Bora, pessoas. Olha só, vimos ontem uma aula importante sobre ontem, isso, ontem uma aula importante sobre polaridade e solubilidade. É muito provável que tenha uma questão de orgânica sobre propriedades físicas. Tô falando daquelas cinco de orgânica, uma deve ser propriedades físicas. Eu acho que não vai ser polaridade ou solubilidade porque foi a questão do ano passado. Do ano passado aquela a gente fez até a de 2025. Então acho que eles devem trocar a propriedade física, mas é um achômetro, é um chute, tá? Propriedades físicas enquadram acidez e basicidade, que a gente ainda vai ver, certo?
Polaridade que nós vimos ontem e ligações interamoleculares, que seria a minha aposta, digamos, paraa questão envolvendo orgânica de propriedades físicas, certo? Fechamos aquela parte lá e agora a gente vai pra geometria molecular. Geometria molecular só tem Duas incidências no Enem. São duas incidências pequenas e fáceis. Então, nós vamos começar seguindo a ordem da apostila de vocês. Quando terminar a geometria da inorgânica, a gente vai para uns 10 minutinhos de orgânica, que acho que é mais fácil a geometria paraorgânica, porque é sempre em função do carbono. Se não me falha a memória, ontem eu fiz a
introdução do assunto para vocês que falava o seguinte: geometria molecular Corresponde à posição dos átomos no espaço. Essa posição dos átomos no espaço leva um nome. O posicionamento gera um nome, certo? E este nome é o que vocês precisam saber, tá? Mas eu preciso saber o desenho. Não, só quem cobra desenho é URGs. A URGs cobra desenho da molécula para saber se aquele desenho corresponde à aquela molécula e principalmente se corresponde ao nome que ele me deu, tá bom? Como que a gente vai chegar então nestas geometrias? Através de regramentos. E os regramentos são fáceis.
Se vocês observarem na apostila de vocês, deve começar as regras com a parte mais suave, que é o seguinte, vamos chamar de primeira regra. Eh, nós vamos fazer o raciocínio com base no número de átomos nas moléculas. Então, moléculas com dois átomos. Olha que barbada. Ah, é parecido com a polaridade que a Gente viu ontem. Dois átomos iguais são a polar, dois átomos diferente. É parecido, mas não é igual. moléculas com dois átomos. E aqui independ, se eu tenho dois átomos diferente, o raciocínio vai ser sempre o mesmo. Lembrando, agora eu preciso saber que nome
vai ter a geometria quando os átomos de hidrogênio estão no espaço. Esta primeira regra é muito banal, ela é muito simples, dificilmente ela vai Cair. Observa que vocês têm que fazer a molécula de ácido fluorídrico, certo? ou de monóxo carbono ou de hidrogênio. E vocês resolvem fazer esta molécula assim. Olha só, pensando em ligações químicas, tudo certo, uma ligação covalente polar simples. Beleza, vocês fazem assim, mas o Coca vai e resolve fazer assim. Lembrando lá que o Flor tem sete, né? Observa o que importa para mim não é a Ligação, porque a ligação a gente
já viu, a gente sabe que isso aqui é ligação covalente polar simples, ligação covalente polar simples. O que vai vir agora? Que tipo de geometria vai ter quando a molécula tem apenas dois átomos? Bem simples. Olha só. Uma linha vocês encontram a molécula de vocês. Uma linha eu encontro a minha. Não importa se eu coloquei na horizontal. na vertical, na diagonal. Barbada, molécula Com dois átomos, pessoas. Isto é importante. Destaca aí. Geometria linear. É isso que tu precisa saber. O nome da geometria para moléculas com dois átomos é sempre a mesma. Não tem raciocínio nenhum.
É só tu lembrar do nome Vida que segue terminou. Banal. Simples demais. Sim. Então, por isso essa não cai. Não tem nada para não lembrar a não ser o nome, tá? Então, se tu escrever assim Ou escrever assim, é uma linha 180º, semicírculo, vai ser sempre o mesmo raciocínio, barbada não cai. Nem vou deixar o exemplo aqui, porque tu não precisa saber fazer as ligações, é só lembrar da geometria. Então, a geometria molecular para átomos, moléculas com dois átomos, sempre linear, terminou. O nosso raciocínio começa a partir da segunda regra. Então aqui eu tenho geometria
linear para dois átomos. Bem Tranquilinho aqui. A gente começa a explorar um pouquinho mais. Olha só, moléculas com três átomos. Já temos um raciocínio para fazer agora. Com três átomos, pessoas, a gente não tem uma hipótese apenas de geometria, a gente tem duas hipóteses. Vamos fazer o seguinte, vamos seguir a ordem de vocês, que se não me falha memória, vocês tem que preencher ela ali, ou não? Eu já coloquei não ou não. Olha Só, moléculas com três átomos tem duas. Então, primeiro lá em cima, ó, moléculas com dois átomos. sub título em verde, coloca bem
grande lá, linear, moléculas com dois átomos, bem grande geometria linear. Moléculas com três átomos tem duas hipóteses. Uma é também chamar de geometria linear quando tem três átomos ou angular. Já mudou, tá? Mas e agora? Como que eu sei se com três átomos é linear ou angular? E aí tu vai fazer o seguinte pensamento. Molécula linear. Vocês vão ter que colocar um exemplo aí. Olha só. Gás carbônico tem três átomos. Água também tem três átomos e elas vão ter geometrias completamente diferentes. Eu vou fazer as ligações, depois vou explicar o motivo por pelo qual a
gente escreve ela em formatos diferentes. Olha só. ligações. Oxigênio faz uma dupla com carbono, o carbono faz uma dupla com oxigênio. Observa como eu estou Colocando os átomos linear. Olha a água. A água faz uma ligação com oxigênio e este oxigênio faz uma ligação com outro hidrogênio. Observa que geral é mais linear. E a diferença está aqui, galera, no átomo central. Olha só, vocês têm a seguinte informação ali com moléculas com tres primeira flechinha vermelha. Se o átomo central destaca não apresentar par de elétrons disponível, caso da molécula de gás carbônico. Três Átomos faz as
ligações e olha pro elemento central. O carbono, galera, tem quatro elétrons na última camada. Quantos eu tô usando para fazer as ligações? Todos. Não tem par de elétron disponível. Elemento central não sobra par de elétrons. Parecido com a aula de ontem com macete, lembra? Átomo central, oxigênio, sobrou par de elétrons. Se sobrou, olha só. Quimicamente falando, eu tenho a seguinte explicação para vocês. Por que coloco um do ladinho do outro? Porque aqui não tem na química o que é chamado de teoria da repulsão eletrônica. E aqui tem teoria da repulsão eletrônica. Como isso funciona? Olha
para mim, vê se facilita. Eu preciso saber o motivo. Você bem o objetivo. Não. Tu precisa ter a molécula e saber que geometria ela vai ter. vai fazer as ligações, vai olhar pro elemento central. Três átomos fez a ligação, não Sobrou linear, três átomos, sobrou angular. Olha só, digamos que as minhas mãos são os dois oxigênios, certo? Mão, oxigênio, mão oxigênio. E a minha cabeça aqui, essa bola redonda é o meu carbono. Então eu estou com elétrons aqui do meu oxigênio, elétrons do meu e o meu carbono é minha cabeça. A ligação está aqui, certo?
Só que esse carbono a minha cabeça usou todos os elétrons. Então eu tenho elétron aqui e elétron aqui. Não tem nada sobrando. Olha a mesma Analogia. Vem para cá. Agora eu tô com a água, as minhas mãos são os hidrogênios. Hidrogênio, hidrogênio. E a minha cabeça é oxigênio. Só que na minha cabeça sobra um par de elétrons, certo? Sobra elétrons. Esses elétrons tm carga negativa. O que está sobrando na minha cabeça. As ligações são feitas por elétrons que t carga negativa. O que que vai acontecer? Olha para cá. No caso aqui tá sobrando elétrons embaixo
da minha cabeça. Sobrou elétrons aqui Negativo, ele empurra as ligações para cima. Tá? Mas por quê? Por causa da física do Vasco e do Anderson. Se eu tenho carga elétrica negativa sobrando no átomo central e as ligações também são de carga elétrica negativa, vai ter a chamada repulsão entre cargas de mesmo sinal. Sobre elétrons, sobra elétrons, empurra. Ah, mas Coca, tu tá empurrando teus braços do hidrogênio para baixo, porque sobrou os elétrons em cima. Olha o que que eu fiz aqui. Deixei os Elétrons sobrando embaixo. Sobrou embaixo, empurro para cima. Elétron sobrando aqui, empurra para
cima. Ou elétron sobrando em cima, empurra para baixo. Tá? O que que importa? Isso é um motivo pelo qual eu não posso escrever hidrogênio, oxigênio, hidrogênio, porque daí estariam na mesma linha. E na mesma linha é a geometria da esquerda. Vamos objetivar três átomos. Faz as ligações. Olha pro elemento central. Não sobra, é linear. Sobrou é angular. Precisa do Desenho? Não. Para URGs. Sim. A URGS cobra desenho de vocês através de esferas. Então vamos lá. Com três átomos nós temos duas possibilidades de geometria. A linear. Coca. Esta linear é a mesma da regra anterior? Sim,
é a mesma da regra anterior. Olha só. 180º de ângulo. E aqui 104.9. Usunos arredondos para 105. preciso decorar ângulo. Hipótese alguma. Tu tem que saber que com três átomos tu vai fazer as ligações, vai olhar pro Elemento central. Quando sobra teoria da repulsão eletrônica, sobrou o par de elétrons, geometria angular. Sobrou esses elétrons empurra as ligações o mais distante possível. Que que a gente fez aí? Matou a regrinha dois ali. Moléculas com três átomos. Já era, galera. Até a moléculas com cinco átomos, o raciocínio vai ser sempre o mesmo. Vai ser sempre este aqui.
Faz as ligações, olha pro elemento central. Sobra, vai ter uma geometria, não sobra vai ter outra. Quatro átomos assim, cinco átomos assim. Se tu consegue lembrar, entender, lembrar dos nomes até cinco átomos, já era. Tu mata qualquer questão até cinco átomos. Vamos lá, vamos evoluir. Moléculas com, coloquei números, coloquei moléculas com quatro átomos. Vamos seguir a ordem de vocês aí. Moléculas com quatro átomos. Novamente a gente vai fazer uma divisão. Por quê? Porque moléculas com quatro átomos a gente vai ter duas hipóteses de geometria. Então aqui é quando não sobra, aqui é quando sobra. Então
vamos manter o mesmo posicionamento. Não sobra. Não sobra. Que cor eu coloquei? Rosa. Rosa não sobra. Eu posso chamar de trigonal plana ou triangular. Isto é para quando não sobra. Exemplo, professor. Vamos colocar aqui. Vamos montei as cores. S3 não sobra. Vou explicar aqui. Piramidal. Peralte. Ô, do nada. Piramidal vai sobrar amônia. [roncando] Sabe contato é quatro? Sei. S3 4 átomos NH3 4 átomos. Independente Disto, tu vai fazer as ligações, porque quem vai comandar, se tu vai jogar a nomenclatura paraa esquerda ou paraa direita, é o elemento central, certo? E aí tu tem que saber
fazer as ligações. O oxigênio vai compartilhar com o enxofre, o enxofre vai fazer uma adiva para cá e o enxofre vai fazer uma adiva para lá. Olha só, o oxig, o enxofre tem seis elétrons, ele vai usar o seu seis. Olha só. Duas ativa e uma dupla para lá. Logo, vê se tende a lembrar do nome. Como assim tende a lembrar? Olha só. Lembra um triângulo? Forçando a nossa amizade aí. Lembra um triângulo? Então, quatro átomos não sobra par de elétrons no elemento central. triangular ou trigonal plana, certo? Observa [roncando] que vocês têm aí ela
bem embaixo da página 4, certo? Trigonal. Coloca o sinônimo e, por favor, coloca este sinônimo aqui que só o Enem usa. Nem é um sinônimo oficial o Enem usa. Planar. Anota esse negócio. Daqui a pouco eu vou precisar dessa frase aqui, dessa expressão. O Enem chama moléculas planares. São aquelas que têm essa estrutura. Então, trigonal plano é o nome oficial? Sim. Triangular é o nome oficial? Sim. Planário é o nome oficial? Não. Não importa. O Enem chama e vida que segue. Então isso aqui é uma geometria planar segundo o Enem. Daqui a pouco a gente
vai focar no Enem. Quatro Átomos não sobrou. Vem para cá. Você tem que colocar os exemplos. Eu achei que eu não coloquei. Nitrogênio. Família 15 tem cinco elétrons. Cinco elétrons. E ele vai compartilhar, compartilhar e compartilhar. Cinco. Fez três ligações covalente polar. Tudo certo, está com oito. Vamos destacar o que é relevante para nós. Teoria da repulsão eletrônica. Esses Elétrons empurram as ligações o mais longe possível. Esses elétrons empurram as ligações o mais longe possível. Ao empurrar, não dá para fazer um triângulo e vamos chamar de piramidal. Coca tem a ver com pirâmide? Tem. Vou
tentar demonstrar para vocês qual as minhas mãos. O que que seria uma pirâmide? Olha para mim, por favor. O nitrogênio é a mão. Minha mão tá aqui. Nitrogênio. Certo. Eh, como que é o lado da pirâmide? Quem tá No terceiro aí? Aresta lado. Não sei. Alguém me ajuda. Laterais da pirâmide. Quem gosta matemática? Vou chamar de aresta, não sei se é o nome oficial. Nitrogênio tá aqui em cima. Uma das laterais aresta da pirâmide. Olha só, é o nitrogênio, outro nitrogênio e outro nitrogênio, tá? Mas não teria que ter quatro lados? Tem uma aresta ou
um lado, eu não sei se estou usando nomenclatura correta. Um lado da pirâmide tá descendo, é o Hidrogênio. O outro hidrogênio, outro hidrogênio. Tá aí o quarto lado, o par de elétrons sobrando lá no fundo. Então é nitrogênio, hidrogênio, hidrogênio, hidrogênio e pro fundo para trás. Então seria uma pirâmide de base quadrada. pirâmide de base quadrada, porque a quarta aresta, quarto lado, seria o par de elétro. Qual que eu preciso me preocupar com desenho, não tem que saber do nome. Quatro átomos sobrou piramidal, certo? Quatro átomos não sobrou, trigonal plano. Tô colocando as moléculas mais
importantes, são as tradicionais, tá? E aí vale o mesmo raciocínio do final da aula de ontem, quando eu falei para vocês das polaridades e eu falei o seguinte: "A principais moléculas estão no quadro". Alguns alunos acabam memorizando, certo? A geometria e a polardidade. Geometria e a polardidade porque elas se repetem quando são quase Sempre as mesmas. Amarelo aqui, moléculas com cinco átomos. É até aí que tem que saber, pessoas. Para quem tá com a apostila aberta até o início da página 5, tu resolve 99.9% dos exercícios até 5 átomos. Quarta regra, moléculas. Ai, tá fraco
isso. Com cinco átomos. rosa Tetraédrica ou tetragonal. Vê se tem sinônimo, se não acrescenta sinônimo tetraédrica ou tetragonal. [roncando] Não, não coloquei esse nome, só botei tetra ali, ó. Se o átomo central não apresentar par de elétrons disponível, certo? Exemplo típico tradicional [roncando] CH4, CCL4. Qualquer um dos dois vale. Qualquer um dos dois vale. Vamos lá. Hidrogênio compartilha com carbono que compartilha com outro hidrogênio. Com outro hidrogênio, com outro hidrogênio. Elemento central, carbono. Quantos elétrons tem? Quatro. Quanto sobrou? Nenhum. Usou todos. Que que significa tetraedros? Olha só. Quatro ângulos iguais. Tetra quatro ângulo. Quatro ângulos
iguais. Tetraédrico não sobra. Certo? Olha o que você tem embaixo. Quadrado planar. Alguns chamam de gangorra, não sei se é o nome oficial. Quadrado planar. SF4. Ó, vai acrescentando aí os exemplos que eu não coloquei para vocês. Pode ser chamado também de gangorra. Olha só. Fluor enxofre, fluor Fluor e fluor. Essa molécula tem um detalhe relevante. Vamos ver se vocês vão alcançar esse detalhe relevante. Enxofre é do grupo 6, fluor do grupo 7, 17 no caso, né? 16 aqui, 17 aqui. Consequentemente, o fluor só precisa de uma ligação. 2 4 6 7. E o inchop
precisa de duas, 2 4 6 7. Olha só o que vai rolar. Vou estabilizar o fluor da esquerda. Covalente. Fluor estável. Vou Estabilizar esse fluor estável. Esse fluor estável. Esse fluor estável, tá? Por que que tem algo diferente dessa molécula? Pergunta bem fácil de responder para vocês. Quantos elétrons estão o enxofre agora? Ele tinha seis, compartilhou quatro. Quanto ele foi? 10. Escutou esse número? O enxofre com o fluor está com 10 elétrons na camada de valência. Ou seja, o enxofre ali está ocorrendo um fenômeno chamado expansão da última camada devido À eletronegatividade do fluor. Vamos
traduzir. Não segue a regra do octeto. Exceção a regra do octeto para acontecer essa expansão somente com o fluor. O enxofre não queria fazer mais duas ligações. O enxofre tem seis. Compartilha um sete, compartilha outro oito. Vida que segue. E o fluor vem e as área t. Eu quero ligar. Expansão da camada de valência não segue a regra. O enxof tá com 10. Tem [roncando] três moléculas que Existem essa expansão e as três são sempre com o fluor. Pode acontecer com o fósforo também. Fósforo vai a 10 também, certo? Mas vamos focar só nessa. O
que que importa para mim? Isso aqui sobrou par de elétrons, quadrado planar ou gangorra, que seria um movimento da gangorra. Pessoas, vamos lá. Pega 10 exercícios de geometria. 10. As 10 tu responde com essas regras que estão aí. Coca, mas tu colocou mais? Eu Coloquei mais só para deixar a apostila completa. Observa. Se eu tiver mais, ó. E entrou tem raciocínio com seis átomos ou sete. É lembrar do nome só. Nunca apareceu seis ou sete em Santa Maria. Quando apareceu duas vezes na minha vida acadêmica inteira, foi na URGs. Seis. Olha só. Moléculas formadas por
seis átomos. Destaca ali, ó. Bipirâmide trigonal. Estranho, né? Ó o desenho. Olha o teu fósforo como é que tá ali. Expansão a camada debalência. Olha de Baixo. Moléculas com sete, octaédrica, SF6. Não me preocupo com seis e com sete, me preocupo só com essas aí, tá? [roncando] Como eu comentei antes, no início da aula, falta a parte do Enem, tá? Mas isso não, hum, hum. Nada do que tá aí caiu no Enem. Nada. O Enem tem geometria para o carbono. E eu vou colocar no centro do quadro. Espero que vocês achem o espacinho aí. E
eu ratei. Devia ter deixado aí. Eu sou Um cavalo. Tentem usar. Vamos ver. com uma boa vontade de vocês. Na página dois anterior tinha um retângulo gigante. Se por acaso tu não usou todo, me ajuda. Senão apertei vocês. Certo? Então vamos colocar o seguinte ali, ó. Geometria no Enem. Nada a ver do que está no quadro. Não vai ser essas moléculas porque o Enem é pro carbono. Qual que é um conteúdo novo? Não, sério. Ãã, foi na primeira semana de aula de orgânica. Nós tô falando lá de quando é Que começou isso aqui? Abril, né?
