E é o esse essa parte de inflamação é um relembrar bem suscinto do que a gente viu no lá, você já vem no lado, né, essa parte. Então é uma apresentação do PowerPoint, não é uma lâmina, não tem lâmina, tá? É somente apresentação que eu já passei ontem pra turma. Eu vejo que vários de vocês já e aí pode seguir acompanhando, tá? Eh, esse conteúdo na prova não tem como eu aplicar ele, mas eu aplico, posso Aplicar ele na questão que cai na prova, tanto na prova do módulo como também na prova do exame. Como
é questão, como eu vou trabalhar só com o PowerPoint, não tem como aplicar na prova, tá? Vamos lá, então, somente teoria hoje. Inflamação. Eh, quando eu era aluno há muito tempo atrás, há uns 20 anos atrás, eu tinha uma noção de que na patologia a inflamação era algo que vinha pro mal, algo que tá errado. Tô totalmente errado no meu Pensamento assim que tem algo errado? Não, se tem inflamação é porque tem um agente biológico, um agente agressor causando um stress naquele tecido, naquele órgão, naquele organismo. Mas o que eu pensava naquela inflamação era algo
que tava errado e era algo maléfico que eu teria que acabar logo com esse problema. A inflamação juntamente com a dor são sinais são sinais e sintomas que o paciente pode apresentar e que são bons Para o paciente, bons para a pessoa. Vou te dar um exemplo. Se não tivéssemos a dor, muitas das agressões nós não sentiríamos, continuaríamos sendo lesados até poder provocar uma lesão séria ou uma morte. Por exemplo, se eu não tivesse dor nas minhas mãos, eu não sentiria a mão, a minha mão na pela panela quente e eu não queimaria, eu queimaria
minhas mãos. A inflamação é algo que acontece no meu corpo, que muitas vezes um agente agressor vem, Invade o meu corpo, no meu organismo, causa uma doença e o meu sistema imune trabalha contra essa doença provocando o quê? inflamação. Por que que eu acho que a inflamação nesses casos ela é boa? Porque tenho ação do meu sistema imune combatendo aquele agente agressor, visando destruir, minizar os seus efeitos, debelar as suas ações, mas sabendo que aquele debelando a ação do do agente invasor, causando a Inflamação, ele está ela está me protegendo. E a febre, juntamente com
a dor, a inflamação, são sinais de que existe algo de errado. O nosso organismo está detectando que é algo de errado e ele está manifestando contra esse algo de errado. A febre muit das vezes a gente pensa que é algo que é ruim, que é maléfo. A febre, ela é causada por antígenos com bactérias, pessoas que tiveram insulação, radiação muito Forte, infecções pelo nosso corpo, até crianças tristes, às vezes tm estado brilho, depressões, várias alterações. Mas quem é o meu centro regulador que determina qual será a minha temperatura nos próximos 5 minutos? um termostato chamado
termostato hipotálamo, o nosso potamo. E aí esse potomo ele faz esse equilíbrio da minha temperatura corpórea, é o controle do meu ar condicionado corpóreo, elevando a minha Temperatura ou baixando a minha temperatura. Um exemplo disso é uma virose que uma criança vem a ter. uma virose, como todo, todo mundo já teve uma virose, normalmente ela dá uma febre baixa, 38 assim, esse grau. Mas por que que essa criança que está com a sua virose, uma nenhuma das suas manifestações é a febre? A febre causada ali sentida por essa Criança, ela é uma um artifício para
tentar impedir algo que é bom para o microorganismo, no caso vírus. Qual que é a temperatura ideal de replicação de um vírus? A temperatura do nosso corpo 36,5 37. Meu organismo identificando que tem ali um vírus, o agente etiológico causador daquela doença, aquela virose, o que que o meu hipotálamo ele faz? Ele aumenta a temperatura do meu corpo causando a Febre para 38 para impedir o quê? A temperatura ideal de replicação daquele vírus que tá causando a virose. Aí o que que eu faço, né? Como eu tô com aquela virose, aquela criança tá com aquela
virose, eu administro nela. O uso de quê? De firona, paracetamol, que a gente conhece como antiperético ou simplesmente o antérmico, remédio para febre. Aí você pode dar láirona, paracetamol, o profeno e assim por diante. Aí o que que eu faço? Eu baixo a Febre, mas eu volto a temperatura ideal de replicação daquele microorganismo. Existem matérias que expressam ah na sua superfície o tal do LPS. EPS detectado nos organismo interocciator desgador de interdcina, por exemplo, a IR1, que é uma interdcina muito ligada ao desenvolvimento da febre quando sua a sua a quando tem a sua chegada
lá no potálogamo. A I1, a heterocina um era muito ligada também aos processos de Existem bactérias que liberam substâncias querógenas no nosso organismo e que estimulam a liberação de eh estimulam a a o início da nossa febre, principalmente as febres mais altas. Existem bactérias, esttofópicos, esttofópicos, que quando eh manifestam, por exemplo, no ametalite, causam febres altíssimas, porque essa bactéria, ele estimula muito no nosso centro hipotalâmico, hipotálamo, a elevar a Temperatura. Então existem pidalites, infecções bacterianas, chega a pessoa chega a quase 40º de febre, diferente do quadro febril de uma pessoa que desenvolve uma virose que
é uma febre mais branda, é o que ajuda a diferenciar, por exemplo, você pegar um paciente que tá com amidalite viral e uma amidalite bacteriana que é mais agressiva, né? Então, eh, com esses exemplos que eu venho dando, eu quero dizer assim que a febre, que é um sinal Acompanhado ali, ela tá dentro dos inflamatórios barra infecciosos, a febre, a inflamação, na grande maioria das vezes, elas não são maléficas. Ah, mas 100% dos casos não, não quero dizer isso. Quero dizer que a grande maioria das vezes a informação, ela vem para nos proteger e também
para ter o objetivo final, que é o quê? a cura, o reparo do tecido, a cicatrização. A febre muitas vezes é um mecanismo de proteção nosso, elevando a Temperatura, como eu disse, viabilizando o crescimento de microrganismo. Mas como eu disse, 100% dos casos, ela é benéfica? enquanto ela é muito agressiva, por exemplo, uma febre, eu vou deixar minha filha que tem 2 anos com 40º de febre e dizendo assim: "Não, é o organismo dela que tá fazendo isso. Eu não vou dar remédio, não vou dar eh uma diona para ela, né? Vou lá e passo
um fitoterápico para ela. Não vou fazer isso. Não vou Deixar uma pessoa, um paciente com inflamação muito grande e falar assim: "Não, vou deixar seu volume relag revelando a gente agressão". Não, eu também tenho que saber o que que é bom e o que que é ruim. E o equilíbrio nessas duas partes. Eu não posso deixar uma criança lá com 40º de febre, né? Quase como um candândo e pensar que aquilo ali é normal. Não posso fazer isso. Então, a gente tem que ter esse perigo. Uma mulher que queira, por exemplo, uma Cirurgia, fazer uma
cirurgia plástica, uma cirurgia eletiva, colocar uma prótese mamária, ela faz, ela vai lá no médico, o médico faz incisão forte, instala a prótese mamária e para terminar a cirurgia, ele precisa dar os curar para liberar o paciente, né, terminar a cirurgia. Na hora que o médico ele faz o corte de incisão, ele provocou a separação dos tecidos. para poder colocar a prótese malária. O Que que ele causou? Ele causou o corte. E aí depois quando ele sutura esse corte, ele coata os bordes da lesão da cirurgia. O que que ele quer? Ele quer lá no
final a cicatrização. O que que ele quer? Ele quer o reparo do tecido. Mas qual é o processo que vai fazer com que ocorra então a formação de tecido, a captação dos bordos, o reparo de tecido que foi cortado, lesionado. Qual é o nome do processo que vai fazer O quê? Produzir colágeno, fazer a classe, as células de defesa que vão defender aquele local contra a evasão do microorganismo. O nome desse processo se chama o quê? inflamação. E aí eu pergunto para vocês, a inflamação nesse caso, ela é benéfica ou ela ou ela é maléfica?
