o Olá amigos tudo bem Meu nome é Bruno sankey e hoje estaremos dando continuidade à nossa leitura de ser tempo nós estamos na parte entre o rádio ele está analisando o mundo a mão de idade então eu peço aí para você deixar o like no vídeo se inscrever no canal e que você possa para você poder continuar acompanhando essa leitura então Ative o Sininho para que sempre que chegaram novo vídeo você seja notificado para a gente poder continuar essa leitura juntos bom então a gente vai tá comentando Hoje os parágrafos número 21 e 22 e
prata da isso a gente vai retomar um pouco então o primeiro cara que está tentando compreender o ser no mundo que o Dário e a gente vai pegar o mundo para compreender e para compreender o mundo analisar o mundo ele vai fazer esse três partes a primeira letra A ele faz análise da humanidade do mundo ambiente e da humanidade em geral isso a gente já fez então que a gente compreendeu que que o rádio eu fiz hoje o fundo ambiente Ou seja a Taís que estarão ao nosso redor então olhou daí ele percebeu por exemplo
aqui no meu redor que Minha estante de livros Eu tenho um computador tem esse livro aqui eu tenho fome ahh tem o óculos e que então está ao meu redor de instrumentos utensílios instrumentos não é simplesmente qualquer um uma caneta por exemplo não instrumento é tudo que está à nossa disposição tudo que está à disposição das Artes alcance dele para que ele faça uso então é e a rua aponte a árvore a casa tudo isso utensílios e essas utensílios Eles não estão lançados do mundo de qualquer jeito Eles estão numa cadeia de sentido eles estão
retidos uns aos outros então se eu pegar um livro por exemplo guarda na geladeira eu vou tirar ele do seu contexto sentido porque esse livro está articulado para estante de livros ou está articulado com inscriva Nia então As coisas elas estão articuladas no mundo em relações de sentido elas não estão jogadas de qualquer jeito E aí então mundo já que as coisas são estão organizadas numa teia Numa articulação do sentido a gente pode entender o mundo como uma Trama de significados O que é o mundo é uma Trama articulada de significados Isso foi o que
a letra A nos levou até aqui para acompanhar passo a passo esse desenvolvimento assista aos vídeos anteriores na letra b a gente vai fazer um contraste entre a análise da humanidade que a gente alcançou até aqui e a Interpretação Oi Diana de desenho isso também a gente caminhou um pouco porque o radier ele mostrou que farinha disso em Três Passos ele analisaria a ontologia cartesiana não tem espaço a primeira que a gente já vez quando a gente comentou parágrafo 19 que é a determinação do mundo como res extensa a segunda também a gente já fez
só e depois sobre os fundamentos da determinação do mundo como reset extensa que foi o parágrafo 20 hoje nós vamos considerar o parágrafo 21 que é a discussão hermenêutica da ontologia do mundo é hoje a gente vai considerar o parágrafo 21 mas hoje também a gente vai considerar o parágrafo de número 22 aí significa que nós vamos entrar na letra C que é uma consideração da espacialidade do Design Então a gente vai caminhar né já para começar a trocar desse assunto da especialidade né e para começar a questão da especialidade não necessariamente das ainda mais
só pensar em parcialidade na compreensão rádio Miriam já que aí a gente particular com a compreensão do deixar a gente vai ver as diferenças aqui é o que a gente já viu sobre o deixar a gente viu que o secar ele colocou tudo em questão são Primeiro passo é isso nas meditações de car ele quis encontrar o fundamento seguro do conhecimento para encontrar esse fundamento seguro do conhecimento de car ele fez uso da dúvida metódica então ele colocou tudo em questionamento colocou tudo em dúvida em suspensão que a moto termo também tem que pode usar
que a Apple quer né colocou tudo em parênteses para depois eu não tenho certeza disso vou deixar nem parentes Depois eu falo até resgatar a certeza disso mas eu preciso colocar tudo em questão para encontrar aquilo que é Um fundamento seguro sobre o qual é o posso construir o conhecimento depois de colocar tudo em questão da ele vai colocar em questão a certeza dos Sentidos eu tenho certeza do que os meus sentidos do que meus sentidos me forma não porque eu posso por exemplo ver uma pessoa e acha que é outra e eu tenho certeza