Lá em abril a gente viu isso. Agora vou retomar. Sério? Aham. Apagar direitinho aquilo ali que dá uma válice. >> [roncando] [limpando a garganta] >> Preciso me preocupar, cara. São duas questões 20 anos de geometria, no Enem. Então, a probabilidade de aparecer é abaixo da linha da pobreza. Mas se aparecer, é uma questão fácil, tu Não pode errar. Elas estão na apostila aí. Olha só quais são as geometrias que a gente já falou que tu precisa lembrar. Enem, quando eu vou ter a chamada tetraédrica, tá lá na direita do nosso quadro, ou tetragonal, o foco
aqui é carbono. E aí, geometria tetraédrica ou tetragonal, ela vai acontecer sempre quando o meu carbono fizer este tipo de ligação. Olha para Cá, que barbada. Que que é isso aqui? carbono sp3, também chamado de carbono que realiza apenas ligações simples. Então o carbono quando ele é SP3, hibridação de carbono, cai todo ano, SP3, SP2, SP aqui em Santa Maria todo ano cai uma frase sobre hibridação. Não tô dizendo que cai geometria todo ano, tô dizendo da hibridação. Então o carbono que é realiza quatro ligações Simples chamado SP3. Vou colocar aqui quatro ligações [roncando] simples.
Não esquece, por favor, não me decepciona. A ligação simples também é chamada de ligação sigma. Então, se eu pegar um composto orgânico qualquer, vamos colocar ele lá na direita, vamos fazer uma função orgânica que vocês já sabem. Vamos ver onde é que tá as funções Orgânicas aqui para usar uma que vocês já viram ou não, né? Deixa eu ver aqui. Começa com aldeído. Hum. Tá. Então não dá para usar essa. Vamos usar isso aqui. Vamos mudar o raciocínio. Não precisa copiar, tá? Eu vou usar isso aqui como exemplo da do do índice do meio do
quadro. Aí fiz um hidrocarboneto, tá? Uma função orgânica banalzinha. A primeira que nós vimos tá aqui o hidrocarboneto. Bora. Olha para lá só. Repito, não precisa copiar esse bagulho que tá lá. Quantos carbonos tem lá? Não sei. Vamos contar. 1 2 3 4 5 6 7 8. Oito carbonos. Eu vou ter oito hibridações. Obviamente que não vão ser oito diferentes. O que que tu precisa? Olhar para esses carbonos e procurar isso. Ó, tem algum carbono que faz apenas ligações simples? A resposta é tem. Ele é sp3. Se é sp3, aquele carbono é tetraédrico. Aquele? Ah,
então não é Todo composto em laranja que é tetraédrico. Não. Meu composto orgânico tem 25 átomos de carbono. Tu vai ter 25 hibridações. Tu vai ter 25 geometrias. Repetindo-as, obviamente. Olha só, apenas simples ligações. SP3, este carbono é tetraédrico. Este carbono é tetraédrico. Tetraédrico não. Então, estes que estão no retângulo são carbonos tetraédricos ou tetragonais, Certo? Então, tetraédrico ou tetraonal é o carbono que faz apenas sp3 4 simples ligações, certo? Rosa. Ó, esse que o Enem usa o sinônimo. O nome oficial é trigonal plano. Foi esse as duas questões que eu falei que já caiu.
O Enem chama de carbonoplanar. Planar. Acho que ainda tá no quadro. Não, já paguei. Era o que eu tinha Colocado lá antes. Quando que tu vai estar diante de um famoso composto planar? O pré-requisito agora muda, galera. É o seguinte, é o carbono que faz uma dupla ligação. O carbono que faz uma dupla ligação, lá na introdução à química orgânica, nós chamamos esse carbono de SP2. Então o carbono SP2 é o carbono que faz uma dupla e ele vai ter a seguinte descrição: duas ligações simples Mais uma ligação pi. Bora. Basta tu olhar pro composto
que tá no teu exercício e procurar essa característica no meu carbono. Temos carbono sp2 ali. Temos. Quem são eles? Eu fiz de laranja. Vamos fazer ele de amarelo. Olha só. Uma dupla ligação, ele é SP2. Uma dupla ligação é SP2. Então os amarelos aqui são SP2. Vamos olhar para cá. Esse aqui, professor, faz uma dupla SP2. Este nem pensar, faz duas duplas. Este É SP2. Então o que está em amarelo, eu tenho SP2. O que está em verde eu tenho SP3. Lembra que o Enem chama de composto planar? Basta ter uma dupla ligação no meu
carbono. Terceira e última geometria pro Enem. Eu acho que ele é mais fácil. linear. Tem ângulos, tá? Tem ângulos. Isso aqui é ângulo de 109, 120, agora vem 180. Mas o ângulo é decoreba, Relaxe com ângulo. Quando que eu vou ter então um carbono? Ó, Enem é sempre em cima do carbono. Esqueci de colocar o elemento principal aqui, ó. Por favor, Enem é analisar carbono. Olha só, linear é a outra hibridação que está faltando. E a que está faltando para nós é essa aqui. Um carbono com duas duplas. Opa, é o que nós temos lá.
Olha esse doentinho aqui. Dupla para cima, dupla para baixo. Este é SP. ou O carbono com uma tripla ligação, tá? Então o carbono para ser linear, ele tem que ser com hibridação SP. Vamos aproveitar e estamos revisando hibridação. O carbono chamado SP é quando ele tem duas duplas ou uma tripla. Na descrição, olha só, não esquece disso, tá? Na dupla ligação, uma é sigma e a outra é pi, tanto faz. Na dupla, uma é sigma e a outra é pi, tanto faz. lá na introdução a química orgânica. Aqui não é tanto fácil. Aqui é pi
sigma, tá? Mas daí quando eu comparo, eu faço a contabilidade é igual, ó. Olha, duas duplas, 2 pi, duas sigma. Ou uma tripla, 2 pi, duas sigma. Então aqui eu tenho duas ligações sigma mais 2 pi hibridação mais duas ligações pi. Olha para cá. Vamos colocar ele em rosa. Este carbono está fazendo duas duplas. Duas duplas. Ele é SP. Então, olha só Nesse exemplo coloridinho que eu fiz. Que híbridas, perdão, que geometria tem nesse composto? Tem as três. E isto aqui é uma dupla, é planar ou trigonal plana. Isto é linear, isto é tetraédrica ou
tetragonal. Coca, como que eu respondo isso? Normalmente ele te marca, seleciona um carbono, certo? E Santa Maria te dá um composto grande e destaca lá o carbono com asterisco ou o carbono que está ligado ao grupo funcional. Daí tu vai Nele e vai analisar se ele é SP3, SP2, SP. E consequentemente depois que tu acha isso, tem que ser automático os nomezinhos, certo? Olha só que que é isso aqui, pessoal. an aromático. Que que significa ane aromático? Olha só, três duplas ligações. Muito bem. Vamos focar na aula de hoje. Esse carbono faz uma dupla. Esse
carbono faz uma dupla. Esse carbono faz uma, faz uma, faz uma, Faz uma. Ou seja, os seis átomos de carbono aqui são sp. Qual é a conclusão pro anel aromático? Ele é um composto planar. Da onde isso Coca? Tá aqui. Trigonal plano ou planar. Carbonos que estão no anel aromático são sempre planares, sempre trigonal plano, porque vai ter uma dupla ligação em qualquer um daqueles átomos de carbono que estão no meu hexágono, no meu benzeno. Certo? Olha como é muito mais fácil isso. Barbada. Enem é isso aqui. Santa Maria era o o toda a introdução
da nossa aula. E aí tu tem que pegar a molécula, lembrar dos nomes é mais chatinho. Ah, mas aqui também tem que lembrar dos nomes. Tem, mas tu tem três opções, só três opções. É usar a hibridação e deu. Ó, isto afirmo, vai ter uma frase, um item, um verdadeiro ou falso em Santa Maria. Sempre tem SP2, SP em Santa Maria, certo? A geometria não é sempre. Quando caiu no Enem, caiu no carbono. Acho que são questões fáceis. Vamos torcer para que caia. Se tu revisar isso uma semana antes, tu vai acertar. Feito, pessoas. Continuamos
na próxima aula. Alô, alô, alô, pessoas, boa noite. Todo mundo com apostila de número quatro. Fechou? Então, tá trê. Eh, gente, olha só, na outra aula, vai lá, vai lá, tá tudo certo. Na semana passada a gente começou a falar sobre probabilidades, né? Eu falei o conceito inicial de probabilidade. Hoje a gente Dá mais uma aprofundadinha, fala sobre outros conceitos e resolvemos aí alguns problemas, tá? Vamos começar a falar sobre a teoria da soma de probabilidades. Eu vou ler o exemplo e a partir do exemplo a gente tira algumas conclusões aqui, ó. A tabela mostra
o resultado de uma pesquisa sobre tipos sanguíneos em que foram testadas 600 pessoas. Qual é a probabilidade de uma pessoa escolhida ao acaso ter sangue do tipo a Positivo ou a negativo? Vamos fazer o seguinte, eu vou fazer duas coisas completamente diferentes que não estou resolvendo a questão. Eu vou fazer uma pergunta completamente diferente aqui, tá? Se eu perguntar para vocês assim, ó, vamos chamar o evento a mais como ser escolher uma pessoa com sangue a positivo. Aí eu te faço uma pergunta. Segundo dados da tabela, qual é a probabilidade de você escolher uma pessoa
com tipo sanguíneo A Positivo? Quantos a mais tem na tabela aí? Onde é que tá? 216, né? Entre 600. Então, a probabilidade de escolher uma pessoa com esse tipo sanguíneo é de 216 possibilidades entre as 600. Não esqueça, né, gente? Probabilidade sempre é a razão do que eu quero pelo que eu tenho. Eu quero 216, eu tenho 600 pessoas. OK. Isso aqui agora não tá mais no quadro. Arranca fora que eu vou fazer outra pergunta. Se eu chamar o evento a menos como ser escolher uma pessoa com sangue com tipo sanguíneo a negativo, qual é
a probabilidade de escolher esse tipo de pessoa com esse tipo sanguíneo? Quantas tem ali? Onde é que tá isso aqui? Ali 48 pessoas entre quantas? 600 pessoas. Então, a probabilidade é de 48 pessoas entre as 600 pessoas. Beleza? Antes de fazer a conclusão, gente, ó, Eu preciso que você se convença de uma coisa. Quantas pessoas agora vai vem pra questão, quantas pessoas a questão quer que você escolha? Uma. Existe a possibilidade de uma pessoa ter o tipo sanguíneo A positivo e A negativo simultanamente? Não tem. Não existe a possibilidade ou você é a positivo ou
você é a negativo. O que que isso significa? Que os eventos desse problema São eventos mutuamente exclusivos. Você é uma coisa ou você é outra coisa. Não existe uma intersecção. Se o exercício de probabilidade pedir para vocês, dados dois eventos A e B, qual é a probabilidade de ocorrer o evento A ou B? Pessoas, o conectivo ou é igual ao ou da análise combinatória. O conectivo ou é um conectivo de soma de probabilidades. Se os eventos forem mutuamente Exclusivos, é só você somar as probabilidades. Então, respondendo aí o problema, a probabilidade de escolher uma pessoa
com tipo sanguíneo A positivo ou A negativo vai ser dado pela soma desses dois carinhas aqui, ó. 216 para 600 + 48 para 600. Soma de frações com denominadores iguais. Soma em cima e conserva embaixo. Probabilidade de ocorrer o evento A+ ou a menos vai ser igual a 264 dividido por 600. Gente, numa prova não é comum aparecer números, frações, sem simplificar, né? O comum é aparecer a fração irredutível. Você vai fazendo o quê? Vai dividindo pelo número que você enxerga. Divida por dois. por dois de novo, por três, pelo que você tá enxergando, o
maior número que divide os dois aqui é o 24. Se você dividir por 24, numerador e denominador, você vai ter que essa probabilidade vai ser de 11 para 25. Alternativa correta aí do exemplo letra E de Equador. E digo mais, gente, probabilidade na prova da UFSM começou a aparecer no ano de 2014. Então foi 2014, 2015, 2016. Antes de voltar ao vestibular, o novo vestibular da UFCM, eram apenas três questões de probabilidade. Quando Voltou, também começou a aparecer em todas as provas probabilidade. E em 100% das questões apareceu ou em 100% das questões. Pode agordar
algo na prova dois sobre essa parada aí. OK. Agora tem um detalhezinho, gente. Tem um detalhezinho aqui, ó. Tu viu que aqui eu quero escolher uma pessoa só? Uma? Uma. Não é a primeira ou é e a segunda é uma pessoa só. Tá bom. Olha o próximo exemplo ali. Em uma urna contém bolas numeradas de 1 a 20. Retira-se ao acaso uma bola e registra-se o resultado. Uma uma uma bola. Qual é a probabilidade de registrar o número par ou múltiplo de três? Vem comigo aqui, ó. Vamos chamar o evento agente como sendo registrar um
número par. Quais são, Quais são os números pares que tem de 1 a 20? É o 2, é o 4, é o 6, é o 8, é o 10, 12, 14, 16, o 18 e o 20. Quantos são os números pares de 1 a 20? Gente, quantos números pares tem de 1 a 20? São 10, né? 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20. Então, o número de elementos desse conjunto vai ser igual a 10. Vou perguntar, nem vou ler o resto do problema aí. Escolhendo uma bola dessa urna de forma aleatória, qual
é? Sem simplificar, me dá a fração. Qual é a Probabilidade de você escolher uma bola com um número par? 10. Quantos tem? De 1 a 20. São 20, né? 10 possibilidades em 20. Então, a probabilidade de ocorrer esse evento que eu acabei de falar para vocês é de 10 para 20. Deixa quieto isso aqui. Não precisa simplificar escrever 1/2 50% deixa assim. Tá bom? Próxima observação. Eu vou chamar de conjunto B Ou evento B B B, né? como sendo escolher um número, uma bola com um número múltiplo de três. Como é que você determina números
múltiplos de três? É só pegar os números naturais, 1 2 3 4 5 e multiplicando por três. Primeiro múltiplo de três aqui positivo, gente, ó. 1 x 3 dá 3. 2 x 3 dá 6 9 12 15 e 18. Olhando para esse meu conjunto, eu tenho exatamente seis múltiplos de 3 de 1 até 20. E agora eu vou te fazer uma pergunta que é Completamente fora do problema. Escolhendo um número de forma aleatória, qual é a probabilidade de você escolher um número dessa urna que tenha um número múltiplo de três? Poxa, eu tenho seis possibilidades
em 20, certo? A probabilidade de ocorrer o evento B é de 6 para 20. Pessoas, posso afirmar nesse exemplo que a probabilidade de escolher um número par ou Um número múltiplo de três é dado simplesmente pela soma dessas probabilidades. Esse cara mais esse cara nem pensar. Por qual motivo? Porque os eventos não são mutuamente exclusivos. Nesse caso, ou você tem o sangue A positivo ou A negativo. Nesse caso, gente, ou você é par ou você é múltiplo de três de forma separada. Nem pensar, ó. Existem números que são múltiplos de três, que também são pares,
