Vamos lá. Oficialmente, eh, se vocês observarem para quem já eh para quem já é aluno da casa, né, nós estamos agora com um novo layout de slide. Então, a gente tá adotando um novo tipo de slide com novas cores, então um novo formato para ficar mais agradável para vocês, tá? Eh, a nossa disciplina hoje é teoria da argumentação jurídica, tá? Eu sou o professor Márcio César Debona, professor regente. Ah, eu sou bacharel em direito, especialista em direito civil, empresarial, notarial, registral, imobiliário. Sou mestre em direito e doutorando, ah, ex-assessor jurídico no Ministério Público de Santa
Catarina e no Tribunal de Justiça, ah, professor universitário aqui na UNIAELV há 7 meses, advogado, ah, e co-autor do livro O termo territorial coletivo e a efetivação do direito humano à moradia adequada. Bom, nossas metas de aprendizagem, então, paraa disciplina, paraa aula, né, de hoje, paraa unidade um do livro. Lembrando, né, pessoal, aproveitando o ensejo, a unidade um do livro, ah, ela será trabalhada na aula de hoje, a unidade dois na aula dois e a unidade três na aula três. A aula quatro, costumeiramente, a gente deixa ou para fazer uma revisão ou para fazer uma
uma atividade, uma atividade de perguntas e respostas, Algum jogo, alguma coisa desse tipo, tá? Mas em geral eu costumo fazer uma revisão, até porque os alunos eh muitas vezes preferem. Então depois vocês me falem ali qual é a preferência de vocês, né? E aí a gente a molda a última aula eh com essa essa didática que vocês mais mais gostam, assim. Ah, é importante também vocês lerem o livro da disciplina, né? Se familiarizarem com o AVA, né? O ambiente virtual de aprendizagem, baixar O livro da disciplina, ler o livro da disciplina, a trilha de aprendizagem,
né? vai ser importante depois para vocês responderem também eh o o desafio profissional de vocês que tá bem bem que tá bem eh bem feitinho. Ol, tem muitas questões interessantes para vocês trabalharem, constitucionalidade de norma municipal, né? A gente já deu uma olhadinha no no desafio. Ao longo das aulas eu vou dando Uns toques também sobre os pontos ali que vocês têm que abordar. Enfim, em relação a essa aula, né, quais são as metas de aprendizagem que vocês terão, né? Vocês vão precisar compreender a diferença entre língua, linguagem e fala, identificar os elementos que estão
presentes no processo comunicativo e as funções da linguagem. Diferenciar a linguagem oral falada linguagem escrita e os usos que nós fazemos delas no campo Jurídico. Caracterizar a linguagem jurídica como metalinguagem técnicocientífica e, finalmente, dominar o vocábulo jurídico e evitar, né, vícios como ambiguidade, paronime, essas coisas assim. Pessoal, cuidado com cuidado com o microfone aberto, pessoal, por favor. Bom, plano de estudos. Então, unidade um, linguagem e linguagem jurídica. Nós temos o tópico que nós vamos trabalhar conceitos iniciais, o tópico dois da Nossa unidade, onde nós vamos abordar a linguagem jurídica, e o tópico três, onde nós
vamos tratar do vocabulário jurídico, né? Bom, aqui uma citação do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, que hoje está aposentado, né, o ministro Luís Roberto Barroso. Ele disse o seguinte: "A paixão pela palavra é um exercício de estética, de som, de prazer, nunca de presunção. A beleza está na simpelicidade, na transparência, na clareza, nunca na Linguagem empolada, pernóstica, arrogante." Então, veja, isso aqui já é de certa maneira uma porta de entrada paraa nossa disciplina para dizer o seguinte, que a linguagem jurídica ela precisa preservar os conceitos que são do direito. Afinal de contas, cada área do
conhecimento humano vai ter os seus conceitos que são explorados pelos profissionais que atuam naquela área. vocês, conforme o curso que vocês estão eh eh Matriculados, conforme a formação de cada um de vocês nos cursos, [risadas] vocês vão ter contato com uma determinada linguagem. Então, quem faz eh eh ciências criminais tem contato com uma linguagem típica daquela daquele daquele daquela área de conhecimento. Quem faz perícias iden, quem faz gerenciamento de serviços notariais e registrais também. Então, o direito ele vai estar presente em todos esses ambientes do conhecimento que se Relacionam, por exemplo, com o estudo da
legislação. E é preciso que vocês tenham o conhecimento desses conceitos, que são conceitos amplamente utilizados e para os quais não existe dúvida do que é ou do que não é. Por exemplo, quando alguém pergunta para vocês o que que é evicção, é o conceito que vocês vão encontrar no Código Civil, mas que lá no Código de Defesa do Consumidor vai ter um outro nome que vai ser, por exemplo, vício do produto. Mas lá dentro do Código de Defesa do Consumidor também tem um conceito do que é vício do do produto, assim como tem um conceito
do que é evicção dentro do Código Civil. Quando eu falo para vocês em sanção de lei, eu estou falando de um ato de caráter político jurídico emitido pelo presidente da República. Quando eu falo de veto a projeto de lei, a mesma coisa. Essa semana, semana passada, aliás, nós tivemos a derrubada Pelo Congresso Nacional do veto presidencial em relação à lei, a chamada lei da dosimetria da pena para os acusados e condenados do dos eventos do dia 8 de janeiro. Então, são conceitos jurídicos, mais precisamente de direito constitucional, que nós devemos conhecer o concedeo, o conteúdo.
Quando nós falamos em ação declaratória de inconstitucionalidade, nós precisamos saber o que é, Para que que serve, onde é que eu posso propor, quem são os legitimados, o que que uma ADI busca atacar. Quando eu falo em uma ação de descumprimento de preceito fundamental, que é uma DPF, eu também preciso saber para que ela serve, quando é que eu promovo ela, qual é o juízo competente em que eu proponho essa ação. Quando eu falo em abias corpos, eu também tenho alguns conceitos que estão envolvidos nessa ação constitucional que é o abias Corpos. Quando eu falo
em abbias data, embora sejam parecidos, eles têm objetivos e conteúdos completamente distintos. Então, a linguagem ela serve para nos orientar na condução do nosso trabalho, que é um trabalho jurídico, tá? Então, é por conta disso que vocês estudam, têm essa disciplina justamente para se familiarizarem com esses conceitos, Terem o cuidado no momento de escreverem um texto, de fazerem um memorando. Perfeito. Aí o ministro Luís Roberto Barroso, ele vai dizer o seguinte: "Olha, a linguagem jurídica, ela não precisa ser empolada, pernóstica, arrogante, ela tem que ser algo bonito, bem escrito, não simplório, nem muito simples, mas
algo digerível, entendível pelas pessoas de um modo geral." Bom, vamos trabalhar um pouquinho então os conceitos iniciais. O que é linguagem, né? A linguagem é um instrumento fundamental que a espécie humana utiliza para fazer a sua comunicação. Por meio dela, da linguagem, nós nomeamos coisas e fatos, né? Celular, computador, garrafa, copo. Nomeamos fatos, né? eh, um crime de homicídio, um crime de furto. Organizamos o pensamento e interagimos com o mundo. Quando você vai lá no Instagram, no Facebook ou em qualquer outra rede social e você faz uma postagem, você tá usando a linguagem, seja a
linguagem escrita ou se você posta um vídeo, é a linguagem muitas vezes falada. Você pode estar usando símbolos também quando você coloca um emoji, né, em uma mensagem. Então, a linguagem ela tá presente no nosso dia A dia. A criança, por exemplo, quando tá lá no berço e começa a chorar e a mãe já pensa, né? A mãe o pai já pensou, olha, tá com fome, tá com cólica ou é chata mesmo, né? Que tem criança que chora muito, né? Nesses casos, a criança está exercendo uma forma de linguagem. os sons é quando vocês tão
em casa, daqui a pouco passa lá na ouve lá na rua, aqui na minha cidade costumeiramente é o Caminhão do gás, talvez na cidade de vocês também seja. Então é uma forma de se comunicar. O olhar também é uma forma de se comunicar. O gestual, o choro da cria, enfim, todas são formas de linguagem. Agora, claro, com o tempo a gente foi adquirindo, né, a linguagem pelos signos, que é essa relação entre significante significado, né? No começo da humanidade a gente tinha as Inscrições rupstres, né? os os homens da pré-história e da história deixavam lá
