Muitos homens de 40 e poucos anos, 45 até os 50 anos estão adoecendo emocionalmente, mentalmente falando. Isso é um fenômeno que eu tenho percebido já há bastante tempo. E recentemente, numa mesma semana, eu atendi três homens nessa faixa etária, cada um com uma história de vida, com contexto de vida específico, cada um de um lugar do país diferente e os três com exatamente a mesma demanda, a mesma queixa, se sentindo vazios, cansados, sobrecarregados e sem um sentido na vida.
E isso me chamou muito atenção e me fez querer gravar esse vídeo. Esse vídeo é para você que é homem nessa faixa etária e para você que é mulher que convive com alguém assim, para você entender o que que tá acontecendo com os homens dessa dessa faixa etária. É uma fase que primeira coisa, o corpo começa a mudar.
Então, eu ouvi e recentemente, a minha cabeça ainda tem muitas ideias, mas o meu corpo não acompanha. Eu quero fazer, mas eu não consigo fazer da forma que eu gostaria de fazer. E aí, muitas vezes, a antiga forma de funcionar já não cabe mais naquela situação.
É como se ele quisesse fazer alguma coisa, mas não conseguisse, por uma questão física mesmo, biológica, isso começa a pesar, porque antes isso não existia. Um paciente meu falou: "Antes eu só trabalhava, trabalhava, trabalhava, nem sentia, sentia nada. E se eu tento fazer dessa forma, eu já não consigo mais fazer".
E aí, muitas vezes a forma que a pessoa vivia antigamente começa a não fazer mais sentido pro momento de vida atual. E aí muitos falam que começam a não ver sentido nas coisas. Podem estar trabalhando ou não, num relacionamento ou não, mas independente de tudo isso, é uma queixa muito recorrente essa questão do vazio, do sentido.
Qual que é o sentido de tudo isso? Para que tudo isso? começa a surgir uma sensação de perda de propósito.
E aí, de novo, independente da questão financeira, eu já ouvi isso de homens que tem uma condição financeira e também de homens que não têm, porque muitas vezes, e talvez os homens tenham tenham muito essa percepção de que os bens materiais é que trazem o propósito. Por quê? Porque a grande maioria dos homens é ensinado, é criado, ou talvez seja inclusive da personalidade, da energia masculina, essa coisa do prover, do dinheiro.
Ah, quando eu conquistar alguma coisa, quando eu conquistar esse trabalho, esse bem, eu conseguir fazer isso, tudo vai se resolver. E aí o que acontece é que na grande maioria das vezes não é assim que funciona. Eu já atendi homens que t uma condição financeira muito boa que ainda assim tem esse questionamento.
É o momento que começa a ter aquele sentimento de finitude, porque a gente começa a fazer conta, então a pessoa às vezes começa a ter mais passado do que futuro ou o tempo começa a encurtar e aí aquele sentimento de finitude vem e aí vem um questionamento da sua própria existência. Muitos trazem esse questionamento da sua própria existência. Por que que eu cheguei até aqui?
O que que eu vou fazer com isso? E agora é um momento de profundo questionamento. E muitas vezes isso traz um adoecimento, um adoecimento psíquico, porque aí os questionamentos vê e aí a pessoa não sabe nem por onde olhar, por onde começar ou revisita a sua própria história e aquilo começa a não fazer mais sentido.
E muitas vezes a grande maioria dos homens não consegue perceber esse essa angústia, esse esse essa falta de propósito claramente, porque não necessariamente é uma coisa muito clara. Então, os homens que procuram uma um atendimento, que procura uma consulta ou falar sobre isso, minimamente eles já sabem que tem alguma coisa ali que precisa ser olhada, não sabem exatamente o que. Então, quais são os sinais desse adoecimento, desse questionamento, desse momento que os homens vivem e talvez seja difícil de perceber?
Então, o mais comum e que eu sempre escuto é falta de energia, literalmente mesmo. Falta aquela coisa de ter energia para fazer, inclusive coisas que gosta. Eu já vi vários homens falando isso.
Nossa, eu adorava jogar tênis, eu adorava e fazer alguma coisa, jogar bola e nem isso eu quero fazer mais. Eu não tenho vontade, eu não consigo. Eu queria, eu gosto de fazer, mas eu não consigo.
