Olá, eu sou Aleca Rocha, atriz. Interpreto o seu caso virtual de relacionamento bizarro aqui. Agradeço as curtidas, os comentários e as hypadas.
Eh, peço que vocês continuem. A gente precisa dessa frequência aqui para fazer o canal subir. Mas vem agradecer.
Tô lendo o comentário de todo mundo, tô super feliz com os elogios. E é isso, vamos pra história. Só vou colocar o nome porque você sempre vê os vídeos, hein?
Que idade? 60 anos, fotógrafa. Desde pequena eu sempre fui da área de artes e quando eu cresci eu virei fotógrafa.
influência do meu marido. O meu marido fotografava no começo paisagens, foi quando a gente se conheceu e casamos, mas depois ele foi para essa área mais fashion de modelo e aí tudo começou a desandar, né? Porque no início ele era aquele cara sonhador de ter família, de ter filhos e eu também tinha.
a gente foi atrás de construir esse sonho de ter uma família. E eu ajudando ele com essa coisa de fotografia, fui experienciando a ponto de virar uma fotógrafa também de nome no começo, mas era só uma coisa mais assim, eh, paisagem, fotos de família, casamento, não era nada para esse lado tão fashion, que foi o primeiro lado que ele iniciou e que ele largou. largou esses clientes na minha mão e foi pra parte mais de moda que dava mais dinheiro também.
Eh, eu tive meu primeiro filho, meu segundo filho com ele e tava tudo bem. A gente queria ter até cinco, seis filhos, não percebia nada de errado. A gente comprou tudo junto dentro de casa, a gente dividiu tudo desde o começo.
E quando eu engravidei do terceiro filho, as coisas mudaram. essa gravidez já teve um risco assim a mais. Então eu não precisar, eu não podia ficar trabalhando como fotógrafa como eu trabalhei nas outras duas que eu fui até o nono mês tranquilamente.
Nessa eu tinha que ter repouso, tinha que ter toda uma tensão na alimentação e ficar medindo pressão e vitaminas e coisas que eu tinha que tomar. E eles, eu acho que ele se desgastou. Eu percebi que ele foi largando de mão o cuidado que ele teve comigo nas duas primeiras gravidez, mas ele não me contava muito bem o que era.
O que aconteceu, na verdade, foi que ele foi planejando uma nova vida aonde não teria nem eu, nem os filhos dele. E ele só esqueceu de me informar. Ele me informou quando já estava tudo pronto.
Então ele tava vivendo duas vidas e era online, era uma vida à distância, sim, com uma mulher na Europa. Eh, ele só chegou, eu nem cheguei, eu nem tive, tá? O terceiro bebê, tava grávida.
Ele só chegou e falou: "Olha, eu comprei a minha passagem pro país tal da Europa e eu tô indo". E quando eu chegar lá, eu quero, eu vou fazer algumas fotos e tal, alguns trabalhos que eu vou ter, vou ganhar bastante dinheiro e aí você vai com as crianças. Assim, ele não me perguntou se eu queria, se eu achava que isso ia dar certo.
Ele simplesmente resolveu e falou que ia. E eu fiquei assim e ele simplesmente foi, faltando uma semana, ele me falou. E chegando lá, isso mudou, né?
Ele já tinha conhecido uma outra mulher lá, começou a montar a família com essa mulher e simplesmente desapareceu. Ele largou os filhos aqui. Então eu que corri atrás e ainda não tinha tido o terceiro bebê.
Então eu passei tudo isso sozinha. Eu que corri atrás de de cuidar das crianças. Então esse tempo foi um tempo muito de pressão assim na minha vida.
Mas depois os meus filhos cresceram, eh, me retornaram tudo aquilo que eu que eu dei para eles. Importante falar que todos os filhos foram morar fora do Brasil e eu fui eh mudando as vertentes da minha profissão de fotógrafa. Por quê?
Ah, depois que eu cuidei das crianças, depois que elá já tinha um tamanho, me veio uma revolta assim, sabe? tava guardada dentro de mim, de tudo que ele tinha feito. E a área da arte tem a área mais aberta, né?
tem a área que você pode fazer tudo que você quiser. E aí eu fui para essa área mais artística, aonde se saía com várias pessoas, onde se curtia a vida e não tinha e não se tinha compromisso nenhum, mas não fiquei muito tempo também nisso. Eh, depois voltei para essa área de fotos mais de casal, de família, de gravidez.
Com os filhos crescidos, eu me perdi muito a ponto de achar que talvez se eu me relacionasse com mulher daria certo. Eu tentei e não deu. Eh, não tinha nada a ver.
Sabe quando você fica tentando buscar tampar aquele buraco daquilo que aconteceu que você não se curou? Eu percebi que não era isso ainda, mas eu tinha essa busca desenfreada dentro de mim de resolver essa parte de ter um parceiro, sim, apesar de esconder de todo mundo e sempre me mostrar uma mulher independente que já tinha criado seus filhos e que tava chegou no ápice da vida, pelo menos financeira, assim, tinha chegado. Eu não confiava em ninguém para fazer nenhuma parte de trabalho do meu estúdio.
