Já aconteceu de alguém eh pagar uma consulta para uma outra pessoa, né, tipo uma mãe, um pai, um parente, um marido, uma esposa e aí a pessoa talvez não te conhecesse tanto, não tivesse tão ligada ou não tivesse eh nenhuma iniciação, digamos, na espiritualidade. E aí você vê você perceber que a pessoa simplesmente não quer se curar. >> Sim, já.
Mas é aí que tá, né, aí o problema não é meu. >> Não. Sim, mas que é não, mas existe.
É >> como lidar com esse caso e como como você interpreta isso? >> É tirar a capa do herói. Ali, é o que eu falei, não é a minha função curar quem não quer ser curado.
>> Uhum. >> Então eu tiro a capa do herói e é o que eu falei, tirando a capa, esse peso da responsabilidade de eu tenho que ter resultado some. Eu não tenho nada.
A pessoa tem. Eu vou fazer o que tá no meu controle, o que eu sei fazer e a minha parte, isso eu garanto fazer. Aí a pessoa garante fazer o dela.
É aí que tá. Então o processo de cura entre um terapeuta e um e alguém que tá sendo tratado é um processo de trabalho de equipe. Um faz uma parte, o outro faz a dele.
Quando os dois fazem, aí a gente tem um resultado impressionante sempre. Não é de vez em quando, é sempre. Agora, se só o terapeuta faz, a coisa não desenvolve tanto, tanto.
Resultados acontecem, mas tanto não. >> Mas desenvolvendo ainda mais essa questão, você já percebeu em que a pessoa, na verdade, ela não quer inconscientemente, ela ela nem sabe disso, ela nem percebe, mas inconscientemente ela não quer se curar porque de novo, porque a doença traz ganhos secundários. É um pouco do que a gente já falou aqui.
>> Sim. E aí você consegue de repente trabalhar nessa própria crença da pessoa. >> Sim.
Sim. Acontece também. Processos de catar-se acontecem direto comigo.
>> Uhum. >> Eh, porque assim, nos atendimentos que eu faço, eu converso, eu explico muita coisa, eu explico tudo isso que a gente tá falando, na verdade, eu explico pra pessoa. >> Então, esse entendimento faz de novo alguma fichinha cair lá dentro e a pessoa tem um processo de catarse muito grande, de mudança muito grande, de entendimento e falo: "Cara, é isso".
E aí, às vezes as pessoas me falam assim: "Henrique, mas é só isso? Eu falo: "É só isso, né? E aí anos, 10 anos, 15 anos sofrendo com aquilo, um atendimento às vezes resolve, né?
" Então isso acontece sim e é dever do terapeuta explicar essas coisas, mostrar de novo uma outra possibilidade, talvez que a pessoa não conheça ou que nunca foi aberto a ela. >> E aí se o que ela faz com a informação, de novo, não é problema seu, >> né? Essa separação a gente tem que ter, porque senão eu tô de novo com a capinha de herói.
>> E acontece muito isso, né, Henrique? As pessoas falam assim: "Ah, o meu filho tem que se curar", mas o filho provavelmente às vezes não quer então as pessoas o dia inteiro ficam colocando tarefas pros outros. >> Sim.
>> Não é? Então, ah, ele tem que dar certo. O Henrique Tony tem que dar certo na vida, mas assim, a vida é dele, ele pode dar certo, dar errado.
E a cura é meio que na mesma lógica. Sim, >> a própria pessoa. Agora é é quase que impossível se alguém falar assim: "Não, eu quero me curar, eu vou lá me consultar com Henrique Tony, não sei o quê".
E aí a coisa acontece porque o cara já tá aberto a ao cara ou a mulher, sei lá, alguém que queira aquilo, né? >> Sim. E de novo, a cura sempre é possível.
Recuperação física talvez não seja, dependendo do que for, né? Então, só separando isso que é importante, nem sempre só querer e fazer tudo vai resolver o físico, mas a sua cura, que é o entendimento e a mudança interna pro teu ser, >> que não é este corpo doente, >> acontece. >> É, é porque às vezes a cura é a morte.
