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TA2 Aula 9

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6804,142 단어20m readGrade 18
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Daniel Simião
o Olá pessoal bem-vindos até dois esse até aqui na estava observando antropólogos que pressupunham que entrou Apologia deverá ser uma ciência explicativa do real e portanto não apenas dando compreensões históricas dos fenômenos mas em busca de algumas normas ou leis Gerais com alguma maior ou menor incorporação da história e dos processos sociais nessas teorias agora chegou a vez a gente vê um autor que definitivamente abre mão dessa pretensão numa técnica da antropologia antropologia para Clifford geertz e não deve ser uma ciência e explicativa em busca de leis Gerais de funcionamento a humanidade mas deve ser
Principalmente uma ciência interpretativa e isso é uma mudança de Tom que muda a coisa nos modelos teóricos propostos para o que o motor pó logo deve fazer a gente deve entender também que o Gere vai fazer essa essa proposição a partir de uma tradição Americana em que é de Cultura opera como algo importante Mais até do que a estrutura e mas toda forma o Gueto representa aí uma uma nova uma nova tradição paradigmática que foca o fazer antropológico mais na interpretação do que na explicação e por isso a gente pode dizer que pro Guetta a
tarefa da antropologia uma tarefa hermenêutica de interpretação e de símbolos de signos e mais do que de explicação de causas e efeitos em processos sociais Isso é uma outra forma de entender o fazer científico é uma coisa uma ciência e explicativa do Real em busca de leis Gerais muito assentado aí no modelo da e positivas não é uma coisa que vem lada no modelo de ciência natural newtoniano e tal outra é entender a ciência como um discurso de explicação da realidade produzido a partir de uma interpretação dos Fatos e interpretação aqui é o a palavra
Central Não por acaso que o livro cujo introdução a gente vai discutir nesse curso se chama Justamente a interpretação das culturas bom o Gui arte é uma tropologo formado numa fração é culturalista mais que iniciou seus trabalhos não diálogo com a sociologia sociologia Econômica estudante sociologia Econômica no sudeste asiático mas ele sempre carregou essa essa formação mais Geral de que qualquer realidade social está marcada por uma cultura um conjunto de valores próprios daquela realidade né que vem lá da tradução culturalista Americana e o que está propondo aqui já nos anos 70 depois de ter concluído
essa fase de uma sociologia econômica do Sudeste Asiático e é um retorno essa ideia de Cultura mas aí com o seguinte Desafio o que a gente tem que fazer relação à cultura cultura afinal de contas é o que ela é como queria o levistros aquele conjunto de códigos e como um sinal de trânsito de signos com relações necessárias entre eles EA gente tem que ir em busca das leis aquilo a cultura é o apenas uma roupagem o a dimensão de reprodução de uma estrutura social por meio da educação o que que é afinal de contas
essa cultura é o contexto Como dizia o boas e i i o guia se você não na verdade não essas perguntas o que que é cultura não são adequadas ele vai se negar o tempo inteiro no texto dá uma definição categórica do que que é cultura ele se preocupa mais entendeu o que que a gente deve fazer diante de um fenômeno cultural e para ele o que a gente deve fazer e é uma espécie de semiótica e interpretar mas não interpretar o código cultural em abstrato como queria o levistross interpretar o sistema simbólico e as
regras de oposição significativa entre os elementos de sistema não não a gente deve entender Primeiro as regras do sistema tá bem mas principalmente o que as pessoas fazem e como elas também interpretam as regras do sistema então o guia está propondo aqui ó falar Inter em todas as culturas e ao falar numa semiótica da cultura numa interpretação que não se resume a análise desse código simbólico em abstrato lá escondido numa Gruta na mente das pessoas mas entender como que as pessoas de carne e osso interpretam esse código abstrato da cultura então a uma dupla interpretação
aqui a um jogo de interpretações e o desafio para o antropólogo é entender esse jogo de interpretações por exemplo isso ele vai buscar na filosofia britânica e o que que significa uma piscadela um Oi e seu começa a piscar aqui alguns um tá com um cisco no olho hum não sei que tá querendo dar uma cantada em alguém ou então tá querendo dar um sinal de cumplicidade e tá querendo fazer dizer uma coisa mas a gente quer que tá dizendo outra no final das contas é isso aí a vários sentidos possíveis para esse ato da
