Ei você aí que olha para uma tomografia computadorizada de crânio e quer sair correndo ou então que não sabe diferenciar as ponderações de uma ressonância magnética eu tenho uma boa notícia tô trazendo aqui dicas valiosíssimas para afastar de vez os seus medos da neuro imagem você duvida Então vem comigo fala moçada tudo bom com vocês já vou pedir para você se inscrever aqui no canal dar joinha no vídeo ativar as notificações Porque como você estão vendo a gente tá produzindo muito conteúdo Bacana aqui pro YouTube bom gente vamos falar do Arsenal diagnóstico que a gente
tem à disposição quando se fala de neuroimagem quatro ó raio x ultrassonografia tomografia computadorizada e ressonância magnética raio x deve ter pintado uma interrogação aí com certeza você já pediu um r x de cervical naquela série Trauma do paciente que chegou lá no hospital de trauma para você é tá cada vez mais proscrito com o incremento das tomografias computadorizadas cada vez menos as pessoas vão aprender a solicitar um R sheit cervical Mas é só para comentar mesmo a ultrassom ela geralmente é utilizada na Pediatria rotação transfar nela ou então exame de vaso o dooper e
a gente não vai falar desses dois métodos não a gente vai falar mesmo é de tomografia computadorizada e de ressonância magnética E aí pode surgir uma pergunta na sua cabeça Qual o melhor método e eu vou te responder de forma bem confortável depende Depende se você tá na emergência depende da sua suspeita Clínica depende do quanto você pode investir nesse paciente e depende também obviamente da disponibilidade bom falando da tomografia computadorizada de crânio é um exame que vem cada vez mais estando disponível aí como Arsenal diagnóstico para os médicos Ela utiliza radiação ionizante para obtenção
das imagens que vão ser distribuídas em três janelas a janela óssea a janela para parenquima e a janela da anj tomografia que a gente tá tratando aqui como janela mas a gente sabe que ela é bem parecida com a tomografia mas com a infusão de de um contraste endovenoso E aí o que a gente tem que analisar é o seguinte quando a gente tá diante de uma tomografia a gente avalia o que tá aparecendo na nossa frente como hipointenso e hiperintenso esse espectro de variações o hipointenso é o ar e o hiperintenso é o que
brilha é o osso é o sangue de brinde vai aparecer aí uma tomografia com projétil no crânio de um paciente que brilha mais até do que o osso mas o nosso parâmetro de hiperintenso vai ser o osso sangue que são as estruturas que vocês mais vão visualizar agora falando da ressonância magnética é um exame que utiliza o movimento das moléculas de hidrogênio para gerar as imagens e transformá-las em seis janelas mas a gente vai falar principalmente de três aqui bom a ressonância magnética tem um detalhamento muito maior quando se comparar da tomografia de crâneo e
geralmente você vai US vai utilizar ressonância Por exemplo quando você tá suspeitando de alguma coisa que você precise de um padrão mais específico assim da imagem para correlacionar com a clínica fechar o diagnóstico por exemplo uma situação de tumor cerebral você não vai utilizar uma ressonância no AVC agudo que você só quer diferenciar ali se tem ou se não tem sangue um paciente em janela que pode ser beneficiado com a trombolise endovenosa percebeu que isso é uma análise que varia de paciente para paciente de situação para situação é assim que a gente tem que pensar
agora falando das janelas da ressonância magnética eu vou trazer três para vocês a primeira é a T1 que é considerada anatômica anatômica por quê Porque a substância branca é mais clar é branca não tão Branca mas é branca a substância cinzenta é mais escura e o licor ele é hipo atenuado lembrando Na ressonância magnética a gente vai utilizar outro termo para descrever outros termos para descrever o espectro de estruturas que a gente tá visualizando ao invés de hipodenso a hiperdenso da tomografia aqui vai ser hipointenso a hiperintenso ou hipos sinal até o hipersinal a segunda
ponderação que eu vou trazer para vocês é a t dois que é o contrário da anatômica da fisiológica que é at1 por quê Porque a substância Branca vai ser mais escura a substância cinzenta vai ser um pouco mais clara e o líquor vai brilhar na sua frente a terceira ponderação é o flir que é uma T2 sem líquor é isso mesmo que você ouviu então ela vai ser contrária com a substância branca mais escura a substância cinzenta um pouco mais clara o líquor ele não vai brilhar sabe por quê Porque ela vai ser muito útil
para avaliar doenças desmielinizantes onde a gente precise atenuar o sinal do liquor para ter uma visualização melhor fechou pronto moçada revisão básica aqui a gente diferenciou tomografia de ressonância entendeu que varia muito essa questão de melhor pior na verdade ela nem existe você vai adequar fazer uma utilização racional dos métodos diagnóstico Como tudo tem que ser na medicina agora a gente escolheu aqui algumas situações muito importantes pra prática Clínica acho que não tem como começar com as situações clínicas possíveis Na neurologia das mais comuns sem falar de AVC né avião sem asa fogueira sem brasa