que são os números da Intersecção, né? Olha aqui. Quais são os valores que fazem parte desse conjunto aqui, ó? A, intersecção B, o 6, o 12 e o 18. O número de elementos dessa intersecção vai ser igual a 3. Aí vem a próxima pergunta. Qual é a probabilidade de escolher dessa urna um número que seja par? Olha a leitura, e Múltiplo de três simultaneamente, né? Poxa, você tem três possibilidades entre as 20 possíveis. Agora a gente finaliza, gente, ó, essa parada aqui, ó. A gente finaliza essa relação, tá? Um jeito mais completo de escrever a
formulazinha da União. Se os eventos não forem mutuamente exclusivos, a probabilidade de ocorrer o evento A ou Bado Por probabilidade de A mais probabilidade de B menos a probabilidade de ocorrer os dois eventos. [roncando] Aí está. Então, a resposta paraa pergunta aí desse exemplo é a probabilidade vai ser dado por quem? 10 para 20 + 6 para 20 - 3 para 20 [roncando] para 20 + 6 para 20 - 3 para 20 + 6 dá 16 - 6 - 3, perdão. 13 possibilidades em 20. Aí está o gabarito. >> [roncando] >> M. Pessoas, na página
de número dois, bem em cima ali, eu tenho um exemplo para falar sobre a teoria da multiplicação das probabilidades. Vou ler com vocês. Alex coleciona figurinhas e jogadores de Futebol. Ele possui 10 figurinhas de jogadores do Palmeiras, 15 do Flamengo e 20 do Grêmio. Como ele é desorganizado, as figurinhas estão todas misturadas em uma caixa. Alex quer presentear um amigo com duas figurinhas. Para isso, ele retira aleatoriamente da caixa e sucessivamente e sem reposição Duas figurinhas. A probabilidade de que essas duas figurinhas retiradas sejam de jogadores do Flamengo. Olha a leitura, gente. Você quer retirar
duas figurinhas. Você concorda que você vai retirar a primeira e a segunda, pessoas, exatamente como na análise combinatória, o conectivo ou é um conectivo de soma. O conectivo e é um conectivo de multiplicação. De forma aleatória, assim, gente. Vamos, não vamos resolver ainda. Tu tem 10 + 20 são 30 + 15 dá 45. Se eu perguntar assim, qual é a probabilidade de você escolher nessa urna aí, ó, uma figurinha que seja do Flamengo? Qual seria a resposta? 15 para 45. Qual é a probabilidade de escolher uma figurinha que seja do Palmeiras? Poxa, 10 entre 45.
Eu falei 15 para 25. Não, não, né? 15 para 45, né? Tá. Agora são duas. Responde para mim. Eu quero duas do Flamengo. Qual é a probabilidade dessa primeira figurinha ser do Flamengo? 15 entre as 45. Qual é a probabilidade da segunda figurinha também ser do Flamengo? Já não tem mais 15, né? Quantas do Flamengo tem? São 14. Já escolheu uma entre quantas? Já não tem mais 45, você tem 44 figurinhas. Vamos dar uma melhorada aqui, ó. Tá? Divide isso aqui por 5, vai dar por 15, né? Vai dar 1 e vai dar 3. Ó,
aqui simplifica por 2. 14* 2 dá 7. 44* 2 dá 22. 1 x 7 dá 7. Aí é só multiplicar dividido por 3 x 22 66. Sete possibilidades em 66. Gabarito letra A. Bá, vou fazer uma observação aqui, Gente. Copia lá. Seguindo [roncando] no mesmo exemplo aqui, agora é o meu exemplo. Agora é o meu exemplo, tá? Alex quer presentear um amigo com três figurinhas, tudo dentro de uma mesma caixa. As figurinhas ali que nem tá aí. Pergunto para vocês, qual é a probabilidade de Alex escolher de forma aleatória três figurinhas de Forma sucessiva, como
tá aí independente, três figurinhas de times diferentes? Sacaram a pergunta? Então tá assim como a análise combinatória, na probabilidade você monta uma configuração favorável. Gui, já sei. Se eu quero uma figurinha de cada time, eu vou botar aqui, ó, Flamengo, Palmeiras, Grêmio. Pronto. 1 2 3. Todas diferentes. Me ajuda. Qual é a probabilidade da primeira ser Do Flamengo? 15, hein? Me esqueci, cara. 45. Próximo. Qual é e, né? Qual é a probabilidade da segunda ser do Palmeiras? Tu tem 10 do Palmeiras entre quantas? 44. Muito bem. E qual é a probabilidade da terceira ser do
Grêmio? 20 em 43. Se eu te perguntar, se você multiplicar isso daí, vai te dar um valor aqui, tá? O resultado que aparece aqui vai ser o gabarito da pergunta que eu fiz para vocês? Não. Mas professor, é uma de cada time. Eu te falei que a primeira tem que ser do Flamengo, a segunda do Palmeiras e a terceira do Grêmio. Eu te dei uma ordem de escolha da Caixa? Não, se problemas De probabilidade ou de análise combinatória não te der uma ordem específica, o que que você não pode deixar de fazer? Permutar os elementos.
Então aquela probabilidade, gente, ó, você deveria multiplicar por uma permutação de 1 2 3 elementos. Aí sim multiplica tudo isso aqui, você tem o gabarito, OK? Depois a gente tem problema para resolver, tá? [roncando] Então, toma cuidado se vai ter uma ordem que o exercício te deu ou não. Se não te Deu ordem nenhuma, monta a configuração e permuta no final. Acho que tem bastante aqui, ó. Olha para cá. Eu tenho exatamente 10 dizes na minha mão. 10. 10 dizes. 10. Eu vou te fazer uma pergunta e você vai me responder em porcentagem. Ups. Desses
10 gizes, quatro gizes são laranjas e os outros seis são rosas. Responde para mim em forma de fração antes de porcentagem. Qual é a probabilidade de você escolher um gas laranja? 4 para 10. Todos concordam? Tá. Em porcentagem isso aí dá quanto? 40%. Sacaram? Vamos perguntar de novo. Qual é a probabilidade de você escolher um giz laranja? Gui, 40%. Tá bom? Se a probabilidade de escolher um giz laranja é 40%, a probabilidade de Escolher um giz rosa é 60. É complementar. Agora vou te fazer mais duas perguntas ligeirinho. Qual é a probabilidade de você escolher
um giz laranja? 40%. Qual é a probabilidade de você escolher um giz que não seja rosa? 40%. Perguntas diferentes, respostas iguais. Isso que eu acabei de perguntar foi uma uma pergunta de probabilidade Complementar, ou seja, vê se faz vê se faz sentido isso aqui na cabeça de vocês. A probabilidade do laranja é 40, a probabilidade do rosa é 60, tá? A probabilidade de escolher um giz que não seja rosa, ou seja, ser um giz laranja. Você concorda que eu posso obter aqueles 40% fazendo 100% menos 60%? Vê se faz sentido isso daqui. A probabilidade de
escolher um laranja é 40% e 40% sai de 100% men 60. Sacaram? O que que isso aqui representa? 100% é o total. O que que é o 60%? é o que eu não quero. Ou seja, existem existem problemas de probabilidade que você precisa trabalhar com a probabilidade complementar. [roncando] Olha a fórmula que eu vou escrever aqui, que eu vou inventar aqui, ó. A a probabilidade em problemas que eu quero sempre vai ser dado por 100%. 100 por 100 é um menos a probabilidade que eu não quero. Pronto. Isso aqui não é nenhum bicho aí para
não entender, né? O que eu quero é o 100% menos o que eu não quero. Acho que eu resolvi alguns problemas de análise com vocês assim, né? Fazendo o total e tirando o que eu não queria, né? Olha como isso se aplica aqui na na probabilidade, gente. [roncando] Suponha que na cidade de Santa Maria a Probabilidade de chuva em qualquer um dos dias do mês de julho é de 02. Ó, probabilidade de chuva 0,2. Se a probabilidade de chuva é 02, qual é a probabilidade de não chover, gente? Tem que ser quanto? 08. 02 não
é 20%. Então, 080 chover, não chover, tá? Uma pessoa vai passar três dias daia para participar de um congresso. Dessa Forma, a probabilidade de que chova em pelo menos um desses três dias, o que que você entende por pelo menos um? Pode ser um ou mais. No caso, eu tenho três, pode ser um ou dois ou três, sacou? Tu imagina calcular todas as probabilidades depois somar. Guilherme, se é pelo menos um, pode ser assim, ó. Chove, não chove, não chove. Calculou. Depois, não chove, chove, não chove. Depois, não chove, não Chove, chove. Depois chove, não
chove, não chove. Depois não chove, chove, não chove. Me perdi. Eu vou começar de novo o raciocínio é com chuva, não com não chuva, cara. chove, não chove, não chove. Não chove, chove, não chove. Não chove, não chove. Chove. É pelo menos um, né? E agora? Não chove, não chove. Chove, chove, não chove. Chove, não chove, chove, não chove, Chove, chove. E chove, chove, chove. São todas as possibilidades. Eu devo ter errado algum chove, não chove, mas é isso aí. Tu imagina fazer essa sete e somar no final. Uma merda. Qual é a única configuração
que você não quer que não chova? É isso que você vai calcular. Se você calcular o que você não quer tirar de 100%, é um trabalho a menos que você faz. Então vamos d o que Que eu não quero que não chova aqui, que não chova aqui, que não chova aqui. Não quero, não quero. A probabilidade de não chover no primeiro dia, 08. E de não chover no segundo, 08. Os eventos são independentes. E de não chover no terceiro, 08. 08 x 08 x 08, gente, ó, isso aqui vai te dar 0 512. Isso aqui
é a probabilidade que eu não quero. Eu não quero que não chove em nenhum dia. Então a probabilidade que eu quero é o 100% menos o que eu não quero, que é o 0 V 512. Isso menos isso vai te dar 0.4. 488. Alternativa correta, letra B, perdão, letra C de Canadá. [roncando] Saúde. Че? Saú. Olha o próximo exemplo aí, gente. O diretor de um colégio leu numa revista que os pés das mulheres estavam aumentando. Há alguns anos, a média do tamanho dos calçados das mulheres era de 35,5 e hoje é de 37. Embora não
fosse uma informação científica, ele ficou curioso e fez uma Pesquisa com su as funcionárias do seu colégio, obtendo o quadro a seguir. E eu vou parar, não vou ler o resto, só vou ler o quadro. Uma pessoa calça 39, 10, 38. Eu tenho exatamente 25 pessoas aqui, ó. Tudo certo? Vou perguntar para vocês sem ler o resto do problema. Escolhendo uma pessoa que eu acaso, gente, qual é a probabilidade dela calçar 38 10 para 25? Isso é uma probabilidade normal. Qual seria a probabilidade de uma pessoa que de uma mulher ser Escolhida ao acaso calçar
36 ou 35? 36 ou 35, 11 entre as 25. Fechou? Agora eu vou ler a pergunta. Escolhendo uma funcionária ao acaso e sabendo que ela tem calçado maior do que 36, já é uma condição. a probabilidade dela calçar 38. Genteem, a partir do momento que problemas de probabilidade de falarem o seguinte: sabendo que Sabendo que dado que isso é uma condição, probabilidade condicional, obrigatoriamente nós vamos reduzir o espaço amostral, porque eu sei o tipo de objeto de pessoa que eu quero. Quando ele fala que eu sei que ela tem calçado maior do que 36, isó
aqui não me interessa. Quantas pessoas sobraram no meu grupo? 14 pessoas. Qual é a probabilidade de escolher uma pessoa que Calse 38 desse grupo? 10 pessoas entre as 14. Fechou? 10 possibilidades entre 14. Simplificando por dois, você vai ter cinco possibilidades entre sete. Ops. Gabarito, letra D de dinossauro. [roncando] Eu já devo ter comentado com vocês, sim ou não? Por favor, me Eu não lembro Mesmo, por isso que eu tô perguntando. Quando você faz uma prova de Enem, principalmente o Enem, tô falando de Enem agora, existe algumas estratégias de prova e uma delas é pular
algum tipo de questão, né? Pula algumas questões que para você procurar outras mais fáceis. Quais são os três assuntos que eu peço para todos pularem e não resolverem direto na prova do Enem? Quais são eles? Não, o primeiro é Análise comuminatória. Professor, mas eu gosto muito. Beleza, pula, professor, mas eu sei muito. Pula. Qual é o segundo probabilidade, professor? Mas eu entendi tudo. Pula. Qual é o terceiro logaritmo, professor? Mas eu sei logo as propriedades tudo. E normalmente a pessoa, a questão vai ser facilzinha lá, pula. Por qual motivo? Por mais fácil que você ache
que o conteúdo é, pula. De repente é mais vantajoso você resolver uma questão mais fácil para aumentar uma TRI do que perder tempo resolvendo questões mais difíceis. Ron. Eu quero medicina. Bom, aí você se fodeu, tu vai ter que resolver toda a prova. Aí não tem mistério. Agora deixa essas questões para depois. Saiu os microdados do Enem, né? Vocês já ouviram falar que saíram os microdados, né? Tem questão de matemática esse ano que não valeu ponto e tem a questão de matemática que foi a mais pont a mais a maior mais difícil de todas. A
mais difícil foi uma defunção tangente que apareceu lá que nunca mais vai aparecer. Quase 1000 pontos valia a questão. Adivinha qual das questões que não valeu ponto por ser mais difícil do que a mais difícil? A de logaritmo. Zero pontos da pela TR. Não foi Pontuado. E adivinha qual foi a segunda mais difícil? análise combinatória. Então, pulem isso daí, desapeguem essas questões pra gente tentar aumentar essa TR. 5 minutinhos o banheiro. Tomar uma aguinha que eu vou apagar o quadro aqui. Vamos lá, gente. Alô, alô. Vou levantar um pouquinho aqui, [roncando] pessoas. Página de número
três. O aquecimento global é o setor pecuário Tem organizado exposições de rebanhos. Exposição de rebanhos. Uma cabanha da raça Nelore está preparando seu plantel de animais para uma exposição agropecuária. O rebanho é composto por 400 animais distribuídos em vacas, bezerros e touros. Durante a exposição, um único animal será escolhido para representar a morfologia do rebanho da cabanha. A probabilidade de o animal escolhido. Número um, gente, não ser um bezerro aí de três quartos. Pensa comigo. Se ele quer um animal que não seja um bezerro, ou ele é uma vaca ou ele é um touro. Concordam?
