Olá Então vamos dar continuidade a essa segunda aula desse módulo 7 E lembrando que na primeira aula desse módulo nós percebemos como a lei da termodinâmica ela é soberana soma mecanismos fisiológicos no que diz respeito a insulina por quê é um eu diria que é uma ação monomecanismo ou seja não estamos olhando só para o tecido adiposo nós vamos perceber ao longo ao longo do curso que existem outros mecanismos Associados a ganho de peso nós vamos entender quem insulina tem um papel muito importante também no processo de gerenciamento da composição corporal e deixei muito claro também a importância da parcimônia contra interpretação do estudo Doutor Mark Row que diz respeito ali aos tipos de alimento né claro que nenhum momento nós queremos que o nosso paciente tenha aquele hábito mas aquele estudo ou que ele Case report lá do doutor Mac hoube ele nos traz uma um raciocínio e eu trouxe esse raciocínio já no final da aula anterior sobre a possibilidade né de deixarmos muitas vezes algum alimento que para aquele paciente algo determinante para que ele consiga seguir o planejamento nutricional então é exatamente baseado naquele Case do DrMark Alba que eu trouxe esse artigo para a gente discutir isso sobretudo sempre com a ótica de levar uma informação relevante para nossa prática clínica então o que diz esse artigo vamos aqui ao estudo nós temos o lado esquerdo e do lado direito são gráficos distintos que dizem respeito a oferta de Vamos pensar assim de um alimento viciante Ok elemento no sentido daquele alimento que o nosso paciente tem desejo por ele aquele aquele alimento que nós podemos colocar de uma forma prática que o paciente fala assim não tire isso da minha dieta né Eu sempre faço uma pergunta na prática clínica da minha anamnese que é o seguinte o que que na sua dieta do seu hábito Você considera que não posso tirar em hipótese alguma aquilo que você fala assim olha se você tirar isso também dieta nunca mais volta e passo com você no consultório então claro eu vou aqui não vou entrar nos méritos no mérito imunológico da sensibilidade imunológicas né daquilo que Ele consome com muita frequência eu quero olhar sobre a ótica da composição corporal Então vamos entender isso olha que interessante do lado esquerdo o que que eles verificaram quando você oferta esse alimento para o paciente semanalmente a tendência ele aumentando o consumo desse alimento né Há uma progressão na ingestão calórica aí você tem que pensar que isso dentro do contexto dietético você vai aumentar o excesso calórico da sua estratégia nutricional Porém quando você para de dizer não para o paciente quando você constantemente oferta uma quantidade daquele alimento para que ele paciente diariamente a tendência de diminuindo a ingestão e consequentemente reduzindo o valor calórico Então isso é muito interessante é história parece quando você fala que não pode A negação acaba gerando a compulsão né então isso é bacana porque vamos pensar agora de uma abordagem prática se você montou uma dieta você calculou a porte energético e você entendeu que ele tem que consumir sei lá 1. 700 1800 calorias por dia e nós já Vimos que a lei da termodinâmica que é essa que a ingestão energética Total se sobrepõe as mecanismos fisiológicos da insulina em meio essas 1800 calorias ele fala assim olha como até brinquei no slide anterior ele fala assim olha você pode tirar tudo que você quiser mas eu não quero que você tire o meu pãozinho Seven Boys com nutella ok Porque não não deixar de 10 a 20% do valor calórico da dieta para colocar um alimento no qual o paciente tenha a potência ou que de fato ele considera como algo relevante para sustentar as outras modificações que você vai fazer na dieta então se ele vai consumir 1800 calorias e que tem ali de 180 a 360 calorias na forma daquele alimento que ele tem que ele gosta isso vai impactar negativamente no processo de emagrecimento dele que eu tô mostrando para vocês aqui não né Pelo contrário vai impactar positivamente em relação ao hábito até mesmo isso eu falo para vocês quando você dá o centro paciente dentro do contexto do contexto de energético o sim no sentido dele poder comer o que a gente observa é que em algum momento esse paciente vai pedir para tirar ou mesmo vai dizer aquilo que você prescreveu sabe