Ela é totalmente benéfica. A área pode estar limpa, ausente de infecção, mas o processo que faz com que os Cicatrizem são os processos inflamatórios. Eh, quando a gente trabalha com inflamação, você provoca, você faz cirurgia nos pacientes, você tem que saber que o remédio que você vai dar, ele não pode atrapalhar o processo inflamatório como normal, comío do nosso corpo. Às vezes, se eu dou muito antiformatório para paciente, eu sou um profissional que faço cirurgia e eu espero que o paciente Tem recuperação, eu tenho que saber trabalhar como esse processo inflamatório. Se eu entro com
um com anti-inflamatório muito forte, o que que eu provoco? a demora na cicatrização da transcir, o paciente que é diabético, diabético descompensável, ele pode provocar no seu organismo lesões, microresões, pequenas lesões, por exemplo, nos pés. E essasões, o paciente que é diabético, Pode provocar tal um pé de diabético, que é a úcera que não cicatriza, aquela ferida que não cicatriza no agora, por que que aquela ferida que não cicatriza, ela vai evoluindo do lado do dedão quando v o paciente tem que amputar o dedão, depois ocula o tornozelo, amputa uma par da perna e vai
perdendo mais e mais. Qual que é o grande problema nesse paciente que tem esse diabetes compensado e não cicatriza os tecidos? O processo inflamatório? Agora, por que Que nele essa inflamação que existe ali e não cicatriza o tecido? O sistema imune ele é deprimido, que não permite com que as células inflamatórias façam o processo de cicatrização daquelas aonas. Então, é uma pessoa que tem uma senhor e que a cicatrização dela, dessa pessoa, ela é eficiente, ela é bem eficiente, tá? Então, eh, gente, e que aquilo que eu tava querendo dizer, os processos inflamatórios, na grande
maioria das Vezes, eles são benéficos. Nós queremos que exista a informação, tá? queremos que exista essa inflamação para ter um reparo no tecido. Bom, quando a gente trabalha então com a inflamação, é uma a definição que a gente tem é de manifestação fisiológica. Aquilo que eu venho dizendo ocorre para o nosso bem, o funcionamento do nosso corpo. E aí ele diz que na informação eu tenho então o conjunto de fenômenos bioquímicos. da bioquímica. O que que a Gente entende que existe uma inflamação, liberação de citocinas, de medadores químicos, quimiotaxia, tudo isso para fazer, por exemplo,
numa num processo inflamatório, eu tenho eu tenho os processos de calor e de rubor. O calor de rubor num processo formatório, ele é explicado por uma alteração vascular chamada de pedidemia. falar de teria, você tem um vaso sanguíneo, ele dilata. Esse vaso sanguíneo dilatado, Ele permite com que tenha maior chegada de sangue. Chegando mais sangue, eu tenho maior chegada de células de defesa de glóbulos brancos. Então essa epidemia é a tal da congestão vascular. O vaso fica congestionado de sangue. Então aquele local que tá inflamado, ele fica quente, ou seja, o calor e ele fica
o quê também? vermelho por causa do rubor. Então essa alteração que eu tô falando, essa alteração que é uma alteração vascular, a vagilatação com a hiperemia, Ela só vai existir porque antes disso, o que que foi liberado? Mediador químico que provoca vaso de dilatação e essa base de dilatação vai provocar o quê? A tal da hiperemia. Por exemplo, que mediador químico que existe ali na inflamação, nas ou um nas reações de persibilidade que tem essa capacidade vaso dilatadora que eu conheço por, por exemplo, que a gente foi conhecer fácil, qual seria? Não é estamina? Estamina
ela é o vaso de lata do Ah, mas por que que Eu falo muito da estamina? A estamina, quem lembra das reações lá de hipersividade, ela é liberada entre os mastócos e ela provoca a base dilatação. Então, o cara que tem alergia limite, ela é explicada muitas vezes essa vas de dilatação no quê? Quando eu tenho a obstrução nasal, o nariz tá entrupido, a mucosa ela tá edemaciada, né? Então, quando eu tenho alterações vasculares, eu sei que para ter essa alteração vascular, eu tive a liberação de Mediador químico. O vaso não vai fazer assim: "Ah,
do nada eu vou dilatar, vou aumentar o volumen, não. Tudo isso aí é sinalizado, né? Então, quando a gente tem alteração morfológica, é só lembrar aquele tecido, aquele órgão, aquele membro, ele alterou sua forma, sua anatomia. uma pessoa que teve a alteração da forma lá, por exemplo, um pé torcido, um pé inchado, você tem uma alteração da anatomia desse desse paciente, dessa pessoa, né? E aí a gente Tem, para finalizar aqui essa parte, as reações vasculares explicadas pela vasilatação, pela eemia e visa o quê? reparar o tecido livre de qualquer agressão. Qual o objetivo da
inflamação? Dominar, minimizar o agente agressor, neutralizar as soluções, eliminar a causa de agressão. Mas o principal, objetivo número um é o reparo dos tecidos, é a cura, é a cicatrização. A cura, a cicatrização, tá? Então, nesse slide que a gente tá vendo agora, nós estamos vendo quatro sinais cardinais, como se fosse norte, sul, leste, oeste, né, né? A gente observa aí o quê? O calor e o rubor. Os dois, esses dois sinais, calor e rubor, são explicados por um fenômeno que ocorre ali nos tecidos inflamados, um processo chamado de hiperemia. Hiperemia com H. Calor e
rubor é justificada, então, por uma Alteração vascular chamada de hiperemia. A hiperemia, pessoal, é o quê? O vaso sofreu uma dilatação. O vaso está dilatado. O vaso dilatando, o que que vai acontecer com a parede desse vaso? Vai ter uma maior concentração de sangue. Então, a definição que eu vou passar agora é a seguinte: o aumento o aporte sanguíneo num tecido local. Aumento do aporte sanguíneo no tecido local. Essa definição que eu acabei de passar é Referente a quem? Aperemia. A hiperemia. Então, o local que se encontra inflamado, ele está com maior preenchimento de sangue.
