[Música] Há mais de 45 anos, o 3R Riber Solo está ao lado de quem coloca as mãos na terra e faz o Brasil crescer. Transformamos dados em decisões e resultados. Oferecemos suporte e estamos próximos para o que precisar. A cada amostra que recebemos, nossa equipe se compromete em oferecer mais que um laudo. Entregamos inteligência e transformamos números em recomendações Práticas para o campo e para o rebanho, pois nos importamos com o sucesso de quem produz, com a redução de perdas e aumento da produtividade. Nos importamos com cada decisão que move o agronegócio, porque o 3
Ribersolo é feito para o produtor, para o campo, para o agro. Somos mais que um laboratório. Somos uma central de inteligência em diagnósticos agropecuários. Estamos presentes em todo o Brasil e onde quer que você esteja. Fazemos desde A logística de amostras, análises, geração de laudos e indicadores, capacitação dos clientes, suporte na tomada de decisão até o desenvolvimento de novas tecnologias. Nós somos completos, sabemos que o campo exige muito e é por isso que temos um dos portfólios mais amplos do mercado, da análise de solo à nutrição animal. Enxergamos o futuro. Somos um dos pioneiros a
fazer análises biológicas do solo e trouxemos para o Brasil a Tecnologia NIARS para a pecuária. Entendemos que ser completo é oferecer mais do que respostas, é criar caminhos, capacitar e preparar o produtor para crescer com segurança, prosperar de forma sustentável e fazer as melhores escolhas. Porque ser completo é entregar tudo que é importante para você. É ser um parceiro confiável para todos os momentos. [Música] >> Boa noite a todos. É um prazer ter todos Aqui novamente, tá? Em mais um podcast do 3e Ribeir Solo, onde nós vamos est tratando de um tema extremamente importante para
nós e para toda a agricultura brasileira, que é a saúde de solo, né? Então, tratando um pouco hoje da saúde de solo na prática mesmo, acho que é nós queremos muito aqui trazer casos reais, trazer como a gente tem usado as ferramentas no dia a dia mesmo, no campo. Primeiro eu queria trazer o Júnior aqui. Júnior, obrigado por estar Com a gente hoje. O Júnior é do consultor técnico do 3D Ribeirolo. Pudesse apresentar para todos conhecerem, Júnior. >> Bacana, Vittor. Boa noite, pessoal. Eh, como Vítor comentou, meu, me chamo Júnior, sou engenheiro agrônomo, eh, fiz
minha formação toda eh desde a graduação na Universidade Federal de Lavras, né? Fui muito focado na parte de fertilidade do solo na graduação. E depois, finalizando a graduação, fiz o mestrado Também focado na parte de fertilidade do solo, principalmente focado na parte de correção do solo, né? eh construção do perfil do solo através do primeiro passo, né, que a muuit das vezes a gente vai comentar aqui durante o podcast hoje, que é a questão de fazer calagem e uma calagem muito bem feita no perfil de solo. Eh, depois ingressei eh no Reagro, fiz uma, tive
uma jornada ali dentro do reagro, né, juntamente com a equipe grãos do do de consultoria e ensino. E Aí depois eu vim pro pro 3R Ribe Solo esse ano, muito nesse foco de como a gente levar uma e de facilitar a vida do consultor, de facilitar a vida do produtor, né, de forma mais técnica, né? Então, quando ele ter uma análise de dados muito mais facilitada e tomar decisões mais assertivas. Então, obrigado, Víor, pelo convite, né, de estar aqui com vocês essa noite, né, da gente juntar tudo que foi comentado em outros podcast que o
Víor até vai Comentar aqui, mas como a gente junta isso tudo e leva isso paraa prática. Então, a ideia é a gente trazer esses cases reais mesmo, né, para mim que tá no campo, o Víor também que tá no campo em alguns treinamentos e em algumas palestras de como que a gente traz a usabilidade dessa ferramenta pro dia a dia para facilitar as tomadas de decisões. >> Show de bola, Júnior. Bom demais. E aí, trazendo para todos, a gente teve um Imprevisto na chegada do Alessandro. A ideia era a gente tá hoje com o Júnior
e com o Alessandro compartilhando vários cases reais. Eles têm trabalhado bastante no dia a dia com a ferramenta, com o diagnóstico do sistema de produção. E a gente acabou tendo um imprevisto na chegada do Alessandro. Então nós vamos tocar o barco aqui com o Júnior apresentando os casos dele. Queria colocar aqui um pouco recapitulando do por que nós estamos Aqui hoje, né? E eu acho que esse episódio ele vem para concretizar na prática algo que a gente já veio trazendo nos três primeiros episódios de um pouco da teoria disso tudo. Então, a gente teve eh
nos três primeiros episódios, a gente teve um primeiro com o Breno do Reagro, trazendo a visão de sistema de produção como um todo. E ali a gente contextualizou realmente como ter lavouras mais resilientes, como ter lavouras mais produtivas dentro de um Sistema de produção como um todo. A gente teve um segundo que a gente veio numa jornada com o Davidon Pexoto. O Davidon tem mestrado e doutorado na parte de física do solo. E aqui foi uma jornada muito interessante que foi a gente começar a falar de física de solo, um pedacinho dessa história na prática
de como a gente usa física de solo, como a gente usa a discussão sobre o acesso das plantas à água, usando as análises tradicionais. E a gente sabe que nesse Tema física de solo é muito mais profundo do que isso. E a gente sabe que a gente tem que ir muito mais a fundo do que o que nós abordamos nessa nesse podcast. Qual que é a grande jornada ali? Essa é uma maneira escalável. E aí eu convido muito todos a assistirem ele para ver como é a dinâmica da água e como a gente pode usar
as análises tradicionais para olhar pra física de solo ou pelo menos um pedaço dessa discussão. E a Gente quer cada vez aprofundar mais nisso. E a gente teve um podcast muito especial que foi com a Dra. Ieda Mendes em Brasília aprofundando na BOS. Então vocês vão ver que nós vamos trazer hoje aqui casos práticos de usando a atividade biológica do solo nas fazendas, nos projetos, mas a gente tem uma hora de quase duas horas, na verdade de conversa com a Dra. Ieda a fundo na teoria de onde veio a BioAS, como ela chegou nas duas
enzimas que a gente mede Hoje, eh qual como que qual é a correlação com produtividade, por isso é feito no 0 a 10 cm. Eh, então a Dra. aprofunda muito no podcast dela sobre detalhes da BOS. E aí eu convido muito a todos que vão ver na prática hoje, que quiserem aprofundar mais na teoria, procurem tá no YouTube disponível o podcast com a Dra. Ieda também. Então eu acho que isso contextualiza e por que que a gente traz essa história de olhar o conteúdo do técnico que conecta Ciência, prática e tomada de decisão. Que quando
a gente tem trazido o tema de saúde de solo como um todo, a gente acredita muito que saúde do solo é olhar pro sistema de produção como um todo, não é um pilar ou outro pilar. Então, por isso que a gente tem trabalhado muito o conceito de olhar saúde de solo com uma visão holística, aonde a gente consegue olhar pros pilares físicos, químicos e biológicos e olhar pra importância de cada um deles e como que A gente transforma essa discussão em escala que a gente consegue levar pros produtores, que a gente consegue levar pros consultores
de uma maneira que eles tomem decisão na prática cada vez mais forte com essa jornada. E eu acho que é isso que a gente quer, é isso que a gente se propôs com as teorias, é isso que a gente se propôs com os com os podcasts anteriores. E é isso que a gente tá se propondo agora de nós trouxemos a teoria, nós Trouxemos a plataforma, nós trouxemos a visão de como a gente acredita e começa a construir essa visão na prática. E aí eu queria agora chamando o Júnior para já para essa jornada prática agora
de olhar, Júnior, você que tá no dia a dia com vários cases reais, queria te puxar um pouco de como você tem usado na prática. E aí, trazendo um ponto aqui, pessoal, vocês vão ver que nós vamos navegar em alguns cases diferentes aqui, porque nós temos Vários jeitos diferentes de usar o diagnóstico. Então, a gente tem o mais tradicional que a gente tá acostumado, né, que é usar a análise de solo paraa tomada de decisão dentro das fazendas, usando o diagnóstico ali mesmo. Mas quando a gente olha, nós temos, nós podemos usar dentro das fazendas,
mas nós podemos usar dentro dos projetos de sustentabilidade. Nós temos casos com revendas mesmo, usando para diversos produtores. Nós temos casos de dia de Campo, usando a ferramenta de diagnóstico dentro dos dias de campo como uma ferramenta de ensino mesmo, levar como que eu difundo o conhecimento através de dados reais. Então, acho que a ideia aqui agora é o Júnior trazer vários cases e aí eu queria que você começasse um pouco nisso, Júnior, como você tem usado na prática e como que você quer dar o start aí desses cases reais, sabendo que tem vários diferentes
que nós vamos aprofundar hoje. >> Perfeito, Vittor. Eh, a gente tem realmente vários cases muito bacana que a gente rodou, né, nessa nessa vinda da plataforma, né? Então, desde cases de projetos, né, muito projeto voltado paraa agricultura regenerativa em café, on a gente consegue onde a gente consegue ter uma visão muito mais eh de sistema de produção mesmo, que envolve vários fatores, né? E aí até quando a gente fala do fator do sistema de produção, que é o fator fertilidade do Solo, a gente tem eh é importante frisar que a gente tem três fatores dentro
da fertilidade do solo, três pilares, né, importantes, que é o pilar químico, o físico e o biológico. E aí, como a gente olhar para todos esses fatores e ter uma visão de sistema de produção como um todo, né? Então, acho que a ferramenta ela ajuda muito da gente ter essa visualização. Eh, e os cases que eu vou comentar aqui com vocês são cases que ajudou na tomada De decisão do produtor dele conseguir, por exemplo, olhar qual talhão, quais os talhões dele são mais resilientes, são mais saudáveis, os talhões que eh talvez não ten uma saúde
do solo tão alta, quais qual ou quais são os fatores mais limitantes dentro desses talhões? Então vou até começar aqui, né, que, por exemplo, isso aqui é um laudo, eh, podemos se dizer que seja um laudo tradicional, né, que a gente tá, às vezes, a maioria de nós estamos Acostumados a receber do laboratório, né, que é um laudo onde eu tenho a as características do solo, né, desde a a o pH, a matéria orgânica, os macronutrientes, as componentes de acidez, os valores calculados, né, eu tenho os micros e eu tenho, né, né, algo que é
mais recente, que é a a as bioanálises, né, que vem com as duas enzimas, aosfatase e betaglicose. E eu tenho também a os componentes físicos do solo. Então, isso aqui podemos se dizer Que é um laudo tradicional do que a gente sempre recebeu de de outros laboratórios e tudo. Só que, ah, como transformar isso de algo que seja mais visual, né? Que eu consiga olhar para esse laudo e consiga tomar melhores decisões de saber, de talvez eh principalmente o produtor, o consultor que às vezes tá no dia a dia e ele precisa olhar para um
laudo e tomar decisões rápidas. Então ele pode às vezes olhar para um laudo que seja às Vezes colorido e ele consiga às vezes tomar melhores decisões. Antes disso, eh, até olhando para esse laudo, né, a gente consegue sim tomar decisões com ele. Por exemplo, aqui eu trago o exemplo de três talhões, né? Eu selecionei ali o talhão 1, 2 e três e até eles com nível níveis de potencial de de produtividade, né? um, o nível de produtividade alto, o dois um nível de produtividade médio e o três um nível de produtividade baixa. E assim, esses
níveis de produtividade são cases reais mesmo, né, onde foi eh oferido a produtividade de grãos dessas áreas. E quando a gente olha pra química do solo na em profundidade, em perfil, então amostras estratificadas, né, de 0 a 10, 10 a 20, eu tenho amostras no perfil 20 a 40, 40. Quimicamente são áreas muito semelhantes, só que o que faz elas ter essa diferença em produtividade? Quando a gente olha os Fatores que têm, diferenciam esses três talhões, a gente vai focar muito nas bioanálises, né? Então eu tenho às vezes aqui bioanálise onde eu tenho uns teores
um pouco mais altos de ariosfatase, betaglicos enquanto eu nos outros talhões eu vou caindo um pouco desses teores. Então áreas quimicamente semelhantes e que quando eu olho o que diferencia, né, são áreas com os teores de argila também fisicamente muito semelhantes. O que diferencia essas Áreas muito é a parte biológica. Então isso me traz uma uma resposta, né, algo que eu devo explorar em alguns tipos de solo e investigar em cada situação em talhão, né? Então eu posso detalhes onde às vezes o o diferencial que pode afetar a minha produtividade seja a construção de perfil.
