Olá, seja muito bem-vindo, muito bem-vinda à nossa live de hoje. Hoje vou falar sobre oito motivos pelos quais prefeitos e prefeitas contratam um consultor ESG. O ESG, para quem não sabe, é um acrônimo.
São três palavras. O E é environmental, o S é social e o G é governance. Portanto, é uma palavra inglês e a pronúncia deveria ser corretamente de, mas hoje no Brasil a grande maioria fala ESG.
Então, por uma questão de recurso didático aqui, eu vou usar a palavra ESG. E o ESG é um conjunto de critérios, programas, projetos, ações e indicadores que a gestão pública e também as empresas precisam adotar tanto na gestão quanto na operação para que seja o quê? Para que seja sustentável.
Então hoje você vai conhecer oito motivos pelos quais prefeitos, prefeitas, gestores públicos contratam o consultor ESG. Bom, primeiro começando aqui é que a gestão pública ela precisa deixar de ser amadora. Eu não poderia aqui agora hoje dizer que o modelo de gestão amador acabou porque ainda não acabou.
Bom, durante muito tempo, a gestão pública municipal brasileira funcionou no improviso, tomando decisões não por evidências, às vezes por achismos, às vezes por feeling, né? muitos projetos mal estruturados que acabam sendo reprovados quando o município ele vai captar recursos, quando ele vai apresentar uma proposta para captar recursos, participar de um edital, documentos mal redigidos e esse modelo precisa acabar. Existe uma pesquisa de que cada 10 municípios brasileiros, seis estagnaram ou retroagiram no desenvolvimento sustentável, ou seja, não conseguiram avançar na agenda ambiental, na agenda social e também na agenda de governança.
Por o que faz com que o município seja sustentável é justamente a adoção dos critérios ambiental, social e de governança. Eu vivenciei, presenciei municípios perdendo recursos por falta de documentos básicos que a prefeitura deveria ter, que o prefeito deveria ter, mas que não dispunha e aí perdeu recursos. importantíssimos para o município, para a população.
E hoje o Tribunal de Contas, ele não só o Tribunal de Contas, mas o Ministério Público, investidores, eles estão cada vez mais vinculando critérios ESG como regra para liberação de recursos. Então hoje o prefeito ele não é mais cobrado só por fazer o que tem que ser feito. Tem que fazer o que tem que ser feito e principalmente vincular o que está sendo feito com os critérios ambientais, sociais e de governança.
Vincular isso com os objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU, que são os 17 ODS. O Brasil é signatário do global da ONU. Portanto, ele tem que entregar esses compromissos, apresentar as suas contribuições e os municípios também precisam entregar as suas contribuições, ou seja, aquilo que o município está fazendo dentro daqueles 17 objetivos de desenvolvimento sustentável, que nada mais é que um guia para orientar os municípios na implantação da agenda ESG ou da agenda 2030.
que é a agenda da ONU, né? Então hoje o prefeito ele não é cobrado só por fazer, mas ele é cobrado também porque ele decidiu fazer, com base em que ele decidiu fazer. Ou seja, o município tem muitas demandas, um uma cidade tem muitas demandas.
E aí é fundamental que o município ele tenha um planejamento e esse planejamento ele consiga resolver grande parte dos problemas da cidade, levando bem-estar para a população, saúde, educação, segurança, geração de emprego e renda. Então, tudo isso é importante e nesta live de hoje eu vou te mostrar como o ESG deixou de ser uma pauta ambiental, porque a grande maioria pensa ainda que é uma pauta ambiental, outros pensam que é uma pauta ideológica e, na verdade, se tornou uma ferramenta de blindagem jurídica e também de eficiência administrativa de uma prefeitura que eu diria moderna. Bom, para cada problema que tira o sono de um prefeito, eu vou mostrar aqui para você hoje nessa live qual é a solução técnica que a consultoria ESG entrega.
Então, para cada problema que tira o sono do prefeito, eu vou mostrar aqui uma solução. E o prefeito hoje, né, muitas vezes o profissional, o consultor comum, ele chega falando muito superficialmente, né, e enfeitando muito o ESG. E o ESG ele é uma ferramenta de gestão.
