Muito bem, estamos aqui ao vivo. Deixa eu já. Impressionante, eu não posso entrar ao vivo que já tem alguém. Deixa eu já pegar isso aqui e silenciar. Vou botar isso aqui no modo foco total. Incrível. Tenho 500 horas que ninguém me liga. Aí eu entro, vem. Mas não tem problema. Acho que agora tá solucionado. Estamos aqui ao vivo para falar de um tema muito importante que eu acho que pouca gente tem dado a Atenção devida, que é a pré-campanha. as pessoas elas elas pensam muito no processo eleitoral, tem gente que tá deixando isso daí muito
lá paraa frente. E na verdade eh teoricamente falando, não existe mais uma delimitação do tempo para a construção de um projeto político. A gente tem como período padrão, vamos dizer assim, o início da pré-campanha em primeiro de janeiro do ano eleitoral, que é no ano eleitoral que começam a se Contar os prazos. Então, a gente tem primeiro de janeiro, início da pré-campanha e a partir daí todo mundo já eh fala com mais propriedade que é pré-candidato. Não que eu aconselho a fazer isso, mas tem gente que gosta. Depois a gente tem em março a janela
partidária, que é um movimento que deixa todo mundo enlouquecido completamente, deixa quem é candidato enlouquecido, quem é quem tá trabalhando também, porque a troca de partido ela Mexe muito com eh principalmente as candidaturas majoritárias, né? Então, um candidato a governador, ele vai ter uma chapa forte se ele tiver bons deputados distrit, eh, no caso de do GDF, bons deputados distritais e bons deputados federais. Fora do GDF, bons deputados estaduais e bons deputados federais. Bom, isso impacta o jogo como um todo. Por quê? Porque quando um governador se candidata, ele não consegue falar com a maioria
das pessoas. Quem leva a campanha dele de fato são os deputados, os estaduais e os federais. Então você tem a televisão tal, que ela chega num percentual das pessoas cada vez menor, mas quem de fato faz a a a dar capilaridade a uma campanha de governo são os deputados estaduais e federais. Por que que eu tô falando isso? Porque se eu fosse presidente de partido, o que eu estaria vendo neste momento seria Como fortalecer as candidaturas desses deputados, que são chamados proporcionais. Então, como atrair os melhores players para o meu partido, dado que vai ter
em março a janela partidária, como reter esses talentos e como, claro, eu preparar esses talentos. Ah, não, mas aí eu prefiro esperar a janela porque eu não sei quem vem, quem vai, meu amigo, quem vem e quem vai depende das condições que você oferece. Então, quando há um partido que Tem uma construção mais forte eh de de jogo para um candidato, você vai ter mais gente querendo ir. Porque na política as pessoas são movidas por perspectiva de poder, isso não muda. Bom, aí nós temos em maio um período super importante que praticamente toda a campanha
deixa de lado, que é o ali no meio de maio a permissão para arrecadar fundos para a campanha. Ou seja, é a eu detesto esse nome, vaquinha virtual. Eu acho isso Muito ruim, vaquinha, né? Eu eu acho que é assim, o crowdfunding, né? Eh, eu acho melhor vaquinha virtual, parece que ela vai dar leite em algum momento. Acho isso brega, mas as pessoas gostam de chamar de vaquinha virtual de toda forma. E no meio de maio você começa a poder fazer a sua arrecadação para a campanha eleitoral. Quantas campanhas utilizam isso? Praticamente nada. É um
negócio de doido, né? Bom, e aí você passa junho, Julho e no meio de agosto começa o período eleitoral. De agosto, do meio de agosto até o primeiro domingo de outubro, geralmente você tem algo entre 45 e 49 dias. depende muito quando cai o primeiro domingo de outubro, que é o período eleitoral. entre o primeiro de janeiro e o 16 de agosto, você tem mais de 6 meses. Ou seja, qualquer pessoa que tem o mínimo de conhecimento de tempo vai falar: "É melhor eu construir Um trabalho por 6 meses do que eu construir somente em
60 dias ou 45, 48, depende quando você quer começar. É claro, assim, você vai se preparar para uma olimpíada, você vai se preparar durante 6 meses, um ano, você vai se preparar para um vestibular, você vai se preparar por 6 meses, um ano. Não, mas na política não. Na política eu quero, eu vou, vou fazer uma coisa super difícil, que é uma campanha eleitoral e Eu vou começar ela somente em julho, agosto. É, desculpa, é ingenuidade. Então assim, eu tô só contextualizando o porquê dessa live, porque quem deixa para fazer isso depois, certamente vai perder
eh muito tempo ou muito dinheiro. Bom, então nós temos praticamente se meses de trabalho para construir uma reputação, para aumentar o alcance da figura que um dia será candidata, ela não é candidata ainda, para coletar base de dados. Para definir narrativa, para estudar e criar uma conexão melhor com determinados públicos, para preparar os meios de comunicação, né? A gente fala, tem uma parte de eh dentro do do marketing digital que tem a ver com indexação. A gente não cria indexação em três meses. Você precisa de seis meses para criar indexação. Agora com limitações do WhatsApp,
isso mudou. O WhatsApp ele ele tá enfrentando uma Limitação severa para candidaturas a partir deste ano. Então isso é um problema. A gente tem também uma possibilidade, como sempre, né, no último ano eleitoral, o Google se recusou a fazer parte do processo eleitoral no Brasil porque ele não quis atender as a as diretrizes do TSE. O TikTok nem aparece, ele é proibido também para monetização, para impulsionamento. Acabou ficando meta apenas na jogada, mas a gente não Garante que nesse ano a meta vai, vamos dizer assim, vai se adequar, porque isso é decisão da empresa. Se
ela quiser, ela fala nada. Ah, mas e o caminão de dinheiro? A meta tá tá nem aí pra gente pro caminhão de dinheiro que a gente tem é um é uma carretinha, não é um caminhão na meta. Ah, tá bom. Então não saio do do processo político brasileiro. Bom, ou seja, muita coisa pode acontecer e quem deixar para fazer isso mais tarde, provavelmente vai ter problema. Deixa eu fazer uma coisa aqui antes de eu prosseguir que eu tô, eu já tenho aqui que tem bastante gente hoje. Hoje tem uma coisa diferente. Daqui a pouco eu
explico. Tô vendo aqui que já tem gente chegando. O Alan. Tem mais o Sérgio, Fábio. Nossa, Fábio Marque é lá de Mato Grosso do Sul, não é? O Will tá sempre no nossas nas nossas lives. Fernanda tá por aqui também. Ah, Elana, Noeli, quanto tempo, hein, Dona Noel? Noeli, faz muito tempo que não lhe vejo. Vai fazer de novo campanha de deputado. Noeli é a, olha, vou falar se é uma pessoa guerreira é ela. Porque o deputado que ela trabalha aqui é o Ário. Um grande abraço aí pro Ário, amigo e tudo mais. Eh, ele
não faz só dele, ele pega o a equipe e faz 30 campanhas de uma vez. É um negócio de doido. Sydney, Carla, Carla 100, muito tempo que eu não vejo do Paraná. A Carla 100 é uma das Pessoas que eu mais indico para míia training, né? Sempre porque é uma excelente jornalista profissional, comprometida, Luana Magela, o Paulo do Politique. Eh, bom, pessoal, tá tudo chegando aí, tudo chegando muito bem. E de Nelson Prado também, aluno de muito tempo. Tô vendo aqui gente que eu não via há muito tempo. O Emerson Esloniac eu já sei que
tá presente no no próximo imersão. Eu eu li lá, tá lá o Marcos Augusto, Aluno de muito tempo também, tenente Bahia, grande tenente Bahia, que foi candidato a vereador, uma campanha maravilhosa em São Paulo. Bom, sejam todos muito bem-vindos. Eu vou compartilhar aqui, só que a gente tá online. Cadê aqui a minha parte? Enquanto isso, vocês podem me falar, por favor, se som e imagem está OK. Você puder deixar um comentáriozinho enquanto eu já compartilho aqui que eu sempre aviso. Aí a Gabi tá me dizendo Que o som está OK. Deixa eu colocar aqui numa
academia avisando a turma que estamos online, porque hoje o papo vai ser doido. Eu gosto muito desses dias. Cadê academia? Chegou. Pronto. Você receber aí mensagem sou eu. Aliás, eu acho inclusive que a gente até mandou ligações dessa vez, não é, Gabi? Mandamos ligações, né? Mandamos. Não sei quem daí recebeu minha ligação. Alex Antonio, será possível tirar dúvidas? Essa live é para isso, seu Alex. É para tirar dúvida. Então a gente vai. Tô vendo aqui que tá todo mundo a Kéber. Muito bem, Clébão. Tá aí uma das figuras foi meu aluno do MBA. Adoro Cléber.
Aí tô vendo aqui ligação. Todo mundo recebeu. Recebeu. É isso aí. Bom, deixa eu explicar como é que vai funcionar a live de hoje. Inclusive, para você que já tá Conectado, se puder fazer uma gentileza de compartilhar a live para os seus amigos, para os candidatos, principalmente para os candidatos, para as pessoas que trabalham na área, eu fico muito agradecido porque eh eu acho que tem muita gente que sucumbe ao erro por falta de conhecimento, não é por vontade, é realmente às vezes porque não não tá lhe dando, não chegou a informação que precisava. Tá
muito bem. A live de hoje é uma live Diferente, é uma live que tem convidados. Sim, nós temos quatro convidados. Nós temos a Daniela Moreira, o a SAF, não sei se eu tô fazendo a pronúncia certa, ele vai me corrigir, a Gabriela Santos e também a Elisandra Pena. Então, nós temos quatro convidados, todos eles alunos. Se você é meu aluno, não se preocupe, a gente vai fazer outras lives com o convidado. Não adianta mandar aqui e tal. Agora eu vou Lhe dizer claramente como a gente escolhe os alunos que participam daqui. A gente escolhe da
seguinte forma, quem são os embaixadores da Academia Vitoria de Mendonça. Então, aqueles alunos que compartilham muito nossas coisas, eh, que vestem realmente a nossa camisa, que dão preferência pra gente, entre vários outros profissionais, que esse mercado tem bastante profissional, né, de educação. Quando a gente começou não tinha praticamente ninguém. E aí a Gente fica até feliz de ter formado vários deles. Eu vejo que muitos deles se inspiram no nosso conteúdo, nas nossas coisas. Então agora é claro que a gente dá preferência para aqueles profissionais que de fato tem a Academia Vitorina Mendonça no coração, eh
publicam fotos, colocam lá nos TBTs, às vezes a foto do perfil do profissional é uma foto que foi tirada no Imersão. Então alunos do guia que estão sempre por aí participando, É nesse sentido. Por isso as pessoas são escolhidas e a gente faz uma rotatividade, porque é claro, tem muito aluno, se eu não fizer a rotatividade aí fica até chato, entendeu? Então, por exemplo, JP, que é Duares, é nosso aluno, Mariana Bonjur, nosso aluno, Andream Margo, nosso aluno. A gente tem aluno demais e que já estão aí brilhando em palcos. Então, a gente tá fazendo
uma rotatividade. Se você não fori escolhido nessa, não fique triste. Pode ser que na Próxima você seja convidado, OK? Então, tô vendo aqui que tem mais gente. Calebe foi aluno ano passado, prendeu muito, já vai voltar. O Daniel também tá por aqui. Aqui, ó. Marcondes, fala, meu amigo. Vitório, deu ruim aqui na última campanha. Segundo turno. Bravo, hein, professor? Quando terei o prazer de trabalhar com amigo? Eh, eu já eu já tive problemas em segundo turno, mas essa é uma liga é uma é uma longa história e eu não vou contar ela hoje Não, a
gente faz um outro dia, né? Então, a gente faremos em outro dia melhor. Tá aqui, ó. O o William trouxe um queijo para mim, mas eu não eu não tava aqui, não consegui. A gente não consegui receber. Ah, geralmente você recebe o quem vai paraa Brasília. recebo, recebo. Assim, tem muito aluno que passa por aqui e eu abro um espaço quando eu tô também, né? Porque o problema é eu estar aqui junto, mas eu abro o espaço Para receber. Sempre que posso, eu recebo no escritório. Acho que a Gabriela mesmo, eu fui encontrar no aeroporto,
então eu queria que eu conversasse com o deputado que ela atende, eu fui lá. Bom, eu acho que já podemos começar. Quem compartilhou, compartilhou. Vamos começar então. A primeira que eu chamo, né, Gabi, é a Gabriela Santos. Certo. Muito bem. Deixa eu adicionar aqui Gabriela, no palco Aqui. Seja muito bem-vinda, Gabriela. Deixa eu escutar seu áudio. Pera aí, deixa eu ligar teu áudio aqui. E >> boa noite. >> Muito boa noite. Se apresente, por favor, para. >> Sou a Gabriela Santos. Eu sou de Porto Alegre, do Rio Grande do Sul. Hoje eu tô com umas
4 horas na frente de todo o Brasil, porque eu tô a trabalho aqui em Genebra, na Suíça, justamente trabalho político Com o meu deputado, que a gente tomou um café no aeroporto de Brasília, que de fato eu agradeço muito toda a atenção que o professor Marcelo tem com os alunos e também até fazendo coisas que nem precisava, né? foi uma gentileza enorme da parte dele. Fico muito feliz com toda essa atenção. Inclusive, se der certo minha ainda para Brasília no mês que vem vou levar um chocolatinho para ti, paraa Fabi. [risadas] >> É o mínimo,
né? >> Agradeço. Agradeço. É sempre bem. Mas você vê como é. Noeli que tá assistindo deve estar maravilhado, porque Noeli, provavelmente está a trabalho em algum lugar. Eu imagino que em Duque de Caxias é muito parecido com a Genebra. É muito parecido. Genebra é um pouco melhor. >> É um pouquinho. >> É um pouquinho, mas Duque de Catias tá ali. Terra de Tenório Cavalcante. Se você que tá assistindo sabe quem foi Tenório Cavalcante, procure um filme Chamado O homem da Capa Preta. Aí vocês vão saber quem foi Tenoura Cavalcante, um político, um doce de pessoa
que andava com a metralhadora chamada Lurdinha, aperidada por ele de Lurdinha, aquela metralhadora Thompson, que era giratória. Então esse é Tenório Cavalcante. Fica aí já como registro. Foi interpretado pelo Zé Wilker. Pelo Zé Wilker. Bom, eh, Gabriela, vamos aqui bater um papo. Eh, você parece que você tem algumas perguntas em relação à Pré-campanha. Exatamente. Eh, eu acho que a pré-campanha é um dos dos períodos assim mais difíceis, né, de trabalhar esse a vida de um de um político em si. Então, as dúvidas são imensas, é, é uma lista muito grande, então a gente seleciona algumas
só para pra gente deixar sucente e ajudar também os colegas aqui. Eh, e um dos dos problemas principais, eu acredito que seja justamente o fato de alguns políticos não entenderem eh a Importância da pré-campanha. Então, é o peso estratégico da gente trazer eh profissionais de comunicação para dentro de um mandato ou às vezes para dentro da vida do próprio político ou para quem quer ser político. Eh, muitas vezes não é não fica muito claro essa necessidade. Então, eu queria saber do senhor de que forma seria a a melhor maneira de convencer eles a já investir
nessa nessa pré-campanha, principalmente em profissionais qualificados. para para Tratar eles. >> Hum. É, eu entendo porque boa parte da classe política deixa para investir em campanha lá na frente, né? Então assim, quem costuma investir um pouco mais, geralmente é quem está em mandato e vai para uma reeleição. E mesmo assim, às vezes, o eles são mais devagar e resolvem eh prestar atenção só depois da janela. Bom, como é que você convence alguém que algo é importante? Falando do bolso, no caso do político, Eu vou te falar que a maior a maior dor é a dor
do bolso. É assim, como é que eu começaria a o meu speit, né? Vou conversar com o político. Eu viro pro camarada e falo: "Olha, quanto foi que você investiu na sua última campanha eleitoral? Ele vai ah tanto, ele vai falar para mim que investiu metade do que o que ele investiu. Já vai ser uma soma enorme de dinheiro. Quanto você gastou com lideranças comunitárias E influenciadores, cara? Às vezes é mais da metade do dinheiro. >> Isso quando tem todas todos esses gastos organizados. >> Ah, claros. >> Ah, [risadas] mas geralmente é mais da metade
da grana. 70%. As pessoas acham que a comunicação leva dinheiro, não é comunicação não. A maior parte dos candidatos de fato não se prepara para Uma eleição. E aí quando chega na eleição, ele vira recém praticamente de liderança influenciador. Por quê? Porque liderança constituiu reputação ao longo do tempo, assim como influenciador, criou relação com as pessoas ao longo do tempo e aí ele empresta essa reputação para um político. Agora a conta é muito simples. Ou você tem reputação e é reconhecido ou você paga. A conta eleitoral é é simples, gente. Não é não é difícil.