do mundo também não porque eu posso estar sonhando você que pode ser Tudo uma Ilusão eu tenho certeza que 2 + 2 = 4 bem não porque um gênio maligno poderia ter me criado está me enganando Que tal forma que eu erre até na matemática e acha que minhas operações matemáticas estão corretas quando na verdade um gênio maligno me criou para me enganar então se eu não posso confiar no mundo se o mundo não é Um fundamento seguro para a construção do conhecimento já que ele pode ser um sonho se eu não posso confiar no
sentidos já que os sentidos também me Enganam então não posso construir o meu conhecimento sobre o fundamento dos Sentidos também se eu não posso confiar nas verdades matemáticas Qual é a verdade sobre a qual que eu posso confiar o que me salva de completo O ceticismo ou de car vai chegar à conclusão de que eu posso duvidar de que eu duvido porque ainda que eu esteja sonhando ainda que meus sentidos me engane é necessário que exista um eu que está sendo enganado é necessário que exista como eu que está sonhando é necessário que exista um
eu que dúvida que pensa penso logo existo posso duvidar de tudo mas não posso duvidar de que estou duvidando não posso duvidar de que penso não posso duvidar de que existo se penso logo existo é por esse fio condutor de car chega ao COB Du penso ego logo sun existo ou sou Oi e aí aqui ele vai perceber que existe então uma diferença fundamental entre o eu pensante e o mundo porque o eu pensante ele é indubitável ele não pode ser colocado em dúvida o mundo por sua vez pode ser colocado em dúvida e significa
que eu e mundo são coisas diferentes porque do mundo eu posso duvidar posso inclusive duvidar de que ele existe posso estar por exemplo numa Matrix então o mundo ele é sujeito a dúvida o pensamento não pode ser colocado em dúvida eu posso duvidar até do meu corpo porque ele pode ser uma ilusão daqui já vi um filme Matrix sabe disso mas não posso duvidar do meu pensamento logo o pensamento e o mundo são substancialmente diferentes o mundo pode ser colocado em dúvida o corpo pode ser colocado em dúvida o pensamento e não pode isso significa
que mente e corpo são de substâncias diferentes Então essa vai ser a primeira conclusão que o de Carvalho chegar que mente e corpo são de substâncias diferentes são de natureza diferente Ah mas então se aquilo que caracteriza a substância da mente é o pensamento o que é que caracteriza a substância do corpo da matéria do mundo o deitar vai propor que aquilo que caracteriza a substância do mundo é a extensão as coisas são extensas O que é extensão significa que uma coisa tem comprimento largura e profundidade ou seja ocupa lugar no espaço extensão é especialidade
logo prodecar o fundamento a natureza do mundo é a especialidade em contraposição como pensamento que não é extenso não espacial então aquilo caracteriza a substância do mundo é a especialidade no entanto e o que é substância né que seria uma questão de ser colocada protecar nós não temos acesso a substância o que que nós temos acesso por exemplo eu pego esse livro ele é verde em uma essa cor que ele é plano né ele não é a CRE liso isso eu consigo ter acesso para o meu sentido tenho acesso a várias propriedades do livro essas
propriedades as quais eu tenho acesso ou de cara chama de propriedades secundárias então ele que chama né outros pensadores já procuram essas decisões essas propriedades são secundárias por quê porque por trás dessas propriedades Existe uma substância E como que eu sei que por trás dessas propriedades e tem uma substância porque uma coisa não pode existir nada propriedades não podem ser propriedades do nada então se eu tenho propriedades essas propriedades precisam ser propriedades de alguma coisa e essa alguma coisa é a substância logo eu não tenho acesso direto a substância o meu acesso a substância é