Ele ele o o ESG tem o objetivo único de estruturar a gestão municipal e empresarial, eh, pautando as questões ambientais, as questões sociais e as questões de governança. Não tem nada a ver com discurso ideológico, com eh abraçar árvore, exatamente o contrário. O ESG ele é focado 100% na no planejamento municipal com o objetivo de dar visão, segurança para que o prefeito e a sua equipe, seus secretários possam decidir de forma assertiva, porque no fim do dia o que o prefeito ele quer é captar recurso, porque o município precisa e ele quer trabalhar de tal forma que o município e ele também estejam seguros.
Porque no fim do dia quem está com a caneta na mão e assina é o prefeito. E aí pode vir uma série de consequências. E o ESG, através do pilar governança, ele blinda a gestão pública.
E nós sabemos que quem assina é quem responde. Bom, então vamos entrar agora nos oito motivos pelos quais prefeitos contratam consultores ESG. Bom, vamos lá.
Vamos entrar então nesses oito motivos e como eu disse, né, para cada um tem uma solução. Motivo número um, falta de estrutura técnica. Para vocês terem uma ideia, 89% dos municípios brasileiros t até 20.
000 1 habitantes, municípios pequenos, eles não têm equipe técnica suficiente paraa própria demanda do município, quanto mais para uma agenda que é considerada nova, que é a agenda ESG. Então, o que acontece com municípios de pequeno porte? As secretarias, normalmente elas estão sobrecarregadas.
As equipes que fazem parte do quadro de profissionais da prefeitura são, na grande maioria generalistas. E o que acontece hoje? A a grande maioria, mais de 90% não tem equipe técnica que domine as metas ESG, que conheça a agenda ESG.
que conheça os ODS, que são os objetivos de desenvolvimento sustentável, não tem conhecimento sobre criação de indicadores ESG. E isso hoje é um pré-requisito, inclusive, para os municípios acessarem recursos. Eh, recentemente, agora final de janeiro, né, eh, todos os municípios brasileiros receberam uma circular do governo federal.
para que os municípios eles adotem agenda 2030 na gestão e também no planejamento. Se o governo federal chegou ao ponto de enviar uma circular para os municípios para eles integrarem a Agenda 2030, que é a agenda da ONU, é porque isso é pré-requisito, porque isso é fundamental. Ainda não é lei adotar agenda 2030 ainda.
Mas o Brasil ele é signatário do Pacto Global, ele vai prestar contas, portanto ele precisa mostrar resultado. Eh, hoje está em andamento a Frente Parlamentar ESG, que vai regulamentar o ESG no Brasil. Então, o que os municípios precisam, por onde eles começam a implantação da agenda ESG?
primeiro, fazendo um levantamento, fazendo um inventário, fazendo um diagnóstico do município para saber o que o município já tem em relação à agenda ESG, porque tem, certamente tem, e também o que o município não tem e o que o município precisa ter para estar nesta agenda ou para que o município, se ele não tem uma agenda e uma agenda é um checklist de compromissos. Se o município não tem ainda uma agenda ESG, ele precisa construir. É uma agenda de programas, projetos, ações que o município vai desenvolver durante o período da sua gestão.
Então, é fundamental o município ter um diagnóstico para ele identificar e não tomar decisões pautadas em feeling, em achismos, né, e não em evidências reais. E isso é fundamental. Então o município ele precisa ter um diagnóstico preciso, um diagnóstico abrangente que consiga identificar em cada pilar tudo aquilo que é pré-requisito e construir a partir daí a sua agenda de compromissos até 2030, agenda 2030.
E essa agenda não precisa ir até somente 2030. Ela pode ir até 2035, até 2040, de acordo com a situação do município, de acordo com que o município precisa investir. E muitos municípios brasileiros têm muitos problemas e não consegue resolver, obviamente, numa gestão só.
Então, precisa criar um cronograma e vamos chamar esse cronograma ESG de agenda ESG, que pode ser aí por nos próximos 10, 20 anos, mas é o importante é ter clareza do que precisa ser feito dentro dos pilares ambiental, social e governança. Com o diagnóstico, o município consegue priorizar os programas, projetos, ações e investimentos e aí sair em busca do quê? da captação de recursos, inclusive participar de editais que as secretarias estaduais têm, que as secretarias eh estaduais têm, que os ministérios têm e que vários fundos também ticos.