Isso aqui sai fora. Então eu tenho 240 + 60, eu tenho um total de 300 animais que me interessam. Então, a probabilidade é o que eu quero dividido pelo que eu tenho. Corta aqui. A probabilidade vai ser de 3/4. A primeira é verdadeira. Segundo, a probabilidade de um animal escolhido ser um bezerro ou um touro. Pessoas, 100 mais 60, eu tenho 160 animais, ó. Então, a probabilidade de ser um bezerro, um touro, é de 160 entre os 400 animais. Corta 16,40. Dá para simplificar por 8. 16/ 8 dá 2. 40 por 8 dá dá dá
5. Proposição falsa. Número três, a probabilidade ou animal escolhido ser uma vaca ou um touro verdadeiro. Já calculei. Ser uma vaca ou um touro é não ser um bezerro. Ó, é a mesma número um. proposição de número três, verdadeiro. E por fim, a probabilidade de não ser um touro, pessoas, não ser um Touro pode ser uma vaca ou um bezerro. 240 + 100, 340 possibilidades entre os 400 animais que eu tenho aí, ó. Aqui cancela. Divide por 2. 34* 2 dá 17. 40 por 2 dá 20. Essa aí também é verdadeira. Então, 1 3 1
3 1 3 4 gabarito, letra D. de dinossauro. [roncando] Como eu falei antes, né, gente, em 100% das provas apareceu o ou na prova da UFSM. [roncando] Questão dois. O Campeonato Brasileiro de Futebol conta com 20 equipes, das quais cinco são da região Sul e 10 da região Sudeste. Qual é a probabilidade de uma partida de uma partida ser disputada por uma equipe da região sul da região Sudeste? Pessoas, eu quero uma equipe da Sul e outra da Sudeste. Vamos fazer o seguinte, cruamente. Cruamente. Qual é a hum qual é a probabilidade da primeira equipe
escolhida ser do sul? Tudo bom? Quantos são? cinco possibilidades entre Me perdi agora 20. Fechou. Próximo. [risadas] Qual é a probabilidade da segunda pessoa? Eu ia falar segunda equipe que ser da região Sudeste? Realmente eu me esqueci. Eu não lembro mais ali. 10 possibilidades entre as 19. que sobraram. Beleza? Tá bom. Se você multiplicar aquilo ali, gente, ó, esse cara corta com esse. 5 x 1 dá 5. Você vai ter uma probabilidade de 5 para 38, que resultaria na letra A de América. Verdadeiro ou falso? Isso é falso. Eu não te disse que a primeira
é a da região sul. Tem que ser sul e sudeste, não necessariamente nessa ordem. Aqui que eu queria chegar, gente, ó. Em problemas de probabilidade que não te derem uma ordem, tem que permutar. Então, vamos multiplicar essa probabilidade por uma permutação de dois elementos. Só para você relembrar, permutação de dois lá da combinatória é 2 fatorial que vale 2. Então aquele do lá vamos cancelar com Esse dois aqui, ó. E vai sobrar 5 para 19 como probabilidade. Gabarito letra B de Brasil. [roncando] >> [roncando] >> Agora nós vamos fazer o seguinte, pessoas, ó. Eu quero
que tu baixe a cabeça aí e leia. Só leia, não tem de resolver, tá? Leia a questão três com muita atenção. Vê se tu entende o que tá acontecendo aí. Vai. Eu espero [roncando] saúde tem nada. Deu para ler? Tá. Uma pergunta. Todo mundo sabe do ciclo da sinaleira vermelho, verde e amarelo. No texto, um ciclo demora quantos segundos? Tá escrito aí? 60, não é? Desses 60 segundos, a luz vermelha fica acesa por quantos segundos? 15. uma pergunta completamente fora do texto. Vamos supor que só tenha uma sinaleira. Tô andando. Qual é a probabilidade de
eu pegar o vermelho aqui? Não precisa simplificar, me dá só a fração. Se o ciclo demora 60 segundos e desse 60 15 é da luz vermelha, você concorda que a probabilidade é 15 para 60? Vamos parar por aí. Tô só fazendo um exemplo meu aqui, tá? Agora eu tenho duas sinaleiras. Eu tenho a primeira e a segunda. Qual é a probabilidade de eu pegar vermelho na primeira sinaleira? 15 para 60. E a probabilidade de pegar o vermelho na segunda? Poxa, são os mesmos 15 para 60. São são independentes. Bota lá. 15 para 60. 15 di
por 60 dá 1/4, gente. Ó, 1/4 e 1/4. 1/4 x vai te dar 1 sobre 16. Por gentileza, alguém divide isso aí para mim, só pra gente não perder tempo. Pega o calculadora aí. 1 di por 16. Só me dar um número aí. A gente faz assim, ó, um. Aí aperta o dividido e bota o quatro embaixo. Fechou? Transforme isso aqui para porcentagem. 6 V 25%. Gente, segundo o que tá escrito no texto, tem um engenheiro que quer diminuir a probabilidade de você pegar sinal vermelho nas duas sinaleiras para 4%. Tá escrito aí, não é
isso? E ele pergunta qual é a redução que você tem que ter no tempo da luz vermelha. É isso. E ponto final, ó. Qual é a probabilidade de pegar vermelho Na primeira sinaleira? X segundos, que eu não sei ainda qual é, entre o ciclo de 60 e a probabilidade de pegar vermelho na segunda, x segundos entre os mesmos 60. Essa probabilidade tem que me dar 4%. Vocês entenderam isso aqui? Gente, o cálculo de probabilidade é uma simplicidade, né? Essa questão vale mais de 800 no dia do Enem. Ela é uma questão difícil de resolver. Por
isso que eu Disse, não vale a pena perder tempo tentando interpretar questões muito difíceis da primeira lida. Deixa pra segunda. Aí aqui já era, ó. Esse cara corta com esse. Esse cara corta com esse. X x elevado qu 6 x 6. Só que vai ser igual a 4. Pega esse cara, passa multiplicando x elevado qu isso aqui vai ser 4 x 36. Não vai perder tempo multiplicando isso Aí. Se eu tenho um quadrado, isso aqui tem que extrair a raiz quadrada. E nesse lado eu tenho dois quadrados perfeitos, gente. Ó, x vai ser igual quadrada
de 4 vale 2. √ qu vale 6 2 x 6 vai ser igual a 12. Ainda bem, ainda bem que na letra D tá 12,60. Porque se tivesse um 12, dependendo do cansaço que você tá no dia lá, o cansaço mental e da posição dessa questão na prova, é muito simples e muito fácil de Marcar o 12. Qual é o gabarito da questão? Ele quer saber a redução, né? Era 15, foi para 12, reduziu em 3 segundos. Gabarito Brasil. Так. Próximo. >> [roncando] >> O psicólogo de uma empresa aplica um teste para analisar a aptidão
de um candidato a determinado cargo. O teste consiste em uma série de Perguntas cujas respostas devem ser verdadeiro ou falso e termina quando o psicólogo fizer a décima pergunta ou quando o candidato der a segunda resposta errada. Com base em testes anteriores, o psicólogo sabe que a probabilidade o candidato errar uma resposta de 02, então de acertar é 08, é o complementar. A probabilidade de o teste terminar na quinta pergunta, pessoas, Para que o teste termine na quinta pergunta, 1 2 3 4 5, você concorda que obrigatoriamente essa última aqui tem que estar errada para
acabar na quinta, a quinta tem que estar errada. Mas Gu, ele falou que para acabar o teste tem que ter duas erradas. Ah, então pera aí. Além da quinta, uma das anteriores também deve ser uma resposta errada. Concordam? Vou montar uma configuração. Eu vou errar a primeira, acertar a Segunda, acertar a terceira e acertar a quarta. Eu vou calcular essa probabilidade. A probabilidade de errar a primeira é de 0,2. Eu vou escrever como 2 di por 10, tá gente? Fica mais fácil no dia de uma prova. E a probabilidade de acertar a segunda 08, que
eu vou escrever como 8/ 10. E de acertar a terceira 08, que é 8/ 10. E de acertar a quarta, que é 08, 8/ 10 e de obrigatoriamente errar a quinta é de 02 que é 2 para 10. Fechou? Se você multiplicar isso aí, gente, ó, 864 512 10248 dividido por 10 100.000 10.000 100.000 pessoa 100.000 é 10 elevado 5. Dividir o número por 10 a 5 é pegar a vírgula e correr cinco casas para a esquerda. Então a gente vai ter o quê? essa probabilidade Como sendo 0,0248. Isso aqui aparece na letra A. É
a resposta do problema. A letra A. Nem pensar. Por qual motivo? Porque eu não te disse que eu errei a primeira. Eu tenho certeza que eu tenho que errar a última. Eu tenho que errar, gente, ó, além da última, uma das anteriores. Então, esses quatro elementos aqui, ó, podem o quê? Trocar de posição. Aqui que entra a permutação da análise combinatória. Se um exemplo de Probabilidade não te der uma ordem, permuta o resultado final. Guito, vai multiplicar isso aí por quanto? Vou multiplicar por uma permutação de quatro elementos, mas o a aparece três vezes. Claro,
é uma permutação com repetição. Permutação de quatro, sendo que um deles aparece três vezes. Só para relembrar, gente, ó, essa permutação de quatro. Vamos lá para Outro lado. Ó, a permutação de quatro elementos, sendo que um deles aparece três vezes, ó, é dado por 4 fatorial dividido por 3 fatorial, né? Isso aqui vai ser igual a 4. Então aquela permutação vale 4. Isso vezes 4 vai te dar 0,0 819 2. Agora sim, o gabarito aí dessa questão, Letra B de Brasil. Saúde. M. >> [roncando] >> Fechou. Agora tem uma bem tranquilinha aí, gente. Ó, no
alojamento de uma universidade, há alguns quartos com um padrão superior aos demais. Um desses quartos ficou disponível e muitos estudantes se candidataram para Morar no local. Para escolher quem ficará o quarto, um sorteio será realizado. Para esse sorteio, cartões individuais com os nomes de todos os estudantes inscritos serão depositados em uma urna, sendo que para cada estudante de primeiro ano será depositado um cartão, para cada estudante do segundo, dois e do terceiro, três. Foram inscritos 200 estudantes do primeiro, 150 do segundo e 100 do Terceiro. Todos os cartões têm a mesma probabilidade de serem sorteados.
Qual é a probabilidade de o vencedor do sorteio ser um estudante do terceiro ano? Gente, olha só, 200 alunos do primeiro, cada um colocou um único cartão. Então, eu tenho 200 cartões do primeiro, 150 do segundo. Cada um colocou dois cartões. Eu tenho um total de 300 cartões. Eu tenho 100 alunos do terceiro que Colocaram três cartões cada um. Eu tenho um total de 300 cartões. Ao todo, a gente tem 800 cartões dentro dessa urna. A pergunta é: qual é a probabilidade de escolher um aluno do terceiro? Qual é a razão? É o que eu
quero dividido pelo que eu tenho. 300/ 800. Aqui barbadinha, né? vai te dar uma probabilidade de 3 o gabarito Equador. Ah. [roncando] número aqui, né? OK. Questão 6. Um grupo de alunos de cálculo um da SPSEX é constituído por oito homens e quatro mulheres. Três desses alunos serão sorteados. Já bota lá a configuração. Cadê aqui? para apresentarem um trabalho de cálculo. A probabilidade De que nessa escolha ao menos dois sejam homens. O que que você entende por ao menos ou pelo menos dois ser homens? Dois ou mais? No caso, dois ou três. Vamos montar uma
configuração. Vou colocar dois homens e uma mulher. Não necessariamente nessa ordem. Então, a finaleira eu permuto 12 pessoas. Ó, gente, qual é a probabilidade do primeiro ser um homem? Oito pessoas entre as 12. V botar aqui embaixo, ó. oito pessoas entre as 12. E qual é a probabilidade do segundo ser homem? Já escolhi um 7 entre 11. E qual é a probabilidade da terceira pessoa ser uma mulher? Quatro possibilidades entre as 10 que sobraram. Pera, se você multiplicar isso aí, você vai ter uma probabilidade que não é a Resposta correta. Tem que multiplicar pela permutação.