Era eu que fazia tudo desde o primeiro o fechar o pacote de foto. Era eu que fazia tudo. E nessa eu lembro que me mandaram mensagem no celular, né, falando que queriam é cotação de orçamento de book para um ator internacional que tava vindo fotografar no Brasil, que tava eh que ia começar divulgação de trabalho aqui no Brasil e que queria saber quanto que eu cobrava para isso.
Eu fiquei assim porque eu não tava nessa área artística, eu tava na área de família, igual falei. E e eu nunca fui uma fotografada de nome conhecida para colocarem meu nome no Google e acharem, sabe? Chegar essa mensagem.
Eu achei estranho, mas aí depois eles me passaram o contato do ator. Na foto, gente, do perfil era um cara branco, Brad Pitt, assim, parecia o Brad Pitt. E eu achei que era algum ator americano, mas que não fosse conhecido, que fosse, sabe, esses caras que faz, faz publicidade, essas coisas assim.
E aí o nome dele tava Kevin. Kevin, que idade? 28 anos, ator T.
E ele perguntou tudo direitinho, como é que seria, já tinha o endereço da onde que era o estúdio. E quando eu falei o orçamento, eu joguei um orçamento lá alto e tipo ele simplesmente, ah, vou transferir o dinheiro para você. Ele nem quis transferir uma parte, fazer o trabalho e depois transferir a outra.
Ele transferiu total, sabe? Assim, não tinha muito como eu negar. Mas eu fiquei um pouco assim de querer pedir uma documentação para saber quem era esse cara, porque eu achei muito estranho, né, assim, tudo muito fácil.
Só que eu também fiquei com vergonha de questionar ele, sabe? Ah, quem é você? Ah, me dá seu nome que eu vou procurar aqui no Google.
Então eu fechei o trabalho, mas fechei com aquela desconfiança. Eu lembro de ter avisado tipo um guardinha que ficava na rua de casa, que era um cara que a gente saí às vezes também e avisar os vizinhos. Eu fiquei assim, né?
Sei lá, o tal do Kevin vendia tal. Gente, se acontecer alguma coisa, saibam que eu tô pedindo socorro aqui, porque não sei muito bem quem é essa pessoa. Eu conversei com tal do Kevin, que que eu só fazia mais fotos de família, que eu já nem tinha uma visão de como é que tava sendo esse book de ator, né, que talvez eu pudesse indicar outros fotógrafos, isso tudo antes dele transferir o dinheiro.
E ele falou que tinha achado que era um valor muito acessível. eh, gostou do meu trabalho que ele já tinha visto no site. No site tinha fotos de atores antigas, então que para ele tava tudo bem, se eu só se eu me negasse a fazer e gente, o dinheiro já tava na conta, eu ia negar o quê?
O que aconteceu foi que no dia das fotos ele já começou logo cedo falando que ia atrasar, que tinha uns outros compromissos e ele simplesmente não apareceu e pediu desculpa e mandou um extra pelo dia que eu tinha perdido. Gente, quem que pensava nisso? Parecia um costume do sei lá americano.
Não sei. Falei para mim tudo bem. Para mim já tinha virado pegadinha, porque eu acho que ele marcou e desmarcou assim umas quatro vezes e eu tava ganhando dinheiro.
Então eu sabia muito bem que esse homem queria com isso. E assim, não que eu tava achando que ele era milionário, mas assim, muito dinheiro ele tinha, porque mesmo sendo pouco meu buook, caramba, ele pagou, ele ele pagou extra assim, né? Três qu dias.
Enfim, chegado o dia que ele realmente ia, já tava eu, a vizinhança, os guardas, todo mundo ansioso, né? Eu lembro que chegou um homem e aí eu olhei pro homem, olhei pro lado, tinha mais um no celular falando muito, mas não tinha a foto, não era igual o da foto. Tinha uma outra mulher fazendo umas coisas, pegando as roupas e maquiagem, porque assim, ele que traria os looks que ele queria.
E na verdade não era as roupas, né? Era uma mala única, bem murcha, até achei. Aí eu fiquei olhando pr aquele povo e falei: "Ué, o Kevin vem depois?
" Pensei quando eu fui abrir a boca para falar tipo: "Cadê o Kevin, quem é o Kevin? " O "i". Ele já se apresentou: "Oi, eu sou o Kevin, prazer.
" Aí eu fiquei assim, porque esse homem não era o Kevin. Esse homem era uma barra de chocolate preto de 1,80 m de altura com uma garrafa de Coca-Cola de 2 L no meio da perna. Estou falando por quê?
que era o que mais marcava na roupa. Não tinha como. Ele tava com moletom, acho que não tava com as partes, as roupas íntimas.
E ele era muito grande, ele era todo grande. E aí ele se apresentou como e o nome Kevin para mim é nome de branco. Quando ele falou Kevin, eu falei: "Não, gente, não, no qual o sentido?
" Eu eu buguei aí, né? Entrei já olhando, né, na foto do perfil que eu tinha conversado. Falei: "Não, gente, eu não tô louca, eu não vi errado o que que tá acontecendo, né?
