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Encontro II | Thalita B.

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Ana Eliza Costa
Então, a nossa, a minha proposta para pra gente aqui hoje é a gente entender de fato qual que é a transformação que você entrega, que que você vende, que que que você porque assim e como que quais são os extremos da jornada dessa mulher que te procura que entenda, embora a gente esteja falando de desenvolvimento pessoal, a gente tá falando de alguém que tá num ponto A toda lascada, com dores, problemas, umas dúvidas e ela vai chegar aqui até o ponto B com o teu acompanhamento, a tua metodologia, a tua consultoria, o teu programa. Aqui
é onde os problemas foram resolvidos. Ela aumentou o nível de consciência, ela tá mais empoderada, ela se conhece, ela toma decisões, problemas foram resolvidos, desejos foram realizados. Só que entre esse caminho e esse, perdão, entre esse extremo e esse extremo tem um caminho. E a gente precisa para entender que caminho é esse, o que que eu vou entregar no meu caminho, eu preciso entender que extremos são esses para eu poder olhar, cara, pra pessoa sair daqui e ela chegar até aqui, quais os passos ela precisa dar? Aí vem a minha metodologia para eu entender se
tá mais ou menos adequado para essa persona que eu desenhei. Então, pera aí, deixa eu abrir aqui com você o teu notion. Ligou aí teu computador ou não ligou? Ligou. Agora tem, eu tô no notion aqui como guest no Anelisa. Aí tem plano De ação e tem outro que é só talita grandão. Aí eu tô tentando entender qual dos dois que é porque ainda tá carregando. Taleta Brandão. Mas olha só o cadê transformação? Deixa eu abrir aqui. Lá no teu notion, tu vais encontrar essa aba aqui, ó, do ponto A e B. essa com sapato
rosa. Então, como eu tava te falando, extremos da jornada, cliente tá no ponto A, ela tem dores, medos, dúvidas, objeções e sonhos que ela ainda não realizou. Ela sente falta de algo, tá travada em alguma hora da vida e é por isso que ela quer a transformação que vai ser entregue através da tua metodologia, que vai guiar ela nessa travessia. No final, ela vai chegar lá no ponto B, que é esse lugar onde os problemas foram resolvidos, os desejos foram alcançados e ela tá tendo muito mais autonomia de como sentir, de como se de se
expressar. Então, a gente vai ter que mapear esses extremos da jornada, como ela se sente no ponto A e como ela vai se sentir depois da tua transformação no ponto B. O ideal é conhecendo essa persona, né, já tendo conversado com algumas delas, a gente usar palavras que ela usaria pensando em situações do cotidiano e no que realmente vai mudar para ela. Porque isso, Tali, vai te ajudar a visualizar com clareza o caminho que precisa ser percorrido. Isso vai dar base para mapear conhecimentos e habilidades para você ensinar, etapas da jornada que essa pessoa precisa
cumprir. Você nunca implementou o programa com ninguém, né? Não, do jeito que ele tá assim, não. Eu ajudei uma pessoa e ela ainda conseguiu casar, tá grávida, enfim. Mas assim, falando, tá? Pois é. Então, a gente vai formalmente desenhar as etapas dessa jornada. Isso vai te dar base para produzir conteúdo, tá? Então, o exercício ele é simples, mas muito poderoso. Eu trouxe aqui alguns exemplos. Eu queria ir validando contigo para você ir escrevendo. Abriu o Notion ou a gente vai fazer no papel? Abriu o notion. Tô aqui sua vez. Pontuar. Onde ela está hoje. Isso.
Tá aí, ó. Então, você tá vendo aí, ó? Sente uma trava profunda que não sabe nomear. Sei que tem algo me impedindo, mas não sei o que é. Se eu descobrir, tudo flui. Isso procede. Uhum. tá bem sucedida no trabalho e dividida por dentro, competente lá fora, mas sente que não dá conta da vida pessoal. Uma bagunça da porta para dentro. Exato. Trava nos relacionamentos, cria 1 hipóteses antes de dar um passo e não faz nada. Quando se expõe, afunda envergonha. Que ridículo. Parece um adolescente. Isso já não procede porque eu conversei com elas. Já
vou editar aqui. Eu conversei com elas e na verdade elas têm relacionamento, mas são todos horríveis. Elas chegam a ter relacionamento, elas chegam a ser eh chamadas para sair e tudo mais, mas são relacionamentos um Pior do que o outro. Eu escutei ainda, eu não quero repetir, eu não quero ter que passar por tudo novamente. Então tá, bota aí então, ó. Queria 1 hipóteses antes de dar uma Não. Então, eh, segue, trava nos relacionamentos. Uhum. Segue um padrão, o tal do dedo podre, né? Eh, tu tá conseguindo escrever no Notion? Quer que eu escreva? Ele
travou e eu fim pro papel. Fique tranquila. Pode pode ir que eu vou. Tá. Então, beleza. Então, a gente entendeu que não é que não tem relacionamento, ela tem, mas é uma porcaria porque não sabe escolher, né? Vive numa armadura para não ser ferida. Para ela demonstrar emoção é sinal de fraqueza. Uhum. No trabalho, segura por fora e desmorona por dentro. Lê: Discordância como ameaça. Microgerencia tudo, esconde que se sente impostora e tá à beira do burnout. Que que você acha? Aqui eu conversei o burnout era muito mais uma questão de eu vou dar conta,
mas ao mesmo tempo esa deixa eu ver de novo. Meu trabalho segura por fora e desmorona por dentro. Lei discordância como ameaça. Microgerencia, esconde que se sente impostora. Não, ela não se sente impostora. Ela sabe que ela é boa, ela sabe que ela dá conta. O burnout serve, o burnout ele vem quase como um eu sei que eu sou boa e eu vou provar para vocês que eu sou boa, então eu vou dar conta de fazer tudo isso aqui. Legal. Não é tanto a síndrome de impostor, não. Então é o contrário. Eh, a beira do
burnout porque quer se provar. Uhum. E aí a gente vai paraa identidade. Domingo à noite é vazio e rola ansiedade. O silêncio em casa dói, conquista e não sente nada. Fora do cargo do trabalho, ela não sabe quem ela é. Isso aqui eu ainda não posso bater o martelo porque todas as que eu conversei, elas não tinham um cargo igual da minha cliente ideal. Então elas ainda não chegaram nessa questão de fora do cargo não sabe quem é. É quase como um é eu tenho um trabalho e eu sou boa no meu trabalho, mas o
trabalho ainda não virou a identidade. Foi seu lugar, né? Entendi. Não é? Quer apagar esse? Só tirar esse final aí. Fora do cargo não sabe quem é. Uhum. Show. Quando tenta e não consegue. Autocobrança pesada e frustração. De cara pro gol e não consigo marcar. Real. Real. O que quer e ainda não conseguiu. Relacionamentos leves, paz, sentir-se inteira, mas não consegue nem descrever como seria. Aqui tem uma pegadinha que eu achei fantástica e a chave foi virar ontem. Conta. Ela fala que ela quer ter um relacionamento saudável, mas ela não ela não sabe definir o
que é um relacionamento saudável. E na verdade o que ela realmente quer é parar de errar. É só isso. Não é a cena do futuro do marido da casa da cerca branca e os cachorros e as crianças. Não, ela não consegue nem ver isso. Entendi. Nem existe essa nem vislumbra, né? Não, mas então então tá certo isso aí, né? não consegue nem descrever como seria isso, mas o que ela quer e ainda não conseguiu parar de repetir o padrão, porque esses relacionamentos leves, Pais, se sentir, ela não tem nem isso de se sentir inteira, porque
ela nem sabe o que é se sentir inteira. Entendi, entendi, entendi. No momento só é parar de fazer merda mesmo, né? Exato. Exato. Sentir que tem o controle. Então vai, bota aí, troca esse relacionamento leve e o pai se sentirse inteira por parar de errar. Eu vou colocar aqui parar de errar e de repetir relacionamentos ruins, que é isso que ela quer. E tá bem mais fácil, porque aí eu não preciso fazer um de futuro maravilhoso, que ela não consegue visualizar esse futuro maravilhoso. Só teve uma que conseguiu, que foi justamente essa que eu falei
que já tava com os relacionamentos resolvidos. E o que ela foi o que ela falou que eu falei, putz, é por isso. Todas elas não têm esperança de conseguir um relacionamento bom. Elas só querem parar de errar. Já essa que eu conversei que a Gabi, ela falou na minha cabeça sempre foi claro, eu tenho a tampa da minha panela, eu só preciso achar. Ela tá aí em algum lugar, eu preciso achar e eu vou encontrar. As outras não, não tem essa sensação de tem a tampa da minha panela, é só eu quero parar de errar.
