Olá boa noite boa noite esperar um pouquinho o pessoal chegar aqui nessa noite maravilhosa tão esperada de por vocês e por mim né que é um tema super importante um tema que eu sinto que é um tema urgente para mim para vocês pras nossas filhas como falar de sexualidade sem sexualizar as nossas meninas Esse é o tema da nossa noite e para quem já me conhece sabe que eu trabalho com sexualidade feminina e a gente tem uma um incentivo né na sexualidade feminina mas não é o que a gente vai fazer essa noite com as
adolescentes a gente não vai incentivar a Sexualidade E aí vocês vão saber porquê para começar né Gostaria que você tentasse eh eh evitar as distrações redes sociais ficasse aqui comigo que vai ser uma aula importante eu preparei aqui os slides pra gente estar juntas se você conseguir papel e caneta às vezes anotar alguma frase anotar algo que pode servir para você no final eu quero dar algumas dicas assim e aí então vamos lá Provavelmente você aprendeu sobre sexualidade e você vive a sua sexualidade hoje aprendendo com a vida né mas eu imagino que que quando
a gente aprende com a vida é como se fosse aquele labirinto né que as crianças lá no no no Jardim de Infância preenchem né com a maçã para chegar na macieira percorre algum caminho volta percorre outro aqui não tem que voltar Opa aqui vai aqui dá para ir e aí é onde a gente tá hoje percorrendo alguns caminhos alguns arrependimentos algumas decisões difíceis às vezes traumático né E a gente não quer que as nossas filhas tenham que percorrer esses caminhos para chegar onde a gente tá e muitas vezes a gente não sabe como passar isso
para elas como a gente percorreu muitos caminhos e tipo tá mas esa aí se ela não percorrer todos esses caminhos e errar e quebrar a cabeça como eu quebrei como que ela vai aprender Então a gente tem medo de como passar isso para ela esse medo é normal eu compartilho com você desse medo Med já senti muito ele e por isso que eu busquei me aprofundar além da sexualidade feminina que eu já vim estudando me aprofundar sobre sexualidade dos Adolescentes E aí por qu o problema não é nosso problema é a forma que a nossa
sociedade nos ensinou e e e age em relação à à sexualidade Eu costumo falar que na nossa sociedade a gente tem dois extremos de sexualidade como se fosse sabe um cabo de guerra de um lado eu tenho silêncio opressão do outro lado eu tenho a hipersexualização nem o silêncio e nem a hipersexualização são os melhores caminhos e às vezes ainda por cima os dois nesse cabo oposto trabalham juntos e aí Além de a gente não ter informações a gente é hipersexualizado então por exemplo aonde né que tem a hipersexualização nós da nossa geração mesmo anos
80 anos 90 fomos bombardeadas por exemplo na televisão né na na nas propagandas de produtos sexualizando muitos corpos femininos e os tabus o silêncio as opressões né então esses dois lados vão gerando Muita confusão e a gente passa a viver a nossa sexualidade de forma confusa porque os hormônios estão a 1000 mas eu tenho a opressão mas eu tenho todo esse estímulo então a gente é tá o tempo todo com essa confusão sem orientação a gente vai buscar as nossas meninas mesmo que a gente não Oriente elas vão buscar informação primeiro que elas são bombardeadas
né hoje tipo na no nosso tempo a pornografia era mais limitado o adolescente precisava comprar eu lembro de algumas amigas mostrarem as revistas dos irmãos mas hoje não ah tem estudos que trazem que os adolescentes com 11 anos o adolescente que tem smartphone com certeza já acessou algum tipo de pornografia menino ou menina aparece borbulha quando os amigos não mostram quando as meninas não vê as amigas não vê mostrar alguma mais velha vem mostrar E aí sem informação vai gerando uma confusão um vazio Eu imagino que que e você passou por isso e a sua
adolescente também esteja passando por isso eu por exemplo contar um pouquinho da minha história para vocês eu engravidei com 17 anos eu fui eu cresci Numa família super conservadora né meu pai policial policial minha mãe dona de casa eh né aquela família bem tradicional e comecei a namorar muito cedo nesse namoro muito cedo era um namoro de sofá sem orientação nenhuma dos meus pais obviamente hormônios a 1000 eu tive iniciei a minha vida sexual jovem engravidei aos 17 anos quando eu engravidei eu ainda ouço né as palavras da minha mãe foi assim eu com muita
vergonha né foi assim todo um foi muito forte eu contei pras minhas irmãs Minhas irmãs me ajudaram contar para os meus pais e aí a minha mãe falou assim para mim eu sabia que isso ia acontecer na hora eu senti muito medo e vergonha mas ao mesmo tempo veio uma pergunta se você sabia que isso ia acontecer por você não me falou nada então mesmo eu já namorando eles faziam de conta como se eu não fizesse nada então tipo ó Se cuidem mas se cuida em quê Não que eu não tivesse o eh acesso à
informação eu tinha acesso à formação a preserv ai falavam de preservativo tinha muita propaganda na TV né meu namorado era super responsável mas se talvez faltou essa informação sabe no Tete a Tete no Olho no Olho o óbvio que precisa ser dito essa frase eu vou repetir para vocês algumas vezes talvez tenha faltado isso e geralmente a falta de informação ela leva à gravidez precoce E aí essa é minha história né E que que a gente tem então dentro dessa sexualidade que a gente vive na nossa sociedade a gente tem então os tabus o silêncio
as respostas evasivas aquelas né tipo piadinha que ninguém entende nada e a hipersexualização os estímulos as conversas o estímulo na TV na rede social às vezes às vezes uma hipersexualização também já cobrando maturidade né E aí qual é o meio-termo que é o meio-termo é onde eu gosto de trabalhar né que é o caminho do meio o yoga traz bastante isso eh o caminho do meio é o caminho da sexualidade saudável e o que que é essa sexualidade saudável sexualidade saudável é eu ensinar por exemplo sobre autocuidado sobre limites sobre comprometimento e responsabilidade sobre os