dedutivo eu deduzo que a substância porque eu tenho acesso a propriedades cor lisura é tamanho né eu tenho acesso a essas propriedades mas a substância da coisa eu não tenho acesso eu deduzo que ela existe por que que eu deduzo que ela existe é porque algo uma propriedade não pode existir no nada tá uma propriedade não pode ser propriedade do nada então tentar vai propor que né as propriedades são sempre propriedades de uma substância mesmo que eu não tenho acesso essa substância eu sei que ela existe mesmo que eu não saiba não tem uma ideia
Clara de como ela é eu sei que ela existe porque uma propriedade não pode desistir não nada então a substância é inacessível ao pensamento ela é extra intelecto Mas ela é deduzível a gente tem certeza que ela existe não porque a gente tem acesso a ela mas porque nós deduzimos que propriedades não podem existir em nada e o que que é a propriedade fundamental da substância do mundo é a extensão a extensão é a propriedade fundamental da substância do mundo essa propriedade a extensão A gente não tem acesso direto o que a gente tem acesso
direto é as propriedades que decorrem da extensão o fato de uma coisa seis pensa permite que ela se mova é um movimento permita que ela tenha um lugar no espaço daquela tem comprimento largura todas essas coisas são propriedade de secundárias que decorre da extensão então prodecar todas as propriedades de uma coisa são decorrentes de sua extensão A Propriedade primária é a extensão a cor a lisura né tudo isso a gente é é deduzido né não é não é a gente cedo mas tudo isso é é é uma propriedade que depende da extensão uma expressão dessa
extensão vamos por assim dizer então até aqui a gente entende que para o deixar o fundamento do mundo da substância do mundo é a extensão bom então é a gente dedos né que a substância mas a substância ensina o que é inacessível e as isso que caracteriza a substância do mundo é a extensão isso é importantíssimo de ser colocado Então quer dizer que a dureza o movimento qualquer outra coisa é decorrente da extensão agora tendo chegado a este ponto nós podemos iniciar né a consideração do parágrafo específico de onde que é o parágrafo 21 quer
sobre a discussão emineu de cada um tô logia cartesiana do mundo tendo entendido é um projeto cartesiano do mundo a gente pode pensar por ela vamos criticá-la O que é criticar na filosofia criticar não é dizer que uma coisa está errada Criticar é analisar criticamente é tentar de limitar aquilo que é positivo e negativo e acertos e erros de uma teoria portanto crítica filosoficamente falando não significa simplesmente crítica destrutiva O que é ser crítico ser crítico não é sair descordando isto ser crítico é perceber numa teoria aqui nela aqui é positivo e aquilo nela que
é negativo E é isso que o rádio que se propõe a fazer em relação à ontologia cartesiana né então ele propõe analisá-la criticamente nós vamos fazer isso E aí como é que ele faz isso ele por exemplo quando vocês fizerem o título Crítica da Razão Pura né não é quer dizer que o que a gente está indo contra a razão está fazendo uma crítica um texto crítico o meu texto que pretende delimitar os limites da razão né até onde ela vai até onde ela não vai então Quais são as críticas de onde até vai até
onde não vai a antologia cartesiana E aí de coloca Eis a questão crítica que se põe essa Odontologia do mundo primeira questão essa antologia do mundo em geral busco fenômeno do mundo Será que a metodologia cartesiana se preocupam em compreender o fenômeno da humanidade segundo Será que se ela busca compreender o fenômeno da humanidade ou se ela não busca Será que ela pelo menos ela tenta compreender o ente no interior do mundo para perceber Qual é a relação de sente que o mundo o que que o rádio britânica óleo o que eu fiz até aqui
eu tentei compreender o mundo e como que eu fiz isso eu comecei que ela não compreender aquilo que existe no interior do mundo os instrumentos Será que o deixar fez isso o rádio graça aqui não e nem falou Tecar não somente da água assim como uma defeituosa determinação ontológica do mundo mas que sua interpretação dos fundamentos desta levaram a que se saltasse por sobre o fenômeno do mundo como do ser do ente do pronto utilizado no interior do mundo que que o rádio que tá falando de cara ignorou o mundo ignorou a instrumentalidade dos instrumentos