Às vezes um teor que estiver mais baixo, um teor de cálcio, por exemplo, que eu tenho mais baixo no no meu perfil de solo, isso pode ser o limitante da minha produtividade. >> Legal, Júnior. É bacana porque aqui você já começa a falar de um primeiro passo, né, que é a gente começar a olhar mesmo com as análises tradicionais, vamos falar de um jeito tradicional de olhar, mas a gente já começando a trazer um pouco mais de dados para dentro da conversa, né? a gente começando a olhar pra parte química, física e biológica dessa história.
E aí eu queria te provocar pra gente ir além, né? O que que a gente como que a gente consegue Ver isso um pouco mais profundo já. >> Certo, Vittor? A, aqui eu é um gráfico onde ele mostra o IQS biológico, né? Que o IQS biológico é um dos indicadores que eu tenho dentro da minha análise e biológica, bioas, né? Então lá eu tenho vários indicadores e um dos indicadores que eu, na minha opinião, eu julgo com sendo mais eh importante da análise biológica, que é o IQS biológico do solo, né, que ele vai dar
100% ligado à minha atividade biológica do solo. E Aqui eu trago uma até para mostrar, para evidenciar uns dados que a depender da cultura, né, do sistema de produção, eu tenho diferença dos teores das minhas enzimas, do meu IQS biológico. Então, por exemplo, quando a gente vem para um sistema onde eu fiz batata na segunda safra e milho como safra principal, como safra de verão, e logo após a colheita do milho, eu fiz a amostragem do solo, eu tive um IQS biológico de 0,47. Quando eu fui para áreas onde eu tive o Trigo na segunda
safra, depois na na safra seguinte, na safra verão, eu fiz milho, eu já tive um IQS biológico mais alto. Quando eu vim para um outro sistema onde eu tive feijão, na segunda safra, posterior milho, um IQS de 0,58, aqui feijão, depois soja, um IQS de 0,59 e aqui um IQS de 0 de 0,67 quando eu tive trigo de posterior a eh posterior o cultivo da soja, depois da soja que foi feita essa amostragem. O que que esses dados nos mostram? Quando eu tive a Batata entrando no sistema e provavelmente o cultivo da batata com revolvimento
do solo, ou seja, aquela camada rica de matéria orgânica, aquela camada rica biologicamente, que é a camada mais superficial, eu fiz a incorporação dela no solo e com isso reduziu o meu IQS biológico. Quando eu venho para áreas onde eu tive um aporte maior de matéria orgânica em safras, é, anteriores, por exemplo, aqui as do trigo, né, onde eu fiz trigo na segunda Safra, então trigo depois milho e trigo depois soja, eu tive os IQSs biológico mais elevados e aonde eu não mesmo eu não tendo revolvimento de solo, mas a a minha cultura anterior aqui,
por exemplo, foi o feijão, é onde é uma cultura que me coloca um pouco menos de matéria orgânica, eu já também tive unss biológicos menores do que quando comparado onde eu tive o trigo eh como cultura antecessora aí principalmente, né, que é uma cultura que coloca um Aporte de pá, um aporte de matéria orgânica eh alto no nosso solo, né, quando comparado às outras culturas. >> Legal. É muito interessante como o revolvimento de solo aqui mesmo na entrada da batata ali, apesar de eu ter uma diversidade de culturas, ele veio realmente divulgando, derrubando a atividade
biológica como um todo, né? E aí e é um conceito onde muitas vezes e em termos de fertilidade química, ela tem um aporte gigante, né? Porque eu Tenho um aporte de nutrientes grande, mas ele refletindo dentro da atividade biológica, como decrescendo ela mesmo um poucoito. >> Ô, Júnior, tem uma pergunta do do Júnior Bortolete aqui que é de Três Lagoas, Mato Grosso do Sul, de qual região que são feitas, que foram feitas essas análises? >> Boa, xará. Eh, essas análises, nesse caso aqui, ela foi feita na região do Campo das Vertentes, fica próximo ao sul
De Minas, né? numa região ali até transitória entre o sul de Minas e Campo das Vertentes, né, que é onde a gente tem uma eh até interessante falando de de parte biológica, né, onde a gente tem um clima que é um clima mais eh não é tão seco, né, tem uma um pouco mais de regularidade de chuvas, por exemplo, quando a gente compara com o serrado, por exemplo, e é uma região um pouco mais fria, né? Então, é uma altitude aí chegando a 900, 1000 m de altitude, o Que eh pode eh facilitar um pouco
mais a questão do aporte de matéria orgânica e tudo, não comparado à região sul, né, mas é uma região transitória aí quando a gente vai comparar cerrado com região sul, seria uma região mais transitória aí. >> Show de bola. Bom demais, viu? Obrigado. >> Acho que até contextualizando isso aqui, Vitor, eh acho que tem tem até um slide próximo desse, dois depois eu acho que eh vou até passar ele aqui que eu acho Que dá pra gente passar bastante coisa relacionando sobre a questão da matéria orgânica, do aporte de palha, como que isso pode beneficiar
a atividade biológica. >> Legal. >> Bom, isso aqui eh foi até apresentado no podcast da Dra. Ieda, né? Eh, onde aqui é fácil da gente visualizar a questão da importância da gente construir eh matéria orgânica, da gente Construir uma biologia saudável no nosso solo, né? O que que mostra isso? Aqui é um experimento que ele foi conduzido eh na Fundação MT, onde eu tenho vários tratamentos, né? Então, os tratamentos eles estão descritos aqui, onde eu tenho alguns tratamentos que são eh plantas de cobertura, sucessão de culturas, braquiária, milho, braquiária posterior a milheto. Então, eu tenho
alguns mixs e eu tenho algumas eh sucessões de cultura aqui pós cultivo de soja. E eu tenho Dois tratamentos, que é esse primeiro e esse último, que é a sucessão de após a colheita da soja, eu não tive sucessão de cultura, né? Eu tive a a soja sucessora como pouso. Então, depois do plantil da soja, depois da colheita da soja, não fez cultivo nenhum nessas áreas, né? Então ficou a a área em pozio, uma dessas áreas que é essa aqui, soja pousio convencional, após a colheita da soja, antes do próximo plantil da soja, era feito
o Revolvimento desse solo, enquanto esse outro que era soja pouso era plantil direto. Então fazia o colheta da soja, aquela área ficava em pouso vinha e fazer o plantil direto. No entanto, ah, e aí o que que a gente observa nesse nesse gráfico? Que as produtividades e desde a safra e 89, né, a safra e 20089 que foi feita a implantação do experimento, até 2000, até a safra 13 14, não houve diferença de produtividade Entre os tratamentos. No entanto, na safra 14, 15, onde teve uma situação de déficit hídrico, né, um veranico mais severo durante
ali a a fase reprodutiva da soja, a gente viu que as áreas, os dois tratamentos onde eu não tinha planta de cobertura ou onde eu não tinha às vezes a a rotação de culturas, houve um decréscimo da produtividade, ou seja, a produtividade do dos dois dos dois tratamentos onde eu só fazia cultivo de soja, ele ficava em Pzinho, a produtividade ela foi menos da metade do que os talhões onde eu tinha planta de cobertura. E a gente observa que mesmo nos anos seguintes, né, na safra 15, 16, 16, 17 e assim por diante, mesmo o
clima sendo favorável, esses esses tratamentos onde eu não tinha planta de cobertura, onde eu não tinha sucessão, eh eles não atingiram as produtividades que os outros talhões, né, que os outros Tratamentos que tinham plantas de cobertura se mantinham com boas produtividades. No entanto, na safra 1920, esse tratamento onde eu tinha soja pousio convencional, foi feito a introdução de braquiária nesse nesse tratamento. E a gente observa que já no próximo, na próxima safra 2021, esse tratamento onde foi colocado braquiária, ele já teve uma produtividade bem acima do tratamento onde eu mantive a soja Pzio. E 2
anos depois, na safra 21, 22, a gente viu que esse tratamento onde recebeu a braquiária, ele já atingiu patamares de produtividade semelhantes a os tratamentos onde eu tinha a a sucessão, onde eu tive a a introdução de plantas de cobertura. Então isso mostra muito interessante, trabalho muito interessante pra gente ver como que a atividade biológica ela pode ser melhorada com diferentes plantas de cobertura, com diferentes plantas no Sistema de produção. >> Legal. Viu? E é muito bacana. E pessoal aqui eu acho que fica o alerta de novo. Esse daqui ele é um slide de 1
hora30 de quase 2 horas de conversa com a Dra. Ieda, onde ela aprofunda muito nisso. E esse slide ele é legal de trazer aqui porque ele traz um resumo dessa conversa, né? aonde ele mostrou que todos os tratamentos, enquanto eu não tive stress, não tinham diferença de produtividade. A hora que eu tive o Stress, eles entregam e não conseguem voltar mais, mesmo com uma melhoria da realidade ali do ano, né, até eu intervir e eu fazer o manejo, né? E aí quando eu entro e eu intervenho, eu eu tenho ali a recuperação de novo, tanto
da atividade biológica que a gente mede, mediu e ele ela vê isso nas análises, como em produtividade. Uhum. >> E eu acho que aqui é uma jornada muito legal, que é primeiro a atividade biológica tem correlação com as Produtividades. Segundo, eu consigo medir isso e o terceiro, eu consigo intervir e trazer e mudar meu manejo, que eu acho que esse é o grande ponto nosso aqui, né? Não é só que hoje, eu acho que essa é a grande dúvida do ano, né, que a gente tem tido, que é todo mundo olhando e falando assim, beleza,
legal, eu medi, e ela me conta uma história, mas como que eu mudo o meu manejo? Que que eu tenho para fazer? E eu acho que é isso que nós vamos Discutir hoje aqui. Então é muito legal porque esse slide contextualiza isso >> e a gente precisa debruçar agora. Eu acho que em como a gente usa e eu tô curioso para ver mais casos aí, Júnior. >> Vamos lá. Então, dando um pontapé aqui entre os cases mesmos de sucesso que a gente tem do uso da da plataforma, uso da ferramenta, eu trago aqui um projeto
eh de agricultura regenerativa que a gente fez, né? Então, a gente tem alguns Projetos eh com algumas eh com algumas empresas grandes, né, voltado principalmente para café. Então, isso aqui é um dos cases onde a gente monitorou ah 10 fazendas diferentes dentro desse projeto, né? Então, isso aqui são fazendas eh na região do Serrado Mineiro, onde a gente ah dentro dessa plataforma eu tenho vários eh vários pilares que eu analiso dentro dela, né? Então, eu tenho desde a minha análise foliar, o meu solo em perfil, Onde eu tô avaliando as camadas mais profundas do solo,