piscadela E então não apenas um significado a a um gesto estabelecido lá no código cultural é preciso entender no seu contexto de ação e de como que naquele contexto de ação as pessoas interpretam aquilo Como podemos ser um um cisco no olho ou Como podem ser a comunicação de uma intenção de cumplicidade ou mesmo uma simulação de complexidade de cumplicidade que eu posso dar que fazer Nossa piscadela para que vocês pensem que eu estou querendo dizer outra coisa quando a verdade eu estou dizendo que eu e vai escrever não tô no jogo aí isso é
a beleza e da dimensão simbólica e comunicativa na Cultura né é que é a possibilidade da gente tá sempre interpretando camadas enviando não mas pode tá querendo fazer de conta que está sendo é isso e metafórico alegórico mas no fundo ele tá fazendo isso para nós iludir porque na verdade que ele tá dizendo aqui no mesmo então ao jogo de interpretações que precisa ser objeto dessa desse Desafio etnográfico o antropólogo não pode não deve se contentar apenas em conhecer o significado dos gestos no código cultural abstrato ele precisa se perguntar pelo significado que aquilo é
dado na interpretação que as pessoas estão fazendo aquilo num determinado contexto e esse é o jogo hermenêutico e essa antropologia interpretativa do guia é a gente perceber que existe sim um código cultural e que inverso significados e atitudes e tem significa conteúdos na os sentidos previamente definidos como diziam Sales no universo do sentido tem também conteúdos definidos no universo dos interesses da ação simbólica e mais eles são sempre objeto de interpretação pelos atores esse conteúdo não é automático é preciso que um receptor da piscadela de um sentido aquela piscadela e interprete aquela piscada de olhos
e o antropólogo tem que estar atento a como que essas pessoas que estão vendo e dando sentidos piscadas de olhos estão dando sentido aquelas pisca aquelas piscadas naquele contexto com essa história de física dela parece um pouco abstrata mas o e já traz logo de cara na introdução um exemplo bastante etnográfico nenhum relato que foi feito para ele no Marrocos quando ele fazia o trabalho de campo no Marrocos e sobre o incidente que aconteceu com o judeu no tempo da ocupação francesa do Marrocos e então esse judeu ocorre e tinha uma loja o mercado e
na área de marcha e numa certa noite ele recebendo o outros Comerciantes locais e tem a casa invadida e tem os bens Roubados por o grupo bérbere local sendo que havia um pacto de não-agressão entre bérberes e judeus e estudo sobre a administração Colonial francesa E aí o Cohen reconhece que aquilo foi um assalto de bérberes e vai até o cheque que autoridade bebe local e diz olha vocês vão terão um impacto eu preciso a oração pelo roubo de que eu fui vítima mas a autoridade formal da área eram os franceses Então o cheque não
tudo bem Vamos negociar isso mas passa primeiro pelos franceses e ele vai até o a fortificação Francesa uma ocupação militar a Nina na região E pede autorização para arquivar negociar sua indenização com os bérberes que à época eram e ainda grupos não classificados no dizer Colonial né ou seja não aceitavam o controle francês da região eram importantes meninos do controle Colonial francês e o Capitão Francisco usar Você quer ir lá vai duvido que volte e e ele foi foi para negociar a indenização a que ele fazia direito por ter sido vítima de um ataque que
rompiam código já estabelecido e entre judeus e bérberes na região e ele vai tá chegando lá o chefe bebe reconhece que ele fazia José aquilo e ele volta então com o seu a sua compensação em cabritos né E quando tá passando em frente ao forte francês as cenas e Lola eu aqui voltei com os meus cabritos consegui a minha indenização o Chef francês olha para aquilo de filho da mãe esse cara só pode ser aliada dos nossos inimigos nerds e manda prender o coitado do coelho e que vai ficar lá um bom tempo amargando a
prisão na mão dos Franceses porque Para os franceses ele só podia tá Como é que alguém vai até esses verbos ainda consegue tirar cabritos de lá esse cara com certeza e tem alianças com os bérberes importante o nosso inimigo tem uma pequena anedota que o traz que aliás é uma estratégia narrativa dele ele gosta de contato que elas histórias para mostrar que você tem aí num contexto de o quê o painel francesa no Marrocos é um conjunto de vários códigos culturais o arranjo feito entre bérberes e judeus sobre o que que podia ou não podia
ser feito na relação entre eles e E aí você tentamos judeu que se sente agredido pela ação de verbas que romperam com esse código mas você tá numa situação de ocupação Colonial Então se tem um outro código também operando o que é a lógica dos militares franceses Ali quem esses verbos são nossos inimigos e eles são e a cíveis não negociam é uma dificuldade falar com eles então quem consegue com sucesso alguma coisa deles provavelmente também é nosso inimigo então esse judeu que era instalar muito bem que os franceses e negociar Vales né a sua