" E na maior caruda assim nem se preocupou. E eu sem graça, mas gente tô lá, né, profissional para fazer o serviço. Então vamos lá fazer as fotos do Kevin.
Outra coisa, gente, ele andava com as pernas aberta que parecia que ele tava assado. Na verdade era para suportar o compartimento, né, da coisa, porque realmente eu eu fiquei assim, eu falei, gente, tá? E eu achei o jeito que ele se vestiu.
Eu achei um jeito estranho, porque eu não costumo ver homem se vestindo desse jeito. Então ali já me deu um sinal, né? Ator se vestindo assim com foto.
Onde que eu tô? O que importa? O que ficava na minha cabeça é: "O que importa é que você já recebeu.
" O que importa é que você já recebeu. Aí ficava um que eu acho que era o assessor dele falando o tempo inteiro no celular o que que ia fazer, o que que ia deixar de fazer, para onde que ia, qual reunião que ia ser. E a outra mulher tirando as coisas da mala, perguntando se tinha algum cabide e alguma coisa para colocar.
Detalhe, era uma toalha, um lençol, uma camisa que era tipo toda cheia de furinho e sungas. E aí eu olhei e falei, ia falar, né? Mas se você é ator, eh, a gente costuma fazer uma foto de terna, uma foto mais cool, outra foto mais style, mas tipo, porque a toalha e o lençol, a gente não tava sabendo até esse momento.
Ali eu percebi que eu tinha que ter perguntado dos looks, né? Mas aí quando eu fui questionar sobre os looks, ele já vem em cima falando que ele queria ver direitinho como que ia ficar a luz, porque ele queria que a pele dele ficasse muito iluminada, que chamasse muito atenção pra definição dos músculos. Ele queria uma coisa assim que eu fui e falei: "Meu Deus, aonde que eu tô me enfiando", né?
Nesse dia eu tava com uma assistente e aí ele já chegou com uma essa roupa, né? larga, mas que colava tudo ao mesmo tempo, que dava para ver a movimentação do que a gente não queria muito ficar olhando, mas que a gente ficava olhando porque era bonito, porque é interessante. Então, que que acontece?
Ele já foi pro pra parte do estúdio para fazer foto com essa roupa depois de maquiar e tudo. As poses dele eu já via que tinha alguma coisa errada, porque ele ficava fazendo aquelas posezinhas gigantes, sabe? Não era pose de material de ator que você sorri, você faz uma expressão, você olha para um lado.
Aí imagina eu atrás da câmera, eu falei: "Gente, o que que tá acontecendo? " Eu não sabia. Eu olhava pra cara da minha assistente, a minha assistente olhava pra minha cara, a gente não sabia muito bem como reagir.
Eu falei: "Não, eu tenho que perguntar", né? Aí o que que eu fiz? Eu deixei minha assistente fotografando ele e falei que tava testando só a luz, então poderia ser com ela.
Peguei o cara que tava do lado dele, a outra moça também, e fui perguntar qual era a vertente da foto, qual era o tipo de conteúdo. O cara que tava com ele era aquelas bíbetada, sabe? Que gosta de um barraquinho.
Então quando eu perguntei, ela já virou e falou assim: "Ah, mas conteúdo adulto, filme adulto, você não sabe? " Eu não tô entendendo. Tá no e-mail.
Aí eu tá no e-mail, gente, quando eu fui ler o e-mail, o negócio era a primeira coisa que tava escrito e eu não tinha lido, eu não tinha prestado atenção. Eu passei o olho por cima, entendi que era adulto, se lá não entendi que era de filme dessas coisas. E aí eu li, e reli assim, minha cara foi no chão, não tinha o que fazer.
Então, ali, vamos fazer então. Então, teve foto do quê? Só de toalha, só de lençol, aquela coisa bem aberta.
E eu assim, eu achei que eu ia ficar bloqueada, travada para fazer, mas não, gente, foi tranquilo, sabe? Acabando o ensaio, todo mundo bate palma, aquela coisa toda. Ele veio me perguntar se eu poderia fazer é a parte sem roupa um outro dia.
E aí eu fiquei assim, não, isso não tava no e-mail. Não, isso não tava. E realmente essa parte não tava no e-mail, mas ele disse que tinha ficado confortável e que queria fazer essa parte também.
se eu aceitava, quanto que eu orçava e eu joguei o valor lá em cima para ver se ele ia falar não. Mas é óbvio que ele falou que tudo bem, que ele faria esse valor e aí eu não ia negar esse valor porque assim, eh, eu tava com o quê? 60 lá pros 60 e tantos anos, eu já não tinha mais tanta agilidade de ficar ainda em casamento, de ficar ainda em parque.
Eu já tava cansada dessa coisa. Ele disse que ia passar umas duas semanas para fazer, porque ele ia cuidar mais do corpo, ia cuidar mais de não sei o quê, tinha uma espinha ali, uma coisa ali e toda aquela coisa. Aí essas duas semanas que passaram, ele não ficou em silêncio comigo, ele ficou me mandando mensagem como se eu fosse um guia turístico.