é a neuro sem o AVC você tá com paciente chegou em janela com déficit focal de instalação súbita Que exame você vai solicitar você vai solicitar ressonância o que demora para chegar demora para fazer é menos disponível você vai solicitar uma tomografia porque você assistiu a minha outra aula e viu que no AVC tudo você tem que ver se tem sangue se tem sangue é AVC hemorrágico cuidados relacionados a AVC hemorrágico se não tem sangue você vai partir para avaliar os critérios de inclusão e exclusão deste paciente desta paciente numa possível trombólise endovenosa é tomografia
pro paciente em AVC agul ponto primeiro exame que tem que ser solicitado depois de descartado quadro de hipoglicemia com a Glicemia capilar dextro e enfim essas coisas aí que chamam glicemia capilar beleza e aí E aí a gente tem a principal diferenciação do AVC químico pro hemorrágico que é exatamente isso o sangue vai brilhar ele vai ser hiper intenso ele vai chegar para você dizer assim ó tô aqui enquanto no AVC esquema em janela geralmente você não vai ter sinais assim vultuosos de alguma cometimento então aqui eu vou mostrar uma apresentação temporal do AVC para
vocês considerando os quadros hiper Agudos subagudos e crônicos nos hiper Agudos tem alguns sinais que a gente vai discutir daqui a pouquinho no caso do AVC subagudo você já recebe uma diferenciação e aqui vai uma dica muito importante na neuroimagem Na neurologia você vai avaliar a simetria um lado com outro o normal nunca é o outro exame que você viu e considerou normal o normal daquele paciente é o outro lado se estiverem dois acometidos vai ter vai ter que ter um pouco de bom senso mas é sempre assim análise comparativa E aí você vai ver
que nessa tomografia do AVC subagudo você percebe que já há uma diferenciação já há um sinal de hipodensidade jun com um hipersinal de artéria cerebral média artéria cerebral média hiper dença aí já AVC crônico você perceba que a área de necrose Ela se parece muito com líquor hipodensa Então a gente tem aí um paralelo no AVC hemorrágico sangue brilha no AVC quê crônico parece com Lor é bem semelhante ao ar aquela área morreu ela vai ficar hipodensa Flash Card na telinha para vocês Quais são os principais sinais hiper agudos de isquemia na tc de crânio
são qu vou elucidar tá aparecendo aí na tela artéria cerebral média per Dena que já tinha aparecido aí no slide anterior é um sinal considerável se você tem uma oclusão de artéria cerebral média Pode ser que o prejuízo funcional seja muito grande porque é uma uma artéria de grande calibre a gente tem o desaparecimento da ínsula que na tomografia é um filetinho aí entre o ncle lentiforme e esses sucos e esse desaparecimento ele também indica isquemia precoce porque você já perde essa diferenciação que é mais nítida tomografia de crânio normal Depois disso a gente tem
o desaparecimento do núcleo cald vou mostrar para vocês aí em detalhe ó que ele brilha de um lado e do outro ele tá desaparecido com exceção da artéria cerebral mé per dença esses outros achados Eles já são associados ao edema que tá sendo causado pelo sofrimento da hipóxia e por fim pelo mesmo motivo o desaparecimento dos sucos perceb o quanto é importante analisar simetricamente com a tomografia de um lado a tem sucos do outro eles estão sumidos por conta do edema E aí imaginemos que você tromboliza um paciente com um AVC aquele AVC de artéria
cerebral média no AVC grande você conseguiu trombolizar e durante a trombose ele teve rebaixamento no Nel de consciência Qual a principal complicação da tromboses endovenosa a principal complicação Flash cai na tela aí ó é o sangramento e principalmente sangramento em sistema nervoso central que é o que a gente chama de transformação hemorrágica eu vou mostrar para vocês e agora tá aparecendo a as quatro classificações a classificação de ecas pra transformação hemorrágica ó no ecas um São sangramentos Peter quais bem difusos no eca2 já uma confluência desses sangramentos petequiais ecas 3 e qu já a formação
de um hematoma e diante de um quadro de possível transformação em Ráo você teve uma uma complicação na trombólise Química ela tem que ser suspensa imediatamente o paciente ele tem que ir pra tomografia fazer um anc de controle e agora a gente vai falar de AVC hemorrágico a primeira diferença que a gente tem que fazer entre a hemorragia intra pararem matosa IP HSA as condutas elas são bem diferentes essa divisão aqui ela é didática tá bom pessoal na hemorragia intra parent matosa a gente tem hemorragia lobar e a hemorragia hipertensiva a hemorragia lobar ela geralmente
