Olá, boa noite. Boa noite. Olá a todos. Toda a escola reunida, mentores. Primeiro ano, segundo ano, as férias começaram e a gente não para porque o fogo nunca dorme, não é? Que bom que vocês disseram sim para esse convite. Na verdade, uma resposta para todos vocês que reclamam que as férias é muito longa. Então, eis-nos aqui nós faremos esse estudo do livro Cultura da Honra do Dani Silk com muita alegria. A gente já sabe que vai produzir muita transformação primeiro dentro de vocês e depois isso vai para fora. Eh, isso vai ajudar muito o caminhar
na escola, porque essa escola ela é pautada pela honra e a gente precisa com C. Pera aí que o o Cor de Janin ligou na hora errada aqui. Não era para ligar agora. Se ele é marido, né? Ele pode ligar a hora que ele quiser. Alguém avisa ele que nós estamos aqui ao vivo, gente. Então, eh, eu queria dar as boas-vindas para vocês. Esse é o nosso primeiro book club, que é o Clube do Livro da BSM Português. É um teste que nós estamos fazendo para valer. Já é um teste valendo que vai ser poderoso.
Eh, e para minha alegria, a Rute Paus aceitou o nosso convite eh de vir conduzir vocês. ela vai ser essa facilitadora desse processo com vocês. Então, ela vai explicar para vocês como que funciona, como que é a leitura do livro, o que que ela vai fazer nos encontros. E claro, a Rot é uma mulher poderosa em Cristo Jesus. Ela tem muito conhecimento, gente. Ela é doutora, né? Ela é psicóloga, ela entende de muitas coisas e ela eh tem muita experiência com o clube do livro. Nós começamos juntas o nosso primeiro clube do livro, né, Rut?
Fomos juntas anos e anos. para poucas mulheres e explodiu. Eu sei que a clínica dela começou a bombar até hoje. Tem leitura do livro de vários livros, gente, não é só desse não. E esse livro ela já leu inúmeras vezes, já fez muitos encontros, eh, muitos online, muitos presenciais, mas é a primeira vez que a Rutinha está aqui com a gente coordenando eh a essa leitura de férias. Então, gente, vai ser um trabalho voluntário da Rut, ela é formada no segundo ano também. da BSC em Português. Vai engatar um terceiro ano aí, né, Rut? E
a gente quer muito que vocês eh possam mergulhar num ambiente seguro, né? E a Rute é uma mãe, é uma mãe espiritual. Vocês vão ver o tanto de conhecimento que ela tem, o tanto de amor que ela tem pelo desenvolvimento e crescimento de vocês. Então aqui vão ser lugares de vocês processarem, aprenderem, aprofundarem, tá? Eh, vocês vão poder escrever no chat, vão poder eh falar quando for o momento de falar aqui, vai ter algumas salas simultâneas. E eu queria lembrar a vocês que a gente tá fazendo tudo isso com voluntários. Vamos ter pastores da BCSM,
cada vez visitando. Cada encontro um pastor vem aqui abrir e visitar vocês. Mas isso é dos alunos para os alunos, tá? Então, a Rute tem uma equipe de mentores para ajudar ela. São todos voluntários e vão estar servindo vocês eh nesses encontros que a gente vai ter aí. Eh, eu vou pedir paraa Rute explicar quantos são, como vai funcionar, tá? Pode entrar no meio, pode. A gente vai gravar eh esses encontros, você pode assistir. Então, é algo não é cheio de regra não, tá, gente? A ideia é que seja um grupo de estudo do livro,
que a gente possa crescer juntos, tá? Então, vão ter esses encontros e a gente tem o WhatsApp. Aí no WhatsApp vocês podem interagir, trazer trechos do livro quando você lê e destacar, enfim, ali vocês podem fazer ativações também. É um espaço a mais que nós criamos para que nas férias vocês estejam se aprofundando nessa cultura da honra e possam aprender ainda mais do que essa escola traz para vocês, tá bom? Amo vocês, um beijo e entrego aí o comando para Rute Paus. Rute, te amo. Muito obrigada, Gisá. é uma honra eh o seu convite para
falarmos sobre a cultura da honra nesse espaço tão importante para as nossas vidas, que é a nossa escola, amada escola BSSM. Então, eu te agradeço muito pelo convite. Estou muito feliz em estar aqui, me sinto muito honrada e com grandes expectativas, porque é um livro muito, muito importante na minha vida e eu tento aprender cada vez mais e quero viver essa cultura da honra cada dia mais, né? Então esse livro, né, ele não sei se quantas pessoas já têm o livro, mas eh não tem trabalho, não tem problema. Nós vamos começar hoje. Eu vou falar
um pouco sobre o livro, sobre o curso, sobre um pouquinho como eu conheci e na sequência cada uma pode poderá ter seu livro. Algumas eu já vi no grupo que ela já tem o livro e outras vão comprando isso aí. É muito legal, muito bom. Então, eh, quando a gente fala da cultura da honra, a gente começa a pensar, mas que cultura é essa? E eu me baseio na primeira instância que é a cultura do da honra, vivendo uma atmosfera sobrenatural. E cada um de vocês que se inscreveu nesse curso de férias quer saber sobre
isso. Com certeza absoluta, né? Eh, na verdade já abriu os céus para nós. Quando o Espírito Santo veio, ele abriu os céus para nós e agora ele espera que nós vivemos esses princípios do céu aqui na terra, como canal do céu aqui na terra. Eu conheci esse livro em 2019. eh através de uma amiga muito querida, ela, a Natasha, ela convidou um grupo de mulheres para ler com ela. Em primeiro lugar, nós lemos o Mantenha seu amor aceso. Eu acredito que está na nossa lista de leitura, né, do primeiro ano. É, então nós lemos aquele