Então essa energia vital, ela vai reduzindo. E aí muitas vezes é confundido com depressão, com ansiedade e não necessariamente que não seja. Pode ser sim que isso desencadeie uma depressão, uma ansiedade, mas a raiz muitas vezes é essa perda do sentido, é esse questionamento existencial da própria vida.
Uma fala muito recorrente também que é um sinal, é um sentimento de inutilidade diante da esposa, diante dos amigos, dos colegas de trabalho, a pessoa começa a perder aquele senso que tinha antes de est produzindo, de est fazendo as coisas. mesmo as pessoas que estão trabalhando, que estão produzindo, começam a se comparar, começam a questionar. E o que que é muito comum também, começa a acontecer um distanciamento social de todos os homens que me trouxeram essa demanda, eu ouvi isso.
Ah, eu já não quero mais sair, eu tô mais recluso, eu tô mais em casa, eu tô mais fechado. Por quê? Todo esse questionamento, essa angústia, esse senso às vezes de inutilidade faz com que a pessoa não queira se expor, porque vamos pensar que ele não tá, esse homem não tá nem com energia vital para fazer as coisas.
Como é que ele vai socializar? E se ele se compara negativamente, como é que ele vai estar com pessoas que às vezes faz com que ele se sinta mal, diminuído, menor? Então ele vai se fechando, se fechando, se fechando.
E obviamente isso muitas vezes para alguns homens que estão sempre rodeado de gente, estão trabalhando, tão no círculo social, é ruim, porque quanto mais você se isola, mais o que você tá sentindo ele se potencializa. Só que você gostaria de fazer, mas no fundo, no fundo não queria também. E aí você vai se fechando.
E uma coisa também que eu percebo, tenho percebido muito, por muito tempo a gente achou que essa dificuldade de falar não era mais das mulheres. Só que muitos homens, a grande maioria deles t essa dificuldade por ser muito, muitas vezes o provedor, a pessoa que tem aquele instinto de proteção, de cuidado. Então ela não consegue falar não pra esposa, pros filhos, pros amigos.
Então, tá sempre fazendo, uma pessoa que quer ajudar todo mundo, quer fazer, quer resolver, quer se sentir útil, porque essa questão do senso de utilidade pro homem, pra mulher também, mas em especial pro homem que a gente tá falando aqui também é uma coisa que é muito importante. Então essa esse homem ele vai se sobrecarregando, não consegue falar às vezes no trabalho, eu escutei isso de vários homens falando lá no meu trabalho, não consigo falar não. Então eu tô lotado de coisa, lotado de trabalho.
O trabalho não faz sentido nenhum mais. E eu não consigo falar não. Eu queria falar não.
Por quê? Porque muitas vezes esse falar não fica atrelado a essa questão de se sentir útil, de se sentir importante, necessário. Então, pera aí.
Se eu começar a falar não, daqui a pouco as pessoas nem vão me pedir mais. Então, deixa eu continuar falando sim para tudo, para tudo e para todos no trabalho, na família, porque aí eu mantenho esse lugar. Só que isso daqui chega uma hora que não só os homens, ninguém aguenta mais.
E aí esses homens se sobrecarrega, fala: "Nossa, eu não queria mais isso, mas eu não sei fazer assim". Ou às vezes tem filho pequeno ainda, ou tem pessoas dependentes. E aí essa coisa do trabalho de precisar tá ali, fazer e resolver é uma carga que muitas vezes ele não tá dando conta internamente.
Ele quer fazer isso, ele tem vontade de fazer, mas emocionalmente ele tá esgotado. E por que que muitas vezes isso acontece? Hoje isso tá mudando um pouco, mas como que os homens, principalmente os homens dessa faixa etária, então 45, 50 anos, foram criados, que eles não podem demonstrar emoção, que chorar é coisa de gente fraca, que ele não deve falar sobre sentimentos, que isso é bobagem, que não se fala sobre isso, tem que só resolver, correr, ok?
Só que por mais que exista essa fala, existe, exista essa forma de funcionar, os sentimentos estão lá dentro. Homens e mulheres têm sentimentos. Ponto.
Independente do gênero. Claro que sentem de forma diferente, tem formas de funcionar diferente, biologicamente são diferentes sim, mas não deixam de teremo também. E o fato de não falar, de não expressar, de não colocar para fora, não significa que vai resolver.