Então, ah, com a o diagnóstico e também outro ponto importante, como eu disse, a grande parte grande parte dos municípios, a equipe profissional muitas vezes é generalista. cada um fazendo eh uma coisa que às vezes nem é cargo, nem é função, mas quebrando o galho de um lado, quebrando o galho de outro e não tem o o município não oferece uma qualificação, não oferece na sua grande maioria a capacitação contínua da sua equipe, né, da su dos seus funcionários. E isso é fundamental porque quando é feito um diagnóstico e a os funcionários da prefeitura entendem o que está sendo feito, a importância que é o ESG para o município, porque o ESG ele prepara o município para receber recursos, então capacitação da equipe técnica é fundamental, porque aí a prefeitura, né, de uma forma geral, ela passa a falar a língua dos órgãos de controle, porque Tribunal de Contas, eh Ministério Público, vários órgãos, eh, de controle, eles estão adotando agenda ESG e a tendência é cada vez mais a cobrança eh começar e também intensificar.
E isso é muito importante. Mas para isso a prefeitura precisa, no mínimo ter um diagnóstico e saber se ela, o que ela, até onde ela está ou até onde ela não está em relação eh à agenda SGO, quão sustentável é ou não aquele município. E com isso, né, vamos agora para o motivo número dois, pressão de órgãos de controle.
e cada vez mais, como eu disse, está aumentando nos municípios. Como eu disse, o governo federal, através da presidência da República, né, eh, e seus ministérios, enviou uma circular para todos os municípios brasileiros, né, dizendo que é importante que eles estejam, que eles adotem, né, agenda 2030 no seu planejamento. Então, se não fosse uma agenda importante, isso de forma nenhuma teria chego, né?
e enviado para todos os municípios brasileiros. Então, o o o os gestores públicos, né, prefeitos, prefeitas, secretários, secretárias, tem o medo constante de uma auditoria surpresa. Imagina o o prefeito, de repente tá lá na sala dele, ó, a prefeita chega, olha, chegou aqui agora uma auditoria do Tribunal de Contas do Estado.
Nossa. Então, eh, e a essa pressão está aumentando cada vez mais. Portanto, é importantíssimo eles terem planejamento, terem prestação de contas, terem transparência daquilo que está sendo feito e principalmente com a participação social, com a participação da população, com a participação pública, né?
E o medo constante de uma auditoria surpresa, qual que é? de uma rejeição das contas, de um apontamento do tribunal. Então, o ESG ele vem como uma solução.
Por quê? Porque o ESG começando corretamente, que é através de um diagnóstico, né? Feito o diagnóstico, tem-se o prognóstico, aquilo que o município tem, aquilo que o município não tem e aquilo que o município precisa.
É identificado o que nesse diagnóstico? tudo aquilo que o município precisa fazer. Portanto, o município, ele vai atuar de forma o quê?
Corretiva? Não, ele vai atuar de forma preventiva, sabendo eh e tendo essa fotografia clara do município, o que o município tem, o que ele não tem. E aí o que ele vai precisar fazer dentro da agenda ESG e mais vinculando isso com os 17 objetivos de desenvolvimento sustentável.
Bom, a agenda ESG também quando é feito o diagnóstico, nós conseguimos antecipar riscos antes que eles virem até auto de infração. Por quê? porque foi feito o diagnóstico.
E eu vou dar um exemplo para vocês. Eh, estão sendo feitos agora vários eh a implantação de da agenda SG em vários municípios. E aí os consultores eles chegam até mim e fala: "Ângela, a maioria dos municípios que eu estou, né, e e é 100% do do dos consultores, né, que são alunos, eles falam assim: "O município não tem plano disso, não tem plano disso".
E são planos, eu vou dar um exemplo, plano municipal de saneamento básico. Esse plano é da lei 11. 445 de 2007.
aonde todos os municípios precisam ter esse plano municipal de saneamento básico que engloba água, esgoto, drenagem e resíduos. E esse plano ele precisa ser revisado a cada 4 anos. Tem municípios que o plano está vencido há 6 anos, tem planos que o município está vencido há 10 anos.
