Eu tenho certeza se você está aqui, de alguma forma a psicanálise te atravessou, mexeu com você. Através de algum vídeo meu, eu bati aí a porta da sua casa ou da sua tela e algum tema te chamou atenção. Você sabe o que eu mais acho interessante desse trabalho que eu desenvolvo?
é o quanto eh o assunto saúde mental é extenso e por isso a psicanálise é tão contemporânea e conversa com tantas possibilidades. O assunto saúde mental, ele diz respeito à nossa vida como um todo. E eu sempre falo com os meus produtores, saúde mental é um conteúdo que não se esgota nunca.
Os seus relacionamentos t a ver com saúde mental. A educação dos seus filhos tem a ver com saúde mental. a sua vida, a sua carreira, a sua autoestima, a sua inteligência emocional, tudo passa por saúde mental.
O tema saúde mental, ele não se esgota. E por isso eu fico muito feliz por estar trabalhando com isso e por ter você aqui junto comigo. E se de alguma forma eu entro na sua vida e faço a diferença e mudo, eu já fico muito feliz.
A minha missão de vida já é cumprida. Você já parou para pensar o quanto o tema saúde mental é extenso e o quanto a psicanálise conversa com várias possibilidades? Por que que a psicanálise é tão importante?
Porque a psicanálise aprofunda. Dr André, você tá falando que ela é única? Não, eu tô falando que ela é a melhor que eu conheço e eu posso ser sincera.
Eu sou formada em filosofia, eu tenho doutorado em filosofia da mente, em neurociências, mas nada conversa tão bem com a alma humana como a psicanálise e as ferramentas psicanalíticas. Nós precisamos ter saúde mental para sermos bem-sucedidos em todas as áreas da nossa vida. Na nossa vida profissional, se nós não tivermos saúde mental, nós iremos nos sabotar.
A sua história, os seus medos, a sua timidez vai te atrapalhar no seu trabalho. A sua mania de levar tudo paraa pessoalidade. O seu líder, o seu patrão, o seu supervisor te falou algo, aquilo mexeu com você e te atrapalhou, mas não foi a voz do seu supervisor ou do seu gerente.
Foi a voz da sua infância, foi a voz do seu pai e da sua mãe que não te validaram. E isso tem atrapalhado a sua vida profissional, porque você tem ouvido vozes, isso mexe com as suas emoções, mas você não sabe de onde. E a psicanálise mergulha profundamente nisso e te mostra.
O que te dói não são as ofensas atuais. O que te sabota não são as vozes atuais, mas são as vozes da sua infância que não te validaram. E nos seus relacionamentos, você repete comportamentos, você repete escolhas, você escolhe homens abusivos, mulheres abusivas, você jura para você que você nunca mais vai entrar em relacionamentos assim e de repente você se pega na mesma história, repetindo a mesma história.
E a psicanálise vai te dizer, o inconsciente é sábio. Ele repete a história até que você resolva a ferida. O homem abusivo que você escolhe é o seu pai lá atrás que não te amou, não te falou as palavras que você gostaria de ouvir e você continua escolhendo homens abusivos até que essa ferida se cure.
Existe um jeito melhor, ao invés de repetir erros, entender os erros. E a psicanálise faz isso por nós. Os nossos relacionamentos, a educação dos nossos filhos.
Lacan, um grande teórico da psicanálise, vai dizer a importância do limite, da autoridade, do não, da frustração. E quando eu estudo psicanálise, eu tô cheio de ferramenta para criar filhos com autoridade, sem ser autoritário, para educar os meus filhos conforme aquilo que eu acredito, para dar limites psíquicos pros meus filhos. A psicanálise é isso tudo e muito mais.
Ela nos leva a ter amor próprio, a olhar para nós, a olhar paraa nossa história com compaixão, a reescrever a nossa história. Nesse vídeo de hoje, eu queria falar com você um pouco sobre sonhos e sobre você. Quem é você de verdade?
O que que você sonhou a ser? Eu quero te voltar com você um pouquinho lá na sua infância. Eu adoro alguns vídeos da infância.
Pense em você, criança, quem você era. Tenta lembrar até da imagem. Você deve ter tido alguma foto de você pequena.
Lembre-se de você. Eu gosto de lembrar da Andreinha, Andreia Pequena, uma menina sonhadora, calada, que vivia pelos cantos. E essa cena, ela me marca muito e ela me lembra muito, porque eu tenho seis irmãos e os meus irmãos todos maiores que eu.
Eu nasci já bem depois. uma gravidez indesejada. Não que os meus pais não quisessem, mas eles não podiam, não estavam preparadas, preparados para ter mais uma filha.
E como meus irmãos eram maiores, eles iam brincar e eles não me incluíam na brincadeira. E eu sempre ficava na quina das paredes sentada, observando os meus irmãos brincarem, observando os meus irmãos conversarem. Ali começa a psicanalista, ali começa a filósofa, a pessoa que precisou aprender a ficar sentada e apenas ouvir.
