เฮ Devido ao crescimento das vagas oferecidas pela Universidade de São Paulo, a construção de novos prédios e a constante atualização e renovação de tecnologias, o campus de Piraçununga necessitava de uma renovação e ampliação dos serviços telefônicos e de redes que compõe a infraestrutura básica do nosso dia a dia. Por esse motivo, o Centro de Informática de São Carlos, a Coordenadoria de Tecnologia da Informação da USP e a Coordenadoria do Campus Iperaçununga desenvolveram um ousado plano de reestruturação desses serviços que envolveu a construção de quatro novos prédios, o lançamento de novos cabos óticos e o remanejamento de toda uma estrutura já implantada naquele campus, visando sua ampliação e uma melhor distribuição com a visão voltada para o futuro. Ao longo dos últimos anos, a Universidade de São Paulo tem procurado exercer a sua função principal, né, do ponto de vista do desenvolvimento social e econômico do estado de São Paulo.
Para isso, claro, a universidade tem procurado se aperfeiçoar e nesse processo está a questão de oferecimento de novas vagas, novos cursos. Eu me lembro que fui convidado para tomar conhecimento desse projeto numa reunião em Piraçulunga envolvendo as unidades, a coordenadoria do campus, o Cisc e a CTI. >> Nós aqui em Piraçunga não tínhamos condição de realizar diversas tarefas.
a rede de informática apresentava problemas muito graves. Nós demorávamos muito para realizar certos trabalhos. Eh, os pesquisadores tinham seus projetos de pesquisa às vezes limitados por conta dessas restrições.
O serviço de telefonia eh por muitas vezes exigia um esforço enorme de manutenção. Nós não estávamos preparados para atender, né, os docentes e pesquisadores e mesmo a estrutura administrativa do campus. O campus de Piracinunga tinha uma estrutura montada para atender uma demanda que foi válida até um determinado momento.
Em meados de 2008, nós já estávamos detectando uma insatisfação por parte da população acadêmica daquela daquele campus e vinculado alguns problemas básicos. Primeiro, a central telefônica estava instalada num local que ficava na numa das extremidades do campus. Portanto, dificultava a ampliação da malha telefônica dentro daquele campus.
Um outro problema é que a fibra instalada era fibra multimódulo, que dificultava a ampliação da velocidade, porque a hora que eu tenho uma fibra multimódulo associado com distâncias longas, eu não conseguiria passar isso de mais de 100 MB/s junto com todo esse contexto instalado e que serviu num determinado momento, mas que não estava servindo mais, mais naquele momento, nesses novos tempos, né, nós tivemos por parte da CTI eh um esforço bastante grande no sentido de compra de equipamentos modernos, equipamentos no estado da arte e nós tínhamos que providenciar as a instalação desses equipamentos no campus de piros número. Então, dentro desse contexto, nós elaboramos um projeto para alterar o mapeamento daquele campus em termos de a central telefônica mudar de local e em termos da malha ser substituída. Em 2006, nós já tínhamos um diagnóstico que o campus de Praçunga na área de telecomunicações e de informática estava muito atrasado e muito eh deficiente com relação ao que já se fazia na Universidade de São Paulo.
Então o que que aconteceu? nós tínhamos que vencer um atraso, né, que já havia para aquilo que o campus oferecia naquela época, né, e dar conta de uma expansão que vinha chegando, que já estava aprovada e que seria muito rápida. Então, o que aconteceu aqui foi um trabalho muito bacana, muito interessante, que foi criar uma parceria grande que envolveu muitos atores, que pudesse fazer com que a gente saísse da situação que a gente estava observando, né, e inclusive poder planejar um futuro que já mostrava, né, uma outra necessidade.
Isso, esse trabalho foi coordenado pelo CISC e envolveu a prefeitura do campus na época, né? Hoje a coordenadoria do campus e os o CTI, a CTI e o CCE. E é por conta dessa parceria que nós tivemos, por exemplo, um envolvimento do CCE, fazendo com que a gente não fizesse uso para muitos dos serviços da terceirização, de forma que muita coisa que foi feita ali foi feita por meio de ou fazendo uso de recursos da própria universidade.
Agora é bom lembrar que nessa parceria nós não tivemos apenas a Universidade de São Paulo participando dela. É sempre importante reconhecer o papel da FAPESP. Por exemplo, as fibras monomó que foram lançadas vieram do projeto queera e alguns desses recursos vieram realmente de recursos da FAPESP voltados para o aperfeiçoamento da infraestrutura na Universidade de São Paulo.
Então, o modelo adotado foi uma estrutura central maior, que a gente conhece como POP, né, o POP central, e três centrinhos menores de distribuição. E a divisão de tarefa foi feita eh a partir do trabalho técnico do CISC e que ia criando demandas, no caso da coordenadoria, especialmente na área da construção civil, né? ficou sob nossa responsabilidade a construção do do prédio do POP e a construção dos três centros de distribuição.
