Olá o meu nome é José Pedro calos e sou o aluno número 27189 do instituto politécnico de Beja do curso de pós--graduação em turismo sustentável e bem-estar esta é a última das seis apresentações da disciplina de planeamento estratégico e marketing territorial e desta vez Vamos abordar como fazer o planeamento do marketing territorial o marketing tem um papel essencial no desenvolvimento territ das dos locais onde acontece nomeadamente das cidades el ela é uma ferramenta que tem que ser implantada a todos os níveis é um guia de satisfação de necessidade dos clientes bem quem são os clientes
das cidades são quem lá habita quem a visita as instituições mas também os investidores as novas empresas tem capacidade de desenvolver estratégias que vão além da comunicação e é preciso aproveitar para o aproveitamento e o crescimento das cidades em que acontece bem eh o marketing tem um conjunto de o marketing territorial tem um conjunto de atividades que não podem ser esquecidas hh o o marketing tem a cidade propriamente dita e depois Quais os objetivos para onde ela quer seguir Quais as quais os segmentos de mercado que vai atingir ir H quais os planos de ação
que vai implantar Quais as as as atividades que vai fazer e portanto H tem o marketing tem o marketing territorial tem cinco etapas primeiro saber como estamos Auditoria da cidade e se faz através de uma análise envolvendo o máximo de informação nomeadamente a informação dos dos principais agentes envolvidos tanto no campo público como no campo privado eh e utilizando as técnicas típicas da gestão e da análise como por exemplo A análise SWAT que identifica os pontos fracos os pontos fortes as oportunidades e as ameaças depois é preciso dizer sabendo onde estamos e o que somos
é para onde Vamos é a definição é o segundo ponto do marketing territorial é a visão é onde o para onde é que queremos ir Qual é que é o nosso destino O que é que queremos alcançar e essa é é uma é um exercício que cabe a todos dar respostas e depois haver uma lógica de compilação para criar uma visão única e consensual finalmente Ou melhor não finalmente mas em terceiro lugar é já que temos a visão que estratégias vamos aplicar para afirmar o nosso território a nossa cidade ou seja como vamos fazer em
quarto lugar qual é o plano de ação Isto é é quando já temos quando já sabemos o que somos para onde quemos ir qual a estratégia que vamos aplicar E então vamos sistematizar num plano de ação todas as tarefas todos os programas todas as atitudes todas as os eventos que vamos ter para conseguir chegar ao tal sítio que a visão nos indicou e finalmente depois de implantar essa esse todos esses planos a avaliação e o controle é isso que nos vai dando passo a passo a medição se estamos a atingir as metas e se o
próprio processo está a seguir de acordo com aquilo que planeamos a a avaliação é muitas vezes descurada a às vezes até porque a avaliação Tem identifica noos aspectos negativos mas os aspectos negativos e ou ou não cumprimento de metas ou não cumprimento de prazos ou não cumprimento de de pontos que estavam na nossa estratégia são é também muito importante porque temos que perceber porquê Ou há razões válidas ou há algo que tem que ser modificado por vezes a ambição da Visão pode ter sido pode ter tido prazos demasiado exigentes ou pode ter estar desfocada daquilo
que é a realidade daquilo que somos realmente e portanto esta como é que lá chegamos chegamos lá através de uma a gestão de Digamos que em quatro grandes Pilares uma é fazermos um marketing Mix com todas as suas questões com eh o o mercado os clientes os adversários os concorrentes os aliados H os pontos fortes e as e as valências que nós temos portanto este marketing Mix tem depois também obviamente aquilo que muita gente julga que é o marketing ok é apenas o marketing que é a divulgação a promoção e algo que vai em seguir
a venda a venda é o elemento final e que está incluo também no Marketing todo o marketing que é feito ao longo de um processo se não servir para vender e este vender pode ser criar melhores condições para quem vive melhor atratividade melhor posicionamento dos rankings de de qualidade de vida de bem-estar de riqueza portanto tudo isso é conseguir noos vender a nossa cidade pois Para isso precisamos outro Pilar a cidade precisa ter incentivos e atrativos porque é que lá vamos para os utilizadores da cidade O que é que diferenciam o que é que lá
acontece depois obviamente que não pode ser as cidades Os territórios Mas neste caso as cidades ou ou as regiões não podem ser uma espécie sem qualquer desprimor de disneilândia Isto é não pode ser artificial não pode ser um conto de fadas Tem que haver uma realidade uma realidade que funcione e portanto tem que ter os produtos locais têm que ser afirmativos não podemos pegar na cidade de Lisboa e dizer por exemplo que é absolutamente fantástica por causa dos seus cangurus como sab cangurus não há em Lisboa talvez no Jardim lógico apenas e os cangurus são
um atrativo e deoutro Território que será à Austrália como os ursos polares serão do Polo Norte e ou até mesmo os cabelos do do dos desertos principalmente no norte da África portanto nós temos que ter produtos e atrações que sejam realmente H que sejam produzidas porque os produtos locais têm uma característica os produtos são trans acionáveis e podem servir como Embaixador podem ser enviados por exemplo quando vamos fazer uma promoção Turística do alentejo Nós levamos sempre connosco o vinho o azeite a cortiça o cante o os capotes [Música] H as os tapetes de Arraiolos as
