Que legal receber ele aqui o nosso convidado. Ele é cantor, ele é autor do Mega Hit Carla, um exemplo de superação para todo mundo. É muito legal.
Tá ele de volta aos palcos, de volta à TV. Chama ele, Diguinho. Marcos Mena, [aplausos] bem-vindo, meu amigo.
Você tá bem? Que bom. Maneir [aplausos] isso.
Que legal. Você tá muito bem. Que bacana.
Depois de quantos anos você tá de volta aos palcos? Eu acho que são 20. Vai mais de 20.
É, eu contei aqui de 22 anos. E então é isso aí. 22 anos.
É isso aí. Você o eterno vocalista do LS Jack. Todo mundo sabe da sua história, né?
fez muito sucesso, faz ainda, mas você teve que interromper a sua carreira por causa de uma parada cardiorrespiratória e foi por causa de um pós-operatório em lipoaspiração. Essa história não é segredo para ninguém, mas é bem legal saber que você tá voltando aí, você tá de volta aos palcos com a parte artística e hoje nós vamos conversar sobre tudo, sobre a sua parte artística, sobre a a aliás, você tá com uma banda aqui bem legal. Quanta gente legal, talentosa, bonita na banda.
[aplausos] Galera de prima, eu quero conhecer sua banda inteira. Mas antes vou deixar claro, vou conversar com Mena aqui também sobre esse período de superação que tão importante quanto sua arte que você vai mostrar aqui, sua música, é mostrar pras pessoas também uma história de superação. Então nós vamos conversar de tudo aqui hoje, mas antes eu quero saber todo mundo da banda que tá aí.
Vamos lá. Como você chama, irmão? Augusto Nogueira.
Guitarra e produção musical. Repical. [aplausos] Quem tá do lado do Augusto?
Sou Genise. Voz violão. Voz violão.
Atrás agora. Atrás. Quem tá na bateria?
Quem tá na bateria? Adson Lemos Batera. Adson Lemos.
[aplausos] Quem tá no e no teclado sentizador? É Cris Simões. Sou produtor musical e também tecladista.
Legal. [aplausos] Quem tá aí no baixo? Sou a Amanda Lagem.
Sou baixista. Baixista. [aplausos] Quem tá aí?
Tudo bem, Danilo? Meu nome é Lucas Camargos. Eu sou Beck Vocal.
Tudo bom? Be vocal Lucas [aplausos] Camargos. E você?
Eu sou Naara Miranda também sou back vocal. Nara Miranda, [aplausos] back vocal. Que legal, viu?
Tá com uma banda e tanto. Onde você conheceu essa banda aí? Vou conhecer a galera através do Cris, né?
Tá produzindo a história toda junto com Augusto. Eles levaram essa galera para tocar comigo. Legal.
Que legal. E vocês estão já há quanto tempo na estrada, cara? A gente já tá tocando junto já faz uns dois anos.
Dois anos. Dois anos. É por aí, né?
Ô, ô, ô, Mena, você sabe que você e eh teve essa interrupção na carreira por alguma coisa, por um tipo de coisa que eu já tive algumas vezes na minha vida, que foi choque anafilático. Exatamente, amigo. Não sei, vocês sabem, eu já quase morri quando criança, eu eu tenho problema com medicamento, eu não posso tomar remédio.
Quando criança, eu fui internada aí por causa de desarranjo intestinal e me deram e eh sonrisal, eu quase morri. Que isso é mesmo? sorrisar.
Eu não posso, não posso. A s de pus. Aí eu falei pro médico que eu não podia, ele não acreditou em mim, pôs no soro, sem me avisar.
Que isso? E aí eu comecei a ter choque anafilático. E alguns anos atrás de novo eu fui no eu fui pro hospital com uma dor nas costas.
Eu avisei o médico plantonista que eu não podia tomar remédio. Ele me ignorou porque ele achou que sabia mais que eu e pôs no soro sem eu saber. E aí eu tive um choque anafilático, que é uma foto que você usa, tá?
Para você imprimiu caneca para vender com essa minha foto. Parecia, parecia que ele, que ele tinha sido atacado por abelhas, inchado. Tem a foto aí.
Ela é linda. Não, mas aí eu já tava no fim do Aí eu já tava no fim. Eu fiquei pior que isso aí eu vendi 180 canecas dessa na minha.