meus atos eu ensinar por exemplo sobre frustração sobre consentimento é eu respeitar as etapas da fase de desenvolvimento dessa adolescente E aí então essa aula que eu preparei hoje isso foi só uma introdução para vocês eu vou aprofundar um pouco mais ela é para quem ela é para você mãe de menina que não sabe por onde começar mas ela também é para você que já vem conversando com a tua filha e quem sabe aqui eu posso trazer um repertório maior ainda para você é para você cuidadora né madrasta tia avó madrinha professora eh profissional da
área da saúde que tem contato com adolescentes e que se sente também responsável para trazer informações de qualidade porque eu penso que é o gente na nossa sociedade D luz para esse assunto Sabe tirar das cavernas porque muita coisa ruim vem acontecendo aí a gente sabe disso que é por falta de informação e aí eu sei que a grande confusão e o grande medo sobre tipo como falar de sexualidade sem sexualizar é a confusão interna que a gente tem então essa confusão ela já começa na nossa sexualidade de como a gente vê isso por exemplo
quando a gente fala como falar de sexualidade sem sexualizar esse esse título ele já é já é para trazer né essa chamada assim Às vezes a gente pensa por exemplo que a gente como falar de relação sexual com a minha filha e aí eu vou além O que é uma relação sexual aí a gente já pensa direto penetração vagina pênis mas Então vamos começar a quebrar os tabus relação sexual não é só isso relação sexual é mais amplo é a intimidade entre duas pessoas é sexo oral é sexo anal é um amasso muito profundo com
mão tudo isso já pode ser considerada uma relação sexual bom até relação sexual virtual pode acontecer né então é muito amplo a relação sexual só aí já abre espaço pra gente poder tá trazendo vários tipos de informação pra nossa filha pra nossa responsabilidade de trazer informações de valor pra nossa filha quando a gente fala então em relação sexual ela faz parte de algo muito maior que é a Sexualidade Eu costumo falar que a Sexualidade é o que nos dá vida é essa energia Vital então sexualidade ela é muito mais amplo e relação sexual o sexo
é uma partezinha dessa amplitude toda Outro dia eu vi uma referência muito interessante eu vou trazer para vocês pra gente entender que sexualidade não é igual à relação sexual é só a gente lembrar daquela pirâmide alimentar uma refeição não é igual a alimentação quando a gente fala por exemplo que uma pessoa se alimenta bem a gente já imagina que ela come determinadas frutas ou que ela tem um balanceamento alimentar né lembra da pirâmide que bota os açúcares lá no na no topo da pirâmide Depois tem eh proteínas vegetais carboidratos lá na base da pirâmide quer
dizer que ela ao longo do dia dela da semana dela ela faz um balanceamento da alimentação tem hidratação incluído tem por exemplo tem tempo né a frequência que ela se alimenta e a refeição uma refeição é uma coisa só desse conjunto todo por exemplo não dá pra gente dizer que uma pessoa se alimenta bem ou se ela se alimenta mal por uma refeição não é verdade então pra gente entender o conceito de sexualidade a gente entende o quê que uma das partes de sexualidade é a relação sexual mas se inclui os valores pessoais eu Até
preparei vou vou dar uma lida aqui porque é muita coisa a personalidade individual o gerenciamento do ciclo hormonal também faz parte da sexualidade a autoimagem a forma que eu me vejo a forma que eu me mostro pro mundo que eu me visto né a forma que eu me comunico eh as experiências vividas a identidade de gênero a socialização especialmente a socialização cultural tudo isso é sexualidade Então dentro disso dentro desse contexto Qual o nosso objetivo de hoje tenho três objetivos aqui para você primeiro eu vou trazer uma abordagem que quebre os mitos e tabus a
gente já começou aí né sobre o que é relação sexual quebrar os mitos e tabus sobre a o que envolve a Sexualidade de um adolescente o oferecer orientações também leves suaves para que você possa estar trazendo essa orientação paraa tua filha e também lembrar você da importância de assumir a responsabilidade sobre a educação sexual positiva da sua filha Ok porque tem que ser com a gente não dá para esperar que a escola ou que os amigos ou que a internet ou que uma professora que alguém venha precisa que seja nós aqui eu e você mas
antes de continuarmos né eu vou me apresentar vou me apresentar melhor aqui para vocês eu sou Berenice eu sou casada com Adriano há 25 anos nós temos dois filhos um deles é o Bruno que tá aqui comigo me auxiliando aqui esse ponto de luz na minha vida e a Ana Júlia de 14 anos eh eu trabalho com há quase 20 anos né então busco na filosofia do yoga um estilo de vida e me tornei fisioterapeuta e fui buscar uma especialização que fizesse mais sentido para mim já que eu amo trabalhar com saúde feminina E aí
então me especializei em uroginecologia e sexualidade humana e depois fui me aprofundando em sexualidade feminina conduzo o círculos femininos né faço trabalhos terapêuticos trabalhei trabalho com gestante também S doula eh eu começava a a pensar há um tempo atrás de que não pera aí eu tenho que ir pro início da vida trabalhar com gestantes E aí depois eu comecei não agora eu preciso antes de ela engravidar ela precisa ter as informações antes de engravidar porque às vezes quando já tá grávida já tá um pouco tarde vamos falar assim né tarde nunca é né E aí
né eu escrevi o livro O Diário de Adeline Provavelmente você já conhece já ouviu falar ou já leu ele eh escrevi inicialmente paraa minha filha fala sobre saúde menstrual e o ano passado eu trabalhei nas escolas daqui da minha região com educação menstrual para adolescentes E aí foi Nossa um divisor de águas na minha vida porque daí a gente sai da nossa bolha né e entra em outras bolhas né a gente começa a quebrar paradigmas e ver realmente a realidade a realidade das famílias a realidade das pessoas e aí antes de eu continuar eu vou