Muito pelo contrário. Por que que muitas vezes o homem quando chega ali na meia idade começa a sentir alguma coisa e não sabe nem o que é? Por quê?
É difícil de processar o que está sentindo. Porque se esse homem passou uma vida inteira sem minimamente conseguir olhar, falar, entender o que se passa com ele mesmo, como é que ele vai falar isso para alguém? Como é que ele vai falar pra esposa?
Muitos casamentos estão com problema por causa disso. Não é que o homem não quer falar, ele quer, ele quer guardar tudo para si. nem sabe acessar tudo isso.
Eu fico muito feliz quando um homem busca por uma consulta comigo porque mostra que ele precisa de ajuda. Ele não sabe nem por onde começar. Eu atendo homens às vezes que não sabem nem expressar o que estão sentindo, não por uma uma inabilidade, por não quererem, é de fato porque não sabem como faz isso.
Ou não se permite ou não foi permitido a eles falar isso. E os homens precisam sim falar sobre emoção, precisam sim colocar para fora, precisam sim chorar, desabafar. Isso não é sinal de fraqueza.
Muitas vezes eu já falei isso aqui, que a gente colocar para fora, colocar os nossos sentimentos para fora não é uma fraqueza, é sim uma vulnerabilidade, é, mas quando você busca ajuda, busca um suporte para isso, isso tá mostrando uma força de que olha, sozinho eu não dou conta, eu não tô conseguindo, eu preciso de ajuda. E o que que esses homens acabam descobrindo lá quando tão em atendimento ou quando começam passar por um psicólogo, que muitas vezes viveram uma vida inteira pros outros, paraas expectativas e nada para si. Muitos, não é incomum receber pacientes que t um trabalho por uma vida inteira, nunca gostaram do trabalho, nunca foram felizes no trabalho, foram atender expectativa de alguém ou por uma questão financeira ou por necessidade, mas foram fazendo aquilo completamente sem sentido e chega uma hora que a conta vem, não tem jeito.
Muitos às vezes nem se dão conta disso, mas ali quando a gente começa a conversar, né, conversando com um paciente especificamente, ele falou: "Nossa, eu nunca tinha pensado que eu sempre lutei contra mim mesmo. Tinha uma personalidade, um jeito de ser e foi fazer uma coisa oposta ao que ele queria fazer e ele não tinha se dado conta disso. " Então, olhar para isso é muito importante.
Eles vão descobrindo que viveram às vezes décadas focado em produtividade, no trabalho, em fazer e acontecer. Só que isso distanciou ele dele mesmo. E quando chega nessa altura da vida, não só homens, mas mulheres também, eu tô nessa faixa etária também, a gente começa a questionar a própria vida, a própria existência, porque a gente faz o que a gente faz, porque a gente se comporta como a gente se comporta.
E muitas vezes é um choque. O homem, eu percebo assim que tem um um quando tem essa tomada de consciência, muitas vezes derruba, porque não é uma coisa que ele foi trabalhando a vida inteira. De repente, imagina você passar uma vida inteira fazendo uma coisa, vivendo de um jeito.
E quando você para para olhar para isso, você fala: "Nossa, que que eu fiz na minha vida? " Não que necessariamente quem vive essa situação são pessoas que trabalham com que não gosta. Eu já atendi muitos, muitos pacientes que, né, tem são bem-sucedidos, que fazem até o que gostam, mas ainda assim esse questionamento vem.
E às vezes o homem tem uma dificuldade de mensurar o que sente. Eu achei tão interessante uma vez eu ouvi assim: "Sandra, eu tô derretendo". Uma metáfora, claro, mas esse derreter, o que significa?
Como se a pessoa tivesse se desfazendo. É tão interessante. Eu achei tão interessante essa fala, porque diz muito de uma forma muito mais concreta, né?
Você imagina alguma coisa derretendo, mas é isso. É como se a pessoa passasse uma vida inteira lutando por algo. De repente quando ela para e se percebe, ela vê que tá se desfazendo.
E a ideia não é essa. Claro que não. A ideia é que se viva agora a segunda metade da vida é plenamente melhor do que a primeira.
Só que se dar conta disso não é uma coisa fácil. Eles começam a perceber que passaram a vida correndo contra o tempo, correndo, correndo, correndo, correndo, correndo. E aí?
E aí não querem mais essa corrida porque ela perdeu sentido. Correr para quê? Correr contra o quê?