Ótimo. Então, pronto. Parar de errar e de repetir relacionamentos ruins. O que faz para tentar resolver? já passou por terapia, curso, coach, astrologia, acumula informação, salvou um monte de post no Instagram, mas não muda. Exatamente. Todas. E o que que ela culpa? A falta de informação, o passado e as outras pessoas. Quando a raiz é a estrutura emocional desorganizada, a gente tira a falta de informação, porque ela tem muita informação e ela sabe que tem informação. Tem outra coisa que ela culpa aqui também. que eu acho muito interessante começar a colocar mais nos conteúdos. Todas
voltam paraa infância e eu não e eu não boto eh essa pedra gigantesca na infância. A Gabi ainda chegou a me perguntar, tá? No final lá que eu falei, tem alguma pergunta que eu não te fiz e que você gostaria que eu tivesse feito? que uma das uma das das leades, hã, uma das leads que foi essa que eu fiquei 3 horas meia conversando com ela e me deu insites fantásticos e eu entendi que não, o programa Resolução não era para ela porque ela tava numa fase de empreendedorismo. Essa que falou: "Eu sou uma mulher
preta que tem que se afirmar que eu fiquei hum eu não vou para esse lado". que ela falou assim, uma coisa que você não perguntou e eu fiquei curiosa para saber porque a gente falou brevemente sobre a minha infância e nenhum momento se aprofundou. Por que que você não quis aprofundar? E aí aí eu falei, eu falei para ela, eu que tô curiosa. E por quê? Então o que acontece na infância serve para explicar muita coisa sobre você, mas não justifica nenhum dos seus Padrões, porque daí a pessoa porque você pode trabalhar, pode ressignificar, pode
fazer a terapia, né? Não só isso. Não só isso, porque assim, o que aconteceu no passado aconteceu. Não vai mudar. Não vai mudar quem você é e quem você se tornou. Claro, como eu falei para ela, exatas palavras que eu falei para ela. Sim, existem pessoas ruins, existem pais e mães que não protegem, que não acolhem, que não amam da maneira que você quer ser amada. Mas eles estavam muitas vezes estavam fazendo o melhor que podiam e eles também estavam perdidos. Nem estavam sabendo o que que eles estavam fazendo ali direito. Claro, tem muita gente
maldosa, tem muitos pais que sabem que estão sendo cruéis e que sabem que estão fazendo atrocidades com as crianças e ainda tem fazem. Só que cavar a infância não vai trazer nenhuma resposta nova. O que você já podia ter aprendido sobre a sua infância e você já aprendeu. E todas as vezes que você coloca o foco no passado, no que deixaram de fazer, o que fizeram, você e mutável, né? Aí você tira o protagonismo, né, de você mesmo, tira o protagonismo da sua vida. Então não adianta, você não vai encontrar o X da questão lá.
Lá vai te mostrar porque que você tem alguns comportamentos, mas não vai te fazer avançar. Legal. Então, pronto. Ah, então bota aí o que culpa a infância, né? Uhum. Coloquei. Beleza. Agora a gente vai pro ponto B. Resultados esperados, né? O que que ela conquistou, habilidades que ela adquiriu, mudanças que vai experimentar, o que que ela já é capaz de evitar, como Ela se sente. Então, ela se sente inteira. O sucesso profissional convive com uma pessoa, com uma vida pessoal viva. Uhum. E entende que o problema nunca foi ela, o passado ou os outros. e
sim a estrutura emocional e agora sabe organizá-la. Sim. Depois eu gostaria que a gente se aprofundasse sobre o que que é essa estrutura emocional, tá? Depois consegue nomear o que sente e o que quer. Sai do Não sei o que me trava para enxergar e agir. Sim. Relacionamento. Isso aí a gente vai ter que trocar. Dá o passo sem se afogar em hipóteses. Se permite vulnerabilidade sem achar que é fraqueza. Vive um encontro bom sem ligar o modo investigação. E aí, vamos trocar para quê? A gente vai trocar para relacionamentos. Ela sabe o que quer.
Eh, ela se sente se sente segura para escolher da forma certa. Ela não tem medo de ficar, não tem medo de repetir relacionamentos Ruins, porque agora sabe como fazer e o que fazer. E o que fazer? Ela sabe o que quer. Ela se sente segura para escolher da forma certa. Ela não tem medo de repetir os relacionamentos ruim. Tem uma coisa interessante aqui também. Ela perde o medo de morrer sozinha. Ah, é? Rola isso. Uhum. Isso aqui eh vem tanto das entrevistas da da parte que eu fiz com as leades, quanto quando eu ficava escutando
no outro grupo que eu tava, tem uma frase que eu ainda vou colocar num post que eu escutei uma mulher falando, eu falei: "Putz, isso aqui é total". Ela falava assim: "Eu olho para essa mulher que já tem o casamento, que já tem os filhos, essa mulher que é completa e eu olho e falo: "Eu tô tão longe de chegar nisso e eu não sei nem por onde começar". Aí eu ouvi isso também de uma das leads que inclusive a gente no final da call eh, não, eu vou, mas eu preciso me organizar financeiramente porque
eu tenho as minhas contas agora para pagar, porque eu eu vou viajar e eu vou fazer Mais uma vez você vai se negligenciar, fulana. Não, eu fal mais uma vez você vai trocar. Não, eu sei que tu não falou, mas esse é o padrão de distanciamento da solução, colocar coisa. Eu falei um pouquinho. Depois que eu fui ver a transcrição, eu falei: "Eu não precisava ser tão incisiva, mas foi bom porque ela tem uma tendência a querer que as pessoas passem a mão na cabeça dela." Eu falei assim: "Tá, mas você consegue perceber que isso
aí é justamente o padrão que toda vez que você tá chegando perto de resolver o problema, você volta porque isso aqui tá cômodo e é mais conhecido?" Ótimo. Teu cérebro. Sabe que isso aí ela falou: "Não, mas eu tenho medo que eu vou fazer uma viagem. Eu tenho medo de faltar dinheiro pros passeios e aí eu também tenho medo de chegar lá na viagem e aí eu não conseguia aproveitar o passeio. Eu não consegui aproveitar como não conseguia aproveitar de querer ficar só no hotel sem querer sair, sem querer passear para lugar nenhum, ficar triste.
Eu tá, eu não tô menosprezando a sua viagem, mas assim, em todos os lugares em que você for, você vai estar. O que vai te fazer feliz, o que vai te fazer se sentir bem não é a viagem em si. Se você tiver mal, você pode ir para Paris. Você vai achar Paris uma porcaria, porque não é Paris, é você. Uhum. E justamente olhar para isso agora é o que vai te fazer conseguir não só aproveitar a tua viagem, mas ficar bem consigo mesmo. Não, mas eu preciso ver a questão dos pagamentos, porque eu olha,
eu não vou ficar insistindo. Eu ainda falei, então não é uma prioridade para você, não é prioridade. Sim. E eu, veja bem, você falou para mim que você vai Organizar os seus pagamentos e tem que ver qual é o dinheiro. Quando sobrar, você vai fazer. O que que a gente faz quando sobra dinheiro? A gente compra uma roupa, a gente compra um sapato, guarda. O que sobra é porque não é prioridade. Então você tá falando para mim que não é prioridade fazer, é prioridade. Aí ela começou a ch, ou seja, tu vai ter que quebrar
essas objeções no teu conteúdo, tá? Isso aí é objeção passível de quebrar. Olha, prioridade por definição é o que você escolhe fazer primeiro, não é quando dá, não é o que sobra. Então, se você insiste em dizer que é uma prioridade, mas pega o dinheiro e aloca na viagem, pega o dinheiro, compra uma blusa como para tapar esse buraco interno, aí não é uma prioridade e você tem que saber disso. Não tem nenhum problema. Só precisa saber disso e aguentar as consequências de não resolver, ou seja, colocar a blusa e continuar se sentindo feia e
viajar e achar aquela viagem uma merda, porque não tá aproveitando, porque dentro o problema mora dentro de você e e você escolheu para colocar coisas externas como prioridade. Então isso é uma é um papo para conteúdo. Uhum. Sacou? Uhum. E aí ela tinha isso também de de morrer sozinha, porque eu fico pensando assim, será que se eu não vou conseguir ter ninguém e será porque todos os meus relacionamentos dão errado? Aí eu, hum, tem isso também de morrer sozinha rola também. Então, bora. Trabalho. Lida com cobrança e discordância sem desabar, né? Agora no ponto B,
delega sem refazer tudo. Para de sentir impostora. Isso aí vai ter que tirar que ela não se sente impostora, né? Acho que é só se sobrecarregar, né? Para de se sobrecarregar. Ela não só para de se sobrecarregar, mas ela consegue enxergar o trabalho como uma parte da vida dela, porque assim, ela tem a sensação de que ela é duas mulheres, ela consegue fazer essa integração. O trabalho é uma parte da minha vida, na minha, ó, tu bota aí no identidade, ó. Tira esse sabe quem é fora do cargo e coloca isso que você falou. incorporou
o trabalho como parte da vida, né? Uhum. Fica consigo mesma sem que o silêncio doa, comemora isso. Ela ela ela não tem esse problema de de solidão assim sempre. Uhum. Ela não tem esse problema de solidão no sentido de, cara, eu vou ter que ficar aqui sozinha com a minha companhia. Ela gosta da companhia dela. O negócio é a companhia dela sempre. Igual eu fiz em um conteúdo, quando ela viaja, ela percebe que essa solidão não é legal, porque aí não tem com quem conversar, ela não tem com quem dividir ali o prato, não tem
a pessoa para tirar a foto para ela, ela percebe mais. Ó, para de contar em comida, compras e viagem. Procede? Onde é que tá? Ah, tá. Identidade para Ah, então, ó, então é bom colocar ali, ó, no identidade, no ponto A. Acrescenta isso, desconta frustrações em comida, compras e viagens. Pronto. Aí no ponto B ela parou com isso. Não só comidas, compras e viagens, com paquerinhas também. Isso. Ela sabe que não vai dar em nada, mas não é alguém para ficar ali conversando. Passa a agir não só acumular conhecimento, conhecimento mais habilidade mais ação. Certo?