livro e eu do pastor Danis Silk e eu já fiquei muito impressionada com ele. Era algo que me tirou, em primeira instância da minha religiosidade. Eu sou bisneta, neta, filha e esposa de pastor e de uma igreja muito tradicional, tradicional alemã. Então, quando eu comecei a deparar com as verdades do mantenha seu amor aceso, foi descortinado para mim o mundo que eu não tinha conhecimento. Quando veio a cultura da honra, então eu fiquei simplesmente impactada com aquilo, impactada demais. Eu digo, eu quero isso pra minha vida. Eu quero isso pra minha vida. Eu não conhecia
a escola da Betel, não conhecia. Eh, eu sabia que o pastor Conrad e a pastora Gisá estavam lá e eles eram nossos conhecidos. Já conheço, né, o pastor Conrad desde menino. Ele frequentava a nossa casa. Eu lembro quando ele conheceu a Gizá, quando começaram a namorar. Então eu sabia, eles estavam lá em Betel, na Betel. Mas eu não a conhecia a escola. Mas eu mergulhei nessa cultura de uma forma que eu não sei explicar. E o próprio Espírito Santo, ele começou a me mostrar certas coisas, porque nós estávamos começando o clube do livro aqui em
Curitiba 2019. E e esse e esse ministério, esse movimento, ele cresceu muito rápido. No primeiro ano, a pastora Gisá estava junto e precisava de alguns algumas diretrizes. E eu vejo hoje que foi só o Espírito Santo mesmo para mostrar algumas questões, tipo assim, vou dar alguns exemplos para vocês. Eh, eu vim da religiosidade, eu sempre fui muito ativa na igreja. Então, por exemplo, a gente fazia avaliações de das atividades que a gente fazia na igreja, seja um encontro de casais, um encontro de mulheres, qualquer coisa. E a primeira coisa que o Espírito Santo me mostrou,
não, não se avalia. Cada pessoa que está ali ajudando, servindo, faz o seu melhor. Cada um de vocês faz o seu melhor onde está. Então, eu não preciso de avaliação. Outra coisa muito importante que eu aprendi ali nos primeiros momentos foi que nem todos precisam receber tudo igual. Interessante isso, né? Em grupos de mulheres a gente precisa dar um presentinho, uma lembrancinha, todo mundo igual. E eu aprendi ali através daquela direção do céu que todas as pessoas têm seu momento e Deus quer presentear uma de um jeito, outra de outro jeito. Nós somos diferentes, nós
somos únicas. Interessante isso. Mas nós começamos assim, assim que eu comecei a entender um pouco mais da cultura da honra. Um outro aspecto muito importante que eu encaro que hã as pessoas que vinham, que eu achei que eriam só de igreja, elas vinham para estudar os livros de todos os lugares da cidade. Todos os lugares da cidade. E uma coisa muito importante, não olhar a placa de igreja. Todas as pessoas eram bem-vindas, sejam elas de onde vinham, elas sejam, eram e são bem-vindas. Eh, nenhum título, todos somos iguais, somos importantes. Eu estou falando da cultura
da honra, né? Eu não sei qual é o teu contato com a cultura da honra, se você já leu, em que ambiente você vive, mas eu quero te convidar para um ambiente diferente, uma atmosfera do céu. Quando eu cheguei em 2023, conhecer a a escola 2023, a Lud, a Luig Sodré, mas é é Luana que está aí, ela estava junto na minha turma, várias outras pessoas. E nós começamos a escola em 2023, no início do ano. Eu simplesmente fiquei deslumbrada com aquilo que eu comecei a ouvir e ver. Eu me emociono quando eu tô falando
disso, porque a escola teve um forte impacto na minha vida. E quando eu pude ir paraa primeira imersão, no final d daquele ano, eh, eu conhecia a nossa diretora Paula só de na tela e na eu entrei no templo e ela estava ali cumprimentando os alunos e ela me deu um abraço e ela disse: "Você chegou em casa? Aquilo foi tão forte para mim. Sim, eu cheguei em casa na presença do Pai, na presença de Deus. Eu senti aquela forte atmosfera da presença do Pai. E eu sou tão grata por isso. E quantas vezes eu
já fiquei no templo ali de joelhos e dizendo: Deus, essa atmosfera eu quero levar. E hoje eu digo para você, você leva a atmosfera onde você está, porque o espírito vive em você e você leva essa atmosfera para onde você está, onde você foi. Então eu te convido a entrar de cabeça nesse livro e já que você tá voluntariamente nesse curso de férias, aproveite mesmo, não por mim, porque mas sim por esse privilégio que temos de aprender do pastor Danicil, que é um mestre nessa área. E essa cultura que faz toda a diferença em nossas
vidas. Depois da primeira imersão, eu já fui algumas vezes para Rebe e a última vez eu tive privilégio de levar meu esposo. E quando nós chegamos ao topo daquela daquele morro que a gente sobe pra pro college, pra batur, eu senti tão forte a presença de Deus e eu disse: "Alfred, por isso que eu quero vir para cá, porque sinto tão forte a presença de Deus. E com a minuto a minuto meu coração se encheu de alegria. Esses princípios que temos aprendido nessa nessa escola amada, nós podemos viver onde você estiver. Eu creio que na
sua inscrição você deve ter colocado o lugar de onde você vem, de que parte do Brasil você está. Eu quero olhar depois e dizer para você que o nosso Brasil todo pode viver a atmosfera do céu. Todas as partes, talvez esteja pessoas aqui também fora que é aberto para todos os alunos. Então vamos aprender esses princípios que fazem parte dessa cultura do céu e deixar que o céu invade a nossa terra, a nossa vida, a nossa casa, a nossa Jerusalém, a nossa cidade, o nosso país. Ohó, Rio de Janeiro, que lindo, que bom. Sheila é
do Rio. Quem mais? Vamos ver aqui no chat. Não vou conseguir ver tudo, mas um pouco. As as staff estão aí junto. Maranhão, nossa, que beleza. Fortaleza, São Paulo, Lorena, São Paulo, Cachoeira Paulista, Manaus, interior do Paraná. Todos são muito bem-vindos, bem-vindos nessa cultura de honra. Vamos deixar que o céu invade a terra através de nós. Somos canais. Somos canais. Então, quem tiver o livro à mão, vamos dar. Eu tô falando aqui que nem um canal, mas vai, vamos ter oportunidade para todo mundo falar. Então, quando nós abrimos o livro, e eu gosto de começar
