No episódio de hoje, vamos passar 24 horas com Caio Carneiro. Se você quiser, a gente faz um rola, entendeu? Tá? Só para você me amassar e ficar legal meu programa. [risadas] Ele começou a trabalhar aos 17 anos e com uma veia comercial desde jovem destacou-se numa empresa aonde [música] ele liderou grandes equipes por 15 anos. Naquele momento, bicho, eu precisava ganhar dinheiro. Eu precisava sair dali com todas as minhas forças. Até que aos 25 anos ele alcançou seu primeiro milhão de dólar. Hoje o Kai é reconhecido como um dos maiores [música] especialistas de vendas e
marketing do Brasil. É empreendedor, triatleta, [música] autor de bests e luta jugitson. Mas o que move ele é sua família. Caio é casado com a Fabi e pai de três filhos. Amor, por que que o nosso casamento dá certo? Nossa, por que que o nosso casamento é tão bom? Fundou Ventes, uma das maiores escolas de vendas do Brasil e ultrapassou 100 milhões de faturamento e atingiu esse resultado todo em apenas 4 anos. Além disso, Caio é sócio da Wier e faz parte da trinca, ao lado de Flávio Augusto e Joel J, que também é host
do podcast. Como você [música] fez isso? Então, hoje você vai ver um pouco da rotina do Caio, como ele treina, como ele toma suas grandes decisões, como ele se relaciona no ambiente de trabalho e como funciona as suas empresas. Esse é o 24 [música] horas com Caio Carnês. Caramba, Caio, que mentira. Duvido que você acordea esse horário, cara. Que mentira, hein, velho? A gente vai pegar o Caio chegando a balada. [música] Opa, estamos passeando de elevador. Estamos, querido. Tudo bom? Bom dia. Bom dia. Bom dia. E aí, cara? Aí, e aí o único programa que
me pede é ficar do lado. Tudo bem? Bom dia, cara. Tudo bem, gente? Pronto. Tudo bem? Ó o cara, e aí tudo bem? Pronto pra batalha, cara. Já tá de hash guard já. Todo dia você acorda esse horário, cara. É muito cedo, velho. Não precisa não. Você faz Não fala assim, pô. Não precisa. Confesso que [risadas] Confesso que hoje eu acordei a meia horinha mais cedo. Meia horinha. Meia horinha mais cedo. Vai passar a escova no cabelo. [roncando] Ah, não. Acabei abrindo o olho, né? Com medo de, sei lá, perder o horário. Fic ansioso, né?
Um programa desse, né? Programa desse. Se bem que eu aprendi a acordar sem despertador, sabia? É mesmo. Aprendi a acordar sem despertador. Foi uma parada nova assim, sério. Acorda sem despertador, sem criança, gritando, sem nada, só desperta, né? Desperto, sem despertador. Coisa era o cara do despertador, tal. E acordar despertador me força meio saber p que horas eu preciso dormir. E para você é importante acordar cedo, cara? Cara, eu sou aqueles, eu sou eu sou um cara de Uno. Eu sou o cara do dia. Sim, eu sou aquele cara que, bom, minha bateria social 10
horas da noite acabou. É assim, é visivelmente na minha cara. minha cara fal assim: "Nossa, cara, tá cansado?" Então eu sou um cara mais de urno assim, então eu aprendi a jogar mais o jogo mais cedo. Tenho três filhos, então tive que aprender a Adaptar, por exemplo, gosto de fazer algumas coisas. Minha casa daqui a pouco é barulheira, eu tenho três crianças, né? Sim. Então eu aprendi também a adaptar um pouco a minha agenda com a realidade da minha casa. Mas eu não sou aquele cara que, tipo, eu acredito que para você vencer, você tem
que acordar 5 da manhã. Eu não, eu não sou desse time. Já teve uma fase ali que você acordava a hora que dava, né? Eu já tive a fase de acordar cedo porque eu, pô, era importante operacionalmente assim, mas não tipo, ah, levantei, ganhei do sol, [ __ ] soltindo com você, animal, né? [risadas] Mas você dorme cedo hoje? Sou o cara que eu dormo cedo. Eu sou aquele cara que eu vou 9:30, 10 horas, eu tô tô deitado. Mas não era sempre assim, né? Não, eu demorei para ressignificar isso, entendeu? Eu achava que uma
hora mais de sono era uma hora menos de produtividade, que uma hora mais de sono tipo, [ __ ] tô tô sendo preguiçoso. Não tem muito tem muito isso na galera, né? Eu já vi que, tipo, a galera posta stories saindo do escritório 11, quase meia-noite e acorda 5 horas da manhã. Falei assim: "Cara, é, eu acho assim, eu acho louvável quando você tá num momento que você sabe que, pô, vai ser decisivo ali dar um sprint, porque tem hora que, cara, no trabalho é volume mesmo, cara." Sim. É volume de reunião, é volume de
tal. Mas, pô, quando você tá acordando, indo dormir tarde, acordando cedo, só porque você acha que dormir pouco vai te recompensar de alguma maneira, eu não, eu não acho legal isso, não. Achei nem saudável, é, né, cara, né? E eu vou fazer 40, né? Então você pensa um pouco também. Uhum. Mas você acha que a pessoa tem que ter um período que ela que isso vai ser normal? Eu acho que sim, é importante ler esse período, com toda certeza. Eu fiz isso, pô. Uhum. Eu fiz isso, cara. Eu fui aquele cara que como eu nasci
[roncando] dentro da área comercial, sempre me desloquei muito, né? Quem é da área de venda se desloca muito, viaja muito de carro, aquilo viaja equipe, cliente e tal. Então eu fiz isso e se voltaria eu faria a mesma coisa. Agora eu não acredito que isso pode ser um estilo de vida. Sim. Agora, tipo, isso como estilo de vida, eu acho que você vai pagar uma conta. Então aquela leitura do time, cara, [ __ ] tem time, bicho, acelera. Você sabe que, pô, é um projeto importante, você tá tirando alguma coisa de pé, você sabe que
vai romper algum, alguma atração, momento inicial ali do business, você tá com pouco caixa, tem que gerar receita, né? Eu acho que aprendo essa leitura agora esse vai ser meu estilo de vida. Putz, cara. Aí eu acho que é perigoso. Aí eu acho que é perigoso. Agora que apartamento bonito, hein, cara? Parabéns, hein? Ó, quer ver meu cantinho? Quer que eu mostre meu cantinho pr vocês? Eu sou o cara que eu tenho, eu tenho rotina de escritório, né? Mas eu gosto sempre de fazer uma basezinha para mim em casa. Uhum. Acho que principalmente para se
eu tenho reuniões mais cedo, reuniões mais tardes, eu consigo trabalhar daqui. Cara, fizer uma bela base, não. Escritório é muito bonito, cara. Não preciso mais que isso, cara. Para mim, quer falar um pouco dessa uma coisinha simples assim já, né, cara? Meu cantinho, porque só um cantinho, cara. Eu acordo, gosto de ler a Bíblia. Você vi que tem algumas Bíblias, cara. Eu curto muito assim comprar. É, eu ganho muito de presente também de amigos mais íntimos assim que sabe Thaago me deu um NV muito boa, cara, que curto ler. Então eu sempre leio, é o
meu meu momento assim pela manhã. Você tá numa pegada mais espiritual agora, Cai? Cara, tô. Eu sempre fui um cara muito chegado assim com Deus, assim, sempre fui um cara muito apaixonado por Jesus, pela história dele, pela referência dele e e principalmente a minha mulher teve uma aproximação muito grande e o casal unidade, né? Sim, sim. Aí é muito legal, né? Quando juntou os dois e a gente mergulhando junto. Então isso é muito legal. Então me acelerou muito assim, principalmente uma intimidade maior da minha da minha esposa. Legal. Isso para você mudou na prática na
sua vida? Assim, mudou muito. Por exemplo, eu era um cara que às vezes era mais a gente começou cedo, né? Alguns anos atrás, às vezes eu ia pra igreja sozinho. Aí é ruim, né? Sim. Né? Então, apóstolo Paulo fala lá do julgo desigual, né? Sim. Né? Porque, enfim, minha esposa tava no entendimento, definindo às vezes o modelo assim de de crença, né? Acreditava em Deus. Só que falou assim, sabe quando você meio que tudo misturado, pega um pouco dali daqui, mas não tinha. E ela falou assim: "Puxa, cara, Jesus é minha referência agora, tal". Aí,
putz, para mim contribuiu muito. Legal, muito assim, muito. Minha esposa foi minha grande aceleração assim. Muito bom, cara. Conta mais aqui o que que mais você tem aqui. Eu vi que você tem umas medalhas ali, ó. Aeroman, cara, aqui meu cantinho de medalha, né? Eu sempre, eu sempre gostei de fazer de fazer esporte. Eu uso muito. São duas coisas que eu uso aqui, principalmente na minha casa, é, com os meus filhos, é, é Deus e esporte. Eu sempre gostei de fazer esporte, mas sempre gostei de competir assim nos esportes assim, né? Fazer o Iron. Agora
nessa caminhada do Gil, fiquei eu acho que 5 anos fazendo triat. Caramba, porque competir me força a ser melhor, cara. E o jeito que eu opero, sim, ele me força a ser melhor. Então eu aprendi a ser mais autogerenciável, não é para pros outros, né? Ah, tá ganhando não não vivo do esporte, mas pô, faz o treinar mais sério, sabe? Mas assim, então eu sempre crio mecanismo de Defesa, me coloco num ambiente de pressão que que para mim é bom, me treina. Pô, qual que o seu próximo objetivo no esporte, assim? Ah, meu objetivo é
sempre esse, é sempre querer evoluir, é sempre querer me testar, é sempre querer, porque eu consigo fazer analogia, cara, quando eu tô aprendendo ali, eu consigo tirar uma sacada que eu pego no tatã e falo assim: "Cara, isso aqui, pô, isso aqui não é só para cá não, cara, né? Por exemplo, momento de pressão que eu vejo como é que eu tô, aí eu testo como é que eu tô." Eu gosto de um campeonato, deixa eu ver como é que eu tô. Deixa eu ver se eu tô seguro. Eu vi que você foi no campeonato
na Europa, tava em Londres lá, não tava? Fui em Londres. Aí eu fui lá e fui numa categoria mais baixo, quis quis ver como é que é essa experiência de perder peso. Então eu sempre tô gerando desconforto para mim, entendeu? Porque eu fui na categoria leve, né? Master, né? Que é os velos. Uhum. Os velho. A partir de 30 os caras já põe a gente master, mano. A partir de 30 eu master. Aham. E aí eu fui bem na leve, né? Que até 76 kg. E eu sou um cara, sou, eu sou, não sou alto,
tenho um 72, 1, e meio, né? E aí eu falei: "Cara, deixa eu ver como é que é na, na pena, como é essa experiência de perder peso?" Aí eu já vi que, pô, na leve eu tava maió seguro, na pena já como é que tava me sentindo fraco. Então tô sempre promovendo desconforto para mim assim, sabe? Eu acho que é meio que um desconforto no sentido de de dessa desafiar mesmo. É, se desafiar. Eu acho maior legal, cara, progresso como esse estilão de vídeo assim. O que que te fez entrar no gilits? Meu filho,
cara. É mesmo, meu filho. Na verdade, assim, a minha casa respira muito arte marcial, né? Meu sogro é faixa preta, Fabia faixa preta. Eu fiz o karatê quando era menininho. Acho mi legal o lance da disciplina, o lance da honra, o jeito que você trata o outro na vitória, o jeito que você trata o outro na derrota. Uhum. Porque o meu tatame ali não tem classe social, não tem estado, tem nada, velho. Ele revela muito quem você é, não tem como esconder quem você é. Então, eu sempre gostei disso. Que que você consegue passar pra
galera de conselho que, pô, às vezes o cara tá num momento de vida dele que ele trabalha demais, tá empreendendo, tá no, tá na loucura, ele não consegue tirar um tempo para, pô, para fazer esporte, para treinar, para cuidar um pouco mais da saúde dele. Você acha que, ah, cara, vai ter um período que você não vai conseguir mesmo ou, cara, tenta tirar 20 minutos por dia para cuidar da sua Eu não gosto quando alguém fica apontando o dedo para esse cara, fala assim: "Você é um lixo, você tá errado que você não treina, né?"