Ponto B. Se sente leve, integrada e no comando das próprias decisões, em paz consigo mesmo. Uhum. Aí, T, o que que eu queria te falar, né? Que que que eu percebi lendo lendo, estudando ali todo o teu material? Eh, a gente cruza a tua matriz rara com o perfil da cliente ideal, o que você já tá trabalhando. Então, me Parece que o teu método ele não organiza emoções necessariamente, ele reorganiza a identidade, né? Você fala muito sobre estrutura emocional, mas a transformação que você descreve é maior do que isso. A cliente, ela não ganha só
estabilidade emocional, ela muda a forma como ela se enxerga. No ponto A é aquilo, eu devo ter algum defeito. Mas no ponto B ela pensa, cara, nunca foi um defeito, só uma estrutura que tá desorganizada. Isso é uma mudança de identidade. É por isso que a tua cliente sente alívio. Ela deixa de carregar essa culpa existencial, eh, e passa a se enxergar inteira. ela passa a a ter esse emocional estruturado. Então, a tua maior entrega talvez não seja organizar emoções, é devolver pra mulher uma identidade íntegra, porque tá bagunçada. Então, ela para de se definir
pelos sintomas. Isso é mais profundo. Concorda? Uhum. E aí essa cliente aí que você que a gente tá que a gente tá conversando, o que que me parece, né, que ela é uma mulher que ela ela já fez curso, ela já leu, ela já estudou, ela já a maior concorrência sua não são outras terapeutas, é o excesso de autoconhecimento, não é isso que você falou várias vezes, A cliente já fez terapia, curso, coaching, estudou, não é falta de conhecimento, é a saturação. o que fazer? É tipo a minha mentoria, as minhas clientes todas já estudaram,
já viram curso, low ticket, lançamento, mentoria, só que aí que que eu faço primeiro? Então é a saturação que a gente tá combatendo. O teu método é quase um antiacúmulo. Enquanto todo mundo vende, vou te ensinar mais uma coisa, você tá vendendo. Vamos organizar finalmente tudo isso aí que você já sabe. Não só organizar tudo isso aí que você já sabe, mas daí a gente vai entrar na estrutura emocional e aí eu não sei se é hora disso ou se você ainda quer falar mais algumas outras coisas. Quero falar, quero falar. Mas, ó, isso aí
pode, isso pode ser um dos pilares da tua comunicação, né? a cliente. Olha só que aí é uma das coisas que eu queria tratar sobre essa essas outras demandas que vão apare aparecendo, não só em relacionamento, para que você articule isso dentro do seu método, que é a cliente procura ajuda por causa do relacionamento ou por causa da carreira ou por causa de, né, no teu ideal é o relacionamento, mas pode vir através de outras coisas, mas ela permanece por causa da liberdade. Ela pode estar ansiosa, ela pode ter problema na carreira, no relacionamento, com
o pai, com a mãe. Eu acho que a porta de entrada é um relacionamento amoroso que você tá vivendo hoje. ou pode ser ansiedade, ou pode ser o pai, a mãe, o trabalho. Mas Quando a gente mergulha, você percebe que essa transformação ela invade todas as áreas, ela trabalha diferente, ela descansa diferente, ela se posiciona de maneira diferente, amizade diferente, se relaciona com a família de outro jeito, toma decisões diferenças, diferentes. Então, o que que eu quero que você abra os seus olhos e o seu coração é que o relacionamento ele não é o destino,
é só o sintoma mais barulhento, expressivo, mas a a transformação verdadeira é a é a liberdade emocional. Isso eu quero que você entenda que pode te abrir portas para não ficar só a Eu só vou porque assim, ó, você é melancólica, né? Não, sou fleumático, tá? O fleumático é metódico. Uhum. Você se você você se considera uma pessoa metódica demais. E a pessoa metódica, ela tende a não, se não tá saindo um pouquinho do que eu planejei, do que eu quero, eu nego. Eu não faço, eu eu eu repilo. É bom, né? Eu afasto. Então,
a gente precisa ter mais malemolência, mais flexibilidade, principalmente para você que é terapeuta. Então, a gente tá falando com a liberdade emocional. De novo, o relacionamento é só uma porta de entrada, como podem ser outras, para que você não se feche nesse nesse nesse método quando aparecerem outras demandas. Então, o relacionamento é só o lugar onde a bagunça aparece primeiro, Mas o que você realmente entrega é uma mulher que se deixa, que deixa de viver em estado de defesa. Total, você mesmo escreveu que o padrão se manifesta no amor, mas também no trabalho, nas amizades
e na família. Então, por que que você às vezes no início da conversa mencionou várias vezes: "Não, mas isso aqui eu não trato, isso aqui não trato, isso aqui eu não consigo, isso aqui não contempla no meu método". Entendeu? Eu quero que você seule disso, senão você vai perder muitas oportunidades nesse início. Uhum. Eu acho que o teu nicho, t ele tem que ser não um relacionamento necessariamente apenas. Ele tem que ser realmente o teu método, que é o da estrutura emocional. Você não é uma terapeuta que trabalha só com emoções, você pensa como uma
estrategista. Tanto que na matriz rara aparecem coisas como pesquisa de mercado, planejamento estratégico, investigação por pergunta, organização de problema, construção de ferramenta. Você não acolhe primeiro, você mapeia. Isso é muito raro no mercado terapêutico. Muito do teu perfil não ficar passando a mão, né? Então, cara, é muito mais uma arquiteta, uma investigadora da estrutura emocional. do que uma simples terapeuta, entendeu? Se você fala, fala, fala. Eu ainda porque eu tenho eu tenho um GPTzinho, né? E aí euando com ele e aí eu conversando com ele sobre método e tal, ele me disse basicamente isso, não
sou arquiteta. Eu falo assim, você é é aquilo, né? você não é o seu nicho, obviamente, porque eu tô inserida na na parte da terapia, mas o nicho não é relacionamento, o nicho não é carreira, não é nada disso. O nicho é muito mais um especialista em reorganização da estrutura emocional. É isso que você falou, de integração da identidade, não é? Olha, eu vou te dar um exemplo. Eu me identifico com isso porque se você prestar atenção, eu não não atendo nenhum nicho específico na cúpula. O que que a gente faz? Transforma especialistas em marcas
raras e caras. E aí tem uma infinidade de coisas dentro disso. Tem posicionamento, tem vendas, tem conteúdo, tem imagem pessoal, tem mentalidade, tem autoconhecimento. Então eu não vendo posicionamento especificamente. O meu nicho é a marca rara e cara, é uma transformação maior. E eu acho que isso é muito tem muito a ver com você, entendeu? Uhum. Total. A estrutura emocional, vendo o teu material, eu entendi que ela não tá apresentada como um modelo teórico fechado com pilares definidos. Eh, me parece mais um mecanismo autoral que você tá desenvolvendo para explicar porque que mulheres muito conscientes
continuam repetindo os mesmos padrões. Então, qual que é a minha interpretação da estrutura emocional? Veja se você concorda comigo. É a forma como uma pessoa organiza, né, internamente as emoções, as interpretações, as crenças, os mecanismos de proteção e as formas que ela responde ao mundo. Uhum. É sobre como essas emoções estão organizadas. Por isso que você insiste que o teu, que o problema, né, da tua persona, ele não é a falta de informação, a falta de terapia, a falta de inteligência, nem a falta de amor próprio, como a gente acabou de ver aqui no ponto
A e B. O problema é organizacional. E aí, olha só como essa estrutura desorganizada aparece. Aí vem os padrões. Racionalidade usada como proteção. Racionaliza tudo e sente pouco. Necessidade constante do controle. Dificuldade de apresentar vulnerabilidade, interpretar ameaças onde elas talvez nem existam. Repete automaticamente comportamentos mesmo sabendo que eles fazem mal. Uhum. analisa demais antes de agir e essa competência profissional coexistindo com o sofrimento emocional. Ou seja, o problema, tá? Ele não tá na emoção isolada, ele tá no sistema que processa essas emoções. Exato. Enquanto muita terapia, né, trabalha apagando o incêndio, ah, vamos entender essa
ansiedade, vamos trabalhar esse medo. É o que eu te falei, você me parece mais uma arquiteta, uma investigadora de padrões, né, e sim perguntando por que que essa casa pega fogo toda semana. A gente não tá combatendo o incêndio, mas sim a causa de por que essa casa tá pegando fogo toda semana. E aí a Talita vai reorganizar, ai o cabelo aqui é algum lugar, vai reorganizar a planta da casa. Aí depois disso os incêndios vão deixar de aparecer com tanta frequência. Total. Mas não é só Mas aí a gente vai entrar no que é
