No vídeo de hoje, a gente vai falar sobre a metodologia do design thinking. Eu vou explicar o que ela é acho que pode ser bem diferente do que aquilo que você tá pensando. Depois a gente vai falar e vai explicar por que ela é a base de todas as estratégias mais recentes do mundo da inovação e como você, micro e pequeno empreendedor autêntico, pode utilizar esse conhecimento no seu negócio.
Não sai daí. Sol. [Música] E aí, tudo bom com você?
Aqui é Gibacarim, fundadora da Sou TV e do Soul Business, uma escola de negócios para empreendedores autênticos. Na aula rápida de hoje, nós vamos falar sobre a metodologia do design thinking. Eh, essa é uma metodologia muito famosa hoje em dia, né?
Tem sido muito falada. E ao contrário do que pode parecer, apesar de ser uma metodologia do design, ela não necessariamente quer falar só da questão estética e do formato de um objeto. Muitas vezes, quando a gente pensa design thinking, a gente pensa no design enquanto layout, né, de uma de um objeto ou de alguma ferramenta.
Mas e por exemplo, um um imagina um iPhone, um iPod, o que torna ele a um bom exemplo, né, de algo no qual foi usado o design think, não é só é porque ele é bonito, porque ele é clean, porque ele é simples, não. É por causa também da usabilidade, né? a usabilidade daquele daquele objeto é intuitiva, é muito simples e ele vem atender uma necessidade do usuário, né?
Ele é um produto focado no em nós usuários finais. Então o design thinking ele engloba todas essas questões, não é só a questão estética, mas também a questão da usabilidade e também a questão de atender a uma necessidade real, né, de quem vai utilizar aquele produto. Então é por isso que eu coloquei aqui, ó, em volta de todo o processo, que o design thinking é um processo centrado no ser humano.
Porque o que que vem antes disso? vem aquela noção de que eu vou fazer um produto do jeito que eu quero, né? O design ele trabalhava simplesmente assim como um artista, eh, no sentido de produzir o seu próprio desejo.
Agora, não, ele não deixa de ser um artista, mas ele vai mudar o foco do olhar para centrar o processo de criação no ser humano que vai utilizar aquele objeto. Então vamos falar primeiro quais são as etapas do design thinking e depois a gente vai falar um pouco das premissas que envolvem todo esse processo, tá? Então como você pode ver aqui nesse gráfico que ilustra, né, o funcionamento desse dessa metodologia, ele é o um processo que a gente chama de iterativo.
De novo, não é interativo, tá? é interativo, é uma uma coisa de ir e voltar e trabalhar em cima do feedback que a gente recebe. Então, é por isso que a gente tem eh primeiro um processo aqui de expansão, né, e depois um processo de fechamento, um processo de expansão e um processo de fechamento, porque é assim que ele funciona.
Então, a primeira etapa desse processo é a parte da inspiração, de entender qual é o problema. é o momento em que a gente vai olhar para aquele ser humano que a gente quer atender com o que vai ser criado. E aí esse é um processo que ele começa com uma etapa de empatia.
É, então é uma um momento de expansão, porque a gente vai observar eh as pessoas que têm aquele problema, como elas funcionam, como eh como elas lidam com aquilo com que elas têm hoje, quais são as suas necessidades. A gente vai tentar entender no maior detalhe possível através da empatia, né, que é eu conseguir me colocar no lugar daquela pessoa, eu conseguir sentir o que aquela pessoa tá sentindo, né? eu sair aqui dos meus calçados e eu me colocar nos calçados dela, no lugar dela, né?
Então esse é o processo de empatia. Então ele é um processo de expansão porque a gente tá coletando informações. Depois disso, a gente vai para um processo de definição.
Aí a gente começa a fechar um pouco. Então a partir de tudo isso que a gente coletou, a gente tá querendo resolver esse problema. Então, a gente vai começar a fechar.
Como que a gente fecha isso daqui? Em cima de que premissas? Eu vou falar, eu vou explicar um pouquinho melhor depois quais são, mas tem a ver com desejabilidade, viabilidade e possibilidade.