Como é que alguém geralmente é eleito? Primeiro lugar, é alguém que precisa ser reconhecido por um grande quantitativo de pessoas. Bom, qual é o melhor momento para ser reconhecido por um grande quantitativo de pessoas? É quando está todo mundo brigando pela atenção do eleitor ou é num período espaçado em que tá todo mundo meio ainda sem saber para onde vai? É óbvio que é nesses períodos passado. Então, quando a Gente puxa o político paraa realidade, primeiro trazendo como é que ele vai conseguir ter voto, que é através de se tornar conhecido e de ter uma
reputação, a partir daí ele vai poder falar o que ele vai fazer e a pessoa vai considerar se deve votar nele ou não. a gente coloca claramente alguns exemplos práticos. Vou falar: "Meu caro deputado, a gente tá se conhecendo agora, se eu lhe pedisse R$ 10.000 emprestado, Você me prestaria?" Ele: "Não, falei: "É claro que a gente acabou de se conhecer, mas e se a gente já se conhecesse há alguns anos? Você já já soubesse que eu sou um cara que pago o dinheiro que eu tomo emprestado, que eu já tenho uma relação com você,
que eu já tomei conta das suas coisas?" Ah, não. Aí seria diferente falar: "Ah, então você vai me emprestar o dinheiro se a gente construir uma relação?" É. Pois é, o voto é assim. As pessoas vão Lhe dar o voto se você construir uma relação. Então, você tem que traduzir para ele o conceito do relacionamento, porque ele não tem, Gabrielo, o o os deputados, os candidatos, eles de fato, na sua maioria, eu tô te falando de 90%, tá? Eles não entendem a correlação entre relacionamento e endosso. Na cabeça deles é tudo igual. >> Uhum. >>
É igual se eu viresse, Gabriel, é o seguinte, olha, eh, tô aqui, aconteceu uma tragédia, eu preciso de um Pix. Me manda um Pix de R$ 5.000, eu te devolvo daqui uma semana. O que que você faz? >> Ignoro, [risadas] >> entendeu? São essas coisas. A relação quando ela é constituída, ela, né, ela ela faz com que isso aconteça. Agora, vamos supor, vamos dar Um outro exemplo aqui. Você me pediu para falar, para atender você 10 vezes. Eu não atendi nenhuma. Aí eu te peço alguma coisa, você não vai me dar, né? Você tem que
ser masoquista. você for me dar fala: "Porra, o cara só me dispensa". Este é o pensamento do eleitor. Toda vez que eu preciso da política, eu não tenho nada. Agora que ele precisa, ele vai ter que pagar. Eu não acho que o eleitor tá Errado. Errado é quem não constrói reputação. Segunda coisa que eu acho que vale para você falar com uma pessoa que não quer usar a pré-campanha bem, chama-se compra de voto. Aí fala: "Ei, compra de voto, mas que que as pessoas compram e vende voto. Meu Deus, que mundo nós estamos. é compra
de voto, mas não é porque ele vai comprar voto, é porque alguém vai comprar voto. E se você não tiver uma relação constituída, a pessoa vende e entrega. Ah, aí que vem o negócio. É, eu já perdi campanha porque o adversário comprou voto. Eu me lembro que quando terminou a campanha foi a campanha da Teresa Surita para governo de Roraima. Terminou a campanha, eu gravei um vídeo no no dia. Falei: "Ó, essa campanha aqui eu tenho certeza que teve coisa errada. Aqui eu vi até Vaca voar e dar leite achocolatado." Aí na época as pessoas
é Vitorina ma perdedor, tá vendo? Perdeu a campanha, tá falando comprar o voto. Muito bem, governador denário, vai lá olhar. Quatro condenações por compra de voto no TRe. Só quatro. Então, alguém vai comprar voto. Eu, a gente, né, eu perdi também, mas eu perdi. O agente perdeu aquela campanha só pela compra de voto. Não, não. A gente perdeu aquela campanha na Pré-campanha. Isso eu falo porque fui eu que perdi. Não é alguém que analisou minha campanha. Sou eu. Eu tava lá. A pré-campanha, na minha opinião, eu vejo que poderia ter sido melhor. Não tenho dúvida.
A pré-campanha poderia ter criado uma conexão maior com as pessoas, podia ter criado mais empatia, de modo que teria tido compra de voto, sim, porque os caras são bichos safado, mas o eleitor não ia entregar, ele ia vender e não ia Entregar. Então eu acho que esse motivo, eh, principalmente, Gabriela, você deveria falar com o parlamentar, falar: "Olha, você tá contando, só que você vai disputar normalmente, só que você vai disputar com um monte de gente que tá comprando voto, tá? E aí, você acha que você vai constituir uma relação em 45, 49 dias e
essa relação vai ser superior à compra de voto do Coleguinha?" né? Então aí, claro, tem gente que vai usar meu exemplo para outra coisa, quem é quem gosta de de pagar o eleitor vai falar: "É bom, se eu construir reputação na pré-campanha, quer dizer então que eu vou gastar menos com a compra de voto. [risadas] Matemática, né? É óbvio que eh para quem compra voto, se você tem uma reputação, você vai comprar menos voto, você vai deixar sua campanha mais econômica. Mas Eu acho horrível isso. Sim. Vale para vale pra parte honesta também, né? a
campanha vai ficar mais barata se tu já investir desde a a pré-campanha, >> vai com certeza ficar melhor. Respondido. Respondido. Então é, a gente sabe, né, que é um período muito conturbado, só que os políticos muitas vezes estão muito confusos, não sabem o que fazer, não tégia, não entenderam como eles comunicam, mas acho que as únicas Pessoas que não podem estar confusas nesse período somos nós, profissionais de comunicação. E então a gente precisa entender também é qual que é o objetivo da pré-campanha. Essa é um é um questionamento que eu que eu faço. É o
que que a gente tem que conquistar nesse momento da na pré-campanha ainda para na campanha já ter construído tudo e já ter um uma facilidade melhor de fazer todos os os passos para conquistar o voto. >> É, é assim, não existe um único objetivo na pré-campanha. a pré-campanha aí vou vou falar por mim, OK? Cada profissional tem a sua forma de entender. É uma coisa que eu falo muito nos cursos. Eh, Gabriela e os outros que estão aqui já estão acostumados. Não existe só uma forma de fazer o trabalho da comunicação política. Então, o que
eu tô falando aqui daqui paraa frente eu tô falando do que funcionou para mim. Você que tá assistindo, vê aí se cabe para você, OK? Então, eu tô compartilhando a minha forma. Para mim, eu tenho alguns objetivos que variam. Depende muito da candidatura. Vamos supor que eu tô trabalhando para um candidato que ele é muito conhecido por uma determinado setor da sociedade, mas aquele setor não vai proporcionar ele a eleição de estadual, federal e tudo mais. Bom, então o objetivo principal daquela pré-campanha é consolidar a base e Expandir conhecimento. Bom, é um tipo de objetivo.
Vamos supor que eu esteja trabalhando para uma candidatura eh que a candidato ou candidato tenha tido um problema na sua imagem e ele tem ali um negocinho que todo mundo vai lá e pega no pé. O objetivo da pré-campanha é fazer uma humanização e até criar vacina pro que vai ser usado em campanha. Já não é da Alcâncer, é uma figura conhecida. Vamos supor que eu esteja falando de uma candidatura ideológica. Então vou vou trabalhar para um candidato que é ideológico. Ah, ideológico. Muito bem. Qual que é o objetivo da da pré-campanha dele? é torná-lo
a maior referência dentro do campo ideológico da qual ele atua, dentro da região que ele precisa de voto. Vamos supor que eu vou trabalhar então Para uma candidatura eh proporcional regional, vai ser o candidato do Vale da Ribeira, sei lá. Bom, o objetivo da pré-campanha é dar alcance ao maior número de pessoas daquela região e consolidar a reputação dele como um embaixador, ainda não candidato para aquela para aquele momento. Então, eu não gosto de usar a pré-campanha, a não ser que seja um momento muito específico para falar que alguém é Candidato. Eu não gosto. Eu
sei que em alguns casos eu já precisei fazer isso. Então tem casos que eu antecipo, principalmente no majoritário, nem tanto no proporcional. No majoritário eu antecipo o lançamento de pré-candidatura. Por quê? Porque eu preciso que aquela pré-candidatura cresça em intenção de voto, porque vocês sabem como é a perspectiva de poder. Então, você vai para uma candidatura majoritária, o Candidato não decola, é um problema. vejo o Caiado querendo ser candidato a presidente. Ele tenta todo jeito e ele não consegue passar de um dia na numa pesquisa de primeiro turno eh presidencial. Então ele antecipou um movimento
de pré-candidatura, mas ele não passa o dígito. Em outros momentos, você vê o Tarcísio, o Tarcío tá o tempo todo jogando pra frente porque ele quer ver o cenário Mais bem desenhado. Ele não quer se lançar agora porque ele acha que ele talvez não tenha, vamos dizer assim, a necessidade deste alcance. Eh, é uma coisa diferente do que a do Caiado. Então, assim, depende muito. Cada caso é um caso. É, acredito também que no caso do Tarcísio faz até parte da estratégia dele continuar empurrando com a com a barriga essa questão de de botar o
pé e e consolidar essa essa decisão, externar essa decisão. É, eu acho que Assim, eu eh assim, eu não eu não tô acompanhando ali a eh a cozinha, né, mas eu acho que tão tentando negociar com ele o cargo de vice-presidente. Talvez ele não esteja feliz em ceder esse cargo. E aí ele tá vendo o que ele faz, mas é um palpite, eu posso estar completamente errado. Isso são vozes da minha cabeça, OK? [risadas] Não tem mais nada. Eh, vozes da minha cabeça, por exemplo, me alertaram para que o manga, né, estivesse prestes a ter
um problema Judicial envolvendo polícia, polícia federal, e por isso ele ele criaria toda uma narrativa de que ele estaria sendo perseguida. As vozes da minha cabeça acertaram, mas nem sempre acerta, né? Mas eh a gente sabe, né, que o o único fator que todos os políticos têm, que não muda para ninguém, é igual para todos, é o tempo. Então, ter esse objetivo muito claro eh do que fazer na pré-campanha para chegar na campanha já com estratégia é realmente muito Importante. Mas também é um período muito importante isso para nós ou pros políticos e pro eleitor
comum. A gente sabe que eles não querem saber de candidatura logo agora. Então, eh, como a gente comunica e faz essa pré-campanha pro eleitor que tá completamente desinteressado eh nesse momento? >> Muito bem, vamos lá. É uma excelente pergunta assim, porque o eleitor ele só é eleitor no dia da eleição, >> no dia mesmo. [risadas] >> O resto ele e geralmente as pessoas não elas não vibram pela política como elas vibram por outras coisas, né? Não, não é do interesse da maior parte das pessoas. política no na maior parte do tempo. Quem acompanha político é
o próprio político, os profissionais trabalham com ele, os adversários e talvez a mãe dele. É, é, acabou. As pessoas não estão nem aí, elas estão Fazendo outra coisa da vida. Bom, como é que você vai se relacionar com alguém? Como é que você faria isso na vida normal? Então, eu quero construir uma amizade com alguém. Que que eu devo fazer? falar ou escutar, eu devo fazer mais a escuta do que fala. Ninguém gosta de alguém fica só no fal Ninguém gosta disso, pô. Essa pessoa só fala de si, essa pessoa só eh e ela só
se enaltece, ela só fala das suas Qualidades. Que que fica? Fica uma pessoa chata. Mas e quando a pessoa me pergunta o que que eu acho coisas? Ela quer saber da minha vida. Ela quer saber como eu aprendi algo. Ela quer saber o que eu vi, o que que eu tô achando. Ela conversa comigo de coisas que estão acontecendo e que me interessam. Será que eu não crio uma relação assim? Crio. Crio uma relação chamada, né, de empatia. A gente cria empatia a partir do momento que a gente tem interesses Similares. Então, você não fala
com o eleitor sobre política agora. Agora você fala com o cidadão sobre aquilo que é importante a ele. E aí cabe a você então neste momento de pré-campanha descer do salto da do político e conversar com a pessoa sobre o que ela tá precisando, o que que ela tá vendo. Será que será que se essa região precisa de um de um representante aí você deixa o negócio vir? Será que eh o o mandato que eu tô fazendo tá bom Para você? Será que o o tipo de pessoa que eu sou é uma pessoa que essa
região pode precisar? Ou seja, você constrói uma relação baseada na troca, não na fala. E aí é onde a maior parte da classe política erra, porque eles usam as redes sociais como se fosse rádio. É o tempo todo falando, falando, falando, falando, falando. Eu pergunto, quando é que um político quando é que um político vai na Página de alguém e deixa um comentário? É raríssimo. Quando é que um político pega uma publicação de alguém e compartilha, nem que sejam seus stories, raríssimo a gente, assim, é, é uma batalha para responder os comentários da própria página,
>> não é? Quando é que ele pega, sei lá, um jornalista, um influenciador que publicou uma coisa bacana que não tem a ver sobre ele e compartilha e fala: "Olha que matéria interessante, é raríssimo". Ou seja, não é uma rede social, é uma rede antisocial. Eu tô lá para falar de mim, não é nem o que te interessa. Não, não, não, não vem ao caso. Falando de mim, aí é difícil também, né? Eh, eu acho que ficou claro aí, Gabriela. ficou ficou muito claro. E inclusive eu já trago até um exemplo, né, de comunicação que
eu tenho feito e Aplicado um pouco ã com relação a a essas adaptações de de conteúdo para as pessoas que realmente têm têm interesse no fato. Às vezes não há o fato, mas nós criamos o fato e abordamos ele de todas as formas possíveis para chegar no eleitor. Um exemplo, eh, no no estado do Rio Grande do Sul, tá tá acontecendo uma crise no setor do arroz. É algo muito específico que que afeta a uma uma parcela da população e às vezes não é algo que é tão divulgado, mas é algo que Afeta esse grupo
de pessoas e que a gente comunica diretamente para eles. Isso a gente faz através de imprensa, tráfego pago. Aí a gente usa todas as formas possíveis para chegar exatamente naquelas pessoas. Então, sai do um pouco do do que é o o mandato político sobre si mesmo e vai alcançando as pessoas. >> Tem que tomar cuidado aí, né, Gabriel? Se o tempo todo o polí também ficar ligado na tragédia, daí a pouco ele vira Abrão. Tem que ser um negócio. >> Exatamente. >> Tem relação com ele, né? >> Exatamente. Com Sim. Não não faz não faz
muito sentido, mas com com claro ligada às pautas, né, que que ele defende, mas também é muito ã focado em solucionar o problema, não só abordar o problema e jogar no ar, eh, só apontar o dele. se realmente não funciona, principalmente, o o seu deputado que é do Rio Grande do Sul, aí alguém é mordido por um tubarão lá em Pernambuco e tá ele falando porque Um absurdo acabar com esses tubarões [risadas] >> e a gente brinca, mas isso acontece, né? Então a gente sabe que toda eleição é difícil, né? algumas são mais eh essa
em específico, acredito que cada vez mais eh essa essa constante mudança de comunicação do jeito que as pessoas se comunicam, vivem também, né, pós pós-pandemia, acho que foi uma um grande bunde de mudanças, né? Então a gente Precisa também entender melhor essas atualizações e conversar sobre o essas mudanças de fato, né, entre nós, entre eh profissionais, amigos. Então, pode até parecer uma pergunta básica, mas eu acho ela bastante complexa. Eh, qual que é a diferença em cada pré-campanha de deputado, senador, governador e presidente? Porque no dia a dia pode ser até que a gente entenda,
mas analisando friamente e de forma mais complexa, fica algo difícil Assim de de atuar, >> tá? É que é muito difícil. Por exemplo, eu participo de todos os processos eleitorais, participei inclusive desde 2008 dentro do marketing. Então, ou seja, 8, 10, 12, 14, 16, 18, 20, 22, 24, 26 será a minha 10ª eleição consecutiva. Nunca, desde 2008, eu nunca deixei de estar no marketing político. Então, o que que eu vejo? Primeiro que Cada campanha tem um cheiro, cada eleição tem um cheiro, né? Então, 2020 teve um cheiro, 2018 teve outro. Eh, por exemplo, na última