que eu não estou comendo todo dia eu diminui muito a frequência daquilo que eu tô comendo já que você liberou para eu comer diariamente isso é clássico isso acontece então mesmo que seja um alimento que modifique comportamento da insulina em função de ser um alimento que realmente tenha essa característica de modificar o comportamento da glicemia deixa o consumir se ele gosta do Chocolate dele X por cento que seja que seja 50% mas dentro desse contexto energético deixa o consumir porque em meio a isso ele vai estar seguindo toda a tua orientação e dentro da tua orientação você ajustou a porte proteico trabalhar com as boas fontes de gordura Aumentou a ingestão de fibras que por sua vez vão aumentar a produção de ácidos graxos de cadeia curta e aí especial isso é para saúde intestinal saúde mitocondrial nós vamos pensar que você com essa dieta vai aumentar a densidade nutricional que vai favorecer o metabolismo celular o metabolismo cognitivo então eu posso deixar Então veja que é isso que eu quero colocar para vocês para a gente tirar o terrorismo ajuste uma porta energético Não se preocupe com essa lei da insulina que todo e qualquer momento que eu fizer isso a resposta é obesogênica nós temos que entender no contexto macro e se tem algum alimento que esse paciente tenha desejo em consumir por favor deixe o consumir numa quantidade que satisfaça a tua ingestão energética Esse é um ponto importante E aí é interessante a gente entender sobre a ótica dos carboidratos a questão da carga glicêmica e aqui nós observamos nesse gráfico Claro quando eu tenho porções grandes de carboidrato a oscilação da glicose Ela é maior e claro que nós estamos vendo que mesmo que se tem uma oscilação da glicose maior se eu tiver num contexto de restrição energética a lei da termodinâmica ela vai ser Soberana mas veja que eu não preciso ter medo dos carboidratos quando eu penso Por exemplo na carga glicêmica Aqui nós temos já o comportamento da glicose com 30 gramas de carboidratos vejam que então o comportamento impacto na glicemia com 30 gramas de carboidratos é extremamente reduzido veja então que eu vou poder fazer com que um paciente que não tolere bem a glicose porque tem lá uma resistência à insulina e claro que eu vou controlar o consumo daquele macro e não é excluir mas eu vou controlar o consumo uma vez que num primeiro momento num primeiro momento ele não lida muito bem com a glicose em função do estilo de vida que ele conduziu até chegar no seu consultório Então veja que nós estamos falando de 30 gramas não tem uma relevância significativa No Impacto nessa glicose e onde nós falamos que 20 a 30 gramas de carboidratos não aumenta substancialmente a Glicemia a carne glicêmica é mais importante que o cargo que o índice glicêmico seu consumo uma fruta que tem menos que 30 gramas o impacto naquele semia é mínimo seu consumo 100 gramas de batata que tem 25 30 gramas de glicose O Impacto é mínimo se eu como uma melancia que tem um índice glicêmico de 70 mas se eu oferta ou sem gramas a carga glicêmica você vai ter uma quantidade de 4. 6 a carga glicêmica é baixíssimo Então veja que eu consigo dentro de um contexto de restrição calórica colocar o alimento que o indivíduo tem necessidade vontade de consumir porque se ele tá num contexto até de restrição energética óbvio que você vai ajustar uma quantidade que o impacto nessa dessa na glicemia não vai ser tão significativo E lembrando que na visão macro ela é muito ela se sobrepõe a visão micro a lei da termodinâmica se sobrepõe as alterações da insulina Então isso é falo para vocês que isso é Libertador na hora de conduzir uma dieta de construir E aí é importante eu já que eu estou falando de carboidratos antes de falar necessariamente das quantidades de carboidratos a questão das frutas as frutas graças a Deus as pessoas estão novamente abrindo os olhos para a ciência Nisso porque as pessoas colocaram que a fruta impacta na glicemia que a fruta impacta na insulina que a fruta está associada a síntese de triglicerídeos e aí começaram a colocar as frutas na berlinda como algo extremamente negativo quanto as dietas de emagrecimento e nós vamos perceber já de cara eu não posso a gente vai perceber que não é isso mas já de cara quando Nós pensamos nas frutas questão das fibras dos