Tem um idiota que põe uma foto minha assim na caneca e compra. Mas o Mas aí eu já tava bom ainda. Eu fiquei mil vezes pior que isso aí.
Mas você teve isso, o choque anafilático, que é uma coisa perigosíssima. Você sabe que uma vez eu tava entrevistando o Ferrugem aqui, um amigo meu que trabalhava aqui, eh, amigo meu até hoje, ele insisti, eu tava e eh com muita dor muscular de de tava na época tava gravando um filme, chamava Exterminadores do Além e eu tava com jornada dobrada, ele f não toma isso aqui que é relaxante muscular. Falei: "Não possível".
Não, esse você pode. Eu não posso não. Sei lá, eu tava com tanta dor no corpo que eu acreditei, tomei no meio.
Quem procurar minha entrevista com Ferrugem aqui, meu rosto começou a inchar durante a entrevista com o Ferrugem. Que isso? O o eu pus até um óculos para entrevistar.
O Ferrugem olhou para mim e falou: "Cara, sua cara tá inchando". Eu falei, ferrou, vou ter choque anafilático. Saí correndo, fui tomar adrenalina para cortar a medicação.
Então essa é uma coisa, eu tô me alongando no tema, mas como é uma coisa que eu já passei, é perigoso, porque quando incha, falta oxigênio no cérebro, incha os vasos, incha glote, incha os vasos cerebrais, vasos sanguíneos e dá um problema. E eu já quase morri algumas vezes. Descobriram isso em mim quando eu era nenê, dando a s infantil.
E tem médico que não acredita quando o paciente fala: "Por duas vezes eu quase morri porque o médico não acreditou em mim e colocou no soro sem eu saber. Já aconteceu. " E com você foi isso?
Foi um choque anafilático que te deixou em coma durante quanto tempo? Cara, se eu não me engano, foram dois meses. Dois meses em coma.
E depois do coma ficou a sequela, porque ele mexe na oxigenação do cérebro. Exatamente. As conexões cerebrais sofrem eh eh elas ficam danificadas, falta oxigênio, o raciocínio.
Você ficou quanto tempo depois, até se recuperar até aqui hoje com fisioterapia, com tudo isso? Você foi desacreditado em algum momento? Fui, cara, no começo, pô, foi feio.
Disseram pra minha mãe que desiste. Desiste. Dois meses em coma.
É, eu voltei, cara, falando em espanhol. Em espanhol. Espanhol.
[risadas] Já voltou melhor. Já. Já voltou numa língua.
Voltou numa língua que tem mais acesso ao mundo. Pô, acesso ao mundo total. Mas você já falava espanhol antes?
Já, já falava porque seu cérebro fez novas conexões. É, eu já falava desde os 14 anos, né? Eu fui morar no Paraguai, né?
Meu pai é militar, então ele tava naquela, né, de ser transferido e tal. E aí a gente foi morar lá no Paraguai e desde lá o ficou, né? Pois, mas você vê que isso isso [limpando a garganta] falam, viu?
Aprender outra língua, aprender novas coisas, às vezes é o que salva muita gente, por que não tem nada a ver com o seu caso, mas fala assim: "Quem tá começando a ter demência, quando você sabe outra língua, isso te salva, porque seu cérebro faz outras conexões. " Exatamente. E com certeza isso te ajudou.
Porque você quando faltou oxigenação no seu cérebro, com certeza seu cérebro encontrou outras conexões. Não é a toa que você voltou falando espanhol, não? Tô quando você acordou do coma, é uma pergunta que eu é uma curiosidade que todo mundo tem.
Você já deve ter respondido isso para muita gente, mas você vai ter que responder para mim. Como que é tá em coma? Você lembra alguma coisa?
Você teve sonhos? Você teve visões? Você foi pro céu e voltou?
Teve alucinação ou foi tudo um preto vazio? Você dormiu e acordou e não como que foi? Foi assim, dormi e acordei sem lembrar de nada, né?
Você simplesmente apagou? Apaguei. E acordou dois meses depois falando espanhol.
Exatamente. Foi um Foi um apagão. Um apagão.
E aí quando você acorda, Mena, você acorda assustado, acorda desorientado ou acha que acordou no outro dia, tá normal? Comecei a falar espanhol, pô. Aí ninguém, pô, meus pais, né, cara?