Estando mais preenchido de sangue, o local fica quente, porque aumenta o metabolismo do local e o local fica avermelhado. O termo rubor é de rubro vermelho, tá? Então, os dois sinais agora explicados no calor rubor existem devido a quê? Aeria. Agora, qual que é a finalidade no processo formatório que eu Quero que chegue mais sangue ali no local? Chegando mais sangue, chegam mais glóbulos brancos. Aí eu tenho o seguinte, eu tenho uma lesão. Ontem à noite eu tava jogando bola, tá? Tava jogando bola e torci o meu pé direito jogando bola. Meu pé tá inchado.
É uma lesão recente. Se é uma lesão recente, qual o processo inflamatório que eu tô passando? Agudo ou crônico? É o agudo. Então ali eu tô tendo o quê? Processos deatação e pelemia para que eu tenha o Quê? A chegada de células inflamatórias daquele tecido inflamado. Mas como que essas células inflamatórias elas vão chegar no meu tecido inflamado? Por duas dias. uma aquelas que já estão no tecido e outra aquelas que chegam por meio dos vasos sangueos. Qual é a primeira célula inflamatória que chega por meio da vascularização e aquela que domina a inflamação no
processo inflamatório agudo? tercer aquela célula que chega por meio Do vaso e essa essa célula que chega por meio da vascularização, ela é a que vai predominar numa inflamação aguda. Que célula que é essa? Mastófos. Neutrófidos. Neutrófilos. Então, um dos motivos para que ocorram essas alterações vasculares, ou seja, a vaselatação, a hiperemia. E a vaselatação com hiperemia vai favorecer um processo chamado de permeabilidade vascular. Que que é a permeabilidade vascular? é você alterar A superfície do vaso, permitindo o que tenha a passagem de células do interior do vaso para o tecido cogitivo que se encontra
inflamado. Gente, essa passagem células e glóbulos brancos, por exemplo, de neutrófos de dentro do vaso do tecido que se encontra inflamado teria um nome. Qual é o nome desse processo? Então se chama diapedese ou [Música] leuapedese. Então olha a cadeia de eventos, a sucessão de eventos. Mediador Químico provocou a base de elatação. Com essa base de elatação, eu tive a instalação de um processo de piremia. Com a chegada então de mais sangue, eu tive a chegada de neutrófilos que foram atraídos por um processo chamado de quimix. a tração química, a quotaxia. Então essa tração química
fez com que os neutrófilos chegassem até o vaso sanguíneo que se encontrava no processo inflamatório. E essas células, os Neutrófos que estão dentro do vaso sanguíneo, vão por um processo de permeabilidade vascular, fazer a passagem do interior do vaso sanguíneo para o tecido corrutivo que se encontra inflamado. Essa passagem é devido ao quê? Qual a capacidade? Capacidade de ter o quê? A permeabilidade vascular. A passagem da célula que foi então de dentro do vaso para o tecido congivo. Qual é o nome desse processo? Diapedência. Diapedência. Então, gente, eh todos esses essas alterações vasculares, elas são
justificadas, elas ocorrem para que tenham outros processos de forma conceptiva. Outro processo que a gente tem, que também tem influência da vascularização num processo inflamatório, é o tal do tumor. O tumor aqui, essa palavra não vem de câncer, não vem de neoplasia maligna. O tumor Veio de etema inchaço dos tecidos. Está tumfeito, está edemaciado, gente. Uma mulher que se cuida, né, bastante, que tem condição financeira, que pode ir lá numa clínica de estética, ela quer se cuidar e ela quer fazer a tal da drenagem linfática. O que que ela tá removendo o corpo quando ela
faz aquela drenagem, aquela massagem para retirar? Ela retira o quê? O excesso de líquido dos recibos, existe um líquido que tá dentro Do que tá com conosçante, que se chama o quê? Plasma. O plasma quando ele sai da parede do vaso que vai para os tecidos, ele dá a retenção de líquido. Vamos lá. Drenagem linfática que que é feita? É feita a drenagem desse excesso de líquido do corpo, vira un urina. E aí depois, né, a pessoa ela acaba essa unha aqui. O edema do tecido, aquele pé torcido, aquele pé inchado, ele está aumentado de
volume de tamanho, porque eu tive a formação do edema. O que que é O edema? é o volume de água do plasma, o volume volume do plasma no tecido que se encontra inflamado. Então, gente, por que que o o tornozel tá aumentado de volume, aumentado de tamanho? Porque eu tive o quê ali? A passagem do plasma que estava lá dentro do vaso sanguíneo, ou seja, no sangue, indo para o tecido contra. Agora, como é que eu tenho a formação então? Como é que esse líquido, o plasma, que é a parte acuosa do sangue Foi parar
num tesco inflamado, ou seja, fora do vasil? Eu já venho falando há um bom tempo, existe a diapedese, ou seja, eu tenho abertura de fenestras na parede do sanguíneo, que faz com que as células inflamatórias saiam do interior do bastuíneo e chegue até o tecido inflamado. Gente, é só a célula que sai ou também sai o plasma no interior do vaso e chega também até o tecido inflamado dois. Então eu tenho formação agora de um chamado etsudado. Quando eu tenho diapedese, a saída de células, eu tenho a formação de um hexudato chamado de exudato celular.
Quer dizer, o quê? Células que vieram da diapetese, ou seja, saíram do vaso, estão tecido porinado. Então aquela coleção derófos que fizer, que fez a diapedese, ele vai se encontrar onde? tecido formando o exodato celular. E aquele líquido que tá Formando aquela inflamação, aumentando o volume do local, do órgão do T5, aquele líquido é o líquido plasmático, do plasma da água do nosso sangue. Aquele hexato, ele que dá, que aumenta o volume hírico do local da lesão, dando grande proporção à lesão, ele forma umidade. Só que não é oxidado formado por célula, é um oxidado
formado formado por plasma. Qual o nome desse? Plasmático. Então, pessoal, o edema ele Vem do quê? Do aumento do acúmulo de líquido daquele tecido que está inflamado. E o que que forma aquele aquele aquele acúmulo de líquido? É o edema. É. E o que que o edema ele é composto? pelos exodatos celular, por conta da diapese, e pelo exudato plasmático, pela saída do plasma lá naquele tecido vizinho, sai do interior do vaso e chega até o tecido vizinho. O quarto elemento, quarto sinal cardinal agora apresentado é a dor. A Dor ela ocorre por dois motivos.