tomar aqui uma água e quero saber se você tem alguma pergunta o Bruno tá aqui me ajudando se vocês tiverem Pergunta ele vai anotar eu vou responder no final tá e quero saber também que vocês se vocês puderem me sinalizar se eu tô falando muito rápido se vocês estão compreendendo o que eu tô falando como que tá mas daí No final a gente responde tá mas anota para não perder tá tá bom então vamos lá lá estão comigo então né aqui é minha clínica né a Vivaz Tá bom eu tenho meu consultório ali e aqui
nesse consultório eu atendo mulheres mulheres adultas na sua maioria E aí então né na minha jornada de eh saúde feminina trabalhando com mulheres em várias fases da vida eu percebi que todas tinham algo em comum elas tinham algumas disfunções pélvicas que é que eu trabalho né disfunções eh urinárias fecal ou vaginal né de sexualidade eu comecei a perceber que muitos desses problemas podiam ter sido evitados lá na fase da adolescência com informações adequadas sobre saúde mesmo sabe sobre autocuidado sobre higiene sobre autocuidado íntimo sobre sexualidade sobre saúde menstrual E aí eu sempre fui uma mãe
interessada em conteúdos assim né de educação pros meus filhos tanto pro Bruno quanto pra Ana Júlia mas foi quando a Ana Júlia completou 9 anos que foi quando eu escrevi a primeira versão do livro que eu senti uma necessidade muito grande de adentrar nesse universo da adolescente porque eu não queria que futuramente a Ana Júlia tivesse no consultório de uma outra profissional que trabalhasse com saúde feminina porque é muito grande o número de mulheres que T algum alguma questão de saúde feminina e então eu me atentei mais profundamente para isso fui estudar mais profundamente para
isso e eu fui percebendo que a comunicação com um adolescente precisa ser diferente da comunicação que eu tinha com as mulheres adultas né que eu tava atendendo no consultório então a gente precisa ensinar eh e trazer informações às vezes com um cuidado muito maior porque tem a suas limitações a adolescente Ela ainda tá se desenvolvendo Então ela tem algumas fases e um ano né tipo de de 12 para 13 é muita mudança de 13 para 14 é muita mudança então a gente precisa respeitar esse tempo dela E aí então eu comecei a me aprofundar fui
buscando referências com comprei cursos bom essa semana mesmo chegou mais livros ainda da Amazon que eu comprei então assim eu eu decidi assim literalmente romper o ciclo de silêncio que teve na minha família com a minha próxima geração e eu sentia que eu precisava me aprofundar ainda mais porque a educação né a educação que eu dei pro Bruno principalmente a educação em saúde sexual que eu dei pro Bruno é a educação que a gente dá pr os meninos embora ten algum discurso que diga que a gente precisa educar as meninas como a gente educa os
meninos não é bem assim porque a sociedade é diferente né a sociedade Age de forma diferente com eles então por exemplo pro Bruno e além de ensinar ele a se cuidar o seus limites eu precisava também ensinar ele aos limites da da outra pessoa porque são estatísticas muito grandes que tem de de de homens abusadores e eu jamais queria criar um abusador então eu ensinei cons né então por exemplo eh na hora das cócegas por exemplo né que a a Ana e o Bruno tem uma boa diferença de idade E aí quando eh a Ana
Júlia pedia cócegas e ele vinha e fazia cócegas em seguida ela fazia para para para eu dizia Opa no primeiro para dela você para precisei falar isso muitas vezes para ele né porque ele tá mas ela que pediu não mas ela já pediu para parar e aí a gente já começa a ensinar com sentimento eu vou aprofundar nisso com vocês mais brevemente então eu comecei a oferecer paraa Ana Júlia algo diferente né então Além de eu ensinar ela sobre limites e autocuidado ela precisa saber algo mais sobre autocuidado para evitar um abuso Futuro por exemplo
né E aí então eu vi que precisava de uma abordagem diferente com ela eu precisava falar de sexualidade de forma muito mais acolhedora e sem exiros também para não trazer opressão porque eu sei os danos disso né eu eu observo isso no meu consultório por que que eu digo isso eu não eu não posso chegar a oprimir a Sexualidade de uma menina depois eu vou falar mais profundo isso para vocês por isso que é tão desafiador a gente encontrar essa linha essa linha do Meio sabe porque a Sexualidade ela é a nossa energia Vital a
Sexualidade é a energia vital essa energia Vital vai fazer com que a gente vai se expressar no mundo de forma criativa de que a gente vai gostar da vida de que a gente vai ser saudável para isso para que ela cresça essa vamos falar assim eu represento como uma árvore né então é uma sementinha que vai crescer para que essa árvore cresça eu preciso ser a terra fértil para essa árvore poder enraizar crescer raízes Profundas E então trazer todo o potencial dela né o potencial dessa árvore e a mesma coisa nossa filha se eu oprimo
sexualmente ela ela vai ficar sem vitalidade sem expressão sem criatividade E aí é o nosso desafio né gente para isso eu não posso ser uma controladora por exemplo mas eu preciso ser confiança para para ela eu preciso abrir espaço de diálogo expressar meu ponto de vista com respeito né para isso eu fui pesquisar formas de falar e aí a gente faz também um como se fosse um retorno na nossa infância aquilo que eu trouxe para vocês no início eu comecei a observar que dentro do mundo da sexualidade da nossa vida da nossa sociedade das relações
humanas a Sexualidade Ela vai para dois opostos de forma muito natural então naturalmente a nossa sociedade ela oprime ou ela abusa ela manipula nas relações humanas e eu fui vendo os danos disso na minha vida e na vida das mulheres que eu atendo então eu vou trazer para vocês alguns assim conceitos pra gente quebrar por exemplo o que que é hipersexualização né então a gente precisa quebrar o conceito de que hip visualização é só dançar funk e rebolar até o chão uma criança fazer isso por exemplo né não é isso né a hipersexualização ela é