ler o livro desde a capa inicial, e a primeira coisa que impressiona que eu quero destacar como um princípio da cultura da honra e eu espero que você anote que aquilo que for importante para você, o pastor Danilk, ele começa a agradecer a Betle Church. por seus incansáveis esforços e participação nesse grandioso experimento chamado bet. Uau! Então, quer dizer, houve grandes esforços. Então não é fazer plim e estamos aí buscando essa atmosfera do céu. teve esforço para chegar nessa cultura que nós hoje podemos obter através da escola ou na visita ao lugar, ao ter contato
com cada pastor, cada líder daquela casa. foi esforço. Depois ele agradece aos pais da casa pela sua liderança corajosa. Ele se importa com o coração desses líderes. Hum. Também não deve ter sido tão fácil desde o início implantar essa cultura. Depois ele agradece toda a equipe administrativa senior da Betle e ele diz que eles são os mestres para fazer tudo funcionar. É uma honra eterna trabalhar com vocês. Pastor Dani agradece a todos e eu quero destacar como um primeiro princípio o agradecimento, a gratidão para aqueles que nos precedem, para aqueles que andam conosco, para aqueles
que estão conosco hoje. Obrigada, Poli. Muito obrigada. Eh, obrigada Luana que tá aqui, que eu sei que também pode nos ajudar. Então, essa atmosfera que rege nesse lugar há muito tempo, ela ela muda as atmosferas. Depois vem uma parte aqui do livro onde algumas pessoas que leram o livro elogiam os livros. E é bacana ler porque aí você tem a visão de outras pessoas que leram o livro e destacam alguns pontos. Aí se você já mergulha de outra forma. Sabem gente? Esse livro ele pinga óleo puro do Espírito Santo. Uma unção contra a qual não
tem argumento, né? E aqui logo no início agora que nós vamos falar, nós vamos nos deparar como uma história para chacolhar a nossa religiosidade e conceitos, né? Porque temos que tirar o legalismo, talvez tradições, crenças e sem tradição e sem religiosidade abrir nossa mente para ler. Aqui nosso ambiente é seguro, é um lugar, um ambiente de honra, não há julgamento, não há crítica. Nós vamos poder falar sobre esses conceitos e como eles impactam na nossa vida. Você é livre para viver o que Deus tem para você para este momento. Uma quinta-feira por mês é por
semana. Então, nós vamos ter oito quintas-feiras, um capítulo por vez, porque cada capítulo é não dá para resumir tanto e eu quero ouvir vocês também. Vamos ter grupos também para poder discutir alguns pontos. Então, é um capítulo por semana, então conseguimos ler, acompanhar. Vai ficar gravado, sim. E se você não pode estar presente, você pode assistir a gravação depois, né? Então, abre seu coração, porque nós vamos ver a graça e a bondade de Deus fluindo através dessas páginas de uma forma sobrenatural, porque essa graça imerecida, ela nos alcançou e nos leva à restauração, a salvação
e restauração. E a graça expulsa qualquer tipo de acusação. Ela rapidamente ela traz a luz. O prefácio do livro aqui, ele foi escrito pelo nosso querido pastor Bill Johnson e ele começa a contar a história da mulher adúltera de João, capítulo 8, dos primeiros versículos. Essa mulher, ela foi lançada aos pés de Jesus, ela foi flagrada. no ato do adultério, como diz a história. E do jeito que ela estava, ela foi arrancada agressivamente, elevada aos pés de Jesus. É uma história que impacta, né? impacta muito. E ali ela jogada aos pés de Jesus, esperando a
punição ser apedrejada. E os seus acusadores agressores estavam super confiantes, porque eles se baseavam na lei, a lei de Deus. Então, temos ali o pecado jogado no chão e a lei do outro lado de pé erguida, esperando a punição acontecer. E mas ninguém esperava o que aconte o que aconteceu depois, né, gente? Porque aqui vimos algo acontecer. Alguém se inclinou. Jesus se inclinou. Observam ele. Jesus se inclina com atitude de humildade. Ele se inclina e ele desarma a todos. Com essa atitude, eles saíram de lá, os acusadores, um por um, porque a graça expulsou os
acusadores. O julgamento foi totalmente rejeitado dali. A superioridade da graça. A graça é uma moeda do céu. Ninguém mais precisou fazer nada, mas falar mais nada porque a mulher foi perdoada, simplesmente perdoada. O passado não mais lhe pertencia. A graça super abundou e ela foi perdoada e ela seguiu o caminho. Ninguém precisou dizer mais nada. Então, a graça perdoa o nosso passado e nos lança diretamente no destino, nosso destino divino. Isso é uma maravilha total. Então, pastor B diz que essa é a cultura da honra, da graça e que não é uma nova teologia, mas
é apenas uma manifestação do coração de Deus para nós. Então, honra libera a vida nas pessoas. Eh, eu quero dar uma paradinha agora e dar uma oportunidade para algumas pessoas que gostariam de dizer se já leram esse capítulo, esse prefácio e dar um um pequeno eh depoimento e uma opinião. O que que você leu até agora, até aqui, que é o preface. Nós vamos entrar na introdução e no primeiro capítulo. Tem alguém aí? de mão levantada. Pode levantar a mão. Nós podemos dar oportunidade para algumas pessoas. Tira, OK. Eu pode falar. Boa noite. Boa noite,