Eh, a partir desse momento, nós fizemos uma série de reuniões, uma série de discussões e as duas unidades de ensino concordaram em se responsabilizar pelo custo de dois desses prédios, de tal forma que a coordenadoria pagou o custo de um deles, cada unidade eh de um dos outros dois. E esse trabalho foi realizado pela coordenadoria >> dentro da primeira fase do projeto, a primeira etapa foi a migração da central e do DG para o POP PGA. >> Inicialmente começou-se a migrar o cabeamento, né?
O cabeamento tava lá na na associação, aproximadamente uns 200 m de distância e o prédio foi construído dentro dessa distância. Então, a gente tinha que aproveitar esse cabeamento. E aí a ideia, a a primeira fase foi recolher todo esse cabeamento e relançar ele até o prédio novo.
Nessa etapa a gente contou com a equipe técnica do CISC, né? A equipe, pessoal técnico do CISC, contou com a ajuda do pessoal da coordenadoria, funcionários da Coordenadoria, funcionários do FMVZ e funcionários do CCE que ajudou na abertura dos cabos. Paralelamente eh, com a com a migração dos cavos, né, a gente outra equipe do CISC estava instalando os aparelhos Voip.
A ideia do aparelho Voip era deixar alguns pontos estratégico no campus com com o telefone para porque, né, durante a migração, principalmente a primeira semana, todo mundo ia ficar sem telefonia. Então, para isso, a gente instalou os aparelhos VOIP com ramais de São Paulo, porque a central de de Piraçununga estava totalmente desligado. Foram migrados mais aproximadamente 900 pares, né, nesse nesse processo que demorou 4 semanas os 900 pares, mas logo no início já dos 100 primeiro pares que foi aberto, né, já foi possível fazer a migração da central.
Então, a migração, a central em si, ela ficou desligada apenas dois dias. foi o tempo de desligar ela, retirar do prédio antigo e trazer aqui pro prédio novo. Dessas quatro semanas que a gente trabalhou aqui, as duas primeiras semanas tinham três equipes trabalhando independentemente, mas que tinham que manter um certo sincronismo, porque um serviço dependia do outro.
Então, uma equipe já eh fazia o remanejamento do cabo, que você quer recolher eles da do ponto antigo pro ponto novo. Uma outra equipe que cuidava para abrir os cabos no DG novo, né, que aí foi um funcionário do CCE. E a terceira equipe cuidava de fazer o o remanejamento dos dos ramais no DG antigo.
O DG antigo deixou de ser DG e passou a ser um ponto de distribuição. Então precisou fazer uma inversão de todos os ramais instalados naquele DG. O processo de imigração da central demorou praticamente 20 dias.
Ela foi 4 semanas, mas foram 20 dias trabalhados. No 15º dia já estava tudo funcionando normalmente. Alguns ramais não voltaram a funcionar e aí passou-se paraa etapa que foi praticamente uma semana, né, 5 dias de fazer os ajustes eh ver qual foi o problema com aquele ramal de 400 ramais.
Tivemos problema aí nums 20 ramais mais ou menos, que ficou nessa última semana para para resolver os problemas. A segunda etapa foi montar o backbone monomóo. E isso se deu através do lançamento então de cabo ótico monomó de 36 fibras, interligando o POP PGA com os três centros de distribuição >> em função de toda essa problemática apresentada, ou seja, cabeamento estagnado, eh equipamento subutilizado, salinhas pequenas, cabeamento telefônico distribuído, chegou-se um consenso que a infraestrutura precisava ser refeita com criação de salas maiores para atender toda a demanda da região com novos equipamentos de telefonia, novos equipamentos de rede e desta forma seria necessário alocar um espaço maior.
Então hoje existe o prédio que a gente a gente tá filmando aqui que é composto pela central telefônica, pelos equipamentos centrais de rede, nele passa todo o sinal de internet e distribui pro campus, por exemplo, né? Todo o cabeamento ótico chega eh aqui monomódelo. São cabos de 36 fibras, ou seja, 18 pares, né, que dá pra gente ligar bastante coisa nesse campus de Piraçununga.
Cada gavetinha dessa tem de um CD. Então tem o CD central, o Z ovete e o prédio Soares Veg. Dentro de cada CD existe um hack com a mesma quantidade de fibra e aí chega todo a fibra da região.
Esses CDs eles foram preparados também para receber as bandeja óticas de telefonia com a finalidade de minimizar o uso de cabeamento metálico. Com isso, a gente economiza no lançamento de cabeamento, tanto ótico como metálico. Como havia comentado, este aqui é um dos DGs dos centros de distribuição, que neste caso estamos nos DG dos CDs Ovet, que é aqui tá chegando todo o cabeamento que vem do POP e é distribuído pro cabeamento telefônico da região dos Zovet.