por exemplo eu elogiar elogiar o corpo de uma adolescente que tá se desenvolvendo e chamar a atenção dela pro sensual ou comparar ela tipo a um padrão eu já Vou despertando tando algo nela que talvez eu não precisasse fazer isso porque isso vai trazendo danos só para vocês terem ideia eu sou altamente cuidadosa e mesmo assim eu cometo gafes né Mais ou menos 1 ano e meio atrás eu lembro a Ana Júlia tava né desenvolvendo a a mama dela E aí eu tava escovando o cabelo dela no na no espelho do guarda-roupa dela ela tava
de frente pro espelho ela tava sem blusa e eu tava escovando o cabelo dela E aí eu olhei o corpinho dela e falei ai amor teu seio tá ficando tão lindo ela ã ela olhou assim para mim na hora que ela olhou daquele jeito tipo ã eu pensei hipersexualiza filha tipo ah não me segurei sabe e não é só não se segurar é não pensar sobre isso a gente é tão acostumada eu lembro assim de nós adolescentes na na minha família minha família é muito grande as minhas tias Ficavam falando Nossa fulana tá coxuda todas
adolescentes Nossa fulana não tem bunda tudo isso é hipersexualizar é trazer já conceitos sexuais para uma menina que tá se desenvolvendo ela já tá sendo bombardeada com padrões que são que o quê O que que o que que é referente a isso objeto sexual como se o corpo da mulher fosse um objeto sexual né então assim ou perguntar insinuar já tem namorado às vezes né Tipo às vezes chega aquele Tio e diz ou né Ah vou esperar você crescer para para te namorar tudo isso já hipersexualizar ou por exemplo quando a gente né é incentiva
a nossa filha a usar determinada roupa que parece uma mini adulta sabe tipo Ai um salto tudo isso já é hipersexualizar uma maquiagem tipo Ai não vai se maquiar para sair tipo não ela não não quer se maquiar né Deixa ela né ou tipo Ai que roupa é essa nossa que roupa larga é essa coloca uma roupa mais sabe então assim ó hipersexualizar é não dar espaço para essa adolescente se desenvolver se descobrir dá espaço seguro obviamente mas dá espaço para que ela crie a intimidade dela para que ela tenha a intimidade dela ali eh
protegida E aí né então palavras né como tipo ah tá ficando mocinha hein tipo do nada né a a menina às vezes menstruou do nada alguém vem e fala nossa já é mocinha Olha a confusão que gera na cabeça dessa criança né tipo já é mocinha tipo Oi que que é mocinha sabe então eu jogo uma informação de hipersexualização nessa cabecinha que não pensou sobre isso ainda e tem medos tem dúvid idas tem inseguranças porque o corpo tá em transição tá mudando é algo novo para ela que tá acontecendo e são hormônios então ao invés
de a gente ser um ambiente seguro e diga tá tudo bem Eu tô aqui te acompanhando a gente traz mais dúvida traz mais insegurança a partir de algumas falas E aí fora A hipersexualização que foge um pouco do nosso controle mas ainda assim a gente precisa estar muito atentas a isso fora né nas mídias sociais nas amigas e E aí esse bombardeio fora gerando uma grande confusão porque a gente tem um estímulo precoce muitas vezes né e sem informações e aí tudo isso é hipersexualização mas tão perigoso quanto a hipersexualização é o outro lado dessa
corda é o silêncio são as opressões são os tabus então por exemplo eu não falo sobre determinados assuntos e se eu não falo sobre determinados assuntos porque a gente sabe que tudo comunica eu já estou comunicando que esse assunto é proibido dentro de casa Se eu não falo sobre determinados assuntos principalmente se ela já ouviu lá fora e ela já tem alguma dúvida e ao mesmo tempo alguma ideia de que não é algo legal ela não vai vir perguntar pra gente então aquela história Só responda quando perguntar não funciona a gente precisa se antecipar a
gente precisa quebrar o silêncio a gente precisa informar Então as meninas meninos também né mas a gente tá falando aqui das meninas crescem desinformadas e pode ter certeza que elas vão recorrer a algum meio para se informar seja as amigas que sabem o mesmo que elas nada seja a internet que hoje tá muito fácil né às vezes não precisa pergunta tá tudo já vem mostrando mas se elas perguntarem eu não tenho o controle do do que que elas vão acessar né Que que isso gera vulnerabilidade então eu tô gerando um ser vulnerável no mundo que
tá ali Digamos que quicando de uma informação para outra sem saber realmente o que é correto e aí a gente não tem o controle e a gente sabe que o que é a Sexualidade no mundo é muito deturpada e é isso que vai chegar até ela E aí riscos de gravidez na adolescência e de início né de sexualidade precoce início de ter relação vida sexual precocemente aí a gente também outra outra parte dessa supressão é as proibições os tabus né então por exemplo não toca a menina não se toca menina não então eu vou interferindo
inclusive no autoconhecimento dessa menina causando sérios danos nisso né então por exemplo como eu falei para vocês que eu sou de uma família bem conservadora eu não me toquei na minha adolescência né eu atendo muitas mulheres que também não não não se tocavam não se masturbava eu né como dividia o quarto com as minhas duas irmãs a gente não tinha esse espaço de intimidade tipo eu não não tava sozinha e não acaba não se descobrindo mesmo só que eu comecei a namorar muito cedo então a primeira pessoa que tocou minha área íntima não fui eu
foi o meu namorado entende como isso é grave entende como como isso é complexo e que isso pode causar um dano na minha sexualidade e causou um dano na minha sexualidade lá na frente na vida adulta isso é tão complexo porque as informações né que as meninas recebem que as moças as mulheres as adolescentes recebem é de que não pode ter relação sexual mas quando casa tem que dar conta né porque quatro paredes daí ela fica tá pera aí mas eu como que eu vou fazer isso né como que eu vou dar cont disso eu
