Como é que a arte pode influenciar? Cara, a arte é o é o instrumento mais forte de persuasão e manipulação. >> É mesmo.
>> Por quê? Porque quando você vai, quando você tá numa aula e o professor tá dando aula, >> você pensa assim, ó, concorda com isso que ele tá falando, não. Ou seja, numa aula você tá com o teu espírito crítico aguçado.
>> Sim. >> Se você tá assistindo um comício político, o cara vai falando, ó, a solução pro país. Aí você fala: "Não sei".
Você tá com o espírito crítico aguçado. Agora quando você tá vendo um filme, você tá assim, cara, é entretenimento, é diversão. E é aí que o argumento, a manipulação, ela ela consegue transcender a barreira do seu espírito crítico e achar um achar uma morada dentro de você.
Daqui a pouco você >> influenciado por filmes, jogos e séries e tal e livros, >> que a pouco você percebe que você mudou seu pensamento, porque aqui o negócio entrou, conseguiu varar o teu colete a prova de de bala. >> Entendi. >> Porque você não tava com o espírito crítico ligado.
>> Isso quer dizer então que, por exemplo, >> eh, tem o Mr Satan lá no Drgon Ball. Drgon Ball. É, >> que é igualzinho Frank Zap músico, né?
>> É, pior que é. Tem um pior qu tem uma, tem acho que na abertura, acho que é no encerramento, na verdade, aparece o Gohan num carro e no carro dele tem um 666, porque é o carro do do do pai da Videl, namorada dele, que é o Mr Satã, né? >> Então, eh, >> mas o Mister Satã, eu manjo pouco disso aí, é vilão na parada, né?
>> Não, ele é ele ele chega como para ser o herói da terra, pros padrões humanos, ele é forte. Aí o capeta ficou puto com os cara aí que fizeram esse desenho aí, >> então. Mas aí ele acaba salvando mesmo, porque ele vira o capacho do bu, que é o monstrão lá e tudo mais, aí ele faz todas as vontades, acaba virando um herói, né, mesmo na parada.
Você conhece? >> Então aí tá o sentiu qual é o argumento? >> Então >> Satã 666 salvou a gente.
>> É, mas é um, mas é um Satã meio capacho, >> meio meio bobo, né? Eu lembro dele meio bobão assim. Mas o ponto é o seguinte, que minha mãe, por exemplo, não achava, eu eu para ver Drgon Ball tinha que ver escondido, né?
Por causa, pô, jogar méic, tá ligado? Méic tinha que jogar. Minha mãe não gostava que eu jogasse médic porque o bagulho era do diabo e tudo mais.
RPG, jogar um >> RPG. Muita gente ficou xope por causa de RPG, né? Eu lembro do Wolf lá que é negócio de lobisomen, né?
Acho que foi em Petrópolis, sei lá, o moleque tirou, saiu na rua peladão e subia nas aves, ficava, uh, >> mas maluco tem fazendo tudo, né? >> Maluco, tem maluco. [risadas] >> Agora, cara, eh, se você pesquisar assim, você vai ver que a galera, uma galera que fabricava os RPGs, concebia muitos era o ocultista, entendeu?
Então, ele tinha o interesse de disseminar essa visão de mundo. >> Vai falar que não, obviamente sempre, né? Mas claro que tinha, né?
fazer uma propagandinha lá do 666. >> É bom. É que isso, todo tudo que é oculto fascina a gente.
Então assim, vou falar: "Ah, isso é legal". Mas mas é legal cara, tu é um vampiro. >> É, mas é legal.
Sempre achei maneiro também, né? Assisti a novela Vamp, né? Você viu?
Vamp, Cláudio Orana, né? >> Isso daí era os verdadeiros vampiro mesmo, [ __ ] Isso [risadas] daí era maneiro. >> Eh, mas por que que eu tô falando isso?
Porque assim, a cultura, a arte, a cultura, ela realmente ela ela ela, >> especialmente se a gente for falar em música, é, >> né? >> Ela pega, levai na alma. >> A música entrega inclusive um monte de mensagem que muitas vezes você >> você não tá nem >> você tá viajando, às vezes tá em inglês, mas tá falando seu inconsciente.