E aí ele vai então mostrar as limitações dessa compreensão e aí qual que é o problema o protecar como que a gente acessa a extensão se a extensão ela não é acessada diretamente pelos sentidos pelo conhecimento dos Sentidos porque a gente viu que a substância tem uma coisa ela não é acessada pelos sentidos ela é de torcida Qual que é o conhecimento que me permite acessar então aquilo que é característico da extensão se não é o conhecimento dos Sentidos Qual é esse conhecimento o de Carvalho pro porque esse conhecimento e conhecimento físico matemático então é
pela matemática que eu consigo acessar a extensão porque disseram que era é especialidade comprimento largura profundidade Então ela é matematizavel Ela pode ser matematicamente compreendida então o melhor entendida é isso significa que o conhecimento para o de cara que me dá acesso a substância das coisas do mundo é o conhecimento matemático bom então é prejudicar eu acesso né eu posso compreender as coisas do mundo não pela Sensação Mais pela interacção matemática bom então sentidos eles não podem me dar acesso às coisas do mundo e aqui então a gente já percebe o contraste com a compreensão
raiva Eliana por quê que o rádio é compreendeu aqui que a essência das coisas do mundo é sua instrumentalidade portanto se eu desejo ter acesso a substância das coisas do mundo por assim dizer e eu não posso fazer no pelo conhecimento matemático eu só posso fazer um pelo conhecimento prático porque é na minha vida com as coisas é da minha ocupação com as coisas eu tenho acesso a instrumentalidade dessas coisas é deixando que a caneta inscreva que eu tenho acesso a ela portanto eu tenho acesso a sua instrumentalidade e a instrumentalidade das coisas é o
que elas são na compreensão heideggeriana portanto que a Caracterize as coisas para heidegger não é a extensão mas sim a instrumentalidade de algo a instrumentalidade de algo a utencia lidade o servir para é o que caracteriza a substância do ente intramundano da perspectiva do River esse importante eu quero ter acesso a substância dos dentes intramundanos eu só posso fazê-lo pelo comportamento prático no qual eu me ocupo das coisas aí o de car por entender é substância das coisas não é a instrumentalidade mas sim a extensão ele acaba chegando à conclusão de que só podemos ter
acesso as coisas pelo conhecimento matemático Então isso é uma questão importante isso fica claro quando de cara analisa a dureza EA resistência é porque poder cartão é consequência da extensão o fato de uma coisa ser Dura Não é porque os meus sentidos da percebem Dura É porque ela é dura em consequência da sua extensão e largura por que ela está fixa no lugar no espaço ela é resistente não porque meu sentidos a percebem desistente mas porque ela resiste em um lugar no espaço e nós já Vimos que não há sentido nenhum na hermenêutica heideggeriana ele
pensar no sentido das coisas sem pensar que uma coisa seja algo independente do Design porque o significado de uma coisa Ele só pode ser doado pelo design portanto uma coisa a senhora é resistente Olha tudo é porque Natura para os meus sentidos para os sentidos de um design e portanto o teclado pensa totalmente diferente Ele acha que uma coisa dura porque ela é extensa e não porque o das áreas percebe extensa e é decidido que o rádio eu disse dureza e resistência não se mostram em geral senão a um ente do modo de ser da
sai aí ele acrescenta algo assim ou pelo menos o modo de ser de um equilíbrio porque pelo menos Talvez um ser vivo como um cachorro ou um outro animal talvez até perceba a dureza EA resistência mas para que dure esse resistência sejam percebidas né E se ela ela só são na medida em que são percebidas é preciso que hajam ser que as percebe que o é o da sai nenhum incentivo se não existem um ser vivo que coloca a mão aqui e senti a lisura da horário estoura só ali duração das viagens alguma coisa é