E você lá na sua infância, quem era você? A criança brincalhona? A criança calada, a criança tímida, a criança chorona?
Talvez você tenha ouvido, você era chorão demais. A criança que foi rejeitada, talvez depois adotada por outra família, volte na sua infância e olhe para você. Olhe para essa criança.
As dores dela ecoam até hoje dentro de você. As dores, as vozes, os desejos dessa criança gritam dentro de você. Talvez você não consiga colocar limite nos seus filhos porque você sente culpa porque foi limitado demais.
Talvez você não consiga crescer profissionalmente porque sente medo de fazer sucesso e abrir mão da sua história. Eu não sei a criança que você viveu ou a criança que você foi, mas essa criança tinha sonhos. Eu gosto muito daqueles vídeos de crianças, vestidos de astronauta, de superherói, de cozinheira, de médico, de bombeiro.
Quem você queria ser? Quem você sonhou ser? Aliás, te permitiram sonhar?
Seus pais, seu entorno te permitiu sonhar? Eu queria muito ser médica quando eu era pequeno e hoje eu sou médica de almas. E você, o que que você queria ser?
Você teve coragem de contrariar sua história? As pessoas às vezes te diziam: "Você não vai ser nada, você não vai crescer". Você não vai alcançar?
Você teve coragem de contrariar a sua história ou você só repetiu falas e ecos do desejo de outras pessoas? Eu vou te contar aqui uma história de um livro que vai nos elucidar bastante essa nossa prosa psicanalítica. Nesse vídeo, eu queria te convidar nesse momento do vídeo a ir para um lugar sozinho ou coloque fones.
independente de onde você esteja, mas tire aí pelo menos 40 minutos para você. A proposta desse vídeo é um exercício psicanalítico. Então, tire 40 minutos como se você tivesse tendo uma terapia comigo.
Aqui estamos só você e eu. E eu olhando nos seus olhos. E eu queria ter uma prosa psicanalítica com você.
Coloque fones, vá para um lugar distante, vá para um lugar que você possa ficar sozinho. Ou se não puder ficar sozinho, que você fique isolado, mas que você tire esse tempo para você. Tem um livro que se chama Fernão Capelo Gaivota.
Esse livro é maravilhoso. Ele é de 1970 e esse livro conta a história de uma gaivota que se chamava Fernão Capelo. Gaivotas planam, são grandes, pesadas e não foram feitas para grandes alturas.
Elas planam ao redor de barcos e perto da praia para comer os peixes que os pescadores jogam fora, os peixes que estão mortos, os peixes que já estão necrosando, boiando na água, os restos de víceras de peixes que os pescadores jogam na praia e daí pra frente. Gaivotas não foram feitas para voar alto. Gaivotas foram feitas para planar e comer restos.
E por isso são pesadas e tem as asas grandes e largas. Esse livro Fernão Capilo Gaivota conta a história de uma gaivota que queria ser diferente. E ele foi muito criticado por isso.
Fernão não estava preocupado em ficar por conta de planar e comer restos. Planar e comer restos, porque essa é a vida das gaivotas. Fernão queria voar e ele era muito criticado por isso.
A mãe dizia para ele: "Meu filho, você está apenas pena e osso. Você está magro. Ao invés de gastar seu tempo brigando com as outras gaivotas para pregar os restos na praia, você fica ensaiando voos".
Mas Fernão não se prendeu à voz da mãe. Ele continuava tentando e ele tentava voar mais alto, mas as asas eram grandes e pesadas. E ele continuava, mas conseguia voar pequenas alturas.
Ele ensaiava loopings, ele ensaiava grandes subidas, ele ensaiava mergulhos profundos e todas as gaivotas riam dele. Porque gaivotas não foram feitas para as alturas. Gaivotas foram feitas para voos baixos, planar e comer restos.
Um dia, Fernão subiu o máximo que ele podia. E depois na descida do voo, tentando ensaiar um voo muito diferente, ele deu uma rasante. Só que ele não conseguiu se segurar e não conseguiu planar a terra.
Se espatifou na água dura daquele mar, frio daquele dia. Fernão meio que desmaiou e lá naquela água ele ouviu a voz do seu inconsciente. A voz de milhares de pessoaiotas que gritaram para ele a vida inteira.
As vozes do inconsciente de Fernão vieram à tona. Os traumas. Gaivotas não foram feitas para voar.
Suas asas são grandes. Você foi feito para planar e comer restos. Aquela voz ecuou dentro da cabeça dele.
Ele acorda do desmaio, se levanta naquela água com as penas molhadas, com muita dificuldade, começa a alçar voo e pensa em voltar paraa praia. Isso é apenas uma gaivota comum que planava e comia restos. Mas nessa volta para a praia, Fernão pega uma corrente de vento diferente e ele tem que mudar a posição das suas asas e ali ele alcança uma altura que ele nunca tinha alcançado.