Agora fodeu, né? Você fala espanhol hoje? Não muito, mas fala.
Menai, recuperação foi trabalhosa. Tem sido, tem sido até hoje. Estamos falando de 22 anos depois.
Hum. E todo dia ainda é um pouquinho de recuperação. Todo dia ainda é, cara.
Novo começo. Qual que é a maior sequela que teve eh da sua volta do coma? Memória foi um problema?
Sério? Até hoje? Uhum.
Memória a curto prazo, longo prazo. Você lembra mais? Você lembra mais fácil das coisas antes do coma ou do que aconteceu ontem?
Que que é mais difícil lembrar? Eu acho que é o que aconteceu ontem. a memória recente, o que, por exemplo, a época do LS Jack, o age, a Xuxa, aquele primeiro grande estouro até o coma.
Você lembra de tudo? Lembro de tudo, mas eu não lembro de ter ido fazer operação. Isso eu não lembro.
Entendi. E letra de música. Graças a Deus, hoje tá tudo de volta.
Isso é bom. Muito bom, né, cara? Ficou eh você teve um processo, foi um processo trabalhoso para você relembrar as letras da música ou ela sempre teve lá?
Eu tive que voltar, né, a me ouvir de novo e tal e pegar as letras de novo. Uhum. Ainda tem pedaços que eu não lembro, mas aos poucos tá voltando tudo pra cachola.
Isso é bom. E aliás, falando em cachola, seu cabelo tá muito bonito, viu? Onde você corta o cabelo?
Depois você me passa o contato do seu cabeleireiro, viu? Fechadíssimo. [risadas] Vamos ver o Marcos aqui cantando na época do dito cujo.
Cadê? [aplausos] O o dito cujo foi um dos nomes antes de LS Jack, né? Foi.
Era dito cuujo, depois a LS Jazz. LS Jazz e depois a LS Jack. Depois LS Jack.
Por que que mudou tanto de nome? como não lembro. [risadas] aqui hoje.
Bom, ô Roger, sempre foi o trage a rigor, que aliás é um nome, teve vários nomes antes. É o fim da picada. Qual foi, qual foi os nomes antes?
Deliros, o fim da picada. The Shirs, teve alguns nomes antes. É.
Ah, não, mas o trage a rigor é imbatível. Um de um nome. É um de um nome.
Sem dúvida. Quando eu era criança eu não entendia porque eu achava que era o trage a rigor. Eu f depois de depois de velho que eu entendi que era que eu sou que que era ultraj dos primeiros shows que a gente foi, tava escrito isso na porta.
O traj rigor [risadas] o traja rigor é um de um nome. E mas o ápice veio com Carla, né? Exatamente.
Carla, você vai cantar no final do programa, Carla, aqui. É verdade. Só uma bagunça hoje.
Hoje vamos cantar [aplausos] hoje já. O Mena vai cantar Carla com a banda. Aliás, como que eu chamo a banda?
Tem um nome a banda? Tem banda do Menas. É banda do Mena.
Menas B. Menas band. Menas band.
A MTV não tocava muito, Carla. A MTV teve que se render aos pedidos do público para tocar. Não foi isso?
Foi verdade. É isso. Você lembra?
Isso eu lembro. Isso. Você lembra?
Trauma. Esse trauma eu tenho que me lembrar, né? Mas aí é o seguinte também.
É mais gostoso quando é assim, não é? Toma, velho. Aqui não entrei por politicagem, não entrei por por média, entrei porque o público quis.
Isso, isso é mais legal. [aplausos] É isso que foi. Mas valioso, né?
Mas valiu. Essa é minha história também. A sua história.
Vamos relembrar ele cantando. Carla, cadê? Eu cheguei [música] a deixar vestígios para você me achar.
Foi assim. Te entreguei [música] meu coração devagar. Eu tentei te roubar aos poucos para você [música] notar que fui eu te guardei onde ninguém vai [música] tirar.
No fundo dos meus olhos, para dentro da memória, te levei. [música] Amor, você me tentou. [canto] Ô Carla, [música] eu te amei como [música] jamais.
O outro alguém [música] vai te amar. Antes [música] que o sol pudesse acordar, eu te amei, ô car. [música] [música] [aplausos] Lembra disso?
Mas esses instrumentos estragaram todos ou como é que foi? [risadas] Estragaram todos. É mesmo?