Tipo, ele mandava: "Ai, qual é o melhor lugar para jantar hoje à noite que você conhece? Ai, qual é o melhor lugar para comprar roupa assim? Ai, onde eu acho não sei o que, não sei o quê.
Ah, 95 de março, é seguro tudo. Ele vinha perguntar pr mim, ele realmente não tinha ninguém aqui para informar ele do que ele tinha que fazer ou não. E eu fui respondendo educadamente porque eu ainda teria mais um contato com ele.
Chegou o dia do ensaio, né? Quem disse que ele levou o assessor e a outra mulher? Levou ninguém não, era só eu e ele.
Aí eu falei: "Ai, gente, lá fui eu. " Primeiro que eu não imaginava que ele ia levar aquelas, ai, como é que eu chamo isso? Parte íntima que a gente usa, né?
É normal. Aí sabe uma que é só fio, que é mais mulher que usa atrás o fio, né? Então ele me levou um negócio desse para fazer foto.
Aí ele virava e eu falei: "Gente, não conseguia disfarçar". E a garrafa de Coca-Cola de 2 L, ela nunca baixava, era uma coisa assim que ela sempre tava ali firme e forte de pé. E eu fazia, gente, o que eu suava, o que eu tremia, a minha camiseta ficou tipo toda molhada atrás.
E tá e eu lá fazendo, não vai acabar, vai acabar, vai acabar. Acabou. foi super profissional, tá?
Ele agradeceu tudo, foi embora. Chegando na casa dele, ele mandou um cheguei: "Mas por que tá me avisando que chegou? Não tô entendendo.
" Ah, porque eu quero saber do material eh do material bruto das fotos. Eu queria escolher com você, não queria que você escolhesse sozinho para posso mandar num link? Ah, não, mas eu queria que fosse eh ao vivo, porque aí eu quero saber de poses, de coisas que você poderia me falar, de influências que você me daria.
Tem como a gente marcar uma reunião, um jantar para resolver sobre todo esse material bruto de fotos que você tem, porque vai ser o primeiro material que eu vou divulgar tudo aqui no Brasil. Então, eu queria que fosse uma coisa bem perfeita. E aí, ah, quanto que é que você cobra para essa reunião, para esse para esse gerenciamento?
E eu assim, gente, era um serviço que eu não tinha falado que eu fazia. Parecia que ele queria dar uma continuidade comigo. Esse moço era super novo.
Eu com os meus 60 anos já tinha passado mal só de trabalhar. Falei: "Por que não? " "Porque sim, tô ganhando dinheiro.
Vamos". Marquei o tal do jantar/ reunião para falar das fotos. Esse, gente, ele chegou lá e parece um deus grego.
Sério? Muito bonito. Eu falava: "Gente, que que esse moço tá dando continuidade nessa coisa?
" Mas vamos. Eu olhava para ele que eu ficava vidrada, porque realmente não dava. E aí ele já falou assim: "Ah, você já viu alguma coisa do meu trabalho?
" Eu não, né? E aí eu falei, pesquisei seu nome no Google, mas Kevin não tem, né? Ah, é o meu nome artístico.
Porque você não digitou o sobrenome? Escreve aí, Kevin vai com tudo. Aí digitei e nada, não apareceu nada.
Aí eu olhei sempre a cara dele, ah, eu esqueci que a gente tá no Brasil, né? Eu falei: "Mano, qual o sentido? " "Ah, porque os meus vídeos eles são mais vendidos na plataforma tal e aí o acesso é por outro país e não sei o que".
Começou uma enrolação. E aí eu escutando aquilo, eu falei: "Tá". Mas ele tinha alguns arquivos de trabalho no celular e ele perguntou se eu queria assistir no meio do restaurante, um monte de jeito.
Eu falei: "Gente, ah, só para você ter uma ideia de se tem a se se tá batendo com a foto, a gente era umas desculpas, umas coisas sem perna nem cabeça. Eu sei que eu fui e vi lá os vídeos dele, lógico que sem áudio, né? Mas vi tipo uma partezinha só no início que na verdade não queria que eu visse a a o ato em si, toda uma entrada, uma história de personagem, a apresent apresentação dele e tal.
E aí era essa parte que ele queria que eu visse, menos mal. E aí via tipo legendado, porque também não tava na nossa língua. A gente foi acertando coisas.
Para quem não sabe, quando eu falo material bruto, é um material. A gente faz, sei lá, 900 fotos para só escolher cinco e editar e fazer Photoshop. quatro.
Então, era isso que a gente tava conversando sobre. E aí a gente foi selecionando tudo e já fomos entrando em outras conversas, fomos comendo. E sabe aquele cara grandão, todo que a mulher deseja, selvagem, o que ele tava até aquele momento, quando a gente começou a conversar mais intimamente desapareceu aquele tamanho de homem todo.
Na verdade, ele era super dócil, ele era fofo, ele tinha uma preocupação e em trabalhar mais e mandar dinheiro para os pais. Ele tinha uma preocupação com o irmão dele que tava lá, que tinha que estudar, que ele queria que fosse médico, advogado, qualquer coisa assim. Então ele tinha esse lado mais humano, né?
que aí que a gente foi meio que se conectando. A gente tinha marcado no restaurante, então não sabia se ele tinha carro ou não. E aí quando acabou toda a conversa, ele virou e falou: "Ah, eu quero te deixar em casa".