Pô, cara, é porque hoje na minha posição muito fácil assim: "Ah, acorda, vai fazer o jeito." Mas não foi isso que eu fiz lá atrás também. Eu também abri mão, cara. Uhum. Esses dias e a Fabi pegou uma foto minha lá com 20 24 anos. Falou assim: "Cara, olha o tamanho da sua pochete, cara. Moído, né? O cara parece que tá muito mais velho, né? Mas naquele momento, bicho, eu precisava ganhar dinheiro. Barriga de cortisol, né? Barriga [risadas] de cortisol. barriga de cor, eu precisava sair dali, velho. É, eu precisava sair dali com todas as
minhas forças. Aí, às vezes tá nessa, no começo de jornada com filho pequeno e aí outras pessoas e tal. Pô, eu sempre gostei de fazer um exercício, falei assim, cara, mas eu preciso sair dali, aqui é o meu tudo, entendeu? Abrir mão da saúde, sim, como que tá seus exames? Disse: "Cara, nem exame eu fazia, pô". Aquela época mesmo. Falei assim, cara. Mas eu sabia que, f assim, eu vou sair daqui, aí eu vou melhorar. Então eu acho que a primeira coisa é se um cara tá vendo é não se sinta mal, não te coloque
para baixo. O importante se você fazer uma boa leitura, por exemplo, pô, tá tendo desperdício mesmo, você tá loucando esse tempo num momento valioso, não tem, não tem, não dá para ter o encaixe, pô, não dá, vai melhorar ali. Legal, bacana, tem um plano. Só não é o que eu falei, só não dá para ser isso como estilo de vida, porque aí não é só se a bomba vai estourar, não é se é quando. Sim, sim. Então era um cara que falou assim: "Cara, eu preciso desse gás". Então que dei aquele gás inicial, aí eu
comprei, comecei a recomprar tempo de volta. Eu lembro do ano que eu recomprei minha manhã. Como é que foi isso? Ah, chegou um determinado momento que eu já tinha um fluxo de receita mais estável, crescimento oscilava menos. E Eu falei assim: "Puta, agora eu vou recomprar a minha janela das 6 às 9, das 6 às 8 vou começar a recomprar para mim". Então eu eu era um cara mais atento. Tem gente que aplica automático só vai, né? Então era um cara mais presente, mas se você tá no momento que é para dar o gás, eu
acho que ter essa essa leitura de momento de vida, por exemplo, tem gente que me acompanha lá fala: "Chão, eu tô vendo sua vida". Fala assim: "Cara, não é para você fazer o que eu tô fazendo agora". É que nem lá no jit fico vendo os faixa preto, não, eu tenho que fazer o que ele fez quando ele era azul. Eu sou azul, então, entendeu? Então não posso me comparar com o cara que ele é hoje, tem que ver o que ele tá fazendo agora, o que ele fazia naquele momento. Eu acho que esse é
o maior desafio da rede social, porque você se conecta com o cara na fase atual dele. Ia ser tão bom se eu pudesse seguir o Flávio Augusto com 19, o Thiago Negro com 21, ver os stories dele ali, ó, retrospectiva. Tá legal? Eu sigo o Fábio Augusto, só que eu eu seto tempo, eu vou ver os stories de 19. Sim. Não, de 53 Borbs, entendo. São poucas pessoas que conseguem. também segue agora, mas você tem que modelar lá atrás. Sim. Então essa chave eu sempre fiz quando encontrava um campeão. Que que tu fez para chegar
ali, velho? Eu quero saber o que tu fez, não que tu que tu é. É interessante isso. Não se fica louco, né, cara? Você fica olhando lá, você fica louco, você sente mão, você sente um lixo, você vê, cara, não vai dar, tá longe demais, mano. Tá muito longe. Não tenho a menor ideia como, não dá para imaginar, né? Não dá para imaginar. Não dá para imaginar. Então, vejo muito isso. Então, esporte é um jeito, cara. O esporte é o jeito que que me conecta. Esporte é um jeito que me conecta bem. Esporte e lê
sempre. Sou um cara que eu não gosto de ler. Eu sou do time que não gosto de ler. Mas o quanto que você lê? Eu lei todo dia. Mas eu sou do time que não gosto de ler. Deve ter maor galera aí que não gosta de ler. Mas você lê porque precisa. Então eu ler porque precisa. Eu curto fazer as coisas que que precisa e eu não e eu não tenho atesão. É deu para perceber. Você você vai no seu desafio próprio ali, né? É porque eu tenho a mágica ali. Mas então você procura livros
sobre aquilo que você precisa no momento. É isso. Eu recebi um feedback, eu tinha 19 anos de um cara eu nunca mais esqueci porque eu nunca tinha nem sei se existe essa palavra. Fal assim: "Po tu é muito ensinável, mantém isso aí". Ela falei: "Ensinável". [risadas] É inscinável. Aí perguntou: "Por quê?" Você me perguntou uma vez que que eu fiz. Eu te falei? Você falou: "Tá bom". E eu perguntei pro cara, falei assim: "Cara, tem que fazer, você lê". Não, tu tem que ler. Eu tenho que ler. Tem que ler. Então tem que ler. [risadas]
Eu sou muito prático, entendeu? Você tem que ler, tem que ler. Ah, mas eu não gosto. Isso não interessa, que eu quero prêmio. Qual que é o prêmio? Ah, prêmio é uma vida melhor. Então, vamos ler. E o que que você passa pra galera que tem o mesmo problema que você? O cara não gosta de ler, mas ele precisa. E hoje ele fala: "Ah, cara, mas eu não consigo". Acho que é disciplina, Moraí. Acho que é diferença. Morai. Eu eu gosto de resumir disciplina você fazer as coisas as coisas que você precisa fazer mesmo sem
vontade. Tô com vontade, faz. Tô sem, faz igual. Uhum. Às vezes a gente tá animado, pegou um livro, pô, o livro legal, esse assunto me interessa. Então acho que disciplina você fazer as coisas que você tem que fazer mesmo sem vontade. Você não tá pautada numa motivação e tal. Sim. Então tem um pouco a regra dos 3 segundos. 1 2 3 e já. Eu sou aquele cara do 1 do TR e já. Vai ler, bum. A parece meio que mora em bala, né? Então acho que é o importante você saber quais são essas atividades que
mesmo sem disciplina tem que fazer. Leitura foi uma quando eu lembro quando eu recebi esse vídeo ler um saco. Eu sei que às vezes não é comercial falar isso, mas eu não tinha tesão em ler. Eu sou um cara mais agitado, né? Sou um cara que gosta, pô. Não tem como a gente fazer uma, né, alguma coisa um cara mais agitado. E aí falei: "Bom, tem que ler, tem que ler." Porque para mim rotina é poder, cara. É que eu acho que muita gente confunde rotina com monotonia. Eu acho que rotina para mim são atividades
chaves feitas de maneira constante. Monotonia é uma agenda sem sentido nenhum. Você tá fazendo uma parábola. Por que que eu tô fazendo isso, pô? Mas por que que eu tô aqui? Eu por que que eu tô fazendo isso? Você não consegue extrair nada. Uhum. Né? Do que você tá fazendo, sentido, dopamina, tal, tesão, resultado. Aí aquilo fica monótono. Sim. Agora, rotina, pô. Rotina, rotina, rotina, rotina, rotina, rotina, rotina, rotina, rotina. Eu acho que é essa chave, né? você tem uma boa se desenhar. Cara, eu acho que isso isso é muito em rotina. Eu acho que
essa frase eu acho que é um absurdo, né? Eu vi esses dias, achei sensacional. É, você nasce parecido com seus pais, mas morre parecido com as suas decisões. [ __ ] disso isso, né? Você nasce parecido com seus pais. Ou seja, bicho, tu nasceu nessa circunstância, mas tu vai morrer na circunstância das decisões que tomou, entendeu? Ou seja, eu acho que a fase que todo mundo tá não é destino. Sim. Entendeu? É momento e para mim onde tira a gente é a nossa rotina. Com disciplina eu tenho uma crença maior que eu consigo. Eu lembro
quando eu fui fazer o f assim, cara, que que tem que fazer? Tu vai ter que fazer treinar dois anos. Então eu falei, eu consigo. Tudo que não tem a ver com fator talento, eu tenho uma crença gigante que eu posso, porque na minha cabeça eu vou fazer, tipo, tudo que envolve consistência, vou fazer tudo que envolve que, tipo, só tem que aparecer, então eu vou aparecer, cara. Não tem que ser alto não. Não tem que ser talentoso não. Só, só tem que vi. Tem que vi. Então conta comigo. Esse do Iron Man não bateu
um desespero na hora que você tava na prova? Não. Dia pesado. Que que eu tô fazendo aqui, cara? Tem ali as medalhas do 70.3 e essa e esse aqui é do full. Eu fiz três mês, né? Eu fiz dois 70.3 e um full. Foi o dia da alegria. O difícil do ano bem não é o ano é chegar até ele. É domingo sem é sábado. Domingo é sábado. Tua família falou: "Vai ter um churrasco?" Você não tenho 6 horas de pedal. 6 horas de pedal. Aí, por exemplo, é segunda-feira, tal, teu filho chega, vamos brincar.
Você, cara, você tá morto, você quer deitar 7 horas da noite. E quando você chega no hora meia e depois que você treinou, você sabe que você vai conseguir. Obviamente você pese que nada, nenhum grande imprevisto aconteça. Uhum. Tipo, [ __ ] passei num buraco, caí. Mas você tem, você sabe que você vai fazer, você sabe até mais ou menos o tempo que você vai fazer. Então para mim o grande é o ciclo invisível que não tem prestígio, não tem medalha, a família não tá lá, preparação, aquele tá lá, a bucha é aqui, Entendeu? Ali
é só um dia. Aí, ali é só o dia da alegria. Aí eu recebi um conselho, fal assim: "Cara, aproveita que vai ser as 10 horas mais rápida". Fiz em 10:20. Vai ser vai ser a hora mais rápida. Vai tudo passou muito rápido. Agora os treinos, nossa senhora. Quando você terminou o fu, você, o seu objetivo era fazer o flu e parar. Foi muito louco, assim, foi uma decepção de felicidade com uma tristeza enorme. Aí tem que ter muito cuidado assim, porque na hora que eu cruzei, é porque eu sabia isso, né? Na hora que
eu cruzei a e ganhei, vê, então não teve um pico. A, ainda bem que eu já sabia disso, né? Eh, o lance foi o Caio que eu me transformei nesse ciclo todo. O louco é isso. É o lance da jornada, né? Louco. É isso. Louco é isso. Você ganha medalha no dia, sua vida não muda, acontece a mesma coisa, entendeu? O lance é, cara, quem fui eu? Quem quem quem, né? Quem que eu me tornei nesse ciclo todo, né? Não, mas eu até tipoó, você falou 10 horas, você ficou 10 horas com você mesmo, cara.