>> Pois é. Se se eu não falo uma língua, isso do ponto de vista espiritual, tá? Eu não falo uma língua, mas eu tô eu tenho um sentimento especial.
Eu gosto muito, eu idolatro de certa forma uma música >> que eu nem entendo o que tá sendo dito ali. Isso é uma porta. >> Pode ser, pô.
Pode ser. Primeiro que o nosso cérebro ele tem capacidades latentes que não funciona quando a gente tá desperto, né? Eu já sonhei várias vezes que eu tava falando alemão fluente para caramba.
Eu não falo assim, eu falo, caraca, como é que Então assim, existe existe às vezes uma capacidade latente no cérebro do cérebro absorver certas mensagens que a gente não domina, não domina conscientemente, mas a estrutura consegue ser de certa forma interpretada. >> O clima é fácil de interpretar, tem uma música mais deprê, isso pode te levar a ficar depré, mesmo que seja em outro idioma. A a construção harmônica da música, né?
Um tom menor geralmente fica mais triste e tal. as a sequência de notas, né, a progressão de acorde que é usada, isso pode influenciar. >> A gente sabe que tem frequências sonoras que mexem com >> mexe nas emoções, né?
As ondas sintoniza com as ondas cerebrais. Mas além disso, vamos supor que essa música, a letra dela que tá, sei lá, em sueco, você não tá entendendo nada, mas ela tá eh falando encantamentos, palavras de encantamento. Então, esse encantamento pode estar sendo realizado dentro da tua casa ou dentro da da tua mente, né?
Então, e existe um perigo se você parte de um princípio que encantamento existe e que funciona. >> Então, vamos lá. Eh, e aí, tu que é o pastor, tu vai me ajudar.
>> Jesus disse que que era para >> ir de ir e espalhar o evangelho, não é? eh na intenção de que de salvar a humanidade, porque aquele que conhece Jesus e o aceita e tudo mais, ele é salvo. >> Mas há uma há uma exceção de e o cara que ouve e rejeita é diferente do cara que nunca ouviu, não é?
>> É, é. Tá certo. >> Então, a ideia de que o cara eh vacilar, pelo menos do ponto de vista espiritual, por ignorância, é diferente.
>> É muito diferente >> do cara vacilar. Bom, no mundo natural aqui, se eu der um tiro num cara, mesmo que eu não saiba que era contra a lei, eu vou preso igual, né? >> Mas no mundo espiritual, pelo menos, e aí me ajuda, porque assim, até onde eu sei, no mundo espiritual há um certo tipo de de leniência pro cara que não sabe.
>> Isso é isso é o sa que que é isso? Se é o e deixa eu ver aqui, a síndrome do Fernando. >> Hã, o que é o Fernando?
>> Fernando é um amigo meu >> que eu cheguei, preguei para ele, falei das coisas erradas que ele fazia. Quero saber. >> Ele falou: "Pô, você me quebrou porque agora eu vou continuar fazendo, mas já sei que é errado, vou me dar mal".
Falei: "Não, pô, para de fazer, pô". [risadas] >> Boa. >> Fernando José, um abraço aí, meu amigo.
>> Nesse caso, o cara que tá ouvindo uma um encantamento em sueco ou curtindo um Mr Satan lá no Drgon Ball ou qualquer coisa assim, >> não. Ah, isso aí pega. Às vezes pega.
>> Não, não adianta o cara alegar a ignorância, não. >> Ah, aí não. Aí zoado, [risadas] pô.
Aí zoado, pô. pega. Pô, às vezes quanto mais ignorante o cara é, mais fácil pegar.
Agora, em termos de pecado, >> hã, >> a Bíblia fala que a quem muito é dado, muito lhe será cobrado. Então, você vê que tem uma proporção da cobrança, dependendo do conhecimento que você tem. >> E vocês achando existe, >> e a galera achando que foi o tio do Peter Parker.
>> É, é. Achava que era isso. É, como é que é?