as camadas abaixo de 20 cm. Eu tô avaliando meu solo em superfície, onde eu pego as duas camadas mais superficiais, né, se estiver estratificado. Então, geralmente quando eu tenho a BAS, que ela é específica da camada de 0 a 10, então geralmente eu tenho estratificação do da superfície fazendo uma camada de 0 a 10. E, nesse caso aqui, a camada também de 0 a 20, né, pra gente olhar como que tá a Fertilidade nessa camada superficial. Eu tenho um indicador biológico que aquele aquele QS biológico tá 100% atividade biológica. E eu tenho o parâmetro ali
de retenção de água, que essa retenção de água estou correlacionando ela com argila e matéria orgânica para ter esse parâmetro. Boa. >> E aí quando a gente tem esses quatro parâmetros de solo, né, que é o solo perfil, solo superfície, eh retenção de Água, análise biológica, eu tenho esse indicador que é o índice de saúde do solo, que ele faz a média ponderada desses quatro indicadores e ele me dá esse indicador macro de como que tá a saúde do meu solo. Se a gente ainda tiver dentro do talhão, né, ou dentro da fazenda análise foliar,
eu pego os quatro indicadores do solo mais o foliar e a média desses indicadores, ele me dá o índice de saúde da fazenda. Então, interessante. E aí Dentro da plataforma, como ela é dinâmica, eu consigo ranquear as minhas fazendas ou ranquear os meus talhões de acordo com cada um desses indicadores. Então, eu consigo fazer isso e, além disso, eu consigo ainda dentro da plataforma imputar os dados de produtividade. E aí eu consigo correlacionar, né, se esses dados eh esse dado de produtividade com que mais ele tá correlacionado, é com a análise biológica, é com perfil
de solo, é com Retenção de água. Então eu consigo fazer essa essas jogadas dentro da plataforma por ela ser dinâmica. E aqui, por exemplo, eu tô olhando por fazenda. Então eu tenho desde a fazenda um até a fazenda 10 ali, né? E ali eu coloquei esses nomes da fazenda, mas a gente, se a gente quiser olhar para dentro da fazenda, eu posso ir ali olhar, selecionar a fazenda que eu quero olhar e olhar isso aqui como talhão, né? Então isso é uma das visualizações que a gente Tem. Legal, Júnior. Deixa eu pegar um gancho aqui.
E aqui eu queria trazer dois avisos que eu acho que são importantes da gente contextualizar aqui. Um primeiro que é aqui dentro o Júnior passou super por cima sobre o que é a ferramenta que a gente veio trazendo nos outros podcasts a visão mais detalhada do que ela é, de onde ela surgiu. Mas acho que para quem não acompanhou os outros, não, recomendo assistir. Mas trazendo um resumo geral, Isso é uma ferramenta que a gente trouxe para contextualizar a parte física, química e biológica de uma maneira mais fácil pro dia a dia das tomadas de
decisão. Então, dentro do pilar físico, a gente traz a matéria orgânica e a argila como referências de retenção de água. Éonde a gente tem os quadrantes verde como ideal, os quadrantes vermelho como os críticos e aqui dentro cada bolinha dessa, como o Júnior comentou, ela pode ser uma Amostra ou ela pode ser um talhão, uma gleba, ou você pode tratar ela igual ela tá aqui, onde cada bolinha dessa é uma fazenda. E aí a gente faz comparativos entre as fazendas, por exemplo, dentro de um projeto ou dentre as fazendas de uns de um mesmo consultor,
por exemplo. Então aí tem como você fazer vários comparativos. Então tanto comparando as fazendas como os produtores, como comparando talhões diferentes dentro do mesmo produtor. Então a ideia é que aqui Nós não vamos aprofundar nela, mas vamos aprofundar num uso prático, porque nós temos a visualização disso para trás. E um segundo ponto que eu queria trazer, que é importante, que vocês vão ver que tudo que nós vamos trazer aqui são casos reais de projetos que estão acontecendo esse ano. Nós não trazemos os nomes para justamente proteção e por proteger nossos clientes mesmo com relação aos
dados. Então nós não vamos trazer o nome da fazenda ou o nome do projeto por Questão de proteção de dados mesmo. Então assim, todos são casos reais de agora que estão acontecendo, mas por proteção de dados mesmo que a gente tá não trazendo o nome da das empresas ou dos outros projetos específicos em respeito aí ao aos dados e aos nossos clientes com relação a essa jornada. Então todos são cases práticos reais que foram feitos esse ano dentro da dentro da nossa jornada do 3 Ibersol. >> Uhum. Bacana, Víor. E algo que chama Muita atenção
na visualização desses dados, né, que algo que a gente tem muito de desafio quando a gente olha para esses para esses indicadores é o desafio realmente da gente construir perfil de solo. E aí quando a gente olha pros quadrantes desses dados aqui, né, que são esses três quadrantes aqui embaixo, e a gente olha para esse quadrante central que a gente tá olhando para perfil de solo, onde eu tô correlacionando a minha fertilidade no Perfil de solo com a minha fertilidade na superfície. a gente vê que maioria dos talhões eles deram na condição ideal. E a
gente tá falando desse projeto que eh como é um projeto voltado paraa agricultura regenerativa, onde a gente busca a maior eficiência, né? As amostras, a a amostragem desse dessas áreas, elas foram feitas até a camada de 60 cm. Ou seja, esse dado de perfil de solo que a gente tem é um dado muito robusto. E aí, A até no quando a gente quando eu tava olhando para esses dados desse desse projeto, me chamou muita atenção, porque dificilmente a gente consegue encontrar quando a gente tem esses dados mais robustos de perfil, os dados muito eh maioria
concentrado nesse quadrante verde, né? Porque aqui eu tenho a construção do perfil muito sólida nesses talhões e grande maioria. Então, a gente vê que os que os produtores desse projeto em si são produtores eh bem Caprichos na questão da construção do perfil, são produtores que se preocupam realmente em construir perfil para ter um ambiente mais resiliente. >> Legal. É legal porque aqui a gente aqui nós estamos falando, pessoal, de uma área no Alto Paranaíba, então em Minas Gerais, no sererrado em Minas Gerais. E é interessante porque a gente vê e esse é um caso legal
que a gente tem visto dentro dos projetos, porque como você faz dentro dos projetos com 10 Produtores diferentes aqui, tende a, e aqui é uma grande torrefação de café, então ele tende a selecionar produtores que tm mais o perfil pros projetos e geralmente é o cara mais técnico, não necessariamente é o produtor maior, mas muitas vezes é o produtor melhor e mais técnico. >> E aí é legal porque isso que você trouxe, né, Junior? E a ideia da plataforma, ela fica fácil da gente perceber como esse grupo de produtores Tem uma característica de perfil de
solo corrigido, o que não é o normal do que a gente encontra no dia a dia das análises com grandes limitações de perfil. E vocês vão ver vários casos que nós vamos trazer agora. E a ideia aqui é ter essa visão em massa, né, de que tem vários produtores, cada um com o seu gargalo diferente, né? Então, com gargalos diferentes em lugares diferentes. Então, o que a gente precisa atacar neles são pontos diferentes em cada um, mas numa Grande massa a gente vê um grupo de bons produtores com a boa correção de perfil como um
todo, tirando algumas exceções que precisam ser trabalhadas, né? Isso é muito legal da gente ver, não só o dado específico, mas esse dado do comportamento em massa. >> Perfeito. Isso aqui passando para um para um outro case, né, que a gente tem, que foi um projeto juntamente com uma revenda, né? Então essa revenda escolheu alguns Produtores eh dentro da carteira de clientes, né? Então, de alguns de cinco consultores, ela escolheu alguns produtores chave dentro desses consultores. Eh, vou trazer aqui algum dois exemplos, né, de produtores que a gente fez. Eh, o diagnóstico, ah, aqui seria
o diagnóstico completo. Aqui, no caso, tá faltando a análise de folha, mas ah, esse projeto rodou, né? Até semana passada eu estava rodando com esses com esses consultores, né, Juntamente fazendo as visitas com os produtores. E aí a análise de folha ela vai ser feita posteriormente, né, assim que regularizar as chuvas nas regiões na na região, a gente a gente vai fazer a a análise foliar pra gente ter o painel completo. Mas isso aqui é um um case interessante desses produtores, onde a gente olha para dentro da dos IQSs, né, do a gente olha para
dentro dos do dos pilares ali de saúde do solo e a gente vê que grande maioria deles estão Voltado pro amarelo, voltado pro laranja. Ou seja, onde dentro desses três talhões desse produtor, ele tem que atacar esses vários pilares. Então aqui ele já dá um direcionamento que a questão da saúde do solo para esses eh para esses talhões dessa desses três talhões dessa fazenda são talhões mais críticos, onde eu tenho que preocupar muito para perfil de solo. Já é umas áreas que não retém muita água, já é ruim para reter água. E aí, Principalmente quando
eu tenho uma retenção de água, né, no crítico ali, eu tenho que olhar muito ainda mais pro meu perfil de solo, porque se é um talhão que não tá retendo água e às vezes o meu perfil de solo, ou a minha fertilidade como um todo já tá fraca, eu preciso que está que essa planta ela cresça sistema radicular o máximo possível para ter mais acesso à água, mais acesso ao nutriente. E quando a gente olha pra parte biológica também, né, eu tenho um Armazenamento bom, mas a minha atividade biológica ela não tá muito boa e
eu preciso melhorar a minha parte biológica. E a gente olha para muitos cases onde a parte biológica, ela tá sendo muit das vezes afetada pelos meus componentes químicos do solo. E aí principalmente a questão de pH, que é o que a gente vai ver depois com mais detalhes quando a gente entra dentro das análises de química do solo mesmo em si. >> Legal. E aqui ele fica bem visual, né, Júnior, de olhar como em termos de retenção de água, ele é um desafio trazendo todos os talhões mesmo dentro do vermelho, trazendo alguns talhões que a