>> Exatamente. E do outro lado, o espírito, >> lá, que absurdo, que difícil de entender, né? O espírito entende tudo que aconteceu e cresce com a experiência, mesmo com o desencarne tendo acontecido.
>> Exatamente. >> Às vezes a cura, é, essa frase é é poderosa. Às vezes a cura >> é >> é a morte, >> tá?
No desencarne da pessoa. Exato. Ou acontece depois.
>> Morte. Exatamente. E todo mundo, principalmente na cultura ocidental, vai achar que é o fim, é a desgraça, é a perda, é a morte.
>> Aí tem que trabalhar, né, muito num coisa. a gente teme tudo aquilo que a gente não entende. >> É, >> né?
Medo vem de ignorância sempre quando a gente entende minimamente que seja, né, o que é a morte, porque acho que ninguém sabe de fato, né? Ninguém foi e voltou. >> Mas o quando a gente entende minimamente esse processo, o medo ele se dissipa, né?
Então, ao invés de chorar e se lamentar e entrar em um processo depressivo de dor, eu trabalho entendimento, eu trabalho talvez até uma comemoração, não sentido de festa, mas uma comemoração no sentido de retorno, né, do daquele espírito pro para um crescimento maior, para um entendimento maior, porque depois do desencarne, claro, o espírito ele pode ter em algum momento acesso a tudo que aconteceu, né, uma revisão, digamos assim, da encarnação dele. E isso na verdade traz muito, né, crescimento para aquele ser. Então acontece.
>> É, nós somos controlados a ter medo do desconhecido, como você falou. Isso é uma frase bem impactante, >> porque a morte aqui significa o fim e talvez significa o começo em outra dimensão, >> um começo melhor, >> melhor, a vida eterna, né, ela continua. Então, quando a gente fala para fale coisas boas, fiquem com pessoas legais, que você tem uma conexão de alma, o que significa isso?
Para você levar isso até além da sua vida, que provavelmente você vai morrer e vai ir para onde você acredita que você vai, não que alguma igreja diz ou no que um pastor ou no que um bispo ou sei lá o que vai falar para você. Exatamente. A nossa crença vai definir tudo.
Então, ter uma crença ampla, aberta, abre mais portas, né? >> É, >> a gente fica mais bem falado no astral ali, tem mais possibilidades, né? >> É interessante.
Verdade. >> Tem uma pergunta que eu achei interessante aqui que é sobre obesidade. >> Hum.
>> Que é o seguinte, essas canetinhas que tá todo mundo usando, né? É, então, pergunta sobre as canetas de obesidade e diabetes. Algumas pessoas chegam a a comparar o impacto delas na medicina moderna ao surgimento dos antibióticos, né, da penicilina, pelo potencial que ela tem de reduzir obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares.
Na sua opinião, você acha que isso faz sentido? Eh, como você entende a dimensão dessa transformação e na saúde e na vida das pessoas? Porque é realmente é uma é uma ferramenta muito eficiente, mas que ainda não se tem tanta clareza do impacto futuro na vida das pessoas.
Eu eu vejo bastante sobre isso, né? Eh, e fala falam muito que às vezes não é douradouro, que a pessoa tem uma emagrecimento incrível, mas na verdade não muda o interior da Eu eu já vi médico falando isso, né? Porque o emagrecimento ele passa por uma mudança interna.
Eu já médico é médico mesmo de de que tá lá no consultório, né? É porque parece uma uma fala meio de espiritualista, não? Para você mudar a sua obesidade, você tem que mudar quem você é.
Mas os médicos falam isso, porque você tem que mudar hábito, né? A forma como você se relaciona comida, com a própria ansiedade, com estilo de vida mais saudável. Então você tem você tem que mudar >> sim, >> quem você é.