Grandes poderes vem com grande responsabilidade, né? Mesma coisa que tá escrito lá. >> Exa, pô.
Perfeito. Então assim, é claro que um cara que nunca ouviu falar de Deus, ele vai ser julgado de uma forma mais light, né? Por isso que Jesus falava pros fariseus: "Olha, vocês eh conhecem a palavra e não vivem a palavra.
Vocês conhecem a verdade e não vivem a verdade. Vocês não vivem o que vocês ensinam. Por isso, a punição a vocês será pior do que de Sodoma e Gomorra, porque o cara sabe e não vive.
" E aí Jesus ainda fala algo pior. Você não entra no céu fazendo isso, ainda atrapalha os outros de entrar no céu, porque você tá perdendo crédito, porque o que você fala você não vive. >> Aham.
>> Aí a galera tá perdendo confiança em você, entendeu? >> Mas o cara, o cara, vamos dizer, no caso desse teu exemplo aí do encantamento em suamento, >> o cara que escreveu, que fez aquilo ali, provavelmente fez com uma intenção, >> fez com a intenção de disseminar o evangelho do oculto lá, né? >> É.
E isso pega no desavisado. Por exemplo, naquela vez que a gente tava conversando lá, depois que a gente foi que eu fui no culto e a gente foi jantar, a gente tava conversando lá e um um bagulho que muitas coisas ali, eu voltei aqui falando os moleques sabe. Eu voltei aqui falando: "Caraca moleque, conversa depois viagem, né?
" >> E aí uma das coisas que surgiu lá foi que eu falei que gostava muito de >> de filme de terror, cara. Tava o Luigi de Barriterielli nessa noite [risadas] aí. Tava, eu tava conversando com ele agora, cara.
>> Tava o Luigi e o Vilela, tava os cara lá. Só nego figueira. >> E aí?
E aí o cara falou assim: "Porra, tu gosta de filme de terror, mané? >> Cuidado, >> [ __ ] mas isso é uma porta não sei o que" e tudo mais. Eu fiquei fodeu, mano.
>> Nem fui eu que falei isso, né? >> Minhas filhas também gosta de escudo. >> Gosto também, né?
[risadas] >> Mas existe algum tipo de escudo? Então >> escudo, >> porque veja, é, se a gente tem, >> é, >> é tipo assim, Daniel, o que que você faz quando você [risadas] >> é tipo isso? É, >> cara, vou te dar um exemplo.
Eu fui assistir Esquadrão Suicida na época que lançou. >> Pô, Esquadrão Suicida é cascudo, né? Você tem a aquela carry e da Lavine lá que fica incorporada lá por uma bruxa.
>> Você tem o maluco que é El Diablo, que é o Diablo que fica pegando fogo. E tem o demonião lá que é do mal lá, meu irmão. Quando essa menina Lourinha, que era uma era tipo uma arqueóloga, né?
Ela descobre um troço lá da bruxa, ela incorpora. >> Quando ela, eu tava, eu fui levar as crianças, cara. Levei, meu filho era novinho, Danielzinho, Sofia, minha esposa.
Na hora que essa mulher começou a fazer os movimentos e falar nas línguas que não dá para entender. >> E tu já tinha visto algo parecido antes? Aquilo ali?
Aquilo ali não é, aquilo ali não é novo, não, >> tá? >> Eu automaticamente comecei a orar em língua estranha, repreendendo contra o meu espírito, começou a confrontar, porque vamos supor que ela tá falando, eu amaldiçoo todos vocês da plateia. Eu comecei a falar em outra língua que eu não conheço.
Eu repreendo essa palavra em nome de Jesus. Sei que eu decreto a falência de todas esses essa essas palavras de maldição. Foi automático.
Ela começou, eu comecei também e aí minha esposa falou: "Vamos embora, vamos embora, vamos embora". Eu falei: "Ó, vamos fazer o seguinte, pega as crianças, vai dar um rolé que tá meio pesado para as crianças, mas eu vou assistir que tá maneiro para caramba". Dá licença, [risadas] cara.
