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Processamento de antígenos proteicos

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Olá sejam bem-vindos a mais uma videoaula aqui no linfu Hoje o nosso tema é processamento de antígenos nós vamos entender como se dá o processamento de antígenos proteicos quando este é produzido dentro da nossa célula ou quando ele é capturado do Meio extracelular vamos entender o impacto que isso tem sobre a apresentação de antígenos aos linfócitos T auxiliares e também citotóxicos meu nome é Leida calegário Sou professora de imunologia e também atuo no programa de Mestrado em saúde sociedade e ambiente da ufvjm bom quando um antígeno entra no nosso corpo né seja ele um microrganismo
ou não ele irá desafiar o nosso sistema imunológico a Gerar uma resposta chamada de resposta imunológica nós vimos então em vídeos anteriores que as apcs ou células apresentadoras de antígenos Elas têm papel fundamental nesse processo uma vez que elas ao detectarem antígenos proteicos fazem seu processamento e apresentam esses antígenos para os linfócitos T mas as células apresentadoras de antígenos elas podem apresentar tanto aquele antígeno que estava no meio extracelular e que foi fagocitado quanto aquele antígeno que já estava no meio intracelular nós vamos ver nessa videoaula de hoje que o antígeno proteico que é capturado
a partir do meio extracelular ele vai ser apresentado ao linfócito T pelo MHC de classe do enquanto que o antígeno proteico né cito que é aquele que já está no meio intracelular ele vai ser apresentado ao linfócito T pelo MHC de classe 1 ou seja independente da procedência do antígeno proteico se é extracelular ou citosólico as nossas células conseguem processá-lo e expressá-lo apresentá-lo em suas membranas né para um linfócito t então primeiro nós vamos falar sobre a via de processamento de antígenos proteicos citosólicos que são apresentados por meio do MHC de classe 1 bom imagine
então que essa figura representa uma célula nucleada qualquer do nosso organismo como nós vimos antes praticamente todas as nossas células nucleadas podem expressar a proteína MHC de classe 1 aqui está representado então o retículo endoplasmático rugoso também né agora a gente vai ver aqui o que que acontece quando o nosso organismo né Ele é submetido ele é infectado por um vírus por exemplo mas lembrem que essa via é utilizada também para processamento de proteínas próprias e que precisam ser eliminadas como proteínas do nosso corpo que tiveram problemas em seu dobramento e que não estão funcionais
ou seja essa não é uma via exclusiva para apresentação de proteínas de vírus é só um exemplo que eu vou utilizar mas sim é uma via para apresentação de qualquer proteína se óc Então essa figura está representando a infecção de uma célula nucleada do nosso corpo por um vírus claro que é só um desenho esquemático a gente sabe que o vírus não entra inteiro dentro da célula né nesse exemplo aqui então a gente tá vendo que o vírus Ele usa a maquinaria biossintética das nossas células para sintetizar suas proteínas e assim conseguir fazer cópias dele
mesmo né fazer a reprodução então em as sul está representada uma proteína do vírus que foi sintetizada e que agora está aqui no citosol da nossa célula existe no citosol das nossas células nucleadas uma proteína que é chamada de ubiquitina essa ubiquitina né ela marca proteínas que precisam ser eliminadas por exemplo as proteínas do vírus né O proteassoma que é uma organela citoplasmática que é codificada também lá no traço curto do cromossomo 6 junto com os genes que codificam as proteínas do MHC como a gente viu na aula anterior sobre MHC esse proteassomo reconhece as
proteínas ubicadas e inicia um processo de digestão dessas proteínas a serem eliminadas é como se dentro do proteassomo houvessem várias tesouras né que na verdade são enzimas que vão cortando vão clivando digerindo essas proteínas gerando então fragmentos né que são peptídeos antigênicos aqui representados em vermelho enquanto tudo isso está acontecendo no citosol lá no retículo endoplasmático rugoso está acontecendo a síntese de proteínas codificadas pelos genes do MHC uma dessas proteínas é um transportador associado ao processamento de antígenos que é chamada de Tap outra proteína Ina que também é sintetizada é a tapaca que tem a
função de prender o MHC de classe 1 bem juntinho do tap de modo a aumentar a chance de encontro e ligação desse antígeno com o MHC de classe1 lembrem-se gente como a gente já falou anteriormente que o MHC não distingue antígenos próprios de não próprios então qualquer um deles poderia se ligar na sua fenda daí a importância da ação da tapaca bom através do tap Então os peptídeos antigênicos aqueles fragmentos de proteína viral que foram né digeridos no proteassomo eles entram no retículo endoplasmático rugoso né como o MHC de classe 1 está ali bem coladinho