Eu falei: "Tudo bem". Quando eu saí do restaurante, gente, um carrão, um carrão, fiquei assim. Depois eu descobri que era alugado, né?
não era dele. Eu entrei no carro, tinha um buquê de flores para mim e chocolate. Aí só aí que eu me toquei que o jantar não era só um jantar de negócios.
Ele sim tava interessado em alguma coisa. Agora é uma velhota com aquele homem mãezarrão. Que que eu pensei?
Ah, ele tá querendo passar o rodo, sei lá, tá querendo um desconto, tá querendo uma fotografar de graça, né? Ele vai lá, dá uma divertidinha comigo, aí eu faço as coisas para ele de graça. Depois não pensei em nada, tipo, ai meu Deus, nossa, peguei o o gatão da vez, não.
Mas fiquei lisonzeada com as flores e com o chocolate. Porque qual o homem que faz isso quando a gente marca um date? Não tem.
Ele, a gente tinha ido totalmente profissional e ele tinha pensado nisso. Então eu agradeci aí antes de sair do carro rolou um beijo. Quando aconteceu o beijo, ele não me deixou sair do carro, já arrancou de novo e começou a andar por umas ruas mais escuras.
E eu assim, tá, né? Por que que eu vou negar? Tô aqui para me divertir.
Você quer se divertir? Vamos lá. De repente ele parou em uma rua mais assim discreta.
Nós beijamos, beijamos, beijamos. Não aguentei. Logo fui pra garrafa de Coca-Cola de 2 L, não é mesmo?
E fiz ali o serviço só na garrafa de Coca-Cola. Tomei todo o refrigerante, tomei e depois disso ele me deixou em casa. Não sei se vocês são desligadas assim, mas eu fui, então vou deixar aqui como alerta para vocês.
Eh, no outro dia ele já tava mandando mensagem que queria me ver de novo, porque, né, a gente não tinha feito tudo, né, e aí ele gostou. Só que dali para um segundo ou terceiro dia, eu comecei a ficar doente, doente, doente, doente, doente. Era febre, cansaço e dor de garganta.
Eu não me toquei que poderia ter sido por causa do que eu tinha engolido. Eu fiquei mais ou menos umas duas semanas depois tomando antibiótico e eu não tinha virado pro médico falado que eu tinha feito um boc antes. Isso foi se complicando até eu descobrir que sim, todo mundo acha que fazer a parte do chup chup é não, você não corre risco nenhum, mas você corre sim, você corre o risco de pegar bactérias, vírus e outras coisas e até as que são transmissíveis.
E foi assim que eu fiquei mais ou menos umas quatro semanas tendo que cuidar da minha garganta por ter engolido aquilo. Mas, ó, eu fiz tudo isso como se fosse uma inflamação, como se a minha garganta tivesse inflamada, tá? Eh, eu não cheguei a fazer exame, cogitar que era por isso.
Só mais pra frente eu liguei as coisas e descobri que era. Então, tomem muito cuidado com que vocês engolem. O primeiro sinal de saber que ele passava o rodo mesmo e que ele não se protegia.
Mas quando você tá curtindo, encanado, você nem pensa nessas coisas. E vou falar a verdade para vocês, eu tava mais querendo me curar para encontrar ele de novo. Depois que eu me curei, a gente se encontrou de novo e nós fomos pros finalmentes.
Depois dos finalmentes, ele disse que tinha gostado muito de mim e que queria dar continuidade nisso. E eu falei que talvez não fosse uma boa ideia, mas gente, porque eu tava me sentindo uma velhota perto dele, eu não conseguia me sentir bem. E aí ele veio com um drama de que as mulheres não queriam nada sério por causa que ele era um cara que fazia esse tipo de conteúdo.
E eu expliquei para ele que tudo bem, era por isso também, mas era mais porque eu me sentia muito pouco para ele. E ele falando que não tinha nada a ver, que a família dele já tinha um exemplo assim, a mãe dele era muito mais velha que o pai dele, que se ele tinha se encantado comigo era por coisas que atraíam, independente da minha idade. E aí dessa coisa de querer dar continuidade, a gente foi indo, foi se encontrando, foi fazendo tudo, até de um namoro ele me pedir praticamente ir em casamento e aí eu colocar para ele que e eu não me sentiria bem nessa situação e que sei lá, pelo menos para eu acreditar que isso era verdade, então ele teria que deixar de fazer esse tipo de conteúdo, porque eu não ia conseguir ficar com ele eh fazendo esse tipo de coisa.
E eu lembro que ele tava todo preocupado e olhou para mim e falou assim: "Ah, mas se eu deixar então de trabalhar com isso, você casa comigo? " E aí eu falei: "Não, não é possível que esse cara vai largar esse cara. O que que tá acontecendo?