fertilidade na superfície até boa já, né? Então até em ordem na superfície, mas o desafio do perfil mesmo, né? E aí ele fica bem nítido tanto nos quadrantes como nos indicadores ali em cima, nessa questão da importância de construir perfil de solo ali mesmo, né? e o como isso tem afetado a parte biológica como Um todo, né? E como a visão é sempre de um sistema de produção mesmo, né? Ver o sistema integrado para eu entender os pilares mesmo e onde atacar. E aí acho que aqui vem uma série de recomendações e de tudo de
de como atacar eles, mas ele fica muito visual de olhar como, por exemplo, esse produtor específico é muito diferente dos 10 anteriores que a gente tava vendo que a realidade já de um perfil do solo mais construído, uma atividade biológica já muito mais forte, Né? >> Uhum. Perfeito, Vítor. E a visualização desses quadrantes, a visualização dos indicadores é muito para ter uma visão mesmo global do sistema de produção, ele elencar, né, quais são os melhores talhões, quais do dos dos talhões que são de potencial menor, o que que tá afetando esse potencial desses talhões. E
a partir do momento que eu tenho essa visão primeiro no nos indicadores, nos Quadrantes, eu vou depois para dentro das análises eh de solo mesmo para para olhar para cada um dos nutrientes. Eu vou dentro pra análise biológica para olhar cada um dos componentes da minha análise bioas, eh para mim ver onde que eu consigo atacar, onde que eu preciso atacar, atacar para melhorar cada um desses indicadores. Então, a outra visualização que a gente tem dentro da ferramenta, então lá no início Eu comentei sobre aquele laudo tradicional, né, que a gente sempre recebe, como trazer
esse laudo de forma mais eh de forma mais visual pra tomada de decisão. Então, esse aqui é um caso, né, onde a gente traz a dentro da plataforma interpretação de de vários parâmetros da minha análise de solo, né? Então, desde a a matéria orgânica, os macronutrientes, os micronutrientes, eu tenho a interpretação dele. Esse aqui é um talhão que a gente viu anteriormente, Que é um talhão que todos os indicadores deles estão baixos. E quando a gente olha para dentro da análise química e física, pra análise biológica, a gente realmente olha para a gente realmente vê
isso, a gente vê muito mais cores vermelhas, laranjas e do que cores mais voltadas pro verde, né? Então a gente vê que realmente é um talhão mais desafiador pra gente trabalhar como resiliência, né? >> Legal, Juni. E a ideia, pessoal, isso tá Dentro da ferramenta nossa, então isso ele vem dentro, essa visualização dentro da ferramenta, tanto de olhar pros indicadores, e a gente fala muito que é aqueles indicadores, eles são para ter uma visão macro, né? Então, nos indicadores, a gente conseguiu ter uma ideia de onde são os gargalos principais e a gente coloca a
lupa e vem para dentro dessa página que tá dentro da plataforma e aquela destrincha por nutriente, por cada pedaço mesmo dessa Jornada. E é interessante isso que você comentou, porque quando a gente olha lá no indicador, ele mostra que a bolinha tá lá no crítico para na no limitado pelo perfil, que ele tá na pela parte amarela, né? Que quer dizer que a superfície tá boa, mas o perfil ruim. E aí quando a gente destrincha na análise fica visual também de ver essas faixas verdes em cima, bem numa superfície e esse vermelhão que colora embaixo,
né? Então acho que aqui é a Ideia de uma análise tradicional e como deixar fácil e visual de perceber o quanto é impactante essa jornada para baixo aqui do vermelhão. E Júnior, uma coisa que chama muito atenção aqui, que eu tô olhando nesse case, que ele traz o como o alumínio ficou gritante, uma faixa vermelha gigante. E aí ele a gente estranha, né? Até pecana a gente olha esse alumínio tão alto nas camadas até superficiais, mas a hora que a gente olha pro pH, a gente tem pHs Extremamente baixos, né? E isso tem muito a
ver porque a hora que a gente olha aqui, cara, pHs extremamente baixos desse jeito, o alumínio refletindo extremamente alto e aí a gente vem pra pra parte biológica e vê uma parte biológica totalmente deteriorada, a gente vê o que é a relação do sistema de produção como um todo, né? como uma coisa interfere na outra. E aqui eu quero pegar um gancho até e trazer que é muito importante aqui pra gente olhar a História da qualidade das análises, da qualidade dos dados dentro dos laboratórios. Qual é a qualidade das análises nos laboratórios mesmo no dia
a dia. Por que que eu tô comentando isso? Isso é um ponto que a gente traz dentro da qualidade do laboratório. Quando a gente olha para esse pH, ele tem uma rota de análise dentro do processo laboratorial. Quando a gente olha para esse alumínio, ele tem outra rota de análise. E quando a gente vê esses e Quando a gente olha pra parte biológica, é uma outra rota de análise. E quando a gente vê que o sistema de produção inteiro se conversa, faz sentido, a gente vê o quanto é importante ter ferramenta e ter qualidade de
análise mesmo, ter qualidade dos laboratórios para conseguir correlacionar isso tudo e agronomicamente fazer sentido. Então quando eu vejo um case desse de alumínios extremamente altos, pHs extremamente baixos e deteriorando a Qualidade biológica do solo, cara, isso tem tudo a ver, né, com o que a gente vem discutindo sobre entrar a fazer às vezes o básico. E esse é um caso, né, que me que me parece, pelo que a gente vem discutindo, que é uma lavoura implantada. E às vezes a gente tá vendo casos desse aonde o produtor tá fazendo a dubação de 2020 no café
e é onde a gente olha e fala: "Cara, nós precisamos fazer correção de bases às vezes ainda, né?" Então, quando fica visual desse jeito de olhar uma lavoura e aonde eu atacar que eu preciso começar corrigindo bases que e quando a gente olha, e aqui eu falo que esse caso é legal porque a gente olha esse potássio extremamente alto, né? >> Isso aí. Então nós estamos olhando um solo com pH extremamente baixo, com alumínio extremamente alto, com parte biológica extremamente deteriorada e com potássios extremamente alto. E às vezes A gente vai na prática e encontra
esse produtor fazendo 2000020 de novo formulado que no jeito que ele sempre estava acostumado a fazer, que é muito comum no café. E e é nítido de ver, né, como um caso prático desse, como às vezes eu diminuindo uma dose de potássio nesse talão um e trazendo uma correção de bases maior, eu melhoro a estrutura do sistema de produção como um todo, né? Muito legal. >> Perfeito. E aí, até puxando muito pra Parte mais técnica mesmo, né, que quando a gente fala de fertilidade do solo, né, Vitor, a gente tem uma escada a percorrer. A
gente não pode pular do degrau daqui da base lá pro degrau de cima. Então eu tenho alguns passos que eu preciso respeitar para ter sucesso no meu sistema de produção. >> Legal. >> E quando a gente olha para uma análise dessa, cara, o primeiro passo que a gente tem que ter é uma boa correção Desse solo, correção do pH, correção das bases. Será que adianta eu ir lá e aplicar um biológico sem fazer uma correção desse pH em superfície, né? a os meus microorganismos eles conseguem realmente sobreviver e se multiplicar num ambiente e com, né,
multiplicar e e se desenvolver num ambiente com pH tão baixo assim. Então assim, a gente tem alguns passos a serem tomados pra gente ter sucesso no sistema De produção e a gente olhar isso como algo integrado, né, essas análises biológicas, análises físicas, análises químicas, eu acho que ajuda muito a gente ter ciência de qual passo a passo a gente tem que tomar para ter sucesso. Legal, Junor. Você me trouxe para um lugar que é às vezes o a gente tem olhado e falado assim: "Como eu uso esses dados para tomar decisão?" E muitas vezes na
prática o que a gente tem visto é para priorização mesmo, né? Que é olhar e falar como eu priorizo cada passo que eu preciso dar na evolução para eu chegar onde eu quero chegar. Então, muitas vezes não é para vir aqui e fazer agora vou virar meu sistema de ponta cabeça, né? Mas é ele priorizar e mostrar dentro do sistema de produção como eu dou cada passo agora e como eu invisto em cada etapa agora da jornada. >> Perfeito. >> Bom demais. Vamos lá. >> Esse aqui é um outro case muito semelhante no mesmo projeto
que o anterior, mas com parâmetros de os indicadores de saúde do solo muito diferentes, né? Então ali eu tenho a parte biológica, principalmente uma parte biológica muito rica, um indicador biológico muito muito alto, né? em todos os talhões. Eh, eu tenho, qual que é o principal desafio? A gente bate o olho aqui, é nítido da gente olhar que o perfil de solo para, nesse caso aqui, Ele é um dos principais, é o principal indicador que a gente precisa atacar. Quando a gente olha aqui para pros quadrantes, né, eu tenho a questão ali da minha retenção
de água, que eu também poderia aumentar um pouco de matéria orgânica. E quando a gente fala de retenção de água, eu tô falando de matéria orgânica no perfil do solo, né? Então, em todo o perfil do solo, é importante eu trabalhar a matéria orgânica, eh, para ter sucesso em Aumentar a minha retenção de água, né? Então, nesse caso ali, como são áreas mais argilosas e eu tenho baixo TO de matéria orgânica, ele tá ali num caso de risco de compactação, onde eu não tenho essa matéria orgânica para agregar esse solo. Então, mesmo eu tendo às
vezes uma retenção, uma estimativa de retenção de água alta por conta da argila, eh, se eu não tenho matéria orgânica para agregar esse solo, eu posso ter um risco muito grande de compactação. E aí, quando a Gente olha pr para perfil de solo, pra parte química, a gente olha que ele tá limitado pelo perfil. Realmente é o que a gente olha lá pros indicadores. Quando a gente vem pra parte biológica, a gente tá com solo saudável. Então, biologicamente falando, ele é um solo muito saudável. >> Legal. E a e é bacana porque aqui eu acho