Passa chuva fodeu. [risadas] Geral. Ô, ô, men.
Eh, você que escreveu Carla? Carla foi. É verdade que foi pra Wilsa Carla?
Você tinha tesão na Wilsa Carla? [risadas] Isso não é verdade, né? É.
E para [risadas] quem que você escreveu? Para quem que você escreveu, Carla? Eu escrevi pra minha minha ex-mulher.
E ela chamava Carla. Chamava Carla. A melodia também.
Fiz a canção. A canção, letra, melodia, tudo pra Carla. Foi difícil lembrar ela para voltar a fazer show ou qual foi a música mais fácil que você lembrou para voltar a se apresentar?
Ela, Carla, eu acho que foi. Hoje você tá casado de novo? Hoje eu tô casado.
Sua esposa tá aí? Sua esposa tá aí? Tá ali.
Cadê ela? Cadê ela? Tá aí?
Posso mostrar? Cadê? [aplausos] Olha.
Tudo bem? R$ 1 Como você chama? Renata.
Renata. Tudo bem, Renata? Tudo bem?
Joia. Será que um dia vai ter a música Renata? Se Deus quiser, Renata.
Ó, outro sucesso do LS Jack foi sem radar, vamos relembrar, mas agora com palinha. Topa cantar. Vamos agora.
Vamos lá. [aplausos] [aplausos] Queimando toda [música] a fé. Seja Deus.
Deus quiser, eu sei que a Mar é [música] o mundo sem você. Você [música] me entorceu e desapareceu. [música] Vou ficando sem [música] me esqueceu.
[música] Obrigado, Senhor, [música] esperando você. [música] [aplausos] Ô, ô, Menan, eh, você foi em tudo que é programa, né? Tudo que é programa de TV.
Você foi na Globo, foi no SBT. A Xuxa te dava muita moral, né? Muita moral.
A Xuxa te apadrinhou praticamente. Marlene Matos. Xuxa, sem dúvida, cara.
É, programa Planeta, né? Planeta Xuxa. Planeta Xuxa.
Você tá direto lá? Eu tô de, eu estavo direto. Ah, no SBT também.
Você ganhou disco de ouro no Gugu aqui. Exatamente. A gente veio receber aqui.
Vamos lembrar aí. Cadê? Hoje eu entrego para o LS Jack o disco de ouro.
São mais de 100. 000 fotas vendidas. Olha lá.
[música] como [música] você tem muitos assim de ouro. Tô ligado, [música] Gugu. A gente não tem não.
Esse é o primeiro, o primeiro fil, primeiro filhote da nossa, da nossa vida. [música] Um sonho de criança, um sonho de de vida e que a gente tá muito feliz. [música] [aplausos] Cara de otário.
Hã? Cara de otário você acha cara de otário? Tava nada que nada.
Olha a ganzarolha ali, velho. Melhor muito. Ô men, você na época ali que vendo o Gugu era casado já?
Não. Não chegou a entrar na banheira do Gugu? Não lembra?
Não lembro nessas horas é bom, é bom esquecer. É bom esquecer. Deixa para lá essas horas.
Deixa essas horas. Deixa para lá. Lembra de quando quando convence você não lembra de nenhuma também, né?
Tá certo. Tá certo. Mas você lembra que isso ia muito no Rock Gold da MTV?
Você se assiste, você se assistir ajuda a relembrar ou às vezes você tá se assistindo e parece outra pessoa que tá lá, você não tem a memória. Por exemplo, quando você vê aqui você ganhando o disco de ouro no Google que a gente mostrou, você lembra desse dia ou parece que você tá assistindo outra pessoa ali? É, parece.
Você não lembra? Hum. Desse dia?
Não lembro, cara. Infelizmente eu não lembro. Você tá aqui comigo, você lembra?
Pô, mas é claro. Aí sim. Aí não, porque agora, né?
Mas amanhã não sei. Mas agora tá lembrando. Amanhã não se sabe.
Vamos, vamos lembrar você no rocking ball. Cadê? Nossa, veja o drible de Marquinhos.
Olha, olha só o lance. Veja aí, passou o pé em cima da bola e continuou na jogada. Os mágicos normalmente têm as mãos mais rápidas do que os olhos.