Deve est acontecendo algum tipo de golpe? " Achei que ele tava brincando comigo, que ele ia desaparecer depois disso. Rolou uma coisa assim: "Eu te quero, eu também te quero, mas tem essa exigência.
Silenciamos sobre isso e continuamos nos encontrando sem fechar mesmo que era um relacionamento, que íamos nos casar, porque eu não acreditava no que ele tava falando e eu tava aproveitando mesmo o momento para mim. Isso de um dia pro outro, ele ia arranjar uma bonitinha, uma novinha e ia ia me dar tchau. Eu já tinha experiência do meu marido, porque eu tive três filhos e que me abandonou.
Por que que eu ia acreditar nesse cara? Até que eu acho que em ces esse cara me apareceu com uma papel, um monte de papel na mão, uma papelada na mão, bateu assim na mesa, quebrei os contratos e eu quebrei os contratos. Não faço mais esse tipo de filme.
Não sei o que eu vou fazer da minha vida. Nunca fiz nada fora isso. Antes eu era atleta.
Não sei como é que eu vou sobreviver, mas vou, sei lá, vender bala no farol, mas quero ficar com você. Você é o amor da minha vida. Eu eu olhava pros papel, olhava pra cara dele.
Antes fosse tudo maravilhoso, como ele colocou nesse dia, porque nesse dia o impulso de tipo cara ter largado tudo isso por mim, a quebra de contrato vinha com multa, né, gente? porque ele tinha um tempo que ele tinha que ficar fazendo esses vídeos e ele ele resolveu parar isso. Então tinha que se pagar um valor que dentro do que ele tinha recebido ele ele ainda ia ficar devendo.
E aí o que que eu fiz pelo amor da minha vida? Eu ajudei ele a pagar o valor das quebras desse contrato, já que nós iríamos casar depois disso. Se eu falar para vocês que eu nem li o nome da produtora, nem o contrato e que eu transferi para onde ele pediu sem pensar, tudo isso não foi do nada assim, ai, quebrei o contrato, faz isso para mim, não.
Foi, foi um tempo. Quebrei o contrato, OK. No outro dia, ah, estou triste.
Ah, estou mal. Ai, não posso te levar não sei aonde. Ai, estou sem o carro.
Ai, dei vendi o carro, sendo que o carro era alugado. Tive que vender o meu carro. E aí eu fui vendo que ele foi se fechando.
Aos poucos começou a chorar e falar que a quebra do contrato tinha dado uma multa muito grande, que ele não tava conseguindo pagar. E aí eu ajudei, juro para vocês, ele corria atrás de todo tipo de trabalho. O que vinha, ele aceitava.
E assim foi até a gente casar e viver feliz por dois meses somente. Depois disso, ele começou a sair muito, a tentar várias coisas. Ele falava que tinha trabalho de segurança à noite na na balada.
Um dia eu tava tranquila, eu tinha o meu banheiro separado do banheiro dele. E aí eu fui fazer necessidades no banheiro. Quando eu olhei, o vaso tava sujo e eu tinha uma faxineira que eu tinha uma fachineira, não tinha mais de uma fachineira porque a casa era grande e aquilo ali tava sujo.
E eu não entendi porque ela tinha passado fazia pouco tempo. Quando eu fui olhar o vaso de novo, que eu fui limpar por mim, esse que eu pego parecia um aparelho, alguma coisa estranha no na parte de dentro do vaso. Parecia um um negócio, um aparelhinho assim, né?
E eu não enxergo muito bem. Aí tive que pegar o meu óculos para entender que o que tava ali era como se fosse uma microcâmera. Quem colocaria uma microcâmera num vaso?
Fiquei desesperada e aí me deu um surto de procurar microcâmeras onde fosse, pelo quarto, por todos os lugares. E eu achava essas essas microcâmeras só em lugares que eu estava, tipo do lado da minha cama, tipo na parte do meu guarda-roupa, na minha gaveta de peças íntimas, só tinha no na parte que do espelho que eu olhava, só o espelho que eu usava, só tinha onde eu estava. Ao invés de eu desconfiar de todos, até mesmo do Kevin, eu entrei em choque e mandei mensagem pro Kevin, contando o que tinha acontecido e o que que poderia ter sido para ele me ajudar nessa situação.
Em menos de 40 minutos, o Kevin estava em casa desesperado e falou: "Junta as faxineiras agora". chamou as faxineiras e mais um guardinha da frente, como se fosse um confissionário, perguntando se sabiam que ele tinha visto, que tinham colocado, que elas eram as únicas que limpavam e que mexiam ali e que como que limparia sem ver se não fossem elas próprias que tivessem colocado. Por pressão ou não, essas fachineiras começaram a chorar e confessaram que tinham usado as câmeras.
Eu fiquei desesperada falando para ele que a gente tinha que na poli, tinham que resolver, que eu queria as imagens. E ele falou que eu não tinha que me preocupar com isso, que ele ia resolver isso, que a única coisa que eu tinha que fazer era tomar o meu chá de camumila, tomar suco de maracujá, um comprimidinho, um calmante, o que fosse, dormir e esquecer, porque ele iria resolver, ele iria pedir as imagens para elas e ele ia resolver tudo. E eu falei: "Mas é só chamar a poli por que você, o que que não".