os registros de caça de Depois a gente teve a os hieróglifos, né, com ou hieroglifos para alguns com as inscrições na na na ou antes disso a própria próprio código de Amurab, que foi eh um conjunto de leis esculpido na pedra. Então, o homem começou a criar esses signos para promover uma forma de ele se comunicar. E aí, com o tempo esses signos foram Aprimorados e sofreram variações, obviamente. Tanto é que a gente tem milhares de línguas e dialetos e, enfim, nosso nosso nosso nosso no mundo, não é? Então, para resumir, a linguagem ela pode
ser verbal, ela pode ser não verbal e ela pode ser mista, conforme a gente já falou. Bom, aí a gente vai para uma análise do que é língua. do que é linguagem, do que é fala, né? Trabalhar um pouquinho esses Conceitos que são conceitos que a gente precisa distinguir. A linguagem, a linguagem vai ser essa capacidade humana de comunicação. A gente vai adotar um conjunto de sinais, um sistema de sinais para expressar, para transmitir ideias. Então, ela vai ser verbal, né, oral ou escrita e não verbal e mista. Também já falamos. A língua vai ser
um sistema gramatical abstrato, a língua portuguesa, a língua inglesa, que vai Pertencer a um grupo social, né? ela vai existir independente do falante, porque se houver a extinção de um determinado povo que possui uma língua específica para esse povo, embora essa língua não seja mais praticada por esse povo, se houver registro dessa língua, ela vai permanecer, ela vai se perpetuar e pode ser que alguém resolva aprender aquela língua e praticá-la, Né? Bom, então a língua ela vai ser, né, um elemento indispensabilíssimo para que a gente consiga se comunicar de uma forma inteligível. H, e a
fala, finalmente, é o ato individual que cada um de nós exercitamos para usar, né, a língua, a nossa língua mata, a nossa língua mãe, no caso do Brasil, a língua portuguesa. Ela vai ser concretizada pelo falante. No momento que eu estou aqui falando Para vocês, trazendo essa aula para vocês, a gente vai ter um ato individual de uso da língua que se dá por essa, por esse momento, por essa concretização do uso da língua que eu estou fazendo, me comunicando com vocês. E a linguística vai ser justamente essa ciência que vai estudar a origem, a
evolução, a estrutura e variação dos idiomas. Há estudantes que fazem o curso de Letras e depois fazem mestrado, doutorado na área de linguística, justamente para estudar a nossa riquíssima língua portuguesa, por exemplo. E no processo de comunicação, né, que nós estamos travando aqui, por exemplo, nós vamos ter o emissor, que é o professor que está aqui emitindo códigos, transmitindo mensagens. os receptores, que são os alunos, as alunas, que são vocês que estão aí Recebendo a minha fala, decodificando a minha mensagem, interpretando o que eu estou falando. E a mensagem que é propriamente o conteúdo informacional
que eu estou transmitindo, que pode ser verbal ou não verbal. Feito. Ahã. o código, que são esses signos comuns que são que são comuns, né, obviamente, ao emissor, ao receptor, a nossa língua portuguesa, que serve aqui como instrumento para para que haja essa Comunicação entre nós, o canal que é o meio pelo qual a mensagem trafega, TV, internet, né? A sala de aula virtual é esse canal que nós estamos utilizando para fazer a comunicação. O contexto também que é a situação comunicativa em que nós estamos inseridos. Nós iniciamos a aula, o professor regente ingressou na
sala, os alunos também e não havíamos não havia o professor ou a professora mediadora, isso causou uma certa uma situação de de Estresse. Então, é um contexto em que nós iniciamos a aula já com o percalço e aos poucos nós fomos eh mantendo a calma, recobrando a calma, a tranquilidade para que a aula fosse eh dada, para que a aula fosse ministrada. E nós estamos então caminhando junto com vocês nesse processo de emitir uma mensagem e vocês recepcionarem essa mensagem. Claro que, né, em algum momento pode Haver aqui, por exemplo, alguém que se descuida e
deixe o microfone aberto e aí a gente vai ter um ruído atrapalhando, né, algo que a gente vai pedir para para ser eh sanado. Isso faz parte do processo de comunicação, né? Quando você tem essas situações relacionadas, por exemplo, ao sinal da internet, isso tudo atrapalha o processo de comunicação. Eh, depois a gente tem o emissor e o receptor, que devem compartilhar Referências culturais comuns, né, pessoal? Eu vou ter que fazer agora, vou diminuir aqui a página porque eu preciso botar a aula para gravar, que eu não botei para gravar. Boa noite, professor. Eu tô
aqui no tô te ouvindo. Eu sou mediador. >> Eu coloquei para gravar. Tá bom. >> Colocaste. Tudo bem, >> sou João Guilherme, prazer. Desculpa. Perfeito, perfeito. >> Pode ficar tranquilo. >> Perfeito. Obrigado. >> Então, pronto. Voltando aqui, pessoal. Desculpem a interferência. E aí, finalmente, essa observação de Bactin, né, que vai dizer o seguinte. Bin é um autor que trabalha muito essa essa essa esse tema do processo de comunicação. Ah, ele vai falar que emissor e receptor devem compartilhar referências culturais comuns, né? Então você tem, por exemplo, a questão do sotaque, do regionalismo, Que são marcas
muito profundas eh na constituição eh geográfica e humana do nosso país, do mundo, né, obviamente, mas do nosso país, para sermos mais eh precisos. No exemplo, você tem o Rio Grande do Sul com um sotaque e com eh eh elementos de comunicação regionais. você tem o Nordeste, na mesma perspectiva, você tem o pessoal do norte, do Centro-Oeste, o pessoal do litoral, né, a influência eh eh por exemplo em Santa Catarina, a Gente tem o pessoal de Florianópolis, né, os manezinhos da Índia, que se diz que tem a influência dos assorianos, da dos povos dos do
povo dos Açores, né, as ilhas de Portugal. Ah, então a gente tem todo um contexto cultural envolvido na formação da nossa linguagem. Ah, então esses elementos eles precisam ser levados em consideração quando houver um processo de comunicação. Quando você vai fazer, quando você sai da sua cidade, vai para Uma cidade em que o sotaque é diferente, em que o regionalismo tem elementos culturais diversos dos seus, você precisa levar isso em consideração para tornar a sua comunicação mais adaptada a aos signos linguísticos que essa comunidade eventualmente utiliza. E é isso que Btim vai dizer. Olha, vamos
fazer o processo de comunicação levando Em consideração o ambiente, o local, os costumes, as tradições que aquele ambiente eh eh traz. Bom, aí a gente vai ter alguns tipos de linguagem, né? Já falamos um pouquinho, a linguagem verbal, que vai utilizar palavras para comunicar. Então, a gente vai ter a linguagem escrita, a linguagem oral, depois a gente vai ter a não verbal, que utiliza gestos, imagens, sons, também já falamos. Vou lembrar mais um exemplo para vocês. Quando, por Exemplo, o sinal de trânsito para de funcionar, né, o semáforo para de funcionar e um guarda de
trânsito vai lá organizar o trânsito, ele vai fazer o quê para se comunicar? vai usar os braços direita, esquerda, vai fazer o sinal de pare, vai usar o o sinal sonoro, apito. Então isso tudo são formas de se comunicar, não é? E finalmente a mista, que é uma forma, um tipo de linguagem que agrega a verbal e a não verbal, né? As mensagens com Emoji, já falamos eh disso, e nenhum tipo de linguagem eh superior à outra. Todas têm no contexto eh o seu grau de importância, não é? Bom, funções da linguagem. É a função
referencial que vai informar de forma objetiva, vai levar aquela mensagem de forma objetiva. Geralmente eh ele é impessoal na terceira pessoa. Então, quando um advogado vai fazer uma petição inicial, ah, ou quando o escrevente no cartório vai Qualificar alguém, um usuário daquele serviço, ele vai fazer uma qualificação daquelas partes a partir de elementos objetivos. vai descrever estado civil, residência, dados como CPF, RG, né? Depois a gente tem a função emotiva, que vai expressar emoções do emissor, né? Vai ser na primeira pessoa, obviamente, uma sentença do magistrado com uma carga valorativa bem acentuada, né? O magistrado
faz uma análise da lei e ao Mesmo tempo faz algum desabafo. Isso eu já vi acontecer em crimes eh em sentenças proferidas em processos que eh analisavam crimes graves, crimes de homicídio, crimes de violência sexual contra crianças e adolescentes, né? Depois, a função conotativa ou apelativa, que é aquela exercida pelo emissor da mensagem, ele, por intermédio da da linguagem, ele tenta convencer o receptor de que a sua mensagem deve ser Acolhida geralmente eh no é usada no imperativo. É muito comum no fórum, né, no foro você ter uma função eh conativa ou apelativa nas alegações