Então, quando o é feito o diagnóstico ESG, o consultor consegue identificar os gargalos do município, aquilo que o município tem, o que ele não tem e o que ele precisa. Com isso, antecipa os riscos e isso vira o quê? um escudo técnico para o prefeito, que muitas vezes tem medo de uma visita surpresa de um órgão eh de controle, né?
Motivo número três, organização da gestão. Grande parte, grande parte dos municípios, a gestão não está planejada. muitos documentos.
No momento que nós estamos fazendo diagnóstico, nós vemos que não tem organização dos documentos, as informações estão dispersas no município. Por isso se chega um órgão de controle, às vezes não, às vezes, às vezes até tem, mas não consegue localizar aonde está. Por quê?
Porque o município não tem tudo organizado e acontece inclusive de secretarias atuarem de forma isolada, por exemplo, a Secretaria da Educação, a Secretaria da Saúde, a Secretaria do Transporte, a secretaria do meio ambiente, várias da cultura, do esporte, várias secretarias atuando isoladamente. A prefeitura, ela é um sistema de gestão que faz a gestão da cidade. Portanto, as secretarias elas são eh interrelacionadas, uma precisa da outra, né?
E muitas vezes acaba acontecendo das secretarias, uma até sobrepor a outra. Por exemplo, Secretaria de Controle, né, de Controladoria, desculpa, Secretaria de Controladoria, às vezes é ela que tem tudo de todas as secretarias, ou seja, o secretário, a secretária sobrecarregada, sobrecarregada, carregando todas as secretarias. Por quê?
Porque os as demais secretarias não estão organizadas e quando vem um órgão de controle, vai em cima de quem? Inicialmente das da controladoria. para saber o que o município tem em relação a documentos, em relação a a leis, em relação a portaria, instruções normativas.
Então, cada secretaria age isoladamente e isso é comum. É como se a mão a mão direita não soubesse o que a mão esquerda está fazendo. E isso é uma falha muito grande.
E aí o consultor ESG, ele tendo essa visão que você que está aqui está tendo da importância da interconexão entre as prefeituras, criar o quê? um comitê intersetorial ou um comitê interas, né, para que todo fluxo da prefeitura seja um fluxo transversal, conectando todas as prefeituras sobre um único método, sobre o único modelo de gestão e que seja um modelo de gestão o quê? integrado.
É fundamental que crie esse eh esse comitê que pode ser chamado comitê ESG, comitê de sustentabilidade, eh comitê 2030, não importa. O mais importante é constituir essa esse comitê, as secretarias apresentarem os seus programas, projetos e ações e as suas metas e mensalmente cada uma mostrar o resultado daquilo que está sendo feito e assim o prefeito consegue fazer de fato uma boa gestão. Mas 100% dos municípios que eu já assessorei e que eu conheço não funciona dessa forma.
Então, o papel do consultor ESG para ajudar nesse processo é fundamental. Motivo número quatro, risco jurídico e também risco institucional. Risco do quê?
de processo de improbidade administrativa, risco de perder editais, aonde muitas vezes tem milhões sendo liberados para os municípios, mas eles não acessam. risco de eh fazer um licenciamento e ter esse licenciamento mal conduzido. Risco de perder prazos e isso é muito sério.
E licenciamento, por exemplo, de aterro sanitário é uma responsabilidade muito grande. E se o município ele não faz a gestão da sua das suas leis, não faz gestão das suas portarias, das suas políticas, que na grande maioria nem tem as políticas que deveriam ter, né, o município acaba tendo o quê? Risco jurídico e também risco institucional.
Portanto, quando o consultor ele faz o diagnóstico, ele prepara o município, ele organiza o município e aí identifica, né, quais são as leis, eh, pode ser inclusive identificado o prazo de de cumprimento dessas leis, porque, por exemplo, plano municipal de saneamento é uma lei, é obrigatória, é uma lei de 2007, portanto, Quanto, todos os municípios eles têm hoje essa esse plano municipal de saneamento básico. Por quê? Porque a lei estabeleceu que deveria ter sob pena do município não conseguir recurso.