É muito louco pensando, né? Você ficou 10 horas pensando, tipo, você tipo, é é full sozinho, né? O negócio não é jitson o mais demorado possível. É uma luta curta ali que você fica pensando como se derrotasse o oponente ali. Era você com você. É um é um você viu que é um outro exercício, né? Então você viu que eu uso isso, né? Eu uso cara, como é que eu sou? Quem que eu sou? Como é que eu e e é um esporte que não tem ponto, não tem gol, não tem cesta, é movimento repetitivo,
é só paraa frente, corrida paraa frente, bike paraa frente, natação pra frente, não tem mudança de direção, não tem score até lá. É você quebrar um objetivo em pequenas fases. E aí, vamos pro seu treino aí, senão a gente vai te atrasar. Eu sou um cara que, por exemplo, publicamente eu não, eu não gosto. Acho que foi a primeira vez que filmou minha meu meu AP assim. É, acho que eu nunca vi mesmo na É, eu sou aquele cara que eu eu gosto de proteger o meu Sim, sim, sim, sim. Eu acho que é uma
coisa que todo mundo devia, principalmente quem tá nas redes sociais, é legal você gerar conteúdo, você se conectar, mas eu sou aquele cara que, pô, protege também um pouco o teu canto, entendeu? protege um pouco tua intimidade, protege um pouco, coloca uma cerquinha, ó, vem até aqui e daqui para cá só deixa as pessoas mais íntimas mesmo. É porque às vezes se mistura um pouco, né? Você é influenciador, empresário, é pai, marido, é amigo. Como que você separa cada caixinha? Cara, eu não tenho essas caixinhas na minha cabeça assim, essa caixinha assim na minha cabeça
de de separar. Eu acredito que, pô, eu sou eu e várias facetas diferentes, mas que nem eu sou esse cara, cara. Eu sou esse cara resocial. Eu sou aquele cara, pô, gente boa. Eu sou aquele cara que [ __ ] eu não tenho, eu não, não gosto de ninguém. Você quem que você odeia, cara? Eu não odeio ninguém, pô. Sou aquele cara mais pacificador. Você me conhece há anos assim, né? Sim, sim, sim, sim. Conheço desde 2018. É, até quando tem, ah, quando tem alguém falando mal de você, que que você faz? Eu mando um
coração. [risadas] Eu acho que eu preciso até de mais haters. Aos poucos já viraram amigo. Você já vê aqui, pô. Aqui já tá ficando de de casa aqui já, né? [música] [música] Cara, [música] segue, segue o seu treino ali. A gente vai fazendo uns tapes, cara. Segue normal aí, fica à vontade. A gente vai fazendo uns torn. O objetivo é não atrapalhar o seu dia. O que que a gente atrapalha? O que que a gente pode fazer de graça depois? [música] Se você quiser, a gente faz um rola, entendeu? Tá? Só para você me amassar
e ficar legal. программы. [risadas] [música] [música] É, meus amigos, hoje o Caio Carneiro vai encontrar o maior desafio da vida dele. Nada melhor do que um faixa branca feroz. Vamos ver se ele vai conseguir me vencer, né? Isso, isso. [música] Estica, estica, estica, porque o carro vai te pegar nessa posição aí, ó. Vai te travar já. Mais tensa, mais tenso. Meu treino gosta de bariar. entra na mesma parte que eu, gente para cima, que assim que a gente fica bom, gente para brao para você conseguir colocar o seu jogo, fazer as coisas que você tá
treinando, não só sobreviver. Eu aprendi com a galera da competição aqui, então muito importante isso. Vamos lá com o Lucão e com tá pronto para te amassar agora. Pronto, marca 5 minutinhos pra gente fazer aí. [música] [música] É, a técnica vence força, manos. Essa maravilha do Gilo. O Davi tem condição com o Golias. Se usou bastante as pernas e botou na guarda- aranha toda hora. Me aguarda de segurança com outros monstros. Roger Gre fala isso, cara. Treina para ter um ataque bom de cada lugar, que o jits é muito é muito excitante, tem um monte
de coisa, tem um monte de ataque, mas fica muito bom em um. Você já vai longe, tá vendo? Vai treinar. Fico treinando três para tr vez na semana, treina duas vezes por dia. Top me entrega, meus amigos. Valeu, vamos trabalhar. Vamos. Bora. Luc levou uma surra. Não, não fala assim. [risadas] Fala assim. Aprendizado. Pô, é importante apanhar. Por exemplo, apanhei ali no último. Eu vi. É importante. Você tem que buscar isso. Al é assim que melhora. Dá aquele dilema. Com os ruin a gente fica pior. Com os bons a gente fica melhor. Verdade. Então o
Lucas vai dar, vai tomar um banho na academia e a gente vai adiantando lá porque o cara tem que seguir o dia dele também. Bora lá. Todo dia a mesma rotina. Sim. Por exemplo, você vai ter um evento agora mesmo. Hoje eu tenho uma reunião grande de sócios. Então estrutura de evento, que a gente recebe todos os sócios da Mentor Societe. São cerca de uns 280, né? Hoje a liga da proprietária de 480 clubes, né? Programa de mentoria. Aham. 10.000 clientes. Acaba sendo uma reunião grande, mas geralmente segunda-feira é uma agenda que eu tenho mais
estratégica. Sim. Então, tô muito com liderança, a gente tá muito fazendo recap da semana que passou, ver como que tá do orçado para planejado. Basicamente hoje eu sou sócio de dois grandes grupos educacionais, a Wi Uhum. que é de algumas marcas de educação, a WAP, que é a mais antiga, fundada pelo Flávio, escola Conca Events, que eu fundei há 4 anos atrás, minha escola de vendas. Então, um grupo educacional, mas em educação com foco empregabilidade pra gente que quer crescer profissionalmente, a gente tá no mercado de trabalho e também empreendedor e educação empresarial, que é
uma educação mais voltada pro empreendedor, dono. Sim. de PME ou grande companhia. São dois universos distintos, né, cara? São dois mundos distintos. Sim, sim. Um é carreira profissional e o outro cara quer levar a empresa dele para outro patamar. Cara, querendo falar inglês para ter um cargo melhor, ter acesso a um emprego melhor, ganhar mais. Pessoal querendo desenvolver competência de vendas, já que ela que é uma renda mais variável, residência médica, o cara sabe se ele não passa na residência, ele vai ficar fazendo plano para o resto da vida, Enem, se o cara passa no
Enem, ele tem acesso a melhores faculdades. Então, empregabilidade, Wier e esses dois grupos faram 1.3 ano passado. Foi muito bem, cara. Foi muito bem. A gente vem no ano bem suado assim por Deus. educacional é muito boa. Pegou uma linha boa, um time muito bom, cara. Eu acho que é a minha maior qualidade, cara. Eu sou mais reconhecido como vendas, porque eu eu sou esse bicho, né? Mas montar equipe é o que eu tenho mais tesão de fazer, cara. Eu gosto de montar gente, eu sou aquele cara do esporte coletivo. E aí é legal você
falar isso agora porque você é muito, eu quando eu quando te conheço há muito tempo, você é muito pessoas, né, cara? E não é, não é uma surpresa, né? Você gente é ser bom em montar equipes. Eu gosto e principalmente vendas, né? São duas habilidades distintas, né? Sim, sim. Total. Uma coisa você saber vender, outra coisa saber montar uma equipe comercial. É o jogar com a 10 e montar a seleção. Escol diferente. Então segunda-feira é assim, é um dia geralmente um pouquinho mais corrido porque eu volto. A Fabi vai comigo, né, Fabi, a gente todos
os projetos que nós temos, nós dois somos envolvidos, cada um na sua zona de competência, né? Mas ela ela ela é sempre sua sócia nos negócios. Sim. Não, não são todos os negócios que ela tem uma função executiva. Fabi faz parte do conselho hoje da empresa. Uhum. Ela tem uma visão muito boa de gente. Sempre gosto da visão da minha mulher. Ela contribui com boas sacadas de experiência de cliente. Ela é muito fera, né? Uhum. Quanto tempo vocês estão juntos, cara? 20 anos. A gente vai fazer ano que vem. A gente casou cedo, mas meus
primeiros hoje as pessoas que acompanham a gente vem, ah, eles estão tão Bonitinhos, né, tal. Cara, o nosso o nosso o nosso começo do nosso relacionamento foi difícil, cara. Foi os primeiros cinc se anos foi muito duro. Conheci muito jovem, era muito molecão, só queria saber ganhar dinheiro. Eu não queria casar nos primeiros anos. Eu achava negligenciava muito relacionamento. Eu achava que para casar tinha que ter grana. Eu achava que, cara, não dá para casar sem dinheiro. Eu sei que não é uma verdade. É porque na minha família, eu vi minha família brigar muito por
dinheiro, assim, sabe? Família que sempre trabalhou junto de vendedor, avô que trabalhava com a avó, que trabalhava com tio, trabalhava com cunhado, todo mundo vendendo a mesma coisa, era representante. Aí a discussão do do trabalho ia pra mesa de jantar. Eu via e exato. E eu via isso quando era menino, cara. Meu vô discutindo com o meu pai, eu tive pais maravilhosos, muito amor, muito carinho, mas eu ouvia isso, era Natal brigando, ainda mais quando o momento não tava bom. E aí eu associei que, cara, eu não quero brigar com quem eu amo, então preciso
de grana. Olha, velho, com anos eu falei assim, cara, eu não quero brigar com quem eu amo, então vou ter muito dinheiro. E não é uma verdade, né? Eu tava conversando com o Flário, ele falou assim: "Cara, eu comecei a ganhar dinheiro porque eu somei com a minha mulher, ela falou assim: "Vamos conquistar o mundo". Aí tinha alguém na minha casa que me apoiava, o momento tava difícil, ela tava lá. Eu falei assim: "Puxa, ó". Eu não tive essa visão no começo, então foi bem duro. Meus primeiros cinco anos da Fabia. Minha prioridade não era
ela. Entre uma reunião e ficar com ela era reunião 10 vezes. Porque na minha cabeça eu fazia a reunião era eu não brigar com ela no futuro. Entendi. Entendeu? Entendi. Demorou para eu quebrar isso, cara. Que nem quando você perguntou de espiritualidade, eu fos últimos anos a gente vem buscando muito, porque eu acredito que assim, ó, tem Deus aqui em cima. Eu como se fosse um triângulo, eu e minha mulher. Quanto mais eu me aproximo de Deus, mais eu me aproximo da minha mulher. Sim. Vai se juntando assim, vai se juntando. Quanto mais eu me
aproximo de Deus, mais próximo eu tô da minha esposa. Então, por isso que a gente vem desenvolvendo muita intimidade junto. Pô, uma das coisas que a gente mais gosta de fazer é rezar junto, velho. Que legal. E não é uma coisa, às vezes tem casal que tem até vergonha de reza por mim até meu, a gente quer desenvolver essa intimidade. Tôendo muito isso. É, uma coisa que a gente faz muito em casa lá é com as crianças também, né? Poxa, cara, o primeiro grande pastor e talvez o para sempre, obviamente a gente não sabe de
Deus, né? com o tempo que eu vou ficar aqui. Mas eu acho que o primeiro grande pastor, o primeiro grande líder espiritual dos filhos tem seus pais. Sim. Que que vai apresentar? Não tem como, né? É, pode, pode ser que um amiguinho da escola, um conhecido, mas poxa, você ter dentro de casa disso. Sim, né? Eu acho que você deixa um uma herança muito boa pros filhos, né? Porque eu e a Fabia a gente conversa. Meus filhos, eles estão numa realidade que eu e a Fabia a gente não teve. Eu vim de uma família média
boa, vamos falar assim. Sim, pô. Estudei em bons colégios, nunca fou nada em casa, não tenho nenhum trauma de escassez. Sei, mas era aquele moleque que eu não fazia viagem internacional todo ano. Não era essa minha realidade. Sei. A Fabi não, a Fabi já veio de uma zona periférica em São Paulo. Ela morava para lá do Capão Redondo, um bairro chamado Santo Eduardo. Era, velho. Fabra Faba, Pauleira. A Fabi, ela veio já de uma classe e inferior, tipo Brasil guerreiro, assim. Sim, sim. Né? Nunca passou fome nem nada. dos pais dela, sempre muito guerreiro, mas
aquela família que é tudo contadinho. Sim. Não dava não. Não era tipo um tênis, você só vai usar o tênis quando outro furar. Eu tô ligado como essa realidade. É. E e os nossos filhos eles são numa realidade completamente diferente. Como que é mostrar para eles a ponderar, né? O eu eu um pouco de tudo que tem hoje para realidade, gosto, eu não gosto de criar uma realidade fake para ele, simular uma realidade fake. Eu gosto que ele entenda princípios que vão deixar o coração dele alinhado, generosidade, trabalho, respeito, esforço. Sim, né? Aquela causa consequência.
