né?
Deixa ali o microorganismo agir, quebrar o açúcar, né? Inclusive esse meu meu aluno que era mestre de Cerveja, ele fala: "Ó, Mario, se eu, por exemplo, se eu quero eh mais álcool, eu boto mais açúcar e deixo mais tempo fermentando, né? Agora, se eu quero uma cerveja um pouco mais adocicada, eu não deixo fermentar tanto para sobrar um pouquinho de açúcar, né? Então a ideia é ir brincando aqui com esse processo de fermentação. O mais interessante é que você fala assim: "Pô, Mário, mas a minha mãe, ela também, ela faz massa de bolo, né? Ela
faz pão e ela usa fermento. Aí, Pô, tu fala: "Caramba, mas eu como pão, eu não fico bêbado, né? Que bom, né?" Imagina, tu comeu três pãezinhos, saí, podra, né? Tu não fica. Por quê? A a ideia da fermentação do pão, o Enem já cobrou isso várias vezes, é o quê? é usar o gás carbônico, porque o gás carbônico é muitas vezes, né? Ele vai entranhando na massa e a massa incha. Por que que a massa cresce quando boto fermento? Porque o gás carbônico faz a massa inchar. OK? Isso daí é um Conhecimento eh clássico.
Vou te dar um do outro. Eh, e aí, só que o álcool também é produzido, só que o álcool evapora, ele é volátil, né? Então ele vai embora, você vai levar aquilo pro forno. Então tu não vai comer pão alcoólico, beleza? Tu vai comer o pãozinho de boa. >> Ó, quer ver uma outra coisa? Tua mãe mestre da ciência, ela sabe disso. Quando você vai lá no mercado, ela fala o seguinte: "Filho, vai lá, pega uma Lata de milho, mas se a lata tiver estufada, não pegue." Por quê? O que que a tua mãe, mestre
da ciência, sabe? Que se a lata tá estufada, é porque tem algum microrganismo fermentador lá dentro produzindo gás carbônico e isso estufou a lata. E esse microorganismo pode ser o clostrídeo botulino, causador do botulismo, uma doença em que a bactéria ela produz uma toxina que gera intenso relaxamento muscular, eu vou falar disso depois, tá? E aí você acaba Morrendo. A gente até aprendeu a usar isso, né, no botox, mas >> no botox fica relaxado, né? >> É, relaxa a musculatura, porque aí quando você contrai a musculatura, né? Aí se eu apliquei aqui, vou contrair toda
a minha face, menos aqui, né? Aí meu pé de galinha não vai aparecer, entendeu? Não que eu tenha muitos, tá? >> Aí tu fica com aquela cara assim um pouco artificial, né? Perde às vezes um pouquinhoessão depende de como fizer Também. >> A contração muscular ela precisa, né, da expressão facial repertório. Você >> beleza? Agora, galera, você entendeu a fermentação? A fermentação lática, inclusive a gente usa para outra coisa, né? Para formar o quê? Iogurte, queijo, coalhada e ah no teu músculinho. >> Ah, no músculo. Sim, sim, sim. A fermentação lática, né? Aí é um
outro tipo de organismo que ele escolhe no final das contas transformar em ácido Lático. A gente bota ali, por exemplo, um queijo, bota um bota um leite ali, vai usar o quê? Um lactobacilo, né? Bacas. O >> iacut. Você já viu que o iacute é um pouco ácido? >> O ia yakut isso. É o quê? Leite fermentado. >> Leite fermentado. >> O fermentado por fermentação lática. Tá bom? Ainda existe a fermentação acética, né? Que é quando invés de você Transformar em álcool, você transforma em ácido acético. Vamos lembrar. Lembra que eu falei que A7? Lembram
disso? Falei, A7 é sinônimo de dois carbonos na química, tá bom? Então, quando a gente fala de ácido acético, eu quero que você pense aqui o seguinte, ó. Ácido acético, a fermentação acética, a gente é, a gente utiliza ela para fazer vinagre e a gente não quer que isso aconteça quando a gente tá fazendo vinho, tá? Se a gente deixar entrar o oxigênio dentro, na Gráfico horrível. >> Exatamente. Os os bichinhos ali de dentro é uma é uma levedura, né, que faz o vinho, no caso. É aquelas leveduras, elas vão começar a fazer fermentação acética
emés de fermentação alcoólica. E aí o que que elas vão fazer? ao invés dela transformar em etanol, ela vai transformar em ácido acético. Ácido acético é a mesma coisa do que o ácido ã etanóico, tá bom? Que é o ácido carboxílico de dois carbonos. Então o Ácido acético ele é o ácido do vinagre. Esse ácido aqui ele é bem bem famoso, bem importante. Calma aí rapidinho. Tá tá bugando aqui o >> nada. Relaxa. Ele é isso aqui, ó. São dois carbonos, tá bom? CC. Aqui tem uma dupla O e aqui tem um OH. Essa aqui
é a estrutura dele, né? Você vai ver ele muitas vezes como C2 Ã H. Aqui tem 1 2 3. Aqui eu botei aqui, eu completei com os três hidrogênios. Aqui tem quatro, né? Então C2 H4 O2, ácido acético. Não é Legal, né? Que aconteça no vinho, no vinagre é tranquilo. É o que a gente quer inclusive no vinagre, né? Que ele fique com isso aqui, porque essa pequena acidez, isso aqui é um ácido orgânico fraco, essa pequado a um ácido inorgânico, né? Essa pequena acidez, ela abre as papilas gustativas e ela aumenta a percepção de
sabor da refeição, aumenta a salivação também, né? Abre as papilas gustativas e estimula salivação. Quando você pinga o ácido, né? Aprendi Isso inclusive com o professor Diego Fares, que é o professor de química da sidade de vestibulares tradicionais noiro, tá? E aí agora, >> cara, inibidores e desacultadores, só pra gente fechar isso aqui, tá? >> Beleza. Olha só, tu que tava esperando a parte mais complexa, né? Eh, cara, tu entendeu que lá na mitocôndria você tinha lá a crista mitocondrial, tinha lá os aceptores, os elétrons iam passando, né, de um aceptor pro outro, OK? nessa
Cadeia transportadora de elétrons e tinha que ser transferido no final para quem? Para o oxigênio que era o aceptor final de elétrons. É por isso que tu tá respirando, tu não tá aí parado, ó. >> Perfeito. >> Inspira. >> Perfeito. >> Respira. Tu tá pegando oxigênio, que é o aceptor final de elétricadeira respiratória. Se tu parar de respirar, tu morre porque você não produz mais ATP. E você tá jogando fora o gás carbônico que tu tá produzindo lá no na no ciclo de crebes em todas as suas células. Ok? >> Reparou o que ele falou?
Lembra que na respiração celular é o contrário da fotossíntese. Fotossíntese a gente tem CO2 mais água virando glicose e oxigênio. Na respiração se ela tem uma glicose e oxigênio virando CO2 mais água. Quando eu solto a minha minha respiração, eu tô soltando aqui água e CO2 também. Conexão importante que a gente não vai não iria abordar aqui porque isso é uma aula de biologia, mas só uma conexão que eu quero falar só para ficar registrado que eu falei, tá bom? Me desculpa mais >> sobre nossa nossa aula é isso. >> Exatamente. Existe um equilíbrio químico
que é absurdamente importante, que é o seguinte. Olha só, eu tô respirando, né? Eu tô jogando CO2. Quando eu jogo esse CO2 aqui e esse CO2 ele entra em contato Com a água, parte dele vai formar uma coisa chamada ácido carbônico H2CO3. Esse é o ácido carbônico. Ele é um ácido fraquinho, tá? É um ácido bem fraquinho. E aí esse ácido aqui, ele não é muito ácido, ele é fraquinho. Ele é um ácido inclusive muito instável. Então ele tende a ficar voltando e se decompondo assim, tá bom? Se ele fosse de fato uma parte dele
vai acontecer isso aqui, tá bom? Uma outra parte dele vai virar isso Aqui, vai ionizar um pouquinho, vai sair aqui um H+ e vai sair aqui esse anion HCO3, que é o o anion carbonato dele, tá? Bicarbonato no caso. Agora eu quero que você olhe para esse equilíbrio químico e entenda o seguinte. Quando eu estou soltando aqui CO2 e ele entra em contato com água, isso isso pode cair na prova que isso aumenta um pouco a acidez do ambiente, isso abaixa um pouquinho o pH do ambiente. Já caiu uma questão que era o seguinte: as
pessoas quando elas Estão dentro de um local de gelo que tem estalactites, aqueles pilares, el não é recomendado que elas vão lá, que elas fiquem lá por causa da respiração delas que solta CO2. Já caiu em vários contextos, né? A menina tinha um experimento, ela tinha aqui um líquido, aqui dentro desse líquido da garrafa, ela tinha um indicador ácido base, ela respira lá dentro e ele vai ficando um pouco mais ácido. E aí, por quê? Porque o CO2 participa disso. O CO2 ele vai Fazer essa formação aqui com a água, vai virar o ácido carbônico
e ele pode ou fazer o processo de ionização dele, mas é bem pouco, ou ele pode, cuidado, isso aqui é ionização. Ionização, ele tá liberando um H+ aqui no ambiente, tá acidificando um pouco a mente. Isso aqui não é ionização, tá? Isso aqui é decomposição, ele se desfez. Então, esses três aqui ficam acontecendo ao mesmo tempo, tá bom? Só para lembrar disso, só >> e só para aproveitar, pode até deixar essa é isso daqui, já que o a SID citou, vai ser o mecanismo básico de controle do teu processo respiratório. >> Uh, >> entendeu? Que
depois a gente vai até falar disso melhor, mas basicamente o que que te faz respirar? Tu pensa assim: "Ah, Mário, eh, se eu prender a respiração, né, aí o que vai me fazer respirar é a falta de oxigênio." Mentira. O que te faz respirar o excesso De gás carbônico. Sabe por quê? Porque quando tu eleva a quantidade de gás carbônico que tu acumulou dentro de você, porque você está em apneia, que você parou de respirar, o que que vai acontecer? Você vai produzir mais ácido carbônico e mais H+, >> entende? >> Ui, bravo. Efeitos sonoros.
Rodrigo Faro conhece, >> ó. Que isso? >> Dança, gatinho, dança. [risadas] Bom, e aí tu tá lá, né, prendendo? Vamos dizer, o maluco >> ninguém esperava que você fosse lançar isso agora. Ô, o maluco se afogando. Maluco se afogando. >> Vou prender aqui. Então, você disse o que tá acontecendo comigo, ó. >> Ó, prendeu a respiração, começou a acumular. >> Nunca mais vou respirar. Vou tentar agora. Vou tentar parar de respirar para sempre. Ó, >> será que ele vai conseguir, né? Ele tá acumulando gás carbônico dentro dele. Beleza. Esse gás carbônico tá reagindo. >> Por
que que eu tô acumulando gás carbônico? >> Porque ele prendeu a respiração. O gás carbônico, então, ele não tá sendo liberado na respiração. Beleza. >> De onde tá vindo >> esse gás carbônico? Tá vindo lá no ciclo de crebes. Ele continua porque ele aí, viu? Ele não conseguiu. Uma hora ele vai Respirar. >> É subproduto metabólico então da respiração celular que tá se acumulando no meu corpo. Eu não tô cuspindo. Tu não tá cuspindo. Ó, imagina o maluco se afogando. O maluco tá lá lá embaixo d'água, chega uma hora que tem falta de oxigênio. De
fato, falta oxigênio no cérebro. O que que o cérebro faz? Desliga ele, ele desmaia. Desmaiou. Caiu aqui. Não desmaia. Nesse momento ele tá afogado. Não, ele não tá afogado porque Ele só desmaiou. Aí tá lá boiando, né? Aí >> não. Pera aí. Então tô com a respiração presa e vai acontecendo dentro de mim o seguinte, meu oxigênio vai acabando, meu CO2 vai subindo, >> vai baixando, vai subindo, >> tá? Aí tá dizendo >> a falta de oxigênio. >> Aí você tá dizendo que eu não respiro porque tá acabando o meu CO2, eu respiro porque tem
muito. Não, eu não respiro Porque tá acabando o meu respiro porque ficou insuportável o CO2 no meu sangue. É o oxigênio. O oxigênio o que que ele faz com você? Ele ativa o processo de desmaio. Quando o oxigênio atinge, o nível de oxigênio atinge o limear de desmaio, tu desmaia. Só que você ainda não morreu afogado se tiver lá embaixo d'água, você só desmaiou, só que não tá respirando. >> Ne necessidade de respirar obrigatoriamente é o pico de CO2 que Faz. >> É o pico de CO2, porque quando começa a acidificar o bulbo que é
uma estrutura do teu sistema nervoso central, >> baixinho, né? Lá no cérebro, baixinho, parte baixinho logo embaixo ali do da da tem a ponte, o bubo e falou. Isso aqui, ó. Você tem aqui cerebelo. Aí você tem aqui o tronco encepálico, o bulbo ponte fica nessa região. Isso daqui é que controla teu batimento cardíaco, tua respiração. O bubo ele tá lá na dele. Aí Tá vendo o seguinte, pôra, o bubo não sabe que ele tá se afogando, né? >> Mas ele tem células quimiossensíveis ligadas na artéria horta. Ele tá medindo o pH do teu sangue
de várias formas. >> O tempo todo. O tempo todo. O que que acontece? Aí ele fala assim: "Cara, pô, esse maluco, o sangue tá chegando aqui ácido para caramba, porque o pH tá caindo, tá acidificando. Ô, o maluco não respira, meu irmão. Que que tá vendo com ele? Ah, não, vou mandar ele respirar. Aí tu lá desmaireado dentro da água, daqui a pouco o bubo envia um impulso nervoso pro teu diafragma. Tu vai lá, tu teu diafragma vai, tu dá o último suspiro, aí entra água no teu pulmão, aí tu morre afogado. >> Caraca, que
merda. Deve ser brutal. >> Aí tu morre afogado, entende? Então o bubo ele recebe qual sinal? da acidificação do sangue. Quando você parar de respirar, você tá gerando ali uma acidose respiratória, né? E com isso Você vai acabar estimulando. Tanto que se tu prende a respiração, mas depois solta, tu fica como? Hiperventila para botar o gás carbônico para fora e baixar a quantidade de gás carbônico e com isso baixar a quantidade de ácido carbônico e de H+ e restabelecer o pH do teu sangue. Beleza? >> Até aí tudo bem. Aí vem o cara que quer
quebrar o recorde mundial, quer ficar em apneia pelo máximo de tempo possível e ele fala assim: "Preste atenção nisso Aqui porque isso pode cair esse ano e quem não souber não vai conseguir acertar". O cara fala assim: "Já que o que me obriga a respirar é a sensação desesperada do do excesso de CO2, antes de mergulhar, eu vou soltar muito o CO2. Eu vou ficar assim, ó, para baixar artificialmente o meu nível de CO2 para baixo do normal. E aí eu entro e aí eu vou eu vou demorar mais para ter aquele desespero, >> para
ter a vontade, a necessidade de Respirar vai demorar mais. >> Tá certo? Mas tu pode morrer. Por quê? Quando você mergula, quando você fica embaixo da água, o que acontece primeiro? Teu oxigênio acaba ou teu CO2 sobe demais? >> Normalmente o CO2 sobe. Você tem que ter vontade de respirar antes de desmaiar. >> Ninguém desmaia na naturalmente na água. Ninguém. A pessoa ela ela levanta desesperada, mas ela não desmaia. Mas esse cara >> ele tá com nível de CO2 mais baixo do que normal. Então ele tá lá dentro da água, o CO2 dele tá subindo
e o oxigênio dele tá baixando. Mas antes que o CO2 bata o limear superior de vontade de respirar, o oxigênio vai bater o limiar inferior de desmaio. E aí ele desmaia, fica inconsciente dentro da água por causa dessa manobra hiperventilatória que baixou artificialmente o CO2 dele. >> E é louco, né? Porque ele nem teve vontade de respirar. Ele tá lá no boa, Não teve vontade de respirar do nada desmai. >> Respira. Brutal. Inclusive se você mergulha muito outra coisa, tá? Doença da descompressão rápida. Se você mergulha muito profundamente, você fica submetido a uma alta pressão.
Essa alta pressão faz com que os gases no seu sangue eles fiquem muito mais compactados, faz com que eles fiquem muito mais propensos a estarem no estado líquido. Ele pressiona todo você. Quando Você rapidamente sobe, você vai para uma pressão menor, muito rápido, esses gases podem se expandir porque a pressão tá menor, então o gás expande. E aí fazendo isso, eles podem formar e uma uma espécie de obstrução no teu sistema sanguíneo. Podem formar bolhas de ar, pode gerar uma embolia. uma embolia. Isso, tem um obstáculo ali, uma espécie de bolha, né, que não é
um coágulo, né? A embolia, se eu não me engano, era uma bolha de fluido, acho que é mais própria Assim. E aí ela, você pode ter um problema gravíssimo, tá bom? Então você tem que subir lentamente. Inclusive quando os caras fazem mergulho de profundidade, eles sobem dentro de uma câmera hipobárica, tá? Uma câmera, uma câmera hiperbárica, na verdade, que vai mantendo a pressão alta por um tempo maior, pro cara conseguir se adaptar e ela vai modulando a pressão vagarosamente. Fica com isso também na tua cabeça, tá? >> Beleza. Ó, só para fechar essa última reação
aqui que a gente vai aproveitar ela depois. Olha só, outra coisa onde isso aqui pode aparecer, gás carbônico tá sendo liberado na atmosfera, beleza? Mas esse gás carbônico em algum momento, ele se deposita onde? >> No mar. >> E aí quando ele se deposita no mar, ele reage com a água, forma ácido carbônico e isso daqui vai gerar o quê? Acidificação dos oceanos. Um problema Ambiental, >> beleza? Dos oceanos. Tá vendo que a biologia toda integrada, galera? É a mesma reação ali, né? A acidificação dos oceanos, um problema muito sério, né? porque pode acabar gerando
ali eh a destruição de carapaça de carbonato de cálcio, né? Corais, crustácios, molúscicos, todos esses que têm carapaça de carbonato de cálcio podem acabar tendo descalcificação ali. >> Vocês estão entendendo, vocês estão Entendendo o nível de raciocínio macro que a gente tá instalando? A gente começou a falar de CO2, olha o que ele tá puxando agora, mas tudo reside na mesma situação que tu puxou de mergulho, tudo reside em você saber que o CO2 ele tem esse potencial para acidificar as coisas, tá? E aí o que ele tá dizendo agora é que quando você tem
muito CO2 na atmosfera, porque tu tá fazendo muitas queimadas, tá tendo muita, muito utilização de combustível fóssil à base De de carbono, como todo é, você tem esse CO2 entrando em contato com a água do mar e aí fazendo justamente aquele equilíbrio, né, em que ele vai reagir com essa água e ele vai formar ali o ácido carbônico que vai levemente acidificando os oceanos. Aí o Mário falou que isso aqui vai reagir com carapaças de carbonato de cálcio. Vamos lembrar que o carbonato de cálcio, galera, não é a hora agora de você aprender química inorgânica
do zero, se Tu não estudou nada, mas eu queria que você pelo menos soubesse que isso aqui, ó, CaCO3, isso é justamente tá certinho isso aqui, né? Tá, tá certinho. H2 tá o NOX, tá certo aqui. CCO3, esse aqui é o carbonato de cálcio. Isso aqui é um sal de caráter básico. Então tudo a maioria desses carbonatos, tá bom? Então, carbonato de cálcio, o carbonato, tudo tem uma tendência de ser e um pouco mais básico, tá? Esse aqui, esse aqui é o Mais famoso, o que mais cai na prova. Isso aqui é um sal que
tem um caráter básico, ele pode fazer uma reação com esse ácido aqui, tá bom? E isso vai desintegrando ele, tá bom? Então, H2, CO3 vai fazendo uma desintegração disso aqui, mas isso aqui faz a carapaça do bicho, né? E aí o bicho fica sem carapaça, começa a ter as consequências da acidificação dos oceanos. Quer falar algumas só para eles fixarem? O que que tem que pensar na prova? >> É, hemolúgico, crustácio, beleza? Eh, enfim. Então esse é uma coisa da chuva ácida, né? Porque isso aqui também é o isso aqui também é o mármore. Os
mármores também são feitos de carbonato de cálcio, tá bom? E aí você tem esculturas de mármore, prédios ali que tem acabamento de mármore, só que na chuva ácida você geralmente não vai ter aqui, não é o ácido carbônico principal pela chuva ácida, né? Na chuva ácida o grande problema é que você tá jogando Óxidos na atmosfera, tá? Então tu joga os principais aqui, tá bom? Óxido de enxofre, dióxido de enxofre, >> trióxido de enxofre, né? E o de nitrogênio, não é isso? Então aqui o NO3, tu joga esses óxido aqui, eles vão reagir com água
e vão formar os seus respectivos ácidos, tá bom? Esse aqui, por exemplo, só para você pegar a visão, ele reage com água, ele vai formando aqui o H2SO4, tá bom? Reagindo com a água. Pode até Fazer a soma que você vai ver que somar isso aqui com H2O da isso. Esse aqui também pode reagir com água e formar ao invés do ácido sulfúrico, ácido sulfírico, mas o mais normal é que ele reaja com oxigênio mesmo. Primeiro ele reage com oxigênio meio mol, vira aqui o trióxido de enxofre, depois o trióxido de enxofre reage com água
e vira o H2SO4, tá bom? E esse aqui pode virar também o ácido nítrico, que é um forte oxidante bem ácido. Isso aí vai caindo Aí vai causando o mesmo problema de acidificação. Mas aí é é claro que também afeta os oceanos, mas afeta mais a vida urbana, a chuva ácida, tá bom? >> Aí sabe qual é o bom de quem tá desde o início nessa aula, >> mano? Tá subindo de novo, tem 2450 pessoas agora, >> não? E tu vai ver aí quem tá desde o início e não sai, vai começar a reconectar tudo.
Lembra que lá no início da aula a gente falou o quê, meu irmão? Tem aqui a a gente falou que um fator de desnaturação de proteína é o quê? O pH, >> pH, >> o pH, beleza? Era aquele gráfico assim, ó. Toda enzima tem um pH ideal para atual toda proteína e fora dessa faixa de pH, ela diz natura, não é? Aí, olha que coisa interessante, como é que a hemoglobina, como é que a tua hemácia sabe onde ela tem que entregar o oxigênio? Porque olha só, tá aqui a tua hemoglobina ligada aqui ao oxigênio,
Beleza? Tá aqui ligado ao oxigênio. Por quê? Porque ela tem afinidade pelo oxigênio, beleza? Só que essa afinidade é variável. E o que que faz diminuir a afinidade da hemoglobina pelo oxigênio? Quando baixa o pH. Por quê? Se baixou o pH é porque tem muito gás carbônico ali. Se tem muito gás carbônico é porque provavelmente tá tendo muito ciclo de creves e tá precisando o quê? De oxigênio ali, já que tá tendo muito trabalho metabólico. Beleza? Então essa Queda do pH vai levar uma leve modificação do sítio de ligação aqui do oxigênio com a hemoglobina.
E ela já não quer tanto oxigênio, ela perde afinidade a ela, libera aquele oxigênio ali. Beleza? >> Brutal. >> Olha que parada legal quando você associa aquilo que você tava vendo lá e depois a gente peguei essa explicação, não tava me distrair. Desculpa. Só que fala de >> Quer que eu explique de novo? Beleza. Olha só, >> curtinho, só para pegar, >> ó. Hemoglobina se liga aqui ao oxigênio. Beleza? >> Para ela ligar tem que ter afinidade. >> Aí vamos dizer que ela ligou, passou lá no pulmão, pegou o oxigênio. Onde é, como é que
a hemoglobina sabe onde ela tem que largar esse oxigênio? Hã, >> no local que tá com pH mais baixo. >> Ah, >> por se tá com pH mais baixo indica o quê? Que tá produzindo muito gás carbônico, >> tá reagindo com água, formando ácido carbônico, tal, tal, tal. Então é porque tá tendo muito trabalho metabólico e o pH baixo gera uma leve desnaturação desta proteína, da hemoglobina, que então se dissocia liberando então o oxigênio. OK? Lembrando que esta hemoglobina aqui, ela tem um grupamento chamado de grupamento M. Agora eu quero Retornar aqui em cima para
te mostrar uma coisa importante. Peguei o oxigênio. Eu peguei o >> Posso apagar tudo que tá nessa tela. >> Pode apagar tudo que tá nessa tela. >> Quadro limpo. Vai. >> Lembrou do grupamento M? Deixa eu só agora mover para aqui de novo pra minha proteína. Deixa eu diminuir aqui pr >> sumiu tudo. >> Sumiu tudo. Ah, não tem problema não. Então eu desenho aqui de novo. Tá ótimo. No >> olha só. Então tinha ali minha mitocôndria, tinha aqui a membrana interna, os meus nados e fes chegaram aqui, transferiram seus elétrons para os acceptores de
elétrons, pros complexos de acceptores de elétrons. Os elétrons passaram de aceptor aceptor na cadeia transportadora de elétrons e chegaram ao oxigênio. Olha só, para que para que o oxigênio pegue esse elétron, ele precisa se conectar em Alguém. Beleza? Aqui vai ter uma uma proteína, né, que a gente vai chamar de citocromo se oxidase, que é responsável por fazer o quê? transferir o elétron desse último complexo aqui, do complexo 4 para o oxigênio. Então o oxigênio tem que chegar aqui, se ligar o grupamento M que tem lá na hemoglobina, tem aqui também. Por isso que o
oxigênio também se liga aqui a citocromoxidase E transfere a citocromoxidase, então transfere o elétron pro oxigênio. Só que tem um problema. Eu falei com vocês que o monóxido de carbono e o monóxido de carbono e o caneto também tem afinidade pelo grupamento M e também se ligam a citocromo seoxidase. Se uma dessas moléculas então se ligar, o elétron vai ser transferido para o oxigênio? Não, se o monóxido se ligar aqui ou oceanito e ficar preso aqui, vai parar de transferir elétrons, porque se O elétron não vai para oxigênia, ele fica preso aqui, entende? E aí
para toda a cadeia transportadora de elétrons. Se para a cadeia transportadora de elétrons eu vou ter bombeamento de ons H+ aqui para cima? Não. Vai ter passagem de OH+ pela TP sintase? Não vai formar ATP? Não. Então o que que esta molécula está fazendo? se o monóxido carboneto estão sendo inibidores da cadeia respiratória, da fosforilação oxidativa. Beleza? Então, quando eu tenho uma substância Que age como um inibidor da cadeia respiratória, eu paro de produzir ATP porque eu paro de transferir elétron ali na cadeia transportadora de elétrons, OK? Ele então está aqui atuando como um inibidor
competitivo. Por quê? Porque ele compete pelo mesmo sítio de libertad. E você entrou então em inibição, >> inibição competitiva. >> Ah, mas eu tenho medo disso cair, eles não terem ficado com isso tão claro. Tu Mostra primeiro o geral disso aqui. Mostra só aquele desenho geral, tipos de inibidores e depois tu vem para cá. Vamos lá, >> pra gente não não se arrepender. Depois, olha só, aqui nesse cantinho você mostra, ah, tipos de inibidor, o que eles têm que levar mesmo pra prova, porque se cair essa daí vai cair um textão e vai tendo as
opções assim, ó, inibidorérico, inibidor competitivo, inibidor não competitivo. E aí tem que Saber >> muito firme. >> Então vamos lá, galera. Ó, lembra que a gente falou lá atrás que tem três fatores que interferem no metabolismo enzimático? Quais são? temperatura, o pH e a concentração do substrato. Gráfico da temperatura era sobe e desce, do pH sobe e desce e da concentração do substrato sobe e estabiliza. Sabe o que isso significa? Que é o seguinte, ó. Imagine que eu tenho aqui uma enzima. Essa enzima, ela tem três sítios de ligação pro meu substrato. Beleza? Tranquilo? Imagine
que aqui eu tenho o meu substrato. Que que é o substrato? É aquilo que vai se ligar na enzima, beleza? para reagir com ela. Vamos dizer, pegar aquele exemplo que a gente deu, ó, peróxido de hidrogênio H2O2, vai ter a catalase que vai se ligar a ele e vai gerar o quê? Produtos, água e oxigênio. Beleza? Então, quando o meu substrato se liga no sítio de ligação, Reage e forma produtos. Vamos dizer que aqui o meu substrato se ligou, em 2 segundos formou dois produtos. Então vou botar aqui, ó, ele levou eh com um substrato
eu gerei quantos produtos? Dois produtos em 2 segundos. Tá beleza? >> Beleza. Aham. >> Bom, vou botar um pouquinho mais de substrato. Botei um pouquinho mais de substrato. Então, em 2 segundos agora, ao invés de gerar dois, eu vou gerar Quantos produtos? >> Quatro produtos. >> Tu tá aumentando a concentração do substrato e tá aumentando a eficiência enzimática por causa disso. >> Porque eu tô gerando mais produto na mesma unidade de tempo. >> Exato. Bota mais um. Então, >> vamos botar mais um. Se ligou aqui. Então vai formar agora o quê? >> Vou tirar. Vou
formar agora >> mais dois produtos. Tá formando seis Produtos. Perdão. Culpa minha. Eu que tô não é eu >> tudo bem. Aí ó, botei mais um terceiro substrato. O que que aconteceu? Formei seis produtos. Ah, Mário, bota mais. Vamos botar mais então ainda >> agora eu tenho quatro substratos, só que eu só tenho três sítios de ligação >> na enzima. Isso aqui é estrutura da enzima. >> É enzima. Eu só tenho três sitos de ligação. Então, mesmo que eu bote 1/4 Substrato, eu vou continuar naqueles 2 segundos formando apenas seis produtos. Por quê? Porque eu
tenho que esperar eles usarem o sítio de ligação, reagir, liberar o sítio para poder chegar mais. Então agora, por mais que eu coloquear produto, entende? Eu cheguei no meu nível máximo de saturação da minha enzima. Todos os sítios de ligação estão focado. >> Saturada. >> Exatamente. Beleza. Agora vamos imaginar O seguinte. Imagine que vou pegar e vou desenhar em enzima aqui de novo novamente outra vez, né? Peguei aqui em enzima, meus três sítios de ligação. Agora eu botei dois sub três substratos meus, só que eu botei também um inibidor competitivo. Que que é isso? É
uma substância que compete pelo mesmo sítio de ligação. Vou botar ela >> é tipo um substrato falso, que não é bem O que tu quer, talvez. Isso, exatamente. É, por exemplo, >> acho que ele é parecido com o substrato original. >> Exato. Ele é muito parecido com esse substrato. >> Se tá com dedo, acho que vai ficar massa porque vai ficar branco. Olha só aqui, ó. >> Ah, sim. Show. >> Esse safado aqui é igualzinho a esse aqui. >> Esse daqui é o meu inibidor competitivo. Ele tem é ele é muito parecido quimicamente. E aí
ele também se liga ao substrato. Aí agora eu tenho três substratos. Antes com três substratos eu gerava quantos produtos? Seis. Só que se por acaso esse daqui se ligar, mesmo que eu tenha três substratos, só dois conseguindo ligar, eu vou formar quantos produtos? Eu vou formar quatro. Então vai acontecer isso aqui com o meu gráfico, ó. Eu vou formar, deixa eu Fazer agora aqui com o dedo, ó. Eu vou formar isso aqui, beleza? Apenas com três substratos. Eu tô com os três aqui, só que o meu inibidor ligou, então eu só vou formar quatro produtos,
senão não vou formar mais seis. Eu alterei a eficiência ali da minha enzima, beleza? Alterei a velocidade máxima da minha reação. O lance todo é que assim, ah, Mário, mas aí se eu aumentar muito a concentração do substrato e não alterar do inibidor, vai chegar uma hora que eu Vou ter tanto substrato, tanto substrato, tanto substrato, tanto substrato, que a chance do meu inibidor se ligar vai ser irrisória, entende? ele provavelmente não vai conseguir ligar, então eu vou chegar na velocidade máxima de reação que eu chegava antes. >> Mas é porque mesmo até no inimidou
tenho muito substrato. >> Eu tenho substrato. Então cara com no em altas concentrações de substrato, a a competição ela fica irrisória. Ele não Consegue competir porque eu mantive baixas concentrações. >> Ele só tá inibindo enzima porque ele tá tomando o lugar do verdadeiro substrato, porque ele é semelhante quimicamente, tem o mesmo sítio de ligação ali. >> Exato. Então esse aqui eu arranjo chave fechadura dele similar. >> Exatamente. Então esse daqui é um inibidor competitivo. Agora tem o inibidor não competitivo. Aí ele fala Mário, mas como é que ele vai inibir >> sem competir? >> Sem
competir, sem se ligar, sem ocupar o sítio de ligação dele? Então algumas enzimas chamadas de enzimas aloestéricas, >> elas têm hum outros sítios de ligação aqui para outras substâncias. >> Ah, ela também pode usar, pode ligar em outros substratos, né? >> Isso aí o que acontece? Vamos dizer que esse aqui seja o meu inibidor não competitivo, tá? Deixa eu apagar esse Dato aqui, ó. Beleza. Tem aqui o meu inibidor não competitivo. O que que acontece? Ele pode se ligar aqui. É, Maro, problema nenhum. Os sítios de ligação tão OK ali, né? Aí é que tá.
Quando ele se liga nesse outro sítio de ligação, ele acaba promovendo a inativação de de um desses sítios de ligação aqui, por exemplo. Então, ao invés de ter três sítios de ligação pro meu substrato, agora eu tenho dois. Então, por mais que eu coloque, então se Eu botar aqui um substrato, aí eu vou gerar dois produtos. Lembra que o meu substrato ele acaba gerando ali reage, gerou dois produtos. Ah, botei dois substratos, vou gerar quatro produtos. Botei três substratos, vou continuar gerando quatro produtos. Por quê? Porque eu tenho aqui o meu sítio de ligação inativo.
Ah, mas aí se eu botar mais e mais e mais e mais e mais, vou continuar gerando quatro, porque a questão agora não é uma competição entre eles. Agora Eu não tenho sítio de ligação. Então, nesse caso, o meu gráfico aqui, ele vai sempre ficar aqui no quatro. Eu nunca vou alcançar a velocidade máxima de reação, tá? Então isso é para você entender que nesse caso aqui de um inibidor não competitivo, né, você não vai nunca mais conseguir chegar na velocidade máxima de reação que você tinha antes. No inibidor competitivo, você até consegue com altas
concentrações substrato. OK? Agora voltando para cá, pro nosso >> então calma aí. Esse segundo inibidor foi o inibidor o quê? >> Foi o não competitivo. >> Tá perfeito, perfeito, perfeito. >> Beleza. >> OK. Agora, olha aqui, voltando então pra minha mitocôndria. Mário, você falou que tem o inibidor, então ele se liga ao sítio de ligação que o oxigênio deveria ligar, não transfere o elétrono para Oxigênio e por isso, de fato, para a cadeia respiratória não vai ter mais produção de ATP. Exato. Agora tem uma outra substância que o Enem tem gostado de cobrar, meu irmão,
que não é o inibidor competitivo, é na verdade o desacoplador. Ô, o iní não competitivo, ele também pode aparecer em prova como iníbido aloférico? >> Pode, né? O inibidor aloistérico que é uma enzima alostérica, é esse enzima que Tem outros sítios de ligação. É como se eu tivesse aqui, então eu tenho meu sítio de liga, eu sou um enzima, eu tenho meu sítio de ligação principal e eu quero ligar no substrato. >> Isso. >> Mas eu também tenho um sítio de ligação aqui no meu braço, sei lá. >> Aham. Aí tu pega aqui no meu
braço, tu é outro substrato, tá? Eu dou >> aí quebrei o sítio de ligação. >> De alguma forma isso afeta o meu sítio Principal >> e reduz a minha ligação com quem eu deveria me ligar. >> Isso. Isso às vezes é até bom. É uma maneira do teu corpo controlar se aquela enzima tem que funcionar ou não. Às vezes eu não quero que ela funcione. Então eu libero uma substância que inibe o funcionamento dela, entende? Controla também para que essa enzima não trabalhe além do necessário. Tá bom? Agora, olha só, isso daqui é o mecanismo
da inibição Competitiva e o inibidor da fosforização oxidativa age assim. Agora tem uma outra substância que vai fazer o seguinte, ó. >> Tá? Mas aí o o você já falou o cianeto? >> O cianeto ele age como então >> como um inibidor da cadeia respiratória, >> assim como o monóxido de cav, >> ele vai entrar, vai grudar aqui e não vai permitir que continue o transporte de elétrons por aqui, vai cessar todo o gradiente, né? Como que isso cai na prova? A alternativa que vai dizer isso, O inibidor ele interrompe o fluxo de elétron pela
>> interro e impede a formação de ATP ou diminui a formação de ATP. Beleza? >> O cananeta é bem bizarro, né? Entendi. E detalhe, cuidado com isso. O monóxido de carbono, muita gente tem dúvida, Pedro, pera aí. Você tinha dito que o monóxido de carbono ele se ligava na hemoglobina e não deixava a hemoglobina ligar com oxigênio. Agora você tá dizendo que ele se liga numa proteína de crista Mitocondrial e não deixa. Ele faz as duas coisas. Ele é tanto um inibidor, ele ele tanto faz a ligação estável com a hemoglobina, quanto na mitocôndria ele
também aparece lá para atrapalhar. Ele tem os dois papéis malditos, tá? >> Por quê? Porque essas tanto a hemoglobina quanto a citocromoce oxididade tem o tal do grupamento M, >> que tem afinidade com oxigênio, aquele que tem ferro e tal. Beleza? Agora olha só, vamos supor que aqui agora a gente Vai ver uma outra coisa. chegaram os nads e fades aqui carregado com seus elétrons bonitinho, pá, querem transferir os seus elétrons e os seus hidrogênios, tá? Aí eles vêm, transferem os seus elétrons para os acceptores de elétrons, tudo normal, tá? Passa, chega aqui no oxigênio,
os íons H+ são bombeados aqui pro espaço intermembranas, tá? Vem para cá. E aí, qual seria a tendência? Esses IS H+ atravessarem quem? A nossa enzima, A nossa proteína, ATP sintase, tá? Mas algumas substâncias podem impedir que o H+ atravesse a TPsintase. Por quê? Porque essas substâncias podem desfazer o gradiente de prótons. Ou seja, que que eu tô falando? Tem um gradiente de prótons aqui, tem H+. Só que algumas substâncias podem abrir portas que permitem a passagem desses íons H+ para a matriz sem atravessar a ATP sintase. Ou seja, eu desfiz o gradiente de prót.
>> Tu desacoplou ele? >> Eu desacoplei. Eu fiz um desacoplamento da fosforilação oxidativa. Olha, você tinha uma, você tinha uma turbina aqui no teu terreno e tem um um fluxo de água passando na tua hidraelétrica. Pegou ali um vizinho e desviou aquele fluxo de água pra propriedade dele para ser aproveitado daquilo ali para outra coisa. >> Exato, né? Desviou o fluxo. Agora a energia potencial que eu tinha aqui, eu Vou utilizar para outra coisa. Eu não vou usar mais para produzir ATP, eu vou usar para produzir o quê? Calor. Beleza? Eu vou desviar para produzir
calor. Normalmente calor, tá? O que que eu tenho aqui? Então, um desacoplador, tá? Toda vez que a questão fala, ó, o fluxo de elétronos, ele não é interrompido, o consumo de oxigênio continua, porém agora lá na mitocôndria, eu estou desfazendo o gradiente de prótons e estamos produzindo calor. Beleza? A gente tá falando de um desacopulador. E aí você tem, por exemplo, moléculas como a termogenina, que é encontrada em animais que hibernam, que nesse caso tem que produzir calor para aquecer o corpo, beleza? Ou seja, normalmente são substâncias termogênicas, beleza? Então você vai ter ali o
dinitrofenol DNF, que é um termogênico. Preciso decorar esses nomes, não. A irizina, que é um hormônio que é Termogênico. Os próprios hormônios tiroidianos T3 e T4, que também atuam no processo de termogênese, beleza? Que regula o metabolismo basal. Se a pessoa, por exemplo, tá com hipotiroidismo, o que que acontece com ela? com hipotiroidismo, ela ela sente muito frio porque ela tá com pouco, o metabolismo dela tá baixa, ela não está fazendo termogênese adequadamente, inclusive acumula gordura, porque muitas vezes essa esse calor ele vai ser gerado a Partir da queima da gordura, não apenas só da
glicose, tá? Porque a gordura também é fonte de energia e também pode ser utilizada aqui, né, na na para gerar para para fazer a respiração celular, né, tanto o ácido grcho quanto o glicerol. O que que é isso? Quando eu quebro uma molécula de gordura como um triaciloglicerol, um triglicerídeo, eu gero ácido gráoglicerol e eles podem ser utilizados na respiração celular. Beleza? O glicerol pode ser convertido Em glicose, o ácido grasso pode entrar como intermediário lá no ciclo de crebes e eles podem ser utilizados para isso ao ou para gerar calor. Falou de mitocôndria, geração
de calor, tu vai associar a um desacoplador da cadeia respiratória. >> E urso e bebê. urso. Tem uma tem uma proteína chamada termogenina, que essa proteína faz isso aqui. Então, a termogenina é uma proteína que ela tá aqui naturalmente Para fazer isso, mas não na gente tanto, né? Quem tem muito essa proteína termogenina, que é uma proteína que desacopla isso, são ursos >> e bebês. Ela fica numa coisa chama tecido adiposo marrom. >> Essa proteína funciona exatamente como ele explicou agora, ela desacopla. Mas por que que desacoplar isso aqui pode ser interessante? Porque aí ao
invés do gradiente ser utilizado para produzir ATP com essa energia mecânica aqui, ele É utilizado para produção de energia térmica e urso quando iberna precisa disso. E bebezinho tem muita dificuldade de regular a própria temperatura. Então o nenenzinho quando nas tem esse tecido adipouso com termogenina e ao longo da vida ele vai perdendo isso. Certo? >> Certíssimo. Ô, batamos essa parte de metabolismo energético, tá? De metabolismo energético. Ah, não. Vamos falar de fotossíntese. >> Fotossíntese. Vamos então. >> Fotossíntese, né? >> Focado no que pode cair na prova. Eu acho que não não é necessário entrar
com profundidade em, pô, fotossistema 1 e do clorofila P680. >> Não, a única coisa que precisa saber aqui que é que o Enem já cobrou também, porque assim, gente, essa parte de metabolismo energético é a parte talvez mais complexa, porque o Enem ele cobrava tanto, como o Assad falou, que ele teve que começar a cobrar de um modo um pouco Mais intenso, né? Então quando a gente pensa >> fotossíntese, eu também acho que tá cobrando de uma maneira um pouco mais tensa, >> tá? Eles já cobraram fotofosforilação, né? Eh, não com esse nome, mas eh
tem um até uma questão que a gente vai fazer aqui que ele vai mostrar o processo de fotofosforilação ali, né? Então, olha só, gente, vamos lá. Fotossíntese. Tua última chance de acertar isso no Domingo. >> Boa. >> É a tua última chance de não errar isso aqui no domingo, tá? Lembrando que tu não erra aquilo que tu não sabe normalmente, tu erra aquilo que tu esquece, beleza? Então, se tu tá nessa aula, você tá no local certo para você não, pô, dá muita raiva se você sair dessa aula e depois falar assim: "Poxa, errei a
questão que o Mário e a Sad falaram no dia, só que eu já tinha Saído". Pô, não dá esse mole, né? Olha só, fotossíntese, galera, é o processo basicão em que a gente vai pegar gás carbônico e vai utilizar isso para formar glicose. Beleza? Só que para isso, qual é o meu objetivo, né? Eu quero também ter entrada de energia nas cadeias tróficas. Ou seja, o que que te mantém vivo? Você é movido a energia solar indiretamente. Você não fica lá, pô, pegando luz, botou uma camisa verde, vou fazer fotossíntese. Claro que não, Né? Mas
você indiretamente está sendo movida a energia solar. Por quê? Porque a planta pega a energia da luz, utiliza para formar glicose, tu pega a energia da glicose e usa. Beleza? E assim, ao longo das cadeias alimentares, aquela energia que os produtores conseguiram fixar, vai sendo passada ali nas cadeias alimentares. Lógico, né, que o nível que está abaixo, né, os produtores utilizam parte dessa energia para fazer a respiração celular deles, então fica Menos energia disponível pro nível seguinte e assim por diante. Beleza? Então a gente quando analisa uma pirâmide de energia que a gente vai ver
em ecologia, né, a gente sabe que vai diminuindo cada vez mais a energia disponível conforme a gente vai subindo nos níveis tróficos. Mas a ideia então aqui é o seguinte, quero usar essa energia da luz. Vamos dividir a fotossíntese então em duas fases, tá? Vou tentar simplificar, tá galera? Pra Gente poder andar que tem muita coisa pra gente ver hoje, muita coisa que ainda pode cair na tua prova. Fase clara e a fase escura. Aí tu falar, Mário, fase clara acontece de dia e escura de noite, né? Claro que não. Se a fotossíntese acontece todo
de dia, beleza? Show. Porque é fotossíntese, eu vou usar a energia da luz para produzir, para produzir glicose. Beleza? Que que acontece na Fase clara, galera? Cada fase aqui tem um objetivo, tá? Qual o objetivo da fase clara? Formar duas coisas: ATP e >> precisa de energia, Mário? Preciso de energia. Mas para gerar energia precisa. Eu quero gerar, eu quero produzir glicose para gerar energia, mas eu gasto energia para produzir a glicose, gasta, mas o saldo no final é positivo, né? >> A gente é investimento isso aqui. Tu gasta um pouquinho de ATP para produzir
Glicose, para com essa glicose produzir muito ATP. Beleza? >> Então, na fase clara, o que que vai rolar aqui? A luz, >> ela chega lá na folhinha, tá lá a folhinha feliz, contente ser ela é pimpona, né? >> Bate na folhinha, a folhinha tem o cloroplasto, dentro do cloroplasto tem a clorofila. Exato. Clorofila é um pigmento fotossensível, então a clorofil ela é passível de ser excitada pela Radiação eletromagnética da luz visível. Certo? >> Perfeito. Então, >> e aí >> bateu lá. >> Bateu. >> O que que ela faz com essa energia que ela recebeu agora?
Fica, vira uma clorofila excitada, né? >> Isso. E aí o elétron que ficou excitado sai da clorofila e vai passar por onde? Por uma cadeia transportadora de Elétron. Ah, igualzinha aquela ali que a gente viu na inspiração celular. É. E isso vai formar o quê? ATP. Ah, entendi, Mário. É por isso que esse processo aqui, o que que eu fiz? Eu liguei a DP com fosfato, com essa energia aqui que foi liberada dessa excitação do elétron. Beleza? A luz excitou o elétron e eu usei essa energia da luz para ligar um fosfato ao ADP. Ou
seja, o que que eu fiz? Eu fosforilei, mas eu fosforilei usando a energia de Quem? Da luz. Por isso que esse daqui é a etapa em que tá rolando uma foto fosforilação. Ô, legal, Mário. Fui lá, fiz a fotofosforilação, produzi ATP. Esse elétron ele pode voltar para cá. Nesse caso, é uma fotofosforilação cíclica. Ou esse elétron pode não voltar para cá quando ele é capturado por uma molécula de NAD PH. É igual o NAD, é um transportador de elétrons, só que aqui tem um fosfato. Beleza? Então, ah, Mar, Mas aí o elétron, a a minha
clorofila vai ficar sem elétron? Ela pode ficar? Não, ela não pode ficar sem elétron. E de onde então eu vou arrumar elétron para ela? Lembra que a tia Teteca falava que precisava de água para fazer fotossíntese? É, é verdade. É verdade. >> Mas para que que precisa de água para fazer a fotossíntese? É porque nesse momento a molécula de água vai ser quebrada para ceder um elétron para esse fotossistema aqui que olhar que faltar. A gente pode assumir que na fotossíntese, de maneira assim bruta, geral, vulgar, quase, a gente primeiro vai fazer aqui uma fotólise
da água, vai quebrar a água para arrancar elétrons pro acontecendo. A gente pode levar pra prova a imagem assim de que a água ela é a fonte renovável de elétrons da fotossíntese? >> Pode, pode, deve. Eu lembro que já teve uma questão que a resposta era essa, que o papel da água na fotossíntese é ser Fonte de elétrons. >> E aí você vai falar: "Pô, Pedro, mas pera aí, >> quebrar água é extremamente difícil para você arrancar um elétron da água. Tu vai ter que quebrar aqui ligação covalente dela, fortíssima. Não estamos falando aqui, galera,
de ruptura de ponte de hidrogênio. Quando a água ela entra em ebolição a 100º, que tu tá rompendo uma ligação intermolecular dela, uma interação intermolecular, não. Estamos Falando de quebrar isso aqui >> só dela. >> Mas a planta consegue com a energia do sol fazer isso. >> Exatamente. E o detalhe, o oxigênio depois então é liberado na atmosfera. Beleza? Então, ah, fotossíntes libera oxigênio. Tu sempre pensou que era assim, ela pega o gás carbônico, usa o carbono e libera o oxigênio, né? Não, o oxigênio que a planta libera é da água. E o Enem já
cobrou disso, já cobrou Isso. Beleza? Então é da água, não é do gás carbônico. Pô, Mário, mas para que que eu quero pegar NADP e ATP? Porque o que foi formado aqui foi ATP e na DP. Porque a fase escura tem um ciclo de reações químicas que só acontece se tu usar o ATP e o NADP produzido lá. Ah, aqui vai usar a luz? Não vai. Mas se não tiver gerado ATP e NADP, como é que eu vou rodar isso aqui? Eu não vou ter energia para rodar isso aqui. Não vou ter um DP para
transportar Eletrohidrogênio para lá. Então aqui o gás carbônico ele finalmente vai ser utilizado num ciclo de reações químicas que a gente chama de ciclo das pentoses >> ou ciclo de Calvin Benson. >> Nossa. Perfeito. >> Beleza. >> É aqui que tu vai realmente montar o o a glicosear gás carbônico. >> Gliose. Exatamente. Aí Mário, precisa saber as reações daqui? Não. Você só tem que saber que aqui eu vou pegar o ATP Que foi produzido aqui, vou usar. Vou pegar o N de P daqui foi produzido na fase clara e vou reoxidar ele, né? Beleza? E
aí vou girar esse ciclo duas vezes e a cada dois giros vamos produzir C6 H12 A6 glicose. Beleza? Uma parada agora que me deixou tão triste. Eu queria comentar, vai fugir da aula, mas é rápido. É porque foi uma parada que me deixou triste mesmo. Geralmente eu ignoraria ou eu seria bem estúpido, mas apareceu para mim, eu quero falar mesmo, Quero deixar registrado, quero expor isso, apareceu para mim um vídeo de um moleque, >> cara, acho que foi um dos vídeos mais maldosos que eu já vi na minha vida. acabou de aparecer ali para mim,
mandaram para mim, né, que o moleque tá filmando a nossa aula. Tem várias pessoas postando no TikTok a nossa aula. O moleque filmou e se você tá assistindo ainda, pô, essa mensagem é para você e para qualquer pessoa que esteja pensando Na mesma coisa. Ele filmou um dos momentos em que eu te interrompo e eu dou uma daquelas explicações grandes. Ele falou: "Olha só que absurdo, olha que ridículo, olha que cara escroto, olha que cara". falou várias palavras, olha que cara doente, ele tá interrompendo o professor e tá ficando 10 minutos falando um um bosta
desse. Cara, isso é muita maldade, mano. >> Aqui somos dois professores, galera. Não é um professor aqui. Somos dois Professores. Aí tem gente que fala assim: "Ah, não, mas o Assad, o Assad é". Gente, olha só, posso falar só falar uma coisa sobre isso? Eu sou professor. Sabe qual é a qual é o maior desejo de um professor? que o aluno aprenda, porque se ele sabe, ele é capaz de ensinar aquilo que ele aprendeu. Todo mundo que aprende alguma coisa é capaz de ensinar naquela alguma coisa. Se ele não é capaz de ensinar, significa que
eu falei, entende? E eu não falei com Asad, Né? Pelo contrário, né? Deu muito certo, porque ele ensina e eh muito bem, inclusive. Então aqui eu não sou professor e ele é a o >> Não, e eu e eu o tempo todo, eu eu te pergunto mais o tempo todo. Eu tô aqui me colocando o tempo todo pedindo a tua validação. Galera, por que eu tô fazendo questão de comentar isso? Não é por nenhum motivo de engajamento nada disso, não. É mais um uma mensagem assim pro coração de vocês. Cara, não sejam tão Maldosos, não
espalhem tanto ódio. A gente tá aqui feliz, a gente tá interagindo. Você não ficou feliz quando eu te chamei para cá? Pô, é um absurdo. Pra gente é um momento de imensa felicidade estar aqui junto dividindo. A gente sabe do impacto do que a gente tá fazendo, de quanta gente a gente tá ajudando. >> Quando você não viu o Rafael feliz nos últimos dias pelo nosso trabalho? Pô, eu dou aula perturbando mesmo. Eu sempre Falo, meu papel aqui é esse, é ficar perturbando, me metendo nas paradas. Então, galera, essa é a dinâmica que a gente
construiu nessa aula. Vai ter aulas lá no assad vestibulares tradicionais que 98% delas o Mário vai estar sozinho explicando coisas muito avançadas, coisas muito complexas com toda a calma do mundo. E é isso, entendeu? Cada aula tem uma dinâmica, mas esse formato aqui, eu acredito que é um formato que propicia um aprendizado Muito rápido, mas às vezes você tá afetando seu aprendizado pela sua maldade. >> Uhum. >> Então, pô, vamos ter um pouco mais de de empatia mesmo, mas também além de empatia, porque empatia diz respeito a mim, não é isso, cara? Vamos ter um
pouco mais de bondade no coração, entendeu? A aula tá maravilhosa, tá fluindo tão bem. Eu tô tão feliz de estar aqui, eu tô aprendendo tanto, Pessoal tá aprendendo tanto, tá bom? Então, vamos focar em coisas boas, coisas positivas. Tem outros professores de biologia que estão fazendo aula nesse momento e estão sozinhos lá. Eu não tô perturbando eles. Então você também pode trocar de aula se for melhor para ti, >> tá bom? >> E se você fala assim: "Não, mas eu quero só o Mário me explicando, cara, o que que você faz se você quer só
o Mário te explicando sem esse caos de eu Perturbando ele? Tu assina aqui a nossa Black Friday, vai abrir amanhã, tá bom? Por 2497 você vai levar a plataforma nova vitalícia e vai levar de brin >> 24 meses de acesso ao ass vestibulares tradicionais. vai te preparar para Fest, vai te preparar para Unicamp, pros vestibulares mais difíceis do Brasil, tá? E vai ter eu, se tu quiser também ter comigo, na parte de Enem explicando todo o conteúdo e o Mário explicando o aprofundamento de cada conteúdo. Beleza? Vamos seguir. Isso, isso sim é uma interrupção desagradável
pra gente ter que fazer isso né? >> É, mas ó, eu acredito que o bem supera o mal. Então, galera, galera do bem, dá o coraçãozinho aí, né? comenta positivamente, que quando o bem ele vem e suprime isso tudo, meu irmão, aí ó, vai lá coraçãozinho, coraçãozinho, coraçãozin para pro bem superar e ficar tudo bom demais. Beleza, vocês não vão extrair o pior de mim. Eu falei ontem, Postei um vídeo ontem, falei assim, eu não quero mais entregar o pior para vocês. Então, mesmo vocês, pô, sendo às vezes tão perversos assim, eu quero justamente lembrar
vocês de, pô, parem de ser assim, cara. Isso aí não tem motivo. A maioria, as pessoas que falam coisa assim, eu não fiz nada para vocês, galera. Eu tô aqui dando aula e tô junto com ele. Vamos cair para dentro. >> É isso aí, galera. O comentário é sobre aula, meu irmão. É, é, é. Se tu tá Focado em aprender e a tua prova é domingo. Domingo, cara, domingo. Teu foco não pode estar em nenhuma outra coisa, nenhuma outra análise. Tua análise, teu foco agora em aprender. Beleza? >> Olha que canalha. Olha que canalha. O
moleque é aluno da plataforma, eu gosto dele. E ele tá dizendo que foi ele que fez o vídeo e fez assim para viralizar e falou que tá viralizando. Pô, mas aí você [risadas] >> é cuidado com >> esse moleque. É bom, cara. Pô, mas aí você foi demais, cara. Você botou muito ódio. Até acreditei na parada, mano. Nossa, >> pô, tu é um ator, meu irmão. Caraca, >> ele fala cheio de ódio na voz. Pô, você tem que dar uma palinha no final assim de que não é bem isso, mano. Os cara não sa >>
depois, depois depois faz o react desse >> que moleque doido, cara. Esse moleque é Aluno da plataforma. Ele ele ele aplicadas sempre nas aulas, pô. >> Acontece, acontece. >> Ah, meu Deus. >> Então, vamos lá, galera. Que bom, que bom que não foi. Então, >> mas estamos de novo com 2500 pessoas. Má, eu nunca vi uma live assim. sempre vão caindo. Como >> que tem que subir, gente, porque olha só, se você ainda não compartilhou essa live com alguém, cara, tu tem amigo que Vai fazer, então tu não é amigo, entende? Amigo que amigo oferece
aquilo que tem de melhor, que tu tá curtindo, pô, tu tem que tu tem que compartilhar. Beleza? >> Amig, >> é isso aí. Vamos lá, então, ó, galera, com isso daqui, só para pra gente fechar fotossíntese, né? Ah, deixa eu mover isso tudo aqui. Boa. Tu tá dominando agora, né? A arte do Vai, agora que tá tá ficando bom. Um espaço em branco Aqui. >> Pode ser um espaço em branco, né? >> Tá aqui, ó. Tu em verde no caso, né? >> Isso. Isso. >> O branco nesse caso é a metáfora pr pra falta de
conteúdo escrito no quadro para disponível. >> Exatamente. Galera, ah, quais são os fatores que podem interferir ali na fotossíntese? Então, tá, intensidade luminosa, beleza? Então, se tem pouca luz, tem pouca fotossíntese. Tem muita Luz, tem muita fotossíntese. Beleza? Eh, só uma coisa, a taxa de respiração de fotossíntese, né, elas elas eh são taxas que em alguns momentos elas vão se igualar. Por quê? A tem gente que fala assim, ó, ah, a planta ela tem mitocôndria e não, tem gente que fala assim: "A planta tem cloroplasto e os animais têm mitocôndria". Não, a planta ela tem
cloroplasta e tem mitocôndria. Ela faz, usa o cloroplástico para quê? Para produzir glicose. E usa a glicose Para quê? Para produzir ATP. Então ela precisa das duas coisas. >> Ela faz a comida dela e ela come. >> Ela faz a comida dela e ela mesma come e comendo produz lá o ATP dela. >> Então, mas pera aí, aí você vai entrar aqui numa brincadeira boa, né? Tu vai, me diz o seguinte, você vai entrar agora em equilíbrio de transpiração da planta, em como que uma floresta Ah, ô, já bota aqui então comunidade climax, sei lá,
já quer quer entrar em sucessão ecológica Avançada, >> que vai desembocar nisso, não vai? >> Pode ser. Já teve que estão n vocês querem ecologia avançada. Não vamos não vamos não vou nem entrar aqui na ecologiazinha de ah, ecologia, a relação entre os seres, a relação pode ser interespecífica com seres de outra espécie, intraespecífica com seres da mesma espécie. Ela pode ser harmônica quando os dois se beneficiam, ou pelo menos um se beneficia e o outro não, e o Outro fica neutro. Ou pode ser desarmônica quando um dos dois tem prejuízo. E aí não vamos
entrar nisso. Nicho ecológico é o papel que ele executa ali, é o que ele faz, habitate, é onde ele fica. Vamos direto pra ecologiazinha avançada. No máximo a gente dá uma palinha das relações interespecíficas, interesar, né, para tu não esquecer. >> Todo mundo sabe disso, não sabe disso. >> Então aqui eu queria sucessão ecológica, O aluno de alto desempenho às vezes ainda não sabe com perfeição, comunidade, climaxese, essas coisas, equilíbrio da transpiração da planta. >> Show. Então vamos lá. Deixa eu para preparar isso, preparar esse terreno, vamos pensar o seguinte, ó. Vamos analisar aqui um
gráfico de intensidade luminosa. Beleza? Intensidade luminosa. E aqui vamos botar a essa linha que eu vou desenhar aqui agora branca. >> É a taxa >> de respiração. Taxa de respiração. Mário, tá constante? É claro que tá constante. Tu para de respirar quando tá de noite? Não. Então a planta também não. Ah, mas em qualquer intensidade luminosa, em baixa intensidade ou em alta intensidade, a respiração fica igual. Fica igual, porque a respiração não depende em nada da luz. Beleza? Agora, como é que ficaria a taxa de fotossíntese? Olha só, conforme eu aumento a intensidade Luminosa, eu
aumento a fotossíntese até chegar no meu eh limiar ali de saturação. Beleza? Que que eu quero que tu entenda disso daqui? Tu repara que até este momento aqui, ó, até esse momentozinho aqui, ó. Opa, calma aí que eu apaguei. Até mais ou menos, ó. Vou botar aqui uma linhazinha pontilhada. Até esse momento aqui, ó, toda essa parte, a planta está respirando mais do que fazendo fotossíntes. Concorda comigo? Beleza? Ou seja, ela não está Comendo, mas ela está gastando a sua reserva, OK? É tipo você de noite, você de noite, tu tá comendo? Não, tem gente
que ataca a geladeira à noite, mas se você não ataca, você de noite sobrevive fazendo respiração celular com um que tu comeu ao longo do dia, usando as tuas reservas. Beleza? Então tu vai aqui eh durante a noite usar as tuas reservas energéticas. A mesma coisa a planta nesse momento aqui, ela poderia estar perdendo massa, inclusive, porque ela tá Gastando mais do que produzindo. Beleza? Quando chega nesse ponto daqui, a gente chama esse ponto daqui de ponto de compensação fótico. Compensação fótico. Por quê? Porque nesse momento aqui a taxa de fotossíntese e a taxa de
respiração se igualam. Ou seja, a quantidade de carbono que ela tá fixando ali na fotossíntese, ela tá liberando na respiração. A quantidade de oxigênio que ela tá liberando na fotossíntese, ela tá Eh eh utilizando na respiração também. Então, nesse momento aqui, ela não tá nem crescendo, nem decrescendo, não tá ganhando massa, não tá perdendo ela tá equilibrada. Só que chega numa hora do dia que a luz, a intensidade luminosa continua aumentando e aí a taxa de fotossíntese ultrapassa a taxa de respiração. Nesse momento ela tá produzindo mais glicose do que ela tá utilizando. Ela tá
então ganhando massa, ela tá fixando carbono nesse momento, Tá? E aí aqui, galera, quando chega aqui em cima, ela tá no ponto de saturação luminosa dela. Por mais que eu coloque luz, ela não vai fazer mais fotossíntese do que aquilo. Beleza? A temperatura também é um fator limitante. Ah, por quê? Porque se eu aumentar demais a temperatura, as enzimas que atuam ali na fotossíntese vão desnaturar. A gente falou desnaturação, peda tridimensional. Como tem enzimas ali no ciclo das pentoses ou ciclo de calvin bença, essas Enzimas também podem desnaturar, perder a forma tridimensional e parar o
processo de fotossíntese. Agora, tem planta que vive em um local mais quente, planta que vive em local mais frio. Beleza? Agora, também tem planta que consegue se dar melhor em ambiente muito iluminado e tem planta que consegue se dar melhor em ambiente mais sombreado. As taxas de fotossíntese podem ser mais eficientes para uma planta num ambiente mais sombreado, né, e para uma outra num Ambiente mais iluminado. Ué, Mário, isso daí acaba interferindo em que na natureza? Olha só, vamos pegar aqui, por exemplo. >> Ô, mano, eu eu me distraí respondendo uma mensagem importante que eu
tinha sobre a abertura de manhã. Eu, o pessoal vai ficar bolado, não sei. Eu não, não peguei essação. Tu me mostraria resumidamente de novo. Claro, até porque assim como você não pegou, função não, porque eles não eles já >> tem gente pedindo também pr >> não tem uma galera que às vezes, né, ô naquele momento ali que >> tá, você intensidade luminosa, isso eu entendi. >> Intensidade luminosa. >> Que é o que é fotossíntese que ela tá fazendo >> aqui? Essa curva aqui amarela é a taxa de fotossíntese. >> Ou seja, a gente tá medindo
isso aí pela produção de glicose, provavelmente, né? Isso, >> exatamente, tá? A gente pode medir isso aqui, sabe como? Taxa de gás carbônico produzido, taxa de gás carbônico consumido. >> Por quê? Se se ela está consumindo mais gás carbônico do que produzindo, significa que ela tá fazendo mais fotossíntese. >> Aham. Aham. Porque consumir CO2 para planta é a mesma coisa do que fazer fotossínteses. Ela pega o CO2 para fazer Fotosínteses. Porque o nem arrebentar se ele colocasse aqui, se ele botasse aqui uma unidade, né, que essa unidade fosse CO2 consumido >> sobre CO2 liberado. Porque
quando essa razão é positiva, quer dizer que a planta tá fazendo fotossíntese. Quer dizer, tá fazendo mais fotossíntese do que tá consumindo. Então vamos botar valor um aqui. é o valor dessa razão aqui. Nesse Ponto aqui, a taxa de gás carbônico consumido e de gás carbônico produzido >> é igual. >> É igual. Beleza? >> Esse é o ponto de compensação fótico. >> É o ponto de compensação fótico. Beleza? >> Agora tem um excedente então de glicose, a fotossíntese vai sobrar o produto tutela ultrapassa esse ponto começa a sobrar um pouquinho de glicose. Mas é bom
porque de noite ela não vai fazer fotosíntese, ela vai ter que consumir Aquele excesso. >> Agora eu peguei. >> Então olha só. Agora, olha só. O que que tá acontecendo nesse ponto aqui? Abaixo de um aqui. >> Aí ela tá consumindo mais do que ela produz. Abaixo de um. Tá consumindo, tá fazendo mais respiração que a linha branca do que fotossíntese, que é a linha amarela que tá mais baixa. Beleza? Significa o quê? A taxa de consumo está menor do que a taxa de produção de Gás carbono. Tá produzindo na respiração. Isso aqui é respiração.