eleição, nós tivemos o cheiro da economia que foi 24. >> Uhum. >> Né? já tinha ali em 20 a gente tinha um uma coisa um pouco mais conservadora ainda. Em 18 nós tivemos a ruptura que era antipolítica. Hoje, por exemplo, o eleitor não procura A antipolítica como uma escolha tradicional. Um ou outro será pela antipolítica, a maior parte não será pela antipolítica. Eh, já foi uma época diferente. Eu tenho também a influência ou não da polarização. Este ano nós não teremos Lula e Bolsonaro. É uma eleição diferente de quando nós tivemos. Então, quando você tem
Lula e Bolsonaro, eu acho que Será que a Gabriela caiu? Pode ser, né? Eu vou deixar. Não, ela voltou. >> Oi. >> Tá aí. Então, quando você tem uma eleição com Lula e Bolsonaro, que são dois grandes expoentes, >> fica difícil você fazer uma campanha sem tocar em pauta ideológica. Com o Lula sozinho, eu acho que a campanha não vai ter o mesmo mesma a Mesma pegada ideológica. Ah, se vier o Tarcismo, o Tarcismo não é Bolsonaro, é outra lógica, não vai pegar. Bom, então, eh, cada campanha é diferente também por causa da quantidade de
canais da dispersão do eleitor. O que que eu tô vendo cada vez mais? A gente ter que voltar para o papel. É uma coisa que eh a população ela tá perdendo crédito, ela tá tirando crédito do digital. Então você vai ter que voltar pro papel, Entregar uma coisa porta a porta. E a gente caminhou muito para pro digital por causa de 2020 na pandemia e agora a gente vai ter que fazer um trabalho mais completo de comunicação, é investir no digital, investir em eventos, investir na mobilização e investir também no material impresso, sabe? Carta. Vou
vou vou mandar carta pro eleitor. É mandar esse tipo de coisa. As pessoas viram agora a eleição do Mandame lá em Nova York. >> Uhum. >> Se você for olhar no raso da piscina, você vai falar que é rede social. Se você for mergulhar, você vai entender que tem a ver com mobilização, muito mais do que com rede social. E a mobilização tem a ver com essa questão de um porta a porta, de juntar gente. Então eu acho que a próxima eleição vai ser uma eleição que vai exigir mais um ano. E é claro, aonde
entra o digital, na organização, na identificação de pauta, na facilidade de do uso para mobilização. WhatsApp, por exemplo, vai ter um uso completamente alterado. A partir do momento que tem cobrança de lista de transmissão, eh, vai ser uma outra história. >> Você vai usar o WhatsApp de fato para mobilizar lideranças, embaixadores e mobilizadores. Você não vai usar o WhatsApp para falar com a população. É, Vai ser bem diferente o uso. >> É, fica até inviável essa questão do WhatsApp. Agora eu vou fazer uma pergunta que eu já fiz várias vezes, não é verdade? Já fiz
para ti, Marcelo, fiz para Natália. Confesso que eu já sei a resposta, mas é uma pergunta que eu vejo muito presente nos meus colegas de profissão, nos meus colegas eh que eu de que que eu tenho mais contato no dia a dia, que é como prospectar clientes já Na pré-campanha. e também após campanha em qualquer momento, como que a gente faz essa essa prospecção de clientes, >> tá? Não sei se eu sou a melhor pessoa para falar sobre isso, porque eh é muito raro. Eu não vou me lembrar de quando eu prospectei, mas eu já
orientei pessoas a como prospectar e deu muito certo. >> Então eu geralmente eu tô lotado, então eu não consigo nem fazer prospecção. Bom, O que que eu recomendo? O serviço de um profissional de comunicação, ele é um serviço para resolver problema. A maior parte dos profissionais erra ao se apresentar para um potencial cliente, porque em vez de falar do problema que ele resolve, ele quer falar do como ele trabalha. Vou explicar. Então assim, se eu fosse uma lavanderia, eu não vou falar: "Gabriela, muito Prazer. Eh, eu tenho um processo de lavagem de roupa que eu
separo as roupas por cor e aí eu coloco um produto X que limpa a roupa assim, assim assado. Não, se eu sou uma lavanderia e fosse me vender para você, eu falar: "Olha, Gabriela, eu consigo te entregar a tua roupa limpa? Aí, pronto. Aí você pode me perguntar, mas como? Aí eu falo do processo. Por quê? Qual que é o benefício do meu trabalho? É sua roupa limpa, não queimada. O que acontece nas lavanderias muitas vezes, eh, eu consigo garantir que a sua roupa não vai desaparecer, que também é uma das coisas que acontece. Então,
o benefício do trabalho é o que deve ser vendido, não o trabalho. Não é assim, tudo bem? Como é que vai, deputado? Olha, eu queria apresentar meu Trabalho. Eu sou um profissional que eu atuo muito na comunicação, em redes sociais e eu tenho facilidade e não não é isso que ele quer. O que ele quer é outra coisa. O que ele quer Tudo bem? Como é que vai, deputado? Muito bem. Olha, eu sou um profissional que construo pontes entre projetos políticos e eleitores. Eu acho que o jeito que eu trabalho pode ter uma sinergia com
o seu jeito. E aí a gente pode construir uma bela Candidatura gastando menos, economizando o recurso humano e com uma chance maior de vitória. Opa, agora nós estamos falando idioma, então eu tenho a solução para um problema. E essa solução tá qualificada. Ah, mas como é que você faz isso? Bom, a maioria das da quando você um profissional está se vendendo, você pode entregar uma apresentação que você tá se vendendo com profissional, ou seja, você Quer ser contratado enquanto profissional, ou por uma agência, ou por um consultor como eu, ou por um candidato. Se você
é uma pessoa física, você prepara uma apresentação que fala da sua eh da sua experiência quando você tem experiência, da sua visão de mundo, da sua visão sobre a política, sobre a comunicação e o problema que você resolve. Aí você entra em contato com aquele que você quer ser contratado. Ah, quer quero ser Contratada pelo Vitorino. Aí você vai colocar o que essas coisas que eu falei numa apresentação e vai me enviar. Porque para mim é o que interessa. Não me interessa tanto ah, eh, o que o que que você sabe fazer só. Não, me
interessa a visão. Eu como consultor contrato várias vezes profissionais, então eu quero saber um pouco mais. Pronto. E se você tivesse indo para uma agência, mesma coisa. E se tivesse indo para um Candidato, referências. E olha, uma uma coisa que eu recomendo sempre para quem é meu aluno, deixe bem claro que você é meu aluno. Boa parte dos políticos, principalmente em Brasília, mas tem muito político no Brasil todo, conhece a nossa metodologia e eles dão preferência para quem é meu aluno. Tem muita gente que eu vejo que foi contratada porque falou que estudou com a
gente, né? Então isso dá um peso extra. Mas se você não é meu aluno, por Favor, não faça isso, porque o o uma hora a casa cai, tá? Então só faz se você realmente é meu aluno. Bom, e se você tiver vendendo o serviço como CNPJ? Bom, se você tá vendendo serviço como CNPJ, aí já não é uma carta, um documento que apresenta você e tal, aí já é um uma brochura, pode ser um folder, alguma coisa que apresenta a sua empresa, mas lembrando, primeiro é o benefício, Depois é o como, OK? Nunca inverta essa
ordem. Primeiro eu digo qual o problema eu resolvo, depois eu falo como eu resolvo. Se você, Gabriela, vai lembrar, né? Porque com certeza. Mas quem é meu aluno, lembra de um negócio que eu falo sempre. Quer fazer um texto bom para uma rede social? Problema, abrangência, solução e como. Quatro passos. Simples. Problema, abrangência, solução e como. Vou dar um caso aqui. Vai. Boa parte do dos Candidatos, aliás, é maior, né? Eu posso te falar que a taxa de eleição é mínima. A cada 20 candidatos a proporcional, apenas um consegue se eleger. Muitos dele usam o
tempo da pré-campanha de forma indevida e isso faz com que eles cheguem para disputar uma eleição praticamente já derrotados. Eu tenho uma empresa que corrija esse problema. Ela lhe dá condições de disputar uma eleição de igual para igual, inclusive com Candidatos muito mais preparados financeiramente que você. Pô, agora eu tô num tô num pit melhor. Então assim, o o é engraçado também que tem gente fala assim: "Ih, o Vitorino Vitorino não sabe trabalhar, não é só marketing filho. Se [risadas] você trabalha com marketing político, não sabe se vender, aí o problema sou eu. Ah, não,
seu trabalho, sabe? O problema é você, pô, não sou eu. Sabe o que tem que fazer? Assiste Shark Tank, aprende Como as pessoas apresentam o seu negócio. Você vê, eu fiz um pit aqui que não deu 60 segundos. É assim que você prospecta um cliente. Agora é muito melhor, claro, se você faz uma pesquisa sobre ele e já chega com algo ali de fala: "Olha, eu identifiquei assim, sem assado". E com todo o respeito, deputado, deputada, eh, eu imagino até que você tenha uma equipe e eu acho que ela até faz um bom trabalho. O
meu trabalho poderia agregar ao dessa Equipe, pronto, você já tá bem melhor. Você não precisa chegar lá cagando regra, dizendo: "Tá tudo errado, ó, o que você tá fazendo tá tudo errado." Porque muita gente, muitas vezes acontece isso. O camarada chega lá e começa a vender coisa e é só para dizer que o outro tá errado. Aí você já sabe que é ruim. Ok. >> Excelente. Acredito que da minha parte seja isso. Eu agradeço sua atenção e sua generosidade tá aqui ensinando a gente Mais uma vez. >> Que isso? Prazer recebê-la, Gabriela. E bom descanso
aí. Você que tá >> muito obrigado aqui. É >> triste em Genebra. >> É quase meia-noite [risadas] e 0º. É, não, eu gosto muito. A Suíça é um dos países mais bonitos que eu já vi. Mais bonitos. É uma pena que você, provavelmente, você tá em agenda, você não tem tempo para passear, porque Quando você tá em agenda, é muito difícil você ter tempo para passear. >> Eu gosto de uma cidade chamada Interlaquing, que é no meio de dois lagos, maravilhoso. Gosto muito de lá. Bom, muito obrigado. Boa noite aí para você. Eu vou voltar
aqui. >> Tchau. Tchau. >> Muito bem. Gabi, quem vem agora? Gabi, você vai ter que falar porque eu não eu não sei ler não. Eu não sei ler lábios Ainda. Eu vou te adicionar no palco se você não falar comigo. Ela tá, ela morre de vergonha. Morre. Não, não me adiciona. Eu vou colocar aqui. Não, pelo amor de Deus. >> [risadas] >> Ai, tá bom, Gabi. Vou chamar o Asaf. Tá bom assim? Tá muito bem. Não, eu adoro porque ela não se prepara para entrar no palco. Eu eu venho tentando preparar ela para dar a
aula, mas ela tá Aí. Muito bem. >> Boa noite, professor. Tudo bem? >> Boa noite. Primeiro lugar, >> Azaf. >> Azaf. >> AF. e dizer aqui da alegria de lhe encontrar na minha terra essa semana, né, sem querer querendo, >> na capital pernambucana, na terra de tantos, tantas figuras ilustres da política, né? Eu acho que nós somos Privilegiados, somos liderados por uma grande mulher e foi uma alegria de encontrar. E aí, eu tava aqui agora acompanhando a Gabriela conversando com você e aí fiz algumas anotações aqui e antes de de começar queria saudar todo mundo
que tá online, muita gente de Pernambuco, da da minha terra e e falar sobre pré-campanha. E aí fiquei feliz também quando o senhor disse que sua primeira campanha no marketing mesmo foi em 2008. A minha primeira campanha fazendo comunicação foi em 2008. Então, eh eh eu metade da minha vida fazendo isso, fazendo campanha. A cada dois anos a gente tem campanha, mas todo ano a gente tem campanha, né? Porque a pré-campanha e o que a gente tem assistido nos últimos tempos, eu não sei se o pessoal eh concorda com isso, é que a pré-campanha ela
tá cada dia mais institucionalizada. Hoje a gente tem gabinete de pré-campanha, a gente tem Lançamentos de pré-campanha, coisas que a gente não, eu acho que a rede social, eu acho que a internet, ela ela nos aproximou mais desse período antes da campanha, né? Eh, recentemente eu vi um lançamento de de um prefeito aqui de Maceió fazendo um vídeo dizendo que vai ser candidato a governador, que vai alçar novos voos e eh colocou, então hoje virou algo institucionalizado e aí começa-se a ter alguns questionamentos. Eu acho que Gabriela Trouxe aí dúvidas que que paira sobre muitos.
Eu acho que as dúvidas de Gabriela são dúvidas que eu carrego, que muita gente também carrega. E uma dúvida que eu tenho, eh, professor, sendo bem direto, é se existe algo que nos protege, eu falo de de legislação para essa pré pré pré-campanha, se a gente tem isso muito definido, se é algo que vai da cabeça, tá tudo liberado, tá tudo proibido, como é que a gente que faz comunicação? Eu acho que muitos amigos Têm essa dúvida, como é que a gente faz eh eh eh eh de forma eh legal esse esse processo, né? Como
é se existe alguma lei, se existe algo que nos protege para tocar esse período que tá cada vez mais sólido. Eu acho que todo estado aí tem eh pré-candidatura de senadores. Tem gente que já diz que é pré-candidato ao Senado, já tá fazendo jingle de pré-candidatura ao Senado. Existe alguma lei que nos protege ou que nos nortea nesse processo? Rapaz, olha, quando a gente fala em pré-candidatura, a gente tem uma legislação que não é exatamente definida como poderia. Está no Congresso o código eleitoral. Esse esse código eleitoral já não foi aprovado em outubro, então não
vai valer para esse próximo ano. O que que tem na lei? Ela fala que os gastos de Pré-campanha devem ser comedidos. Ela não fala, ela ela não te dá, vamos dizer assim, um parâmetro sobre o que quer dizer comedido. O que que tem na lei? Que as regras da campanha valem para pré-campanha. Que que isso quer dizer? Basicamente que se não pode outdoor na campanha, não pode outdoor na pré-campanha. Se não pode, é, são coisas assim. Se Você não pode dar algo ao eleitor que seja um um porta-copo, isso aqui é um porta-copo. Parece um
disquete, mas é um é um porta-copo. Eh, é que eu sou do tempo que isso aqui era normal. Aí eu gostei, comprei um para mim. Aí, ou seja, você não pode dar um porta-copo na campanha, você não pode dar um porta-copo na pré-campanha, nada que tenha valor. Impulsionamento. Pode na campanha, pode. Se pode na campanha, pode na pré-campanha. É, é só isso. Então, a primeira coisa é um entendimento do que pode na campanha, pode na pré, não pode na campanha, não pode na pré. Pronto. Ponto um. em relação a gastos, que é o que pode
dar o maior problema de todos, de todos. Você pega o teto da campanha, vamos supor que seja um proporcional de 3 milhões. 3 milhões é o teto. Quanto você pode gastar na pré-campanha? Com segurança, eu te falaria 5%, ou seja, R$ 150.000. Pelo que eu vi até hoje das decisões, elas elas se situam em até 10%, o que dá 300.000. Cara, R$ 300.000 para tudo. Tem gente que acha que é só impulsionamento. Não é assim, não. É para tudo. O que que pode acabar acontecendo se você gastar mais do que esse dinheiro? Pode dar abus
de poder econômico e caixa dois, se você não declarar. A juíza Selma, ex-juíza Selma. Ela foi caçada, senadora, porque ela gastou na pré-campanha, eu acho que R 2 milhões deais e na campanha mais dois. E aí entenderam que isso era abuso de poder econômico. E como ela não declarou caixa dois, você vê uma exjuíza foi caçada, ela deveria conhecer a lei mais do que ninguém em tese, né? Então eu acho que tem tem esse pequeno detalhe. Ah, aí as coisas mais básicas, né? Ah, eu posso fazer uma identidade visual, cara. Você Vai fazer uma identidade
visual, você vai botar isso no seu Instagram. É isso que vai transformar uma eleição? Não. Então, você pode fazer uma identidade visual. O que que você não pode fazer? gastar um [ __ ] dinheiro para fazer uma identidade visual e ela vai se perpetuando e você usa ela na campanha e tudo mais, porque aí você de fato desequilibrou o pleito, você fez campanha extemporânea por meio da identidade visual. Então eu Coloquei lá Marcelo Vitorino eh da educação e aí eu gastei uma grana, eu impulsionei, eu colei adesivo, eu pintei muro, coisa que não pode, né?