finais. Veja bem, excelência, o caso merece ser analisado sobre a perspectiva da legislação tal, ou seja, essa linguagem que tenta manter um diálogo por meio do do que foi escrito diretamente com o juiz, né? Depois a função poética, que vai ter uma uma uma perspectiva mais focada na forme E na estrutura do que foi escrito. Por exemplo, uma sentença em forma de versos não é algo muito comum, muito corriqueiro, mas já vi acontecer. Depois também a função metalinguística, que é a linguagem sendo utilizada para explicar a própria linguagem. Ou seja, quando você abre o Código
Penal, você tem no artigo 327 da parte geral do Código Penal o conceito de funcionário público. Quando você pega o próprio Código Penal Na parte geral, no artigo primeiro, no artigo 2º, você tem ali elementos, conceitos relacionados, por exemplo, ao conceito de crime, ao princípio da legalidade, anterioridade penal. E o que a gente observa é que no direito, pessoal, todas essas funções elas vão coexistir e o jurista obviamente ele deve conhecer, dominar, de preferência cada uma delas, né? Bom, e os níveis da linguagem, Professor? Nós sabemos que a linguagem, já falei para vocês, ela não
é uniforme, ela varia conforme a região, conforme a classe social, a escolaridade, o contexto. Aí nós temos a linguagem culta, que ela tem, né, innegável que ela tem um certo prestígio e ela é associada a uma escolarização formal mais acentuada e ao uso mais comum da própria norma gramatical. Por outro lado, nós temos a norma Popular ou coloquial, que é construída comumente nas relações do cotidiano. E aí ela vai incluir gías e expressões regionais, né, que a gente visualiza, que a gente vê, percebe quando nós conversamos ou ouvimos alguém eh de regiões eh diversas do
nosso país conversando. A o uso de expressões regionais é muito marcante, né? Quando você pega músicas, por exemplo, eh, nordestinas, quando você pega músicas gaúchas, você vê o uso de determinadas Expressões, palavras que, em geral as pessoas não conhecem. E claro, né, o banho, ele vai alertar que o uso da linguagem, dependendo do seu grau de sofisticação, dependendo da do apego à norma gramatical, à construções léxicas, pode gerar um certo preconceito linguístico. Por quê? Porque se você considera que a única norma válida e que a única norma que Realmente deve ser usada é a norma,
você acaba excluindo desse contexto um número infinito de pessoas. Afinal de contas, nem todas as pessoas têm o domínio de uma linguagem gramatical correta. Sabem usar de forma adequada os tempos verbais, concordâncias. Isso tudo obviamente vai impactar no próprio contexto da expressão da linguagem. E a prova maior disso é justamente o Nosso país. Nós moramos, nós vivemos num país de dimensões continentais, isso não é novidade para ninguém. E nós temos, pelo menos, catalogadas 190 línguas indígenas, além obviamente de toda a diversidade de sotaques e variações regionais que eu já ressaltei para vocês. Então assim, é
importante, né, vocês conhecerem um pouco quando vocês estiverem escalados para para fazer um trabalho em Determinada localidade, determinado determinada região do país, entender um pouco como é que é a linguagem, os costumes, as tradições culturais, as manifestações culturais daquela região, daquele povo, justamente para que vocês possam e que vocês tenham ferramentas com as quais vocês consigam melhor se comunicar com essas comunidades, com essas pessoas, justamente para não criar esse abismo entre vocês e aquele público com o qual vocês se tratarão. Então, Isso é muito importante. duas vezes, né? Ah, vocês são convidados para fazer uma
fala, né? Eh, sei lá, uma palestra internet, alguma coisa assim, [limpando a garganta] e aí vocês precisam tornar a a fala de vocês eh mais ampla possível, a ponto de eventualmente cobrir eh os variados eh regionalismo que a sua fala pode alcançar. Eu tive um professor na Faculdade, ele era paulista e ele fazia isso muito bem, assim, ele ele conseguia eh eh transitar por essas essas esses regionalismos linguísticos de uma forma fabulosa e e era muito bom de ver porque ele não era arrogante nas falas dele, mas ao mesmo tempo ele conseguia ser diferente, né,
ser diversificado. Isso era muito interessante porque todo mundo, de uma forma ou de outra, se sentia bem ali, né? E inclusive todas as Os alunos se encorajavam, né, a fazer perguntas, questionamentos, enfim. Então isso é muito importante para você criar um ambiente de acolhimento para para para as pessoas que estão eh ou no ambiente físico ou no ambiente virtual, tá? Bom, linguagem oral e linguagem escrita, nós também trabalhamos um pouquinho, né? A linguagem oral é um mais ambrangente que a linguagem escrita, né? Eu tô aqui falando para vocês com a minha as minhas Mãos o
tempo todo sendo utilizadas para gesticular, para dar uma entonação diferente em determinados momentos, enfim. H, isso vai permitir, porque se vocês observarem quando a gente está conversando com alguém que, né, tem toda essa movimentação do corpo, dos membros, né, das mãos e tal, ah, isso também transmite mensagem junto com a a linguagem oral, sem contar que a gente pode, inclusive, A depender dessa gesticulação, fazendo uma leitura corporal do outro, ajustar o nosso próprio discurso. curso. Então, a linguagem oral, ela facilita essa essa interação, porque há, de um lado um emissor e de outros receptores que
estão ali recebendo não apenas a comunicação oral, ou seja, os sons que eu estou emitindo da minha boca, mas também o gestual que eu estou utilizando, a forma que o meu, como eu falo às vezes para dar ênfase a Determinadas frases. né? Então, isso tudo é analisado já na escrita, na forma escrita, ou seja, na linguagem escrita, ela já vai ter uma característica mais permanente e precisa. Por isso que em muitos casos, ou na generalidade dos casos, nós precisamos escolher bem quais as palavras que nós vamos utilizar. E aí nós vamos planejar, por exemplo, um
texto, quando eu sento no meu computador para escrever uma petição, quando eu for Fazer um ofício, quando eu, enfim, preciso me comunicar com a linguagem escrita, eu obviamente vou escolher palavras que transmitam de uma forma clara, objetiva a minha mensagem e que não dêem margem a dúvidas. E é isso que o operador do direito precisa ter presente. Não é uma atribuição exclusiva do juiz, do promotor, do advogado, do delegado. É uma qualidade, eu falo isso porque é assim que deve ser tratada, é uma Qualidade que todos os operadores do direito precisam ter, os gestores de
serviços notariais jurídicos, pessoal que faz perícia criminal, enfim, todo mundo que lida, quem for lecionar na área do direito, enfim, todos que lidam com o direito precisam ter esse cuidado da clareza, né? Eu não falo aqui de clareza enquanto uma redação robusta, sofisticada, não. Uma linguagem acessível, fluida, para Que todos consigam entender a mensagem. Obviamente, quando você faz um trabalho objetivo, um trabalho limpo, fluido, fluido é uma palavra, inclusive que tá muito em moda, você vai tá garantindo segurança jurídica paraas suas manifestações, porque você não dá margem a mais interpretações. Você quer conduzir a sua
fala pela escrita, pela linguagem escrita num caminho, tá? Claro que quando você está se Comunicando com o uso da linguagem oral, é importante também você utilizar palavras que reflitam o seu projeto, o seu objetivo, que é que você quer passar com aquela mensagem oral. E aí você vai fazer toda uma construção também com a sua linguagem oral, obviamente. Bom, em resumo, né, o o o jurista, quem mexe, digamos assim, com o direito, vai precisar dominar tanto a linguagem oral Quanto a linguagem escrita. E se eventualmente, né, você não entender e for cabível algum remédio jurídico,
alguma providência jurídica, você pode fazê-lo. Olha, eu recebi uma decisão judicial aqui, né? você trabalha no escritório de advocacia, o advogado com quem você trabalha, né, recebeu uma uma decisão judicial e e você faz a triagem, digamos assim, dos processos, faz aquele primeiro contato com o processo. Aí você viu uns embar Que precisa fazer um embargo de declaração, porque a sentença do juiz, ela foi, por exemplo, omissa, ela não analisou o pedido que tinha na petição inicial. E aí você vai precisar conhecer a técnica para detectar, né, como é que se faz a impugnação dessa