Então, se a respiração está maior do que a fotossíntese, o meu denominador está maior do que o meu numerador. Esse valor vai ser menor do que um. OK? Perfeito. >> Se for o contrário, ultrapassei o ponto de compensação fósica, tô fazendo mais fotossíntese do que respiração. Ou seja, agora o valor vai ser então maior do que a respiração aqui, ó. Então o meu valor valor vai ser maior do que Um. Beleza? A planta nesse caso está assimilando mais carbono do que consumindo. Tranquilo? Foi. Ficou aí de boa. Agora olha só. >> Tá. Agora vamos pensar
numa nas diferentes plantas aí, né? >> Ah, tá. Vai falar das plantas, então agora >> vou falar de uma sucessão ecológica. >> Lembrando, galera. Lembrando, >> fizemos uma aula, eu e Mário, absurda, brutal, de botânica em 4 horas e pouca. Tá aqui no YouTube. >> E ali tu vai pegar tudo de botânica lindamente. Hoje a gente vai falar de botânica também, mas se você quer aprofundamento em botânica completo, tá lá. Fizemos uma aula completa de genética também, primeira, segunda lei de Mendel. A gente vai falar aqui de genética hoje, mas lá tá realmente o conteúdo
do zero para quem precisa pegar com muita perfeição, tá com muita dúvida em genética, tá tudo aqui disponível no Canal gratuitamente, tá? >> Exatamente. É isso aí. Olha só, galera, vamos imaginar que eu tenho uma área >> e eu tinha aqui uma florestinha, pá, de boa, e aí rolou aqui um desmatamento, né? Agora eu tenho uma área que não está mais com árvores. Concorda comigo que aqui a luz não penetrava? Aqui a luz chega com tudo. Beleza? Se eu quero, por exemplo, reflorestar essa área, eu tenho que escolher plantas que tem uma alta taxa de
fotossíntese em grande taxa de Iluminação. >> Isso, isso já caiu recentemente, muita gente falou. >> Então, como é que é o cenário? Eu quero reflorestar aqui. Eu quero reflorestar. O que que eu vou escolher aqui? Uma planta. >> Aham. >> Que ela responde bem, ela faz tem altas taxas de fotossíntese em grande iluminação. Vou fazer aqui um gráfico só para tu entender, ó. Vou pegar aqui. Vamos lá. P. Montei aqui o seguinte gráfico, ó. Isso aqui é a taxa de fotossíntese de uma planta. >> Sim. >> Beleza. Taxa de fotossíntese de uma planta. >> Sim.
>> E essa aqui é iluminação. >> Eu vou ficar até o final da aula agora com essa parada aqui, sabia? [risadas] >> Bom, >> até às 11 da noite. >> Que isso, pera? É >> potente >> para provar que eu sou capaz de ser Rokag um dia. Tô zoando, vou largar assim. [risadas] >> Nossa, imagina um lápis esquizofrênico aqui. >> Daqui a pouco o braço cai. >> E aí, galera, o que que acontece? Imagine que uma planta ela vai apresentar o seguinte gráfico aqui, ó. Vamos dizer que ela aqui num ambiente Com pouca luz, ela
não faz muita fotossíntese, só que ela chega aqui, fez fotossíntese, depois começa a a cair a taxa de fotossíntese dela, né? Ou até até estabilizar essa tá tá >> ou até estabilizar. Mas tem uma outra que ela faz o seguinte, >> só eu queria só fazer uma pergunta para você. Geralmente em prova quando ela estabiliza >> é porque tem uma limitação de CO2 disponível, não tem uma parada assim? Pode ser ou porque ela já alcançou a a ponto de saturação luminoso dela. Ou seja, por mais que eu dê luz, ela não consegue produzir mais do
que aquilo, fazer mais fotosíntes que se der CO2 ainda. >> Aí ela vai, vai aumentar. >> Então geralmente a fotossíntese é o CO2, né? Porque isso cai muito em prova. Ah, o que que você faz para aumentar a fotossíntese de uma planta? Aí aumenta a luz. Não, mas isso ela já está no ponto De saturação luminosa, ela não aguenta mais. Então mais CO2 ainda aqui, que aí o CO2 para planta você tem que ter que ele é muito bom, ele é muito necessário. >> É isso aí. Beleza. Agora olha a outra planta aqui. A outra
planta ela faz isso aqui, ó. Vou vou apagar aqui, vou botar aqui assim. Opa. O que que a gente tá percebendo? que a planta dois, ela tem uma alta taxa de Fotossíntese em ambiente extremamente iluminado. E a planta um, ela tem uma taxa de fotossíntese máxima em iluminação mais baixa do que a planta dois. Então, se eu quero reflorestar essa área, qual planta eu vou escolher? Essa desse gráfico aqui de cima, que em grande taxa de iluminação, já que aqui a luz tem sido direto, ela vai ter o máximo de fotossíntese. >> Aham. >> Beleza.
>> Aham. Aí essa daqui, essa outra daqui eu posso, >> essa daqui trabalha melhor com a luz, ela consegue trabalha melhor com a luz, ela usa melhor a luz, >> ela tem ponto de saturação luminoso mais alto. >> Ela consegue tirar a onda com se quando tem luz, a taxa de fotossíntese ela vai lá vai lá pro alto, entende? Então se eu quero reflorestar e quero que esse ambiente se recupere logo, meu irmão, eu Vou botar essa planta daqui, entende? Então se eu tô numa área que foi degradada, né? A área foi degradada. Então eu
posso chegar aqui perguntar, mas o Pedro, o excesso de CO2 não vai fazer os estômatos fecharem? Talvez ela feche, mas ela já tem o que ela precisa, ela ela ela vai fechar, já tem o CO2 dentro dela. E tem gente, a pessoa deve estar pensando assim: "Mas e agora? Precisa de água?" Mas ela já tem água dentro dela. A água ela vai pegando da Raiz dela, entendeu? Então, ah, tá com muito CO2, Pedro. A planta vai parar de fazer fotossíntese porque ela vai fechar o estômato, porque agora não precisa mais de CO2. E agora, ué,
o que que tem? Ela já absorveu o que ela precisa. Aí se ela consumir todo o CO2 dela, aí ela abre de novo os estômatos para pegar mais CO2 e a água que também ela precisa, isso não é problema, isso já geralmente vai vir da raiz dela. Então os limitantes da fotossíntese geralmente É isso, né? É luz e CO2 >> e CO2. E gente, no ambiente natural é muito difícil você chegar ao limite máximo de gas carbono que uma planta pode utilizar. A gente vê isso em condições experimentais em laboratório, né? Chegar no nível de
saturação de gás carbônico que o ambiente natural é praticamente. >> Aí perguntaram assim: "E então se cair para aumentar a fotossíntese, eu marco luz ou CO2". A questão já tiveram Questões que diziam o quê? Luz e CO2, aumenta os dois. Às vezes a questão vai dizer assim, já tem o máximo de luz aqui, aí aumenta só o CO2. >> Aham. Olha só, vou só comentar isso aqui que é um tópico de ecologia porque para fechar essa citologia a gente vai falar de divisão celular também daqui a pouco, né? Porque é um tópico importante, né? É.
E aí, galera, >> vocês querem divisão celular? Vale a pena pegar mitose, meiose, o básico ou Nem pega? Escolhe aí. Se a gente pega, se a gente pega câncer, se a gente pega, pega câncer, não, se a gente aborda a matéria do câncer, >> não pegar câncer, né? Passei câncer para tudo, não é isso, né? Então vão vão dizendo aí no chat, tá? >> Beleza? Então olha aqui, aqui nessa área que foi degradada, eu tenho que escolher bem a planta, porque não é qualquer planta que eu bote aqui que vai crescer. Então normalmente quando a
área foi Degradada, eu vou precisar utilizar aqui plantas que a gente vai chamar de plantas pioneiras, né? Eu não posso chegar aqui e botar uma árvore que, poxa, eh, não vai conseguir ainda aproveitar os nútens do solo. Esse solo já tá degradado, esse ambiente foi degradado e aí eu tenho que começar com plantinhas muito simples aqui, arbustos ou até mesmo com liquens, associações entre algas e fungos, uma associação mutualística, né? E aí a partir daí essa Plantinha que chega ela começa então a fazer mais erosão no solo, a gerar mais matéria orgânica quando ela é
decomposta, a gerar aqui mais um ambiente em que um animalzinho pode chegar tinha nada, tava tudo degradado. >> Tava tudo degradado. >> Eu boto uma plantinha [ __ ] ali, >> uma plantinha [ __ ] ela começa a alterar o meio em que ela está, >> promovendo mudanças que vão permitir que outros seres que não conseguiriam chegar Nesse primeiro estágio cheguem no estágio superior. Aí daqui a pouco o ambiente já modificou, já tem umidade, já tem matéria orgânica, já tem. Aí eu já posso chegar aqui com uma plantinha um pouquinho maior que aí já trai
uma aveí que come os insetinhos e aí que interage com outra planta, né? E aí já modifica o meio. Aham. E aí eu já posso chegar depois, agora com árvores maiores, já tenho ambiente sombreado, as relações ecológicas vão ficando mais Complexas, eu tenho maior eh eh biodiversidade e aí então eu chego no momento que a gente chega no estágio clímax. O que que tá acontecendo aqui? >> Essa comunidade chegou, ela preparou o ambiente pra próxima. Aí a próxima sucedeu ela. >> Aham. >> Beleza. Aí o que que é comunidade? É um conjunto de populações, né?
Quando você tem de várias espécies vivendo num determinado local. Beleza? Aí é assim, >> a população é um conjunto de vários seres da mesma espécie, >> vivendo ali. Isso é uma população. Não existe população de pessoa e de cachorro ao mesmo tempo. >> Não tem como. >> População de cachorro e população de pessoa, mas junto forma uma comunidade. >> Exatamente. Eu não posso falar população de plantas da Amazônia, não. Aí é comunidade que as plantas são de espécies diferentes. Beleza? Perfeito. >> Show. Então, olha só. Aí vem aqui esse novo nível. preparou o ambiente pro
próximo que vai suceder esse aqui. Ou seja, tá acontecendo aqui um processo de sucessão ecológico, que é um processo ordenado, né? Sucessão isso tudo isso é um processo de sucessão ecológica. >> Definição de sucessão ecológica que tem que levar pra prova >> é quando você tem comunidades se sucedendo ao longo da colonização da Conquista ali de um ambiente que antes estava sem esses seres. Beleza? Então é a sucessão de comunidades num determinado ecossistema. Beleza? Show. >> E aí, eh, eu queria te perguntar assim, nomes e conceitos e, sabe, como se fossem referências, tem que levar
pra prova sobre isso. Ai, tem que botar planta mais resistente ou menos resistente, tem que botar planta que gosta mais disso ou gosta daquilo. E na fase inicial, e na fase final. Agora eu Quero que você martele todas as conexões que a gente tem que levar no bolso pra prova. >> Então, vamos lá. Se você, primeiro assim, tem dois tipos de associação ecológica, tá? Primária e secundária. O que que é primária? É um ambiente em que não tinha vida. Por exemplo, teve uma erupção vulcânica, foi lava para tudo quant é lado, formou-se uma rocha magmática
e aí lá em cima não tem vida, >> não tem. >> Dá para eu chegar e botar >> só bactéria extremófila, né? Queres umas paradas assim, >> dá para eu meter ali um jequitá, minha mão, não tem nem solo. Como é que tu vai plantar o jequitiba ali na? Vó consegue. Vó consegue botar planta em qualquer lugar. Ela vai amarrar um jeito. >> Ih, meu filho, isso aqui você pega a borra de café, você junta com esse agriãozinho aqui. >> Pô, do nada minha irmão, a avó, a avó ela salva o planeta Terra dacológica, >>
né? E aí o que acontece? Não dá para botar um jeitbá, gente. Não tem solo, não tem matéria orgânica, não tem umidade, não tem nada. Então primeiro chega quem? Um liquen. Espécies colonizadoras, tá? Vão chegar ali primeiro um liquen que é uma que precisa de grande coisa. Tem a alga que produz alimento, tem o fungo, né, que tá associado a essa alga que absorve água Através das suas iffas, né, que são os os filamentos que formam fungo, que tem grande poder de absorção de água. Tá tudo bem, um deu água, outro deu alimento, show. Aí
agora modifica o meio e já daqui a pouco já dá para chegar uma briófta. Que que era briofta? Plantinhas pequenininhas, >> né? que já consegue, tem vários condutores, mas já vão se instalar ali naquele ambiente que já tem um pouquinho mais de umidade, já tem um pouquinho, Daqui a pouco chega uma piterófta, aí ele já começa a ter mais animais interagindo, ou seja, que que você tem que levar na tua cabeça, né? Começa com grupos simples, tá? Corolonizadores. E a cada série que vai passando, eu vou tendo chegada de novos seres que vão deixando o
ambiente com maior biodiversidade, maior biomassa, aumenta a complexidade estrutural. Antes era simples, agora tá ficando complexo. Beleza. E o que que muda? O que que Antes, no início, era muito grande e depois vai diminuindo a variabilidade das condições ambientais. Porque no início é assim, ó. Na pedra, pô, tá chovendo, tem água, não tá chovendo, tá seco, tá sol, tem luz, não tem sol, não tem luz. Agora >> na Amazônia não muda nunca. >> Não muda nunca, pô. Tá chovendo, tá úmido. Não tá chovendo, tá úmido. Tem transpiração das folhas. Tá sol, tá sol. Tá sol
também. Tá sol. >> É. A sombra lá dentro é a mesma por causa lá dentro da copa das bate foliadas tem a copa do doel muito densa. >> Isso aí. >> Aquele solo lá é um solo horrível, arenoso, mas ele tá sempre com uma lama de matéria orgânica ali. >> Aham. >> Aquele lugar que acontece, né? Deitou na Amazônia para descansar, tu vai ser decomposto. >> Exato. >> Já vai ser reintegrado na terra. >> Já já vai direto, [risadas] né? >> Vem para cá. >> É tipoar, né? Beleza. Então é é isso que tu tem
que levar de sucessão ecológica. Beleza. >> Tá. Que tipo, qual? Só para fixar, então, porque eu lembro que uma questão a que tipo de planta tem que botar aqui? Você fala tipo de planta aí? Então, >> então é, quando a gente pensa em tipo de planta aqui, você vai, nesse primeiro momento, tu vai ter que ter uma planta que tenha grande resistência à intensidade luminosa, um ambiente um pouco mais seco, tá? Então, normalmente pode ser uma planta ali, eh, dependendo do ambiente, uma planta xerófta, né? Uma planta eh que tá adaptada a ambiente um pouco
mais seco, né? uma planta que é um pouco mais resistente, beleza? E aí depois quando o ambiente vai se Modificando, >> aguenta escassez de água, né? >> Aguenta escassez de água. Beleza? Aí depois tu pode começar a ter plantinhas um pouco mais resistentes, só que tem matéria orgânica, tem água, tem tudo no ambiente. >> Perfeito. A gente vai fazer isso nas questões também. Isso >> aí vaiar melhor. Bacana. E agora só uma coisa, eu quero te perguntar o seguinte, tem muita gente que pensa o seguinte: "Ah, >> FL, isso aqui é um tema que eu
acho muito quente. Floresta ela é boa porque a floresta sequestra carbono, porque tu tinha um carbono que tava no ar. Eu quero que vocês comecem a ter essa visão aqui, ó. Eu preciso que vocês implementem agora esse raciocínio na mente de vocês, tá bom? Eu tenho aqui um solo e eu tinha um carbono inorgânico que tava no ar. Aquela bosta não serve para nada, tá aqui boiando no ar, nem Consigo ver ele, tá bom? Mas ele é problemático sobre a ótica do efeito estufa, porque ele é uma molécula que retém muito calor. E agora do
nada chegou um belo dia aqui que cresceu, né, ao longo do tempo uma árvore vistosa e grande. Essa árvore cresceu como ela cresceu fazendo fotossíntese, mas para fazer fotossíntese ela não foi fazendo isso aqui. E quando ela fazia isso aqui, ela não construía isso aqui, construí glicose. >> Uhum. >> E ela soltava oxigênio. Que nem a tia teteca falava, a plantinha ela dava pra gente o oxigênio, o alimento e tá bom. E aí você pode pensar o quê, cara? Essa planta aqui, ela, essa árvore, ela é ótima. A Amazônia é ótima porque ela sequestra carbono.
Afinal de contas, essa estrutura dela foi feita do carbono que tava ali invisível na atmosfera por meio de polimerizações. Ela pega essa essa glicose aqui, pega o excedente, nem Toda essa glicose aqui ela vai consumir para fazer energia. Ela pode polimerizar essa glicose principalmente em dois formatos, tá bom? Polímero, lembra? Uma sucessão de repetições. Então, ela pode fazer dois tipos de polímero aqui, né? Um deles é a celulose e o outro é o amido, beleza? Então, celulose e amido são os dois polímeros. E que tipo de polímero? Polissacarídeo, porque é polímero do tipo açúcar, tá
bom? Então, >> celulose e amido são os dois Polissacarídeos que ela que que os vegetais fazem, tá bom? Amido é uma reserva energética, é o que ela guarda para ela poder utilizar também. É o que a gente come, por exemplo, o que que é aquele recheio do milho, né, do arroz? É amido aquilo ali. Celulose ele é de natureza estrutural. Então, celulose ela constrói as próprias estruturas. E isso aqui é claro que é são vários várias glicoses dessa daqui reunidas, tá bom? E aí você pode pensar o seguinte, né? Quando ela tá se fazendo, quando
essa árvore tá crescendo, ela de fato rouba muito, muito carbono, sequestra muito carbono. Mas tem uma nuance nisso que eu vou querer que você explique. E antes mesmo de você explicar, eu só quero, só para amarrar isso aqui, já que eu já te falei, esses dois polissacarídeos aqui, que são os polissacarídeos vegetais, eu quero que você saiba também os outros dois polissacarídeos, que são os polissacarídeos animais, tá bom? Então, A gente também, você vai comer glicose, come uma barra de chocolate, come arroz, come batata, tu não vai usar tudo isso de uma vez. uma parte
você vai guardar num polímero também. E o polímero, ou melhor dizendo, o polissacarídeo, né? O polímero é é qualquer coisa que tem repetição de monômeros. Polissaídeo é um nome mais específico. O polímero que você faz para guardar energia é o glicogênio, tá? Então, o glicogênio todos nós temos. Eu mesmo agora eu tenho Glicogênio no meu corpo, eu já tô sem comer há um bom tempo, então provavelmente o meu glicogênio já está sendo utilizado. Quando eu comecei a fazer aqueles exercícios, ele também foi utilizado. E o outro polissaídeo eh que que é interessante você saber é
a quitina, tá bom? A quitina, a principal função dela que as provas cobram, é que ela é o exoesqueleto de artrópodes e parede celular de fungo, tá bom? parede celular, aquela estrutura que tá por Fora da célula, dá proteção pra célula, deixa a célula mais resistente, protege a célula de explodir a parede celular, dá uma resistência extra para fora da membrana plasmática. Parede celular de célula vegetal, ela é feita de celulose, mas parede celular de fungo não é feita de celulose, é feito de kitina, que é um polissacarídeo. E ainda parede celular de bactéria, via
de regra, é feita de peptidoglicano, né? Então peptido tem alguma estrutura de peptídio ali e Glicano ele tá com moléculas de açúcar ali, tá bom? >> Aí agora o que que eu queria só comentar aqui? a utilização do glicogênio que a gente faz, porque eu acho que isso a gente tá aqui, vai fazer uma aula de 12 horas, estamos batendo 4 horas agora, a aula precisa ser dinâmica, então eu preciso puxar outros assuntos pra gente ir mantendo a nossa cabeça bem ativa, tá? Utilização de glicogênio que os seres Humanos, que os animais fazem, que os
mamíferos fazem em geral, tá bom? A gente pega a glicose, polimeriza como glicogênio. Primeira coisa que o Enem poderia te perguntar, que uma prova poderia investigar, e você que me explicou isso lá em 2018, eu lembro até hoje, por quê? Por que que a gente tem que guardar em glicogênia? Por que que a gente não guarda como molécula de glicose? Ó, tem uma molécula de glicose aqui, tem outra aqui, tem outra aqui. Por que não guarda assim? A resposta que você tem que ter na ponta na língua é o seguinte: a glicose ela atrai água.
Você sabe que quando você eh você a glicose ela vai exercer ali uma uma certa osmose, né? Se você jogar a glicose para um lugar, a água vai para aquele lugar. Então a glicose por polaridade ela atrai água. Se você fosse, escuta isso aqui agora, eu até perguntar, principalmente pras meninas, você que é mulher, você gostaria de pesar 100, 200 kg a mais do Que tu já pesa? Não, né? Se você guardasse a glicose solta, você ia ter que fazer isso, porque a glicose solta, cada molécula de glicose ia atrair uma camada de água ao
redor dela. E você, para guardar a glicose, que você tá guardando, você ia ter que ter no teu corpo uns 200 kg de água junto. E aí a gente não faz isso. A gente pega a glicose, vai cair de novo no raciocínio das superfícies de contato, né? Você pega uma glicose, você conecta em outra Glicose, conecta em outra, conecta em outra, conecta em outra, vai fazendo o polímero, que é o glicogênio. E agora você vê que você reduziu aqui bastante a superfície de contato entre a glicó, então você ameniza muito a polaridade dela. A gente
sabe que na química orgânica, quando um a gente tem um hidrocarboneto, ele é pouco polar, ele só tem ali ligação de carbono com carbono, com hidrogênio. Mas se você for aumentando a cadeia, ele vai sendo ainda Mais apolar, vai sendo ainda menos polar conforme você aumenta a cadeia. é o mesmo raciocínio. E para que que serve esse glicogênio? Existem dois tipos, tá bom? Existe glicogênio muscular e existe glicogênio hepático. Então, o glicogênio muscular fica nos músculos. Você vai pegar esse glicogênio quando você precisa fazer atividade muscular, você precisa de recrutamento de fibra muscular, você precisa
de glicose, você começa a quebrar esse glicogêno e faz o Quê? Glicogenólise para ele ficar disponível de novo. E existe o glicogênio hepático, tá dentro do seu fígado. Para que que serve ele? Ah, quando eu tô fazendo musculação. Não, o glicogênio hepático, ele serve, guarda bem isso, paraa manutenção da tua glicemia. Então, o que que é glicemia? É o açúcar que tá no seu sangue. Quanto que é uma glicemia esperada pra gente agora? Deve est uns 80, 85, alguma coisa assim. Glicemia normal, a gente não é Diabético, tal, também não acabamos de comer. Existe, né,
uma hiperglicemia pósprandial. Quando você almoça, todo mundo vai ter um pico de glicose depois que almoça, mas a insulina bota essa glicose dentro das tuas células. OK? Que que a gente tem que saber sobre essa esse glicogêno hepático? O que ele vai ser quebrado, ele vai ser vai fazer glicogenólise para ele manter o teu, a tua glicose sanguínea estabilizada. Nesse momento, com certeza, o meu Glicogênio hepático ele está sendo quebrado. Eu tenho certeza absoluta que eu não tô construindo glicogêno hepático, porque eu não tô fazendo glicogênese, glicogênese, construção, não tô nem hepático, nem muscular, porque
eu tô já tem, eu, eu só comi de manhã, era 7 horas da manhã quando eu comi, agora já é 3 horas da tarde meu corpo e eu não tô desmaiando, não tô morrendo porque meu corpo tá mantendo isso, tá bom? Por quê? Existem alguns Tecidos, mas pedir, a gente não pode usar gordura como fonte de energia, sim, mas existem alguns tecidos que eles pedem exclusividade, tá? Existem alguns tecidos que eles precisam de glicose para funcionar. As emácias, por exemplo, utilizam glicose para funcionar, elas fazem fermentação constantemente, certo? Isso, né? As emácias elas vão fazendo
fermentação constantemente, elas precisam de glicose. Inclusive, se você não pera, mas então se não tem glicose, Se você permanecia aí agora em jejum, escuta isso, tá? Você gravou o termo glicogênese e glicogênese é construção de glicogênio. Comi bastante glicose, comi massa, vou construir glicogênio. Você gravou glicogenólise, quer quebrar o glicogênio que já existe para ser usado. Despolimerizar, pode ser falado assim, despolimerização do glicogênio, tá bom? Tô desconstruindo ele para eu utilizar. Existe um terceiro termo que é gliconeogênese, tá? Então, Gliconeogênese, isso é você fazer glicose a partir de composto não glicídico, composto que não é
glicose, tá bom? Então, se eu parar de comer glicose, ah, eu não vou mais comer glicose, meu corpo vai continuar produzindo glicose. Vai produzir glicose, literalmente, mas fazendo o quê? Quebrando principalmente proteínas e aminoácidos. Então, lembra que uma proteína, um aminoácido, ele tem uma estrutura carbônica. Então, tu pega um Aminoácido, esse aminoácido ele tem amina e tem ácido carboxílico, tem uma estrutura carbônica ali, se você quebrar e juntar, tu constrói uma glicose para você manter teu corpo funcionando. Aí a gliconeogênese quando você tá em jejum prolongado, é isso que vai acontecer. Boa. >> É isso
aí. Só para ilustrar aqui, ó. Op. Fiz besteira. Como é que eu volto aqui? Andu, né? Eh, para ilustrar aqui que o Assagem tava Falando agora, olha só, quando você toma, por exemplo, teu café da manhã, tu manda o teu nível de glicose lá para cima, né? Por isso que quando tu vai fazer exame de sangue, tu não pode simplesmente chegar e tomar um café da manhã aí, né? O nível de glicose aumentou no sangue, que que tu vai fazer? Ah, vou jogar fora essa glicose que tá em excesso. Claro que não. Glicose é energia,
tu não pode jogar fora. Tu tem que mandar pro fígado para Armazenar na forma de glicogênio. Beleza? É. É nesse momento, então, >> processo anabólico, né, de construção do glicogênio, tudo isso são processos anabólicos, tá? Até por isso a gente vai dizer que a insulina é um hormônio anabólico, porque insulina direciona a glicose para dentro das células, seja para ser depois utilizada, mas primeiro ela bota lá dentro, ela vai fazer primeiro a construção do teu estoque interno de glicose. Isso é bem Importante. Tem muita gente, inclusive, que pelo fato da insulina ser um hormônio anabólico,
que que acontece? Fisiculturistas, isso poderia cair na prova, a prova sempre explora muito o lado social, né? Tem físiculturista que o cara treina muito, usa muito anabolizante, ele tem uma altíssima capacidade de síntese proteica e tem um único limitante para ele construir mais músculo. Ele come muito e ele quer que aquele alimento entre dentro do músculo Dele mais rápido, >> começa a injetar insulina depois do almoço, porque ele come muito. Ele come 8.000 calorias por dia, 10.000 calorias. Cara, isso é perigoso num nível tão extremo. Isso é, isso é tão perigoso quanto trembolona, às vezes
mais perigoso que trembolona. Trembolona é neurodegenerativo, tá? trambolona é uma droga neurodegenerativa terrível, destrói o corpo do cara para sempre, tá bom? Mas insulina pode matar o cara em Uma aplicação, porque se ele erra um pouquinho a aplicação e aplica muita insulina, ainda mais não sendo diabético do tipo um, que tem demanda de insulina, esse excesso de insulina vai tirar toda a glicose do sangue dele, vai enfiar nas células. A glicemia do cara vai para 30, 25, fica sem glicose no sangue, é insulina, obriga tudo a entrar e ele morre. Já aconteceram várias mortes de
fisiculturistas por conta do uso de insulina, tá bom? É um é um negócio que Sempre faz mal e é muito delicado fazer esse tipo de protocolo. >> Exatamente. Tem que sempre ter um acompanhamento médico. E aí, que que rola aqui, galera? Quando teu nível de glicose tá alto, o teu pâncreas ele vai liberar a insulina. E a insulina é o hormônio basicamente que permite a entrada da glicose no hepatócito, né? Ela que vai fazer com que essa glicose possa ir para lá >> em todas as células do corpo. Ela bota E no hepatócito e para
formar glicogênio na célula do fígado. Beleza? Esse processo aqui é o processo de glicogenogênese, porque gênese é origem, glicogêno de glicogênio. Então estamos formando glicogênio. Pô, tô um tempão de jejum, tá chegando o verão, tá querendo todo mundo ficar fit, aí pô, fica lá um tempão sem comer para fazer a dieta dele e tal. Que que o teu corpo faz? O nosso corpo tá fazendo o que agora aqui, ó? quebrando o glicogênio para liberar Glicólice. >> Porque, exatamente, agora aqui é catabolismo, anabolismo aqui em cima, processos de síntese, catabolismo aqui embaixo, estamos quebrando o glicogênio
para liberar glicose novamente. Quem faz isso? Células alfa do pâncreas. Eu liberar um hormônio chamado de glucagon, beleza? E aí o glucagon estimula a glicogenólise, a quebra do glicogêno. >> É importante lembrar que o glucagon e a insulina são antagônicos. Quando um tá Alto, o outro tá baixo, tá bom? Então assim que você acorda, traça o gráfico pelo da insulina do glucagon. Quando acorda tem mais glucagon. Óbvio, você acordou, tá em jejum a noite toda, você não tem insulina, tem glucagon quebrando aqueles teus estoques, fazendo catabolismo. Numa prova você vai identificar o glucagon estando alto
logo pela manhã, tá bom? Para >> então horas aqui você teria um glucagon um pouco mais alto aqui, né, no início. >> É. >> E agora você comeu. Quando você come, você sinaliza pro glucagon cair drasticamente, não precisa mais. Tá comendo, você não quer quebrar nada. Agora você vai construir. E a tua insulina que tava baixíssima, ela sobe depois do almoço, tá bom? depois de uma refeição que você faça. >> Aliás, tem vários hormônios antagônicos que a gente vai poder comentar aqui depois, né? Pacitolina e paratormônio, Insulina e glucagon, e melatonina, né? Esses hormônios é
leptina e grelina. Esses >> é esses hormônios aí e normalmente são bem. Ok. E aqui o que o a S falou, ó. E quando, né, eu, pô, eu tô lá já, pô, num estado de que eu preciso recorrer as minhas outras reservas ou fontes de energia, porque a proteína não é reserva energética, ela é fonte, né? Você usa quando não tem jeito. A tua reserva, >> o corpo não quer usar proteína para Gerar energia, não quer perder minha massa mais, então >> é proteína é muito precioso. Proteína tu não produz por conta própria nunca. >>
Proteína você tem que não, claro, você faz síntese proteica, mas quero dizer assim, a a matéria-pra nitrogênio e aminoácidos, isso você não produz. Você come proteína, quebra ela, fragmentos aminoácidos e reconstrói do jeito que seu corpo precisa, mas você não tem como produzir aminoácidos, produzir Nitrogênio por conta própria. Agora, glicose e gordura você consegue fazer vias alternativas metabólicas para fabricar essas coisas. Então, o corpo não quer quebrar a proteína, tá? Então, é muito importante ter isso. >> Exatamente. A gente até fabrica alguns aminoácidos, né? Mas a muitos deles são que a gente chama de aminoácidos
essenciais, ou seja, esses a gente tem que obter na alimentação. Se tu não comer, tu não ganha esses aminoácidos, Entendeu? Eu esqueci do detalhe. Importante isso que você falou. O Enem já cobrou isso. >> Exatamente. Tem amenoácido que a gente produz tal, >> mas os essenciais não. >> Os essenciais cuidado com isso. >> Beleza. E aí, galera, eh, o que que acontece nesse caso daqui? O teu corpo se vê obrigado a utilizar as reservas energéticas, tá? Quem é que vai estimular, por exemplo, o uso dessas Reservas energéticas? Aqui a gente pode botar, por exemplo, adrenalina.
É um hormônio que vai estimular a gliconeogênese. O que que é gliconeogênese? Então é uma nova maneira de gerar glicose, porque a maneira tradicional é a partir da quebra do glicogênio, já que eu tô usando uma nova glico de glicose, ne, de novo, gênese de origem, ou seja, uma nova forma de originar a glicose, beleza? Então eu posso ter aqui cortisol, adrenalina, tá? Que são hormônios que também estimulam aqui a gliconeogênese, ok? Então isso aqui foi só um um parênteses aqui de fisiologia, né? >> A gente ainda vai entrar, fisiologia cai para caramba. A gente
vai entrar em fisiologia e vai pegar a fisiologia comparada. Vamos falar de circulação, dupla circulação, comparar com anfíbio, comparar com todo mundo. Beleza? Vamos ver toda a parte comparada. >> Agora quer ir para onde? Agora faltava Ainda >> divisão celular, né? >> É, não, ainda faltava falar da do do sequestro do carbono que eu abri o assunto. Vou fechar tudo vai. Então, olha só, o que a C falou é bem importante, tá gente? Porque a prova da do Enem sempre cobra muita questão ambiental e ciclo do carbono normalmente associado ali a a essa questão ambiental,
tá? Então, basicamente o que que a gente sabe? Quando eu coloco lá a Plantinha, plantei a plantinha, ela, óbvio, que ela vai armazenar carbono na estrutura dela e vai produzir glicose. A glicose ela usa, consome, beleza? Mas o carbono que ela adquiriu na fase de crescimento, ela vai manter ali no corpo dela. Beleza? É que nem tu, ó, tu era, pô, um zigoto, né? Pô, olha, tu agora tu tá grandão. Ou seja, você acumulou matéria no teu corpo. Essa matéria veio de onde? de o teu alimento. A mesma coisa que a plantinha, ela Também vai
assimilar carbono e vai deixar esse carbono retido nele, nela, tá? Ah, Mário, mas ela pega carbono, mas libera carbono. Aí dizem que a planta sequestra o carbono. De que adianta sequestrar se ela joga fora? Então, florestas em crescimento assimilam o carbono porque >> mais do que liberam. Elas também liberam pela mitocôndria, pela, >> continua liberando na respiração, mas ela tem uma assimilação de carbono maior Do que a liberação. Depois que ela cresceu, aí tá uma floresta clímax, aí OK, você iguala mais ou menos a quantidade de carbono que ela fixa e que ela libera. Mas
de qualquer maneira é importante manter aquela floresta ali, porque se tu pegar a floresta e queimar, tu lança tonelada de gás carbônico na atmosfera, beleza? Então é importante que o carbonio que está ali na plantinha, ou seja, tá no compartimento biosfera, continue na biosfera e não vá Paraa atmosfera. Então por isso que plantar novas árvores, reflorestar áreas, né, criar novas florestas é importante pro sequestro do carbono, tá? Como esse é um ano de COP 30, pode ser que a gente tenha aí mais temáticas ambientais na prova. Perfeito. >> Então >> fica ligado nisso porque pode
aparecer, tá? Uma coisa importante também aqui, né? Eh, quando a gente fala, por exemplo, até Pensando no no na questão de combustível fóssil e e etanol, né? Por que que usar queimar gasolina, queimar petróleo não é sustentável? E aí a gente falava: "Mas libera gás carbônico, né? >> Ah, beleza, mas quando eu queimo o etanol, eu também libero o gás carbônico." >> Sim. Beleza? Por que que então usar o etanol é mais sustentável do que usar a Gasolina? Beleza? >> Porque quando você usa gasolina, você tá pegando do petróleo. Aquele petróleo, eu quero que vou
vou soltar aquele petróleo lá, tu tirou de um lugar que ele não ia sair. Vamos só ser bem brutal aqui, bem vulgar, né? Dinossauro morto e árvore morto há maior tempão aqui. Matéria orgânica que um dia veio da fotossíntese. Vamos lembrar que o sol ele é a fonte de tudo. Então, ah, Pedro, mas o petróleo que eu tô usando veio do Sol? Veio. Um dia cresceu uma planta, um dinossauro comeu aquela planta. Ah, mas e o dinossauro T-Rex carnívoro, ele comeu o outro dinossauro que comia a planta. E aí eles estavam lá enterrados. Então aqui
tem um monte de matéria orgânica, tem um monte de carbono que não iria naturalmente pra atmosfera. Na gasolina você extrai isso aqui sob a forma de petróleo, passa pelo processo de destilação fracionada, em que você separa as frações do petróleo com base Nos seus pontos de ebulição diferentes, usando uma coluna de fracionamento. E aí você pega a fração, por exemplo, da gasolina, queima ela dentro do motor do seu carro. Aquela gasolina tem dentro dela uma energia potencial bioquímica. Quando você faz a combustão, você libera essa energia potencial bioquímica, transforma ela em energia mecânica, transforma em
energia térmica. você tem a expansão do do dos gases. Aí você por por princípios termodinâmicos realiza Trabalho. Realizando aquele trabalho, mexendo o pistão, você transfere essa energia mecânica pro rolamento do carro, mexe no eixo do carro e as rodas começam a andar. E aí as rodas andam por causa do atrito estático entre elas e o chão. Se não fosse isso, elas deslizariam. Já juntando aqui toda a física da coisa, né? E aí você consegue realizar trabalho no seu carro, você consegue efetivamente deslocar seu carro. Mas quando você faz isso, qualquer combustão na prova, você Tem
que ter essa referência, tá bom? Combustão de alguma coisa que tenha carbono, ela sempre vai ser assim, ó. pega o combustível aqui que tem carbono, junta com O2 e você sempre vai liberar o quê? CO2 e água. E também vai liberar o quê? Energia. Pedro, meu Deus do céu. Isso aqui então é a mesma coisa da respiração celular. Exatamente. Só que lá o combustível é um combustível orgânico, que é a glicose, tá bom? Aqui, no caso, a gente vai ter qual Combustível? Vai ter o C8H18, principalmente, tá bom? Do petróleo, o octano é o principal
responsável pela gasolina, embora a gasolina seja em si só uma mistura e não uma substância, tá? E aí, quantos é importante saber quantos gases carbônicos você libera, porque na hora da prova muitas vezes ele vai falar o rendimento energético disso aqui, ó. Quando eu queimo mol de octano, eu tenho, então tô falando de química, vocês gostam de química que é química. Então, aqui, ó, quando eu queimo octano, eu tô tirando dele aqui 1000 kJ. Nossa, 1000 kjes, que maravilha. Deixa eu só até puxar aqui. Olha só essa explicação aqui. Olha só, se a prova coloca
ali para tu. Olha só, eu tenho um combustível aqui, eu tenho uma gasolina. Essa gasolina aqui é o C8 H18. Quando eu faço a combustão dela, boto junto com oxigênio, eu libero CO2, o que é ruim. Eu libero água, o que é praticamente indiferente nesse caso aqui. E eu libero Uma energia, que é uma energia de 1000 kj de energia. Beleza? Esse combustível é bom ou é ruim? Vamos comparar ele. Vou só vou, tô inventando valores. Este 1000 kg que é inventado. Eu não tenho a tabela calorífica do dos combustíveis de cabeça, ninguém tem, tá?
Então agora eu vou pegar outro combustível assim. Ah, tô queimando aqui etanol. Então o etanol aqui eu tô queimando, ele é o C2 H5OH, tá bom? ou C2H6O. Tô queimando aqui o etanol, coloco ele aqui junto com o Oxigênio para fazer a combustão dele. Eu obtenho aqui o CO2 e obtenho aqui também a água. E eu tô obtendo aqui, deixa eu fazer a conta aqui para dar certo. Ã, pera aí. Eu tô obtendo aqui apenas ã 400 kJ de energia, tá? E aí ele pergunta para você assim: "Qual desses combustíveis é o mais eficiente do
ponto de vista ambiental, do ponto de vista da liberação de gás carbônico. Muito cuidado, você pode achar que o mais eficiente é esse aqui, né? Porque, ah, Eu queimo aqui um mol de octano, um mol de gasolina e eu libero aqui 1000 kj. Então esse é o melhor combustível. Esse aqui é uma bosta, só libera 400 kJ de energia, vai ter que queimar muito. Calma aí. Você tem que analisar a relação, quando ele perguntar sobre gás carbônico, sobre ponto de vista ambiental, tem que analisar a relação entre a energia liberada e a quantidade de mols
de CO2. E você não tem que fazer o balanceamento, não precisa fazer o Balanceamento nesse caso. Por quê? A quantidade de CO2 que sai daqui é a mesma quantidade de carbonos que eu tenho no combustível. Então, ó, o C8H18, ele tem oito carbonos. Tu já sabe que vão sair aqui 8 mols de CO2 com esses 1000 kJ de energia. Isso aqui é a poluição. E esse aqui tem dois carbonos. Então, tu sabe que vão sair aqui 2 mol de CO2. E agora, se tu parar para analisar, olha só, aqui eu tenho 400 kJ de energia,
parece pouco, mas com esses 400 eu só liberei 2 mols de CO2. Ou seja, faz 400/ 2. Tu tá liberando aqui, ó, 200 kJ de energia a cada 1 mol de CO2. Perfeito. Olha, nesse aqui de cima, a diferença. São 1000 kjal de energia e liberando como consequência 8 de CO2. Então, se você 1000 div por 8 vai dar 500, 250. Aqui em cima são apenas 125 kJ para cada mol. Então, para cada mol de CO2. Então, para eu obter a mesma energia, eu vou ter que liberar muito mais CO2 queimando gasolina, tá? Mas a
Pergunta do Mário é por que que não é tão ruim assim você usar o etanol? Por quê? Porque o etanol, como é que você produziu esse etanol aqui? Você produziu esse etanol fazendo fermentação. Lembra que para você tá tudo vai tudo conectando. É o que você falou. Você falou durante a ela vai t conectando. Você produziu essanol como? Você pegou uma árvore, plantou ela, uma cana de açúcar. Essa árvore sequestrou carbono da atmosfera e aprisionou na estrutura Dela. Agora tu vem, pega essa árvore aqui e bota ela para ser devorada, bota ela para ser fermentada
lá. E aí os bichos eles vão produzir como consequência da fermentação alcoólica o etanol. Ou seja, o etanol ele também libera CO2, libera, mas é um CO2 que ele já estava na atmosfera, foi incorporado por uma planta e agora sim ele foi queimado. Enquanto que o CO2 liberado num combustível fóssil é um CO2 que não estava aqui disponível no ciclo do Carbono. Ele tava no ciclo do carbono, mas não forma transitória dele que ele tá tá ele tava quieto lá, tava imobilizado, tava sequestrado pelo petróleo ou até pelo carvão mineral. Beleza? Importante. >> E ainda
muito bom. E ainda tem um outro detalhe, depois eu vou plantar cana de novo. E a e aquele mesmo gás carbônico que ela liberou, >> ela vai capturar de volta. Ou seja, verdade, é renovável esse combustível. Ah, mas não vai formar petróleo, vai daqui a milhões de anos. Ou seja, o ritmo de consumo e de liberação de gás carbônico é extremamente mais rápido do que o ritmo de fixação desse carbono ali na litosfera, né, ali nas rochas. OK? Então o problema, galera, assim, tenha uma coisa em mente. Ah, o problema não é ter carbono no
planeta Terra, é onde esse carbono vai est, beleza? Se ele tá preso lá na litosfera ou se ele tá na biosfera, pô, maravilhoso. Agora, quando Tu joga pra atmosférica é um problema, porque lá ele atua como um gás de efeito estufa, ele aumenta a retenção de calor aqui no planeta Terra e com isso gera aquecimento global. Beleza? Então o problema não é ter carbono, é onde esse carbono, esse danado de carbono tá, em qual compartimento eh da Terra ele está, beleza? Qual compartimento geológico? Tranquilo? Foi, né? Legal respondido, então esta questão >> aqui do do
carbono, né? Ahã. Agora a gente pode, para fechar a parte de citologia, porque assim, a gente tá vendo muitas coisas porque a natureza é toda interligada, os ciclos são interligados, né? E as plantinhas, todas essas aqui para crescer precisam inclusive fazer processos de divisão celular, aliás, para nascer e para crescer, né? Então, >> então você vai entrar em divisão celular, sendo que quando a gente fala de divisão celular, a gente tá falando De uma célula que ela tem ali dentro um DNA, ela tem aqui algumas organelas nela e ela quer fazer um processo de divisão
celular que pode ter dois objetivos. Ou crescimento, no caso, se ela quiser crescer, ela só quer se multiplicar, ela quer fazer outra célula exatamente igual a ela. Ou dá origem a uma célula gamética, que é uma célula que vai ter metade do número de cromossomos da espécie. Mitose é o processo em que a célula simplesmente se duplica, ela Simplesmente ciclona, é o processo que a gente usa para crescer o tempo todo, né? a gente vai fazendo a mitose. E meiose é o processo que uma célula ela vai dar origem a outras células que t metade
do número de cromossomas, do número de DNA da espécie. E aí a gente vai com isso ter uma célula que tá destinada a se encontrar com outra, fazer fusão e gerar um gameta. E é a partir disso que a gente começa. Então vai pegar mitose meiose, né? >> Beleza. >> Trabalho então. >> Legal, né? Eu acho que tem >> só no filé da prova, não entra. Eu tô percebendo que assim, a gente foi de 11 até meio-dia, aí uma, duas, 3, 4, >> 5 horas já. É, exatamente. Não tem 4 horas agora, na verdade, 4
horas e 4:20, se eu não me engano. Não sei nem se dá tempo de tudo. Será que dá? >> Vai dar, vai dar, ó. Vai dar que agora a gente vai dar o passadão, galera. Olha Só. >> Mas pega com capricho também. Não precisa >> não. Tranquilo, tranquilo. Ó, divisão celular, galera. Eh, primeira coisa, assim, tem alguns conceitos que eu acredito que vocês já devam saber, que são os conceitos de ploidia, né? Que que é ploidia? É a quantidade de de cromossomos de cada tipo que você tem numa célula. Por exemplo, nós somos seres que
temos células diploides, ou Seja, temos dois cromossomos de cada tipo. Temos 23 tipos e dois de cada tipo, ou seja, nós temos 46 cromossomos em cada célula. Que que é um cromossomo? É o DNA quando está no seu estado de compactação, beleza? Ou seja, significa que você tem 46 DNA na sua célula. Dizer que você tem 46 cromossomos significa que cada célula sua tem 46 DNA. OK? Eh, >> pediram para botar o segundo relógio. Aí, tá bom, galera. E aí, galera, o que que acontece? 46 DNA, nós produzimos também células aploides, que a célula aploide
é a célula que tem metade do número de cromossomos da célula de plide, ou seja, a gente tem os gametas. >> Pera aí, pessoal tá pedindo muito, muito, muito, muito >> questões. >> Deixa eu puxar uma enquete. Deixa eu puxar uma enquete se a gente já faz agora algumas questões, se a gente segue na teoria. >> Ô, cadê o Ô, Biel, tá de adm. Eu ia, eu ia esperar só terminar aqui a citologia, mas se vocês quiserem agora, a gente resolve agora para não ficar tão distante dos dos conteúdos, né? >> Deixa, deixa eu ver.
>> Ou a gente pode até, se quiser, >> a gente fala de conteúdo, questão, conteúdo, questão, né? Pode ir fazendo essa, vou dar uma olhada aqui em qual dinâmica o pessoal vai preferir agora, tá bom? Então, se a gente já almoçou, se A gente não vai almoçar, >> cara, nem sei o que que é isso mais. Vocês, vocês então vão dizer, porque assim, a gente pode fazer fotosíntese, a gente faz fotoses, já tem luz aqui, [risadas] a gente pode fazer então >> eh a quest eh sempre falar de um conteúdo e pro exercício, falar do
conteúdo. >> É, vou perguntar aqui, olha só, eh como preferem, né? Então aqui, ó, questões Agora ou mais teoria agora? Vamos soltar a enquete aqui. Enquete, galera. >> Enquete. Tem 2300 pessoas. Vamos ver ali as respostas. As respostas vão pular para para 1000 do nada. Olha só, cinco votos, 50. Vota aí, vota aí, vota aí. >> Aí, 200 votos. >> Hã, >> vamos lá. >> Aí que a gente perde quem tá lá empatar a parada. Olha, ó, 400 votos, ó. >> B, tá uma briga danada ali, hein? >> Não, mas aí questões tá começando a
prevalecer. Olha só. >> Ah, >> 500 votos, 60% para as questões. Cadê? Tem que votar aí, galera. Vamos lá. >> Vota aí, vota aí, vota aí. >> Cadê? Vota. A gente quer escolher logo. Vai, vota. Claro que no final das contas, claro que no final das contas a decisão é nossa. Entendeu? Só uma ilusão de democracia, mas votem aí só pra gente ter uma noção, Tá bom? Cadê, cadê, cadê? Pá, tem 700 voto já. Questões agora é a maioria questões agora, né? Vamos fazer umas questõezinhas só pra gente uma variada. Então, vamos lá, maioria lá
já tá em 60% questão, >> né? 728 fotos. >> É, >> então vamos embora. Vamos resolver aqui algumas coisas aqui só que a gente vai também conectando bem o conteúdo, né? Vamos lá então pegar uns raciocínios Aqui. >> Aham. >> Nem lembro dessa aqui, não fiz antes. Então se eu se a gente errar aqui, se eu errar, né? Você não. Se eu errar aqui, galera, perdão aí, né? Vai ficar na cabeça de vocês. Vamos nessa. O pesquisador concluiu que a droga age sobre a ação de uma nova droga antitumoral sobre o cito esqueleto. Foi investigada?
Faz total sentido droga antitumoral agir no cito esqueleto, né? Porque deixa eu até trocar a cor aqui. Ah, vou botar para cá. faz total sentido que ela no cito esqueleto, porque eu falei para vocês que o raciocínio de tumor é o quê? Que o raciocínio de tumor é calma aí, o dedo tá aqui, aqui, aqui. Pronto. Que o raciocínio de tumor é que é uma massa que tá se dividindo ali alopradamente, né? Então a gente, o cito esqueleto participa da divisão celular. É, tu ia falar isso agora, né? Cara, essa aqui eu vou deixar você
explicar Primeiro divisão celular que aí vai, eles vão, vão fixar melhor, tá bom? >> É, essa daí, mas essa daí a gente falou lá dos microfilamentos. Filamentos já dá para fazer, mas só para você, pra gente dar uma teoria. É, olha só. Essa aqui, o que ocorre com as células presentes nos alimentos preservados com essa técnica? Então, lembra quando a gente falou de osmose que o solvente ele se desloca, né, em direção aqui, ó, ficou 65% umas questõezinhas agora eles querem. Vamos Nessa. Então, que a gente falou disso? A gente falou assim, ó, o solvente
se desloca para onde tem mais concentração de soluto, né? Então, a água vai pro meio mais concentrada, pro meio hipertônico, tá? Então, o que ocorre com as células presentes nos alimentos presóticas? Que técnica? Ah, conservar alimentos é o salgamento. É isso. Antigamente não tinha geladeira, taca sal no alimentos. Por quê? botando sal do lado de fora da carne, a aquilo ali Vai desidratar a carne e os microorganismos não conseguem sobreviver num ambiente tão hostil assim. Assim como as plantas, se tu salgar a terra de alguém, não cresce mais planta ali, porque a raiz não consegue
vencer, a raiz não consegue puxar água para dentro porque tem muito sal fora da raiz, tá bom? Eh, adição de cloreto de sódio, historicamente utilizado por tropeiro, vaqueiro, sertanejo para conservar carne de boa e porco e peixe. O que que Acontece com as células presentes nos alimentos? Então, as células que estão presentes nesses alimentos, vamos lá, o sal diminui a concentração de solutos em seu interior? Não, o sal pelo contrário, né? O sal vai fazer a água sair daquele alimento, então lá dentro vai ficar também mais concentrado. No final das contas, o objetivo é igualar.
>> Então tirando água, eu tô deixando dentro da célula também mais concentrado, tá? E tô deixando aqui fora Menos concentrado. Então o sal adicionado desorganiza e destrói suas membranas plasmáticas. Não, isso aqui é muito é muito forçado. Isso aqui não é plausível. O não dá para dizer diretamente que o sal desorganiza e destrói a membrana plasmica. >> Até porque a gente tem o sal entra e o sal sai da cé. É verdade, não faz nesse sentido. A adição de sal altera as propriedades das membranas plasm Não, não altera propriedade. Propriedade da Membrana plasmática, permeabilidade seletiva,
continua a mesma propriedade de sempre, tá bom? Os Na+ mais cl menos proveniente da dissociação do sal entram livremente nelas. Não. Entrar livremente aqui também não tá certo. Esses íons eles têm que entrar passando por canais. Não faz sentido entrar livremente. A célula regula essa centa entrada de saída. A grande concentração de sal no meio extracelular provoca a saída de água de dentro delas. Olha que Perfeição. Certinho. Perfeito. >> Molezinha demais. Dá uma olhada nisso aqui agora. Essa aqui também é Ah, essa daqui é legal sobre membrana plasmática. Tá bom. >> Olha só. Ã, visando,
vamos a mudança observada na etapa três paraa etapa quatro. Calma aí. Olha, etapa três. A gente, a gente tá mexendo aqui, célula de camundong, célula humana. Você fundiu as membranas plasmáticas das duas, criou uma célula híbrida que tem fosfolipídeo De camundong e fosfolipídeo de célula humana. E agora o que que acontece aqui é o seguinte, ó. Anticorpos pá pá são marcados com fluorescência. Cara, olha só, no final das contas, os fosfolipídeos ali, fosfolipídeos de uma, né, tem anticorpos grudados nos fosfolipídeos e tem anticorpos grudados aqui, eles todos se misturam. Galera, isso aqui é modelo mosaico
fluido. Ele quer que você saba que a membrana plasmática não é uma Estrutura rígida, que a membrana plasmática não é travaadaça, que os fosfolipídeos eles podem trocar de lado uns com os outros, etc. Tá bom? Então, por que que aconteceu essa mudança da etapa três pacotes? Ou seja, por que que os fosfolipídeos eles se misturaram? Eles movimentam-se livremente no plano da bicamada lipídica que essa daqui é boa, permanecem confinados, não é bom? auxiliam o deslocamento dos fossolídeos da membrana plasmática. Não, as as Proteínas auxiliam aqui, ó, as proteínas, o anticorpo que eu botei em cima
do fosfolipídeo, é ele que auxilia o movimento. Não, a membrana plasmática, ela tem o movimento dela por conta própria, até por conta do cito esqueleto, na verdade, o cito esqueleto dela é que vai movendo, né? São mobilizadas em razão da inserção de anticorpio, não são bloqueadas, não é aqui, ó, os fósfor as proteínas, elas movimentam-se livremente no plano da Bicamada lipídica, tá bom? Então essa bicicada lipídica, além dos fósforídidos se movimentarem, as proteínas também se movimentam, tá? As moléculas de gordura podem se movimentar. Então a bicamada ela é um realmente um mosaico fluido, como o
próprio nome já diz, tá? Vamos fazer mais aqui agora. >> Show. >> Ó lá. >> O sal foi absorvido pelas batatas por Então ele deve est falando que que tem Uma panela cozinhando batata, jogou sal e a batata acabou. Se ele vai falar que o sal entrou na batata, jogou uma batata na água, botou sal e o sal entrou na batata, ele vai tá querendo falar de difusão, porque ele não tá falando de transporte de água, tá falando de transporte do soluto. Então, uma difusão, o sal entra por difusão, tá bom? E aí colocou salão
que tava cozinhando. Ah, tá. Ela salgou o feijão para ela resolver batata, que a batata Puxa o sal para ela mesmo. Maneiro. Então, o sal foi absorvido pelas batatas por osmose, fagocitose, exocitose, difusão, porque o transporte ocorreu a favor do gradiente de concentração. Claro, aí é o contrário, né? A gente tem ali um monte de sal aqui fora e aqui dentro a gente tem menos sal. Então naturalmente esse soluto entra aí, Pedro, mas a a água não deveria sair daqui também? Pode acontecer ao mesmo tempo, galera. Difusão e osmose Acontecem simultaneamente, tá bom? Se fosse
agora um componente grande, uma uma molécula muito grande, a gente precisaria usar uma difusão facilitada, que a gente vai usar um canal, que é um canal que ele vai sofrer modificação de conformação estrutural mediante a presença da do que ele quer transportar, tá bom? Aí é uma difusão facilitada para mentir. Aqui é uma difusão simples mesmo, né? Apenas abre um canal transportador e entra aquele sódio ali e Etc. Tá bom? Matamos aqui as dessa página, certo? >> Não foi? Matamos aqui, não foi? Agora page, >> né? Olha só que top. >> Ã, cara, olha só
isso aqui, galera. Vai ser difícil até de vocês lerem, mas prestem atenção na na explicação da questão aqui, acima de tudo, tá bom? Deve tá bem difícil de ler porque tá muito pequeno isso daí que tá muito tá muito ruim, né? Alguém printou isso Aqui? Muito mal, tá? Alguém da equipe aí, né? Printou muito bem isso aqui, pô. Parabéns. Tá? Então, olha só, a confirmação da identidade do cadáver. Será possível? Cara, explica DNA mitocôndria. Dá uma teoriazinha aqui do lado de DNA mitocal. Que que que o cara vai levar pra prova de DNA mitocondrial, identificação
de cadáveres, etc? >> Então, vamos lá, galerinha. É o seguinte, ó. Mitocôndria. A mitocôndria é Morganela, que vocês provavelmente já Ouviram falar, que tem uma teoria chamada de teoria endossimbiôtica, né? Que acredita o quê? que as mitocôndrias do passado foram bactérias que foram então englobadas pelas células eucariontes. Isso daqui já foi muito cobrado no Enem, muito cobrado, tá? E por que que você acredita nisso? Primeiro, a mitocôndia ela tá lá dentro da célula, mas ela tem DNA próprio. Ela tem um DNA dela. Ué, dela? Independente do DNA da célula, é, ela tem o DNA dela.