compostos bioativos nós falamos tanto de respostas moleculares aumentar nossa capacidade Total ou antioxidante nossas enzimas antioxidantes nós sabemos que as frutas fazem isso diminuir o silenciar os mecanismos inflamatórios inerentes a inflamação sistema crônica e eu não sei em que momento da ciência ou da distorção que fizeram da ciência condenaram as frutas Então vamos ver as evidências entender isso de uma vez por todas para que nós possamos não só colocar muitas vezes aquele alimento que o paciente tem a potência mas principalmente trabalhar com as frutas dentro do nosso contexto nutricional primeiro ponto que eu quero chamar atenção eu tenho três soluções que vão aparecer na tela frutose sacarose e glicose Lembrando que sacarose na sua essência ela é 50% frutose e 50% glicose nós temos o eixo X aqui associado ao tempo e o eixo Y em insulina Então vamos observar o impacto na insulina de sacarose glicose e frutose Então veja que o impacto na insulina em relação a frutose ele é muito baixo mínimo então entra um primeiro ponto aí falar que frutose impacta na insulina Isso é uma informação que a ciência refuta nós estamos colocando três situações com a mesma quantidade de carboidratos e nós vamos percebemos comportamento completamente diferentes aqui por exemplo nós temos um impacto na glicose comparando a própria glicose o impacto na glicemia e comparando com quatro tipos de banana obviamente tipo e processo de maturação nós observamos que ainda assim todas apresentando 50 gramas de carboidratos nós observamos comportamento impacto na glicemia completamente diferente do que a própria glicose ou seja mostrando aqui que a banana impacta menos do que a própria glicose dentro da mesma concentração de 50 gramas então a fruta não impacta na glicose negativamente como as pessoas colocam a fruta no impacta negativamente na insulina como as pessoas colocam uma coisa é você trabalhar com a frutose processada em grandes quantidades que por sua vez vão gerar uma carga glicêmica alta associada ao Ovo é filho é o excesso calórico outra coisa você trabalhar com frutas que completamente diferente então pegar mecanismos que são vistos in vitro com frutose extrapolar isso para a realidade Clínica com consumo de frutas isso é completamente eu mostrei que é no meu vocês devem ter assistido a aula de lançamento desse curso de informação que era sobre carboidratos eu mostro lá o excesso tanto de glicose quanto frutose impacta da mesma forma a questão é o excesso energético E aí olha só então nós já Vimos que o impacto na insulina não é como as pessoas colocam nenhum impacto na glicose não é como as pessoas colocam E aí eu quero também associar a essa relação da frutose na Perspectiva Clínica quanto a síntese de trigo e serídeos porque é o que é defendido pelas pessoas que excluem a frutose é o mecanismo in vitro que se vê realmente que é frutose ela perde ela ela compromete esse mecanismo alostérico de regulação bioquímica no qual você tem um direcionamento para síntese de triglicerídeos mas na Perspectiva Clínica a gente vai entender que não é bem assim quando você pensa na construção de uma conduta nutricional vejam Então esse estudo fez três racios né três porcentagem porções né Sem 0 50 0 2575 entre glicose e frutose então aqui sem 0 dizendo que a porção tem 85 gramas de glicose aqui 50 50 nós estamos falando de 50 né por cento de glicose 50% de frutose e aqui 2575 25% de glicose e 75% de frutose e avaliaram ali pois Gênese né realmente essa síntese de ácidos graxos de triglicerídeos que por sua vez nós estamos falando então em Atos graxos é triglicerídeos enfim são só de gastos e glicerol muito bem então vejam que quando nós olhamos para essa proporção de 25/75 que é a linha a laranja com um losango percebemos que há sim uma lipogênese veja que essa lipogênese quando nós olhamos para só para glicose ou quando nós olhamos para um Rastro 50 50 a um comportamento similar quanto a lipogênese agora quando nós olhamos proporção maior de frutose Ah sim uma relação com a lipogênese perfeito então nós temos o mecanismo bioquímico que mostra que de fato existe um comprometimento alostério contra o frutose é direcionada para a síntese de triglicerídeos né construção de triglicerídeos ou seja tecido adiposo nós temos estudos e modelo