Astra por sentidos e é para o meu tá tu não existe aspereza por si mesma a as Teresa e aspereza para o sentido que a percebe então o rádio verdes corda diametralmente do o declarar acha que uma coisa dura porque na extensa o rádio entende que uma coisa dura porque ela é percebida dura por um da saia ou pelo menos por um ente vivo bom então é importante você colocado isso aí Alguém poderia falar assim que essa análise do rádio é muito forçada né porque assim a gente não pode cobrar do de Claro que ele
tenha tratado disso porque eu tentar não se procuras a tratar dos utensílios ele não se propôs a tratar do mundo qual que a gente vai cobrar isso dele e aí o rádio vai responder você olha a gente tem que cobrar de um autor que ele desenvolve o seu tema às últimas consequências se o Wagner Red Water Park dia para fazer uma antologia ele precisava considerar o mundo ele precisava consideravelmente no interior do mundo para fazer essa antologia ele não fez então por isso a cabe uma crítica a ele Então nesse sentido cabe uma crítica ao
nosso querido secar vamos agora entender como Rider entende a especialidade porque assim o protecar o que é fundamental uma coisa é sua especialidade sua extensão e tudo mais decorre dessa extensão É sim isso é assim e isso é assim né se tu pode fazer cara Esteja certo Quer dizer que a instrumentalidade é secundária ela não é Essência se uma coisa instrumental é porque a primeira era espacial por um deixar então prodecar por exemplo se uma caneta é útil para escrever é primeiro é é isso porque antes disso ela é uma coisa que ocupa um lugar
no espaço é uma coisa que possui uma extensão Então por de caro fundamental uma coisa é a extensão Bru rag ao contrário a instrumentalidade ao Fundamental e significa especialidade a decorrer da instrumentalidade mas como se dará isso como a instrumentalidade pode decorrer da especialidade é isso aqui e o nosso querido a ele que vai tentar fazer aqui na partes e sobrou Ambiental do mundo ambiente é especialidade do time então ele vai fazer essa análise em três partes Hoje a gente vai fazer só o primeiro a primeira contra a especialidade do intercílio eu converso parcialidade doente
que vem ao encontro do da sai no interior do mundo como é a especialidade do instrumento depois né No próximo vídeo a gente vai mostrar a especialidade do ser no mundo e no parar de 24 a especialidade do Design o espaço hoje vamos ficar só no parágrafo 22 sobre a especialidade do intensílios é em que sentido para o Rider a especialidade do utensílio se dá do seguinte moto primeiro utensílio Ocupa um lugar no espaço Por causa da sua instrumentalidade Vamos pensar aqui né de novo no livro um livro que espaço que ele vai ocupar o
espaço que ele vai ocupar vai ser definido por sua isso e o livro ele serve para ler Ele Pode ocupar o lugar do espaço da minha escrivaninha um livro ele serve para né ele pode ser hiper guardar ele para eu consultar na Minha estante de livros mais um livro não serve para ser colocado na geladeira ele não serve para eu comer então eu não vou aguardar ele na geladeira percebe que o espaço que uma coisa o culpa é determinado por sua instrumentalidade o espaço que o livro ocupa portanto é consequência da sua serventia para nesse
sentido o mais fundamental de uma coisa não é a sua extensão mas a sua instrumentalidade porque é essa instrumentalidade que vai determinar o lugar no espaço em que Esse instrumento vai ocupar portanto para o hacker a especialidade é consequência da instrumentalidade percebam que ele vai contrário do de carpoteca primeira uma coisa espacial e Ocupa um lugar no espaço e tem uma certa instrumentalidade protecar o mais fundamental é o fato de que uma coisa é extensa e o fato de que ela serve para algo é uma consequência dessa extensão por rádio é o oposto uma coisa