E ele percebe que se ele pegasse outra corrente e dobrasse as asas, as asas ficassem menores, ele poderia voar mais alto. E Fernão faz isso e faz grandes malabarismos e grandes voos. E naquele dia ele voou até muitas alturas e ele voou até a noite, fazendo grandes voos, grandes rasantes, grandes visões que ele nunca tinha tido.
E de repente, já no fim do dia, ele volta lá pro grupo de gaivotas. Quando ele chega, tem uma reunião de gaivotas. O ancião chama ele Fernão Capelo Gaivota.
E ele vai para o meio da roda e ele ouve a seguinte palavra: "Você para nós é motivo de deshonra. Gaivotas não foram feitas para voar alto. Para voar alto foram feitos gaviões.
Gaivotas não foram feitas para voar à noite. Para voar à noite foram feitas coruja. Você quis romper a sua história e por isso você vai ser banido do meio de nós.
Eu paro a história por aqui e se você quiser entender o restante, você vai ler o livro Fernão Capilo Gaivota. Essa é a história de uma gaivota que resolveu não se resumir ao seu DNA, não se resumir a sua história. E você, que gaivota é você?
Você é a gaivota, que voltou para o bando e se conformou ser como o bando. Você é a gaivota, que deixou as vozes do seu inconsciente gritarem e te diminuírem, ou você é a gaivota que sonhou ser diferente? Quando eu era pequena, eu sempre sonhei estudar muito.
Eu queria muito estudar e Deus tem me dado a graça de viver dos meus estudos. Só que a gente não tinha dinheiro para comprar livros e nós juntávamos o dinheiro da sucata que a gente vendia para comprar as coisas de casa. Eu comprava CDs do pavarote e material escolar.
Meus irmãos compravam o da subsistência, pão, arroz, feijão, açúcar. E minha mãe dizia: "Minha filha, para que que você compra material escolar? Você não vai comer caderno, você não vai comer livros.
Nós precisamos do básico. Eu lembro que um dia eu falei pro meu pai e dos meus seis irmãos, eu fui a única que fiz curso superior. Eu falei pro meu pai, eu falei: "Pai, eu não vejo a hora de fazer 18 anos e ir pra faculdade".
E ele me questionou: "Como assim, faculdade? Você e seus irmãos tm que terminar o ensino médio e depois começar a trabalhar para ajudar a gente a sustentar a casa. Meus pais nunca nos incentivaram a fazer faculdade, não por maldade, mas porque isso era demais para eles.
Eles não viam sentido naquilo. O meu irmão mais velho, assim que terminou o ensino médio, foi entregar jornais pela rua de pelas ruas de Uberlândia. As minhas irmãs foram ser fachineiras, domésticas, ajudantes de cozinha e daí paraa frente.
E todos estavam muito felizes e satisfeitos com aquela rotina. Mas eu sonhava algo diferente. Eu sabia que existia um mundo diferente, mas as gaivotas da minha tribo gritavam muito na minha cabeça.
Essa menina é metida. Essa menina tem gostos diferente. Essa menina quer conhecer lugares, quer conhecer países.
Essa menina gosta de falar. Quando chega, ela é tímida, mas quando se reúne os primos, ela se coloca no meio e começa a dar aula para todo mundo. Eu muitas vezes ouvi essas vozes e eu posso te confessar que até encontrar a psicanálise, essas vozes fizeram muita diferença na minha vida.
Outro dia junto com a Bia, a Dr. Ana Beatriz Barbosa, ela dizia: "Andreia, você teve uma carreira corporativa nas empresas, uma carreira tão importante, por que que você saiu das empresas e veio pro consultório e pra psicanálise? " E eu falei: "Bia, você me fez agora voltar no túnel do tempo?
Eu cheguei a ser diretora de empresas. Por que que eu deixei isso tudo e migrei paraa psicanálise? Porque também lá nas empresas as vozes gritavam.
Também lá nas empresas as vozes me diziam: "Não pode ser assim. Você é errada. Você é muito humana.
Você pensa muito nas pessoas. resultado primeiro, números primeiro, ganhos primeiro. E quantas vezes, como Fernão Capelo Gaivota, num voo profundo, eu bati a cara, desmaiei e acordei, ouvindo, você precisa entender que você precisa voltar pro bando.
Mas eu ousei desafiar essa história. Eu ousei entender que eu podia ser mais que isso. Hoje eu queria mergulhar profundamente com você na sua história de vida.
No vídeo anterior eu falei muito de mim, mas agora eu gostaria de ouvir de você. Quem é você? Quais foram as vozes que te abafaram, que te ofuscaram, que te ensurdeceram?
Qual é o bando do qual você nunca ousou sair? Qual é o bando que te diz que você é motivo de deshonra por ser diferente? Outro dia recebi uma mensagem que me emocionou muito.
Dr. Andreia, eu sou dona de casa e eu estou juntando sucata, vendendo latinhas para que eu possa fazer o seu curso e a senhora pode ter certeza, eu vou honrar a senhora e eu vou ser uma das melhores psicanalistas desse país. Essa história me emocionou muito e chamou muita atenção.