Uhum. Cada decisão você vai ter um resultado, eh, você tratar bem as pessoas. Eu sinto algumas algumas lições universais, cara, que independentemente se ele tem muito recurso ou não, ele tá num solo de rocha, entendeu? E eu acabei de ensinar isso muito eles, o valor do trabalho, Entendeu? Ensina ali a conquistar as coisinhas deles. Ó, esse amigão vai fazer aniversário amanhã. Quantos anos você vai fazer? Tá com vergonha? Nove. Aniversário da dona Dalva hoje, hein, dona Dalva, hein? 39 anos, né? Graças a Deus. [risadas] Quantos anos novinha? 39. Não, não pode falar não. Quantos anos?
Não. Fala a verdade. Fala a verdade. Verdade. Eu tô fazendo 56 anos. É, dava tá comigo já mais de 10 anos, né? Dalva a idade da Ela vai fazer 53. É dava maravilhosa. 56. Parabéns. Ontem você tinha 52. Agora como é que você vai fazer 56? Não, nunca falei que tinha 52. [risadas] Amo essas mulheres aqui. Tava com a gente há muito tempo. E aí, vamos pra embaixo. Ele vai levar a gente pra escola. Até você vai lá embaixo. A gente vai. Deixa vocês porque a gente tem uma reunião do ladinho da escola. Do lado
da escola. Vocês vão com essas coisas? Sim. Eles estão acompanhando o papai o dia inteiro trabalho. Aí a gente não tá não. A gente vai. Eles falam no jits. Foi forte. Bati, apanhei. Como assim apanha? É. Ah, então você apanhou, tá? No final eu quero ver como o vídeo vai ficar. 8 horas. Você que vai aprovar aí que vai mandar para você. É 8 horas para mim. E você não vai aprovar. Aí temos um problema. É, eu vou aparecer no vídeo. Vamos, meu amor. Vai. Olha aqui, ó. Então, a prova do [risadas] Eu também quero
a prova. Com vocês a minha primeira [roncando] dama. Bom dia, Fabi. Fabiana, minha esposa. Tudo bom? Tudo bem? Como você tá, mãe? Meu casado me espera. É minha mãe. Minha lá atrás. Vai lá meu amor. Papai te ajuda. Vai lá. Vai lá. M. Eu não vou. Então vai lá bela precisa de dois atrás. Mãe. A gente precisa de ajuda. Vai lá. É até a escola. Vai rapidinho. A gente precisa de ajuda. Vai lá. Vai amigão. Vai lá amigão. A gente precisa de ajuda hoje. A gente tá com titio. A gente Bela, Bela, atrás, meu amor.
A gente precisa de ajuda hoje. Tá. Isso é uma família tradicional. Assim, você tem que negociar com os filhos. Todo dia assim, cara. Todo dia. Todo dia sim. A parte da de levar as crianças na escola, a lógica. Aí eu e a Fabi, a gente revesa muito. A gente tem ajuda, obviamente, como eu me desloco muito, tem ajuda da do motorista, tô viajando. Mas tem algumas coisas, por exemplo, eu e a Fabi a gente não perde uma apresentaçãozinha de escola. Isso é legal, né? Não perde, cara. Não perde apresentação de escola. Acho para todo pai,
eu acho que principalmente o cara que tá construindo, tá na correria, o negócio dele tá dando certo, ele tá no momento inicial, aqueles momentos de mais tensão, ou pela glória ou pelo Sim. ou pelo início, cara, não perde apresentaçãozin vai ser tão pouco, cara. Você tá com filho, né? Você você piscou. Não é muito isso, cara. O Piangers falou para mim uma vez no podcast assim, Caião, vai ser sete, oito apresentaçãozinhas, depois acabou. É, eu vejo esses cortes, às vezes eu me emociona assim. É porque o que que a gente acredita é na qualidade, não
na quantidade. Sim. Tem uma história que que é muito forte assim para mim. Tinha um cara que trabalhava, eu acho que numa uma ajuda humanitária, então ele não tinha controle sobre a hora dele. Ele saía quando quando o filho dele estava dormindo, ele voltava quando o filho dele tava dormindo. Então ele não tinha controle dessa circunstância. E aí todo dia que ele chegava, ele dava um nó na fronha e um beijo na cabeça do filho dele dormindo. Aí quando o filho dele acordava, ele já não estava mais lá. E quando ele olhava o nó, ele
falou assim: "Cara, meu pai teve aqui". Aí no outro dia o pai chegava, ele dava um nó na fronha e um beijo na cabeça do filho dele. Ele acordava, olhava pro nó. Caramba, meu pai teve aqui. Ele nunca sentiu a falta dele do pai, mesmo não tendo tanto, não tendo tempo. Então, ou seja, você se fazer presente no tempo que você tem, a gente conversa muito sobre isso. É muito melhor do que quantas vezes, cara. Eu acho que quem é pai, cara, sabe, quando você tá ali com o teu filho, a tua cabeça tá fora.
Sim. Tua você tá me você tá em outro planeta. Sim. Então a gente tenta manter, sabe, tempo de qualidade. A gente não fica medindo, ah, hoje eu tenho que ficar 3 horas com meu filho, hoje eu ten que ficar x horas, ficamos a qualidade. As crianças estão na escola e agora crianças estão na escola. Aí o dia começa, agora vai pra reunião de sócios da MLS. E e vamos que vamos. Vamos lá. Chegamos. [música] Como vai ser o dia hoje? Vai ser um dia muito legal, muito produtivo [música] e muito importante também. E vai ser
muito especial porque eu tô com 24 horas do grupo Primo, episódio maravilhoso conduzido por esse cara aqui, ó, que é nota 1000. Bom dia, bom dia. Bom dia. Tava com saudade, Flávio? Tava com saudade. Tava com saudade do 24 horas. Olha aí, ó. 24 horas. Eu sei que é chover uma molhada no 24 horas, mas [música] poxa, seja do lado gente que, pô, te eleva, gente que te complementa. Isso é muito legal, né? Eu acho que de uma maneira singela, quaduvante, eu [música] apareci um pouquinho no seu lá, apareci um pouquinho no do Flávio, que
você tem uns sócios como tão bons quanto eu tenho os meus aqui. Todas as pessoas que estão vendo aqui são [música] sócias e da Mentolix Society e a gente vem trocar boas práticas. São mais de 10.000 1000 clientes combinados aqui. [música] A gente troca principalmente boas práticas, visão do mercado para onde a área de educação empresarial tá indo, melhorar experiência, melhorar [música] a entrega pros clientes, acelerar a expansão, então crescimento, vendas, retenção. Eu acho que todos os fundamentos de um negócio educacional [música] campeão é debatido aqui e principalmente com esse foco no empresário, no empreendedor
que é o nosso cliente. Mentoria empresarial é isso, né? Porque o empreendedor ele não tem para onde ir, né? A academia não suporta [música] esse cara, né? É, geralmente um empreendedor que fatura 1 milhão, quer faturar 10, que que ele vai fazer? Uma pós-graduação. [música] Então a gente viu, vai ser muito importante. Agora vou trabalhar e eu acredito que o que o dia de hoje é muito importante. Ã, a visão é um dia que a gente vem para aumentar a nossa visão, a gente sempre nos se reapaixonar pelo futuro e proteger muito a nossa frequência.
E é muito importante também um dia de sempre potencializar, né, o nome ignição, que é uma coisa que traz muito do tema por seu primeiro encontro do do ano. Ignição, quando a gente vê a força de uma turbina, e qual que é a turbina de todo mundo que tá aqui? Turbina é o sonho, é a vontade, é o comportamento, é ação, é dedicação. Turbina tira qualquer pessoa do lugar, leva ela de um ponto A para um ponto B. Então, todos aqui, porque eu sei que todo mundo aqui é um avião, todo mundo aqui tem um
potencial maravilhoso, todos vocês são pessoas muito bem-sucedidas. Então, que seja um dia onde a nossa turbina seja muito potencializada. Eu sei que tem gente que tá vindo já voando, mas você tá num dia, numa uma plataforma de lançamento, como é um evento como hoje, da gente falar sobre visão, da gente falar sobre futuro, se manter apaixonado por ele. Eu acredito que o futuro ele é magnético, né? A gente sempre se move para aquilo que a gente acredita. A gente se move para aquilo que a gente enxerga, a gente caminha para onde a gente olha, a
gente só faz. No jitsu tem uma coisa muito engraçado, é uma lei. Você só faz força para onde você tá olhando. Então, se você só faz força para onde você tá olhando, que a gente possa olhar para o futuro, pelo impacto que a gente vai fazer na sociedade, pelo impacto que a gente vai fazer na vida dos nossos clientes. Porque esse ciclo aqui representa milhares de empresas. Esse círculo representa milhares de pessoas, Que significa milhares de colaboradores, que significa há milhares de famílias de maneira indireta e tocada em uma sociedade economicamente mais ativa. Então, parabéns
por todos de est aqui. Só para você fazer parte desse ciclo. Significa que você enxerga isso e contribui pro crescimento não só do Brasil, mas do mundo inteiro, principalmente hoje, o Flávio tem muito a falar nesse sentido. Então, parabéns por todos vocês e que tenhamos um dia maravilhoso. [aplausos] Pô, foi muito legal a parte da manhã, muito bom. Reunião sucesso. Toda reunião assim, eu sempre fico eu sou aquele cara que eu gosto de fazer reunião boa. Aham. Eu gosto de fazer reunião legal que tá todo mundo encaixado, todo mundo no mesmo objetivo, porque no final
das contas todo mundo é gente. Apresentação aí, a galera curtiu? Tudo vocês? Animal, animal, animal. Foi muito animal, todo mundo muito presente, os números muito sólidos, todo mundo com muita confiança pro futuro. Eu sou aquele cara que no meu dia inteiro eu sim fico percebendo nas pessoas que eu lidero como tá o nível de entusiasmo pelo futuro. Para todo empreendedor, isso é determinante, determinante demais. Então é legal sair de uma reunião animado, né? Sim. Já saiu daquela reunião meio frustrado que [ __ ] fal [ __ ] onde eu errei que tem que trocar. É.