O Marquinhos, o fenômeno, ele tem os pés mais rápidos que os olhos. É realmente um fenômeno. E tem outro.
Deixou passar, tá com supla. Supla de novo recebeu de volta com Víor e dois contra dois. Ele pode tocar.
Marquinhos fenômeno. Marquinhos fenômeno. Veja sensacional.
[aplausos] Você lembra do Rock Gl? Aposto que esse ele não lembra. É [risadas] esse lembra.
Você tinha o time lá que era chamado Os Comédia, É nós. É nós. Tinha era você o supla, o Charlin Brau Júnior.
Você sabe que outro dia eu mandei o supla tomar no cu no aeroporto, tá? É mesmo? Mandei, velho.
Sabe o que aconteceu? Fofoca aqui. É verdade.
Eu tava voltando de um show em Florian. Te falei isso, né, Rodriguinho? Sim, sim.
Eu tava voltando de um show em Florianópolis. Aí o Sup aí o Supla me viu e aí Danilo falou: "Ô, Supla, tudo bem, velho? Boa viagem aí para nós e tal.
Beleza. Fui sentar no meu lugar. Na volta ele tá esperando a bagagem, eu passo por ele, ele pô, você é esquisito, hein?
Nem para conversar. Eu falei: "Que você tá falando, velho? Você que é um velho de 60 anos usando uma roupa ridícula.
" Por esquisito é você, não sou eu. Vai tomar no seu cu. E isso aí foi a última vez que eu falei com ele.
Olha, já tá na hora de você fazer as pazes com ele. Vem para cá, supla. Eu não, eu não briguei com ele, mas os cara vai meter o louco.
Eu tô de boa, cumprimente o cara normal, ele veio com a que se Mas vem cá, ô olha, queremos você aqui. Não é sempre que a gente tem amizade com homem de mais de 60 anos que se veste igual um jovem de 15. Tem pouco.
[risadas] Posso pedir outra palhinha que é amanhã não se sabe. Ah, demorou. Vamos nessa.
[aplausos] Aceita, [música] aceita assim meu amor. Abraça, proteja [música] e assenta como meu [música] e [música] deixa ser o que for. [música] Que fo que f [música] [música][aplausos] você sempre foi um artista, você sempre foi um músico completo.
Você toca, canta. Compunha. Você ainda tem lapsos de composição?
Você ainda tem vontade de compor coisa nova? Tem música nova que você faz anotações e tá compondo? Tem.
Tenho, cara. Tenho essas te dá uns insites, essas viagens. Aham.
De vez em quando entra numa caixa, né? Isso é bom. Muito bom.
Para você hoje é mais fácil compor em espanhol ou português? Cara, para mim a composição sempre nasceu da viola. Aham.
Eu toco mal para Violão. Você toca mal o violão, pô. [roncando] Só com pão, né?
Aham. Mas sempre nasceu daí, né? Mas você você acha que não toca bem violão, mas o violão te inspira, te ajuda a botar as ideias para fora.
Exatamente. Exatamente. E você ainda tem ideias?
Você tá botando para fora? Você tem anotações e eh novas composições que a gente vai ver em breve. Isso eu tenho.
Você sente? Como que você faz agora o seu processo para compor? Você senta sozinho, vai anotando ou você chama alguém e fala: "Vem cá, vem cá, vai anotando aí, ó.
Eu tô com essa ideia, essa ideia, essa ideia. Como é que você faz? " Eu faço a segunda aí que você t a segunda.
Você chama alguém e fala: "Vem cá, vai anotando aí, vai anotando aí". Pô, porque eu paracrevendo se não d nunca deu certo para mim, né? Tá, continua não dando.
[risadas] Mas eu eu sou curioso para ver uma composição nova sua, hein? É mesmo? Tá com planos de de lançar música inédita?
Tô, cara. Tô a fim de botar, tem que fazer para rodar. E a hora que você botar para rodar, não só eu, como todo mundo vai querer saber qual que é a música nova que o Mena compôs.
É uma coisa que traz curiosidade e todo mundo vai abraçar quando você vier com a nova. Pode tomá-la, né, cara? Com certeza.
Tomá-la. Eh, põe de novo a foto do Mena no Gugu aí. E essa tatuagem que você tem no braço aí, você tem alguma tatuagem nova de quando você voltou para cá?
A minha última tatu, eu vou ter que tirar essa. Pode tirar para nós. É.