as os os as tapeçarias de de Porto Alegre portanto e se sempre que vamos a qualquer lado por causa do Turismo para atrair levamos os produtos e finalmente uma das coisas importantíssimas no Marketing realmente é a promoção e a imagem é óbvio que ninguém é perfeito nenhum território é perfeito Nenhuma cidade é perfeita mas quando nos vendemos deveremos sempre mostrar o nosso melhor lado a nossa melhor Face não estamos aqui num exercício de trans Global estamos num exercício de Promoção e essa promoção tem que obviamente ter consciência de que tem que falar naquilo que é
importante nas cidades o que é que é importante nas cidades bem nem todas as cidades têm atrações pelos mesmos motivos Há cidades que vivem do seu design Urbano ou é um design histórico ou é um design moderno estou-me a lembrar por exemplo design histórico bem em Portugal temos várias e cidades medievais Vilas cidades vilas medievais eh com com apontamentos do período Romano mas por exemplo podemos ir a outras cidades a novas cidades eu lembro por exemplo de Brasília no no Brasil capital do Brasil é uma cidade nova foi uma cidade inventada uma cidade construída e
Vale pelo seu design ou o design de cidade ou o design de peças que são diferenciadoras o museu gugenheim em Bilbao a ópera de Sydney e ou coisas estas mais modernas mas a torre eel em París o o o o a London b a London Bridge ou a ou ou ou ou Westminster em Londres portanto há realmente apontamentos de design ou apontamentos de arquitetura que são atrativos depois as infraestruturas temos cidad que são muito úteis por exemplo para grandes congressos grandes conferências porquê Porque tem espaços adaptados a isso com a linha de caminho de ferro
ou de met a chegar imediatamente lá colocadas ao lado dos aeroportos portanto as infraestruturas e depois as infraestruturas de telecomunicações modernas e rápidas as infraestruturas de apoio a tudo isto a funcionar depois temos cidades que são pelas atrações cidades que vivem do do do que lasse passa dos eventos sejam eles culturais sejam eles desportivos sejam eles de caráter ambiental das conferências ou temos cidades que estão conectadas com parques naturais com reservas e portanto a vida dessas cidades eu estou-me a lembrar por exemplo no Brasil da cidade de Manaus que é a capital do Amazonas e
portanto tem de roda de si uns espaço natural por si só tem milhas atratividades e e e é preciso ver que as cidades têm que e na sua visão tem que colocar o marketing nos seus melhores pontos e por vezes não t todos até é difícil que tenham todas essas atrações e uma cidade como Lisboa tem uma atração por exemplo que é o Rio Tejo e a e e o e o Atlântico uma cidade como Setúbal tem por exemplo uma Baí de águas calmas viadas a Sul protegida com uma comunidade de golfinhos eh uma cidade
como o porto tem os seus o Rio Douro que se estende e que no fundo estende a cidade por todo por todo o Vale do douro ou ou seja neste caso a cidade como marca de cidade as pessoas vão ao dor mas não deixam de ir ao Porto portanto é é digamos que uma uma capacidade de transportar tudo isso que certas cidades têm que é o caso o caso do Porto e do e do douro e portanto temos que entender assim idade como um um elemento compósito composto e de várias de várias várias valências e
portanto tem que ser Atrativa e e o marketing territorial tem que apostar nesse sentido para quem bom em primeiro lugar para os residentes em primeiro lugar só é bom para o turista se for excelente para o residente eu fme dizer esta frase e continuarei a dizer portanto as cidades são de quem lá nasce e de quem lá vive e não há aqui nenhum nenhuma questão conceptual nem ideológica mas são as pessoas que todos os dias trabalharam fizeram são as pessoas que são descendentes dos que lá estiveram e que passaram pelos tempos mais difíceis mais complicados
mais rudes e portanto essas as pessoas que vivem nas cidades bom e também as que chegam entre tanto de Fora que não tem antepassados mas que todos os dias trabalham e vivem nessa cidade são as pessoas que precisam de ter acesso aos serviços públicos aos divertimentos e não podem ser asfixiadas por problemas de excesso de visitantes mas as cidades têm que ser também apetecíveis não só paraos turistas ou para os visitantes mas por exemplo para os investidores eh uma cidade pode ser uma cidade de negócios pode ser uma cidade ou uma vila que quer vender
espaços industriais que quer vender tecnologias de ponta que quer vender eh centros de inovação e por isso tem que mostrar Por exemplo agora fala-se muito estamos na na numa era principalmente nasceu após a a pandemia do covid-19 dos chamados nómadas digitais Ou seja pessoas que não têm não tem um pois fixo Digamos que são que são que é gente que caminha o próprio nome nómada diz isso eh está e deixa de estar de um momento para o outro portanto é muito efémera a riqueza que deixa mas quando está precisa de determinadas condições os Nados digitais