omissão, por exemplo. Então, isso tudo está na utilização, reside na utilização das fórmulas processuais, das fórmulas Procedimentais, da linguagem jurídica que o processo tem, né? Porque o processo é um conjunto de signos. Quando você promove uma ação, você é o autor, você vai ingressar com essa ação. À medida que essa ação vai tramitando, você vai ter uma citação do réu para que ele compareça a uma audiência de instrução e julgamento, onde vai ter um ritual específico. Você depois vai ter uma contestação, você vai ter um despacho, aliás, uma Decisão saneadora do juiz em que ele
vai determinar quais provas você vai realizar. Finalmente você vai realizar as provas, vai colher as provas em audiência, uma testemunha, uma perícia, depois vem a fase delegações finais, a sentença, eventual embalaios, declaração, apelação, enfim, o processo segue. E quem está prestando assessoria, por exemplo, ou quem trabalha na coordenação De escritório de advocacia, né, o pessoal que é da gestão de serviços jurídicos, precisa estar conectado com esses conceitos, não vai operar, não vai assinar a petição, mas pode ser que o advogado, seu chefe, peça que você faça um um resumo, um memorando, uma pesquisa de jurisprudência
sobre aquele caso, né? E aí vocês vão precisar usar a linguagem e no caso a linguagem escrita. Por isso Que é importante vocês saberem utilizar a gramática da língua portuguesa, saberem construir ideias. Por isso que é importante vocês saberem como resolver um desafio profissional, como articular os conceitos jurídicos que esse desafio profissional pede que vocês articulem, né? Então isso tudo vai tá conectado com a formação de vocês. Nada do que é feito aqui, nós o fazemos simplesmente para que Vocês tenham apenas uma atividade. Não, as coisas são pensadas sob uma perspectiva tanto pedagógica quanto jurídica.
Por isso que vocês têm um caso até bem bem bem apimentado, digamos assim, um caso bem bem eh interessante para vocês eh eh resolverem, que é o desafio profissional. E aí então nós fechamos o tópico um e já vamos pro tópico dois da nossa unidade, Que é o momento em que nós vamos tratar especificamente da linguagem jurídica. Nós falamos a linguagem no sentido mais amplo. Agora nós vamos air lá um pouquinho pressal. Bom, aqui eu trago uma citação do jurista Miguel Reali Júnior, que foi um excelente jurista, contribuiu muito para o crescimento do direito brasileiro,
esteve presente, foi presidente da comissão de elaboração do Código Civil 2002, que é o Código Civil atual, que está em vigor entre nós. dizer basicamente o seguinte, que o direito está conectado com as relações humanas. O direito é um fenômeno, é um fato social. E o direito só existe na sociedade e não pode ser concebido fora dela. Então o direito, né, tem como característica ser justamente social. Ele é fruto da socialidade. Eh, a realidade jurídica é muito da Realidade social. Então, a partir do momento em que o homem passa a viver em sociedade, o homem
passa cada vez mais a ter necessidade de se comunicar e também de editar leis, editar normas, justamente com a finalidade de que essas normas sirvam para regular as relações humanas. né? Se você aumenta as suas relações sociais, Seja com contratos, seja com viagens, enfim, se as pessoas aumentam as relações sociais, novos direitos vão surgir. Por exemplo, a gente agora tá em plena ebulição do direito digital e aí foi colocado na Constituição Federal o direito à intimidade digital. Por quê? Porque é o novo direito que surge. Agora a gente tá debatendo o direito dos animais, por
exemplo, né? A gente tá debatendo a eh direitos da natureza. Então, a sociedade ela vai evoluindo, ela vai diversificando as várias relações que existem e a partir disso surge a necessidade de você criar novas normas. Por exemplo, em determinado momento da nossa história, nós nos demos conta de que era preciso institucionalizar no ordenamento jurídico o divórcio, porque até a década de 60, 70, nós não tínhamos o divórcio enquanto uma medida Que era utilizada para dissolver o casamento, para acabar com o vínculo ah que havia entre o casal. Mas as relações sociais impuseram isso. Até pouco
tempo atrás, 2005, o adultério era considerado crime no Código Penal, mas foi descriminalizado. Hoje não é mais, né? Então assim, a sociedade vai evoluindo. E eu sempre cito, quando eu tenho oportunidade de falar sobre isso, Que o direito é fruto de relação social, de relação humana, eh, o livro do Robinson Cruzo estava numa ilha deserta e daqui a pouco apareceu lá um um nativo sexta-feira e ali começou a existir relações sociais entre essas duas figuras. Em determinado momento, criou-se um código de normas para estabelecer algumas normas de convivência. E aí isso vem ao encontro do
que o Miguel, né, o professor Miguel Reali Júnior falava que o direito é um fato um fenômeno social. Tanto é que o professor Miguel Reale tem uma teoria muito interessante que é a teoria tridimensional do direito para dizer que o direito é norma, fato e valor. Você quando olha para um código, como eu tenho aqui, você tem uma lei, mas aqui dentro, quando você for interpretar essa lei, quando você for interpretar o Código Civil, você vai ter valores ali. Perfeito. Esses valores da interpretação vão dizer o que é o direito, porque o direito não é
apenas o que tá legislado. O direito é o que se interpreta da legislação, levando em conta valores, diferentemente de Hans Kelsin. Não sei se aqui alguém aqui estudou Hans Kelsin, que é um austríaco que idealizou a teoria pura do direito, que dizia: "Olha, o direito é o que está na norma, Não tem valor preceitos éticos. A norma é o direito por si só." Já o Miguel Real diz o contrário, diz: "Olha, o direito é mais que a lei do direito é o fato da vida". Bom, então a definição de linguagem jurídica, né? E por que
linguagem jurídica? Já falamos, né? Do por isso está um pouquinho, por estudarmos linguagem jurídica. Então, a linguagem jurídica é essa Manifestação específica da língua portuguesa que é aplicada ao campo direito. Embora né, na linguagem jurídica a gente tem expressões do idioma comum, nosso português cotidiano, a gente também tem, né, alguns alguns alguns alguns signos que possuem, né, alguns termos que possuem significados técnicos próprios. Já falei para vocês da evção, se não falei aqui, falei na outra turma, mas falo agora da evção no Código Civil, do Vício do produto no Código do defesa do Contorno, já
falei de abas corpos, abas data, ação declaratória de inconstitucionalidade, são termos do direito. Então são, é um vocabulário jurídico que tem um sentido técnico científico, nós usamos para nos entendermos no nosso dia a dia de trabalho, nas nossas comunicações, nas nossas petições. E a linguagem. Então, e esse esse conjunto de signos, essa reunião de signos comuns e signos jurídicos, é o que vai dar o suporte, né, para o discurso, para a fala, para a linguagem falada e para a linguagem escrita, ou seja, vai dar o suporte para toda a argumentação jurídica. E aí a gente
conclui dizendo que o direito ele se efetiva na e pela linguagem. E, portanto, dominar as Palavras é dominar o próprio direito. E aí nós entramos num tema que é muito interessante, que é o tema do jargão jurídico e do poder simbólico. O jargão jurídico, professor, o que que é o jargão jurídico? é um vocabulário típico de uma especialidade que é compreendido geralmente, comumente, pelos iniciados na área, ou seja, pelas pessoas que têm algum domínio da área jurídica. O jargão jurídico é de uma maneira ou de outra necessário para termos uma segurança jurídica, uma precisão técnica
nas nossas manifestações, nos nossos trabalhos. Lembra que eu falei da evção, do vício do produto, do princípio da legalidade penal, legalidade tributária, do princípio da anterioridade penal, princípio da saizine, por exemplo, no direito das sucessões, quem estudou eh Direito de propriedade, família, sucessões comigo aprendeu isso. Agora, claro, o uso exacerbado, exagerado de jargões jurídicos, ele pode, né, desaguar no excesso e esse excesso pode impactar a plateia, amedrontar essa plateia e servir até muitas das vezes como um elemento, né, como um um mecanismo de exercício de poder e dominação linguística. Então é Preciso ter muito cuidado.