Uma dona de casa que ousou dar voos rasantes, que ousou não ouvir a voz do bando. Você imagina o que essa mulher deve estar ouvindo do marido, dos filhos, do entorno? Você é apenas uma dona de casa.
Você tá querendo estudar psicanálise. Psicanálise é muito difícil. Psicanálise é muito complexo.
Quem é você? Você cata sucata. Mas ela está ousando não se prender à voz do bando.
Também recebi uma mensagem de uma querida. Dr. Andreia, eu tenho 57 anos.
Já estou me aposentando. Achei que era o fim para mim, que eu não tinha mais o que sonhar, mas eu tô com vontade de fazer um curso novo. Será que os meus neurônios se reaquecem?
Será que eu posso voltar a estudar? Você que muitas vezes já tem mais idade que acha que não é para você, o Roberto Marinho começou a Rede Globo com 65 anos. Nunca é tarde.
Hoje pode ser só o primeiro dia da sua história, pode ser só o começo da sua história. Mas de novo, eu quero mergulhar com você. Eu quero entender o que foi que te fizeram.
Você deve est cansado, né? Cansado de levar uma vida que muitas vezes não faz sentido. Sabe o que é que me tirou do mundo corporativo?
Gente, se fosse por dinheiro, eu estava em empresas. Na última empresa que eu trabalhava, eu ganhava R$ 40. 000 por mês.
Se fosse por dinheiro, eu permanecia lá. Mas eu entrava todos os dias naquele escritório e não fazia sentido para mim. Não havia propósito.
Sabe a única vida que eu transformava? A minha. A única vida que eu estava transformando era a minha.
Eu não podia transformar a vida dos meus pares, dos meus colegas de trabalho, do meu chefe. Eu ganhava dinheiro e esse dinheiro só beneficiava a minha vida e eu não transformava a vida das pessoas. E você, o seu trabalho tem propósito?
O seu trabalho transforma a vida das pessoas além da sua? Você gosta do que você faz? Deixa eu te dizer uma coisa.
Sempre que a gente resolve fazer uma mudança, existe um ponto de inflexão. Sempre que você vai fazer uma mudança, existe um ponto de inflexão. Essa teoria da física.
Tudo que vai se dobrar inicialmente tem um ponto de inflexão até que se dobre. Se você resolveu começar a ouvir meus vídeos, começar a estudar psicanálise, em algum momento você vai sentir resistência sua das pessoas. ao seu redor, você vai ser criticado.
Algumas pessoas vão dizer: "Agora você só ouve essa mulher. Agora você resolveu entender de psicanálise. Este é o ponto de inflexão.
Mas o metal só se dobra se ele passar pelo ponto de inflexão. Eu te convido hoje a passar do ponto de inflexão. O ponto de inflexão é a última resistência antes do metal se dobrar.
Se você tem encontrado resistências em relação ao seu desenvolvimento pessoal, rompa, porque esse é o último ponto. Pessoas dirão: "Não vá, não faça, isso não é para você. Você está velho você não tem estudo bastante, você não vai entender, você não vai conseguir.
Esse é o ponto de inflexão. Mas você precisa romper o ponto de inflexão, porque este é o último momento antes do seu ápice. Foi assim com o Fernão Capelo Gaivota, ele precisou viver o ponto de inflexão, ele precisou viver a deshonra para só aí descobrir realmente que ele poderia ser uma gaivota diferente das outras.
Muitas vezes durante a vida nós temos sonhos e eu gosto muito de falar sobre isso. Volta na sua criança. André, eu era uma criança tão falante, eu era uma criança tão alegre, eu brincava, eu falava com as pessoas, eu gostava de me comunicar, eu gostava de cantar, eu gostava de contar histórias.
E hoje eu me tornei uma pessoa rígida. Você sabe qual que é o lindo da infância? Nós nascemos perfeitos, puros imaculados.
Mas o Freud vai nos dizer: "A nossa personalidade se forma até os 7 anos". E você sabe qual é a dureza disso? É que até os 7 anos a gente não tem filtro.
A nossa história, a nossa biografia se forma sendo escrita por outras pessoas. Você nasceu puro, imaculado, cheio de potências. Mas durante 7 anos, pessoas, dores, traumas, abusos foram escrevendo a sua biografia.
E agora, André? Agora você é refém dessa biografia, a não ser que você queira escrever uma história nova. Essa é a lindeza da psicanálise.
A psicanálise te dá a oportunidade de pegar o seu livro, a sua biografia, reler e arrancar páginas, corrigir páginas, apagar páginas, ressignificar frases. Grava isso que eu estou dizendo. A sua vida foi escrita por outros autores que não são você.
E a psicanálise é a única ferramenta que eu conheço, capaz de visitar este livro e reescrever este livro. Inclusive, tem um livro que se chama A biografia Humana, que é um livro de psicanálise que nos ensina a reescrever a nossa história. Você quer continuar vivendo uma história escrita pelos outros ou você quer escrever uma nova história?