a estrutura emocional. Se ainda tem mais coisa para falar. [risadas] Vou lhe o que não, isso é isso é a continuação mesmo da conversa, né? O que que é a estrutura emocional? Tá beleza? Então é isso que eu coloquei, a estrutura emocional, eu gosto de explicar e eu consegui organizar isso na minha cabeça com a analogia da casa. A estrutura emocional é a maneira como a pessoa ela tá organizando as informações, os sentimentos e a maneira como ela enxerga a vida. que boa parte do sofrimento dela, dessa angústia, da sensação de ser duas mulheres diferentes,
é porque ela não tá enxergando as coisas de uma maneira muito clara. exemplo, exemplo, claro, eh, essa cliente que chegou, essa lead que chegou falando que olha, eh, meu problema é com carreira, eu tô noiva agora e eu não quero, eu quero ser uma mãe presente, mas eu não quero parar de trabalhar e eu tô, já fiz vários cursos para poder trocar de profissão, mas eu amo a minha profissão e eu tô perdida e eu tô levemente desesperada porque meu casamento tá chegando e eu não sei o que que eu vou fazer. Em vez de
focar, cara, vamos entender no que que você é boa, vamos ver qual é o melhor tipo de profissão para você. Por que que você gosta dessa profissão, mas acha que se você continuar com essa profissão, você não vai ser mamãe presente? A organização da estrutura emocional dela vai justamente de entender como é que ela enxerga os relacionamentos, Como é que ela tá vendo esse casamento, porque ela tá pegando como se a responsabilidade de cuidar dos filhos e da família e ganhar fosse toda dela. Mas tem um marido aí que vai estar presente no meio, tem
um noivo aí que vai rolar. Cadê ele, né? Cadê ele? Então, e será que na cabeça dela relacionamento à mulher precisa carregar tudo nas costas? Será que a visão dela de felicidade, ela trabalhando até a exaustão pro cara ficar lá e vê ela como uma mulher guerreira, como uma mulher forte? A gente precisa reorganizar isso. Então, não é só as emoções e não é só a carreira. A estrutura emocional vai ser como ela enxerga a vida dela inteira. Perfeito. A interpretação das interpretação dos conceitos, né? Total. E aí a gente vai paraa analogia do como
que funciona essa estrutura emocional. Eu não vou olhar a planta da casa, que inclusive nossa primeira call vocês falaram de astrologia que eu falei: "Tá, mas a astrologia ela é opcional e eu consegui resolver isso na minha cabeça." A astrologia ela vai entrar como a planta. Eu consigo fazer uma reforma sem ver a planta da casa? Consigo, porque eu não dá para fazer, porque eu consigo olhar. Olha, a casa tá estruturada desse jeito aqui. Maravilha. A planta da casa me mostra que aqui tinha uma parede. Essa parede ela não existe mais. OK, tudo bem. A
gente vai fazer com do jeito que tá aqui, sem essa parede. Eu queria entender por que essa parede tava aqui, qual era a importância. Mas se você não quer que eu olhe a planta da casa, tranquilo, a gente faz sem planta. Só que a gente vai olhar desde a fundação dessa casa para entender, tem problema de inundação, tem cupim, eh, tem o sistema elétrico tá funcionando certo, tá dando choque em algum lugar? Como que estão essas paredes? Tem mofo? Não tem. É isso. A gente vai olhar tudo para organizar essa casa. Um dos medos que
eu mapei antes com ouvindo essas mulheres falando, mas eu não consegui aprofundar isso nas calls. É assim, não, na verdade consegui. Elas não querem perder a identidade de quem elas são. Então falar que a gente vai derrubar a casa e construir de novo não é legal. Elas falam: "Não, eu não quero perder o que eu já tenho. Eu não quero perder quem eu já sou. Eu não quero perder minha identidade, não quero perder. Eu quero organizar. Então, a gente não vai pegar a sua estrutura emocional e colocar tudo abaixo. Não esqueça tudo que você já
aprendeu sobre a vida porque agora não, não, não. Vamos pegar isso aqui que você já tem e vamos organizar isso aqui. Ficou claro? Ficou, ficou claro que ficou. O que que eu posso? Eu vou acrescentar coisas aqui. Você me disse fazem sentido, tá? pra gente lapidar esse método. Você falou da da interpretação de conceitos, que que ela conhece como verdade, que que ela acredita. Então, a gente vai ter que desmistificar algumas crenças, né, baseado no que ela te trouxer. Então, eu vejo que quais são exatamente as peças da estrutura emocional. Interpretação, proteção de conceitos, de
crenças que ela tem, que você vai ter que desmontar. Regulação de sentimentos. Uhum. Prioridade, né? Hierarquia de sentimentos. O que que é importante, o que que não é? Total. Respostas de forma impulsiva ou de forma mais lenta, demorada. Como é que eu organizo essas respostas frente ao que me acontece? Se eu empurro com a barriga até virar um problemão, se eu resolvo logo, mas de forma errada, porque eu quero tirar da frente. A relação consigo mesmo, como é que eu tô me enxergando, a relação com o outro, o que que eu espero dele, quais são
os papéis das pessoas na minha vida. Não é aquilo, ninguém te deve nada, mas ao mesmo tempo eu tô esperando tudo de todo mundo. Ou qualquer outro conjunto, Tali, que faça sentido para tu pela tua experiência clínica, né? Então, a expressão estrutura emocional, ela é Muito boa, mas ela funciona mais hoje como um conceito do que como um modelo. Então, se você conseguir nomear claramente os elementos que compõem essa estrutura, como eu acabei de falar, o método vai ganhar muito mais tangibilidade, fica mais ensinável e mais difícil de ser comparado com mais uma terapia, que
é uma das coisas que você trouxe lá no lá no nos materiais, né? tornar teu trabalho mais tangível por meio de ferramentas próprias. Uhum. Eh, então assim, ó, o que que vai te ajudar muito a fazer isso? Tá vendo o Notion aí? Deixa eu abrir aqui o meu rapidinho. Ô, tá aqui em a tarefa, a tarefa de casa é observar esses pontos A e B, levando em consideração isso que eu falei sobre, olha o que eu falei, hein, de desapegar um pouco dessa coisa do relacionamento e entendê-lo como um dos sintomas e não o único
que você trata. Uhum. Eh, e verificar o chá. Que que é chá? Vamos lá. A gente vai olhar para esses extremos da jornada que que a gente mapeou e listar todos os possíveis assuntos, Talita, que O teu cliente ideal, a tua cliente ideal precisa explorar para atravessar do ponto A pro ponto B. conceitos que ela precisa aprender, entender melhor, atitudes que ela tem que praticar, habilidades que ela tem que ter ou conseguir fazer para sair de onde ela tá e alcançar os resultados desejados. Eu preciso que você olhe lá pro ponto A. Se fosse você
ou uma amiga sua passando por isso, você é a persona transformada ou não? Sim. Naturalmente, ao longo dessa jornada você fez coisas, errou, perdeu tempo, sofreu, ficou confusa quando saiu do ponto A pro ponto B. Uhum. O que você eliminaria dessa trajetória se fosse apresentar isso paraa Talita lá do início, o que que você falaria para ela? Saiba disso, faça isso, olhe por aqui que você não tá vendo, realize mesmo sem querer. Esse é o exercício, porque hoje você tem a visão do que funcionou e do que não serviu para nada. Então, o que que
a gente quer fazer no nosso método? Economizar o tempo de quem tá atrás. Não precisa errar tanto, não precisa fazer as besteiras que a gente fez, perder o tempo que a gente perdeu. Então, quais são temas diretos e óbvios? Sei lá, temperamentos, o que que são crenças limitantes, o que que são papéis que você assume? Até os temas mais tangenciais e complementares, autoimagem, não sei. Aí tem que ver o que que tá no teu repertório. Uhum. Aqui é interessante você não se preocupar com a ordem ou com o formato do ensino. É para despejar as
ideias e nem como que você vai ensinar isso, tá? Então, o que que ela tem que aprender? Conceitos, quais são as habilidades que ela precisa desenvolver e o que que de fato ela precisa fazer? Atitudes. Uhum. O que que você acha disso aqui? Pera aí. Cadê? Aí, eu fechei. Que que ela tem que aprender, Talita? Que a raiz não é a falta de informação, mas sim a estrutura emocional desorganizada. E aí a gente volta para aquilo que eu falei no que que consiste essa estrutura. Qual é a diferença entre o conhecimento, a habilidade e a