vou de um extremo pro outro então eu essa Muler ela não recebe informação nenhuma depois que ela casa ela precis toda satisfação pro marido dela E aí essa necessidade também de dar a satisfação pro seu marido vai simplesmente fazendo com que ela não SA o que ela gosta ela vai se dissociando se afastando do Prazer dela causando uma série de disfunções sexuais e problemas no relacionamento E aí então né uma educação baseada no medo vou falar para vocês agora então o que que a gente tem então a gente tem a opressão o silêncio a hipersexualização
O que que a gente quer afinal de contas E para isso que eu tô aqui a gente quer a Sexualidade saudável o caminho do Meio uma sexualidade base no amor próprio no autocuidado no respeito no consentimento né E aí eu vou ampliar lembra que eu falei para vocês quando por exemplo eu ensinei o Bruno meu filho que quando a Ana Júlia pedisse para fazer cócegas que ele até poderia fazer mas que a partir do momento da primeiro pedido dela de pare ele já tinha que parar e eu Pri falar isso várias vezes e a gente
precisa falar isso várias vezes para qualquer criança e qualquer adolescente Porque eles estão em desenvolvimento para até que eles aprendam isso é ensinar consentimento limites e frustração Então qual que é o caminho do Meio como que eu vou ensinar a minha filha sobre sexualidade sem sexualizar quando eu faço uma amplitude do conceito de sexualidade e eu começo a trazer PR as relações por exemplo na né começa tudo na troca de fraldas eu peço autorização para trocar fraldas da minha menina da minha bebê na menina por exemplo né agora na adolescente eu bato na porta antes
de entrar eu não fico olhando o corpo dela eu não fico criticando Ai bota isso aqui ai que lindo que tá esse biquíni Ai eu não fico invadindo a privacidade dela e ela vai aprendendo que ela tem privacidade e e quando alguém ultrapassar esse limite ela vai ter um susto porque se ela for educada o tempo todo alguém invadindo a privacidade dela a hora que alguém invadir a privacidade dela desrespeitar ela ela não vai saber o que é então eu já vou ensinando para ela por exemplo nas relações de amizade Às vezes tem alguma amiga
mais tóxica que tipo ah tem que ser só amiga dela não pode ser amiga de outras pessoas né de outras meninas eu já vou conversando com ela sobre isso sobre vestimenta sobre higiene sobre formas de comunicar como que ela se comunica na escola né como que como que tá para ela Isso você entende isso é educar sem sexualizar E aí dentro desses limites gente de acordo por exemplo eu não vou esperar ela namorar para falar por exemplo sobre determinados assuntos preservativo algo assim Isso faz parte das conversas a educação ela precisa que seja continuada só
que gente agora vou fazer um outro respiro aqui porque agora é uma informação bem importante que eu tenho para vocês po até tomar uma água e me falem aí se tá tudo se vocês estão compreendendo se tá tudo bem Tudo ok certo uhum uhum então várias perguntas várias perguntas por favor anotem pra gente não perder e aí eu falo para vocês assim ó gente muitas vezes tá a gente precisa falar sobre o Óbvio E é claro que a gente tem que eh ter um uma uma delicadeza e um respeito tem que começar com a gente
na nossa relação com adolescente sabe eh então por exemplo o Óbvio precisa ser dito né vou dar um exemplo para vocês tá Bruno tá aqui né ele vai ouvir eu falar isso outro dia ele trouxe uma amiga muito querida mas que né os dois TM os dois se gostam muito e e e já namor oraram ia dormir lá em casa e aí eu disse tá mas ela vai dormir no teu quarto porque assim né gente eu sou de família conservadora né tipo tá não vou impedir ele tem 25 anos né mas a gente fica assim
né vamos esclarecer Pera aí vou conversar com você e vou falar dos meus desconfortos que é sobre isso entende o Óbvio precisa ser dito eu vou falar sobre o meu desconforto eu não tenho ele já tá com 25 anos eu não tenho mais assim de verdade uma auto idade sobre ele nem quero ter eu quero que ele ganhe asas né que ele seja autônomo da própria vida mas ok né tá na minha casa eu sou mãe tenho minhas preocupações e a gente tem uma visão mais Ampla da vida a gente já percorreu um caminho um
pouquinho mais longo né então eu acho que cabe com delicadeza trazer aí eu perguntei para ele e tal e ele sim vai dormir no meu quarto e tal e aí eu disse ah então por favor se cuide né usa preservativo e tal e aí ele brincando né ah não seria mal né um bebê né um filho e tal aí eu falei para ele Ah você acha que não seria mal tipo né tipo não tem não tem aqui não tem ali uma relação séria e ela mora longe aí se se você tem um filho e ela
levar o teu filho para longe como que fica eu fui trazendo né e ele Claro ele é não é verdade então talvez não vai fazer diferença nenhuma ele já fosse se cuidar Mas eu precisava falar entende eu precisava ser honesta com delicadeza com respeito eu precisava falar e aí vocês vão falar assim ah tá mas esa aí você tá falando com o cara de 25 anos né E aí com adolescente como que a gente faz a gente faz também assim então outro dia uma a Ana queria ir na casa de uma amiga e é uma
amiga um pouquinho mais nova eu não conheço a mãe não conheço né a a família e aí eu fiquei assim Hum tá daí conversei com a mãe aí a mãe ia sair de casa ia deixar as duas sozinhas durante uma hora e eu já Ai fiquei desconfortável com aquilo e tal aí eu mudei meus planos e aí eu disse olha Ana Olha só eu acho melhor né como é a primeira vez que vocês né vão vão sair do ambiente escolar é que ela venha aqui em casa porque eu vou ficar em casa hoje eu tenho
minhas coisas para fazer no computador e tal eu prefiro que ela venha aqui e é uma preocupação minha E aí eu falei para ela e eu não quero que vocês fiquem no quarto sozinhas de Porta Fechada E aí ela não não tá ficou meio assim tal eh ok né E aí foi entende trazer minhas preocupações trazer com clareza o Óbvio precisa ser dito mas daí gente pra gente chegar nesse nível vou falar para vocês que é uma coisa que eu desenvolvi não foi fácil principalmente com a Ana Júlia que ela tem a personalidade super forte