E o direito, conforme alertou bordô, acho que é assim que pronuncia, o direito é um campo de poder simbólico, porque se nós pararmos para observar, a linguagem jurídica, ela cria e mantém relações de dominação. Aquele exemplo que eu citei para vocês do Robinson Cruz e do sexta-feira, há juristas que analisam aquela aquela engrenagem que surgiu ali entre os dois, aquele aquele germen de sociedade. E vou dizer o Seguinte: "Olha, aqui na origem nós já vemos dominação, dominação pela linguagem jurídica". Por quê? Porque o sexta-feira ele não participou da criação das normas. As normas foram criadas
pelo Robinson Cruzué e disse: "Olha, sexta-feira, aqui estão as normas, você vai obedecê-las para que a gente consiga ter convivência. E como é que acontece Conosco na nossa sociedade? a gente também tem as normas e obrigatoriamente somos levados, somos convencidos por uma força silenciosa que está sobre nós, pelo costume, pela tradição, a obedecer. Existe um estado que foi criado, do qual nós não participamos da construção, da criação. Esse estado que é a República Federativa do Brasil, que está sobre nós, mas que nós não tivemos qualquer ingerência, só Participamos, por exemplo, quando nos chamam para votar
ou sermos votados, eventualmente se nós nós nos candidatarmos. Estamos aí com Constituição, com Código Penal, com normas de trânsito, nos impondo condutas, nos impondo deveres todos os dias. E nós obedecemos porque a autoridade posta exerce um poder simbólico, porque o direito exerce um poder Simbólico de obrigatoriedade. E aí nós acabamos aceitando o direito posto como legítimo dentro da linguagem feita por aqueles que nos governam. Quando você, por exemplo, vê uma legislação sendo uma legislação penal sendo eh editada com penas sendo aumentadas, como ontem eu acho entrou em vigor numa lei penal majorando penas de crimes
contra o patrimônio, etc., Você vê toda uma simbologia Por trás do poder que quer nos causar a impressão de que nós estamos seguros com uma mudança, uma simples na legislação. Então, o poder simbólico, ele está muito presente na linguagem jurídica. e a linguagem jurídica que é exercitada pelo poder judiciário, pelo poder legislativo, pelo poder executivo, por todos os poderes. E aí entra o jargão jurídico com essa potência, como se fosse um Uma fórmula inabalável que nos causa até um certo arrepio. pacun de servanda numa expressão latina narra mirifact daius numa outra nã pega às vezes
um documento, tem ali uma série de conceitos jurídicos, algumas as coisas difíceis de entender, isso tudo é para causar um impacto, mostrar, olha, nós dominamos a linguagem jurídica, nós temos o poder e o nosso poder é simbolizado pelo uso Da linguagem. Isso, né, traz um risco, claro, que é o risco, essa linguagem hermética, essa linguagem fechada, ela acaba afastando os cidadãos do acesso à justiça e vai reforçar desigualdades, porque o cidadão que não se sente confortável em procurar um fórum, uma defensoria pública com receio justamente dessa autoridade simbólica instituída, ele não vai promover a ação
judicial dele. E aqui eu lembro para vocês, não sei se Vocês já viram, tem um juiz federal, ele é nordestima, eu não sei se é da Paraíba ou se é do se é de ah de Alagoas ou do Recife, enfim, eh de Pernambuco, mas ele ele ele acolhe as pessoas nas audiências de uma forma fantástica e geralmente são pessoas idosas ou pessoas eh mais sofridas assim, ele acolhe e conversa com essas pessoas, faz audiência, ouve essas pessoas e essas pessoas pessoas se sentem à vontade naquele ambiente que com o qual Elas não estão acostumadas, que
é um ambiente por si só construído para representar esse simbolismo. Quando, né, a gente vai, por exemplo, ver uma audiência ou tribunal do Júri, você tem lá aquele púlpito, aquele o juiz lá naquela posição hierárquica, né, as os jurados aqui mais abaixo, o réu aqui abaixo do tribunal, enfim, é todo um contexto para promover e perpetuar essa simbologia que é uma simbologia, inclusive isso não É crítica, é só uma observação histórica, empírica, digamos assim, que é uma simbologia que você vê numa igreja, né? Por quê? Porque em determinado momento da história do direito, a igreja
teve participação no estado, né? O estado, o estado não, o estado em em um determinado momento da história da humanidade, ele caminhava junto com a igreja. Era o estado clerical, que a gente chama. Então, a igreja tinha muita Influência no estado e isso, obviamente influenciou não só a a própria formação administrativa do Estado, o próprio processo, né, que o processo, por exemplo, processo administrativo disciplinar no âmbito administrativo, o processo judicial no âmbito judicial, porque os processos eles surgiram na inquisição, que era a igreja que documentava aqueles processos, né, eh, com relação são a as ordáas,
Punia e bruxaria e os herees, né? Então, o direito ele é um objeto de poder e a forma como ele se manifesta é uma forma obviamente de externalização desse exercício do poder. Aqui trouxe para vocês alguns elementos que depois vocês deem uma liginha, tá explicado, já falamos também, né, [roncando] que é a imposição do poder político, né? H, esse discurso que a autoridade faz, ele é o suporte ou o sinal da autoridade. Quem domina as palavras domina o poder de certa maneira, né? Então este orador, né, o orador ele precisa ter o direito de falar,
né, esse capital simbólico que o orador tem. Por isso que a que a que o bom orador ele é muito valorizado, porque ele ele ele comoove multidões, né? Ah, então esse esse orador ele pode usar desse dom, dessa desse poder, seja para manter a ordem como um juiz, um promotor, ou seja para subver subvertê-la, entre aspas, Né? Por exemplo, os os carismáticos ou líderes revolucionários que fazem as pessoas acreditarem numa nova legitimidade, é o poder sendo expresso pela linguagem. E aí nós aqui somos levados a crer que esse poder que nos está sendo colocado, ele
é legítimo. E é a partir dessa crença na legitimidade desse poder que nós Seguimos um atrás do outro, cumprindo as nossas obrigações, cumprindo a legislação. É por isso que eh eh nas escolas a gente tinha as carteiras enfileiradas, né, por causa da ordem, desse poder que a autoridade do professor exercia, que é a autoridade do Estado, digamos assim. Bom, chegamos nas características da linguagem técnico também já falamos, precisa ter um um estilo próprio, né, um discurso ordenado. Tem os pronomes Formais, egrégio tribunal, eminente julgador, excesso pretório, precisa ser concisa, né, expressar o essencial brevemente. uma
estética, né? O direito e a ciência da palavra, trabalhar com a ética, isso tudo tem que estar envolvido, eh, na linguagem jurídica. Aqui alguns jargões que a gente pensa no dia a dia. Antesim a mais, hoje já não tem tanto, né? porque a linguagem ela tem ser um pouco mais acessível, um pouco mais simples. Então, a broquelar, a areópago, eh, com spec no artigo, com fincas no artigo, enfim, são coisas assim que não se usa mais, porém eventualmente a gente acaba vendo ainda em algum processo mais antigo ou algum profissional que gosta, enfim, de usar