Não pode pintar muro na campanha, mas eu fiz e pronto, um arrebento. Chegou na campanha, eu só tirei o da educação e deixei Marcelo Vitorino, mesma fonte, mesma cor, tudo igual. vai dar campanha extemporânea. Então assim, você quer fazer a coisa de forma legal e sem correr risco, O que que você faz? Esquece a parte política, investe na reputação. Então você cria websérie, sabe? Se for, se eu fosse candidato, o que que eu estaria fazendo? Eu ia criar uma web sobre um assunto do qual eu preciso ter relevância para ser eleito. Eu ia impulsionar esta
web série sem falar que sou pré-candidato. Não sou pré-candidato porque a partir do momento que eu falei que sou pré-candidato, eu tô no olhar da justiça eleitoral. Se eu ficar quieto, Se eu sou uma pessoa física, eu não tenho direito de me promover? Lógico que tenho, sou uma pessoa física, não sou pré-candidato. Então, eu ia me tornar conhecido. Vamos supor, eh, perdi peso, então, pronto, perdi peso. Eu vou ser o candidato da saúde fitness >> do Monjaro, né? >> Como >> ser o candidato do Monjaro, né? Você o Monjaro, isso. Caneta para todo mundo. Aí
eu ia compartilhar o meu dia a dia com Monjaro. Ah, o que me deu de errado, o que que me deu certo, o horário que eu ia tomar Monjar, o que dava melhor, o que que eu tinha que fazer para não ficar eh constipado. Eu ia fazer uma sequência de coisas para que todo mundo me conhecesse por ter tomado Monjário e inentude Monjaro. Eu sou o maior referência de Monjar no planeta. Pronto. Aí todo mundo me conhece, eu condiciono. Eu ia meter um uma landing page com Tomar Monjar sem se lascar e e ia para
download, as pessoas iam cadastrar, elas iam receber dicas, né, de onde comprar monjar mais barato. São coisas assim, fal, mas Vitorino e isso não é política, mas não tô fazendo política. Eu tô aumentando a minha reputação, eu tô me tornando mais conhecido. Que que eu falei, cara? Tem melhor chance de vencer uma eleição quem tem maior reputação e e é melhor Reconhecido. É isso que eu tô fazendo. Concordo. Acho que travou. E dá, tá me ouvindo, professor? Oi. Oi. >> Eh, o professor caiu. Só um minutinho, já volto. >> Voltei. >> Voltou. Voltei, voltei. >>
Voltou. >> Não sei como é que tá aqui a imagem. >> Voltou, voltou. >> Tá OK, Gabi. >> Eu acho que voltou. >> A imagem tá um pouquinho tr, mas o som tá bom. Não sei o que aconteceu aqui. Isso é coisa da oposição e consagra as ar. E aí pessoal, vocês estão me ouvindo aí? Acho que tá bem aqui o conexão do professor. >> Então eu vou tentar voltar aqui pra Rede. >> Então pessoal, então vou continuar por aqui. Tô vendo aqui como é que vocês estão aí. Já estão em pré-campanha? Já estão tocando?
Ontem eu fui até indagado sobre um jovem num movimento político que eu participei ontem como candidato que a gente faz aqui em Pernambuco, um deputado estadual. E aí ele perguntou: "Af, eh, o que é que vocês estão preparando para fazer na campanha? E aqueles 3 segundos Ali, eu disse: "Meu Deus do céu". E a gente quando tem mandato, eu não sei se vocês eh eu não sei se vocês passam por isso também, de fazer uma pré-campanha com um mandato, eu acho que até mais desafiador do ponto de vista de criar um um fato novo do
que quando a gente não tem mandato, né? quando a gente é a primeira eleição, quando é quando é alguém, quando é um produto que vem de fora, é um vereador Que vai ser candidato. E aí dizendo para ele de como a gente tem preparado e tem e tem eh montado essa essa estratégia para fazer essa pré-campanha, para ter esse período, né, para ter essa mudança. E a gente vem como um candidato que é um deputado ideológico, mas é um deputado também que tem uma pauta eh social eh muito definida, trabalha muito pela educação. Eh, e
eu tava dizendo, essa vai ser uma campanha que eu vou ter que explorar Esse candidato, porque eu preciso do voto ideológico, ele ele ele dá a base, ele dá o movimento, mas mostrar que esse esse candidato ideológico tem serviço prestado. Eh, e aí e eh eu acho que esse é o grande desafio para quem trabalha com candidatos ideológicos, né? Eu tenho um candidato ideológico. Ele ele tem essa base, só que a gente conseguiu posicioná-lo. Professor voltou. Voltou, professor. >> Voltei. Pronto. Muito bem. Onde é que eu tava? AF, o senhor tava falando, terminando aquela pergunta
sobre quando eu questionei sobre a questão de de se ter eh eh uma legislatura para proteger >> e o senhor falava sobre a questão de se fazer um movimento, né, de iniciar esse processo de de de pré-campanha sendo candidato de si, né, sendo e eh fazendo movimento, entregando Monjar em todo que É lugar e dizendo que Monjar vai mudar a vida de todo mundo. Então, se eu tava nesse >> nesse processo, criando um movimento, criando uma marca para lá na frente, né, lógico, dentro do processo, captar aquilo em voto, trazer voto ou ou ou ou
ou trazer eh trazer o tom de pedir vota ou dizer que é candidato. É, o que que é mais importante? Assim, tem que ser uma coisa que representa muita gente e que elas entendam o porquê eu vou conseguir Melhorar alguma coisa na vida delas. Então assim, também não adianta eu pegar um tema que tem pouca gente interessado ou ela não conseguir fazer a conversão do porque ela deveria votar em mim para resolver um problema delas. É, essa é a lógica, entendeu? AF, me diz uma coisa, da onde veio o seu nome? >> AF é um
nome bíblico, né? Eh, então deve ter vivendo daquela região ali Oriental, hebraico. Eu acho que ele ele tem essa origem. AF tá na Bíblia, né? Consta na Bíblia. Só respondendo aqui, perguntaram: "Af, com quem você tá trabalhando? Eu trabalho em Pernambuco aqui hoje com um deputado estadual chamado Renato Antunes. Eu tava explicando, professor, que é um candidato, é um político, é um deputado ideológico que tem uma uma base bem definida ideológica, mas também tem um um legado, um serviço prestado ao longo Desses 4 anos. Eu acho que até antes, porque ele vem como vereador do
Recife, dois mandatos e aí eh, primeira eleição dele para deputado teve uma boa votação e a gente trabalha muito a educação, a gente conseguiu emplacar. É muito difícil a gente ver um candidato ideológico eh eh que tem essa pauta da educação não sendo da esquerda, né? Então, a gente conseguiu eh eh quebrar esse paradigma, né? Eh, de ser um candidato de direita, né? eh, mas que Tem um serviço prestado. E aí eu falava com o pessoal eu caiu, saiu de que essa essa pré-campanha nossa, a gente tem dois braços assim de atuação a a curto
prazo. Primeiro, é dizer, eu tenho serviço prestado. Eu acho que é importante eu justificar, prestar contas daquilo que eu fiz e que a gente produziu. Eh, e paraa minha base ideológica dizer assim: "Eu preciso estar aqui". Então, é, é justificar. Então, a gente tem atuado dessa forma. Eu acho que é uma estratégia, principalmente para esse momento, porque a gente sabe que quando o juiz aptar, eh, a gente vai seguir o método vitorino. E, e, e eu acho que é um método e aí só, eh, fazendo aqui, juiz, eu acho que todo mundo vai falar, é
um método o senhor quando começa o imersão diz assim: "Não é uma fórmula de bolo, mas mas é um método". Eu digo que eu eu eu levei isso em 2024 muito e eu e e eu tenho uma uma situação que eu ganhei uma Eleição municipal ano passado para uma aluna do senhor. E eu acho que o fato dela dizer assim antes da eleição terminar tá tudo resolvido me deixou com raiva e tava tudo resolvido mesmo para ele. A gente conseguiu eh eh mudar isso. Por quê? Porque eu acho que a gente conseguiu colocar em o
método vitorino, o método que você nos compartilham, o método que vocês passam pra gente. E é muito importante essa eh eh trazer esse método e a gente eh trabalhar esse [música] eh tá tocando alguma coisa aqui. É, aí >> já era, mas já deixei, >> tá? E e é importante a gente trabalhar eh eh esse esse período, trazer o método também para esse período, né? E quando a gente fala de pré-campanha, e uma das dúvidas mais eh eh um dos questionamentos é dinheiro, valor. Eu acho que Gabriela tocou muito sobre isso. E uma pergunta que
eu tava até conversando com o candidato Recentemente, com o político que que a gente atua, com o Renato, que é um dos políticos que hoje a gente vai fazer, que que estamos tocando a campanha e ele dizendo assim: "Azaf, eh, o que é que você precisa?" Isso é bom quando a gente escuta um político que que faz que tem essa abertura. Eu disse: "Eu preciso de estrutura". Para não dizer assim, eu preciso de dinheiro. Eu eu acho que estrutura é uma é uma é uma é uma palavra muito muito leve para quando a Gente diz
assim: "Eu preciso eu preciso crescer, preciso ter instrumento, preciso aumentar a equipe, preciso pensar além disso." E um questionamento que eu faço é: dá para fazer essa essa pré-campanha sem verba, definida ou é um autoengano? Ou ou ou ou é um um erro eh primordial, principalmente para aqueles que já têm mandato? né? Porque a gente sabe que não tem mandato. >> Como é que a gente faz isso, professor? Me explique aí. Eu acho que essa é a Dúvida de muita gente também. Olha, a gente pode fazer pré-campanha com dinheiro e sem dinheiro. É igual eu
posso ir andando até o Maranhão ou posso ir de avião. Agora, quanto tempo eu vou levar para ir andando e quanto tempo eu vou levar para ir de avião? aonde eu vou chegar com uma campanha, uma pré-campanha sem nenhum investimento e aonde eu vou chegar numa pré-campha com investimento. Então eu acho o seguinte, o investimento que você faz na Pré-campanha, ele reduz a necessidade de investimento no período eleitoral. Essa é uma questão. Então, numa, eu já vi campanhas de deputado, apesar do teto ser 3 milhões, deputado gastar 12, isso aí é normal. Já vi muitas
vezes caras assim, pô, gastou quanto? gastou informalmente. Então, fazer completamente sem recurso, eu não acredito que você vai conseguir Chegar lá na frente com capacidade de disputar de um para um com alguém que investiu. Se você tem já uma representatividade, se você já é uma figura conhecida, se as pessoas confiam em você, talvez você consiga fazer uma campanha gastando menos. Eu lembro quando a gente fez a campanha do príncipe do Luís Felipe, que virou deputado federal, tem até um ebook nosso de campanhas de deputados proporcionais Que assim, o príncipe gastou quase nada, o príncipe teve
voto e sei lá, não gastou 700.000 no período eleitoral e ele gastou pouco na pré-campanha dele, mas ele construiu uma reputação para chegar lá e fazer isso até. Gabi, coloca aí pro pessoal, tem o o link lá para download, tá? que aí eu acho legal vocês darem uma uma olhada nesse book que tem quatro campanhas proporcionais e os caminhos diferentes Do o caso do príncipe é isso, foi uma boa pré-campanha que resultou numa eleição gastando pouco. >> É um case, né, professor? >> Eu acho que a gente pode usar ele como case. Eu acho que
temos outros também. Eu já participei de campanhas que eu não sei nem como a gente conseguiu chegar de verdade, ganhar uma uma vereça para Recife, capital, gastando R$ 30.000, é a força de um movimento. E a agora a gente precisa ter a a a consciência que isso é Exceção, né? Isso é muito exceção. Para você ter noção, eh, a gente sabe e cada dia essa exceção ela vai ser menor. Eh, com essa profissionalização das campanhas, a gente vê os sindicatos, os guetos, os grupos. E quando a gente fala sindicato, a gente eh eh mas hoje
a gente vê esses movimentos, tanto de direita quanto de esquerda, cada dia mais profissional. Você vê menino que tem eh eh não tem quase nada, mas tem uma equipe de marca para fazer a Campanha dele. Ontem eu tava com um menino e eu eu encontrei um menino de 19 anos que foi candidato em Recife, eu acho que ano passado para vereador, teve teve 300 votos, 200 e pouco, 300 votos. Ele dizia assim, Azaf, eh, eu já eu tenho minha equipe de marketing, um menino que é totalmente, eu disse, cara, ele não tem o produto ainda,
mas ele entende que ele não vai chegar lá sem ter uma equipe de comunicação, sem ter um trabalho de comunicação. E essas Exceções de falta de estrutura, ganhar sem estrutura, a tendência é cada vez ser menor, né? E eu acho que a gente caminha para esse para para pras eleições ou pros certames eleitorais eles serem cada vez e eh mais difíceis e o sarrafo ser muito maior. Não sei se a leitura, >> você tem outra coisa também que tá entrando no jogo, tá barateando que a inteligência artificial tá barateando demais a produção de conteúdo. >>
Exato. É, antes você tinha que ter, e vou te falar assim, eu tenho dificuldade hoje de encontrar designer bom e que queira trabalhar alocado. A maioria dos bons design não querem trabalhar alocado. E aí, como é que você faz uma campanha sem um design alocado? Sabe o que vai acontecer? Vai ser tudo sem inteligência artificial. Ué, faz entrega. É complicado. E e professor, uma um Questionamento essa, eu acho que essa semana, esses últimos 10 dias, 15 dias, a gente nós tivemos muita informação sobre essas mudanças do WhatsApp, né? Eh eh eh sobre essa questão de
muda a legislação, eh conta caindo, conta de político caindo e a gente tá num momento bem primordial. E quando a e quando eu sempre falo sobre WhatsApp, pra gente que faz política, eh eh eu acho que poderia eh mudar o nome também para banco de dados. como é que eu posso Potencializar eh nessa nessa reta inicial de campanha, que é pré-campanha, eh os meus bancos de dados? Como é o eh eh eh qual sugestão o senhor poderia nos passar eh pros alunos? O que é que a gente poderia fazer para otimizar esses bancos de dados,
esses esses dados que a gente tem em reuniões, em visitas? O que é que a gente poderia ter eh eh para potencializar esse esse esse esse como é que eu posso dizer, essa joia, né? Porque banco de dados é algo que, Querendo ou não, é a nossa base eleitoral hoje em dia. Se a gente olhar com carinho, eu acho que no imersão do ano passado o senhor falou muito bem sobre isso, a Natália também tocou sobre isso. O que que a gente pode fazer nessa pré-campanha para potencializar os nossos bancos de dados? >> Bom, vamos
lá. O que que eu faria? Eu aproveitaria agora novembro e dezembro para fazer uma checagem telefônica dos meus cadastros. Como? Ué, muitos aqui receberam uma ligação minha falando da live, ou seja, você poderia já fazer uma validação para saber quem continua. Liga sua voz gravada, aquela coisa toda. Ah, Vitorino, telemarket não pode. Isso não é telemarketing. Fora que eu não tô no ano eleitoral. Eu tô pegando toda a minha base de cadastro agora e tô validando ela agora. Não tô em eleitoral. Problema zero. Então já é uma das coisas. Segundo, eu ia tentar Aumentar o
número de informações que eu tenho sobre aquela pessoa. Ah, eu só tenho e-mail e telefone, então tá. Então agora eu vou buscar saber gênero, vou buscar saber região que ela mora, vou buscar saber se ela concorda ou discorda de alguma coisa. Eu posso mandar uma pesquisa para ela e perguntando coisas como, ô, qual a sua posição em favor à pena de morte para crimes e deionos? Tem lá 10 perguntas desse tipo. Para quê? Para que eu saiba O jeito que ela pensa, para depois eu fazer uma pontuação. Se ela é conservadora, se ela é social,
se ela é liberal. Eu tenho que fazer isso agora, mas eu posso fazer isso. Essa parte de mandar para ela responder pode ser durante todo o processo eleitoral. A partir do momento que você sabe como o eleitor pensa, fica muito mais fácil. Quem foi que mais utilizou o banco de dados no até hoje, banco de dados mesmo, Foi o Obama. Aí depois o Trump comprou a base de dados da Cambridge Analítica, que deu todo aquele rolo. Mas o Democratas Americanos lá em 2008 tinha um banco de dados muito bem definido de, se eu não me
engano, 11 milhões de contatos. é contato para chuchu. Tudo bem que Estados Unidos tem muita gente aqui, sei lá, proporcionalmente seria, sei lá, 5, 6 milhões de contatos para uma eleição presidencial. Agora, eh, tem um deputado do Rio Grande do Sul que é o Covate. Covate Filho, cara, ele tem um banco de dados de mais de 100.000 pessoas do Rio Grande do Sul. E >> lembra que o senhor compartilhou sobre aquele rapaz? Eu acho que foi de volta, o Macaé, eu acho. Lembra? no imersão do ano passado. Eu acho que era até um aluno do
curso que era ligado com a causa animal. Não sei se o senhor lembra, cara. Para caramba. >> Case. Fantástico. >> Então, se você constitui uma base de dados sólida, ah, isso não tem preço. Inclusive você não pode vender, você não pode deixar isso para ninguém, tá? Azar. Professor, obrigado. Massa. Eu que agradeço. Volte mais vezes à minha terra, viu? >> Prazer vê-lo lá em Recife. Eu tava indo a caminho de Caruaru, aí eu passei por lá, depois fui para Caruaru e já tô de Volta aqui. >> Ah, que coisa boa. E a gente se encontra
no Imersão. Live muito boa. Um abraço para todo mundo que tá aqui no chat, principalmente pros pernambucanos e pernambucanas. Deus abençoe, gente. Tchau, tchau. >> Até mais. Muito bem. Se eu não me engano agora é Elisandra, não é, Gabi? É Elisandra. >> Salve, Elis. Bem, >> professor. Tudo bem, graças a Deus e é uma felicidade enorme estar aqui com com o professor e todos os colegas que estão online. >> Se apresenta brevemente aí pro pessoal. Então, eu sou Elisandra Pena, eu estou, eu moro em Angra dos Reis, estado do Rio de Janeiro, que para mim
parece ser um estado que mais acredita nas lideranças e pouco na comunicação. Então, estou aí com a missão, através das minhas redes sociais, de falar da profissionalização Desse mercado. E aqui a política tá a todo vapor, como eu acredito que em outros locais também. Até aproveito a oportunidade para os colegas, né, sempre que possível dar informação aí de como que funciona essa questão da profissionalização nos seus estados quanto a comunicação e marketing político. E eu sou aluna da da Vitorina Mendonça desde 2019, aprendi muito com conteúdos gratuitos e tive a oportunidade de em 2023 ir
a Brasília e Assim por diante participar de todos os imersões. Muito bem, Lisandra, seja muito bem-vinda. A gente vê que você tem uma grande sempre participação. Você compartilha seus aprendizados, você compartilha as coisas da academia, né? tá sempre aí com a gente, comenta e a gente fica de olho. Então assim, eh, a gente olha tudo. As pessoas acham que, eh, eu tenho o chatbot, né, no no na minha caixa de mensagem, as pessoas Acham que eu não olho, eu leio tudo. Eu muitas vezes não consigo responder eh na hora alguma coisa, mas tô sempre vendo.