Ô, Gui, tu vai permutar três elementos. Aham. Desses três, H de homem aparece duas vezes. Aham. Pessoa, isso aqui dá três, né? Só para você relembrar aqui, ó, em amarelinho, ó. permutação de 3 2. Isso é 3 fatorial sobre 2 fatorial que dá 3, né? Então vamos seguir o cancelamento aí, ó. Hum. 4 x 3 dá 12. Tira fora. Que mais? Pera, todas as alternativas têm o denominador 55. Vamos ganhar tempo, então. Vamos dividir isso aqui por 2 dá 4. Isso aqui por 2 dá 5. 4 x 7 [limpando a garganta] 28 [tosse] dividido por
11 x 5, Tá bom? Posso ter homens ou posso ter três homens. Aqui não precisa permutar, né, gente? Vamos d probabilidade de escolher o primeiro homem é 8 para 12. E da segunda aí pessoa ser o homem, 7 para 11. E da terceira pessoa ser um homem, seis para 10. Melzinho, né? Vamos cancelar aí, gente. Vamos deixar embaixo 55 também, ó. 12 e 6 dá para dividir por 6. Aqui sobra um, aqui sobram do 8 por 2 dá 4. Dá para meter o 10 a parada aí também, né? 4/ 2 dá 2. 10/ 2 dá
2. O bom que dá para cancelar tudo, ó. Sobrou em cima aqui 4 x 7, não. 2 x 7. E embaixo 11 vezes. Meu, olha a simplificação que eu fiz aqui. Tu viu que foi burro, né? Aqui é Cinco, né? Que idiota. 10 por 2 dá 2. Nem Marte isso aqui, né? Fechou. 11 x 5 Como você quer o primeiro ou o segundo, agora é só somar, né, gente? 28 + 14, você vai ter 42 possibilidades entre as 55 disponíveis aí. gabarito letra E, né, de Equador. Para finalizar, gente, vocês fizeram o simulado da UFSM,
tá? Quem fez o Simulado tem dois erros na minha prova. Erro meu que eu vou dizer para vocês e a prova é a prova dois, tá? Na prova dois, uma questão de trigonometria, tem uma proposição, você vai lembrar, que fala que a renda máxima foi no mês de março, na realidade foi no mês de abril para tá o gabarito correto ali. A segunda, a segunda errada é uma de conjuntos numéricos, acho que é da prova um, que fala ali que o ângulo central do maior Índice de analfabetismo, se eu não me engano, é próximo do
110%. Aquilo é verdadeiro também. Aí todas as proposições são verdadeiras, tá? Foi só dois errinhos ali, tá bom? Beijos, boa semana, até a semana que vem. Ciao Eh, ei, som, som test, som del. Ai, minha cabeça. Gelson, Joelson aqui. Não, aqui. Ecco qui um pochito di aula. Mam mami. [risadas] Ah. Hum. Ó, agora deu certo. [risadas] Ah, muitos bem. Então tá, gente, pode me emprestar o o laser pointers. Obrigado. Então, gente, olha aqui. Tudo bem, galera? Então, tá. Estaremos então na aula 24, página 41, contratualismo, filosofia política moderna. Muito bem, então tá, gente, vamos começar
aí, ó. Vou trazer para vocês uma visão geral, então, do que são as chamadas teorias do contrato social e vou apresentar também três autores fundamentais, que é Thomas Robs, depois John Lock e Jean Jacques Rousseau, certo? E vou mostrar aqui lá já no início da aula qual é a estrutura básica Ou fundamental dessa passagem, né, que instaura, vamos dizer assim, a sociedade civil ou a autoridade política nesses autores, tá? Então vamos iniciar aqui, ó. Olha aqui, gente. Se vocês olharem lá a capa da obra do Hobbs chamada O Leviatan, há uma edição que eu fui,
né, a inspiração do hob, do artista, né, que criou a capa da obra do Hobbes. Então, significa o que, gente? Tá? Depois vocês vão entender, eu vou voltar aqui. Talvez vocês não consigam observar no detalhe, Mas se vocês olharem aqui, ó, com calma, eu tinha pedido para colocar um pouco maior a imagem, né? Mas no fim das contas ficou pequeninha aqui na Mas o que que é, né? É a representação simbólica de um poder soberano que é composto de quê? O corpo é feito o qu, ó? De pequenos corpos de outras pessoas. numa mão, ele
tem a espada, ele tem aqui o cetro e tem a coroa, ou seja, simboliza esse poder soberano, né, no qual ele representa, né, ele encarna Todos os poderes, né, ou a liberdade que foi transferida para o soberano, porque pode ser, no caso de Robs, um monarca ou uma assembleia. E ele governa o quê? Administrando a justiça, fazendo o quê? elaborando as leis, fazendo punições quando necessárias, fazendo cumprir a ordem e a segurança, a paz dentro do estado. Essa é a simbologia, tá, do Leviatã que aparece aqui. E, né, revelei para vocês esse segredo histórico. Espero
que vocês passem Adiante, né, porque, né, coisas assim não se não se descobre todos os dias afinal. Mas bem, vamos falar ali, ó, o que é o contratualismo. Mesma coisa que teorias do contrato social. Falou em contrato social, contratualismo, mesma coisa. Está ligado ao quê? Filosofia política moderna. Há autores, eu já vi questões no Enem, que tentam associar o quê? Por exemplo, textos mais contemporâneos com o quê? A ideia do contrato social, que Seria basicamente o quê? um acordo entre os indivíduos para garantir o quê? Paz, para garantir um ordenamento jurídico, político, uma situação de
ordem, de estabilidade. Então, se tá falando que, ó, acordo entre indivíduos, geralmente a resposta tende a ser o quê? Contrato social ou contratualismo, tá? que tem origem na modernidade. Então, como eu disse ali, ó, política é própria da modernidade. Vai ser o quê? São teorias filosóficas, certo? Do ponto De vista da filosofia política para justificar ou explicar a origem da sociedade civil, do Estado, do poder político. Então aqui, ó, lembra? Eu já estava falando lá com você sobre Maquiavel. na modernidade, com o enfraquecimento ali do poder intelectual, da autoridade moral e intelectual da igreja, é
necessário o quê? Novas justificativas. E a o quê? O poder ou a política enquanto área de investigação está cada Vez mais afastada da autoridade da igreja. Então se busca o quê? Uma origem, uma explicação humana para o Estado. Lembram lá com Maquiavel que eu falei para vocês? A política vai adquirindo autonomia, como em outras áreas do saber também. Então, tá aqui, ó, fal não é a questão de Deus. Ah, Deus criou o mundo, o universo. Ele possui esse ordenamento. Cada classe, cada pessoa tem sua função especial. Se eu recebi a minha função de governar, Deus
Quis assim, então não tenho o que questionar. ou por uma tradição, sangue, herança, né? Eh, privilégios de classe, não é isso? Então, nós temos que lembrar sempre o quê, ó? Origem humana do Estado. Se é um contrato, certo? Ele tem origem no quê? Num acordo que se dá entre pessoas, entre indivíduos. Certo? Temos outros pensadores contratualistas, sim, que se alguém for estudar direito ou pensa em estudar direito, vocês vão ter uma Matéria, uma disciplina chamada filosofia do direito. E aí vocês vão discutir lá o juznalismo, teoria do direito natural e aí nós vamos encontrar esses
autores modernos outra vez, tá? Temos lá também uma teoria do contrato social em Kant, temos em Espinoza e outros autores. Então não é exclusivo desses aqui, mas eles são os mais estudados, mais comentados e que aparecem aí, né, volta e meia nas provas. Então, o problema fundamental Que os contratualistas eh partem é esse. Por que nós saímos de um estado, né, em que nós vivíamos em plena liberdade, né, em igualdade, né? Nós tínhamos poder sobre eh sobre nossos corpos, sobre nossas vidas. Por que que nós saímos dessa situação, tá? e fundamos, fazemos um acordo e
aceitamos obedecer a um estado. Ou seja, qual é o motivo? É por isso que eles fazem essa passagem, né, do chamado estado de natureza para o pacto ou contrato social Que funda a sociedade civil e legitima o poder. Então ali, ó, palavras chaves, ó, deu gatilho, ó. Ó o gatilho. Essa semana o gatilho foi de manhã cedo, né? Foi ali no hotel, ficou ali no hotel e aí vou comer ali assim, ó. Um mini cacetinho. Coisa mais linda assim, ó. Crocantezinho, com aquela areiazinha por fora, sabe? Que parece que ele fica mais crocante ainda. Peguei,
botei meu queijinho no meio. [limpando a garganta] Quando eu dei aquela mordida com Vontade, cravou a casca no céu da boca. Ah, foi o meu gatilho, né? O gatilho do sofrimento. Aqui é o gatilho, ó, da filosofia política moderna, tá? Então, apareceram essas expressões aqui, ó. Pá, acenda, acende a chave na mente para saber que é o que, ó. contratualismo. Tá joia, joia. E olha ali, ó, já falei para vocês isso aqui, ó, que está associado a um processo histórico, social, cultural, de várias mudanças que já estavam surgindo onde? a partir do renascimento. E aqui,
né, que é o que inaugura a modernidade filosóficocientífica, né, nós temos aqui também, ó, como eu falei para vocês ali, ó, a perda ou enfraquecimento da autoridade política intelectual da igreja. Quer dizer, desaparece, não desaparece, mas diminui. Nós temos aí o quê? A formação dos estados nacionais modernos, que é o quê? É um estado, são estados que possuem o quê? um poder, um governo centralizado, soberania de território, leis Unificadas, mais ou menos aquilo que nós temos hoje como o que são os países, né? Mas ali num regime o quê? Monárquico, tá? E dentro disso nós
temos o quê, ó? Guerras religiosas, lembram? Reforma, contrreforma, católicos, protestantes, enfim. E característica da modernidade, ó, valorização da razão e do indivíduo, do sujeito, tá? Então, se a gente, se são esses os valores da modernidade, né, e as características ã sociais, culturais e políticas nesse Ambiente, qual é a consequência? Vamos pensar o Estado através do quê? A partir de uma origem humana, tá? Qual é de forma racional os fundamentos humanos e racionais para o poder, tá? Não por uma ordem divina ou por uma tradição, como eu disse, como eu falei para vocês, que é aqui,
ó, que é o que aconteceu lá na política medieval. Então, ali, ó, valorização da razão e do sujeito cognocente, tá? valorização das ciências, racionalidade. Então, da mesma Forma, a investigação dentro da filosofia política vai operar dentro desses critérios, ou seja, razão, vontade humana, necessidade, segurança, preservação de direitos, tá? Então ali, ó, lembra que eu falei já em Maquiavel? A política ou a filosofia política torna-se cada vez mais autônoma, mais mundana, cada vez menos dependente de tradições, tá? Ou de uma autoridade religiosa, né? Pass ser assunto mundano. Então, tá aqui, ó, parte do processo de Secularização
da política, tá? Que aparece lá também no nosso amigo McEvil, tá? O maquiável. Certo? Então ali, ó, vamos lembrar sempre, independentemente do autor, as teorias do contrato social sempre fazem o quê, ó? Seguem essa mesma estrutura, tá? Parte de um estado de natureza que é o quê? Uma hipótese teórica, tá? Uma experiência mental, vamos dizer assim, que é o quê? seria como os seres humanos viviam antes da formação do Estado, da Sociedade civil dividida em instituições antes de haver leis, instituições jurídicas, ã, polícia, exército, tudo mais, tá? É o chamado estado de natureza. Então, não
existe o estado e nem a lei civis. E aí nós temos o quê, né? O chamado contrato social, que é o quê? cara vai explicar por que nós saímos desse estado de natureza e constituímos então a sociedade civil. Ou seja, é a razão de ser da formação da sociedade civil. Então aqui, ó, os Indivíduos instituem uma autoridade política. Por quê? É nisso que se difere então os autores, tá? Hobbs? Por quê? medo da morte violenta, segurança, lock, garantia de direitos naturais e cada autor vai mostrar a sua justificativa para formar então a sociedade civil. Eles
também variam em relação ao quê? a forma como o poder é legitimado, como ele deve ser exercido, se é soberano, se é um poder que deve servir, né, aos interesses da sociedade civil, se a Sociedade civil é que deve, né, vamos dizer assim, legitimar o poder, então eles diferem nisso, tá? Mas o esquema é sempre o mesmo, tá? Então, lembre aqui, ó, uma hipótese teórica, já apareceu umas malandragens aí em questões, né, que eu já vi em vestibulares que vão dizer: "Não, né, o estado de natureza, né, retrata fielmente como a humanidade vivia". Não, gente,
é uma hipótese para poder dizer assim: "Olha, se era assim antes, né, e nós fundamos, né, a Sociedade civil, é porque existia algum bom motivo, era razoável, havia boas razões, né? Então é uma para poder estabelecer então uma justificativa racional e teórica de acordo entre quem? Entre seres humanos e entre indivíduos. Tem que ter alguma vantagem, né? a um bom uma boa razão. E aqui, ó, vamos começar com o primeiro deles, né? Tinha, sempre brinco, né? tinha um, acho que eu tava no, estava no terceiro ou quarto semestre da graduação E aí tinha um cara
que eu aprendi com ele, Thomas Robs, e era o o Luciano. E ele falava de um jeito assim: "Tomas Robs escreveu Leviatan, na obra Leviatan, Robs retrata o estado de natureza. O estado de natureza robesiano é um estado de guerra de todos contra todos". Eu falei, cara, o jeito que ele fala, eu acho que ele viveu no estado de natureza robesiano e achou vantagem ali, né, em fazer parte da sociedade civil, aderir ao pacto, né, ao contrato social De ô louco, bicho. E eu aprendi com ele bastante ali, não tinha aprendido. Foi muito bom porque
ele fez, o mestrado dele era em hobbs e aí ele, pá, trabalhou com a gente justamente essa parte aí, passagem do estado de natureza pra sociedade civil. Aí eu nunca me nunca esqueço disso. Então ali, ó, o Leviatan, né, que é uma das dos das capas ou frontipício da obra, é aquele lá que tá aqui, ó, na figurinha e que é também, né, eu faço parte. Então, o que Que o Robs Pense no contexto do Robs ali, ó, na Inglaterra, olha, período de guerra civis, que é o quê? conflito, desordem, insegurança, instabilidade. Isso marcou o
quê? Óbvio que é a sua reflexão filosófica no campo da política. Robs também escreve, né, sobre teoria do conhecimento. Ele está ali ao lado dos empiristas, propõe o modelo mecânico, né, mecanicista da física. Então aqui, ó, a ele eh na sua filosofia política, dentro desse cenário Conflituoso, instável, desordenado, óbvio que a preocupação dele era o quê, ó? Evitar o estado de guerra e desordem, que é o quê? Um est busca por um estado harmonioso, estável, né? Que tenha uma boa ordem, que ofereça segurança, paz. É isso, tá? que preocupou o Robs. Então, tá aqui, ó.