Portanto, é fundamental que em a cada 4 anos, a a cada 4 anos, a cada mandato, seja feita a revisão, a atualização das metas, né? e as metas que esse eh prefeito, prefeita, está assumindo ao assumir o cargo na prefeitura. Então, é fundamental.
O consultor também, além de olhar isso, né, ele vai olhar, vai dar o quê? Segurança para o prefeito na tomada de decisão naquilo que ele precisa focar para não ter problema. problema de improbidade administrativa, magestão, eh, multas e multas podem ser multas milionárias interdição.
Eu conheci vários municípios que tiveram o aterro sanitário eh interditado. Imagina, a população tá gerando lixo, né, de constantemente e para onde vai esse lixo? Para onde vai esse resíduo, né?
Então é muito sério. E se o município ele não faz corretamente essa gestão, ele vai tocando e apagando o fogo. Uma hora o incêndio acontece e aí vira um problema muito sério.
E vou entrar agora no motivo número cinco, que é reflexo de todos esses motivos que eu estou trazendo. o risco jurídico, a improbidade administrativa, falha em editais, falha em licenciamentos, falha no prazo de leis, né? E isso faz com que o e eh entra entramos no quinto motivo que é projetos travados e projetos travados por diversos motivos.
Bom, primeiro eu quero dizer para dizer para você que recursos existem, tem recursos e são bilhões que os municípios podem acessar. São bilhões que são liberados para os municípios, claro, de forma compartilhada para todos os municípios. Agora, no terceiro decendio de janeiro, no terceiro decênio de janeiro, foi liberado mais de 7 bilhões de reais para os municípios, que é o fundo de participação municipal, sem contar os impostos, né, o ICMS que é distribuído de cada estado para os seus municípios e além de muitas outras fontes, né, às vezes o município pequeno, a arrecadação dele é baixa, mas ele pode ter acesso.
Então, recurso tem, mas o que pode acontecer é o município não estar preparado, o município não atender a os os requisitos dos editais, não atender os termos de referência e o projeto que o município apresenta não for aprovado e até o projeto não ser completo e até o faltar documentos para que o município acesse esse recurso. E eu já vivenciei municípios que deixaram de captar milhões porque não apresentou documentos básicos para acessar esse recurso. E eu vou dar um exemplo.
Um prefeito de uma cidade do interior, ele não conseguiu. O dinheiro estava pronto para ele receber. era só entregar o projeto, firmar, assinar o convênio.
E para assinar o convênio, alguns documentos eram necessários. O projeto estava pronto e o projeto estava aprovado. Quando um prefeito ele é eleito, ele recebe uma certificação, né, uma habilitação, um documento que diz que ele é prefeito.
E o prefeito dessa cidade deixou de captar milhões porque ele não apresentou esse documento. Por isso que eu digo que são documentos básicos. Então, qual é a solução que o consultor ESG pode trazer e com isso trazer alívio para o prefeito, para os gestores públicos?
a elaboração de um plano de ação, que é a criação e a e a listagem de todos os compromissos, de todas as prioridades identificadas no diagnóstico. E com esse plano de ação estabelecer indicadores, por exemplo, indicadores de coleta seletiva, quantos por ciclo é coletado, quantos por cin corretamente, definir metas e metas claras e metas factíveis. Então, é fundamental.
E o consultor ESG, ele consegue apontar projetos que o município precisa, não que ele vai executar, porque ele não é um executor, ele é um consultor. De acordo com o quê? Com a demanda ou as demandas que os municípios têm.
E principalmente, agora é pré-requisito, todos esses projetos que os municípios precisam apresentar para captar recursos, eles precisam vincular isso com os objetivos de desenvolvimento sustentável, que são os 17 ODSs. E quando eu disse logo no começo que o município ele não tem equipe técnica para indicar, por exemplo, num projeto com qual eh ODS ele está se comunicando, pode ser que por esse fato o município não consiga aprovar um projeto que seja muito importante para o município e talvez mesmo contratando uma empresa para fazer uma empresa de engenharia do interior, por exemplo, que vai fazer um projeto da estação de tratamento de afluentes da ETA, que é estação de tratamento de água, por exemplo, do município, ele não vincula com ODS. Exato.