A gente já vai falar disso, tá? Mas a gente vai usar alguns filtros pra gente começar esse processo de definição. Então a gente vai entender, nesse momento, a gente tem uma resposta aqui de qual exatamente é o problema que a gente vai atender e o que que tipo de solução a gente precisa desenhar.
Aí a gente vem pra parte de ideação. É a hora que a gente vai olha abrir de novo, expandir de novo. É a hora que nós vamos começar a criar.
Aqui é o momento em que tem os famosos brainstorms, né, que são aquela as chuvas de ideia, né, que a gente fala eh em grupo, geralmente um grupo tá trabalhando nisso, de preferência um grupo multidisciplinar para trazer vários pontos de vistas, né, de várias áreas diferentes. Então, a gente começa esse processo de ideação. Tem um monte de ideias, tá?
A gente tem um monte de ideias. E agora? Agora a gente vai começar o processo de fechamento de novo, de síntese de novo, né?
É um é um processo de expansão e síntese e a gente vai pra pra fase da implementação, da entrega. E como que funciona essa fase da entrega? Ela é dividida em duas partes.
Primeiro, a partir dessa ideia que a gente teve, das ideias que a gente teve, nós vamos criar alguns protótipos, né? protótipos tem muito a ver com os tais do dos mínimos produtos viáveis, né? Se você assistiu os vídeos que eu fiz sobre metodologia linha startup e sobre customer development ou desenvolvimento do cliente e os links vão estar aqui embaixo na descrição ou no blog ou no YouTube, eh, você já ouviu e já me ouviu falando sobre mínimo produto viável, que são os tais dos protótipos.
Então nós vamos criar versões preliminares, né, desses dessas soluções, desses produtos, para que a gente possa em seguida fazer testes com essas soluções, né, testar, porque a gente vem de um processo de conhecer o cliente, de de de conhecer o ser humano que vai usar aquilo, um processo de empatia, a gente vai definir então eh para que caminho a gente vai seguir. fez uma série de ideias, fez os protótipos e aí a gente precisa voltar lá para aquela realidade, né, do ser humano que vai utilizar para ver se realmente a solução que a gente tá imaginando que vai funcionar, se ela vai funcionar mesmo. Muitas vezes o que acontece nesse momento é que a gente percebe problemas que a gente não tinha pensado neles antes.
a gente começa a perceber, de repente, algumas limitações que a gente não tinha eh notado, que a gente desconhecia. Enfim, esse processo aqui ele é muito de teste, ele é muito importante para que a gente possa refinar ainda mais esse produto, para que ele possa realmente atender a necessidade daquele ser humano que vai utilizá-lo. Eu coloquei aqui no final a aquela aquele círculo, né, que aquele círculo contínuo que, se você lembra, ele aparece tanto no método de desenvolvimento do cliente quanto na metodologia ali em startup.
Eu coloquei ele aqui para lembrar dessa questão interativa mesmo. Esse é um processo que ele pode eh se repetir, né, várias vezes. Não necessariamente a gente vai fazer isso de uma vez só, começar e ir até o final.
Então, eh, para complementar isso, a gente já vaiá lá para as premissas. Então, uma das premissas que tem a ver exatamente com isso que a gente tá falando é a de que esse é um processo não linear. Então, não necessariamente você vai começar aqui numa linha reta.
Vou seguir todos os passos e vou terminar. Não, eh, nessa, nessas idas e voltas, né, nessa coisa de centrar em quem vai utilizar, a gente vai eh muitas vezes ter que, né, fazer um processo um pouco mais complexo, né, para chegar no melhor resultado, que é o que a gente tá buscando. Então, uma das premissas é de que não é um processo linear.
A outra premissa super importante que da qual eu já falei é que é preciso fazer um mergulho na necessidade do usuário, né? É preciso fazer esse mergulho porque se a gente vai centrar esse processo no ser humano que vai utilizar o produto, né, a gente precisa realmente essa fase de empatia é um mergulho na necessidade do usuário. Eh, tem um livro chamado Design Thinking, né?