A questão é de que forma nós poderíamos então estabelecer uma autoridade para que a gente empeça de vez esse Conflito, esse estado de guerra de todos contra todos, como era para ele o estado de natureza. Então, dando spoiler, é o quê, ó? É o medo, tá? para evitar a guerra, a busca por segurança, estabelecimento da ordem, tá? A legitimação de uma autoridade soberana. São essas as palavras que nós temos que lembrar quando há há questões que associam aí o pensamento de Hobbes, tá? Então guardem isso aqui. O Robs assim, ó, dentre os Três contratualistas que
eu vou apresentar a vocês, é o mais pessimista em relação à natureza humana, tá? Então aqui, ó, ele rompe, então, né, como faz parte da modernidade, rompimento com Aristóteles. E aí, ó, vamos pensar o quê? Olha ali, ó. Vamos lembrar em Aristóteles, o ser humano é um zoon políticon, um animal político. É da nossa natureza viver em comunidade. A função da póise ou da cidade, promover a Boa vida, a eudaimonia, realizando-se no plano coletivo. É isso. E ele diz aqui, ó, tá? E vamos lembrar aqui, ó, ética e política ligadas diretamente. Formar o bom cidadão
para ele governar de acordo com o bem comum e possibilitar a vida boa nessa comunidade natural que é a cidade hobbies, tá? Se nós formos pensar de maneira comparada com, claro, com todas as ressalvas, diferenças teóricas e de contextos, Ele adota, como os contratualistas, a ideia de que a política é o quê? É artificial. Nós não somos animais políticos ou a ou a polis não é uma comunidade natural, uma extensão. Então aqui, ó, quem na antiguidade adotava essa posição também? Os sofistas. Os sofistas que adotavam o quê, cara? A política não é natural, ela é
artificial. Nós nos reunimos em comunidades, estabelecemos leis, organizamos a cidade, instituições, Porque é útil e vantajoso para todos nós. É essa a posição dos sofistas, a origem artificial do estado que está aparece aqui, ó, na modernidade também. Então, não é natureza, não é Deus e nem é tradição, mas é artificial, existe um motivo. Então, criação humana, lembra que eu falei para vocês? Então, ó, para Hobs, essa ordem política, tá? Leis, instituições, né? Administração da justiça, aplicação de punições, proteção, etc., é o que, ó, Necessidade de uma segurança que nós não temos quando estamos no estado
de natureza. Por isso que é a razão de ser do estado é o quê, ó? Primeiro lugar, conter o conflito, a essa chamada guerra de todos contra todos, todas e todes. [risadas] Então, ninguém escapa, tá? Então, tá aqui, ó, natureza humana em Aristóteles, hobbies, assim como sofistas, artificial. Mas para quê, ó? Controlar os perigos da natureza humana. Que para Robs não que o ser humano seja mal, ruim, cruel ou que é maligno, né? Tipo, arbitrariamente, mas a tendência, ele vai falar: "Amiga, o ser humano é super tendência é o quê?" Ah, tendência ao egoísmo, a
garantir primeiro os seus próprios interesses, né? E aí é que gera conflito, tá? Eu quero garantir o meu primeiro que o de qualquer outro, né? É isso aqui, ó. Tá? Construção artificial do Estado é uma presença constante nas teorias do contrato social com grande Força em Palmas Hobbs, tá? Então ele vai mostrar o quê? No estado de natureza, o que que nós temos relativamente? Nós somos iguais, tá? incapacidade e força. Ore, cara, nenhum ser humano é dificilmente um ser humano é extraordinariamente mais forte ou melhor capacitado mentalmente do que a maioria. Então, é muito difícil
isso. Então, existe essa, né, essa certa relatividade, né, em termos de igualdade, de força e capacidade. E aí o Que que acontece, tá? Pode, pode ser que existam pessoas que são o quê? Muito fortes. Pá, tem lá aquele grupo lá, né? Naquela tribo lá, naquele grupo. Nós temos o quê? Um cara que é gigantesco, fortíssimo demais, né? Tá ali, ó. Se você se sabe, né? O o professor Guilherme, ele fazia, ele era do mesmo grupo de capoeira que eu há muitos anos atrás aqui em Santa Maria. Sabe qual era o apelido dele? Gigante, né? Ele
era o gigante. Então tinha um gigante lá, o Guilherme, tá? Cagava todo mundo a pau lá na capoeira. Que que acontece? Pá, não tem para ninguém, né? Quem que vai? Não, mas não precisa de mano a mano. A gente se junta e, ó, toma. E aí que tá, ó. Mesmo mais forte pode ser derrotado. Se a gente se junta, usa a esperteza, ó, toma ler rasteira. Então, tá aqui, ó. Então, todo mundo quer, né, esperança de alcançar seus objetivos, de manter-se vivo, de conseguir recursos, né, terse ter certa segurança. Então, isso gera Dentro do olhar
de Robs, no estado de natureza, uma competição e uma desconfiança constante. Pá, mas será que ela vai me roubar? Será que ela vai, ó, tchau, miar ali o a carninha que eu defumei para garantir ali o mês inteiro, porque tá difícil comer na natureza, né, cara? Não é bem assim para caçar um bicho. Ah, não é bem assim, né, cara? E agora? Bá, mas dela olha, bá, mas o Artur estocou ali um pouco de de comida, né? Acho que eu também vou ter que Estocar antes que acabe, né, cara? Ele vai começar a pegar todos
os peixes do lago, não vai ter para mim, então vou lá também. Tão vendo? Esse é o raciocínio, uma uma tendência ao egoísmo, ao individualismo, a satisfação do interesse próprio. Essa que é a natureza humana, segundo o Hobbes. Então ali, ó, né, essas diferenças meio que existem entre nós, elas não eliminam essa vulnerabilidade entre uns e outros, né? De alguma forma Eu tô sujeito a um conflito, a uma violência, a ameaça a perder meus recursos que já são escassos. Então, gera esse estado de desconfiança. O cara fica aqui, ó, opa, opa, quem tá chegando? Que
que tá acontecendo? Tá? Então, não tem harmonia no estado de natureza, é um estado de insegurança, tá? Eu não sei se eu vou ter, se eu vou ser atacado, se vou me matar, se vão me bater. Que que vai acontecer? Aonou. E aí ele vai dizer, ó, Isso aqui eu deixei aqui para vocês lembrarem o quê? Fixarem na memória de vocês quando vocês forem ler essas palavras ou algo assim, que vocês tenham em mente o quê? O caráter, vamos dizer assim, ó, a forma como Hobs observa ou ã observa, não, né? descreve a natureza humana
de uma forma um pouco mais pessimista. Então, ele tá mais próximo ali, ó, comparadamente, vamos pensar de forma comparada, dois autores em relação à natureza humana que enxergam ela de Uma forma mais negativa ou pessimista. Hobbs Maquiavel, nesse sentido, eles estão bem próximos, tá? Também, ó. [roncando] Então, ali, ó, que que nós queremos, né? as pessoas se atacam, como eu falei ali no exemplo, né, da nossa carninha, do nosso peixe, que é o quê, ó? Buscar vantagem e mais recursos. Nós temos o quê, ó? Nós muitas vezes se atacam outros grupos ou os outros indivíduos
para, né, garantir a segurança prévia. Antes que antes que o Guilherme vá lá e me pegue, né, me cague a pau gigante, que que eu faço? Boto uma armadilha lá para ele, já que ele é bom de capoeira. E ó, ferro com a perna dele, com o tornozelo dele. Ele não vai mais poder meter rabo de arraia, né? E e armada para cima de mim. Tá aí, ó. Então, não vou dar chance para ele. E também querem o quê, ó? Vamos conseguir reputação ou um reconhecimento. Ou seja, ninguém vai se meter com o nosso grupo
aqui, cara, né? Se a gente demonstrar Força, cagar pau, fazer o qu, não sei o quê. Tá aqui, ó. Reconhecimento. Não se meta conosco. Então, gente, o que que acontece nisso, cara? É meio tenso, vamos dizer assim, ó, tenso demais viver viver nesse nessa situação que é o que, ó? Rivalidade, medo da morte violenta, ataques preventivos, instabilidade permanente. É fácil viver assim? Dá, pode viver assim, pode. Dá, dá, mas agora aguentar para sempre assim, aí eu quero ver, ó. Então, quer dizer, ó, não É maldade gratuita, né? Mas é o quê, ó? Essa relativa igualdade
entre as pessoas, a natureza que é marcada pela escassez, essa competição que gera o conflito e também o que, ó, se é estado de natureza, não existe uma autoridade comum, não existe uma lei comum a todos, não existe juiz, não existe polícia, não existe exército, não tem nada disso, tá? para conter, para julgar esses conflitos aqui. Então, o estado de natureza robesiano é complicado. Então, vocês Assistem um Discovery Channel, né? Lá no Discovery Channel tem lá que que é o estado natureza robesiano. Largados e pelados a tribo, pá. Os caras chegam lá, meu Deus, não
tem nada. Nenhuma roupa, né? Nem uma tanga pro cara, pro cara poder sentar tranquilo ali na [risadas] na areia. Nem nem tanga o cara não tem. Que que os caras tão lá? Ah, precisamos encontrar, né, uma fonte de água. Ah, eu vou buscar, vou fazer o fogo. Ah, vou procurar alimento. Então, tá aí, ó. Por Quê? Porque é difícil, cara. A natureza é implacável. Não tem leite, né? Uma cachoeira de leite que tu vai lá, recorre com corre com jarra. Ah, vamos fazer um. Trouxe aqui um leite para fazer um iogurte para nós fazer um
iogurte. Eh, não tem, não tem árvore de árvore de sushi ou de hambúrguer. Não tem, cara. É tudo difícil. Os caras ficam uma semana sem comer água, ficam doente, né? E quando tem o largados e pelados a tribo, os Caras mesmos sacaneiam os outros. Vão lá, bá, olha aqui, ó, deixaram uma pesca. O cara vai lá, tira os peixes lá do da tribo rival e leva pra outra. É tipo isso, só que, né, como eles estão num programa de TV, estão sendo filmadas, não, né, não vão às vias de fato, mas tá aqui, ó, é
esse estado de natureza robesiano. Então, ali, ó, estado de natureza, então não tem estado, não tem autoridade comum, não tem lei. Cada um é o que, ó, soberano de Si, completamente livre. Então, possui direito a tudo. De quem é a natureza, de quem é o que tá aqui? O que tá lá não é de ninguém. Então, posso pegar? E aí, ó, que que a gente faz? Vai usar todos os meios necessários para sobreviver nessa situação de escassez, tá? Vou garantir primeiro o meu, né? Não que não seja possível haver altruísmo ou ajuda ao outro, mas
que que eu vou fazer, cara? Conseguir carne para nós, proteína, né? Difícil na natureza conseguir, né? Que Que nós temos, cara? Não quer dizer que não seja, não possa dar um pouquinho para pro outro grupo, mas vamos primeiro garantir o nosso, né? Essa é a perspectiva. E aí nós temos o quê, ó? Um estado de guerra de todos contra todos, todas e todes. Ninguém escapa. Então aqui, ó, consequência sempre, ó, quem garante que aquilo que eu possuo vai permanecer como minha propriedade? Não sei, medo constante, especialmente que o Robs Fala da morte violenta, tá? Fica
difícil cooperar uns com os outros de forma estável, tá? Então há sempre o quê? Ó, uma ameaça permanente à vida. Não existe a justiça civil. E aí sempre pode acontecer excessos e excessos. Então, qual que é a ideia aqui, ó? Se não há um poder comum para conter esses conflitos, administrar a lei, a justiça, não existe segurança, tá? Então aqui, ó, não existe. Então esse é o problema do estado de natureza robesiano. Quem é fã Da Pit vai lembrar, né? Ninguém escuta Pit, né? Fã da Pit. Ó, o homem é o lobo do homem. Tá
lá numa música da Pit. Enquanto a pitilia, o leviatã, a matéria ou a forma do poder lá com eu, com o professor Artur, lá na capa, que que ela viu? Olha, vou escrever um som. E aqui, ó, resume essa situação, tá? Então, isso aqui é uma expressão robesiana. É isso que cada um representa pro outro dentro desse estado de natureza, tá? Ninguém é amiguinho de ninguém, ninguém ali, ó, Parceria total, né? Tamo junto porque der vier, né? Voadora com os dois pés, né? Que é o que amigo faz na hora, né? Do do bem ruim.
Então não é, tá? Não somos irracionais, mas é isso aqui, ó. Como eu falei, ó, vamos garantir o meu, preservar minha própria vida. Se não tem autoridade, que que que gera para eu poder preservar minha vida, minha segurança? Ah, cara, vou desconfiar. Opa, opa, opa. Quem vem lá? Quem vem lá? Que que tu quer? Opa, não chega muito Perto, senão vou te espetar com a minha lança. E vai ser no pescoço, né? No dedão é um aviso, no pescoço é o é o último, tá? Então ali, ó, mesmo quem não gosta disso, dentro dessa situação,
é praticamente inevitável. Servis spat paraabelum, tá? Então ali, ó. Então, ó, como eu falei ali, ó, não é praticar o mal deliberadamente, né, por nada, de forma gratuita, certo? Mas por causo, por quê? Porque há medo constante, interesse, competição, todas Essas coisas aqui, ó. Então, é, ó, ser humano individualista tende ao egoísmo e a situação é o quê, ó? De conflito, certo? Não é uma coisa assim, ah, ele é ruim, ele é maldoso, ele é maligna, ele é maligna. Vocês assistiram a a maligna? Tinha uma personagem, tem a malévola, né? E tinha a maligna. Qual
o desenho que era maligna? Que era pá, qual era o desenho que tinha maligna? Tinha um desenho animado que tinha maligna, né? Que eu acho que não Sei quem copiou quem. A maligna copiou a malévola ou a malévola copiou a maligna. Tá, tinha até uma amiga minha que ela que dizia: "Nós brincava de heróis", coisa lá. Eu sou a malíquda. Ela dizia, né? [risadas] A malíquda. E olha aqui, ó, como eu falei para vocês, qual é o desejo, né? O que que é natural? O que que é razoável? Tá, cara, razoável para todos os seres
humanos que é o que, ó, preservar a nossa própria vida, não é? Todo mundo quer perseverar. Então aqui, Ó, então o que que é razoável? O que que é racional para que eu possa preservar a minha vida? perceber que esse estado de guerra de todos contra todos, em que o ser humano é o lobo do outro ser humano, não favorece de forma nenhuma. Então existe o quê, ó? A gente precisa encontrar um estado de paz ou, né, diminuir, controlar esse conflito, essa insegurança. Então é preciso o quê, ó? um limite. Então, para que exista paz,
né, que nós não que a gente não caia Nesse estado de guerra de todos contra todos, precisa o que, ó, que acordos entre indivíduos e grupos seja sejam cumpridos. Agora, quem vai forçar, quem vai garantir, né, esse pacto, a existência, a efetividade desses acordos? Não os tem. Então, eu preciso o quê, ó? né? Preciso tá de uma força comum para que esses contratos que são frágeis sejam então efetivados, ou seja, que o pacto social funcione, tá? Então ali, ó, Não é por bondade aos outros que nós saímos do estado de natureza, mas é o que,
ó, é razoável, é um cálculo racional que garante o quê, ó? A preservação da própria vida. Por isso que se fala muito, né? Não cair no estado de natureza e é o medo da morte violenta e a insegurança que faz com que a gente estabeleça o contrato social. É isso, em resumo, tá? Então, tá aqui, ó, contrato social. O que que nós fazemos para Garantir isso? Robs fala, né? Todos os indivíduos abrem mão, abdicam dessa sua liberdade ilimitada, desse direito ilimitado a tudo, né? E fazem o quê? Eles não, eles fazem o quê? Transferem, tipo,