e ali bem naquele bonzinho da adolescência dos 13 anos ali ela queria super se dissociar super ser autonomia autônoma e né cortou o cabelo sozinha que quis botar um p a gente se Combinei com ela ah ok Você tem 13 anos quando você completar 14 anos eu deixo você botar esse piercing porque Ok não não é uma tatuagem não vai talvez vocês estão me achando aí careta né gente mas eu não sou careta não meus filhos não me acham careta eles me acham acho que não né Bruno não mas essa sou eu né Eu eu
esclareço eu trago Tipo o que eu o que eu penso o que eu sinto aí eu falei para ela assim ó você tá com 13 anos ainda faltava uns sete 7 meses para ela fazer 14 anos quando você fizer 14 anos se você ainda quiser colocar o piercing eu levo você para colocar pai dela não ficou assim tipo tem certeza eu tenho se ela quiser ela aí eu pesquisei um pouco sobre isso tal e OK ela colocou Então ela ela tem essa personalidade assim bem forte e aí para ela eu precisei desenvolver uma habilidade de
comunicação mais assertiva mais empática e criar conexão E aí eu comecei a trazer fazer algumas técnicas né eu eu não falei para vocês mas eu também sou panelista eu tenho hipnose Clínica eu tenho a escuta profunda das emoções que é uma técnica de escuta eu também tenho estudo estudado a comunicação não violenta e eu tenho o yoga eu tenho a bioenergética yoga terapia a yoga Dense eu trago essas técnicas pro meu dia a dia e eu comecei a aplicar algumas delas com ela pra gente criar conexão E aí o resultado foi sur endente assim esse
ano assim o finalzinho já do ano passado assim ela começou a a sabe a florecer setido mais autônoma mais feliz a gente muito mais íntima a gente voltou a se tocar a se acariciar ela tinha ficado meio arredia assim no início porque ela era tão tão desconstruída sabe que eu ai meu Deus como é que eu vou lidar com isso agora e eu precisava dar uma uma recetada assim porque ela mudava muito rápido a cada mês sabe muito rápido assim o humor dela se alterava muito e aí hoje eu sinto assim que a gente tá
num caminho Formoso assim e aí eu comecei né já fazendo isso com ela a falar porque as minhas pacientes também com filhas adolescentes também traziam isso e eu comecei a falar para elas a passar essas técnicas para elas e o resultado foi surpreendente e eu tenho um convite para vocês bem especial na noite de hoje é um workshop para mães e filhas se as filhas não quiserem eu já tô planejando tudo tá bom É pode ser só com a mãe e aí vocês vão ter essas técnicas e essas formas de se comunicar com elas entendeu
mas se elas participarem pelo menos assim de algumas parzinhos desse workshop vai ser mais especial ainda E aí por que mães e filhas justamente porque a gente não tem mais tempo a hora é agora sabe não dá para eu a gente ficar só nós aqui eh que o caminho que eu uso por exemplo com as minhas pacientes o que que é eu adentro que foi o caminho que eu percorri na minha sexualidade eu modifico né as minhas digamos as minhas crenças para naturalmente aos poucos eu passar isso pra minha filha Hum hum a gente não
tem mais tempo para isso sabe o tempo urge a gente precisa pegar um caminho mais rápido a gente precisa pegar um método para isso a gente precisa pegar Chaves pegar técnicas para isso porque o mundo tá muito hipersexualizado elas estão sendo bombardeadas o tempo todo de alguma forma elas vão acessar conteúdos hipersexualizados e a gente sabe lembra que eu falei para vocês que a gente cresce a criança cresce pelo neurônio espelho tem outra coisa que a neurociência tá trazendo que nenhuma informação que a gente recebe consegue ser substituída a gente pode ter outra informação mas
a primeira informação é a que mais fica por isso que não tem precocemente eu trazer informações protetivas e informações eh corretas de forma amorosa sobre sexualidade paraa minha filha quanto antes e se eu for a primeira melhor ainda tipo assim pera aí ela não sabe nada ainda eu vou esperar ela ter essa informação deturpada para eu trazer para ela não gente é a gente que tem que falar primeiro porque a nossa informação ela depois que ela vê assuntos deturpados sexualidade distorcida ela vai dizer hum isso aí tá errado porque o que eu aprendi primeiro não
é assim vocês entendem E aí então para isso né eu vou falar um pouco para vocês Então como que vai ser a gente Preparei um workshop com cinco encontros Ok 2 horas de duração cada encontro e cinco sábados sábado para facilitar aí a nossa vida né de mulheres trabalhadoras sábados pela manhã das 9 às 11 mais ou menos Ok E aí nesse espaço nesse nesse workshop a gente vai ter espaço para superar nossos traumas nossos né nossos limites a gente vai aprender a se comunicar eu vou trazer técnicas de CNV da comunicação não violenta a
gente vai fazer como se se fosse pequenos teatros e você pode fazer com você mesma a gente pode criar salas virtuais se a tua filha não tiver ali você pode fazer com uma outra mulher né virtualmente e ou então fazer sozinha com você mesma que também é muito interessante por exemplo né algumas técnicas é como eu me vejo né E a sua filha vai falar também como ela se vê e depois vocês vão compartilhar isso mas só o fato de você tá escrevendo sozinha já vai trazer grandes mudanças e talvez a gente vá conseguir transmutar
isso ressignificar isso então eu acredito fielmente que vai ser uma transformação né uma jornada de grande transformação para vocês não tem nada no mundo que eu faça de verdade assim que eu não planeje muito e que eu não entregue algo muito especial assim foi o livro Diário de Adel assim foi a Vivaz e assim foi foram meus filhos assim é a forma que eu vejo né E aí como que vai ser né Talvez você esteja se perguntando assim ó ah minha filha não vai querer Ok fica aqui comigo que eu já vou te dar o
workshop já vai começar eu já vou te dar uma estratégia ao final de como falar para ela ok que é uma técnica da comunicação não violenta se você nunca ouviu né Depois você vai aprender comigo como que vai vai ser então a gente vai ter cinco encontros O que que a gente vai abordar em cada encontro primeiro encontro a gente vai abordar sobre autocuidado fisiologia anatomia a gente vai falar sobre autoestima sobre padrões de beleza Olha que legal tua filha tá junto para ouvir a opinião de uma outra mulher e não só a tua olha