Quais são as perguntas que você quer fazer? Bom, professor, como eu citei, aqui no Rio, eh, está tudo vapor, eh, só que como eu aprendo na academia, ainda fazendo, eh, muitos fazendo de forma errada. E a minha pergunta é: começar a o o planejamento de uma pré-campanha, >> tá? planejamento. Vamos lá. Todo o trabalho de marketing, ou seja, eu não tô falando de uma criação, eu não tô falando de um eh de um dia de sorte, eu tô falando de marketing, né? Todo o trabalho de marketing, ele começa num ponto chamado informação. A gente não
sabe para onde vai, como vai, quando vai, eh, com quem vai. sem você saber onde você está. Então, eu acho que a maior parte das pessoas que não entendem o marketing erra não entendendo o cenário. Então, antes de fazer um planejamento, você entende cenário. Como é que você entende cenário? Bom, o que que nós vendemos no marketing político? Diferente do que se vende no marketing tradicional. No mar tradicional a gente vende um chocolate. Primeiro, todo mundo sabe o que é um chocolate. Se eu falar o que que é um chocolate, você sabe o que é.
Você pode não saber, ó, vou te trazer um chocolate novo aqui que ele tem ele tem recheio de laranja. Tá bom. Mas você Sabe o que é um chocolate? Quando a gente fala de um político, você não sabe o que é um político, não é? um político nada mais é do que uma história de vida que tem intenção de fazer algo. Essa é a questão. Então, primeiro momento do profissional de marketing é entender produto, é fazer uma grande entrevista em profundidade com o político, porque se ele não entender quem é o produto, como é que
Ele vai vender? O político, o produto, é baseado na história de vida, nos atos, nos familiares, no entendimento que ele tem sobre a vida, no seu histórico profissional, na sua, né, no no seu na sua família. Tudo isso é o político e você como profissional de marketing tem que entender isso. Ponto. Casinha um, produto. Casinha dois, público. Ué, eu posso eh Entender o político e a partir daí procurar o público ou ele já tem um público definido? Ah, eu vou falar com mães que t entre 20 e 40 anos, filhos pequenos que moram numa região
metropolitana eh de Rio das Pedras. Sei lá, vou colocar aqui um negócio. Esse é o público, tá? Mas que subpúblicos tem esse público? Ah, não, tem também as cuidadoras, tem também as professoras, Tem. Então, criei uma cadeia de públicos que é para quem eu vendo. Beleza, acabou? Não, não acabou. Aí eu tenho também o ambiente, quem está disputando, qual que é o tema que é interessante para essas pessoas, qual é o histórico de votação, o o que que veio acontecendo ao longo do tempo para me dar uma ideia do que eu vou enfrentar. Então, a
partir disso, eu tenho o Político, que é o produto, eu tenho o público e tem o ambiente. Bom, já tem informação razoável aqui pra gente começar um planejamento. Que que vai me faltar? Vai me faltar definir canais. Os canais eu vou definir baseado no público. Então assim, se eu tenho um público muito jovem, cara, eu vou usar mais TikTok. Eu tenho um público mais idoso ou de uma região com pouco acesso à internet. Eu vou usar Facebook. Ah, não. É um público ainda mais eh Menos digital. Eu vou usar papel, eu vou usar ponto de
ônibus. Vem indo ponto de ônibus conversando. Então assim, rádio, você primeiro entende produto para depois entender público, para depois entender ambiente para depois entender canal. Pronto. Baseado nisso aí você vai montar uma matriz swatch, vai montar seu mapa de desafios e aí você começa um planejamento. A gente não começa um planejamento Baseado nas vozes da minha cabeça, baseado no que alguém disse sobre. E tem muito político que chega para mim, eu acabei de perder um cliente. Eh, não é uma história. Isso aconteceu, acabou de acontecer. Vocês acham que só acontece com vocês, não é? Eu
também. Eu perdi um cliente. Por quê? Porque o cliente tava certo na cabeça dele que o tema que ele tinha que abordar era um. Aí eu virei pra pessoa e falou: "Olha, vamos fazer o seguinte, vamos fazer uma qualitativa". Aí fiz qualitativa, montei material para qualitativa, acompanhei a pesquisa qualitativa, tudo lá. O que que a pesquisa disse? Disse uma coisa diferente do que o cliente falou. Ele discordou da pesquisa e aí ele entendeu que eu não sou bom projeto dele. Por quê? Porque eu sou profissional de pesquisa. Se a pesquisa tá me dizendo uma coisa,
por que que eu devo ir para outro outro lugar? Ele entendeu que as vozes da cabeça eram Mais importantes do que a pesquisa. Então eu perdi um cliente, na verdade eu considero livramento para minha cabeça, né? Porque isso daí só vai me dar problema. Eu vou te dar um outro exemplo para Senado. Em Senado em 22 eu fiz a campanha do Wilder, governador, foi para senador de Goiás. OK. Wilder, como senador de Goiás, teve 200.000 1000 votos a mais do que o candidato a governo dele. Pô, como é que esse senador conseguiu Ter 200 votos
a mais numa eleição de um voto só para senador que o próprio candidato dá chapador? Estratégia de comunicação. Teve uma parte do bolsonarismo, teve uma parte da estratégia. Se fosse só o bolsonarismo, ele teria tido mais ou menos o mesmo número de votos do candidato a governo. Mas não. O candidato a governo, ele teve 600 e o candidato a governo 400. E é o mesmo número, né, praticamente. Agora o Wilder Se pautou por pesquisa, a gente identificou os temas, a gente estratificou o estado e a partir daí nós fizemos um trabalho orientado à pesquisa. Ah,
todas outras campanhas que a gente fez, a gente sempre faz campanha orientada à pesquisa. Esse negócio de campanha baseado nas vozes da cabeça pode até funcionar. Não vou dizer que não funciona nunca, até porque um relógio quebrado acerta duas vezes num Dia, né? Porque aí você vai olhar e tá lá. Agora isso não quer dizer que é o melhor. Então aí teve até uma pergunta aqui só complementando isso. Elisa >> Lisandra >> começa pela quali ou pela quan? Começa pelos dois. A quante diz uma coisa, a quali diz outra. Qualha é sentimento, qualha é você
entender o tema, é você ver o jeito de falar, eh eh é você pescar alguma coisa na qual que você vai Costurar uma informação. Quant é para você mensurar interesses, mas a quant ela ela é muito básica para você desenvolver um trabalho profissional. O ideal é uma conjunção dos dois. Eu tenho a percepção, professor, que aqui no estado do Rio, eh, eles ainda enxergam muito eh os 45 dias, como eu citei, acreditam muito na questão das lideranças e parece que não existe, né, a comunicação e todo esse Trabalho de inteligência, como o seu Bem explicou.
Eh, salvo o pessoal de Duque de Caxias, que eu estou em Angra dos Reis, estou pertinho, que lá eles fazem um trabalho assim, ó, maravilhoso. Eu acompanho. E somos 92 municípios, tirando ali a o Duque de Caxias, o pessoal do eu vejo, né, que o restante do meu estado parece que ainda não entenderam como é que funciona o jogo daqui paraa frente. Professor, na sua visão, quais são os Três primeiros passos obrigatórios para toda a pré-campanha? Tá, eu acho assim, novamente, eu não começo uma pré-campanha sem informação. Então, o primeiro passo é entendimento nesse inicial,
né, que é eh toda pré-campanha deve começar obrigatoriamente pelo levantamento de informações que lhe permita saber onde você está. A segunda coisa, toda pré-campanha deve obrigatoriamente contar com um Planejamento com fases até o dia 16 de agosto. E neste planejamento deve est um dimensionamento da equipe. Por que que você não consegue falar, ah, quantas pessoas vale para uma pré-campanha de um deputado ou pequeno? Sabe por não? Porque cada desafio vai exigir uma equipe diferente, tá? E aí o terceiro momento é você colocar os profissionais o mais rápido possível para trabalhar. Por quê? Porque quando você
contrata profissionais, eles levam um tempo até pegar ritmo. Profissional não é robô, não. Não é chat GPT que você põe, aperta o botão. Gente, profissional precisa entender o que que tá acontecendo ali. Nós estamos falando de comunicação política. Nós não estamos falando de pizza não. Não tô falando de pizza. Não. Prepara aqui agora uma uma de acerola Para mim. Não é isso daí não, gente. Para com esse negócio. Marketing político é uma ciência que exige que um profissional primeiramente conheça o que ele tá fazendo. E aí tem o preparo do profissional. Você contratou um redor?
Contratou. Ele é um redator político? Geralmente não. Você pegou um jornalista que não é um redator político, o designer, você pegou alguém fazer o Designer, ele é um designer de campanha eleitoral, raramente vai ser. Você vai pegar um designer que veio do corporativo. Tô falando porque a maior parte das campanhas não conta com uma estrutura super profissional. Ela não tem grana para pagar. Esses caras já estão no mercado, né? Não, isso não existe. Ele vai pegar, cara, um designer júnior para fazer as coisas dele, um editor de vídeo júnior, principalmente na pré-campanha, Que ele não
tem verba. Então, ele vai contar com profissionais que não são muito experimentados. O máximo vai ser tipo: "Ah, então tá, vou vou contratar a Elisandra que vai comandar". Ah, sim, a Elisandra vai comandar. Ela tem que ter muita experiência, ela já tem que ter estudado. Agora ela vai montar o time, vai montar com quem? Cara, eu não tenho como pagar R$ 12.000 por mês num designer numa pré-campanha. Eu não, não tenho esse dinheiro. Nem pra campanha de Governador eles me dão esse lastro, entendeu? Então vai vir o quê? Vai vir um time júnior. Que que
você tem que fazer? Qualificar. É, você pega e qualifica. Você tem que mostrar para eles o que é a política. A gente quando contrata profissional tem uma série de filmes, né, livros, artigos que eu falo: "Olha, para trabalhar aqui você tem que assistir isso." >> Por quê? Você tem que ter um mínimo de entendimento do que a política. Você Acha que todo mundo sabe o que é política? Eu gosto de de lembrar da Natália. Natália Mendonça quando foi trabalhar comigo e foi trabalhar para mim naquela época ela não era minha sócia foi 2010 ela foi
trabalhada de analista de monitoramento. Não entendia nada de política, nada, zero. Aí foi trabalhar lá. Aí nós treinamos ela e ela foi fazendo análise de dimensão. Isso lá em 2010, tá bom? Terminou a campanha, ela foi bem e tal. depois trabalhou com a gente várias outras campanhas. E aí um belo dia ela me fala, ela me faz uma pergunta assim: "Para que que servia aquilo que eu fazia?" "Pô, cara, aí aquele negócio acabou comigo. Eu falei: "Como assim?" "Ah, não, eu fazia e tal". Ou seja, ela vivenciou campanhas sem entender o como o trabalho dela
seria utilizado num processo. Essa é a realidade da maior parte dos profissionais que atuam dentro da comunicação política. Eu não tô falando do marqueteiro, não tô falando do consultor, nem do coordenador. Eu tô falando do profissional, que é a mão de obra. Então você vê, eu tô dando um destaque a isso, porque a gente não faz campanha sem equipe. E aí as pessoas entendem que contratar e botar para rodar é na hora. Não é, não É. Eu, com toda a minha experiência, eu não consigo preparar um time em menos de 30 dias. Não consigo. Ou
seja, se eu contratar somente no período eleitoral, o time vai começar a ficar bom, cara, no meio da de setembro. É, é uma loucura. Não consigo fazer isso. Eu tenho que tenho que preparar antes. E olha, eu tenho curso, tenho o guia do marketing político, tenho imersão, tem livro, tem, eu tenho Didática e eu sei explicar as coisas. Imagina para quem não tem. Então eu acho assim, esses três pontos aqui, dentre eles, eu coloco que a preparação dos profissionais é o mais importante, talvez de tudo isso. É que assim, é difícil dizer, né? Porque o
diagnóstico e o planejamento são muito importantes também. É que eu eu vejo, se você tiver um bom diagnóstico, um bom planejamento, não tiver equipe para fazer, Você vai enxugar gelo, né? Quanto a equipe, professor, eu sempre que tem oportunidade eu defendo que sa tem entendimento da política, tecnologia e comunicação. Três coisas fundamentais que foi o que eu eh aprendi, né, ao longo desses anos com a escola, é articular essas três áreas para alcançar os objetivos dos projetos políticos. Professor, agora minha próxima pergunta vai ajudar o meu colega que estava anteriormente na live Com dúvidas a
respeito de quem está em mandato, né, e que vai ser pré-candidato. Como planejar a agenda do pré-candidato durante a pré-campanha e se ele já estiver em mandato, qual o equilíbrio com a atuação dele? Bom, planejar agenda do candidato em pré-campanha é uma arte. [risadas] Já começa dizendo isso. Por quê? Todo mundo quer que o candidato vá lá. O pré-candidato. O Candidato muitas vezes acha que tem que estar em todo lugar. Então o que que eu costumo fazer? A Noeli, que trabalha com Áuro, seguiu essa essa regra e foi muito feliz. Que que eu costumo fazer?