Gente, para que que serve o DNA? É uma informação, né? Basicamente o DNA diz quais são as proteínas que um ser pode fabricar. Beleza? Então, ué, mas então o DNA dela diz quais proteínas a mitocôndria vai fabricar? Mas para fabricar proteína não tem que ter ribossoma? Tem. Então ela também tem os ribossomos próprios dela. OK? Beleza? Só que detalhe, o DNA e o ribossomo dela é idêntico ao de bactérias, beleza? É idêntico ao de bactérias e ela ainda tem Capacidade de autorreplicação independente da célula, né? Lá dentro da células de mitocôndrizinhas vão se multiplicando. Ou
seja, não parece que é um bicho que mora dentro da da mitocôndria, né? da da célula. Quer dizer, então, tanto mitocôndrias quanto cloroplastos, né, tem essas características e a gente acredita que tenham sido bactérias no passado que foram englobadas por células eucariontes e e isso daí é o que defende a teoria Endossimbiôtica. O lance todo é que o fato dela ter DNA faz com que nas suas células existam dois tipos de DNA, tá? O DNA mitocondrial e o DNA nuclear. O DNA nuclear é o DNA da célula normal e o DNA mitocondrial é o DNA
que tá lá na mitocôndria. Só que tem um pequeno detalhe muito interessante. Tu vai agora, ó, chega aí pra tua mãe. Tua mãe tá aí perto de tu, fala assim para ela. Se não tiver, manda mensagem para ela. Fala assim: "Mãe, muito obrigado pelas Minhas mitocôndrias, tá? Manda para ela, ela vai entender." É óbvio, né? Se tu mandar uma mensagem, ela tá lá no trabalho, ela vai receber essa mensagem, ela falar: "Até que, enfim, ele entendeu e me agradeceu. Eu esperei isso a vida inteira", né? Por quê? Naquela noite em que você foi formado, em
que teu pai e tua mãe tiveram um lindo encontro romântico, né? Você >> que era um espermatozoidezinho aqui, ó, né? Se encontrou com você óvulo, tá? E Aí, na verdade, o que que vai acontecer nesse caso daqui? O espermatozoide ele não penetra no óvulo, tá? Ele apenas lança aqui dentro o núcleo dele contendo material genético. >> Vixe, isso aí é top, hein? Caiu. Vai, vai. Então agora você vai ter que falar de zona pelúida, acrosssomo, cabeça do espermatozoide, dar uma palinha de fusão aí. Agora a gente pode falar >> caiu recentemente. É, >> é porque
inclusive tem uma coisa que é interessante, vou até voltar aqui, ó. A, o espermatozoide ele faz todo aquele trajeto, vem nadando para caramba lá para tentar chegar aqui e conquistar o óvulo, tá? Aqui esse óvulo, ele tá protegido por camadas protetoras, zona pelúcida, corona radiata, beleza? que são zonas que protegem ali o óvulo, que basicamente, né, eh, são formadas por células do folículo ovariano. O que que acontece, meninas? Todas vocês têm no Seu folículos ovarianos, uma vez por mês, um deles vai amadurecer, vai se romper e vai liberar um ovócito, tá, ali na tuba uterina.
É um momento que a gente chama de ovulação. E a partir desse momento ele fica disponível pro espermatozó chegar. Espero que não chegue agora, né? tão próximo da prova. Beleza? Então, a ideia é o espermatozoidezinho, ele tem que encontrar esse ovócito que tá carregando células ali do folículo, que são células Protetoras. E ele tem que chegar aqui e tem que detonar essas células aqui, beleza? Tem que detonar isso aqui para conseguir chegar e lançar o núcleo dele aqui dentro. A primeira parte aqui, ele consegue degradar mecanicamente, tá? Mas como ele chega ali na na segunda
camada, ele não consegue transpor isso daqui mecanicamente. Então o que que ele tem que fazer? Aí que tá uma coisa interessante. O espermatozoide ele vem equipado de fábrica com uma bolsa de Enzimas mágicas, as hialuronidases. >> Que isso? >> Uma bolsa de enzimas mágicas. Sabe quem deu de presente para eles? Complexo Golgense. Quem é que forma bolsa com proteínas, bolsa com enzimas, né? Assim como o lisossoma, forma também o acrossoma, que é essa relação então que da mesma forma que o complexo de goge ele cria o lisossomo, ele também cria o acrossomo. Esse acro de
extremidade, né? A extremidade, a cabeça do Espermatozoide, ela tem uma bolsa enzimática que é feita para ele conseguir entrar dentro do óvulo, mas somente aquele que foi o vencedor da corrida, que se mostra, né? >> Exato. Ele chega que ele lança as enzimas digestivas e como um momento mágico, né? A, o espermatozoide finalmente consegue ultrapassar essas barreiras e lança aqui o seu núcleo aqui dentro. >> O seu núcleo não é ele todo que entra, Não, tá bom? O espermatozoide não entra no óvulo, lança >> só o que precisa. >> Por isso que o que que
ele não lança? Ele não lança a mitocôndria dele. >> Não lança. Ele não lança. Ele não dá organela nenhuma. >> Teste rápido de que de que é feito isso aqui, esse flagelo dele. Você lembra? Ah, cito esqueleto. Mas qual parte do cito esqueleto? Microtúbulo, microtúbulo. Se isso cair, vai ser um Bom diferencial, tá bom? E agora vai ter a fusão dos DNA aqui, né, dos núcleos. >> Isso. Os núcleos se unem para núcleo masculino pr núcleo feminino, né? Vai ter aqui a cariogamia, né? Cáio vem de nucleogamia de casamento, né? Não tem poligamia, monogamia, né?
Então os núcleos se casam. >> Da mesma forma que tem carioteca, então tem carioamia. É cariogamia, né? Então tá nos perfeito. >> Examente. É, vem de cariótipo, né? De Tudo. Enfim, forma o núcleo. O que que o homem deu? DNA. O que que a mãe deu? Todo o resto. Não é só uma mitocôndria, não. Ela dá todo o resto da célula. A gente fala da mitocôndria porque tem material genético. E aí o que que eu posso falar? O meu material genético da minha mitocôndria é idêntico ao da minha mãe. >> Então é porque a minha
mitocôndria ela tava dentro da já do óvulo da mãe, né? >> Exato. Lá naquele óvulo ele já estava Carregando ali a mitocôndria. Detalhe, né? A minha mitocôndria é igual da minha irmã. Por quê? É porque a minha irmã também é filha da minha mãe. >> Oué. >> Olha, olha quanta a gente tem que estar com 2300 pessoas assistindo, mas olha quantas visualizações totais já tem o vídeo. >> Caraca, >> que a gente consegue ver aqui. >> Tá boladão. >> Vídeo já tem 62.000 visualizações totais. >> É isso aí, galera. >> Já estão registradas aqui. Bizarro.
>> Significa que tá valendo. Tá valendo, né? E vai valer mais, meu irmão. Vai valer mais. Um recorde absoluto. Galera, todo mundo que tá aí, dá uma verificada se você clicou no botão de curtir. Curte o vídeo, tá bom? Curte o vídeo, você vai ver que vai subir mais ainda, certo? Tá. E aí, então a gente entendeu aqui por Que todas as mitocôndrias estão aí, vamos supor, agora eu sou isso aqui, nasci, é, fui concebido, sou esse zigoto aqui e dentro dele aqui tem a mitocôndria da minha mãe. >> Exatamente. >> E essa mitocôndria agora
ela vai sempre, as células vão se duplicar e a mitocôndria vai se duplicar também. E todas as mitocôndrias que existem no meu ser são da minha mamãe. >> São da sua mamãe. >> Obrigado, mamãe. >> Beleza. E obrigado pela educação e pelo pelo amor que você me deu desde sempre. Olha bonita. Sou, sou por sua causa. Tá bom. Ótimo. Aproveitar para agradecer, né? A gente tem que às vezes lembrar disso. >> Exatamente. Faça esse vídeo chegar na mãe do Assad e minha mãe também. Obrigado, mãe, né? Estamos juntos. >> Ela deve ter orgulho, né, de
você. >> É, inclusive, é, eu tenho que ter que Agradecer, até porque nesse momento, né, eh, daqui a pouquinho ela vai dar a moral lá também com as minhas filhas, né, que estão lá com a minha esposa. E >> é isso aí. Beleza. >> Tu não, tu não tem uma uma jaulinha não para deixar as crianças? >> É, não, não tem não. >> Eu já sou biólogo, entendeu? Aí >> eu tô tentando arrumar uma >> não é tem tem os chiqueirinhos cara. O chiqueirinho é top demais. >> Tu bota lá dentro e só que chega
uma hora que a criança não quer ficar mais, né? Ela fica as filhas querem subir escada, elas gostam disso. Elas são aventureiras, né? Olha só, galera. Então agora eu acho que a gente consegue resolver a questão porque olha só o que ele tá falando, ó. Olha aqui. Cadê? Deixa eu puxar para cá. >> Ele começa falando aqui, ó. A identificação, a confirmação da identidade do cadáver. >> Aham. >> Será possível que a utilização do DNA mitocondrial do >> Tá. Então, pera aí. Tem um cadáver lá. Quem que é esse cadáver aqui? Não sei. Vamos ver
quem que é. Tá bom. E a gente tem que usar o que a gente e por detalhe, por que que a gente não usa DNA normal do cadáver? Geralmente tá tem essa tem essa coisa, né? Por que que geralmente não se usa o DNA normal, comum das células dele para comprar? Depende, você pode até usar, mas se o ele, por exemplo, vamos dizer que foi um acidente, pô, ele morreu carbonizado e o material genético do núcleo tá muito danificado, né? E aí acaba que não dá para usar. Às vezes o DNA mitocondrial tá mais preservado,
né? Então a gente vai utilizar o mitocondrial, >> tá? E aí, então, cara, a gente tem essa questão aqui, ela é bem interessante, né? A gente tem o seguinte, tem a sobrinha que é filha de um irmão, mas Pera aí, tem um cara, eu não vou, cara, se ela é filha de um irmão, aí se a sobrinha tem a mitocôndria da mulher do irmão, não é a mitoc mesma mitocôndria do cara, né? Mesmo DNA mitocondrial. A tia que é irmã do pai, mas se ela é irmã do pai, ela vai ter mitocôndria também da mãe
do pai, da mãe dela. Não tem nada a ver com ele. Tem que ser alguém que seja da linhagem materna dele. O primo que é filho da irmã de sua mãe. Ó, pera aí. Ele é filho da irmã de sua mãe. A Mãe dele tem a mesma mitocôndria que ele. A irmã da mãe também tem, porque as duas têm a mitocôndria da avó. >> E aí o primo também tem isso aqui. Pode ser o avô materno não, porque ele é o marido da avó nada. E a prima que é filha do irmão de sua mãe.
Não, mas o irmão da mãe, ele tem agora a pera aí. A prima filha do irmão. >> Do irmão. Só que o irmão não tem. Ah, é exatamente. O irmão ele fez com outra mulher. Ele até tem, mas não passa para Essa aqui, primo, filho da irmã de sua mãe, porque tem aqui a menina, aí tem a irmã, tem a mãe dela, tem a irmã da mãe e tem aqui o filho que é o primo. Só que eles tm o mesmo DNA, que é o DNA aqui da avó. Da avó ves. Beleza. >> Legal. >>
É um legal. Legal. >> Divertido. >> Então vamos lá, >> cara. Essa daqui é muito legal. >> Legal. >> Ele vai perguntar assim, ó. Qual linhagem deve ser escolhida pelo pesquisador? Eu não sei se vai tá dando para ver também, mas ele vai falar o seguinte, ó. Eu quero aqui, isso aqui é só para fixar a matéria também, né? Ele vai falar assim, ó, eu quero uma linhagem com metabolismo de síntese mais elevado, tá bom? Então ele tá falando aqui, ó, a gente quer fazer muito RNA e muita proteína, ou seja, tem que fazer muita
síntese proteica, né? Isso aqui, o RNA também tem a ver com a síntese proteica. Processos que dependem de energia. Aqui ele deu a pala que ele quer que tenha muita mitocôndria. E aí a diferença na taxa de síntese é refletida em quê? Na abundância de características morfológicas. Claro, morfologia é a forma visual da cela, né? É claro que a morfologia reflete a função. A função depende da forma, né? E aí dos em uma empresa de produção de hormônios proteicos, ó, hormônios proteicos, então Eu preciso de muito ribossomo, tá bom? Mas pera aí, não só ribossomo,
se isso aqui é hormônio proteico, eu preciso de ribossomo no retículo endoplasmático rugoso para para poder excretar essas proteínas, beleza? E um pesquisador quer selecionar uma linhagem com metabolismo de síntese elevado, tá bom, galera? Olha só, tem aqui a legenda, tá bom? A área cinza éromatina e a área vermelha é heterocromatina. Eu quero eucromatina. Então eu já vou matar essas aqui que tem Tudo preto porque eu quero que a célula tenha aqui, ó, essa daqui, essa daqui tchau. Eu quero que ela esteja bem cinzenta assim. Gostei dessa daqui. Agora retículo endoplasmático gostoso tem que ter
muito. Aqui tem dois, aqui tem quatro. Gostei dessa. Agora nucléulo. O nucléulo tem um papel potente nucleo como se fosse o núcleo do núcleo. É ele que produz o RNA ribossômico. Então RNA mensageiro é o que vai levar a mensagem transcrita para Fazer de proteínas. tendo o RNA transportador, a gente vai abordar daqui a pouco, né, que ele vai pegar os aminoácidos selecionados. A gente vai entrar em tudo isso, código genético degenerado, eh, leitura de códum, trinca, eh, síntese, tem entrar em tudo isso, tá bom? Base nitrogenada, AT, CG, uracila e tem também aqui a
mitocôndria. Cara, essa daqui é perfeita, ela tem um monte de mitocôndria. Tem um nucléulo grandão que vai produzir muito RNA Ribossômica. Essa daqui a quatro é perfeita, com toda a certeza, tá? >> Yeah. Vamos, né? Vamos nessa agora aqui. Olha só a análise da atividade dos dois cultivos celulares que são mantidos com diferentes substratos. Pera aí, tem uma célula A e uma célula B. A primeira ganha glicose O2, a segunda só ganha glicose. A primeira vai fazer mais respiração celular e a segunda que só ganha glicose, ela vai fazer muito mais fermentação porque não tem
oxigênio. >> E aí tu vê que o rendimento energético é o quê? A cada bol de glicose, a primeira faz 219 kcalorias e a segunda faz só 29. Qual organela que não tá ativa no cultivo B? Mitocôndria não tá ativa. Cadê? Tem a resposta aqui. Mitocôndria. Porque para fazer fermentação eu só fico repetindo a glice. Eu não preciso de mitocôndria para fazer glicólise. Tá respondido. Tá vendo como é que >> acontece no citoplasma? Não preciso. >> Exatamente. Então a multiplicação dessas Organelas é pelo fato delas apresentarem. Não sei. >> Tá falando aqui. Exatamente. Tá falando
aqui agora. Vamos lá. Tá falando aqui. Tá falando que o cloroplasto e a mitocôndria. Porque o cloroplástico e a mitocôndria são as duas organelas que t a origem endosimbionte. Então vai >> aqui Pôs a teoria >> endossimbiótica. Só você falou das três evidências principais, três, quatro evidências. Deve ter falado. >> Falei, falei de três, a gente pode botar mais uma. Eu falei DNA próprio, >> tá? DNA próprio. É uma evidência de que aquilo ali já foi outro organismo de outro >> idêntic bactéria, inclusive bactéria. >> Ribossomos próprios. >> Ribsomo próprio. >> Capacidade de autorreplicação. >>
Perfeito. E membrana que também faz total sentido, né? Ela teria entrada e ficou com a membrana. >> É o do fagossoma, né? Ela uma célula que tem a membrana dela e a membrana do fagossoma. A pessoa pensar, pô, mas esa aí, se a mitocôndria veio de uma bactéria, então por que que ela tem membrana dupla, né? Estranho, tem duas membranas plasmadas. E não é membrana com bicamada, não. São duas membranas com duas bicamadas. É porque quando ela foi fagocitada, ficou a membrana do fagossoma permanentemente nela, tá? Então por isso que ela teria dessas duas Membranas.
Cara, por que que elas conseguem se replicar sozinho? Ué, porque elas têm DNA própria. A única explicação. >> É isso aí. >> Acabou. >> Beleza. >> Vamos mais. Cadê? Olha só. Com a teoria bem dada desse jeito que a gente tá fazendo. É bizarro, né, galera? Deixa eu falar, deixa eu perguntar uma coisa para vocês. Isso aqui tá com cara de Revisãozinha? Para mim não tá. Tá com cara de aula muito profunda, que geralmente revisão é que galera, se aparecer isso na prova você marca isso. Pô, a gente tá ensinando conteúdo com nível de profundidade
insano, cara. >> Exatamente. E conectando as paradas, né? Porque a prova vem com tudo conectado. >> Exatamente. Tá profundo e tá interconectado. Vocês estão gostando? Concordam comigo? Tá assim, né, cara? 2400 pessoas. Não cai essa. Que isso, Mano? Olha só. Vamos embora. O uso dessa substância pode ocasionar a morte de uma pessoa ao inibir diretamente a síntese de não sei, riscina, substância tóxica, se liga no açúcar, presente na membrana plasmática de muitas células. Depois que delas serem endocitadas, penetram no citoplasma e destróem os ribossomos. Cara, se destrói o ribossomo, ela vai inibir o quê? A
síntese de proteínas. Letra D, tá marcado. Próxima. Tá bom. >> Vamos lá. A organela citoplasmática Envolvida diretamente no desaparecimento da cauda, desaparecimento da cauda, sei lá. Deve ser aqui de um girin, não é? É quem? É o lisossomo, aquela bolsa enzimática que faz digestão. Então de autólise. >> Já era. Muito fácil. E que tem mais ainda. >> Acho que tem mais. Tem mais. >> Nossa, mas aí pegamos pesado aqui, né? Olha só. Eh, aqui é sobre macromoléculas. Vamos dar uma palinha de Macromoléculas, tá bom? A gente já deu, né? Mas já deve estar quase completo
isso aqui. Vamos lá. A qualidade nutricional do grão de trigo, ela é modificada pela redução de quê? Recentemente, um estudo feito em campos de trigo mostrou que níveis elevados de dióxido de carbono, que é o CO2, claro, e na atmosfera, prejudicam a absorção de nitrato pelas plantas. Vamos falar de ciclo do nitrogênio daqui a pouco, hein? Consequentemente, a qualidade Nutricional dos alimentos pode diminuir a medida que os níveis de dióxido de carbono atingirem. Então, sobe o dióxido de carbono, ele absorve menos nitrato. O nitrato é isso aqui, ó, é o NO3, tá? -1 de carga
aqui. NO3 menos. Galera, só para você lembrar, sempre que tu pensar numa planta que vai absorver nitrogênio, é pelo mesmo motivo que pra gente é importante nitrogênio, é pela fazer DNA e fazer aminoácido para poder fazer a síntese proteica dela, tá bom? Então, as Plantas precisam fazer de nitrogênio, a gente vai falar de ciclo de nitrogênio, beleza? Então, a qualidade nutricional vai ser modificada pela redução de quê? Aqui, olha só, se ela não, nossa, esse é, esse é o raciocínio da questão, né, gente, é percebido, né? Se ela não tá absorvendo esse NO3 aqui, ela
vai ter redução de proteína, porque a proteína depende. Não poderia ter aqui, seria complexo se tivesse também DNA, não botaria. Nem foi maldoso. Ele botou essa Eh que enervados níveis de dióxido de carbono. Para quê? Para >> tu pensar que é que é amido, que que é carboidrato, entendeu? Mas não, porque ele foca depois no nitrogênico. >> É, nesse caso aqui muito CO2 faz ela não absorver nitrato e sem nitrogênio ela não faz aminosite. Cara, eu não tinha visto as questões ainda que você selecionou, mas eu falei isso no início da aula, vocês viram. Tá
aí, a gente tá Dando aula aqui consistente, mesmo com os raciocínios que vão cair. Vamos nessa. Olha só, próxima aqui. Para suprir o déficit nutricional a que os produtores rurais se submeteram durante o período da da da promessa, foi importante eles terem consumidos alimentos em não sei, ah, eles eh produtores rurais, bois, porcos, avam morrendo por uma peste desconhecida, fizeram uma promessa que consistiam em não comer carne ou derivados até que a Peste fosse debelada. Então durante três meses eles só comeram arroz, feijão, verduras e legumes. Isso tá bom. E eles foram, eles ficaram com
déficit de quê? Então, pô, isso aqui é muito fácil, déficit de aminoácidos essenciais, déficit de proteína, tá bom? Exato. São aqueles que a gente não produz, a gente só adquire na alimentação. Então, se tu deixar de comer carne, você deixa de ter esses aminórios. >> Perfeito, cara. Olha só, aqui ele vai Perguntar: "Esse arranjo característico se deve ao fato dos fosfolipídeos apresentarem?" Cara, fosfolipídeo, lembra que ele tem uma parte polar e uma parte apolar? A parte polar é a cabecinha aqui fora que interage com a água e a cabecinha aqui dentro que interage com a
água. Aqui no meio é muito apolar, tá bom? Então as coisas passam aqui bem rápido. Nesse caso, esse essa dupla polaridade a gente pode chamar de anfifílico, tá bom? Uma coisa Anfifílico ou anfipático. Esse anfi, quer dizer dois, né? Anfíbio tem duas vidas. Então ele vai falar aqui, ó, ã, anfifílica, letra E. Eles têm essa natureza, possuem uma parte hidrofílica e outra hidrofóbica. A parte polar é hidrofílica, tá bom? E a parte apolar é hidrofóbica, beleza? Pode também ter, fica atento, tá bom? O que que é uma coisa polar? É uma coisa que ela interage
bem com a água. Uma coisa, é óbvio que na química a definição de Polar é uma coisa que apresenta um momento vetorial de polo diferente de zero. Tem uma carga sobrando, tem uma região de de desbalanço eletromagnético. Mas na prática a gente fala que polar é aquilo que se interage bem com a água, tá? Mas isso pode ser chamado também de hidrofílico ou de lipofóbico. Se ele é hidrofílico, ele é lipofóbico. E uma coisa a polar, ela é lipofílica ou hidrofóbica ao mesmo tempo, tá bom? Eh, são nomes aí que você tem que ter um
Domínio bom. Vamos nessa. Vamos para mais. >> Tão gostando aí dos exercícios, galera? Beleza. >> A ausência dessa proteína poderá favorecer o quê? Não sei. No ciclo celular atuam moléculas reguladoras. Caraca, a proteína P53 que a gente falou, ela é ativada em resposta a mutações do DNA. Exatamente o que foi dito. Ativada em resposta a mutações para para fazer o Suicídio da célula. Tá bom. Deixa ele quer o banheiro. >> É, é só falar. Pode ir de boa. Tranquilo. É normal. Ele Mário vai no banheiro. Tá bom. >> Vai lá. é, evitando a progressão do
ciclo. Então, olha só, se tiver um dano no DNA, uma mutação DNA, a P53, que é aquela aquela proteína que ela pode sinalizar a apoptose, ela vai paralisar o ciclo para analisar o que tá acontecendo, para não deixar uma célula Com danos se multiplicar. E aí, eh, se os danos não forem reparados, vai ter uma indução da célula autodestruição. E se você não tem essa proteína, ué, redução da síntese DNA, saída do ciclo celular, ativação de outras proteínas, manutenção da estabilidade, proliferação celular exagerada, resultando na formação de um tumor, tá? Gritante, tá bom? Gritante, gritante,
gritante. Vamos mais. Olha só, deixa eu pegar essa daqui. Olha só. Ã, Tá. Isso aqui a gente vai pegar em divisão celular, tá bom? porque ele vai ele vai falar aqui da melhor hora de de você estudar os cromossomos. É na metáfase, mas em invés de eu dar resposta direta, vamos pegar o ciclo celular primeiro. Aqui também é ciclo celular, aqui é cochina e aqui alteração cromossômica. Agora tem questões aqui só de ciclo celular, de mitose, meiose, a gente já vai pegar, tá? E cara, olha só, tem umas aqui bem bacanas. Vou começar a Fazer
essas aqui com vocês. Dá uma olhada nisso aqui, tá? Eu quero que vocês eh, pô, mano, as questões estão muito pequenas aqui, cara. Mas acho que não tem nem como a gente resolver agora, né? Tem que tem que eh não dá. Tá tá no máximo aqui já. Teria que ter colocado ela já com zoom menor, entendeu? Não é, mas aí vai dar uma deformada na questão. Não, vamos assim mesmo. Eu quero só que vocês visualizem o que tá acontecendo aqui na questão, tá? Ele vai Falar assim: "Uma aula sobre metabolismo energético, tem um experimento clássico
realizado por não sei quem. Um recipiente tem bactérias aeróbias. Bactéria aeróbia, ela utiliza oxigênio e alga verde filamentosa. Foi submetido à iluminação de uma fonte de luz." Então, olha só, você tem que entender o seguinte: isso aqui tudo é alga, tá? Esse filamento aqui, isso é a alga, tá? E a gente vai colocar bactérias aeróbias perto dela, tá? E essas bactérias, elas São bactérias que utilizam oxigênio, tá? Então elas utilizam oxigênio, são bactérias aeróbias. E tu tem que lembrar na hora que a fotossíntese produz oxigênio. Então essa é a relação que a questão vai querer
explorar de tudo. A gente sabe que na fotossíntese a gente tá fazendo o quê? Tá juntando ali CO2 + H2O para produzir o quê? glicose, mas também vai produzir oxigênio. Então, só de eu olhar pr isso aqui, eu ver que as bactérias aeróbias estão se proliferando Aqui e que elas também estão se proliferando aqui, eu já sei que essas são as regiões da alga que estão fazendo fotossíntese, tá bom? E aí essa alga tá sendo iluminada por cores diferentes. E aí ele pergunta assim, ó, a faixa do microespectro em que a alga possui maior taxa
de realização fotossintética, cara, olha que maravilha. Onde ela tá realizando mais fotossíntese? Aqui onde a gente tá vendo mais bactéria, porque a bactéria tá usando oxigênio. E que cor é Essa daqui? >> Verde >> próxima do vermelho, justamente. Tá bom? Então é no vermelho que ela tá fazendo o máximo de fotossíntese. Você vê que no verde não tem fotossíntese nenhuma. O verde é a pior cor. Por quê? A folha da planta é verde, a clorofila é verde. Quer dizer que se tu jogar a luz verde nela, ela reflete a luz verde para você. Ela não
absorve aquela luz verde. Bem, tem gente que pensa: "Ai, minha Plantinha é verde, eu vou jogar a luz verde nela porque aí ela vai gostar. >> É a planta. irmão, luz direito. >> Eu sou verde porque eu reflito verde. O animal não tá servindo para nada isso aqui que você tá jogando, né? Mas é isso, tá bom? Cuidado. Mais uma questão aí destroçada, tá bom, cara? Essa daqui. Então vamos agora tem a de tem as é, eu já pulei ali as de ciclo celular, pô. Não tá aumentando mais a questão, cara. Pô, o macaco albino
ali botou botou a questão toda pequena, cara. Olha só, se eu fizer assim, é, dá até uma aumentada, né? Só tem que ter cuidado para não deformar. Não, calma aí, calma aí, calma aí. Porque ela ela muda de ela muda de formato, dependendo de como fizer. Então, olha só aqui, ó. Pronto. Deve ter ficado deve ter ficado melhor agora, né? Um pouco melhor aí paraa galera, tá? Vamos deixar assim por enquanto. Vamos lá. Ã, cara, Essa daqui ela é uma questão, pera aí, que que aconteceu aqui? Olha só, tem que tem que tirar essa daqui
e jogar para baixo também, ó. Só. Tchau para essa daqui. E essa daqui que tá atrás, não, essa daqui é ela mesma, tá? Então, essa daqui eu jogo pro lado. Essa é uma questão que ela foi muito, muito, muito errada. foi muito, muito, muito complexa, tá? Vamos ver a pergunta dela, ó. O agente redutor primário responsável pela reposição dos elétrons perdidos no Fotossistema é, cara, a gente não tá aqui hoje com tempo para, né? Eu não vou, eu na plataforma SAD, eu fiquei uma hora explicando só essa questão. Quem é da plataforma sabe, não sabe?
Quem é da plataforma sabe que eu expliquei essa questão aqui por uma hora fio. Vamos garfar a questão. Qual o raciocínio que você usa para garfar essa questão aqui que eles podem levar pra prova com segurança que a gente já falou aqui? >> Vamos lá. Deixa eu só ler ela. >> Tá. Tu quer? Tá. Então tu quer ler ela? Tu quer mostrar? Tá bom. >> Só porque eu não li ela ainda. Posição de elétron. >> A gente redutor, a gente já sabe que é alguém que vai doar elétrons. >> Beleza. Por isso que ele é
o redutor. Tenta lembrar de uma coisa que eu falei durante a aula, tá? O esquema representa a etapa fotoquímica da fotossíntese. As moléculas de clorofil, os pigmentos aórios, compões fotosemão são excitados Pela radiação luminosa. A energia dessa excitação retira elétrons da molécula de clorofila. Eh, e clorofila, pá, pá, pá. Esses elétrons são responsáveis pelo mecanismo de fosfilação da TP. A, olha a pergunta, quem é o agente redutor? Eu não fico nem olhando para cá na prova. Eu respondo o quê? Água. A água é o agente redutor. Olha só, molécula de água. Porque eu falei para
vocês que eu falei, Mário, eles podem levar pra prova firme o quê? Que a água é a fonte de Elétrons da fotossíntese. É isso. >> Ela pode ser chamada de agente redutor. Isso. É exatamente, >> já era. É isso. Ela é o agente redutor. Tá bom. Pronto. Vamos nessa. Vamos mais. Olha só. Ã, cara, olha só. Para que a etapa produtora de ATP e na de pH ocorra, são essenciais o quê? Então aqui a fotossíntese é um processo físicoquímico realizado por organismos clorofilados. Nos vegetais tem duas fases. Uma delas Você produz ATP e você reduz
o NA de P+. Olha o que que é reduzir o NA de P mais. Eu tenho aqui esse carre carreador na de P+. Quando eu reduzo, eu tô o quê? Dando elétron para ele. Mas dá elétron mesma coisa que colocar um hidrogênio aqui nele, tá bom? Então isso que a gente faz na primeira fase. E a outra é a fixação de carbono. Eu pego o carbono e monto realmente ali a glicose. Mas e para que a etapa produtora de ATP e na de pH, que é a primeira, aconteça do que você Precisa? Você precisa que
que foi? E tá sem microfone Mário, né? A galera deve tá falando agora sem, né? >> Ah, >> só boa. Então aqui, ó, você precisa de quê, cara? Glicose e oxigênio é um absurdo, tá bom? Radiação luminosa e água, essa é perfeita. Aqui água e oxigênio é um absurdo, porque oxigênio também é um produto. Glicose e radiação luminosa é um absurdo, porque glicose é um produto. Oxigênio e dióxido de Carbono. Oxigênio é um produto de óxido de carbono. Eu uso na segunda fase da fotossíntese, não na primeira. Radi, eu preciso de luz e água para
fazer a primeira. >> Pegar a água e atar o martela com a luz. >> Água. A luz faz a fotofosforilação, né? E a água repõe o elétron perdido. >> Olha, faz total sentido, né? Fotofosforilação. Perfeito. OK. Agora vamos para mais. Estamos já pegando fotosíntes. Vocês estão vendo como é que Tá o ritmo forte? Respiração, >> cara. Olha essa daqui de respiração celular. Deixa eu, deixa eu começar a dar, dar uma ajustada aqui. Olha só. Essa aqui, tchau, porque já foi feita. Essa aqui, tchau, porque já foi feita. Agora aqui, ó, tome aqui, ó. Chine. Aqui,
ó. Tome aqui, ó. Aqui, ó. Não é verdade? Olha só. >> A galera vai rir para caramba disso. Tu já viu esse vídeo do professor aqui, ó. Aqui, ó. Ton aqui, ó. Tch. Aqui, ó. Ton aqui, ó. Tch. Tch. Aqui ó. Não é verdade? Aqui, ó. Esse bloqueio a essa aqui foi difícil. Errada pra caramba, galera. Errou pesado essa daqui. Tá bom. >> Deixa eu só dar uma olhada aqui, ó. Vocês estão curtindo essa live aí? Não tão tá sabendo disso, né? Tá curtindo a live? Você, vocês estão cientes, só avisar um negócio para vocês
aqui, galera. Pelo amor de Deus, amanhã a gente vai abrir as vagas paraa Black Friday da plataforma SAD. A nossa Plataforma nova, ela tá a coisa mais linda do universo inteiro. É uma coisa absurda. Tá bom? Só só para você pegar aqui a visão rapidamente, dá uma olhada. Vou mostrar de qualquer jeito aqui, tá bom? Só para eu não mexer muito no no método da aula aqui. Cadê aplicativo Safari? Olha só. Dá uma olhada nisso aqui só para você pegar aqui a percepção. Olha só. Isso aqui é a nossa plataforma nova, tá? Talvez tenha gente
aí que não esteja sabendo ainda a Plataforma nova que a gente vai liberar amanhã. E troquei. Ah, pô, você trocou minha senha, pô. Não consigo entrar nela agora. Tá bom, >> [ __ ] Troca agora de novo aí, mano. Tá, pô. Caramba. Moscou. Beleza, trocaram minha senha ali. Deixa eu ver aqui. Deixa eu voltar para cá mesmo. Depois eu mostro a plataforma nova para vocês. Mas galera, fiquem atento, tá bom? Porque é amanhã, beleza? Então, a gente vai abrir amanhã as vagas para Black Friday. Você Vai receber a a é porque trocaram minha senha ali,
pô. O cara tava acessando minha conta, mudou minha senha, tá? Então, vou ter que pegar, tem que ter que botar minha senha de novo ali que eu não sei qual é, tá? Então, olha só, entra aqui que é só pros 1000 primeiros, tá bom? Acesso vitalício à nossa nova plataforma. Vitalício, você vai usar para sempre. Aesso ao de vestibulares tradicionais, aulas avançadas para FVES, Unicamp FPR, mentoria comigo o ano Inteiro, aulas ao vivo comigo também o ano inteiro e 12 livros didáticos escritos um por mês ao longo do ano, livros de alta qualidade de eu
dialogando com você e te explicando as matérias, tá bom? Só pros 1000 primeiros amanhã eu acho que as vagas amanhã vão voar em 10 minutos, 15 minutos, estourando 25 minutos ou algo assim. Tá bom? Vamos seguir aqui agora. Olha só, dá uma olhada na questão. Vamos voltar. Pá, cadê? Cadê? Cadê? Cadê a caneta? Onde é que tá a caneta? >> Aqui. Tá aqui. Vamos lá. >> Essa foi muito errada. Olha só, esse bloqueio aumenta a concentração celular. De qu? Vamos entender que bloqueio é esse, ó? A produção do ATP depende do gradiente de prótons gerados
pela cadeia respiratória. Isso aí eu sei. Não precisa me contar, porque quando você acontece isso tá explicando as coisas para quem não sabe, tá bom? Não, não ajuda os outros não. Eu já sei disso Aqui. Claro que é produzido pelo gradiente de prótons da cadeia respiratória, né? Aquele gradiente de H+ que entra. Nessas reações, os elétrons provenientes da oxidação, ó, os elétrons provenientes da oxidação do NAD de H em NAD mais. Por quê? Lembra que o NAD H ele chega carregado com elétron, com H. E ele é oxidado quando ele entrega o elétron, ele tá
sendo oxidado, tá perdendo elétron, tá bom? Eh, percorrem a cadeia até chegarem a citocromo se Oxidase reduzindo, reduzindo o ferro 3 mais a ferro 2 mais. Então aqui na citocromo oxidase tem ferro 3 mais. Quando o elétron chegou aqui, ele se ferra 3 mais vai cair o nóx dele vai ficar aqui, vai ser reduzido para ferro 2 mais, tá bom? O oxigênio atua como aceptor final, ó, o elétron aqui agora ele vem pro oxigênio no final desse ciclo. Beleza? Beleza. Então o cito, o caneto é uma espécie química altamente tóxica que tem grande afinidade pelo
Ferro 3 mais. Então o sianeto ele vai travar isso aqui, ó. O cananeto vai colar aqui nesse ferro 3 mais e vai bloquear isso aqui. Quando células são expostas ao caneto, ele se liga ao ferro 3 mais e aí ele impede a sua conversão em ferro 2 mais. Então se esse ferro 3 mais tá bloqueado pelo caneto, não vai ter aqui o transporte de elétrons até aqui. Vai ficar tudo paralisado. Vai gerar acúmulo de qu, cara? Acúmulo de NAD de H. Acúmulo de NAD H. Porque o NADH não vai conseguir agora vir aqui e depositar
o elétron dele aqui, pô. Ele vai ficar travado na forma de NADH porque ele não consegue dar o elétron dele para cá, pro transportador um, etc. Vai ter acúmulo de NH. Tu vai ficar aqueles elétrons hidrogênos que tu catou ao longo do processo inteiro, tu não tem mais o que fazer com eles agora, tá bom? >> Essa questão é boa para tu ver o nível de complexidade, né? O Enem ele cobra Hoje questões com nível de complexidade bacana. >> Ó, em que etapa do metabolismo energético a termogenina interfere? A gente já sabe que termogenina é
aquela proteína que ela desacopla a cadeia de elétrons e faz você aproveitar aquilo ali, não para produzir ATP, mas você desloca mais para produção de calor, tá bom? Então ela interfere o quê? No fosforação oxidativa. Letra E. É aquela última fase justamente que você vai Rodar a turbina da TPsintase e você acaba não rodando porque tu desloca ali. Roda um pouco, né? Mas mas roda menos. Qual produto destinado ao consumo humano tem sua produção baseada nesse processo? Em que processo? Ah, pá. Microrganismos, fermentação, bactérias anaeróbicas, utilizam açúcar presente nos alimentos e realizam oxidação parcial. Oxidação
parcial, porque você não vai continuar a quebra, vai parar no piruvato mesmo, lembra? gerando como produto final o Ácido lático. Fermentação lática é o quê? Iogurte, letra C é o que a gente gera por fermentação lática. Muito, muito, muito simples. Vamos nessa. Olha só, essa adaptação confere a esse organismo capacidade de obter primariamente o quê? Há muito tempo são conhecidas espécies de lesmas do mar que tm uma capacidade ímpar. Elas guardam parte da maquinaria das células das algas. Consomem a lesma, que é um animal, consome uma a uma consome a Lesma. Não é um animal,
né? Alis, não é um animal, um animal, >> tá? É claro, é verdade. Um animal. Então, né? Se ela não fosse um animal, seria o quê, mano? Não tem como ela ser um fungo, não tem como ela ser ópica no animal, né? Eh, é que é estranho às vezes na cabeça assim. Então aqui, ó, elas conseguem, elas comem alga e guardam os cloroplastos junto com ela e elas mantêm eles funcionando dentro das próprias células. Cara, o Dan, ô, o Daniel tá vindo com as paradas que eu pedi? >> Sim. >> Tá. Então, guardam das própria
célula, obtendo assim parte do seu alimento. Investigadores portugueses descobriram que essas lesmas do mar podem ser mais eficientes do que as próprias algas. Então a lesma faz fotossíntese usando o cloroplástico da água que ela comeu. >> E aí ela tem capacidade de obter o quê? Meu Deus, obter carboidrato, pô. Letra B. Faltou para obter carboidrato. Tá maluco, >> tá doido, mano. Um negócio fácil desse. Erra uma dessa aqui para você ver a tristeza. Tá bom, cara. Olha só. O processo metabólico associado à expressão de combustíveis, a expressão combustíveis ambientais, cara, só pode ser fotossíntese de
cara. Não, pera aí, pera aí, pera aí. Não, fotossíntese. Não, pode ser fermentação também. Deixa eu ler. Organismos autótrofos e Heterótrofo. Autótrofo é tipo planta e alga que produz o próprio alimento. Heterótrofo é o restante que come outras coisas. Realizam processos complementares que associam ciclos do carbono e do oxigênio. O carbono fixado pela energia luminosa ou a partir de compostos inorgânicos é eventualmente degradada pelos organismos, resultando em fontes de carbono como metano ou gás carbônico. Ainda outros compostos orgânicos são metabolizados pelos seres Com menor rendimento energético, produzindo compostos secundários que podem funcionar como combustíveis. Tá
falando da fermentação aqui, tá bom? quando faz fermentação. Então, qual é o processo metabólico associado à expressão combustíveis ambientais? Fermentação, como a gente disse, que é feito o álcool, por exemplo, tá bom? Matamos isso aqui e matamos todos, menos agora os de ciclo celular. Então, a gente só precisa agora matar os Exercícios de mitose, meiose, etc. Para isso, agora você volta para cá e explica o que eles estão te pedindo, que eles querem aí, que eles estão querendo mesmo essa parada. Vamos nessa. >> Vamos, garoto. Vamos que vamos, hein, gente? >> Viu que depois fica
fácil, né, galera? >> É, fica fácil agora. 50 pessoas >> depois que fácil. É isso aí. Vamos lá Então, galera. Divisão celular que tem que ter em mente, galera? Olha só, eu quero a partir de uma célula gerar outras células, ok? Se eu quero gerar outras células, que que eu vou ter que fazer? Primeira coisa, eu tenho que duplicar o material genético dessa célula. Depois eu tenho que puxar esse material genético aqui pros polos e dividir essa célula ao meio. Pronto. Essa é a primeira ideia que tu tem que ter. Eu tenho que chegar células
ali pro Lado, tá? Existem eh dois tipos de divisão celular. a mitose e a meiose. E antes delas acontecerem, o que que eu tenho que saber? Toda a célula surge de uma divisão celular. Ela nasce de uma meiose ou de uma mitose, tá? Depois que ela nace, ela vai passar por algumas etapas. Fase G1, fase S, fase G2, tá? Esse período aqui entre G1 e G2 a gente chama de interérfase, beleza? Ou seja, é a fase que ela não tá se dividindo, ela tá crescendo na G1. Chega aqui na fase S, o que que a
plantinha vai fazer? Que que a planta vai fazer? Que que a célula vai fazer? Duplicação do DNA. Um processo que a gente chama de replicação. Beleza? Vai pegar o DNA e vai duplicar. Por que que ela tá vai duplicar o DNA, Mário? Porque ela agora vai pegar e transferir, né? Um pouquinho de DNA para uma célula, um pouquinho de DNA para outra. Ela não pode pegar, ah, eu tenho 46 cromossomos, né? E vou agora eh simplesmente pegar e Mandar 23 para cada uma. Aí você tá gerando células com metade do número de cromossomos. Mas se
eu quero gerar uma célula somática do meu corpo, eu tenho que gerar uma célula com 46 cromossomos. Então se eu vou dividir, eu primeiro eu tenho que duplicar o material genético para depois distribuir entre as células filhas. OK? Legal, né? Então isso daí a gente pode fazer então por meiose ou por mitose. Beleza? Vamos lá, galera, rapidamente aqui. Mitose, Tipo de reprodução que origina as células idênticas à célula mãe, tá? Então, se a célula era 2N, ela vai continuar gerando células 2n também, filhas. Beleza? Completo de cromossomos da espécie, né? >> Exatamente. Beleza. >> 2n
2n significa de número completo de cromossomos da espécie. Tá bom. >> Exatamente. >> Vamos lá. Agora quer uma banana? >> Opa. Vamos nós. Vamos lá. >> A gente vai comendo aqui. >> Vai mandar com casca e tudo. Que isso, fera? Olha animal, né? Então vamos lá. Você é um menino. Depois pergunta porque que ele tá forte. Bomba. Bomba nada. É caixinha de banana, meu irmão. É isso. Sei. Olha só galera. Então aqui mitose, né? Ah, >> experimenta. Já experimentou com gásca? >> Com gásca. >> Experimenta. Você é biólogo. Não dá uma Mordida boa assim. Ficou
horrível. Só veio casca na tua boca. Aí não. >> Tá bom. Não é ruim não. >> É, >> gente, eu nunca tinha comido com casca até que é gostosinho. Não, >> né? >> Aí, ó. >> Mas tem um amargor no final. >> Tem, tem uma amargor. Eu aprendi isso comigo. >> Sério? >> Ele pediu comida, eu dei umas duas bananas para ele na hora. Ah, mordeu com caixa. Eu falei: "Que isso, rapaz?" >> É nutritivo. >> É, >> né? Muito bom. >> Imagina, imagina. Ai, >> se tu não quisesse comer de jeito nenhum com casco.
>> Não, mas não, mas até que é gostosinho, Mas eu prefiro sem casco mesmo. >> É muito melhor sem casco >> é bem melhor. >> Casco é uma bosta. >> No bota que tu não gera lixo orgânico, entendeu? É, n [risadas] compostagem. >> Olha só, galera, a mitos então ela é uma divisão celular que ela tem fases, né, como toda divisão celular. Quais são as fases aqui, ó? Prófase, metáfase, Anáfase. Au, ó, muito. Quer que pegue um pedacinho? Hum, uhum. Aná fazer telófazer. Olha só, meu povo, que que acontece em cada uma delas aqui? >>
O pessoal tá morrendo aqui, mano. Que tem que comer a banana com ca. [risadas] >> Tá bom, gente. Experimento em casa. Nossa, mas isso você escruto no finalz, >> mas dá uma no finalzinho. Olha só, galera, só para tu ter na mente, presta muita Atenção no que eu vou falar aqui, tá? Porque eu vou do do básico, mas eu vou chegar no complexo, tá? Essas fases aqui, basicamente é o seguinte: tu tem a célula, o material genético, ele tá dentro de um núcleo, OK? Só que olha só o que que eu falei que é o
objetivo aqui. Eu preciso pegar esse material genético que tá duplicado, que já passou da fase S, tá? mandar uma parte para um lado, outra parte do outro e dividir no meio. Eu tenho como mandar pro lado se Tiver preso dentro do núcleo? Claro que não. Então o núcleo eu ten que desaparecer, tá? Então aqui na na primeira fase aqui, né? A gente vai ter na prófase o núcleo se desfaz. Os cromossomos t que se condensar. Eles começam a se condensar, eles estão lá aquele formato de dupla hice. Não, não dá para me dar com cromossoma
assim. Prometo a Ana, prometo a Ana telefonar para eles. >> É, não falei não. Falei não. >> É para eles já ir fixando. Sério mesmo. >> É, é bom, né? Ai, Mário, não sei, pô, decorar essas frases, né? Eh, decorar essa sequência. Então, tem aquela frasezinha clássica: "Prometo a Ana telefonar". De prófase. Te prometo a Ana telefonar. Beleza? Aí tu sabe. Prófase, metáfase, anáfase, telófase. Tá aí, galera, o que que acontece? Tenho lá o meu material genético, preciso condensar ele. Sabe por que que eu tenho que condensar? Pô, meu irmão, é que nem já Já
foi pegar a roupa da corda. >> Sabe quando tu vai pegar a roupa da corda? Aí assim, a gente tem que TDH, né? Aí como é que a gente pega? Tu pega uma e bota aqui, né? Aí daqui a pouco pega outra e vai botando daqui a pouco. Aí daqui a pouco aí cai uma. >> Acho que vai dar certo no início, >> pô. Aí cai uma, quando cai uma, tu abaixou para pegar uma, cai em duas. Aí tu pegar duas, cai em cinco, né? Aí tu fica aquela, não tem uma hora que tu Joga
tudo pr alto, tu vai embora. >> Imagina você transportar uma linha de pipa toda aberta, >> pô. Não tem. É, é ruim. >> Pode botar num carretel. É por isso que o DNA vira cromossomo compactado. >> É. Agora pega a roupinha, bota em cima de uma cadeira, dobra uma, dobra outra, dobra outra, dobra, empilha tudo, pô, tu vai carregar faz assim, no caso, né? Tudo. >> Exato. Então assim, compactar o material Genético é para quê? Para migrar ele com facilidade na célula, sem quebrar, sem danificar o material genético, tá bom? Então, legal, eles se condensaram,
o núcleo se desfez e aí aqui a gente vai precisar formar o fuso acromático. O fuso acromático, né? Eu até eu, eu, eu sempre faço uma coreografia com a galera aqui, né? Né? É, eu sempre faço assim um mantra, né? Falo assim, gente, né? Na profas, aí tu repete assim, na prófas, aí a gente Fala: "Ó, os cromossomos se condensam". >> Não, não, mas então você faz com eles agora, como você faria numa turma presencial. Tá bom, galera? É sério mesmo, isso aqui ajuda muito. Você muitas vezes não gravou isso at hoje por causa disso
aqui. Então, faz como você faz na turma presencial com eles, tá bom? Eles vão respondendo ali no chat. no chat, então >> é, vai ter algum delay aqui, você vai falar, vai chegar uns sons 10 segundos Depois, mas >> age como se >> Mas em casa fala, fala assim, ó, fala o seguinte, ó, na prófase, >> é, na prófase, >> aí fala: "Os cromossomos se condensam". Aí faz assim com a mãozinha: "O cromossomos se condensam, >> os cromossomos se condensam. >> O núcleo se desfaz. >> O núcleo se desfaz. >> E aí tu puxa daqui
do meio, ó, e Forma-se o fuso acromático. >> Forma-se o fuso acromático. >> Aí tu vai parar com a mão aqui assim, ó. Formou o fuso acromático. Que que é o fuso acromático? essa ponte de proteínas que são formadas a partir do centríulo. OK? >> Aí o que que vai acontecer agora? Isso foi na prófase. Aí vem a metáfase, né? Aí tu vai falar o seguinte, na metáfase, tô ouvindo aqui vocês, né? Aí tu vai fazer assim, ó. Não tinha feito aqui, ó. Formou o fuso acromático, não formou? Agora tu vai fazer assim, ó. Os
cromossomos se alinham no centro da célula. >> Que isso, mano? Cuidado. >> É, mandou aqui um Daniel S, né? Os cromossomos se alinham no centro da célula. Tu tá ficando com muita aura. Muito chata, >> pô. Que isso? Então, o que que vai acontecer aqui, ó? Vou desenhar aqui embaixo a segunda etapa, etapa de Metáfase, ó. Os cromossomos eles vão migrar aqui pro centro da célula. Vão ficar tudo alinhadinho aqui no centro da céu, beleza? Só que eu vou falar daqui a pouco um detalhe aqui interessante, tá? Depois o que que vai acontecer? A gente
vai ter a separação das cromates de irmãs. Mário, o que que é cromate de irmã? Vamos dar uma pausa aqui para tu entender o negócio. Olha só, isso daqui é que vocês se embolam demais, demais, demais, que Vocês não podem embolar, tá? Eu tenho aqui uma célula, eu não vou ficar desenhando aqui 46 cromossomos, tá gente? Então vamos pegar o cromossomo do tipo um aqui para ilustrar. Eu tenho quantos cromossomos de tipo um? Tenho dois cromossomos. Isso, vê a genética, cara. Vê a genética lá que a gente fez aula de genética. >> É isso aí.
A gente fez aula de genética, tá? Então depois dá uma olhada lá. Vamos entrar com o máximo aqui disso porque Tem outras coisas mais importantes. >> É, então tenho dois cromossomos do tipo um. Que que a gente faz? Passou da fase S, que que eu fiz? Dupliquei esses cromossomos aqui. OK? Ah, Mari, então eu tinha aqui, né, 46 cromossomos, agora eu tenho 92. Não, tu continua com 46 cromossomos. Ué, mas não duplicou. É, mas agora eu junto esses dois palitinhos aqui, né? e através de uma estrutura chamada de centrômero e eu passo a chamar de
cromossomo a dupla. Beleza? Eu tinha um só, eu dupliquei, fiquei com dois. Agora eu junto eles através de um centrômero e eu passo a chamar esse conjunto aqui de duas cromátides ir de cromossomo. Beleza? Aí que que vai acontecer lá na meiose? Na na perdão, na anáfase da meiose da mitose, perdão, na anáfase da mitose. >> Tá? >> O que que vai acontecer? Tá na mitose aqui ainda, né? >> Estamos na mitos. >> Tá, >> chegamos. Que que a gente teve até agora? Os cromossomos se condensaram, >> o núcleo se desfez, formou-se o fus cromático,
chegou na metáfase, os cromossomos se alinharam no centro da célula, ficaram aqui presos através do centrômero, >> tá? >> Chega na anáfase, terceira fase, que que vai acontecer? Será que aqui na metáfase os cromossomos agora eles estão bem Alinhados aqui e aquela conexão de que esse é o melhor estágio para você estudar o DNA da célula, visualizar o carió. >> Exato. É onde o DNA tá mais compactado, mais visível. Beleza? Aí que que acontece? Rompem-se os centrômeros e aí na anáfase, que é a próxima fase aqui, você depois de romper os centrômeros, essa estruturazinha aqui
que une as cromátides irmãs, as fibras do fuso começam a se encolher em direção ao Centríulo e com isso puxam, vou botar aqui de cor diferente, puxam, é, não, vou botar essa de amarelinha mesmo. vai puxar as cromátidas irmãs, cada uma para um lado diferente. Beleza? Então aqui vem uma cromate para cá, outra para cá, uma para cá, outra para cá, uma para cá, outra para cá, outra para cá, outra para cá. Beleza? Então eu separei as cromáticas irmãs. Agora que eu separei, botei metade do cromossomo para cada lado, o que que eu tenho que
Fazer, meu povo? Agora é hora de voltar a ter duas células, né? >> Então, o que que tem que fazer na telófase, na última fase? Na última fase, os eh o >> tudo que foi feito na prófase se desfaz. >> Isso. Agora o núcleo se refaz, >> o fuso se desfaz >> e vai rolar a citosinese. Que que é a citocinese? É a divisão desse citoplasma >> em dois agora. >> Em dois. Calma aí, deixa eu desenhar Direito aqui. >> Ou vai valer a pena aqui, sabe o quê? Vai valer a pena, sabe o quê?
Rapidão. >> Diga aí. Vamos desenhar não. E vamos desenhar de novo. Vamos desenhar de novo. Bonitão. >> Vamos. Todas as >> agora é todas as fases. Eu deixa eu desenhar e você dis você valida aqui o meu desenho. Vamos lá. Uma prófase que é a primeira parte. Primeira parte >> você vai validando, tá? Que que vai Acontecer na prófase. >> Na prófase. Eu tô com a minha célula aqui. Ela já passou pela fase de duplicação do DNA antes mesmo de entrar aqui. >> Lá na fase S. >> É isso. Foi na fase S que é
esse de síntese, né? Então, se eu tinha aqui antes um cromossomo e outro cromossomo, eu continuo agora tendo um e um, mas eles são do tipo agora cromossomos duplicados. Cada um deles tem duas Cromátides irmãs. Tô pronto para fazer então minha divisão celular. Beleza? >> Crom. Exato. >> Meus centríolos vão estar posicionados aqui, vão projetar na prófase as fibras do fuso acromático. Aquela carioteca que existia já não existe mais. Ela se desfez, >> né? E agora o que aconteceu? Fo cromático. O núcleo se desfez, >> foi os cromossomos se condensaram. Os >> cromossomos se condensaram.
>> O núcleo se desfez. Formamos o fuso cromático. >> Próxima fase aqui que é a metáfase, >> ela já é caracterizada por um avanço total em tudo que tava acontecendo aqui na prófase, né? Então agora a gente já tem aquele fuso acromático bem bonitão, os centríos aqui nas extremidades, fuso acromático aqui, fuso acromático aqui, fuso acromático aqui. E tem todos os cromossomas ali duplicados, sim, porém alinhados ali, sendo segurados aqui pelo Centro, né? Então a conexão aqui é é o que aqui é o cineto cororo. É o cinetocoro aqui, não tô lembrando exatamente, é o
>> É a gente aqui a gente vai chamar de centrômero, né? >> Ah, é o centrômero. É perfeito. >> A união dele é cuidado, tá bom? Porque só só é uma coisa que é aleatória, tá? Mas quando você pensa num cromossomo, você pensa nessa pontinha aqui dele, isso é o telômero, tá? Esse telos vem de De extremidade também de alguma forma, né? De de e telefone, né? Ele conecta duas duas pontas diferentes. O telômero, a cada divisão celular que você faz, ele vai se encurtando. Então ele é um marcador de envelhecimento da célula. Porque se
você for tirando xerox da xerox, da xherox da xherox, o que que vai acontecendo? Vai ficando com xerox cada vez mais imperfeitas. Então conforme você duplica teu DNA, ele vai ficando com encurtamento de telômero, Por isso que você não vive para sempre, tá bom? Por esse e outros motivos. Na metáfase, então eu tenho aqui alinhamento perfeito no fuso acromático, né? Eles estão no estado máximo de condensação. Se aqui eles estavam se condensando, aqui tá no estado máximo de condensação. Aqui o fuso acromático tá 100% perfeito, 100% formado. E aqui é o melhor lugar para eu
observar de fato cada cromossomo individualmente. Agora eu vou tal rasgar eles, vou separar as Cromáticos irmãs. Então isso aqui agora vem na anáfase. Então aqui ó, anáfase. >> Anáase. >> Agora eu vou fazer a separação. Vou vou puxar, né? O nome do que eu faço com as fibras aqui do fuso, isso já é uma despolimerização? Acho que não, né? Despolimerização desfazeria elas. >> Seria desfazer. >> Eu tô fazendo uma retração delas, né? >> Isso. Você vai retrair, as fibras, elas Se encurtam. >> Ah, é essa essa palavra que tá tentando lembrar, encurtamento das fibras, né?
Então agora as fibras elas vão estar mais ou menos assim. Olha só, eu tô puxando já as fibras para cá e tô já separei as cromates irmãs. Então aqui, ó, não é mais aquele cromossomo duplicado, tá bom? E agora virou aqui dois cromossomos, beleza? Aqui tem o cromossomo aqui, cromossom aqui, fiz a separação. Agora só falta passar o cerol Aqui no meio com a telófase, que é a última fase. Então, na última fase aqui da telófase, né, eu vou ter a célula já bem grandona assim e eu vou fazer o qu, né? Vou fazer aqui
o corte nela. Claro, no final das contas ficou bem feio, mas ela vai virar duas células com aquele mesmo número de cromossomos que ela tinha originalmente. O núcleo dela vai se refazer agora. E tá feito aqui o processo, tá feito o processo de mitose, um processo 100% conservativo. Tá bacana Isso. >> Exatamente. Tá muito bom. Agora tu vai explicar a meiose também. >> Agora a meiose. A meiose, galera, eu vou falar mais das diferenças, né? O que que acontece na meiose? Você quer gerar células com metade do número de cromossomos só. Então, o que que
tu vai fazer? Dividir duas vezes. Beleza? Se então, se na mitose tu divide uma vez e chega ao número original, agora tu divide duas vezes. Beleza? Então você Vai ter meiose um, o nome já diz meio, né? Então tu vai ter metade do número de cromossomos, né? A meiose um >> e a meiose dois. Que que eu quero com isso daqui? Gerar. nos animais gameta, porque lembra que em planta, né, a meiose gera esporo e a mitose gera gameta, mas aula de botânica para aula de botânica. Exatamente. E aqui eu quero gerar gameta, metade do
número de cromossomos para unir metade eh cromossomos do meu pai com cromossomo da Minha mãe formar ali, né, um filhotinho. Beleza? Então o que que vai ter de diferente? Porque na meiose um vai ter também prófase, >> metáfase. >> Eu mostraria aquele resuminho ali do lado mesmo antes de 2n virando n, aquele resuminho da meiose. Aham. >> Sabe? >> Prófase metá. Vou vou fazer aqui. Deixa eu só >> completar aqui. Anáfase telófase, >> tá? >> Beleza. Tranquilo. Só que vai ter isso. Prófase, metáfase, anáfase, telófase. Um. E depois vai ter isso tudo aqui, dois. Beleza?