que legal você ouvir vocês duas compartilharem sobre por exemplo a autoimagem como que vocês se vem né segundo encontro a gente vai falar sobre saúde mental eu vou trazer técnicas exercícios para vocês a gente vai trazer a importância de você como mãe ser o porto seguro paraa tua filha e olha que legal você tá ouvindo e aprendendo técnicas sobre isso né a gente vai criar um espaço seguro de conversas para que você possa criar com a tua filha esse espaço a gente vai trazer algumas técnicas de saúde mental que você pode utilizar por exemplo antes
de ter uma conversa difícil com ela tipo você precisa assim ó ela você precisa tá brigando com ela por alguma coisa chamando a atenção dela por alguma coisa como que você vai fazer isso Pera aí que eu vou te dar uma técnica para você antes de falar isso para ela que você precisa falar porque precisa corrigir esse comportamento dela porque ela está em desenvolvimento você vai fazer uma técnica para tá inteira tá tá assim ó puro amor mas com educação com respeito e trazendo o que você precisa trazer para ela a gente vai falar sobre
gerenciamento das emoções com a escuta profunda das emoções né que é uma técnica e no terceiro encontro a gente vai falar de sexualidade a Sexualidade como parte do todo na nossa vida então a gente vai falar sobre hábitos saudáveis a gente vai falar sobre autoimagem a gente vai falar sobre Auto prazer que tá a gente tá muito além de masturbação vocês entendem Auto prazer eh hoje de manhã o Bruno tava comendo um cookies E aí ele comia o cookies E ai meu Deus que delícia isso é prazer na vida não é só sexo prazer na
vida entende e se eu não tenho o prazer de tomar um banho gostoso e ai desfrutar desse banho gostoso provavelmente eu não tenho prazer também na minha vida sexual entende é só uma extensão da nossa vida e aí isso a gente vai permitir permissão fazer técnicas de permissão para ser feliz permissão para ter prazer na vida aqui eu naqu eu vou trazer a dança terap né do yoga Dan para vocês nosso quarto encontro vem comigo vocês estão me acompanhando né nosso quarto encontro a gente vai falar sobre o desenvolvimento da mente do adolescente é interessante
ela ouvir e você também aprender o que que a neurociência traz só que vamos falar de forma leve né gente não vou ficar falando aqui muito Tecnicamente não tá então a gente vai trazer técnicas teatrais nisso a gente vai por exemplo E fazer perguntas e respostas como se fosse um personagem pra gente testar um pouquinho inho sabe aquelas perguntas difíceis que a gente tem medo de falar mas não não vai ser a gente que vai perguntar e não vai ser nem a gente que vai responder e aí a gente vai ensaiar essas perguntas e respostas
difíceis a gente vai fazer isso para quê para que a nossa filha Aprenda que Liberdade também é responsabilidade e quando eu assumo uma liberdade isso requer riscos né eu preciso tá bem consciente disso E aí a gente vai trazer a escuta profunda também as técnicas de comunicação a gente vai trazer estratégias de comunicação com essa adolescente né e fazer um mapa de sonhos para ela também visualizar para vocês visualizarem o futuro de vocês e aí o quinto é o gerenciamento dos ciclos menstruais é o nosso último né Eh eu acho super importante gerenciamento do ciclo
hormonal ciclo menstrual aprender sobre Mandala lunar sobre o ciclo das emoções sobre as quatro fases a gente vai falar um pouco também sobre a menopausa a gente vai falar sobre menar menopausa os os efeitos hormonais no corpo como que a gente pode gerenciar isso para ter uma qualidade de vida melhor e eu vou trazer também um bônus uma aula gravada para você algo que eu penso que é fundamental e foi uma grande descoberta para mim porque quando as redes sociais elas vieram alguns anos atrás especialmente ali na pandemia a gente não tinha consciência dos danos
hoje a gente tem eu precisei estudar bem profundo sobre isso porque eh a gente passou por algumas situações delicadas na minha casa quanto a isso e eu vou trazer para vocês uma aula sobre Como proteger crianças e adolescentes nas redes sociais e no ambiente virtual tá isso vai ser o bônus bem especial e aí né é agora que você sabe como que a gente vai trabalhar em cada dia desse nosso workshop né eu queria que você imaginasse como que seria você tá comigo né eu tá ajudando você tua filha a gente tá juntas nessa eu
preferi fazer esse primeiro momento num ambiente virtual porque quando a gente faz em grupo Eu trabalho muito com com trabalhos em grupo né retiros terapêuticos com as mulheres às vezes tem muita mistura assim de energia sabe e quando você tá na tua casa é você e eu tô aqui né te ajudando mas é você com você sabe não tem tanto espelhamento Principalmente nesse primeiro momento você se sentir mais segura de conversar com a tua filha de forma transparente mostrando tua vulnerabilidade isso é o mais importante a chave gente da sexualidade saudável é esse caminho do
meio é a gente assumir a respons habilidade E para isso a gente precisa se conectar a elas aprender a se conectar a elas Eu acredito muito né nessa forma de viver sabe e é é a forma que eu vivo na minha casa assim para mim não tem problema tem solução a gente só não encontrou ainda E aí né vamos procurar a solução então agora eu quero te apresentar uma oportunidade especial de como que vai ser isso eu trabalho aqui na minha clínica atendo mulheres e né a hora de consultar comigo custa r$ 20 mas a
gente vai estar 10 horas juntas não vou cobrar o valor de r$ 200 para vocês mas sim o valor de 12 vezes de R 49 hum vai ser muito especial né Um Valor assim Super Legal ou 490 à vista tá então 12 xz de 49 e ou 490 à vista vai ser muito especial daqui a pouquinho mesmo o Bruno já vai tá colocando o link né se vocês quiserem entrar a gente não vai ter uma turma grande porque eu quero estar juntas com vocês eh vai ser sim a primeira vez que eu vou fazer isso