no Tap por causa da tapaca Existe uma grande chance de acontecer então a associação a ligação do antígeno com o HC de classe 1 e aí esse complexo vai deixar então o retículo endoplasmático rugoso em uma vesícula de modo que essa vesícula migra levando Então esse complexo a ser expresso na membrana da célula agora então a gente vê aquela célula nucleada Inicial expressando um peptídio né apresentando um peptídeo daquele vírus por meio de uma proteína que é o MHC de classe 1 lembrem-se que o receptor do linfócito T interage com esse complexo MHC antígeno né
participando dessa interação também outras proteínas como o correceptor cd8 e várias outras proteínas né Caso haja o reconhecimento específico desse antígeno pelo receptor do linfócito T O que a gente chama então de primeiro sinal e caso ocorra corra também o segundo sinal de ativação por meio dessas outras proteínas envolvidas né o linfócito t Então vai ser ativado e vai poder gerar a resposta imunológica Contra esse antígeno bom agora então voltando aquela figura Inicial vamos falar da outra via né a via de processamento e apresentação de antígenos proteicos capturados a partir do meio extracelular que é
então a via do MHC de Classe 2 então aqui a gente pode ver uma célula apresentadora de antígeno em contato com patógenos no meio extracelular por meio dos seus receptores essa célula reconhece o patógeno emite pseudópodos né ocorrendo então A fagocitose aqui a gente percebe que o patógeno fagocitado está dentro de uma vesícula que a gente chama então de fagossoma ou vesícula fagossomos então acabam se fundindo com o fagossomo liberando em seu interior enzimas digestivas que vão digerir o patógeno inclusive uma dessas enzimas é a catepsina s que não vai ter ação direta sobre o
patógeno Mas vai ser importante depois pela ação então dessas enzimas são gerados diversos peptídeos antigênicos né que ficam ali dentro da vesícula ao mesmo tempo que tudo isso está acontecendo ali no citosol né lá no retículo endoplasmático rugoso está sendo produzida o MHC de Classe 2 Porém uma proteína que é chamada de cadeia invariante né que eu desenhei mais clar um azul mais clarinho aí essa cadeia invariante é produzida junto com Mc de Classe 2 para bloquear a sua fenda de ligação a antígenos protegendo Então essa fenda para que ela esteja disponível para permitir a
associação do MHC de Classe 2 com aqueles antígenos que estão aqui no fagossomo no fago lisossomo né esse complexo então MHC de Classe 2 e KD invariante esse complexo acaba deixando o retículo endoplasmático rugoso passa pelo complexo de golge onde o MHC vai ser glicosilado dobrado né e de onde sai então dentro de uma vesícula que vai se fundir com o fagolisossomo de modo que agora em uma mesma vesícula eu tenho aqui reunido o peptídeo antigênico os peptídeos antigênicos na verdade e o MHC de Classe 2 porém o MHC de Classe 2 ainda bloqueado pela
cadeia invariante essa cadeia invariante ela é quebrada por ação daquela enzima que veio do lisossomo que eu ch chamei de catepsina S né restando então um clipe que vai ser deslocado pela ligação do antígeno ou seja Agora eu tenho no mesmo lugar o MHC de Classe 2 desbloqueado e o peptídio acontece então a associação MHC de Classe 2 e peptídeo antigênico esse complexo sai Então dessa vesícula por meio então de uma outra vesícula e vai acontecer então a fusão dessa vesícula contendo o complexo com a membrana plasmática de forma que esse peptídeo Pode ser então
expresso na membrana da minha apc pelo MHC de Classe 2 lembrem-se que o receptor do linfócito T interage com esse complexo MHC antígeno participando Então dessa interação também a proteína CD4 mas lembrem-se que existem outras proteínas envolvidas nesse processo caso ocorra o reconhecimento específico desse antígeno pelo receptor do linfócito T que a gente chama então de primeiro sinal e caso também ocorra o segundo sinal de ativação que é a interação dessas outras proteínas né o linfócito t Então vai ser ativado e vai poder gerar resposta imunológica Contra esse antígeno bom então essa figurinha que eu
coloquei aqui ela sumariza tudo que a gente viu das duas vias de processamento e apresentação de antígenos pela células aos linfócitos T observem então que nas duas vias a gente tem etapas que acontecem no citosol e também etapas que acontecem no retículo endoplasmático rugoso porém nos dois casos o MHC só vai pra membrana Depois de estar associado com o peptídeo antig iico essa é uma condição né Além disso nos dois casos a gente pode observar o envolvimento dos correceptores CD4 e cd8 né nesse processo de reconhecimento do antígeno pelo linfócito t o MHC de classe
1 então a gente já sabe né só Relembrando que ele apresenta antígenos para os linfócitos tcd8 positivos né antígenos proteicos citosólicos Quanto que o MHC de Classe 2 vai apresentar antígenos proteicos capturados a partir do meio extracelular para linfócitos T CD4 positivos bom era isso que eu queria falar para vocês sobre processamento de antígenos proteicos eu deixo aqui a lista de materiais que foram utilizados para preparar essa videoaula e se você gostou desse vídeo se inscreva aqui no linfu deixe seu comentário clique no like Ative o Sininho para receber notificações quando eu publicar novos vídeos
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