ação? Porque saber basta, né? Ela tá fazendo tudo errado, mesmo sabendo de tudo. Vulnerabilidade não é fraqueza. Como que funciona o próprio padrão de autossabotagem? Aí as habilidades que ela tem que saber, que ela precisa desenvolver, né? Cara, eu preciso saber nomear as minhas próprias emoções. E o que que eu quero? Tá tudo bagunçado, tá tudo turvo. Uhum. Tolerar essa vulnerabilidade sem se fechar numa armadura. Eu posso enquanto você tá falando que já tá me passando outras coisas aqui. Aí eu Ótimo. Pode. É seu esse material. Que que tu quer botar aí? Eh, que que
tá ficar consigo mesmo assim que o silêncio doa. Ela não tem problema com isso. A habilidades que ela precisa desenvolver, ela precisa conseguir enxergar que aí a gente tá nesse ponto do relacionamento, ela precisa conseguir enxergar que a pessoa que ela começou a se interessar é problema, porque ela, ah, não, eu vou mudar ele. Ah, não. Ela precisa conseguir enxergar logo do começo diz assim: "Cara, eu tô repetindo o padrão de novo, eu tô fazendo merda de novo, deixa eu parar aqui antes que eu vá mais profundamente, quebra a cara de novo." Consegui, tá? Então,
conseguir enxergar que a pessoa não tem solução. É, não é conseguir enxergar que é que é a pessoa errada antes de perder tempo. Eh, tá em silêncio mais com Não, não tem problema com isso. Regularidade. Ô, Tali, isso aqui não é a gente, a gente tá fazendo agora, mas eu quero que você evolua isso depois, tá? Tá. E aí, o que que ela precisa fazer? Mapear a própria estrutura emocional dela. Existe alguma ferramenta, roda da vida que você já mencionou já. E ficou bem legal que na minha conversa com a Camila e eu tenho as
minhas caminhadas filosóficas que eu saio para caminhar sem fone, sem nada, a caminhando contra o vento, sem l sem documento, as ideias vem. Eh, tem o mapa da estrutura emocional que é o quê? A roda da vida. E depois do tem é quase como se fosse um complemento da roda da vida, tipo, tá lá, eh, relacionamento amoroso, ela dá uma nota três, depois ela vai escrever por que ela deu a nota três, ela vai desenvolver aquilo. Aí eu dei uma três porque todas as vezes eu repito o padrão, eu tenho o dedo podre. Aí, excelente.
Aí agora sobre relacionamentos, vem a segunda parte que é a tabelinha que a Cam mostrou para mim que o cloud fez e eu quero desenvolver isso. Pontos fortes e pontos fracos. O que que você faz nos relacionamentos amorosos que você gosta? Isso, isso, isso, isso. O que que são os pontos fracos? O que que você faz nos relacionamentos que você não gosta? Tá, tá, tá, tá, tá. E depois ela vai pegar aquilo ali e vai refletir olhando os pontos fortes e os pontos fracos. E a nota três que você deu lá paraos seus relacionamentos. Qual
desses padrões aqui que você tá repetindo? Dos pontos fracos, dos pontos fortes? É quase como assim? O que que você quer que continue? O que que você quer que vai embora? Sei para ela conseguir fazer todo esse mapeamento que a gente faz isso no encontro um e aí depois quando chegar no encontro dois ela me entrega esse mapa da estrutura emocional e eu manto o plano de ação dela com base naquilo ali e fico mais tangível para ela também porque ela olha, meu Deus, olha quanta coisa que a gente tem para resolver aqui, mas daí
ela não se assusta porque depois a gente faz um trabalho com a matriz. Olha, vamos priorizar isso, isso, isso e isso, porque isso aqui vai desencadear e te ajudar a resolver esses outros pontos aqui. E ela vai conseguir ver não só a linearidade, mas ela também vai conseguir ver progresso. Todas as que eu conversei me falaram a mesma coisa da terapia. Falo, falo, falo, falo, falo e sinto que eu não tô resolvendo nada e descubro cada vez uma coisa nova, mas nunca tá resolvendo nada. Eu tô só falando e sentindo que eu não tô evoluindo.
Uma eu atendi na plataforma falou: "Ah, é que de vez em quando eu tenho surtos e eu: "Como assim você tem surto?" Surto quê? Não é que eu faço terapia com uma terapeuta, eu gosto dela, mas às vezes eu tenho um surto de que eu quero resolver mais rápido. E aí por isso eu procurei você aqui na plataforma. Eu fiquei, hum, que aí vai ficar natural para ela ir pra fase dois. Tipo, olha, tem um um planejamento aqui, tem um plano, tem uma continuidade, tá fazendo sentido, eu tô vendo avanço. Aí o mapa da estrutura
emocional vai ser fundamental para aí. Perfeito. No próximo encontro a gente vai definir essa oferta direitinho. Então, eh, eu queria que você anotasse aqui, tá bom? Talita pode adicionar mais, ó, mais mais blocos. tudo isso que você falou que já existe. E se surgirem novas questões baseadas no que a gente conversou aqui agora sobre abrir um pouco essa coisa dos relacionamentos, entender que é só uma das que é só uma das variáveis, eh, e também outras questões, outras outras atividades, outros conceitos, outras tarefas seguindo o chá. conceitos que ela tem que aprender, porque você nunca
nunca testou esse método com ninguém, correto? Uhum. Beleza. Então, a gente precisa validar ele para evoluir isso aqui, tá? Então, vamos ver. Eu quero que você chegue no próximo, no próximo encontro com isso, tá? Eu vou te pedir para assistir duas duas, como chama, meu Deus, imersões. Uma que fala de oferta e a outra que a gente vai ver já já. Agora, que é o manual da marca Raricara. Mas agora eu quero ver com você a sua proposta de valor da sua marca. Você conhece esse conceito, Tali? Ele pode estar misturado com outras coisas. Então,
me explique, por favor, a proposta de valor, que eu já li muitas propostas de muita coisa. Eu posso estar confundindo as coisas. Bora lá. Vamos ver do no método da Ana Elisa. É o seguinte, existe 1 milhão de terapeutas aí, né? Tem a Telíia, tem o Ítalo, tem não sei quem, tem não sei o quê. Por que que eu deveria, eu não, alguém que é a tua persona deveria escolher você e pagar mais caro em vez de qualquer outro profissional do teu mercado. A proposta de valor de uma marca, ela responde essa pergunta. Ela tem
que deixar evidente quem você ajuda. Mulheres, por exemplo, a Telísia tem uma proposta de valor de que atende todo mundo. Uhum. A gente não, a gente quer atender só mulheres. Não atendemos crianças, não atendemos homens, a gente quer atender mulheres. Então, a proposta de valor da Telíia já é diferente, embora ela seja terapeuta e vocês sigam ali mais ou menos o tem o mesmo repertório, a mesma formação. Qual é o problema que eu resolvo? criar um produto, melhorar a autoestima, se posicionar, organizar a emoção, qual transformação você entrega e por que isso é diferente e
mais valioso do que as alternativas por aí. A partir daqui, a gente vai criar conteúdo, oferta, página de vendas. E é mais importante é saber dizer não. Mais importante do que saber o que fazer é saber o que não fazer. Porque a proposta de valor ela te ela te protege de ficar Atirando para todos os lados e ser mais do mesmo, entendeu? Então vamos pensar em algumas propostas de valor pra gente colocar e escolher a que mais se adequa paraa tua marca pessoal, certo? Beleza? Olha, a gente quer resumir, né, a transformação central do teu
método. Então, pelos materiais que você trouxe, a gente pode explorar três caminhos diferentes. Existe a mais alinhada ao que você já construiu. Olha aqui agora comigo, hein? A mais forte em diferenciação e a mais aspiracional. que aí tem a ver com a marca pessoal. Então tá, vamos de uma por uma. A proposta de valor mais alinhada ao que você já construiu é transformar mulheres bem-sucedidas profissionalmente em mulheres emocionalmente organizadas através de um método que reorganiza a sua estrutura emocional. Aqui a cliente ideal ficou bem clara, né? mulheres bem-sucedidas profissionalmente, o mecanismo que a estrutura emocional
ficou explícito e a transformação é coerente com tudo aquilo que você trouxe pra gente até Então. Então é uma proposta fiel ou que tu já vens comunicando. Uhum. Pegou? Transformar mulheres bem-sucedidas profissionalmente em mulheres emocionalmente organizadas através de um método que reorganiza a sua estrutura emocional. Se a gente quiser ir para uma diferenciação, a gente vai ensinar mulheres que já tentaram de tudo a substituir anos de autoconhecimento acumulado por uma estrutura emocional organizada que gera mudança real. Aí o foco deixa de ser terapia e o antagonista, né, o inimigo comum, ele vira a o excesso