que comparando o que o caso que a gente viu agora, né? Então é o mesmo projeto, dois produtores diferentes na Mesma região. E aí nós estamos falando de um caso aonde a gente tem um os dois casos, né? Uma necessidade de construção de perfil, mas um dos casos com a parte biológica já muito melhor, né? E aqui eu quero trazer, e aí voltando, né, na nossa proposta de trazer casos práticos mesmo de como olhar, né, >> aqui a gente tem uma jornada que eu acho que é interessante que a gente começar a olhar e falar
como que eu penso em planta de cobertura Olhando pro diagnóstico de solo e aqui a gente tem um caso já que eu vejo muita discussão hoje no café, que a gente olhar para planto braquiária, planto mix de planta de cobertura. Então, e aqui eu acho que não existe uma receita de bolo, existe um monte de discussão, mas, por exemplo, quando a gente vê um lugar desse, aonde o produtor já tá biologicamente muito ativo, ele já está bom, mas ele precisa eh acrescentar muita matéria orgânica, porque ele tem Um risco de compactação alto, porque um temouro
de argila alto. Então, eu preciso construir matéria orgânica no perfil, eu preciso melhorar a construção de perfil do solo e já biologicamente estou muito ativo. Será que não é um caso de posicionar uma gramínia mesmo, braquiária, porque eu tenho essa esse vigor de sistema radicular maior, eu ten essa capacidade de estruturação do sistema radicular maior e biologicamente falando, ele já Tá muito ativo. Então essa diversidade não é tão necessária nesse momento, que é diferente do caso anterior, né? Porque o caso anterior, a gente precisava construir o perfil do solo. A gente precisa construir matéria orgânica
como um todo, mas eu tô num solo adoecendo. Eu tô num solo que a ciclagem de nutrientes precisa ser muito forte. Então, será que aqui não é um caso de eu trabalhar um mix com a gramínia? Porque eu preciso ter a gramínia para Estabelecer e construir essa jornada como um todo. Mas eu trazer o mix aqui com algumas leguminosas, elas criam uma diversidade biológica maior pela diversidade de raízes. Se ele é um solo que precisa biologicamente falando, de uma diversidade biológica maior, será que aqui eu não posiciono? E eu tô comentando isso que aqui são
casos que a gente tem visto na prática, né, Júnior, que é nós não estamos falando só mais de olhar pro diagnóstico de solo para Recomendar calcário, para recomendar adubo. Aqui nós estamos falando de diagnóstico de sistema de produção para olhar a parte nutricional, mas para olhar o que eu preciso posicionar de planta de cobertura, qual planta de cobertura eu posicionar, dependendo do que eu preciso no meu solo. E não só falando de parte biológica, mas falando do sistema de produção como um todo, né? Então esse é um exemplo, eu acho que bem legal do que
você trouxe de dois Produtores diferentes, que eu poderia posicionar plantas de cobertura diferente para estratégias diferente, porque eles têm necessidades diferentes dentro do dentro da realidade deles, né? Muito legal. >> Perfeito. E é muito isso, se a gente olha somente às vezes pra análise biológica de um solo desse, eu faria às vezes, né? No caso desse aqui, por exemplo, né? Se eu tivesse olhando só pra parte biológica, Talvez eu tanto eu ir com a gramínia ou com um mix de plantas aqui, tanto faz, né? Porque eu tô biologicamente ativo e tô com um armazenamento na
superfície. Bom, que aqui quando eu falo de armazenamento tô muito ligado à matéria orgânica, mas quando eu falo da parte biológica, muito olhando pra superfície. Só que quando eu olho pro primeiro quadrante, que é estimativo de retenção de água, eu preciso colocar matéria orgânica e aí ali olhando pro perfil. Então, a a gramínia, por ela ter o sistema radicular muito mais agressivo, muito mais robusto, seria talvez pensando em planta de cobertura a melhor estratégia pensando nesse talhão. Então, aqui mostrando, né, a análise de eh química e física daquele último talhão que a gente olhou, né,
daqueles daquele daqueles últimos talhões que a gente olhou dentro da da ferramenta lá do dos indicadores e dos quadrantes. E aqui a análise biológica, né? Então a Gente olha em comparado com aquele com aquele outro ã produtor, né, com aquele outro projeto, as análises muito mais vermelhas. Aqui a gente já vê uma distribuição, né, de parâmetros voltados pro amarelo, voltado pro verde, muito mais consistentes, né? Então, mostrando realmente que ah olhando pra pra fertilidade, olhando pra análise biológica, a gente tem um solo muito mais ativo e com certeza uma lavoura mais resiliente quanto comparado com
Aquela primeira. >> Legal. Mas é bacana de ver, né, Júnior, como você pega esses casos aqui mesmo, a gente na camada superficial ele já é muito diferente do que a gente viu no anterior, né? Então, uma camada superficial muito boa, mas e me chama de novo atenção, como são áreas de café, como em muitos casos, potássio alto, hora que a gente vê no talhão C, potássio alto no perfil como um todo. E a deficiência de magnésio, hora que a Gente olha para ela aqui, ele vindo para magnésio de 5 no 20 a 40, magnésio de
3 mimol já no 40 60. E a gente tem visto muito esses casos que é olhando dentro das áreas de café pra fertilidade mesmo, esse desbalanço às vezes entre potássio e magnésio dentro do perfil como um todo. E como é importante eu ir olhando, porque se eu olho aqui só numa amostra de 0 a 20, a gente falaria que tá tudo bem, né? Que esse solo, eu tô olhando muito aqui no talhão C, como no 0 a 20 Ele tá tudo em ordem, né? Hora que eu vou pro 20 a 40, ele já mostra um
degrau, um degrau. A hora que eu vou pro 40 60, ele mostra que meu potássio continuou alto, mas sumiu minha estrutura de cálcio, magnésio, né? E aí é onde eu tenho potássio, mas me limita desenvolvimento radicular, porque eu não tenho bases ali dentro do perfil, né? >> Perfeito, Víor. Ótima visualização. E aí, até enquanto você me falou, eh, eu olhei muito também, por exemplo, pro Para este de fósforo no talhão C, né? Então, mostrando às vezes a importância da gente fazer uma estratificação, principalmente nas camadas superficiais, né? Então ali eu tenho um valor de 50
mg por dm cico de fósforo na camada de 0 a 10. Quando eu vou pra camada de pegando a camada de 0 a 10 mais juntando com a de 10 a a 20, né? Então fazendo a amostragem de 0 até 20 cm, eu tenho um valor de 29. Ou seja, será que esse 29 na camada de 0 A 20 ele não tá sendo muito influenciado por esse 59 que tá muito superficial? >> E às vezes pensando mesmo de 10 a 20, será que realmente eu tenho um um to de fósforo >> alto dessa dessa forma,
né? >> Legal. E e é muito legal porque que o Júnior tá trazendo aqui essa provocação de que nós temos que olhar pro 2040, pro 4060, nós temos que olhar para baixo para olhar perfil, mas o estratificar o 0 a 10 como é importante, né? Porque Muita coisa tá acontecendo só no 0 a10 quando eu tô tratando ali da superfície, né? E como entender essa dinâmica de nutriente, tanto estratificando a superfície como avaliando o perfil, né? E com certeza tem importância demais. feito. Um um outro case, né, que a gente teve um até a discussão
mesmo com produtor, com consultor, onde a gente abriu a plataforma e a gente foi discutindo algumas análises, né, onde a gente tem Dois talhões aqui que chamaram atenção, né? Então, eu tenho dois exemplos do talhão, ah, desse primeiro talhão, onde eu tenho o boro. Isso aqui é a essa análise de cima aqui é a análise foliar e aqui de baixo as análises químicas do solo, né? E aqui também análise foliar e análise química. Então, dois talhões diferentes. Quando eu olho pro primeiro talhão e eu olho pra minha o meu teor, um teor baixo, mais baixo
do que considerado Ideal, né? Abaixo da da faixa ideal. Só que quando eu olho no solo, eu tenho bons valores de de boro. Eu tenho valores acima de 2 mg na na na camada de 0 a 20 e um valor de 1.2 mg por dm C na camada de 40 a 60. Então eu tenho uma boa distribuição de f de de boro no perfil. Vittor, na sua opinião, o que que você considera que limitou a planta de absorver boro nesse caso? Legal, Júnior. E é legal porque esse caso, e aqui eu Queria trazer essa mensagem
porque essas ferramentas todas que a gente tem desenvolvido é para empoderar os times técnicos. Então a gente gosta muito e é muito importante que a gente faça eh a disponibilização das ferramentas para os consultores, para os times técnicos. Por que que eu tô trazendo isso aqui? que aqui foi legal, que a gente tem uma confiança muito grande tanto do produtor como do consultor. E aqui na discussão o produtor olhou e e viu isso, né, assim, De maneira visual e fácil, né? Tá verde no solo meu boro, por que que ele não tá bom na folha?
E aqui a gente tem que trazer esse conceito de olhar a análise de folha junto com a análise de solo, porque a gente vê que um dos grandes desafios é olhar pra análise de folha separada e sozinha, sem olhar pra análise de solo, que é onde eu olho o sistema de produção. E aqui, qual que é o grande ponto? E é legal porque quando a gente olha pro pro talhão de baixo, Eles são duas lavouras irmãs, né? Do uma do lado da outra e uma tem boro na folha, a outra não tem. E aqui não
tem boro na folha, aqui tem bor bom no solo. Qual que é o grande ponto aqui, pessoal? Essa lavoura de baixo é irrigada. E aqui nós estamos falando, até Júnior, eu vi que você comentou aí que nas tuas áreas são áreas de 9 a 11% de argila, né? Isso daqui é uma área extremamente arenosa, área, eu não não me recordo Certinho dos valores, mas são áreas abaixo de 15% de argila. Então são áreas bem arenosas e que a de baixo é irrigada, a de cima não. Quando a gente pega para essa realidade, qual que é
o ponto, pessoal? As duas primeiras análises aqui, nós estamos falando de 0 a 10 e 0 a 20 cm. Então nós estamos olhando pros primeiros 20 cm. Quando a gente olha para esse cenário, esse é o primeiro, é a primeira lavoura que vai secar. é a primeira que Vai eh, vamos falar assim, secar a água ali. Se a gente fala que a planta não come, né, que uma planta bebe o que tá em solução, que que acontece quando eu começo a secar essa camada superficial? Eu não tenho nada de cálcio, de magnésio dentro dessa estrutura.