esses esses jargões. Aqui mais alguns, né? pra petição inicial, consorte supést pra viúva ou pra viúva. Um horror isso, consorte supéste. Ergastro público, né, que é a cadeia. Enfim, depois vocês de uma linha aqui para vocês terem mais conhecimento dos jargões que circulam pelos corredores dos fórmulos. Aqui algumas expressões latinas do direito, já citei algumas, né? Condício cinequan indúbrio pré data vênia perico mora, amigos curi. E assim o latimismo excessivo, né, pessoal, ele também prejudica, viu? Ah, torna a comunicação mais eh travada. Mais travada. Eu tenho certeza que quando um juiz, um promotor lê uma
petição mais fluida, com menos arranjos desse tipo, sem tantos floreiros, eles têm até uma melhor impressão, tá bom? Bom, aí a gente tem os níveis da linguagem jurídica legislativa, né, que está presente nos códigos, nas leis, que cria o direito em espécie, a processual, que é a linguagem que é adotada nos processos, sentenças, por exemplo, as Petições iniciais, a contratual ou convencional, que é aquela seguida pelas partes em contratos, que vai criar direitos e obrigações. A doutrinária, que é a linguagem dos pensadores do direito, que discutem os conceitos. Por exemplo, Hans Kelson, falei para vocês
que trouxe a teoria por outro direito, a linguagem cartorária ou notarial, que é a linguagem dos registros públicos, né, a certidão de nascimento, enfim, a linguagem jurídica, ela tá presente nos Vários ramos de atuação eh dos órgãos públicos, dos serviços públicos relacionados aos cartórios, enfim. E aí a gente chega então no tópico três, que é o vocabulário jurídico propriamente dito, né? Aqui, por exemplo, a distinção entre legal. Legal é o que faz, que se faz em conformidade com a lei. Lícito é tudo aquilo que a lei não não não proíbe, né? Legítimo tem uma ideia
de conforme a lei, né? Conforme ao direito. Bom, o direito nós já falamos, ele se manifesta, ele se concretiza, ele se perpetua pela linguagem. O vocabulário jurídico é constituído por um monte, um um inúmeros termos. que exigem um rigorismo científico, que exigem a a definição de um conceito jurídico. Afinal de contas, isso gera segurança jurídica, né? A gente pode eventualmente na comunicação jurídica detectar detectar alguns ruídos, entre aspas, que vão, de Certa maneira tabalho ou criar uma confusão ah ou dificultar essa comunicação. A policemia, a homonímia, a sinonímia, né, e a paronímia também, ambiguidade e
vagueza, nós vamos tratar nos próximos slides. Bom, a policemia, a policemia é o seguinte, uma palavra, ela vai comportar múltiplos significados que podem ser jurídicos e não jurídicos. Então, na policia externa, que é aquela em que a gente tem sentidos diferentes na linguagem coloquial e não na Linguagem jurídica, por exemplo, uma sentença. Ah, a sentença ela pode ter uma uma uma um significado comum e um significado jurídico. No sentido comum, por exemplo, eu pedi o carro emprestado ao meu pai, mas ele sentenciou: "Não te empresto o carro". Ponto. O juiz proferiu a sentença julgando o
procedente pedido. Aqui já há uma conotação jurídica no sentido de ação, o ato de agir, né, coloquial, Eh, ele permaneceu inerte, não cometeu, não fez, não tomou qualquer ação para se defender. Lá no pedido jurídico, o advogado propôs a ação em nome do prejudicado e despacho, finalmente, enquanto uma oferenda religiosa no caráter coloquial e despacho enquanto um ato do juiz da autoridade competente. Depois aqui a policemia interna que vai estar relacionada a um conceito jurídico Dentro do âmbito do direito e que tem duas dois significados. Por exemplo, prescrição. O Código Civil no artigo 2º prescreve
que é o sentido. Um outro sentido agora no sentido de perda do direito. João esperou 4 anos para promover a ação. Quando o fez, a ação estava prescrita, ou seja, ele perdeu o direito de ação. E altos enquanto documento do processo ou altos enquanto notificação, Tá? Ah, palavra de direito aqui também com alguns significados. policemia muito abundante no direito. Primeiro como [limpando a garganta] um conjunto de normas jurídicas positivadas, né, o positivismo jurídico. Depois, como a faculdade de agir, João tem o direito de promover ação para cobrar os valores que lhe foram a a ah
retidos indevidamente, que é essa faculdade de promover uma Ação em juízo, direito enquanto conjunto de conhecimento, né? Ah, eu vou estudar direito civil. Eu vou estudar o conteúdo relacionado ao direito civil. Direito como oposto ao errado. Então, ele agiu direito ou ele assistiu certo. Ah, e retilíneo enquanto oposto ao esquerdo, né? Sentidos geométricos e direcionais. Ele é de ele é de direita ou ele é de esquerda, digamos assim. Bom, aqui mais alguns conceitos. a Homonímia, né, que são palavras com a mesma grafia, que são homógrafas ou que tem a mesma pronúncia, que são homófonas, mas
com sentidos distintos. Por exemplo, sessão, né, como o ato de ceder um direito aqui, a sessão com C e dois Ss. Depois sessão com Sss, que é uma reunião, e sessão com S e Civilha, que é uma repartição, né? Ah, João fez a sessão do direito. Ah, daqui a pouco eu entro na sessão, eu entro na reunião. Daqui a pouco eu entro na sessão para Discutirmos o projeto. Ah, eu estou indo à sessão de eh autógrafos, né? Eh, eu, aliás, eu estou indo à sessão eh de roupas femininas. Imagina em uma loja de departamentos você
tá indo na sessão de roupas femininas. Remissão com dois S enquanto perdão e remissão com Civil enquanto resgate. Ele remiu a dívida, ele pagou a dívida. Remissão com dois Ss. Ele perdoou a dívida, né? Ele remiu a dívida. Olha que interessante. Depois sinonímia com onde Que ocorre quando dois ou mais termos com sentido igual ou próximo são empregados. Portanto, crime e delito. Paronímia, que são palavras parecidas na forma, mas com sentidos distintos, né? Mandado é uma ordem judicial. Mandato é uma outorga de poderes, é uma procuração. Infringir é impor uma pena e infringir é desobedecer
uma norma. Eminente é ilustre, o eminente julgador e iminente é prestes a acontecer. O terremoto está na iminência de Acontecer. O terremoto é iminente. Aqui mais alguns parônimos para vocês depois darem uma lidinha também. por exemplo, elir, elidir, ah, ratificar, retificar, sustar e suster, deferir e diferir, nãoé? Aqui também mais alguns parônimos, não é, para vocês depois darem uma olhadinha. Ah, prescrever, que é perda do direito da ação por conta do decurso do tempo, e proscrever, que é banir, proibir ou condenar. Ele foi proscrito Do grupo eh de futebol. Ele foi proscrito da sala de
aula. Aqui também a distinção entre remissão e com dois S e remissão com cidilha. Ahã. Depois também a gente chega numa outra situação que gera cuidado, que é a hipótese de ambiguidade e a hipótese de vagueza. Então, na ambiguidade a gente vai ter um duplo sentido de um termo, de uma expressão, de uma frase. Por exemplo, João foi atrás do táxi correndo. Quem estava correndo? João ou O táxi? Agora, uma hipótese de vagueza, né, que é aquela indeterminação do significado. Não há um sentido preciso. No direito, por exemplo, eh, a ambiguidade e a vagueza, elas
são inadmissíveis porque elas comprometem a segurança jurídica. E aí a gente vai ter a cacografia como um visto de linguagem eh em relação à vagueza, os desvios de concordância e regência, os estrangeirismos que está muito em moda agora, né? Então é Importante sempre que vocês forem fazer um texto, terem esse cuidado, né? Olhem bem quais palavras vocês vão utilizar, se vocês estão utilizando uma linguagem técnica. Cuidado com os estrangeirismos, cuidado com o uso de jargões. Sejam eh eh objetivos, construam parágrafos curtos, façam frases curtas, tá? Ah, cuidado com os erros de português. Estudem a gramática.