Isso é comigo", engrossou a voz. Eu saí e deixei ele lá com as duas faxineiras. A partir daí, eu ouvi barulho de coisas quebrando, ele falando alto, a faxineira falando alto e tava trancado, eu não conseguia entrar e eu desesperada para saber o que que tava acontecendo.
E aí quando ele abriu, já não tinha mais faxineira, já não tinha mais ninguém. Ele suado com uma cara assustada. E eu falei: "O que que foi?
O que que você fez? Pelo amor de Deus. " E ele virou e falou assim: "Eu resolvi da forma que tinha que resolver.
" Pegou tipo o os arquivos, as coisas, baixou, disse que ia me mostrar o que que tinha. E o que que tinha era, na verdade só eu fazendo as minhas coisas normais, tipo pegando a parte de baixo quando eu ia no banheiro, pegando a parte do meu corpo quando eu ia no espelho me trocar, que com certeza elas estavam vendendo esse tipo de vídeo para alguém lucrando com isso, porque eu não sei se vocês sabem, mas existe plataformas que usam vídeo de 100 horas, né? Tem gente que tem um T muito grande por ver senhoras em várias situações.
Ele virou e falou assim que eu não tinha que me preocupar porque ele tinha resolvido e tinha acabado com elas. Esse acabado com elas me suou como se ou ele tinha dado uma coça nelas ou eu tinha levado elas de arrasta para cima. Do jeito que ele me falou, foi assim que eu senti.
Aí eu fiquei assim, gente, mas era só falar com a Puli. E ele falou que não, que não, que a Poli não ia resolver, que isso não ia dar em nada, que ele acabou perdendo o controle e, tipo, agrê fisicamente elas e que aí ficaria tipo elas, elas por elas. fosse na deleg falar sobre essa situação, elas também iriam falar que tinham sido agre por ele, então ia ficar uma coisa por outra, ia acabar prejudicando ele.
Então ele resolveu isso sozinho, não explicou como, ficou nessa dúvida, tipo sumir com as meninas, sumiu como e que eu agora também era cúmplice, já que eu tava sabendo disso, já que ele resolveu me contar em sã consciência, vocês acreditariam nisso? Vocês deixariam chegar a esse ponto? Pois eu deixei.
Ficou um clima estranhsimo. Se bobear, eu vi até o saco preto assim de tanto que ele deixou a situação nesse clima que eu não consegui entender até onde ele foi com essas faxineiras que simplesmente desapareceram. E eu fiquei do lado dele porque no outro dia já tava pensando um jeito de quebrar esse clima, porque eu ficava com tudo na cabeça e aí virava uma grande, comecei a planejar da gente viajar primeiro para sair daquela casa, esquecer um pouco a situação.
E eu fui perguntar isso para ele e ele não queria de jeito nenhum. Ele negava tudo, disse que não era o momento. Até pra África.
Falei: "Vamos, né, rever sua família". Falei: "Não, não vou". Falei que ele era nigeriano, não falei em nenhum momento que ele era nigeriano.
Ele ficou bravo comigo. Discutimos, ficamos sem olhar um pro outro, coisa de uma semana assim. A casa era grande, né?
Então ele ficava numa parte, eu ficava em outra. Até que do nada ele veio até mim e veio para cima de mim, querendo me beijar, querendo, né, tudo comigo. E só que ele tava mais ogro, ele tava mais selvagem.
e tudo bem. Só que nesse dia foi o dia que ele fez em mim atrás, sem tipo falar que ia fazer, sem perguntar se era simplesmente na raça. No outro dia, mesmo eu acordando com dor, ele queria que eu fizesse chup chup nele e eu falando que não dava, que não tinha forças e ele simplesmente do nada me pegando um tripé, uma câmera e falando que eu tinha que fazer o chup chup nele.
e eu falando que eu não ia fazer aquilo com a câmera ali. Porque que ele tava fazendo isso? Ele falou que iria filmar, eu falei que não iria deixar e ele olhou pra minha cara, começou a rir, falou: "Você vai deixar e você vai fazer o que eu pedi?
" Por quê? Eu tenho uma Aí começou, eu tenho uma luva, acabei com as duas mulheres e eu fiz tudo isso com luva. Não ficou nada, não ficou nada meu lá, mas tem cabelo seu e tem de tal sua que eu deixei.
Se alguém encontrar essas mulheres ou se eu mostrar para alguém essas mulheres, a culpada é você. Então você já não é nem mais cúmplice, você é culpada. Então a partir de agora, você vai fazer o que eu mandar.
E aí ele começou a fazer horrores comigo na cama para gravar. Entre esses horrores, eh, ele veio, né, com aquilo lá tudo para fazer por trás de novo. E o que que ele fez?
Ele queria gravar, eu naquela posição e duas mãos e dois joelhos no chão, virada para cima. Nessa posição ele começou a fazer comigo por trás. Eu fui parar no médico.
Por quê? E aí fica as informação para vocês, tá? Que isso dependendo do tamanho e o certo não é fazer dessa forma.