no ambiente virtual né já fiz isso presencial mas no ambiente virtual não então eu não quero dar um passo muito grande então a turma vai ser limitada ah a gente já vai começar juntas daqui a três dias praticamente eu já vou trazer algum conteúdo para vocês lembra do curso que muitas de vocês compraram e e como falar de sexualidade o minic curso sem sexualizar nossas meninas é um curso gravado que eu fiz já H alguns meses atrás esse curso é como se fosse um pré-requisito para cá tá para esse workshop então minhas amadas agora deixa
eu falar para vocês Então como que vocês vão convidar a filha de vocês tá Anota aí papel e caneta depois eu vou colocar no grupo também essa tecnic tá bom primeiro escolha o momento adequado tá bem escolha um momento adequado aquele momento descontraído que você sente que tá leve e aí você antes de de falar você pode até anotar aí pensa Por que que você acha que esse workshop seria mais especial para você se ela participasse escreve aí para você tá como seria mais especial e aí então eh você vai comunicar isso com ela como
né você vai abrir teu coração de verdade você pode falar para ela que você tem dúvidas de como acessar esse conteúdo com ela de que você não recebeu essas informações da tua mãe do teu pai da tua família e de que você gostaria que fosse completamente diferente com ela que ela não precisasse percorrer tantos caminhos difíceis como ela precisou como você precisou Então você abre abre de verdade assim o teu coração para ela porque eu acho que a chave de da nossa intimidade e da nossa conexão é a verdade tá E aí Eh como que
vai ser Então você fala para ela ó eu descobri que vai ter um workshop né entre mães e filhas e eu gostaria muito que você participasse você vai fazer uma observação né Parece que é para ajudar a conversar mais acredito que vai ser importante e aí você fala como você se sente eu me sinto muito animada com essa ideia porque acho que seria um momento especial para nós duas nos conectarmos E aí então você fala sobre a necessidade tá eu preciso criar um espaço seguro para nós duas onde possamos falar sobre essas coisas sem medo
aou julgamento Então você faz a pergunta para ela que tal assistirmos juntas e você espaço você já não coloca ela contra a parede sabe para ela também não ter que fazer tudo o que você quer né que isso é um grande também uma grande silada para nós né mulheres assim a gente faz tudo que os outros querem a gente também não quer ensinar isso para ela e você abre o espaço Quem sabe você começa a participar e você se se não quiser ficar em todas as aulas você fica livre de entrar e sair né enquanto
eu tô ali assistindo Vai pensando me responde quando você quiser esse tópico Zinho eu vou colocar no grupo para vocês tá porque isso são as técnicas da comunicação não violenta que é a observação o sentimento a necessidade e a pergunta OK tá bom então minhas amadas eu agradeço eu tô muito feliz de ter dado esse passo aqui com vocês Tá eu tô muito feliz de só para mim aqui já valeu muito mas eu vou ficar ainda mais feliz se a gente poder se encontrar no ambiente virtual as vagas vão estar abertas somente por três dias
por quê Porque eu preciso me preparar preparar Já o nosso ambiente virtual já ir aquecendo as nossas aulas iniciam no dia 8 tá E aí ali no grupo se vocês quiserem se vocês tiverem dúvida dúvidas eu posso trazer para vocês a gente vai fazer em alguns sábados eh vou passar aqui para vocês previamente rapidinho né ó dia 8 Ok de fevereiro o primeiro sábado depois dia 22 de fevereiro o segundo sábado dia 3 de Março o terceiro sábado dia 8 de Março o quarto sábado e dia 22 de Março o quinto sábio sábado sábio Então
a gente tem aí Alguns espaços tá então super especial né Eh eu acredito que vai ser muito muito especial mesmo já já tá praticamente preparado Mas é claro que eu vou tá querendo conversar com vocês também né a gente vai vai vai ter algumas conversas ali individuais Antes de a gente realmente começar quando vocês se inscreverem e até para para eu ver a necessidade Às vezes tem uma necessidade individual a gente pode estar trazendo alguma técnica a mais tá bom eu tô super aberta e aí então palavra Sid ah depois eu votar Ok então no
Direct do perfil Diário de Adeline sexualidade ali vocês vão ter o link manda palavra sexualidade mandar a palavra sexualidade no Direct e vai receber é isso OK depois eu vou colocar na bio eu queria que o Bruno vi vem cá Bruno por favor eu queria que ele viesse aqui um pouquinho porque é meu orgulho assim né quando a gente sabe que que que tá fazendo a coisa certa né esse apoio aqui assim na minha vida eh eu fico até boa né porque é muita felicidade assim esse apoio que ele tá me dando assim né então
minhas amadas tô bem feliz agradecida por essa noite e aí se vocês quiserem depois comentar alguma coisa a Live vai a Live vai ficar gravada tá bom Se quiserem comentar se gostaram o que que mais chamou a atenção de vocês eu tô super aberta para ouvir tá bom tem algumas pergunt algumas perguntas vamos lá então ela perguntou quando quando será a primeira aula aham dia 8 de fevereiro pergunta então quando que vai ser a primeira aula tá 8 de fevereiro é a primeira aula mas as aulas vão ficar gravadas tá se em algum desse sábado
vocês não puderem vocês assistem a gravação e vão estar comigo nos outros dias ao vivo e a gente também vai se comunicando a ali tá ela perguntou a partir de quantos anos então a partir de quantos anos como a gente a gente não vai falar de sexualidade diretamente a gente vai falar sobre intimidade sobre conexão entre mãe e filha eu acredito que a gente espera puberdade sabe até para mas assim deixa livre tá a necessidade é Nossa enquanto Mães de nos de nos conectarmos a elas elas não têm essa necessidade né a necessidade é Nossa
coma dessa forma que