E eles falam que a mudança dessas canetinhas, ela ela vai mexer no seu corpo, mas não vai mudar os os seus hábitos, né? Você não vai ter hábitos mais saudável que você tá usando uma caneta. E a espiritualidade é muito Isso, é sobre uma mudança de vida, né?
Como é que você enxerga todo esse panorama? Então vamos lá. >> Não é, você falou tudo, não tem nada que eu falar.
>> Ah, desculpa, [risadas] desculpa. Tô sem querer. Que fal, >> mas é exatamente assim.
É exatamente o que você falou. Não mudaria nada assim, não só da canetinha, mas qualquer coisa que faça o seu trabalho. Que que você tá fazendo?
você tá delegando a sua responsabilidade, certo? E a gente já falou várias vezes aqui, a cura exige mudança interna. Se alguma coisa resolve o problema para você, não houve mudança interna.
O resultado pode vir, pode, mas ele pode ser temporário, como você falou, e como as pessoas relatam, entende? Então é o famoso assim, é é secar o chão e fechar o vazamento, entende? Então, a canetinha talvez possa secar o chão, mas o vazamento ainda existe.
Se o vazamento existe, o chão vai molhar de novo. >> Ótimo. Vou aproveitar para perguntar para você, já que eu passei por isso, né?
Eh, refluxo, >> refluxo, engolir aquilo que você quer falar e não fala. Então, eu quero expressar, eu quero dar minha opinião, mas ah, melhor não, vou ficar quieto porque melhor não. Talvez não me ouçam ou talvez não seja o correto, enfim.
Então é engolir sapo, é o famoso engolir sapo. O próprio refluxo é isso, né? Quer sair e volta, quer sair e volta.
Então é esse processo de segurar [roncando] a fala, a comunicação mesmo, a expressão. >> É, eu tava com um refluxo muito forte, eu tava tava terrível meu refluxo >> agora >> é coisa de um, acho que um ano, talvez, um ano atrás ou um >> sabe por quê? Porque você tem muita coisa para falar, mas como você é host, muitas vezes você não tem espaço para falar aquilo que você sabe aquilo que você gostaria muitas vezes de expressar.
>> Pode ser. É que eu tenho opiniões sobre a vida que são muito pouco ortodoxas. >> Uhum.
>> E aí é melhor eu não falar. Pronto. Respondeu a tua dúvida do refluxo.
Como é que eu curei o meu refluxo? Porque eu tava eu tava muito, é muito curioso isso, porque é o seguinte, eu tava tomando remédios bem fortes pro refluxo, né? E não tava adiantando nada, não tava, não tava resolvendo.
Tava tomando pantopraszol, homeopraszol, tava tomando coridrato de não sei o que é assim, o refluxo não tava saindo. E aí e é exatamente isso que você tá falando, na verdade. Por quê?
Porque eu tava tentando resolver uma uma coisa que era minha através de uma solução externa. >> Isso >> era. Eu não não tava resolvendo.
Uma das coisas que me resolveu, o que que foi? cantar. Olha só, porque já que o que a minha o que eu falo não é muito bem visto pelas pessoas, porque é muito disruptivo, falou: "Eu vou cantar então".
>> Pronto, deu vazão aquilo que você tava engolindo, o refluxo parou. >> Isso. É, é isso mesmo.
>> É isso. >> É. >> Então, ao vivo, [risadas] >> é na prática.
>> O pessoal tá perguntando de pressão alta e já emenda na pressão baixa também. Se você souber, >> tá, a pressão alta, a pressão baixa vai ser o oposto do que eu vou falar, >> mas a pressão alta é aquela pessoa que tá sempre ocupada ou tá sempre buscando se ocupar. Ela sempre quer se ocupar, ocupar, ocupar, ocupar, ocupar atividade, atividade, atividade.
Por quê? É uma pessoa que não quer >> ou não consegue por algum motivo, olhar para dentro. Então, se eu estou ocupado o tempo inteiro, eu não vou precisar olhar para mim ou para ou pra minha dor ou pro meu problema, ou pro que me incomoda.