de informação. Mulheres que já tentaram de tudo, né, que é conversa com uma das das maiores dores que você apresentou. Já fiz terapia, curso, coaching, continua igual. Então essa proposta ela meio que te organiza como uma organizadora, uma arquiteta de tudo aquilo que a cliente já sabe. Uhum. Ensinar mulheres que já tentaram de tudo a substituir anos de autoconhecimento acumulado por uma estrutura emocional organizada que gera mudança real. Eu gosto, mas me preocupa o mudança real. Ela pode estar mudança real em que sentido? Então aí em que sentido? Mudança real. Aí a gente vai de
relacionamento até carreira. Uhum. até pai e mãe, até o passado. Lembra que eu te falei pra gente abrir um pouco para além dos relacionamentos? Mas claro que se você quiser acrescentar mudança real, relacionamentos melhores, aí fica seu critério. Uhum. E aí é mais aspiracional. Ajudo mulheres altamente competentes a viverem relações saudáveis, sem abrir mão da sua autonomia, da inteligência e do sucesso profissional. Aí seria uma proposta de valor mais da marca do que do teu método, que vem de uma identidade. Uhum. Eh, a cliente não quer só resolver um relacionamento, ela quer continuar sendo forte
sem precisar viver em estado permanente de defesa. Eu gosto da dois e da três, só que me tiram uma dúvida, a proposta de valor é mais para mim ou é mais? É porque assim, eu tô confundindo com bio, eu sei que não é mesmo, é, não é, a bio vai nascer daí, tá? A bio vai nascer daí. Então aqui, ó, a gente vai, presta atenção, ó, eu vou botar aqui para você as opções pra gente entender. Tu falaste que gostou da um, não confunde como, hein? E da três. Hã, dá dois e dá três. Tá,
vamos lá. Então, a dois e a três, tá vendo aí o notion? Tá, né? Pronto. Ensinar mulheres que já tentaram de tudo a substituir anos de autoconhecimento acumulado. Eu gostei muito dessa aqui. Eh, por uma estrutura emocional organizada que gera mudança real. Ajudar mulheres altamente competentes a viverem relações saudáveis, sem abrir mão da autonomia, da inteligência e do sucesso profissional. Também gostei. E é difícil mesmo escolher isso, tá? Uhum. Mas a um, que aqui no caso era dois, mas virou um, ela me possibilita abrir mais o leque do que a dois, porque relações saudáveis tá
eh eh englobando. Essas mulheres, elas são controladoras, Talita, você diria que elas são todas controladoras. Nossa Senhora. O principal problema delas é o controle. Então, e se a gente fizer isso aqui, ó, transformar mulheres que aprenderam a sobreviver através do controle em mulheres capazes de viver relações seguras através da organização da sua estrutura emocional. Muito boa. Só que me preocupa um pouco transformar mulheres, mulheres, mulheres amplas, que não é para qual? Porque assim, entendi. Qual que é o risco? Eu tô entendendo que a proposta de valor, a bio vai dar proposta de valor. Só que
assim, muitas mulheres têm um problema. Poucas são aquelas que tm o chá, poucas são aquelas que têm a atitude para resolver o problema. E as mulheres que têm a Atitude para resolver o problema são essas, tem um perfil específico, né? Tipo profissionais altamente competentes. Entendi, entendi, entendi. Tá bom, vamos mudar isso aí, ó. Vamos mudar o mulheres. Mas aí eu só quero atender mulheres. [risadas] Pronto. Olha, deixa eu te explicar uma coisa. Esse negócio de atender mulher, eu também só quero atender mulher. A, por isso que a minha comunicação é toda no feminino. Então, não
tem problema você colocar profissionais, porque se você se comunicar no feminino com temas femininos, dificilmente vai aparecer um homem, entendeu? Uhum. Mas só para te deixar mais tranquila, tá aí, ó. Tá aí. Ah, já tem até mulher ali embaixo. Dava para ter deixado profissionais, não tinha me atentado através do, né? Tá aqui. Então, bora. E aí, sucesso. Sucesso. E ela sabe que ela é controladora, que é ótimo, que eu não preciso falar. Será que você é controladora? Ela sabe. Ó, aí a gente pode ir paraa bio. Deixa eu ver como é que tá a tua
bio hoje. Tá ali, tá Maria? Eu tirei o o terap. Prefere o Brandão ou o Araújo? O Araújo, porque Brandão é meu nome corporativo. Eu sou uma pessoa só, só que no corporativo eu era Talita Brandão. Aí aqui a gente Ah, tá. Então tá, vamos chamar Araújo então beleza. Então a tua B hoje tá para mulheres do corporativo que performam automastravam nos relacionamentos, método estrutura emocional, aplique para resolver de verdade. E se a gente fizer uma coisa assim, ó, para mulheres que já fizeram terapia, estudaram tudo e continuam repetindo os mesmos padrões, aí tem que
ter o aí tem que ter o o altamente competente, né? Tem é o profissionais. Tá para pera aí performam alto do corporativo, né? Por que que há mulheres do corporativo, Talita, de onde veio essa coisa do corporativo? Então, o corporativo vem primeiro da minha experiência que eu consigo trazer vários eh vários pontos de conexão com ela. Eu tenho experiência do corporativo, então coisas que ela vive lá eu sei. E segundo porque já existe muita gente falando paraa empreendedora, muita gente falando paraa empresária. Você e são problemas diferentes. A mulher do corporativo CLT, o problema dela
do controle tá em segurança. A mulher que tá empreendendo, ela sabe que não tem segurança. Então, o controle dela vem por um lugar diferente. Não sei se ficou claro para poder entender, porque a mulher que tá no CLT, ela meio que assim, eu planejei a minha vida certinha, graças ao controle e eu sei que o dinheiro vai estar aqui todos os meses e que eu consigo ter mais ganho, se ter tiver uma PLR, se eu conseguir uma promoção, eh se eu entrar em um projeto bacana e tiver uma oportunidade internacional, são meios seguros. E ela
tem muito isso da segurança. Já a mulher que ela empreende, ela sabe que essa segurança não vai vir assim todos os meses, não vai cair lá bonitinho no colo dela o valor X, mas o controle dela já vem vai desembarcar em outras questões. E eu sinceramente não sei se eu consigo dar conta da mulher empreendedora, altamente empreendedora, altamente empresária, que sofre com essas questões da mulher CLT. Eu sei para onde ir, eu sei por onde caminhar. Vamos pensar, ó. O que que você acha? Talita Araújo, terapia com estrutura emocional. Acho que aí deixa bem o
teu método bem logo em cima. Eu gosto desse nome, ele é forte, né? Estrutura emocional. Levei cco dias fritando com o GPT para sair esse nome. Tá registrado, inclusive. Terapia, eu ia perguntar se é se é verdade. Então tá. Trademark, tá? terapia com a estrutura emocional para mulheres do corporativo que já fizeram terapia, estudaram tudo e não querem mais repetir os mesmos padrões nas relações. Eu sei que é o ideal é sair dos relacionamentos, mas fica muito an tudo é relações, né? Tudo no final é relações. Um post hoje falando justamente isso para deixar escancarado
para ela assim. O título do post inclusive não buscar o papel. O título do post inclusive é minha prioridade é o trabalho, não os relacionamentos. Aí eu coloco a mesma frase que ela usa pros relacionamentos no trabalho, para ela conseguir ver no trabalho, nos relacionamentos com a família, nos relacionamentos amorosos. Vai sair hoje. Olha aqui isso aqui. E se a gente for mais ousada e botar assim, ó, você não precisa de mais autoconhecimento para mulheres do corporativo que já fizeram terapia, estudaram tudo e não querem mais repetir os mesmos padrões na nas relações. Gosto só
não se lá. Oi? Gosto. Só não sei se vai caber na biografia. Ele vai já descobrir que eu vou botar no GPT e ele vai me dizer isso cabe na bio. Tomara que caiba. Ah, meu Deus. Eu acho que não. Sim, cabe. Mas fica bem no limite, dependendo das quebras de linha e do emoji seta. Tira o emoji seta e as reticências para mulheres do corporativo que já fizeram a terapia, estudaram tudo e não querem mais repetir os mesmos padrões nas relações. Boa. Tira as retências e o a setinha. Tu quer tentar assim com a
setinha? Aquela setinha tão bonitinha. Eu gosto, no lugar de seja minha paciente, eu gosto de colocar tipo eh, resolva aqui, tá bom? Uma coisa menor, né? Resolva aqui, ó. Bem, tu é muito faca na caveira, né? A [ __ ] quer resolver. Não quero mimimi. Vai, clica aqui para resolver. Paciência. É isso. É igual Eu também, eu também. É, seja minha cliente. Não quero ficar batendo. Seja minha cliente. Aqui, ó. Não é aplicar, não é conversar, é clique aqui e resolva. Ah, igual outra menina lá. Ai, porque eu não sei se eu vou dar prioridade.