Vai ter duas vezes isso daqui. O que acontece aqui, gente, é o seguinte, ó. A gente tem aqui uma célula que é inicialmente 2n, beleza? Ela vai fazer então ali a sua duplicação do DNA. Ela continua sendo 2N, beleza? Porque como a gente viu, a gente teve ali a separação Das cromátidas da a gente teve a duplicação do material genético, mas agora duas cromates desformam um único cromossomo, OK? E aí, grande assad, que que vai acontecer aqui agora? Depois a gente tem uma primeira divisão. >> Aham. >> E aí, o que que a gente vai
originar aqui, ó? Vamos ter aqui, ó, dividir duas vezes, né? >> Aham. >> Aqui a gente tem uma meiose um, >> tá? Beleza? E aqui vai rolar a meiose do. >> Perfeito. >> OK. Beleza. >> Então, olha só, que que tu tem que ter na mente, né? Se eu aqui eu tinha 46 cromossomos, aqui eu continuo tendo 46 cromossomos, só que com 92 cromátides. >> Aham. >> O que que vai acontecer aqui? Aqui na na anáfase um, o que que aconteceu lá na Mitose? Eu tive separação das cromátidas irmãs. Aqui não, aqui eu vou separar
cromossomos homólogos. Ah, Mário, como assim? Ao invés de pegar uma perninha, né? Eu tinha aqui, ó, duas perninhas para um, duas perninhas pro outro. Ao invés de separar, ah, vem essa perninha para uma cela, essa daqui paraa outra. Opa, encostei aqui no negócio. Essa perninha para essa, essa daqui paraa outra. Agora não. Agora eu vou pegar e Vou separar os cromossomos. Eu vou pegar essas duas perninhas aqui, separo para uma célula, essas outras duas perninhas aqui e separo pra outra célula, ok? Então eu vou separar aqui, ó, os cromossomos homólogos, beleza? E só na anáfase
dois que eu vou separar quem? as cromátides irmãs. Então vai vir uma cromát para cá, outra para cá, outra para cá, outra para cá. Beleza? Separei as cromáticos irmãs. Então o que muda da mitose para meiose é Que na anáfase um da meiose a gente separa cromossomólogo. E só na anáfase dois é que a gente separa cromate de irmã, tá? Aí a gente chega na metade do número de cromossomos. Só que tem um detalhe também, tem um evento que acontece na prófase da Meiose que, cara, é super importante, que o nome é crossing, >> cara,
isso é muito importante. >> Over. >> Crossing over. >> Eh, aqui a gente entra no raciocínio da importância da variabilidade genética, tá bom? Se concentrem bastante nisso agora, porque isso é uma questão provável da prova, tá bom? Variabilidade genética já começa que por si só é importante por aquele mecanismo conhecido, né? Quando a gente tem uma população que não tem variabilidade genética, toda essa população é igualzinha, caso venha uma praga, uma doença, algum tipo de fator ambiental Que afete um deles, afeta todos e todo mundo morre. >> Então, variabilidade genética é bom por causa disso,
tá? E como que a gente garante, porque a gente é muito diferente uns dos outros, né? Como que a gente garante variabilidade genética? Tu vê que a meiose não não deixa de manter mente que a meiose é o processo que vai formar os gametas, cara. Então, quando você forma um espermatozóide ou quando você forma um óvulo, você tem que fazer Meiose para que a tua célula vire aquilo ali. E aí o crossing over é um dos mecanismos mais cobrados, mais importantes que existem de variabilidade genética. Como que funciona o crossing over? >> Então, é o
seguinte, basicamente você tem aqui um cromossomo, aqui você tem a sua cromate de um cromossomo formado por duas cromates irmãs e aqui o outro parzinho. >> Sabia que você sabia que você e eu a Gente tá ficando sem energia? É, a gente vai >> água de coco, ela potássio. Beba, você gosta aí, ó? Gosto muito. >> Manda bala. >> Enquanto você bebe, eu vou dizendo o que tá acontecendo, tá bom? Ele está bebendo água de coco, ela tem sódio e potássio. Esses eletrólitos são muito importantes para poder fazer a manutenção tanto do equilíbrio hídrico quanto
do equilíbrio eletrolítico dele. Mais do que isso, a Presença desses eletrólitos é fundamental para que as células do corpo dele possam fazer a manutenção dos disparos elétricos. As células elas fazem disparos elétricos por meio de uma inversão da polaridade da membrana. Então elas precisam ter sódio para poder mandar para dentro agressivamente de uma vez só, porque lá fora tem mais sódio, tá positivo, lá dentro tá negativo. Quando elas abrem um canal de sódio, elas fazem uma despolarização Instantânea da membrana. Isso gera uma DDP, gera um impulso elétrico. Esse impulso elétrico é a base do raciocínio,
inclusive, já que o nosso cérebro ele é um organismo neurobioquímico elétrico e precisa da manutenção dos impulsos elétricos. Como ele tá muito tempo sem comer e já foi no banheiro duas vezes, é possível que ele já esteja perdendo bastante eletrólitos e não tá repondo por meio da alimentação. Também é possível que nos gins dele, nesse Momento, a gente esteja com a presença mais elevada do hormônio audosterona, que é um hormônio que vai fazer com que aumente a reabsorção de sódio para que ele não perca tanto sódio, já que o corpo dele deve estar detectando aqui
nesse momento pelo alto tempo falando, sem se alimentar, sem beber tanta água, indo no banheiro, ele tá num certo déficit eletrolítico. Então o corpo vai adotar uma medida homeostática para evitar que esse déficit perdure. >> Também tem uma coisa, fiquei feliz. Ah, caraca, ainda gerou, ainda gerou ali um estímulo do meu centro de recompensa do Essa é tua, essa é tua. Tem trê para mim. E além disso, tem glicose aqui dentro. >> Esforço intelectual intenso exaure muito as reservas de glicose do corpo, tá bom? Então, uma dose de glicose, ela ajuda muito você a se
recuperar. Por isso que a gente leva um alimento pra prova. Nem tanto porque a gente esteja com fome, Mas porque a gente precisa fazer uma manutenção da nossa glicemia e do nosso humor. Beleza? >> Exatamente. Então vamos lá, galera. Ó, >> vamos recuperar aqui, >> ó. Tem outro aqui que você vai gostar, hein? >> Ô, que isso, ó? >> Olha só. >> Tá, tá chegando, gente. Mantimento. >> Você gosta disso aqui? Gosto. Aí, ó. Aí, ó. Com cafeína ainda. Por cima aqui, ó. É pr ficar na moral. >> É, tem bastante aqui, hein. É isso
aí, ó. Estamos estamos nos abastecendo. >> É. pra gente conseguir bastante energia, até porque a gente chegou o quê? Na metade da aula? >> Não, a gente tá com umas a gente tá de a gente tá com 5:15 de aula. 5:15 a gente vai fazer 12, então falta um pouquinho. A gente tá quase chegando na metade da nossa aula. >> Verdade. A gente vai passar pela biologia toda. >> Vai passar pela biologia toda. E cara, vai ser bizarro quando aparecer a prova no domingo e todas as questões de biologia tiverem aqui. >> A gente tiver
falado aqui, >> vai ser bizarro. >> Muito bom, né? >> Doenças. Vamos falar, >> vamos falar de doença. Vamos falar de doença, vamos falar de classificação, Seis, vamos falar eh >> fisiologia, toda a parte de fisiologia. >> Hum. Muito bom. >> Que que você acha do próximo tema depois desse? Qual vai ser? >> Olha, tem alguns aspectos de histologia que a gente também tem que falar, mas a gente também pode sair um pouco desse universo aqui, né? >> Universo diferente, >> talvez do que vocês acham, galera? Que Que você acha? Umas doencinhas? >> É, pode
ser. Gosto. Gost >> tem questão aí de doença? >> Uhum. >> Ouça. >> Tem sim. Tem questão de doença. >> Tem questão de doença. Então bora pegar a doença agora. >> É, não quero pegar a doença não. Só quero explicar ela. [risadas] Porque pegar a doença é ruim. Uhum. Tô terminando de abastecer. Aham. >> Vou terminar de explicar aqui essa parte de divisão celular aqui e aí a gente vai pra parte parasitologia. Vamos falar. Você vai sair daqui hipocondríaco de tanta doença que a gente vai falar aqui, meu irmão. >> É isso aí. >> Não
é tu não vai errar. Ah, >> na hora da prova. Pronto, ó. Estamos Abastecidos. Já tomamos aqui um suquinho game. Tomamos aqui a aguinha de coco. Agora eu posso voltar. Então, a gente estava falando sobre >> então, pera aí, tem alguma música aí? >> Música? >> É, você queira cantar >> música >> é >> de quê? De de qualquer música aleatória. Pensa em alguma Pensa em alguma aí que Você goste. >> Uma música que eu gosto. >> Pô, eu pior que eu ia trazer o violão, né? Aí eu esqueci. >> Alguma música aí. >> Hum.
Uma música que eu gosto. Deixa eu ver. >> Por que você >> Michael Jackson? [risadas] Eu não sei cantar nada do Michael. Eu gosto, gosto muito. >> Ah, essa é essa é uma música muito boa, Né, que fala sobre >> processo digestivo, né, a Billy. >> Muito bom. >> Vamos lá, galera. Vamos cair para dentro. Vamos faz um moal aí, né? >> Ó, tu viu que bizarro? >> Mandou, mandou profissional. >> Vamos nessa. Vamos arrebentar galera. Vamos lá, galera. >> Novo fôlego, novo ânimo, novo bí. >> Recuperamos aqui. Vamosora. Já estamos pronto, já conseguimos ficar
mais 6 Horas. É, >> deixa eu só farmar uma aura aqui. >> Vai lá, vai lá. >> Pronto, pronto, pronto. Tô com aura. Vamos lá, galera. Vamos lá. Bora. >> Vamos lá, então, galera. Tava falando, a gente tava falando sobre variabilidade genética. A gente tá falando do crossover, né? Na verdade, o que que acontece, gente? Ó, eu tinha lá, >> sei lá, dois cromossomos do tipo um no46, né? >> São homólogos entre si. Eles eles falam sobre a mesma coisa, embora possam dizer coisas diferentes sobre ela. Tem genes alelos, gênes para as mesmas características, tá?
Que que a gente faz? Primeiro a gente vai passar >> pela fase S. Fase S, que que a gente fez? Duplicou esses cromossomos. Então agora eu tenho dois cromossomos com duas cromátides cada um, >> certo? >> Beleza. O que que vai acontecer lá na Prófase da meose? >> Estão duplicados aqui, então, né, que você tá dizendo? >> Estão duplicados, >> tá? Nem começou ainda a divisão, né? >> Não. Aí na prófase da meiose um, quando for dividir, o que que a gente vai ter aqui? Esse parzinho é é uma linda história de amor, né? É
uma linda história de amor. >> Que você vai falar que assim, a gente já sabe, na meiose um a gente tem a Separação, tem que saber isso, hein? Na meiose um é separação dos cromossomos homólogos, tá? Não v dizer que na meios ai separa cromatidisma, pelo amor de Deus, tá bom? >> Tanto que a gente continua aqui, >> tá? Tá vendo que eles estão ainda duplicados, tá bom? Mas tá um aqui em cada canto. Mas a célula ela já cai, opa, mudei a página. Ela já cai aqui de 2n para n. Ah, meu Deus. Mas
cai de 2n para n porque agora tem metade do número De cromossomas. Mas mesmo sendo metade do número de cromossomas, cada um tá duplicado, tá bom? E aí depois de n, ela vai cair de novo para n, tá? Só para você mantenha isso em mente, que é o que a gente tá fazendo aqui na nossa visão macroscópica, tá? Deixa eu trocar esse esse esse dedo que tá vermelho aqui, tá? Tá uma bosta, né? Não tá não tá fazendo sentido nenhum esse dedo vermelho. Tá aqui, ó. Botar branco, né? Olha só. Vai dar uma aliviada também
aqui, ó. A gente Começa ali com uma célula 2n na meiose um que a gente faz aqui é isso. Ai, meu Deus, ela virou N. Tem metade do número de cromossomos que tinha antes. E agora de novo, ela vai dar origem a duas n. Meu Deus do céu, mas como que é possível que o n aqui ele se divida? Ô caceta, o n se divida e ele vire agora essas células n novamente, porque n é só sobre o número de cromossomos. Aqui eu tenho quanto? Vamos revisar. 46 cromossomos duplicados. Embora sejam 46, que é 2n
Por si só. o dobro da quantidade de DNA, porque eu tenho o dobro da quantidade de cromátides ali normais, tá bom? Agora aqui eu tenho o quê? Eu tenho apenas 23 cromossomos em cada um. Por isso que é N, mas são 23 duplicados. E agora eu tenho de novo 23, só que agora são 23 já duplicados, separados, tá bom? Então já voltou aqui a metade, tudo certinho aqui, tá bom? Agora você estava dizendo, meu querido amigo Mário, professor da S vestibulares tradicionais >> sobre crossing over. Que acontece mesmo? crsov o pataquinho do cromsom >> é
o seguinte, ó. Você tem lá as suas cromátides aqui e os seus cromossomos homólogos, né? Aí o que rola é o seguinte, né? Este esta cromatidzinha daqui, ela pega um pedacinho aqui de genes, um bocadinho de genes dela e transfere para esta outra cromátide aqui do cromossomo não homólogo, né? Eh, aliás, do cromossomo homólogo, né? da na pega uma cromátide que tá lá no outro Cromossomo e faz uma troca, uma permuta. Esses dois sãoos esses aqui são cromossomos homólogos. >> Este sejam duplicadões. >> Isso. Mas essa cromate de deste cromossoma troca aqui o gen com
a cromate desse cromossomo aqui. Galera, o que que acontece aqui? Então, então você agora vou até fazer o seguinte, vou fazer uma coisa com cor diferente aqui, ó. Eu tinha dois aqui amarelinhos, aí eu tinha aqui, ó, dois aqui branquinhos. Ok? tão duplicados. >> Tão duplicados. Aí rola o crossing over. Que que é o crossingover? É uma permuta de genes entre esses essas cromátices irmãs ali, eh, que não, aliás, entre as cromátides dos dois cromáticos, não irmãs dos cromos. >> Exatamente. Então, o que que vai acontecer? >> Quando eu olho falar, você se distrai, né?
Quando eu quando eu ti se distrai, não é? >> Toda vez que eu paro para fazer alguma coisa, você tá ficando >> é porque ele se movimenta, né? Volta para cá. Aí, ó, que que acontece aqui? Essa trocazinha vai fazer com que eu gere aqui conjuntos cromossômicos, né? Ou seja, conjuntos de genes aqui que nunca existiram antes do planeta Terra. Porque olha aqui, ó. Tá vendo? Agora eu tenho um todo amarelinho, um amarelinho com branquinho, um branquinho com amarelinho e um todo branquinho. Isso Significa então que eu promovi ali uma junção de genes que antes
nunca estiveram juntos. Ou seja, na prática, na prática, ai meu Deus, qual o mecanismo de variabilidade genética mais tem são, não tem só um, mas um dos mais importantes, crossing over. Onde que ele acontece? Na meiose. Em que fase? Na meiose um. E e como que acontece de fato? E tem cromossomos homólogos que são ali cromossomos do tipo um, por exemplo, um veio do pai, um veio da mãe, Estão duplicados e um pedacinho de uma cromate de um vai migar pro outro e um dele. Então você vai gerar uma combinação ali já completamente diferente. Tá
bom? Exatamente. Estão na prófase da Meiose um crossing tá? A gente vai estudar em evolução. >> É, tá tá escorregando. Passa a mão. Só tá tá >> tá de chegar. Tá gorduroso. É. Na quando a gente for falar de evolução, a gente vai ver que o principal mecanismo, né, Eh, de transformação dos seres é a variabilidade genética, que é promovida pelo crossing over, por mutações e por recombinação gênica, que também recombinação aleatória, não. E tem também a segregação aleatória do da das dos homólogos, não é isso? >> É que vai fazer com que você tenha
ali uma recombinação de genes na reprodução sexuada, tá? Então aqui isso daqui é recombinação gênica, é, eu fiz uma recombinação de genes aqui. A reprodução Sexual da recombinação gênica é também, beleza? Então, mutação e recombinação gênica são os principais mecanismos de variabilidade, sendo que de recombinação tenis mecanismos, crossing over e reprodução sexuada. Beleza? Então, a gente vai falar disso melhor quando for falar de reposão. Cara, isso aqui só falar de uma última coisa aqui, ó. Última coisa, >> esse assunto já tá chato para caramba, não tá? Última coisa que é o seguinte, >> vamos falar
de doença, vamos falar de praga, de lepra, de de ranceníase, de mosquito da dengue, de mosquito anófeles, fala de de vírus, de catapora, de sarampo, fala de barriga d'água, fala de amarelão, fala de hepatite ABC, fala de É, vamos falar de coisa boa, de >> Vamos falar, vamos falar disso tudo só para fechar isso aqui, para vocês não ficarem, ah, caiu um negócio aqui que vocês não falaram. Olha só, pode acontecer um erro nesse processo. >> Pode acontecer um erro. >> Erro de não disjunção meiótica. >> Erro de não disjunção meiótica. Mário, o que que
é disjunção meió? Olha só o que que é junção? É juntar, né? >> Juntar. >> O que que é disjunção? >> Disjuntar >> é disjuntar. É separar, >> certo? >> Que que é um erro de não disjunção? É um erro de não separação. Tinha que Separar, mas não separou. O que que tinha que separar, gente? cromossomólogo e cromate de irmã. É isso que se separa aqui na meoras coisas que tem que separar de fato. >> Exato. Aí eu posso ter um erro de não separar os cromossomosomólogos, mandar tudo para uma célula só. >> Aham. >>
Ou posso ter o erro, pode ser na meiose um ou pode ser na meiose dois. Na hora da anáfase dois, não separar as cromates Irmãs. Aí olha o que que aconteceu aqui. Imagina, eu mandei dois, duas cromátices para cá e nenhuma para cá. Só que isso aqui é um espermatozóide. Quando esse espermatozoide aqui, vamos dizer que isso daqui seja o cromossomo do tipo 21. Aqui tu teria 46 cromossomas, foi só um deles que não teria 23 cromossomas, foi só um deles que, né, era para ter cada um 2. >> Um deles que foi a mais.
Ao invés de 23, esse gameta vai ter o quê? 24, porque Ele tá com um a mais, por exemplo, do tipo 21. >> E vai se juntar com o óvulo. Pergunar com culpa minha mais falta meia culpa. Aí vai se juntar com óvulo >> que tem 23, vai ficar 47, >> ou seja, tem um cromossomo só do tipo 21, ou seja, >> um a mais, um a mais, pô, né? >> É, não, o o óvulo tem um só. Vamos dizer que o óvulo tem o espermatozóide aqui tá com dois cromossomos do tipo 21. Quando Eu
juntar esse espermatozoide com esse óvulo, esse indivíduo aqui, ele vai ter quantos cromossomos do tipo 21? Três. Ele vai ter trissomia do 21, síndrome de Dal. Beleza? Então, muitas síndromes, né, síndrome de Turner, síndrome de Down, né, são síndromes que em que você vai ter a alteração do número de cromossomos por conta de erros de não disjunção meiótica, por conta de erros aqui na meiose. Quando você altera, presta atenção porque o Enem já cobrou Isso, tá? Quando você faz a alteração do número de cromossomos, quando você tem uma aqui um um erro, né, e você
faz uma alteração numérica de cromossomos, pode ser de dois tipos, tá? Nesse caso daqui, quando você alterou o número de apenas um cromossomo, ou seja, o indivíduo, deixa eu puxar pro lado aqui, o indivíduo ele deveria ser 46 cromossomos, né? 46 cromossomos, mas ele está com um cromossomo a mais, ou seja, ele está com 47 cromossomos. Quando ele altera apenas o número de um cromossomo, a gente diz que aconteceu aqui uma a Opa, >> a anuploidia. Exato. >> A neuploidia. Ah, Mário, mas tem outro tipo? >> A neoploidia é uma alteração que não é num
conjunto cromossômico inteiro, né? É, >> é a célula que é 2n, ela tem o qu? Um pacotão de 23 e um pacotão de 23. Aí não estamos falando disso. Estamos falando De, ah, entrou umzinho a mais, o 21 mais ou um a menos, né? Ele tem por síndrome de Turner, tem apenas um cromossomo sexual, cromossomo X, né? Então, ao invés de 46, tem 45 cromossomos. É uma aneuploidia. Agora pode acontecer de alterar número total de cromossomos. Pode, não em seres humanos, >> mas em plantas, por exemplo, plantas que eram depoid ser humano 3N, 69 cromossomos.
>> Não tem, mas pode ter planta. Pode ter planta que a planta era 2N, virou 3n. Ou seja, eu tenho um a mais de cada cromossomo dela. >> Nesse caso, eu vou chamar esse tipo de alteração de euploidia. Euploidia, >> brutal. >> Beleza. Agora toma cuidado com o seguinte, só fazer uma pequena observação aqui. A euploia, Ela pode ser de dois tipos, tá? Ela pode ser de dois tipos. Normalmente a gente vai lá, entende que alterou o número eh total de cromossomos. Era 2n virou 3n ou virou 4n. Pode ser também. Era 2n virou N.
Também é um tipo de euploidia. Ou seja, a eoploidia. >> Eoploidia é uma alteração no do número de conjuntos cromossômicos, né? Total. >> O bicho ele ganha um conjunto novo ou perde um conjunto, né? Ao invés dele ser 2n, que é o número normal de com [ __ ] Quatro tá ficando super >> agora foi, né? Então o que que acontece? A euploidia eu posso, se ele aumenta, por exemplo, era um indivíduo que era 2N, passou a ser 3n, 4n, 5N, então a gente diz que aqui aconteceu uma poliploidia. >> Ah, que é um tipo
de euploidia. Euploidia, alteração na na no quantidade de conjuntos cromossômicos, não é em um ou outro, não. >> Toma mais um N e tu vai virar 3N, vai Virar 4N ou então vai ficar N. Humano nem é viável com isso. Mas aí tem as poliploidias que são é só uma ramificação da euploia. >> Não é isso. Ou pode ser uma aploidia. Aploidia quando vira aploidia >> vira apenas um N. >> Quando vira N apenas. >> O organismo inteiro ele é Nés de ser 2N. >> Ou também chamado de monoploidia. >> Aham. E aqui poliploidia ele
vira 3n, 4N, 5N e 2N é o normal. >> É isso aí. Beleza. >> Certo. >> Então com isso a gente fecha esse pensamento aqui. Tu entendeu o erro de não disjunção? meiótico, entendeu ali meiose? De boa, tá bom? >> E é o erro de não disjunção meiótica que causa a neuploidia, né? >> Que vai causar a neuploidia, que vai gerar as síndromes que a gente conhece. Beleza? >> Tá, a gente fala delas na parte de Doenças, então. >> Show. Beleza, >> cara. Vamos agora para >> Vamos então falar de doença, >> cara. Bora. Deixa
eu trocar aqui de quadro. Olha só, a gente tem um quadro aqui. >> Beleza. É, a gente pode >> ir para ali, pr. Então, é dentro da parte. >> Vamosar uma talinha aqui das questões de ciclo celular. >> Ah, sim. Vamos matar questões, >> galera. A gente vai matar as questões agora, então, de visão celular e depois a gente vai falar de doenças. Beleza? Legal. >> Olha só. Top demais. >> Então, vamos lá, >> cara. Vamos dar uma olhada nessa aqui. Olha só, veja bem, veja bem. A alteração cromossômica Presente nos pacientes com astrocitoma pilocítico
é cara paciente que tem astroção porítica um tumor cerebral gene braf se quebra parte dele se funde outro gene. Olha só, um gene se funde com o outro. E aí para detectar essa alteração cromossômica foi desenvolvida uma sonda e e que é um fragmento DNA que contém partículas fluorescentes capazes de reagir com genes braf fazendo, ou seja, tem ali um certo cromossomo, tem ali como que fosse uma molécula de DNA e um Gene dela. Deixa eu trocar aqui a cor da caneta. Olha só. Cadê cor do dedo aqui? Vê o que que você acha. Olha
só. >> Manda ver >> um gene dela dessa parada aqui, ó. um genezinho, uma partezinha desse DNA, ele se quebra e ele se funde em outro lugar. Ele se funde com outra molécula de DNA, se funde aqui com outro cromossomo. Acho que é isso que ele tá dizendo, ó. Hã, o gene braf se quebra e a parte dele se Funde com outro gene. É, pode não ser um outro gene necessariamente em outro cromossomo, pode ser um outro gene que tá aqui no mesmo cromossomo também para detectar eh uma sonda, um fragmento de DNA contém partículas
fluorescentes capazes de reagir com genes BRAF e também com outro gên com col funde, fazendo cada um deles emitir uma cor diferente. Em uma célula normal, como os dois, olha só, em uma célula normal, como os dois genes estão em regiões Distintas do genoma, as duas cores aparecem separadamente. Já quando você tem a fusão numa célula normal, elas aparecem separadamente, mas quando você tem a fusão dos dois genes, elas aparecem sobrepostas. Então, sobrepostas quer dizer que foi no mesmo cromossomo, né? A alteração cromossômica presente nos pacientes com astrocinoma é classificada como, olha só, estrutural do
tipo deleção. A gente vai falar disso daqui a pouco, mas deleção é quando você Deleta uma base nitrogenada, não é isso que tá acontecendo, tá bom? Numérica do tipo epiloia, estrutural do tipo do numérica. Olha só, aqui a gente tem uma do tipo estrutural, porque presta atenção, a gente não tá tendo aqui uma alteração, é só você raciocinar, estamos tendo uma alteração do número de cromossomos? Não estamos, não estamos. O cara não tá ganhando nenhum cromossomo, nem dois cromossomos, não tá perdendo nenhum cromossomo e muito menos ganhando Um conjunto cromossômico, virando um cara 3n, um
cara 4n. Então, não é numérica do tipo euploidia, isso aqui é um absurdo, não é numérica do tipo a neuploidia, que a neoploidia você ganha unzinho, a síndrome de D, uma neoploidia, ganhou mais um, 21, tromia do 21. também não é isso aqui, tá bom? Estrutural do tipo duplicação, não, ele não tá se duplicando. Olha só, translocação. O gên que tava aqui saiu e foi para outro lugar, foi para outro Cromossombo, para outro >> translocar isso é sair de um local e para outro >> translocar. Então aqui, ó, estrutural na estrutura dele do tipo translocação.
É só você você lê com atenção que você consegue perceber isso aqui. Dá uma olhada nisso aqui. Olha só, a cochicina ela age no tratamento do câncer, pois cara, essa daqui muita gente errou. Essa questão aqui muita gente errou. Um dos fármacos usados como quimioterapia Contro câncer é a coxicina. Ela age como um bloqueador da divisão celular intervindo na polimerização dos microtúbulos. Então, pera aí, pera aí. Ela, olha, olha isso aqui. Você precisa ler isso com muita atenção para você não errar na prova, tá bom? Preste muita atenção aqui, meu amor, meu príncipe, minha vida,
tá? Ele acabou de dizer que ela age intervindo na polimerização dos microtúbulos. Eu te pergunto, ela vai lá Nas fibras do fuso acromático e quebra elas? Você diria que que isso acontece? Não, ela não deixa nem mesmo polimerizar, ela intervém na polimerização. Então ela não deixa você concluir o processo de polimerizar, ela não deixa formar as fibras do fuso acromático, tá bom? E aí ela age do tratamento do câncer. Por quê? Porque ela inibe as mitocôndrias. Nada a ver, pô. Tá maluco? Bloqueia a síntese proteica. Pô, claro que não tem nada a Ver com síntese
proteica. Que o microtúbulo, ele já está lá disponível, tá bom? vai, ele vai simplesmente fazer a polimerização dele, vai se unir. Então, impede a polimerização do fuso que promove a condensação da cromatina nuclear. Isso aqui não tá legal, não, tá bom? Porque não é o fuso que promove a condensação. Então, assim, impede a polimerização do fuso e aí é das fibras do fuso inclusive, né, que promove a condensação. Não gostei disso Daqui, não. Promove a condensação da cromatina nuclear. A cromatina nuclear ela vai se condensando por causa das estonas. Tem proteínas ali que vão fazendo
a cromatina ficar enrolada. Então, cromatina é um nome para molécula de DNA, tá bom? E aí quando ela não tá tão enrolada assim, e aí a o cromossomo é quando ela se enrola nas estonas. Então, não é sobre isso não. Ele causa a despolimerização de proteínas do do fuso, ã, impedindo a separação das Células filhas. Olha só, isso aqui é errado, essa justificativa, ó. Impedindo a separação das células filhas no final da mitose. Não, no final da mitose a gente separa as as células filhas por um processo de citocinese, tá bom? Não, não tem a
ver com as fibras do fuso. As fibras do fuso elas servem para fazer a anáfase, para separar os cromo ali, ó. Ele promove a despolimerização das fibras do fuso, impossibilitando a separação dos cromossomos na divisão. É Isso. Mas Pedro, se eu tenho aqui uma célula em divisão, tem aqui as fibras do fuso já sendo polimerizadas, tá bom? E aí eu tenho aqui agora os cromossomas aqui no meio. Por que que se eu destruo, se eu empeço a polimerização das fibras do fuso, essa célula não vai se reproduzir? Porque nenhuma célula é viável com essa quantidade
duplicada de DNA. Ela vai, ela vai ficar ali com seus 46 cromossomos todos duplicados. Ela não vai conseguir ter viabilidade nenhuma. Essa célula vai morrer por causa disso, com certeza. Tá bom, Mário. Vamos nessa. Vamos agora pra doença escendo. Seres vivos. >> Seres vivos. Caraca. Então vamos entrar agora numa nova etapa da aula, né? >> É isso aí. >> Ah, >> galera, >> como é que vocês estão? Como é que vocês estão? Olha só, galera, quem tá aqui agora, Você tem que entender o seguinte, cara. Você tá num desafio brutal, tá bom? Pra gente é
muito, muito, muito desafiante, tá? Ó, o Rafael tá dizendo ali para continuar. Vamos lá, >> vamos que vamos. >> Pra gente é muito desafiante estar aqui, muito, muito cansativo e tal. E o pessoal pergunta assim: "Pô, mas como é que eles conseguem tal?" Tem muita gente que tem esse raciocínio. Ah, se os caras estão lá, imagina só, pro aluno, é bem Mais fácil. Cara, não é tão fácil assim, >> não é? >> Porque você tá no conforto da sua casa, você pode trocar o que você tá fazendo. >> É, teve um aluno agora a pouco
que falou assim: "Poxa, que droga, dormi no meio da aula, parei na parte de fotossíntese, né? Acontece, né? A gente entende". >> Ex. Mas eu queria falar um negócio pra ti, tá? Que a gente vai começar uma nova sessão. E cara, Mário, a gente tem que ser sincero, Cara. Ninguém nunca fez isso antes que a gente tá fazendo. Não existe isso no Brasil, no astról >> muito menos a gente. >> Eu não consigo ter certeza, muito menos a gente não, porque se for para fazer e vai ser a gente mesmo, ao contrário, muito menos eles,
né? Mas o que eu i falar é o seguinte, cara. Eu não consigo nesse momento ter certeza absoluta não de que a gente vai conseguir, de que a gente vai performar Com perfeição. Não consigo. Eu sinto no meu corpo, eu sinto no meu cérebro agora os efeitos dos últimos dias, dormindo 2 horas meia, 3 horas por noite, >> sinto no meu corpo, sinto no meu cérebro o cansaço chegando. Amanhã tem a abertura da Black Friday. Eu eu queria poder estar fazendo vídeos sobre a Black Friday agora. Tem 35.000 pessoas nos grupos esperando pela abertura. Eu
queria estar falando com eles e eu imagino que você também tenha seus Motivos para sair da aula ou para começar a perder performance, tá? Mas eu vou falar uma coisa para todos nós, para mim, pro Mário e para vocês que estão aí assistindo, permaneçamos. Permaneçamos. Renovemos nosso ânimo agora. Jogue uma água na sua cara. Não deixe seus instintos te vencerem. Você tá ficando cansado, tá ficando com vontade de sair, levanta, fique em pé, jogue uma Água na cara, porque a gente vai continuar e na hora da prova vai fazer a diferença você ter ficado aqui,
porque a gente não tá aqui falando conteúdo mais do mesmo, a gente tá mostrando realmente o que que vai cair na prova. Então eu convoco vocês pra gente ir para cima agora com força total, renovar nossa energia e agir como se a aula tivesse começando agora, certo? E aí galera, sejam bem-vindos. Estamos começando aqui. >> Vamos para cima, galera. Vamos começar mais uma rodada. Vamos entrar agora dentro de Eu me senti agora o o Máximus no filme do gladiador, né? >> Dando aquele discurso pra tropa, né? Vai todo mundo morrer. Mas aqui >> a próxima
vez tu me avisa que eu vou botar uma música aqui de fundo para ficar. Tu não podia tu não conseguia ter feito >> bonito assim com >> podia ter feito, né? Uma astronó. >> É, sei lá. Eu ia botar aqui com celular aqui um negócio motivacional, né? Mas é isso, galera. Ó, isso que o A falou é super importante, tá? Eh, não é uma questão de força de vontade, é o contrário, é uma questão de força contra a vontade, né? Que a tua vontade, a vontade do teu corpo é de desistir, beleza? Mas tu tá
pensando lá na frente, né? Até porque você não vai ter outra chance de estudar isso. Hoje é o último dia que tu tem Para repetir essas coisas, porque a prova é domingo, sacou? Então é isso, bora. Vamos para para dentro. >> Eu fiz a trilha sonora das ficou legal, galera, o que eu fiz? >> Só me fala aí, ficou com som de música de trilha sonora ou não ou não ficou? Eu que que eu não sei se saiu no microfone. >> Ficou. Ficou legal. >> Ficou. Deu uma Deu uma Deu uma vibe? Deu uma aura
ou nem deu? >> Não, [ __ ] não saiu, mano. Ficou uma bosta. Falaram ali. Nossa, mas vocês também, hein? Caramba. Beleza, vamos lá. Vamos nessa. >> Que tentamos. Vamos lá então, galera. Seres vivos. Ó, agora eu vou frenético, hein. >> Vamos nessa. Tu vai pegar a caneta? >> Posso pegar a caneta? >> Vamos nessa. Cuidado. >> Caraca. Vamos lá. Vamos começar, >> então. Vamos lá, galera. >> Que que tem que saber aqui? Que matéria é essa? Por onde a gente começa? Qual a relevância disso aqui? >> Gente, aqui dá para fazer, gente. A gente
vai ver tudo aqui. Vai ver tudo, tá? Por quê? Porque aqui eu vou falar de fisiologia, aqui eu vou falar de embriologia, aqui eu vou falar de classificação, aqui eu vou falar de parasitologia, aqui a gente vai ver tudo, tá? Então esse bloco aqui é um bloco que tem muita probabilidade de Estar na tua prova no domingo, tá? Coisas que a gente vai falar estarão na tua prova nesse domingo, com certeza absoluta, porque a prova do Enem tem cobrado sempre questões de seres vivos. Sempre, sempre, sempre. Vou, o Rafa tá aqui o tempo todo. Vou
deixar o Rafa como moderador. >> Moderador administrativo. Poder total do chat, hein? >> Vamos nessa, então, cara. >> Vamos lá, galera. Vamos lá, galera. É o Seguinte, >> cuidado com o double, tá ligado? Double. Vamos nessa. >> Então, vamos, [risadas] galera. Olha só, falando de seres vivos, a gente precisa entender o seguinte, vamos falar aqui de alguns grupos, tá? vírus. Vamos falar não tanto porque a prova do Enem ela não tem cobrado assim tanto tanto assim doenças causadas por vírus. Ela tem cobrado outras coisas sobre vírus que a gente vai precisar ver. >> Tu vai
pegar retrovírus, vai pegar o mecanismo que o vírus HIV faz. >> Podemos falar disso, isso daí é importante, tá bom? Eh, agora além disso, a gente vai entender um pouquinho sobre monera, tá? E a gente vai entrar nos reines, monera, protista, eh, funge também. Tem que falar muito pouco de fundeja ali. Eu vou falar só o essencial basicão, tá? Porque também não tem caído muito. E aí a gente fala sobre eh animais e vegetais. A gente já tem uma Aula de botânica inteira que a gente ficou 4 horas meia, né? Então eu acho que a
gente não tem necessidade de entrar nisso. A gente vai falar um pouquinho de vegetais. Se detendo da gente entrar em ecologia. Aí eu comento algumas coisas, puxo algumas coisas lá de vegetais, tá? Então >> o Rafa falou: "Só fica salva com 10.000 likes, hein?" Se ele falou é isso mesmo. >> Então bora, galera. É isso, hein? Bora, >> meu povo. Primeira coisa aqui, vírus, Né? Ah, não, >> eu vou apagar mesmo, tá bom? Mesmo sendo a maior live que eu já fiz, se não bater 10.000 likes, eu apago mesmo, porque eu mantenho minha palavra, tá?
Entrou em vírus. Então, pô, vírus, tu já tá falando aqui de uma coisa que a gente nem sabe se é vivo direito, controversas. Essa essa parada não tem nem membrana plasmática, tem na verdade um capcídio proteico. Tô só fazendo a introdução aqui, tem um capcídio Proteico vagabundo. E esse safado aqui, ele sobrevive de sequestrar a maquinaria intracelular dos outros, porque ele não tem maquinaria intracelular para produzir as próprias proteínas, para produzir as próprias organelas, estruturas. Nem tem organela nenhuma ele, né? Mas para produzir as estruturas dele, então ele precisa entrar dentro de uma célula, via
de regra, o funcionamento geral entrar dentro de uma célula, ele vai ter um material genético Aqui, pode ser um RNA, pode ser um DNA, vai injetar esse material genético aqui dentro e vai obrigar a célula a trabalhar para ele usando o material genético dele e depois geralmente vai vai criar cópias de si usando a máquina da célula. >> Exatamente. Porque basicamente como parasita intracelular obrigatório, essa nomenclatura é boa, >> é boa, boa. Porque ele é o quê? Ele é cá de proteína. Então, para fazer um vírus, Qual é a receita para fazer vírus? Gente, primeiro
eu tenho que fazer proteína, beleza? Ter que fazer cópias aqui, tem que fabricar as proteínas dele, beleza? >> Para ser o capicídio dele, entre outras coisas. >> Isso. Só que a receita de proteína tá onde? Tá no material genético. Então aqui no material genético do vírus, que pode ser DNA ou RNA, eu vou ter aqui escrito o quê? Quais proteínas eu uso Para fabricar? >> Isso ele tem, ele tem o material genético, >> ele tem a informação, >> ele é nada andando por aí, mal intencionado, só com o material genético dele para botar algum otário
para ler para ele. >> Ex. Ele tem informação para fabricar as proteínas da cápsula, só que ele não tem. É tipo assim, pô, eu tenho a receita aqui da da do bolo, só que eu Não tenho forno, eu não tenho fogão, eu não tenho batedeira, eu não tenho droga nenhuma. Então o que que ele vai ter que fazer? Ele vai ter que invadir uma célula porque o que que eu preciso para fazer proteína, gente? Preciso de ribossomo. Pô, quem é que tem ribossomo? Qualquer célula. Qualquer célula tem que ter ribossomo. Então, ele precisa invadir uma
célula. Para quê, né? Para duas coisas, né? Olha só que que um vírus tem que fazer. Cópias do material Genético >> e cópias do capcídio. >> Capsídio é de proteína. Material genético é ácido nucleico. Como é que eu faço cópias de capcísídio? Eu preciso de ribossomo para fazer síntese proteica. Então eu ten que invadir uma célula que tenha ribossomo. Qualquer uma, que todas têm. E como é que eu faço cópia de material genético. Tu vai entrar então em DNA recombinante. Agora a gente vai pegar. >> Vai ter questão disso esse ano, hein? >> Fal isso
aí. Para fazer cópia de material genético, galera, eu vou precisar de enzimas, DNA polimerase ou RNA polimeras, >> certo? >> Beleza? >> Certo. >> Então, onde o que que ele vai fazer? Ele vai ter que ser um parasita intracelular obrigatório, porque ele é acelular, ele não tem célula, ele não tem metabolismo. Beleza? Que que é metabolismo? É o conjunto de reações químicas de um organismo. Como ele não tem metabolismo, ele tem que invadir um ser que tenha, né? Para que ele consiga, então, fazer as copiazinhas aqui do material genético. Beleza? E para que ele possa
fazer cópia do material, aliás, do cópia da cápsula, né, de proteína e cópia do material genético. Depois, o que que vai acontecer dentro dessa cela? Vai usar Tanto a maquinaria de síntese proteica quanto a maquinaria de síntese de DNA. >> Isso aí. De cópia de material genética, de exatamente de ácidos nucleicos, né? Porque RNA e DNA são ácidos nucleicos, tá? >> Exato. Aí depois o que que ele faz? Ele junta tudo, né? E aí ele e fez com que essa célula aqui virasse o quê? uma fábrica de vírus. Beleza? Aliás, a gente estudou muito isso
aqui num tipo de vírus chamado de bacteriófago, que é um Vírus que invecta bactéria. >> Bacteriófago, ele come bactéria, entre aspas, né? Não tem. >> Ah, então cara, mas a bactéria pode pegar vírus? Pode, né? Qualquer se que tem a célula. Ah, mas uma planta pode pegar vírus? Claro, eu nunca vi uma batata espirrando, graças a Deus, né? Significa que você ainda está sóbrio, saudável, não estão usando psicotrópicos, né? Ah, mas na planta, >> mas tem gente que já viu. >> É, tem gente que já viu. Ô, mas a planta faz o que com ela?
Ah, vai ter queda na qualidade dos frutos, a folha vai ficar amarelada, vai dar ruim para ela de outras maneiras, tá? E aí quando a gente estudou isso aqui, a gente viu que, né, existem alguns ciclos de reprodução. Esse ciclo aqui em que o vírus ele vai fazer cópias do material genético dele ali dentro dessa célula, cópia do capcído, vai montar outros vírus, vai virar uma fábrica de vírus. Esse ciclo Aqui a gente chama de ciclo lío. >> Lítico. É lítico, porque ele quebra a célula no final das contas, né? >> É. Depois vai se
romper isso aqui e os viruzinhos vão sair daqui dentro, daqui de dentro, >> infectar as outras células, >> para invadir outras células e dominar o mundo. Ok? Eles querem. >> É isso. É um processo de replicação viral. Todo vírus só existe para isso, gente, para invadir cela e fazer cópias Dele. É só isso. >> Vírus para mim tem que entrar na porrada. Bom, >> é que ele não é vivo, né? Esse problema >> é, não dá nem para matar. É. Legal, Mário, tem outro ciclo, tem, tem um outro ciclo que é muito interessante, que é
o ciclo lisogênico. >> Então, ciclo lítico é o ciclo em que ele entra lá dentro, escraviza a maquinaria da célula, reproduz as próprias proteínas e o próprio DNA e no final Explode a célula e vai embora. >> Exatamente. >> Ou seja, ele só ele só alopa, ele faz maior bagunça na célula. >> Exatamente. Ele vai lá, usa a célula, mata essa célula depois ao final. Tá bom? Agora tem também aqui um ciclo que é o chamado de ciclo lisogênico. Beleza? Nesse caso daqui, olha o que que acontece. >> E também o ciclo ót, não podemos
esquecer de falar do ciclo ót, que é o Ciclo de motores carinha dele. Ciclo que cicl esse >> é o ciclo de motores movidos da gasolina com transformações adiabáticas. >> Eu fico no na biologia apenas >> a cara dele de na hora do par é outra ciclo, né? >> Essa eu não conheço. >> É, então o ciclo lisogênico, galera, ele já é o seguinte, ó. Vamos dizer que isso aqui seja uma bactéria. E a bactéria tem o material genético dela. Ouv? Os >> caras estão mandando um monte de dinheiro pra gente. Toda hora eles mandam
R$ 30, R$ 50. O moleque ali, esse safado, mandou R$ 30. Quando vai ter toda a educação física do Enem em 12 horas? >> [ __ ] que isso? >> Vamos lá. Primeiro módulo, história do queimado, história da capoeira. [risadas] >> Folclore brasileiro. >> Parem, parem de mandar dinheiro, tá bom? Tô falando sério. Não quero mais ninguém mandando dinheiro porque tá atrapalhando a aula, tá bom? Eu não preciso de dinheiro, galera. Não precisa mandar não. >> Agora vamos lá. Eh, a gente vai pegar agora o seguinte, ó. O vírus dessa vez, olha que estratégia maneira,
cara. Ele vem aqui, ele injeta o material genético dele aqui dentro. >> O material genético dele vai ser incorporado ao material genético da Bactéria. E agora, quando essa bactéria for se replicar, ou seja, quando ela sofrer divisão celular aqui e tal, >> ela vai duplicar o material dele junto, >> vai acabar copiando junto o material genético viral. Olha aqui. Então ele silenciosamente vai ocupando muitas e muitas células e aí >> só o o materialzinho genético dele lá. >> Isso. Você vai fazendo cópias desse material genético dentro desse vírus. Em um determinado momento, obviamente, ele Vai
rodar o ciclo lítico. E aí ele vai só que só que ele silenciosamente foi ocupando várias células >> de uma vez só. >> Do nada, meu irmão, galera, atacar. Aí começa todo mundo a fazer o ciclo lío e começa então a uma multiplicação. Ele deve ter, eu não sei sobre isso, né? Mas ele deve ter algum tipo de, isso aqui é bem avançado, de de ensino superior, mas ele deve ter algum tipo de gene do tipo, isso não cai na prova, gene do tipo Clock, gene que tem contagem de tempo por marcação bioquímica para sincronizar
esses tempos, né? Porque >> é, deve ter algum tipo de fator ali que que esse processo. >> Estudei isso na faculdade. Os genes clock são aqueles genes que eles conseguem fazer uma espécie de contagem do tempo com base em degradação bioquímica. Muito bom. Muito bom. >> Você você tá demais, hein? Cara, o ciclo lesogênico. Então, qu no lío, ele entrou De uma vez na célula. Ele entrou todo, >> entrou aqui. >> E aqui ele só bota o materialzinho dele, desmoto. >> Aqui ele pode até botar só o material genético também. Por quê? Porque o material
genético dele tem a informação para fazer a cápsula, beleza? E tem também e ele pode ser copiado aqui, de modo que você vai ter várias cópias dele ali, tá bom? >> Legal, né? >> OK, gente. Olha só. Eh, Mário, qualquer vírus pode invadir qualquer célula? Não. Vírus são altamente específicos. Ou seja, um vírus para invadir uma célula, ele tem que reconhecer essa célula. Como é que ele reconhece? Através das proteínas de membrana daquela célula. Por exemplo, >> tem uma célula aqui. Então, >> por exemplo, se for uma um HIV, >> tá? Eu tenho aqui na
minha célula, naturalmente, proteínas de membrana, >> isso >> normal, tá? >> E agora eu tenho aqui o vírus. Agora pode seguir, então. Tem o vírus. >> E aí tem o vírus, né? O víruszinho para conseguir invadir essa célula, ele tem que ter ali na cápsula dele proteínas que interajam com a proteína que aquela célula tem. Então, por exemplo, tu pega lá, tem vírus que parasita o homem. Por exemplo, HIV vai parasitar os nossos linfócitos, >> né? TCD4. Agora, >> graças a Deus, esse vírus não consegue parasitar o mosquito. Quem imagine se o mosquito transmitisse aes,
né? Então, por quê? Porque ele não consegue encontrar receptores nas células do mosquito e ele consegue então invadir. Beleza? Tem doença que só pega em gato, não pega em gente. Tem doença que pega em gente, mas não pega em cachorro. Entende por quê? Porque depende dos receptores que tem na célula. Então os Vírus eles são específicos. Ah, marrio, mas febre amarela o homem desenvolve, o macaco desenvolve também. É porque provavelmente esse vírus invade uma célula que tem no homem e no macaco é da mesma forma, contendo as mesmas proteínas de membrana. OK? Então o vírus
eles são altamente específicos. >> Nossa, mas aí você entrou, você alugou um um triplex na minha cabeça com esse vírus da >> pô. Caraca, ainda bem que não transmite Mosquito da mosquito da é >> [ __ ] Imagina >> nada ser tal só que >> caramba. Então graças a Deus isso não acontece, tá? >> OK. Então isso aqui foi. Ah >> deixa eu dar uma, a gente vai ter que entrar aqui agora numa palinha de uma parada, Mário. Vamos ter que retroceder só para falar um negocinho que a gente esqueceu de falar. Vamos falar um
pouquinho aqui de leve. Vamos. Vamos Juntos >> de biologia molecular, tá bom? Como é que funciona a biologia molecular? Tem que saber o processo da o processo da da >> até porque eu vou falar de vírus de cadeia positiva, negativa, vou dar só uma rápida ali. >> Vai ter que ter essa base, não vai? >> Tá. Então olha só, >> processos de biologia molecular que você tem que dominar como que acontecem, tá bom? Processo de replicação, Tem que saber como é que a gente faz para duplicar o nosso DNA. A gente faz isso o tempo
todo. Processo de transcrição e processo de tradução. Você tem que ter domínio desses três processos aqui, tá bom? Processo de tradução. E deles vem os processos derivados, por exemplo, transcrição reversa e por aí vai. Regras para que esses processos aconteçam, tá bom? Existem duas regras, tá bom? Primeira dessas regras aqui é que as Duas são sobre ã, vou vou escrever aqui bonitinho, tá bom? Primeiro é o código genético é degenerado. Código genético, primeiro vou dizer que ele é universal. Código genético, ele é duas coisas que você tem que saber, tá bom? Ele é universal. >>
Uhum. >> E ele é degenerado. Tem muita gente que pensa degenerado. Ele é tipo, ele é ele não tem, ele é imoral, ele faz besteira. Não. >> Esse degenerado quer dizer que ele, né? Degenerado tem a ver com e mais de uma geração. Você vai entender, né? Pode dar para você gerar a mesma coisa com dois caminhos possíveis. Você vai sacar agora, tá bom? Então, degenerado não é não é como se ele fosse se ele só falasse merda, não respeitasse os pais, algo assim. Tá bom? Então, degenerado. Calma aí, secoler aqui. Deje, oxe, degenerado. Maior
live do do mundo Enem o dia Inteiro. [risadas] Tentaram chegar perto, mas pegaram metade. Código genético o que que significa isso aqui? Primeira coisa, vamos lá. O código genético, ele tá destinado a, no final das contas, formar o quê? Aminoácidos. A gente tem que ter sempre em mente também. Eu tô, tô boitando aqui as cartas na mesa, daqui a pouco você vai voltar e vai passar o cerol, tá bom? Então, o dogma da biologia molecular é o quê? O dogma central é que o DNA ele vai Dar origem a um RNA mensageiro, tá? RNA mensageiro
que quando for traduzido vai dar origem a uma proteína ou melhor dizendo, vamos ser bem, vou botar proteína, mas eu quero que você sabe que é proteína, mas a gente também pode falar um polipeptídeo é que esse polipeptídeo quando for dobrado, aí sim ele vai virar de fato uma proteína funcional, tá bom? A maioria das proteínas depende da sua dobradura tridimensional para ter o seu efeito, Sua função, tá bom? O que significa isso aqui, galera? Vamos lá. O nosso, nossos ácidos nucleicos, né, o nosso DNA, eles têm a seguinte estrutura. Deixa eu pegar um um
cantinho aqui do lado para eu brincar com isso aqui. Olha só, nossos ácidos nuclíicos, nosso DNA, eles têm uma estrutura, ó. Você tá acostumado a ver isso aqui, né? Vem aqui comigo, ó. Você tá acostumado ver isso que a Pedro DNA ele tem dupla hélice, etc. Sim, ele tem dupla hélice. Vamos dar um zoom aqui Em uma dessas hélices, tá bom? E a gente vai dar um zoom aqui no sentido da gente poder observar. Deixa eu tirar isso aqui. Olha só. Vamos dar um zoom aqui nessas hélices, né? Vou deixar assim mesmo, tá bom? Pra
gente poder observar do que que ele é feito. Os ácidos nuclíicos, tanto DNA e RNA, eles são feitos de eh nucleotídios, tá? Bom, então eles são polímeros de nucleotídeos. Então, o nucleotídio é a unidade. Da mesma forma que na proteína A unidade é o aminoácido, aqui a unidade é o nucleotídio. Então, nucleotídio, o que que é isso aqui? É nucleotídio, é a unidade deles. Um nucleotídio é feito de três coisas, tá bom? No meio do nucleotídio, a gente tem um açúcar de cinco carbonos sempre, tá? qualquer nucleotído. A gente tem esse açúcar aqui. A gente
tem aqui atrás um backbone, tá bom? Eu uso o termo em inglês porque ele é melhor. Tem gente que já vai vir assim, cara, 2440 Pessoas. Nunca vi na minha vida uma live que não cai, nunca vi. Teve outra só que eu vi. Juro para tu, eu botei aqui os vídeos com Rafael, com Renato, com o Thiago, todos explodiram, mas vai caindo. Live comigo sozinho. Explode, mas cai. O vídeo nosso de botânica foi a live inteira, 4 horas me 1500 pessoas sempre. E essa aqui, a mesma coisa. Prestem muita atenção aqui, tá bom? A gente
tem aqui o nucleotídio, tá? E ele vai ter aqui atrás esse fosfato. Eu Quero que você entenda que esse fosfato é o back bon da estrutura. Back é costas e bon é osso. É como se fosse a coluna vertebral. Você já vai entender por, tá bom? E aqui agora, então assim, aqui você já deve ter ouvido falar isso várias vezes, né? Aqui agora a gente tem a base nitrogenada. Presta atenção. Isso aqui é um nucleotídio. Aqui a gente tem uma cacetada de nucleotído. Uma cacetada. muitos e muitos e muitos nucleotídios, tá bom? Então, ó, tá
vendo Isso aqui que é um único nucleotídio? Um único nucleotídio ele é feito dessas três coisas, mas no DNA a gente tem um monte desses nucleotídeos, tá bom? Então, a gente vai tendo ali um em cima do outro, um conectado outro. Isso aqui em uma única fita. Isso que eu tô desenhando é o quê? É uma fita, é uma dessa aqui. E vai ter a outra fita do outro lado que ela vai estar e ela vai tá, deixa eu, cara, vou vou puxar o desenho dela aqui rapidinho. Olha só, Vai ter a outra fita. Mas
aí, deixa eu ver se dá para dá para se dá para inverter aqui. Não sei se a paradinha vai aguentar. Tá bom. Deixa eu ver se ele faz inversão horizontal. >> Ali é o flip. >> Tem flip, né? Então primeiro eu vou clonar. >> Agora que eu clonei, eu trago para cá. Agora que eu trouxe para cá, eu flipo. Flipo na horizontal. Caraca, >> que que é isso? >> Que loucura, mano. Olha só. >> Tecnologia. >> Pô, mas é bizarro. >> De última geração. >> Bizarro. Bizarro. Bizarro. Dá uma olhada nisso aqui, ó. Isso aqui
é uma fita dupla de DNA, só que eu tô dando um zoom aqui só para ver. Gostaram disso? Legal, né? >> É, isso aqui é pra gente ver os nucleotídeos como que eles são de fato, tá bom? Então aqui eu tenho um lado Dela, tá? E você tá vendo que quem é que tá se conectando aqui com o outro? Quem tá fazendo o encontro das fitas duplas são justamente as bases nitrogenadas. Então é certo sim dizer que é na base nitrogenada mesmo, tá bom? na base nitrogenada mesmo que tá a informação. Mas Pedro, se a
informação genética tá na base nitrogenada, se ela é que é o próprio código, então por que que eu preciso disso aqui? Isso é a estrutura dele, tá bom? Então aqui a gente tem um Açúcar de cinco carbonos. Açúcar de cinco carbonos, ele tem um nome, tá bom? Deixa eu até vou pegar aqui um pouquinho mais de espaço para cá. Olha só, vou dar o nome, os nomes genéricos aqui da estrutura, tá bom? Presta atenção aqui, ó. Vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai. Ó, tá vindo coisa brava. Tá vindo um raciocínio bravo na minha cabeça,
hein? Tô recebendo aqui. Olha só. Tá, vem cá, ó. Isso aqui é açúcar de cinco carbonos. Isso sempre se chama pentose. Pentose. Isso aqui é pentose, tá? Aqui vai vir uma base nitrogenada. Essa base nitrogenada, ela pode ser cinco, tá bom? Ela pode ser A, pode ser T, pode ser C ou pode ser G no DNA. E tem uma quinta base que é a base U, que é a uracila, que ela só aparece no RNA. E isso aqui, como eu falei, é o backbone, tá bom? Que por que que eu disse que isso aqui é
o backbone? Porque ele vai se ligando aqui, tá bom? Ele vai trançando aqui a estrutura, ele vai Fazendo as conexões, tá bom? Então, um fosfato aqui vai se ligando junto com o outro, eles vão fazendo aqui a integridade da estrutura. Não é importante, é só você entender que o fosfato e o açúcar eles fazem a construção estrutural e a informação mesmo tá aqui. Agora, olha só qual é a diferença entre os dois ácidos nuclíicos, né? Um é DNA e o outro é RNA. Tem algumas diferenças aqui. Tem três diferenças que eu quero que você saiba,
Tá bom? A primeira, o, vamos, vamos, eu vou, eu quero que você memorize, tá bom? Eu preciso que você memorize agora, tá bom? Então, quero que você force a sua cabeça aqui. A primeira é o seguinte, primeira diferença é o DNA é fita dupla o RNA é fita simples. Essa é a primeira. A segunda diferença, o DNA ele tem uma diferença no açúcar da pentose dele paraa ribose. Então os dois são pentoses, são açúcar de cinco carbonos, mas o do DNA ele se chama desoxiribose. Esse é o do DNA, desoxiribose. Não precisa gravar, tá bom?
É uma ribose, mas é que tipo desoxiribose. E o do RNA é apenas ribose. Pedro, por que que você tá falando isso? Isso vai cair na prova. Olha o raciocínio que eu quero que você tenha na sua cabeça. [ __ ] o do DNA, os dois são pentose, os açúcares, mas o do DNA é uma desoxiribose. Desóx, ela tá menos oxidada. Pelo fato dela tá menos oxidada, ela dura mais. a do RNA, o açúcar do RNA, ele é só uma Ribose, ou seja, ele está oxidado, ele não é uma desoxiribose, não foi tirado o oxigênio
dele e ele dura muito pouco. O RNA vai durar algumas horas, vai durar uns minutos ali, porque o RNA depois que ele foi feito, RNA mensageiro, é só para fazer a tradução mesmo e vai jogar fora, entendeu? Pode até fazer mais uma vez, mais uma expressãozinha gênica e tal, mas vai jogar fora depois, não. Então ele não precisa durar muito. Primeira diferença, então fita dupla, fita Simples. Segunda diferença, o tipo de açúcar do DNA. Por isso que tem esse D, né? Porque desoxy ribonucleic, tá bom? E o RNA é só ribonucleic, tá bom? Ácido ribonucleico
ou ácido desóxonucleico pro DNA, que em português seria ADN. Pegando isso aqui, todo mundo tá entendendo? Show. Vamos nessa. Então, agora, próxima diferença, a terceira diferença é são as bases nitrogenadas. No DNA a gente só tem quatro tipos de bases nitrogenadas. A, T, C, G. Por que que eu fiz desse Jeito? Porque a base A, ela sempre pareia com a base T e a base C sempre pareia com a base G. Isso no DNA. A única diferença é que no RNA é a mesma coisa, exceto por esse T aqui. Esse T não tem no RNA.
O RNA não tem T, ele tem U no lugar do T. Então vou falar aqui agora sobre esse pareamento rapidamente com vocês. Esse pareamento funciona da seguinte forma, tá? Esse pareamento assim, ó. E detalhe, galera, daqui em diante, de agora em Diante, prestem muita atenção, eu não vou mais desenhar os nucleotídios completos. A gente vai começar só a falar o nome da base nitrogenada. A T T T T T E você já vai saber que atrás de cada base nitrogenada dessa tem toda a estrutura do nucleotídio, tá? Então vamos lá. No DNA, como é que
é o pareamento? No DNA você tem o A pareando com o T e tem o C pareia por ponte de hidrogênio, tá? Ligação de hidrogênio. E o macete é o seguinte, Você vai gravar que no AT, que tem esse T de tripla, você tem o T de tripla. E aí você faz o quê? Uma ligação que não é tripla. Você tem o T de tripla e você vai gravar que é oo contrário. Tem o T de tripla e você faz uma ligação dupla, tá? E no CG você faz a tripla, tá bom? Então é só
você gravar que é o contrário do que parece, tá bom? Então é assim que pareia. Isso aqui eu tô dizendo assim, ó. Quando tem um aqui de frente pro outro que a gente botou aqui por Enquanto, ó, a gente botou o DNA, a sua fita dupla e a gente coloca isso aqui por enquanto de modo genérico, né? Tem aqui só N de base nitrogenada, tá? Mas agora a gente vai de fato aqui colocar as bases nitrogenas. Se eu disser pra tu assim, olha, desse lado aqui eu tenho um DNA e aqui ele tem essa base
aqui, adenina, tem a base A. Do outro lado eu tenho que ter aqui uma base timina. >> Se eu tenho aqui agora >> Agnaldo Timóteo, né? Você, eles, eles são jovens, eles não vão entender saber quem é >> que eu tenho G. Essa é a comunicaçã G Costa, vocês conhecem, né? Gal Costa >> é acho que não sei. É. E aí, vamos supor que aqui eu tenho um T. Eu posso ter um T aqui desse lado e do outro lado aqui eu vou ter um A. sempre mantendo esse pareamento. Na prática, a gente só vai
falar para tu assim a partir de agora, olha, eu tenho aqui um DNA e é uma Sequência de DNA que ela é o quê? Essa sequência é A T C G A T C vai falar qualquer coisa assim, tá bom? E aí você vai ter que, se você quiser saber a fita complementar, isso aqui é uma fita simples de DNA. Se tu quer saber a fita complementar, tu mesmo vai fazer então o quê, ó? Então aqui é T, então aqui é T. Então aqui é A. Então aqui é G. Aqui é G. Aqui é C.
Aqui é T. Aqui é A. E aqui é G. E aí tu recompôs a fita dupla de DNA. Mas qual o objetivo de um DNA? O Objetivo, o DNA, ele tem nele uma região que a gente vai chamar de gene, tá? Então se a gente for olhar aqui pro DNA, a gente tem uma porção dele que é uma porção codificante. Detalhe, já caiu isso aqui. Qual foi o raciocínio que caiu mesmo da ligação dupla e tripla na prova? >> Ah, o que caiu foi o seguinte. Olha só, deixa eu pegar aqui e desenhar. Se a
gente tem aqui, imagina uma sequência de DNA assim, ó, T A A C G, qual vai ser a a fita que complementa essa daqui? A A T. >> É, ó, a ligação do esqueci de falar disso, a ligação do fosfato pro açúcar é uma ligação fosfodié, tá bom? Bom lembrar. >> Show. Alguém comentou ali, né? Ok. Olha aqui para essa esse segmento aqui. Agora vamos comparar com esse outro aqui, ó. G CC AT. Ó, CC GTA. Me fala uma coisa, qual dos dois Segmentos, o um ou dois é mais fácil desnaturar, né? Eu preciso de
menor desnaturad. É, você vai aquecer para romper >> isso. Lembra da desnaturação que quando a gente aquece, certo? >> É o que tem mais ligação dupla. Então, o um ou dois? O dois, porque o dois tem mais adenina com timina do que citosina com guanina. Então é mais fácil. romper as ligações deste DNA aqui do que desse daqui. O Enem já cobrou isso várias Vezes e de diversas maneiras, tá? Já cobrou na técnica de PCR, tá? Já cobrou, enfim, de outras formas. Uma outra coisa que o Enem cobra sobre esse raciocínio daqui é o seguinte,
olha só. Vamos dizer que eu tenho aqui, ó, vou puxar aqui para cima. Vamos dizer que eu tenha o Enem fala o seguinte, olha. Ah, numa num DNA eu tenho, sei lá, 20% de adenina. >> Isso é top. >> Aí ele pede o seguinte, ó. >> Só com essa informação você já tem a composição inteira do DNA. Você acredita? >> Inteira. >> Só com essa informação. No DNA 20% bases são adenina. Na hora tu vai pensar, ué, 20% é adenina, então a adenina pareia com timina. Eu preciso agora ter 20% aqui de timina. Só que
agora já foi 40%, sobrou 60% e esses 60 é 30 para cada um, 30% para citosina e aí 30% guanina e 30% citosina. Beleza? Com isso daqui, Questãozinha simples, basicona. Já apareceu várias vezes, não pode errar, tá? Então você já mata toda a composição aqui do DNA. OK, tranquilo? Foi até aqui. Legal. Vamos adiante. Então, vamos adiante agora. Olha só, vamos entender o destino disso aqui, tá bom? Eu quero que você agora se concentre muito aqui para entender o destino. Mas meu Deus, Pedro, pr que que serve isso? Eu tenho aqui na minha célula, então,
uma fita dupla, tá Bom? Tenho aqui uma fita dupla. Não esqueça de beber mais água de coco enquando puder. Vamos lá. Foi no banheiro. Ó, só tem aqui uma fita dupla de DNA. E o objetivo disso aqui é que esse DNA aqui ele dê origem no final das contas a um RNA. No final das contas, não, RNA mensageiro, no meio das contas aqui, que no final das contas vai dar origem a uma proteína. como que a gente vai fazer isso aqui, tá bom? Se concentra muito, muito, muito, muito, Muito agora. Se concentra muito, tá bom?