Aí você vê a galera mais borocochou com alguma coisa. Qual que o objetivo desses encontros aqui, cara? Esse encontro principalmente visão tá alinhada, nutrir todo mundo numa mesma no mesmo caminho. É sempre troca de boas práticas entre todos os sócios, né? sócios estão tendo maior desempenho, falam o que que estão fazendo quando você trabalha com a estrutura e principalmente a seguir que a gente tá num caminho claro, né? Avenida de crescimento clara, sólidas, como modelo de negócio aqui, explica pra galera, não sei se vocês chegaram a falar sobre isso, mas explica rapidamente pra galera como
é que funciona o modelo de negócio aqui. Por que que vocês inventaram a MLS? Você viu que tem toda uma dinâmica, é o jeito que é organizado, o evento diz muito como o modelo de negócio. Bom, todos os donos de de algum clube de mentoria, ele também é dono da liga, então ele se torna dono ah pela sua participação, pela clidade de receita. Então é um modelo onde você cria uma unidade única, porque diferente, por exemplo, de um modelo de franquias, onde o franqueado não é dono da franquia. Sim, né? que é um modelo onde
realmente o dono do clube, ele é dono da liga na sua proporcionalidade. Então cria uma dinâmica de um único corpo. A a a gente trouxe uma experiência com o Flávio da da liga de futebol da MLS Estados Unidos, onde quem são os donos da liga? São os donos do clube. Então você não pensa só no que é bom pro teu time, você pensa no que é bom pra liga como um todo. Mas, por exemplo, se o se o cara ele é dono da liga também e ele tem um tamanho e ele dobra o tamanho dele,
ele dobra a participação dele, ele dobra a participação da hora. Então isso deixa fera sim, né? Então cara, a tua relevância vai mostrar a a quanto sócio você é. É, é verdade. Quanto de participação na liga você tem. Então a gente tá indo pro evento de liquidez, né? A gente tá indo pr para um evento de liquidez na liga. Esse é o nosso plano desde o dia por isso que a gente trouxe esse modelo, né? Um evento para ser um IPO. Porque é porque um um programa de mentoria por si só não tem liquidez, que
ele é muito personalíssimo. Perfeito. Perfeito. Não tem negócio ali, né? Não tem negócio. Agora uma liga, ela tem muito valor, pô. Quanto que vale para qualquer grande negócio é ter acesso a mais de 10.000 empresários? Quantos negócios não pode ser acoplados um negócio como esse? Tem muito valor, o mundo fala muito sobre ecosistemas, valor de comunidades, então isso é muito forte. Legal. Qual que é o seu compromisso agora? Agora eu vou almoçar, tá bom? Então eu vou almoçar. Eu, Flávio e Joel. Perfeito. A gente usa sempre hora de almoço com um jeito mais estratégico. Aí
depois terminando aqui a gente vai fazer um awards, uma premiação. Legal. Legal, né? Aí, saindo da premiação, tem que passar lá no vent para despachar algumas coisas operacionais. Fechado. Vamos lá, então. Vamos deixar você ir pro almoço, então. Depois a gente pega mais uma palavrinha sua. Vamos lá. A maior promoção de ferramentas de inteligência artificial do Brasil está chegando. O MyHub reúne 18 IAS, ou seja, 18 plataformas de IAS para você conseguir fazer tudo que você precisa na sua semana, seja conteúdo, seja organizar o seu trabalho, seja fazer os seus vídeos, fazer os seus posts,
tudo que você precisa para deixar o seu trabalho com muito mais performance. Em uma única assinatura, o que que você tem? Você tem texto com uso ilimitado do chat EPT 5.4. Você tem o Clouopus 4.7, você tem o Gemini 3.1, você tem o Grock, você tem o Deep Sex, você tem o Perplexity, você tem o Lama 4, você tem o Kim, tem um monte aqui, ó. Você tem o vídeo do Vmel 3.1, você tem o Cling, você tem o Sora Pro, tem coisa para caramba para você usar. E olha só, tudo numa única plataforma, ou
seja, você não precisa ficar administrando um monte de conta, não precisa ficar perdido, não precisa gastar uma montanha de dinheiro. Se você tivesse que assinar tudo isso sozinho, porque muitas plataformas inclusive, né, tem o preço em dólar, você gastaria mais de R$ 38.000, tá? E aqui eu tô te fazendo tudo isso por R$9,90 por mês. E olha só, o só os meu primeiros aqui ainda vão ganhar o Figma, o Notion e o Canva e o AutoCAD e mais de oito ferramentas de graça, tá? Mas é só nesse dia pros 1000 primeiros. Então vou deixar um
link na descrição, QR code na tela para você assinar o My Hubia no aniversário da plataforma e ter tudo que você precisa para seguir o seu futuro com a inteligência artificial, tá bom? Muito obrigado. Por que que a gente sente em círculo? Porque a gente é uma unidade única. Por que que toda mesa tem um microfone? Porque todo mundo tem voz. Legal isso, hein? Entendeu? Que que traz esse conceito, cara? Que pensa nisso, tem, cara, é uma mistura de experiências pessoais, tá? Por exemplo, essa cultura do microfone é uma cultura que o Flávio trouxe da
MLS. Ah, na MLS era assim. MLS todo dono de clube tinha um microfone, por todo mundo aqui tem voz, não tem clube mais importante tem aquele clube só fala quem tá em cima da tabela. Não, são todos os sócios em círculo. É porque carrega muito o nosso conceito de unidade, de entidade única, né? todo mundo tem seu o seu valor. A gente gosta de de investir em evento porque mostra principalmente que é um business que valoriza pessoas, né? E como a gente tá num negócio de gente, a gente tem que ser exemplo, né? Evento acaba
sendo uma uma coisa muito presente no mercado de educação. Sim, né? Seja para um evento que aconteça numa sala de aula, num espaço de eventos. Então você fazer um evento de excelência já passa o DNA que alguém na área de educação você tem que fazer eventos excelentes, cara. Você se envolve muito, cara, nessa assim, na nessa concepção das coisas provar. Hoje eu sou hoje dentro da trenca cada um tem uma função, né? Tá. E hoje hoje eu sou o diretor executivo da liga. Hoje eu faço a cadeira de CEO, né? Até que o ano passado
eu saí como CEO do Vent, eu vim construindo os Últimos dois anos um CEO no Ventes, ano passado minha transição porque aí começou a ficar difícil. Então eu faço hoje essa cadeira é de tocar o time da liga, todo o staff. Então eu faço essa essa função executiva. Legal demais. O Flávio é presidente do conselho. Então o Flávio é o cara da arquitetura, é o cara da visão. Uhum. Né? E o Joel, ele é ele é ele é o o grande diretor pedagógico. Ele avalia, por exemplo, todos os conteúdos, ele analisa pessoalmente essa parte pedagógica
dos maiores clubes. Ele tá sempre direcionando, porque como é educação, a parte pedagógica tem que ser muito forte. Toda parte pedagógica tá embaixo do Joel. Oi. Me fala um bastidor aí. Não rola uns quebra-pau? Não, cara. Cara, sabia que é uma coisa que na reunião, pô, às vezes vocês não dá para esquentar em algum momento. Fala que ia fazer um negócio, você fala que pô, não. E o Joel fala assim, não tem que fazer. Ah, eu acho que toda reunião tem a hora que cada um tá colocando seu ponto de vista. Só que uma coisa
que a nossa sociedade dá certo é pela pelo gerenciamento do ego, cara. Cada um entende seu lugar. É o geramento gerenciamento do ego, né? Quantas vezes numa sociedade um tá se preocupando que um tá brilhando mais que o outro, né? Então, gerenciamento do ego, eu sei onde é a zona de competência do Flávio e eu respeito essa visão. Flávio sabe onde é minha zona de competência, respeito essa visão. Eu sei onde a zona de competência do Joel e eu respeito essa visão. Então, a gente se protege muito e sempre a manutenção do ego. Acho que
ego para mim destrói muito a sociedade, cara, né? Um tá achando que é mais protagonista que o outro. Ou quantas vezes numa sociedade o cara vai fazer uma distribuição de lucro na hora de fazer a TED pros dois, o que faz a TED fala: "Pô, não tá justo isso, hein, cara, né? Às vezes, pô, eu eu acho que eu trabalho mais, trabalho não, todo mundo sabe a sua importância, todo mundo sabe a sua relevância, os combinados são claros, acordo de expectativa, a gente sempre tá revisando, né? Por exemplo, constantemente eu tô fazendo a revisão com
ele, será que eu sou a melhor pessoa para estar nessa cadeira? Então, e ele será que a gente tem que estar fazendo essas revisões? Ego zero. Só v dar uma espiadinha aqui. Vamos dar uma espiadinha. Vamos dar, vamos dar, vamos aqui. Vamos aqui. Será que eu não, vamos aqui. Vamos aqui. Que que o Fábio come? Que que eles estão fazendo agora? Tem que encher o saco aqui, ó. Ô, é o meu 24 horas, é aqui, é na Groselli e eu sei que você gosta, tá? Eu sei que você gosta. Tem problema não, você, você tragico,
depois a gente expulsa. Eles estavam, [risadas] eles estavam perguntando se a gente quebra pau. Falou: "Pô, fala, vocês estão juntinho assim, mas não tem os quebra-pau. O Joel não vem dar uma chinelada, o Flávio não fal, vai ser assim. Pronto, hein? Aqui é tranquilo. Aqui é tranquilo. Quem quebra pau? Que você acha que a nossa sociedade dá certo? Ó, eu falei lá fora, eu nem sei que você vai responder, hein? Primeiro, tem valores, né? Tem valores muito similares, né? E as diferenças que a gente tem são eh simplesmente resolvido. É, mas o principal, eu penso,
é que na nossa relação não tem vaidade. Ah, aí, entendeu? A gente não tem vaidade. A gente tem muito prazer em construir o outro e não temos essa necessidade, né, de competir, embora sejamos sempre competitivos, né? A competição é parte da nossa natureza, mas a gente não tem vaidade. A gente entende que tá construindo algo único e e estamos com foco sempre na construção. Então acho que esse é esse é um motivo que eu acho que eu considero que a gente se dá muito bem e trabalha bem para e e é bem produtivo o que
a gente tem realizado, né? Você Josão, por que que a gente se dá tão bem? Bom, concordo com o Flávio, um fator adicional que eu vejo, a gente quer estar junto, a gente escolheu estar junto, né? A gente gosta de estar juntos e a gente quer estar juntos no na visão que a gente definiu, determinou. Tem uma coisa que a gente a gente já tá junto tem 3 anos, três 4 anos muito próximo, né? A gente consegue se entender nas entrelinhas. É, é muito, né? A gente se entende muito nas entrelinhas. Eu entendo o teu
jeito, você entende o meu jeito. A gente entende o jeito do Flávio. E ao entender o nosso jeito, a gente sabe se respeitar, respeitar tempo, momentos. Já conhecemos a intenção um do outro. Acho que no começo de qualquer relacionamento, a as pessoas têm dúvida de intenção. Será que é isso mesmo que o Caio quer? Será isso mesmo que o Flávio quer? Será isso? Será que é isso mesmo que o Joel quer? A gente já não tem mais nenhuma dúvida de intenção, a gente já quer tá junto, já conhece o nosso jeitão. Então a gente se
entende, se entende rápido, às vezes até calado a gente se entende. Aqui no trabalho, Joel, eh temos competências complementares também. Verdade. Eh, cada um de nós aqui tem competências, não é? Eh, o Caio é o é o nosso executivo, é o cara que lidera as equipes. Você é o cara mais social da resenha. Resenha, não é? Eu sou o cara dos cabelos brancos, né? Esses cabelos brancos servem para algo, tem que servir para alguma coisa. Então isso junto a gente consegue somar bastante. Agora a pergunta, maior pergunta, amor, por que que o nosso casamento dá
certo? Nossa, que por que que o nosso casamento é tão bom? Dá certo porque a gente decidiu fazer dar certo, né? Então, primeira coisa, nasce o amor, mas também depois do amor vem a decisão de permanecer através desse amor todos os dias. Então dá muito certo porque a gente decide se amar todos os dias, se respeitar e porque você é muito maravilhoso e é muito fácil. Tem isso. É muito fácil conviver com K. É muito fácil. As pessoas falam que é um privilégio poder ter você partinho, que as pessoas talvez da forma como ele se
posiciona nas mídias sociais, as pessoas não conhecem muito, porque ele gosta de deixar um pouco de mistério sobre quem ele é, mas ele é uma pessoa muito fácil. A mãe dele falava assim: "Meu filho é fácil. Ele é uma pessoa muito fácil de lidar. É mesmo, é mesmo. Toda vez que eu vou brigar, eu brinco sozinha. Impressionante. É fofo. Almoço e já já estamos de volta. É isso, gente. Você é brincadeira o negócio da expulsão, cara. Fica tranquilo. Fica à vontade. [risadas] Deixa ajudar a fechar. Deixa ajudar a fechar. Acompanho vocês precisar. Eu vejo que
muito do que o Jits agora tem eh tem se relacionado com o mundo dos negócios, né? Isso é uma coisa que tem atraído mais pessoas também falar assim: "Pô, cara, você tem que encontrar o conforto no desconforto ali, tem que ter a disciplina. Você acha que dá para fazer realmente esse paralelo ou tem muita coisa que você fala assim: "Ah, não, isso aí é furada, cara. Cara, eu consigo. Eu acho que você tem que fazer uma força para conseguir adaptar uma analogia do que o mestre falou no golpe e ver como que isso te ajuda
na capacitação do seu time comercial, né? Eu acho que cabe a você a saber fazer essa essa tradução. Eu sou um cara que eu traduzo muito, eu consigo traduzir no exemplo. Por exemplo, o Gurgel tava me ensinando uma lógica numa posição, ele falou assim: "Cai, ó, aprende o jeito". Assim, se você só faz força, pronto, você olha o corpo, né? Ó, por exemplo, e você só faz força, pronto, você olha. Aí eu já, [ __ ] [ __ ] você só faz força para onde você olha isso. Eu sei que é um pouco de biomecânica,