Um pela liberação, um pela liberação do mediador químico que irrita a terminação nervosa. Por exemplo, a bradcilina é um mediador químico que irrita a terminação nervosa e o paciente expressa a dor, sente dor. Outra outra outro acometimento que pode provocar a dor é como, por exemplo, eu já lembro, eu lembro várias vezes, eu torci pé de grotó e aí aquele acúmulo de líquido no local, no tornozelo, ele provoca dor, o Que a gente chama de compressão mecânica. o começa a acumular tanto líquido na região, tanto líquido na região, que ele começa a comprimir a o
local onde tá inflamado. Então eu lembro que algumas das vezes, quando eu ficava muito tempo de pé, eu sentia muita dor. O que, qual que é a manobra que eu fazia, então para aliviar, para, né, para parar essa dor? Eu sentava ou eu deitava e colocava o pé para cima. Então, o retorno do vícto que Tá compondo esse tema, ele descomprimia a região tornozelho que tá fonado. Então, o que que a gente justifica aí da Tor, né? Tem a manifestação, né, ali por meio do quê? das tentações nervosas, o que a gente fez no módulo
passado, mas também que tem a parte mecânica, quando tem a compressão, o tecido que se compra inflamado. Pessoal, o tecido, na grande maioria das vezes, esses tecidos, eh, quando a gente tá inflamado, o que Acontece? Ele aumenta o volume, ele demacia, ele incha. Uma das piores dores que o ser humano ele pode passar, uma das piores dores é a tal da dor de dente, né? A tal da dor de dente. Agora, sabe por que a dor de dente ela é tão feroz? Ela é tão aguda, tão dolorida? Porque tem a ver com aquele aquilo que
eu disse para vocês, o tecido quando tá inflamado, ele quer ganhar volume. Ele ganha volume por conta de todos os processos que eu falei, solar, Plasmático, e assim por diante. Por que que a dor de dente é uma das piores dores que o ser humano pode ter? Então a cabeça correto a cabeça da parede, porque o dente ele é formado por estruturas calcificadas e dentro dele existe um tecido mole que é o nervo, que se chama polpa do dente. E quando o dente se encontra inflamado, ele não consegue expandir as suas paredes, o seu tecido
óleo. Por quê? porque está envolvido no texido Bruto. Então imagina ali a liberação de praticina dentro, né, do do dente, do nervo do dente. E aí o nervo do dente querendo expandir não tem para onde, por quê? tem tecido duro, fechando a casinha ali. Então, por isso que a compressão mecânica é tão forte que o paciente sente com a dor tão forte, tão aguda como é a dor do dente. Então, eh, todos esses sinais reunidos, calor, rumor, rumor e dor, todos esses reunidos, eles podem levar a um quinto sinal cardinal Que tá escrito ali chamado
perda de condução. a pessoa não consegue andar direito, então ela tem que mobilizar o membro para aquele tornozelo, ele tem inchado, leva a perda da função, tá? Eh, bom, aqui eh os próximos slides eu vou citar algumas consequências de aflamação e que já justifiquei nesse nessa introdução teórica até um pouco longa do que eu fiz, que ocorre nos processos inflamatórios. Fase natação pessoal é por conta do quê? Medores químicos que aumenta o nome do vaso. Aumentando o número do vaso, eu tenho um aumento de fluxo sanguíneo. Aumentando o meu flu sanguíneo, o que que eu
tenho? Hiperemia. Se eu tenho peremia, eu tenho calor e rubor. A permeabilidade vascular, pessoal, é o quê? O que que o vaso se tornar permeável? Ele ele ele fazer o quê? O que que ele vai fazer? vai abrir fenestras e permitir a passagem de Células e também do plasma. Permeabilidade significa que você tornar-se na hora uma peneira, ele permite a passagem, tá? Então essa permeabilidade vascular permite então o quê? Eu tenha a passagem de células e também do microplasmático, o que gera o quê? A consequência que é o edema. E o edema, juntamente com os
devedores químicos, vão ir para ação de arvosas e causar a dor. Então, o próximo slide, esse slide agora aí eu não vou ler para Vocês, eu acho que nem precisa, mas explica tudo certinho, cada sinal cardinal de inflamação, como eu acabei de falar para vocês ali, tá? O calor e o rubor. Por que que ele é explicado? Por que que ele acontece? O tumor que vem de edema é aumento do mundo híto, aquilo que eu já vi falando com tempo. E a dor pela compressão mecânica e pela irritação química dos mediadores químicos. Então esse slide
aí eu já vou passar, tá? Porque já vim Explicando algum tempo por disso aí. Eh, quando a gente estuda fator etiológico de uma doença, a gente estuda aquele que causa. Então, quando a causa vem do meio externo, vem alheia ao nosso corpo, ao nosso organismo, o que que acontece? Eu tenho uma causa exógena. Então, as causas exógenas são os microorganismos de uma forma geral, as radiações ultravioletas, o calor, o uso de metais pesados, tudo que pode a inflamação que vem de fora do nosso organismo. Agora, existem causas intrínsas, ou seja, peculiares aquele organismo, que podem
causar processos inflamatórios. Por exemplo, doenças autoimunes, artrites reumatoides, lucos, lúcos eritumatoide, diabetes, dependendo do tipo, ela é uma doença [Música] autoimune, tá? Então existem, por exemplo, a doença do pêfego, aquela que é a doença de fonagem, um hospital que eh específico para esse tipo de Lesão de doença, né? Doenças, pessoal, elas não são doenças curáveis. Não são doenças curáveis, elas são doenças tratáveis. Muit das vezes você consegue modular a agressão, a doença, né? A a a lesão quando ela se torna bruda, a lesão quando ela se torna crônica. Eh, como na causa endógena, muit das
vezes o que acontece é o meu sistema imônico reagindo contra o meu corpo. O meu sistema imôme reagindo Contra o meu corpo, né? Então, por isso que eu acabei de dizer, né? Muitas vezes ela é incurável, mas você consegue tratar ondular essas lesões. Pessoal, num processo inflamatório, existem fases para que essa inflamação ela comece ela termine os momentos da inflamação. Então, a primeira fase é quando tem uma instalação do agente agressor, do agente irritante. Por exemplo, na fase irritativa, um exemplo aqui, um mosquito vem e [ __ ] a pele daquela pessoa. A Administração daquele
veneno que tá ali mosquito, que vem ali mosquito, faz com que a pele dessa pessoa fique, por exemplo, avermelhada e com uma leve pápula, uma pápula, né, uma sobressalência. Essa fase irritativa então é a fase em que eu tenho a instalação do agente agressor, do agenteológico dessa lesão, por exemplo, o veneno que vem de se então esse agente vai provocar ali nas células teiduais conhecidas como Macrófagos, os macrófagos que são células residentes dos tecidos, vão provocar o quê? A liberação de mediadores químicos. E esses mediadores químicos vão estimular, por exemplo, o quê? A vasoção. Então,