tira. Então, eu tô eu já li o livro umas quatro vezes. Uau! E eu tô eh organizando a escola na nossa igreja e eu coloquei essa matéria cultura da honra com esse livro. Au! O nosso nosso apóstolo lá apoiou. E esse livro é bem interessante e ele tem muitos princípios nas entrelinhas. Foi isso que eu tenho observado. Então assim, uma leitura a gente não consegue. Uhum. A gente precisa, na verdade, estudar, ler e realmente participar de um clube do livro, porque a nossa cultura brasileira é muito distante dessa cultura da honra que o Dani Silk
ensina no livro, né? tem muitos detalhes. Então assim, eu tô bem motivada. Eu dei a primeira aula na semana passada, eu tenho a prática da honra e tenho esse livro também. Eu tenho os dois, né, onde tem os exercícios. E assim, eu tô bem impactada, porque eu fui pastora há muitos anos também e eu vejo que muitas coisas que eu fiz não eram em cima da prática da honra, que é a nossa cultura brasileira. Então, para mim assim tem sido confrontador, libertador e curador. Amém. É, e hoje eu tô tendo a oportunidade de começar a
ensinar na igreja, então para mim tem sido uma experiência maravilhosa e tô cheia de expectativa aqui para esse clube do livro. Obrigada, tia. Muito bom. Quem mais? Não tô vendo mão levantada agora. Tem alguém? Acho que não. Ah, sim. Sim, por favor. E aí, boa noite para vocês. Eu só queria destacar que é uma bênção esse livro. Acho que é o mais o que mais impacta, né, a gente quando chega na escola é essa cultura. A gente tem uma visão, principalmente assim de liderança, que ela é construída ao longo do tempo. E oi Janice. E
aqui fala assim, né, que quando o Bill Johnson, ele vai nos lugares e ele fala a respeito dessa cultura, todo mundo bate palma. Então, quer dizer assim que todo mundo apoia, acha bonito e tal e até às vezes se inclui pensando que está já fazendo aquilo, né? Eu, poxa, tô estrelinha nisso. Mas quando eles vão, né, para lá na tem o o privilégio, a oportunidade de passar uma semana lá e ver as interações que eles possuem, né, entre si, entre os os membros, a liderança, aí sim que se vê, porque cultura, né, a gente a
gente vive muito de estratégia, né? Eu vejo que a igreja brasileira ela vive muito de estratégia e tem até uma frase eh no business, né, que é assim que eu não sei de quem, mas é de de um autor que fala assim que a cultura come a estratégia no café da manhã. Então assim, a gente vai e faz aquela estratégia e tal e bora pra equipe, bora eh startar e aí beleza. No no café da manhã lá a cultura já engole, né, a estratégia. Então, eh, eu vejo que isso é é preciso viver, né, vivenciar,
como ele fala aqui, eh, ver essas interações. Então, nós temos a oportunidade de ver assim mesmo que online, né, mais distante, mas ter essa oportunidade de você vê ali como eles até para passar o microfone, hora como eles eh fazem, né? Eh, não tem aquela questão de titulação antes do nome e tal, é o nome, é a pessoa. Então isso vai fazendo a nossa chavinha virar, né, aos poucos. Então, eh, eu tenho certeza que vai ser uma bênção esse livro, principalmente pra gente mergulhar e falar assim: "É possível, aqui tá um pouco diferente, tal, mas
tem algumas coisas semelhantes, mas é possível, né? Eu tenho certeza que quem tá aqui já é uma sementinha do que é possível onde você está. Eu tenho certeza que a Rute depois vai eh fazer uma oração dessa aí para que vocês se sintam empoderados, porque só de vocês estarem eh eh de frente, né, absorvendo isso, vocês já são encarregados e ordenados aí a espalhar essa mensagem da cultura da honra. É isso. Muito bom, Derby. Obrigada, Adri. Então, aqui desse primeiro capítulo, eu só queria destacar essa frase que ele diz aqui, ó. Eh, não é uma
nova teologia, é apenas uma manifestação clara do pano plano original. E ele fala também é que a graça vai além da cura do passado. Ela também nos lança em nosso destino divino, né? Então, é esse livro realmente, como você, a Débia acabou de falar aí, né, que a estratégia é devorada pela cultura no primeiro no café da manhã, já é bem isso mesmo. Eh, eh, absorver, deixar isso aqui fazer parte da nossa, mudando a nossa mentalidade, né? Prepara, lança a gente realmente para um destino divino mesmo, né? A gente sai eh, desse lugar de costume,
né? Eu me vem na cabeça o Eli sentado no banquinho, né? quando chegaram da notícia que os filhos tinham morrido, ele caiu do banquinho e morreu com o pescoço quebrado. Então, eh, esse livro realmente tira a gente de um lugar de costume, tira gente da religiosidade e e isso faz toda a diferença, né? Não tem um destino divino sem uma mudança de mentalidade genuína, né? Isso aí. Isso aí. Muito obrigada. Então, tem mais um pouquinho aí da do prefácio. Obrigada pelas contribuições. Muito bom, né? Eh, o que que é a honra? E aí talvez eh
nós vamos nos impactar com as definições que o pastor Danicil nos fala, que é não nós esperarmos sermos honradas, mas a cultura da honra é construída em torno do que eu posso dar, né? Então, mais uma vez, o a cultura da honra é construído em torno daquilo que eu posso dar para alguém e não do que eu preciso. Aí quebra, quebra muitas das nossas ideias, talvez que trazemos conosco de receber honra. Não é sobre o que eu posso dar. Eu preciso aprender a ver o que o outro precisa e principalmente aqueles que não merecem, aqueles
que menos merecem. E aí nós vamos nos deparar com as pessoas que talvez a gente diga: "Não, eu honro quem me honra ou eu honro aquele que merece." Não é honra aqueles que menos merecem para viver um ambiente de honra, aqueles que não vão nos dar nada em troca, quem quem talvez nunca nos honre. Então, se senão nunca vamos construir um ambiente de honra. Olha que princípio esse. Então, exatamente ali que é o doador da graça desarmou o acusador, né? Eu não continuei lendo, mas é o do capítulo ali do livro. Então, o pastor Dani