ó, a minha liberdade, né, total, o meu direito a tudo, eu transfiro para um terceiro, que, segundo Robs, pode ser o quê? uma pessoa ou uma assembleia. Ou seja, lembra lá daquela figura lá do início? É O que, ó, representa aquilo, aqueles pequenos corpos que compõem aquela figura que concentra o poder de governar, está acima dos indivíduos. Ele representa o quê, ó? Ele é constituído de todos dos direitos limitados, dos poderes de cada um. Por isso cada corpinho ali compõe o corpo daquele do Leviatã, que fazem o quê, ó? Obedecem as decisões do soberano. O
poder é que tem que ser soberano. Então ali, ó, o contrato social transforma então a Multidão em sociedade política. Para quê? Lembra que eu falei? Paz, segurança, preservação da da vida. Agora, lembram ali, ó, como que ocorre o contrato social robesiano? Lembra que eu falei? Criação humana. Então, ele se dá entre os próprios indivíduos. Os indivíduos transferem para o soberano, tá? Então ali, ó, [limpando a garganta] por tá, o soberano instituído pelo pacto, ele não é uma das partes, ele não faz parte do contrato social. Ele é uma, Ele é autorizado, ele está acima dos
indivíduos. Por isso que é um poder soberano, vamos dizer assim, forte para legislar, administrar justiça, punir, se necessário, tá? Decidir quando é feita a guerra, quando se faz paz para se garantir e conter o conflito, tá? Então tá aqui, ó, explica porque, né, o povo tem pouca margem para romper ou destituir o soberano. Então é um governo, tem que ser muito forte. Essa é a ideia do Robs. Então, cuidado, tá? O poder em hobbs não quer dizer que ele não possa ser destituído, mas é muito raro, são raras exceções que nós poderíamos pensar que em
Hobs seria admissível a destituição do poder, tá? Já que ele é soberano, certo? Então aqui, ó, Leviatã, como eu falei para vocês, ó, é aquela figura que eu mostrei para vocês lá no início, representa o quê, ó? essa força superior artificial aos indivíduos que representa O quê, ó? Como eu falei, uma pessoa, uma assembleia. Que que é, ó? Poder dele tem que ser forte e indivisível. Ou seja, para Robs, o poder é absoluto, o poder é indivisível, certo? Então ali, ó, ele possui autoridade soberana, total para garantir o cumprimento das leis. Por isso que eu
disse, ó, ele tem poder total para o quê? Nunca cair no conflito no estado de natureza. Por isso, ó, criar leis, julgar os conflitos, administrar a justiça, decidir quando Será feita a guerra ou estados de paz e representar a sociedade, tá? Garantia da ordem política. Então, tá aqui, ó, é a soberania absoluta indivisível, tá? Então, cuidado que Robs não é um defensor do absolutismo monárquico, como alguns associam, tá? Não é um, ele não defendia o absolutismo monárquico, mas o que, ó, o poder é que é absoluto, indivisível, tá? Tem que ser forte, concentrado, certo? Então,
tá aqui, ó. Por que que Ele é absoluto, tá? Porque o soberano, como eu disse, seja um monarca, seja uma assembleia, ele não está submetido às leis, como por exemplo, né, nas democracias, ah, os deputados, senadores, né, o o presidente, governadores, todos estão submetidos às leis civis, né, como se fôssemos cidadãos súditos. ali, ó, na concepção robesiana, não, ele não também não é dividido entre autoridades concorrentes. Por quê? Disse assim, ó, fragmentar o Poder ameaça a soberania, ameaça o estado de paz. Então, tá aqui, ó, deve obedecer enquanto o estado garante a proteção. Certo? Então,
qual é o limite? Tá? Eu obede o de meu dever de obedecer ao estado, esse poder soberano está relacionado ao quê? a proteção que ele nos proporciona. Então ali, ó, se o Estado não consegue preservar a vida dos indivíduos, garantir paz, segurança, então nós temos uma um motivo, tá, para Que ele perca sua razão. Talvez aí seja uma eh é aqui um caso, né, de destituição do poder do Estado, tá? Ou seja, ele não cumpre sua finalidade, sua razão de ser, então, tá? Então é é raro, diria Rob, sim, mas acontece, tá? Lembram sempre, ó,
segurança e paz é para isso que é um estado defesa de um estado forte, tá? Então falou aqui, ó, contratualismo, lembrem sempre, ó, estado uma criação artificial, humana, indivíduos, tá? Sempre se parte da ideia De estado de natureza, estabelece o contrato social, que é a razão de ser, para fundamentar a sociedade civil. E o legitimidade do poder é sempre o quê, ó? Explicada racionalmente, nunca por tradição, herança ou caráter divino, tá? Então, lembram aqui, ó, ó a fórmula do Robs, a insegurança que há no estado de natureza, medo da morte violenta, calculamos racionalmente, ou seja,
é razoável sair do estado de natureza, fazemos o contrato social, né? Transferimos os nossos direitos ilimitados. para o soberano, pode ser um uma pessoa, uma assembleia, para garantir então a paz civil, tá? Então vamos ali, ó. Olha aqui, ó. Enem digital, vamos fazer essa, gente. Ó, Tomas Robs, olha aqui, ó. Eu falo, seu Robson. sempre vai sair uma citação do Leviatã, certo? Ó, presta atenção. O fim último, causa final e desígnio dos homens, ao introduzir uma restrição sobre si mesmos, sobre a qual os vemos Viver nos estados, é o cuidado com sua própria conservação e
com uma vida mais satisfeita. quer dizer o desejo de sair da míera condição de guerra, que é consequência necessária das paixões naturais dos homens, como orgulho, a vingança e coisas semelhantes. É necessário um poder visível capaz de mantê-los em respeito, forçando-os, por medo do castigo, ao cumprimento de seus pactos e ao respeito às leis que são contrárias às nossas paixões naturais, Tá? falou em Robs, lembram lá dos gatilhos? Tá falando aqui, ó, para o autor, o surgimento do estado civil estabelece as condições para o ser humano o quê? Internalizar os princípios morais, objetivando a satisfação
da vontade individual. Letra B, aderir à organização política, almejando o estabelecimento do despotismo. Letra C, aprofundar sua religiosidade, Contribuindo para o fortalecimento da igreja. Letra D, assegurar o exercício do poder com o resgate da sua autonomia ou letra E, obter a situação de paz com a garantia legal do seu bem-estar. E aí, e vamos lá, amiga. Vamos ver. Alguém pensou algo diferente? Posso posso revelar? Tr certa resposta. A pergunta vai R 1 milhãoa. É isso aí, amiga Lacrô. Uhu! Tá aqui, ó, cara, letra E de continuarei Estudando filosofia política para o meu TR das Nvens
e fazer lá minhas 120 questões lá na UFSM. Muito bem, gente. Tá, não pode cair, pode tendência, né, do contratualismo menos ligação com os autores pelas últimas questões que eu que eu observei, mas guardem sempre essa ideia, tá? o esquema do contratualismo. Vamos continuar, então. Vamos falar com quem agora? Com o Joãozinho Louco e o Rô. Cadê? Cadê aqui? Ah, tá aí, ó. Continuando, vamos então ali o Joãozinho Louco e o João Jaques, João Jacó Russult. Então eles ali, ó. Então estamos ali, estamos então página 45, aula 25, tá? Não vou repetir tudo, né? O
que nós já falamos sobre o contratualismo, mas é o mesmo esquema, tá? Só mostrar para vocês aqui, ó. Se vocês falaram, eu não tava que nem o Luciano lá, meu meu colega professor lá que que me deu aula sobre o estado natureza robeiano. Eu estava no estado de natureza de Roussea e de Lock. Uhu! Que é bem mais legal, bem mais tranquilo, que é o que, ó, Rousseau. E Lock, o estado de natureza não é um estado de guerra de todos contra todos. É o quê? É um estado, né? O Rousseau é o mais legal
pro Rousseau. É o quê? Ó, a natureza dispõe tudo para nós. Nós vivemos em harmonia uns com os outros, Né? Em harmonia, né? Nós seres humanos com a natureza, né? É tipo aquela coisa, né? Aquela menina do Enem, né? E aí, o que que você vai fazer depois, Enem? Ah, eu vou eu vou vender minha arte na praia e viver daquilo que a natureza me dá. É tipo isso, tá? Não falta para ninguém, tá tudo ali, né? A natureza dispõe tudo e tá tudo certo, cara. Coisa boa, né? Relativa inocência, cooperação, bons sentimentos. E no
lock, né? Pro Lock também é o pro Lock, né? Intermediário, relativa paz, relativa harmonia, né? Mas o Lock vai faler, vai já vai falar: "Cara, se tem gente, né, reunida, uma hora vai dar conflito, uma hora da briga, tá? Então, lembrem disso, não é o estado de guerra de todos contra todos, é algo mais tranquilo, tá? Mas legal. E aí cria uma dificuldade, tá? Se é mais tranquilo, tá tranquilo, tá favorável, por sair dele, né? [risadas] Essa é a pergunta. Então, olha aqui, ó. Mesma coisa que eu já falei para vocês antes, tá? Então, vamos
lembrar aqui, ó. A expressão, tá? Não é uma teoria única e segue o mesmo esquema, tá? aquilo que eu já havia falado para vocês anteriormente. E olha aqui, ó, visão geral comparativa, ó, hobbies, lembrar o qu, ó? Estado natureza, largados e pelados à tribo, guerra e segurança. Por quê? Ó, sair do estado da natureza, medo da morte violenta. Qual é a finalidade do contrato social? Garantir a Segurança, paz, ordem, harmonia. John Lock, ó, liberdade, mas insegurança e relativa dá conflito, que que cada um vai fazer? Vou defender o meu, vou advogar em causa própria. Então,
é por causa da ausência de um juiz imparcial, uma instância imparcial, né, para julgar os conflitos, que é preciso então um contrato social, proteger direitos naturais. Roussea o mais legal, tá? Qual que é o problema? O primeiro pacto social, contrato social, gera o quê? Injustiça social. Gera o quê? Desigualdade entre os seres humanos. E aí isso gera o quê, ó? Um governo ou um poder que é governa somente de acordo com os interesses de uma minoria ou interesses privados, não interesse de todos, dos cidadãos. Por isso que você faz um contrato social, né? Um novo
contrato social para justamente recuperar a liberdade política. Que que é liberdade política? Obedecer a lei que o próprio povo institui. É aí que eu sou Livre. Eu obedeço aquilo que eu reconheço racionalmente como bom justo. Certo? Então aí, ó, olha a fólora quem dizer meu primo. Ah, vamos vamos jogar fólora um. Vamos então a fólora para melorizar. Ó, Robs, segurança, já vimos Lock, garantia de direitos naturais. Rousseau, liberdade e soberania popular. Tá? Então, tá aqui. Olha aí, ó. Lock. Falou em lock. Lembro que, ó, na minha época você falava assim, ó, fulano lá é muito
lock, o cara trilock, meu. Triloque, ó. O cara é lock da cabeça. Lock, ó. Associem ele ao liberalismo político, tá? Olha ali, ó. crítico do absolutismo, do poder absoluto, porque, ó, excessos, tá? Passa por cima de direitos fundamentais que ele considerava direitos naturais. Falou daqui, ó, esses direitos anteriores ao Estado são chamados direitos naturais. associem muitas vezes a o lock a teoria jusnalista ou o jusnalismo, Que é o quê? Jus juris. Yus juris quer dizer o quê, ó? Direito. Então é o que, ó? Nada mais teoria do direito natural. Existem direitos que são, né, próprios
dos seres humanos anteriores ao Estado, certo? Então ali, ó, influenciou o constitucionalismo, tá? A ideia de governo, democracia representativa, tá? Que aparece onde? Algumas dessas ideias, tanto do Lock quanto do Rousseau, aparecem com força, por Exemplo, nas constituições democráticas modernas. a nossa Constituição. Se a gente prestar atenção, nós vamos observar ideias desses pensadores aqui, tá? liberais em maior ou menor grau. Então, problema filosófico é esse, proteger direitos individuais e limitar o poder do Estado. Ou seja, que o Estado, tá, não abuse do poder, que não usurpe ou o abuse, né, do seu do seu poder
e, né, vamos dizer assim, acabe com esses chamados direitos naturais. Então falou, ó, juznalismo, ó, direitos naturais, limites do poder, que é uma discussão que nós já encontramos ali, ó. Ah, comparativamente, ó, a limitação dos poderes, outro filósofo que é o Montes, que lá no no falecido Orcut, né, tinham as comunidades, né, o Orcut é o avô do Facebook. Daí tinha uma que era assim: "Qual é o seu hobbies?" Daí tinha uma foto do Hobbs, né? Para dizer: "Qual que é teu hobby?" E a outra tinha Montesquier daí, daí a pessoa dizia: "Sim, já escalei,
né?" Tinha outra que era o shop en Howarder. Vamos tomar um shop en Howard. Era o Shopenhauer com uma caneca na frente dele, ó. Então, tá aqui, ó, o Montesquia, ó, a teoria tripartida do poder, ou seja, poderes divididos, executivo, legislativo, judiciário, que atuam de Com certa autonomia em relação ao outro, mas que há o que, ó, ao mesmo tempo, há dependência. Nenhum manda mais, nenhum manda menos, um necessita do outro e todos estão sujeitos a essa força imparcial, tá? Que é a lei. Então, tá aqui, ó, consentimento, a o direito de resistência à tirania.
Quem? Joãozinho louco, John Loxes. Então, como eu falei, estado natureza loquiano. Tá loqueando, ó. En loque é o Qu, ó? Relativamente bom, tá? relativa paz, relativa harmonia, é um estado em que a liberdade, certa igualdade, certo, entre os indivíduos. Mas lembro que, ó, se é estado de natureza, não tem governo civil, nem autoridade política. Então, aqui, ó, liberdade, mas não é licenciosidade. Ah, vou fazer o que eu quiser, vou avacalhar, então tá, pega aqui, ó, toma, né? Não tem isso. Então, aqui, ó, nós somos seres racionais. Então nós estamos submetidos a uma lei Natural que
faz o quê, ó? Com que a gente reconheça, mesmo sem um governo civil ou uma autoridade política comum, né? Reconhecer que existem deveres e direitos uns para com os outros, que é razoável viver dessa forma. Então aqui, ó, não é uma guerra de todos contra todos. Então, quais são esses direitos naturais, ó, que eu falei para vocês, ó? É razoável. Tá? E a lei natural à qual nós estamos submetidos e devemos reconhecer porque Somos seres racionais, que é o que, ó? Ninguém deve violar o quê, ó? A vida, a liberdade ou os bens, a propriedade
privada de outra pessoa. É isso aqui. Esses são os direitos naturais. E tão vendo, ó, o papel do Estado é o quê? legislar e garantir esses direitos naturais quando nós vivemos na sociedade civil. É isso aqui. Esse é o ponto da razão de ser do Estado, segundo o nosso amigo Lock. Agora, o que que acontece? Na ausência de um poder, de um poder da Sociedade civil ou do Estado, nós temos o quê? Cada um tem direito de defender a lei natural, né? A vida, a liberdade e a propriedade. Não existe uma instância superior, imparcial que
julgue esses conflitos para serem resolvidos. O que que acontece? Cada um vai defender o seu, vai advogar em causa própria. Então eles têm o quê? São parciais. Qual é a consequência? Pode haver o quê? Pões excessivas, tá? E os esses direitos naturais Permanecem ali, ó, vulneráveis, frágeis. Então, tá aqui, ó. Beleza, tô andando na rua, já. Tô andando na rua, beleza. Que que acontece? Eu no estado de natureza, de repente eu lembro, bá, mas não tenho nenhuma nenhum copo aqui para para eu tomar minha água enquanto eu dou aula. Que que eu vou fazer? Hum.