mas, pô, na venda também, pô. Se concentra no Sim, pô. Foca, então, sabe, dá para, Então, cabe você ter essa essa leitura. Se você já tá olhando, se você já tá pensando que vai dar errado, você tá olhando, tá focando já vai dar errado. É, foca em buscar o sim, porque você só faz força para onde você olha. Então, olha pra venda, olha pra próxima, olha pro dar certo. Não fica olhando quantas ligações você fez que ninguém atendeu. Então, você vai desmotivar, pô. Então eu acho que essa essa essa linguagem, você conseguir traduzir uma uma
lição ali, adaptar pro teu mundo, eu acho que é é o que faz você ser meio que uma esponja. Não sei, é o meu jeito de aprender. Uhum. Eu sou aquele cara que eu fico do lado, eu fico olhando assim, ó. [risadas] Pô, quantas perguntas já pedi podcast para ele? Já mandei, calma. Ele, ele chega, ele só fala e eu falei assim: "Acabou o fim, vou fazer". Você entende? Você vive mais do que eu, você produz mais do que eu. Que o Caio às vezes ele liga pra gente. Primocast é um podcast maior que o
meu, então tem que ouvir, pô. vem pedir, ele pede ajuda e e muita gente vem falar comigo, com o Lucão, pedindo ajuda. Pô, me ajuda na estrutura do, pô, que equipamento que a gente compra, que como que a gente faz? Você acha que o nome Eu lembro quando você veio perguntar sobre o seu antigo podcast, se o nome atrapalhava e você falou que atrapalhava na hora. A gente f assim, não, pô, atrapalha pr caramba. Troquei, lógico que atrapalha, troquei depois daquela semana eu tava fazendo várias car simplesmente trocou você, um podcast chama, uma podcast porque
tava muito atrelado seja [ __ ] quando lancei o livro lá em 2016 17. Fala galera, sejam todos muito bem-vindos ao canal oficial do podcast aqui no YouTube. E aí eu cheguei e fiz vários estudos, pô, tava fora da busca do YouTube, aí eu falei assim: "Irmão, você acha que atrapalha o nome?" Ele: "Eu não acho, atrapalha. Eu fim, vou trocar". [música] Sejam todos muito bem-vindos ao Como você fez isso. Teve em algum momento da sua vida que você deixou essa humildade de lado e falou assim: "Cara, eu acho que eu eu não consigo mais
ouvir ninguém. Eu tenho dificuldade de ler livro porque eu parece que eu não vou ter nada a aprender. Eu teria dificuldade de estar num evento como esse hoje, porque eu acho, cara, não sei o que as pessoas têm a me ensinar. Você teve um momento desse meio que de uma soberba, uma arrogância, achar que, pô, eu já alcancei um negócio aqui, eu tenho dificuldade de ter essa abertura. Eu tenho mais dificuldade na outra extremidade. Hum. Eu tenho dificuldade em em dividir, por exemplo, a Fabi fala às vezes: "Amor, você fez um negócio tão legal, conta
pras pessoas". Aí eu tenho dificuldade mais, por exemplo, eu sou um cara que eu conto pouco a minha história, a gente tá falando agora disso, eu sou um cara mais reservado, mas eu acho que eu erro, acabo errando porque, pô, poderia estar dividindo pra galera às vezes algo que deu certo, algo que não. Você você acha que você é menos protagonista do que você deveria ser? Eu acho que eu sou o contrário. Acho que eu fico demais no campo de só ouvindo e só pegando dica. Por exemplo, o Flávio, ele é muito bom de contar
história. Sim. É, então você viu como ele meu, a história da Wap, o livro ponto de inflexão, todo mundo sabe. Eu sou aquele cara, fal assim, cara, de ser uma história, vamos Focar na próxima, entendeu? Vamos embora, vamos embora, vamos embora. A gente vê até quando a gente convida você para podcast e tem mais um convidado, você fica tipo mais ali ouvindo a outra pessoa falar. Eu gosto de ouvir, velho. Assim, no meu, ó, no meu podcast, o maior elogio que eu recebo é o Caio deixa a galera falar. [risadas] A gente entende isso. A
galera, a galera não gosta quando os roxos falam. É, mas pô, o RXO tem que falar também, mas também uma dos maiores feedbacks que eu recebo é: "Tô sentindo a sua falta". Então tem a dor e a delícia ali, tem tudo, né? Pô, queria ver mais você, por isso que eu até adicionei episódios de segunda e quarta que sou só eu. Que que vai rolar agora aqui, cara? Agora é capacitação. Agora agora não é mais a parte institucional, números, projeções, metas, o que foi realizado, os próximos passos. Agora, troca de boas práticas dentro da área
de educação, tanto na área de expansão, aquisição de cliente, tá? tanto na parte de melhoria de experiência, entrega, aula, então é o que vai acontecer agora e depois tem um awards. A gente faz uma premiação dos destaques desse primeiro trimestre do ano. [música] Como é que tá sua energia nesse momento? que nós estamos perto das 7 da noite aqui. Eu ainda tô no meu prime eu, cara, eu eu acabo 10 da noite. 10 da manhã é assim, é, é vertiginoso. Você vê que minha sobrancelha começa a cair, o olho começa a puxar. Eu 10 horas
da noite, minha energia ela vai, dorme fácil. Eu durmo rápido, cara. Eu não, assim, eu eu tenho um baita desvio de sep, né? Deixa eu ver se a câmera pega. Olha aqui, ó. Não, eu tava pega ou não? Eu eu até pega, ó. Dá para ver que tortinho. Tortinho. É, eu ten um baita desvio assim. Então eu me mexo muito. Se tiver médico, a galera vai me mandar toda uma mensagem. Eu arrumo isso, eu arrumo isso. Nunca pensou resolver, cara. Ach, sabe aquela história não tá doendo tanto assim? Aham. Entendeu? Então ainda não tá doendo
tanto. Mas eu me mexo muito no meu sono. Eu durmo rápido, mas eu tenho sono. É porque você fica acordando durante a noite, né? Acordando. Falam que é isso. Ah, provavelmente. Desvio certo. Você fica acordando, você tem um sono muito leve. Trabalhar. Você vê que eu tempo [risadas] fica só de palestrinha, né? conversando, trouxe agora. Vamos lá, vamos lá. Vamos embora. Para ele a dinâmica assim de clientes. Eu tava falando que a nossa lógica sempre de utilizar um evento na sua potência máxima, sinergia dá para fazer evento Para dentro, para fora, otimizar custo, sempre estrutura,
tem que aproveitar, tem que tirar foto, gravar anúncio, fazer live, tudo que der. Exato. Peça publicitária que a gente faz, a gente aproveita muito assim, cara. A gente faz uma reunião de como aproveitar cada cantinho do evento, cara. Tudo que dá para fazer. Tudo vai diluindo, né, pô? Tudo vai diluindo. Você fez um custo absurdo. Até se você fizerem uns criativos e esse criativo performar absurdo, você fala assim: "Cara, justificou muito fazer venda". É, esse é o racional. Justificou muito. V fazer mais. Esse racional. Esse é o racional. Esse é o [música] racional. [música] Qual
que é a missão agora, cara? Agora a gente tem que passar na obra, tá? Vamos lá. Obra. que a entrega vamos vistoriar, vamos estorear ã da L house, tá bom? Só nos próximos dias. Legal. Quero ver onde vai ser os estúdios, onde que a galera estúdio. Legal ver conceito. Como já tá aqui. É bom que tá em obra, né? Posso dar palpite? Pode dar palpite. E obra é aquela coisa, né? Se não ficar em cima, vai atrasar a obra dos caras, né? Vai pedir uma mudança agora, né? Então, como eu pessoalmente tô lá em cima
da obra, cara, mas isso é, isso é bizarro, né, cara? Obra que nem livro. Se você não tem data, vai dizer: "Tá pronto". Quero você sempre tem um ajuste para fazer. Sim, sim, sim. É que nem livro. Se uma hora você abchar é isso, é para isso que existe volume dois, né? Sim. Aí escreve o próximo. Então já passar lá vai tá legal. E é do lado, é caminho. É do lado daqui. Legal. Conseguiu ligar o gerador. Tá sem luz. É obra sendo obra, hein? Girador auxiliar parou. Puxa, com luz ia ser tão legal mostrar
com luz, né? O legal é assim, né? Vida real, car. Vida real. Seu dia, cara. Ó, chegando aqui sem luz. Mas a su tem uma luz ali, então vem cá. Não, cara, é um é uma qualidade. Você olha, mas fez acabamento legal, tudo bacana, tá nos finalmente. Ó, tem uma sala de reunião. Sal de reunião bem bonita, hein? Salas boas de reunião, né? Olha madeira. A gente fala que quando o teto de madeira, as paredes de madeira, é porque o negócio tá dando certo mesmo, hein? Não, foi muito bom. Basicamente vai ser dois grandes estúdios.
Esse aqui que tá lavando, vai ser um para 60 pessoas aqui. Esse vai ficar pronto no segundo momento. Legal. Aqui vai ser estúdio. Aqui vai ser um, perdão, a sala dois vai ser uma sala para 60 pessoas. Aí ele vai ter um LED curvo. O led é desse ar até aqui, ó. Ele faz uma curva assim, ó. Legal. Legal. Legal. É uma experiência para ter um ambiente mais imersivo de Sim, sim, sim. De aula. E aqui, ó. [ __ ] essa sala ligada é o estouro. Vocês iam amar. Nossa, que absurdo isso aqui, ó. Não,
isso aqui é, cara. Legal, hein? Surreal, irmão. Surreal. Ó, LED aqui, ó. [limpando a garganta] Muito bom, cara. 200 pessoas. Teve umação toda bonitona. Cadeira boa. Cadeira boa. Ó, o LED já tá instalado. Quanto que gasta, Caio, para fazer um negócio desse? Cara, na obra [suspirando] com equipamento a gente gastou, ainda falta um pouquinho, falta chegar luz. OB gastou uns 15 milhões com tudo. É só para dar o tapa. Ó o telão, meu. 15 milha. Fazer uma obrinha para fazer o investir numa boa estrutura pros clientes, um lugar legal, um lugar bacana. Isso. Em que
momento a empresa tem que começar a gastar dinheiro com experiência assim, cara? Ah, primeiro tem que ver se faz parte do seu core, cara. Senão é melhor você não ter um custo operacional alto. Aqui é o camarim, né? Tem camarim de quem vai dar aula, porque aí a pessoa entra aqui, ó. Entendi. Aí sai aqui, pum, e ela sai por ali. Não tem conexão com É mais reservado ali para a galera. Acho que aqui vai deve ter, ó. Ó, aqui vai ter um camarinha, ó. Ah, legal. Aí tá terminando. Vai ter um camarinzão. Legal. Caramba,
15 dias para terminar, cara. Já tá pronto já ou não? Não. Você caiu no conto da obra, hein, do seu Zé, hein? Seu Zé, que que você acha? Mais de 15. [risadas] Deixa, deixa nos comentários. Será que ele entra em 15? Pô, você tá meio achando que eu ganhar teu apoio, cara. [risadas] Os caras estão achando que vai entregar recepção para você. Tá em 15. Não precisa terminar essa aqui em 15 dias, ó. Vai pintar essa parede ainda. A gente mandou colocar pintar ainda. Ah, mandei colocar. Quando a gente vai, quando a gente postar, você
vai saber se isso aconteceu ou não, tá? [risadas] Porque ficou assim, ó. Ficou tudo preto. Aqui ficou branco. Achei que não parece que tá inacabado. Sim, parece. Parece. Tem quear de aí fica uma branco. Cara, vamos continuar esse teto aqui, ó. Pinta de preto. Coloca uns ledzão assim. Eu mandei pintar de preto e a parede do desse desse marmorato aqui, ó. Desse marmorato que ficou aqui. Ali, ó, cinza ali, ó. Não, aquele cin parece parece cimento queimado. Sim, sim, sim, sim, sim. Aí combina mais. O que que você tava comentando que quando que a empresa
tem que começar a gastar nisso? Você falou: "Pô, tem que ver se é core". Primeiro, primeiro tem que ver. Primeiro tem que ver se é core, cara. Se não for a core, pô, aluga, tem um custo baixo. É porque no nosso caso é core. Quanto tempo você ficou alugando o escritório até você quis? Porque pensa, a liga hoje é proprietária de 180 clubes, que é um clube faz uma média de dois e três eventos por ano. Então 180 x 3, a conta de padaria aqui é mais ou menos 500 eventos no ano. Pô, esses clubes
gastam esse dinheiro fora. Então eu tendo um lugar eu trago essa receita para dentro da companhia. Então pra gente já não compensa gastar todo esse dinheiro em hotéis. Então aí justificou um investimento como esse, entendeu? Legal isso, hein? Uma, você tem que ver, poxa, aí é a hora do time. Então, você trazer um custo para dentro não pode ser em pico, não pode ser por causa de uma onda, não pode ser por causa de um momento, tem que ser cor no teu business, entendeu? Senão, cara, fica leve, fica leve, fica leve o máximo que você
conseguir. E dá para fazer uns espaços branded aqui pré É, sen não é métrica de vaidade tudo isso, pô. Quem tem escritório cara para caramba e não precisava. Tá muito legal. Você pega o show de iluminação, tá muito bacana. Não, eu, [ __ ] tô vendo, cara. Tá no coração da Far Lima aqui, ó. Tá na travessa. Pô, legal demais, cara. Frente ao shopping, tem um hotel gigantesco aqui em frente. E dá um branding para vocês, cara. Aqui fica, aqui fica LED, ó. LED aqui, LED aqui e LED aqui, ó. Uhum. Não vai ser absurdo
isso aqui, cara. E tipo assim, fácil acesso, sabe? Tipo uma conexão, você vão se aproximar da galera, vai ser legal. Aí a convivência pessoa lá, dois eventos até 260 pessoas e aqui acomoda até 260 pessoas para coquetel. Absurdo, cara. Que absurdo. 15 dias, gente. Tudo pronto. Vamos embora. [música] [música] 8:43. Tem gente no escritório ainda. Tá tarde, hein? A gente tem, tem time de vendas é calibrado, por exemplo, o que define o horário do nosso time? Horário do cliente. Então, por exemplo, tem alguns produtos que a nossa taxa de atendimento é melhor essa hora, porque
o cara não tá no trabalho. Entendi. Então aí o time entra mais tarde e sai mais tarde. Entendi. Então ele não entra 7 da manhã, entra 1 da tarde. É estratégico isso, né? Pô, quem define horário do do time comercial é o cliente, não é o líder, pô. Pode crer, entendeu? Às vezes fica com aquele negó, ah, tem que entrar 7 da manhã, pô. É, faz sentido. Às vezes eu tô recebendo um monte de ligação com vou acender vendo. Mas vence é uma escola de vendas que eu fundi há 4 anos atrás. Cara, legal, velho.