Tira, [limpando a garganta] tira para nós aí. Aí, tira a [aplausos] lá. Ah, eu ajudo, eu ajudo aqui o microfone.
Vai lá, vai lá, vai lá. Pronto. A, pronto.
[música] Qual que é a sua mais recente aí? A minha última cara foi essa aqui. Essa aqui é que eu fiz o símbolo da Harley.
Esse aqui é Harley Davidon. É o símbolo, né? Aham.
A logo. Você gosta da Harley Davidon? Pô, muito, cara.
Uma pergunta idiota que eu fiz agora, né? Senão, você não faria tatuagem. Que que é isso aqui, ó?
É verdade, cara. Essa foi uma das primeiras tatuas que eu fiz, que era é uma coisa inca, meio asteca. Que que é?
meio indígena, né? Indígena. É.
Aham. Aliás, é põe uma foto criança aí do do Mena. Ó lá.
Isso. Você gosta de Harley Davidon desde essa época aí, velho. É verdade, cara.
Eu sempre curti motocicleta, cara. Ô, Mena, você, aliás, vou pedir para você colocar a sua jaqueta de volta. sabe por quê?
A hora que você for cantar palinha vai dar problema de continuidade. Isso vai vai com nós aqui. Vai lá, né?
É, é. Pode arrumar o microfone aqui para nós, por favor. Vai, arruma direito, velho.
Podemos. Vamos voltar. Boa.
Ô, ô, Men, você falou que seu pai era militar. Você pensou em ser militar também? Pensei, cara.
Pensei como é que como é que vai de militar paraqueiro? Entre no colégio militar, tava naquela viagem de, eu vou, né, para esse lado. Mas aí logo nessa data eu formei o Dead Season aqui no Brasil.
E aí eu conheci um cantor, né, que me levou para gravar num estúdio, maneiríssimo que tinha lá no Rio de Janeiro. E aí, começou a minha história mais forte com a música, né? Eu fiz dublagens musicais, né?
esse lance abriu na minha cabeça. Você se encontrou, você falou: "É música que eu gosto". É, é música que eu gosto.
Sempre foi músico, cara. Toco violão desde desde o moleque, né? Quando você fazia dublagens musicais, foi quando você gravou a música do Pateta ou foi depois do LSJ?
Foi, foi nessa mesma época. Eu tava falando, para quem não lembra, a abertura da turma do Pateta, quem gravou foi o Marcos Meno. Olha só, [aplausos] legal para caramba.
Você dublou o Hércules jovem também cantando o Hércules? Delei. Cadê?
[aplausos] Você lembra como que você se envolveu com dublagem musical? Foi nesse estúdio que eu tava falando com o T. Você foi no estúdio, começou a fazer as músicas, aí te convidaram.
Fala: "Pô, você tem a voz boa, tenta? " É quase isso, né? Eu fui para lá, meu primeiro professor de canto, Marcelo Coutinho, me chamou para ir trabalhar no estúdio dele.
Eu fui assistente de estúdio e tal, e lá nessa doideira, né? Legal. Eu comecei a estudar canto com ele e aí ele me convidou.
Demais, hein, pô? Muito maneiro, né, cara? Posso pedir uma palinha, uma carta?
Vamos lá. Demorou. [aplausos] [música] Alguém aí?
Eu vou no de hoje me ouv. [música] Alguém é [música] aí? Alguém é aí?
Eu vou queimar no sol hoje te aqui. [música] Vem aqui porque uma carta [música] uma velha garrafa, mais uma carta de solidão. [música] Coloquei na carta o fugido da alma.
[música] [música] [aplausos] Muito bem. [aplausos] Antes da próxima palinha que eu vou pedir já, você lembra que você já saiu na porrada com arte popular? Não lembro.
[risadas] Não falei, não falei. [risadas] É nessas horas que a gente acontece. A memória falha.
[risadas] Memória. Eu vou te lembrar. Não que eu gosto de treta, não é isso, mas vou te lembrar.
Vou te lembrar. Cadê? [aplausos] Ah, que da hora.
É legal. Não, parece que o cara entrou e deu com pandeiro na cara do outro. Ó, mas isso é demais, velho.
Ah, pena que você não lembra, né? Não lembro. [risadas] Nessas começou a treta.