tenho sido um grande mestre nessa cultura da honra. tem um vídeo no YouTube sobre a cultura da honra que ele fala sobre princípios muito lindo, assiste que vai completar muito a nossa leitura aqui. O vídeo é a Cultura da honra com o pastor Dani Sil. Ele é eh traduzido em português, ele é muito bom, né? E as nossas igrejas, elas precisam dessa mudança radical, de ver as pessoas como elas são e não como nós achamos que elas precisam ser. Olha os princípios aí, né? Então, honrar as pessoas pelo que elas são e não pelo que
elas fazem. Au, né? Então, a cultura da honra, ela vai manifestar a realidade do reino de Deus aqui na terra. Se nós seguirmos esses princípios, então eu começo a aprender a olhar as pessoas com os olhos do Pai. Eu começo a olhar as pessoas com como Deus as vê. Como é importante em situações difíceis justamente fazer essa pergunta: Deus, como é que o senhor vê essa pessoa? E nós vamos talvez nos surpreender com as respostas que Deus nos dá. Aquela pessoa difícil. Isso mesmo. Isso mesmo. Aquela pessoa difícil que você tem dificuldade de lidar. Pergunta
a Deus, Deus, como é que você vê esta pessoa? Isso vai nos ajudar muito a mudar a nossa maneira de pensar. Na introdução, o pastor Danicil fala que a vida flui através da honra. E aí ele fala que alguns disseram: "Ah, é uma receita, pastor, é, são ingredientes". Ele diz: "São práticas de algo poderoso que muda a nossa vida. Ele, essas práticas podem mudar qualquer ambiente na Terra hoje. Aí eu lembro de uma coisa do pastor Bill Johnson que é tremendo. São tantas coisas que a gente vai falando e vocês podem contribuir. Mas uma coisa
que eu observei, talvez seja muito natural para pros outros, mas para mim chamou atenção, que o pastor Bill Johnson, ele vem, ou seja, na aula, ou seja, num culto, num evento da Beta, ele vem antes de começar, um bom tempo antes. Ele vem antes e ele vem caminhando devagar, sem pressa. Ele vem tranquilamente. Uma pessoa que se preparou para aquele ambiente, ele chega lá na frente do templo, conversa com todas as pessoas, fica de pé. Se alguém, se tiver brasileiro, ele tira foto, mas ele está ali. E o que me chama a atenção é a
calma, a tranquilidade e a pontualidade. É um princípio, princípio da cultura da honra. No nesses princípios a gente reconhece, nós reconhecemos quem os outros são. Então, como eu falei, não olhar para que as pessoas fazem, mas quem elas são, quem elas são para dar o o que elas merecem, o que que elas merecem, porque ela, as pessoas, na verdade são presente de Deus na nossa vida. Talvez a gente que não reconhece muitas vezes, mas elas são presente. Cada um, cada relacionamento é um presente de Deus na nossa vida. Cada um tem algo para ensinar, cada
um tem algo a acrescentar. Carlinha, você quer falar agora? Pode falar, Carla. Oi, coisa mais linda que eu amo. Que privilégio de ter você aqui. Muito obrigada pela sua disposição e nos servir com tanto amor. Sério, eu fico constrangida. Rute, não, eu tava, enquanto você falava, eu estou morando aqui em Reden, já vai fazer do anos e e realmente assim, quando você fala sobre a cultura, né, sobre a forma como o Bill Johnson anda e permeia entre as pessoas, é tão engraçado todo culto das 10:30 que ele prega, ele fica quando termina o culto, ele
fica lá na porta esperando as pessoas, ele cumprimenta uma por uma. E hoje, infelizmente, nós brasileiros, por causa da nossa cultura de idolatria e tanta coisa, né, errada dentro nossas igrejas, a gente não consegue muitas vezes ter contato com os nossos pastores. Então, assim, nós temos tanto aprender, né, esse lance mesmo de olhar com os olhos de Jesus, não favorecer e honrar as pessoas somente aquelas que podem de alguma forma nos abençoar, mas olhar com os olhos de Jesus. E uma coisa importante, só para finalizar, ô Rut, Jesus, ele nos amou quando nós ainda éramos
pecadores. Então, ele é o nosso modelo, né? O apóstolo Paulo, ele disse: "Ó, olhem para mim, imitem o que eu faço, porque muitas vezes parece uma linha muito tênue." E o livro vai falar muito claro a respeito disso. Eu vou honrar, eu vou reconhecer o que o que tem de melhor nas pessoas e vou impulsionar essas pessoas. Então, eu quero dizer que eu tô muito feliz porque eu preciso aprender mais sobre cultura de honra. Eu acho que todos nós brasileiros precisamos aprender mais sobre cultura de honra, eh, de entender que a honra ela não é
só sobre os superiores, mas a honra é sobre todos os filhos, né? Que nós somos membros. O coração não é diferente do joelho, que não é diferente do pulmão. Cada um tem uma função diferente, mas todos são parte do mesmo corpo. Então, só para dizer que eu tô muito feliz, eu quero aprender muito com vocês. Obrigada, Carla. Aprendemos uns com os outros. Isso aqui é beleza, porque o que você carrega acrescenta na minha vida e o que eu carrego, eu posso dar algo pro outro. Porque cada um, nós temos um destino divino que acabamos de
ouvir, né? Então, cada um de nós tem um chamado. Cada um de nós carrega algo que é importante na vida do outro. E é tão bom saber que eu não preciso ser tudo, mas eu posso eh a Poli é uma que me ajuda muito na escola, né? Ela é minha mentora tecnológica, ela carrega algo muito sublime, né? Eu lembro da da imersão que estivemos juntas. Eu admirei aquela menina calma também, muito calma e absorvendo tudo de uma forma tão profunda. Poly, você é uma bção na minha vida e assim tem tantos outros. Então é tão