Se você tivesse a oportunidade, olha que lindo, a oportunidade de pegar o seu livro de 7 anos, ler página por página e reescrever, você faria? É isso que a psicanálise te dá oportunidade, escrever página por página, ressignificar. Eu não tenho medo de contar as minhas histórias.
Eu não tenho medo de visitar as minhas dores. Outro dia fazendo o curso, gravando aulas para o curso, porque o curso ele me atravessa todos os dias, todas as aulas que eu gravo, todos os módulos que eu gravo, eu revisito e eu reescrevo a minha biografia. E eu gravando uma aula tinha uma pergunta, porque todas as aulas têm exercícios autoterapêuticos.
Você assiste a aula e no final você experimenta o conteúdo em você. Ao final de cada aula, eu não só ensino, mas eu ministro exercícios terapêuticos ao final de cada aula, no curso de formação e psicanálise. E ao final dessa aula tinha um exercício terapêutico.
E esse exercício dizia: "Qual o dia você sentiu mais medo na sua vida? " para que o aluno respondesse. E eu quis mergulhar nesse exercício e eu me lembrei do dia que eu senti mais medo na minha vida.
Eu tinha só 8 anos. Meu pai e minha mãe tinha uma relação muito conflituosa. Eles brigavam muito, eles se ameaçavam muito, eles se desrespeitavam muito.
E eu lembro que nesse dia só estava eu, meu pai, minha mãe em casa. E eles estavam brigando, se xingando, se desrespeitando. E minha mãe, para que eu não assistisse aquela cena, me pediu: "Minha filha, vá até a mercearia e busca 1 kg de tomate".
Eu lembro exatamente para que a mamãe possa fazer salada. Eu lembro de eu indo para mercearia, eu saí de casa os dois aos gritos e eu indo para mercearia e rezando. Deus que eu não chegue em casa, que a minha mãe não tenha sido assassinada ou qualquer desgraça do tipo tenha acontecido.
Aquele dia foi o dia que eu mais senti medo na vida. E naquele exercício, a partir da base psicanalítica, eu fui naquele dia, agora como Andreia, como adulta, peguei na mão daquela menininha, levei ela na mercearia, ajudei ela a comprar o tomate, pus ela no colo e conversei com ela. escrevi essa página da minha biografia e eu disse para ela: "Andreia, fica tranquila, vai ficar tudo bem, você vai chegar em casa, os dois já pararam de brigar e com o tempo eles vão parar de brigar mais ainda e você vai crescer, você vai ser uma menina bonita, você vai casar, você vai construir um casamento diferente.
Seus filhos não vão ver brigas horrorosas, não vão assistir desrespeitos, sua mãe não vai morrer, vai dar tudo certo e você vai construir uma história épica. Sabe o que eu fiz nesse dia que eu fiz esse exercício? Eu peguei uma página da minha biografia e reescrevi e falei para essa menininha e essa dor, de certa forma, dentro de mim se acalmou.
Se eu te entregasse um livro da sua vida com 7 anos escritos, você gostaria? Eu quero te levar para debaixo de uma árvore. Eu vou montar um piquenique.
Tem lá as frutas que você gosta, tem lá as quitandas que você gosta, tem um suco fresco, tem uma brisa fresca batendo e você recebe um livro de presente. Esse livro é a sua vida e você tem todas as horas necessárias para que você releia cada página, reescreva, ria de algumas, rasgue outras, ressignifique outras. Ah, eu fui abusada, parei nessa página.
Vai lá naquela cena, não deixa aquela criança sozinha, conte para ela que vai dar tudo certo. Reescreva essa história, diga: "Você foi abusada, mas você não é refém desse abuso. Você vai se tornar uma mulher maravilhosa.
Você vai superar isso. A sua sexualidade vai ser curada. Nós vamos juntas atrás dessa história.
Reescreva cada página desse livro. É isso que a psicanálise faz por nós. Ela nos dá oportunidade de mergulhar fundo nos nossos comportamentos e entender porque nós somos o que nós somos e porque nós fazemos o que nós fazemos.
Tem uma música do Casusa maravilhosa. Eu sou a fã número zero do Cuza depois da mãe dele. E essa música do Casusa dizia assim: "Por que que a gente é assim?
" É essa pergunta que a psicanálise responde. A psicanálise responde a pergunta: Por que que a gente é assim? A psicanálise te ajuda a tirar as ceras de você.
Você sabe o que significa a palavra sincera? Sincera vem do latim sem cera. As imagens ou as estátuas eram transportadas em navios e para que elas não se estragassem, ou quando elas se estragavam, ou quando elas tinham algum problema, mesmo a imagem sendo perfeita, vinha alguém ou transportador ou um artista que recebia aquela imagem e colocava um pedaço de cera.
Ah, eu não gostei desse nariz, eu vou aumentar. Pha um pedaço de cera. Ah, eu não gostei da posição da mão.