E aí o tempo agora é um limitador. Antes o tempo não era lá na casa dos 20, dos 30 a gente não tem esse pensamento, mas vai chegando na meia idade, a gente começa a pensar, pera aí, meu tempo aqui produtivo, vamos dizer assim, tá menor, que que eu vou fazer com isso agora? E muitas vezes eles acham que, por exemplo, cheguei aqui, cheguei num cargo, cheguei num lugar, tá?
Eu achei que isso aqui vai era o suficiente, mas aí percebe que não é. ou ao contrário, chegou nessa fase, não cheguei onde eu queria, não conquistei o que eu queria e agora eu não tenho mais tempo para correr. Então começa a todas essas esses questionamentos, essas dúvidas, essas crises existenciais.
Então, dito tudo isso, qual que é o caminho? Qual que é a direção que eu tenho dado pros meus pacientes que chegam com essa demanda para melhorar? Primeira coisa e primordial, só o fato de você tá aqui comigo, o fato do paciente me buscar ali na terapia é começar um processo de autoconhecimento para se entender.
Eu sei que pros homens às vezes é muito difícil. Muita gente pergunta aqui: "Ah, você só atende mulher? " Não, eu não atendo só mulher, eu atendo homens e mulheres.
Acontece que as mulheres, acho que por uma série de questões culturais, enfim, por uma série de questões, são as que mais buscam terapia. Os homens hoje em dia, tá? melhorando, isso tá mudando.
Eu acho que a gente, obviamente, isso não é culpa dos homens, mas a gente foi ensinado que terapia era coisa de louco, que eu vou te mandar para um psicólogo se você fizer alguma coisa errada na escola ou é uma ofensa, vai, você devia ir pro psicólogo. Então a gente foi criado assim. Então essa geração de 45, 50 anos ainda tem muito essa visão, mas ainda bem que isso tá mudando.
Então se permitir, se permita. Às vezes você fala assim: "Ai, fazer terapia, ai, nossa, não é para mim". Ou fazer uma consulta, conversar com uma psicóloga, não é, não é para mim.
Eu vou me abrir para que para que que eu vou falar? É importante, a fala é terapêutica. Quando você coloca para fora e se expressa, isso é muito terapêutico e muito produtivo para você.
Se permita, num ambiente seguro, obviamente, colocar para fora os seus medos, as suas angústias, a sua fragilidade. Eu acho muito bonito quando eu tô num processo terapêutico ou numa consulta com o homem e o homem chora. Por quê?
Porque significa que ele conseguiu acessar uma coisa que talvez ele nunca nem tivesse falado. Eu já escutei de vários homens em consulta falando: "Eu nunca nem verbalizei isso que eu te falei aqui. Olha o quão profundo é isso.
O fato de você conseguir fazer isso, isso é muito bom, né? Os meus pacientes, praticamente todos, quando terminam a sessão, fala: "Nossa, que alívio falar isso? " É, parece que tirou um mundo das minhas costas.
Eu já vi, inclusive, eles fazem isso, né? Vários já fizeram. Parece que saiu um peso daqui das minhas costas.
Sai mesmo. Às vezes você pode falar, só falar vai adiantar nada, vai resolver. Adianta, resolve.
Sabe por quê? Porque você se escuta. Quando você se escuta falar coisas, você aquilo fica.
Enquanto você tá só com aquilo preso, você nem sequer acessar aquilo, aquilo vai tomando uma proporção cada vez maior. Então se permita com a sua esposa, converse com ela, fale com a sua esposa, com a sua namorada, com alguém de confiança, com algum amigo que você tenha. Deixa a pessoa saber disso, porque se você tem esse perfil todo que eu falei aqui, você é aquela pessoa que faz, que resolve, que acontece, que é bem visto.
E aí você talvez tenha um pouco de receio de colocar isso para fora, mas pega alguém te dá sua confiança e se exponha. Isso você vai ver que vai te ajudar muito, vai liberar. Quando você divide com alguém o peso, a carga, isso te alivia muito.
Uma coisa importantíssima aqui, revisite os sentidos da sua vida. Como é que tá essa questão aí para você? Você vive com sentido, você sabe o que é isso?
Você tem alguma coisa? E aí eu não tô falando só de trabalho, tá? O trabalho é uma das formas de dar sentido à vida.