Olha lá, ó. Um taquaral. Achei lá um bambu num numa num tamanho bom e eu lá pá cortei, cortei, deu uma lixadinha. Copinho perfeito para eu lavar pra aula. Tá Aqui, ó. É meu esse copo. Então o que que acontece? Um dia dando aula, eu esqueço o meu copo aqui e alguém leva esse copo. Aí eu vejo. Ah, não, tá com vendo eu daí. Ah, tá. que agora. Ô meu, é meu esse copo dele. Não, achado não é roubado. Quem perdeu um relaxado, tava aqui na sala, não tem teu nome, tem uma marca aqui. Falei:
"Não, mas é meu." Eu que fiz, cara. Fiz para eu tomar água. Mas eu também tô usando para tomar água. E agora quem que quem como é que vão Decidir? É, se tornou dele porque ele perdeu. É o mesmo copo que eu fiz, que ele achou? É realmente o meu copo ou não é? Cada um vai defender o seu, cara. E aí, como é que se resolve? Vamos se cagar pau. O que que tu vai fazer? Não tem. Tá? Imaginem em relação a coisas mais sérias. Então é isso aqui, ó. Tá? Esse é o problema
do Estado na natureza. Não existe uma lei comum, tá? Que é estabelecida. Não existe uma instância que possui poder reconhecido e atua de Forma imparcial para resolver esses possíveis conflitos, tá? E ser capaz de executar as decisões. Então, a ideia é essa, cara. na falta de uma instância, de um juiz imparcial, de autoridade reconhecida, é que é necessário então estabelecer um contrato social, tá? Especialmente em relação à propriedade. Então ali, ó, tá? Por que que a gente sai do estado de natureza? Para obter o que, ó, segurança jurídica, imparcialidade, uma forma racional e Razoável de
resolver nossos conflitos e garantir o quê? Os direitos. naturais. Se são naturais, então eles são o quê, ó? A vida, liberdária, propriedade. Não é uma dádiva de um governante, um presente concedido pelo governo a nós. Não é, não é uma criação da legislia legislativa. Vote ideia legislativa, não é? Tá. É o quê, ó? Se são naturais, pertencem a nós por natureza. existem antes do da sociedade civil e eles são o quê, ó? Aparecem como Limites ao poder político, ou seja, a sociedade, a política, o estado não pode violar a vida dos indivíduos. Ameaçá-la não pode
violar a liberdade e nem a propriedade de cada um, porque são direitos individuais que já existem antes do estabelecimento do Estado. E já que eles existem antes, é preciso que, ó, que o Estado proteja esses direitos. Essa é uma das funções do Estado. Então, ali, ó, governo existe para quê? Para os indivíduos. Não o contrário, tá? Não nós que existimos para o poder, ah, pro governo acumular mais grana, usar usar gente só para para fazer guerra, conquistar território e tal, massa de manobra, não é o contrário aqui, ó. Tá? Então, os direitos naturais são anteriores,
superiores ao estado. Por isso que o Estado deve legislar, governar, executar, né, a administrar justiça e executar decisões de acordo com o quê? com os direitos naturais, eles se Tornam, né, na sociedade civil uma extensão, tá? Eles se ampliam e são amparados o quê? Pelo estado por meio das leis. Então é isso aqui, ó. Por isso que ele vai falar para nós, né? Vamos pensar ali, ó. Ah, pensar no sentido de John Lock. Que que nós temos aí? O estado tem que garantir a liberdade. Vamos olhar pra nossa constituição. Que que todo mundo quer? Tá?
Tem liberdade de associação política, liberdade de crença, tá? Liberdade de associação, Temos liberdade de expressão, né? A liberdade, né? Ou o direito de ir e vir, que são coisas o quê, ó? Que se o Estado, né, não, eh, vamos dizer, restringe ou não permite que isso ocorra, nós temos o quê? Um estado atentando contra os direitos naturais, que são o quê? direitos de todos os indivíduos. Ah, direito à vida. Se um estado que não pune, né, violência, assassinato, ou o estado que tortura os seus os seus cidadãos, indivíduos, por Exemplo, é um estado que já
não está garantindo os direitos naturais, tá? O direito à vida, por exemplo. Então, não tá cumprindo seu papel. Então, é isso aqui, ó. Propriedade tá, tá lá na lei, tá no direito, cara. A polícia não pode simplesmente entrar na tua casa lá e e fazer uma vasculhar a tua casa e revirar as coisas. Tem horário, precisa de eh mandado de de busca e apreensão. São várias regras, né? Então nós temos certa soberania, Vamos dizer assim, ó, no nosso no nosso domicílio, tá? Aqui, ó, tá? Direitos naturais, estão vendo? se estende e se concretiza na forma
da lei. Então aqui, ó, falei aqui, ó, propriedade e sentido ambo, o nossa, a vida, liberdade, nossos bens, não é só coisas concretas. Então, até o próprio Rossô fala, né? Qual que é a nossa, a primeira propriedade natural? É o nosso corpo, cara. Nós podemos dispor do nosso corpo, da nossa força. Para quê? Para que por meio do trabalho nós possamos criar coisas que não existem na natureza, transformar a matéria bruta em artefatos, ferramentas, instrumentos para satisfazer as nossas necessidades, nossos desejos. Isso faz o quê, ó? Com que a gente torne, né, vamos dizer assim,
esses objetos nossos. Que nem eu falei do copinho ali, ó. Eu que por meio do meu corpo, pela ação do meu trabalho, transformei aquele simples pedaço de de bambu, de taquara em um copo, é meu. Foi Por eu que transformei, certo? Isso que faz com que ele se torne propriedade individual. E meu corpo também, ó, eu que disponho dele, né? Sou proprietário da minha força de trabalho. Mas e aí? Posso me apropriar de tudo, né? Tudo posso colocar. Não, ele diz: "Não, não é assim. Ah, beleza. Tem peixe lá no lago, tem. Vou tirar todos
os peixes do lago. Aí vai faltar pros outros. Que que vai acontecer? Muitos do peixe vai apodrecer. Nem eu vou poder usufruir Desse recurso. Certo? Então esse é o limite. E por isso que ele vai explicar que nós introduzimos a moeda. Permite o quê? Tá acumular riqueza, né? Recurso, sem necessariamente, né? Ter que ter bens concretos, né? ter peixe, né? Ter grão, etc. Então, tá aqui, ó, é o dinheiro. E o dinheiro, tá, né? A moeda, ela depende do quê? Consentimento, um acordo entre os indivíduos. Quer dizer, eu pergunto, o que que é uma nota?
Pode ser uma nota de R$ 100, né, o peixinho. Tu olha o que que é isso, cara. é um pedaço de papel impresso com símbolos, né, certas características que por uma convenção social, por um acordo, nós atribuímos um valor, tá aí. É isso. Ou o Pix, que é uma operação eletrônica, cara. O cartão de crédito, cara, que que é isso? É uma convenção, tão vendo? É isso aqui, ó. É um consentimento social. E ele amplia o quê? Possibilidade de desigualdade econômica, tá? É isso aqui. Então, ali, Ó. H, origem da propriedade privada, fundamento, o trabalho,
tá? É isso que o Lock vai falar. Que que nós temos aqui, ó? Semelhante a Marx, Marx vai falar também sobre a dialética do trabalho, que é o quê? Para Marx, em sua origem, o trabalho é fonte de humanização, que é, vamos dizer assim, basicamente quando o ser humano se separa da natureza, do julgo da natureza, do domínio da natureza sobre nós, fonte de humanização. Por quê? Nós criamos um Mundo de objetos que não existem na natureza, aplicando o quê? A nossa força de trabalho. Para quê? Satisfazer desejos e necessidades humanas. Daí ele vai falar
depois, né, dando spoiler. Ah, mas no século XIX, na sociedade capitalista industrial, o trabalho é alienado, é trabalho pelo trabalho, não é humanizado, não é para, vamos dizer assim, né, satisfazer nossas necessidades. Que que acontece aqui, ó, né? O fruto do trabalho não pertence a Quem produz. É isso que o Marques vai falar. Mas a perspectiva essa é a mesma, ó. O trabalho, fonte de humanização, nos liberta do julgo da natureza e faz com que a gente, que nós, seres humanos, possamos atender necessidades e desejos, tá? É isso que é de comum aqui. E é
que uma das coisas que o Marx discute também. E aí, ó, contrato social e os limites do governo. Por isso que eu falei, ó, é um consentimento, é um acordo entre os indivíduos para formar a Sociedade política. Para quê? Como eu disse ali, ó, proteger os direitos naturais, vida, liberdade, tá? E a propriedade. Então, ali, ó, como que o poder dos governantes é recebido? É uma relação de confiança. Nós depositamos nos representantes do governo legais, nas autoridades, o quê, ó? que eles cumpram a sua função de garantir, certo, os nossos e a proteção dos direitos
naturais por meio do quê? De leis, que não seja que não age de Forma arbitrária, autoritária, tirânica, certo? Então ali, ó, qual é a legitimidade do poder? É que ele é consentido pelos governados. nós permitimos, nós abrimos mão dessa nossa liberdade para o quê, ó? Para que façam, cumpra suas funções. Então, só uma algo para chamar atenção para LOC, ó, o poder legislativo ele tem, portanto, né, para na visão de Lock, uma função, vamos dizer assim, em termos de importância, ela é maior do que os Outros. Por quê? Porque é por meio de leis bem
elaboradas, tá? Leis bem pensadas, né? Completas, vamos dizer assim, é que é possível então fazer uma boa aplicação delas, tá? E aí, ó, e essa boa aplicação, ela serve o quê, ó? Para isso. Portanto, boas leis garantem, então, a proteção e a garantia dos direitos naturais. Então, lock dá uma grande importância para o legislativo. Então, ali, ó, legitimidade, lembram? É criação humana, não é dada por Deus, não É tradição, não é sangue, não é nada. É o quê? Ó, o acordo, pacto social, como representantes legais do poder. E é um poder o que, ó, limite,
limitado, certo? não está acima dos direitos, não. Eles também são governados por essas leis, que é mais ou menos, como eu disse, o que aparece nas constituições democráticas modernas. E olha só, diferente de Hobs que é muito difícil o poder ser destituído, nós temos em Lock o que, ó, sim, ele pode ser destituído. Estamos aqui, ó. Então o governo, ó, ele deve proteger os direitos naturais, como eu falei para vocês. Então, a autoridade do governo não vem, tá, não vem do governante. Ela é consentida, ela é legitimada pelos governados, certo? Porque, ó, é um é
um dever, um encargo da confiança que foi depositada pelos governados nos governantes. Então, quanto ele ele se torna tirânico, né, rompe essa confiança e, principalmente quando ele viola os direitos naturais, Ele deixa de ser legítimo. E aí o povo pode o quê? resistir, substituir, destituir o governo. Então, por exemplo, ali, ó, ah, um governo que tortura, tá? Que limita a liberdade das pessoas, tá? Que faz o que, ó, que que viola a propriedade privada. Lo que diria é um governo que viola os direitos naturais. Então, o povo pode resistir e substituir o o governantes, certo?
Então aqui, ó, é uma marca central da teoria do Joãozinho Louco. Joia? Então, vamos lá, Rousseau. Deixa eu ver se eu acho aqui, ó, qual que era aquela questão. Vamos fazer, vai dar tempo fazer uma uma questão aqui, ó. Olha aqui, ó. John Lock, tá? Que ano que caiu no Enem? Não lembro, mas geralmente essa obra, ó. Segundo tratado sobre o governo civil. Tá lá na coleção os Pensadores. Olha só. Vamos pensar aqui, ó. Sendo os [roncando] homens por natureza, todos livres, iguais e independentes, Ninguém pode ser expulso de sua propriedade e submetido ao poder
político de outrem, sem dar consentimento. A maneira única, em virtude da qual uma pessoa qualquer renuncia à liberdade natural e se reveste dos laços da sociedade civil, consiste em concordar com outras pessoas, em juntar-se e unir-se em comunidade para viverem com segurança, conforto e paz umas com as outras, gozando, ó, garantidamente das Propriedades que tiverem e desfrutando de maior proteção contra quem quer que não faça parte dela. Segundo a teoria da formação do estado de John Lock, para viver em sociedade, cada cidadão deve o quê? Vamos pensar aqui, ó, letra A. Manter a liberdade do
estado de natureza, direito alienável. Letra B, abrir mão de seus direitos individuais em prol do bem comum. Letra C. Abdicar de sua propriedade e Submeter-se ao poder do mais forte. Letra D. Concordar com as normas estabelecidas para vir em sociedade. Ou letra E, renunciar à posse jurídica de seus bens, mas não a sua independência. a vida em sociedade pro lock, né? O quê? É para manter a liberdade do estado de natureza. É abrir mão dos direitos individuais. nós deve abrir mão dos seus direitos individuais em prol do bem comum, abrir mão da sua propriedade e
submeter-se ao Poder do mais forte ou concordar com as normas estabelecidas para vir em sociedade ou renunciar abrir mão da posse, né, jurídica, né, de seus bens, mas não só a independência. Essa foi dificinha, cara. Hum. E aí, que que vocês diriam? Sem medo de ser feliz. Chuta B. Quem mais? Tem que chutar, cara. Uma tem que chutar. Tem que chutar. Tem que chutar, teu. [risadas] E aí, tu acha que é A? Um acha que é A, outro acha que é B. E aí? Hã? A D. Uhum. Vamos ver. Posso revelar a resposta? Vamos ver
quem vai lacrar, amiga. Olha aqui, ó. Concordar com as normas estabelecidas para a vida em sociedade, tá? Que é o que, ó. Tão vendo, ó? A única maneira, a, ó, a a maneira única em virtude da qual uma pessoa qualquer renuncia à liberdade natural, que é completa, né? E reveste-se o quê, ó? Dos laços, né, da Sociedade civil. Consci o quê, ó? Concordar com as outras pessoas, juntar-se e unir-se em comunidade. Que comunidade? Comunidade política, tá? Essa ideia, ó, que é o quê? Regida por uma instância imparcial, que são o quê? As leis, os poderes
que são servem para quê? Para garantir. Por exemplo, ali, ó, o direito natural, tá? Segurança, né? Conforto e paz, que é o que, ó? liberdade, propriedade, certo? É isso que ele traz para nós aqui, ó. Concordar Com as normas estabelecidas para vida em sociedade, tá? Não foi muito fácil não essa aqui, mas é uma questão boa, bem boa, tá? Isso aqui, ó, só deixei aqui para vocês, ó. Tão vendo, ó? O estado é formado sempre pelo quê? é um acordo, um consentimento. Então, quando a gente entra na sociedade civil, sai do estado da natureza, já
que é um consentimento, é o que, ó, obedecemos as leis para quê? Para conseguir, então, tá, essa proteção dos direitos naturais, como eu falei Para vocês ali, ó. Então, a gente não abre mão completamente desses direitos, já que eu falei ali, ó, não é abrir mão desses direitos, mas nós temos o quê, ó? Esses direitos acabam estando o quê, ó? Sujeitos, tá, a normas ou regras ou leis coletivas. É isso aqui, ó. Tá? Quem quiser ler depois o porqu tá incorreto, é sempre bom a gente pensar nisso, cara. Tô sem, né? Errei uma questão que
eu sabia o conteúdo, né? O que que eu confundi. Busquem sempre fazer isso, ver O porqu errei. Não só saber qual é a certa, mas lembrar o quê? Onde é que eu, o que que eu interpretei? Foi anacronismo, né? Confundi com um outro conceito, confundi com um outro autor? Tentem fazer esses exercícios, tá? E sempre eu digo, ó, façam exercícios dirigidos para as provas que vocês querem realizar. Ah, o FSM se atraca no FSM, Enem atraca no Enem. Façam isso que é a maneira mais eficiente que eu que eu percebo para você para que a
gente possa Então conseguir um sucesso, um resultado, né, bem próximo daquilo que a gente está almejando, tá gente? Então tá, fiquem bem e até a semana que vem. Se eu não explodir, essa é essa semana, pá, eu quase explodi semana passada, não falei para você, eu quase explodi chegando lá em Cruzalta, tem um um trevo, uma duplicação lá e eu olhei lá, eu tava ultrapassando um caminhão, né, na pista dupla e aí veio um outro que fez assim, óum, me viu lá e entrou. Eu Só dei uma freiada e puxei pra pista do lado e
o de trás veio lá e quase bateu em mim. Deus o livre. Olha só, eu mesmo. Vou mandar instalar uma gaiola de proteção. Tinha aquelas de corrida, sabe? No carro. >> [risadas] >> Yeah.