Essa é a pior posição para se fazer isso. O certo que o médico tinha falado e como o médico viu lá, porque eu fui ainda falando que era como se a gente estava numa relação normal e aí aconteceu esse acidente, coisa que não, né? Ele forçou, porque eu não queria fazer isso e jamais iria gravar isso com ele.
Eh, a melhor posição para você fazer isso é de lado, deitado. Existe toda uma existe toda uma preparação, existe toda uma lubrificação. Não é dessa forma, tipo, ah, vou lá e vou colocar.
E também existe uma questão de que para você fazer isso por trás, o negócio do cara, ele tem que tá apontando para o seu umbigo. E quando você fica nessa posição, essa posição não existe. Tipo, o seu umbigo tá lá em cima e o cara tá apontando o negócio totalmente para baixo.
O que pode acontecer é de você, o que foi que aconteceu comigo é de da parte de trás o negócio do cara ir parar na sua parte da frente, ou seja, ele rasgou de trás para aparecer na para aparecer o negócio dele na frente. Imagina a minha dor, imagina o meu sofrimento e passar por isso no médico como se fosse um acidente que não foi. O que aconteceu é que esse tempo todo ele estava gravando vídeos e estava lucrando com esses vídeos em plataformas para adultos, aonde os caras queriam ver senhoras mulheres mais velhas nessa situação.
Não era ator de filme nenhum, não existia contrato com produtora nenhuma. Não teve, ele não levou nenhuma funcionária, nenhuma faxineira de arrasta para cima. Pelo contrário, elas estavam comunas com ele, ajudando ele a gravar esse tipo de vídeo.
Isso tudo foi só falado para eu ficar quieta e aceitar fazer as coisas com medo de que sobrasse para mim, porque ele tinha levado elas de arrasta para cima. Existe um mercado muito grande de homens que assistem mulheres grávidas nessa situação, mulheres mais velhas nessa situação e mulheres bem novas. Sabe esses títulos que vocês verem, que vocês assistem para aí, ah, via a vovó do avesso, essa coisa toda, né?
que tem muita gente que acha que não dá dinheiro e dá muito dinheiro sim. Acontece que esse cara, ele simplesmente estava comigo, não tinha como eu falar, pedir ajuda para ninguém. Eu tinha muito medo do que ele podia fazer e ele era muito grande mesmo.
Eu tinha medo. Eu eu sabe, eu só queria tentar me curar e era ele que tava cuidando de mim para que eu curasse naquela situação, que não é uma situação tranquila, não, tá? leva tempo para se recuperar, para reconstruir.
E mesmo assim, nesse tempo, ele queria ainda que eu gravasse vídeos com ele fazendo chupchup, enquanto as outra enquanto a outra parte não estava tranquila. Eh, ele recebia mensagens de muitos caras pedindo várias coisas que a cada valor que os caras depositassem, ele ia lá e queria gravar. O que me salvou desse cara foi que ele já tinha feito, foi que ele já tinha roubado senhorinhas.
E aí quando eu falo senhorinhas, são senhorinhas de 70 mais, tá? Ele já tinha pegado muito dinheiro dessas mulheres e uma delas tinha denunciado. Então, a Puli já estava atrás dele.
E um dia que ele saiu na calçada da minha casa, por ordem do Senhor ou não, a Puli apareceu, reconheceu ele e prendeu ele. Ele usava um cartão, uma aposentadoria de uma senhora. que eu nem sabia que era com que ele alugava o carro, com que ele veio para pagar o book, com que ele fez toda a coisa.
A história poderia ter acabado por aí, mas não. Ele tinha um outro irmão aqui no Brasil que ele mantinha contato e também dava o lucro disso. Então, quando ele parou de se comunicar com o irmão, quando ele tinha lá uma ligação que ele avisou o que tinha acontecido, ele passou o meu endereço e esse irmão ainda apareceu lá e conseguiu entrar na minha casa e começou a me perseguir para tentar tirar dinheiro de mim.
A minha sorte é que eu estava perto do banheiro com o celular, consegui me trancar, chamar a poli. Isso foi depois de uns meses, tá? Não foi quando aconteceu quando ele foi levado, não.
Chamar a poli e eles conseguiram chegar a tempo de pegar esse irmão também. Fica aí a importância, gente, de mulheres com medo ou não denunciar acontecer algo de ruim na vida. A gente tá com vários casos rolando aí no Brasil, né, de que tem o vídeo do cara fazendo tudo com a mulher.
Teve um agora que saiu no mercado, todo mundo tentando ajudar, todo mundo entrando no meio, sofrendo algum tipo de marca por causa disso, para chegar lá na poli e a mulher falar que não aconteceu nada, mesmo com o vídeo, mesmo ela assistindo o vídeo. Eu não sei como é que é a questão de trauma, de medo, de frust, mas nós de frustração, mas nós precisamos aprender a passar por cima disso e sim fazer o que tem que ser feito, porque no caso dessa senhora, se a outra velhinha não tivesse feito, sei lá quando que esse cara seria pigo ou não. Deixem as reflexões de vocês nos comentários e até a próxima história do canal.
Yeah.