reprodução da sua vida social comercial e econômica com a ocupação francesa não havia problema nenhum conferência de repente é visto como uma em casa para você entender o que está se passando aqui não adianta eu entender muito bem o código judeu o código bérbere ou o código francês existem códigos culturais com os diferentes significados atribuídos ao gestos ao signos e tal em cada um deles existem é mas existe algo mais uma interpretação de segundo nível que é feito pelos atores sociais quando tem que dar sentido ao que eles estão vendo e E aí não vale
apenas o código Berry o código judeu ou código francês e é algo novo de outra ordem e o antropólogo tem que conseguir entender e essa interpretação de segunda mão é que o sujeito faz na ação social e a partir dos contextos em que ele está atuando e esse é o desafio de Interpretação da ação simbólica que o guia está trazendo para agentes nessa definição semiótica de Cultura o que o dinheiro está nos dizendo é que a cultura Independente de qualquer definição que a gente der para ela ela é o o jogo de espelhos de interpretação
ele resgata uma ideia weberiana de que o homem diz ele é um animal amarrado a teias de significados que ele mesmo desce e e portanto o a cultura é ao mesmo tempo a teia de significados uma realidade objetiva um conjunto de códigos compartilhados mas é também a interpretação dessa teia por cada ator social ali existentes e isso significa trazer para primeiro plano na ação do antropólogo interpretar o que ele tá vendo acontecer na sua frente e interpretar a interpretação que as pessoas fazem dessa tenha significados é como se o outro Polo tivesse é como se
a cultura fosse um texto as pessoas estivessem lendo e interpretando esse texto e eu se tivesse por trás dos ombros das pessoas lendo e vendo e tentando dar sentido ao sentido que as pessoas estão dando a leitura do texto cultural e portanto a tarefa do antropólogo é de culpar várias camadas de sentido é o que contra o pó logo deve fazer diz odiar é distinguir as piscadelas interpretar e como as pessoas interpretam os códigos é ser confrontado com as interpretações nativas desvira aqui na página 26 e a exigência de atenção de um relatório etnográfico não
repouso a tanto na capacidade do autor em captar os fatos primitivos em lugares distantes e levá-los para casa como uma máscara ou um Palio né como objeto material eu olhei lá registrei aquilo que acontece a a estrutura social subjacente aquela sociedade como se aquilo fosse uma coisa né uma máscara um entalhe mas um a qualidade da boa etnografia está no grau em que ela é capaz de esclarecer O que ocorre em Tais lugares e para reduzir a perplexidade Que tipos de homens são esses né ou seja sei tomografia é uma descrição densa e oscilografo são
aqueles que fazem a descrição então a questão determinante para qualquer exemplo dado seja um diário de Campo sarcástico uma monografia levantada do tipo Malinoski é se ela separa as piscadelas dos tiques nervosos né o do ciscos nos olhos e e as piscadelas verdadeiras das limitadas e conseguem ser o seu trocar não consegue na sua estima grafia entender que o sujeito estava ali afetando uma situação para produzir um outro é feito a intenção dele como ele estava interpretando a aquele código cultural é isso que esse nó grafia deve trazer uma interpretação adequada das interpretações que foram
feitas do código cultural e não simplesmente um retrato abstrato do que seja o código cultural No Vazio né vou nessa passagem além de todas elegância literária que também caracteriza a escrita do Clifford geertz E você tem aí uma palavrinha chave descrição densa a tarefa do antropólogo é produzir na etnografia uma descrição daquela realidade que seja capaz de entrar um pouco mais a fundo nesse jogo de interpretações de perceber como que os diferentes sujeitos ali então dando sentido ao código cultural e aplicando o código cultural nas suas ações porque afinal de contas e O Judeu com
em na história que ele conta achou que tinha direito a uma indenização como que ele apresentou isso aos franceses e por que que ele teve que ir aos franceses e depois porque que os franceses o capitão dessa dessa desse dessa Fortaleza francesa é resolveu prender ocorre a um jogo de interpretações aí que explica de alguma maneira as condutas das pessoas e uma boa descrição etnográfica Só existe ela só é boa se ela for bença o suficiente no sentido de penetrar essas várias camadas de interpretação ela é você para entender isso tem que conhecer os códigos