tá associada a angiopatia amiloide a hemorragia hipertensiva está associada ao que o nome sugere mesmo hipertensão diabetes despideme de pequenos vasos o HSA geralmente está associado a ROM rompimento de um aneurisma ou a trauma dica fera aí para você decorar as principais topografias da hemorragia intraparenquimatosa do tipo hipertensiva Por que essa dica Funciona porque a hemorragia intraparenquimatosa hipertensiva ela se dá em locais de artérias perfurantes e onde é que a gente encontra essas artérias é para isso que você vai utilizar esse método mnemônico o paciente do avch hipertensivo ele não tem pressão controlada n núcleos
da base t tálamo p ponte e c de cerebelo essa dica é fantástica Professor pavo um abraço agora falando de HSA a gente tem a escala de Ficher só pra gente tentar otimizar o tamanho da HSA no Ficher um é o paciente que tem clínica ele chegou com aquela cefaleia trovoada aquela cefaleia super intensa e aí você fez o exame olha desesperado porque não tem nada aparentemente não tem sangue ou se tiver muito discreto que não dá nem para perceber pelo método de imagem aí como é que você prossegue na investigação para confirmar se tem
hemorragia subaracnóide punção Lica para ver se tem emmassa nesse lqua beleza no espaço superac noide o Fisher do você já percebe sangramentos discretos ali em alguns pontos em algumas cnas no Fisher 3 você já tem hematomas mais pronunciados mais cisternas acometidas e no Fisher 4 aí é uma tempestade pode ter M ventrículo enfim muita coisa o prognóstico é geralmente muito reservado e a escala de ficha é curioso que ela tem uma relação com a possibilidade de vaso espasmo mas nesse caso não é o Fisher 4 o paciente que vai apresentar mais vaso espasmo é o
Fisher 3 agora vamos falar de traumatismo C encefálico eu tenho certeza que quando a gente fala de traumatismo e neuroimagem duas imagens aparecem na cabeça de vocês uma é o hematoma subdural no formato de meio de lua crescente né e o hematoma epidural que tem o formato de lente biconvexa Mas vamos entender um pouquinho da neuroanatomia imagem na tela aí para vocês de forma bem simplificada a gente tem aí pele perió osso e as três menes duramater aracnoide e piamater a duramater na calota craniana ela tem dois folhetos um que é aderido ao perió quando
esse folheto se desprende por trauma e consequente sangramento é que a gente tem a formação do espaço epidural ele não existe na vida ele é formado nessas situações E aí é que vocês podem perceber nessa outra imagem que a gente tem o espaço subdural o epidural que é formado a partir desse descolamento e de brind emagin para paren matat lobar nesse sistema bem bacana Aí percebam que em azul a representação do liquor E é exatamente por isso por no hematoma subdural haver contato do licor com o sangue que você pode numa punção liquórica identificar e
confirmar um diagnóstico de HSA beleza Chegamos nos tipo de hematom eu disse que duas imagens provavelmente se formaram da sua cabeça mas eu tenho uma Denda o hematoma subdural ele pode se dividir em agudo e subagudo ou crônico e aí você percebe naqueles conceitos iniciais que a gente falou joga a imagem na tela o hematoma subdural Agudo o sangue ele tá brilhando no subdural subagudo crônico esse sangue ele já foi absorvido e você percebe aí uma hipodensidade mostrada pelas setas em branco e por fim o hematom epidural tem esse formato de lente biconvexa é importante
lembrar que o hematoma subdural ele é mais frequente em pacientes idosos e etilistas que tem um comprometimento do volume cerebral esse sangramento do hematomas cidral é venoso ele é decorrente das veias em ponte que existem no encéfalo quando você reduz isso essas veas elas ficam mais soltinhas e com tralma elas ficam mais propensas a sangrar é um sangramento geralmente lento por isso alguns casos passam até despercebidos no caso do hematoma epid oral é sangramento arterial geralmente por rompimento da artéria Menin média esse sangue ele vai se acumulando se acumulando se acumulando o paciente pode também
ficar bem e de repente ele puf rebaixa é o que a gente chama de janela sintomática então todo paciente com trauma crâ encefálico você passou pela tomografia mesmo que você não identifique nada se ele tem um fator de risco se ele teve um trauma de alto impacto se ele teve lesão em região alguma fratura de base de crânio ele tem que ficar em observação porque ele pode estar na janela sintomática ele vai paraa casa rebaixa pior o quadro e aí você pode perder esse paciente e para finalizar Quais são os sinais clínicos de fratura de
base de crânio tem que saber tem que saber eu sei que vocês sabem vai lá sinal de battel sinal do guachinim E tem também rinorreia e otorreia que é quando há vazamento de liquor pelo nariz ou pela orelha gente acho que é isso a gente conversou muito sobre imagem perceberam que tem muitas situações que podem aparecer ou que até já apareceram na sua vida e percebendo que não é difícil é só observar ver padrão fazer comparativo e entender um pouquinho como que essas imagens São obtidas isso vai fazer o estudo da neoimagem se tornar mais
fácil para você vamos afastando essa neofobia para que ter mais conteúdo aqui Beleza deixa a sugestão nos comentários fala o que você achou a gente vai gostar muito de ler as suas impressões falou um forte abraço para vocês e tchau