É importante saber escrever, saber falar, Enfim. Eh, basicamente essa ideia de que o direito, de que o melhor direito é o direito mais eh, recheado de jargões, de expressões latinas, tá muito equivocado. O melhor direito é aquele que é escrito de forma objetiva, mantendo fidelidade aos conceitos jurídicos, sem se perderem esses estrangeirismos, em jargões, enfim, nessas palavras que suam até esquisito quando a gente lê um texto. E Tomando sempre cuidado com a grafia, com a gramática, com a escrita das palavras, né, pessoal? Aqui então para vocês uma síntese do que nós trabalhamos, né, na unidade
um, aliás, no tópico um, uma síntese também do que trabalhamos no tópico dois. uma síntese do que trabalhamos no tópico três, tá? Uma reflexãozinha final para depois vocês fazerem ler direito, né? O direito é teoria, o direito é estudo, o direito É reflexão. O de mas o direito é uma é uma é uma é um conjunto de signos, né? uma linguagem que nós precisamos aprender a dominar, a a a utilizar, porque ela vai ser, desculpem, vai ser a nossa ferramenta, vai ser a ferramenta do nosso dia a dia para o exercício das nossas atividades. Aqui
eu trago para vocês, finalmente, um um documento recente, que é o Pacto Nacional do Judiciário pela Linguagem Simples. aqui tá a capa da cartilha, né, Que é a a à minha direita, que trata justamente dessa ideia de que a linguagem nos tribunais, nos documentos eh públicos oriundos do judiciário, elas precisam, essa linguagem precisa ser simples, ela precisa alcançar todo tipo de plateia e, se possível, essa linguagem deve ser instrumentalizada por eh língua brasileira de sinais e de outras, né, eh ferramentas similares, como por exemplo, a audiodescrição Que permitam, que tenham, né, essa essa virtude de
promover uma comunicação célere, eficiente, assertiva do poder judiciário com os jurisdicionados. E aí, então eu encerro a nossa apresentação desejando obviamente bom estudo e que nós tenhamos eh um final de aula agora com alguma participação, se eventualmente alguém quiser, obviamente, fazer uso da palavra. Eh, se tiver alguma dúvida, professor, eh, não sei se você chegou a anotar alguma dúvida dos alunos, enfim, se alguém quiser também fazer uso da palavra. Deixa eu ver dúvidas aqui do falar no chat se alguém pontuou alguma questão. >> Aparentemente não tem muito elogio, pessoal que gosta bastante, né? Eh, mas
não fizeram nenhuma pergunta relacionada a isso. >> Perfeito. >> Perfeito. Alguém perguntou sobre as atividades de extensão aqui, professor. Eh, é porque assim, ó, eu não sei se você quer usar esses últimos minutos para falar sobre a se você daria tempo ou se você deixa pra próxima semana, enfim. >> Certo? Eu posso sim pontuar algumas questões até relacionado a datas, né, que acho que é importante a gente lembrar hoje no nosso primeiro encontro, Já chegar falando em datas que são importantes relacionadas às atividades, enfim, tá? Embora primeiro de tudo, desculpa, tá? Eu tava saindo de
uma outra aula, por isso que eu acabei demorando um pouco mais para entrar, mas hoje o Sims também não tava me ajudando muito. Perfeito, professor. É que no início quando quando acontece essas é que eu a gente tá aqui esperando e quando acontece isso a gente fica meio desarmado porque o pessoal pede o Código, a gente não pode dar o código e isso causa uma umas mas enfim, já superamos, tá tudo certo. Fica à vontade. >> Eu peguei bem o início, né, na verdade essa tua fala, mas não quis atrapalhar, não quis eh porque já
tinha, já tava atrasado. Se eu fosse entrar com mais problema seria mais complicado. Então deixei fluir, tá >> pessoal? Vou só colocar o código aqui. De repente alguém tem interesse em já Pegar, tá? Mas eu, olha, acabei de mudar aqui a minha tela. Só um minutinho. >> Só lembrando, né, professor, que assim, o pessoal tem que pegar o hábito de entrar no AVA e mexer no AVA, né? Entra no aplicativo, mexe no aplicativo, né? Busca lá as informações, porque tem bastante coisa lá dentro, pessoal. É importante, isso faz parte da aprendizagem de vocês. Utilizar o
AVA, mexer no AVA, baixar os materiais, isso tudo faz parte da atividade de vocês. Amanhã, quando vocês estiverem no mercado de trabalho, vocês vão precisar buscar as informações, correr atrás. Perfeito. Tá? É isso que vocês têm que ter em mente também. Professor, fica à vontade. Desculpa essa interrupção, é porque a gente só lembrando que isso é uma das minhas falas mesmo, tá gente? Eu sempre peço que vocês explorem, tá? Explorem mesmo o AVA de vocês, até porque tem muitas perguntas eh que vocês poderiam aproveitar esse tempo, na Verdade, aqui no chat para aproveitar mais a
aula, né? Aí às vezes fica a mesma pergunta indo e vindo o tempo todo relação principalmente onde eu coloco o código. Eh, primeiro de tudo, tá gente, a falta não é um fator prejudicial para vocês a não a não não registro da frequência, tá? Embora primeiro uma coisa que todo mundo pergunta, né? O código, código de entrada, código enfim. Eh, é importante sim, se vocês conseguirem acessar, ótimo, mas se não Conseguiu, foca na aula, tá? Assistam as aulas, questionem, perguntem, leiam o conteúdo antes de entrar na sala, né? Porque aíal, afinal vocês precisam eh se
envolver no conteúdo, né? Para que consigam elaborar melhor a pergunta e entender o que tá sendo abordado aqui na aula, tá bom? Chega que é uma dica, isso que a gente vem falando desde lá fundamental, né? Na verdade, estudar antes e de entrar na na aula, né? Mas uma vez que isso não foi possível, Tá? Então aproveitem melhor esse horário, tá gente? Sempre lembrando as provas também, não é só sobre o conteúdo dado aqui na aula gravada, não. É o livro, tá? O livro da disciplina. Então eh de novo, entrem, explorem, explorem o aplicativo de
vocês para que vocês possam eh ter acesso a essas informações. Então o que a prova é composta do quê, gente? do material aqui da aula gravada do livro, da disciplina e da trilha do aluno. Então assim, você Tem que fazer uma junção dos três para entender o conteúdo abordado, tá? As avaliações, A V1, A V2, A V3 e a V4, elas têm todo um cronograma, tá? Eh, a V1 sempre relacionado ao primeiro encontro, a unidade um do livro, tá? Então não basta só assistir essa aula gravada, assistir, tem que ler também o conteúdo da unidade
um, tá? Isso é a V1, a V2, a mesma coisa relacionada à segunda unidade. A V3 isso é um desafio, tá? Eu vou colocar aqui um esboço para Vocês, mas como o professor falou, explorem, tá? Leiam, entrem lá no desafio, tá? Para que vocês entendam já a partir de hoje, tá? Porque o desafio tá disponível desde ontem, dia 4, então ele fica quase um mês aí, tá dando 26 dias para que vocês preencham cada etapa, tá? Formulem aquele texto, entendam, né, o conteúdo que tá sendo abordado, perguntem, tá? Se tiver alguma dúvida, pode colocar aqui
no chat, tá? Até porque não é o primeiro desafio que Vocês estão respondendo, né? Na verdade, já estamos no quarto módulo, né? Então, já é o quarto desafio. Então, já estão mais que desafiados, né? já tão meio, não tem mais, acho que não deve dever ter nenhumas dúvidas em relacionada a isso, mas enfim, estamos aqui para responder essas dúvidas, tá? Também gente tem a a prova presencial, tá? Que já está disponível o agendamento dessa prova, tá? Ela tem que ser feita durante o período da disciplina, até porque tá Tudo ainda fresco na memória de vocês,