animal que mostram isso OK mas nós temos que entender que proporção que isso acontece e se é uma proporção passiva ao consumo de frutas e se é passiva o consumo de frutas Em que momento que isso vai estar mais exacerbado associado a grande ingestão energética Então é isso que eu quero trazer para vocês então vamos entender esse estudo nós estamos falando que não Rastro 25 30 75 foi onde realmente se mostrou uma um aumento da lipogênese Ok Ok então vamos lá vamos olhar Para nossa querida banana a banana você tem nela frutose Glicose sacarose não é só frutose então em média se tem de 2 a 4 gramas de frutose em média de três a seis gramas de glicose em média de 6 a 14 gramas de sacarose que nós vamos entender 50% glicose e 50% frutose então vamos trabalhar para a gente entender essa conta do ponto médio Então vamos entender que a banana tem três de frutose que a banana tem cinco de glicose e que a banana tem 10 de sacarose ok muito bem então vamos primeiro a frutose então eu pego 3G de frutose que eu vi aqui de 2 a 4 ela tem três e a glicose né a gente vai perdão e a sacarose nós temos ela de 6 a 14 gramas eu considerei que tem 10 gramas de sacarose 50% de 10 gramas 5 G Então vem de frutose então de três assim três mais cinco tem oito gramas de frutose na banana e a glicose a glicose Eu tenho quatro gramas de glicose Vamos pensar aqui de três a seis de glicose um ponto médio quatro gramas de glicose e da sacarose mais 5 gramas como eu bem mencionei peguei essa carose em 10 gramas botei cinco de frutose e 5 de glicose Então ela tem 9g de glicose uma banana Ok vai ter em torno aí de 17 gramas de carboidratos perfeito é o que nós vamos encontrar essa variabilidade nessa faixa em tabelas de composição de alimentos muito bem e aqui nós percebemos que quando Realmente você tem um rastro de 64 gramas de frutose você tem uma lipogênese Evidente ou seja tem uma lipogênica que tem uma porte energético Claro mas eu tenho um mecanismo que realmente me disse que o excesso de frutose me leva a lipogênese se eu for traduzir isso em banana em banana seria você consumir oito bananas de uma vez só eu pergunto para vocês quem em sã consciência salvo um símio né um macaco consumir oito bananas de uma vez numa conduta nutricional porque para baixo disso o comportamento é o mesmo então percebo quando nós falamos de fruta a realidade é outra se for traduzir esse morango por exemplo você vai comer uma caixa então a ciência não suporta a informação de que fruta é obesogênica porque vai depender da quantidade que eu vou comer de uma vez só e eu tenho que olhar isso além de uma vez só Qual é o contexto energético que eu tô inserido Então vamos entender isso com esse trabalho que um excelente de trabalho que mostra como que as frutas podem fazer parte do nosso Universo de prescrição não só aquele alimento muitas vezes que eu alimento que o paciente precisa consumir Mas como as frutas e se for então alimento que ele precisa consumir a fruta que maravilha melhor ainda 131 pacientes obesos e com sobrepeso uma intervenção de seis semanas o que que eles fizeram compararam dois tipos de dieta tá a dieta com vamos olhar aqui em cima na coluna do Meio frutose baixa e frutose moderada atenção as dietas eram idênticas 1.
500 calorias nas 1. 500 calorias observem que as dietas tinham a mesma quantidade de proteína a mesma quantidade de gorduras e a mesma quantidade de carboidratos mas o que que diferenciava esse grupo de baixa frutose consumir 60 calorias na forma de fruta e esse aqui é direita consumia 480 calorias na forma de fruta e esse aqui em relação a cereais consumir 665 calorias na forma de cereais e aqui 280 calorias na forma de cereais olhando aqui em 480 calorias nós podemos falar facilmente que em termos de porção de fruta nós estamos falando aí de umas quatro cinco porções de fruto nós estamos falando pelo menos quatro cinco frutas por dia numa dieta de 1. 500 calorias Então veja que interessante nós vamos olhar para esse resultado depois eu vou fazer uma analogia com a dieta do DrMark halp ok vejam 480 280 60 665 Vamos à perda de peso bom a restrição calórica ela é soberana né então o grupo que consumiu uma dieta pobre em frutas que era rica em cereais Lembrando que as dietas tinham o mesmo contexto calórico perderam em torno de 3 Kg 2.