lindo poder ver no outro que ele carrega. E eu não preciso ser igual. Eu não preciso. Eu não preciso ser igual. Eu não preciso ter as coisas que o outro tem. Porque o que outro tem me acrescenta e consegui ver isso no outro. Quando eu começo a ver isso, eu vejo menos defeitos. Quando eu começo ver mais de Deus na pessoa, eu vou ver menos coisas que talvez não me agradem. A nossa visão muda. A nossa visão muda. E à medida que nós, como grupos e comunidades, comecemos a discernir e receber as pessoas nesta identidade
que Deus deu, aí o fruto vai se apresentar claramente, lógico, porque eu admiro você, eu admiro o outro e nós juntos carregamos essa honra. Então não é sobre receber, é sobre dar de ver o que o outro precisa. E se eu vou ao encontro do outro para dar aquilo que ele precisa e que ele merece, eu sou honrada. Então, aí os frutos do Espírito Santo vão aparecer e essa nós como comunidade onde você estiver plantado, porque a gente já viu que somos de várias partes, várias cidades, em todo lugar onde você estiver, seja no Maranhão,
Fortaleza, São Paulo, no interior do Paraná, em qualquer lugar, você pode plantar essa atmosfera, construir essa atmosfera, porque você vive na presença do Pai. E trazemos cura, restauração, bênção, alegria, esperança e santidade para todos os lugares. Esses são os frutos que podemos esperar desta cultura da honra. E aí nós chegamos no capítulo um propriamente dito, que é uma história impactante, para quem já leu sabe disso. E eu anotei vários, vários pontos dessa história, né? Eu vou contar assim muito breve essa história para quem não leu ainda o livro, né? Eh, e o pastor Dani fala
que então todos sabemos que a escola, a nossa escola, eh, acontece muitos eventos sobrenaturais e de forma regular, muitas curas e esses eventos estão ligados a essa cultura sobrenatural. Sabe quando eu li esse capítulo de volta, eu pensei: "Nossa, como a gente vai conhecendo melhor a nossa escola, como ela funciona". Esse capítulo ele fala tanto sobre a escola, sobre como funciona. É muito legal. Então, mas para que essa escola funciona como ela funciona, ele diz: "Jesus é o nosso modelo." Jesus é o nosso modelo, né? Então, todas as coisas que aconteciam através da vida de
Jesus aqui na terra, elas fluíam diretamente do Pai. Ele disse: "Eu falo o que o Pai diz, eu faço o que euou vi o Pai fazer". Então ele tinha essa eh íntima comunhão com o pai, conexão. E para que a nossa vida seja regrada ou seguida por sinais e maravilhas, nós precisamos viver nessa intimidade com o Pai. Pai querido, nesse momento eu quero pedir para cada um que está aqui nessa nessa aula do Zoom, cada aluno que está aqui, Pai, eu peço que o Senhor visite nesse momento e abre um forte desejo em cada coração
em ter uma íntima comunhão contigo, que possamos viver na tua presença de uma forma extraordinária, de uma forma, de uma forma profunda, Pai. Venha, Senhor, e desperte em nossa essa vontade, que possamos te buscar mais e mais e viver conforme o Senhor nos mostrou e nos modelou para nós. Obrigado, Pai, por essa oportunidade, em nome de Jesus. Amém. E aí ele continua falando que essa forma de viver, como nós vimos no início, com esforço, com dedicação, fez um grupo de pessoas da Betel crescer em fé e coragem. E os líderes entenderam que eles precisavam capacitar
os santos para viver nessa plenitude de que o pai diz. E aí o pastor Denis Cirico disse assim: "Tá bom, eu vou contar para vocês uma história que aconteceu aqui na escola alguns anos atrás. Eu calculei mais ou menos a época. Deve ter sido lá por 2002, mais ou menos, porque o livro foi escrito em 2009, né? Então, já há alguns anos atrás. Aí, eh, tinha dois alunos que serviam como ministros de louvor, terminaram o primeiro ano e entraram em férias, já tinham se inscrito no segundo ano, né, como talvez alguns aqui. E a escola
ela é muito muito aberta e muito feliz pro primeiro ano quando conclui e também para o segundo ano, porque segundo ano nós podemos ser mentores, podemos ajudar os alunos do primeiro ano. Então, esses dois jovens, uma menina, uma menina, eles tinham se inscrito no segundo ano e eles estavam lá, estavam lá indo pras férias, que são agora, né, junho e julho e metade de agosto, são as férias de verão da América do Norte. E o que aconteceu com eles foi que eles ficaram muito tempo juntos, muitas noites assistindo filmes e ele querendo ir embora e
ela não querendo deixar. E o que aconteceu que não poderia deixar de acontecer, eles tiveram relação sexual e ela engravidou. As férias estavam terminando e eles já tinham parado de ter relações sexuais e chegaram à escola e eles sabiam o que poderia acontecer para eles. Eles sabiam as normas da escola. Eles sabiam que eles precisavam avisar o seu pastor, porque cada grupo, nós sabemos, nós temos nossos pastores. E ali os o pastor desses dois jovens era o pastor Benny Lipscher e ele tinha uma assistente e eles foram comunicar ao pastor que eles tinham feito sexo
durante as férias e ela tinha engravidado. E aí o pastor Benny Benny veio ao pastor Dani falando, ó, nós temos um problema. Aconteceu isso com os dois jovens e agora ela engravidou. E o que que nós fazemos? Aí o pastor Dani fala: "O que que você vai fazer, né?" E ele pergunta, vamos nos reunir com eles? E aí os dois jovens chegam ao gabinete do pastor Danis Silk e muito envergonhados, sem olhar pros pastores. E o pastor Dani Silk também começa a agradecê-los por eles terem vindo e terem aberto seu coração com coragem e confiança.