É um livro do mesmo nome do Tim Brown, que é o CEO de uma empresa chamada Ideal. Eu espero que a pronúncia seja essa mesma, mas que é uma das empresas mais famosas nessa área e que ele conta diversos, é um livro bem gostoso de ler porque ele vai contando histórias, né? Então ele vai ele vai contando eh várias formas eh pelas quais a equipe dele, né, as equipes multidisciplinares da IEL fez esse processo de empatia.
Então é uma coisa de realmente sair da onde você tá ir até o lugar e observar e fazer esse mergulho na necessidade do usuário. E a terceira premissa e não menos importante, na verdade bastante importante, são os três filtros que a gente usa. E o nosso produto, ele precisa est na intersecção desses três filtros, ou seja, ele precisa atender, né, essas três questões.
A primeira delas é a desejabilidade, ou seja, a gente precisa criar algo que as pessoas realmente queiram, né? Que elas queiram comprar, que elas queiram usar, que elas precisem. Então, esse é o primeiro filtro.
O segundo é a viabilidade. E a viabilidade tem a ver com o modelo de negócios que a gente vai criar a partir disso. Ou seja, é viável eu produzir esse produto, né?
Os custos dele e o preço que ele vai ter no mercado depois. enfim, existe viabilidade, né, nessa questão? Ou eu tô viajando e tô falando de algo que não é possível transformar eh num produto, num negócio pra empresa?
E a possibilidade tem a ver com é possível criar esse produto, ou seja, dentro das limitações que eu tenho, né, do local onde eu tô fazendo, da minha economia, da empresa, enfim, de todas as limitações, né, de todas eh as as contenções que eu tenho, é possível criar esse produto. Então, esses são filtros que a gente vai utilizar durante esse processo realmente para fazer a seleção, né, das melhores ideias. Então essa é a base, né?
É a matriz do processo do design thinking. Dá para entender porque que ela, como eu disse lá no começo, é a raiz, né, e o a fundação de todas as estratégias que a gente vem eh comentando nos outros vídeos, é das metodologias de inovação mais recentes, né? Porque eh tanto a metodologia linha startup, quanto a metodologia de desenvolvimento do cliente, quanto o próprio business model canvas, né, que é o canvas de modelo de negócio, eh todos eles são processos que são centrados no ser humano e que trabalham com essa essa questãoa, né, do vai e volta através do feedback.
E todos esses processos fazem esse caminho de expansão e síntese, né? Então é por isso que o design thinking é a base, né, de toda a conversa de inovação que a gente tem nos dias de hoje. E você, micro e pequeno empreendedor autêntico que é, pode se beneficiar muito de usar essa essa metodologia de pensamento do design thinking, que é exatamente isso, design thinking, pensamento do design, né?
pensamento do designer, né, daquele que cria. Então, eh essas premissas todas, né, da gente focar o nosso processo no ser humano, da gente trabalhar com todas essas limitações, com as constrições que a gente tem, da gente entender que o processo não é linear, então ele precisa que eu faça esse vai e volta com a realidade do meu cliente, do mercado, da pessoa que eu quero atender. e que eu vá mudando, né, através disso, que eu comece trabalhando com a empatia, é, trabalhe as ideias e depois teste as minhas soluções.
Então, todo esse tipo de pensamento, né, esse mindset, essa forma de enxergar é muito benéfica para qualquer empreendedor. E se você quer entender um pouco mais de como usar essas metodologias todas que eu ando ensinando, né, de inovação, é, se você quiser saber como aplicar na criação de um micro pequeno negócio ou até na melhoria do seu micro pequeno negócio autêntico, fica de olho que agora no primeiro semestre de 2017 eu tô lançando o meu livro Empreenda com Menos, eh, no qual eu ensino como aplicar tudo isso na prática, né, em micro e pequenos negócios. Se você tá assistindo isso depois do primeiro semestre, fica de olho aqui embaixo que vai ter algum link.
E se você gostou da aula rápida de hoje, curte o vídeo aqui embaixo, se inscreve no canal e compartilhe com outros micro e pequenos empreendedores autênticos como você, que podem se beneficiar também desse conteúdo. E para não perder mais um vídeo como esse aqui, vai lá na nossa página em soubusiness. com.
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Sal.