Mostrei para ela que você não tá priorizando. Ó, Carolina, beleza. Não vou insistir com você. Já deixei claro para ti que você não tá prior, tá falando que é prioridade, mas não é prioridade, tá? Então assim, boa viagem para você. Já falei o que eu tinha de dizer. Sucesso. Não, depois você me manda lá o o Pix e me manda as informações certinho. Eu Tá bom, tá certo. Tchau. Tá [ __ ] desenvolve o negócio. Se você não quer, tem quem quer. Vamos. É isso aí, ó. Beleza. Então, outra opção que poderia ser, né? Você
não precisa de mais autoconhecimento para mulheres do corporativo que cansaram de entender o problema, mas não conseguem mudar o padrão. Amei. Amor? Amei. [limpando a garganta] É porque assim, ó, aí a gente tem aquela opção, né? Tipo, eh, uma é: não querem mais repetir os mesmos padrões nas relações. Eu tô movendo paraa frente. Elas não querem mais, elas querem resolver. Nessa segunda opção que eu trouxe, é, é só mulheres do corporativo que cansaram de entender o problema, mas não conseguem mudar o padrão, tipo, parece que elas vão ficar lá, não leva paraa frente, tá entendendo?
Uhum. Entendi. Entendi. Primeiro faz muito mais sentido. Então bora pagar e deixar assim. Combinado. Combinado. Tá feliz com a B? Tô feliz com a B. Então, pronto. Feliz de um jeito fleumático, né, Talita? É o meu feliz. É o que eu falei aquele dia, não esperem. O meu o meu o meu namorado é pneumático. Aí ontem mesmo eu tava conversando com ele, eu falei: "Cara, tu fica feliz do mesmo jeito que tu fica triste, cara. É incrível. É o mesmo tom de voz. É a mesma Ah, é assim, ó. Nossa, Anelisa, fui assaltado, tô devendo
1 milhão no banco, minha vida acabou, perdi o emprego. Aí daqui a pouco passa meses, cara, ganhei na loteria, fui contratado, ganhei R milhão deais, tô muito feliz. Exato. É assim, né, feliz? Exatamente. Exatamente. O legal, eu cheguei a compartilhar, acho que chegou, acho que você chegou a ver a sequência nos stories que eu fui contar de quando eu não cheguei a ter um burnout, porque eu me salvei antes do burnout, que eu tava louca lá no corporativo. As pessoas, tipo, meu Deus, depois que passou, né, as pessoas, mas jamais ia imaginar porque é isso,
é o faca na além do freumático, é o faca na caveira. Tipo, essa pessoa vai me ajudar a resolver o problema? Não, essa pessoa não vai me ajudar o problema. Falar sobre isso vai fazer com que o problema seja resolvido. Não. A mesma coisa do chorar, se descabelar, ficar em desespero. Chorar vai me ajudar a resolver o problema? Não. Então vamos resolver o problema. A gente chora depois. A gente resolve. Eu concordo. Eu concordo integralmente com você. É, tu é uma meio, é uma fleumática colérica, não é? Não, eu já falei, eu sou a pneumática
mais colérica que vocês vão conhecer na pasta da tempo, porque eu não tenho paciência. A pessoa, meu Deus, por que isso? Porque você já tentou fazer tal coisa, não? Já tentou fazer tal coisa? Ah, então tchau. Pera aí. Ah, então tchau. Então tchau. É isso. Engraçado. Semelhante a traz semelhante, tá, Talita? Só que eu sou sanguínea e a Camila é colérica, então. Mas a gente tá para resolver também. Não tenho muita paciência não. E aí gosta porque você é pisiana com ascendente em Capricórnio. Eu sou capricorniana com ascendente em peixes. Olha, graças a Deus tem
o ascendente, tem o Capricórnio no meio do mapa, né? pra gente parar de ser besta. Não, mas eu tenho muita coisa de terra no meu mapa. Meu mapa é praticamente meu mapa é terra e fogo só. Hum, entendi. Água que entrou ali, o ascendente em peixe falou: "Não, pera aí, deixa eu dar um pouco de coração para essa menina para ela não ser tão, né, aterrada, aterrada e quente, né? Muito bom." Exato. Você tão sem tempo, irmão, porque a mente é isso, tipo, sem tempo, galera. Chora depois, resolve. Agora vamos, bora pra tarefa de casa.
Então, bora resolver a tarefa de casa. É assim, ó. Eu quero que você assista na plataforma uma imersão que tem lá chamada a sua única coisa. O que que tem lá? A gente vai fazer o teu manual de marca com as crenças da tua marca que estão atreladas a valores muito pessoais e negociáveis seus. Quais são, qual é a linguagem do especialista, né, para comunicar e reforçar tua marca por meio de palavras que você vai usar e repetir com frequência? Qual que é essa linguagem? Quais são os rituais de marca para criar consistência e presença
intencional no Instagram? Reforçando quem você é, o que que você defende, como você quer ser lembrada, tá? Isso, isso surge a partir dos teus valores. Isso tá tudo na imersão, tá? Eu tô passando por cima e e lá eu explico direitinho como fazer. movimento. Qual que é o movimento que a Talita lidera para essas mulheres, né? Você tem que viver a transformação que você prega. Então, qual que é essa transformação? Como é o mundo ideal dessa mulher que vai chegar lá? Quais são os desafios que ela tem que superar? Quem que é a líder dessa
comunidade, né? Que que a Talita precisa fazer? Se e mostrar para que as pessoas vejam você como uma líder no seu nicho contra o que estamos lutando? contra o excesso, o a a condescendência, povo nem sabe o que é isso, né? O ficar a inércia, o a cultura do autocuidado do da da do como chama? De de do autovitimismo, é do acolhimento, do ressignificar. Ressignifica nada. Foi uma porcaria mesmo a experiência que você teve. absorve isso e segue isso é ah, olha só, você Pois é, entendeu? Então eu vejo que você é uma pessoa muito
opiniosa no sentido de tem muitas coisas assim que vale a pena você colocar num papel, num manual de marca mesmo, para você reconhecer isso e usar Eh intencionalmente na sua comunicação para temperar a tua comunicação já é assim, tá? Você já tem tudo isso, mas é o teu branding. Agora você vai colocar isso em forma de manual para você se identificar como uma marca rara, entendeu? Isso é muito muito valioso. Então, por exemplo, sei lá, tu gostas do Ítalo, né? Já gostei mais. Já gostou mais? Não, eu também. Beleza. Beleza. Vamos pegar o Ítalo, porque
ele é uma marca pessoal forte. Então, claramente o Ítalo tem muitas crenças associadas a valores dele. Um cara católico, um cara pró trabalho, pró família, tudo que ele fala vem dessas crenças. Qual que é o movimento que ele lidera da galera ser mais autônoma, ter mais executar mais, parar de mimimi, né? Como é que é o mundo ideal? Todo mundo trabalhando, casando, tendo filho, sendo útil. Aí ele vem sendo o líder dessa comunidade, raspando a cabeça, emagrecendo, treinando, não é? Lembra quando ele mostrava tudo isso? Inimigos em comum da marca. Aí a gente vê ele
falando mal, chamando todo mundo de burro, que você não sabe falar, que você não sabe se comunicar, que você não sei o quê. Isso ele tá lutando contra alguma coisa. Aí a linguagem dele, palavrões de toda sorte. Sirva, seja forte, não enche o saco. Vivia repetindo isso, tudo dentro. Não, não, não falava isso tudo dentro. A vida é assim, não sei o quê. Rituais de Marca, fumar xuto, fazer churrasco, ir pro consultório. Então eu tô te falando isso para te dar um exemplo de marcas pessoais fortes. Eu não aí eu já tô até pensando porque