eu tenho início agora da minha fase vascular. A fase vascular quer dizer que eu tenho o quê? Alterações hemodinâmicas que em uma delas, por exemplo, é o quê? a Vasodilatação. Aí se o vaso está dilatado, eu tenho liberação de mediadores químicos que fazem a atração química de quem? De glóbulos brancos, como por exemplo os anutófos. Então, ocorrendo a liberação desses mediadores químicos, aí fazendo a quimota taxia, o que que eu tenho? Eu tenho agora, né, após essa base de elatação, os meus processos de peremia e os meus processos de quê? De diapedese. Pessoal, a partir
do momento Que começou a diabetese, eu tenho a formação de dois fixados que eu já que eu citei para vocês minutos atrás. Eu tem formação doxudato celular, o lexidato celular pela migração das células que estão no interior do vaso para o tecido inflamado. E a e o outroato que eu já citei também há uns minutos atrás é a doxudato plasmático. Então a alteração vascular provocou agora ali na região tecidual a Formação de dois exodados, o celular e o plasmático. Então, é nessa hora que as samas de defesa, os glô brancos, macrófagos, neutrófilos estão ali nos
tecidos inflamados, que eu tenho o quê? Uma fase de limpeza da região se encontra inflamário. Essa fase de limpeza é para fazer o quê? Selecionar o que é viável manter vivo, continuar nos tecidos e o que é inviável de se manter nos tecidos, ou seja, reduzir a pomctose ou até a necrose dessas células, desses Tecidos afetados pela inflamação. Então, na fase degenerativa eletrótica, as minhas células, os meus glóbulos brancos, macrófilos, entrófilos, vão fazer a fagostose das células que precisam ser exterminadas e aquelas que serão viáveis serão mantidas para eh a o reparo do tecido local
desse processo inflamatório. A quinta e última fase é a fase final do processo inflamatório. A fase final do processo inflamatório é a fase que visa reparar o tecido que Foiado. É a fase que visa que visa o processo de quê? De reparação, de cicatrização dos tecidos. Então, o que que o problema, por exemplo, do diabético ele tem? Ele não consegue chegar na até a última fase, ele não consegue ter um reparo por isso que as implicações são concepitivas. Mas gente, para acontecer isso, o paciente ele tem que ser descompensado de longo data, ir acompanhado de
doenças de base, como por exemplo a hipertensão, Ele já já vem desenvolvendo alterações renais, né? não é qualquer eh diabetes que vai causar isso. Eh, nas próximas imagens eu vou mostrar característicasológicas eh por exemplo, de opções vasculares no processo inflamatório. Aqui na imagem na tela, a gente tem um vaso sanguíneo. Isso aqui é um vaso, né? Então vai em tecido cognitivo, tecido conjuntivo, se vocês forem mais detalhistas vão perceber que eu tenho o Quê? óculos brancos, fazendo o processo, vocês já devem ouvir falar, chamado de marginação o nome desse processo, então é margenação leostário. O
nome já diz, os leopostos vão para a margem do vaso. Indo para a margem do vaso, o que que eles estão pretendendo fazer de apedes? fazer a passagem do interior do vaso para o tecido de circunflamado. Então, qual célula seria essa aqui que a gente tá vendo projetada Na tela? Essa sé projetada na tela aqui, ela é um neutrófilo. São vários neutrófilos que estão fazendo o processo de marginação. Estão na margem, estão à margem do vaso e prontos para fazer a diapedese. Como que eu sei que essa diapedese ela é viável? Ela vai acontecer o
vaso que vem a sua parede aqui nessa região, ele é formado por céu endoteliais. As células do da parede do vaso são células endateliais, são Células de epitério simples pavimentoso. Então elas são células que t uma única camada, ou seja, é bem fininha a camada do vaso. E essas células elas são achatadas. Tanto que eu falei epitério simples, parimetroso que são as células achatadas. Então essas células sendo uma única camada que sendo achatadas, o que que elas permitem? num determinado momento da inflamação, na base de anotação, juntamente com a Hiperemia, abre-se a pedestra na pared
do vaso e o glóbulo branco, o neutrófico que tava dentro do vaso e faz passagem entre o que que o que quais mediadores químicos que eu tenho na parede do vaso que permite essa passagem as chamadas integrinas e selectinas. as integrinas e as selectinas que fazem então a abertura essas penestras nas paredes dos laços que permitem a passagem então desses Glóbulos brancos os nossos neutrófonos. Qual a alteração vascular que tá tendo aqui? Muito visível, é muito fácil. Então eu tenho vas sanguíneo e ele está muito preenchido por glóbulos vermelhos por massas. Gente, qual é o
nome dessa alteração? O vaso tá congestionado de sangue. Eu falei para vocês que eu posso chamar de dois nomes. Um é hiperemia e o outro é o quê? Congestão Vascular. E essa congestão vascular que tá ocorrendo aí está fazendo com que eu tenha uma maior chegada no sangue, mas também chegada no quê? Ô brancos estão na margem do vaso. Uhum. Localizados na margem do vaso. O que que esses neutrófonos estão prontos para fazer? Deapedes. Deapé, tá? Esse slide agora que se inicia, é uma sequência de slides, eh, então são slides sucessivos aí que mostram como
Que ocorre o processo de eh diabedese defil, tá? Elotrófilo. Eu vou explicar então agora como é que é a diabetes desse neutrófilo, né? Nessa sequência então de animação de slides é uma sequência que eu costumo falar bem poeiri, bem infantil, bem bobinho, né? Mas que faz um relembrado aí do que que foi o módulo do mágico, né? Essa parte da diapên, pessoal. Então aqui eu tenho um tecido Conjuntivo, eu tenho um tecido conjuntivo. E aqui eu tenho a parede do vaso sanguíneo. E aqui por onde passa o sangue, onde estão as minhas células bateriais, destino,
a parede do vaso, sanguindo, tá? Aí o que acontece lá em casa? A grande maioria das vezes, quem lava a louça sou eu, né? Então eu que pego mais para lavar a louça lá, não gosto muito, né? Mas tem que, né? Tem um para sair. Eu tava lá lavando a louça, Extraído, foi lá e a faca cortou a mamão. Essa faca que tava ali, ela é uma faca que tá esterilizada, ela tem bactéria, ela tá suja, né? Então essa bactéria que tá no superfície da faca, ela passa para a minha mão e o que acontece?