Qualquer ampliação que tiver de telefonia nesta área, vai terminar neste quadro aqui. No caso específico do CD Zovete, vai ser instalada uma bandeja remota para atender a região Zovete. E deste lado nós temos o cabeamento ótico que chega da região.
Na primeira bandeja é o cabeamento monomó que vem do POP, que é que liga o CD e é distribuído no cabeamento multimódulo da região. O cabeamento de distribuição neste momento ainda não foi alterado. Em projetos futuros, pretendemos alterar também o cabeamento multimódulo da região.
>> A terceira etapa consistiu da ativação dos centros de distribuição e também da instalação em um dos centros que é o centro do Zovet que atende Efiseia e Hospital Veterinário. de uma bandeja remota para atender essa região do ponto de vista de telefonia. Com isso, nós conseguimos finalizar a primeira fase desse projeto, deixando então um backbone de 1 GB ativo em operação e uma bandeja remota instalada em um dos centros, possibilitando o aumento de ramais daquela região.
Pra gente foi assim, é uma oportunidade muito interessante de conhecer esse essa esse trabalho mais de perto, em especial o trabalho do CISC. Aqui em Piraçulunga a gente não tinha eh eh competência instalada para poder desenvolver esse projeto sozinho e também ao longo desse tempo tivemos a felicidade de contar com o aumento da equipe do próprio campus. Então, nesse momento, agora em 2010, a gente pode relatar um trabalho de 4 anos bastante articulado, né, com os nossos parceiros e também podemos contar hoje com uma equipe interna mais preparada e mais e maior e mais dinâmica, né, para atender agora o a continuidade desse esforço e a manutenção daquilo que a gente já conseguiu conquistar.
A Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP tem aproximadamente 40% das suas atividades desenvolvidas no campus eh de Piraçununga. Eh, nós nós estamos nesse campus desde 1957 e imagine a dificuldade que que tínhamos até então eh junto à área de telefonia e principalmente de internet nessa área moderna antes da da internet, desse sistema, as coisas e qualquer eh temporal que acontecia aqui, nós ficamos sem sem telefonia. sem internet e hoje com esse novo sistema nós estamos totalmente integrado, né?
Todos os nossos laboratórios nós temos internet e com isso a captação dos resultados é online. Isso veio facilitar o trabalho, vamos dizer aquele trabalho manual. No passado nós tínhamos duas linhas de telefone e às vezes qualquer problema que acontecia aqui isso bloqueava tudo.
Hoje é com a com a com sistema novo, moderno agora é nós estamos online. O campo de São Paulo e Piraçunga é online. Nós não temos mais nenhuma, eu diria, dificuldade nessa transmissão eh de dados, tanto na área administrativa, mas principalmente na área de ensino.
Isso é tão importante que eu instalei eh tô acabando de instalar uma sala de teleconferência em São Paulo e Piraçununga. Então hoje as reuniões é que tudo esse pessoal precisava ser deslocado para São Paulo, hoje nós estamos fazendo online. Então e quando é que poderíamos fazer isso?
Bom, inicialmente eu eh eh eu gostaria de de deixar bem claro os os benefícios e os e os avanços que essa essa mudança vai ou irá proporcionar para para não só paraa faculdade de zootecnia e engenharia de alimentos, mas também para o campus de Piraçununga. E eu eu gostaria de de ressaltar que a questão de 15 ou 18 anos atrás, nós tínhamos aqui um um ramal telefônico para vários usuários. era uma coisa absurda de de de se conviver com com tal acontecimento.
Então, hoje com esses com essas mudanças que que foram colocadas, que foram instaladas no campus de Piraçunga, nós temos então três centros de distribuição e tem mais um uma central de telecomunicações instalada aqui e que está atendendo então três grandes setores do campo de Piraçunga, ou seja, o prédio central, o edifício João Soares Veiga, que contempla vários várias as atividades didáticas, eh, e o complexo Zabia, que nós comentamos, que atinge a a a uma parte da da Faculdade de Zotecnia, Engenharia de Alimentos, que está também experimentando um processo de expansão muito grande por lá. Então, com essa eh eh eh eh não só eh eh a instalação desse desse centro de distribuição, mas o que mudou efetivamente em Perastonga é o seu é o seu em termos de material, eh, nós tínhamos aqui um um material com capacidade de 100 M e agora isso multiplicou por 10, estamos aí com capacidade para 1 GB e também a questão de fibra ótica e tudo mais, o que possibilita o aumento de de de novos usuários e assim por diante. Ah, outro benefício esperado e e e é a realização de de videoconferências e de outros eh eh recursos que essa tecnologia da informação possa nos proporcionar e que Piraçununga terá condições também de se utilizar e ficar no mesmo nível de outros camp.
eh, como está hoje, né? Então, a a USP Piraçununga, o campus da USP de Piraçununga passou a ter a mesma condição técnica, vamos dizer assim, eh nessa parte em relação aos aos outros campos da USP. Eu vejo com muita satisfação que essa iniciativa que eu diria muito bem-sucedida, né, entre vários unidades de ensino e pesquisa e vários órgãos da universidade tenha conseguido um êxito num tempo relativamente curto.