Qual que é o grande ponto aqui pra gente? Por que que não tá subindo o boro pra folha? Porque falta raiz. E a gente comentou com o consultor aqui Nesse dia que foi um pouco no cenário de olhar que que dá impressão pra gente. Eu pego a análise de folha, vejo que falta o boro e coloco o boro no solo. No outro ano eu pego a análise de folha, vejo que falta boro, coloco boro no solo. No outro ano eu vejo que falta boro na folha e aí essa lavoura já tá ficando entupida de boro
a assim em níveis extremamente altos. E não adianta eu colocar mais boro no solo. Se eu não colocar cálcio, se eu não colocar Magnésio, se eu não colocar crescimento de raiz para essa lavoura conseguir buscar e manter raiz ativa buscando água em profundidade, eu não vou conseguir subir bor. E é o que a gente vê que aconteceu embaixo, né? Os níveis estão bons de boro, de cálcio magnésio nas nas análises, nas camadas mais profundas não tão, mas como eu mantenho hidratado, eu consigo subir esse boro, né? Então acho que aqui a grande mensagem desse caso
pra gente, Nós não estamos nem olhando parte biológica aqui. Essa fazenda fez, a gente tem as dados de parte biológica, mas aqui nós estamos olhando mais muito focado na importância que é olhar o sistema de produção, olhando a análise de folha junto com a análise de solo e entendendo a interação solo e planta. Por quê? Não adianta eu olhar para um lugar isolado. E aqui a gente fala sem medo que eu trabalhar melhor cálcio, trabalhar melhor magnésio, nesse Cenário, eu vou sim melhorar a absorção de boro. Por quê? Porque eu preciso olhar o sistema de
produção como um todo, né? >> Perfeito. E linkado a isso, né? Eu a gente olha esses teores de boro altos até a camada de de 40 60 e aí vinculando isso a que você comentou, né? Falta boro na folha, eu aplico boro no solo. Falta boro na folha, aplico boro no solo. Qual que é a eficiência da dubação dessa aplicação eh de boro, né? Além da planta Não tá absorvendo o que precisa absorver e a perda desse boro que eu tô perdendo pras camadas mais profundas do solo, que a minha planta não tá conseguindo ir
lá buscar ele. A gente vê às vezes algumas situações com o potássio também, né? Então o boro, o potássio, o enxofre, principalmente enxofre quando a fonte é disso, a gente tem os teores às vezes desses nutrientes mais altos nas camadas mais profundas do que nas camadas maisciais. A gente encontra alguns cases Dessa forma. E aí, se eu não tenho cálcio, se eu não tenho magnésio pra raiz dessa para para estimular que a planta consiga crescer raiz para buscar esse nutriente lá em profundidade, qual que é a eficiência da minha adubação, né? Então essa reserva do
solo, ela tá ficando lá embaixo, só que minha planta não consegue acessar, né? Então primeiro passo, né, quando a gente fala da escada lá, né, pra gente construir realmente o perfil de solo para que essa planta Consiga ir lá buscar esse nutriente lá embaixo. E não só o nutriente, né, a água também que tá lá embaixo é uma água muito mais eh de uma qualidade de uma temperatura muito mais ideal pra planta do que uma água às vezes até via irrigação, por exemplo, né? Então, que que a gente até fala, né, que às vezes a
irrigação ela substitui o a falta d'água completa ali da falta de chuva, não, né? Ela mitiga um pouco o efeito, mas eu ter raiz em profundidade, mesmo em áreas Irrigadas, ela é muito importante, né? Porque eu tô aproveitando o máximo de nutriente, o máximo de de recursos que eu tô aplicando nessa lavoura. >> Show de bola. Bom demais. Que mais, Júnior, que nós temos? Isso aqui é um um outro case, né, de isso aqui é de produtor mesmo que a gente trouxe aqui, onde dentro eh nesses nesses talhões desse produtor foi feita amostragem tanto na
projeção da copa que a gente fala, isso aqui é áreas de café, então Foi feito a amostragem tanto na projeção da copa quanto na entrelinha da cultura. >> Legal. E o que chama muita atenção nossa aqui é olhar pra parte biológica desses desses dois pontos que foram amostrado, onde na Copa eu tenho um indicador biológico, IQS biológico baixo. Quando eu vou pra entrelinha, eu tenho um IQS biológico mais alto. que a gente pode correlacionar isso, a gente já comentou, né, que a às vezes a A parte química do solo ela interfere muito na na análise
biológica, né, na na atividade biológica do solo. E é o que a gente olha para cá. Quando eu olho pra pro talhão da pra pro ponto de coleta na projeção da copa, eu tenho um pH, principalmente na camada de 0 a 10, um pH de 4, um pH baixo. Quando eu olho pra entrelinha, eu já tenho um pH de 5.8, né? um pH em cloreto de cálcio, que é um pH ótimo, né? Quando a gente fala aí de TO, de nível, um pH de 5.8 é ideal. Quando a gente fala do teor do nível de
4, é um nível baixo de pH. Então, e o na sua opinião, Vitor, eh, o que que você acha que pode estar correlacionado, né, quando a gente olha pr pra coleta na Copa, na projeção da Copa e pra coleta na entrelinha, o que que pode influenciar na parte química do solo, nos teores químico e consequentemente nos teores do indicador biológico desse desses pontos. >> Legal. Aqui, aqui é bastante legal, Júnior, porque esse a hora que a gente olha dentro do café, nós estamos olhando dois lugares completamente diferentes a 1,5 m um do outro, né? Então
aqui não tem como a gente falar que o tipo de sola é diferente ou que qualquer coisa é diferente aqui, a não ser o manejo. E é legal porque aqui exemplifica muito isso, né? que eu tô olhando para uma lavoura de café com meio de rua, aonde eu geralmente Não adubo ou adubo muito menos. Então eu tenho um efeito de acidificação muito menor, eu tenho um efeito de diversidade menor, né? Porque eu trabalho com ecsida para manter aquilo ali no limpo dentro daquela rua de café e trabalho com adubações de potássio mais altas, né? Porque
eu tô suprindo o café. Quando a gente vai pro meio da rua, a gente tem muitas vezes aquele resíduo da da do calcário como um todo sendo aplicado e muitas vezes sendo varrido e trazido pro Meio da rua. Então eu tenho um ambiente com uma maior diversidade de plantas pelas plantas de cobertura ou pelo próprio mato e tudo, com ambiente de mais bases, vamos falar, e menos acidificação. E a hora que a gente vê isso na análise, ele mostra muito isso, né? dentro da copa, potássios mais altos com bases um pouco mais baixas, apesar de
ter alguns com bons níveis. Hora que eu vou pro meio da rua, potássios muito mais baixos, mas bases muito mais bem Corrigidas. E aí entra o efeito da acidificação que a gente falou hora que a gente vai pro pH e a gente olha os pHs dentro das projeção da copa e os pHs no meio da rua, dois mundos completamente diferentes. Então nós estamos, a gente tá olhando para o mesmo lugar, 1,5 m um do outro, com realidades químicas diferentes, com pHs muito diferentes, e a gente olha pra parte biológica, partes biológicas completamente diferentes. E isso
é muito interessante porque aqui a Gente vê o efeito da medição da parte biológica na prática, né? Ela mostrando realmente que quando eu tive uma mudança muito significativa de pH, de manejo, de diversidade de plantas, eu tenho o efeito na parte biológica. Agora eu queria provocar, Júnior, que eu acho que você tem um case de uma lavoura do lado dela, aonde foi feito o mesmo trabalho e olhou, porque aqui ela fica a provocação pra gente, né? quer olhar e falar: "Ah, então quer dizer que o meio do carro da Rua, do café vai ser bom
e a projeção da Copa vai ser ruim sempre. Nem sempre, né? Então, quando eu tenho uma construção da fertilidade, né, eh, também na projeção da Copa, eu tenho uma manutenção, né, principalmente quando a gente tá olhando pra parte biológica que é na camada superficial, eu tenho uma manutenção desse dessa fertilidade, né? Então, com mesmo com bons teores de potássio, né, com bons teores de cálcio, com bons teores de magnésio. E quando a Gente tem essas bases bem construídas, elas vão refletir também no pH, com pH um pouco mais alto. Eu já tenho uma atividade biológica,
nesse caso aqui, na Copa, maior do que na entrelinha. Isso. A gente tá falando da mesma fazenda de talhões eh semelhantes, né, de talhões lado a lado daquele anterior que a gente viu. Então, ah, mesmo a gente aplicando os insumos, né, que é necessário aplicar os fertilizantes, ele vai ter esse efeito às vezes de reduzir o pH, mas eu Tenho algumas práticas que eu consigo fazer para manter essa camada superficial com pH e adequado pro desenvolvimento dos microorganismos que vai aumentar aí a resiliência desse sistema. >> Legal. E aí aqui é legal porque aqui que
que eu acho que ele mostra muito pra gente, né? E aí vamos voltar naquilo, né? parte prática de como a gente usa esses dados para manejo. Aquela lavoura que acabou de passar, a gente vê que a Limitação da copa pra parte biológica, ela é muito significativa. Então, eu tenho uma rua muito boa, uma parte biológica muito deteriorada, com pHs extremamente baixos. Assim, eu precisando melhorar a correção mesmo ali de corrigir solo na superfície para dar condição de desenvolvimento biológico maior. Quando eu vou pra lavoura do lado dela, a gente vê ela já com níveis de
fertilidade extremamente alto, potássios Muito altos, só que com pHs bons, uma área já bem corrigida, atividade biológica boa, só que já o gargalo do perfil do solo, né? Porque a gente vê que começa a aparecer alumínio e já cair pH muito forte na camada de 2040, de 40 60. E aqui, por que que eu falo que isso chama atenção? Porque quando a gente olha pro potássio, nós estamos com potássio muito bom lá até 60, potássios muito altos, só que com certeza limitando o crescimento de raiz, Porque a gente começa a ver o alumínio também subir
muito e a e o pH caindo ali dentro. Só que uma lavoura com a superfície muito boa e parte biológica muito boa. Por que que eu tô trazendo isso? Porque a gente vê que aquela lavoura do lado, ela mostra que eu preciso corrigir pH na superfície da condição de desenvolvimento biológico antes de eu querer só corrigir parte biológica. Eu preciso fazer minha Estrutura. Nessa lavoura aqui, a gente vê que eu já tenho uma performance muito melhor, mas eu preciso olhar para perfil com muito mais cuidado. E aqui que eu acho que vem a discussão no