Primeiro ela é instrumental ela tem uma serventia para e é a depender dessa serventia para que essa coisa vai ocupar um determinado lugar esse lugar que essa coisa ocupa o rádio chama de lugar próprio ele fala assim um instrumento tem sua localização seu lugar próprio a gente também pode pensar no espaço que uma coisa ocupa no contexto da obra então por exemplo eu vou usar esse livro aqui para ler Então eu tenho o objetivo de uma leitura e no contexto da obra ele Ocupa um lugar né pensando melhor na no exemplo da poesia eu quero
escrever uma poesia a caneta vai ocupar uma de ter um determinado lugar nessa obra que um perdendo fazer que é escrever uma poesia ela ou um papel no lugar no espaço Então se perceber é a especialidade de um instrumento é consequência da sua instrumentalidade a instrumentalidade é mais fundamental do que especialidade porque a instrumentalidade de um tecido que determina o lugar próprio que isso tem sido ocupa nesse sentido não é a extensão que é mais importante como pensa até Car não é a extensão que determina a instrumentalidade não é a extensão que vem primeiro o
que vem primeiro é a instrumentalidade que por sua vez determina o espaço o lugar próprio que é ocupado por esse utensílio e é com rádio e também vai usar a expressão região né que aí que significa aonde Geraldo da possível pertinência instrumental que no trabalho da ocupação se põe diante mão a ao ver ao redor aí vamos entender isso daqui primeiro ele fala de um Aonde então é um espaço Esse lugar é aonde Então faz é de movimento né se não se fosse ó onde então é aonde trás é de um movimento é um lugar
é uma região ou das áreas se movimenta para se ocupar de alma Oi e aí coloca eu estou postando aqui o instrumento há uma sua pertinência O que é pertinente a gente já estudou isso a diferença de um instrumento da sua pertinência em um instrumento que adquire o caráter de surpresa o que que é um instrumento da sua pertinência é quando o instrumento está na sua serventia natural assim eu tô usando a caneta para escrever ela tá escrevendo a impertinência acontece a caneta quebra ela deixa de ser pertinente para que eu uso ela para escrever
e aí já era a surpresa ela me surpreendi porque eu não esperava aquilo então eu tô Considerando o livro na sua pertinência impertinentemente o livro tá num instante perti nent mente O livro está na minha mesa Se eu colocar o livro na geladeira eu posso até fazer isso não é impossível mas eu não vou estar mais da pertinência eu vou estar na impertinência Esse é uma pessoa pobre uma geladeira e encontrar hoje verdade lá dentro ela vai experimentar o que uma surpresa então quando eu estou considerando o espaço próprio de um instrumento Eu não estou
considerando esses PA e quando eu estou catando de instrumento quando ele tá impertinente quando ele está no modo da surpresa quando ele está deslocado de sua função quando ele está quebrado por exemplo eu estou considerando o instrumento quando ele está pertinente quando ele está utilizado e quando ele Está ocupando lugar próprio dele então isso é importante de ser colocado continuando o rádio vai entender esse lugar próprio como sendo constituído por um afastamento direcional vamos entender o que é afastamento direcionar um dentro mesmo que afastamento e segundo que atira acionamento afastamento significa fazer desaparecer na distância
de alguma coisa aproximar então como eu faço uso de uma coisa eu me aproximo dela ou é o aproxima ela de mim porque ela passa estar à minha disposição não ter sinceramente uma aproximação no sentido médico não quer dizer daqui eu peguei uma coisa e tu se ela fica pertinho de Miguel tava 100 metros a 10 metros por só que agora ela tá a 2 cm não é isso quer dizer que eu coloquei ela me à disposição para fazermos o dela então eu posso até pensar assim ah eu tô brincando no carrinho de controle remoto
caindo tá lá hoje né eu tô comprando ele aqui mas esse carrinho ele tá próximo de mim no sentido de que ele está minha exposição no sentido de que ele tá meu alcance para que eu faça uso dele então me aproximo das coisas para fazer uso delas o rádio aqui na nossa tradução do nosso querido é falso Castilho a gente está pensando a palavra afastamento mais uma melhor produção talvez fosse desafasta mento porque na verdade que essa palavra significa quer fazer desaparecer a distância Ou seja a coisa estava afastada de mim não estava meu alcance