Mudava, punha um pedaço de cera. E a estátua ia sendo adulterada. Por isso, estátuas sem cera eram mais caras.
Estátuas com cera eram mais baratas, porque eram consideradas estátuas adulteradas. Pessoa sincera, pessoa verdadeira, pura, sem adulteração. Nós nascemos sem cera.
Nós nascemos perfeitos porque o maior autor, o melhor artista, o melhor escultor, o melhor psicólogo, o melhor psicanalista, o melhor neurocientista do universo foi quem nos criou. Nós fomos criados imagem e semelhança de Deus, então nascemos perfeitos. Mas durante a vida os traumas foram corocando uma cera.
a dor, o grito, a briga, a pobreza, a necessidade, a falta, a vaidade, o abuso, a adoção, a vida financeira, as frustrações foram foram colocando cera e nós fomos nos afastando da obra original da criação. Hoje você talvez esteja a alguns metros da sua origem. daquilo que você foi criado.
Ontem eu falava uma coisa para uma amiga minha, há muitos anos a gente não se via e ela me perguntava: "E fulano e belrano? " E eu dizia para ela, sabe o que eu lamento na vida? Não são pessoas que perdem para outras pessoas, são pessoas que perdem para si mesmas.
Se você não reescrever a sua biografia, você não vai perder para ninguém, você vai perder para você mesmo. Deus criou uma obra perfeita e maravilhosa. Entre mais de 230 milhões de espermatozoides, o melhor alcançou o óvulo.
Não foi por acaso, não foi sorte, não foi, não foi passe de mágica, foi seleção natural. Em 230 milhões de espermatozoides, só um alcançou o óvulo. O melhor que a natureza selecionou naquele momento.
Você passou num teste seletivo de 230 milhões de indivíduos, ou seja, você era o melhor da criação em 230 milhões. Não dá para dizer que você não nasceu perfeito e pronto. Mas a maioria de nós perde para nós mesmos.
A maioria de nós perde paraas nossas dores, perde pros nossos traumas. Você já pensou essa potência que eu sou se eu tivesse perdido para mim? Você já pensou se eu tivesse ouvido o meu professor de filosofia que um dia falou para mim: "Você não sabe separar a obra do autor, você não vai chegar a lugar nenhum.
Você já pensou se eu tivesse ouvido o meu pai o dia que eu falei para ele que eu ia ser psicanalista e ele dizia: "O que que você vai fazer com isso? Você já pensou se eu tivesse parado nessas vozes? Você já pensou nas empresas que eu passei quando as pessoas diziam: "Você não tem perfil, você precisa mudar.
Faça o curso X, faça o curso Y, faça pós-graduação em gestão de negócios". Você é boa, você é inteligente, mas você precisa mudar esse jeito. Você já pensou se eu obedeço essas vozes, eu teria perdido para mim?
Eu queria te convidar a não perder para você. Pede para qualquer pessoa, mas não perde para você, não. E perder para você é não mergulhar nessa potência de ser humano que você é.
A psicanálise é uma viagem maravilhosa. A psicanálise é um submarino. Tem um livro Viagem ao Centro da Terra.
Esse livro é épico. Ele fala de pessoas que entraram numa nave e foram viajar para o centro da Terra. A psicanálise é um submarino que te leva para dentro de você, até no abissal, até nas camadas mais profundas de você.
E ela vai trazendo e ela vai te dando a oportunidade de reescrever sua história, ela vai te dando a oportunidade de reescrever sua biografia. Você tem vontade de ter uma história nova? Ai, Andreia, mas eu tenho tantos traumas, tantas dores, tantos situações.
Todos nós temos, querida. Os que vencem não são os que não tiveram percalços. Os que vencem são os que passaram por cima dos percalços.
A psicanálise pode fazer isso para você e por você. Por isso, eu te convido a continuar nessa jornada comigo. E aqui nesse nosso vídeo, como eu prometi, eu queria ler alguns comentários do vídeo anterior que vocês deixaram aqui para mim.
A minha história é muito importante, mas a história de vocês é tão importante quanto. Eu quero ler a história aqui da Simone Varela. Muito obrigada, Simone, por ter me mandado o seu depoimento.
A vida de ser mãe é uma bênção, mas tive momentos em que precisei ser muito forte quando meu filho único de seis aninhos teve meningite bacteriana. Foi hospitalizado direto paraa UTI. Pedi a Deus muita força que não levasse o meu filho.
Ele corria risco de vida nas próximas 72 horas. Eu me validei e apeguei a Deus de tal forma que eu senti a sua presença ali com meu filho e não fui para casa. Fiquei ali por perto três dias sem sentir fome, sede e sono.
No quarto dia ele saiu da UTI e foi para o quarto. Estava fora de perigo. E eu agradeço a Deus.
Parabéns, Simone. Parabéns pelo seu filho. Mas eu vou pegar um verbo que a Simone usou.