que eu falei agora a pouco de como a gente usa o diagnóstico do sistema de produção inteiro para priorização de manejo. Então isso quer dizer, nós estamos querendo falar que eu não devo usar biológico, eu não devo usar planta de cobertura ou não devo Usar orgânico. Não, muito pelo contrário, porque isso traz resposta em todos os manejos praticamente, mas se eu tiver que priorizar uma parte operacional, se eu tiver que priorizar um plantil de cobertura com cuidado maior, eu tenho aonde priorizar agora, porque eu consigo entender qual é o gargalo de cada lavura. Então, eu
consigo priorizar melhor quais atividades eu preciso focar dentro daquela fazenda, porque cada uma mostrou Qual que é o seu gargalo dentro daquele lugar. Perfeito, Vítor. Eu comento muito que é a questão de otimização de recurso, né? É você usar a plataforma para você tomar melhores decisões de ver qual que é o gargalo de cada um dos talhões e aonde eu posso direcionar melhor os meus insumos. Então, se eu tenho uma um talhão, né, eu tô compando 10 talhões, por exemplo, e três dele, eu preciso atacar a parte biológica, eu posso às vezes fazer às vezes
alguma Aplicação a mais de biológico nesses três para levar elevar a régua deles juntamente com os outros. Só que eu tenho que olhar para outros pilares também. Então assim, nada adianta ele tá com a parte biológica ruim, mas se a fertilidade na superfície, se meu pH na superfície tiver eh baixo, nada adianta eu ir lá aplicar aqueles microorganismos ali, se aquele ambiente, né, deles se multiplicar, deles eh sobreviver, não tá propício para isso, né? Então eu preciso Primeiro corrigir o pH para depois melhorar a minha parte biológica, fazer uma inoculação, por exemplo, né? >> Show
de bola, Jun. Vamos lá. Nós estamos com uma hora de conversa já aqui, tem bastante coisa para passar, mas é legal da gente acelerar e conseguir passar um pouquinho de cada coisa, >> correto? >> Isso aqui é um um exemplo clássico também que a gente viu, né? Foi um dia de campo isso aqui que a gente fez essas Análises. A gente até comentou muito sobre isso, só que evidencia de novo, né, a questão da dos teores baixos ali de cálcio e magnésio no perfil de solo, né? Então, quando a gente a gente vê até um
degrau, né, quando a gente sai das camadas de 0 a 10, 10 a 20 e a gente passa pra camada de 20 a 40, a gente tem um degrau muito grande pensando nos teores de cálcio e magnésio. E às vezes quando tem esse degrau, né, ele eh ele pode limitar muito a o o Eh a o desenvolvimento desse sistema. Porque quando eu pego até a camada de 20 cm, éonde tem uma alta disponibilidade de nutrientes, onde eu tenho um pH adequado e às vezes a planta ela não tem um estímulo para crescer a raiz dali
para baixo, né? Porque eu já passo com os teores de cálcio e magnésio mais baixos, eu já passo por uns teores de alumínio um pouco mais alto e a planta às vezes tem essa barreira química mesmo. E aí como eh quando eu olho, por exemplo, né, pros teores de potássio, eu tenho um teor de potássio alto de 20 a 40. Mas será que minha planta ela realmente tá conseguindo acessar esse potássio lá? Olha, eu tenho 40, 60 3.2 mg por eh por dm, perdão, 3.2 m eh de carga pro eh por dcm cico de potássio.
E aí, será que a minha planta tá conseguindo acessar esse potássio lá? >> Legal. É, isso é muito interessante, né? Porque aqui é um ponto que a gente vê Muito que o nitrogênio ele vai descer no perfil, ele vai aliviar o assim nessa nas ordens ali o nitrogênio, o boro, o enxofre. Mas a hora que a gente olha o potássio, ele vai descer no perfil do solo, porque se eu tô numa região que chove ele vai descer. Agora, se eu tenho raiz para descer e acompanhar isso e eu consoo mantendo esse equilíbrio do de dessas
relações entre potássio, cálcio, magnésio dentro dessa estrutura como um todo, eu consigo ir acompanhando e Aproveitando o solo como um todo. Quando eu vejo isso, potássio descendo com bons níveis, mas sem eu ter condição de descer raiz como um todo, eu falo, eu olho para um mundo de potássio a ser explorado, que já foi investido pelo produtor. E às vezes aqui é onde eu redireciono insumo. É legal a tua fala de otimizar insumo, né? que às vezes aqui eu posso reduzir um pouco do potássio, sim, e investir às vezes num magnésio um pouco mais forte,
num cálcio Um pouco mais pesado para eu descer perfil como um todo, para eu descer um conjunto inteiro de raiz. E às vezes não é nem aumentando o custo, né? É eu redirecionando. Qual que é o grande ponto, né? Eu tenho coragem de diminuir uma dose de potássio só olhando para esse 20 cm ou olhando para esse 20 40. Você vai tendo medo, né? Agora, a hora que eu começo a ver que eu tenho uma caixa inteira de solo, e aqui eu eu gosto de trazer uma frase que eu ouvi Uma vez e eu acho
que ela faz muito sentido, que é muitas vezes a gente tá acostumado a olhar pra agricultura em metro quadrado, né? Então, a gente olha por hectare e a gente olha por metro quadrado. Quando a gente começa a entender que as raízes aproveitam o solo, elas utilizam o solo em metros cúbicos e eu começo a olhar quantos metros quadrados eu tenho versos ali, quantos metros de raiz ou quantos centímetros eu tenho e eu entendo que a Raiz aproveita o solo em metro cúbico, eu começo a dar mais importância para olhar para todo o sistema de produção
mesmo. Que que eu tenho de nutriente dentro de um conjunto inteiro de produção? Muito legal. >> Perfeito. É bom, bom frisar que independente da, da cultura, né, se a gente tá falando de grão, se tá falando de café, essas culturas, se eu der um ambiente propício para ela desenvolver sistema radicular, eu tenho raiz dessas Culturas chegando a 1,5 m. Às vezes, por exemplo, de café, né? Você tem até um case na sua própria fazenda de trincheira que foi feita a 2 m de profundidade. A gente acha a raiz a 2 m de profundidade. E se
a gente tá fazendo às vezes diagnóstico, se a gente tá fazendo amostragem somente até a camada de de 0 a 20 ou, né, o talvez o que seja mais comum, 0 a 20, 20 a 40, eu tô desprezando que abaixo de 40 cm a planta não acessa lá. E se eu não souber o Diagnóstico dessas camadas mais profundas, eu não sei o que resolver, o que fazer para estimular que essa planta cresça raiz para buscar esses nutrientes que estão lá embaixo. >> Show de bola. >> Isso aqui é um projeto em áreas de cacau. Eh,
eu acho que você teve mais presente nesse projeto. Acho que você consegue falar um pouco mais. >> Esse daqui é um case. Então assim, a gente tá tentando trazer aqui diversos Cases, né? Então, o Júnior trouxe fazenda de grãos lá no começo. Então, a gente olhando pra realidade dos cereais, nós trouxemos fazenda de café, olhando para uma fazenda mesmo como um todo, diversos talhões. Nós olhamos para um projeto de revenda mesmo, né? Então, a distribuição, olhando isso para dentro de produtores potenciais e como olhar em massa, nós olhamos para projetos de agricultura regenerativa, né? Então,
a gente olha para saúde de solo dentro de Um projeto como um todo de agricultura regenerativa, onde vai olhar para vários pilares. E essas visões dos dias de campo, né, para mim elas me motivam muito também, porque o dia de campo ele é um jeito de eu difundir conhecimento mesmo, né? Como que eu uso aquele caso, aquela trincheira. E é até legal que a gente tem esse material aqui impresso, que a gente tem feito muito eles para dentro dessas entregas mesmo, né? Então, dentro de um dia de campo, cada um Recebeu, por exemplo, esse material
e aí ele podia ver aqui dentro mesmo todas as análises que estavam daquela trincheira. Eh, e aí fica muito didático, né, pro para quem tá ali dentro daquele evento conseguir ver uma trincheira, ver aquele lugar e ao mesmo tempo ter os dados de análise de indicadores, tanto químico, físico e biológico, das trincheiras inteiras. E aí aqui então é legal porque esse projeto do Cacau ele é um projeto lá em Ilelus na Bahia onde foi um Desafio grande porque era uma realidade nova pra gente de olhar pro Cacau que era uma cultura diferente do que a
gente estava acostumado, tradicional das culturas de que a gente tem mais mais domínio geralmente. E aqui foi uma jornada muito legal, porque quando a gente foi para dentro dessa realidade, primeira coisa que a gente percebeu ali, ali foram eh se olhou para dois talhões diferentes, duas glebas, olhando pra projeção da copa e o meio da rua do Cacau, e olhou uma mata nativa que tava próxima. Primeira coisa que chama muito atenção, o quanto tinha uma análise discrepante da mata nativa para retenção de água. E quando a gente olha aqui nos quadrantes, né, ela totalmente discrepante
do restante. E aí conversando lá com o produtor, ele falou, ele comentou, ele falou: "Não, realmente aqui a mata é um lugar muito mais argiloso do que onde a gente planta. Ela é uma área muito mais Diferente. E a gente viu que as análises mostraram isso já de cara. Segunda coisa que ela mostrou pra gente muito forte, né, como a mata ela tinha a parte de retenção de água muito maior, porque ela era muito mais argilosa, mas quando a gente olhava pra parte de nutrientes e a gente olha pro índice na superfície, ela era muito
pior do que as lavouras cultivadas. Só que quando a gente olhava pro perfil de solo da mata, que era um ambiente nativo ruim, vamos Falar, ele não diferia muito nas lavoras cultivadas. E isso foi muito interessante. Porque por quê? Porque quando a gente olha pras lavouras cultivadas, elas mostram aqui pra gente que elas têm lugares críticos como um todo e lugares limitados pelo perfil. E aqui ele mostra a discrepância entre a mata, mas que quando olhava para perfil, você tinha um desafio nas lavouras cultivadas também. Que que isso quer dizer pra gente quando a gente
olha Isso? Que eu tinha um horizonte inteiro de desafio e a gente só corrigiu a superfície. Só que quando a gente olha para essa história, tinha muita discussão sobre aí a parte biológica dessa área cultivada. E aqui é um manejo naquele sistema cabruca que a gente fala. Então ele é dentro de várias árvores ainda. Quando a gente olha pra parte biológica, ela tá lá na tampa. Por quê? Porque biologicamente falando, é no solo Extremamente ativo, extremamente bom. Então, quando eu olho de novo, vamos priorizar o que que a gente consegue agir, o que que a