4 anos. Já começou com o Flávio como sócio ou não? Ele entrou no negócio depois. Não, Flávio sempre me mentorando desde o primeiro dia, tá? Eh, eu fui pra validação primeiro, se validasse depois eu levava para ele, porque eu dei crédito, a semente foi dele. Eu t fui gravar um podcast com Flávio Orlando e aí no final do podcast a gente começou a trocar ideia. Aí ele meio que plantou a sementinha. Eu falei assim: "Cara, você já pensou em entrar pra área de educação?" Aí eu falei: "O que que você fazia nessa época?" Cara, eu
era distribuidor de empresa de venda direta. Eu tava tava bem, cara. Então, nunca tinha vendido de serviço na minha vida. Tentando tá bravo. Tava 15 anos na Juness, tá bem? Tava lá minha Vida confortável, né? O meu caminho ali, claro. Aí o Flávio perguntou, eu falei: "Cara, não." Ele falou: "A área". Eu falei: "Por quê? Pô, área de vendas tem um buraco na educação. Eh, eu acho que cabe uma escola de vendas. Falei, escola de vendas, velho. Que que é isso? Isso para querendo vender. Escola de vendas. Ex. Eu falei assim, existe isso aí. Justamente
isso. Pequeno gafanhoto. Olha só. [risadas] E qual e qual que é o modelo aqui? O vente. Tudo que é capacitação da força comercial a gente resolve, tá bom? Então, tudo que é capacitação de força comercial, não importa se é liderança, se é gerência ou se é base. Então, tudo que é capacitação de time comercial, a gente resolve, desde com produtos B2B, que são mais personalizados. O Vend tem grandes contas, como BMW, Cirela, I, Mercado Pago. Olha, é claro, pux fechamos agora Seforrará, Três Corações. Então, a gente tem empresas bacanas que a gente desenvolve soluções personalizadas
pra capacitação da força de vendas. É produto B2C que é pós-graduação, MBA, cursos livres, online, presenciais. Então tudo que é capacitação para força de vendas eu resolvo. Ó, deixa eu apresentar. Este é o meu senhor Lucas Peixoto. E aí, bom? Tudo bem? Tudo bom? Prazer. Tudo bem. Prazer, Lucão. Tudo bem? Beleza. E você? Tranquilo. Certo. Bem-vindos. Bem-vindos. É, os últimos dois anos, Lucas, primeiro você começou alguma red de operações do Vené 4 anos e meio atrás. Trabalha junto há mais de 10 anos. uns 12, né, Lucão? 12 2012, é 14 anos. 14 anos juntos. E
aí ele começou como ré de operações do vente. Chamei a Loucura junto comigo. Foi uma das primeiras pessoas que acreditou também na minha, estava contando a história do primo, né? Na minha visão, cara, a gente vai ser a maior escola de vendas do país, tal. Não existe escola de vendas, a gente vai meio que, né, pincar bandeira nesse mercado. Aí o ano passado foi a minha transição de bastão, né? Então eu ainda estava como se, mas eu já tinha passado a visão para ele que era o ano do dele então entregar o resultado. Entregou resultado.
Muito legal. Vende ano passado faturou quase R$ 70 milhõesa. Caramba, que legal. Então já acumulado, já tá chegando quase a 200 milhões, né? Passando 210. 210 milhões já de receita do vento. Caramba, legal pr caramba. Legal. Poxa, 4 anos é legal, né, cara? E a minha função agora como fundador é que que um fundador faz, né? Você faz o quê? Pô, eu sou aquele cara primeiro que proteja a visão para onde a gente vai, né? Aquele cara que a gente tá sempre conversa muito alinha no futuro, eu ficar porta para fora para trazer oportunidade aqui
para dentro. Ninguém acho que ninguém representa melhor do vent do que eu lá fora. Se o guardião da cultura então eu constantemente tenho ponto de contato com o time, né? Você pega o vent, ele tem um pouco da minha Personalidade, né? Um lance mais rebelde, mais vendedor. Vem que a galera tem muito da da personalidade, né? Tem tem a minha personalidade, então acho que é essa meu código genético. Mas o Lucas me libera para eu não ficar tão imerso na operação na gestão de equipes, que isso é importante, pô. Você não não consigo fazer one
a one, consigo fazer gestão de time. Aí talvez hoje você alavanca, você consegue alavancar seu negócio muito mais você com tempo, desde criar conteúdo, porque você também é um influenciador empresário e tudo mais, desde ter tempo livre para gravar conteúdos e fazer outros negócios que nem você. Lucas me libera para ser porta para fora. Eu não tá às vezes mergulhado em, por exemplo, às vezes reunião de contábil, pô. Então, para eu ser bem, porta para fora. Mas vê aqui para vocês perceberem. A função é, cara, voa lá para fora, deixa aqui, manda os problemas pra
gente, a gente resolve, traga boas oportunidades. Que beleza, hein? Que beleza, hein? Gostoso isso, né? Fala, time. Tudo bem? Tudo bem. E aí? E aí? E aí? [aplausos] Aqui toda a área comercial aí é dividido por produtos, né? Tem o time, por exemplo, do time corporativo que só vende soluções corporativas. Aí tem um time de formações, aí tem um time de venda ativa, tem um time que vende posse, tem um time que só vende solução online. Tá bem legal, hein? Ó, tem a roleta ali, ó. Faz a venda. Aperta roleta ali, ó. Vem cá, ó.
Fez uma venda, fez uma matrícula. Aperta ali, ó. Cara matrícula você, pô, tem o direito. Aí tem desde, por exemplo, de food. Ah, tem, tem desde comissão dobrada. Comissão dobrada é legal. Tem comissão dobrada que legal. Comissão dobrada é bom, hein? Aí tem 50% da comissão. Tem o brinde misterioso. [risadas] Tem o brinde misterioso. Tem vai uma água pro colega. Se ser um cara servidor. Aí você vai lá pegar uma água pro teu amigo, alguém que você gosta. Food. É cacau show. Aí tem um chocolatinho da Cacau, tem um almoço. Pô, gan um almoço. Tem
coisa mais gostosa de ganhar um almoço. Almoço é bom. Almoço é bom, pô. Almoço é animal. Então a gente vive muito essa cultura aí de time, tá? [aplausos] Opa, mais um. Caramba, é legal. Vai ter energia, velho. Total, entendeu? A minha função, a minha função é guardar essa cultura, cara. Galera animada. É ser assim, cara. Porque eu fui assim. Eu era o cara que, pô, celebrava uma velha, ensina a galera a celebrar. Tem gente que vinha aqui, não sabia nem celebrar, pô. cacanhado, né? É esse lance de pô bater palma pro outro é uma coisa
que você constrói. Então eu sou guardião desse ambiente, guardião de pessoas, de ambiente, de cultura. Eu participo das contratações mais das contratações maiores. Deve ser uma loucura absurda. Uma loucura gostosa, cara. Não é aquela gura de estress derreter, não. Gotura de montar russa. É o rank. O rank é a volatilidade do rank passar. Se a gente, cara, eu falo pra turma, se a gente vencer, a gente vai vencer junto. Se a gente perder, a gente vai perder junto. [aplausos] Isso é legal. Para caramba, velho. [aplausos] E é uma parada que você você você não constrói
de um dia paraa noite, cara. É viver a parada. Eu fechamento, eu sento lá, aí eu pego o telefone e levo junto. Pô, tomam vários não, do lado da galera ali. [risadas] Pô, às vezes cliente não quero, mas pô, tá tudo bem, bacana. próxima venda, a pessoa vê como que eu reajo, às vezes faz um fechamento, atendimento online. Então essa cultura é a minha maior função hoje, guardar para que isso não se não se perca. Animal isso. E uma uma coisa que eu meço, eu sou o cara sensível ao ambiente, cara. Por exemplo, esses dias
numa reunião, eu peguei uma urna E mandei todo mundo escrever um bilhetinho para mim. Só eu vou ler e não é para botar nome. Cara, recaro, você quer deixar para mim, cara? Você acha que é importante eu saber? Você acha que é importante eu ler? Eu não quero que você coloque nome e só eu vou ler. E aí eu coloquei lá passando todo mundo, todo mundo, todo mundo. Eu sou cara que eu me importo com o ambiente, entendeu? Eu sou aquele cara que eu gosto de saber o que que tá acontecendo. Eu sou, eu sou
acessível. Não é porque apenas que eu sou um cara, pô, eu gosto de gente. Eu quero, se você tem uma bucha, chega em mim, cara, fala assim: "Pô, não tá legal isso aqui, velho. Eu quero ter a chance de saber, cara". Uhum. Quanto o cara que nem sabe o que tá rolando no escritório dele. O cara tem uma rádio pia absurda e às vezes não chega no cara. Você é [ __ ] né, cara? Quando quando já tá na rádio peão, ele já perdeu o controle. Eu sou aquele cara que eu gosto de falar pro
meu time, cara, se tiver um problema, traz para mim. Deixa eu saber. Eu quero poder porque eu sei a força que faz o porque vendas é assim, ela é ultra sensível ao ambiente. Quando o ambiente tá animal, vira um 12o jogador. Agora quando ambiente tá a desgraça, você sente isso. E aqui são estúdios onde é ou dado aulas, você vai fazer alguma entrega para algum cliente. A gente tem um painel aqui de LED, ó, o vent que Ah, legal, legal. Alguém entra em alguma convenção de venda de algum cliente, aí a aula acontece aqui ou
ali no estúdio do ela acontece aqui, ó. Ah, legal também, cara. Bons estúdios, hein, cara. OK. Bom, hein? Funcional. Esse é um estúdio de de criador de conteúdo, né? Bom, é. É, pô, extremamente funcional. E aqui é o meu, né? Pô, legal demais. Limão. E aqui como você fez isso? O seu podcast, cara, ele tem uma identidade assim, você que assim prestou atenção nisso, se atentou, n fal assim, cara, eu quero que o cara olhe e eu acho que excelência é uma diferenciação assim, uma imagem legal, um tratamento de cor bacana. Então eu sempre fiz
isso, acho que faz diferença, sabe? Tá com uma com uma estrutura legal, obviamente você vai aumentando a produtividade, né? Eu pego lá meus vídeos lá atrás. Mas mudou bem, ó. Ó, pega aqui, ó. Pega todo o bastidor aqui, ó. Uma, duas, 3, 4. Essa aqui é do pelo menos quatro câmeras aqui. Essa essa aí a gente coloca plateia. Ah, você tá fazendo plateia? [risadas] Sim, a gente faz com 25 pessoas mais ou menos, que é o que cabe. Acho legal, acho que da vida, cara. Quem que são essas pessoas selecionadas? Ah, a gente convida desde
a pessoas que seguem o podcast, volta meia a gente faz alguns sorteios ali, pessoas que acompanham o podcast, alguns clientes do Ventice tão jeito de fazer um carinho no cliente, sabe? Sabe? Clientes bacanas, clientes legais ou até reconhecimento de algum, poxa, ele comprou um pacote de soluções, a gente faz um convite para ele assistir um podcast. Então, aqui, ó, legal. Cara, qual que é o papel do podcast no seu negócio? Cara, eh, podcast ele tem uma função muito importante, porque primeiro é você tá gerando comunidade e relacionamento, né, cara? Então ele primeiro tem aumentar a
tensão, gerar uma mídia muito qualificada, de uma certa maneira ele ele gera valor pras pessoas. Então é natural às vezes pessoa as pessoas, por exemplo, às vezes ela de um podcast, ela ela ela se ligou que ela tem que aprender a vender, ela vai buscar o Vendes com uma solução porque ela já tem um ponto de conexão comigo, sai. Poxa, o cara ali é bacana, tá toda quarta-feira fazendo episódio e eu acredito que gerar valor é uma estratégia de vida assim, cara. Eu acho que assim, ajudar na frente, né, você gerar valor primeiro, independentemente se
vai ter alguma contrapartida ou não, eu acho que é uma estratégia legal de ter. Quando, quando que você acha que o empreendedor que tá assistindo a gente, ele precisa começar um podcast ou o podcast precisa fazer parte da estratégia do negócio dele? E quando ele fala assim, cara, não, não olha para isso agora, você só vai perder tempo, porque é muito comum a gente vê, né, eu e o Caí, que muita gente pede ajuda, né, para montar, para ver como é que tá o projeto, para analisar e e geralmente falo, cara, de verdade, para tudo.