para uso e eu faço desaparecer essa distância então ela passa está ao meu alcance então a gente pode usar o termo desafasta mente ao invés de afastamento é uma Esse é o primeiro lugar para perder envolve um deles afastamento que significa fazer desaparecer a distância de alguma coisa ou seja aproximar lá e ela envolve um direcionamento porque eu me direciona uma coisa para fazer uso dela então é tomar uma direção dentro de uma região então redireciona ele é um livro que tá na estante de livro pego aquele livro aproxima ele de mim né aqui o
aproximar Até que em caráter de aproximar Literalmente com braço mas não necessariamente precisa ter essa aproximar médico mas é um coloca coisa minha disposição para fazer o dela por isso é um desafasta mento direcional porque eu elimino afastamento e eu aproximo e eu me direciona uma coisa para fazer uso dela então a gente vai usar o tema aqui de desafasta mento direcional Esse vídeo é um a gente já vai encerrando aqui porque aí a gente vai considerar depois da especialidade do ser-no-mundo O que é importante entender aqui a especialidade do utensílio é entender que a
gente e tu tem filho é decorrente de sua instrumentalidade é contra ou então a visão é raio é de cartesiana dedecar de que a especialidade é o mais fundamental nos instrumentos não é a especialidade que é o mais fundamental mais fundamental é a serventia para então o espaço que algo ou culpa é determinado por sua instrumentalidade Considerando o instrumento em sua pertinência ou seja no seu uso normal então considerado em seu uso normal o lugar que o instrumento ocupa o espaço que o instrumento ocupa é determinado por sua instrumentalidade se um livro serve para ler
eu posso colocar na escrivania posso colocá-lo na na estante de livros mas não posso colocar na geladeira porque o livro não serve para comer ou para beber e eu coloco na geladeira Pois estes servem para comer ou para beber entendem e isso que é importante e claro aqui a instrumentalidade de aula é o que determina a sua especialidade e não como pensava adecar que a extensão é o mais fundamental de uma coisa não importa que a gente pode discordar nessa visão do rádio ele não tem problema discordar é que a gente está fazendo uma leitura
o comentário a gente pode achar né eu não concordo com isso acho que a especialidade é mais fundamental O Astro especialidade em sua mentalidade são igualmente fundamentais mais a visão do rayger é de que a instrumentalidade é mais fundamental muitas no utensílio do que a sua especialidade e por isso aquilo que determina o instrumento o ente do interior do mundo não é a sua especialidade não é a sua extensão como pensava de car mais a sua instrumentalidade o significado que essa coisa tem no uso dela e portanto também de novo é importante colocar que o
acesso essa coisa não se dá pelo conhecimento físico matemático porque se fosse a extensão mais fundamental sim o e essa coisa se daria pelo conhecimento físico matemático mas como essa coisa O que é mais fundamental dela é a instrumentalidade o acesso aquilo que é mais fundamental nessa coisa é dado pelo conhecimento prático pelo pela compreensão prática mesmo pela ocupação pelo uso que eu faço dessa coisa é isso aqui então no próximo vídeo a gente vai caminhar um pouco mais eh peço perdão né se não ficou Claro se alguma coisa ficou meio obscura né raiva também
não é fácil também né Eu estou aqui tentando entender junto com vocês assim então dá um sou especialista sei bastante rádio não é nada disso é tudo que eu tô tentando é compreender entender o livro e ajudar vocês a compreender também claro que eu posso ter ficar não né eu tenho minhas limitações só uma pessoa que tem conhecimento limitado e aí aos poucos a gente vai entendendo livro e espero que esse vídeo te ajude o seu like no vídeo inscreva-se no canal ativo Sininho e ativando o Sininho você vai saber quando vai chegar os novos
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