Ele pode não ser aprovado. Então, é fundamental a vinculação hoje de todos os programas, projetos e ações que o município for captar com os 17 objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU. E como eu disse, todos os municípios brasileiros, agora em janeiro receberam uma circular do governo federal, dizendo da importância de adotar os objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU.
Bom, motivo número seis, exigência de planejamento. Essa é uma dor muito grande dos gestores públicos municipais. A gestão ela não pode ser reativa, viver apagando incêndio, que é o que acontece com a maioria dos municípios hoje.
O prefeito, ele precisa ter um planejamento o quê? estruturado, ele precisa ter um plano diretor, ele precisa ter o plano de governo dele, que é o PPA, que significa plano de 4 anos, né, que é o plano plurianual, alinhado a quê? Alinhado as as prioridades do município, né?
e com isso alinhar todo esse programa, porque quando um prefeito ele se candidata, ele vai passar por um processo de aprovação. E dentre a o que ele apresenta, não só documentos pessoais, mas também a proposta que ele tem de gestão. E aí é fundamental vincular isso agora aos ODSs, porque o PPA, que é o plano plurianual, que é o plano do qual ele deve debruçar e definir as estratégias do município, precisa ser revisado.
E é revisado, até porque ele fez um plano de 4 anos e durante o primeiro ano, o segundo, vão surgir o quê? novas demandas, novas prioridades. Então, é fundamental fazer essa revisão e anualmente o município faz.
Por quê? Porque no ano, por exemplo, de 2025 foi definido foi definida as prioridades de 2026. Então, é importante fazer essa revisão e não só a revisão, a vinculação com os objetivos de desenvolvimento sustentável, que são os ODSs da ONU.
Só que os prefeitos não sabem fazer isso e você pode aprender e você pode ir até o município e dar essa consultoria, né? E com isso construir o quê? A agenda ESG do município.
O prefeito ele não pode, e eles normalmente não pensam no mandato curto, eles pensam o quê? em reeleição, pensam em sucessão, eles pensam em manter no poder, claro, o seu grupo eh eh grupo político. Então, é importante que ele construa o quê?
Legados. Isso é muito importante. Motivo número sete, exposição reputacional.
Uma crise hoje vira uma manchete. Uma crise hoje vira um escândalo, né? Com o advento do smartphone, né?
Hoje todo mundo tem os seus smartphones. O que acontece? Rapidinho aquilo vira pólvora, né?
Faltou água, tá todo mundo sabendo. Daqui a pouco a região tá sabendo, o estado tá sabendo que na cidade está faltando água, né? que o caminhão eh da coleta seletiva não passou, que o caminhão do lixo não passou, que o o ônibus do transporte escolar quebrou, então rapidinho.
Então, é fundamental o município ter o quê? um plano de emergência, ter um plano de contingência, trabalhar de maneira sempre preventiva e não corretiva. Mas para isso ele precisa ter o mapa da do município para que ele tome as decisões corretas e mais crie um comitê eh intersetorial, como eu disse, e dentro desse comitê traga pautas como eh um comitê de risco, né, em situações de risco, em situação de emergência.
E hoje nós estamos vivendo crises climáticas. E a crise climática, ela afeta 100% dos municípios. E o consultor ESG, ele consegue entrar exatamente aí e ajudar a estruturar esse planejamento municipal, a criação de um comitê de emergência, criar um plano de emergência, criar um plano de gestão de risco, um plano de contingência.
E isso é fundamental. Motivo número oito, segurança na tomada de decisão. Não é fácil para um prefeito assinar tudo que chega na mesa.
Por quê? Porque ele acaba sendo responsável. E eu vou dizer que isso é uma síndrome, né?
a síndrome da solidão do poder, porque quando ele assina, ele responde por aquilo e muitas vezes responde sozinho e responde não só eh eh com o CNPJ da prefeitura, mas também com o próprio CPF. Então, o medo de assinar e de responder sozinho é um desafio muito grande. Quantos prefeitos eles depois que saem da gestão eles têm muitos processos para responder e muitas vezes não que estejam 100% errado em todos, mas acaba tendo uma série de problemas e tendo que justificar esse problema.