culturais que aí operam mas não basta eu de escrever o código cultural eu tenho que ser capaz de entender como que aqueles atores interpretaram esse código cultural e e certamente atores em diferentes posições na estrutura social vão trabalhar com diferentes os códigos e diferentes interpretações do código mas eu preciso entender como que eles deram sentido aquilo na sua ação e isso dá muito trabalho porque eu preciso conhecer a língua eu preciso conhecer os códigos culturais estão ali operantes e eu tenho que ter uma malícia para entender como que as pessoas jogam com essas interpretações que
nem sempre aquilo que elas dizem deve ser comprado pelo seu valor de face né e as pessoas diz algo para conseguir outra coisa então o antropólogo tem que ter essa sensibilidade e para isso que você tá muito confortável quanto a língua contra os códigos culturais estão ali em jogo e conta experiência vivida para saber que o sujeito disse algo querendo dizer outra coisa que a piscadinha dele não era um simples cisco no olho e nem era um simples convite a cumplicidade mas era uma afetação de cúmplice e fazer com que tu pensasse que eu tinha
uma cumplicidade com ele para que ele então é justo do jeito que eu queria que ele agisse mas quando na verdade eu não tinha cumplicidade com ele não é a isso tudo demanda evidentemente o trabalho de campo de longa duração estamos no campo da do que é até hoje fazer o tropo logia mas Norte em foguetes antropologia não é Eduardo decodificar um código que existe na mente das pessoas nem retratar uma estrutura social realmente existentes e nem mesmo encontrar os modelos de organização social nativos e entender as interpretações nativas como que aquele sujeitos e interpretaram
os vários códigos e modelos que existiam ali e a partir daquilo acontecem as coisas na sociedade e e a boa etnografia é aquela que por meio de uma descrição densa os acontecimentos mostra os códigos EA interpretação que sujeitos dão aos códigos e evidentemente que a inscrição textual disso é a interpretação que antropólogo vai fazer da interpretação que os sujeitos deram os códigos por isso toda e demografia Progresso é uma ficção é o resultado de uma dupla interpretação EA interpretação que eu como antropólogo fácil do jogo de interpretações que os atores sociais fazem de um código
ou de vários códigos simbólicos que operam numa certa realidade não sei que parece confusão a primeira vista um jogo de interpretações e sempre difícil entender mas a essência do cliente está propondo a gente aqui é que esse nó grafia ele deve ser entendida como uma hierarquia estratificada de estrutura e significantes primeira coisa existem estrutura significante na interpretação não se dá sobre um nada ela se dá sobre um conjunto estruturado de significantes que têm significados atribuídos previamente Então existe um código cultural risco e que vai permitir os sujeitos e interpretar Então existe uma hierarquia estratificada de
estrutura significante o que interessante também perceber que não é um só código cultural e aquela ideia de que uma sociedade existe sob uma única cultura porque não faz sentido e esse exemplo do do Cohen né traz aí os códigos culturais de judeus Beatriz e de franceses e mas que estão postos em uma situação em que a essas estruturas significados estão hierarquizadas né Alguns podem mais do que o Oi e o não é à toa que o coe vai ficar preso porque interpretação francesa é aquela que prevaleceu nessa história então a uma estrutura extratifica das estruturas
significantes nos termos das quais a ação simbólica é produzida captadas e interpretado então tens quiser entender Qual é a definição Clara de iconografia do Gueto ele vai dizer a uma descrição densa Vieira de uma hierarquia estratificada de estruturas significantes nos termos das quais ação simbólica lembremos-nos Sabe aquela tradução dos signos no jogo de interesses dos sujeitos nos termos dos quais a ação simbólica é produzida É mas não só produzida eu crio uma ação minha a partir da interpretação que eu faço dessa hierarquia estratificada de estruturas significantes Mas ela é produzida por mim ela é interpretada
por um outro ela é captada e interpretada por um outro e isso é o que é tomografia tem que descrever o processo pelo qual o sujeito e produz uma ação simbólica a partir da sua interpretação dessa hierarquia estratificada de estruturas significantes Mas também como essa minha ação foi interpretada pelos outros e Que efeitos isso produziu E isso tem que estar descrito adequadamente só uma descrição densa é capaz de traduzir para o texto adequadamente esse jogo de interpretação e aqui nesse sentido a cultura Deixa de ser uma força um poder é que está para além da