Ele pede para sentá-los e ele começa o a falar. Eh, qual é o problema? O que aconteceu? Aí o rapaz fala: "Mas o pastor Benin não falou?" Sim, ele falou, mas eu quero saber o que aconteceu. E o que que o que que acontece nesse momento? O pastor Daniil, que começa a conversar com os dois jovens, né? Quem não leu deve ler essa história completa e começa a buscar dentro desse jovem as respostas. E aí essa conversa começa a mudar. Porque qual é a nossa tendência? perguntar o que que aconteceu, por que que você fez
isso? Em nenhum momento o pastor Dani Silco fez esse tipo de perguntas. Ele simplesmente perguntou o que aconteceu. Então, perguntar pra pessoa qual é o problema com perguntas certas, fez toda a diferença. O rapaz não entendia o que tava acontecendo. Eh, ele se incomodou até com as perguntas. Mas é a forma certa para buscar o problema real, uma maneira diferente do que talvez eu estivesse acostumada. E como talvez há muitas vezes na minha vida com meus filhos eu fiz, eu tenho quatro filhos homens, todos estão casados há muito tempo, né? Mas quando eu olho para
trás, eu poderia ter feito muito diferente, muito diferente, né? Provavelmente não. Com certeza. Muitas vezes eu não ajudei quando coloquei contra a parede, né? Quando saíam à noite e eu queria saber onde foram na adolescência. A maneira como eu conduzi, com certeza não tinha nada a ver com a cultura da honra. Aqui o pastor Denis que não dá sermão. Ele disse: "Eu não vou tomar nenhuma decisão. Eu preciso saber qual é o problema." E ele começa a perguntar, né? Qual é o problema? O que você fazia via, né? E eh quando o rapaz diz, sentiu
cada vez mais a confiança e o lugar seguro. Ambiente é seguro quando? Quando eu não recebo críticas. O ambiente é seguro. Eu me sinto segura quando eu sei que o outro não vai me condenar. Aí eu posso abrir? E ele abriu, ele falou: "Sim, nós ficamos muitas noites juntas, juntos, fizemos sexo." E o pastor disse: "Você sabia que não era era certo aquilo?" "Não, não é certo." E aí ele começa a abrir o coração dizendo: "Eu dizia que eu queria ir embora, mas eu não conseguia porque ela ficava muito braba". Depois quando o pastor Dani
Silk fala com ela, ela confessa que ela ela queria não queria ficar sozinha, ela queria estar no controle da situação. Então, à medida que eles foram tentando e entendendo o que que tinha acontecido, eles puderam ver por si mesmo o seu problema. Eles poderi podiam se arrepender. Porque antes o pastor falou: "Você se arrepende?" Sim, me arrependo. Mas do quê? Do quê? Eu não posso me arrepender se eu não sei do quê. Eu preciso saber o que me levou àquela situação. Geralmente quem fez errado não quer pensar sobre a respeito. Mas aqui o pastor ele
continua falando com ele, fazendo perguntas para ele perceber que ele continuava tendo valor. Outro grande princípio da honra. Você errou, mas não perdeu o seu valor. Você errou, mas não perdeu seu valor. Porque o que a vergonha faz conosco? A vergonha faz que esquecemos quem nós somos. Profundo, né, gente? A vergonha quer nos manter presas. A vergonha quer nos manter presas para continuarm, continuarmos com medo, com vergonha. E quando o problema é revelado, ele consegue entender que ele tem dificuldade de dizer não à namorada, que o problema é esse. Quantas vezes nós erramos quando não
conseguimos dizer não, né? Deveríamos colocar um limite, dizer não e a gente não consegue, né? Ali os dois conseguiram entender o que os levou ao pecado. O sexo, a gravidez era só uma consequência, não o pecado em si, mas sim o falta de colocar limite e a dificuldade dela soltar. Ela queria controlar. E quando eles conseguiram entender isso, eles se arrependeram. Então, as perguntas certas feitas de forma correta é a chave para criar um lugar seguro, sem controle, sem condenação e sem acusação. Aí houve um confronto e nós brasileiros temos muita dificuldade com confronto. Eu
sempre falo isso, né? a dificuldade de ser confrontado, a dificuldade de admitir um erro. A cultura da honra nos mostra como isso pode acontecer num momento ou num espaço seguro. E aqui o respeito eh é adquirir essa confiança desses jovens para que eles possam realmente entender o que aconteceu. Então, libertar a pessoa da culpa é perguntar como que foi, quem que foi afetado por esse erro todo. Eles reconheceram e aí o pastor falou: "Quem foi afetado por esse problema?" Aí eles começaram a pensar em seus pais, em seus líderes, nas pessoas que estavam apoiando eles
na escola, nos próprios pastores da escola. E ao reconhecer isso, uma tristeza enorme encheu seu coração e eles começaram a chorar amargamente. O verdadeiro arrependimento, ele traz a tristeza, uma tristeza que vem do pai, deus mesmo, onde me arrependo profundamente daquilo que eu fiz e eu não quero repetir nunca mais, jamais. E os pastores deixam esses jovens aquele momento onde a tristeza vem com total força. Nada foi acusado. Aconteceu de dentro para fora. Esse é o arrependimento de dentro para fora. Ninguém teve que acusar, levantar a mão, falar algo, não, de dentro para fora. E
quando reconheceram quem foi afetado, quem foi afetado, o pastor perguntou: "O que que vocês vão fazer?" Ele não prescreveu, não deu uma lista de ordens para fazer. Nós sempre estamos tão prontos, né? para dizer o que o outro deve fazer. Sempre temos palavras prontas. Aqui nada foi dito. O que vocês vão fazer? E eles falam: "Nós vamos telefonar, nós vamos escrever, nós vamos falar. Quanto tempo vocês precisam para isso? Uma semana. Isso é muito importante. Eu preciso de uma semana para acertar, limpar a bagunça. Pastor Dani até faz uma associação com a uma lata de
tinta. Quando ela é jogada, ela respinga para muitos. E foi o que aconteceu. Foi o que aconteceu. Eles durante uma semana eles conversaram com seus pais, com seus amigos. Eles vieram à casa, eh, conversaram com o pastor Bill, com o pastor Chrus, eles falaram com seus pastores e líderes e eles começaram a limpar a sua bagunça pedindo perdão e eles receberam muito amor e apoio. Muito lindo isso. receberam muitas reações amorosas que eles nem esperavam. E o a o a vergonha ela foi removida, foi removida por esse amor das pessoas. Ao pedir perdão, eles falavam
paraas pessoas que eles não queriam perder a amizade, o amor, o relacionamento das pessoas. Eles queriam consertar o seu erro. Não podiam voltar atrás, mas reconheciam o que tinham feito. Uma semana depois, eles apareceram na sala do segundo ano. Muitos aqui estão no segundo ano, outros estão entrando no semestre um, dois, né? Maravilhoso. Cada semestre não desista nunca. Continue, continue, continue. Então eles entraram na sala do segundo ano e ali de peles começaram a confessar. Mas antes disso, o pastor Dani tinha conversado com a sala e dito: "Ninguém aqui vai julgar, porque sem Jesus nós