Você não sabe quando eu fui ver, cara, doutor estranho no multiverso da loucura, que é ocultismo, tá ali, >> pô, é cascudaço, meu irmão. >> Aqueles símbolos que aparecem e tudo mais exe, existe, existe ali os o movimento que ele faz com a mão, chama mudra, né? Aham.
>> Tem rituais que o cara tem que fazer os movimentos certos com a mão e os e a as movimentações de corpo certas que aí a entidade incorpora, vem. É tudo quem manja de ocultismo ali é a enciclopédia do do set pele. >> Interessante do cinteco gelado, mochila de criança.
>> É total ali. Você é um parque parque de diversões do Paranauê, meu irmão. [risadas] >> Eu fico aí um amigo meu que era cascudaço do time, só identificando as paradas.
Aí tu se ligou e tal. É tipo procurareg, né, no filme. >> Cara, eu fui ver esse filme e eu falei: "Meu irmão, eu tô me conectando com isso aqui.
Tem alguma parada que tá batendo aqui comigo. Eu tô achando muito maneiro esse filme, apesar de ser uma bruxaria terrível". >> Depois eu descobri o filme, quem dirigiu foi o Sam Ry.
Sam Rumy, é, o cara que fazia aquele e a morte do diabo, né? Uma noite alucinante que eu via quando era, pô, >> eu tinha 6 anos quando eu vi essas paradas, 5 anos. Culpa da minha tia Rejane.
Minha mãe era igual a tua mãe. Falava: "Não pode ver essas paradas. Isso aqui é do capeta.
Minha tia: "Ô, sabe um filme maneiro aqui do sexta-feira 13. Vamos. Meu irmão não via de jeito nenhum.
Morre de medo. Eu ficava amarradão vendo. [risadas] Mas ela morre de medo também.
>> Salve tia Rejane, entendeu? >> Cara, figurada. Ela deve est assistindo que ela assiste tudo, né?
>> Ela falou assim, eu eu falei para ela, pô, assiste tu Pix aí, né? E aí ela tava em casa, marido dela chama Adolfo, né? E aí ela ouviu passos dentro de casa e sentiu alguém passando atrás dela, né?
E ela falou: "E aí, Adolfo? " Aí ninguém falou nada. Aí ela ela entendeu que ele tinha ido pro quarto, ela abriu o quarto, não tinha ninguém.
>> Assustador, cara. >> Aí eu falei, ó, você tá colhendo o que você plantou, você não me botou medo nos filmezinhos. Agora eu me vinguei.
Agora aguenta. Cara, esse filme eu fui ver com uma galera da igreja, meu irmão. Aí a galera da igreja escandalizada falando, tá repreendido em nome de Jesus, saí do demônio, não sei quê.
Aí eu olhando pra minha filha assim, né, só de aí. Aí a galera deu uma distraída. Eu colei na minha filha que era novinha, né, nessa época.
Falei: "Você tá gostando? " Aí ela: "Tô me amarrando. " Falei: "Eu também, mas bafo".
[risadas] Então, dá para dá para curtir isso de forma protegida. >> Mas é perigoso. Mas eu evito.
Tem tem coisa que eu não assisto. A invocação do mal não vi nenhum, >> tá? Eu vi todos.
>> Tô doido para ver esse último aí que saiu, mas não vi nenhum. Porque a história do casal Warren é muito pesada, cara. Você viu que o o maluco roubou a bonequinha da Bella e morreu?
>> Morreu. Vi >> você, cara. É nesse nível.
Tem coisa que eu não mexo não. Aquele filme, o ritual eu não vi. Um amigo meu foi ver >> é com Anthony Hopkins.
Cara, esse esse tem a história do meu amigo já devo ter contado, peço perdão, cara. Ele ele ficou ele se amarra em filme de terror, só que ele tem medo. E ele fic esse esse amigo meu, eu não vou falar o nome dele que eu tenho uma história com a namorada ali, mas ele ele ficava: "Daniel, a gente precisa ver esse filme, mas eu só vou contigo, meu irmão, não vou sozinho não.
Vamos pro cinema, a gente vê". Tava no cinema. Aí eu falei: "Vamos, cara, eu quero ver" e tal.