Eu tenho esse DNA aqui. Eu quero que você imagine que essa fita aqui é grandona, mas tem uma região aqui que eu chamei de gene. O que quer dizer eu chamar essa região de gene? Quer dizer, olha, isso aqui é uma porção codificante do genoma. Isso aqui é uma porção que realmente de fato vai fazer síntese de proteína. Aqui tem uma sequência que faz sentido, não é um pedaço aleatório que não vai dar nada no final das contas. Isso aqui vai fazer sentido. Então eu vou fazer agora a abertura disso aqui, só para vocês entenderem,
tá bom? Vou pegar aqui essa sequência e vou fazer a abertura dela aqui embaixo. Vamos supor, eu vou pegar uma das fitas ali, tá? Vou pegar uma das fitas e vou ver assim. Olha, nesse DNA eu tenho isso aqui, ó. A T C G T A 1 2 3 4 5 6. Vou colocar aqui, ó, A G. Vamos agora fazer um RNA mensageiro. Como é que a gente faz um RNA mensageiro? A gente pega as bases nitrogenadas que estão aqui e a gente faz o complemento delas, assim como no DNA. Lembra? A pareia com T
e C g. Mas cuidado, porque no RNA você não pode ter timina. No RNA você tem no lugar, é só você fazer a mesma coisa, mas no lugar da timina você bota uma uracila, tá bom? Então, ó, a que que vai vir aqui? Se eu tivesse duplicando o DNA viria um T. Mas não vai acontecer isso porque eu tô Fazendo um RN mensageiro. Então, no lugar do A, vai vir o quê? O do outro lado, galera. Isso aqui é a fita simples do meu DNA. Eu abri ele para fazer um RNA mensageiro, tá? E eu
tô agora quer quer desenhar alguma coisa? >> Não, você é anotar que DNA, >> tá? DNA. E agora eu tô fazendo aqui um RNA mensageiro. Então o T chama o quê? O T chama o A normalmente. Normalmente é só quando você tiver um A que invés de tu chamar o T, tu vai chamar o U. O T Chama quem? Chama o A. O Cem o G. O G. O C. O T. O A. Pera aí, pô. Do nada mudou a cor aqui. O T. O A. E agora o A chama quem? O U. O A
chamou o U de novo e o C e o G chama o C. >> Aqui é o A. >> Que que é isso aqui? Não, ali é o U. Porque aqui é um A. É que minha letra tá tão ruim. Porque tava embaixo, né? O Tá aqui. O A foi mal. Fo e o A tá aqui com U. É. É porque minha letra tá muito ruim. Isso aqui agora é um RNA Mensageiro. Esse aqui é o processo de transcrição. Qual é a enzima que faz o processo de transcrição, cara? Olha como que é intuitivo. A
enzima que faz o processo de transcrição. Ô meu Deus, se eu tivesse que chutar. Vamos lá. Pepsina, amilase salivar, RNA eh hidroxilase ou RNA polimerase. RNA polimerase, porque RNA vai montar o polímero de RNA, tá bom? Então, a enzima que faz isso aqui, ela se chama RNA polimerase. Polimerase, porque ela monta Um polímero de RNA. Agora, presta muita atenção. Eu montei aqui esse RNA, certo? Esse RNA aqui é o quê? U A G C A U U C. A cada três bases nitrogenadas, que claro estão ligadas em três nucleotídios, a cada três eu tenho uma
coisa chamada um codon. A cada três eu tenho um codon. A cada trinca de nucleotídeos ou trinca de base nitrogenadas, eu tenho uma coleção chamada um coddon. Um coddon é uma trinca. E cada coddon ele faz o quê? Ele Invoca um aminoácido, tá? Quando que ele invoca um aminoácido? Quando ele estiver sendo lido no ribossoma. A gente já vai entender isso agora, tá bom? Então, você já entendeu aqui o processo de transcrição, certo? Bota no chat aí pra gente ler. Entendi transcrição. Entendi transcrição. Transcrição é o processo em que eu pego um RNA e eu
faço com que esse RNA ele eu pego um DNA e eu faço ele virar um RNA. Tá bom? Detalhe, esse processo completo, quando você eu quero Que você pense agora no processo completo, lembra do dogma completo, só para te dar um nome aqui muito importante que cai na prova e é resolutivo para questões, tá bom? Lembra do processo completo? Vamos. 1 2 3 4 5 6 7 1 2 3 e foi. Agora >> a garoto, >> lembra do processo completo em que eu pego um DNA, desse DNA aqui, que ele é uma fita dupla, eu
faço aqui uma molécula de RNA, fazendo a Complementaridade de bases, no final das contas, passo esse RNA mensageiro aqui no ribossomo e obtenho aqui uma proteína? Olha só, eu quero que você entenda que tudo isso aqui tem nome. Tudo isso aqui se chama expressão gênica, tá? Então, olha só, expressão. A gente já tinha o gên com a informação aqui e agora ele vai se expressar. E qual é o fruto dessa expressão? É um produto proteico, tá bom? É uma proteína. A gente tem também aqui uma Uma expressão na a gente tem uma expressão intermediária quando
a gente fez só o RN mensageiro, também já é o início da expressão gênica, tá bom? O gene já tá sendo expresso no RNiro, mas a expressão total do gene em proteínas é quando acontece aqui o processo completo. Agora vamos pra duplicação. Antes da gente avançar aqui, a gente vai agora pra duplicação. Vamos supor que eu queira duplicar um DNA meu, tá bom? Quero que você se concentre mais ainda Agora, porque eu vou fazer a duplicata de um DNA. Primeiro, a replicação do DNA é um processo semiconservativo. Isso é a primeira coisa que você tem
que saber. É um processo semiconservativo porque a gente vai sintetizar uma nova fita e vai manter uma fita antiga. Como assim, Pedro? Olha só. Desenha esse aí agora que você deve estar mais acostumado a desenhar aí. >> Vamos lá. Então, a coisa acontece o seguinte, >> bonitinho a fita abrindo. >> Tem aqui, ó, uma dupla, uma fita dupla de DNA. Beleza. >> Tu já fez abertinha, né? Legal. >> Não, vou vou vou abrir, né? Se aqui tem adenina, aqui tem o quê? Timina. Esse aqui tem timina, aqui tem o quê? Adenina. Que tem citosina, que
tem guanina. Esse aqui tem guanina, que tem citosina, só para alinhar. Beleza? Só que o DNA, essas bases aqui elas estão unidas. Para fazer uma cópia de material Genético, uma cópia de DNA, eu vou precisar abrir essa dupla hélice para que a gente possa usar cada uma dessas como molde. Quem é que abre a dupla hélice? Vem aqui o olha aqui que intuitivo, né? Quem abre a hélice é a Elicase. Fala aí comigo, repete esse nome. Elicase. É elicase. Beleza? Então, el case é uma enzima que vai simplesmente romper essas eh ligações entre as bases
e vai então aqui promover a abertura da Dupla hélice, tá? Abrir. Onde é que essa elicase atua? Em locais que a gente vai chamar de pontos de origem, pontos de origem da replicação. Replicação. Tô fazendo uma réplica. Eu tô fazendo uma cópia, beleza? Tô duplicando o DNA. Um detalhe, tá gente? Cela eucarionte que a gente tem boladona, que é aquela célula cheia de organela, núcleo e tal, a nossa célula tem um DNA grande. O nosso DNA é grande, É complexo. Então nós temos vários pontos de origem de replicação. Se eu falo de uma célula procario
aquela mais porcariazinha ali da bactéria, DNAzinho simples, eles têm um único pontozinho só de origem de replicação. El caso e abre sempre no mesmo lugar, tá? Aqui não, aqui pode abrir aqui pode abrir em vários lugares ao mesmo tempo. A gente vai ver esse processo aqui de modo simplificado, tá galera? Que é o que o Enem pede. Show. Veio a casa e abriu. Então ó, se aqui em cima eu tinha adenina, que eu tenho timina. Se aqui eu tenho timina que eu tenho adenina. Se aqui eu tenho citosina, que eu tenho guanina. Se eu tenho
aqui guanina, opa, se eu tenho guanina aqui, eu vou ter citosina. Agora quem é que chega, galera? Se eu vou fazer uma cópia de DNA, eu vou precisar de uma enzima. O nome também intuitivo, uma DNA polimerase, OK? Polimerase. Vou fazer aqui uma cópia de material Genético de DNA. Que que a DNA polimerase faz? Ela vai usar a fita que já existia, a fita que a gente chama de parental, beleza? Como molde para fazer uma nova fita, beleza? Então, a coisa é bem simples. Vem adaperadas e fala: "Galera, vamos fazer a leitura. Aqui tem adenina,
bota timina. Aqui tem timina, bota adenina, citosina, guanina, guanina, citosina. E aqui embaixo vai fazer a mesma coisa. Olha lá. Timina bota adenina, adenina bota timina, Guanina bota citosina, citosina bota guanina. Cara, se tu reparar, repara que aqui em cima é igualzinho aqui embaixo, porque eu quero formar dois DN. Lembra da fase S? É lá na fase S, né, antes da da divisão celular que esse processo aqui vai acontecer, porque esse processo aqui vai acontecer justamente para que eu forme dois DNAs idênticos e na hora da divisão celular eu consiga distribuir esse material genético para
as células filhas. Beleza? Então eu vou fazer isso No meu DNA inteiro. Eu não quero copiar só um pedacinho do DNA. O RNA não, né? O Pedro ele falou: "Pô, o RNA eu vou usar só um trechinho." Por quê? Porque eu só quero expressar aquela informaçãozinha aqui. Não, aqui eu não tô expressando nada. Eu tô copiando material genético. Tô fazendo uma cópia de DNA, tá? Agora tu repara, essa fita aqui parental já existia. Essa fita aqui é uma fita nova. Por isso que a gente fala que esse processo é um processo Semiconservativo. Porque que que
é semi? Semi é metade, metadinha ali, né? Então a gente conserva metade, que é essa fita antiga, e a gente fabrica uma fita nova aqui. Beleza? Então, todo DNA tem uma fita antiga, uma fita nova, uma fita parental e uma fita nova. Por isso que é semiconservativo. Beleza? O Enem já cobrou isso daqui também de diversas maneiras, tá? Então esse daqui é um uma essa é uma informação bem relevante, Beleza? Tranquilo. Legal. Só pra gente, então, ó, falamos da transcrição, falamos da replicação e o a SAD, ele começou a falar aqui sobre a tradução e
eu vou só complementar o que ele falou, né? O que que é a tradução? É quando eu pego a informação que saiu do DNA, foi, >> tá? Tem que voltar a caneta. >> Foi transcrita para um RNA mensageiro. E agora eu quero produzir uma proteína, tá? A partir disso daqui, eu vou produzir uma proteína, vou fazer uma Tradução. Beleza? >> Aham. >> Para fazer essa tradução, que que a gente vai precisar aqui? >> Agora entra. Agora o Mário tá entrando agora numa área completamente nova. Preste muita atenção nisso, porque o Mário tá entrando agora em
você pegar o RNA mensageiro e de fato fazer com que ele gere aminoácidos, fazer com que ele convoque aminoácidos para que você faça Uma proteína. Então, olha só, isso é um terreno novo. Vou vou puxar outra página aqui só pra gente falar disso, porque as páginas vão ficando muito pesadas, tá? Beleza? Vamos lá. A gente tá falando agora do processo em que eu vou pegar um RNA mensageiro, que você já entendeu como que ele é sintetizado, e eu vou com ele fabricar aqui uma proteína. É claro que você também já deve ter em mente que
esse processo de tradução acontece no ribossomo, que tem duas subunidades Feita de RNA ribossômico aqui, tá? E aí você vai passar por aqui esse RNA mensageiro. E enquanto você passa por aqui, passa mais por aqui, por baixo, talvez, você vai chamando os aminoácidos de um em um, tá bom? Então você vai chamar aminoácido meionina, aminoácido valina, aminoácido isoleucina, aminoácido triptofano, aminoácido ã isoleucina, aminoácido valina de novo, você pode ir chamando vários e vai montando a estrutura primária da Proteína. Mas pera aí, o que que tá acontecendo? Como é que como é que tá como é
que esse processo está de fato acontecendo? Você tem que entender o seguinte, lembra do RNA mensageiro? Vamos pegar um RNA mensageiro aqui, por exemplo, tá bom? Vamos pegar que ele seja o RNA mensageiro. A U G, se eu não me engano é o o né? A U G. E aí aqui tem a gente tem o quê? G T T T T T Mina no RNA. Não pode. Lembra? A gente tem o que aqui? G. Então faz aqui, ó. G A T não, aqui o T agora botei botei enganado mesmo, né? E aí G C que
seja. Temos aqui uma sequência de RN mensageiro. A gente pode inclusive reconstruir de qual DNA ele veio se a gente fizer o reverso, né? Então A quer dizer que tinha lá um DNA com T. U quer dizer que tinha um DNA com A, G com C. A gente reconstrói também a fita simples de DNA, se a gente quiser, tá bom? O que eu preciso que você entenda agora é o Seguinte. Cada cdon desse aqui vai convocar um aminoácido. Quando passar aqui esse A U G, no que passou esse AOG aqui pelo ribossomo, no que ele
leu, né? Ele veio passando assim de cá para cá, ele leu o AG, ele sabe que é para chamar o aminoácido metionina, que é inclusive o aminoácido que inicia a síntese das proteínas, tá bom? Sempre é esse cdum aqui, é o G, o códum de iniciação. Não precisa saber disso, não precisa decorar isso, ele vai te dar na prova. O Ribossomo quando lê isso aqui, ele chama outro RNA, o RNA transportador. Então eu quero que você pense aqui no RNA transportador como um RNA que ele vai captar, né? Ele vai ter aqui uma uma estrutura
em que ele vai ler também esse codon. Ele vai se acoplar aqui. Ele ele na verdade ele já vai estar segurando um aminoácido, tá bom? Ele vai estar segurando já aqui a meteonina, por exemplo. E segurando a meteonina, ele vai ter já um cód complementar aqui. Ele Vai encostar aqui, vai largar a metionina aqui. E aí é assim que vai acontecendo. RNA transportador, como se fosse o ajudante de cozinha que vai pegando. Mas o que que eu quero que você realmente pegue? Que frases são aquelas? O código genético é universal. Código genético universal é o
seguinte, todas as criaturas têm DNA, né? Até mesmo os vírus têm DNA, ou pelo menos tem algum material eh de ácido nuclíico. Em todas as criaturas do mundo, quando você lê A Ou G, não quer dizer que ele necessariamente seja o primeiro cdonom delas, mas é fato que quando tu lê A ou G, vem um aminoácido meteorina. Por isso que ele é universal. Ele é universal. E isso aqui, galera, não é bobeira não, tá? Isso aqui é o fundamento da técnica de DNA recombinante. >> Não, cara, isso daqui assim eu acho fantástico, porque isso daqui
é o código da vida. Tu tá ligado que toda a vida no planeta Terra tá escrita com a mesma Codificação? Porque qualquer eu posso pegar isso aqui e botar numa bactéria. O ribossomo da bactéria vai ler essa droga exatamente como é a minha céluleria. Posso botar isso numa árvore. A árvore vai ler aquela droga da mesma forma que a minha célula ia ler. >> Perfeito. >> Por isso que eu digo que o código genético é universal. >> Brutal. Beleza? É muito doido. >> Ótimo. Então, todos os organismos, Pedro, então numa ameba, se eu passar o
coddon GA nela, ela vai chamar o mesmo aminoácido que eu chamo o mesmo sempre. E o que quer dizer degenerado? Muito cuidado, tá bom? Cada trinca dessa, cada códon desse aqui, ele só chama um aminoácido. A, o G sempre chama meteonina. GA, galera, não tô com a tabela aqui agora, né? Tem uma tabela para isso, mas GA sempre chama, sei lá, vamos supor, isoleucina. O que quer Dizer degenerado? o seguinte, o mesmo aminoácido isoleucina, ele pode ser chamado por vários cdons. Então, pode ser que a UU e a UC, a U é um exemplo, a
gente não tem aqui de fato a tabela, né? Mas olha só, a o U vamos supor e A o C pode ser que e aí pode ser também que tem aqui a o G, pode ser que esses três cdons eles chamem avalina, o mesmo aminoácido dos três. Então com a mesma. Por isso que você vai entender que às vezes acontecem Algumas mutações que você troca um uma você tem uma mutaçãozinha, trocou isso aqui, esse UP, trocou pelo C e não dá nada porque você tá chamando o mesmo aminoácido ainda. Isso é degenerado. Um aminoácido ele
pode ter várias origens diferentes. Agora, cada cdão só chama um aminoácido mesmo. Tá bom? Perfeito. Vamos. E agora? >> Agora a gente tá com uma base forte nesse aqui. >> Agora dá para entender algumas coisas legais. Entender algumas coisas. >> Olha só. Primeira coisa que a gente pode entender. >> Vou até vou até apagar isso aqui agora para você ficar ficar filé aqui agora. Agora eu quero que você volte para aquele papo de vírus. Agora sim você vai brigar. Tu falou que a a DNA polimerase que faz o a a duplicação do DNA. >> Aham.
>> Falou isso DNA polimeras e falou que ela Também ela além de duplicar ela edita, né? E corrige. >> Ela edita os erros. A DNA. Lembra que eu falei da transcriptase reversa? >> Uma enzima que fazia transcrição ao contrário. Falei que ela era uma porcaria porque gera um monte de erro, né? >> A DNA polimerase não, ela ela gosto, gosto. Ela Vamos lá, vamos lá. >> Só para ir dando aquela energia. >> Valeu, obrigadão. A DNA polimerase ela Acrescenta os desoxiribonucleotídos, ou seja, os nucleotídos do DNA. E depois se tiver entrado alguma coisa errada, vamos
dizer aqui, ó, tinha aqui, sei lá, adenina, timina, citosina, guanina. Aí ela veio aqui e botou timina, aqui botou adenina. Aqui na hora de botar citosina ela, pô, tava meio doidona, tava meio sem >> guanina aqui. >> Aí, ela tava meio, então ela ia botar guanina, >> aí botou uma timina, >> botou uma timina, tava, tinha dormido errado. Aí, pô, rolou o que aqui? Alteração na sequência de base nitrogenadas de um DNA. Qual é o nome disso? Mutação. Mutação, >> né? Pode dar ruim, pode dar ruim, né? Então, o que que ela faz? Como ela
sabe que tava meio zoada, dormiu mal na noite anterior, ela, meu irmão, vou voltar editando isso aqui. >> Ela passa um scâ, >> ela vem aqui, ó. Adenina com timina, tandã. Timina com adenina, tandã. Citosina com timina. T. Ela vem aqui, apaga. Citosina com guanina. Tandã. Agora ela verifica e pronto, tá certo. Ela edita os possíveis erros. É óbvio que ainda assim pode falhar, né? Porque mutação acontece. Beleza? Agora isso daqui já te deu a base para entender uma parada, cara, que o Enem gosta de cobrar, porque o Enem ele gosta de cobrar Em biotecnologia,
na parte de biotecnologia. >> Então leva pra prova que a DNA polimeraz ela não apenas constrói, mas ela fiscaliza, edita, repara, >> edita. Ela é perfeita, funcionária perfeita, né? Beleza. Agora, olha só, né? Com isso, >> come um negocinho aí. >> Vou comer um bagulhinho aqui, ó. Se você quiser. Eles estão falando assim: "Mário, pisque, pisque duas vezes se Você tá sendo mantido em cativeiro pela SAD sem comer." >> Não tem comida >> aí, galera. Claro que não. O Assad é meu parceiro. >> É que a gente tá no flow aqui, meu irmão. A gente
tá empolgado, né? >> E agora só vocês pegaram o papel da transcriptase reversa. Normalmente transcrição, o quê? Eu pego aqui DNA e transformo em RNA. A transcript reversa maldita, ela pega Aqui o RNA, por exemplo, os vírus usam isso, eles têm só um RNAzinho ali. Com esse RNA eles reconstroem o próprio DNA. Então, transcript. Tá bom? Mas é aquilo que o Mário falou, essa enzima aqui não é boa não. Ela comete erro para caramba, por isso que vírus fica mutando o tempo todo. E pro vírus é bom, né? Porque >> Sim. É. E quem é
o tipo de vírus que faz isso aqui, gente? Que faz uma transcrição reversa? >> Retrovírus. >> Retrovírus. >> Esse retro faz sentido, né? como se ele voltasse, ele retrocede. >> Beleza? Uma transcrição reversa é o retrovírus é um vírus sempre de RNA e produz DNA a partir desse RNA para fazer a transcrição reversa ali. Tô vendo os comentários aqui [risadas] aqui >> com água de coco e castanha. >> Não, mantendo com água de coco, castanha. Acha que ele virou um pássaro, >> mas tá bonzão. >> Ah, meu Deus. Muito bom. >> Então vamos lá. É
o retrovírus. Beleza, galera. Vírus de RNA pode ser retrovírus, tá? Mas existem outros dois tipos de vírus. >> Então, o retrovírus ele só tem RNA, só que ele vai usar, ele vai fazer um DNA >> com base na transcripta, né? >> Eu não vou entrar em detalhes aqui, mas existem vírus de RNA também, que a gente chama de cadeia positiva e de cadeia Negativa, tá? Por que que eu não vou falar sobre isso? Porque o Enem ele não costuma abordar isso, tá? Então, se você tá falando: "Ah, não tinha esse tipo". tinha isso daí a
gente vai falar depois nos cursos aí de específica pros outros vestibularários, tá? A gente vai tocar nesse assunto, beleza? Aqui >> toda profundidade >> do mundo. >> O que eu queria aproveitar aqui só para, já que a gente tá falando desse assunto, É para lembrar do seguinte, o Enem lá em biotecnologia ele >> abertura, abertura das vagas é amanhã, hein, galera? >> Amanhã, hein? >> 1000 vagas só cedinho. Vai acabar rápido isso aqui. >> Vamos que vamos. >> Vamos lá. Pá, >> o Enem, ele gosta de cobrar dentro da parte biotecnologia, ah, uma coisa que
a Gente chama de tecnologia do DNA recombinante. Que que é isso, >> ó? Imagine que eu tenho aqui, deixa eu botar a caneta. Tenho aqui uma bactéria. E essa bactéria aqui, ela tem aqui dentro genético pequenininho, que a gente chama de plasmídio. >> Tá desanimado, Mar? Eu não. >> Ué, parece pessoal tá falando já. >> Tá falando. Meu irmão >> tá falando que você perdeu o gosto pela Vida e por ensinar. Não gosta do ensino, não gosta das pessoas. >> Eu eu amo vocês, gente. >> É, mas não parece. >> Eu amo você, >> pô.
Bacana. Bonito, né? Espontâneo. >> Olha só o plasmídio, >> ó. Deixa eu então. Vamos lá. Plasmídio aqui. Enquanto você come a castanha. Vai falar >> bactéria. Tem aqui o cromossomo principal dela. Tá bom. Um cromossomo Vagabundo. Aqui tem o DNA dela, o que ela pissa ali e ela tem o plasmídio. O plasmídio da bactéria é como se fosse um DNA. Que isso? Eu não consigo fazer essa parada não. Eu eu sempre arro na minha cara. >> O plasmídia eu quero que você pense que é como se fosse um DNA de batalha da bactéria, tá? É
um DNA altamente mutante. É um DNA que aqui, ó, tem aqui outra bactéria, né? A irmã dela tá aqui, tá lutando ali contra o antibiótico, Acabou de morrer pro antibiótico, mas antes de morrer, ela conseguiu ali alguma coisa, conseguiu resistir a ele por mais tempo. Essa outra vem aqui, conjuga, come esse e faz a fagocitose desse DNA aqui, incorpora no dela, tá bom? Ou então ela tá aqui viva ainda, a irmã dela tá descobrindo como lutar contra um certo vírus, contra uma parada, tem aqui uma informação valiosa no DNA dela, elas fazem conjugação, trocam fragmentos
aqui. Isso aqui é o Mais próximo que a bactéria faz de uma reprodução sexuada, tá? Ela troca ali um fragmento de DNA com a outra, integra no plasmídio dela. Então o plasmídio ele já é muito bom porque a gente vai falar agora, porque a gente vai falar de técnica de DNA recombinante, vai falar sobre como que a gente faz o que os vírus fazem. A gente aprendeu a escravizar as bactérias e usar a maquinaria de síntese proteica delas. Tá bom? Quero ver agora, hein, que a galera Já ali. >> Isso aí, galera. Olhaá, fica muito
ligado agora no que eu vou falar, tá? Olha só, nós aprendemos a editar material genético. E aí, o que que a gente entendeu? Para editar material genético e o Enem cobra isso, tá? Você precisa, cara. O material genético é informação. Então eu tenho que saber. Quando tu vai editar um texto, o que que tu faz? >> Tu corta, copia, cola. Não são essas Ferramentas. Contrtrol X, conttrl V, né? Ali tu corta, copia e cola. Beleza? Aqui a gente aprendeu a fazer a mesma coisa. Beleza? O que que a gente descobriu? que dá para cortar o
material genético. E a gente descobriu que dá para fazer isso com enzimas chamadas de enzimas >> de restrição. >> De restrição. >> Sente, >> beleza? Enzimas de restrição. Sabe como é que a gente descobriu isso aqui, né? Isso daqui foi o seguinte. As bactérias, elas têm um sistema de defesa contra vírus. Quando o vírus chegava aqui, cuspia o material genético dele aqui dentro, essas enzimas de restrição ou endonucleazes de restrição iam lá e picotava o material genético do vírus todo para ele não conseguir dominar a bactéria, sacou? Então a gente descobriu mesmo, >> é verdade.
>> Procura, >> né? Sistema de defesa. >> E na prática a gente usa isso aqui para dar uma cortadinha aqui, >> para dar uma cortada, para cortar um trechinho ali de material genético, né? Eu consigo cortar um trecho aqui. Então, por exemplo, vamos dizer que eu tenho aqui, ó, o gene pra insulina humana. Vou fazer de uma cor diferente. Vou botar aqui, ó. >> Tem aqui o gênio >> para insulina humano. Tem aqui o nosso DNA. Peguei aqui um trechinho aqui que era o gênio para insulina humano, >> tá? Do nosso DNA. >> Do nosso
DNA. DNA humano. >> Então a gente usa isso aqui para fazer a transcrição e para fazer a insulina, né? Enquanto proteína, hormônio. Tá bom, é um hormônio proteico, mas muitas pessoas precisam desse hormônio. Antigamente tu tinha diabetes do tipo um, precisava desse hormônio e você precisava usar insulina de porco, né? >> É. que, pô, é >> dava rejeição imunológica, né? >> Porque o sistema imunológico, ele funciona à base do reconhecimento daquilo que é self, tá bom? O sistema imunológico, ele reconhece aquilo que é próprio do corpo. Se ele achar que não é próprio do corpo,
ele vai olhar pro negócio e vai perguntar assim, é amigo ou inimigo? Aí quando falar que não é amigo, ele vai começar a atacar, vai começar a jogar anticorpo para fazer Opcionização, grudar o anticorpo lá, vai chamar o macrófago para comer a parada. Então você faz um, você bota insulina de porco em você, às vezes dá uma rejeição, tu tem uma reação de hipersensibilidade, seu corpo começa a ficar tudo inflamado por causa disso. E não é bacana você ficar criando uma cacetada de porco para extrair insulina deles, né? >> Não é, pô. É mais fácil
o que escravizar bactéria. Por quê? A gente pegou aqui o gene pra insulina humana. >> Mas tu é a favor de escravização de bactéria. >> Ah, as bactérias não têm sentimentos. Se tentar tranquilo. >> Vai ser cancelado por causa disso, hein, cara. >> Não, bactérias são tranquilas, entendeu? >> Senão quer assinar um abaixo assinado. >> Não tem um sistema nervoso ali, não vão reclamar de nada, então tá tranquilo, entendeu? Agora, olha só, cortei lá a insulina humana. Ah, consegui o Pedacinho de insulina humana. Cortei um pedacinho quitênio da bactéria também. Só que, cara, eu preciso
agora colar uma coisa na outra. Aí a gente descobriu um outro tipo de enzima chamada, sabe o quê? DNA ligase. Aí a DNA ligá ela faz o quê? ajuda a gente a ligar o material genético paraa insulina, o DNA humano aqui no DNA, no plasmídio da bactéria. Aí eu pego isso, boto de novo na bactéria e agora a Bactéria vai fazer o quê? Como o código genético é universal, ela vai ler o meu DNA para fabricar insulina humana. Então a gente vai tá vai tá lendo aqui o DNA dela, ela, ah, mais um dia normal,
lendo meu DNA. Ué, isso aqui já tava aqui antes. Ah, deve tá. Tá no deve ser meu. Vou ler isso aqui e vou fazer a síntese proteica. >> Começa a fabricar. Mas tá aqui. Vou fazer. >> Qual o nome disso daqui? Tecnologia >> do DNA recombinante. >> Tecnologia do DNA recombinante. Beleza? Do DNA recombinante. Beleza? Tranquilo, galera. Hoje em dia a gente tem técnicas mais modernas, tá? O Enem ele já cobrou não com esse nome, mas ele já citou uma técnica que a gente conhece como técnica, vamos lá, canetinha do Crisper. >> Ah, >> K
N. >> Que isso? Mas essa aqui você foi avançado, hein? >> É o Crisper K9. Você não precisa saber o que que é Crisper K9. Mas o que acontece? as enzimas de restrição, elas cortavam o DNA sempre em pedaços ali em trechos bem específicos. Ela não podia cortar qualquer trecho de DNA, mas a gente descobriu que a Crisp, que a Kneiner é como se fosse uma tesoura molecular. Tá aqui a tesourinha molecularica, né? >> É. Então ela corta qualquer trecho de DNA desde que eu dê a direção. Como é que eu dou a direção? Eu
crio um RNA. Então, vamos dizer que o eu queira cortar um trechinho de DNA, que é, sei lá, A T ATC. Então, o que que eu faço? Crio um RNA agna UAG aqui, ó. >> O pessoal tá tá com uma teoria nova ali de que, na verdade, tá tu, Mário, Renato, Thago, tá todo mundo preso num cativeiro. Aí eu pego um, boto aqui e devolvo lá. Ainda não. Ainda não. E aí o que acontece? Isso daqui agora eu vou utilizar para cortar o trecho de DNA que eu quiser. Sabe para que que a gente pode
usar isso aqui? Para fazer uma coisa que o Enem tem cobrado, que é o quê? Terapia gênica. Eu consigo agora silenciar um gene que eu não quero que se expresse. Eu consigo agora eh colocar Um gene novo. Eu consigo tirar um gene dali, tá? Então, com isso, gente, hoje em dia a gente consegue fazer ali uma série de alterações no DNA. E aí, só uma coisa, né? Ah, Mário, mas esse negócio que tu fez aqui, porque eu confundo ainda alguns conceitos, tá? Isso daqui, ah, colocar o material genético humano no DNA da bactéria. O que
que é isso daqui? Isso daqui é um, Opa, cadê? Transênico. O que que é? Opa! transgênico. O que que É um transgênico, meu povo? O transênico nada mais é nada mais é do que quando eu pego material genético de um C e misturo com de outro, entende? Eu criei ali um transgênico. Show. Ah, Mara, então você usou a tecnologia de DNA recombinante, enzimas de restrição e DNA ligase para criar um transgênico. Exatamente. Esse transgênico eu vou usar para meu benefício. Eu posso usar outras técnicas agora de edição de DNA também para fazer terapia gênica. O
que que é terapia Gênica? Qualquer tipo de manipulação que eu faça no material genético com objetivo de curar, né, ou de prevenir alguma doença. Beleza? >> Mas manipulação em que sentido? Isso se faz em pessoa? Geralmente isso >> podemos fazer em pessoas. Ter como é? Me explica a teoria gênica, terapia gênica na prática. >> A terapia gênica na prática, por exemplo, teve há pouco tempo uma notícia de que uma um bebê que teria síndrome de Dal, a galera conseguiu com ele ainda lá dentro da barriga fazer a alteração do material genético e ele não nasceu
mais com síndrome de Dal. >> Cara, isso é loucura. É, teve, por exemplo, esse ano duas meninas que nasceram, gêmeas, não sei se foi nesse ano, no final do ano passado, foram as primeiras meninas que nasceram modificadas geneticamente, que eh o pai delas era HIV positivo. E para que elas não tivessem a o vírus, eles fizeram uma Modificação genética e elas já nasceram imunes ao HIV, entende? Olha que parada doida, que nível de tecnologia. Lógico que daqui a a 20, 30 anos, né, acredito que isso vai se tornar uma coisa um pouco mais normal, ainda
mais com desenvolvimento de inteligência artificial. a gente vai conseguir otimizar esses processos demais e conseguir ali >> e levanta muitos debates da parte ética, porque isso aí dá margem para para Princípios eugenistas, né? Não não não ter mais pessoas de um certo jeito, né? Os pais escolherem sempre filhos de um determinado fenótipo, né? Então tem essas preocupações envolvidas. Poderia cair na na prova um texto falando dessas preocupações que só te fazer uma pergunta técnica, né? De que tipo de Então o organismo transgênico é aquele que teve alguma modificação na no seu DNA. Exato. E o
próprio transgênico gera polêmicas, né? >> Tem gente que pensa que é que é ruim. Ah, transgênico é ruim, vai matar. Que que tem que saber sobre isso? Transênico. >> É, então, que que tu tem que ter em mente? Qual é a preocupação que a galera tem com transgênico? Quando eu modifico um organismo geneticamente, crio ali um transênico, né? >> Aham. >> Ah, esse organismo não passou pelo processo de seleção natural. Então, eu Peguei lá um trigo, né, e modifiquei ele e boto no ambiente. Ele não pode se misturar com com a natureza de modo geral.
Por quê? porque ele não passou pelo processo de seleção natural, então ele obviamente vai ter vantagens de uma seleção artificial, entende? Ele tem vantagens. Então ele obviamente se tiver que competir com os outros trigos que estão na natureza, ele vai ganhar, entende? Porque eu modifiquei ele para que ele seja mais produtivo, cresça mais Rápido, seja mais resistente à praga. Então eu posso pegar um trigo, eu posso introduzir nesse trigo um gene que eu encontrei num peixe, num peixe um gene que é um peixe que ele resiste muito ao frio porque ele é de águas muito
profundas e eu coloco dentro do trigo e o trigo passa a expressar aquele gene e a produzir as proteínas daquele gene. E esse é um trigo transênico, tá? E aí agora esse trigo ele pode gerar um problema porque ele é muito superior aos Outros trigos dos outros fazendeiros que não compram o transênico. Dentro de pouco tempo ele vai ficar impraticável você continuar plantando. Inclusive ele dispersa sementes no ar, né? Então >> é e é uma preocupação daquilo ir pro, né, se misturar no médico. >> É muito difícil você controlar um um organismo geneticamente modificado que
tá certo >> muito. Muito. Ó, tu quer ver uma outra parada que pode acontecer? Eu pego lá e E crio um transgênico que é resistente a um herbicida. >> Aham. >> Um trigo lá que é resistente a um herbicida. Que que é um herbicida? É um tipo de agrotóxico que mata outras plantas. Por qu eu não quero que a minha planta, que o meu trigo que eu quero que cresça, tenha a competição com outras plantas que eu chamo de herba daninha. Que que eu faço? Eu boto um gene de resistência a esse herbicida só no
meu Trigo e taco o agrotóxico e taco e eh herbicida. eu mato as outras plantas todas e deixo só o meu trigo. Só que eu posso com isso acabar selecionando algumas ervas linhas mais resistentes à aquele agrotóxico. E aí eu vou ter que produzir agrotóxicos cada vez mais potentes, porque, né, eu tô fazendo o processo de seleção, tá? E, enfim, o transênico, ele tem a vantagem, tem, eu posso aumentar a produtividade alimentar, né? eu posso aumentar eh Acelerar ali o crescimento eh dos vegetais e tal, mas isso óbvio, né? Quem é que faz? Galera que
tem grana, grandes produtores rurais, o cara que é produtor eh lá eh familiar, esse cara se dá mal porque ele não tem como competir, entende? O produto dele vai ser muito mais caro, ele não tem como produzir em larga escala, eh, competindo com um transênico, entende? Então, são alguns questionamentos que a galera galera faz ali, mas hoje em dia os transênicos são Utilizados em larga escala. Beleza? Eh, uma última informação aqui antes da gente voltar pro vírus. Ah, a gente pode também usar como aqui dentro de de da parte de biotecnologia uma coisa chamada controle
biológico, tá? Que é isso? Eu posso usar lá o inteticida, como eu falei, o herbicído, o agrotóxico, mas eu posso, para não ter que usar esse agrotóxico, fazer o quê? Poxa, eu tenho uma praga que come lá meu trigo, uma, sei lá, um inseto. Que que eu faço? Eu Trago um outro inseto predador desse inseto praga. Ou seja, o inseto praga tá comendo minha planta. Eu vou trazer um inseto que come ele para ele ver se é bom, né? E aí você controla a população, a população de inseto praga trazendo um outro ser vivo. O
nome disso é controle biológico. Show, tranquilo. Ah, galera tá colocando várias coisas aqui, ó. [risadas] >> Vamos lá. >> Que que você estão colocando? Pô, mandaram R$ 2. Ah, a pessoa manda R$ 2 e fala assim: "Compra uma marmita pro Mário." >> Opa, >> eu vou comprar com esses R$ 2, hein. Mas é quando manda R$ 2, ele manda mesmo. Manda dinheiro ali. >> Sabia que dava para mandar dinheiro por live. >> Já mandou aí uns cento e pouco total, >> cara. Mas então, galera, o bizarro é que a gente tem aqui, >> né? Tem
a mamita que a gente tá no flow, meu irmão. A gente tá empolgado aqui, entendeu? Vamos aqui, ó. Olha só >> aqui, ó. Carne. Ih, tem cor. >> Vamos dar aula de anatomia. Isso que eu falar, dá pra gente falar do coração da galinha aqui, ó, >> na aula de digestório também, >> ó. Tá aqui os os vasinhos aqui, artéria, né? Depois vou até comer. Hum. >> Quem deixou você comer sem autorização? >> Belza. Pô, foi mal, cara. Desculpa, vou Voltar pro cativeiro. >> É, >> não tá na hora da refeição semanal de vocês, não.
>> Desculpa. Hum. Era só para exemplificar aqui. Ah, >> mais tarde a gente vai conversar. >> Existe comida no local. Tá bom, >> galera. Vamos voltar lá pro vírus. Olha só, doenças causadas por vírus. Bora. >> Mário recuperou o brilho depois de comer Esse coraçãozinho. >> Não, caraca. É tipo Super Mário. Depois [risadas] pega a vida. Peguei a vida. >> Eu falei, eu falei hoje de manhã no Twitter que eu tenho 1,53 m. Tá todo mundo acreditando já. Nossa, que >> pô. Então eu tenho quanto? >> Jurava que você era mais alto. >> Tem 1
e 10. Eu sou, né? Um gnomo. [ __ ] 53, cara. E agora para onde a gente vai? Vai voltar pr os vírus agora. Então Vamos voltar pro vídeo que essa discussão toda ela veio a partir do retrovírus, né? A gente entendeu o material genético e tal. Então olha só, vamos agora dar uma focadona aqui na parte de seres vivos, tá? >> Aí >> isso daqui, gente, daqui pra frente vai ser frenético, fica ligado. Se você tava dormindo agora, dá aquela acordada porque daqui pra frente vai ser frenético, tá bom? Vamos lá, gente. Quando eu
falo de doença, tá? Eh, a doença causada por vírus, uma doença comum. Então você fala assim, Marri, mas é muita doença, pô, eu nunca sei o que que é o quê. Gente, doenças causadas pro vírus são doenças comuns, ou seja, que você conhece gente que teve, tu conhece gente que teve gripe, conhece, conhece gente que teve Covid, gente que teve eh eh que mais aí dengue, eh, gente que teve cachumba, talvez uma rubela, talvez uma catapora, um sarampo, Né? Então assim, eu conheço um monte de gente que teve isso tudo, beleza? Lógico, né? Tem outras
doenças causadas por vírus que não são tão comuns assim, né? Tipo, ah, tu conhece alguém que teve ali HPV? Se conhece, a pessoa não fala, né? Porque todo mundo assim, pô, peguei uma gripe, mas ninguém fala assim, pô, peguei um HPV no outro dia, né? Porque como é uma doença sexualmente transmissível, a galera fica mais assim, né? >> É isso aí. >> Mas tem muito circulando por aí, beleza? Então assim, você precisa conhecer as principais, tá? Então, as principais doenças, como eh basicamente ali, eh, e detalhe, o Enem não tem cobrado tanto essas doenças causadas
por vírus, tá bom, gente? Ele tem cobrado muito mais parte de de essas outras partes que a gente explicou, tá bom? Mas tu pode ter em mente aí que tem gripe, que tem dengue. Aí, dengue Normalmente é uma doença que pode ser cobrada. Por quê? Existem aqui quatro doenças. Quatro doenças. faz daquele jeito que você explicava, lembra que você categoriza bem, fala das que são causadas todas por vírus, todas. Não tem uma parada que você fazia, você separava que é, eu posso Vamos dar um olhadão então de doença, né, que aí depois a gente vai
entrando em cada grupo, tá? Opa, calma aí que eu fiz besteira aqui. Beleza, vamos lá. Eh, galera, então vou Botar aqui, ó, doenças causadas por vírus. Beleza? Tem quatro doenças aqui que são importantes, né? dengue, zica, chicungunha eh, febre amarela. Por que que essas quatro doenças aqui são importantes? E aí, gente, eu vou fazer um alerta aqui, ó. Toda doença que é transmitida por um vetor, você tem que ter na tua cabeça. Toda do que que é o vetor? O vetor é sempre um animal, né, que transmite aquela doença. Então você tem o agente causador
ou transmissor ou ou etiológico, perdão, e tem o agente transmissor ou vetor. Por exemplo, coloca aí na live, quero ouvir que a galera vai responder. Quem é que causa dengue? >> Quem que causa dengue? >> A galera vai dizer mosquito, né? >> A fala aí quem é que causa dengue? >> Mosquito da dengue. A desgipt. >> É. Aí todo mundo coloca o seguinte: "Ah, aí é desgipt. Não é quem causa dengue". Ó, tá vendo? Todo mundo botando quem causa dengue é o vírus da dengue. É o vírus. Esse é o agente causador. O mosquito é
quem transmite, tá? Ele é o agente transmissor, ele é o vetor da doença, tá? Então cuidado para não confundir isso. Deng, zica, chicunguinha, febre amarela. Quem é que transmite essa droga aqui? Nosso querido Eds Egipt. Beleza? Es é o mosquitinho urbanizado que transmite essa monte de doença daqui. Beleza? Eh, que que você tem que saber dessas doenças aqui? Basicamente, dengue é muito comum eh sempre associar. >> Tô resolvendo uma parada aqui. >> Beleza? Beleza. Pode deixar. A dengue a gente sempre tem que associar o quê? Época de verão, tá? Porque é uma doença, todas essas
doenças aqui transmitidas Por mosquito, tá? E aí vou te falar uma parada que é interessante. Se é uma doença causada por vírus, transmitida por mosquito, esse vírus aqui ele é um arbovírus. É uma arbo arbo, opa, arbovirose. Beleza? Uma arbovirose, porque ar vem de artrópode. Que que é artrópode? É o filo animal. Artrópode. Opa. Botei aqui errado aqui. Artrópode é o filo animal em que a gente Vai encontrar os insetos, por exemplo, né? E esse BO vem de born em inglês, tá? Então é tipo, é é uma um vírus que meio que nice ali, nãoce,
né? Ele é captado ali, né? Por algum tipo de artrópode transferido por ele também. Beleza? Eh, essas arboviroses aqui você precisa então eh entender um pouquinho que se é transmitido para um mosquito sempre está relacionado ali a uma região meio que tropical. São doenças que a gente chama de doenças de medicina tropical, né? Existem congresso de medicina tropical. A galera vai estudar essas doenças transmitidas por esses bichinhos. Por quê? A gente sabe que no verão você tem muito mais chuva. Se tem mais chuva, você tem muito mais criadouro do mosquito, beleza? tem mais onde ele
se reproduzir, já que ele coloca os seus ovos no recipiente próximo à água, do ovo, eclode as larvinhas, as larvinhas de mosquito. Já viu larvinha de mosquito, cara? Ela fica, ela fica Dentro da água assim. Eu acho maior estranho porque ela fica parada, aí do nada ela manda aqui assim um >> um bagulho assim, né? Tem um chilique. Aí >> depois ela se desenvolve, vira uma pupa, depois vira o adulto e sai voando por aí para eh se alimentar de alguém. Picou uma pessoa que tem a doença, adquiriu o vírus. picou outra doença, transmitiu o
vírus. Por que isso? Porque o mosquito ele vai lá, se alimenta do sangue. Mosquito, na verdade, a mosquita, quem tem o hábito hematófago, ou seja, quem se alimenta de sangue, é sempre a fêmea. Mas por quê? Porque o macho ele se alimenta de seiva, assim como a fêmea. Mas quando chega na época de postura de ovos, ela precisa de algo um pouco mais nutritivo e aí ela passa a se alimentar de sanguinho, porque sanguinho é gostosinho, mas nutritivo, beleza? Então ela pode fazer uma postura de ovos mais eficiente, tá OK? Quando o mosquitinho Vai te
picar, os vírus normalmente vão pra glândula salivada do mosquito. Aí o mosquito vai lá e te [ __ ] Beleza? Primeira coisa que o mosquito faz, ele cospe em você, ele cospe no prato que comeu. Por quê? Porque quando ele lança saliva, essa saliva tem primeiro analgésico. Para quê? Para tu não sentir a dor da picada, né? Senão tu vai matar o bicho. Segunda coisa que tem ali, anticoagulante. Que é para quê? Porque, pô, ele causou uma lesão no teu vaso Sanguíneo. As plaquetas vão se acumular ali, elas tendem a a a desencadear o processo
ali de coagulação sanguína. Não quer que feche. Ele abriu. >> É, senão vai ficar já, já viu o milkshake de ovo maltine do Bobs e com canudo pequeno. Não dá. Vai entupir o olho, quase explode, né? Tem que ser aquele canudão. Então vai ficando. >> Então ele vai ter ali um anticoagulante para manter aquela ferida ali aberta >> para manter o fluxo sanguíneo ali. >> Já caiu no Enens. A gente conseguiu isolar a proteína que esse mosquito tem na salí. A gente pode usar para tratar que tipo de doença? Doenças relacionadas à formação de trombos
que obstruem tua circulação. Você pode usar o anticoagulante do mosquito ali para isso. Tá bom? Exatamente. Beleza. E aí depois disso é o fim da picada, ou seja, ele vai embora, né? Terminou a picada e aí só que quando ele cuspiu em você, ele transmitiu o vírus, tá bom? E aí, ó, Dengue, né? Tem aquele monte de sintoma, febre, tudo isso tem febre, né? Febre é sintoma comum de qualquer coisa, né? Febre, dor no corpo, dor nos olhos, né? Eh, pode baixar o número de plaquetas e evoluir para dengue hemorrágica, já que as plaquetas são
importantes para processo de coagulação sanguínea. Zica. Zica é uma doença que a única coisa que tu tem que lembrar é que é perigoso para mulher grávida porque pode dar microcefalia na criança, ok? >> Chicongonha é uma doença que significa, esse nome significa joelhos que se dobram. Por quê? Porque dá dor nas articulações. Beleza? E a febre amarela é uma doença que é mais cobrada. Por quê? A febre amarela ela tem, vou botar aqui, ó, febre amarela. febre amarela, ela tem um ciclo urbano e ela tem um ciclo silvestre, beleza? Urbano e um ciclo silvestre. O
ciclo Urbano dela é um ciclo homem, mosquito, homem. Ou seja, o mosquitinho se alimenta de um homem contaminado, transmite para outro homem, tá? Qual é o mosquito? É o Aeds Egipte. Beleza? Agora, no ciclo silvestre, tá? Esse aqui é o urbano. No ciclo silvestre a gente já tem um ciclo que é macaco, mosquito, homem. Ah, Mário, então o macaco ele é vetor da doença? Não, não. O macaco é reservatório da doença, ele pode conter o vírus. Aí o mosquito vai lá, se alimenta do macaco, adquire o vírus e aí quando fica uma outra pessoa, transmite
o vírus. Então o macaco aqui, galera, ele não te transmite a doença. Inclusive quando a gente eh monitora as populações de macacos, é porque se começar a morrer macaco e a gente perceber que tá com febre amarela, a gente já sabe que, Cara, é um caso a a se tomar cuidado. Você tem que ampliar ali a vacinação. A vacina contra a febre amarela tem 10 anos de duração e áreas em que isso é endêmico. O que que é endêmico, né? E aí eu vou entrar em outro conceito aqui de parasitologia que o Enem cobra. Endia,
epidemia, pandemia. Qual é a diferença de uma para outra? Tá aproveitando, já que a gente vai começar a falar de muita doença e vocês têm que começar a entender esses termos. O que que é Vetor, o que que é agente transmissor, o que que é profilaxia, né? O que que é, enfim. Então, vamos lá. O que que é uma endemia? A endemia é uma doença que é comum num determinado local. Ela tem um espaço geográfico bem definido, tá? E o número de casos esperados. Por exemplo, dengue é endêmica no Rio de Janeiro. Sempre no verão
a gente sabe que vai ter dengue e um número de casos de pessoas ali vai acabar adquirindo dengue. Beleza? Só que Quando começa o número de casos a aumentar além do que a gente espera, começa a alastrar as fronteiras geográficas, sair do Rio de Janeiro, invadir São Paulo, Minas e tal, aí a gente já pode dizer que a coisa saiu do controle, virou uma epidemia, beleza? Uma epidemia. Agora pode acontecer disso daqui se espalhar pelo mundo, né? ter aí eh sair das fronteiras continentais e aí a gente passa a chamar de pandemia. Todos vocês tiveram
a Infelicidade aí de viver uma pandemia, beleza? De COVID. Show, tranquilo? Então, esses termos aqui eles são super importantes aí. Show, galera. >> Próxima coisa. Para onde vamos? >> Vamos lá. Deixa eu fechar aqui. Diminuir aqui. Não tá diminuindo. Às vezes ele não me obedece. Deixa eu tentar assim. É, >> tem que calma aí. Espera ele. >> Tem que Ah, tem que esperar. Ele tá atualizando, >> ó. Ah, não, já tá, já tá no máximo de zoom out aqui. >> Ah, é? >> É. Você quer apagar essas coisas ou quer? >> É por isso não.
Podemos apagar. Podemos apagar. >> Já expliquei isso tudo. Agora, olha só, galera. >> Explicou então as arboviroses, né? Essas doenças. >> Isso. Expliquei essa de vírus. Galera, Não vou ficar falando muito de doenças de vírus aqui. Você tem raiva, né? Eh, que é transmitida ali normalmente por mordida de animais, tá? Eh, você vai ter a catapora, sarampo, rubéula, são todas doenças que dão ali manchas na pele. A rubéula, você tem que tomar cuidado com mulheres grávidas, porque também é uma doença que pode ser congênita, ou seja, pode passar para a criança. Beleza? Ah, então assim,
eu não vou ficar falando de muitas doenças virais aqui, vocês Conhecem bastante, né? Aides, eh, ebola, né, que é uma doença também eh eh viral ali bem agressiva, HPV, que é também uma doença sexualmente transmissível, >> tem um raciocínio muito importante sobre a adaptação dos vírus, né? Então, por exemplo, comparando o vírus do ebola com o vírus da Covid-19, >> sim, sim. Os vírus eles vão ficando melhores conforme eles não matam o seu hospedeiro. Porque se o vírus ele é um Parasita intracelular obrigatório, não é do interesse do vírus matar o hospedeiro. Vírus eh no
início da pandemia, por exemplo, se você pensasse o COVID matava mais e ao longo do tempo ele foi matando menos, por o vírus vai sofrendo mutações e vão sendo favorecidos os vírus que não matam o hospedeiro. Ebola, por exemplo, assim que surgiu, matava brutalmente. Ainda mata, mas matava muito, muito, muito. Então os vírus mais antigos, tipo o Vírus da gripe, esses vírus eles não matam as pessoas tanto, porque é do interesse do vírus não matar o hospedeiro, porque ele precisa dele para viver. Tá bom? >> É isso aí. Tá. Uma um outro raciocínio aqui interessante
assim, Mário, por que que de vez em quando surge uma doença viral nova? A gente chama de doença emergente, né? Como é que emerge uma doença? Ou normalmente é pela transposição de uma espécie para outra. A era do macaco foi pro homem. A era de um, sei lá, lá na na feira de ran lá na nas eh surgiu lá um saiu de um animal silvestre, foi pro homem. Ou pela combinação de cepas virais. A gripe suína é uma combinação de gripe humana com gripe do porco com gripe da ave. Aí você tem uma combinação que
nunca existiu antes, tá? E aí a gente, como ninguém nunca pegou essa droga, todo mundo se contamina. Beleza? Depois de muito tempo, por que que hoje a COVID já Não não não contamina tanta gente, né? Porque hoje a gente tem imunidade de repanho, né? Imunidade de grupo. Hoje tem mais várias pessoas vacinadas, hoje tem várias pessoas que já tiveram COVID, tá? Então você tem imunidade de grupo. Pode ser que o meu amigo ali não tenha tomado vacina e nunca pegou COVID, mas eu já peguei. Então se alguém com Covid chega perto de mim, eu não
vou acabar desenvolvendo a doença e também não vou transmitir para ele, entende? Então essa É a ideia da imunidade de grupo. Show. Vamos lá. Vamos seguir agora. E agora a gente vai aqui numa linha evolutiva, tá? Ah detalhe, galera, na a gente sempre trabalhou aqui com uma classificação de cinco reinos, né? Cinco reinos. Manera protista. OK. Ah, funge. Plante. A gente fala plante. Você escreve plantainer, mas você fala plantê. Mas pode falar planta, não tem Problema não. E animalia. Beleza. Então, a gente sempre trabalhou com esses grupos aqui, esses cinco reinos. Só que hoje em
dia a gente encaixa esses cinco reinos em três domínios, tá? em três domínios. Então, a gente tem um domínio que a gente chama de arqueia, né, ou arqueia. A gente tem o domínio que a gente vai chamar de bactéria e a gente tem o domínio eucária. O domínio eucária é tudo isso aqui, seres que são eucariontes, tem células eucariones. E Arrea e bactéria ficam aqui com os seres que estão dentro do reino Monera, tá? Que são seres procariones. Beleza? Legal. Aqui quando a gente fala de bactéria, né, eh, ou, aliás, de reino manera, a gente
tem esses dois grupos aqui, arqueia ou arqueia, né? E temos aqui cianobactérias e bactérias e bactérias. Aqui, galera, qual a importância aqui desses grupos? Tá? Vou falar logo aqui bem rápido. Arqueas são bactéri são são seres, né, que vivem em Ambientes extremófilos, tá? Ou seja, o ambiente tem sal para caramba. Então são seres alófitos, conseguem viver onde ninguém mais viveria, porque uma célula no ambiente salino tenderia a perder água pro meio e morrer. Elas conseguem. Termófilas extremas vivem num ambiente que é extremamente quente, que as bactérias todas morreriam, elas não morrem. Beleza? E por exemplo,
ambientes eh em que você tem pouquíssimo oxigênio, né? Enfim, então são bactérias ali Extremófilas, tá? Bactérias não, são seres extremófilos, tá? Aqui seobactéria, primeiro, seres que realizam fotossíntese no planeta Terra, tá? Fazem parte ali dos seres que cuidam da parte de produtividade primária, né, do planeta, ou seja, fazem fotossíntese. Show. E as bactérizinhas, qual a importância? causar doença. É, mas mas causar doença é importante, né? É claro que é, gente. Por quê? Porque a natureza tem que ter equilíbrio, né? É importante Que uns morram para que outros vivam, né? Se ninguém morrer, entr >> Então
você tá falando aqui desses reinos. >> Isso. >> Posso resumir então aqui, posso tentar entender primeiro eles. Vamos, vamos começar a partir de célula procarionte, que é aquela célula simplona e célula >> eucarionte. >> Procarionte. A gente tem aqui somente o reino monera. Gente, tomem cuidado com Isso aqui, galera, protista, para não confundir com procarionte, tá bom? A partir daqui, ó, protista, fung, plante e animalia, todo mundo já tem célula eucarionte com com carioteca e tal. Procarionte mesmo, que não tem carioteca, tem o DNA de espesso no citoplasma, não tem organelas membranosas, são esses aqui,
tá bom? Monera, que se divide em arqueia e cianobactérias e bactérias propriamente ditas, tá bom? Quando você entra em Protista, você tem que saber que isso aqui também é um eucarionte, mas é um eucariontezinho ali, geralmente bem vagabundo, é um ecarionte bem básico, é como se fosse um eucarionte primitivo, tá bom? Mas ele já é eucarionte. Quando você entra em fungue, aqui são os fungos, é muito bom você começar a entender, né? Os fungos, por exemplo, acho que um dado muito importante para falar sobre eles é que eles são heterótrofos, tá bom? Fungo não faz
Fotossínteses, tem gente que pensa que faz, mas não. Os fungos eles são decompostitores, eles vão se alimentando de tudo. Plantas elas são autótrofos e animais eles são heterótrofos também. Beleza? Que diferenciação o cara tem que levar pra prova? O que que ele tem que saber sobre esses cinco reinos aqui, Mário? >> Vamos lá, então, galera. Eh, basicamente você vai ver que em protista você tem seres, alguns são unicelulares, outros São pluricelulares, tá? Unicelular são quem? Os protozoários e as algas unicelulares. E aqui tem algas, as algas macroalgas também estão aqui. Antigamente era tudo no reino
eh planter, né? Agora eles estão aqui no reino protista. Beleza? Então, basicamente as algas que fazem parte do fitoplâncton, tá? Que que é fitoplâncton? Entãoon é tudo aquilo que flutua na coluna d'água, né? E é levado pelas correntes. E a fitoplâncta é o Plancton fotossíntese. Aí falaram que o que o que o Pedro cansou, cansou não, gente, foi ali no banheiro rapidinho, já tá vindo aí, né? Ele ficou com inveja porque eu comi o coração de galinha, ele não entendeu? Aí daqui [risadas] a pouco ele vai comer o coração de galinha e vai ganhar vida
novamente, né? Olha só, galera. daqui eh doenças causadas. Ah ah, detalhe, né? >> Vamos, vamos agora eu voltei. Vamos lá, Vamos lá. >> Eh, eu vou falar depois das doenças causadas pelos protozoários. Essas são importantes, essas são cobradas. Beleza? >> Você já falou dos vírus que não estão aqui. >> Falei dos vírus, já estão lá. Doença causada por bactéria, Mário, tem alguma que é muito importante, cara. Eu não perderia tanto tempo nisso, tá? Mas você vai ter ali a algumas doenças mais cobradas pelo Enem, como por exemplo a Eh chuva cai, >> a rua, >>
a rua inunda. E aí, né, tu lembra logo de quem? Lepospirose. >> Lepospirose. >> Por quê? Porque a or tava processando isso. >> Tava processando, né? O >> que que que que aconteceu com ele? É, a leptospirose é transmitida como, minha gente, aí tu falar: "Ah, negócio de xixi do rato, xixi do rato, a urina do rato, Porque a bactéria ela vai ser encontrada ali, a leptospira vai ser encontrada na urina do rato." Aí tu passou ali, tu fala: "Hum, xixi de rato, que delícia, vou lamber". Claro que não, né? Só que naquele dia que
a chuva caiu, a rua inundou, você tinha que chegar em casa, você foi, entrou na enchente, aquela água de enchente, lavou a rua, levando o xixi de rato até você e aí você pode ter uma microelesão ali na pele, a bactéria entrou, pronto, deu ruim, né? Toda Porquilha, febre, tá? Vamos lá que agora eu quero entender de doença mesmo, quero levar pra prova. Você falou leptospirose, >> medida profilática o que sempre vai cair, profilaxia para evitar que aquilo ali aconteça. >> Saneamento básico, certo? de enchentes, desobstrução das coisas, matar rato, não >> é matar não.