Em vez de aguardar os convites para organizar minha agenda, eu separo as áreas e divido 50% do tempo para a minha área prioritária da campanha. Então, eh, no caso lá de Duque de Caxias, deputado Áurio vai fazer a Campanha, 50% do tempo é pra base prioritária dele, que é do Duque de Caxias e regiões periféricas. 25% do tempo são as próximas da das regiões periféricas, a área principal. 25% do tempo é pro restante do estado. Isso numa campanha proporcional, mas também valeria para uma campanha majoritária. Então eu divido 50, 25, 25, mas você pode dividir
40, 30, 30. Cada um faz do seu jeito. O que que você tem que fazer? Ah, eu tenho quantos dias, Cara? Eu tenho 6 meses. Hum, 6 meses, tá? 6 meses. 50% do tempo eu tenho que estar na minha base. São 3 meses. OK. E aí eu vou colocando as datas que eu tenho para fazer. Bom, 3 meses eu só tenho aí eh quatro finais de semana são 8 dias por semana, 8 dias por mês vezes 3 são 24, né? De 24 quantos eu vou usar? E assim vai indo. Então você primeiro vê a quantidade
de períodos que você tem, porque muitas Vezes quem tá em mandato não pode usar todos os dias para visitar áreas. Quem tá em mandato vai visitar no final de semana. Então eu vou pegar eh os finais de semana e vou pegar metade paraa minha base. 25% pro pro o entorno, 25% pro restante. Bom, e agora para eu não ficar pulando de um lugar para outro, porque eh você tem um custo de deslocamento, tem outro problema. Não, não importa se o estado é pequeno, Você tem custo de deslocamento, porque às vezes o estado é pequeno, mas
aí você não tem opção de voo, você tem que pegar a estrada e leva tempo, né? Ah, aí você vai churrasco, 4 horas para ir, aí você tem que mais 6 horas para ir para outro lugar, acabou o tempo. >> Então o que que eu costumo fazer? Eu identifico quem são as lideranças que eu vou trabalhar em cada região. Separei as datas e eu estimulo o evento. Então, ó, na no final de semana, sei lá, do dia 2, Eu vou est na região dos lagos. Então, no dia dois vai ter uma agenda com preparada pelas
lideranças numa cidade, à noite vai ser em outra, no dia 3 vai ser em outra, no dia no no dia 3 à noite vai ser em outra. Então eu maximizo a agenda, mas não é quando eles querem, sou eu que provoco. Eu viro e falo: "Olha, daqui um mês eu preciso que você me monte uma agenda com 500 pessoas aí". É, é diferente. Se você não fizer isso, o que que vai acabar acontecendo? Toda Hora alguém vai te requisitar, olha, tem a festa da pamonha aqui e tal. E aí lá vai você pra festa da
pamonha. E para todo mundo, se você não for lá, você perdeu a eleição. Essa daí é o básico. Não, você não vim aqui, você vai perder a eleição. E quem não vem na festa da da uva aqui perde a eleição. É tudo história. Perde a eleição que não sabe bem o tempo. Perfeito, professor. Realmente, planejamento é tudo. Afinal de contas, Quem planeja erra menos e quem erra menos vence uma eleição. Professor, foram são essas as minhas perguntas. Eu agradeço a a oportunidade de estar aqui, tirar algumas várias dúvidas que eu tirei com os colegas anteriores.
Com certeza vou continuar aqui, já fiz várias anotações e eu sigo aqui no estado do Rio de Janeiro [risadas] nesse mercado, tá? Um abraço, um abraço aos colegas também que estão online. >> Admiro muito aí a sua perseverança, porque o Rio de Janeiro é um lugar muito difícil para se trabalhar. Eh, [risadas] eu evito pegar projeto no Rio de Janeiro. >> É mesmo, professor. >> Eu evito porque é muito difícil. Eh, o pessoal, os clientes, eles são muito dados ao amadorismo, ao improviso, a, a compra de voto, a a compra de liderança. Eles acham que
campanha só Você ter liderança. Então, eu evito. E ainda é muito difícil você arrumar profissionais comprometidos com uma campanha. É muito difícil. Eu fiz aí várias, né? A principal acho que foi do Marcelo Crivela, prefeito do Rio em 2016. Olha, você já reparou que eu não faço evento no Rio? >> Exatamente. Não faz. Por que [risadas] no sabe? >> Eu vou, olha, professor, vou falar o que eu eh o que o senhor comentou no Imersão. Eu não me recordo qual imersão que era, que o senhor chegou e falou assim: "Não faço o evento no R.
O pessoal vai falar assim: "Eh, ou dá um desconto ou faz de graça". [risadas] Cara, o Rio é >> o carioca gosta de entrar no esquema de graça assim, se é para pagar, ele não vai, mas se for um negócio de graça, ele topa. Ele gosta, ele gosta de ser VIP, entendeu? E aí é mais difícil, aí é complicado. Eu não consigo sustentar a Maior parte dos eventos que faz, >> eh, as pessoas acham que eu fico rico a cada evento. São uns, coitados. Eh, é que eu não gosto de falar para vocês não chorar
junto. Eh, primeiro que você bota um caminão de dinheiro na frente, depois você não sabe se vai vender. Tudo bem, os nossos sempre lotam, mas e se aquele ano não lotar, como é que vai ser? Eh, >> néária, uma diária, uma diária do imersão do hotel é R$ 100.000 R$ 1000, uma Diária. >> Imagino, imagino. >> Não é qualquer coisa, >> só de área do do lugar. Eu não tô falando de iluminação, não tô falando de LED, é da da do ambiente, tô falando de nada, tô falando do da área do hotel. >> Então as
pessoas acham e não é assim. Eu gosto de fazer esses cursos, cara, porque eu gosto de formar profissionais, assim, não é porque, nossa, é lucrativo, não. Eu nem tô Preocupado com isso diretamente, eu tô preocupado com uma formação de mercado. Eu acho que se a gente tiver uma formação de mercado, a gente vai ter aí eh campanhas e cada vez pagando melhor e cada vez com mais profissionais se dedicando mais e com políticos que entendem o que que é uma profissionalização. Quando eu comecei a dar curso, quase ninguém dava. Quem dava curso era o Maanelli,
professor Mayanelli, que infelizmente faleceu na No período da Covid, se eu não me engano, a quem eu respeito, uma figura que eu respeito bastante. Então, o o Maanelli começa esse trabalho e eu eu mudo um pouco e faço a expansão do meu jeito. Inclusive, é bom lembrar, vai ter imersão. O imersão esse ano ele é dividido em dois encontros. Em dezembro vai ter um encontro, se eu não me engano, dias 12 e 13 de dezembro tem um encontro que é online. Quem quiser fazer, inscreva-se no Imersão Eleições 2026, primeiro encontro trata de pré-campanha entre 1eo
de janeiro até 16 de agosto. Segundo encontro vai acontecer em abril, eu acho que é dia 23, 24 e 25. Eu acho que é isso. É 23, 24 e 25 de abril. Este pode ser online também ou você pode estar conosco presencialmente em Brasília. E aí este período nós vamos tratar de campanha, OK? Ah, Vitorino, eh, eu só quero ir em não sei que lá. Gente, olha, O Imersão Eleições é um só. Então, ele tem um encontro presencial, um encontro que pode ser ou não presencial de acordo a sua conveniência. Inclusive, eu não sei se
você viu, mas o Imersão Eleições foi premiado agora. Vê sim. foi premiado agora lá em Washington como um programa de formação profissional do do que mais contribuir. É o único programa de formação brasileiro premiado internacionalmente dentro desse segmento. Isso daí eu fiquei muito feliz Com essa premiação, porque ela mostra a diferença, né, entre quem de fato se dedica profissional com um mercado que ainda tá se construindo. Então, eh eh a gente ficou realmente eh surpreso e feliz, né? A gente gosta muito de ver nossos nossos alunos brilhando e tendo melhores oportunidades. Aí você vê, entra
aqui o Osé e fala: "Não, segui a metodologia venci". Deus certo. >> Eh, é muito legal. Eu também acredito muito, professor. E na metodologia, as Oportunidades que eu já tive de participar de campanha ou de conversar com políticos, eu sempre explico do eh falo do método, né? Eh, como o senhor mesmo citou, o Rio ainda é muito amador. Eu confesso que eu já pensei ir embora, sair daqui, só que eu resolvi. Não, minha família tá aqui, eu tô aqui, eu vou até o fim. Com a cara e com a coragem, eu vou até o fim.
E acredito muito que até eh como eu fui em 23, eu fui em 24, fui em São Paulo, né, esse ano, o ano que vem, se Deus quiser, estarei também no Imersão em Brasília presencial. E é isso. Eh, atualmente, recentemente, né, lancei o podcast para poder estar discutindo sobre isso com alguns convidados. Você ouviu, né? [risadas] >> Sim, senhora. com uma uma forma, né, estratégica de tentar eh impulsionar, né, esse mercado e o Rio parar de ser tão amador nessa área, tá, Professor? Então é isso, deixar minha outra colega, olha, um abraço a todos, obrigada
pela oportunidade. Eh, estou muito feliz de ter estado aqui. >> OK. Um abraço. >> Outro. >> Muito bem. Estamos aqui então caminhando para a nossa última convidada e que coincidentemente ela não sabe disso ainda, não sei, acho que não, mas que foi a primeira inscrita no Imersão deste ano. É, nós estamos Falando da Daniela Moreira. Seja muito bem-vinda, Daniela. >> Oi, professor. Olha, eu não sabia que eu tinha sido a primeira. Que bom. >> Foi Gabriela que me passou aqui, falou: "Ó, ela foi a primeira. Eu tô até checando aqui para ver porque Gabriela mente
muito, mas eu vou ver aqui. Tô brincando, mente não. É, mas você foi a primeira inscrita. Sim. Muito bem. Bom, se apresenta aqui pro pessoal, Daniela. >> Eu sou Daniela Moreira. Eu sou, desde já eu peço desculpa pela minha voz que Belém, eu sou de Belém do Pará e como vocês sabem, Belém tá em evidência por conta da COP 30. Então aqui quem já teve oportunidade de conhecer a minha cidade sabe que tem dia que é um calor, sempre é muito calor e aí tem dias que tem umas chuvas incessantes e ano pass e a
semana passada eu tava trabalhando na cúpula e Aí com isso, nessa correria eu acabei ficando assim com a garganta, mas tá tudo bem. >> Muito bem. Então vamos lá. É importante também, Daniela trabalhou conosco numa campanha muito difícil que foi lá em Altamira, que foi do Claudomiro, campanha dificíima. E na minha opinião, eu falei isso ao candidato, perdemos 24, >> perdemos na pré-campanha. Então assim, falo mais uma vez, foi feito o trabalho durante a campanha, pré-campanha não engatou, acabou acontecendo uma série de coisas que não que que eu, minha opinião é que nós perdemos na
pré-campanha. Ele conseguiu crescer, recuperar espaço, mas o que ele tinha perdido na pré-campanha não deu. Mesmo com tudo. E era um Caldomir um ótimo sujeito, cara. Muito muito bom, >> maravilhoso. >> Ah, e aí Dani esteve lá, >> aí aproveitou >> foi alunque oito. >> É, a gente contratou para trabalhar láito meses quase, né? trabalhando em Altamira com o professor Marcelo. Foi uma oportunidade maravilhosa, muito engrandecedor, como eu sempre digo, que existe uma campanha eh que a gente aprende assim ao longo da vida, que a gente gosta dessa nossa caminhada Política e existe é uma
campanha que é coordenada pelo professor Marcelo, é outra outro movimento. Então, diferente >> muito muito a organização, toda a situação. Não tinha nada assim que a gente falasse assim: "Não, não tá legal, era as era tudo bem planejado, do jeito que eu gosto de trabalhar, tudo muito bem certinho, eu não gosto de nada atropelado." Então, tipo, era tudo muito articulado, muito certinho. Tinha as semanas, a gente já sabia as coisas Durante o o mês inteiro do que que a gente ia fazer. E eu achava isso sensacional. É engraçado porque às vezes eu vou >> aproveitando,
né, que a gente tá nesse período já de, eu já considero que a gente já está em pré-campanha, né, e já tem até aqui, como eu vou dar um exemplo daqui da minha região, que já tem candidato usando a COP 30 para posicionamento. E aí eu te pergunto, na pré-campanha já Dá para falar sobre propostas? >> Então, vamos lá. Para que serve uma pré-campanha? Uma pré-campanha para aumentar o alcance e aumentar a reputação. OK? Se é para aumentar alcance e aumentar a reputação, será que eu deveria já passar para uma outra fase de proposições? Porque
como é que funciona normalmente, né? Eh, para você escutar o que alguém tem a dizer, né, você tem que respeitar a pessoa, porque falar até papagaio fala. Então, depende. Se você já é alguém que tem um grande reconhecimento e uma grande reputação, já é uma pessoa com credibilidade, você até pode começar a falar de propostas. Agora, em 99,9% dos casos, isso não acontece. Então, quando você fala de proposta durante a fase da pré-campanha, o que que você tá fazendo? Na verdade, você tá quebrando um processo empático que ele ele é construído, né? A gente ensina
isso nossos cursos. Você tem três momentos. Tem um momento da sensibilização, da motivação e da mobilização. A pré-campanha predominantemente é Sensibilização, ou seja, eu não dou a motivação que são as propostas para o cidadão. Por quê? Não, porque eh não é por qualquer motivo, tem uma razão. O cidadão passa a ser eleitor lá no processo eleitoral, então ele não tá preparado antes daquele, principalmente das últimas semanas para tomar uma decisão de escolha de um político. Neste momento, agora, enquanto tá vendo essa live, o cidadão não tá nem aí pro processo eleitoral do ano que vem.