assim tem muito, eu sou católica, né? Tem muitoão de exatamente o que a minha cliente sente, de sentir que a vida dela é dividida. Ou ela é aquela profissional extremamente bem-sucedida lá, Miranda Presley, fortura fechada, ou então ela vai usar lacinho na cabeça, ou é um ou é outro. E eu mostro para ela aqui. Não, ó, tem um meio aqui, ó. Tá tranquilo. Você pode ir pelo meio do caminho. Se você quiser usar laço na cabeça, você usa porque você gosta, não porque se você não usar o laço na cabeça, você vai ser menina, você
não vai ser feminina. É, e também dá para exercer liderança sem ser um homem, né? Sem ser aquele esquece essa coisa de energia feminina e energia masculina. Não, você tá no seu trabalho, você tem que ser mais direta. Sim. Você tá na sua casa, você não vai ser capitão. Mas isso não tem nada a ver com energia. Eu fiz um vídeo falando isso, falando, a sua energia não é um interruptor que você liga, desliga, agora eu estou masculina, agora eu estou feminina, agora não. É a sua vida e o lugar em que você tá exercendo
o seu papel ali. E olha só como são essas crenças, né? Isso é tão forte que, cara, isso tem muita gente que pensa o contrário, que fala da energia e você tem que aflorar e não sei o quê e você vem na contramão. Então isso isso vai tá no teu manual de marca, entendeu? Você já tem isso, só vamos organizar. Então de tarefa de casa, olhar lá. Você falou duas dimensões, eh, a única coisa que eu anotei e aí eu não sei qual é a outra. A B vai te mandar, tá? A próxima é a
o plano 10X, que é quando eu falo de oferta. Deixa eu ver. Oi. É baseado no livro. O plano 10x. Hum. Que tem um livro chamado 10x. Tem. É do Grand Cardon. Não é não. Não é não. Não é. Não tem nada. Tem nada a ver com esse livro. Eu falo de oferta. Como era uma promessa assim, como você pode cobrar 10 vezes mais caro arrumando a sua oferta? Tem nada a ver com esse livro. Cadê esse livro? Eu tinha esse livro, mas eu nunca li. Eu ia comprar e não comprei. É o quê? Eu
ia comprar e não comprei, mas eu é esse livro, esse livro me recomendar há muito tempo atrás, mas aí eu nunca li. Enfim, então não, não tem nada a ver com o livro, é para falar de oferta, eh, entregáveis, como que a gente pode enriquecer essa oferta. Então, você vai fazer o brainstorming entre o ponto A e o ponto B, pra gente definir como é que você vai ensinar essa mulher a sair do ponto A pro ponto B. ensinar que atividade você vai passar, que que ela tem que saber, executar, fazer, tá? Uhum. Manual de
marca, a partir da emersão, a sua única coisa que tá na plataforma e a MAB vai te mandar e o plano 10X, que é Outra outra imersão para falar de oferta, que é o que a gente vai tratar aqui no teu próximo encontro, tá bom? Tal? Perfeito. Dito tudo isto, tô olhando para baixo que eu tô anotando. Hoje é dia 27, né? Pera aí. Isso. Será que a gente consegue se encontrar de novo na próxima segunda-feira às 5 da tarde? Cinco não, 6 da tarde. Seis eu não consigo se fosse ou se fosse 7:30, mas
às 6 eu tenho pilates. Sou a pilates girl agora. Tá. 7:30 da noite. 7:30 da noite. Tá, tá, tá bom. Segunda, 3, 7:30 da noite, eu vou. Beleza. Então, eu vou pedir paraa Mab te chamar. É porque eu tô uma hora para trás. Eu tô em Manaus, aí aqui é 1 hora para trás. É. Tá bom, minha gata. Valeu a pena estar aqui hoje? Ah, total, total. já tava querendo conversar sobre os insightes e tudo mais. Eh, além de fazer tudo isso aqui Que a gente combinou, eu vou falar com a essa leite que falou
que tá com problema de carreira, que é exatamente como você falou, não é uma coisa só que aí vai tá, mas tem. E o seu noivo aí no meio do rolé, como é que tá esse esse esse negócio aí? Então, eu já sei que eu vou ter que te puxar para sair um pouco da tua própria cabeça, que é muito metódica. Exato. E aí que eu tava falando, eh, eu acho que eu vou falar com ela que para fazer ela se movimentar, né, porque ela tava vendo os meus stories e tal, e ela perguntou: "Você
só atende por lá na plataforma? Você só atende por lá?" Aí eu olha, pro teu caso, o ideal é lá. Vamos não falar isso. Vamos. ser mais fluido. Vamos se desafiar um pouquinho. Acho que você tá precisando. Sim. Mas aí agora eu tô na dúvida do que que eu falo para ela, porque ela sumiu depois que eu falei que o ideal seria na plataforma. Ela disse que tinha marcado, mas não marcou. Ela falou: "Olha, eu marquei, só tá faltando agora finalizar o pagamento". Aí eu falei: "Hum, ela tá querendo de graça. Fulana, tô fechando a
agenda. Vê lá quais são os dias disponíveis." Fulana, eu tô fechando a agenda da semana e não visualizei seu nome. Você conseguiu confirmar o pagamento? Não é isso? Depois, isso aí foi duas semanas atrás, se eu não me engano. E aí ela falou: "Olha, foi no sábado, era sábado 11 horas da manhã e ela tinha marcado para sábado às 3 da tarde. Ela marquei para as 3 da tarde, tem problema?" Aí eu olhei, tinha nada, porque a plataforma ela só libera depois do pagamento, ela só coloca o agendamento confirmado depois do pagamento. Aí o fulana,
deixa eu te explicar como que a Plataforma funciona. Olha, você tem que fazer o pagamento adiantado, do contrário, a plataforma ela não abre para mim. Eu não consigo te atender, não consigo te ver, não consigo acessar nada. Então, se esse horário das 15 é o ideal para você, o ideal é que você faça o pagamento para não ter nenhum problema na tua experiência. Tipo, se você não pagar antes, você não vai conseguir entrar às 15. Aí ela, ah, entendi. E você só faz por lá? Ela, tipo, ela não queria pagar e o negócio é R$9,90.
Você tá entendendo? Ah, então não. Aí eu falei tipo, amiga, se R$9,90 você não tá a fim de pagar para pelo menos ver como é que é, você não vai querer o outro daqui. É isso mesmo. Falando, eu acho que eu vou falar para ela, olha só, tô atendendo os que já estão na plataforma agora, os horários eu não vou abrir mais e se você quiser agora, é agora, minha filha, porque daí eu consigo conversar com ela. é quase como eh pagar para eh não é o valor do investimento, tem uma palavra para isso. Eu
não quero conversar com ela de graça e ela vai ter meio meio que um microcompromisso de pagar os 70. Total, total. Você pagando 70 não tem problema. [limpando a garganta] A gente conversa lá por uma hora, eu entendo o teu problema, fulana, que eu pensei em fazer, fulana, por tudo que a gente tá conversando aqui, eu vejo que o seu caso se encaixa no programa resolução. Você pode até fazer o cashback aí de R$ 70, não tem problema nenhum. a gente desconta esse valor aqui lá. Então, faz sentido para você? Porque eu tô sentindo que
é meio como eu quero fazer de graça. De graça não tem. De graça não tem. De graça não tem. Por isso que eu pensava em fazer isso, tá? Vai lá mexer com ela, então. Vai lá mexer com ela. [risadas] Vai lá cutuc. Vai lá dar uma cutucada. Bora tirar uma foto. Vamos. Deixa eu arrumar o cabelo. Me avisa. Já. Pera aí que eu tirei errado. Calma. Deixa eu ver se eu eu mesma dormir. Bora. Um, dois, tr e belíssimas. Obrigada, minha gata. Obrigada. Qualquer coisa grita e a gente se vê na próxima semana. Opa, sumiu
minha câmera. Tá bom. Fica com Deus. Tchau. Tchau. Semana. Beijo, beijo.
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