No caso, você tem ali uma coisa que é interessante pra Leptospirose, coleta de lixo. Coleta de lixo, tá? >> E rato gosta de lixo. >> É porque atrai rato, entendeu? E evitar entrar em água de enchente. Beleza. É falar, é meio óbvio, né? É meio óbvio, mas de vez em quando tem lugar que encheu, a galera joga pneu de caminhão, faz churrasco, mergulha, né? Entra num bueiro, sai outro três quarteirões depois. Tu tirei num num rato, te contei, né? Tu falou, matou o mestre Sprinter. Tá, >> eu filmei, eu tava com o meu óculos da
meta riban, eu filmei. Te mostrei o vídeo também? >> Não, >> não. Depois você mostra o vídeo. >> Coitado do >> primeira pessoa. Dá para ver eu carregando a arma. >> E aí eu fui lá e ative GTA, né? >> É. >> Tá. E aí, então, leptospirose, mas dá o Quê? O cara vai ter o que com leptospirose? >> Ele vai sentir. Então, é uma doença sistêmica, né? Ela pode afetar diversos órgãos, mas o principal sintoma é dor na panturrilha, tá? É o que a prova coloca ali, dores musculares e dor na panturrilha é bem
característica da leptospirose. Tranquila? também acontece às vezes depois de treinar panturilha. >> E não necessariamente eletricamente Alospirar. Beleza. >> É, agora tem outras doenças, tem tétano, né? O tétano é uma doença é causada pelo clostrídeo, tetane. Como é que pega tétano? >> Prego enferrujado. Ele tá em ferrugem. Eh, na verdade não precisa nem ser um prego enferrujado, é qualquer material pérfuro, cortante e contaminado, mas o importante é que tem que ter um corte, porque essa é uma bactéria nairo abstrita, ela não gosta de oxigênio. Então, quanto mais profunda ela tiver ali nos teus tecidos, mais
ela vai conseguir sobreviver de boa e se desenvolver, tá? Que que o tétano causa? O tétano causa uma contração muscular intensa, espasmo muscular. E aí eu vou te falar uma parada aqui, ó. >> O tétano causa, então, contração muscular. causa contração muscular. Aí, olha que maneiro isso aqui. Olha que maneiro, ó. Quem é que causa tétono? >> Aqui, ó. Não tá na canetinha. >> Tá. A bactéria. >> Qual bactéria? Clostrídium. >> Tetâ. Tetanis, né? >> Clostrídium. Tetânico. >> Tetânico. >> Tetânico. Beleza. Tá aqui essa bactéria aqui. Clostídio tetânico. >> Beleza. Quem é o primo do
clostídio tetânio? Clostrídium. Botolino. >> Botolino. Tava com medo de falar errar, mas eu lembrava que era essa daqui. >> Postril de Botolino. Olha só, essa daqui causa tétano. >> Tétano. >> Essa daqui causa botulismo. >> Botulismo. >> Olha que interessante. Essa causa contração muscular intensa, espasmo. E essa daqui causa o quê? Relaxamento muscular. Não sei se tu vai lembrar como É que acontece a contração muscular. Primeiro você tem que ter um impulso nervoso que vai chegar aqui pelo neurônio. >> Aham. >> Até um local que a gente chama de junção neuromuscular. A junção >> neuromuscular,
né? Como se fosse >> isso, a junção entre o neurônio e o músculo, né? >> Que que vai ter aqui dentro, né? Vesículas >> com neurotransmissores, >> com neurotransmissores. Esse neurotransmissor que estimula a contração muscular, a gente chama de acetilcolina. >> Acetilcolina. Quando chega o impulso nervoso, a acetilcolina ela é liberada aqui na fenda sináptica, na junção neuromuscular. E essa ceticolina se liga em receptores de membrana da célula muscular. Quando a acetilcolina se liga nos receptores, que que ela vai Estimular? O retículo sarcoplasmático, que é o retículo endoplasmático liso do músculo, a liberar cálcio. Cálcio
sobre o sarcômero. O que que é o sarcômero? é a unidade contrátil ali do músculo formado por actin e miosina. O cálcio vai permitir com que a actin miosina se liguem e vai também ativar uma ATP, uma enzima que quebra ATP para fornecer energia pra contração muscular acontecer, tá? Então essa esse sarcômero aqui, essas linhas Z se aproximam e o Músculo contrai. O que que eu tô dizendo aqui, galera? Para ter contração muscular, eu preciso que a acetilcolina se ligue ao receptor, estimule a liberação de cálcio. Sabe o que que a toxina botulínica faz? Ela
impede a liberação de acetilcolina. Se ela impede a liberação de acetilcolina, vai ter contração muscular? Não vai. Oi. Voltou. Ah, moleque, tô de volta. >> Carrega. O meu tem que carregar. >> Tá dando aqui carregar. >> Tô de volta. Tô de volta. >> O meu tem que carregar, galera. >> Voltou. Ó, oad vai carregar ali o microfone dele, >> tá? Vou ficar vou ficar observando aqui. O meu vai carregar, tá bom? Meu micro >> O dele vai carregar. O dele acabou a bateria. Por enquanto vocês vão me aturar aqui. Beleza. Vai amassando então, Mário. >>
Vamos lá. Daqui a pouco a gente troca. Daqui a pouco eu dou o meu para ele e aí A gente vai que vai. >> Ai ai. Ele gostou. Aí ele vai tirar uma sonequinha ali de meia hora. >> É. Sabe o que acontece? Eu tô acostumado a dar aula o dia inteiro em pé mesmo. O assade não, entendeu? Ele tá aqui, ó, sofrendo aqui as perninhas. Mas é, é isso aí, >> pô. Qual é, gente? Vocês não me perdoam, hein, pô. Eu falei que ia dar o meu meu microfone, ó. Eh, olha só, >> eu
tava falando aqui, então, não sei Onde é que o microfone parou, mas eu falei o seguinte, que o closto botulino, o que que ele faz? Ele impede, a toxina botulina impede a liberação de acetilcolina, logo não vai ter contração muscular. É uma é uma toxina que mata o indivíduo por relaxamento da musculatura cardíaca respiratória da ruim, tá? Só que a gente aprendeu a usar isso, né, na estética. Então a gente manda aqui, ó, pá, botox, é toxina botolínica. Aí não mata a pessoa, não. A gente bota numa Numa quantidade que não vai matar, né, gente?
Então tudo na vida pode ser um remédio ou pode ser um veneno, depende da dosagem, né? Então a gente coloca lá para quê? para relaxar a musculatura da face. Aí, por exemplo, eu vou rir. Quando eu rio, eu contraio tudo isso aqui, né? Ah, tem gente ali que tá feliz com botox. Contrai tudo isso aqui. Eu não quero contrair porque eu não quero que apareça meus pés de galinha, né? Então, taca o botox aqui, eu vou rir e Essa parte que não vai contrair, por exemplo, entende? Então, a ideia é essa. Show. Depois a gente
vai resolver questões sobre doenças, tá, galera? Tem uma série de questões aqui sobre doenças do Enem. Tranquilo. Ã, galera, tem outras doenças aqui? Tem. Eu vou focar naquelas que tem vetores, tá? Qual doença bacteriana você tem vetor? Você tem peste bubônica ou também chamada de peste negra antigamente, né? Quando tinha lá na Idade Média matou um monte De gente. Doença transmitida por quem? Pela pulga do rato. Tá? Deixa eu puxar aqui, ó. Deixa eu puxar aqui, ó. Doença que é transmitida pela pulga do rato, tá? Peste bubônica. Icínia pestes é o nome da bactéria, tá?
Então, pulga do rato. Qual outra doença bacteriana que também tem vetor? Você tem que saber febre maculosa. Febre maculosa, porque a febre maculosa É transmitida por quem? Carrapato. Bactéria riquete. Arriquete transmitida pro carrapato. Olha só, gente. Olha quantas doenças eu já tô falando que são transmitidas por vetores. Tu tem que saber. Deixa eu ver se tu sabe, né? Deng, aí é desgipt. Beleza. Aí, ó. Zica, chicongunha, febre amarela. Tudo é des egípci, tranquilo? Tudo transmitido por mosquito. Febre amarela, eh, febre amarela não, perdão, febre maculosa, Carrapato. Beleza? Agora peste bubônica, pulga, tá? E daqui a
pouquinho vai ter mais. Vocês têm que conhecer todas as doenças que são transmitidas por algum vetor, porque os vestibulares gostam, tá bom? E o Enem principalmente. Show. Legal. Que mais que a gente tem aqui, né? Ranseníase. Beleza. Ranseníase. Que que é ranceníase? Anceníase é a famosa lepra causada pela micobactérium lepre. Beleza? Então é uma Doença que você adquire em contato com secreções das vias aéreas de pessoas contaminadas que afeta ali as terminações nervosas e pode gerar degradação, principalmente ali dos tecidos periféricos do corpo, né? Então é uma doença que é complicada também. Outra doença. E
agora vamos para uma DST que o Enem já cobrou. Sífiles. Sífiles. A sífiles é uma doença sexualmente transmissível, tá? Mas que também você pode adquirir por transfusão Sanguínea, né? Contato com sangue contaminado. E aí no caso da sífiles, quem é que causa a sífiles? A bactéria chamada de treponema pálidum. Olha o nome da bactéria, tá? É um tipo de bactéria enroladinha assim que a gente chama de espiroqueta, né? É porque as bactérias têm as formas, né? Bolinha, cocos, bastãozinho, bacilo, tipo bacilo de ransen, formato de vírgula, vibrião, como vibrião colérico causador da cólera, né? E
em espiral pode ser espirilo ou espiroqueta, tá bom? Então aqui a sífiles é causado por uma espiroqueta, é uma doença sexualmente transmissível. Beleza? Ah, daqui a gente ainda tem ali que a gente pode falar tuberculose, pneumonia, que são doenças que afetam as vias aéreas. Normalmente você se contamina ali com secreções também, né? Sabe aquela pessoa que fala cuspindo na tua cara, tosse, espirra, né? É assim, né? Que essas bactérias chegam até você, Tá? Então, são muitas as doenças causadas por bactérias. Hã, assim, e a prova do Enem também não tem focado tanto em cobrar essas
doenças, tem cobrado muito mais a parte de metabolismo bacteriano do que qualquer outra coisa, tá bom? Eh, agora de doença que vale a pena tu saber é isso aqui, galera, ó. Protista. Vamos para cá. Protista, galera. Dentro aqui do reino protista, quem que a gente tem? Protozoários e algos. Os Protozoários. Os protozoários. Muitos deles são parasitas, tá? Então, deixa eu juntar aqui. Vamos botar aqui, ó, doenças causadas por protozoários que tu tem que saber. Botar aqui, ó. Opa. Doenças causadas por protozoários. Galera, aqui tem caído muito, tá? Isso daqui me lembra o Assad. Daqui a
pouco eu vou falar por Não sei nem se ele lembra, mas eu lembro. Tá. É o seguinte, quatro doenças. Ah, Maro, Geardíase, eu te perguntei isso antes do Enem que eu tava indo, não foi? >> Foi, né? Ó, geardíase, eh, tricomoníase, amebíase. Galera, não vou nem falar dessas, que essas daí não são tão cobradas não. Mas olha só que tu tem que lembrar quatro doenças. Quais? Primeira, doença de chagas. Anota aí, doença de chagas. Já anotou? Beleza. Segunda doença, malária, meu irmão. Malária tu tem que saber. Terceira doença, toxoplasmose. Toxoplasmose, anota. Beleza? Isso pode cair
na tua prova. E a última e que tu mais tem que saber porque o Enem ama. Não sei por que o Enem sismou com isso, que o Enem ama cobrar esse negócio aqui, ó. Lesimaniose, que é a doença que me lembra do sad. Vou falar porque já já, né? [risadas] Olha só. Doença de chagas. Por que Mário Doenas e Chagas? Porque Que gera Chagas feridas no corpo, não é? Porque Carlos Justiniano Chagas foi um pesquisador incrível brasileiro que descobriu essa doença, descreveu a doença, descobriu quem transmitia, quem causava, ele descobriu a droga toda, isso é
raro, tá? E aí o Carlos Chagas, ele descobriu que essa doença aqui é causado por um protozoário chamado tripanossoma cruz, beleza? Na verdade, ele deu o nome, né, de tripanossoma cruz, beleza? E por que que ele deu o nome do Tripanossoma Cruze? De Tripanossoma Cruz. Porque ele deu em homenagem ao grande mestre dele, quem? Osvaldo Cruz. Beleza? É uma homenagem, né? Botar o teu nome num protozoário que mata um monte de gente. É, no caso ali da ciência tá valendo, né? Então, Tripanossoma Cruz. Beleza. Essa doença daqui é transmitida por quem? Por quem? Fala para
mim. Fala para mim por quem? Tô esperando a galera falar ali no chat. É isso. Alguém mandou Ali, ó. Barbeiro. Ai, Maria, não posso mais fazer a barba. Não, não é esse barbeiro, é o barbeiro inseto, tá? E cuidado, barbeiro não é bisouro. Tem gente que fala que é bisouro. O barbeiro é um percevejo. Os entomólogos, por favor, agradecem. É um percevejo. Beleza? Por que é barbeiro, Mário? Porque ele normalmente [ __ ] na região da face. Ele gosta de picar no rosto das pessoas. Tá bom? Legal. Então esse daqui, o barbeiro é o vetor
ou agente Transmissor, tipo, anos soma cruz é o quê? É o agente etiológico ou agente causador da doença. Esses termos são importantes, tá? Vamos lá. Como é que o barbeiro te transmite essa droga? Então, o barbeiro é um animal hematófago, ele se alimenta de sangue. Aí tu tá dormindo, amarradão lá, curtindo tua vibe, né? Que nem o a SAD tá ali, né? Aí daqui a pouco o barbeiro vai lá, foi pra tua cara, que que ele foi? Que que ele faz? Enfia lá Uma per bucal gigante na tua cara, né? E começa a sugar teu
sangue. Aí tu pensar: "Ah, então ele tá transmitindo ali o protozoário, né?" Não, não tá. Por quê? Porque o protozoário mora no intestino do barbeiro, tá? E aí para transmitir esse protozoário, só que assim, o barbeiro ele tem o o intestino curtinho, né? Então ele vai sugando sangue e aí o novo empurro velho, né? Sabe como é que já foi em rodí de pizza, né? Que aí tu vai comendo, comendo, comendo. Aí chega No estágio um, né? Porque adolescente tem uma parada, não sei se tu tá ligado, cara. Tu era assim quando era adolescente. Adolescente
vai no rodío de pizza. É questão de honra. >> Quem come mais. Quem come mais é o rei. Quem come mais, meu irmão, é o maioral. Aí a pessoa come, come, come. Estádio um, abre a calça. Aí come, come, come, come, come. Estágio dois, né? O novo empurro o velho. Tem que ir lá no banheiro para dar uma liberada, para Abrir mais espaço, para tu conseguir comer mais. Estágio três, tu come que tu não consegue mais respirar, acha que vai morrer. Promete que nunca mais vai fazer isso, mas, né? Enfim, na próxima oportunidade tá comendo
de novo. Enfim, no final das contas, o que que acontece ali, galera? O barbeiro conforme vai comendo, ele vai eliminando fezes. Pô, Mar, ele caga na minha cara. É, ele caga no prato que comeu. Exatamente. E aí, o que que sai nas fezes do barbeiro? O Tripanossoma cruz. Aí a pessoa tá dormindo, barbeiro vai embora, né? Alimentado. Aí daqui a pouco o que que tu faz? Acorda, sente uma florceirinha, esfrega aqui, ó. esfrega a bosta na cara e aí o protozoário, o tripanossoma cruz entra pelo local da picada ou pela mucosa ocular também pode entrar.
Beleza? E aí, galera, o indivíduo se contamina, tá? Eh, às vezes não aparece o nome barbeiro, às vezes aparece os triatomínios. Por quê? Porque a principal espécie que transmite isso aqui, ó, parece nome de magia de Harry Potter, né? Triatoma infestans, tá? É os triatomínios. Tem outras espécies que você não tem que saber que também há muito nome de magia de Harry Potter, né? Panstrogilos meistos, rodnos, prolíxios, né? Esquece, não precisa saber esses nomes, tá? E daqui, gente, o que que é importante? Qual é a profilaxia? Primeiro, evitar morar em casa de pau a pique.
Que que é Isso? Casas feitas de barro e madeira. Por nessas casas é tipo assim, um monte de madeirinha e aí tem barro ali. Não sei se alguém aqui mora em casa de paque. Lá e aqui no Rio de Janeiro é mais incomum, né? Mas quando eu fui, por exemplo, em alguns locais mais lá pro Nordeste e tal, eu vi muita casa de pau pique e aí essas casas, a parede ela não é lisinha, né? Então fica umas freestinhas e aí eles começam a a se esconder ali naquelas Freestinhas e vão pro ambiente doméstico, tá?
Então, o ideal substituo por quê? Casa de alvenaria. Mas também, meu irmão, qual é o lance? Toda doença que tem um vetor, todas essas que eu falei até agora, dengue, chicungunha, febre amarela, eh, que mais? Zica. Aí as causadas por bactérias, né? Você tem ali febre maculosa, febre e eh peste bubônica, todas elas, gente, qual é a profilaxia? Evitar o contato com com o vetor e combater o vetor, tá? Então, por Exemplo, nesse caso, usar telas em portas e janelas, beleza? Para evitar que o bicho entre na tua casa, uso de repelente, tá? Então, qualquer
combate ao vetor, tudo isso é profilaxia. Show. Ah, OK. O que que isso daqui vai gerar, galera? No caso, a doença de chagas é uma doença que pode gerar como principal sintoma cardiomegalia, que é o aumento do tamanho do coração. Beleza? Então, é uma doença que ela depois de instalada ela não tem cura e, enfim, é bem ruim, Ok? Legal. Malária, galera. A malária ela é causada por quem? Vamos lá, gente. Valendo aí ponto no Enem. Quem é que causa a malária? É o plasmódium. É o protozoário chamado de plasmódium, OK? Plasmódium. Tem vários tipos
de plasmódium. Plasmódium viva que se falsiparam, enfim, é o plasmódium, tá? Aí, galera, qual é o lance aqui, né? O plasmodum é também transmitido por um vetor. Tem que saber, tem que saber. É Óbvio. Se é transmitido por um vetor. Quem é mosquito? Anófeles. Anófelis. OK. O mosquito anófelis também é a mesma coisa. Ele vai lá, [ __ ] uma pessoa que tava contaminada, adquiriu o plasmódio, picou uma outra pessoa, transmitiu o anófiles. Aí o que que vai acontecer aqui, meu povo? O plasmódium, deixa eu diminuir isso aqui. Não dá para diminuir, né? O plasmódio,
na verdade, ele vai fazer o quê? Normalmente ele entra no organismo, ele Invade os hepatócitos, as células do fígado, tá? E aí depois que ele invade os hepatócitos, ele vai paraas células sanguíneas e ele vai se reproduzindo, né? Só que tem uma parada que é muito clássica aqui da malária que tu tem que saber. Quando ele vai pras células sanguíneas, né, e começa a se multiplicar, ele acaba em algum momento rompendo essas células sanguíneas. E quando as células sanguíneas rompem, o indivíduo tem febre, ele tem ali então Um acesso malico. Só que essa febre ela
vai depender do do tempo de de eh do ciclo de reprodução desse protozoário. Alguns se reproduzem de 72 e 72 horas, né? Ou seja, significa que a cada 72 horas ele vai ter um ciclo de rompimento de emácias. Ele vai ter então o que a gente chama de febre intermitente, sacou? Febre intermitente. Beleza? É a característica da malária. O maluco pegou febre, peg, pegou febre, né? Teve febre, desenvolveu a febre, aí Fica de boa. Uh, graças a Deus, passou. Aí, passa o tempinho, febre de novo, né? Aí passa tempinho, febre de novo. Beleza. É isso.
Então, aqui, ó. Cadê o P? Tá aqui, ó. Tá aqui do meu lado. Grita aí. Oi. É porque o microfone >> É porque, gente, o microfone dele >> é parou, tá carregando, entendeu? >> Vou voltar já já. >> Ele já volta >> já já >> tá tá carregando. >> Já já >> ele volta recarregado. >> Assim que você terminar doenças aí, a gente vai para onde? Fala mais uma aí pra gente ir depois. >> Oi. Depois, depois de doenças, >> doenças. Depois de doença, a gente pode, ah, a gente vai falar de reino animal, aí
a gente vai falar de um monte de adaptação, desenvolvimento ali, aí vamos entrar em fisiologia comparada, vamos fazer doença. Antes de entrar Nisso, a gente faz questão de doenças, beleza? Para vocês verem como é que vão ver como é que isso daí cai, beleza? >> É isso aí. >> Tchau. >> Show. Aí vamos pegar então mais fisiologia e zoologia também, então. >> Sim. >> Ótimo. Vamos. Mete marcha >> só para finalizar isso aqui. Então, protozoário, galera. Toxoplasmose, quem causa toxoplasma? Beleza. Como é que tu pega isso daqui? Contato com fezes de gato, principalmente, porque o
gato é o principal e o hospedeiro definitivo desse protozoário. Beleza? É no gato que ele vai se reproduzir. Quem tem que tomar cuidado com isso aqui? Mulher grávida, porque atravessa a placenta e chega lá no bebezinho. Beleza? causando mal formações e tal, tá? Então tem que evitar esse coisa. E aqui, por que que eu lembro do do Assad aqui, meu irmão? Lembro como se fosse hoje, gente. Olha só, a gente tá fazendo uma live de 12 horas, meu irmão. 12 horas. 12 horas. Eu não sei nem quantas horas passar, né? E eu não quero nem
ver também porque senão eu falo ainda falta muito, né? Não, vamos embora. Vamos no embala. Live de 12 horas. Eu ontem dei aula também, né, o dia inteiro. À noite fiz uma live com a galera da Mila, né, também galera da Mila Bosch. E e meu irmão, assim, eu tô num ritmo frenético. Assad também, SAD, Coitado, meu irmão, não dorme, dorme duas horas por dia, né, no máximo, entende? Então assim, vestíbula, vai chegando no Enem, a gente que é professor, meu irmão, a gente fica num ritmo muito frenético. E aí na época dele era a
mesma coisa, né? E aí eu me lembro que quando chegou o dia do Enem, eu falei: "Graças a Deus, eu vou dormir até tarde, descansar". Eu lembro que nesse dia eu tava tomando café da manhã, 11 horas da manhã, quando foi 11:30 meu Telefone toca. Quem era? A SAD, né? Assad. Aí ele falou o seguinte: "Mário, aí rapidão, fala tudo de doença aí". Eu falei: "Como assim, cara? Tudo de doença, tudo de doença é muita coisa, cara". Ele: "Não, fala aí, fala aí. Eu vou falando, tu vai me confirmando se tá certo. Ele vírus, isso,
aquilo, pá, p pa pa p pa pá. Tá certo, tá certo. Ele não, bactéria, tem essa, tem aquela, tem aquela outra e tal, tal. Eu falei isso aí. Aí ele, [ __ ] agora é protozoário. Protozoário é só o que falta. Ele protozoário tem eh doença de chagas, é barbeiro, tripanossoma, cruzi, malária, eh, plasmódio, anófelis, é um transmissor aí, [ __ ] toxoplasmose, o toxoplasma, né? E aí eu falei, falta uma. Ele, pô, eu, qual? Eu falei, pô, cara, lesimaniose. Ele, pô, não lembro de lesimaniose. Aí eu falei, pô, a lesimaniose é causada pela lechimânia.
Leximânia. E é transmitida Por quem? Pelo flebotomínio. Flebotomínio, que a prova de vocês vai dizer que é um mosquito, não é? Não, né? Flebotomínio. Eh, é um outro bichinho, mas o pessoal chama de mosquito, tá? Vai ser transmitido pelo flebotomino. Caraca, chegou na prova. Primeira questão de biologia era o quê? Nestmaniose. Meu irmão, que moleque cagão. [risadas] Primeira questão da prova era de leimaniose, meu irmão. Aí eu lembro Disso como se fosse ontem. Enfim, graças a Deus ele me ligou, ele teve sangue no olho para correr atrás. Como vocês estão aí, ó, as vésperas correndo
atrás, porque muita coisa do que tu vai ouvir hoje vai aparecer na tua prova. Beleza, galera? A pessoa pergunta assim: "Ai, não é o cachorro". Não, não, o cachorro não. O cachorro ele é um reservatório da doença. Por quê? Porque ele também pode pegar. Tem dois tipos de lesimaniose, cutânea E visceral. Beleza? A cutânia, também chamada de tegumentá, úlcera de Bauru, ferida brava, começa a aparecer umas feridas na pele redondas com borda eh mais larga. Parece aquelas pizzas com borda recheada. Parece uma esfirra, né? E a visceral, o nome já diz, afeta os órgãos internos,
enchubaço, fígado, fica, pô, maior barrigão. Eh, enfim, então o cão ele é um reservatório da doença, ou seja, o flebotomínio ao se alimentar no Cão, no sangue do cão, adquire também ali o protozoário e pode transmitir pro homem. Beleza? Tanto que às vezes a galera faz uma parada triste, gente. Cão de rua tá doente. Pessoal vai ter que sacrificar o cão para parar o ciclo da doença. Beleza, cara? Olha só quantas doenças aqui transmitida por vetor que a gente já falou. Leximaniose, doença de chagas, malária, dengue, chicinguinha, zica, febre amarela. Que mais que a gente
falou? peste bubônica, Febre maculosa. Beleza? Então, todas essas vocês têm que saber. E falta uma que é uma por verme, que a gente vai falar daqui a pouquinho quando entrar em reino animal, que a gente vai falar das verminosas. Beleza? Show de bola. Muito bom. É isso aí. Eu acho que dar até para abrir uma nova página aqui, né? >> Aqui, ó. Deixa eu ver se deixa eu ver se ver se o microfone voltou. A S vai ver se o microfone dele tá OK, Né? Tô falando que deixa o Mário comer água. Sá, tô de
boa, tô de boa. Doença de sono. Alguém comentou ali, moscaé também transmite a doença do sono, que é uma tripanossomíase, tá? Também é causado por um tripanossoma, não é uma doença lá muito cobrada, mas pode aparecer também, né? Que bom que a galera tá dominando aí. Show. >> Vamos ver se voltou. >> Vamos ver, >> galera. >> Voltou. Ele está de volta. me know never you my ever bieber [risadas] tá bonit tá bonit níabyaby Baby. Oh, baby baby baby. >> Oi. É, o meu tá piscado agora o meu microfone que tá zoando. Tá ficando zoado.
>> Ó, vou entrar aqui agora no modo, vou entrar no modo professor normal aí da galera em aulão de véspera. E aí, galerinha, beleza? Olha só, pessoal, eu tenho aqui uma super dica para vocês, tá bom? Se cair na prova o tema da chuva ácida, não tenham medo, tá? Ó, galera, vamos começar agora. Sem brincadeira. O teu microfone tá como? Tá piscando aí de vermelho. >> Deixa eu ver. Oi. Oi. Ainda tá rolando. Quer que eu mostre para carregar Enquanto vai um pouquinho? >> Melhor. Melhor já colocar para carregar. >> Bom, galera, beijo. Até daqui
a pouquinho. Vou botar para carregar. >> Deixar o microfone aqui carregando. >> Vamos lá. Vou começar com vocês aqui então o tópico de fisiologia, tá bom? Tô aqui, tô na área agora, tá? Quem tá comigo aí ainda, eh, curte aí a live, fala, eu tô. Vamos para cima. Vamos começar aqui agora o tópico de fisiologia. Vou começar a ensinar para Vocês aqui, eh, sistema digestório, vou ensinar sistema endócrino, vou fazer muitas conexões. Eu ensino fisiologia sempre de uma maneira bem interconectada, tá bom? Deixa eu ver aqui quem respondeu, que tá comigo aí, só para eu
pegar aqui a percepção do público. Muita gente, então, né? Então, vamos nessa. Estamos batendo aqui agora. A gente tá prestes a bater as nossas 8 horas de live, tá bom? Estamos chegando aqui em 8 horas agora. Vamos chegar já Em 8 horas. E quantas visualizações tem esse vídeo no total? Visualizações total. Consigo ver aqui pelo estúdio do YouTube, 93.000. Tá bom? O vídeo está com 93.000 visualizações. Eu nunca vi isso na minha vida inteira. Tá bom, galera? Então, a gente pode começar, certo? Vamos lá, então. Eu e vocês agora, tá bom? Eu e vocês. Vamos
lá. Tu vai chegar na agora. Vamos, vamos resetar a mente aqui, tá bom? vai chegar na prova agora, vai Chegar na prova domingo, vai ter questão sobre fisiologia. Fisiologia a gente tá falando sobre o funcionamento do organismo, sobre o funcionamento dos nossos sistemas, tá bom? O nosso organismo ele é feito por vários sistemas e eu quero que você entenda, primeiro de tudo, que todos esses sistemas do nosso organismo, eles são regidos pela homeostase. Todos eles são regidos pela homeostase. A homeostase é a manutenção de um equilíbrio dinâmico. Presta bem atenção nesse conceito, porque esse conceito
é fundamental. Equilíbrio dinâmico é o quê? a gente não vai ficar do mesmo jeito. A gente não mantém no nosso corpo um equilíbrio estático, a gente mantém um equilíbrio dinâmico. Isso quer dizer que frente a alguma mudança no ambiente, seja o ambiente externo ou ambiente interno, o nosso corpo vai ter diversos mecanismos para compensar essa mudança e manter algo que continue funcionando, tá bom? Então o os mecanismos de homeostase eles vão dizer respeito à energia, tá bom? Então, esses mecanismos de homeostase, eles atuam garantindo que você tenha energia, então eles regulam teu apetite, eles regulam
aqui a tua fome. Esses mecanismos de homestase eles vão dizer a respeito de temperatura, a respeito de pH, a respeito de escretas, né, de você excretar as coisas. Tudo isso aqui é homeostase, tá bom? Todo tipo de de medida que você toma para fazer a Manutenção do teu balanço, a manutenção do teu equilíbrio dinâmico no seu corpo, são medidas homeostáticas. O primeiro sistema desses que você tem que dominar é fato que é o sistema digestório, tá bom? A função do sistema digestório é o seguinte, tá bom? Você tem que imaginar que o nosso corpo ele
é como se fosse isso aqui, tá bom? Você tem isso aqui, ó. O nosso corpo é isso aqui, tá bom? Isso que eu vou falar agora pode ser um pouco um pouco desagradável, mas eu é Preciso para que você entenda a matéria, tá bom? Você precisa entender que tanto a boca quanto o anos, eles são o início e o fim, né, dessa do nosso corpo. O nosso corpo ele é como se fosse uma espécie de tubo de verdade. Inclusive o nosso corpo, eu quero pensa no que tem dentro da sua boca, coloca como se fosse,
imagina uma sonda entrando pela sua boca, descendo pela sua garganta, descendo pelo seu esôfago, indo pro seu estômago. Essa sonda teoricamente Passaria pelo seu intestino, passaria pelo seu intestino grosso, no final das contas ela sairia no seu anos, tá bom? Eu sei que é uma coisa meio um pouco um pouco zoada de falar. Mas é verdade, tá bom? Então, o nosso corpo por dentro, ele é uma cavidade aberta. Você pode achar que é fechado. Ah, não, Pedro, quando eu tô dentro do meu estômago, eu tô num ambiente, numa numa cavidade interna do meu corpo. Não,
você tá numa cavidade externa. Quando você tá dentro Do seu estômago, você tá numa cavidade externa. O sistema digestório é isso aqui, ó. Você vai ingerir um alimento. Esse alimento, ele vai passar por você, vai fazer um trajeto, no final ele vai sair como um cocozinho, tá? Só que nesse trajeto do sistema digestório, você tem que fazer isso aqui, ó. Você precisa absorver coisas desse alimento e deixar sair só aquilo que você não vai usar, tá bom? E aí quando ele entra na sua boca até ele sair lá, ele vai passar Justamente pelo processo, pelos
processos, tá bom? De digestão e absorção. Fica com esses raciocínios aqui bem firmes junto comigo, tá bom? Digestão e absorção, tá bom? Digestão e absorção. E no final, claro, excreção, tá bom? Digestão é o processo em que a gente vai realizar quebras nesse alimento, tá bom? Então, a gente recebe alimento, a gente vai fazer quebras nele, tanto quebras mecânicas Quanto quebras químicas, a fim de fazer com que ele fique na menor forma possível, que é a forma de fato do nutriente que a gente quer absorver. E a gente vai fazer a absorção principalmente no nosso
intestino delgado, tá bom? Então, agora vamos começar a entender ao mesmo tempo a anatomia e ao mesmo tempo também a fisiologia. A primeira parte do nosso tubo digestório é a boca, tá? A boca é onde a gente inicia a digestão mecânica Dos alimentos. Então, quando a gente coloca um alimento na boca, a gente vai fazer a digestão mecânica dele. Cuidado, tá bom? Digestão mecânica não é só na boca. Digestão mecânica é ao longo de todo o teu tubo digestório. A boca faz digestão mecânica porque ela amassa, ela corta, ela esmaga o alimento. Mas o teu
esôfago também faz digestão mecânica, ele também vai apertando com movimentos peristálticos. Quando chega no teu estômago, teu estômago também se Contrai, também faz digestão mecânica. Quando chega no teu intestino, teu intestino também amassa o alimento. Você faz digestão mecânica o tempo todo. Mas o pico da digestão mecânica, é claro que é na boca, tá bom? E na boca também você começa a digestão química. Quando a gente fala de digestão a nível químico, tá bom? Presta bem atenção nisso aqui. Quando a gente fala de digestão química, a gente tá falando sempre da ação de enzimas, tá?
Então, digestão química, a Gente tá falando sempre de uma ação enzimática, tá? Então, uma enzima, como vocês já sabem, ela é uma proteína que ela tem uma ação catalisadora. ela ter uma ação catalisadora, quer dizer que ela vai acelerar processos e as enzimas elas são específicas de acordo com o substrato. Então, por exemplo, na nossa boca, enzima que você tem que saber, a gente tem uma enzima chamada amilase salivar. Amilase salivar. Essa amilase aqui, o próprio Nome já diz, esse as é terminação de enzima, tá bom? E esse amilo quer dizer que ela quebra amido.
Então, amido é um tipo de carboidrato, é o polissacarídeo que as plantas fazem, inclusive, tá bom? A reserva energética delas a gente pega e come e essa digestão já começa na boca. A amilase salivar, ela trabalha num pH específico, que é o pH da boca, que é um pH neutro, tá bom? Então, ela começa a fazer a digestão do amido já na nossa boca. Começamos também a digestão Mecânica aqui. É isso que você tem que saber da amilase por enquanto. A digestão do amido começa na boca. Depois eu quero que você entenda que da boca
ele vai eh esse alimento ele vai pra tua faringe. A faringe você consegue ver se você abrir a boca, tá bom? Abre bem a boca. Lá no final é o início da tua faringe. Ali é a tua ouro faringe, tá? Então ouro vem de boca, faringe é aquela região. O que que é faringe? A faringe é um tubo, é uma região que ela vai se Ramificar em dois, tá bom? Ó, eu tenho aqui minha faringe, ela vai se ramificar pra frente aqui. Deixa eu ver se a galera tá comigo aqui, porque eu vou começar agora
a pegar fogo na explicação. Eu tô aquecendo, tá bom? Vamos começar então. Vamos nessa. Vou falar de tudo agora. Vou começar, vou começar a juntar tudo. Pode ser? Estamos nessa. Então, vamos lá. Olha, vamos, vamos nessa. Olha só, a gente tem aqui a nossa farine. Eu vou começar a explicar Sistema respiratório, cardiovascular e digestório ao mesmo tempo. A nossa faringe, ela se ramifica paraa frente na nossa laringe, tá? E aí quando a gente vai pra laringe, a gente tá entrando aqui no terreno do pulmão. Linge entra pro sistema respiratório entra pra frente, tá bom? Então
na laringe a gente entra no pulmão. Se a nossa farin ela seguir em direção ao nosso esôfago, tá bom? Detalhe, tá bom? A farin ela não vai direto pra laringe, tá? Ela vai Primeiro passar pela tua traquia. Então a traquia é esse tubo aqui que mantém essa região aqui aberta, tá bom? é um tubo cartilaginoso que vai manter isso aberto. E depois da traqueia, aí a gente tá entrando aqui de fato na laringe. A laringe ela já é um tubo exclusivo do sistema respiratório. Se entrar alimento ou água na tua laringe, você vai tcir, você
vai engasgar. Já viu quando você e tá comendo, já aconteceu contigo, Mário, você tá comendo um abacaxi, por exemplo, Você morde ele ou uma melancia, morde, só que o caldo dela escorre lá para trás da tua boca e você começa a torcir. É por quê? Porque na nossa laringe, presta atenção, na nossa laringe a gente tem um mecanismo que quando a gente tá engolindo algo, ó, por que que esse alimento ele não entra dentro da nossa laringe? Porque existe ali uma coisa chamada epiglotte. Então, a epiglote ela é uma portinha que fecha a nossa laringe
para que o alimento ele vá para onde? Pro esôfago. Porque esôfago já vai cair no estômago, tá bom? Então, esôfago é o que que é esôfago? Fala para mim. Tubo exclusivo do sistema digestório. Ele leva pro estômago. O que que é laringe? tubo exclusivo do sistema respiratório, ele leva pro teu pulmão. Só que quando você dá uma mordida numa fruta que solta um caldo, você não tá engolindo, você mordeu e o caldo vai lá sem tu fazer o movimento de engolir e aí a tua epiglote continua aberta e o alimento entra ali Pra frente e
aí você tem um engasgo, porque você não pode deixar nenhum tipo de alimento ou água entrar no seu pulmão. Então é um é um mecanismo reflexo de engasgo que você vai ter. Beleza? Quando a gente segue pra frente, a gente tá entrando no estômago. Então, comi um alimento, comecei a digestão dele química na minha boca com a melasa salivar, ele agora vai pro meu estômago. Detalhe, ele desce pelo meu esôfago e ele vai descendo aqui com o auxílio da Gravidade. Mas e se eu tiver de cabeça para baixo, eu consigo comer? Consigo, porque o meu
esôfago, ele faz movimentos peristálticos. Então são movimentos de contrações ritmadas que vão levando o alimento com a força da musculatura lisa do esôfago. Uma musculatura que a gente não tem muito controle sobre ela, inclusive, tá? Então, se você eh então não não pense que o alimento cai pro teu estômago, mesmo que você esteja de cabeça para baixo, o alimento seria Levado pro teu estômago, óbvio, com mais dificuldade, mas seria levado mesmo assim. Quando chega no estômago, agora vem a parte importante, tá bom? O alimento chegou aqui no teu estômago. Esse desenho aqui não tá muito
bom de estômago, mas ó, chegou no teu estômago. Quando ele chega no teu estômago, ele vai passar aqui por uma válvula, tá bom? E aí quando ele cai no teu estômago, quero que você entenda o seguinte: aqui no estômago é o foco, é a digestão de Proteínas. E a gente vai digerir as proteínas aqui usando uma enzima chamada pepsina. Muito cuidado, porque a gente não vai digerir as proteínas por completo. Quando a gente digere as proteínas por completo, né, quando a gente realmente digere a proteína por completo, quando a gente acaba com ela, a gente
tem o quê? A proteína digerida por completo gera aminoácidos, mas no estômago a gente não chega a esse ponto, tá? A gente não faz a digestão completa Que gera aminoácidos. A gente faz uma digestão prévia. Aqui a gente digere bastante, mas a gente vai gerar muito mais aqui peptídeos. O que eu quero que você saiba agora é o seguinte, a pepsina ela age no estômago. Então o pH de funcionamento dela é um pH bem ácido, próximo aqui do pH2, que é o pH do estômago. Mas vamos lá, todo mundo deve saber que no estômago a
gente tem ácido clorídrico, tá bom? Mas a realidade, primeiro, é um erro muito comum achar Que o ácido clorídrico é ele que faz a digestão das proteínas. Isso é um absurdo. E se poderia cair na prova uma questão sobre isso, ia pegar muita gente, ah, a digestão é feita pelo ácido clorídrico. Não, tá? A pepsina não é uma uma enzima que ela faz a digestão de proteínas. Com certeza ela faz a digestão de proteínas, mas o nosso estômago, o nosso intestino, ele é feito de proteínas também. Ele tem musculatura na parede dele. Então, se a
pepsina Ficasse lá ativa o tempo todo, ela ia corroer o nosso estômago, ela ia destruir o nosso estômago. A pepsina, ela é uma enzima que digere proteínas, ela ia digerir a gente. Então, o que acontece? Tem um mecanismo de funcionamento da pepsina que é esse. Ela só funciona quando ela tá no pH, certo. Então, a pepsina fica sempre no estômago, fica, mas ela fica nessa forma aqui, ó. Ela fica no estômago como pepsinogênio. Então, pepsinogênio, Galera, esse sufixo gênio, esse pepsinogênio, esse sufixo gênio, ele significa o quê? Esse gênio quer dizer forma inativa. Vocês estão
entendendo? Deixa eu confirmar aqui. Vocês estão conseguindo acompanhar? Tão compreendendo? Pepsinogênio é a forma inativa, não tá funcionando. E aí o que que faz o pepsinogênio se transformar na pepsina, que é de fato a forma ativa? É justamente a presença do ácido clorídrico, tá bom? Então o ácido Clorídrico, ele tá ali para justamente fazer a ativação, para ele baixar o pH do estômago e fazer essa ativação. Inclusive o ácido clorídrico, que faz parte do suco gástrico, tá bom? Esse ácido clorídrico, ele é o quê? O HCL. Por que que você sente sono depois que você
come muito? Você tem vários motivos para isso. Eu vou te dar três motivos para você escuta, isso são três motivos fisiológicos. Isso aqui é para você entender fisiologia de uma maneira Integrada. Três motivos fisiológicos para você sentir sono depois que você come muito. Vamos lá. Primeiro motivo, quando você come muito, você vai tá, você vai eh mudar o teu modo do sistema nervoso. Você tem um sistema nervoso que a gente chama de simpático, e o sistema nervoso parassimpático. O sistema nervoso simpático é o sistema nervoso da luta ou fuga, tá bom? Então, se agora aqui,
[ __ ] do nada e entra um cachorro feroz, selvagem aqui, eu vou ativar o Meu sistema nervoso simpático, vou entrar em luta e fuga, eu vou ter hormônios tipo adrenalina extremamente ativos, meu batimento cardíaco vai aumentar muito, meu sangue vai ser jogado pros braços e pras pernas para eu lutar e para eu fugir. Vai me dar um frio na barriga terrível, porque o sangue vai sair da minha barriga e ele vai ficar muito mais nas minhas extremidades, nos meus membros superiores e inferiores. Mas quando a Gente come, a gente ativa o sistema nervoso parassimpático,
também chamado antigamente de sistema nervoso vegetativo, tá bom? Então é um sistema nervoso que ele é muito mais relacionado a quê? Atividade de reprodução, atividade de descanso, atividade de digestão. Então o sistema nervoso parassimpático, ele é caracterizado pelo sangue vi para as nossas víceras. Uma das coisas que ele faz é isso. Então, quando a gente come, a gente entra no Modo de digestão e nesse modo de digestão, o sangue vem aqui pras nossas víceras, pra gente poder fazer a digestão e mandar os nutrientes pro sangue. Nisso a gente já começa a ficar com sono, porque
o sangue tá se localizando aqui, nosso corpo começa a sinalizar pra gente dormir, pra gente descansar, pra gente ficar parado, pra gente ter menos movimento. Primeiro motivo é esse. Segundo motivo é um motivo hormonal. Por que que a gente Sente muito sono e moleza depois de comer muito? Porque quando a gente come muito, a gente começa a absorver a glicose do alimento no nosso intestino e aí o nosso corpo começa a liberar insulina. Nosso pâncreas, que é uma glândula mista, ele é tanto uma glândula endócrina quanto exócrina. Pedro, como assim? Pera aí. Glândula endócrina é
aquela que joga a sua secreção na corrente sanguínea ou joga ela na via sistêmica, tá bom? O pâncreas ele faz Isso, ele joga insulina, joga glucagon bem no teu sangue. Mas ele também é uma glândula porque ele joga uma secreção numa cavidade externa do corpo. Qual? Ele joga uma secreção dentro do teu intestino, que a gente vai falar daqui a pouco. Teu pâncreas, ele vai começar a jogar insulina porque você acabou de se alimentar. Essa insulina vai fazer o quê? Quero que você imagine isso aqui, ó. Essa insulina aqui vai fazer o quê? Quero que
você visualize o seguinte, ó. Tu tem aqui a tua célula, você tem aqui, deixa eu ver aqui, ó. Ã, vou fazer aqui de branco mesmo. Você tem aqui, imagina que isso aqui seja um vaso sanguíneo, tá bom? A glicose tá aqui, ó. A glicose tá na nos teus vasos sanguíneos viajando. A insulina vai fazer com que essa glicose entre aqui dentro da célula. Essa glicose entrando na célula vai te dar uma hipoglicemia pós-prandial. Que que é uma hipoglicemia pósprandial? Você pósprandial é depois do almoço, Depois da refeição. Você acabou de comer, a insulina tá ativa,
ela tá tirando muita glicose do seu sangue, botando dentro da célula, você também entra em modo de descanso. Mas o terceiro motivo para você sentir sono é esse aqui do ácido clorídrico. Quando você come, você vai encher teu estômago. Então você precisa da produção de ácido clorídrico. Mas como é que você produz ácido clorídrico no teu? Isso aqui não vai cair na prova, mas você tem uma Coisa chamada células parietais do estômago. Essas células parietais, para elas fazerem o ácido clorídrico, elas vão ter que tirar H+ e Cl da tua corrente sanguínea. Mas o H+
na corrente sanguínea, o hidrogênio, responsável pela, ele é responsável pelo quê? Pela acidez, né? Quando a gente joga H+ em algum lugar, esse lugar fica mais ácido. Todo mundo sabe disso, tá? Se você tá tirando da corrente sanguínea o H+ para jogar para dentro do estômago para Fabricar o HCl, você tá gerando uma, você tá deixando teu sangue menos ácido. Ai Pedro, isso é ótimo. Não, mais ou menos. Isso gera um quadro de alcalose pósprandial. O que que é alcalose? fica básico, fica pouco ácido. Só que o H+ no nível certo no sangue, ele tá
relacionado a você ficar acordado. Então, quando você tira hidrogênio do teu sangue para você poder fazer HCl dentro do estômago, isso também te dá essa alcalose, teu sangue fica mais Básico e isso também dá sono. Estão entendendo? Estão acompanhando? Todo mundo tá pegando aí? Vamos nessa. Vamos seguir então, tá? Então são os três motivos aqui. Entenderam? Então, os três motivos para você sentir sono depois que você come, tá bom? Essas três explicações fisiológicas, elas integram muita coisa na tua cabeça, fazem você ter um ganho absurdo de inteligência mesmo, de como que o que o que
os processos acontecem. Agora, seguindo, Dentro do estômago, então a gente tem a a gente tem a digestão química das proteínas, tá bom? É o que mais vai acontecer no estômago, tem que saber disso, tá bom? E aí, eh, o HCl também tem uma função de certa forma, né, de, eh, manter a o, não é que o estômago seja estéril, tem bactérias no estômago, claro que tem, mas o HCL tem uma certa função de preservar o teu estômago, de matar bactérias que você pode ter ingerido, mas ele não é o responsável Pela digestão das proteínas, o
responsável é a pepsina. O HCl apenas faz a ativação dela, tá bom? Ainda temos ali a produção de muco no estômago. A produção de muco é justamente para proteger as paredes do teu estômago da ação tanto do ácido quanto da pepsina. Beleza? Agora que você, a primeira coisa que na tua boca o alimento se chamava bolo alimentar, tá bom? Bolo alimentar. Agora no estômago ele se chama quimo. Então o quo pode cair na prova, né? Você Tem que saber que o quimo ele é ácido. Por quê? O quimo tá no estômago repleto de ácido clorídrico.
O quimo é ácido. Ele vai passar agora pro teu intestino. Quando ele passar pro teu intestino, muito cuidado. Quando ele passa pro teu intestino, ele não pode chegar lá tão ácido, porque ele machucaria o teu intestino, tá bom? Então assim, assim que a gente chega aqui, ó, na entrada do intestino, eu quero que você pense no intestino aqui, ó, como sendo essa essa Espécie aqui de cobrinha, tá bom? Isso que eu tô desenhando aqui é o intestino delgado, tá bom? Depois do intestino delgado, a gente vai ter aqui o intestino grosso, tá? Então a gente
vai ter aqui o intestino grosso, colo transverso dele, coloco. Depois aqui, ó, pa pa pa pa pa pá. Calma aí, é que esse desenho não tá ficando muito bom, não tá ficando muito realista. Aqui viria o colo descendente, tá bom? E agora aqui é porque ele Deveria ter acabado aqui, tá bom? E agora aqui no final a gente tem ali o teu tem ali o reto no final das contas, tá bom? Que é por onde vai sair o alimento. Já deixei o desenho aqui esquematizado aqui no teu intestino delgado. Quando chega o quimo lá, primeira
coisa, né? E grava que quimo é no estômago, porque estômago tem esse M, né? Então estômago é no estômago que tá o quimo, tá? Quando o quimo vai passar pro teu intestino delgado, é no Intestino delgado que a gente vai ter a maior digestão química de todas, de todos os nutrientes. Eles vão agora ir pra sua forma final, aminoácido, monossacarídio, né, glicose, a gente vai ter os lipídios virando ali ácido grasso, glicerol, n isso acontece no intestino. E no intestino você tem então uma riqueza muito grande de enzimas. O que que você tem que saber,
tá bom? Primeiro que o seu fígado, não vou desenhar não, mas seu fígado tá por Aqui, tá bom? Eu quero que você entenda o seguinte, ó. Teu pâncreas, ele estaria por aqui. O desenho tá bem, tá bem fora da da anatomia realista, tá bom? Tá só um exemplo aqui, tá bom? O teu intestino, teu fígado estaria por aqui e tanto o teu pâncreas, tá bem bem mal desenhado isso aqui, mas tanto teu pâncreas quanto teu intestino, eles vão cuspir dentro do teu, eles vão cuspir dentro do teu intestino delgado, tá bom? Teu pâncreas, Teu fígado,
vão jogar uma secreção ali. Vamos entender essas secreções agora, tá bom? Primeira coisa, eu quero que você entenda a secreção do fígado, tá? A secreção do fígado é qual? Vamos lá. O que o fígado produz é uma coisa chamada bil, tá bom? Ele produz bile. Dentro da bil a gente tem ácidos biliares, sais bilhares. Qual é a função da bil? Eu quero que você saiba bem de cara. A função da bil, que é uma secreção do fígado, o fígado produz. A função não é Digestiva. A bil não faz digestão, ela não faz quebra química. A
bil faz emulsificação de gordura. Muita gente não sabe o que que é emulsificação. Emulsificação é quebra para aumentar a superfície de contato. Pedro, como assim? Olha só, eu tenho aqui uma gota de gordura. Imagina só que tem uma gota de gordura e essa gota de gordura vai ser digerida. Eu preciso que enzimas aja, né? Que tipo de enzima? Lipases, tá bom? Lipase é o a enzima que ela vai Acelerar a digestão dos lipídios. Cara, é muito difícil que as enzimas ajam dessa forma. Então, quando você faz uma quebra aqui, quando você é quando você quebra
essa gordura, eu quero que você imagine isso aqui, ó. A gente vai quebrar essa gordura dessa forma aqui. Mas não é uma quebra química, é a ação da Billy. A ação da Billy é fazer justamente isso aqui. Ela faz emulsificação de gordura. Quando ela faz emulsificação de gordura, ela deixa essa Gordura assim, ó. Ela se transforma em gotas menores de gordura. Agora, note que a enzima vai ter mais superfície de contato. A enzima vai poder atuar aqui dentro, vai poder atuar aqui, aqui, aqui. Então, quando você faz essa emulsificação de gordura, você favorece a atuação
das enzimas. Mas a Billy não é uma enzima por si só, tá? Inclusive, ela é produzida no fígado, mas o fígado ele armazena ela aqui na vesícula biliar. Então, a vesícula biliar é uma bolsinha Que tem aqui embaixo do fígado que fica guardando a bile para ele e aí a vesícula joga aqui dentro diretamente, tá bom? Tem ali o ducto da vesícula, ela joga aquilo ali para quê? Para emulsificar a gordura. Se você faz uma cirurgia de retirada de vesícula biliar, você não pode mais comer gordura. Não, não é assim. Não é que você não
possa, mas agora você tem menos capacidade de lidar com gordura, você tem menos capacidade de de digeri-las, porque as Gorduras agora elas não vão ser emulsificadas. Então, se uma pessoa que fez uma cirurgia de retirada de vesícula biliar, o fígado dela não vai conseguir guardar mais a bilha. Então o fígado dela vai ter que lançar diretamente a bilha aqui, mas aí é muito menos bil. Se essa pessoa comer muita gordura, ela vai ter diarreia, porque ela não vai conseguir fazer a digestão daquilo ali, tá bom? O pâncreas, a gente tem aqui tanto pâncreas endócrino quanto
Exócrino. O pâncreas endócrino a gente vai falar daqui a pouco, mas o que ele faz é insulina e glucagon para controlar a glicemia, ele joga isso direto no sangue. Agora o pâncreas exócrino, que é esse que nos interessa aqui, ele joga o quê? suco pancreático. Basta você saber se ele joga suco pancreático. E o que tem no suco pancreático? Tem diversas enzimas e tem uma coisa que não é enzima, tá bom? Que é bicarbonato. Pedro, por que que o pâncreas joga Bicarbonato no intestino delgado? Porque tá chegando o quilo, que é bem, tá chegando o
químo, que é bem ácido e ele vai basificar. Então, quando o pâncreas joga bicarbonato, ele sobe o pH do ambiente para oito. Então, no intestino, todas as enzimas elas vão ter o pH de funcionamento próximo de oito, ou seja, um pH levemente alcalino, a gente vai dizer assim, tá bom? E aí, outra coisa, que que tipo de secreção tem ali no pâncreas? Cara, enzima para tudo. O Pâncreas tem enzima para tudo. Ele tem enzima para fazer digestão de de peptídeos em aminoácidos, tá bom? Então, ele tem tripsina, tem quimiotripsina, eh, tripsina é nome da da
enzima, tá bom? que faz essa digestão. Eh, ele tem ali enzima para para lipase, tem tem para lipídio, tem lipase pancreática, tem para todo tipo de carboidrato, basicamente. E é isso, o suco pancreático tem enzima para digerir tudo, mas o mais importante saber que o Pâncreas ele tem esse bicarbonato para deixar o ambiente alcalío, deixar um ambiente básico. E o próprio intestino também tem uma secreção enzimática dele que é o suco entérico. Então, entérico, esse ertero vem de intestino, tá? Então, qual é a célula do intestino, por exemplo? Enterócito. E aí o o intestino também
vai ter enzima para tudo, basicamente, tá bom? Ele vai ter enzima pr gordura, enzima para lipídio. Lipídio e gordura, a mesma coisa no caso, vai Ter enzima para carboidrato e vai ter enzima também para algumas proteínas. Beleza? Como que vai acontecer aqui? Depois que você fizer a digestão química no intestino? Agora vamos, eu quero que você imagine que essa aqui é a parede, é, é isso aqui é uma parte do intestino, tá bom? As células do intestino elas têm el, além delas serem assim, delas terem as velosidades, o intestino é cheio de velosidades, as velosidades
são visíveis a olho nu, inclusive. Isso aqui é para Quê? para aumentar a superfície de contato. Então o alimento, ao invés dele passar direto aqui, o alimento fica entrando aqui, entrando, entrando, entrando para você aumentar o a quantidade de nutrientes que passa pra tua corrente sanguínea, porque teus vasos sanguíneos estão logo aqui para receber os nutrientes que você tá digerindo. E ao mesmo tempo, se você olhar para cada célula do teu intestino, Pedro, isso aqui é uma célula do Intestino, isso aqui é um enterócito, essa célula, ela vai ter também uma especialização de membrana que
é a microvosidade. Então, além de ter as velocidades no intestino, cada célula, cada interócito tem as microvosidades, tá bom? Aqui a parte de cima dela que tá voltada pro intestino, isso não cai na prova, mas essa aqui é a parte apical, tá bom? Porque tá é o ápice dela, tá voltado ali para pro lumen, né? Tá voltado pra parte externa. E aí tem aqui A parte basal dela que tá em contato ali com o tecido conjuntivo que vai levar pro vaso sanguíneo no final das contas. E os nutrientes vão passar por aqui, vão entrar e
vão sair, só que já vão sair dentro do corpo. Entendido isso? Tá bom? Então você viu que o raciocínio da superfície de contato ele é muito muito muito importante dentro do nosso intestino. É muito é muito relevante lembrar que a gente tem o nosso intestino colonizado por bactérias, tá Bom? E aí a gente tem tanto bactérias boas quanto bactérias ruins. O conjunto das bactérias que tá no nosso intestino, aquilo ali é chamado, era chamado de flora intestinal. Hoje em dia a gente fala muito mais microbioma intestinal. O que você precisa saber é que essas bactérias
tm tanto bactérias boas quanto ruins. Essas bactérias são fundamentais, é obrigatório, é uma associação mutualística, tá? Então, mutualismo é o nome da relação em que é obrigatório a Permanência. Mutualismo, se você tirar as bactérias do seu corpo, elas morrem e você também morre, tá? Quando você come muito açúcar, muita besteira, você favorece a proliferação de bactérias ruins no seu intestino e aí você vai ter mais diarreia e vai ter menos absorção de nutrientes. Quando você come fibra, a fibra ela não é um nutriente por si só. A fibra, ela é basicamente um tecido vegetal morto,
mas ela melhora o trânsito intestinal, ela reduz a Velocidade com com a qual a comida passa pelo intestino, dando mais tempo para que você absorva os nutrientes, tá? Caraca, eu tô numa pegada aqui falando uma coisa. Deixa eu ver a galera aqui só para ver se eles estão gostando pelo menos. Como é que tá aí? Todo mundo firme? >> Tô só esperando meu microfone, galera. >> Cadê? Cadê? Todo mundo firme aí? Sim, sim. Vamos nessa, vamos nessa, vamos nessa, vamos nessa. Galera tá firme aqui comigo, então. Boa, boa, boa. Então, olha só, você note que
tudo que tá acontecendo aqui é para homeostase, né? Você sente fome, você tem demanda metabólica, você precisa se alimentar para você poder absorver esses nutrientes e você também precisa liberar o que você não vai absorver pela tua excreção, tá? Então o papel do intestino, você vai dizer o seguinte, é A digestão química final de todos os nutrientes e é a absorção. Digestão e absorção, principalmente na primeira porção do intestino delgado, porque o intestino delgado tem uma primeira porção chamada do odeno, que essa primeira porção é o ápice do ápice da digestão, tá bom? Então é
ali que mais acontece a digestão química. Depois do doeno a gente vai pro jejuno, depois vai pro ilho, tá bom? Então, jejuno também tem muita absorção, mas digestão química É mais no duodeno, que é a primeira parte do intestino delgado. Depois do intestino delgado, a gente vai chegar aqui no intestino grosso, tá bom? Ele começa aqui já subindo, tá bom? O desenho tinha que ter começado aqui já subindo, que é o colo ascendente, colo é transverso porque atravessa aqui e colo descendente, tá bom? O intestino grosso, a função dele é o seguinte: você já fez
a digestão, já pegou os nutrientes para tu. Agora que tu pegou os nutrientes, Você precisa só recuperar água. Então, basicamente, você vai focar em recuperar água, recuperar alguns sais também. Então, se o teu intestino grosso tá ruim, você não recupera a água e aí você tem diarreia, sai aquele cocô aguado, a comida tá passando rápido demais por ali, tá? Um raciocínio que já foi cobrado na prova é o seguinte. Se você manda uma alta concentração de alguma coisa, de algum tipo de açúcar aqui pro intestino, você manda muito açúcar, eles Fizeram isso com manitol na
prova, isso vai ter um efeito laxante, porque essa tá fica muito hipertônico, muito concentrado dentro do intestino e aí atrai água dos outros tecidos para cá e aí você fica com muita água ali, você não consegue reabsorver a água a nível a nível intestinal, tá bom? Ã, e aí agora, pronto, você vai ter o bolo fecal no final das contas, você vai fazer aquele cocô ali, vai liberar o que você não conseguiu absorver, o que você Não quis absorver. Beleza? Isso aqui é o básico de sistema digestório, já é muito bom, já dá para entender
bastante coisa aqui. Próxima coisa, sistema respiratório. Cara, como que funciona o teu sistema respiratório? Vamos entender o sistema respiratório junto com o teu sistema cardiovascular, tá bom? Então, sistema cardiovascular, ele tem o coração aqui no meio com a bomba que dá que vai empurrar o sangue, vai impulsionar o sangue pelo corpo e tem os Vasos sanguíneos também. Então essa bomba tá ligada em artérias, tá ligada em ve e no teu sistema respiratório a gente tem o pulmão. Por que que eu falei sistema cardiorrespiratório? Por que que eu tô juntando um com o outro? Porque a
função é totalmente integrada, tá? Primeira coisa, qual é a função do seu sangue? Para que que existe sangue? O sangue ele é o meio de distribuição generalizada. Distribuição e coleta de nutrientes no teu corpo. Então o sangue É fundamental, todo mundo sabe disso, tá? O sangue ele leva paraas células, ele leva pros tecidos oxigênio e leva também nutrientes em geral, tá? E ele também remove excretas metabólicas das suas células, né? Então a célula solta CO2, a célula solta coisas que ela não quer mais. O sangue leva aquilo ali para ser tratado no fígado, para ser
eliminado nos rins. Os rins eles estão aqui, eles vão definir o que que fica, o que que volta pro corpo. Ou seja, via de Regra, volta água e volta sódio. Voltam alguns sais que você não quer desperdiçar. E aí o o restante ele vai jogar na urina. Tá bom? Agora vamos entender melhor. Olha só, eu respiro, puxei o ar para dentro, eu puxei um gás para dentro do meu peito. Dentro desse gás tem oxigênio e tem também gás carbônico. Esse gás aqui dentro do meu peito tem oxigênio, tem gás carbônico. O que que vai acontecer
com ele? Ele vai entrar no meu pulmão, vai entrar pela Minha faringe, depois ele vai pra minha traqueia, depois ele vai pra minha laringe, depois ele vai descer pelos meus brônquios, depois ele vai acessar aqui os meus bronquíolos e no final a gente vai ter os alvéolos pulmonares. Então os alvéolos pulmonares eles estão no finalzinho ali da árvore do teu pulmão. Tem vários assim. Aqui dentro tem o saco alveolar. Então imagina que eu enchi isso aqui agora de ar. Enchi isso aqui de ar. Aqui dentro tem uma Coisa que me interessa, tá bom? Primeiro que
meu vaso sanguíneo tá aqui em volta do meu alvéolo, eu quero que o oxigênio venha para cá. O oxigênio vai vir para cá para encontrar quem? Para encontrar a hemácia. Então tem aqui no meu sangue as hemácias. As hemácias elas estão com o pigmento hemoglobina que vai se conectar aqui, vai fazer a ligação com o oxigênio. Elas vão captar o oxigênio. E agora as emassas, inclusive vão depositar aqui o quê? Vão depositar o Gás carbônico aqui para que ele seja expelido, tá? E aí dentro da emácia tem hemoglobina. Você sabe que a hemoglobina tem afinidade
pelo oxigênio. Essa afinidade é variável, tá? Então a gente tem uma curva de saturação da hemoglobina. A o que que modifica, o que que modula a afinidade da hemoglobina pelo oxigênio? O quanto ela quer se ligar o oxigênio? O que modula é justamente a pressão parcial de oxigênio. Quanto que tem ali pressão Parcial? Não é a pressão generalizada de todos os gases, é a pressão somente daquele gás. Aqui no ambiente do pulmão, a hemoglobina tá com uma baixa concentração de oxigênio nela, porque ela já viajou o corpo inteiro, já entregou oxigênio para todo mundo. Agora
que ela tá ali no meus alvéolos pulmonares, ela tá ela ensina num ambiente, ela tá com pouco oxigênio e ela tá com uma baixa pressão parcial de oxigênio. Mas quando ela chega perto do Meu alvéo, aqui tem uma pressão parcial de oxigênio boa. E aí ela vai se agarrar bastante no oxigênio, vai viajar pelo corpo e vai distribuindo esse oxigênio nos lugares, tá bom? Importante lembrar que quando a gente fala de bebês que estão dentro da barriga das suas mães ainda, né, estão sendo gerados na barriga das suas mamães, esses bebês eles têm uma hemoglobina
que ela tem mais afinidade pelo oxigênio para que ela possa capturar o oxigênio da Hemoglobina materna, tá? Isso é fundamental porque o bebê tem que roubar o oxigênio da mãe entre aspas, senão ela não entregaria para ele e o bebê não conseguiria viver dessa forma. Ã, agora que a gente entendeu mais isso, a gente tem aqui, ó, já a noção, essa essa noção aqui é suficiente já sobre sistema cardiorrespiratório. É isso mesmo que vai cair de fato, tá bom? A gente tem as artérias, a gente tem as veias, a gente isso, isso aí é um
assunto que tem, tem Que desenhar, tem que falar detalhadamente, né? Vou dar, vou dar um pequeno resumo sobre isso, tá bom? A gente tem aqui a estrutura do nosso coração. É, eu teria que desenhar, tá bom? Vou vou dar uma desenhada aqui rapidinho. Eu vou fazer assim bem vou fazer bem básico, tá bom? Bem bem bem direto, tá bom? A gente tem aqui o nosso coração. Nosso coração. Eu eu fiz no formato inclusive tradicional de coração, tá bom? Vou fazer aqui no Formato mais básico ainda. Pensa aqui no teu coração como sendo esse órgão que
tem quatro câmeras, tá bom? Essa câmera aqui é um átrio, essa é um átrio, essa aqui é um ventrículo e essa aqui é outro ventrículo, tá bom? Então, teu coração tem essas quatro câmeras e aí ele tem sempre uma, você tem que sempre imaginar o coração fazendo uma conexão aqui com os teus pulmões, tá? E tem que imaginar aqui o restante do corpo, tá bom? A tua circulação completa, o que que vai ser Entregue aqui pro corpo. Vamos começar a raciocinar sobre isso aqui, tá bom? Primeira coisa, veia. Que que tu que que a gente
vai chamar de veia? A gente vai chamar de veia aquilo que vem pro coração, tá? Isso é veia. Veia o que vem pro coração. E o que que é artéria? É o que sai do coração, tá bom? Então, artéria são os vasos que saem do coração. Lembrando aqui a gente tem átrio direito, átrio esquerdo, né? Porque eu tô olhando assim, tá bom? Tô De frente para vocês. Então aqui a gente tem átrio esquerdo, ventrículo esquerdo, átrio direito, ventrículo eh ventrículo direito. E tem que lembrar o seguinte, aqui a gente tem o nosso septo cardíaco que
separa o coração assim, mas a gente tem aqui uma conexão, tá bom? Essas câmeras aqui elas se comunicam o tempo todo, tá bom? O átro e o ventrículo, eles são comunicantes. E aí o sangue quando ele entra aqui para isso aqui, cara, eu vou pegar agora uma vou pegar Aqui agora uma cor, vou botar um vermelho aqui que eu acho que vai facilitar bastante, tá bom? O sangue aqui ele faz o quê? O sangue ele flui para cá pro teu ventrículo e aqui também o o sangue flui para cá pro ventrículo, tá? Ele vai do
átro pro ventrículo, ele desce aqui e agora ele vai ser entregue em alguns lugares do corpo que eu vou falar quais são. Só queria que você entendesse que a gente tem aqui válvulas cardíacas para evitar o refluxo Sanguíneo. A gente não quer que o sangue volte de forma alguma, tá bom? O fluxo sanguíneo no nosso corpo é unidirecional, ele vai só pra frente. Então eu não posso ter um sangue voltando do ventrículo pro áto. Eu preciso que o sangue sempre vá do átrio para o ventrículo. Você vai ver que você vai entender bastante agora, tá
bom? Eu quero que você comece imaginando aqui o pulmão, tá? No pulmão, puxei o ar. Então, eu tenho ar aqui no pulmão e Agora eu vou desenhar um vaso. Eu vou, eu quero que vocês comecem a me responder agora, tá bom? Eu vou desenhar aqui um vaso, tá? Presta atenção. Vou desenhar um vaso que ele vai sair do pulmão. Tô fazendo aqui o desenho de um modo bem genérico, tá bom? Ele vai sair do pulmão e ele vai entrar no átrio. Isso aqui é uma veia ou é uma artéria? Isso tá saindo do pulmão e
tá entrando no teu átrio. Então isso aqui é uma veia, né? Porque tá vindo pro pro Coração, tá? Então vindo pro coração, a gente chama isso aqui de veia. E ela tá vindo de onde? Do pulmão. Então essa daqui é o quê? É a veia pulmonar. É a veia pulmonar. E tem o que dentro dela? Tem sangue que tá sendo, tá vindo aqui do pulmão, esse sangue e entrando aqui dentro do seu coração, tá bom? Então isso aqui é uma veia pulmonar. Presta muita atenção aqui comigo, tá bom? Para você entender. Ela tá, ela é
uma veia, ela tá transportando sangue. Se ela é Uma veia e ela tá transportando sangue, ela tá transportando sangue o qu, ó? Olha, presta atenção. Ela é uma veia e tá transportando sangue o quê? Só pode ser o quê? Sangue o quê? V tá errado. Cuidado, tá? Muito cuidado com isso. A gente falou que veio é aquilo que vem pro coração e artéria é aquilo que sai do coração, tá bom? A galera tá caindo ali, a galera tá caindo no beito, todo mundo falando venoso, tá bom? Está errado. Isso está errado, tá bom? A Definição
do que que é sangue venoso e arterial não é essa, tá? Sangue venoso e sangue arterial não é definido pelo fato dele estar numa veia ou numa artéria. Não faça essa confusão nunca em hipótese alguma, tá? A definição de sangue venoso é aquele sangue que tá pobre em oxigênio, tá bom? Pensa nele como um sangue preto, um sangue mais escuro, porque é mesmo, é um sangue mais escuro, ele tá pobre em oxigênio. E o sangue arterial é um sangue rico em oxigênio. Então, mesmo que isso aqui seja uma veia e é uma veia pulmonar, tá
vindo aqui pro coração, esse sangue aqui, ele é o quê? Esse sangue que tá sendo, ele ele acabou de sair do pulmão, cara. Ele acabou de sair do pulmão. Ele é um sangue oxigenado. Isso aqui é um sangue arterial. Ele é um sangue arterial rico em oxigênio. Tá bom? Arterial não quer dizer que ele esteja numa artéria, só quer dizer que ele é um sangue rico em oxigênio. Todo mundo pegou isso, tá bom? Para vocês não errarem isso, tá? E agora, para que que esse sangue tá vindo aqui rico em oxigênio? Ele vai, ele vai
passar aqui pelo átrio, tá bom? Vai ganhar força, vai entrar aqui no ventrículo e entrando no ventrículo, ele vai sair daqui. Galera, se ele tá saindo daqui, eu quero te fazer uma pergunta. Ele saindo daqui, que tipo de vaso é esse que sai do coração? Isso aqui é uma artéria ou isso aqui é uma veia? Tá bom? Vou representar assim, só para ficar um Pouco mais aqui de clareza. Esse sangue aqui, ele tá circulando dentro de uma artéria de uma vez, tá saindo do coração. Isso aqui é artéria, inclusive é a tua artéria aorta, tá?