Então, eu ocupo a minha rotina sempre com muitas coisas. Pessoas são extremamente ocupadas, pode ver, são normalmente pessoas que têm pressão alta, >> perfeito. >> Pressão baixa é o contrário, pessoas que não querem assumir muitas responsabilidades, >> que fogem de responsabilidades, então a pressão é menor, né?
Então elas buscam essa fuga de querer fugir de responsabilidade. >> Então pressão alta é quem tá sempre ocupado, aquela que fala assim: "Ah, eu não tenho nem tempo para vocês já sabem a frase", né? E o que tem pressão baixa, geralmente ele desmaia porque ele não quer estar lá.
Então a pessoa falece o corpo dela literalmente por alguns segundos ou quem sabe para sair dali. Às vezes aí eu vejo isso com essa sua sabedoria, né? Pessoas que estão casando e desmaiam.
Eu falo, elas não queriam estar ali. Pode ver no vídeo. >> Ah, mas esse aí, gente, é.
Ah, não, não, eu não posso falar, eu não posso dar minha opinião. Desculpa, não dê sua opinião. Não vou dar minha opinião sobre casamento.
Refluxo. [risadas] >> Mas o que >> não darem minha opinião sobre casament. >> Mas o que acontece?
Você tá vendo lá, eu vou falar de um negócio que nem existe mais, só para, né? Não, você tá vendo no Instagram falar: "Ah, vídeo cacetadas que eu tô ficando velho". Aí você vê lá o cara lá, ô louco, meu, olha lá o casamento, a sogra, não sei o quê, a pessoa cai.
Eu pensava nisso, eu falei: "Ó, ele não queria casar porque ele tá fugindo, senão ele não ia desmaiar". Aí tem gente fala: "Não, comeu um camarão podre". >> Olha, podia até acontecer dele comer o camarão podre.
Ele ia ficar em pé se ele quisesse. >> Ou não necessariamente que ele não queria estar lá, mas talvez com as pessoas que estão ali ou daquela forma, né? Não necessariamente estar casando.
Ele até poderia casar, mas talvez não naquele local, não com aquelas pessoas, não daquele jeito, né? Um >> camarão podre. Então que isso?
Guru [risadas] >> não pode. Essa não dá. Você vai com o grupo secreto.
>> Nossa, >> mostra pro Henrique. Mas não mostra não. >> Nossa, ficou muito real isso aqui.
Ultra >> realista. Ó lá. >> Ficou ultra realista, ó.
Do meu refluxo, ó. >> Jesus, que isso? [risadas] Isso aqui não pode porar mesmo, né?
Pode. Infelizmente eu ia colocar no ar, mas tem coisas que não são permitidas. [risadas] Você posta lá no grupo secreto do >> Acreditem, vocês não estão perdendo nada.
>> Não é propaganda, vocês não estão perdendo nada porque Iá ficou >> perendo nada. >> Nossa, ficou legal essa imagem aqui. [risadas] Tá.
Eh, perguntaram aqui sobre sinusite ou coisas relacionadas a nariz, né? A >> muita gente que tem >> a face. Sinusite, normalmente algo que tá próximo a você ou alguém.
>> Uhum. >> Que te incomoda e que você não sabe lidar. Então, é literalmente o que tá debaixo do teu nariz te incomoda, né?
Você quer mandar embora, você não sabe lidar, enfim. Então, é um processo de expulsar, mas também pode se referir à congestão de pensamentos, tá? Então, pessoas que têm muitas preocupações, uma ansiedade mais evoluída, enfim, também podem somatizar esse processo de sinusite, que é a congestão ali na região, né, da face.
[roncando] >> Tá. Tem eh tem mais uma pergunta aqui sobre síndrome de Turner. Eu nem lembro mais que que é isso.
Que que é síndrome de Turner mesmo? >> Jogar no Google. Aí você foi muito específico, >> bem específico, >> tá?