Essa lesão, esse corte faz com que eu inocule essa bactéria nos meus tecidos mais profundos. Essa essa bactéria, ela entra no meu tecido conjuntivo. Por quê? Na hora que eu corto, que sangra, o que que Aconteceu? Eu rompi o meu epitério e expulso o meu tecido conjuntivo. Não é lá onde tem vaso sanguíno. Então essa bactéria, ela adentra no meu tecido. Eu tenho uma lesão cutânea e a instalação de bactérias nessa região. Então o local ali, no local ali eu vou ter, vou apresentar então agora uma infecção local. Que que é infecção, pessoal? É um
processo inflamatório acompanhado de quê? [Música] microorganismo. Toda infecção ela é uma inflamação, mas nem toda inflamação ela é uma infecção. Então aqui nessa infecção que é causado por bactérias vai estimular a chegada de quem? Que célula sentinela, que célula que já existe e já mora no meu tecido corretivo? Gente, é uma célula residente. Na verdade são duas. Quais são as duas células residentes? Aquelas que moram no tecido contivo. É Muito fácil. Os dois más, os macrófagos e os mais fósforos. Então são células que já estão no tecido conjuntivo, células que moram lá, célula residente. Então
esse macrófago, o que que ele vai fazer com essa bactéria? Ele falcita essa bactéria, ele quebra essa bactéria em vários debris. O que que é debr? É você como se fosse esfarelar essa bactéria. Então essas superfícies da bactérias, das Bactérias formadas por debris, elas servem para reconhecimento do meu sistema imune. Por exemplo, o macrófago, além de fagostose, o que que ele é? Ele é uma célula apresentadora de antígeno. Aquilo que a gente conhece como o quê? APC. Então esse macrófago apresentando pro meu linfócito T, meu linfócito T ele estimula estimula o meu linfócito B a
produzir anticorpo, expressarância anticorpo, a liberarse anticorpo. O linfócito B, ele se tornou o quê? Um Plástimos. Mas vamos lá. Esse macrófago, ele também pode estimular a liberação de mediadores químicos que vão provocar o quê? a voz dilatação, mediadores químicos que vão provocar aí e pode estimular também a liberação de fatores quimiotáticos. Fatores quimiotáticos para exercer o quê? A tal da quimiotaxina. Então essa tração química vai fazer com Que o neutrófilo que estava lá na minha circulação venha até o local da lesão inflamatória. Então esse neutrófilo que está atraído quimicamente, ele vai fazer agora um processo
chamado de marginação leucocitária. O neutrófilo agora está migrado para a região da margem. do vaso. Fazendo a migração para a margem do vaso, ele faz agora processos, faz vários processos de rolamento, rola na parede do vaso aqui, Até que num determinado local e momento, ele faz agora um processo chamado de adesão, adesão à parede do vaso. Então essa adesão à parede do vaso é por meio das adesinas. as adesinas, tá? As adesinas. Então, agora o neutrófilo está aderido à parede do vaso e por ação das integrinas e selectinas, este neutrófilo, ele vai fazer o quê?
o extravazamento da parede do vaso. O extravazamento da parede do vaso. Então ele está fazendo a passagem No interior do vaso para o tecido corrutivo se encontro. Então, as as adesinas e selectinas ali presentes fizeram com que houvesse abertura, a chamada fenestra na parede do vaso e o neutrófilo agora chegue por movimentos ameboides até a bactéria que se encontra no local da inflamação. E aí o neutrófio consegue exercer a sua função. função do neutrófilo, pessoal. Fagocitância, fagocitância, né? A fagocitose, tá? Então, eu fiz esses slides, eles são bem pouquinhos, né? Como eu disse, mas ele
explica certinho como é que é esse movimento da diapedese aí dos neutrófos, tá bom? Vamos lá. Eh, então agora vou partir pra característica clínica da das inflamações, né, gente? esse termo aí usado celulite, tá? A celulite eh muita gente pensa que é só aquela alteração estética por conta de acúmulo de gordura que corre em nágegas e coxas em homens e Mulheres, né, em barriga. Essa suite é devido a deslipidemia, né, o acúmulo de gordura, processos inflamatórios da gordura. Aqui a sandrite demonstrada, ela é uma sandrite infecciosa, ela é causada por um microorganismo. Então a celulite,
por definição, a gente pode falar da seguinte maneira, eh infecção dos tecidos subcutâneos. infecção dos tecidos Subcutâneos. Gente, a bactéria que causou essa celulite que a gente tá vendo aí no braço, no antebraço dessa pessoa, é uma bactéria chamada stavocópos alos. Com certeza vocês já ouviram falar dessa bactéria. Gente, na nossa pele nós temos duas floras, uma flora residente e uma outra transitória. Quando a gente toma banho, a gente remove parcialmente quem? A flora transitória. Mas a residente, você pode tomar 15 banho no dia que você Não consegue tirar. A flora residente, uma das bactérias
que moram, que residem nessa flora, é a flora, é, perdão, é a bactéria chamada estafopocos alos. Essa bactéria na tua amídala, ela causa midalite. Essa bactéria na tua pele, ela não causa nada, ela mora no teu pele. Vocês já ouviram falar disso? Aí o que acontece? Um determinado momento eu tô lá, me coço, eu crio uma porta de entrada para essa para essa bactéria que tá na minha Pele, invadir o meu tecido corridivo. A partir do momento que ela invade, que ela tem uma porta de entrada, sabe o que? Ela pode causar celulite. Vejam, ela
mora na minha pele. A minha pele íntegra, ela não faz nada, tá? Essa bactéria, ela não faz nada, mas a partir do momento que ela invade o meu tecido conjuntivo, ela pode causar essa infecção aqui. Então, de acordo com essa imagem, a gente pode, a gente tá vendo aí a Celulite, qual é o sinal cardinal da inflamação que eu acho que esse paciente tá tendo? Uhum. Gente, a a o local tá avermelhado uma delas é o rubor. O rubor tá sempre acompanhado de quem? Calor. Calor. Calor, rubor não são explicados pela justificados pela hiperemia. Uhum.