Principal artéria do teu corpo. E agora vai vir aqui esse sangue rico em oxigênio e ele vai ser distribuído pro corpo inteiro. Teu corpo inteiro vai ser banhado por esse sangue aqui. Quando esse sangue, detalhe, quando esse sangue ele tá aqui dentro da artéria horta, só que a Artéria horta ela vai se ramificando, vai virar, ela vai dar origem a à artéria femural, vai dar origem às artérias estomacais, vai dar origem às artérias, diversas artérias, tá bom? artéria femoral, artéria eh ilíaca, diversas artérias vão sair da tua horta. Mas quando você chegar aqui na hora
de entregar o sangue, você não entrega o sangue para uma célula. Presta atenção nisso aqui. Você não vai entregar o sangue para uma célula por meio de uma Artéria. Essa artéria, ela vai ficando cada vez menor. Ela vai virar uma arteríula, tá? Então aqui, ó, imagina aqui, ó, a artéria horta tá chegando lá, ela vai se ramificando, ela vai ficando cada vez menorzinha, ela vira uma arteríula e agora ela vira o quê, ó? Ela vira artéria, ela vira um negocinho tão fininho que se chama capilares. Então esses capilares aqui eles vão passar pelo ambiente, vão
passar aqui pelo teu braço, vão passar pela tua perna e nos Capilares é que você tem a troca gasosa, tá bom? Lembrando, a troca gasosa que você faz no pulmão quando você respira e você absorve o oxigênio e você libera o gás carbônico, é a hematose, tá? Então você faz uma troca gasosa chamada hematose e aqui agora você vai fazer uma troca gasosa de entregar o oxigênio que tá nesse sangue aqui para aquela parte do corpo. Depois você vai transformando isso aqui em outra coisa, tá bom? Depois você vai transformando, você veio Artéria, virou arteriula,
virou capilares. Agora você vai reconstruindo tudo no formato de vénulas. Depois de vênulas você faz uma veia, tá? Então aqui, ó, depois de você sair aqui do corpo, tá bom? Você veio pela artéria horta. Quando você sai aqui do corpo, agora você vai vai vir de novo como uma veia, tá? Você sai do corpo, você você já pensa nisso, você distribuiu aquele sangue que era um sangue oxigenado, um sangue arterial pro corpo inteiro. Entenderam isso? Tão, tão acompanhando junto comigo? Pro corpo inteiro. Todo mundo tá aqui comigo, né? Você distribuiu o sangue arterial pro corpo
inteiro. Inclusive agora ele tava na artéria horta. Antes ele tava na veia pulmonar, agora tá na artéria horta. Se ramificou em várias artérias, em várias arteríulas. Chegou nos capilares sanguíneos, fez a troca, pegou CO2. Agora ele vai voltar para onde, Pedro? Agora primeiro me diz como é que tá esse Sangue aqui, tá bom? Como é que tá o sangue aqui que já foi distribuído pelo corpo? Esse sangue tá rico em oxigênio? Me diz aí. Ele tá rico em oxigênio? Não, ele não está rico em oxigênio. Ele tá pobre em oxigênio e ele tá cheio de
gás carbônico. Esse sangue aqui tá tá mais acidificado. Esse sangue tá todo sujo, passou pelo corpo inteiro. Então agora você pode pensar assim: "Pô, Pedro, então agora o destino dele é o pulmão. Ele tem que ir lá pro pulmão para no Pulmão experiência gás carbônico." Muito cuidado com isso, tá bom? O destino dele é o pulmão, mas antes de ir pro pulmão, ele vai dar uma passada no coração. Então agora você vem aqui, ó. Se esse vaso aqui tá vindo pro teu coração, ele é que tipo de vaso que tá voltando pro teu coração? Só
pode entrar pelos átos, tá bom? É uma veia de novo. Veia tá vindo pro coração. Que tipo de veia é essa? Inclusive, é veia cava, tá? Então, a veia cava é a principal veia que vai Coletar o sangue do teu corpo e vai e e coletando o sangue do teu corpo, vai trazer ele aqui de volta pro teu coração, tá bom? Então, veio aqui um sangue que tá passando aqui nessa veia e esse sangue aqui, de fato, ele é um sangue o quê? Venoso. Por que que ele é um sangue venoso? Porque ele é um
sangue pobre em oxigênio. OK? Todo mundo tá, todo mundo tá pegando, né? Muito bom. Tá bom. Ah, Pedro, como é que o sangue sobe? Como é que isso aqui é uma Pergunta boa, tá bom? A gente tem uma certa musculatura nesses nesses vasos sanguíneos, tá bom? Então eles têm uma musculatura lisa que vai empurrando o sangue, mas o principal mesmo que empurra é a pulsão constante do coração. Então isso é um sistema unificado. O coração tá sempre fazendo pressão ali e com essa pressão do coração ele vai mantendo o bombeamento acontecendo, tá bom? Se você
tocar, se você botar aqui o dedo em alguma veia tu, em algum vaso no Teu, você vai sentir a mesma pulsação do seu coração. Quanto mais perto tiver do coração, melhor. Então, se você tentar medir aqui pela tua carótida, você consegue medir com mais eficiência teu batimento cardíaco, tá bom? Inclusive, como que funciona o mata leão? Você sabe, não sabe, Mário, como que funciona o mata leão? Tem muita gente que pensa o quê? É, olha só, vem cá rapidinho. Olha só, tem muita gente que pensa o seguinte, né? Se eu te der aqui um mata
Leão, olha só, vou aqui, ó, vou aplicar aqui um mata leão em você. Muita gente pensa o quê? Ele vai desmaiar porque ele ficou sem oxigênio, né? Respira bem fundo, Mário, puxa o ar bem, né? Olha só, >> você sentiu já que você ia desmaiar, que já dá uma sensação de desmaio? >> Por quê? Porque eu fiz uma constrição, eu fiz uma obstrução. O nego vai ficar, pô, nego vai ficar pegando agora isso ali, tá? Eu [risadas] tô fazendo aqui uma constrição nas carótidas dele. Então, mesmo que ele esteja com um pulmão cheio de oxigênio,
não vai adiantar, porque a carótida tá tentando subir com oxigênio pro crânio dele e eu tô aqui, ó, obstruindo as carótidas dele. Então, essa interrupção do fluxo de sangue pro cérebro, ela gera uma pane no cérebro. o cérebro do nada parar de receber sangue e como medida de defesa o cérebro já desliga de cara Muito rápido. Então eu já apaguei assim para mata leão, né? Que o cara no início o cara foi dar matalhão e eu logo já mantive o ar ali. Do nada você já percebe teu tua visão, ela tua visão já embota que
tu já fica com tudo tudo cinza, tu já tu já percebe que tu já foi, o cérebro já desligou por precaução. Tá bom? Agora seguindo aqui, olha só, a gente tinha aqui o pulmão, ele puxou os gases, ele fez hematose e a gente tem aqui agora ruim, né? É Horrível, né? Sangue. Eu eu não apertei nada, eu apertei pouquinho, né? É bizarro isso aí. >> É, né? Pô, não tem que ver quando os caras fazem mesmo para valer, cara. Isso aqui é bizarro, cara. Você dá para desmaiar em 15 segundos, 18 segundos, algo assim, tá
bom? E dá para prender a respiração por 2 minutos, mas o martalão vai te apagar em 10 segundos, 15 segundos, se for bem aplicado, se pegar mesmo, tá? Então aqui a gente teve a Veia pulmonar, que ela veio transportando sangue arterial, rico em oxigênio, entrou no coração, saiu aqui. E detalhe, o coração quando ele contrária, ele tá fazendo o quê? uma cistory. Quer pegar coisa avançada? Quer pegar coisa avançada aqui? Tá querendo pegar uma coisa maneira? Tu quer pegar um negócio bom para você tirar a onda na prova caso caia? O coração aqui ele faz
uma síistole e depois ele faz uma diástole, tá? Então quando ele faz essa Sístole, ele ele tá se contraindo, tá bom? Ele tá usando a musculatura do miocárdio para fazer a contração dele e aí fez essa isso. Ele vai expulsar o sangue ali pela horta. Cara, quando ele expulsa o sangue aqui pela horta, ele sai com muita pressão. Então, a horta toma uma pressão danada. E aí quando ela toma essa pressão, isso é a tua pressão arterial sistólica. Você consegue medir essa pressão e aí você consegue perceber, por exemplo, lá uma pressão de 12 por8,
é uma pressão de 120 por 80. Esse primeiro número 120 é a pressão sistólica. Quando o coração aperta, a artéria dá aquela pá e quando ele relaxa, ainda assim mantém a pressão nela. Mas Pedro, por que que olha só, pode surgir uma dúvida, né, Pedro? O coração apertou, o sangue saiu aqui, né? saiu da horta. Tchu! Quando ele aperta aqui, ó, por que que quando o coração relaxa o sangue meio que não volta ou algo assim? Porque A artéria horta ela tem um tecido elástico que armazena energia potencial elástica. Isso aqui é muito maneiro, tá?
Aquela horta aqui, aquele tubo da artéria horta, ele também dá uma inflada. E depois que você, o que que é um material elástico? O material elástico é aquele material que tem capacidade de reverter o seu estado de distensão. Então, quando você faz uma distensão, ele reverte. ou quando você faz uma contração, ele pode também Reverter isso, dependendo do material. Aí é mais uma mola, tá? Então, pelo fato da horta ter musculatura, ter um tecido elástico ali, quando você faz assim, ela converte a energia potencial elástica num aperto e ela mantém o sangue fluindo mesmo assim.
Tá bom? Maneiro isso, né? Legal. Outra coisa, né, que eu esqueci de falar, o teu coração aqui, ele faz as contrações por conta de um grupo de células chamada nocinoatrial. Então, teu coração ele é tão importante que ele Fique batendo que ele não é que nem a tua musculatura normal. A minha musculatura contrai quando eu mando um impulso elétrico aqui da minha cabeça para cá. E aí o impulso elétrico vem pela minha medula, né? A minha medula, eu tenho aqui o meu cérebro, eu tenho aqui no meio minha medula, que é um tecido nervoso que
gerencia os impulsos de de recepção de estímulos e também de de envio de estímulos. E eu faço a contração. O coração não é assim. O Coração ele tem o próprio conjunto de células que fica fazendo disparos elétricos rítmicos ali e esses disparos elétricos vão mantendo a musculatura cardíaca batendo, tá bom? O nome disso é células do nosso sino atrial ou células marca-apo, também conhecidas assim. Quando você perde essas células, quando tem algum problema nelas, você tem que usar um marca-passo artificial para manter teu coração batendo. Então isso aqui tá disparando impulsos elétricos, Ó, impulsos elétricos
no teu coração para que o teu coração ele bata. Vamos lá. Saiu aqui agora uma artéria aorta levando sangue o quê? Sangue arterial, rico em oxigênio. Tá bom? Não pelo fato de ser artéria, mas pelo fato de que ele está rico em oxigênio. Passou pelo corpo, fez a ramificação aqui nos capilares, agora se reuniu como veia. Esse sangue aqui, ele é um sangue venoso, muito pobre em oxigênio. Ele vai Entrar aqui pelo teu átrio direito, vai descer aqui pro teu ventrículo direito também. E ele vai sair do coração, como ele sai do coração numa artéria
e essa artéria agora sim tá vindo pro pulmão. Vou te perguntar agora o nome dessa artéria aqui, tá bom? nome dessa artéria que tá saindo primeiro tá levando sangue venoso. Então é uma artéria, mas tá levando sangue venoso, porque venoso arterial não tem nada a ver com o vaso, tem a ver com a concentração de Oxigênio. Tá indo pro pulmão. Essa artéria aqui é o quê? Artéria pulmonar. Então você tem que saber que começa na veia pulmonar que vem pro coração trazendo um sangue bem rico e oxigênio. Vai pra artéria horta que vai levar o
sangue bem rico e oxigênio pro corpo. Agora vem a veia cava que vai trazer de novo pro coração para pegar impulso. Voltou pro coração, a veia cava sai dele como artéria pulmonar e leva o sangue lá pro teu pulmão para que o sangue faça o Quê? hematose, deixe o CO2 lá e pegue o oxigênio novamente para ele poder continuar esse fluxo. E é isso aqui que vai acontecendo contigo repetidamente no teu ciclo cardiovascular. Como que você faz para respirar? É importante saber, tem a musculatura do diafragma, essa musculatura ela abaixa. Isso é muito importante. A
nossa respiração, você pode ter a impressão de que, primeira coisa, existe respiração de verdade, que é a respiração celular feita na Mitocôndria. E existe essa respiração aqui, que a gente chama de respiração, mas o nome correto é ventilação mecânica, tá? Então tem um movimento de inspiração e de expiração. Muita gente pensa que no movimento de inspiração eu tô puxando o ar. Alguém aqui tem esse pensamento? fala para mim aqui, alguém aqui tem esse pensamento? Alguém aqui tem esse pensamento de que a gente eh a gente puxa o ar para dentro? Isso é uma mentira completa,
tá bom? Isso é Absurdo, não é? Mas quer dizer, isso não é absurdo. Isso é o que a nossa intuição aponta. Não é um absurdo isso, né? Mas é absurdo só quando você já sabe qual é o conceito real do que acontece, tá bom? Eu vou explicar aqui. Eu quero que você entenda, tá? O ar e os fluidos, eles se movem como? Eles se movem do local de maior pressão pro local de menor pressão, né? Isso aqui você sabe, as coisas vão do local de maior pressão pro local de menor pressão. O ar aqui fora
Tá um atm. Se eu quero que o ar entre dentro de mim, eu preciso que a pressão daqui de fora seja maior do que a pressão interna do meu pulmão. Mas eu não tenho como mexer na pressão aqui de fora. Tenho, não tenho. Então eu vou modular a pressão do meu pulmão. Eu vou abaixar a pressão do meu pulmão. Como que eu faço isso? Eu expando o meu pulmão. Então, na verdade, eu puxo o meu diafragma para baixo. Meu diafragma se contrai indo para baixo. E quando ele se Contrai, ele aumenta o volume da minha
caixa pulmonar. Quando ele aumenta o volume da minha caixa pulmonar, ela fica com volume grande. E aí a gente sabe que esse volume grande vai gerar um vácuo ali dentro, uma redução de pressão. E o ar ele o ar ele invade a gente, tá bom? Então o ar ele tá invadindo a gente, ó. Parece que eu tô puxando ele. Não tô. O que eu tô fazendo é puxando, aumentando o volume da minha caixa toráxica e por consequência o ar entra. E aí para Expulsar eu relaxo o meu diafragma, o volume diminui, a pressão aqui dentro
aumenta e eu expulso o ar. Beleza? Até por isso que a gente não consegue respirar. É. Eí, os músculos intercostais também eles participam disso, tá bom? O nosso diafragma, ele tem controle voluntário ou controle involuntário? Escuta isso. Ambos, tá? O nosso, a gente consegue controlar o nosso diafragma voluntariamente, mas ao mesmo tempo, se A gente parar de respirar, o controle vai ser assumido pelo nosso bubo. Então, a gente não tem opção de não respirar. Se você tentar parar de respirar, teu bubo vai obrigatoriamente fazer o teu diafragma contrair para você respirar. É por isso que
e o que que toda a técnica do mundo de relaxamento, de controle de ansiedade, diz? respirar de maneira consciente por dois motivos básicos, tá? Quando você respira de maneira consciente, você faz tua respiração Ficar mais longa, você favorece que tenha mais oxigênio na tua corrente sanguínea e isso é bom. O oxigênio ele é bom, ele aumenta o teu metabolismo e tal. Mas a outra é que o ato de você controlar a tua respiração voluntariamente é um ato muito cortical. você tem que dominar o o teu diafragma, que se você não tá pensando, ele tá controlando
automaticamente. Mas quando você exerce domínio do teu córtex préfrontal, que é essa região superior Aqui do teu cérebro, né, a região mais externa, a região mais responsável pela inteligência, genialidade, controle de impulsos, quando você usa o controle cortical para modular tua respiração, você exerce muito controle inibitório na tua ansiedade. A ansiedade ela é como se fosse uma função mais baixa do cérebro, porque a ansiedade ela é muito mais um medo, uma coisa mais primitiva, enquanto que o pensamento na respiração, ele é uma função que faz teu cérebro trabalhar De um modo mais superior, tá bom?
Se é que se pode falar dessa forma, mas essa é uma das lógicas do por que a respiração ela faz também. Uma respiração consciente ela faz isso, tá bom? Nunca vi uma aula como essa, que bizarro, tô ficando mais inteligente, brutal. É isso mesmo. >> Bateu 10.000 curtidas, né, cara? E aí, agora vou entrar em sistema endócrino, tá bom? Porque a gente tá aqui em fisiologia, então agora eu vou pegar um Pouco de sistema endócrino, tá? Sistema endócrino, eu começo a ensinar sempre, tá? Deixa só, não deixa, deixa carregar um pouco mais. Eu vou pegar
mais uma parte aqui. Olha só, sistema endócrino. Como que eu ensino o sistema endócrino? Sistema endócrino, primeira coisa, ele fala sobre hormônios. Então, vamos agora para sistema endócrino. Tá todo mundo pronto? Escreve aí nos comentários. Sistema endócrino, tá? Galera, não esqueçam que amanhã a Gente abre a nossa Black Friday 7 da manhã, tá bom? Cara, estejam comigo, confia em mim. Se você tá aqui é porque você gosta de mim, gosta das aulas. É, é isso e muito mais na plataforma SAD, plataforma nova, linda. Fiz a plataforma mais linda do Brasil para vocês. A gente vai
estar junto aí muito firme, muito forte, tá bom? São só 1000 vagas, galera. 2497 pelo vitalício, é a melhor oferta de todas que eu já fiz com a assibulares Tradicionais te preparando para qualquer vestibular que tu decida fazer, tá bom? Sistema endócrino. Então, esse sistema endócrino aqui, ele vai falar sobre os hormônios, tá bom? E a gente sabe que hormônios são o quê? Hormônios eles são mensageiros bioquímicos. E o que que são hormônios? Mensageiros bioquímicos. Como assim mensageiro bioquímico? O hormônio ele serve para você integrar as partes do nosso corpo, para você fazer com que
os sistemas funcionem no timing, Correto? O hormônio ele é um mensageiro bioquímico que ele chega num certo tecido, ele chega numa certa glândula, ele chega numa certa célula e ele modifica o comportamento dela de alguma forma. Ou ele estimula, ou ele reprime, ou ele faz com que ela trabalhe mais rápido. Os hormônios fazem isso, entendeu? Pedro, qual é a diferença? Escuta isso aqui agora. Pergunta importante. Pedro, qual é a diferença de um hormônio para um neurotransmissor, Pedro? Porque quando eu penso no hormônio, quando eu penso em insulina, testosterona, ele é um mensageiro bioquímico. E o
neurotransmissor, cara, olha só, é praticamente a mesma coisa, mas o neurotransmissor ele circula dentro do sistema nervoso e o hormônio ele circula predominantemente no sangue, tá? Então tem inclusive tem muitos tem muitos hormônios que são ao mesmo tempo hormônio e neurotransmissor, tipo os citocina. Ositocina no sangue é Hormônio, os citocina na nas vias cerebrais ela vira um neurotransmissor relacionado ao afeto, tá bom? Então é só essa diferença. Então quando a gente pensa em dopamina, serotonina, essas coisas, elas são muito mais neurotransmissores. E quando a gente pensa em eh mas até mesmo a noradrenalina, por exemplo,
ela tanto um hormônio quanto um neurotransmissor. Então é só uma questão de localização, beleza? Para você conseguir, presta Atenção aqui, tá bom? Para você conseguir ter um entendimento de sistema endócrino, você tem que começar um estudo hierárquico. Como assim um estudo hierárquico? Eu quero que você pense que tem aqui, olha só, quero que você pense que existe aqui. Deixa eu atualizar isso aqui. Olha só. Tá. Vou limpar a tela toda pra gente poder seguir os réos, tá bom? Existe aqui o teu cérebro. Nossa, ficou muito ruim esse cérebro. Pera aí. Existe aqui o teu cérebro,
Menos mal assim, mas não tá bom também. Tá bom. Tem aqui o teu hipotálamo, tá? E tem aqui a tua hipófise. Pensa nesses dois aqui. Hipotálamo é sistema nervoso. Hipotálamo você vai levar pra prova que ele ele tá sempre medindo os sinais do seu corpo. Ele tá sempre medindo a sua temperatura, tá sempre medindo como você está. Então o hipotálamo, ele é uma parte que tá já é sistema nervoso e ele controla tudo que tá acontecendo no seu corpo. É ele que te dá febre, por Exemplo, ele que sobre o termostato do teu corpo, tá
bom? E o hipotálamo, ele faz uma coisa, ele controla a hipófise. Quando a gente fala de hipófise, a gente já tá falando de uma glândula, de uma glândula endócrina, tá? Então, primeira glândula que você tem que saber é essa daqui, ó. Hipófise. Hipófise, ela fica no cérebro. Isso aqui é uma glândula endócrina. E a hipófise é a glândula mestre. A hipófise ela comanda o sistema endócrino, mas ela, por sua vez, é Controlada pelo hipotálamo. Tá bom? Excelente. Então, a hipófise é controlada pelo hipotálamo. Ela é a glândula mestre. O que que você tem que saber
de hipófise? Tá? Existe, eu, cara, eu tô puxando tudo de cabeça. Eu não não revisei nada, não estudei nada para isso aqui. Isso aqui é só o que eu sei na minha cabeça. Eu acho que tá em alto nível. Acho que eu tô tô bem alinhado aqui. Hipófise você tem e eu e eu eu acho muito bacana isso porque eu consigo Puxar as coisas mesmo sem ter estudado recentemente, né? Porque eu tenho um aprendizado muito focado ali no meu no imaginação da coisa, tá? Então você tem ali uma parte que é a neuroipófise, que é
a parte de trás da hipófise, tá bom? Parte posterior, neuroipófise e tem aqui a adenoipófise. São duas partes da mesma glândula, tá? Então adenoipófise. Detalhe, hipófise tem outro nome que é pituitária, tá? A hipófise também é chamado de glândula pituitária. Então, Adeno hipófise, galera, você vai ter que saber, você vai ter que decorar aqui junto comigo, porque é bom que você decore, oito hormônios da hipófise, tá? Você vai decorar oito hormônios da hipófise. E, cara, não é difícil de decorar isso, tá bom? Estão preparados aqui comigo? Vamos lá. Vamos pegar aqui oito, oito hormônios da
hipófise, tá? Primeiro vamos pegar aqui os da adeno hipófise. Adeno hipófise tem seis hormônios, ela é a mais importante de Certa forma. Eu sempre gravo o seguinte, tem cinco deles que tem H, tem cinco deles que tem o H e tem um que não tem o H. Eu vou puxar todos aqui de cabeça. Vamos lá. Aeno hipófe. A gente tem aqui, ó, ã, deixa eu, deixa eu começar aqui numa ordem. A gente vai ter aqui, ó, GH, a gente vai ter LH, a gente vai ter Fsh, a gente vai ter AC, a gente vai ter
o TSH e a gente vai ter aqui no final das contas, pera aí, não fala não. A gente tem aqui agora na Neuroipófise a vasoprecina, que é o antidurético. E tem aqui também aqui a gente já tem a Não fala não, hein? Aqui a gente já tem talvez a ocitocina, a vasoprecina, eu sei que tá aqui, tá bom? Então aqui tá a vasoprecina, que também é conhecida como A D. E agora aqui prolactina. Ô, eu tava puxando aqui prolactina, tá bom? Esse é o sexto. Sa prolactina, tá, cara? Todos esses hormônios da hipófise, eles são
hormônios tróficos, tá? O que que é Um hormônio trófico, cara? que a função disso aqui, esse trófico é como se fosse de alimentação. A função da hipófise é encher o saco das outras glândulas. Então ela vai, ela vai acordar as outras coisas do corpo. Vamos lá. Então, como é que a gente lembrou disso aqui, ó? GH, tu vai lembrar LH e FSH tem tem funções que de alguma forma são similares porque atuam nas gônodas, principalmente. ACTH, TSH e prolactina. Pedro, como é que eu decoro isso, cara? Você fica repetindo Algumas vezes. Você escreve, reescreve e
por aí vai, tá bom? E aqui a gente tem o ADH e aitocina. Vamos lá. Eu vou inclusive aqui puxar de novo, tá bom? Porque eu já escrevi, agora eu vou escrever de novo para você ir pegando junto comigo. Vamos lá. Hormônios da adenoipófise. Adenoipófise, cara. Você tem aqui o primeiro deles que é o quê? GH. Vamos puxando de cabeça. O GH é growth hormone, né? Então, hormônio de crescimento, também chamado de Somatotrofina. Somato é corpo e trofina é crescimento. Cara, o GH estimula crescimento de várias áreas do corpo, crescimento de músculo, crescimento de osso,
mas não é indiscriminado. Ele funciona muito mais quando você ainda é jovem. Então você não vai, se você tomar GH, tu não vai crescer porque você já tem as tuas epífeses do osso fechado. Você não tá mais suscetível a ter crescimento de fato longitudinal. Então o GH faz isso, ele faz o corpo crescer. O que que acontece se uma criança tem deficiência de GH na infância? Nanismo. Se ela tem muito GH, gigantismo. O que que acontece se um adulto tem excesso de GH? acromegalia. Por quê? Eu, se eu tiver excesso de GH, eu não vou
ter como crescer meu corpo todo. Mas eu ainda consigo crescer as extremidades. Ponta do nariz, ponta do queixo, ponta dos dedos, nó dos dedos. Eu vou ficar cheio de bicos aqui às vezes na orelha. Esse é o efeito dele, tá bom? Outro hormônio Aqui agora, hormônio ACTH. Cara, esse aqui é o adrenocorticotrófico. Não é difícil, tá bom? Você tem duas glândulas aqui que eu vou ensinar ao mesmo tempo, que são duas glândulas que ficam nos seus rins, tá bom? Pensa que tu tem dois rins, tá bom? E aí tem aqui o rim, né? em cima
dele. Para alguns autores você tem o quê? Glândulas suprarrenais. Mas alguns autores dizem que não é em cima, dizem que é do lado. Eles falam assim: "Ah, são as adrenais", Tá? Então, AD quer dizer ao lado e supra quer dizer em cima. Então, essa é a diferença. Adrenal e suprarrenal é a mesma coisa, só uma questão léxica, mas se tem a mesma tem a mesma o mesmo impacto semântico, quer dizer a mesma coisa, tá? Essas glândulas aqui, elas são tuas glândulas suprarrenais. Quero que você pense nelas, tá bom? Finge que essas aqui já são, vou
desenhar aqui tuas próprias glândulas, tá? tem um fins que isso aqui é uma suprarrenal, isso Aqui é outra suprarrenal, elas estão nos teus gins. Esse ACTH, ele é o adrenocorticotrófico, tá? Então adreno quer dizer que ele vai pra adrenal e cortico quer dizer que ele vai pro córtex. Pega isso aqui, tá bom? Em biologia, né? Que aula completa. Parece que eu estou numa faculdade de medicina. Maneiro. Olha só que bom que vocês estão gostando. Em biologia você tem que se acostumar que cótex significa coisa externa, tá bom? Pô, córtex Pré-frontal. Cara, eu vou falar um
negócio aqui agora pode parecer bobeira, mas eu acho que muita gente bota uma cabecinha explodindo aí se essa bobeira já te fez assim, caraca, legal, né? O que que é córtex? É uma região externa. Então aqui tá o córtex pré-frontal, porque, cara, tem a minha testa, que é a minha fronte e ele tá atrás dela, pré-frontal. Então, por isso que essa região aqui é o córtex pré-frontal. Às vezes a pessoa fala córtex pré-frontal, Parece algo muito muito intelectual, mas cara, é um significado simples, não tem nada demais nisso, tá bom? Faz total sentido, não faz?
Então, dali um monte de gente. Caraca, legal. É legal. Cótex préfrontal é a região ali mais desenvolvida no nosso cérebro. Eh, é o que é a coisa que é muito própria do do raciocínio da inteligência humana, tá bom? Então, córtex é o que tá fora. Então, pensa na tua glândula suprarrenal. Ela tem uma região Cortical, que é essa região que tá aqui mais para fora. E o que que é o que tá dentro? É uma coisa chamada medula. Então, ela tem uma região medular, que é a parte de dentro, tá? E aqui ela tem essa
região externa que é o córtex dela. O, olha só, vamos lá. Ela é a glândula o quê? Adrenal. Eu quero que você pense agora no meio dela. Olha só, ela é raciocina comigo. Ela é a glândula adrenal, mas ela tem uma parte externa e tem uma parte interna, tá? Qual dessas Partes tu acha que é mais a adrenal? Como assim, Pedro? [ __ ] ela é adrenal, mas a parte do meio ou a parte de fora é mais propriamente a adrenal? Pô, a parte do meio que tá no meio da é a parte do meio
da glândula adrenal, ela produz dois hormônios. É a o quê? Ela tá no meio da adrenal. É a medula da adrenal. Ela vai produzir o hormônio. Calma aí. Ela vai produzir o hormônio adrenalina. Bota a cabecinha explodindo. Se você não tinha percebido isso ainda, que a Adrenalina se chama adrenalina porque é produzida na adrenal. E mais quem junto com a adrenalina? Nora, adrenalina. Já vou falar delas, tá bom? Adrenalina e nor adrenalina. E aí pegou? E o um monte de gente ali. Caraca, legal. Calma. Não tô falando ainda do do ACT, não, tá? E o
córtex dela, adivinha o que que o córtex, tá todo mundo louco ali. O que que o córtex vai produzir, cara? O córtex da adrenal ele vai produzir o quê? Cortisol. Por que cortisol? Porque é produzido pelo córtex da adrenal, tá bom? E além do cortisol, ele vai produzir também audosterona. Aldosterona. Esses quatro aqui são das adrenais. Mas vamos lá. Lembra do ACTH que é da tireoide? A função desse safado é o quê? Adreno. Olha só. adrenoortico, então córtex da adrenal trófico. Adrenocorticotrófico, ele vai lá no córtex da adrenal e estimula que o córtex faça aquilo
que ele sabe fazer, que é o quê? Produzir Cortisol e produzir audosterona. Já vou falar da função deles daqui a pouco, tá bom? Pensa aqui agora comigo. TSH, cara, tira o estimulante, ele vai estimular tua tireoide. Tua tireoide, ela tem três hormônios que você tem que saber, tá bom? Basicamente, tua tireoide tem T3, T4 e é isso que ele vai estimular aqui, tá bom? Então, T3, T4 são e Pedro, o que que é T3, T4? São os hormônios da tiroide, tá? Então, T3, T4, claro que a gente pode entrar em várias Complexidades, a gente pode
entrar nas nas deiodases, a gente pode entrar nos processos aqui, mas o que você tem que saber pra prova mesmo, ainda mais agora, é que, cara, T3 e T4 são hormônios da tiroide, eles promovem aceleração metabólica. T3, T4 faz ter o metabolismo ficar acelerado. Se você, eu, por exemplo, se você fosse me dar um estereótipo, você ia falar: "Pô, Pedro, tem mais chance de tu ter hipertiroidismo ou hipotiroidismo?" Aparentemente, mais chance de eu ter hipertiroidismo, porque eu sou um cara muito agitado e tal, mas não é assim, isso é só uma brincadeira, tá bom? que
a pessoa que tem hipertireoidismo, ela tem muito desses hormônios da tireoide circulando, ela fica muito muito agitada, ela tem um metabolismo muito acelerado, ela tem uma, ela tem uma perda de peso, ela sente muito calor e a pessoa que tem hipotiroidismo, tem pouco hormônio da tiroide, ela é mais devagar, Tá mais suscetível a engordar, sente mais frio. E quem estimula isso aqui? O TSH, que é o hormônio tiroestimulante. Ok? Ok. Então ele que induz, ele que vai vai fazer isso aqui funcionar, vai lá na tiroide. A tiroide ainda tem outro hormônio, tá bom? Ela tem
T3, T4, ela tem um hormônio chamado calcitonina. Então a calcitonina, ela é o hormônio que vai fazer o quê? Ela vai aumentar a quantidade de cálcio nos teus ossos, tá bom? Dizendo de Maneira, é porque assim, de maneira complexa mesmo, a calcitonina vai atuar nos teus osteoblastos, tá? Então a gente tem os osteoclastos, né, que os osteoclastos estão destruindo a matriz óssea, a calcitonina vai reduzir a atividade deles. Então isso aqui é paraa faculdade isso ou para provas específicas, né, que a calcitonina ela não é não literalmente joga cálcio para teus ossos, ela vai fazer
uma redução na atividade de destruição dos teus ossos. Você tem osteoblastos construindo ossos e tem osteoclásticos destruindo ossos. São células que ficam mantendo tua matriz óssea em constante reciclagem. E a calcitonina ela faz isso, ela vai diminuir a atividade osteoclástica. Mas o que você tem que saber é que a calcitonina ela deposita cálcio nos teus ossos, tá? Então a calcitonina faz teu osso ficar mais firme. Beleza? Isso é um hormônio da tireoide. Tem outra glândula aqui que é a paratireoide. A Paratireoide tu só tem que saber que ela tem o quê? Paratireoide tá ali atrás
dela. Paratireoide. Ela tem o quê? Um hormônio chamado paratormônio. Cara, parato horormônio é o contrário da calcetonina. Calcitonina faz o quê? Tira cálcio do teu sangue e joga pro teu osso. Ai Pedro, isso é muito bom, muito legal, porque meu osso fica mais forte. Sim, eu concordo que é muito bom e muito legal. E o que que o parato hormônio faz? Ele faz o contrário. Joga cálcio do Meu osso de volta pro meu sangue. Mas Pedro, por que que eu precisaria fazer isso? Por que que eu precisaria jogar cálcio do osso pro sangue? Porque o
cálcio é muito importante para contração muscular. E se você tiver deficiência de cálcio, teu corpo vai destruir teus ossos para jogar cálcio, para que você possa usar no teu coração e no teu diafragma para fazer contrações que são mais importantes, manter teu coração batendo, manter tua respiração Funcionando do que teu osso, tá bom? E você vai ter osteoporose, vai ter um monte de problema, tá bom? Bizarro. Vamos nessa, vamos seguindo. Então, calcitonina e paratormônios são hormônios antagônicos, tá bom? Calcitonina da tireide, paratormônio da paratireoide e o TSH é um hormônio da hipófise. A gente tá
aqui na hipófise ainda que vai influenciar a tireoide. Próximo aqui, FSH, folículo estimulante, faz amadurecer, tá bom? Faz, não faz a Mulher ovular, faz amadurecer o óvulo da mulher. Então, faz o óvulo passando pelos processos em que ele vai ser liberado, mas ele não é de fato liberado, ele é o folículo estimulante, tá bom? e o LH. Detalhe que se você pegar o FSH e o LH, eles dois são hormônios gonadotróficos, tá? Então eles agem nas gônadas, tá? Então a gente tá falando que eles agem principalmente nos ovários. E aí aqui no homem também vai
ter papel de de ele também vai agir nas Gônadas masculinas, tá bom? Mas falando aqui especificamente da mulher que é o mais importante, o LH ele é o hormônio luteinizante. Galera, se quiser entender isso aqui, cara, não vou explicar agora porque eu postei ontem uma aula de de hormônios femininos e eu só vou falar aqui resumidamente, tá bom? O LH ele vai fazer o desenvolvimento e a manutenção do corpo lútil. O corpo lúteo é uma glândula temporária que surge no ciclo eh no ciclo da mulher. E aí quando a Todo mês quando a mulher ovula,
depois que ela ovula, surge o corpo lútil e o corpo lútil vai fazer uma produção de progesterona. Essa progesterona do corpo lútil, ela vai tentar manter o endométrio da mulher em construção, porque quando você eh quando você ovula, seu corpo sempre pensa que você vai engravidar. Então ele sempre vai gerar um corpo lútil ali, que é o LH que estimula. E esse corpo lútil vai aparecer como uma glândula temporária, Vai produzir progesterona, uma coisa progestação para manter a estabilidade do teu endométrio, porque ele espera que ali se implante um bebezinho. OK? Caraca, mano, bizarro. E
aí agora falta aqui a falta aqui a prolactina. A prolactina ela vai estimular as glândulas mamárias, tá bom? Então, prolactina, olha só, prolactina, produção de leite, vai estimular a glândula mamária para que produza leite ali, para que um bebezinho ele tome Aquele leite ali ou qualquer coisa do gênero, tá bom? Então, Proactina faz isso aqui, é só essa ação que você tem que saber sobre ela. E agora cuidado porque na a na tua neurohipófise, que é a outra parte da hipófise, tá bom? Os hormônios que você tem não são produzidos por ela, são produzidos pelo
hipotálamo, mas ela armazena e secreta. São esses dois hormônios aqui, tá bom? Antidiurético e ositocina. Cara, oitocina é muito simples, né? Ositocina Enquanto neurotransmissor é responsável pelo afeto, mas ositocina enquanto hormônio, eu quero que você saiba que a ocitocina é responsável principalmente pela contração uterina da mulher durante o parto, tá? e o ADH que é o antidiurético. Vamos lá. O que que é o processo de diurese? Pega essa conexão. Processo de diurese é o processo que você faz xixi, tá? Então, ã, é, olha só o processo de, eu tô, tô olhando aqui, eu tô me
distraindo com os comentários Aqui, tá bom? Deixa eu só focar aqui um pouco mais, vou botar minha tela aqui para eu poder focar mais. Então, olha só, ã, o hormônio antidiurético, que que é diurese? Diurese é fazer xixi. Antidiurético, ele não deixa você fazer xixi, tá? Ele reduz a tua vontade de fazer xixi. Mas vamos falar agora em termos biológicos, tá bom? Ele aumenta a reabsorção de água nos teus rins, tá? Então, quando você tá numa situação de escassez de água, o teu hormônio Antidiurético, ADH, ele vai evitar que você faça xixi ou ele vai
fazer você reciclar a água mais vezes. Ele também é chamado de vasoprecina, tá? Porque vasoprecina, tu pensa em vaso sanguíneo, precina porque ele também gera uma contração nos vasos sanguíneos. Então é muito importante você ter a conexão de que o álcool, por exemplo, ele inibe o hormônio antidurético. Então, por isso que quando você bebe, você começa a ficar desidratado, porque o álcool inibe O antidurético, até porque quando você bebe, você tá ingerindo uma toxina. É do interesse do teu corpo expelir aquela toxina. Então, teu corpo não quer ficar segurando de modo algum aquela aquela sujeira
dentro de você. Então, vai inibir o antidurético para você fazer xixi mesmo. E aí o pessoal que bebe cerveja sempre falar: "Nossa, eu fico fazendo muito xixi quando eu bebo cerveja". Não é porque tu tá ingerindo muito líquido, é porque você tá Desidratando para caramba, tá bom? Por isso que o xixi inclusive vai ficando amarelo, vai ficando cada vez pior a tua situação. Mais hormônios que você tem que saber aqui. Vamos lá. Lembra aqueles que eu falei da glândula da tua glândula adrenal? Então a gente tem na medula da adrenal adrenalina e noroadrenalina. Cara, o
efeito é parecido. A noradrenalina tem um efeito um pouco mais brando e mais constante, mas eu quero que você saiba que a adrenalina Ela ativa o estado de luta oufuga. Então, a adrenalina faz teu coração bater mais rápido, faz teus vasos contraírem para você aumentar tua pressão sanguínea e faz o sangue se direcionar mais pros membros superiores e inferiores para você se preparar para luto ou fuga. Quando a gente pensa agora na no córtex, a gente tem aqui o cortisol e audosterona. Olha só, cortisol é muito importante porque cortisol, muita gente pensa assim: "Ah, Cortisol
é o hormônio do estresse, tá? Não é bem assim, tá? O cortisol, primeira coisa, ele é o hormônio que mantém a sua vigília, que mantém você acordado. Todo dia para você dormir, você tem que ter uma queda de cortisol e você acorda com um pico de cortisol. Então o cortisol ele te acorda, ele te deixa atento. Tem outros papéis pro pro cortisol, por exemplo, ele entra muito em ação quando seu corpo tá passando por um estresse prolongado. Por isso que Dizem que ele é o hormônio do estresse. Por quê? Porque o cortisol, ele também ele
vai tirando o glicogênio de dentro das suas células. ele vai fazendo um papel que em certa medida é similar ao do glucagon, tá bom? Não é a mesma coisa, mas ele vai disponibilizando mais glicose para você usar, porque ele vai fazendo você ter força constante para lutar contra um estresse constante. O cortisol ele é imunossupressor, isso é muito importante, tá bom? O cortisol é Imunossupressor. Então, quando você tá com uma inflamação muito forte, que tá muito agressiva, teu sistema imunológico tá pegando muito pesado para lutar contra algum invasor, às vezes tá pegando tão pesado que
você toma um corticoide para ele ser um imunossupressor. Isso pode cair dentro do tema de transplantes. Quando alguém faz um transplante, vai receber um órgão que não é da pessoa, esse órgão, ele pode ser rejeitado, porque aquele órgão Ali, ele vai ser como que fosse um antígeno, vai despertar o sistema imunológico do receptor do órgão. E aí você sempre que faz um transplante, você vai fazer tratamento com corticoide para reduzir, isso já caiu no para reduzir a chance de rejeição desse órgão. Beleza? Não preciso nem dizer, mas o cortisol ele é antagônico um hormônio chamado
melatonina, que é produzido, não é pela hipófise, tá bom? É produzido por uma glândula chamada pineal. Então a Glândula pineal, ela também tá aqui no cérebro, ela produz melatonina. A melatonina ela regula o teu ciclo circadiano. Ela te diz que tá na hora de dormir. Melatonina para ser produzida depende da ausência de luz. Então, por isso que a luz do dos dispositivos digitais atrapalha o nosso sono. E aí a melatonina, ela é antagônica ao cortisol. O cortisol inibe a produção de melatonina e vice-versa. Ela tem que ser produzida no escuro, tá bom? Então, se a
Gente olha para um gráfico, a gente vai ver o cortisol e a melatonina sempre antagônicos, OK? Não faz sentido os dois eles não vão estar ativos ao mesmo tempo, porque um te deixa acordado e o outro te deixa com vontade de dormir. Audosterona também é produzida aqui no Córtex da Adrenal. Você vai gravar que ela faz, lembra? Lembra o ADH? O ADH ele faz reabsorção de água, ele recicla água. A odosterona, ela faz algo de certa forma análogo, ela reabsorve sais, Então é muito precioso água para você perder, mas também sais são muito preciosas. Então
você, ela faz reabsorção de sódio, principalmente, tá bom? Então é o o sódio tava para ir embora no teu rim, tava para ser escretado na urina, ela vai lá e reabsorve ele e bota ele de volta pra corrente sanguínea para você eh para você poderã manter a tua concentração de sais dentro do teu corpo e não ficar sem eles. Tá Bom? Nossa, eu tô ficando até cansado mentalmente. Tá me dando já aqui um branco de algumas ideias, cara. Hormônio que eu ainda não falei aqui. Vamos lá. Lepina e grelina, tá bom? Isso aqui é muito
importante. Isso pode cair na prova, tá? Antes deixa eu falar aqui de insulina e glucagon. Insulina e glucagon são hormônios produzidos pelo punkreas. A gente já falou várias vezes, mas a insulina ela, os dois atuam no controle da glicemia. Mas a insulina ela coloca a Glicose dentro das tuas células. Quando você come, ela bota glicose lá dentro para fazer metabolismo energético e para fazer armazenamento. E o glucagon, ele pega a glicose que tá dentro e bota para fora. Bota para fora para para quando você acorda, por exemplo, você tá em jejum, você tem que botar
glicose na corrente sanguína. Ele faz isso. Esses dois aqui também são antagônicos, são produzidos pelo pâncreas, endócrino, são produzidos pel um lugar do pâncreas Chamada chamado ilhotas de langerhans. E são produzidos pelas células alfa e células beta, tá bom? É só você lembrar da palavra gabi, tá? Então, gabi, você vai pegar aqui, ó, glucagon é nas células alfa. E nas células beta você tem insulina sendo produzida, tá bom? A diabetes do tipo um é uma doença autoimune em que você tem a destruição das células beta do pâncreas e aí você não consegue produzir insulina. Por
conta disso, você se alimenta, mas você Não vai conseguir utilizar aquela glicose, ela vai ficar oxidando seu organismo. E você tem que fazer injeções mesmo de insulina para suprir essa deficiência, beleza? Lepina e grelina. Lepina é um hormônio da saciedade, tá bom? E grelina é um hormônio da fome. Então, leptina deixa você saciado e grelina te dá fome. A leptina ela é produzida, olha como como faz sentido, a leptina ela é produzida pelo a grelina é produzida pelo estômago, né, se eu não Me engano, pelo estômago. E a leptina é pelo tecido adiposo. A leptina
dá saciedade. Vou, isso aqui agora é muito importante. Vou deixar aqui os comentários de vocês aqui de novo para eu ler. Olha só. Ah, a leptina ela te dá saciedade, então ela é produzida pelo teu tecido adiposo, porque o teu tecido adiposo ele tem a ver com você já ter nutriente, né? E aí você produz leptina, você fica saciado. Aí teu estômago produz grelina, você sente fome Novamente. Beleza? Muita gente pensa que o obeso, vamos, o obeso ele sente muita fome. O obeso quer comer o tempo todo. E muita gente pensa que ele não tem
leptina, mas ele tem leptina. O obeso tem muita leptina. Então, Pedro, por que que o obeso não fica saciado? Porque ele tem muita gordura. E o e aí a gordura ela produz leptina. Ele deveria ficar saciado, mas não, porque ele tem tanta leptina que ele perde sensibilidade de leptina e ele Não sente mais o efeito da leptina de saciedade. Então ele só tem na prática fome, fome, fome. Ele vai comendo desreguladamente. Beleza, galera? Olha só, cara, são 7:38, estamos aqui 8 horas de live, cara. Vai manter agora? Vai seguir, vai seguir, cara. Eu vou ter
que parar porque eu tô, eu tenho, eu tenho, eu não, eu tenho coisas para fazer, mano. Eu preciso fazer umas paradas. Você quer pegar mais uma parte com eles? >> A gente vai seguir. >> Vai seguir, então. Então, então segue. Vou deixar você seguir agora. Vou abrir mais um aqui. Tu vai falar agora sobre o que mesmo? Sobre comparada, morf, fisiologia comparada, animais. >> Manda bala. >> Cadê o >> É, a gente a gente vai parar daqui a pouco já porque, pô, não, a galera já tá É, não dá para ir até 11 horas, não.
É muita coisa. A gente vai, a gente já Quebrou o recorde, né? Já é a maior live assim, dando aula seguida. Aham. >> Mas cara, 12 horas vai ser loucura. Tá bom. >> Como é que liga aqui? >> Ã, só é só colocar ali, já tá ligado. Só colocar >> ou tão me ouvindo, galera? Ou demorou. É, a galera quer depois questões. Tem mais questões ali que eu a gente pode fazer também depois. Beleza, galera? Olha só, vou só pegar esse Embalo, então, né? Já que a S tava falando ali de de sistemas, né? Aí
a gente vai fazer uma parte aqui de de comparado, tá? Na verdade, eu vou fazer o seguinte, deixa eu pegar o reino animal todo, vou pegar de uma ponta a outra do reino animal falando aquilo que é mais importante. Beleza? Então, olha só, galera, quando a gente pensa em reino animal, a gente tem que pensar sempre numa escala evolutiva, tá? Então, quais são os filos animais, Né? A gente começa aqui com filo porífera, que não tem nada que preste, né? Na verdade, o filo polífera, você vai ter o quê? Esponjas marinhas. O que que uma
esponja marinha tem de interessante? Nada. Não tem pâncreas, não tem fígado, não tem pulmão, não tem braço, não tem perna, não tem cabeça, não tem órgão, não tem apêntice, não tem nada, né? Na verdade, a esponja é um cinho que fica ali só filtrando a água do mar. Beleza? Então, basicamente, a Esponja ela tem poros, que é por onde a água entra, tá, nela, passa por uma cavidade aqui que a gente vai chamar de átrio e essa água sai pelo eh ósculo. Beleza? O lance todo que a água ali na esponja, ela tem que seguir
sempre nesse caminho eh de entrada pelos poros, passado pelo pela pelo átrio e saído pelo ósculo. E para isso ela tem pequenas célulaizinhas, opa, apaguei aqui sem querer. Tem pequenas célulazinhas que a gente vai chamar de Coanócitos. E os coanócitos, basicamente são células eh que tem um flagelinho, OK? esse flagelinho ele vai bater para gerar um fluxo de água ali para dentro da esponja, tá? O importante desse grupo aqui é o quê? São seres ali que sem tem basicamente fazem a filtração da água, tá? Uma outra coisa que é importante ali a a gente pensar
nas esponjas, né, é o fato de que são animais que t simetria radial. O que que significa isso? Simetria em raios. Beleza? Então, os dois primeiros grupos aqui que são porífera e quinidário. Que que é quinidário? água viva, por exemplo, né? A nêmuna. Eh, a gente vai ter ali, eh, corais, beleza? Então, todos esses aqui tem simetria radial, simetria em raios. Então, você tem um ponto concêntrico, né, de onde saem raios. Depois de um tempo muda, tá? Por esses seres aqui são animais bentônicos. Que que é um animal bentônico? É um Animal que fica fixo
parado ali, né? Na verdade, fica associado ao substrato. E eles são bentônicos céceens. são aqueles bentônicos que de fato não saem do lugar, beleza? Eh, tirando alguma fase específica aqui dos quinidários, beleza? O lance todo é que esses serizinhos aqui, por não se locomoverem muito, a simetria radial vai de boa. Agora, já viu como é que tu anda? Tu anda alternando um lado e o outro do corpo. Beleza? Tu já imaginou uma borboleta com Uma asa pequena, outra grandona? Pô, não dá. O bicho vai ficar voando e girando que nem uma maluca, entende? Então, a
simetria bilateral, ela surge para seres que precisam se locomover, beleza? Então, um lado tem que ser igual ao outro do corpo. Show? Senão fica que nem a nadadeira da sorte do Nemo e aí vai dar ruim, o nada vai ser muito eficiente, tá? Então aqui, ó, deixa eu botar aqui mais juntinho. Então, os quinidários E os poríferas são seres de simetria radial. Beleza? Vamos botar aqui, ó, simetria radial. Uma coisa interessante também e é que nesses seres aqui, ó, vou botar aqui quem é, ó, água viva aqui, ó, pá bonitinha água viva, na moralzão. Os
ginidários também eles vão ter uma coisa que de vez em quando a prova ela cobra, tá? O que é o ciclo de vida deles, tá? Como é que os serinhos eles vivem? Basicamente você vai ter o seguinte, uma Etapa de vida que a gente chama de pólipo, beleza? E uma outra etapa que a gente vai chamar de medusa. Os pólipos eles começam a produzir uma estrutura que a gente vai chamar de éfera ou estróbilo que depois de um tempo se descola e vai então dar origem à segunda fase de vida dele, que é a fase
de medusa. Isso daqui é um tipo de reprodução assexuada, beleza? Asexuada, chamada de estrobilização. Show. Aí, que Que rola aqui? A fase de medusa, essa daqui já tem produz eh produz espermatozoide e óvulo, ou seja, você tem macho e tem fêmea e tem fecundação, ou seja, reprodução sexuada. Quem assistiu a aula de botânica, quem não assistiu, vai lá assistir depois, né, amanhã você ainda tem tempo de assistir antes da prova, beleza? O que que vai rolar aqui? Uma fase de vida assexuada, outra sexuada. dessa fecundação, surge uma larva que vai então se assentar e Formar
um pólipo. Quem assistiu a aula de botânica viu o que que era uma alternância de geração, uma geração assexuada, uma geração sexuada, né? Isso daqui é o que a gente vai chamar de metagênese, ok? Então, metagênese é quando você tem a alternância de uma fase de vida sexuada e outra fase de vida assexuada. acontece nos vegetais, tem uma fase esporofítica, outra fase eh gametofítica, beleza? E aqui rola assim também. Show. Esses seres aqui também, Alguns de vocês, eu não sei se alguém aqui já se queimou com água viva, né? Não deve não é uma parada
muito maneira. Eh, já aconteceu comigo também. Inclusive a galera diz que se queimar com água viva, você deve urinar ali no local da queimadura, porque dá uma aliviada, né? Ou então passar vinagre. Não sei se dá certo, meus amigos mergulhadores já fizeram, disseram que superfui. Beleza? E aí, o que queima ali? Esses seres aqui, diferente dos Poríferos, que não tinham droga nenhuma, já tem duas coisas aqui importantes. Por quê? Tentáculo, beleza? Então, já é um apêndice, beleza? Então, o tentáculo, que já é um apêndicezinho ali, que serve para captura de alimento e tal. Eh, e
nesses tentáculos tem células que nós chamamos, estruturas que nós chamamos de quinidoblastos. quinidoblastos. Os quinidoblastos são mais ou menos o seguinte, é como se Fosse uma estrutura que tem um liquidozinho aqui dentro. Aqui você tem tipo um chicotezinho e tem tipo um gatilho que a gente chama de quinidocílio. O tentáculo tá lotado disso. Quando tu esbarra nesse negócio, esse chicotezinho, ele se desenrola, bate na tua pele e inocula essa substância aqui que é uma toxina. Na verdade não te queima, né? Mas a sensação é de queimadura. Beleza? E aí, eh, você, esse kin doast acaba
batendo Em outros animais e paralisa algumas presas, como por exemplo, né, peixes e etc. E aí esse C já tem uma coisa que porífera não tinha, que é uma cavidade digestiva. Ué, mas porífera de não come, come, filtra o alimento e faz uma digestão. Porífera tem digestão, ó, vou botar aqui, ó, digestão intracelular, beleza? digere dentro das células. Ah, Maro, a gente não tem digestão intracelular. Claro que não. Tu tem um tubo digestivo. O Assad falou que Teu alimento entra pela boca, passa por uma série de de especializações ao longo do tubo digestivo e termina
lá no toba, beleza? Do anos. OK? Então, eh, esses seres aqui não tm tubo digestivo. Porífera, digere dentro da célula. Ah, Maro, mas tu falou de digestão intracelular lá atrás quando tu falou de lisossoma, cara. Mas isso não é para digerir teu alimento, entende? A digestão intracelular do lisossomo é para você simplesmente matar bactérias, Né, ou enfim, digerir pequenas partículas que estão dentro da célula. Aqui é diferente, aqui é pro cara se alimentar. Show. Então agora quinidário já passa a ter uma cavidade digestiva. Então tem tentáculos e cavidade digestiva. Isso já é a novidade evolutiva
dele aqui. Show. Além dos quinidoblastos. Tranquilo. Deixa eu apagar esse quinidoblastão aqui. Show. Olha só, meu povo, esses dois seres aqui também tem uma coisa interessante, tá? E Lá em embriologia vocês estudam o seguinte: depois que ocorre uma fecundação, forma um zigoto, show? Formou um zigoto, né? Eh, o que que vai rolar ali? Aquele zigoto, ele vai eh se desenvolver, vai sofrer clivagens e vai gerar uma mórula, OK? Essa mórula depois de um tempo vira uma blástola e depois vira uma gástrula. Quando chega nesse estágio, né, esse serzinho, ele vai acabar formando dois foletos embrionários,
endoderma e ectoderma. Mário, eu nunca entendi esse negócio de folheto embrionário, gente. São as duas primeiras camadas de células que qualquer ser vai ter ali no embrião, tá? Só que todos os outros tecidos do corpo, todos os outros tecidos, os órgãos, tal, vão se desenvolver a partir desses foletos embrionários. Esses dois primeiros seis aqui só formam dois foletos embrionários. Endoderma, endodentro, derma eh eh pele, né? E ectoderma do lado de fora, tá? E aí, Qual é o lance? Esses seres, então, a gente vai chamar de seres de blásticos, porque eles têm apenas dois foletos embrionários
de blásticos, tá? A partir do próximo grupo, qual é o próximo grupo? Grupo dos plateumintos. grupo dos plateomintos ou vermes de corpo achatados. Aqui a gente já vai ter seres que começam a ser triblásticos. Beleza? Deixa eu apagar isso aqui pr a gente ganhar espaço. Deixa eu também ver se eu consigo Diminuir isso aqui. Opa, apaguei tudo, ó. Plateintos. Vamos lá. Tá. Só para eu poder ganhar espaço aqui. Botar isso para cá. Beleza. Deixa eu apagar essa aqui também. Show de bola. Oh, volta para cá. E agora vamos lá. Vamos escrever mais. Olha só, galera.