Eu eu acho que independentemente se a pessoa não tem a menor ideia, vou fazer um podcast para quê? faz, eu acho que vê qual que é sua zona de potência, escolhe um nicho específico, escolhe uma dor que você quer resolver, porque eu acredito que é é um é uma mídia ainda que a disputa não é tão agressiva como em outras plataformas. Você pega, por exemplo, Instagram, você pega TikTok, você pega YouTube, é muito produtor de conteúdo. Uhum. E eu vejo que no podcast é uma discrepância da quantidade que das pessoas que consomem e a quantidade
de pessoas que que produzem. Então tem muito espaço de crescimento. Perfeito. Então mesmo se você, ah, mas meu nicho, sei lá, eu trabalho com marcenaria, cara. Pô, é começa definir um tema, começa a definir algo que você sabe que as pessoas vão se conectar e mesmo se você não sabe muito o que você vai fazer com esse canal, constrói uma audiência bacana, porque eu tenho certeza que você ouvindo a tua audiência vai aparecer uma ideia, não? E o bom que vai aparecer um um um fim. O bom é que quanto mais ninchado, melhor. Porque, por
exemplo, você falou marcenaria, se o cara criar um podcast que tenha 5.000 e inscritos e ouvintes, é o maior do Brasil, se pá, entendeu? Porque você vira é desse nicho específico. Então, tipo assim, vira o maior muito fácil. As pessoas menosprezam que são 5.000 pessoas qualificadas ouvindo uma coisa durante uma hora. É muita gente, galera. É muita gente, é muita gente ouvindo esse mundo de rede social, as pessoas, meu, distorce. Absurdo, galera. Acho que tem que bater milhão para viralizar o negócio, cara. Lembra na tua sala de aula quando você falava para 30 pessoas era
gente pr caramba. Nossa, era assustador. Era assustador. Então é porque tem uma tem uma coisa da a gente que tem um pouco mais esse privilégio de fazer eventos presenciais. Cara, às vezes a gente faz um evento ali para a gente fez um recente agora, tinha 2.000 pessoas, foi um evento menor ali, só que 2.000 pessoas mesmo assim você Olha, você fala assim: "Mano, ó o tanto de gente que tem aqui. Ó o tanto de gente que tem aqui." O fim dele a gente fez para 20 e poucas mil pessoas. Tipo assim, cara, era assustador. Você
ficava assustado, você fala assim, mano. Aí o episódio bate 80.000, você fala: "Puta, foi fraco, flopô, foi fraco. Flopô, cara, 80.000 é tipo Maracanã lotado assistindo negócio, cara, é muita gente. Então, não menospreza. 100 pessoas ouviram um episódio, 200 pessoas ouviram um episódio, 300 pessoas ouviram episódio, faz seu podcast, a disputa é bem menor, então você tem muito mais campo de crescimento. É, muita gente consome para pouca gente. Você fica pensando, por que que os maiores influenciadores do Brasil não estão produzindo podcast? É, até meio de loucura mesmo pensar nisso. Eu não consigo. Podcast é
difícil porque ele ele tem o o cenário, ele tem a o roteiro, ele tem o convidado, ele tem o tema, ele tem o que você vai vender. Eu acho que ele é um ele tem uma barreira de entrada maior. Mas é o que você falou, né? É disciplina. É disciplina. Tem muita gente falou assim: "Pô, que que você acha que vai ser esse ano com eleição Copa do Mundo, recorde de feriado?" Falei honestamente, pro focado ele vai estourar, porque muita gente vai se distrair. Agora o focado, galera já vai jogar toalha já, né? Tipo, tem
muita gente que vai se distrair para caramba, cara. Tem agora para quem é focado não dá nada, né? Ele não dá nada. É uma mídia que para quem é preguiçoso, porque não é é não é uma mídia de curto prazo, é médio. Vai fazer três episódios, você vai ter um podcast legal. dinheiro. E aí, como onde você investe isso aqui? Onde você investe? Você falou que não gasta muito, tal. O time já falou assim: "Caio, fala dos perfumes, fala dos relógios, tá comprando helicóptero, tá, sei lá, comprando carro. Sabe esse é um Langensony, chama? Ah,
olha aí, Grand One. Nem sei que raça que é isso aí. Entusiasta. Você que vai falar o valor aí. É, eu sou um cara, eu tenho uma, minha cabeça funciona assim, né? Eu sou como eu sempre fui agressivo nos negócios, por exemplo, eu sempre fui o cara de venda, sempre o cara da variável. Uhum. Eu sou muito conservador meus investimentos, por exemplo, eu sou o cara da renda fixa, eu sou cara que a minha exposição, ação, cara, é praticamente nula. Porque eu me sinto bem, porque como eu sou um cara mais arrojado nos negócios, por
exemplo, vim de vendas, eu tenho uma renda que varia, eu não posso ter um rendimento, uma uma aplicação. É, obviamente eu eu funciono bem assim, não, mas eu acho que isso é inteligente porque você já tá você na sua carteira, você já tá tomando risco nesse mundo. Então aqui eu preciso que compre a minha sanidade. Faz sentido, comprar vale, né? É, você investe em ações, mas nas suas. Exato, essa é a melhor explicação. Então, eu sou um cara que eu eu me encontrei muito bem nesse equilíbrio. A gente é um pouco de assim, tá? A
gente tem ações do grupo primo e minha coisa. Acho que o meu risco tá nos meus negócios. Isso. Cer Então eu tento ser bem conservador e para mim tá tudo bem, não tenho síndrome, ai tô perdendo oportunidades, tá tudo prefiro dormir tranquilo do que prefiro. Eu sou um cara que também não consigo me debruçar muito, então eu mantenho bons investimentos, sabe? Renda fixa, trela da juros. inflação e tal. Qual que foi o último mimo que você se comprou aí? Relógio, carro, perfume. Cara, o último mimo, relógio é uma coisa que eu gosto, mas eu gosto
para mim, não sou um cara que fica mostrando muito assim. Sua mulher te dá uma freada nos relógios. Sua mulher te dá umas freadas no relógio. Não, minha mulher, ela bota pilha. [risadas] Minha mulher às vezes tô no shopping, circular, ela fala: "Vai, você merece. Vamos rodar essa economia, mano. É a vozinha que precisava, né?" É, mas acho bom. Acho bom quando você tem um poupador e um e um Sim. E alguém que é um equilíbrio. Ele é um equilíbrio. É, senão, mas eu sempre fui esse cara. Eu sempre fui esse cara. Eu eu do
guardar. O meu maior desafio com dinheiro foi o que fazer com ele. Durante muito tempo eu era o cara da poupança, cara. Isaí é ruim. Eu era o cara da poupança. Mas você achava que você não era digno de gastar esse dinheiro? Não, eu já era um cara que eu não sabia o que fazer. Eu era um cara que eu sabia gerar receita, mas não sabia tomar boas decisões em relação ao investimento. É aquele cara, pô, vou botar na poupança que pelo menos eu não perco. Uhum. Mas isso até mais ou menos meus 25, 26
anos, talvez um pouco mais, 27 anos, qualquer dinheiro que eu colocava colocando na bobança. Uhum. Aí que eu falei assim, aí eu falei: "Cara, preciso entender mais, porque você começa a ter um começa a ter um volume maior de receita, você precisa jogar um jogo melhor." Sim. Aí eu lembro que eu li aquele investidor inteligente. Perfeito. Esse liv aí falei: "Putz, mas meu maior desafio no começo foi como tomar boas decisões e não perder a grana. que para mim investimento é é proteção no meu patrimônio e não perder poder de compra. Total. Esses meus dois
objetivos em relação ao patrimônio. Meu nome é Caio Carneiro, empreendedor, vendedor. Esse é o meu 24 horas, um pouco da minha rotina. Então, se pudesse deixar uma dica para todo mundo, é, cara, escolhe um caminho, acredita nele, coloca o seu melhor, pô, você tem um sonho, vai atrás, cara. Não desiste. Veja o que você pode ajustar, mas não deixa ninguém dizer que você não pode, que você não é capaz. Não deixa eh o estado falar que você é uma vítima ou Alguém desmerecer aquilo que você acredita. Se você tem um sonho, corre atrás dele, luta
pelos seus objetivos, luta pelos teus, pela sua família, mas principalmente faz algo que você acredita, que gera bem pra humanidade e principalmente se dedica, porque vale a pena realizar os seus objetivos. Luta por ele. Essa é minha recomendação para todo mundo. Ele vira para mim e fala: "Pô, e você vai fazer o que quando crescer?" Aí eu falei: "Puta, vou fazer jitso". Aí ele falou: "Não, tô falando de trabalho". Falei também. Quantas unidades já tem a aliança [música] pelo Brasil e pelo mundo ali? Então, a aliança tem 307 no mundo. São 32 países. Aqui no
Brasil [música] é a maior concentração. A gente tem em torno de 170 copos. A gente não tem que programar descanso nenhum. A gente tem que estar pronto o tempo inteiro. Para seja lá o que for acontecer, a gente tem que ter capacidade de resolver. Qual que foi a competição mais difícil para você? Você falava assim: "Cara, achei que não ia ganhar". Não, nunca achei que não ia ganhar. [risadas] A gente tava conversando [música] e a ideia é que você lute novamente. Mais legal do que dar as [música] imagens originais pro filme é a gente fazer
um documentário teu contando a real história dessa briga. Qual foi o maior dinheiro assim em luta que [música] seja? [ __ ] talvez é a minha luta com Mark K deve ter dado sei lá.