Você não faz ideia. Não faz ideia, ó. Você tá com a turnê tudo de novo.
Tudo de novo, cara. A a música que marcou a volta se chama Anjos. Anjos.
Essa daí eu vou querer palinha, Vamos lá. [aplausos] Só [música] assim eu vou ser feliz. Só [música] assim como eu sempre quis.
Só assim [música] eu vou ser feliz. Ca de vez [música] te ver as [música] [aplausos] boa. [aplausos] Agora eu quero [aplausos] eu quero voltar agora eu quero é focar nessa sua e eh eh nessa nesse seu trabalho musical recente que você tem vem fazendo.
Esse aí é o seu primeiro projeto audiovisual dessa carreira solo, dessa nova fase. Sem dúvida. Você gravou em Minas Gerais, não é isso?
Vamos ver a prévia. Cadê? [música] dos teus olhos olhos para dentro da [música] glória te levei.
Amor você me lembou. [música] Olha lá. Eu dia [música] vem quando jamais o [música] outro alguém vaiar.
[aplausos] Legal. É legal, viu? Te ver no palco.
Legal. Muito bom, cara. Esse projeto vai ser lançado em novembro agora, não é isso?
Verdade. Em novembro. Ó, a agenda da turnê, aliás, parabéns, viu, pela volta, pela resiliência e pela banda ótima.
Você tem ótimas pessoas aí na banda com você. Que banda legal. [aplausos] Banda boníssima, banda legal para caramba.
Aliás, põe de novo só o frame ali. Você falou que era em Minas por um segundo achei que era em Paris, na França, que tinha torre Eel lá atrás, mas foi em Minas Gerais. Minas Gerais.
E como é que tá a vida de estrada? Você tá bem? Tá feliz?
Porque vida de estrada, eu vivo na estrada, às vezes é chato. Você vai pro hotel, dorme fora de casa, é ônibus, é lugar que às vezes não é tão confortável igual sua casa, mas tem que ir. Como que você tá lidando com a vida de estrada?
Você tá feliz de estar na estrada ou é uma coisa que você aguenta porque gosta de fazer show? Eu aguento porque eu gosto de fazer show, cara. É, gosto de encontrar a galera pô, querendo ouvir as canções, né, cara?
Quando você sobe no palco e vê o público respondendo, sua força, você fica, você se sente bem. Me sinto muito bem quando vejo a galera, pô, curtindo, cantando as canções, pô, que eu fiz há muitos e muitos anos atrás, né, cara? Isso é legal, muito legal.
Então, vamos fazer o seguinte, eu vou convidar você para encerrar o de noite hoje, pô, que porque o que vai acontecer agora é que essa plateia e o Brasil todo assistindo em casa vai estar cantando com você igual você gosta. Fechou? Quechadíssimo.
Ó, eu espero você aqui quando você tiver lançando composição nova. A casa é sua, viu, Men? Então, já é, já é.
Obrigado por Vai lá, vai láinho. [aplausos] Só que o nosso convidado vai para lá. [aplausos] Bom, agradecer a plateia, muito obrigado pela presença de vocês.
[aplausos] Valeu. Agradecer você de casa também. E agora tem musical Marcos Mena.
[aplausos] [música] Eu cheguei a deixar destr. [música] Foi assim que entreguei meu coração devagar. [música] tear aos poucos para você [música] notar que fui eu te guardei onde ninguém vai [música] tirar no fundo dos meus olhos olhos [música] para dentro da meóia te levei amor você me levou [música] eu te am [música] como jamais o outro alguém [música] vai amar antes de o [música] sol a [música] te amei.
[música] [música] [música] Cheguei a deixar para você me achar. Foi assim meu coração [música] de guardar [música] aos poucos para vocêar. Sou eu te [música] guardi onde ninguém vai tirar.
[música] Fo dos meus olhos. Olhos para dentro da memória te levei. [música] A você me tentou.
Car, [música] eu te amei como jamais. Um outro alguém [música] vai te amar. Antes [música] meu sol a eu [música] te abar.
[música] [música] [música] fundo [música] dos meus olhos para dentro da memória te lever. [música] Amor, você me tentou [música] eu te ver como jamais [música] um outro alguém faz [música] antes de o sol dessa Eu te amar [música] eu te [música] amei. [música] Eu te vou salvar.
[música] [grito] Valeu, Oh.