Só que aí de repente ele se empolgou e foi com a namorada. E aí ele me ligou, falou: "Caraca, fui ver o filme". Falei: "E aí, gostou?
" Ele: "Meu irmão, acabou com a minha vida o [risadas] filme". Aí eu falei: "Por que ele cara, no filme tem um tal de um cavalo, não sei se você lembra disso, tem um cavalo estranho que aparece no filme. Eu não vi".
>> Aí ele falou, cara, que ele saiu do cinema, ele foi num restaurante que é um pouquinho afastado lá em Niterói, porque você tem que pegar uma estrada de terra e a noite, né? Ele falou, cara, que passou um cavalo igual do filme, ficou parado na frente do carro. Ele falou que gelou, meu irmão falou: "Meu irmão, o cavalo do filme, o cara já é medroso atrás, né?
" >> Ah, >> ele disse que ele foi dormir. Esse amigo meu não é cristão, então ele dormia com a namorada e tal. Ele falou que a namorada de madrugada pulou no pescoço dele e tentou enforcar ele.
Aí eu falei: "E aí? " Falei: "Terminei com ela me: [risadas] >> "É, tem que terminar, né? Te matar.
>> Terminou com a mulher. Aí esse filme aí me destruiu, mano. Acabou comigo.
Falei: "Ó, tu foi sem me levar, né? " Eu ia fazer um paraaio lá, né? P dar uma força.
Você foi sem blindagem, né? Faz um monte de besteira, quer mexer com essas paradas. >> Isso é, isso é maluco, porque eh esses filmes, bom, eu porque eu parto do princípio que esses que esses filmes são escritos, criados, filmados e tudo mais para fins de entretenimento.
>> Ah, não, porque pelo a única coisa que Hollywood não é entretenimento, cara. Aquilo ali é propaganda. daquilo é disseminação de controle, controle comportamental e disseminação de de um evangelho oculto também, né?
O cultista. Esse é o objetivo. Ali é todo mundo ocultista, meu irmão.
Quem manda na parada, você pode ter certeza. >> Duvido não. >> Você pode, ó, vou dar a dica pra galera.
Pega as entrevistas com Mel Gibson, >> ele falando quando ele chegou a Hollywood. >> Eu vi, eu já vi. >> Cara, é grotesco.
Ele fala daquele Christopher Walker. Aham. que ele encontrou com o cara e falou: "Man, esse cara é um anticristo, ficou desesperado.
" É daquele jeito ali, meu irmão, é pesado. >> Todas essas brincadeiras assim que se propõe a falar com o lado, com, sei lá, com morte, com espírito, tem a brincadeira do copo, tem >> tudo isso daí é perigoso >> e quente. Então, >> é quente.
Às vezes não rola, né? Mas se o cara der um azar, rola. E eu conheço gente que por causa dessas brincadeiras ficou louca.
Louco, >> louco. O moleque lá de Eu tinha um amigo chamado Rafael, fiz prévestibular com ele, ele era de Cabo Frio. Ele falou que eles iam para uma casa abandonada em Cabo Frio.
Eu não vi isso, foi ele que contou. E eles faziam tipo invocação, brincadeira do copo. Aí o espírito pegou no moleque lá, o moleque ficou, saiu do colégio, não conseguia mais ir pra aula, ficou maluco, fundiu o motor.
>> Tá maluco. >> É, estragou a vida do moleque, man. Não brinca de copo.
>> É, eu acho. Eu também acho, cara. Pelo amor de Deus.
Toda vez, vamos lá, [risadas] >> estamos vendo filme de >> Vamos ver um filme de terror. Tá bom. >> O que que acontece no filme de terror lá quando >> invocação do mal 148?
>> Quando os cara pega tabuleiro já dá bom. Nunca dá bom. >> Nunca dá bom.
É, nunca. Nunca. Sempre dá da zebra.
Aí tu vai lá e mexe. >> É, vai, vai lá mexer no vesperiro, pô. A vespa tá quietinha ali, tu vai cutucar, pô.
É cada brincadeira que não tem.