gente deve agir. Num cenário desse, eu não preciso tanto me preocupar com incrementar muito mais a parte biológica. Por quê? Porque o gargalo tá muito mais na fertilidade e o gargalo tá muito mais no perfil de solo desse lugar. Então aqui é um outro caso onde a gente consegue usar muito de maneira visual as análises com as visões Facilitadas por cores e tudo para difundir conhecimento para uma região como um todo, para uma para um diversidade de produtores como um todo ali dentro. Bom, eh, e até interessante, né, que isso aqui é um projeto específico
para cacau. Então, assim, a gente mostrando cases de grãos, mostrando cases de cacau, mostrando cases de café, a gente tem alguns cases também em cana de açúcar, né, mostrando que quando a gente Fala de fertilidade do solo, independente da cultura, ela ela é importante, né, os três pilares, o químico, físico e biológico, dentro da fertilidade, ela é importante e independente da cultura, né? tão mostrando que o uso da ferramenta ela pode ser usada, né, os diagnósticos, os os indicadores, eles podem ser usados independente de da cultura que se trabalha. E algo que eu queria até
trazer aqui também, né, quando a gente Olha pros indicadores, por exemplo, aqui tá faltando o indicador foliar, né? Às vezes eu não tenho necessidade de ter todos os parâmetros, todos os tipos de análise para ter essa visualização dentro da plataforma, né? Então, por exemplo, aqui mesmo tá faltando o indicador da minha análise foliar. Mas, por exemplo, eu não tenho o indicador da minha análise biológica, eu tenho os outros indicadores, né, de de química de superfície, a química de perfil, né, em Alguns talhões, por exemplo, a gente mostrou que a amostragem no perfil foi até 40,
60, em alguns casos até 60, 80, só que dependendo da limitação, eu sei que é mais difícil de fazer amostragem em profundidades maiores, né? a gente a gente sabe que é importante, mas em alguns momentos é limitante. Então, mesmo eu tendo as análises tradicionais 0 a 20, 20 a 40, as análises de química, eu já consigo ter a visualização dentro dos quadrantes, dentro do dos Indicadores ali do, né, de saúde do solo. >> Legal. E aí, acho que o o acho que o último slide, o próximo, né, Júnior, ele traz as análises mesmo em si,
né? Então, naquela visualização, a gente tava olhando pros indicadores e vendo de maneira mais simplificada. E aqui dentro a gente olha para isso na prát assim, colocando a lupa que a gente fala e olhando pras análises em si. E aí é interessante porque a gente olhou lá que Tinha uma grande limitação no perfil, que tinha uma grande limita tinha vários com limitação, um pouco até na superfície, mas muito no perfil. Quando a gente coloca a lupa, a gente vê essa faixa verde na superfície, né? Que que isso quer dizer? A maioria das coisas na superfície
estão boas. Por que que não tá tudo bom? A hora que a gente olha, tem um vermelhão, uma faixa vermelha comprida no potássio, né? >> E aí, o que que chama atenção pra gente Aqui? É legal o que o que o Júnior comentou agora. Às vezes a gente traz aqui dentro do conceito da ferramenta inteira e cria uma distância de às vezes a gente olhar e falar: "Nossa, mas nós estamos muito distante de olhar para esse diagnóstico completo desse jeito". Que que a gente quer deixar de mensagem aqui? Eu acho que dar os passos que
nós estamos prontos para dar. E aqui na ferramenta ela vai trazer isso. Se eu tenho, se o Passo que eu tô dando agora é olhar pra fertilidade, é olhar pra fertilidade no perfil, que eu tenha boas qualidades de análise, que eu tenha boa robusteza na qualidade do meu dado de análise e que eu comece a ter análises interpretadas, análises coloridas para eu olhar pra fertilidade. E aí no momento certo eu vou dando esses passos para olhar a parte biológica, para olhar pra análise de folha e aí eu vou construindo essa visão global de o Sistema
de produção inteiro. Então eu acho que o grande ponto é nós precisamos caminhar, nós precisamos começar a aprofundar a nossa visão, a gente precisa estratificar a superfície para ver fertilidade, a gente precisa olhar pro perfil do solo, a gente precisa olhar a parte biológica, a gente precisa olhar pra retenção de água, a gente precisa olhar paraa análise de folha. O grande ponto é que eu queria deixar muito de mensagem final dessa jornada, Que é nós precisamos começar, nós precisamos fazer, nós precisamos caminhar. Não adianta a gente querer pular de uma de um lugar pro outro
direto. E o que a gente tá se propondo aqui a trazer esses vários cases reais aqui, eh se propondo a vir mostrar como a gente tem usado na prática, como a gente tem feito no dia a dia. E a gente queria convidar a todos mesmo que quem quiser aprofundar nessa discussão, quem quiser começar a dar os primeiros Passos, que procurem nosso time, que estejam em contato com a gente e aí a gente volta sempre a frisar muito. Nosso foco é muito grande nos consultores, nos times técnicos, para que junto com a gente, que a gente
dê a mão nessa jornada técnica e a gente aprofunde cada vez mais, melhorando a jornada de todos os produtores que estão no dia a dia, tomando decisão, estão no dia a dia plantando e colhendo e fazendo um Trabalho que a gente sabe a complexidade de tomada de decisão que tem na prática, mas que a gente como 3e e Ribeirolo, que a gente crie mais ferramentas que facilitem o dia a dia do diagnóstico do sistema de produção como um todo. Porque o que a gente acredita é que a evolução da agricultura, deixando cada vez melhor e
otimizando os recursos que a gente tem, é com o diagnóstico do sistema de produção inteiro, olhando para cada pilar, Entendendo cada gargalo e cada limitação do seu sistema de produção, da sua realidade. E a partir dali a gente prioriza e caminha para atingir o todos os nossos objetivos. Júnior, muito bom. Queria saber de alguma mensagem final sua, que que você tem percebido desse ano todo e o que que a gente deixa de mensagem final. Bom, bacana, Vittor. Acho que o o que eu passei, né, nessa nessa nesse período aí de fazendo essas rodadas com Consultores,
com produtores, com clientes no geral, né, que a plataforma ela ajudou muito na questão do planejamento, né? Então eu ter a plataforma para conseguir, quando eu olho pro pros parâmetros de solo, para parâmetros de nutrição, eu consegui ter um bom planejamento. Então, dentro da plataforma, através dos indicadores, através dos quadrantes, eu consegui eh elencar quais são os talhões mais resilientes, os talhões que têm um Potencial mais produtivo maior, os talhões que são mais desafiadores e qual são os desafios desses talhões. e a partir disso traçar um plano eh um planejamento, eh, de do que que
eu preciso atacar em cada um dos talhões. Isso com certeza vai melhorar toda a logística, todos os processos dentro da fazenda, né? Então, ter um bom planejamento, né? Na a gente mostrou muitos pontos, muitas coisas aqui dentro, né? muitos eh falando de Parte biológica, falando de parte física, falando de parte química e às vezes isso pode no primeiro momento assustar, né, de muita informação, mas preciso ter um bom planejamento para conseguir concluir todas as tarefas que eu tenho para elevar a fertilidade como um todo desses talhões e aí sim ter sucesso, né, nessas tomadas de
decisões e sucessos no sistema de produção. Júnior, é muito bom. Eu queria trazer, eu queria responder uma pergunta do Alex Que eu achei muito interessante aqui, o Alex de Abicabal que ele trouxe. Tivesse uma ferramenta que permite você estimar a formulação de órgano mineral a partir da análise de nutrientes do solo e composto para uma determinada cultura. Que vocês acham sobre isso, Alex? sua pergunta é muito interessante, porque a gente tava discutindo isso hoje dentro do laboratório e isso nos motiva muito, porque a gente vê cada vez mais a indústria mesmo se Posicionando em não
querer simplesmente vender aquela fórmula commodity chavão. E a indústria se movimentando em diversos segmentos, tá? Não só do organo mineral, mas para cada vez mais levar o que o produtor precisa. levar o que aquela área precisa, levar aquela demanda que ele necessita. E isso nos motiva muito, porque tudo isso que a gente tá construindo aqui é exatamente isso, é a gente mostrar aonde estão os gargalos, sejam químicos, sejam Físicos, sejam biológicos. E dentro desses pilares aonde eu preciso atacar. E quando a gente vê a indústria se movimentando cada vez mais para conseguir entregar o que
o produtor precisa para aquela área, para aquele solo, para aquela característica, eu acho que isso vem muito de encontro. Então, eu acredito que o caminho é sem dúvida por aí e nós acreditamos nisso e estamos evoluindo justamente para essa jornada, para melhorar cada vez mais o Diagnóstico do sistema de produção, identificar onde são os gargalos. e que a gente tenha indústrias preparadas para fornecer realmente produtos que vão suprir a necessidade que é aquela área precisa para se tornar cada vez mais produtiva. Então, a gente acredita muito nisso e nós estamos bastante confiante que a ter
diagnóstico cada vez mais precisos, eles vão ajudar muito nessa tomada de decisão e nessa nesse posicionamento dos Produtos no campo para realmente a gente atingir cada vez mais altas produtividades, ter lavoras cada vez mais resilientes e atingir o que a gente acredita saúde do solo como um todo. Júnior, muito obrigado pela por tudo que você trouxe. Acho que você tem feito um trabalho muito rico no campo, acho que nesse acompanhamento mesmo com os consultores, nesse empoderamento dos consultores no campo, nesse acompanhamento dos projetos. E eu acho Que isso tem uma uma riqueza muito grande e
que com certeza vai ter uma força e vai somar muito no agro como um todo e na tomada de decisão aí da turma no campo. Obrigado e fica o convite para todos estarem cada vez mais perto da gente, se aproximarem e conhecerem mais a fundo as nossas ferramentas, os diagnósticos e que a gente consiga somar cada vez mais força. Muito obrigado a todos. uma boa noite e que a gente se encontre em breve em cada vez mais Discussões de saúde de solo e diagnóstico do sistema de produção. M.