Plateumintos. A partir de plateumintos e daqui pra frente todos os seres são triblásticos, ou seja, tem três foletos embrionários. Endoderma, hectoderma e mesoderma. Beleza? Show. Eh, meu povo, quem é plateumito verme de corpo achatado, por exemplo, aqui, ó, tênia, beleza? Ou solitária. E aqui a gente pode daqui a pouquinho ver as doenças causadas por esses seres aqui, pelos plateominos e pelos nematóides, que são as doenças causadas por vermes, OK? Que são extremamente importantes pra prova de vocês também. A gente vai fazer daqui a pouquinho exercício e você vai ver que o Enem gosta de cobrar
isso aqui. Show. O lance todo aqui em Platumintos você já começa a ter uma novidade evolutiva também, ó. Aqui porífero não tinha droga nenhuma digestão intracelular, chegou em quinidário. O que que tu começa a ter? Cavidade digestiva e tentáculo. Quando chega em plateomintos, você começa a ter o que aqui, ó? Tubo digestivo. Ah, moleque. Só que o tubo digestivo aqui é um tubo digestivo ainda incompleto, Tá? Que que é o tubo digestivo incompleto? Gente, o tubo digestivo tem duas entradas, né? Tem dois buracos, boca e anos. Tubo digestivo incompleto é aquele que só tem um,
só tem boca, não tem bzó. Beleza, não tem anos. >> Ô, cuidado que anos não é entrada não, hein? >> É saída, né? [risadas] >> É saída, né? É tudo cuidado. É tudo uma questão vetorial. Eh, então, olha só, a Boca, então, é a entrada. Beleza. E aqui só tem boca. Ah, Marão o bicho ele come pela boca e caga pela boca. É tipo isso. Beleza? Então ainda não se completou o tubo digestivo, tá? É plateumintos. Então já são triblá, três folhetas, tem tubo digestivo é incompleto, tá? No próximo grupo aqui que é o grupo
dos nematódios. Ah, moleque, nematódio. Que que é o nematódio, povo? É o verme de corpo cilíndrico. [risadas] >> Duas entradas. Uma entrada e uma saída. Eu ia falar dois buracos, né? Aí [risadas] aí na pressa aqui foi, né? Do cara que falou pro doutor, né? Foi falou, tô com dou na entrada do assim, isso não é uma entrada. >> É [risadas] esse tá resolvido o problema. Então aqui, galera, o nematódio, que é o verme de corpo cilíndrico, aí ele já tem aqui algumas novidades. Qual é a novidade? O tubo digestivo se completa. Ó, aqui o
tubo digestivo se completa. Agora tem boca, tem anos, uma entrada e uma saída. >> [risadas] >> Tubo digestivo completo daqui pra frente, geral. Até a gente agora vai ter tubo digestivo completo. Tu vai percebendo que ao longo do processo evolutivo as adaptações elas vão surgindo e vão se mantendo nos grupos, beleza? Eles vão ficando, foram ficando ali cada vez mais complexos. Tá Tranquilo? Foi? Então, olha só, você tem aqui esses seres também já tem uma novidade, tá? Aqui são triblados, tem três folhetos embrionários, né? Você repara que os seres eles começam a ficar um pouquinho
mais complexos. Daqui a pouco eu vou falar de partes fisiológicas específicas deles, tá? Os seres eles começam a ficar um pouquinho mais complexos e aí vai surgindo a necessidade de ter um lugar para guardar os órgãos internos. Beleza? Esse lugar Para guardar órgãos internos a gente chama de seloma, tá? Surge aqui no próximo grupo, moluscos. Os moluscos são seres selomados. Que que é o celoma? é um uma cavidade que guarda órgãos internos, uma cavidade cheia de líquido que guarda órgãos internos, tá? O nematódio, ele começa a ter um pseudoceloma, não tem um celoma em si,
mas aqui já tem um pseudoeloma. Beleza? E esses seres aqui para trás, de Plateaminto para lá, aí são seres acelomados que não tem seloma, beleza? Seres acelomados. Então, molusco. Por que que molúsculo tem celoma? Porque o molusco, ele já tem um monte de estrutura, beleza? Já tem um tubo digestivo completo, já tem, né, uma um monte de estrutura interna, tem ali uma cabeça. Ah, Mário, mas quem é o molco? O molúgico é, você tem gastrópode, que são os moluscos que t uma única concha, como eh, por exemplo, ali os caracós, Caramujos, OK? Você tem os
biválves, que tem duas válvas, duas conchas, OK? E você tem também ali os cefalópodes, céfalo cabeça, podes, pés. Que que é uma cabeça com pés? Polvo e lula. Beleza? Então, esses seres aqui já tem algumas coisas novas, tá? Tem concha, é um exoesqueleto, né? A concha, só que é um exoesqueleto maneiro, pô. Protege para caramba. Mas, meu irmão, tu já imaginou ficar carregando aquele troço pesado para caraca ali nas costas? O inferno. Tá bom. O que que tem de exclusivo desse grupo daqui? uma boca raspadora chamada de rádula, tá? Então é uma boca cheia de
dentículos de quitina que eles usam para raspar superfícies e com isso se alimentar. Show. Depois do molusco, aí começa a surgir o quê, né? Porque de molusco, molusco é selomado e todo mundo agora passa a ser selomado até você. Beleza? As novidades vão surgindo e vão se mantendo. Aí a gente chega aqui em anelídio. Anelídios. Você tem ali minhoca, sangue suga, beleza? Poliqueta, que são tipo umas minhocas marinhas, tá? E aí os anelídeos, ele já t aqui algumas características interessantes, tá? A primeira coisa que você vai ter aqui é metamerização. O que que é metamerização?
É a divisão. Metamerização é a divisão do corpo em partes. Que que é um anelíde? Aquele que tem o corpo dividido em anéis, tá bom? Então ele vai ter ali o corpinho dele Dividido em partes. Isso não existia antes. Os outros seis era tudo um troço só o corpo, entende? E agora você divide o corpo em partes, tá? Ah, legal. Os adelídirios eles têm também várias características interessantes. Por exemplo, a reprodução pode ser sexuada, normalmente é sexuada, mas existem seres aqui que são eh monóicos, né, ou dióicos. Que que é monóico? É quando tem os
dois sexos no mesmo indivíduo, hermafrodita. Idióico é quando tem os Sexos separados. A minhoquinha mesmo, por exemplo, ela faz uma coisa interessante. Você tem aqui, ó, a minhoca, ela tem aparelho reprodutor masculino e feminino no mesmo indivíduo. Então, rola aqui o quê? A parte masculina de uma se conecta com a feminina da outra e a feminina da outra com a masculina de uma. Rola aqui uma fecundação cruzada. Olha que interessante, mesmo sendo hermafrodita, é diferente, por exemplo, aqui da Tênia Nos plateumintos, que ela também é hermafrodita, mas ela faz autofecundação, ela fecunda ela mesma e
tem filhote dela mesma, ok? Show? Olha só, depois, grupo dos artrópodes. Esse grupo aqui é muito importante. Beleza, galera? Eu tô passando só um, fazendo assim um passadão da parte evolutiva para depois falar um pouquinho mais da parte fisiológica específica, tá bom? Olha só, artrópodes. Cara, esse grupo daqui é o filo mais abundante de todos, Tá? São seres extremamente interessantes. E os artrópodes, eh, eles já têm algumas características bem legais. O próprio nome diz artropodas, né? Podes pés artroarticulação. Tem pés articulados, sacou? Cara, isso daqui é revolucionário. Não sei se tu consegue perceber, pô, que
o bicho antes, a articulação ela te dá uma uma capacidade de movimento em alavanca, sacou? E, cara, os bichos antes não tinham, não tinha pés articulados. Então, agora os Artrópodos eles vem para revolucionar, porque eles agora trazem uma capacidade de movimento que não existia no planeta Terra antes. Beleza? Então aqui tu tem inseto, araqunídio, crustácio, eh você tem eh quilópode, diplópode. Que que é isso? Quilópode é lacraia, diplópode é gongolo, né? Eh, não sei como é que chamam aí, onde você tá vendo o gongolo, né? Eh, alguns lugares chamam de centopeia, miriápode, enfim. E aí
os artrópodes eles têm algumas Características muito interessantes. O primeiro deles, eu falei, pés articulados e a outra coisa que o Enem gosta muito de cobrar. Como é? articulados. E a outra coisa que é o quê? Ele tem um exoesqueleto. Exoesqueleto de quê? De um dos polissacarídeos que a gente tem falado aqui, que são muito importantes. São quatro polissacarídeos que tu não pode sonhar em ir pra prova Sem ir, né? É, sem saber, né? Que são quitina, que é o que eu falei aqui, o exesqueleto de quitina, OK? Amido, que é reserva de açúcares veget de
vegetais, glicogêno e reserva de açúcares de animais e a celulose que forma parede celular de células vegetais. Tá, cara? O exo esquerditina foi revolucionário, meu irmão. Por quê, meu irmão? O molusco tinha que carregar aquela concha pesada do inferno, meu Irmão. Aí lento para caramba. Agora o bicho, pô, tem é tipo fibra de carbono isso aqui, entendeu? É maior revolução. Agora é um exesqueleto de quitina. A parada é leve, é impermeável, permite sobreviver no ambiente terrestre muito de boa, porque, pô, dá maior impermeabilização pro animal e eh a única, permite os movimentos dele ali. O
único problema é que conforme o animal vai crescendo, crescendo, crescendo, chega uma hora que ele chega na no Limite do exoesqueleto, então ele para de crescer. Que que ele tem que fazer? Ele tem que realizar então o que a gente chama de muda >> ou >> ou diiz, né? Então isso tá aqui é coordenado por um hormônio, aí de zona, tá? E aí ele tem que ficar trocando de exoesqueleto. Tanto que o gráfico de crescimento de um artrópode é muito diferente. É um gráfico em escada, né? O bicho começa a crescer, para de crescer. Por
quê? Porque chegou no limite do exoesqueleto. Então ele fica um tempo sem crescer até fazer a muda. Fez a muda, cresce mais um pouco. Para de crescer. fica sem crescer, faz a muda, cresce mais um pouco e assim por diante. No reino animal inteiro, só eles crescem desta maneira aqui, beleza? Tem esse tipo de crescimento. Eh, depois dos artrópodes aqui, gente, ah, o que que a gente vai ter de muito importante? Os equinodermos. Beleza? Equinodermo, que que significa isso? Espinho na pele, é isso que significa. Quem a gente tem aqui? Ouríço do mar, pepino do
mar. É estrela do mar, eh lírio do mar, tudo do mar, né? É tudo marinho. Beleza? E aí os equodernos aqui tem uma parada diferente, meu irmão. Esses seres aqui voltam a ter simetria radial. Olha que louco. Volta a ter simetria radial, tá? Até aqui tudo era bilateral, foi radial aqui em porífera, em Inquinidário, depois passou a ser bilateral. Aqui volta a ser radial. E detalhe, né? Ele não tem. Todos os seres aqui começaram a ter sistemas bem desenvolvidos para caramba e tal. Pô, quando chega aqui, o que que ele tem? Um sistema chamado sistema
ambulacrário, que é um conjunto de canais por onde a água circula ali no corpo deles. Beleza? Isso substitui sistema respiratório, sistema eh circulatório, sistema escretor. Se cara vai fazer praticamente Papel de tudo aqui nessa estrelinha do mar. Beleza, Mário? Mas estranho, do nada simplificou. Sim, porque na evolução, evolução não significa ficar mais complexo. O Enem já cobrou isso. Não é complexificação. Evoluir é mudar ao longo do tempo. Essa mudança ela pode até ser para simplificar, sacou? Então, eh, pode ser bem interessante aqui essa simplificação, dependendo do que o meio está exigindo. Beleza? Legal. Só que
por Que que ele não tá aqui, Mário, do lado de de porífera, de quinidário? Não seria mais certo colocar ele aqui porque ele tem simetria radial, porque ele é muito simples? Não, porque tem uma característica, deixa eu diminuir aqui de novo, tem uma característica que torna ele mais próximo do próximo filo e do último filo aqui do reino animal, que é qual o último filo? É o filo dos cordados. Beleza? E aqui, gente, é uma característica embrionária também, tá? Que é o seguinte, na fase de gástrula, aquela fase embrionária que eu falei, eu falei que
vai se formar aqui endoderma, e depois de um tempo surge a mesoderma, a camada do meio, nos animais que são triblásticos, né, que já tem três folhetos embrionários. O lance todo é que assim, gastro, gastrola te lembra o quê? Lembra gastro? Gastro, estômago, né? E aqui na gástula tem uma cavidade que a gente chama de arquêtero, beleza? O arquêtero. E esse arquêntero tem um Buraquinho aqui que vai ser o blastóporo. Olha só, meu povo, blastóporo. Que que acontece? O arquêntero vai dar origem ao tubo digestivo. Aí a gente falou que o tubo digestivo tem dois
buracos, não tem? Falei buraco agora, né? Tem o quê? A boca e o anos. Beleza? Então o blastóporo ele vai dar origem ou a boca ou ao anos, né? Mar, qual que ele origina? Depende. De equinoder, de de querer dizer de artrópodes. Apaguei aqui Sem querer, ó. De artrópodes para baixo. Em todos os seres, o blastóporo deu origem à boca. Aí a gente chama esses animais de animais protostomados. Agora, de equoderma em diante, em todos os animais, o blastópo dá origem ao anos, tá? Então a gente chama de deuterostomados. Mário, tem alguma importância assim funcional
disso? Deuterô tomados? Não, funcional não tem não, galera. É só para Que vocês entendam que aqui houve uma ruptura evolutiva que tornou os equinodermos e cordados mais próximos evolutivamente do que dos outros grupos, tá? Então, houve aqui uma ruptura evolutiva. Show, marô. Legal. E os cordados, meu irmão, os cordados são os que não estão dormindo. Ah, nossa, que piada horrível, né? Eh, não, os cordados eles basicamente são grupos que já t três características interessantes. Primeiro, presença de notocorda. Que que é notocorda, meu povo? É o seguinte. Quando tu era um embrião, tu era um troço
assim, lembra? Não sei se tu lembra, né? Quando tu era, tu era um troço meio estranho assim, ó, um bicho estranhão, tava lá dentro da barriga da tua mãe, né? E tinha um eixo de sustentação do teu corpo, que a gente chama de notocorda. Depois de um tempo some, aí volta o qu aí tu forma ali coluna vertebral, beleza? Mas você tinha essa notocordazinha aqui quando tu era Esse bicho feio alienígena aqui. Show. Eh, todos os cordados totocorda. Todos os cordados também desenvolvem fendas branquais. Que que é fenda branqueial, Mário? Fenda branqueal. Pô, branqueal te
lembra de branqueia, né? Fenda parece que é o quê? Um buraco, né? As fendas branqueais é aquilo que tu tem lá no tubarão. Você teve isso quando era embrião. Depois obviamente você não tem que tu não é o Aquamen, né? Então não rola ali fenda branqual, mas no embrião Rola, tá? E uma outra coisa que é importante, tá? Em todos esses grupos aqui, a partir do momento que começou a surgir um sistema nervoso, esse sistema nervoso até equinodermos, né, era um sistema nervoso que a gente chama de ganglionar e ventral. Que que é isso? Ventral.
Ventral te lembra o que? Dança do ventre. Dança do ventre é aquela dancinha que tu faz aquele bagulho com a barriga assim, né? Muito sensual seduction, né? É. E aí tu mexe o quê? Com a parte da frente do corpo, né? Então o ventre é a parte da frente. Aqui o sistema nervoso encordados passa a ser dorsal. Ele passa pra parte de trás do corpo. É, beleza? Vem aqui para trás como é em você. Beleza? Ele passa a ser dorsal. Show. O lance todo aqui, galera, é que assim, Mar, tu falou que é ganglionar. Que
que é isso? ganglionar é o seguinte, é como se você tivesse um cordão e tivesse ganglios, que são grupamentos De células aqui. Sabe o que que isso daqui significa? Que o sistema nervoso desses seres aqui não era centralizado que nem o nosso. A gente tem um cérebro, a gente tem um encéfalo contendo ali cérebro, cerebelo, né, tálamo, eh, bulbo, ponto. A gente tem ali um monte de estrutura para fazer o controle do corpo todo. Se eu cortar tua cabeça, tu morre. Por quê? Porque nós temos o controle do sistema nervoso centralizado. Agora, se eu pegar,
por Exemplo, uma barata, cortar a cabeça dela e tapar para ela não perder a hemolinfa, que que é hemolinfa? É tipo o sangue dela, né? O sangue dela é incolor, não é que nem o nosso que é vermelhinho, porque o nosso tem hemoglobina, tem hemcia, assim como os anelídeos também tem, né? Mas dela não, dela é hemolinfa, não tem cor. Beleza? Se eu tapar a cabeça dela e impedir a saída da hemolinfa, a barata vai viver, beleza? Ela vai viver sem cabeça. Vive, Porque o sistema nervoso dela é descentralizado, é ganglionária, é espalhado pelo corpo,
como de todos esses outros seres aqui. Beleza? Ela vai morrer de fome um momento, beleza? Eh, gente, não fica cortando cabeça de barata, não, deixa pobre, coitada. Eh, enfim. Então, todos esses aqui, é, todas essas são características dos cordados, tá? Os cordados a gente subdivide em grupos, tá? A gente vai ter, né, os protocados, Beleza? que normalmente não aparecem para vocês. Aí vai ter o urocordado e céfalocordado. São bichinhos que vocês não conhecem, né? Aicídia, anfioxo. E a gente vai ter aqui um outro grupo que é o subfilo vertebrata, beleza? E aí aqui começa a
interessar pra gente porque o que que são os seres do subfilo vertebrata. Deixa eu ver se eu consigo diminuir mais ainda. Olha aqui, ó. Nossa linha evolutiva tá ficando bonita, hein? Né? Nosso subfilo vertebrata. Aqui a Gente vai encontrar ou quem? A gente vai encontrar eh os vertebrados, seres que t crânio e que tem coluna vertebral, que tem vértebras. Beleza? Então já é uma novidade ali. Dentre esses grupos, a gente tem um grupo que também é mais desconhecido, são os agnatos a prefixo de negação. Gnato, mandíbula, seres que não tem mandíbula, tá? São seres que
parasitam peixe, só tem uma boca redonda que gruda na lateral do peixe, fica Sugando o sangue dele. Bicho feio demais, né? Agora os guinatostomados, que são os que já t mandíbula, aí a gente tem os que tu conhece, quem? Peixe, réptilo, eh, peixe, anfíbio, répti, avio, mamífero, tá? E aqui tem um ponto aqui extremamente importante, tá? Eu não consigo diminuir mais aqui a minha tela, então eu vou apagar isso tudo >> ou vou gerar, vou gerar uma outra só para não apagar a nossa linha evolutiva. Olha só. Agora vamos pegar aqui, ó. Ali tá certinho,
ó. Ali, ó, dentro aqui, ó. >> Ah, show. Beleza. Show de bola. Então, vamos lá, galera. Peixe, né? O que que tu tem de peixe aqui, galera? Peixes, você tem dois tipos, né? Peixes ósse que tem basicamente o quê? O corpo formado por eh osso, né? A a o esqueleto é formado por osso e tem os peixes cartilaginosos. Cartilaginosos, beleza? Que obviamente o esqueleto é formado de cartilagem. Quem É que é peixe cartilaginoso? Tubarão e raia. Vocês conhecem? Tem quimera também, mas ninguém conhece essa droga, né? Tubarão e raia. Ok. E aqui os peixes óseos,
todos os outros. Beleza? Ah, óbvio que tem nome, né, do grego. significa peixe. Então, os osteíes, porque osteo significa osso, osteí são os peixes ósseos e condrictes são os peixes cartilagenosos, tá? Condroscartilagens, né? Não tem os condrócitos, células cartilagenosas, Condroblastos, né? Então, cóndros, cartilagem, condites, peixes cartilagenosos. Os cartel nosos também são chamados de elasmobranqueos. Pode aparecer com esse nome também, elasmobrânquios. OK? Show de bola, gente. O que que a gente tem que saber aqui? Vamos começar pelo pelo cartilaginoso, ó. Cartilaginoso, já falei, tem cartilagem, tá? Outra coisa, eles não possuem não possuem o quê? Opérculo.
Mário, que que é opérculo? Meu Deus. Então, o peixe ósseo possui o opérculo. Já vou te falar, vou fazer logo a comparação dos dois aqui, ó. Possui o opérculo aqui e o cartilaginoso não tem. Gente, o opérculo é o seguinte, o peixe tem branca. A branca é uma estrutura ali de troca gasosa ali, obviamente, com a água. Beleza? A água precisa passar pela branca para conseguir fazer troca gasosa. Show de bola. O lance todo é que Tem que movimentar a água ali ao redor. Um peixe ósseo, ele tem o o opérculo, que é aquele negócio
que tu chama de branquia, de de de é algo de branquia, não, né? De guelra, né? Que tu levanta para ver se o peixe tá fresquinho e tal. O lance é que aquele bicho ele consegue movimentar o opérculo para quê? Para gerar fluxo de água ali nas branquas, beleza? Ou seja, mesmo que ele fique paradinho, movimentando aquilo ali, ele consegue Gerar fluxo de água, sacou? O peixe cartilaginoso não tem aquilo. Tu olhou o tubarão, lembra do tubarão que eu desenhei? Pô, tubarãozinho lá, na moralzão, que que ele tinha aqui, ó? Pá, fendas branqueadas, mas não
tem uma pércula. Então, esse bicho aqui, ele tem que nadar o tempo todo. Para quê? Para gerar esse fluxo de água ali. Ah, mas ele não para de nadar. Lógico, gente, ele pode parar um pouquinho, né? Mas ele não pode ficar um tempão, né? sem nadar, Senão ele vai morrer asfixiado, porque não passa oxigênio pelas brancas, né? Ele segue o lema ali da dore, né? Continue a nadar. Show. Então, eh, o peixe cartilaginoso precisa estar em movimento. Tanto que tem uma maldade que a galera fazia, que era a sopa de barbatana de tubarão. Que que
a galera fazia? Cortava as barbatana de tubarão e jogava o resto fora, tá? E aí o pobre ia afundando e ficava lá parado sem conseguir nadar, morria asfixiado. Beleza? Vamos, galera. Galera que tá aqui até agora. brava. É, tem gente que tá desde o início, né? Tem gente que tá desde o início. Tem um ou outro aí que comentou que tá desde o início. Eu tô orgulhoso de orgulhoso, meu irmão, de quem tá desde o início. Vamos embora que a gente tem pique, meu irmão. Vamos embora. Ali, galera, o opérculo. Então, >> ih, vamos embora.
Vamos embora que ó, então o opérculo aqui é uma estrutura importante, tá? Outras coisas aqui, o Peixe cartilaginoso, eu já falei, falei lá atrás, escreta ureia. Por quê? Porque ele faz uremia fisiológica. Já expliquei isso lá atrás. Ele acumula ureia dentro dele para ficar isosmótica em relação ao meio e não ter estresse fisiológico de ficar perdendo água pro meio. O peixe ósseo não faz isso, tá? Peixe ósseo ele excreta amônia, tá? Então é uma diferença aqui na parte escretora deles. OK? Uma outra coisa, o peixe ósseo tem uma estrutura chamada de bexiga Natatória. Bexiga natatória.
Isso daqui já foi cobrado, tá? O que que é a bexiga natatória? É um órgão hidrostático, né? Por exemplo, se tu vê lá uma pessoa que mergulha, tipo nosso amigo, professor de matemática Renato Pácios, que inclusive mergulha com tubarões, né? Escala vulcão, ele é aventureiro, né? E aí o Renato, eh, quando ele vai mergulhar lá, imagine, tu vai mergulhar com cilindro, tá? Tu tem que poupar oxigênio porque tu Tá lá embaixo d' água. Se tu fizer muito esforço, você vai acabar gastando mais oxigênio do cilindro. Então tem gente que mergulha usando um colete inflável. Então
imagine, tu tá lá embaixo, aí tu quer subir na coluna d'água, mas sem ter que nadar muito ativamente. Você infla aquele colete, varia tua densidade e aí o teu corpo sobe com mais facilidade. O peixe ósseo faz isso, mas com um colete inflável interno, né, que é a bexiga natatória. Então quando ele quer, ele Infla aquele bagulho, né? E aí ele varia a densidade dele sem ter que nadar ativamente. Ok? E aí tem uma coisa que é muito interessante. Alguns peixes inclusive de rio, quando o rio seca, esses peixes vivem enterrados na lama. Aí tu
pergunta, Mário, como pode o peixe vivo viver fora d' água fria? Pode, porque nesse caso, esses peixes, que a gente chama de peixes dipinóicos ou peixes pulmonados, eles passam a usar a bexiga natatória como um pulmão Rudimentar. Beleza? Inclusive esses peixes que provavelmente deram origem aos anfíbios. Show. O lance todo aqui também é que e os tubarões, as raias, tá? Eles têm algum órgão diferentão que a prova pode cobrar e que já cobrou, inclusive? Tem, tá? Cobrou ampola de Lorenzine. Ampolas de Lorenzine. Já caiu na prova do Enem. E uma dessas, não lembro qual, se
foi a primeira aplicação, PPL, digital, né? Digimon, é de lorenzine. Que que é isso? É um órgão eletroreceptor. Então, o tubarãozinho ele tá lá nadando, né? Ele consegue perceber a eletricidade que é produzida no corpo dos outros seres e perceber que ele tá ali, OK? Então você vai ter ali ampola de Lorenzine como um órgão eletrorreceptor. Pô, e o óscio? Não tem nada disso não, gente? Olha só, o tubarão predador, topo de cadeia, dente para caraca, naquela boca, né? Então o bicho tem que ter um Troço para caçar. O peixe ósseo ele também tem aqui
o que a gente chama de linha lateral. Linha lateral. Que que é isso, gente? A linha lateral é basicamente uma estrutura também que capta variação de pressão na água. Então um peixe grandão se movimentou lá longe. Aquela variação na água vai se propagar, vai bater na lateral do peixe e ele vai entender. Pô, é um peixe grandão, pode ser um predador, vou meter o pé. Ou então pode Ser ali uma presa, pô, vou lá e vou atacar. Beleza? Então são ali algumas adaptações interessantes. Show. Vamos pro próximo grupo aqui. Anfíbios. O nome já diz anfibios,
né? Vida dupla. Eu já falei lá no início da aula que o anfíbio ele tem uma fase adaptada à vida na água, que é a larva, beleza? que a gente chama de girino, no caso dos sapinhos aqui, e o adulto. Ou seja, aqui rola o que a gente chama de metamorfose, tá bom? Metamorfose. Uma coisa que é Interessante, gente, que eu comentei eh lá no início, quem tava no início da live ouviu, é que qual é a importância de ter uma fase de larva e uma fase de adultos, de sofrer metamorfose, evitar competição. Isso, alguém
botou ali, evitar competição. Por quê? Porque a fase de larva, ela se alimenta de coisas diferentes, explora territórios diferentes, ou seja, tem um nicho ecológico diferente, um comportamento diferente. A fase de adulto, né, aqui, Pô, a fase de larva, nada tem caldinha escreta amônia, escreta adaptada à vida na água, né? Eh, vai ter respiração branqual. O adulto já tem respiração cutânea e pulmonar. Cutânea, apesar do nome, é pela pele, né? É. e pulmonar. Beleza? Então esse C já tá mais adaptado ao ambiente terrestre. É tetrápode, tem quatro patas. Ou seja, pata é importante para quê?
Para viver em terra, não é para nadar. Ok? E aí você tem aqui também eh um ser que já tem ali essa Essa pegada mais pro ambiente terrestre, tá? Não disputa com a larva. Só uma coisa interessante, Mari. Nos animais anteriores que a gente viu, não tinha nada disso não. O que tu vai ver é o seguinte, você vai ver, por exemplo, a porífera e quinidário são animais que t fases bentônicas, né? Por que que a larva deles é planquetônica? Que que é bentônico? Viv associado ao substrato. Que que é planquetônico? Levado pelas correntes marinhas.
Pô, se tu é um Animal que fica parado, tu vai querer que teu filhote cresça perto de você? Claro que não. Tu quer que ele vá para bem longe para quê? para evitar competição. Então, por isso que eles têm uma larva planquitônica, mesmo sendo animais bentônicos. É parecido com o que a gente viu em planta. Pô, a árvore quer que a semente caia do lado dela, não. Por isso que ela vai ter um fruto seco que o vento vai levar pro raio que o parta para espalhar a semente de Dispersão de semente ou um fruto
carnoso que os animais, as aves vão comer aquilo, espalhar sementes para tudo quant é lado, menos perto dela, tá? Então, essas são estratégias para evitar competição entre ou fases de vida ou entre indivíduos ali da mesma espécie. Beleza? Legal, galera. Só que tem um lance, o anfíbio ele depende ainda muito da água porque faz reprodução dentro da água, fecundação externa, lança o gameta na água. Na água os gametas se Encontram, fecunda, forma ali um um ovo. É um ovo com uma membranazinha meio gelatinosa, tá? E fica ali de boa. Show. Eh, só que ainda fica
muito dependente desse ambiente aquático por conta disso. Beleza? Tranquilo? Quando vai para Reptais, próximo grupo aqui, aí, meu irmão, tu tem que fazer o quê? Resolver os problemas. Porque rtil conquista definitivamente o ambiente terrestre. Aí tu tem que resolver os problemas do anfíbio. Por exemplo, o réptio pode ter Respiração cutânea? Claro que não, porque a respiração cutânea, a pele é muito permeável. O animal perde água pro meio com muita facilidade. Então o que que tu tem que ter aqui? Pele seca e impermeável, formado por placas dérmicas, né? Beleza? Então acabou esse negócio de respiração cutânea.
Agora a respiração é como? Apenas pulmonar. Pô, Maro, mesmo nos répteis marinhos, tipo tartaruga. Exato. A tartaruguinha fica botando a cabecinha para fora da água Toda hora. Para quê? Para pegar oxigênio. Beleza? Então, resolver o problema da pele, resolver o problema da respiração. Qual o outro problema que tu tem que resolver aqui? Escreção. Pô, eu tenho que fazer um excreta nitrogenado mais econômico em água. Eu falei para vocês no início lá da aula, amônia é muito tóxico e muito solúvel. Eu posso e eliminar isso, cara. O animal que elimina isso, tipo peixe ósse, ele tem
que diluir bastante aquele água e acaba Eliminando muito urina, perde muita água. Dan ele tá num ambiente aquático, então ele não tá nem aí para isso. OK? Agora, se você pensa ali, por exemplo, na no no mamífero, ele já, pô, não pode ficar gastando tanta água assim na urina, né? Eh, então ele precisa converter, ao invzés de amônia, eliminar ureia, tá? E a ureia é menos tóxica, então eu não preciso diluir tanto aquele troço para eliminar, posso eliminar com menos água. Agora o réptil que é Adaptado a ambiente terrestre de fato, meu irmão, tem que
viver em ambiente seco. Ácido úrico, que é o escreta nitrogenado mais econômico, é o menos tóxico, eu preciso diluir menos, tá bom? Então, é também uma adaptação à vida em terra aqui. E o campeão de ser cobrado no Enem e nos vestibulares passa a ter ovo com casca. Ovo com casca e aminiótico. Que que é isso, meu povo? Ovo com casca vocês já sabem. Vocês já viram Jurassic Park? Vocês já viram ovo de dinossauro? Vocês já viram ovo de tartaruga no projeto do Tamar? Então o ovo tem casca que nem o de galinha que serve
para quê? para proteger o embrião contra a desidratação. Beleza? Agora não é mais dependente da água, porque antes, né, você dependia da água para reprodução aqui nos anfíbios. Agora aqui a fecundação é interna, surge a fecundação interna nos cordados, o que na verdade alguns peixes até já tinham, né? Mas de Modo geral agora consolida a fecundação interna. Não dá mais para ficar lançando gameta na água, meu irmão. Não tem mais água. O ambiente agora é é terrestre, é adaptado ambiente seco. Tem que lançar o gameta onde? Dentro da fêmea. Surge um órgão copulador para lançar
lá dentro da fêmea e lá dentro ter a fecundação. Show. E aí o ovo é a solução para viver em terra, para desenvolver em terra com casca. E tendo também o quê? Amínio. Que que é o amínio? Lembra? Você morou meses Dentro de uma bolsa aminiótica. Tu ficava lá dentro da água amarradão, protegido contra a desidratação. Isso surge nos répteis, beleza? E nós mamíferos, como somos descendentes de répteis, né, a gente vai ter o amínio aqui bem eh desenvolvido em nós, tá? O lance todo aqui é que só tem uma diferença pros mamíferos, né? O
réptio cresce onde? Dentro de um ovo fora do corpo da mãe. Então esse ovo ele tem que ter bastante O quê? Vesícula. Vitelínica. Vitelínica, gente. O que que é o vitelo? Vitelo é material de reserva nutritiva, sacou? Então, o o o óvulo e o espermatozoide durante uma fase da ali da gametogênese, eles têm uma fase de crescimento, eles acumulam vitelo. O ovo, no caso aqui dos répteis, o óvulo vai acumular bastante vitelo. Por quê? Porque o animal vai depender de viver num ovo e vai ter que Se nutrir daquilo ali, sacou? Então tem uma vesícula
vitelínica bem desenvolvida, tanto em répteis quanto em aves. Show. Vamos lá, galera. Isso tudo daqui resolveu os problemas e agora esses animais podem viver, conquistar o ambiente terrestre, tá bom? Eh, quem é que tem aqui no grupo dos répte, gente? Aí você tem cobras, né? os ofídios, você tem os os eh os répteis eh crocodilo, jacaré e tal, né? Você vai ter também ah ali basicamente eh eh os dinossauros não Estão mais entre nós, né? Mas também estavam ali. Beleza? Então, lagartos, tartarugas, né? Que são também ali os tartaruga, cágado, jabuti, né? Então esses também
são répteis, tá? daqui dos réptis aí, um grupo dá origem às aves e o outro grupo dá origem aos mamíferos. Galera, o que que a prova exige de você sobre aves e mamíferos? Aves adaptações ao voo, tá? Então, o que que você tem aqui como adaptação ao voo? Primeiro, forma aerodinâmica, beleza? Formato Aerodinâmico. Nunca vai ver um pássaro no formato de um cachote voador. Beleza? Na verdade, todo tudo que voa tem sempre o mesmo formato, uma ponta mais fina para cortar o ar, asa. Beleza? Então você vai ter uma forma aerodinâmica. Show. Aqui você começa
a ter asa. Que que é asa? Na verdade tem uma coisa legal, né? As aves elas são animais tetrápodes. Que isso? Tem quatro patas. Ah, mentira. Marrio. Eu vejo a avizinha só com duas patinhas. Não, elas t Quatro. Só que as duas dianteiras são adaptadas na forma de asa. Ok. A cobertura do corpo agora é o quê? Pena. Por quê? Porque dá para ter, pensa numa coisa, para voar tem que eliminar peso, meu irmão. Não pode ser pesado o bicho, entende? Não pode. Tem que eliminar peso. Tu pega uma ave e tu pega um cachorro
do mesmo tamanho, tu vai ver que a ave é extremamente mais leve do que o cachorro, beleza? Tem que eliminar peso. E aí não dá para ter mais placa Dérmica, beleza? Como tinado, né? Então tu tem que ter o quê? Pena. É uma cobertura leve que aquece bem o corpo. Show. maravilhosa. Além disso, você vai ter aqui eh ossos pneumáticos. Que que é isso? Ossos que acumulam ar dentro deles. Beleza? Por isso vem de pneu, né? Ar, ossos pneumáticos. E eh esses ossos pneumáticos tornam o bicho extremamente mais leve, tá bom? Então é uma adaptação
também ao voo. Além disso, não tem dente, beleza? Por qu dente pesa? Já pegou a dentadura da tua avó, né? Então aqui não tem dente. Pô Mário, e aí como é que faz digestão mecânica? Porque o Assad falou que a digestão mecânica é na boca, o dente vai triturar, vai mastigar. Nesse caso aqui, a digestão mecânica vai ser feito numa outra estrutura chamada de moela. Daí o nome vem de moer. Tu vê a galinha, ela fica assim. Eu criava, meu avô criava galinha quando era criança, né? Aí eu ia lá dar milho pra galinha, Jogava
o milho, a galinha começava a comer o milho, do nada a galinha começava a comer pedra, meu irmão. Eu falei: "Gente, galinha pobre é uma desgraça, né? Eu dom quer pedra mesmão, porque eu não sabia que aquelas pedrinhas iam paraa moela, que é uma estrutura muscular que conforme ela vai contraindo, essas pedrinhas vão atritando no alimento e fazendo uma digestão mecânica para facilitar depois a ação de enzimas digestivas, já que Você tá fragmentando, aumentando a superfície de contato e com isso as enzimas vão atuar de um modo mais interessante, OK? Não tem bexiga, não tem
bexiga, beleza? Por que não tem bexiga? Porque não dá para ficar acumulando água no corpo. A água pesa. Inclusive a excreção aqui é de quê? Ácido úrico, tá? E são animais que tem uma coisa muito interessante. As aves têm uma glândula chamada de glândula urigiana ou uropío. Uopígio, tá? O que que é essa glândula uropigiana? Você já deve ter observado, porque todo mundo tem a mania de a admirar a natureza. E aí tu deve ter observado que as aves de vez quando elas ficam esfregando bico assim nas penas, né? O que que ela tá fazendo?
Ela tá passando ali uma substância oleosa, cerosa, né? Um lipídio, tá? Alguma coisa que não se mistura em água, que é hidrofóbico, que é apolar. E para que Que ela tá fazendo isso? Para muitas coisas, mas principalmente para impermeabilizar as penas. OK? Olha só, vê o patinho na lagoa. Por que que o patinho não afunda? Porque ele tem boa flutuabilidade, porque ele tem ali aquele óleo ali nas penas. O bicho tá voando, começou a chover. Pô, se ele não tivesse isso, a água ia entranhar nas penas, o bicho pá, ia cair, ia ficar pesado. O
bicho ia mergulhar aves marinhas, ia mergulhar para pegar o Peixe, na hora de sair ia tá todo encharcado, não rola. Então ele tem que ter a glânduropigiana ali justamente para poder deixar as penas como boladonas, tá? Ah, para fechar isso aqui, as aves têm também sacos aéreos. Que que é isso, né? A respiração é pulmonar, ó, obviamente, né? Que vieram ali dos héteis. E no pulmão das aves, você vai ter meio que uns saquinhos pendurados, né? Que são os sacos aéreos. Isso daqui serve para fazer com que você Eles consigam variar a densidade deles durante
o voo, tá? enchendo ou esvaziando aqueles sacos aéreos, armazenam mais área e aumentam também o aquecimento corporal, já que esses animais aqui também são animais já endotérmicos, beleza? Animais endotérmicos. Tranquilo? E para finalizar aqui a nossa análise, antes da gente falar da parte de fisiologia, mais especificamente, a Gente tem os mamíferos, tá? Vou puxar aqui os mamíferos. E aí os mamíferos, meu povo, eles que que é o mamífero? É aquele que é cobrar >> isso aí. Vamos lá. Mamífero, aquele que mama, né? É o que que o mamífero tem? Glândula mamária, pô. Glândula mamária. Mamária.
Sudorípara. Beleza. Sudorípara. Sebá. Show. Tem pelo. Para que pelo, meu irmão? O animal é endotérmico, ele tem Que manter o corpo aquecido. Tudo que ele puder fazer para ajudar a manter o corpo eh aquecido, né, ele precisa fazer, tá? Por quê? Porque senão ele vai ter que ficar gastando energia para fazer termogênese. Ele vai ter que comer comida para caramba, só para poder gerar energia para produzir calor, entende? Então ele tem que ter aqui o pelo, tá? Para ajudar nesse processo daqui. Tranquilo? Ah, respiração pulmonar, beleza? Até os Marinhos, como por exemplo, balei e golfinho,
respiração pulmonar, reprodução sexuada, obviamente, tá? Eh, aqui você também vai ter uma coisa que o vestibular gosta de cobrar, o Enem cobrou há pouquíssimo tempo, que é o seguinte, gente, quais são os grupos de mamíferos que existem? Porque normalmente quando cai mamífero, cai relacionado a duas coisas. ou a endotermia é uma coisa, ou vai cobrar eh falando de placenta. Por quê? Tem três Tipos de mamíferos, mamíferos primitivos, que a gente chama de prototérios. Prototérios. Téria significa animal, né? Então, pro eh seria um animal anterior, né? Protério. Que que é isso daqui? Ornitorino. Aquele bicho estranho.
Bico de pato, corpo de lontra, rabo de castor, Frankstein do reino animal. Perry, né? Niton é todo estranho, gente. O bicho bota ovo, [ __ ] O bicho bota ovo, o Bicho, né? Escreta ácido úrico. O bicho tem cloaca, que é a abertura como um aparelho reprodutor, escretor digestório, que tu tem ave e e rptil, beleza? É diferente. Mamífero tem anos, então o nitogrinco ele é todo diferentão. Bota ovo ainda. Por quê? Porque ele não tem placenta. O que que é uma placenta, meu irmão? Uma placenta é a estrutura que manteve você vivo dentro da
tua mãe. Tu já agradeceu tua mãe porque ela tinha uma placenta? A Placenta fala: "Tu já agradeceu pelas mitocôndrias, né? Agora agradece também, mãe. Que bom que tua placenta era maneira. Por quê? Porque tu me passou anticorpos, nutrientes, hormônios, tudo através da placenta. Só que o pobre dornitorinco não tem placentaína. Aí depois dele veio quem? Depois dele vem os metatérios, porque meta significa próximo. Então, metatérios são os próximos animais, que é quem? Marsupiais. Quem são os marsupiais? Os marsupiais são aqueles que têm marsúpio. E o que que é o marsúpio? É aquela bolsa que tem
na frente do canguru. Por esse animal não tem placenta, já tem. Só que não é uma placenta que se diga: "Nossa, que placenta maravilhosa, é uma placenta meio rudimentar assim, né?" O animal, então, ele não termina o desenvolvimento dele lá dentro da mãe. Porque assim, o prototério, o Ornitorino, também chamado de monotremado, ele é ovíparo. Esse daqui é ovovivíparo. Começa o desenvolvimento dentro da mãe. Aí sai o canguruzinho meio torto assim, sem braço, sem perna, ainda direito. Entra na no marpio e fica lá dentro terminando o desenvolvimento. Aí quando ele já tá pronto, ele sai
de lá e vai lotar box em algum lugar, tá? Aí quem é que é marsupial? Você tem coala, canguru, gambá brasileiríssimo. Aí ó, tem marsup, Diabo da Tasmânia. O Tasmania também é um marsupial, tá? Até que chegue então em qual grupo? Nos eutérios. Eu significa verdadeiro, eutério os animais verdadeiros, né? E os eutérios já são os placentários, todos os outros que t placenta, tá? Então, nesses daqui, por exemplo, você tem vesícula vitelínica, nosso embrião tem muito vitelo, né? Nós somos, chamamos de aléitos ou oligolécitos, né? A gente tem pouco Vitelo, por quê? Porque a gente
já recebe tudo de mamãe, cara. Entende? Então, a gente não tem necessidade de ter vitelo. A gente já ganha mamãe, mamis maravilhosa, diva, já entregou pra gente os nutrientes que a gente precisava e depois que tu nasce, ela continua entregando, tá? Porque os mamíferos, tu vai reparar uma parada, né? E aí eu vou falar um negócio que é de ecologia, mas que é importante que você tenha noção. Mamífero tem muito Filhote? Não, normalmente tem um por vez. Eu burlei isso daí na seleção natural porque eu tenho gêmeas, né? Eh, mas eh normalmente tem um por
vez. Mas por quê? Porque a taxa de sobrevivência humana é alta. E por que que é alta? Porque a gente tem cuidado parental. A gente cuida do filhote. A mãe, o filhote, ele não tem que sair caçando assim que nice, meu irmão. O filhote tem leite. A mamãe amamenta aquela criança. Tem criança que um ano tá mamando, dois Anos tá mamando. Tem gente que mama até aos 4 anos de idade. Meu Deus. Tem gente que com seis tá pendurado na teta da mãe. A mãe não aguenta mais. Aquela criança pendurada tá lá. Mas por quê?
Porque enquanto a criança mama, a mãe produz leite. Por quê? Porque conforme ela mama, você vai ter o estímulo pra produção de prolactina. o hormônio que o AD falou que estimula a produção do leite, tá? Então, enquanto tiver mamando, tá lá a mãe produzindo leite. Beleza? Então, eh, o que que vai rolar? Nós temos cuidado parental, por isso a sobrevivência é alta, tá? Eh, outros animais não tem isso. Tem um animal que é muito fácil morrer. Por exemplo, pega um carrapato, o carrapato ele bota lá, sei lá, 5.000 ovos a dar a danada da fêmea,
né? Eu sei porque eu eu trabalhei um tempo na Fio Cruz no laboratório de carrapatos e eu era responsável por identificar os carrapatos que chegavam. Aí eu tinha que contar quantos Carrapatos tinha. Às vezes vinha o tubo a da desgraçada da carrapata tinha colocado 5.000 ovos, 5.000 larvas e eu tinha que contar uma por uma. Eu ficava lá 1 2 3 contar 3.000 3001 300. Aí do nada o TDH esquecia. Eu [ __ ] 1 2 3. Eu tinha que voltar tudo de novo. Era o inferno, né? Então por quê? Porque a maioria daquelas larvinhas
de carrapato nunca vai nem chegar no hospedeiro, vai morrer antes, entende? Por isso, já que muitos vão morrer, eu preciso ter muito Filhote. Beleza? Então isso é uma estratégia da natureza. Se tem alta taxa de sobrevivência, eu vou ter muito filhote. Se tem baixa, se quer dizer, se tem baixa taxa de sobrevivência, alta mortalidade, tenho que ter muito filhote. Se tem pouca mortalidade, boa chance de sobrevivência, eu posso ter pouco filhote, mas eu vou ter um cuidado do caramba. Ó, falaram ali, tartaruga, pô. Tartaruga, que mãe é essa? Ela bota o ovo lá na areia
e mete o pé, meu Irmão. Aí os ovinhos fica lá, pô. Aí tem bicho que come ovo da tartaruga aí, ou então, pô, o ovo é Clode. Aí a tartaruguinha tem que ir lá lutando até chegar na água. Pô, às vezes não chega porque os bichos comem antes de chegar na água. Aí algumas conseguem chegar, aí chega, entrou na água, outros bichos comem elas. Aí algumas conseguem chegar à idade adulta. Por isso tem que botar ovo pr não até não poder mais. Beleza, galera? Olha só, com isso daqui que eu Mostrei, a gente viu tudo
o que pode aparecer na tua prova de cordados. Beleza? Então aqui tá um resumão enorme. E vimos aqui também na tela anterior, deixa ele carregar aqui. E vimos aqui também na tela anterior, ã, tudo de todos os outros animais. A gente deu um passadão. Só que tem aqui uns detalhes que eu gostaria de mostrar para vocês mais da parte fisiológica, tá? Eu vou colocar então uma nova página daqui. Olha só, vamos pensar aqui. Evolução do Sistema circulatório, tá? Do sistema circulatório. Vamos falar aqui de sistema circulatório, de ah, vamos ver duas, algumas características sobre sistema
circulatório. Primeiro, tá? A circulação nos animais, ela pode ser de dois tipos, tá? Ela pode ser aberta. Cadê o bagulhinho aqui? Ela pode ser aberta ou fechada. Isso já apareceu no Enem, beleza? Aberta ou fechada. O que que é uma circulação aberta? É aquela em que o Sangue ele é bombeado pelo coração, sai por vasos sanguíneos, se espalha pelo corpo e depois vai ser recolhido lentamente. Esse tipo de circulação aqui é muito eficiente? Não, por tem perda de pressão. O sangue sai dos vasos sanguíneos. se espalha pelo corpo e depois tem que voltar lentamente. Mário,
mas quem vai ter circulação aberta, cara? Vai ter ali em seres que não são muito ativos, que não t, né, grande exigência ali de um sistema circulatório Muito eficiente. Por exemplo, em molusco, quem é que tem? Eh, você vai ter bivalve e gastrópode, que são o quê? Aqueles seres que tem uma conchinha do que que é que é uma ostra, gente? Que que é o mexilhão? Como é que é incrível de um mexilhão? É isso, né? [risadas] Nada, bicho fica parado o dia inteiro. Precisa de sistema circulatório extremamente eficiente. Para quê? Não precisa. Tá bom?
Os insetos tem circulatório, sistema Circulatório aberto, mas por quê? Porque a respiração deles é traqueal, que é um tipo de respiração direta. Que que é respiração direta? É quando o oxigênio vai direto pros tecidos, não precisa passar pela corrente sanguínea. Então não precisa de sistema circulatório eficiente. Agora tu vê o polvo, ah, meu irmão, o polvo é molúscico, mas já tem sistema circulatório fechado, tá? O que que é o sistema circulatório fechado? O sangue é bombeado por um coração e Continua o tempo inteiro dentro de vasos sanguíneos, porque aí não tem perda de pressão, é
um sistema circulatório eficiente, sacou? Então, para um animal de grande porte muito ativo, tem que ter sistema circulatório fechado, tá bom? Além disso, deixa eu apagar isso tudo aqui. Tem uma outra coisa pra gente comparar aqui. Os cordados, evolução do coração dos cordadinhos. Como é que aconteceu? Como é que é o coração de um peixe, meu povo? O coração De um peixe tem o quê? Um átrio e um ventrículo. Beleza? Aí, o que que sai aqui do coração do peixe? Sangue venoso. O que entra aqui é sangue venoso e sai sangue venoso. Sangue rico em
gás carbônico. Beleza? Só tem um átom ventrículo só econômico, tá? E aí passa aqui pelas branquas, se oxigena, vira sangue arterial. Só que ao longo do trajeto ele vai novamente ganhando gás carbônico, se transformando em sangue venoso. Ou seja, o sangue do peixe passa Uma única vez pelo coração, entra no ato, sai do ventrículo. A gente chama isso daqui de sistema circulatório simples. É uma circulação simples. Beleza? Aí vamos lá. Vamos dar um passo. Isso aqui é peixe. Peixe. Vamos dar um passo no processo evolutivo. Cara, olha como é que foi bonita essa evolução, né?
Aí vem anfíbio. Como é que é o coração de anfíbio, gente? Dois átrios e um ventrículo. Dois átrios e um ventrículo. Olha que Diferença, ó. O sangue agora vem do corpo, entra no átrio. Beleza? Passou pelo átrio, foi pro ventrículo, foi para onde agora? Pro pulmão. Beleza? Ele foi pegar o impulsozinho aqui, foi pro pulmão, fez hematose, jogou fora gás carbônico, pegou o oxigênio. Beleza? Ah, ele pode direto pro corpo agora. sangue oxigenado. A SAD falou que não. Tem que primeiro vir pro coração para quê? Para pegar ali um impulsozinho e ir na Pressão pro
corpo. Aqui sangue oxigenado. Só que olha só, repara que tem dois átrios. O sangue passa duas vezes pelo coração. Vem do corpo e vai pro pulmão. Vem do pulmão e vai pro corpo. Ou seja, o sangue agora passa duas vezes. Então a circulação aqui é dupla, tá? Mas tem um porém, né? Ela é dupla, mas só tem um ventrículo. Ou seja, do átrio do átrio esquerdo vai vir aqui, né, um sangue eh do ato direito, perdão, vai vir um sangue aqui rico em Gás carbônico e do esquerdo vai vir rico em oxigênio e vai despejar
tudo no único ventrículo. Tem mistura de sangue arterial com sangue venoso, sacou? Isso é muito bom? Claro que não, né, gente? Pô, o ideal seria separar, beleza? Mas o lance todo é que esse tipo de circulação a gente chama de incompleta. Mário, mas isso não é ruim pro sapinho? Não, não, eles vivem bem com isso. Sapinho, né? Ali esses bichos dali ficam de boa, tá? Agora vamos lá. Deixa eu diminuir isso Aqui. Vamos agora saímos de vimos peixe, vimos anfíbios. Gente, que que vai ser o próximo passo evolutivo aqui? Répteis. Répteis. Como é que é
o coraçãozinho de um rptil? né? Ele vai ter então aqui, ó, agora dois átrios e dois ventrículos. Beleza? Porém, entretanto, todavia, contudo, o ventrículo não é totalmente septitado, ou seja, não é totalmente separado. Ainda tem mistura de sangue arterial com sangue venoso aqui nesta regiãozinha aqui. Beleza? Então a gente Tem ali o que a gente chama de septo de sabatier, que é um local onde ainda tem mistura de sangue arterial com sangue venoso. Aí tu fala o seguinte, Mário, mas eu já ouvi falar que nos répteis crocodiliano, jacaré crocodilo, já completou já, mas tem uma
mistura de sangue arterial com sangue venoso em vasos sanguíneos fora do coração, tá? Não precisa saber disso. A gente chama de forame de panise, tá? Eh, não precisa saber disso, mas ainda é uma circulação Já é dupla, porém ainda é incompleta. Beleza? Onde se completa nisso, gente? Agora, aves e mamíferos, pô. Aves e mamíferos é o top de linha do processo evolutivo, não é não? Então, coração, dois átrios, dois ventrículos, não tem mais mistura de sangue arterial com sangue venoso, a circulação é dupla e ela é completa. Show. Então, meu irmão, aqui tu tirou onda,
você conseguiu ver todo o processo evolutivo do sistema circulatório desses Animais. Tá show, tranquilo. >> Par. >> E aí, meu amigo, >> vai falar mais coisa? >> Oi, >> matou aqui. >> Tá morrendo. Tá morrendo. >> Vamos finalizar. Não dá. >> É isso, povo. >> A gente quebrou o recorde. Tá, brasileiro. Quebramos o recorde. >> Eu não tenho ideia de que horas são. >> Estamos 10 horas de live, Mário. São quase >> 10 horas de live. >> 10 horas de live. Só 8:4 >> não dá mais. Chega, a gente tem que parar, cara. Tu entrou
no modo doentil, mano. Que que você fez, velho? Balo, >> cara. Que loucura é essa, mano? >> Eu descansei 10 minutos. Isso. Isso já >> que aconteceu, cara? Você quer fazer questão ou você quer parar? >> Não, vocês que sabem, man. >> Quer fazer questão? >> Você que sabe. >> Eu não, eu não tenho como fazer. Tenho que fazer outras paradas aqui urgente. >> Não, você que sabe. Eu tô aqui. >> Não, que que você quer fazer agora? pode decidir sem pressão dele. >> Não, eu tô de boa, mas mas aí não, então >> mas
a live só funciona se a gente tiver junto. Então se o ass tiver que parar, a gente para aqui, entendeu? Porque também não vai ter ninguém para operar aqui os Aparelhos e tal. >> Eu tenho que parar. Eu tenho que parar. >> Mas >> galera, olha só, foi o que a gente conseguiu, foi 10 horas de live, não foram 12, tá bom? Desculpa. Ã, perdão. Tá bom, mas cara, não tem como. Eu tô muito cansado. Eu não comi nada hoje ainda. Nada. Comeu café da manhã. Ah, também não comeu. >> Pessoal falar, a gente já
comeu enquanto a gente tava ali parado. Comemos, mas Não, porque a gente a gente evitou de comer, porque senão a gente ia ficar pesado e não ia conseguir ter energia para par. >> E agora tu já entende o porquê, né, por causa dos mecanismos que eu expliquei na aula. Galera, a gente vai encerrar por aqui, tá? Quem tá assistindo aqui agora, obrigado pela presença, tá bom? Mas você fez uma coisa muito boa por você mesmo. Mandaram muito bem no engajamento da live de hoje, tá? >> Vou só lembrar, tá bom? Black Friday, amanhã a gente
abre 77, são só 1000 vagas. Minha expectativa é que as vagas esgotem. perto de 30 minutos, alguma coisa assim. Tá bom? Vou só lembrar aqui para vocês. Vou colocar o QR code aqui para vocês poderem entrar entrar aqui no grupo. Deixa eu ver aqui. Ã ah, não consigo entrar aqui agora. Vê, quem quiser ver a plataforma nova, vê o tour aí que eu fiz. Tá bom, galera? E, cara, a melhor, amanhã vai ser a melhor Oportunidade de todas. Nunca vai ter uma oportunidade melhor para você entrar na plataforma. Nunca vai ter, nunca, nunca, nunca nada
vai ter nada tão bom quanto o que vai ter amanhã. Nunca na história. Jamais vai se repetir o mesmo preço, a mesma condição. Cara, amanhã é vitalício da plataforma S por 2497, só que é uma plataforma nova, totalmente modernizada, com muita tecnologia, simulados autorais, 100% inéditos, idênticos ao Enem. Sensacional. Aulas ao vivo comigo, Curso de vestibulares tradicionais com o Mário na biologia para Fulvest, pra Unicamp, pra UFPR, pra S, para tudo, todos os mais difíceis. É Marte, tá beleza. >> Unidade de Marte que aparecer a gente vai. Eh, e curso de matemática avançada para Fuvest,
para Unicamp, para UFPR, segunda fase, curso de física, de geografia, de história, curso de redação completo, plataforma de redação, quatro correções Por semana, minha presença constante no teu ano de preparação. A gente juntinho, mentoria todo mês, aula ao vivo toda semana, livros didáticos que você vai receber um livro por mês, livro completo de mecânica, livro completo de biologia, livro completo de geografia física, livro completo de ondulatório, livro completo de termologia. É isso. Plataforma S de amanhã. Cara, eu acho que as vagas vão voar mesmo. E segura aprovação. Se tu for aprovado em Medicina, a gente
devolve teu dinheiro, tá bom? É só clicar aqui no QR Code. Amanhã eu vou começar uma live aqui 6:40 para aquecer, para mostrar como é que compra. 77 eu mando link. Os 100 primeiros vão ganhar um kit físico em casa. Vão receber um kitzinho de papelaria físico em casa bem bacana, caprichado. Eu só mando coisa top, não mando coisa vagabunda para vocês, tá? Os 1000 primeiros, quem comprar na primeira hora concorre ao MacBook. que a gente Vai sortear um MacBook novo para quem comprar na primeira hora, então fiquem bem espertos com isso, tá bom? Tá
aqui o QR code, é só clicar, te vejo lá. Cuidado com tá bom, cuidado com os golpes que a gente chama no privado são só os números oficiais. Eu já divulguei várias vezes os números oficiais. Tem vídeo aqui no meu canal falando, estamos sendo vítima de golpistas lá tem os números oficiais. Vejo vocês aí em breve, galera. Fiquem todos com Deus, tá Bom? >> Sucesso, galera. Eu tô por aqui o dia todo. Valeu. Tchau. Tchau.