Então, no mínimo aqui, olhando essa imagem, eu pressuponho que esse paciente, essa pessoa, ela tem, está passando calor e rumor no local da lesão, da lesão inflamatória, e é Celulite. Outra celulite aqui, ó, que acomete a mão esquerda desse paciente. Calor e rumor estão acontecendo. Sim. Qual outra característica clínica que eu tô vendo nessa mão esquerda aqui? Característica clínica com relação ao sinal cardinal. Calor e rubor são dois, mas não tá uma mão diferente da outra, não só em relação ao corpo, mas essa daqui ela também não está edemaciada. Uhum. Esse edema, qual o sinal
cardinal Da inflamação? ou tumor. Gente, as alterações vasculares que ocorreram aí foi o quê? V dilatação, a hiperemia. Mas se essa mão está inchada, ela está justificada, porque ali tá acontecendo o quê? O edema. E o que que no edema tem? Oxudato celular e o exidato plasmático, né? E aqui esse caso dessa moça, essa moça ela quase ficou cega com o olho direito dela, tá? A gente pode ver que os dois olhos estão vermelhos, né? É uma pessoa Que tá com um edema na região da face ali, na região da testa. E sabe o que
aconteceu? Uma espinha, ela foi espremer essa espinha na região da testa. Na hora que ela espreme a espinha, o que que você pode estar provocando? Aquela bactéria que causou a acne, a lesão sanguínea, ela pode migrar para a corrente sanguínea e aí mora o grande período. O que que a gente tem de delicado eh que pode causar seras Consequências? A partir do momento que ela espremeu espinha e jogou essa bactéria na circulação sanguínea, essa bactéria poderia possuir um arbon central e causar nela uma tem gente que já morreu para disso, já se desistir aí o
que aconteceu com essa bactéria que foi, né, tava nessa nessa acne, nessa esquina no ato, no momento que ela espremeu, ela colocou essa bactéria na circulação e a bactéria foi Parar no olho dela. Ela quase ficou sé. Ela quase ficou sé, né? E assim, quem que Lucas pegou o senhor? Eu já várias vezes nessa vida eu já tinha sofrido com espinha já na minha cânta. Tanto que eu fui um dos primeiros lá tantos anos atrás a fazer o uso do Rapitã do Intertinomina lá muito tempo atrás. Quem já zoom sabe o quanto é sofrio. Eh,
bom, vamos lá. Aqui nessa imagem a gente tá vendo, Pessoal, um abesso. Um abesso. Que que é um abesso? O paciente que tá com uma infecção, aqui no caso, ele tá, ele também está com inflamação. Uma inflamação aguda. Nesse caso aqui, o absenso dele é uma inflamação aguda. O que que tá ocorrendo nesse caso? Houve uma drenagem nesse abesso. O paciente ele tinha uma care na boca, uma panela, uma carne. Então aquela care tinha bactéria, a bactéria tava ali, né? Começou com uma dor de dente, mas o dente parou de doer. O paciente não procurou
o dentista, bactéria tava ali salada. E aí no final de semana ele passou a noite na esbrnia, né? Era festa, balada, cerveja, cigarro. O que aconteceu? Ele dormiu mal esse final de semana. Comeu mal final de semana. Estem muito, cara, caiu, reprimido. Aí sabe o que aconteceu? Aquela carne que tava lá silenciosa, ela provocou um abesso. As bactérias que estavam ali perceberam que Estão imuno deu uma decaída e aí formou o abcesso. O abesso, uma das características dele é a produção do pulso. O que que é o pulso? A gente tem que pegar então boa
parte do que eu falei na aula e trazer agora para explicar o que que é o curso. Gente, o curso ele é uma coleção líquida que a gente observa ali, é um líquido essa aqui. Então, do que que ele é formado? É formado, por exemplo, do quê? Das minhas células do meu do meu sim. Ou seja, do Meu exato celular. Então eu tenho glóbulos brancos ali, exudato celular. Eu tenho também o quê? O exodato plasmático. Eu tenho plasma ali também esse curso. O que que eu tenho também? Restos necróticos tuais. Tecido necrótico. E juntamente com
a necrose desses tecidos, o que que se formam ali no anterior? Gases sulfuros gases derivados do enxofre. Então, pessoal, esse enxofre, esse tecido morto, ele é resultado, perdão, esse enxofre ele é resultado da da necrose tecidual e aí forma gás dentro da lesão. Esse gás, juntamente com o acúmulo do pulso, o que que ele vai provocar na região da pessoa? É só o crescimento texidual, o etema. causa tanto que um dos momentos mais importantes que se tem é o da Drenagem. Quando a gente drena um caso como esse, um abesso, o que que é o
drenar? é você fazer a incisão, o corte e o pulso ele sair. Na hora que você abre, a pressão é tão grande que já o a pressão faz com que o pulso ele drena sem você precisar estar espremendo. Então, na hora que é feita a drenagem, o gás sai, o sai e há um alívio da o paciente agradece. Mas aí fica a pergunta assim: qual é o primeiro Procedimento que eu faço antes de fazer a drenagem? Eu recebi esse paciente no meu ambulatório e eu tô percebendo que o busco que tá aqui tá querendo exerizar,
só que o organismo não criou essa porta de saída. Eu preciso fazer uma incisão que o corte antes de cortar, antes de meter a mão do paciente, qual o procedimento que eu teria que me preocupar até para preservar a vida dessa pessoa? Você inicia quase isso, onde Não, eu vou me um eu vou eu vou eu vou tentar ajudar vocês. É um procedimento que eu faço para tentar inibir a dissemção dessa bactéria na circulação sanguínea. Vocês concordam comigo? A partir do momento que eu faço porte, que eu provoco ali o sangramento, eu posso estar bactéria
para a circulação sería, que a gente chama de bacteremia, que num processo pode provocar e seremia ou até a morte dessa pessoa, uma infecção generalizada. Gente, o procedimento que eu tenho que opar quando eu tenho uma infecção como essa não é a tal da profilaxia bacteriana que você administra o antibiótico uma hora ou duas horas antes do procedimento e depois você faz a drenagem procedimento. Já ouviram falar deia? Também tem, né? Então é um cuidado que você tem que ter aí para evitar até às vezes a morte do paciente, tá? E aqui o caso de
edema, como eu tava Falando repetidamente, né, tornozinho inchado, do edema nos tecidos. Esse caso aqui é clássico, né? Quem já torceu o pé já fez isso. Com acúmulo de líquido, o CD comprime a região e segundos depois o tecido volta à normalidade, ao enchaço de cal. Esse caso aqui, calor, rumor, o edema, esse daqui é um obscesso. E o organismo tá tentando criar uma porta de saída para que ele treme aquele curso. Muit das vezes demora muito, não Consegue se fazer. Quem faz acaba treinando sem absência. Esse caso aqui, ó, amidalite, amidalite bacteriana. Gente, olha
as placas bacterianas. Olhem as placas bacteriais ali. Esse caso, esse caso aqui, essa alamite, a pessoa não consegue nem tomar água direito, porque é um caso que fica muito sensível, dói demais a garganta. Eh, quando é criança pequena, às vezes a criança fica tão prostrada que ela é eh É um caso digno de internação e daí a criança se alimenta por sombra, né? Eh, quando tem-se crise crises repetidas como essas de amidalides bacterianas, é indicado aonia remoção desses amas. Mas o que que a gente pode observar? Olha o vermelhidão e o edema dessas duas dessas