Eu me validei. Ela fala que ela estava desesperada e ela diz: "Eu me validei". É sobre isso.
Se você num momento de desespero só tiver você para se validar, você vai conseguir fazer isso? Se em algum momento da sua vida você depender apenas de você para se validar, você tem alguém para te validar? A Simone ficou de pé porque ela tinha duas pessoas, ela que se validou e depois ela diz: "Me apeguei a Deus".
Agora eu vou até deixar Deus de fora, porque todos nós temos a presença divina, mas Deus nos dá livre arbítrio. Se você precisar se validar nas suas situações da sua vida, você vai poder contar com alguém? Tem gente que não pode contar com ninguém, nem consigo mesmo.
Eu costumo dizer e para quem convive comigo sabe que eu tenho claustrofobia de elevador. Eu detesto andar em elevador sozinho. E um dia eu estava em São Paulo e por infelicidade, no 27º andar, o elevador parou comigo.
Eu comecei a entrar em desespero, mas eu me lembrei que eu tinha um celular no bolso. Eu tirei o celular, acendi a lanterna e o espelho do elevador refletiu a minha presença. E eu comecei a conversar comigo e eu dizia: "Oi, Andreia, tudo bem?
O que que você veio fazer em São Paulo? " E eu comecei a conversar comigo naqueles 20 minutos que antecederam a minha retirada do elevador. E o que me segurou ali foi eu mesma.
O que me segurou ali foi a minha presença. Quem me validou e quem me ancorou fui eu. Se você não tiver ninguém a quem contar só com você mesmo, você tem alguém?
Tem gente que se precisar de si mesmo, não pode contar com ninguém. Tem aqui outro depoimento maravilhoso, a Ana Maria. Ana Maria diz assim: "Completei 61 anos no dia 7 de outubro.
Saí fugindo de um casamento tóxico com o narcisista após 34 anos de casamento. Foi muito difícil entender o que vivia. Para fazer o que fiz, tive que ter coragem, pois o maior obstáculo que eu ouvi era a minha idade.
Ia ser muito difícil, seria mais fácil ficar porque levava uma vida boa. Mas segui forte o meu propósito. Não está sendo fácil financeiramente, mas estou me reencontrando mais feliz e em paz.
Olha que lindo. Nós estamos falando do dia 7 de outubro agora. A Ana completou 61 anos.
Ela tinha um casamento de 34 com um narcisista, pouca condição financeira, vivia bem no casamento, tinha uma vida confortável. Assim como Fernão Capelo Gaivota do início do nosso vídeo, ela ouviu as vozes do bando. Fica muito mais fácil você ficar se separar agora com 61 anos.
Qual o sentido disso? Isso não faz sentido. É melhor permanecer.
E ela disse: "Eu tive que ter coragem para fazer o que eu fiz. Seria muito mais fácil ficar. " A coragem está ancorada no seu inconsciente.
Pessoas que foram treinadas para serem medrosas não adquirem coragem na vida adulta. Talvez a vida inteira você tenha ouvido. Fique, permaneça, tema.
Não reaja, não responda, não se separe, não exija o seu lugar. Isso é egoísmo. Não seja vaidosa, não seja egoísta, não se priorize.
E essas vozes te ensinaram que você não poderia lutar a favor de você. Ela foi maravilhosa aqui no seu depoimento quando ela diz: "Não está sendo fácil, mas eu estou me reencontrando mais feliz e em paz. Paz que o dinheiro não paga, né?
Maria, como diz a Bíblia, paz que excede todo entendimento. As pessoas não entendem porque você está em paz. Imagina viver 34 anos com um narcisista.
Isso não é uma vida, isso é uma cela. Isso não é uma vida, isso é um presídio de segurança máxima. Ela precisou ter coragem.
Com certeza era um é uma mulher que visitou as suas dores, que minimamente já reescreveu a sua biografia. É uma mulher que não se limitou aos seus traumas de infância, porque se tivesse se limitado não teria coragem para ter ido além. Parabéns, Ana, eu fico muito orgulhosa de você e eu espero ter tido alguma participação nessa sua história épica e maravilhosa de coragem.
E você que me ouve, você tem medos grandes e coragens bobas? E você que me ouve, se eu estivesse lendo o seu depoimento, qual seria a sua história? Uma história de sucesso, uma história bem-sucedida, uma história de superação ou uma história de continuidade, de trauma?
Eu te convido a olhar para você. Eu te convido a considerar a ferramenta que se chama psicanálise. Eu te convido a mergulhar no seu inconsciente.
Eu te convido a ter ferramentas que te ajudem a receber o livro na mão e reescrever a sua história, porque é disso que nós estamos falando, de transformação de vida. Eu tenho mais aqui um depoimento da Kelly Kelly ser terapeuta. André, você entrou na minha vida?
Sim, está fazendo toda a diferença. Quanta admiração eu tenho dessa mulher chamada Andreia. Já ouvi tantos psicanalistas que eu até admiro também, mas você faz toda a diferença.