Então, se você falar de proposta agora, você vai ser aquela pessoa inconveniente, que tá querendo falar do que você quer pro almoço enquanto as pessoas estão pensando no que elas gostariam de passear no final do ano. Você vai est falando de um tema que não tem a ver, não é? Porque eu não eu não tô dizendo que você não pode, só tô falando o quê? Quando você faz isso, você abre mão de construir empatia e Você se torna uma pessoa inconveniente se você ficar falando desse tema. Uma coisa é não, eu vou falar, eu tenho
20 propostas, eu vou escolher uma e vou falar muito de uma, mas aí eu não falo tanto da proposta, eu falo do tema. Eu esquento o tema para depois vir a proposta. Eu prefiro proposta para mim entra só lá na segunda semana de setembro paraa frente, tal. Até lá vamos falar do tema. O tema é mais importante. Proposta vem depois, >> até porque depois vai cair no esquecimento, né? Então aí vai ter que bater de novo na mesma tecla. Exatamente. E aí, >> a minha próxima pergunta é não pode falar. Você pode ter gastado às
vezes um negócio quando as pessoas não queriam saber dele. Aí aquela proposta que podia ser boa virou uma proposta ruim. Você perdeu a tua proposta. Pode ser inclusive que você alertou um adversário Para alguma coisa. Eh, muitas vezes você quer fazer uma proposta para resolver um problema. Se você coloca ela muito antes, o adversário resolve o problema antes de você. Você perder o discurso. Não faz sentido. >> Vamos pra próxima. >> É, a próxima pergunta é: O que publicar na pré-campanha? >> Tá, vamos lá. Eu já coloquei aqui algumas Questões sobre a gente ter um
entendimento de cenário, de quem é o candidato, né? falei sobre isso. O que publicar na pré-campanha não obedece uma regra específica, mas obedece uma metodologia que é eu devo publicar na pré-campanha coisas, conteúdos que fortaleçam uma imagem positiva e que reduzam uma imagem negativa. Então, em vez de perguntar assim, muitas pessoas querem saber disso, ah, eu devo Publicar card, eu devo publicar aniversário de cidade, eu devo publicar e vídeo com um candidato respondendo pergunta, volta ao nível. O que eu preciso publicar? que é esse formato. Esse formato não é o importante. Vamos falar agora do
do que é melhor mesmo. O que que eu preciso fazer de conteúdo para para tornar o meu candidato mais conhecido dentro das características Dele? Ah, vamos supor que eu tenho um candidato que vai trabalhar causa animal. Então, eu vou fazer websérie, eu vou fazer live, eu vou fazer quiz, eu vou fazer carduriosidade, eu vou falar de raça, eu vou falar de cuidados com os bichinhos, eu vou eu vou compartilhar matérias que falam sobre os bichinhos. Por quê? Porque isso tem a ver com a construção da reputação dele. Então, primeiro é o porquí eu tenho um
candidato que ele não é Muito bom de fala, mas ele é bom de foto. Aí eu vou usar isso enquanto eu faço um media trainer com ele, eu vou usar muita parte de imagem e tudo mais. Vou contratar um belo fotógrafo para que ele faça boas imagens. Não, eu tenho um candidato que ele tem um problema de ter uma reputação eh que foi atingida por um escândalo. Então, quando pesquiso nome dele do Google, vem o escândalo. Cara, eu durante a pré-campanha eu tenho que publicar um colchão de conteúdo para que Quando alguém pesquise encontre coisas
positivas. Então você vê, não é bem uma regra para todo mundo, mas se você utilizar uma metodologia de eu tenho que melhorar o que esse cara tem de bom e atenuar o que ele tem de ruim. já melhora. Então, a gente trabalhou, eu vi aqui até que tem comentário aqui do Emerson, o Emerson Quaresma trabalhou com a gente lá na campanha do Davi Almeida em Manaus, que inclusive também ganhou prêmio essa campanha lá. Eu só Cuidei do digital, tinha um outro profissional cuidava da televisão, eu cuidava do digital. O Emerson veio pro meu time do
digital. E aí, eh, a gente até foi premiado, foi premiado em Londres e em Washington por essa campanha. O que que foi feito ali? A primeira peça da campanha, a primeira de todas era o candidato falando da mãe dele e da morte dela, da partida dela antes da Primeira eleição dele. Por que que aquela peça estava ali? Ela tinha uma lógica de tá ali. Porque a gente precisava fazer uma reconexão emocional. As pessoas, a gente viu isso por qualitativa e por quantitativa, as pessoas tiveram uma um distanciamento emocional do candidato e a gente notou isso
na nas pesquisas. Então, o que que a gente tinha que fazer? uma reconexão. Inclusive, põe aí, Gabi, a página do caser pra turma ver, porque aí tem lá Depois quando terminar a live aqui vocês olham, tem o caser da da campanha, inclusive as peças peças que foram premiadas e tal. O que que é importante nesse negócio é é você entender antes de sair fazendo o que eu preciso publicar. A maior parte das pessoas, ela pensa em formato, ela não pensa em usar comunicação para resolver um problema. E esse problema não quer dizer que seja um
problema. Aumentar o alcance de uma Candidatura é um problema, tem que ser resolvido. Eh, qualificar a reputação de um uma de um candidato é um problema, tem que ser resolvido. Quando eu falo problema, não quer dizer que tem algo errado. Quer dizer, um eh pense matematicamente como uma equação. É isso. Respondido. >> Respondido. Então, a gente tem várias, principalmente a reputação para falar, Né, sobre o que postar na pré-campanha e principalmente não esqueçam, se vocês forem postar, não peçam votos, por favor. Isso, gente, né, professor? Confirme, ó, >> o olhar dele já responde. >> E
aí, vamos para a minha próxima pergunta. Como é que a gente pode comprovar que a estratégia da pré-campanha está dando certo? Tá? Então vamos lá. Se você fez um Trabalho de planejamento, você consegue saber se a estratégia de uma campanha tá dando certo. Por quê? Porque quando você faz um planejamento, você coloca métrica. Aqui a Dani falou: "Olha, participei da campanha com Vitorino e a gente sabia tudo que ia acontecer em cada semana". Inclusive, eu alertei o candidato para a perda em caso de não fazer determinados passos. A Dani, a Dani acompanhou. Se não, ninguém
ninguém pode ficar chateado, porque eu falei: "Olha, se isso aqui não acontecer em tal período, você vai ter uma dificuldade eleitoral a partir de tal data". Então, o que que acontece? Você mensura se uma pré-campanha está dando certo, se você está atingindo os objetivos do planejamento. Como é que você faz isso? Bom, eu tenho que tornar meu candidato mais conhecido. Você pode fazer esse trabalho por redes sociais, participação na mídia, porta a porta, distribuição de material impresso, ou seja, não tem uma forma só de você fazer ele ficar mais conhecido, arrumando confusão. Tem gente que
só gosta de ficar conhecido arrumando confusão. E aí você vai mensurar isso na quantitativa. Você fez uma quantitativa quando começou, 3 meses, 6 meses depois você Vai fazer outra quant. Opa, deu certo, não deu certo. Ah, essa quante pode ser por telefone também, não precisa ser uma quante de rua. O que que é importante? É você não ficar misturando. Ah, uma hora você faz de rua, outra hora você faz presencial, outra hora você uma hora de rua, outra hora você faz telefônica. Minha recomendação, solta uma quantitativa telefônica junto com a presencial, porque aí você tem
um parâmetro do quanto da da curva de Distorção da telefônica para presencial. A telefônica é mais barata, você faz com mais frequência, então você consegue fazer uma telefônica todo mês gastando pouco. Pronto, você já viu se você tá tendo um reconhecimento maior. Segundo ponto tem a ver com conteúdo. Você tá publicando nas redes sociais, você tá monitorando os comentários, você tá vendo se tá aumentando o volume, se você tá alcançando mais pessoas, se os Comentários estão ficando mais qualificados, se o seu conteúdo tá convertendo em cadastros. E aí você tem que fazer o acompanhamento mês
a mês. Então assim, ah, num mês deu 100 cadastro, no outro mês deu 200, no outro mês deu 300. Opa, você tá tendo um crescimento, quer dizer que tua a tua pré-campanha tá ganhando corpo. Não, você fez 100, 80,50, sua pré-campanha tá afundando. Então são Coisas assim que você consegue mensurar se uma campanha, uma pré-campanha tá no caminho certo ou não. E é claro, né? Tem a rua, candidato na rua, você sabe, então tem que tem hora, eh, ele começa a ser reconhecido, as pessoas cumprimentam e tal e elogiam. um negócio na tua rede social,
quer dizer que você tá num caminho bom. >> Eu sempre falo isso, que se a gente perceber o nome do candidato circulando mais, se ele tiver aquele nível de Engajamento nas redes sociais que as pessoas estão interagindo mais, a quantidade de comentários, tudo isso a gente vai levando como parâmetro, né? E eu, as perguntas já se encerraram, eu só ia pedir para tu deixar uma dica de sucesso paraas pessoas. que, como eu digo, o que nós devemos marcar eh em nossas checklist antes do começo de 2026. Anotem, gente. Papai e caneta. >> Nossa Senhora. Bom,
primeiro deixa eu Fazer uma correção aqui, ó. Gabriela me falou, você não foi a primeira, você foi a segunda. Você foi a primeira no comunicação de governo. Governo São Paulo. >> Lá você foi a primeira. No Imersão. Quem foi foi o Paulo Abuquerque. Gabriela. caguetou aqui. >> Então agora >> pronto. >> Muito bem. Vamos lá. Você quer um checklist para os profissionais? >> É antes do começo do do de 2026. O que que tem que começar a fazer desde já para que 2026 esteja tudo bem alinhado e bem redondinho? >> Terapia, né? A gente já
começa no terapia e >> principalmente é importante. Eu sempre falo isso. >> Bom, vamos lá. Eu acho que se pensando em 2026, os profissionais deveriam ou poderiam, para não ficar tão em positivo, Primeira coisa é fazer um belo checkup na sua saúde, porque os processos eleitorais são muito desgastantes. e você começar um processo eleitoral sem estar com não só o corpo, mas com a cabeça boa, existe uma grande chance de você sucumbir no processo. E eu acho que nenhum trabalho vale você ter uma um quadro ou de depressão ou de ansiedade ou de eh burnout.
Eu acho que assim, a primeira coisa é o profissional deve cuidar da máquina. Eu Mesmo não fazia isso. Eu aprendi a fazer isso e aí eu venho conseguindo lidar com o maior número de variáveis dentro de uma campanha a lidar com palpiteiro, com pressões, eh com crises, com muito mais facilidade, porque eu passei a me preparar para um processo eleitoral como quem vai disputar uma Copa do Mundo, como quem vai disputar uma um um um uma competição de alto impacto, digamos Assim. Então, primeira coisa é faça um checkup. Segunda coisa, o que vai te trazer
melhores oportunidades é você ter um bom posicionamento. Então, eu, no lugar de cada um dos profissionais, primeira coisa, eu faria um um pente fino nas minhas redes sociais. Será que o que eu tô publicando nas minhas redes sociais Tá me ajudando ou tá me atrapalhando? Quando alguém for me contratar, ele vai olhar minhas redes sociais e vai encontrar o quê? Por quê? A pessoa, eu não, eu não sou, tô considerando que eu não sou um profissional reconhecido de tema reputação como a minha. Tô falando de um profissional que tá num começo ou num meio de
carreira. O que que o contratante vai olhar? Ele vai ver o seu currículo e vai olhar Tuas redes sociais, a menos que você tenha uma reputação em que ele não vai mais olhar isso. Mas as redes sociais são uma grande parte. Eu publicaria artigos porque os contratantes olham muito jeito de pensar, não só a experiência. Os profissionais confundem muito isso. Eles acham que porque ah, não sou tão experiente, vou perder espaço. Não é assim. O contratante, ele quer ver o jeito de pensar, ele quer entender se Você sabe concatenar a informação, se você consegue colocar,
eh, consegue expor bem uma ideia. Nós lhe damos assim, o nosso mercado é comunicação. Se você não se comunica bem, por que que você deve ser contratado? Tem aí um um negócio que eu acho importante. Então, se você não sabe expor bem o seu trabalho, eu não tô falando de ter um um uns cara de você ter que fazer um investimento em design e não sei que lá. Não, mas tem que ter Um básico. É isso que eu tô dizendo aqui. Assim, eu tenho o o meu ambiente, mas se eu não tivesse, eu poderia usar
um fundo verde e preencher ele com inteligência artificial. Nossa, isso hoje tá tão fácil. Hoje é muito mais fácil gerar conteúdo do que antigamente, muito mais. Bom, então você deve, na minha opinião, caso queira performar e ter boas opções, boas oportunidades, Deve construir sua própria reputação. E isso deve ser feito não só numa rede social, que é uma mídia de atenção, mas também deve ser feito em mídia de intenção, ou por vídeos no YouTube ou por eh artigos, né? O pessoal do quem é meu aluno pode publicar artigo no marketing político hoje. Aí fala: "Ah,
tal". Mas aí então tudo bem. Quando você for prospectar alguém ou quando alguém te contratar, você fala: "Olha, eu acho legal você dar uma olhada nos artigos Que eu escrevi para você conhecer um pouco mais do meu trabalho". Pronto. Olha só que fácil. Que mais eu incluiria na lista? Estudo, estudo, estudo, estudo, estudo, estudo. >> Eu ia falar isso agora. >> Então assim, olha, você tem o Imersão Eleições, >> eh, você tem outros cursos de outros profissionais, se você quiser, você faz e vê o que que é. Eu eu nunca eu assim, Eu não acho
que as pessoas devam fazer só os meus cursos, não acho isso. Eu até gosto quando faz dos outros, porque aí pode comparar com os meus. Então, assim, eu acho bacana esse tipo de coisa. Então eu acho que você deve assinar material, você deve ver tudo de todo mundo e aí você vai fazer seu filtro, aquilo que cabe a você, até porque tem coisa que a minha pode não ser o que você precisa, né? E eh assim, eu sou um cara muito mais dado a planejamento e e a um Trabalho profissional que às vezes não é
o que você quer. Você quer uma coisa mais criativa, menos profissional e e tá tudo bem. Não, não é um problema isso, mas eu acho que para todo profissional de comunicação, >> o teu maior diferencial tá no conhecimento que ele tem, no acervo que ele tem. Sabe por quê? Vai chegar uma hora que você não vai saber o que fazer. Aí você vai falar: "Pô, pera aí, eu vi um negócio lá no Vitorino, Isso aqui lá no Crivelha, ele resolveu desse jeito. Vou tentar aqui, pô. Tem um negócio aqui acontecendo, tem uma planilha, tinha uma
tabela que ele deu lá no Imersão que ajudava a gente a montar o conteúdo de acordo com a persona do político. Deixa eu olhar essa tabela aqui. E aí, e os nossos cursos não são cursos de receita de bolo, são cursos de metodologia, ou seja, tem uma área que a gente ensina eh quais perguntas você Deveria fazer numa entrevista de profundidade. Ou seja, eh eh com essas perguntas você chega na essência do que é aquela candidatura. Esta é a diferença. Então eu acho que você consegue fazer uma campanha sem acerv, sem conhecimento, mas vai ser
uma campanha muito diferente da que você faria se você tivesse mais bem preparado. Então, eh, preparar o corpo para Disputar uma eleição, né? Eu acho importante ter um bom posicionamento público de tudo que você faz e estar preparado, né, no no seu eh na sua base de conhecimento para enfrentar uma campanha eleitoral, porque não é fácil, não. Não é uma coisa muito mais complexa do que a maior parte das pessoas imagina. Tanto é que muitos profissionais vem do corporativo e não aguenta. Eh, quem tá Só acostumado no corporativo e dificilmente ele tem uma adaptação fácil,
>> né? E e outra assim, quem faz político, eh, ele acha que o corporativo é Disneylândia, assim, o professor é igual o médico que se formou na guerra, ele vai pro pronto socorro falar: "É só isso?" É mais ou menos a mesma coisa. Respondido, Daniel. respondido. Muito obrigada. Eu ia até falar dessa dica dos estudos que a eh eu digo que existe uma Daniela antes uma Daniela depois do que eu que eu fui fazer o imersão a primeira vez. Então eu já tenho uma uma trajetória aí acompanhando o professor Marcelo, que é uma pessoa que
eu admiro muito e eu tive oportunidade de trabalhar com ele. Então foi, como eu disse, foi uma experiência sensacional. Espero que a gente possa da mais na frente continuar seguindo, Trabalhando juntos. E eu sempre falo, estudem, se aprimorem, eh façam os cursos, conheçam outros profissionais. Eu já fiz curso de outros outras pessoas e eu falo com plena convicção, o professor Marcelo não tem problemas em dividir o conhecimento. Ah, então vocês têm que conhecer esse outro lado de outras pessoas para vocês entenderem sobre essa minha fala. Então, eh, façam o guia do marketing político, leiam os
livros que o professor sempre Fala, o então que ele sempre entrega, eh, nos cursos, eh, do Maquiavel, um monte de outros livros que ele sempre passa filme e isso vai ser fundamental paraa carreira de cada um de vocês. E é isso, ano que vem ano eleitoral e vamos que vamos que a gente tem que estar afinado com tudo. Espero rever vocês. Eu já vi um monte de gente falando aqui meu nome, rever vocês em Brasília em abril vai ser uma satisfação, como sempre nosso bate-papo super legal e a gente Trocar esse conhecimento. >> Muito bem,
Dani. Eu eu fico feliz até dos relatos porque é engraçado, né? Tem gente que acha muito difícil trabalhar comigo. Eh, isso daí eu não sei se eu mudei muito ou se o pessoal aqui talvez não entendesse, eh, porque o nível de exigência é alto. É, isso é um fato. >> É alto. É fato. É verdade. [risadas] >> É verdade. Agora, as condições de trabalho são adequadas e aí não tem aquel aquelas doideiras de cada hora muda uma coisa e vem o palpite, vem não sei o que lá. Aí você faz: "Não, não era para fazer".