Então isso é muito sério e o consultor ESG ele pode entrar aqui como um conselheiro, porque o nome já fala, ele vai ser consultado, um consultor, e ele pode ser um conselheiro, né, de confiança, fornecendo o quê? Dados técnicos, preparando o gestor público para a tomada de decisão e decisão que seja assertiva. tanto para o município quanto para ele como gestor público.
Agora, encerrando aqui os oito motivos, né, eu quero dizer para você que, advogados, consultores, o maior erro é achar que o ESG ele não tem a ver com outros pilares além do pilar ambiental. E na verdade o ESG eh, no município, o pilar G, ele é o mais importante, que é o pilar da governança, é o pilar que governa o município, ou seja, é aonde são criadas as leis, são criados os decretos, os processos, aonde são criadas as políticas que vão vão o quê? Gerir, administrar o município.
É na governança que está o quê? o poder de decisão. E se o poder de decisão está na governança, é ele quem decide os investimentos no pilar ambiental, no pilar social e no pilar governança.
Então essa visão é importante que profissionais que queiram atuar como consultor ESG em municípios tenha muito claro e mais pensar que o ESG ele começa pelo pilar ambiental ou pilar social. Pode começar? Claro que pode.
O diagnóstico pode ser por secretaria? Claro que pode, só que até para começar em cada um dos pilares depende da aprovação do pilar administrativo, que é o pilar governança. Então o pilar social, o pilar governança é o que equilibra aí os esforços aonde?
no pilar social e no pilar governança. Então, quando você for falar em uma prefeitura, né, deixar claro que o ESG não é coleta seletiva, que o ESG não é plantar árvores, o ESG é segurança administrativa, é segurança jurídica e é eficiência. Então, é exatamente isso que significa o ESG no município, segurança jurídica, eficiência administrativa e eficiência na administração, inclusive no caixa da prefeitura.
Quando você entende isso, que o ESG ele está ligado diretamente com a gestão municipal, que diz respeito ao planejamento, à adoção dos critérios ambientais e sociais através de uma boa governança, você para de olhar o ESG simplesmente como uma pauta ideológica, uma pauta ambiental, uma pauta filantrópica. Na verdade não é nada disso. E digo mais, quando você começa a enxergar o ESG como um modelo de gestão estratégica, você identifica não só a necessidade, mas a urgência que os municípios têm na implantação dessa agenda, porque a agenda ESG é ela quem prepara, organiza, planeja o município para que ele seja sustentável E com isso ele prepara um ambiente para atrair o quê?
Investimentos e também facilita o acesso a recursos. Se você entende isso e se você mostra isso para os prefeitos, eles te contratam, porque é exatamente isso que os prefeitos precisam para terem uma boa gestão e blindarem a sua gestão e também eh terem acesso à captação de recursos e por isso paga-se altas remunerações. Então ESG não é discurso.
ESG é coisa séria. ESG não é moda, não é algo que veio e vai passar, porque eu estou falando de um modelo de administração pública, olhando as questões ambientais, as questões sociais, as questões de governança. Isso envolve organização, envolve segurança, envolve planejamento, envolve o quê?
a proteção tanto eh da gestão quanto também da população, porque a população passa a ser muito melhor assistida. uma população melhor assistida é uma população que naturalmente vai reeleger essa essa administração. Bom, é exatamente aqui, né, que advogados e consultores bem preparados se tornam estratégicos para os municípios.
E se você chegou até aqui e se esse conteúdo ampliou a sua visão sobre o papel do ESG em municípios, essa série de lives é a continuidade natural desse raciocínio. Eu estou em cada live, cada aula dessa, aprofundando como essa agenda funciona na prática. dentro das prefeituras.
Então se inscreva no canal, ative o sininho para você acompanhar as próximas lives e mais para você ser notificado, notificada toda vez que eu entrar aqui ao vivo ou publicar um novo conteúdo. E esta é a segunda live de uma sequência de lives que eu vou fazer explicando o ESG nos municípios por diferentes perspectivas. práticas.
Então, te vejo na próxima live.