duas amíferas, dessas duas toncilas amidalianas aí apresentadas, tá? E chegando então para uma parte mais final da aula, né, gente, a inflamação ela é dividida em aguda e Crônica. Inflamação aguda, ela tem um período de duração de dias. Vamos lá, eu vamos responder então ou em perdão, ou em horas ou em dias. Qual é o período de duração de uma inflamação aguda? Pessoal, falando em dias de zero a 3 dias, 72 horas. a 3 dias ou 72 horas ou 72 horas. O que que eu quero dizer com isso? Após a instalação do agente etiológico e
do agente agressor, se eu mantiver a ação desse agente agressor, a Minha inflamação aguda, ela vai durar de zero a 3 dias. Se eu remover o agente agressor, a minha inflamação ela cesa. Agora, mantendo o meu agente agressor, após 3 dias, a minha inflamação aguda, ela se torna crônica, ela cronifica a manutenção do meu agente agressor, fazendo com que a minha inflamação crônica persista, né, se mantenha. O que que eu posso fazer? O que que pode acontecer mantendo a gente Agressor? A lesão fica crônica até o fim dos dias. Pode durar semanas, meses e até
anos. Agora, removendo o meu agente agressor, o que que eu posso fazer? A minha lesão que tá crônica, ela pode curar, reparar, cicatrizar. E outro movimento que pode acontecer numa inflamação crônica é o seguinte: eu tive a lesão aguda, eu mantive agente pressor, ela continua crônica e essa lesão crônica, ela persiste, mantém o Agente pressor. Sabe o que que pode acontecer? Essa lesão crônica num determinado momento da vida, ela pode voltar a ser aguda, ela pode reagutizar, mas que a sequência dos processos inflamatórios, ela é essa, ela começa sempre aguda, mantendo, ela se torna crônica
e dependendo do que do agente agressor, se você o mantiver, você vai manter essa inflamação no estado crônico. prônico, tá? Então, essas são as vias Que a gente pode tomar no processo inflamatório. Eh, quais são as características? Diga se essa inflamação pró ela ela tá regredindo eu vou te dar um exemplo que eu já coloquei aqui na aula. Esse daqui assim aqui. O caso do abesso, eu tinha dito, o abesso ele é uma inflamação aguda, tá? Mas vamos lá. Esse caso que eu disse, era um paciente que tinha uma carne no dente e essa carne
no Dente provocou esse inchaço, o abesso. Como que foi? A carne, ela começou um estádio agudo, doeu do paciente. Aí como parou de doer, o paciente não ligou. Então quer dizer que essa carne que antes era aguda, ela ficou o quê? Pronto. Aí o paciente não ligou, como não dói, né? Muitas vezes na vida assim, a gente não procura ajuda porque não tá incomodando. Aí o que aconteceu? Uma queda do sistema imune Desse paciente, dessa pessoa, fez com que essa lesão que estava crônica, o paciente num determinado dia acordasse no rosto desse tamanho. Então, uma
lesão que tava crônica, agora ela se tornou o quê? aguda. O abesso ele é aguda. Então, os fatores que ajudam uma lesão que tava crônica voltar a ser aguda é o sistema imuno, quando a gente tem uma imunodpressão, tá? Eh, bom, eu tava falando da inflamação agora. Período de dias 0 a3, De horas 0 a 72 horas. Qual é a célula que predomina no processo inflamatório abúdo? É aquela célula a primeira a chegar por via circulação os neutrófos. Então, qual é o infiltrado inflamatório predominante uma inflamação aguda? Neutrófil. Os neutrófilos. Tá? E agora, qual é
a célula inflamatória que predomina numa inflamação crônica? Vamos Lá. Numa inflamação crônica, você já tem uma imunidade humoral, uma imunidade adquirida agindo ali, porque a primeira imunidade que vai est agindo é inata. Mas a partir do momento que você tem instalação da gente agressor e que a lesão vai cronificando, você tem então a imunidade adquirida. agindo ali. Eu tenho a presença, então, qu Então quando é adquirida, você tem aquelas duas, aqueles dois tipos de unidade, a celular E a humoral, não é? A moral quando tem o quê? Quando são de corpos a imunidade celular, por
meio dos fal sustento, eu memorizo aquele agente a pessoa, tá? Então vamos lá. Qual é o tipo de infiltrado inflamatório que células que predominam inflamação crônica? Infiltrado inflamatório do tipo quê? Linfo plasmoitário. Linfocitário, ou seja, linfócios e plasmócios. Então, numa inflamação Crônica, as células predominantes são os linfócitos e os plasmósitos. Nesses dois próximos slides, nós temos aqui as características. Sempre a inflamação inicial, ela vai durar até 3 dias, aqui que eu tinha falado, e ela é caracterizada pelação de neutrópilos, a formação de exodatos celular e plasmático. Isso eu já tinha falado anteriormente para vocês. E
agora a crônica. A crônica quer Dizer que ela sucede a aguda, pode durar a pua inteira, pode ter característica assintomática, não revelar ali nenhum sintoma e a presença das células que vão predominar ali e a linfócitos. Os linfócitos e os plasmócitos. Plasmócitos, pessoal, é uma célula derivada do linfócito. Por quê? é aquele linfócito B que tá produzindo, expressando e secretando as imunoglobulinas, os anticorpos. E aí, gente, para finalizar, né, aqui eu tenho dois grupos de células, as células circulantes e as células residentes. Fica mais fácil começar pelas residentes. Célula residente é aquela que mora no
tecido correntivo, é aquela que reside no tecido antigo. Eu já li os dois nomes delas, os mais costóos e os macrófonos. As demais células, as células circulantes, são as células que estão presentes na circulação Sanguínea. Agora, quer ver um exemplo de uma sala que uma deriva da outra? Um, em um determinado local ela é circulante, no outro determinado local ela é residente. Exemplo disso. Qual é a célula que vem por meio da circulação sanguínea e que origina lá no tecido macrofon? Monósculo é o precursor de uma prova. O monós ele é uma célula circulante. Ele
faz diapedés, ele se torna o quê? o macrófilo. Outros exemplos de células Circulantes, os piens, os polimorfonucleares, neutrófilo, basófilo, as plaquetas, as nemácias, as células circulantes. Células residentes são somente aquelas duas, os macrófagos e os mais cosos. Então, nesse slide eu coloquei as células que são pertencentes ao nosso tromo. Todas elas são derivadas da célula tronco macroética fluoripotente, que num determinado momento lá na medula óssea, ela tem que escolher uma das duas filhas. Ou ela se Torna um progenitor mieloide ou ela se torna um projetor linfoide. Gente, se for se for um projetor linfoide, o
que que acontece? A célula ali originada, ou ela é um linfócito B, ou ela é um linfócito T, ou ela é o quê? Uma unifócito aquela assassina natural. Se ela toavia para se tornar o progenitor mióoide, ela pode ser um antrófilo, masócilo, zinófono, monócito, uma hemácia, né? Uma plaqueta. Plaqueta. Lembrando que plaqueta não é uma célula. Ela pera é um fragmento de uma célula derivada de uma outra célula do meduló chamada negacarios. Tá gente? Foi muita coisa hoje? Mais ou menos, né? Nem tanto assim. Alguma dúvida? É 5 anos. 5 anos. Beleza, gente? [Música]