precisam de duas coisas precisam de um sítio para estar e para viver normalmente não é problemático porque são pessoas que ganham muito bem e por isso até inflacionam a procura a oferta do da Habitação e portanto precisam é de tecnologia ou seja tecnologia de telecomunicações de ligações e às vezes ligações muito rápidas mas precisam de outra coisa os n digitais não precisam só de habitação e de internet em qualidade os nomadas digitais o princípio de não trabalharem na sua própria terra tem hav e de andarem a passear é precisamente andarem a passear e isso é
louvável portanto eles querem ter uma vida social de divertimento de desfrute e complementar à sua atividade profissional que seja o mais ativa possível portanto tiem na cabeça que os nómadas digitais vivem num numa casa isolada numa aldeia perdida só porque tem internet 5g ou 6G quando ela aparecer ou seja o que for eh e e aí fazem os seus trabalhos e estão quietos a ler um livro A ao final do dia ou ao início da manhã porque não tem horários e portanto Esta é uma questão importantíssima e e finalmente eh o o marketing eh digital
tem um plano de marketing tem eh nove pontos nove pontos é é uma coisa complicadíssima eu vou tentar ser ser relativamente rápido são os mercados alvo a quem é que nós vamos vender a nossa cidade e portanto não pensemos só no turismo pensemos de uma forma alargada eh precisamos de população ou não precisamos Então como é que vamos vender a nossa cidade para termos imigrantes que cá se fixem para fazer o quê O que é que nós temos para lhes oferecer e o que é que eles vão querer fazer depois o posicionamento é isto precisamente
onde é que nós estamos somos uma cidade agrícola somos uma cidade portuária somos uma cidade de tecnologia e de inovação somos uma cidade de turismo somos uma cidade de indústria pesada somos uma cidade de serviços somos uma cidade de transumância de ponto de passagem de pessoas is é o posicionamento e depois os objetivos os objetivos têm que ser quantitativos nós queremos atrair o número este número de turistas por ano nós queremos atrair este número de novos residentes nós queremos atrair este número de ou um um conjunto de empresas que promovam este tipo de faturação eh
nesta área específica de negócios porque só com só estes objetivos é que podem ser quantificados ao fim de 1 ano ao fim de 2 anos ao fim de 5 anos ao fim de 10 anos o que formos os objetivos têm que ter esta esta questão e temos que pensar neste plano qual é que é a configuração Urbana onde é que as pessoas vão estacionar onde é que as pessoas vão às compras onde é que as pessoas vão ter as zonas de lazer onde é que as pessoas vão ter acesso às praias à montanha Aos aos
espaços de lazer portanto a configuração humana e depois temos Claro as infraestruturas na cidade como é que estão as redes de água como é que estão as redes de esgotos eh na generalidade das nossas cidades eh essas coisas estão muito evoluídas nossas portuguesas mas por exemplo Há muitos sítios Onde por exemplo as redes de águas e de esgotos estão envelhecidas foram caiadas no Muitas delas no pós-25 de Abril da revolução nos anos 70 nos anos 80 com meios menos modernos do que temos obviamente nos nossos dias e precisam de restruturação bom as telecomunicações já Vimos
que é importantíssimo e depois temos que definir como ser atrativo como ser atrativo É o quê É é como é que olham para nós como é como é que conseguimos que olhem para a nós o como ser atrativo como conversar com as pessoas como como mostrar essa essa realidade e isso passa pela imagem A imagem não é pmos fotografias de drn muito bonitas sobre as nossas praças que são muito bonitas não a a questão da imagem é como é que as outras pessoas nos encaram como é que as empresas que podem vir para cá nos
encaram Como é que os imigrantes que têm que vir para cá viver para para trabalhar podemos precisar da mão deobra deles encaram qual é a imagem que têm de nós isso obviamente é trabalhado no Marketing pce Mix e finalmente Talvez o nono ponto eu não os enumerei fui apenas dizendo é o que é que aprendemos que lições tiramos para o futuro o que é que vai acontecer Porque como já muita gente diz este planeta onde vivemos este continente onde estamos este país que chamamos nosso país esta cidade que é a nossa cidade e esta rua
que todos nós chamamos Nossa porque todos têm uma rua a quem chamam sempre sua inspirada no na canção do Jé ciliro h não é Nossa nada disto é nosso apenas estamos cá por empréstimo e portanto tudo o que fizermos hoje tem repercussões no amanhã tudo o que fizermos Hoje vai ter repercussões naquilo que vão ser as nossas decisões daqui a um mês daqui a um ano daqui a 5 anos mas daqui a 20 a 30 a 50 a 200 já não seremos nós que cá estaremos e temos que ter a capacidade de deixar o mundo
melhor do que aquele que recebemos e que tivemos em nossas mãos e por isso o marketing territorial tem que ter como missão última mas talvez a possamos pôr como primeira a construção de cidades melhores de países melhores de continentes melhores e do mundo melhor meu nome é José PED Calheiros Sou aluno número 27189 do instituto politécnico de Beja do curso de pós-graduação em turismo sustentável e bem-estar e esta foi a minha contribuição para a cadeira de planeamento estratégico e marketing territorial Muito obrigado pela vossa atenção um abraço a todos e até breve