somos todos uns miseráveis". Então, quem quiser julgar vai falar comigo lá separado, mas eu não quero ouvir nenhum comentário, nem na frente, nem depois, nem atrás. Outro conceito fortíssimo da cultura da honra, não falamos sobre os pecados dos outros, não comentamos sobre os erros dos outros. Quem confessa não merece punição. Princípio da honra. E aí o menino primeiro e depois a menina confessaram humildemente o seu pecado e pediram perdão. E o pastor pediu um dos colegas um papel de pai da sala, se levantar e orar por eles. E todos os 47, ele fala ali, alunos,
é do segundo ano presencial da escola. se levantaram e rodearam o casal e oraram por eles. Oraram pela vida deles, declararam vida, vida em abundância sobre a vida deles e receberam muitas palavras do céu. E aí eles disseram: "Nós temos que ir na sala, no primeiro ano". A menina não tinha desejado tanto ir. El Nós não conhecemos o primeiro ano. Eles estão vindo agora pra escola, mas esse segundo ano ano é mentor do primeiro ano. É assim que a escola funciona e vocês estão no segundo ano. Vamos lá. E ali foram toda a sala do
segundo ano foi junto, entraram no primeiro ano, na sala do primeiro ano e lá tinha 100 alunos presencial. E ali também foi feito a confissão e todos se levantaram, oraram por eles, oraram chorando, perdoando, declarando vida, vida sobre o bebê, saúde, sobre a criança, sobre o casamento deles, que já estava marcado. E foi um mover profundo, impactante na escola naqueles dias algo aconteceu. O perdão, a graça flui através da honra. O casal se casou no final do ano, tiveram sua filhinha e foram morar em outro estado. A criança veio com um probleminha de saúde e
ela lutou por sua vida por um tempo. E os pais da criança mandavam notícias pra escola Beta sobre cada momento que eles estavam vivendo. E a escola parava. O que estava fazendo quando recebia uma notícia? Eu oravam pela por aquela criança. Até que lembraram, nós oramos por vida. E nós eh renunciamos qualquer espírito de morte sobre essa criança e começaram a abrir um clamor numa noite. No dia seguinte a mãe manda notícia. Milagrosamente aconteceu algo. Algo aconteceu que os médicos não explicam. A criança teve um uma reação muito positiva e ela vai viver. Hoje ela
é uma garota linda, forte, grande, com certeza já é uma mulher. E no momento, no semestre seguinte ou no ano seguinte, essa mãe veio à escola para uma das reuniões do terceiro ano e ela veio dar uma palestra e ela levantou e falou aos agradecimentos, a liderança daquela escola. E eu quero que você abra, se você tiver o livro, a página 42 do primeiro capítulo lá no final. É muito importante para nós como escola olhar para esses líderes da casa com esse respeito, com essa honra, como essa mãe, jovem mãe, ela fala aqui. Eu vou
ler para vocês. Quero apenas agradecer aos líderes desta casa. Vocês transmitem a força e a vida desta cultura a todos. os que entram nela. Uhum. Você e eu temos recebido isso. Vocês edificam a força nas outras pessoas. Vocês nos deram uma herança. Nunca mais seremos os mesmos. Eu creio que você e eu também não. Os mesmos por vocês terem lidado com a nossa situação da maneira que o fizeram. Vocês jamais saberão a profundidade que isso nos afetou. Vocês nos deram vida em uma situação que poderia facilmente ter nos tirado do trilho por muitos anos. Vocês
nos deram um relacionamento pelo qual estamos dispostos a morrer. Muito obrigada. Essa é a nossa escola Beta. É o que nós temos visto e aprendido. As histórias que começamos a ouvir e aprender compõe essa linda história da Battle Church. ilustram a vida, o estilo de vida e os relacionamentos que criam esse ambiente que atrai o céu à terra. É isso mesmo. E nós precisamos aprender esses valores essenciais que conduzem essa cultura, senão não temos como entender ou colher esses frutos. Então, pensando uma íntima comunhão com o Pai, viver a vida e o modelo, os princípios
que Jesus nos ensinou. Que mais? Agradecer quem nos ensina, quem trabalha conosco, quem nos precede e muitos outros que nós falamos hoje aqui, né? E quando nós descobrimos esse potencial que Deus nos dá, os céus estão abertos. Os céus estão abertos. O Espírito Santo mora em nós. Nós podemos viver essa cultura, né? Nós temos aí uma uma boa meia hora dentro do nosso tempo de estudo aqui. E será que nós dividimos em grupo, Poly? O que que você acha? Ou a gente Sim. Ok. Então você tem aí são temos 95 pessoas. Isso. Aham. Então eu
quero dar para vocês três perguntas. Quem quer completar o estudo, a, não sei se foi a Tirsa que falou, que tem essa prática da honra, que é um livro de estudo do do da cultura da honra, com perguntas e exercícios para quem está quer usar na liderança da sua igreja. Então, procure esse livro Prática da Honra do pastor Dan Silk, né, que completa muito bem. Ah, está escutado em todos os lugares. Uau! Nossa, eu tenho alguns, mas Lud, você mora muito longe. Semana passada poderia ter lhe dado. Uau, que pena. Mas procurem, se procurar alguém
procura, já avisa os outros, né? Porque é muito legal para trabalhar junto, porque ele é cheio de perguntas. Não temos condições de conversar sobre tudo isso aqui, mas vocês completam. E eu quero três perguntinhas. Se você puder anotar para vocês, ou alguém anota no chat também é bom. Eh, o que mais surpreende você nessa história eh da do primeiro capítulo? Porque eu digo, essa história é tão rica que o livro só precisava tratar disso, né? Nós vamos ver outros assuntos. Eh, o que mais surpreende você na história do primeiro capítulo? Isso. E a segunda pergunta,
que parte dessa história fala mais fortemente com você? Então, o que te surpreende e o que afeta você, né? Deu para pegar que parte da história fala mais fortemente com você. E a terceira parte eh pergunta eh bem na forma como nós fazemos relatórios de livros essas perguntas. Eh, terceira pergunta, o que você pode extrair dessa dessa história para você, paraa sua própria vida? Então eu posso ficar surpresa com a história, mas ainda fica só na surpresa. Eu posso ficar fortemente impactada, mas a terceira é a mais importante. O que eu que vou colocar em
prática na minha vida? Eh, quantos minutos teremos? H, uns 15 minutos. Pol, pode ser 15 minutos para conversar em grupo aí que voltamos, somos livres, podemos voltar para discutir então juntos o final, tá bom? Então, 15 minutos, 20, 24. Isso. Eh, então vocês vão para os pro paraas salas, está aí o o convite para ir na sala, 15 minutinhos, tá bom? As mentoras TF entram no grupo que vocês estão entrando. Oi, elas estão entrando. Tá bom. Ótimo.