É verdade. Se você faz o que você ama, se aquilo te dá sentido, você pode viver plenamente isso, mas não necessariamente só isso. Existem muitas formas.
Você tá vivendo da forma que você gostaria? Você tá sendo quem você é verdadeiramente? Muitas vezes a gente vai passando uma vida e se distanciando cada vez da gente mesmo.
Por isso que tem essa desconexão. Quando você é desconectado daquilo a que você foi chamado, você se perde de si. Você olha pro lado e fala: "Nossa, mas eu não sei nem quem eu sou".
Então, revisita isso. Isso é importante. Se olha, se cuida, vê o que você de fato quer, o que de fato você gostaria.
Eu sei que se você tá sobrecarregado, a sua vontade é de sair correndo, é de fugir, de sumir, de deixar todo mundo para trás, mas não nesse sentido, porque esse seu desejo agora é uma vontade de resolver o problema agora, pontualmente, ainda que você vá embora, que você suma, que isso não vai resolver, porque tudo que tá internamente em você vai junto com você. Então, antes de querer tomar essa atitude mais radical, dá uma olhada em você, se revisita, se permita fazer isso, porque isso vai ser muito bom, você se olhar e se conectar com você mesmo. Pode ser que seja difícil no começo, porque talvez você encontre coisas desconfortáveis, mas é importante que você tome essa consciência para aí sim você fazer uma mudança de vida.
E aí, claro que você vai precisar estabelecer limites, reconstruir vínculos, mudar a sua própria trajetória, mas saiba com certeza absoluta que a segunda metade da sua vida pode ser muito melhor do que a primeira. Acredite nisso. Não é o fim.
Não acabou. Você não encerrou, não encerrou a sua importância. Muito pelo contrário, daqui pra frente é o momento que de fato agora você vai viver plenamente.
Outro dia eu vi uma frase que diz assim que a segunda metade da vida serve pra gente se curar da primeira. E é exatamente isso. Então, se você tá nesse crise existencial nesse momento, não olhe isso como uma coisa negativa.
Olhe como uma oportunidade de mudança. Esse desconforto todo que você tá sentindo é um sinal. É um sinal.
Você não precisa aí ficar tomando remédio, ficar deprimido, ficar fazendo tudo que você não quer, que a sua vida tá resumida a isso. Não está. Não está.
Existe um mundo de possibilidades além disso. Só que para isso você vai precisar primeiro tomar essa consciência desconfortável para depois você tomar uma ação para viver assim uma vida muito mais leve e cheia de sentido. Eu sei que os homens muitas vezes não são adeptos à terapia.
Então vou te convidar aqui para se inscrever no meu canal. Por favor se se inscreva aqui, assista os meus vídeos. Tem vídeos quatro vezes por semana.
Eu vou deixar uma outra direção para você também que é um ebook que eu fiz com indicação de 98 livros leitura. Se você é uma pessoa que gosta de ler e quer se aprofundar, quer se entender, então baixa esse ebook, tá no primeiro, o link tá no primeiro comentário aqui desse vídeo e também na descrição do vídeo. É só você clicar lá, é bem intuitivo, fácil.
Tem livros sobre é comportamento humano de uma forma geral, dividido por categorias. Tem várias várias categorias diferentes, vários livros. Todos esses livros eu li, são livros que eu selecionei.
Então, se você quer se aprofundar, se entender, começa a fazer um processo mais introspectivo, você consigo mesmo. A leitura vai te dar uma base para você conseguir fazer essa mudança de comportamento. Eu vou deixar para você também o link do Encontre-se, que é minha jornada de autoconhecimento.
São vídeos aí mais profundos ainda, baseado na logoterapia também para você entrar nesse processo de autoconhecimento junto comigo. E para te ajudar ainda mais, vou deixar um vídeo aqui para você no finalzinho desse, como recuperar a vontade de viver. Se você tá nesse momento de crise existencial, é muito provável que você esteja sem sentido nenhum, sem vontade de viver.
Então, esse outro vídeo aqui também vai te dar uma direção de como é que você vai mudar essa sua história. Você vê que eu deixei várias formas aqui de te ajudar, então encontra a quem mais se encaixa com você. Eu espero que tudo isso que a gente conversou aqui traga uma luz ao que você tá vivendo e que você possa daqui para frente viver uma vida muito mais plena e com muito mais sentido, combinado?
A gente se vê no próximo vídeo, então, tchau tchau.