ação humana a cultura vira para o ver em contexto e um contexto composto aí por um sistemas Entrelaçados de signos interpretáveis Ou seja a cultura é a teia significados EA interpretação dessa teias e que vai produzir ações a serem descritas com densidade pela etnografia e nesse sentido a tomografia uma ficção é um fixo né e a inscrição de um discurso social a partir da interpretação que o antropólogo faz desse jogo de interpretações nativos O que significa que a etnografia é e vai ser sempre de alcance muito limitado ela é bom e que traz um desafio
para produção teórica enquanto lá em Vera Cruz valdevez pelas víamos uma antropologia que tinha uma ambição de produzir um discurso teórico de longo alcance de dizer a partir das várias comparações de tipos de sociedade ou de oposições gerais do pensamento humano nós podemos produzir uma teoria geral sobre a sociedade sobre a organização simbólica da sociedade aqui a gente ia ver uma tradição paradigmática que abrir mão dessas grandes narrativas e diz não e cenografia vai ser sempre Militar da porque na medida em que eu consigo entrar nas várias camadas de Interpretação da ação social eu perco
minha em abrangência eu tenho que estar focado no caso muito específico eu tenho que ser especialista a língua e naquele contexto para poder fazer uma interpretação adequada do jogo de interpretação que os sujeitos ali envolvidos estão fazendo ou seja quanto mais profunda uma etnografia - completa ela é o menos abrangente ela é o que Progresso não é um problema porque não assim ele não tá em busca de uma antropologia com uma ciência explicativa mas com uma ciência interpretativa o que foca Kiel o que vai definir a qualidade demografia é com boa é a sua interpretação
do que aconteceu e não com boa é a sua explicação geral e generalizante de eventos sociais e nesse sentido ele Cunha uma frase clássica quer dizer os antropólogos né nós antropólogos não estudamos aldeias Nós estudamos nas aldeias uma vez Não entendi muito bem o que acontece naquela Aldeia você tá fazendo um estudo da ação humana num contexto social específico então nós nós estamos ali dando a descrição geral daquela Aldeia de quais são as estruturas sociais ou se embora e que os que operam naquela Aldeia nós estamos estudando menor Minas Gerais da ação humana a partir
de experiências humanas localizadas numa aldeia mas para que a gente entenda o que que tá acontecendo ali gente precisa conhecer muito bem a história daquela Aldeia Quem são aqueles sujeitos e como e por que eles interpretam a sua ação naquele contexto guia está portanto juntando uma preocupação boasiana da tradução culturalista americana deve entender história e formação linguagem contextual tal com uma em geral de a partir de uma compreensão adequada da ação social naquele contexto o que que a gente pode dizer sobre outros contextos e sobre a ação humana em outros lugares por isso essa frase
e Fabulosa de que os antropólogos não estudam aldeias mas estudam nas aldeias e isso cria um campo para gente aqui que é válido até hoje e ir estudar questões mais Gerais de como que se resolvem problemas e como que se interpretam questões gerais da sociabilidade humana mais que só serão bem-feitos Se nós formos capazes de ao estudar numa aldeia a interpretação que os sujeitos naquela Aldeia fazem da sua ação e dos vários códigos culturais que ele opera não dei aqui Claro tem que ser entendido no sentido e O que é Daniel dia na minha tribo
isso não quer dizer mal dei uma tribo de verdade quer dizer naquele conjunto social naquele grupo específico que eu tô pesquisando eu tenho que está tão bem familiarizado entrosado ele acomp poder entender e interpretar adequadamente as interpretações que eles fazem dos vários códigos culturais que operam ali e que organizam a produção a recepção EA interpretação da ação simbólica foguetes desenha com isso uma forma de fazer entrou pô logia que preserva até hoje muita da essência do que era antropologia do Período Clássico mais incorporando várias das críticas aí aos essencialismos e os brutalistas sociológicos que o
estrutural-funcionalismo fez e bem e os excessos vamos dizer assim de intelectualismo da tradução francesa é a gente essa forma hermenêutica de fazer entrou por hoje tem ainda muito espaço essa essa ideia de que nós temos que interpretar a ação dos outros como não uma ação idiossincrática e nem como uma mera execução de regras mas como uma própria interpretação nativas não só de um conjunto de regras mas vi vários né é isso é muito útil para pesquisa antropológica até hoje é muito usado em vários contextos etnográficos e quero que vocês Leiam com muita atenção essa introdução
do guia no interpretação scultures e a gente vai conversar bastante sobre ela certamente na próxima terça-feira e ler com cuidado Tragam suas dúvidas e vamos discutir os no nosso encontro synchro tá bem um grande abraço eu sei se até lá
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