Essas coisas não acontecem. Então, trabalhar comigo, eu eu sei >> que exige que o profissional seja profissional. Não, acho que não tem outro jeito. >> E muitas vezes alguém vira para mim e Fala assim: "Não, tá tranquilo, Vitor, já fiz várias campanhas." Não é a mesma coisa. >> Não é igual a trabalhar com o professor Marcelo. Não é. Eu acho bom de como eu sempre vou falar assim, tipo, eh, tinha esse lado da cobrança, tinha, mas assim, a gente sabia que a gente era capaz, tipo, eu sabia de até onde eu ia conseguir chegar e
sempre tu fazias eu pensar em ir além, eu falava: "Não, meu Deus, aí ele vai, Não vai, bora aqui que tu vai". E eu é verdade. Então ele sempre estimulava a gente a ser o melhor. Ah, você não vai ser o melhor, mas você vai pelo menos chegar próximo de ser o melhor. Então isso é uma grande verdade. E aí eu sou eu, eu eu não posso que eu digo, como eu digo, eu sou uma pessoa assim que eu sou ímpar, assim, eu adoro o teu trabalho. E aí quando surgiu essa oportunidade de ir embora
morar em Altamira para trabalhar, eu prontamente falei: "Bom, vou arrumar Minha mala, tô indo". E aí e eu falei: "Bom, bora ver, né, o que vai dar." E realmente foi maravilhoso. Como eu disse, eu gosto da do da maneira que tu trabalha, da organização, de toda a metodologia que existe em cima do que do que tu consegues passar pra gente. Além disso, no trabalho, como eu disse, eu não tenho problemas em dividir conhecimento. E eu acho isso sensacional. >> Então, eu tô muito agradecida. A entrega dos imersões é uma coisa assim que vocês >> sensacional.
É, olha, deixa eu falar só um negócio. Eu eu já sabia do teu trabalho, né? E aí quando foi em 2023 eu tava conversando com uma amiga minha no velório. Era gente no velório. Sim. E aí eu falei: "Ai, amiga, eu queria dar uma virada de chave e tal". Aí ela pegou e disse assim: "Ah, por tu não vai no presencial do Vitorino?" Aí eu fiquei com aquilo, né, na minha cabeça, era em Agosto, 23, aí era maio, mais ou menos isso. Aí eu fiquei o final de semana inteiro, na segunda-feira eu tava comprando meu
imersão presencial. Em agosto eu tava indo para Brasília. Foi a melhor coisa que eu fiz. Vocês estavam conversando e o teu nome no velório, juro, foi até, olha, não é para ser engraçado, mas foi. Eu falei, gente, tanto assunto. A gente tava [risadas] >> não, eu vejo, eu já fui indicado vários lugares no veló, é a primeira vez, então >> tá vendo >> que bom que funcionou, né? Eu fico feliz de de ver isso aí porque agora, por exemplo, você vai trabalhar o próximo período eleitoral, né? Quando você botar lá, não, fiz uma campanha com
Vitorino. Ah, isso tem outro peso. Porque os caras sabem que comigo vagabundo não se cria. Comigo não tem isso >> nem um pouco. >> O cara que trabalha, ele vai se dar bem Para caramba. O cara que não trabalha ele vai sair do processo em uma semana. Então o pessoal >> não vai aguentar. >> Não vai aguentar. Aí o que que acontece? Fez curso. Ah, tá lá. Aluno do Vitorino. OK. a gente já sabe que que tem conhecimento. Trabalhou com ele, opa. Aí muitas vezes o que os caras fazem assim, Vitorino, e aí eu só
preciso dar um joinha. O cara contrata, ele contrata de olho fechado. Ah, é porque é assim, a gente realmente tem esse padrão, tanto na educação quanto na consultoria. E não tem, ó, isso aqui não é uma crítica a quem faz diferente. Eu tô deixando bem claro. Antes começa uma chuva de problema. Isso aqui não é uma crítica a você que trabalha de forma diferente. Daqui é só uma colocação de como a gente trabalha. Beleza? Paz, ó, coração. Porque sen não viram a zona. Parece que tá atacando os outros. Agora é isso. A gente tem que
Fazer, a gente tem que fugir dos extremos até aqui no marketing político. >> É, é como eu sempre digo também, né? eh os palpiteiros, as evitar as as rodas de de fofoquinha e assim o trabalho vai fluindo tranquilamente, vai ser é sempre sensacional, >> porque vai ficando um ambiente leve, vai ficando agradável. >> É, >> a Dani, a Dani quando foi contratada, ela ela teve recomendações, não teve? >> Tem, tive. >> [risadas] >> É, várias. E eu e eu segui na regra, eu falei: "Pere lá que eu vou fazer aqui tudo bem bonitinho." Ah, >>
aí foi bem, aí continuou e assim a gente indica para trabalho e tudo mais por causa disso, porque a gente faz um grande processo de de eu fazia até mobilização, né? E aí a gente chegou e Aí e o celular, o WhatsApp lá da prefeitura na época tinha acho que uns 400 contatos. Eu saí de Altamira, quando eu voltei, eu deixei o celular com 6.000 1 contatos >> bastante >> e segmentados praticamente é e segmentados praticamente por bairro que aí tipo eu conseguia saber o que cada um estava ali fazendo, como tava sendo e eu
tava, né, tipo, sozinha praticamente nessa. Então, tipo, eu fui bem Criteriosa nesse quesito e eu falei: "Não, pera aí, eu tô aqui, eu vou dar o meu melhor, que se eu não for prima do melhor, eu vou ser quase." >> Não, você fez. E assim, a gente admira isso. Bom, obrigado Dani. A gente se vê então. Convite, >> pode deixar. >> Tá bom. >> Abraço, gente. Boa noite. Obrigada. >> Muito bem. Então, foi aqui 2 horas30 Respondendo perguntas. Eu sei que teve mais perguntas aqui, muitos. E assim, eu não dou conta de responder, já tô
ficando sem voz. Eu tenho reunião 8:30 da manhã, eh, com pré-candidato. É, essa é a minha vida. Eh, 8:30 da manhã, amanhã tem reunião. Então, eu não consigo nem falar mais aqui. Eu espero que a live tenha sido boa, tenha sido proveitosa, que tenham, eh, vamos dizer assim, esclarecido muitos pontos. Quero Agradecer mais uma vez aos nossos alunos que participaram dessa live. Então, o Azaf, a Elisandra, a Daniela, a Gabriela, então assim, todos vocês, muito obrigado por terem aceito o nosso convite. A gente e quem não foi convidado, não se preocupe, a gente vai abrir
outras lives com convidados. Eu acho que fica mais dinâmico do que só eu aqui. Aí dá para vocês também que estão assistindo conhecerem profissionais. Eu acho isso importante, né? Eh, vocês Também olharem para outros profissionais. uma parte do nosso trabalho na educação é fortalecer um mercado como um todo, tá? Então, tanto pela formação profissional quanto pelo networking que os nossos alunos eh eh constróem e também pela exposição. A gente sempre tenta dar exposição. Então assim, se você quer ser convidado para uma live, saiba que eu tô sempre de olho no que vocês estão publicando. Se
me marcar, marcar a academia, eu sempre vou ficar de olho. Então, quem é nosso embaixador, quem entende que esta é uma maneira legal de trabalhar, quem gosta dos nossos produtos e tá sempre compartilhando coisas, deixando comentário e tudo mais, quem nos dá preferência, nós damos preferência. É a vida, né? Lá no Tropa de Elite é, quem quer rir tem que fazer rir. É a mesma coisa. Então, quem quer rir tem que Fazer rir aqui também. E aí você pode ser chamado ou chamada para participar. Eu vou fazer várias com isso, tá? Vamos relembrar um pouco
do Imersão Eleições, só pra gente finalizar aqui. Você que acompanha até agora, você vê, tem bastante gente que acompanha até agora, né? Imersão eleições dividido em duas fases. Nós vamos falar de pré-campanha no encontro em dezembro, dia 12 e 13 de dezembro online, OK? Você se inscreve, assiste online. A gente vai Ser, se eu não me engano, é das 14 às 20 nos dois dias. A cada 50 minutos de aula, eu faço 10 de intervalo para você poder ali tomar um café e dar uma levantada, porque eu sei que o online pesa um pouco. Então,
das 14 às 20, imersão eleições, que vai ser destinado à pré-campanha em dezembro. Você deve se inscrever logo. Ah, professor, mas eu não tô em projeto, não sei que lá. numa boa, não espere o projeto chegar Porque depois você não consegue assistir. E boa parte dos conteúdos que eu dou lá são aqueles que podem te fazer fechar o projeto, porque aí você aprende como apresentar uma coisa bacana para alguém. Então assim, tira o escorpião do bolso e vai lá e se inscreve, assiste esse negócio, deixa de ser mané, se inscreva. Pronto. Ah, Vitorino, estou aqui
no gabinete, mas ninguém falou aindas de campanha. Vou lhe explicar uma coisa. Se você chegar no seu chefe, né, Você trabalha com um deputado, chegar nele com um planejamento, existe uma grande chance dele não contratar alguém para mandar em você daqui algum tempo. Então, vai lá, assiste imersão, aprende, faz um planejamento como quem não quer nada, entrega pro chefe e evite que alguém seja contratado para te cagar a regra daqui algum tempo para ficar te dando ordem. Muito simples. Depois nós temos o Imersão Eleições que vai tratar de campanha que é em abril 23, 24
de abril. Procede, Gabi. Muito bem. Então, o Imersão Eleições que trata de campanha 23, 24, 25 de abril. Muito bem. Este você escolhe se vai ser presencial ou se você vai assistir da sua casa. Ah, tem um que é melhor. Não, não tem um que é melhor. A experiência é imersiva. Tanto faz se vai ser no presencial ou se vai ser na sua casa. Só tem um detalhe, todo curso nosso presencial is pelo menos com um mês de antecedência. Isto não é papo de marqueteiro, isso é o que acontece. Todos os nossos cursos esgotam a
um mês no mínimo de antecedência. Nós já temos mais da metade da sala preenchida. Então eu recomendo que você garanto o seu espaço caso você queira ir no presencial. Depois nó vitorino, eu queria um lugar. Não tem, não tem. O o imersão eleições presencial, ele é concorridíssimo. Então eu entendo, você tá com a cabeça Na lua agora, mas depois não adianta chorar porque vem um ano eleitoral e acaba. Aqui tem gente falando ó, verdade, não conseguiu espaço, provavelmente, família, cara, é assim, é dificílimo ter espaço depois e eu não vou fazer uma imersão em eleições
presencial para muita gente. Eu tô aqui na dúvida. Eu acho que eu vou manter ele com formato menor, menos pessoas em sala de aula. É o que eu tô pensando em fazer. Então, já tô lhe avisando, eu já Tenho mais de 50% das vagas preenchidas. Escreva-se. Vai ser em abril, aonde? Em Brasília. Pronto. O local tá definido no mesmo local dos outros anos. Super local, super estrutura, condição. O Imersão eleições não é não é para qualquer um. Eu estou falando porque fui eu que criei esse negócio. O imersões o imersão eleições é para profissionais de
elite, não é para qualquer pessoa que acha: "Ah, eu vou fazer marketing político". Não é. Ele é para profissionais que querem pertencer à elite de profissionais de marketing político. Tanto é que grande parte, assim, eu já vi muitos alunos do Imersão que hoje são palestrantes, são consultores, são estrategistas, são coordenadores e cresceram muito na carreira. Ele não é um processo para, ah, eu quero arranhar o marketing político de forma alguma. Ele não é um evento de palestrinha. Ele é um processo de formação Profissional. Ele é um processo de qualificação para quem vai de fato enfrentar
um processo eleitoral, tanto profissional como candidato. Ah, se eu pudesse eu enchia uma imersão eleições com candidatos, porque a vida dos profissionais com certeza seria outra. Com certeza. É, é outro mundo quando, imagina o candidato vai no imersão, gente, acaba os palpiteiros e em 3 2 um morreu na hora. Então, minha Recomendação, inscreva-se, garanta a sua vaga, vá ao imersão ou assista ele de casa. é um processo imersível que imersivo que prepara você para tudo. Você vê, tem várias pessoas que deram depoimentos aqui. Em toda vez que eu eu viajo, eu encontro pessoas que fizeram,
que se elegeram, que elegeram outras pessoas, assim, não tem outra. Tudo bem, ganhamos um prêmio internacional agora, o que foi Muito legal ser premiado em Washington por um processo de formação no Brasil. foi bem legal, mas não é isso só o o resultado mesmo tá na quantidade de profissionais que fizeram e conquistaram aquilo que eles queriam. E até quem perdeu a eleição perdeu de pé. Essa é uma coisa interessante. Não foi aquelas derrotas doída, sabe? Que [ __ ] podia ter Não foi. Foi derrota de pé. Bom, eu acho que eu passei todos os recados
aqui. Gabi, tem mais algo? Não, ela tá Fazendo joinha. É isso, Gabi. É você na tela. Ah, [risadas] >> eu vou sair. Você me expõe. >> Eu te exponho. >> Você me expõe? Gente, vou fazer aclamação. Toda live, Marcelo, conta alguma informação minha para todo mundo. E agora ele tá me mostrando. Você tá aí, >> Gabriela. É, eh, ela trabalha aqui nos nossos bastidores, ela trabalha já, eh, no, no último ano ela foi paraa Campanha, ótima profissional, dedicadíssima. Então, assim, aí só que ela é um pouco tímida, só tem tamanho. Tem tamanho. A [ __
] tem, deve ter, eu acho que tem 1,80 m. Não tem, não é por aí. Entre 1,80 m quase isso. É assim, você olha, você fala: "Nossa senhora!" Mas é tímida, tímida. Toma povoro de velhinha na fila da da padaria. E aí o Pedro tá falando aqui que falta uma informação importante Sobre ela. Mas eu vou contar isso em outra live. Em outra live vou deixar para outro dia. O mais importante é assim, eu fico muito feliz com o time que a gente tem trabalhando com a gente. Cara, e a gente demora muito a montar
um time bom, entendeu? que seja entrosado com pessoas legais e é muito difícil isso. Então, eu quero aqui aproveitar essa esse final aqui para agradecer a você que trabalha com a gente no time, a Gabriela, o Pedro, a todo mundo, o Welton, né? A a a Fabi também, eh, que ainda ela tem um trabalho terrível, né? Porque ela me ajuda para caramba e ainda é minha esposa. Ou seja, a vida dela não é fácil. A vida dela, eu acho que ela ela sim tem dupla jornada, tripla, se for considerar que ainda tem que cuidar de
mim. Ou seja, ela trabalha, faz com que eu não faça bobagem, ainda tem que cuidar de mim. Essa merece um troféu. Vou dar o Ah, tá aqui, ó. Deixa eu pegar aqui para vocês. Tá aqui, ó. Para quem não viu, porque não sabe, este aqui é um dos troféus que nós ganhamos. É, esse aqui foi lá de Washington. pesadão, bonito, tal. Esse foi foi acho que a gente ganhou quatro desse aqui por causa das campanhas. E esse daqui é por causa do que eu fui escolhido novamente entre os 100 mais influentes do marketing político. São
os dois que a gente trouxe, quer dizer, os dois, né? Os outros três estão lá na no Escritório. Esses eu deixei aqui. Bom, aí Diego aqui, força, Fabi. [risadas] Ah, eu vou dizer que que eu eu não facilito a vida, [risadas] né? Né? Então, quero agradecer a todos aqui os profissionais que atuam com a gente. Quero agradecer a você que ficou até agora na live e tá sempre com a gente, tá? tá sempre acompanhando, compartilhando, comentando. Eh, feriado, né? Feriado. E vocês aqui, vocês são tudo uns doido, né? Vocês fizer terapia, Vocês vão ver o
que é isso. Eu acho que vocês vocês todo mundo aqui merece terapia. E claro, eu não poderia deixar de encerrar, eh, desejando um ótimo final de ano para todo mundo. A gente vai se ver, provavelmente antes do Natal lá no Imersão Eleições, dia 1213. Mas até lá, o meu até breve. Até mais, pessoal.