tá? Então, eh, essas são algumas dicas que eu falo, mas vou colocar também, eh, datas aqui, tá? Relacionado a uma coisa que tá bem, talvez de repente ajudem vocês. Não sei se alguém perdeu alguma prova no módulo anterior, né, na ordem do na ordem três, tá? Já a partir do dia 18 vai estar disponível o agendamento da segunda oportunidade, tá? Alguém perguntou aqui o código de entrada. Não sei se você vai conseguir registrar, Camila, mas o entrada é o 896 e o saída 734. Tá bom? Saída tá fixada aí na tela, OK? Então, o a
o agendamento dessa prova presencial tá, eh já também já tá disponível, é feita durante o período de preferência, né? Mas ele vai se estica até o mês que vem. Então, a metade do mês que vem vocês conseguem eh realizar a segunda oportunidade da essa prova presencial, tá bom? Então, eh, essa própria presencial, ela é feita lá no Colo e é todo o conteúdo da disciplina, ou seja, os três encontros, dos quatro, né? Os quatro último encontro sempre normalmente é usado para revisão, tirar dúvidas, enfim, mas geralmente eh nos três primeiro encontros já é possível ter
acesso a todo o conteúdo da disciplina, tá bom? Então assim, essa essa dica são fundamentais, mas são relacionadas a todos os cursos, ou seja, nada mudou desde o início da da do ordem um, né, ou ordem zero, a gente passa as Mesmas informações, tá bom? Tem um uma informação aqui importante relacionada a alguém, de repente alguém que se e reprovou em alguma disciplina, tá bom? Eh, o recupera aí, tá? E aí ele já está disponível. Eu vou colocar aqui no chat de vocês, já coloco, só encontrar aqui e vocês terão acesso a essa, na verdade,
assim, de repente quem reprovou em alguma disciplina anterior, né, a uma oportunidade de refazer, né, ou de tentar fazer novamente essa disciplina, Tá bom? Então essa, claro que tem um custo, não é? Não é só agendar, tem que agendar eh solicitar a prova para realizar o pagamento, estudar, né, e fazer a prova, tá? Então tem todo um processo aí que é importante que vocês entendam. Eu sei que tem gente que tá na primeira aula hoje, OK, Stephanie, essa é a primeira aula dessa disciplina, então tá todo mundo no meu barco, tá? Beleza, pessoal. Então, essas
são algumas dicas que eu precis passar para Vocês. Eu vou só colocar agora transformar todas as informações aqui em lembretes, tá? Que eu vou colocar aqui no chat, tá bom? E aí, basicamente é isso, tá gente? Deixa eu só ver aqui se tem alguma coisa diferente. [limpando a garganta] E mais dúvidas, né? a gente esclarece, ó, no nos próximos encontros, tá? Até porque hoje vocês estão começando a Disciplina, como foi falado, né? Primeiro dia vão começar a a mexer no AVA, né? Explorar, né? Fazer tudo isso que a gente todas essas dicas que a gente
tá passando aqui. Então, eh, a gente vai tentar esclarecer, tá bom? Medida do possível, tá? Então, aqui tem um lembretezinho relacionado a esse recupera aí. Tá? Pode de repente ajudar alguém. E com relação ao desafio profissional também coloco aqui um múdulo lembretos, tá? Só um minutinho aqui porque antes do recupera gente era feito num espaço maior de tempo. Agora nós temos que gente era era sempre era como fosse uma uma prova de recuperação, né? Que era feito lá para julho, né? sempre no período de férias. Agora não dá para fazer também durante o o curso,
tá bom? Aqui tem umas dicas também relacionadas à segunda oportunidade. Tô colocando aqui segunda oportunidade da ordem três, tá? Ou seja, Aquelas disciplinas que vocês fizeram no mês passado. Então, então a partir do dia 18 tem algumas datas aí vocês como é que você tem acesso a essa primeiro que você sabe a prova que perdeu. Bom, tem perdeu uma das provas anteriores do do mês passado, ou seja, da ordem três. Vocês clicam nessa nessa disciplina e solicitam, né, quem quiser, né, quiser fazer a segunda oportunidade, solicitam a partir da data disponível, que é dia 18/05,
tá bom? Então isso tem ainda um Tempo, eu vou voltar lembrar isso, lembrar vocês no quando não quando tiver mais próximo. Nesse momento é importante que vocês se atentarem a esse recupera aí, tá gente? que é uma informação pertinente, já que começou ontem a solicitação e vai até o dia 14/05. Então, se alguém por algum motivo tiver reprovado, né, em algumas das disciplinas, de repente é o momento agora de fazer essa recuperação. Como é que vocês Acessam essa essa esses dados? Primeiro você clica na disciplina que você aprovou e lá vai estar disponível se há
possibilidade de fazer esse recupera aí ou não. Então, automaticamente você tem que preencher, clicar na disciplina do que você reprovou e aí vai aparecer a a opção se você quer ou não fazer a recuperação. OK? Então, basicamente é isso, tá, pessoal? E se tiver alguma dúvidas podem colocar aqui no no chat que eu vou respondendo, Beleza? É isso, professor. >> Tô pronto, né? Deu dos recados, aula concluída, dados os recados, enfim, superamos. Eh, assim, pessoal, quem eventualmente na próxima aula, quem quiser, né? Ah, eu tenho alguma dúvida de conteúdo, tá? Ah, eh, com relação ao
conteúdo ali da do desafio profissional que quiser trazer pra gente, a gente vai pode falar um pouquinho, tá? Mas assim, eu lembro para vocês que tanto eu quanto o Professor João, nós não podemos dizer se vocês estão fazendo certo ou errado o trabalho, se vocês estão eh no caminho sem, enfim, a gente não vai emitir qualquer juízo de valor sobre o trabalho de vocês. Nós estamos proibidos, tá? eventualmente algum ponto da matéria. Ah, professor, eu fiquei com uma pode esclarecer um pouquinho mais desse tema aqui e tal, a gente trabalha isso, mas de resto nós
não podemos então fazer qualquer manifestação em relação ao Acerto ou não da do trabalho de vocês. Então fica aqui o registro de boa noite eh a [limpando a garganta] todos e todas. Boa noite, professor João. Até a próxima semana a todos, todas. E qualquer coisa, mandem mensagem, fiquem à vontade. E ressalto mais uma vez. Mexam no AVA, aprendam a utilizar o AVA e baixem o livro da disciplina, porque vocês só vão conseguir efetivamente desenvolver o desafio profissional se vocês lerem o material. Tá bom, gente? Um abraço grande e até semana que vem. Tchau, tchau. >>
Tchau, tchau. Só respondendo uma pergunta aqui da Cláudia. Eh, o prazo, Cláudia, da tutoria interna para realizar essa correção é de 30 dias após a última data de postagem, tá? Eh, se você olhar aqui no cronograma dessa disciplina, por exemplo, o último dia de postagem é 30/05. Então, eles terão até o dia 30/06 para fazer a correção. Então, se você Falou que tem um mês mais ou menos que você postou, eh, precisa ver se esse se o mês você postou exatamente do último dia de postagem ou antes disso. Então, vai ser considerado o último dia
da postagem no AVA, tá? Não é a sua postagem. Último dia que o sistema liberou essa postagem. Então dá, dependendo da data que você postou, né, fez o envio, pode demorar um pouco mais que 30 dias, tá bom? Leva em média isso, mas eles não estavam levando todo esse Tempo, tá? Mas agora como tem mais pessoas, seja mais provas, mais desafios, mais demora também para o envio, ou seja, acaba acumulando, né? Então, sempre no início, né, do bimestre é mais fácil. Nas primeiras semanas, né, então fica mais fácil também porque não tem toda uma demanda.
No final, ou seja, quando as datas ficam mais limitadas, fica mais difícil mesmo de de fazer toda essa correção, tá bom? Mas aes corrigem, tá bom? Pode ficar Tranquilo. Boa noite a todos, tá? Eu vou parar aqui a gravação e caso queiram pode abrir protocolo, vou chamar aqui no chat que