Estamos aqui terminando uma primeira fase. A segunda fase, claro que depende de que se e construam ou que terminem alguns prédios, algumas edificações. Estamos, na verdade, na dependência disso, aquisição de mais duas bandejas remotas, mas de qualquer maneira nós esperamos já em meados do ano que vem no Maestadar termos esse projeto executado e é claro que isso vai propiciar serviços de muito boa qualidade, ampliados e consequentemente toda a universidade há de se beneficiar disso.
Então, é com grande satisfação que a CTI eh participou desse projeto, não da não da concepção, porque o crédito aí tem que ser dado ao CISC, mas eu tenho certeza que foi um esforço de muitos órgãos e unidades da universidade. E esse é um modelo que a gente gostaria realmente sempre de implementar e que fosse seguido uma participação eh de vários órgãos e unidades da Universidade de São Paulo. E certamente esse modelo foi bem-sucedido nesse caso.
Portanto, é com grande satisfação que todos nós, né, estamos propiciando a comunidade e de Piraçulunga ou da USP de Piraçununga de ter uma conexão, né, e ter uma rede à altura do que o campus merece e precisa >> a partir do do do da infraestrutura pronta que nós temos, estamos finalizando agora, então é possível dar continuidade, não só a atender os novos prédios, as novas instalações que que vão continuar existindo, como a possibilidade de agora eh diversificar o o tipo de conexão que que pode ser feito. É, então, desde coisas que são atuais, que a gente encontra no no ambiente urbano, que a gente tem na na conexão dos outros campos, por exemplo, coisas simples do tipo fazer videoconferências e e tudo mais que agora as unidades de Piraçununga podem eh dispor agora sem e já estão utilizando, como outras outras atividades mais voltadas realmente às atividades de pesquisa do campus. Então eu imagino que possibilidades de sensoreamento remoto, de acompanhamento de de de gado, de de de plantações ou de de coisas do tipo, que pode ser muito melhor acompanhado através de de sensoreamento digital, sensoriamento remoto, que nós temos facilidade para expandir agora e e criar essa essa infraestrutura.
Então, o ponto que eu acho que é importante, eu coloco dois pontos aqui. Um é que eh a infraestrutura tá pronta e eh quaisquer novas adições que tenham que ser feitas são adições pontuais em cada uma das situações que de fato são necessárias. E o segundo, o fato de que essa tecnologia foi desenvolvida eh integralmente dentro da USP, principalmente o os técnicos do CISC e do CCE, que são as duas os dois centros de informática que estão eh trabalhando, que colaboraram muito dentro para esse desenvolvimento.
Então, nós temos uma equipe muito boa dentro do CISC que executou esse esses esses serviços todos. muito pouca coisa eh foi terceirizada, tipo passar as fibras, né, efetivamente colocar fibra, fibra pendurada no poste. Então, algumas dessas coisas que foram foram terceirizadas, mas em essência o todo todo o trabalho mais delicado, tipo a conexão, as conexões, a avaliação das distâncias que tinham que ser cobertas, tanto por dados, que é mais ou menos tranquilo, mas também por telefonia, a distribuição dos do da das centrais de telefonia.
Eh, tudo isso foi executado pelo pessoal do CISC, com uma colaboração muito muito importante também do pessoal do CCE. Quando esse projeto foi foi iniciado, nós tínhamos um horizonte de desenvolvimento de aproximadamente 3 anos. Isso que foi foi planejado, porque nesse horizonte tinha-se a implantação de novos prédios em função de cursos que estão sendo implantados também agora, estão começando no campus de Piraçuna.
Então o o projeto foi feito para atender aquilo que existia na na época, a questão de um ano atrás e mais aquilo que está planejado para os próximos do anos. Eh, no entanto, dado a grande receptividade que a gente teve do projeto nas na na reitoria, na na nos órgãos centrais, a CTI especialmente, nós conseguimos um financiamento de de de tudo aquilo que era necessário e nós conseguimos implantar nessa primeira fase toda a infraestrutura eh daquilo que já existe em Piraçununga. Então, basicamente, eh agora a complementação, a segunda fase do plano vai ser desenvolvida em função de do de como os novos prédios, os novos laboratórios forem fic ficando prontos.
Então agora nós temos certeza de que realmente nós podemos acompanhar e até de maneira proativa as necessidades que os novos cursos têm dentro da da infraestrutura de de telecomunicações, de dados e telefonia.