Já falei para mim que quero ser como você, com tanta inteligência e firmeza, segurança ao falar. Estou engatinhando na terapia, mas tenho certeza que só o fato de te seguir e te ouvir sempre estou saindo da insegurança, pois tenho um sonho de ser uma grande palestrante e eu vou ser. Quero ajudar muitas mulheres, famílias, pois tem uma história de garra e muito sofrimento.
Venci o câncer, venci um narcisista, as agressões, venci tantas coisas, tantas dores e eu vou vencer na vida. Com três filhos, sigo mãe solo, me agarrando às oportunidades e dizendo também, Andreia, eu vou ver meus filhos prosperarem através da minha vida e na minha mesa nunca vai faltar o pão. Agradeço a Deus por existir uma mulher resiliente como você.
Você é um espelho. Olha que lindo o depoimento da Kelly. Primeiro quero te agradecer pelo seu carinho comigo.
Eu sou apenas uma seta. Eu não sou o caminho. Eu sou apenas uma seta que aponta o caminho.
Perceba que minimamente ouvindo pílulas psicanalíticas, vídeos no Instagram, podcasts onde eu participo, você tem conseguido transformar a sua vida. E você sabe qual que é o mais bonito que eu vejo aqui da história da Kelly? Primeiro, duas coisas.
A Kelly não se limita à situação atual. Ela diz: "Sou mãe solo, tenho dificuldades financeiras, mas eu quero ser uma grande palestrante, uma grande psicanalista e eu quero transformar minha dor em propósito para alcançar muitas mulheres. " Olha que lindo.
A primeira coisa, a Kelly não se limita a sua condição atual. Se você olhar paraa água, você não caminha sobre as águas. Pedro olhou só pros olhos de Jesus, por isso ele caminhou, porque ele tinha um objetivo.
Se Pedro olhasse paraas águas, ele afundava. E foi o que aconteceu. Quando Pedro olhava para Jesus, ele caminhou.
Quando ele olhou pra altura das ondas, ele começou a afundar. A Kelly não está olhando paraas circunstâncias, ela está olhando para o alvo. Se você se parar na situações atuais, você não faz.
Se eu tivesse olhado para situações, eu não teria feito. Eu comecei uma empresa sem R$ 1 no bolso e um sonho e dois malucos que sonharam junto comigo. Nós não tínhamos R$ 1 no bolso.
Nós tínhamos talento, competência e vontade de fazer acontecer. Eu olhei só pro alvo. Se eu olhasse para as circunstâncias, eu teria afundado.
A Kelly tem um alvo e ela só olha pro alvo. Ela não olha paraas circunstâncias. Se você quer ser psicanalista ou se você quer usar essa ferramenta para transformar sua vida, foque no alvo.
Não foque nas circunstâncias, não foque nas vozes, senão você afunda. O seu alvo é desenvolvimento pessoal. O seu alvo é mudar de vida.
O seu alvo é transformar sua dor em propósito através da psicanálise. Então, foque no alvo, não foque na circunstância. E a segunda coisa da fala da Kelly, que é maravilhosa.
Eu vou ser palestrante, eu vou transformar a vida de muitas mulheres e não vai faltar pão na mesa dos meus filhos. Isso é capacidade de sonhar. E você, você que está aqui comigo agora nesses poucos minutos, você ganhou uma sessão psicanalítica de graça.
Você ganhou uma palestra que muitas pessoas pagam bastante valor por ela. Eu estou te dando a oportunidade de degustar o que a psicanálise pode fazer por você. Talvez você queira ser palestrante.
Talvez você queira ser um grande escritor. Já tem alunos meus escrevendo livros e eu tô super feliz com isso. Talvez você queira ser um enfermeiro psicanalista.
Talvez você seja que ser queira ser uma professora que quer fazer transição de carreira e ser psicanalista. Talvez você quer psicanálise pro seu autodesenvolvimento, porque o pouco que você ouve de mim na internet já tem transformado a sua vida. Imagine estar comigo 12 meses, todos os dias, todos os dias tendo oportunidade de mergulhar em conteúdos.
Então, a psicanálise faz sentido pro seu autoconhecimento? Se você quer tudo isso e muito mais, eu não te faço um convite. Agora eu tô fazendo uma convocação.
Eu, Andreia Vermon, eu dou o melhor de mim, porque eu só sei ser assim. Essa semana eu fiz uma palestra, o contratante disse: "Que bom que é te contratar, porque a gente paga uma hora de palestra, você entrega 2 horas". Essa sou eu.
Eu não consigo ser pouco. Eu não consigo ser menos, eu não consigo ser medíocre. Agora é com você o ponto de inflexão, o momento de rigidez que precisa romper para poder fazer o que precisa ser feito.
Grande beijo. Deus abençoe. Espero que essa aula tenha te cortado por dentro e mexido com as suas entranhas, porque é isso que a psicanálise faz conosco.
Transformação para depois formação. Grande beijo.